Wikiquote ptwikiquote https://pt.wikiquote.org/wiki/P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.47.0-wmf.2 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikiquote Wikiquote Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Evento Evento Discussão Rachel de Queiroz 0 2047 225728 217520 2026-05-14T20:42:32Z 1dudette 43979 225728 wikitext text/x-wiki {{Autor | Nome = [[Adonias Filho]], [[Rachel de Queiroz]] e [[Gilberto Freyre]] | Foto = Adonias FIlho, Rachel de Queiroz, Gilberto Freyre.jpg | Wikisource = | Wikipedia = Rachel de Queiroz | Wikicommons = | Gutenberg = | Cervantes = | DominioPu = | DomiPubli = | EbooksG = | Cor = #c0c0c0 }} [[File:Estatua de Rachel de Queiroz.JPG|thumb|Estátua de Rachel de Queiroz na Praça dos Leões, em Fortaleza]] [[w:Rachel de Queiroz|'''Rachel de Queiroz''']], ''também conhecida como '''Raquel de Queiroz''' ([[Fortaleza]], [[17 de novembro]] de [[1910]] - [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], [[4 de novembro]] de [[2003]]), foi uma escritora, [[jornalista]] e teatróloga brasileira. ---- __TOC__ *"Na minha infância, todas as velhas só viviam na igreja, (...) velha sem religião quem inaugurou foi minha geração." :- ''aos 91 anos, no vídeo Rachel -- Vida e Obra, de [[Jurandir de Oliveira]]'' * "A piedade supõe uma condição de superioridade e a gente só pode se compadecer de quem sofre mais do que nós". :- ''"Um alpendre, uma rede, um açude: 100 crônicas escolhidas" - Página 74, de Rachel de Queiroz - Publicado por Editora Siciliano, 1994 ISBN 852670611X, 9788526706118 - 261 páginas'' *"Fala-se muito na crueldade e na bruteza do homem medievo. Mas o homem moderno será melhor?" :- ''"As terras ásperas" - Página 29, de Rachel de Queiroz - Publicado por Editora Siciliano, 1993 ISBN 8526705954, 9788526705951 - 205 páginas'' *"...da inocência da infância até à velhice extrema, continuará exatamente assim, só atribuindo interesse e grandeza àquilo que está a serviço da sua pessoa e da sua importância." :- ''"Um alpendre, uma rede, um açude: 100 crônicas escolhidas" - Página 91, de Rachel de Queiroz - Publicado por Editora Siciliano, 1994 ISBN 852670611X, 9788526706118 - 261 páginas'' *"Cada coisa tem sua hora e cada hora o seu cuidado" :- ''"Formosa Lindomar" in: "Rachel de Queiroz" - Página 142 Publicado por Agir Editora, ISBN 8522006431, 9788522006434, 167 páginas'' *"Doer, dói sempre. Só não dói depois de morto. Porque a vida toda é um doer." :- ''"Dôra, Doralina: romance" - Página 3, de Rachel de Queiroz - Publicado por José Olympio, 1984 - 259 páginas'' *"Morrer, só se morre só. O moribundo se isola numa redoma de vidro, ele e a sua agonia. Nada ajuda nem acompanha." :- ''"O brasileiro perplexo; histórias e crônicas.: histórias e crônicas" - Página 189, de Rachel de Queiroz - Publicado por Editôra do Autor, 1963 - 204 páginas'' ==Em Entrevista no Programa Roda Viva da TV Cultura [http://www.rodaviva.fapesp.br/materia_busca/407/Raquel%20de%20Queiroz/entrevistados/rachel_de_queiroz_1991.htm]== * “Na [[verdade]] nem sou [[comunista]] nem sou reacionária, sou propriamente anarquista, sou só uma doce anarquista.” * “Olha, gosto do ser humano, gosto da humanidade, gosto dos meus próximos e gosto dos distantes.” * “Acho que a gente tem que dar o testemunho fiel do seu tempo e da sua gente e as conclusões que sejam tiradas.” * “O que leva a gente a escrever o primeiro [[livro]]? Não sei. (...) O que tinha lido de [[literatura]] sobre seca não era satisfatório para mim e quis dar uma espécie de testemunho. E, com essa petulância da [[juventude]], eu me meti a escrever o [[romance]].” * “Considero o Graciliano um dos maiores escritores que já escreveram no [[Brasil]].” :- Sobre [[Graciliano Ramos]]. * “O Nordeste mudou. De qualquer maneira, o Nordeste de O quinze, principalmente o Nordeste da Vidas Secas mudou.” * “Hoje as grandes campanhas publicitárias é que fazem um autor desconhecido de repente arrebentar.” * “A [[vida]] eu acho que ensina surrando...” * “Não sou feminista. Acho que a sociedade tem que crescer em conjunto. A associação [[mulher]] e homem é muito boa e acho um grande erro combater o [[homem]].” * “A [[morte]] é a grande companheira, é esperada, tomara que já chegue.” :- Quando perguntada sobre como via a morte. * “É por causa dessa minha cara redonda, todo mundo pensa que sou [[alegre]].” * “Não tenho decepções.” * “...tenho um temperamento muito bovino, sou muito [[calma]]..” * “Gosto de televisão, acho [[televisão]], como todo mundo – não sou idiota – um instrumento mágico, maravilhoso, etc e tal; agora, em geral mal empregado.” * “Olha, o [[Lula]] é um homem extraordinariamente inteligente, culto, mas o grande defeito dele é ser atrelado ao PT...” * “Eu me arrependo de quase tudo.” * “[[Criança]] é uma das minhas [[paixões]] na vida. Você perguntou das coisas de que gosto, criança é uma das minhas paixões.” * “Depois do livro escrito, eu me desinteresso dele e não gosto muito de pensar, porque só me lembro do que não gosto. As coisas de que poderia gostar esqueço, eu só me lembro do que não gosto e tenho aquela cisma.” ==Obras== ===O Quinze=== *'' (...) E se não fosse uma raiz de mucunã arrancada aqui e além, ou alguma batata-branca que a seca ensina a comer, teriam ficado todos pelo caminho, nessas estradas de barro ruivo, semeado de pedras, por onde eles trotavam trôpegos se arrastando e gemendo<ref>O Quinze: Rachel de Queiroz. O Quinze, p.12. 93ª edição. Editora José Olympio. Rio de Janeiro, 2012. ISBN 978-85-0301-150-1. </ref>'' ===Traduções francesas=== *O "treze" : Titulo francês: ''"L'année de la grande sécheresse"'' ("O ano da grande saco"), traduzido por ''Jaime Lessa'' e ''Didier Vota'', Editions Stock, 1986, ISBN 2-234-01933-8. *"Dona Doralina" : Editions Stock *"Jo Miguel": Titulo francês: "Jeh Miguel", Editions Stock ===João Miguel=== *"A cadeia parecia não mudar nunca, como uma coisa morta; e quem estava lá se esquecia da conta dos dias e das horas, que acabavam se embaralhando todas quando se tentava classificar alguma lembrança." ===Caminho de Pedras=== *"Companheiro, para que você se arriscou? Não pensava como eu ia ficar abandonada, de mãos vazias, perdida e sozinha na cidade. Companheiro, companheiro, para que não me deixou só naquela noite? De que valeu sua companhia uma vez se depois o carregaram, e me deixaram sozinha de todo? para que essa sua mania errada de proteção?" ===Memorial de Maria Moura=== *O homem feliz é o que não tem passado. O maior dos castigos, para o qual só há pior no inferno, é a gente recordar. Lembrança que vem de repente e ataca como uma pontada debaixo das costelas, ali onde se diz que fica o coração. Alguém pode ter tudo, mocidade, dinheiro no bolso, um bom cavalo debaixo das pernas, o mundo todo ao seu dispor. Mas não pode usufruir nada disso por quê? Porque tem as lembranças perturbando. O passado te persegue, como um cão perverso nos teus calcanhares. Não há dia claro, nem céu azul, nem esperança de futuro, que resista ao assalto das lembranças. :- ''Rio de Janeiro: MEDIAfashion, 2008. p. 230/231'' ==Atribuídas== *"Quando a moça da cidade chegou / Veio morar na fazenda, / Na casa velha... / Tão velha! / Quem fez aquela casa foi o bisavô... / Deram-lhe para dormir a camarinha, / Uma alcova sem luzes, tão escura! / Mergulhada na tristura / De sua treva e de sua única portinha..." ::- ''citado em "No alpendre com Rachel: ensaio biográfico de Rachel de Queiroz" - página 43, Volume 1 de Coleção Patronos, José Luis Araújo Lira, Editora Cidadania, 2003, ISBN 8589605019, 9788589605014, 178 páginas'' *"Não é preciso [[pressa]] na literatura. Um romance é como gravidez: aquilo fica dentro de voce, crescendo, incomodando, até sair." ::- ''citado em "O livro entre aspas: "o que se diz do que se lê" : frases para escritores, leitores, editores, livreiros e demais insensatos" - Página 38, Carlo Carrenho, Rodrigo Magno Diogo - Casa da Palavra, 2005, ISBN 8587220926, 9788587220929 - 93 páginas'' * "Eis que temos aqui a [[Poesia]], / A grande Poesia. / Que não oferece signos / Nem [[linguagem]] específica, não respeita / Sequer os limites do [[idioma]]. / Ela flui, como um [[rio]]. / Como o sangue nas [[artéria]]s, / Tão espontânea que nem se sabe como foi escrita. / E ao mesmo tempo tão elaborada - / Feito uma [[flor]] na sua perfeição minuciosa, / Um [[cristal]] que se arranca da [[terra]] / Já dentro da [[geometria]] impecável / Da sua lapidação". ::- ''[[Rachel de Queiroz]] citada em A geometria dos ventos - Página 178, Alvaro Pacheco - Editora Record, 1992, ISBN 8501903000, 9788501903006, 173 páginas'' [[Categoria:pessoas]] [[Categoria:Escritores do Brasil]] d024vwawiw16qeqnzvz9to5ysiwbb46 225729 225728 2026-05-14T20:43:19Z 1dudette 43979 225729 wikitext text/x-wiki {{Autor | Nome = [[Adonias Filho]], [[Rachel de Queiroz]] e [[Gilberto Freyre]] | Foto = Adonias FIlho, Rachel de Queiroz, Gilberto Freyre.jpg | Wikisource = | Wikipedia = Rachel de Queiroz | Wikicommons = | Gutenberg = | Cervantes = | DominioPu = | DomiPubli = | EbooksG = | Cor = #c0c0c0 }} [[File:Estatua de Rachel de Queiroz.JPG|thumb|Estátua de Rachel de Queiroz na Praça dos Leões, em Fortaleza]] [[w:Rachel de Queiroz|'''Rachel de Queiroz''']], ''também conhecida como '''Raquel de Queiroz''' ([[Fortaleza]], [[17 de novembro]] de [[1910]] - [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], [[4 de novembro]] de [[2003]]), foi uma escritora, [[jornalista]] e teatróloga brasileira. ---- __TOC__ *"Na minha infância, todas as velhas só viviam na igreja, (...) velha sem religião quem inaugurou foi minha geração." :- ''aos 91 anos, no vídeo Rachel -- Vida e Obra, de [[Jurandir de Oliveira]]'' * "A piedade supõe uma condição de superioridade e a gente só pode se compadecer de quem sofre mais do que nós". :- ''"Um alpendre, uma rede, um açude: 100 crônicas escolhidas" - Página 74, de Rachel de Queiroz - Publicado por Editora Siciliano, 1994 ISBN 852670611X, 9788526706118 - 261 páginas'' *"Fala-se muito na crueldade e na bruteza do homem medievo. Mas o homem moderno será melhor?" :- ''"As terras ásperas" - Página 29, de Rachel de Queiroz - Publicado por Editora Siciliano, 1993 ISBN 8526705954, 9788526705951 - 205 páginas'' *"...da inocência da infância até à velhice extrema, continuará exatamente assim, só atribuindo interesse e grandeza àquilo que está a serviço da sua pessoa e da sua importância." :- ''"Um alpendre, uma rede, um açude: 100 crônicas escolhidas" - Página 91, de Rachel de Queiroz - Publicado por Editora Siciliano, 1994 ISBN 852670611X, 9788526706118 - 261 páginas'' *"Cada coisa tem sua hora e cada hora o seu cuidado" :- ''"Formosa Lindomar" in: "Rachel de Queiroz" - Página 142 Publicado por Agir Editora, ISBN 8522006431, 9788522006434, 167 páginas'' *"Doer, dói sempre. Só não dói depois de morto. Porque a vida toda é um doer." :- ''"Dôra, Doralina: romance" - Página 3, de Rachel de Queiroz - Publicado por José Olympio, 1984 - 259 páginas'' *"Morrer, só se morre só. O moribundo se isola numa redoma de vidro, ele e a sua agonia. Nada ajuda nem acompanha." :- ''"O brasileiro perplexo; histórias e crônicas.: histórias e crônicas" - Página 189, de Rachel de Queiroz - Publicado por Editôra do Autor, 1963 - 204 páginas'' ==Em Entrevista no Programa Roda Viva da TV Cultura [http://www.rodaviva.fapesp.br/materia_busca/407/Raquel%20de%20Queiroz/entrevistados/rachel_de_queiroz_1991.htm]== * “Na [[verdade]] nem sou [[comunista]] nem sou reacionária, sou propriamente anarquista, sou só uma doce anarquista.” * “Olha, gosto do ser humano, gosto da humanidade, gosto dos meus próximos e gosto dos distantes.” * “Acho que a gente tem que dar o testemunho fiel do seu tempo e da sua gente e as conclusões que sejam tiradas.” * “O que leva a gente a escrever o primeiro [[livro]]? Não sei. (...) O que tinha lido de [[literatura]] sobre seca não era satisfatório para mim e quis dar uma espécie de testemunho. E, com essa petulância da [[juventude]], eu me meti a escrever o [[romance]].” * “Considero o Graciliano um dos maiores escritores que já escreveram no [[Brasil]].” :- Sobre [[Graciliano Ramos]]. * “O Nordeste mudou. De qualquer maneira, o Nordeste de O quinze, principalmente o Nordeste da Vidas Secas mudou.” * “Hoje as grandes campanhas publicitárias é que fazem um autor desconhecido de repente arrebentar.” * “A [[vida]] eu acho que ensina surrando...” * “Não sou feminista. Acho que a sociedade tem que crescer em conjunto. A associação [[mulher]] e homem é muito boa e acho um grande erro combater o [[homem]].” * “A [[morte]] é a grande companheira, é esperada, tomara que já chegue.” :- Quando perguntada sobre como via a morte. * “É por causa dessa minha cara redonda, todo mundo pensa que sou [[alegre]].” * “Não tenho decepções.” * “...tenho um temperamento muito bovino, sou muito [[calma]]..” * “Gosto de televisão, acho [[televisão]], como todo mundo – não sou idiota – um instrumento mágico, maravilhoso, etc e tal; agora, em geral mal empregado.” * “Olha, o [[Lula]] é um homem extraordinariamente inteligente, culto, mas o grande defeito dele é ser atrelado ao PT...” * “Eu me arrependo de quase tudo.” * “[[Criança]] é uma das minhas [[paixões]] na vida. Você perguntou das coisas de que gosto, criança é uma das minhas paixões.” * “Depois do livro escrito, eu me desinteresso dele e não gosto muito de pensar, porque só me lembro do que não gosto. As coisas de que poderia gostar esqueço, eu só me lembro do que não gosto e tenho aquela cisma.” ==Obras== ===O Quinze=== *'' (...) E se não fosse uma raiz de mucunã arrancada aqui e além, ou alguma batata-branca que a seca ensina a comer, teriam ficado todos pelo caminho, nessas estradas de barro ruivo, semeado de pedras, por onde eles trotavam trôpegos se arrastando e gemendo<ref>O Quinze: Rachel de Queiroz. O Quinze, p.12. 93ª edição. Editora José Olympio. Rio de Janeiro, 2012. ISBN 978-85-0301-150-1. </ref>'' ===Traduções francesas=== *O "treze" : Titulo francês: ''"L'année de la grande sécheresse"'' ("O ano da grande saco"), traduzido por ''Jaime Lessa'' e ''Didier Vota'', Editions Stock, 1986, ISBN 2-234-01933-8. *"Dona Doralina" : Editions Stock *"Jo Miguel": Titulo francês: "Jeh Miguel", Editions Stock ===João Miguel=== *"A cadeia parecia não mudar nunca, como uma coisa morta; e quem estava lá se esquecia da conta dos dias e das horas, que acabavam se embaralhando todas quando se tentava classificar alguma lembrança." ===Caminho de Pedras=== *"Companheiro, para que você se arriscou? Não pensava como eu ia ficar abandonada, de mãos vazias, perdida e sozinha na cidade. Companheiro, companheiro, para que não me deixou só naquela noite? De que valeu sua companhia uma vez se depois o carregaram, e me deixaram sozinha de todo? para que essa sua mania errada de proteção?" ===Memorial de Maria Moura=== *O homem feliz é o que não tem passado. O maior dos castigos, para o qual só há pior no inferno, é a gente recordar. Lembrança que vem de repente e ataca como uma pontada debaixo das costelas, ali onde se diz que fica o coração. Alguém pode ter tudo, mocidade, dinheiro no bolso, um bom cavalo debaixo das pernas, o mundo todo ao seu dispor. Mas não pode usufruir nada disso por quê? Porque tem as lembranças perturbando. O passado te persegue, como um cão perverso nos teus calcanhares. Não há dia claro, nem céu azul, nem esperança de futuro, que resista ao assalto das lembranças. :- ''Rio de Janeiro: MEDIAfashion, 2008. p. 230/231'' ==Atribuídas== *"Quando a moça da cidade chegou / Veio morar na fazenda, / Na casa velha... / Tão velha! / Quem fez aquela casa foi o bisavô... / Deram-lhe para dormir a camarinha, / Uma alcova sem luzes, tão escura! / Mergulhada na tristura / De sua treva e de sua única portinha..." ::- ''citado em "No alpendre com Rachel: ensaio biográfico de Rachel de Queiroz" - página 43, Volume 1 de Coleção Patronos, José Luis Araújo Lira, Editora Cidadania, 2003, ISBN 8589605019, 9788589605014, 178 páginas'' *"Não é preciso [[pressa]] na literatura. Um romance é como gravidez: aquilo fica dentro de você, crescendo, incomodando, até sair." ::- ''citado em "O livro entre aspas: "o que se diz do que se lê" : frases para escritores, leitores, editores, livreiros e demais insensatos" - Página 38, Carlo Carrenho, Rodrigo Magno Diogo - Casa da Palavra, 2005, ISBN 8587220926, 9788587220929 - 93 páginas'' * "Eis que temos aqui a [[Poesia]], / A grande Poesia. / Que não oferece signos / Nem [[linguagem]] específica, não respeita / Sequer os limites do [[idioma]]. / Ela flui, como um [[rio]]. / Como o sangue nas [[artéria]]s, / Tão espontânea que nem se sabe como foi escrita. / E ao mesmo tempo tão elaborada - / Feito uma [[flor]] na sua perfeição minuciosa, / Um [[cristal]] que se arranca da [[terra]] / Já dentro da [[geometria]] impecável / Da sua lapidação". ::- ''[[Rachel de Queiroz]] citada em A geometria dos ventos - Página 178, Alvaro Pacheco - Editora Record, 1992, ISBN 8501903000, 9788501903006, 173 páginas'' [[Categoria:pessoas]] [[Categoria:Escritores do Brasil]] 85sf7zp2kl7srd5zr303y4jxzbqwchg