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Hino do município de Adolfo
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|autor=Laudney Mioli
|notas=
}}
<poem>
I
Ó Adolfo, desperta o teu passado
Das colônias, do café e do cerrado
De Maitinga e Jericó
Antepassados de glória
Que fizeram tua história
És Adolfo, és uma só!
(Refrão)
''Salve! Salve Adolfo!
''É teu filho quem te diz!
''Canta teu canto, adolfense!(bis)
''Para sempre ser feliz! (bis)
II
Pioneiros no mato desbravado
Braços fortes,com a foice e o machado
Epopéia singular
Verdadeiros bandeirantes
Fé,bravura,confiantes
De Adolfo a pedra angular
(Refrão)
" Salve!Salve Adolfo!
É teu filho quem te diz!
Canta teu canto,adolfense!(bis)
Para sempre ser feliz! (bis)
III
O varjão e o barro edificaram
Tua fibra e o alicerce que ficaram
Deram força e destemor
Teu vigor me fortalece
Tua candura me aquece
És pequena e pujante no amor
(Refrão)
''Salve! Salve Adolfo!
''É teu filho quem te diz!
''Canta teu canto, adolfense! (bis)
''Para sempre ser feliz! (bis)
III
A prainha, o pôr do sol e o nascer
Te embelezam e te fazem florescer
E orgulham os filhos teus
Tua fonte iluminada
Trago no peito guardada
E embala os sonhos meus
(Refrão)
''Salve! Salve Adolfo!
''É teu filho quem te diz!
''Canta teu canto, adolfense!(bis)
''Para sempre ser feliz! (bis)
</poem>
[[Categoria:Hinos de São Paulo|Adolfo]]
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Predefinição:Progressos recentes
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/* !Páginas revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: a facilidade para observarem durante o percurso, quer a Terra que deixavam, quer a Lua que íam buscar, quer os espaços constellados do céu. As vigias estavam defendidas do choque á partida por chapas fortemente encaixadas, que era facil fazer caír para a parte de fóra desatarraxando porcas collocadas pela parte de dentro. Tornavam-se por aquella maneira possiveis quaesquer observações, sem que o ar contido no projectil podesse de lá saír....
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<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh|214|VIAGENS MARAVILHOSAS|borda_inferior=sim}}</noinclude>a facilidade para observarem durante o percurso, quer a Terra que deixavam, quer a Lua que íam buscar, quer os espaços constellados do céu.
As vigias estavam defendidas do choque á partida por chapas fortemente encaixadas, que era facil fazer caír para a parte de fóra desatarraxando porcas collocadas pela parte de dentro. Tornavam-se por aquella maneira possiveis quaesquer observações, sem que o ar contido no projectil podesse de lá saír.
Todos aquelles mechanismos, admiravelmente construidos e collocados, trabalhavam com a maior facilidade; os constructores tambem não deram menor prova de intelligencia na arrumação interna do wagon-projectil.
Para a conducção da agua e viveres necessarios para os tres viajantes havia recipientes solidamente seguros, e até aos passageiros era dado obter fogo e luz, porque tambem levavam gaz armazenado em recipiente especial debaixo de uma pressão equivalente a muitas atmospheras. Era abrir uma torneira, e tinham gaz para lhes illuminar e aquecer o confortable vehiculo para seis dias.
Claro está que não lhes faltava nada do que se póde reputar essencial á vida ou mesmo á commodidade. Alem dʼisto, e graças aos instinctos de Miguel Ardan, veio ainda o agradavel juntar-se ao util, sob fórma de obras de arte; Miguel se não lhe faltára espaço, fazia do projectil um verdadeiro ''atelier'' de artista.
Errada seria a supposição de quem imaginasse que tres pessoas não estavam bem á larga nʼaquella torre de metal.
Media-lhe a capacidade interna uma superficie de proximamente cincoenta e quatro pés quadrados por dez pés de altura, espaço que já consentia aos viajeiros certa liberdade de movimentos. Nem que fossem no mais ''confortable'' wagon dos Estados Unidos estariam tanto á sua vontade.
Estando resolvida a questão de mantimentos e illuminação,<noinclude></noinclude>
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Erick Soares3
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/* !Páginas revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: faltava ainda a questão do ar. Era evidente que o ar contido no projectil não podia chegar para a respiração dos tres viajantes pelo espaço de quatro dias; effectivamente, cada homem gasta nʼuma hora todo o oxygenio contido em cem litros de ar. Barbicane, os dois companheiros e dois cães que tencionavam levar, haviam de consumir só em vinte e quatro horas, dois mil e quatrocentos litros de oxygenio, em peso proximamente sete libras. Forços...
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<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||DA TERRA Á LUA|215|borda_inferior=sim}}</noinclude>faltava ainda a questão do ar. Era evidente que o ar contido no projectil não podia chegar para a respiração dos tres viajantes pelo espaço de quatro dias; effectivamente, cada homem gasta nʼuma hora todo o oxygenio contido em cem litros de ar. Barbicane, os dois companheiros e dois cães que tencionavam levar, haviam de consumir só em vinte e quatro horas, dois mil e quatrocentos litros de oxygenio, em peso proximamente sete libras. Forçoso era portanto renovar o ar do interior do projectil. Mas como? Por um processo muito simples, o dos srs. Reiset e Regnault, o mesmo a que Miguel alludíra no correr da discussão do meeting.
É vulgarmente sabido que o ar se compõe essencialmente de vinte e uma partes de oxygenio e setenta e nove de azoto. E o que é que succede no acto da respiração? Um phenomeno muito simples. O homem absorve o oxygenio do ar, gaz eminentemente proprio para sustentar a vida e expelle o azoto intacto. O ar expirado perdeu perto de cinco por cento do seu oxygenio e contém um volume proximamente igual de acido carbonico, que é o producto definitivo da combustão dos elementos do sangue pelo oxygenio inspirado. Portanto, em qualquer logar fechado, ha de succeder sempre, depois de certo tempo, transformar-se todo o oxygenio do ar em acido carbonico, gaz que é essencialmente deleterio.
Como o azoto se conservava intacto, reduzia-se portanto a questão ao seguinte: 1.º, refazer o oxygenio absorvido; 2.º, destruir o acido carbonico expirado. E não ha nada mais facil, por meio do chlorato de potassa e da potassa caustica.
O chlorato de potassa é um sal que se apresenta sob fórma de palhetas brancas; aquecido a uma temperatura superior a quatrocentos graus, transforma-se em chloreto de potassium, abandonando todo o oxygenio que contém. Dezoito libras de chlorato de potassa rendem por este processo sete libras de oxygenio,<noinclude></noinclude>
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/* !Páginas revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: isto é, a quantidade dʼelle necessaria aos viajantes para vinte e quatro horas. E aqui está como se havia de fazer o oxygenio. A potassa caustica, essa é uma substancia muito avida do acido carbonico misturado com o ar. Basta agita-la no ambiente para que elle se apodere do acido carbonico, formando bicarbonato de potassa. E aqui está tambem como havia de ser destruido o acido carbonico. Estes dois meios combinados restituem seguramente...
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<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh|216|VIAGENS MARAVILHOSAS|borda_inferior=sim}}</noinclude>isto é, a quantidade dʼelle necessaria aos viajantes para vinte e quatro horas. E aqui está como se havia de fazer o oxygenio.
A potassa caustica, essa é uma substancia muito avida do acido carbonico misturado com o ar. Basta agita-la no ambiente para que elle se apodere do acido carbonico, formando bicarbonato de potassa. E aqui está tambem como havia de ser destruido o acido carbonico.
Estes dois meios combinados restituem seguramente ao ar viciado todas as suas qualidades vivificadoras. Prova-o a experiencia feita com bom exito pelos dois chimicos, os srs. Reiset e Regnault.
Mas, força é confessar, que as experiencias até então feitas tinham sempre sido realisadas ''in anima vili''. Ignorava-se absolutamente qual seria o effeito dʼellas sobre o homem, apesar da extrema precisão scientifica com que tinham sido executadas.
Esta foi a observação que a todos se offereceu na sessão em que foi ventilado tão grave assumpto. Miguel Ardan, que nem por sombras duvidava da possibilidade de viver por meio do ar, assim artificialmente preparado, offereceu-se para experimenta-lo antes da partida.
Porém Maston reclamou para si proprio com energia a honra de tentar o ensaio.
«Já que me não deixam partir, dizia o valente artilheiro, não será grande favor deixarem-me ao menos habitar no projectil por uns oito dias.»
Recusar em tal caso, era prova de má vontade. Satisfizeram-lhe portanto os desejos. Puzeram-se á disposição de Maston quantidades de chlorato de potassa, de potassa caustica e viveres bastantes para oito dias: em seguida e depois do aperto de mão aos amigos, encaixou-se o estimavel secretario no projectil, cuja tampa foi hermeticamente fechada, a 12 de novembro ás seis<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="3" user="Beki 00" /></noinclude>E com esta formalid{{abv||e||re}}Se conformaraõ alguns escrivaens Mezas paçadas trabalho de fazer asento algum della de Sorte q querendo averiguar a import.ª das Receitas que Se venderaõ p.ª fora da Caza com a individuaçaõ do custo q Se Recebeo de cada huá das Receitas, nenhú aSento Se acha lançado dellas, em l.º ou quaderno feito p.lo d.º Buticario; a vista do que Só na boa fé as Sua verdade, he q Se podem dar por ajustadas as d.as contas the o prez.te procurandoce o meyo mais eficas de evitar naõ
Som.te esta desordem, mas tambem os grandes prejuizos que a Caza tem tido, e poderá ter daqui em diante, tendoce visto emportar hú anno por outro as Boticas com os mais Remedio q Se compraõ nesta Cidade p.ª ella, e despezas q Se fazem melhor de Hum conto de Reis, o q tudo Se evitava ajustandoce o effeito a Meza em preço taixado, em cada hu, anno por todos os Remedio dados p.a o d.º Hospital, e q nesta concideraçam mostrando o d.º Irmão Prov.or ao d.º Buticario, a confuzam em q as d.as contas,e q p.ª as evitar pretendia ajuntarce com elle em preço certo que Se lhe daria em cada hum anno por todos os Remedios q Se Receita cem pellos Medicos e Sirurgiaõs da Caza, Sem q ouveSe a minima falta dando Se lhe a quantia de quinhentos mil Reis, pagos no fim de cada hum anno, Sem mais ordenado, nem em momen to algum, nem occupar Escravo da Caza no Serviço da Botica, p.ª o que Se lhe daria por venda todos os Remedios, q Se acham na d.ª
Botica, pellos mesmos preços q ja tem em cada huá das adiçoens conferidas p.lo d.º Irmão Provedor q emportaõ em quinhentos e onze mil oytocentos e Sette, e aSim mais Se lhe entregaria toda a Receita q’ proximamente Se mandou vir p.ª a d.ª Botica nesta Frota p.la Sua mesma emport.ª, e Seus gastos athe Se porem mesma dita CaSa onde ja Se acham cuja principal emport.ª, com os mais trastes q
na Botica Se acharem pertencentes ao serviço della, Se ajuntar aos d.os quinhentos e onze mil oytocentos e Sette Reis, e de toda a Soma paçará huá Clareza de obrigação a Rezam de juro de 6 e 1 4º por
cento ao Irmaõ Thezour.º da Caza p.ª lhe hir pagando com os Seus juros vencidos com o desconto dos d.os quinhentos mil Reis em casa
hú anno, abonandoce lhe o Resto delles pagos os juros no pr.al da Sua obrigaçam e q querendo fornecerSe de Remedios p.ª os annos futuros Se lhe mandaraõ vir as Receitas q der com intervençam sas Mezas q Servirem, p.ª Ser tudo pago p.lo d.º Buticario, e fazendo por Sua conta, e Rizco, ou dando dr.º p.ª Se Remeter ou pagando a Sua chegada o q emportarem, ficando aSim escuza a Casa de mandar vir mais Receitas por Sua conta, nem fazer mais despesas com a d.ª Butica do que os d.os 500$000 em que
o d.º Buticario Se ajusta, e lucrando desde logo os jutos de toda a im<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="3" user="Beki 00" /></noinclude>E com esta formalid{{abv|e|re}} Se conformaraõ alguns escrivaens Mezas paçadas trabalho de fazer asento algum della de Sorte q{{abv|| eu}}querendo averiguar a import.ª das Receitas que Se venderaõ p.ª fora da Caza com a individuaçaõ do custo q{{abv||ue}} Se Recebeo de cada huá das Receitas, nenhú aSento Se acha lançado dellas, em l.º ou quaderno feito p{{abv|lo|re}} d.º Buticario; a vista do que Só na boa fé as Sua verdade, he q{{abv||eu}} Se podem dar por ajustadas as d{{abv|as|re}} contas the o prez{{abv|te|re}} procurandoce o meyo mais eficas de evitar naõ
Som{{abv|te|re}} esta desordem, mas tambem os grandes prejuizos que a Caza tem tido, e poderá ter daqui em diante, tendoce visto emportar hú anno por outro as Boticas com os mais Remedio q{{abv||eu}} Se compraõ nesta Cidade p.ª ella, e despezas q{{abv||eu}} Se fazem melhor de Hum conto de Reis, o q tudo Se evitava ajustandoce o effeito a Meza em preço taixado, em cada hu, anno por todos os Remedio dados p{{abv|a|re}} o d.º Hospital, e q{{abv||eu}} nesta concideraçam mostrando o d.º Irmão Prov{{abv|or|re}} ao d.º Buticario, a confuzam em q as d{{abv|as|re}} contas,e q{{abv||eu}} p.ª as evitar pretendia ajuntarce com elle em preço certo que Se lhe daria em cada hum anno por todos os Remedios q{{abv||eu}} Se Receita cem pellos Medicos e Sirurgiaõs da Caza, Sem q ouveSe a minima falta dando Se lhe a quantia de quinhentos mil Reis, pagos no fim de cada hum anno, Sem mais ordenado, nem em momento algum, nem occupar Escravo da Caza no Serviço da Botica, p.ª o que Se lhe daria por venda todos os Remedios, q{{abv||eu}} Se acham na d.ª
Botica, pellos mesmos preços q{{abv||eu}} ja tem em cada huá das adiçoens conferidas p{{abv|lo|re}} d.º Irmão Provedor q{{abv||eu}} emportaõ em quinhentos e onze mil oytocentos e Sette, e aSim mais Se lhe entregaria toda a Receita q{{abv||eu}} proximamente Se mandou vir p.ª a d.ª Botica nesta Frota p{{abv|la|re}} Sua mesma emport.ª, e Seus gastos athe Se porem mesma dita CaSa onde ja Se acham cuja principal emport.ª, com os mais trastes q{{abv||eu}}
na Botica Se acharem pertencentes ao serviço della, Se ajuntar aos d{{abv|os|re}} quinhentos e onze mil oytocentos e Sette Reis, e de toda a Soma paçará huá Clareza de obrigação a Rezam de juro de 6 e 1 4º por
cento ao Irmaõ Thezour.º da Caza p.ª lhe hir pagando com os Seus juros vencidos com o desconto dos d{{abv|os|re}} quinhentos mil Reis em casa
hú anno, abonandoce lhe o Resto delles pagos os juros no pr{{abv|al|re}} da Sua obrigaçam e q{{abv||eu}} querendo fornecerSe de Remedios p.ª os annos futuros Se lhe mandaraõ vir as Receitas q der com intervençam sas Mezas q{{abv||eu}} Servirem, p.ª Ser tudo pago p{{abv|lo|re}} d.º Buticario, e fazendo por Sua conta, e Rizco, ou dando dr.º p.ª Se Remeter ou pagando a Sua chegada o q emportarem, ficando aSim escuza a Casa de mandar vir mais Receitas por Sua conta, nem fazer mais despesas com a d.ª Butica do que os d{{abv|os|re}} 500$000 em que
o d.º Buticario Se ajusta, e lucrando desde logo os jutos de toda a im-<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||DA TERRA Á LUA|217|borda_inferior=sim}}</noinclude><section begin="Cap. 23"/>horas da manhã, recommendando expressamente que lhe não abrissem a prisão antes do dia 20 ás seis horas da tarde.
O que lá dentro se passava no decurso dʼaquelles oito dias, não era possivel imagina-lo, que a espessura das paredes do projectil impedia que se percebesse cá de fóra qualquer ruido interior.
A 20 de novembro, ás seis horas em ponto, desaparafusou-se a chapa: os amigos de Maston sempre estavam um tanto desassocegados de espirito. Mas de prompto lhes serenou o animo uma voz alegre, que soltava formidavel hurrah.
Pouco depois appareceu no vertice do cone o secretario do Gun-Club em postura de triumphador.
Tinha engordado!
{{dhr|3}}
<section end="Cap. 23"/>
<section begin="Cap. 24"/>{{t2|{{sc|o telescopio das montanhas rochosas}}|'''CAPITULO XXIV'''}}
{{dhr|3}}
A 20 de outubro do anno anterior, depois de fechada a subscripção, tinha o presidente do Gun-Club aberto um credito a favor do observatorio de Cambridge, no valor das quantias necessarias para construir um enorme instrumento optico. Devia tal apparelho, luneta ou telescopio, ser de força bastante para tornar visivel na superficie da Lua qualquer objecto de nove pés de largura maxima.
Ha uma differença importante entre uma luneta e um telescopio, que é conveniente recordar aqui: a luneta compõe-se de um tubo, que tem na extremidade superior uma lente convexa, chamada objectivo, e na extremidade inferior outra lente chamada ocular, a que se applica o olho do observador. Os raios que emanam do objecto luminoso atravessam a primeira lente e vão, em<section end="Cap. 24"/><noinclude>
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Da Terra á Lua/XXIII
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Da Terra á Lua.pdf" from=206 to=216 fromsection="Cap. 23" tosection="Cap. 23" header=1/> {{Modernização}} {{DP-3}} [[en:From the Earth to the Moon/Chapter XXIII]] [[be:З пушкі на Луну/Ад Зямлі да Луны/XXIII]] [[it:Dalla Terra alla Luna/Capitolo XXIII]]
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a import. ª q{{abv||eu}} ele Recebe, e o Ordenado, e Propinas q{{abv||eu}} Se custumava pagar em cada hum anno, q{{abv||eu}} com ajudas de Custo emportava Millhor de 200$000, e como p.ª Segurança da mesma Caza
Fica dentro della o Pr{{abv|al|re}} de q{{abv||eu}} (mutilado) a divida, e abonados os juros na emport.ª dos mesmos Remedios q{{abv||eu}} logo vay começando a dar p.ª todos os doentes do mesmo Hospital fica SeSando todo o escrupulo q{{abv||eu}} nesta materia Se podia oferecer a Segurança do dito ajuste, o qual ponderado por todos os Irm{{abv|os|re}} da Meza actual aSentaraõ uniformemente q{{abv||eu}} ajustandoce o d.º Boticario Manoel Marques na forma proposta, e Expendida neste termo hera m{{abv|to|re}} conveniente q{{abv||eu}} logo Se chamace o d.º Buticario, e q{{abv||eu}} conformandoce tambem com ele Se incluiSse e ajustasse, p.ª
Se fazerem as clarezas necessárias, e Se aSignace neste mesmo tr.º na prezança de todos os Irmaons da Meza, por cuja ReZolucam Sendo chamado a ella o d.º Manoel Marques, e lenDoce lhe de nodo o d.º tr.º conveyo nelle em tudo, e por tudo, com a condiçaõ porem de q{{abv||eu}} Se lhe pagare, os Remedios q{{abv||eu}} deSe p.ª o Recolhimento p{{abv|la|re}} conSinaçaõ delle como hera estillo praticado, e que
tambem Se lhe pagariam os Remedios q{{abv||eu}} alguns doentes pagacem como costuma Suceder (mutilado) de quem a Caza custuma cobrar todo o gasto q{{abv||eu}} fazem, Havendoce Respeito a q{{abv||eu}} Sam Remedios (mutilado) daquelles precizos e necesSarios a todos os doentes q{{abv||eu}} Se curaõ p{{abv|lo|re}} instituto da Charid{{abv|e|re}} q{{abv||eu}} gratuitamente Se uza com elles;e nesta fr.ª Se ouve por concluido o d.º ajuste, e a Rezoluçaõ q{{abv||eu}} Se tomou por este tr.º em q{{abv||eu}} todos aSignaram. Eu Damião P{{abv|to|re}}
de Almeyda escrivão actual da Meza q{{abv||eu}} a fiz escrever e subscrevi e assignei. Damião Pinto de Almeyda
P{{abv|or|re}} Andre Marques<noinclude></noinclude>
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2026-06-30T13:36:09Z
Beki 00
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a import. ª q{{abv||eu}} ele Recebe, e o Ordenado, e Propinas q{{abv||eu}} Se custumava pagar em cada hum anno, q{{abv||eu}} com ajudas de Custo emportava Millhor de 200$000, e como p.ª Segurança da mesma Caza
Fica dentro della o Pr{{abv|al|re}} de q{{abv||eu}} (mutilado) a divida, e abonados os juros na emport.ª dos mesmos Remedios q{{abv||eu}} logo vay começando a dar p.ª todos os doentes do mesmo Hospital fica SeSando todo o escrupulo q{{abv||eu}} nesta materia Se podia oferecer a Segurança do dito ajuste, o qual ponderado por todos os Irm{{abv|os|re}} da Meza actual aSentaraõ uniformemente q{{abv||eu}} ajustandoce o d.º Boticario Manoel Marques na forma proposta, e Expendida neste termo hera m{{abv|to|re}} conveniente q{{abv||eu}} logo Se chamace o d.º Buticario, e q{{abv||eu}} conformandoce tambem com ele Se incluiSse e ajustasse, p.ª
Se fazerem as clarezas necessárias, e Se aSignace neste mesmo tr.º na prezança de todos os Irmaons da Meza, por cuja ReZolucam Sendo chamado a ella o d.º Manoel Marques, e lenDoce lhe de nodo o d.º tr.º conveyo nelle em tudo, e por tudo, com a condiçaõ porem de q{{abv||eu}} Se lhe pagare, os Remedios q{{abv||eu}} deSe p.ª o Recolhimento p{{abv|la|re}} conSinaçaõ delle como hera estillo praticado, e que
tambem Se lhe pagariam os Remedios q{{abv||eu}} alguns doentes pagacem como costuma Suceder (mutilado) de quem a Caza custuma cobrar todo o gasto q{{abv||eu}} fazem, Havendoce Respeito a q{{abv||eu}} Sam Remedios (mutilado) daquelles precizos e necesSarios a todos os doentes q{{abv||eu}} Se curaõ p{{abv|lo|re}} instituto da Charid{{abv|e|re}} q{{abv||eu}} gratuitamente Se uza com elles;e nesta fr.ª Se ouve por concluido o d.º ajuste, e a Rezoluçaõ q{{abv||eu}} Se tomou por este tr.º em q{{abv||eu}} todos aSignaram. Eu Damião P{{abv|to|re}}
de Almeyda escrivão actual da Meza q{{abv||eu}} a fiz escrever e subscrevi e assignei. Damião Pinto de Almeyda
{{c|P{{abv|or|re}}Andre Marques
An.tº Fran{{abv|co|re}} Ribr.º
Antonio Antunes Corr.ª
João Dias Guim{{abv|es|re}}
Rodrigo (Estasio) Teix{{abv|ra|re}} Hyr.º Dias Olivr.ª
Ignacio da Costa Britto
João da Costa X{{abv|er|re}}
Jozé de Abreu (Fialho)
M{{abv|el|re}} Dantaz Brand.º Franc{{abv|co|re}} Correa (Lemos)
An{{abv|to|re}}Pr.ª da Costa
M{{abv|el|re}} Marques.}}<noinclude></noinclude>
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