Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.47.0-wmf.10 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Suspiros poéticos e saudades (1865)/O Homem probo Evaristo Ferreira da Veiga 0 20103 555692 494659 2026-07-12T15:21:31Z Junglk 34905 555692 wikitext text/x-wiki <pages index="Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu" from=260 to=263 header=1 /> {{dhr}} {{Smallrefs|fs=85%}} [[Categoria:Suspiros Poéticos e Saudades]] 1ff841nqxxipuok92v8en71789ya2dk Página:Historias da meia noite.djvu/113 106 159999 555694 370582 2026-07-12T18:17:45Z JppBr98 28173 /* Revista */ 555694 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" /></noinclude>{{T2|ERNESTO DE TAL|fs=1.35em}} {{linha horizontal|5em|lh=2em}} {{c|I{{corr|,|.}}}} {{dhr}} Aquelle moço que alli está parado na rua Nova do Conde esquina do Campo da Acclamação, ás dez horas da noite, não é nenhum ladrão, não é sequer um philosopho. Tem um ar mysterioso, é verdade; de quando em quando leva a mão ao peito, bate uma palmada na coxa, ou atira fóra um charuto apenas encetado. Philosopho ja se ve que não era. Ratoneiro tambem não; se algum sujeito acerta de passar pelo mesmo lado, o vulto affasta-se cauteloso, como se tivesse medo de ser conhecido. De dez em dez minutos, sobe a rua até o lugar em que ella faz angulo com a rua do Areal, torna a descer dez minutos depois, para de novo subir e descer, descer e<noinclude> <references/></noinclude> 1x7n3cv32pdz8r1y3oqimk8tw4fxlvs Página:Historias da meia noite.djvu/114 106 160000 555695 370583 2026-07-12T18:22:13Z JppBr98 28173 /* Revista */ 555695 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{rh|114|{{sc|historias da meia noite}}}}</noinclude>subir, sem outro resultado mais que augmentar cinco por cento a colera que lhe murmura no coração. Quem o visse fazer éstas subidas e descidas, bater na perna, accender e apagar charutos, e não tivesse outra explicação, supporia plausivelmente que o homem estava doudo ou perto d’isso{{corr|,|.}} Não, senhor; Ernesto de tal (não estou autorisado para dizer o nome todo) anda simplesmente apaixonado por uma moça que mora n’aquella rua; está colerico porque ainda não conseguiu receber resposta da carta que lhe mandou n’essa manhã. Convem dizer que dous dias antes tinha havido um pequeno arrufo. Ernesto quebrára o protesto de namorado que lhe fizera, de nunca mais escrever-lhe, mandando n’essa manhã uma epistola de quatro laudas incendiarias, com muitos signaes admirativos e varias liberdades de pontuação. A carta foi, mas a resposta não veiu. De cada vez que o nosso namorado operava a descida ou subida da rua, parava defronte de uma casa assobradada, onde se dançava ao som de um piano. Era alli que morava a dama dos seus pensamentos. Mas parava debalde; nem ella apparecia á janella, nem a carta lhe chegava ás mãos. Ernesto mordia então os beiços para não soltar um grito de desespêro e ia desafogar os seus furores na proxima esquina. — Mas que explicação tem isto? dizia elle comsigo mesmo; porque razão não me atira ella o papel de cima<noinclude> <references/></noinclude> 3lwr0plh24l50ze3e4z5a3oqn0ee55v Página:Historias da meia noite.djvu/115 106 160001 555696 406871 2026-07-12T18:27:27Z JppBr98 28173 /* Revista */ 555696 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{rh||{{sc|ernesto de tal}}|115}}</noinclude>da janella&nbsp;? Não tem que ver; está toda entregue á dança, talvez ao namôro, não se lembra que eu estou aqui na rua, quando podia estar la… N’este ponto calou-se o namorado, e em vez do gesto de desespêro que devia fazer, soltou apenas um longo e magoado suspiro. A explicação deste suspiro, inverosimil num homem que está rebentando de colera, é um tanto delicada para se dizer em letra redonda. Mas va la; ou não se ha de contar nada, ou se ha de dizer tudo. Ernesto dava-se em casa do Sr. Vieira, tio de Rosina, que é o nome da namorada. La costumava ir com frequencia, e la mesmo é que se arrufou com ella dous dias antes d’este sabbado de outubro de 1850, em que se passa o acontecimento que estou narrando. Ora, porque razão não figura Ernesto entre os cavalheiros que estão dansando ou tomando cha? Na vespera de tarde o Sr. Vieira, encontrando-se com Ernesto, participou-lhe que dava no dia seguinte uma pequena partida para solemnisar não sei que acontecimento da familia. — Resolvi isto hoje de manhã, concluiu elle; convidei pouca gente, mas espero que a festa esteja brilhante. Ta mandar-lhe agora um convite; mas creio que me dispensa&nbsp;?… — Sem dúvida, apressou-se a dizer Ernesto esfregando as mãos de contente. — Não falte&nbsp;! — Não senhor. — Ah&nbsp;! esquecia-me avisal-o de uma cousa, disse {{hífen|Vi|Vieira}}<noinclude> <references/></noinclude> tjfk8gwkrum208y4bo2473kd3q7xwdp Página:Historias da meia noite.djvu/116 106 160002 555697 406872 2026-07-12T18:32:31Z JppBr98 28173 /* Revista */ 555697 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{rh|116|{{sc|historias da meia noite}}}}</noinclude>{{hífen-fim|eira|Vieira}} que ja havia dado alguns passos; como vae o subdelegado, que alêm d’isso é commendador, eu desejava que todos os meus convidados apparecessem de casaca. Sacrifique-se á casaca, sim&nbsp;? — Com muito gôsto, respondeu o outro ficando pallido como um defunto. Pallido, porque&nbsp;? Leitor, por mais ridicula e lastimosa que te pareça ésta declaração, não hesito de dizer-te que o nosso Ernesto não possuia uma so casaca nova nem velha. A exigencia de Vieira era absurda; mas não havia fugir-lhe: ou não ir, ou ir de casaca. Cumpria sahir a todo o custo desta gravissima situação. Tres alvitres se apresentaram ao espirito do atribulado moço: encommendar, por qualquer preço, uma casaca para a noite seguinte; compral-a a credito; pedil-a a um amigo. Os dous primeiros alvitres foram despresados por impraticaveis; Ernesto não tinha dinheiro nem credito tão alto. Restava o terceiro. Fez Ernesto uma lista dos amigos e casacas provaveis, metteu-a na algibeira e sahiu em busca do vellocino. A desgraça porêm que o perseguia fez com que o primeiro amigo tivesse de ir no dia seguinte a um casamento e o segundo a um baile; o terceiro tinha a casaca rôta, o quarto tinha a casaca emprestada, o quinto não emprestava a casaca, o sexto não tinha casaca. Recorreu ainda a mais dous amigos supplementares; mas um partíra na vespera para Iguassú e o outro estava {{hífen|destaca|destacado}}<noinclude> <references/></noinclude> b9s60g6211gm67fv9ujwim0vl81uleg Página:Historias da meia noite.djvu/117 106 160003 555698 370586 2026-07-12T18:35:57Z JppBr98 28173 /* Revista */ 555698 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{rh||{{sc|ernesto de tal}}|117}}</noinclude>{{hífen-fim|do|destacado}} na fortaleza de S. João como alferes da guarda nacional. Imagine-se o desespêro de Ernesto; mas admire-se tambem a requintada crueldade com que o destino tratava a este moço, que ao voltar para casa encontrou tres enterros, dous dos quaes com muitos carros, cujos occupantes iam todos de casaca. Era mister curvar a cabeça á fatalidade; Ernesto não insistiu. Mas como tomára a peito reconciliar-se com Rosina, escreveu-lhe a carta de que fallei acima e mandou-a levar pelo moleque da casa, dizendo-lhe que á noite lhe desse a resposta na esquina do Campo. Ja sabemos que tal resposta não veiu. Ernesto não comprehendia a causa do silêncio; muitos arrufos tivera com a moça, mas nenhum d’elles resistia á primeira carta nem durava mais de quarenta e oito horas. Desenganado emfim de que a resposta viesse n’aquella noite, Ernesto dirigiu-se para casa com o desespêro no coração. Morava na rua da Misericordia. Quando la chegou estava cançado e abatido. Nem por isso dormiu logo. Despiu-se precipitadamente. Esteve a ponto de rasgar o collete, cuja fivella teimava em prender-se a um hotão da calça. Atirou com as botinas sôbre um aparador e quasi esmigalhou uma das jarras. Deu cêrca de sete ou oito murros na mesa; fumou dous charutos, descompoz o destino, a moça, a si mesmo, até que sôbre a madrugada pôde conciliar o somno. Em quanto elle dorme indaguemos a causa do silêncio da namorada. {{nop}}<noinclude> <references/></noinclude> nupqdqe0y9y1uxvjeh2m3zbwvcj7llj Utilizador:Erick Soares3 2 184902 555687 555671 2026-07-12T13:45:14Z Erick Soares3 19404 555687 wikitext text/x-wiki {{página de usuário}} {{#babel:pt-br|en-3}} {{Userbox/Idade|dia=24|mes=12|ano=1999}} [[W:Usuário:Erick Soares3|Página na Wikipédia]]. [https://xtools.wmflabs.org/pages/pt.wikisource.org/Erick%20Soares3/all#106 Meu trabalho feito aqui] ;Trabalhos que desejo adicionar {| class="wikitable sortable mw-collapsible mw-collapsed" |- ! WS !! Livro !! Páginas |- |pt |[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11|Graham]] |30 |- |en |[[:en:Index:Machado of Brazil (Machado).djvu|Machado of Brazil]] |246 |- |pt |[https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/66332 Luiz Gama] |49 |- |en |[[:en:Index:The Spitting Image of a Man.pdf|The Spitting Image of a Man]] |36 |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_nas_cataratas.pdf 1] |127 |- |en |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_at_the_falls.pdf 2] |126 |- |es |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_en_las_cataratas.pdf 3] |126 |- |pt |[[:File:VLS-1 V01 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V01]], [[:File:VLS-1 V02 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V02]] e [[:File:Acidente de Alcântara (Diário do Congresso Nacional).pdf|V03]] [[:File:Acidente de Alcântara (Anais do Senado Federal).pdf|V03]] |103 |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Direitos_das_mulheres_e_injusti%C3%A7a_dos_homens.pdf direitos] ([https://piaui.folha.uol.com.br/travessura-revolucionaria/ ler também]) |78 |- |en |[https://www.scielo.br/j/bjr/a/9H85ZdP37xWMh6QPcCgDzSy/?lang=en scandal] ([https://bjr.sbpjor.org.br/bjr/article/view/1673 1]) | 37 |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Theophilo e Sodré]] |161 |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Problema]] |106 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 1]] |79 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768877 Evolução] |52 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 local no ws] |244 |- |pt |[[Galeria:Lara, tr. T. A. Craveiro (1837).pdf|Lara]] |59 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 2]] |71 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/hnUlAQAAMAAJ América] |254 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 Revo] |244 |- |pt |[https://www.google.com.br/books/edition/O_minotauro/4N3uAAAAMAAJ?hl=pt-BR&gbpv=0&bsq=%22Monteiro%20Lobato%22 Minotauro] |220 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 3]] |30 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|VIII-XI]] |40 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XII-XV]] |35 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XVI-XIX]] |35 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XX-XXIII]] |38 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XXIVV-XXVIII]] |37 |- |pt |[[:File:Muito além de Leonel Brizola.pdf|Brizola]] |215 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/2Qu6Ve1nPdwC Memorias] |144 |- |pt |[https://web.archive.org/web/20240305091556/https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/wp-content/uploads/tainacan-items/2868/8629/mml_obr0025.pdf Viagem ao Céu] |152 |- |pt |[https://www.google.com.br/books/edition/_/AjzuAAAAMAAJ?hl=pt-BR Robin Hood] |245 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos II-III]] |42 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos IV-VI]] |63 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos VII-IX]] |85 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos X-XII]] |77 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos XIII-XV]] |68 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos XVI-XIX]] |89 |- |pt |[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont|IX-X]] |54 |- |pt |[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont|XI-fim]] |63 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.1]] |80 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.2-3]] |83 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.4-IV.5]] |62 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 4]] |18 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.6]] |42 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.7-8]] |278 |- |pt |[[Galeria:Jean de Léry - História de uma Viagem Feita à Terra do Brasil (trad. Monteiro Lobato, 1926).pdf|Terra do Brasil]] |285 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (II).pdf|Napoleão 2]] |499 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/QiA_AAAAIAAJ Pommery] |210 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768246 Constituição paulista] |43 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8872 estrella] |209 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 5]] |53 |- |pt |[https://books.google.ch/books?id=p8BLAQAAIAAJ&hl=pt-BR&source=gbs_navlinks_s Exilio] |200 |- |en |[[:s:en:Index:Youth and children’s adaptations to COVID-19 in Brazil.pdf|youth]] |108 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. IV]] |103 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. V]] |33 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. VI-IX]] |55 |- |pt ||[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. X]] |53 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. XII]] |121 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. XIII]] |32 |- |pt |[https://www.editorafi.org/ebook/534bolsonarismo bolf] |159 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|On the Moon]] |148 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Beyond the Earth]] |169 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Goals of Stellar Navigation]] |36 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Change on Relative Gravity]] |23 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Living creatures]] |18 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Biology of Dwarfs]] |19 |- |en ||[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Ether Island]] |20 |- |- |pt | [[:File:Diretas já (Pedro Simon, 1984).pdf|Diretas já]] |66 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Fundamentos]] |141 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Audacias]] |73 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Vitória]] |53 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 8-10]] |91 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 11-13]] |71 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 14]] |40 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 15]] |51 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros Trd/Ref]] |56 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 7]] |81 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/768199 Mon to Rep] |303 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38767768 Pasteur] |23 |- |pt |[[Galeria:Efêmero Revisitado.pdf]] |193 |- |pt |[[Galeria:Revista da Exposição Anthropologica Brazileira (1882).pdf|Revista da exposição]] |145 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8913 Barão] |142 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 8]] |18 |- |pt |[[Galeria:Os Noivos (v.2).pdf]] |472 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 2).pdf|Federalista 2]] |282 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38769569 O cerco do corintho] |50 |- |pt |[[Galeria:Cronicas-de-um-Tetranacional-do-Software-Livre.pdf]] |119 |- |pt |[[Galeria:Openldap Ultimate.pdf|Openldap]] |199 |- |pt |[[Galeria:Idéas de Géca Tatú.pdf|Géca]] |211 |- |pt |[[Galeria:Contos Escolhidos.pdf|Contos]] |239 |- |pt |[[Galeria:A Cultura é Livre.pdf]] |254 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|2-5]] |35 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|6-10]] |49 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|11-15]] |45 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|Restante]] |64 |- |pt |[[:File:Preito a Camões.pdf|Camões]] |51 |- |en |[https://www.jstor.org/stable/community.38767573 Minor Camões] |33 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 3).pdf]] |243 |- |pt |[[Galeria:O Senhor D. Pedro II, imperador do Brasil, biographia, por Joaquim Pinto de Campos ; e com uma advertencia por Camillo Castello Branco.pdf|Biografia do Senhor D. Pedro II]] |96 |- |pt |[[:File:Statira e Zoroastes.pdf|Statira]] |56 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38769995 Portugal, Brasil e Grã-Bretanha] |53 |- |en |[https://www.jstor.org/stable/community.38768623 Portugal, Brazil and United Kingdon] |32 |- |pt |[[:File:Da vida e feitos de Alexandre de Gusmão e de Bartholomeu Lourenço de Gusmão.pdf|Da vida]] |117 |- |pt |{{livro digitalizado|Os Sabios Illustres|Os Sabios Illustres.pdf}} |162 |- |pt |{{livro digitalizado|Galeria Illustre (Mulheres Célebres)|Galeria Illustre (Mulheres Célebres).pdf|Galeria Illustre}} |173 |- |pt |{{livro digitalizado|A Genealogia da Moral|A genealogia da moral.pdf}} |176 |- |pt |[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/memorias-da-emilia/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&search=Mem%C3%B3rias&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Memorias da Emilia] |122 |- |pt |{{livro digitalizado|Diario de um Soldado (Vol. 1)|Diario de um Soldado Vol. 1.pdf|Diário de um soldado}} |189 |- |pt |{{livro digitalizado|Vida e viagens de Fernão de Magalhães|Vida e viagens de Fernão de Magalhães, por Diego de Barros Arana; traducção do hespanhol de Fernando de Magalhães Villas-Boas. Com um appendice original.pdf}} |206 |- |pt |[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/o-picapau-amarelo/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&paged=1&search=picapau%20amarelo&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Amarelo] |178 |- |pt |[[Galeria:Quem trabalha tem alfaia.pdf|Quem trabalha tem alfaia]] |242 |- |pt |[https://permalinkbnd.bnportugal.gov.pt/records/item/92629-resumo-do-systema-de-medicina-e-traduccao-da-materia-medica-do-doutor-erasmo-darwin Erasmo] |408 |- |pt |[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/603 justiniano] |138 |- |pt |[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/497 Ferdinand] |452 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 1] |570 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 2] |730 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.1-2]] |50 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.3]] |43 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis V.4-5]] |56 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.6-7]] |42 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.8]] |114 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 1]] |128 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 2]] |170 |} <div style="clear:both;"></div> <div style="box-shadow: 0 0 .3em #999; border-radius: .2em; margin: 1em 0 2em 0; padding: 1px;"> <div style="background: #ffe6a7; border-radius: .2em; color: #282828; font-size:125%; padding: .4em .8em .5em;"><span style="opacity: .7;">[[File:Icons8 flat approval.svg|25px|link=|alt=]]</span> &nbsp; '''Projetos Finalizados''' </div> <div title="Projets en chantier" style="padding: 1em;font-size:80%"> <gallery heights="240px" widths="180px" mode="packed" class="center"> <!--2026--> Ficheiro:Da Terra á Lua.pdf|page=3|thumb|'''[[Da Terra á Lua]]''' Ficheiro:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|page=1|thumb|'''[[Narizinho Arrebitado (1ª edição)]]''' Ficheiro:O Legado de Aaron Swartz.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação/Volume 21/O Legado de Aaron Swartz|O Legado de Aaron Swartz]]''' Ficheiro:Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Archai/Volume 34/Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão]] Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=214|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|O Recife de Grês do Porto de Pernambuco]]''' Ficheiro:O Cruzeiro (1928 - N001).pdf|page=29|thumb|'''[[O Cruzeiro (Revista)/Ano I/Nº I/10 de novembro de 1928/A Éra das Forças Hydraulicas|A Éra das Forças Hydraulicas]]''' <!--2025--> Ficheiro:Historia das invenções.pdf|page=7|thumb|'''[[Historia das invenções (4ª edição)]]''' File:Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf|page=3|thumb|'''[[A Sciencia do Bom Homem Ricardo]]''' File:Apontamentos de Psychologia.pdf|page=1|thumb|'''[[Apontamentos de Psychologia]]''' File:Vida Ociosa Capa (Restored).jpg|thumb|link=Galeria:Vida Ociosa (2ª edição).pdf|'''[[Vida Ociosa (2ª edição)]]''' File:Byron-Giaurpoema.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Byron-Giaurpoema.pdf|'''[[O Giaur]]''' File:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|thumb|link=Galeria:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|'''[[Representação de José Bonifácio sobre a escravatura]]''' File:Byron, Parisina (1905).pdf|link=Galeria:Byron, Parisina (1905).pdf|thumb|page=2|'''[[Parisina (1905)|Parisina]]''' File:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|link=Galeria:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|page=2|thumb|'''[[A Verdade]]''' File:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|thumb|link=Galeria:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|'''[[Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China]]''' File:Lisboa no anno três mil.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Lisboa no anno três mil.pdf|'''[[Lisboa no anno três mil]]''' File:A Nova Aurora.pdf|thumb|link=Galeria:A Nova Aurora.pdf|'''[[A Nova Aurora]]''' File:Em direção à paz.pdf|thumb|link=Galeria:Em direção à paz.pdf|'''[[Em direção à paz]]''' File:Credo de Liberdade.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Credo de Liberdade.pdf|'''[[Credo de Liberdade]]''' File:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|thumb|link=Galeria:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|page=2|'''[[Dois discursos]]''' File:Poesias de Dom Pedro II.pdf|thumb|link=:oldwikisource:Index:Poesias de Dom Pedro II.pdf|page=6|'''[[:oldwikisource:Poesias de Dom Pedro II|Poesias de D. Pedro II]]''' File:Dialogo entre dous mortos.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous mortos.pdf|'''[[Dialogo entre dous mortos]]''' File:Os Noivos (filme de 1913).pdf|thumb|link=Galeria:Os Noivos (filme de 1913).pdf|page=2|'''[[Os Noivos (filme de 1913)]]''' File:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|link=Galeria:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|thumb|page=2|'''[[Os ultimos dias de Pompeia]]''' File:Combate de Oscar e Dermid.pdf|thumb|link=Galeria:Combate de Oscar e Dermid.pdf|page=2|'''[[Combate de Oscar e Dermid]]''' File:Congratulação brasileira pela independência.pdf|thumb|link=Galeria:Congratulação brasileira pela independência.pdf|page=2|'''[[Congratulação brasileira pela ratificação do tratado da independencia do Brasil]]''' File:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|thumb|link=Galeria:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|page=2|'''[[A Constituição Americana]]''' File:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|'''[[Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico]]''' File:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|'''[[Terceiro Discurso de Investidura do Senhor Franklin D. Roosevelt]]''' File:Discurso de Pearl Harbor.pdf|thumb|link=Galeria:Discurso de Pearl Harbor.pdf|page=2|'''[[Discurso de Pearl Harbor]]''' File:Pushkin-Semtitulo.pdf|thumb|link=Galeria:Pushkin-Semtitulo.pdf|page=2|'''[[Sem titulo]]''' File:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|thumb|link=Galeria:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|page=14|'''[[Ultimo adeos de J. Washington à nação americana]]''' File:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 8|O Beija-Flor, N° 8]]''' File:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 7|O Beija-Flor, N° 7]]''' File:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 6|O Beija-Flor, N° 6]]''' File:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 5|O Beija-Flor, N° 5]]''' File:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 4|O Beija-Flor, N° 4]]''' File:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 3|O Beija-Flor, N° 3]]''' File:Byron-MazeppaLord.pdf|thumb|link=Galeria:Byron-MazeppaLord.pdf|page=2|'''[[Mazeppa]]''' File:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|link=Galeria:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|thumb|page=2|'''[[O descobrimento do Brasil]]''' File:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra]]''' File:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 2|O Beija-Flor, N° 2]]''' File:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|thumb|link=Galeria:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre Bonaparte, seu irmão José, Berthier e Lasnnes]]''' File:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 1|O Beija-Flor, N° 1]]''' File:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|thumb|link=Galeria:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|'''[[Machado de Assis em linha/Volume 6/Número 11/Nosso primo americano, Machado de Assis|Nosso primo americano, Machado de Assis]]''' File:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|thumb|link=Galeria:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|'''[[José de Anchieta à Luz da Historia Patria]]''' File:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|thumb|link=Galeria:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|'''[[A Historia do Fantasma Inexperiente]]''' File:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|thumb|link=Galeria:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|'''[[Descripçaõ do novo invento aerostatico]]''' File:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|link=Galeria:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|thumb|page=2|'''[[Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d՚America]]''' File:Poesias.pdf|page=3|link=Galeria:Poesias.pdf|thumb|'''[[Poesias (Zaluar)|Poesias]]''' File:Patente brasileira n.3279.pdf|thumb|link=Galeria:Patente brasileira n.3279.pdf|'''[[Patente brasileira 3279]]''' File:Democracia (Wells).pdf|link=Galeria:Democracia (Wells).pdf|thumb|'''[[Correio da Manhã/19 de fevereiro de 1928/Democracia|Democracia]]''' File:O Teleforo.pdf|link=Galeria:O Teleforo.pdf|thumb|'''[[Jornal do Commercio/1899/O Teleforo|O Teleforo]]''' File:Pau Brasil (Andrade, 1925) (page 7 crop).jpg|link=Galeria:Pau Brasil (Andrade, 1925).pdf|thumb|'''[[Pau Brasil]]''' <!--2024--> File:O escândalo do petroleo.pdf|thumb|link=Galeria:O escândalo do petroleo.pdf|page=7|'''[[O Escandalo do Petroleo]]''' File:Cartas tupis dos Camarões.pdf|thumb|page=2|link=:oldwikisource:Index:Cartas tupis dos Camarões.pdf|'''[[: oldwikisource:Cartas tupis dos Camarões|Cartas tupis dos Camarões]] File:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|'''[[Revista do Instituto Historico e Geographico de S. Paulo/Volume 9/Restauração historica|Restauração histórica]]''' File:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|thumb|link=Galeria:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|page=5|'''[[Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido]]''' File:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|thumb|link=Galeria:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|page=11|'''[[Sonetos do Exilio]]''' File:Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|thumb|link=Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|page=3|'''[[Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal]]''' File:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|thumb|link=Galeria:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|page=11|'''[[:oldwikisource:Retrato do Imperador Marco Aurélio|Retrato do Imperador Marco Aurélio]]''' File:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|thumb|link=Galeria:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|page=5|'''[[Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865]]''' File:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|'''[[Ballada do Enforcado]]''' File:Fabulas (9ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Fabulas (9ª edição).pdf|'''[[Fabulas (9ª edição)]]''' File:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|thumb|link=Galeria:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|page=5|'''[[A Sensibilidade nacional e estrangeira]]''' File:Vidas seccas.pdf|link=Galeria:Vidas seccas.pdf|thumb|page=5|'''[[Vidas seccas]]''' File:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|thumb|link=Galeria:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|'''[[Tudo o que você sempre quis saber sobre a urna eletrônica brasileira]]''' File:As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|thumb|link=As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|'''[[As Caçadas de Pedrinho]]''' File:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|link=Galeria:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|thumb|page=7|'''[[O precursor do abolicionismo no Brasil]]''' File:Memórias de um Negro (1940).pdf|thumb|page=1|'''[[Memorias de um Negro]]''' File:Exaltação (1916).pdf|thumb|link=Galeria:Exaltação (1916).pdf|page=5|'''[[Exaltação (1916)|Exaltação]]''' File:O Saci (8ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:O Saci (8ª edição).pdf|'''[[O Saci (8ª edição)]]''' File:Alice no País das Maravilhas (Trad. Lobato, 8ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Alice no País das Maravilhas (Trad. Lobato, 8ª edição).pdf|'''[[Alice no País das Maravilhas (Trad. Lobato, 8ª edição)]]''' File:Yuri Gagarin (1961) - Restoration.jpg|thumb|'''[[Primeiro discurso sobre seu voo espacial]]''' File:Alice no País do Espelho (Trad. Lobato, 2ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Alice no País do Espelho (Trad. Lobato, 2ª edição).pdf|'''[[Alice no País do Espelho (Trad. Lobato, 2ª edição)]]''' File:Histórias diversas (Mml obr0050).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Histórias diversas (Mml obr0050).pdf|'''[[Histórias diversas (anos 70)]]''' <!--2023--> File:Einstein e sua famosa fórmula E = mc².pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Einstein e sua famosa fórmula E = mc².pdf|'''[[Cadernos de Astronomia/Vol. 3/Nº 2/Einstein e sua famosa fórmula E = mc²|Einstein e sua famosa fórmula E = mc²]]''' File:Aventuras de Hans Staden (6ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Aventuras de Hans Staden (6ª edição).pdf|page=11|'''[[Aventuras de Hans Staden (6ª edição)]]''' File:O macaco que se fez homem (page 5 crop).jpg|link=Galeria:O macaco que se fez homem.pdf|thumb|'''[[O macaco que se fez homem]]''' File:Cidades Mortas (1921) - Capa.jpg|link=Galeria:Cidades Mortas (contos e impressões) - 1921.pdf|'''[[Cidades Mortas (3ª edição)]]''' File:A Reforma da Natureza (12ª edição).pdf|thumb|link=A Reforma da Natureza (12ª edição).pdf|'''[[A Reforma da Natureza (12ª edição)]]''' File:A História do Rei Vesgo.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A História do Rei Vesgo.pdf|'''[[Fundamentos/1948/Edições 4-5/A história do Rei Vesgo|A história do Rei Vesgo]]''' File:Mister Slang e o Brasil.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Mister Slang e o Brasil.pdf|'''[[Mister Slang e o Brasil]]''' File:O Garimpeiro do Rio das Garças.pdf|link=Galeria:O Garimpeiro do Rio das Garças.pdf|page=1|thumb|'''[[O Garimpeiro do Rio das Garças (4ª edição)]]''' File:Capa Peter Pan (Colorida).jpg|link=Galeria:Peter Pan (Lobato, 1935).pdf|thumb|'''[[Peter Pan (Lobato, 1935)]]''' File:Georgismo e Comunismo.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Georgismo e Comunismo|'''[[Georgismo e Comunismo]]''' File:Urupês (1919).pdf|thumb|link=Galeria:Urupês (1919).pdf|page=4|'''[[Urupês (5ª edição)]]''' File:O choque das raças.pdf|thumb|link=Galeria:O choque das raças.pdf|page=5|'''[[O Choque das Raças]]''' File:O Drama do Pax.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:O Drama do Pax.pdf|'''[[O Drama do Pax]]''' File:As Reinações de Narizinho.pdf|link=Galeria:As Reinações de Narizinho.pdf|thumb|page=8|'''[[As Reinações de Narizinho]]''' File:Zé Brasil.pdf|link=Galeria:Zé Brasil.pdf|page=5|thumb|'''[[Zé Brasil]]''' File:Nenê (transcrito).pdf|link=Galeria:Nenê (transcrito).pdf|thumb|page=2|'''[[Nenê (rascunho)|Nenê]]''' File:Mundo da Lua.pdf|link=Galeria:Mundo da Lua.pdf|thumb|page=1|'''[[Mundo da Lua]]''' File:Emília, a cidadã-modelo soviética.pdf|link=Galeria:Emília, a cidadã-modelo soviética.pdf|thumb|page=1|'''[[DELTA/Volume 35/Número 1/Emília, a cidadã-modelo soviética|Emília, a cidadã-modelo soviética]]''' File:A Chave do Tamanho (Lajolo).pdf|link=A Chave do Tamanho (Lajolo).pdf|page=1|thumb|'''[[Projeto História/Volume 32/A Chave do Tamanho|A Chave do Tamanho]]''' File:Meu captiveiro entre os selvagens do Brasil.pdf|link=Galeria:Meu captiveiro entre os selvagens do Brasil.pdf|thumb|page=7|'''[[Meu Captiveiro entre os Selvagens do Brasil (2ª edição)]]''' File:MML Em Tigelópolis.pdf|thumb|link=Galeria:MML Em Tigelópolis.pdf|'''[[Em Tigellópolis]]''' File:Fabulas de Narizinho (Brasiliana).pdf|link=Galeria:Fabulas de Narizinho (Brasiliana).pdf|page=1|thumb|'''[[Fabulas de Narizinho]]''' File:O Dia (SC) - 1916-12-15.pdf|thumb|link=Galeria:O Dia (SC) - 1916-12-15.pdf|page=1|'''[[O Dia (Santa Catarina)/Ano XVI/Número 8453/Os sub-productos do café|Os sub-productos do café]]''' File:A Sempre Viva (Paraná) - 1925-01-15.pdf|page=7|link=Galeria:A Sempre Viva (Paraná) - 1925-01-15.pdf|'''[[A Sempre Viva (Paraná)/Ano 1/Número 9/A suprema viagem|A suprema viagem]]''' File:O Dia (Paraná) - 1924-04-25.pdf|link=Galeria:O Dia (Paraná) - 1924-04-25.pdf|page=5|thumb|'''[[O Dia (Paraná)/1924/Número 256/Página 5/Os Felizes|Os Felizes]]''' File:Biographia do senador Diogo Antonio Feijó.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Biographia do senador Diogo Antonio Feijó.pdf|'''[[Biographia do senador Diogo Antonio Feijó]]''' File:Cypherpunks-manifestos WEB.pdf|thumb|page=1|'''[[Manifestos Cypherpunks]]''' File:Ideologia-californiana revisado1.pdf|thumb|link=Galeria:Ideologia-californiana revisado1.pdf|page=1|'''[[A Ideologia Californiana]]''' File:Páginas Tímidas.pdf|link=Galeria=Páginas Tímidas.pdf|page=3|thumb|'''[[Paginas Timidas]]''' File:O Reino de Kiato.pdf|link=Galeria:O Reino de Kiato.pdf|thumb|'''[[O Reino de Kiato]]''' <!--2022--> File:O homem que subiu de aeroplano até a Lua.pdf|link=Galeria:O homem que subiu de aeroplano até a Lua.pdf|thumb|page=1|'''[[O Homem que Subiu em Aeroplano até a Lua]]''' File:Os Esquecidos no Processo de Independência.pdf|thumb|link:Galeria:Os Esquecidos no Processo de Independência.pdf|page=1|'''[[Almanack/Número 25/Os Esquecidos no Processo de Independência|Os Esquecidos no Processo de Independência]]''' File:Traços biographicos da heroina brasileira Jovita Alves Feitosa.pdf|page=7|link=Galeria:Traços biographicos da heroina brasileira Jovita Alves Feitosa.pdf|thumb|'''[[Traços Biographicos da Heroina Brasileira Jovita Alves Feitosa]]''' File:40 anos no interior do Brasil.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:40 anos no interior do Brasil.pdf|'''[[40 anos no interior do Brasil]]''' File:Benjamin Constant, fundador da Republica brasileira.pdf|link=Galeria:Benjamin Constant, fundador da Republica brasileira.pdf|thumb|page=1|'''[[Benjamin Constant]]''' File:Deodoro da Fonseca (jornal).pdf|link=Galeria:Deodoro da Fonseca (jornal).pdf|thumb|page=1|'''[[Deodoro da Fonseca (número único)|Deodoro da Fonseca]]''' File:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|'''[[Carta posthuma de D. Pedro, Duque de Bragança aos Brasileiros]]''' File:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|thumb|link=Galeria:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|'''[[Decreto de 13 de agosto de 1822]]''' File:O Ganso das Neves.pdf|link=Galeria:O Ganso das Neves.pdf|thumb|page=2|'''[[O Ganso das Neves]]''' File:A Estrella do Sul.pdf|page=9|link=Galeria:A Estrella do Sul.pdf|thumb|'''[[A Estrella do Sul]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|page=483|link=Galeria=Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 20/Volume 5/Cavalleria rusticana|Cavalleria rusticana]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=204|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 18/Volume 5/Pollice Verso|Pollice Verso]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|page=135|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Sambinha|Sambinha]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=27|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Duas Figuras|Duas figuras]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=16|thumb|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Capitulo|Capitulo]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=151|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Os Caprichos da Sorte|Os Caprichos da Sorte]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|page=95|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 2/O Carteiro|O Carteiro]]''' File:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|'''[[A saga de Apsû no Enūma eliš]]''' File:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|link=Galeria:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|page=7|thumb|'''[[Descobrimento Prodigioso e suas Incalculaveis Consequências para o Futuro da Humanidade]]''' File:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|'''[[Invenção dos Aeróstatos Reivindicada]]''' File:Os Ovos de Paschoa.pdf|page=7|thumb|link=Galeria:Os Ovos de Paschoa.pdf|'''[[Os Ovos de Paschoa]]''' File:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|link=Galeria:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|page=5|thumb|'''[[Cinco de Maio (1885)|Cinco de Maio]]''' File:Os Negros (1921).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Os Negros (1921).pdf|'''[[Os Negros]]''' File:Meu amor! adoro-te!.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Meu amor! adoro-te!.pdf|'''[[Meu amor! adoro-te!]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=94|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Vida ociosa|Vida ociosa]] File:Petição.pdf|link=Galeria:Petição.pdf|thumb|page=5|'''[[Petição do Pe. Bartholomeu de Gusmão]]''' File:A lavoura e a guerra.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A lavoura e a guerra.pdf|'''[[A lavoura e a guerra]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=113|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Cartas Inéditas|Cartas Inéditas]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=60|thumb|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/O Corvo|O Corvo]]''' File:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|link=Galeria:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|thumb|page=1|'''[[Scientiae Studia/Volume 11/Número 3/As biografias históricas de Santos Dumont|As biografias históricas de Santos Dumont]]''' File:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|link=Galeria:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|thumb|page=1|'''[[A toponímia indígena artificial no Brasil]]''' File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=264|thumb|'''[[A Novella Semanal/O Avô|O Avô]]''' <!--2021--> File:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|link=Galeria:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|thumb|page=1|'''[[Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro]]''' File:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|link=Galeria:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|thumb|page=1|'''[[Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu]]''' File:Como se faz um Herói.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Como se faz um Herói.pdf|'''[[Como se faz um Herói]]''' File:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|'''[[Santos Dumont: o vôo que mudou a história da aviação]]''' File:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|link=Galeria:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|thumb|page=1|'''[[Primeiras Trovas Burlescas de Getulino]]''' File:Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|link=Galeria=Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Certidão de Óbito de Alberto Santos Dumont]]''' Ficheiro:Cadu_Simões.jpg|thumb|'''[[Sobre Domínio Público e Cultura Livre]]''' File:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|link=Galeria:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Concedendo um conto de réis a Santos Dumont]]''' <!--2020--> <!--[[Discurso do Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante Cerimônia de Posse no Congresso Nacional (1 de janeiro de 2019)|Discruso]]--> File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=9|thumb|'''[[A Novella Semanal/O 22 da "Marajó"|O 22 da Marajó]]''' File:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|'''[[A Nação (Rio de Janeiro)/1874/08-13/«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos|«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos]]''' File:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|link=Galeria:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|thumb|page=25|'''[[Revista Luso-Brasileira/1860/2/Lembranças de minha mãi|Lembranças de minha mãi]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|thumb|page=309|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1877/Charitas|Charitas]]''' File:Marmota Fluminense n830.pdf|link=Galeria:Marmota Fluminense n830.pdf|thumb|page=4|'''[[Marmota Fluminense/830/Beijos|Beijos]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|thumb|page=394|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1878/Job|Job]]''' File:O Jequitinhonha (1862).pdf|link=Galeria:O Jequitinhonha (1862).pdf|thumb|'''[[A historia do Brasil escripta pelo Dr. Jeremias no anno de 2862]]''' File:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|link=Galeria:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|thumb|page=7|'''[[Fantina]]''' <!--2019--> File:A propósito da exposição Malfatti.jpg|link=Galeria:A propósito da exposição Malfatti.jpg|thumb|'''[[O Estado de S. Paulo/A propósito da exposição Malfatti|A propósito da exposição Malfatti]]''' File:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|link=Galeria:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|thumb|'''[[Aventuras de Alice em Baixo da Terra]]''' File:畫麗珠萃秀 Gathering Gems of Beauty (梁木蘭) 2.jpg|link=A Balada de Mulan|thumb|'''[[A Balada de Mulan]]''' Ficheiro%3AA_Menina_do_Narizinho_Arrebitado_(Capa).png|link=Galeria:A Menina do Narizinho Arrebitado (1920).pdf|thumb|'''[[A Menina do Narizinho Arrebitado]]''' File:Machado de Assis aos 57 anos.jpg|link=Hynno Nacional|thumb|'''[[Hynno Nacional]]''' File:Negrinha- Contos (1920).pdf|link=Galeria:Negrinha- Contos (1920).pdf|thumb|page=3|'''[[Negrinha (4º milheiro)]]''' File:Monteiro Lobato.jpg|link=Rabiscando|thumb|'''[[Rabiscando]]''' File:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|link=Galeria:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|thumb|'''[[Meteorito de Bendegó: relatorio (1888)]]''' File:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|link=Galeria:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|thumb|page=1|'''[[Jéca Tatuzinho]]''' <!--2018--> File:Aaron Swartz at Boston Wikipedia Meetup, 2009-08-18.jpg|link=Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso|thumb|'''[[Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso]]''' </gallery> </div> </div> 6x1pqe7asn364znlmtxjlmrv4ghal42 Predefinição:Progressos recentes 10 220893 555693 555666 2026-07-12T16:00:37Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 555693 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|9|0|3|88}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|52|0|42|2|5|-1}} | [[Index:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu|Dom João VI no Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|11|0|3|86}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|6|0|0|0|0|94}} | [[Index:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf|Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio]] |- | {{Barra de progresso|95|0|0|0|0|5}} | [[Index:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf|No Alto Minho. Paredes de Coura]] |- | {{Barra de progresso|0|0|8|0|3|89}} | [[Index:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos]] |- | {{Barra de progresso|15|0|2|0|1|82}} | [[Index:Rosa - romance brasileiro, t1 (nova ed.).pdf|Rosa]] |- | {{Barra de progresso|20|0|65|5|5|5}} | [[Index:Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu|Suspiros Poéticos e Saudades]] |- | {{Barra de progresso|0|0|5|0|2|93}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|0|100}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> 2phfa5vn8gcpaete74bzzgzan27yp62 555700 555693 2026-07-12T19:00:38Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 555700 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|9|0|3|88}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|35|0|40|8|8|9}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|11|0|3|86}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|6|0|0|0|0|94}} | [[Index:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf|Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio]] |- | {{Barra de progresso|95|0|0|0|0|5}} | [[Index:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf|No Alto Minho. Paredes de Coura]] |- | {{Barra de progresso|0|0|8|0|3|89}} | [[Index:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos]] |- | {{Barra de progresso|15|0|2|0|1|82}} | [[Index:Rosa - romance brasileiro, t1 (nova ed.).pdf|Rosa]] |- | {{Barra de progresso|20|0|65|5|5|5}} | [[Index:Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu|Suspiros Poéticos e Saudades]] |- | {{Barra de progresso|0|0|5|0|2|93}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|0|100}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> l1rbp537mp7a96yebmsc25ybq3rfge1 555703 555700 2026-07-13T00:00:39Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 555703 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|9|0|3|88}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|35|0|40|8|8|9}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|11|0|3|86}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|7|0|0|0|0|93}} | [[Index:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf|Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio]] |- | {{Barra de progresso|95|0|0|0|0|5}} | [[Index:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf|No Alto Minho. Paredes de Coura]] |- | {{Barra de progresso|0|0|8|0|3|89}} | [[Index:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos]] |- | {{Barra de progresso|15|0|2|0|1|82}} | [[Index:Rosa - romance brasileiro, t1 (nova ed.).pdf|Rosa]] |- | {{Barra de progresso|20|0|65|5|5|5}} | [[Index:Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu|Suspiros Poéticos e Saudades]] |- | {{Barra de progresso|0|0|5|0|2|93}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|0|100}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> o2lgq1ejcghp5a1v3vtbzcusuzqnf4k 555709 555703 2026-07-13T03:00:35Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 555709 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|9|0|3|88}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|35|0|40|8|8|9}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|11|0|3|86}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|8|0|0|0|0|92}} | [[Index:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf|Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio]] |- | {{Barra de progresso|95|0|0|0|0|5}} | [[Index:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf|No Alto Minho. Paredes de Coura]] |- | {{Barra de progresso|0|0|8|0|3|89}} | [[Index:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos]] |- | {{Barra de progresso|15|0|2|0|1|82}} | [[Index:Rosa - romance brasileiro, t1 (nova ed.).pdf|Rosa]] |- | {{Barra de progresso|20|0|65|5|5|5}} | [[Index:Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu|Suspiros Poéticos e Saudades]] |- | {{Barra de progresso|0|0|5|0|2|93}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|0|100}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> ll5wk0rx88ddeh8qbo6k04jzx83cgrp 555718 555709 2026-07-13T06:00:38Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 555718 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|9|0|3|88}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|35|0|40|8|8|9}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|11|0|3|86}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|9|0|0|0|0|91}} | [[Index:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf|Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio]] |- | {{Barra de progresso|95|0|0|0|0|5}} | [[Index:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf|No Alto Minho. Paredes de Coura]] |- | {{Barra de progresso|0|0|8|0|3|89}} | [[Index:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos]] |- | {{Barra de progresso|15|0|2|0|1|82}} | [[Index:Rosa - romance brasileiro, t1 (nova ed.).pdf|Rosa]] |- | {{Barra de progresso|20|0|65|5|5|5}} | [[Index:Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu|Suspiros Poéticos e Saudades]] |- | {{Barra de progresso|0|0|5|0|2|93}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|0|100}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> tgwhlmfryvxk90j0qrjqpgs2d9s1rlc Página:Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu/260 106 231289 555688 494654 2026-07-12T15:12:10Z Junglk 34905 /* Revista */ 555688 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh|250||}}</noinclude>{{dhr|2}} {{c|XXXVII.}} {{dhr|3}} {{c|{{larger|O HOMEM PROBO}}}} {{dhr}} {{c|{{x-larger|[[Autor:Evaristo da Veiga|EVARISTO FERREIRA DA VEIGA.]]}}}} {{dhr|3}} {{Ppoem|end=follow| :::{{Gcapitular|T|2em}}udo está profanado! As vestes da virtude o vicio adornam; Da lisonja nas aras arde o incenso Que só devêra embalsamar o templo! Murchas flores, que a fronte ao vicio ornaram, Se atiram em despeito ao altar do Eterno. :::Tudo está profanado! Levanta a estupidez a hirsuta coma }}<noinclude></noinclude> nzvcfvpbw8uf8xldycsx7hnntf9lgtx Página:Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu/261 106 231290 555689 494655 2026-07-12T15:14:45Z Junglk 34905 /* Revista */ 555689 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||{{smaller|SUSPIROS POETICOS}}|251}}</noinclude>{{Ppoem|start=follow|end=follow| :::Coberta de poeira, E a sacode no rosto da Sciencia, Ou no alcáçar da lei se assenta ufana; A Moral a seus pés serve de solio, :::De cupola o capricho. :::Tudo está profanado! :::A cívica corôa Dá-se á ambição, que sóbe intumecida Como a onda do mar, e tudo alaga. Exhauriram-se os nomes das virtudes, E um só não ha que ao crime se não désse. Os logares são premios da baixeza, Da feia adulação, da vil intriga! O hymno cantam da victoria; e a Patria Geme afflicta co’ o peso da ignorancia Dos homens, cuja estrella é o egoismo; E até a lyra, para mór opprobrio, :::Vendidos sons só verte! :::Tudo está profanado! Como posso louvar-te, illustre Veiga, }}<noinclude></noinclude> l5pa5kzbdd4m4ar9fcyulmr5mz3lmwy Página:Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu/262 106 231291 555690 494656 2026-07-12T15:17:02Z Junglk 34905 /* Revista */ 555690 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh|252|{{smaller|SUSPIROS POETICOS}}|}}</noinclude>{{Ppoem|start=follow|end=follow| Sanctuario da honra foragida? Que nome te darei? que flor? que incenso? Como o bronze que sôa em torre excelsa, :::Chamando a Deos os homens, Tu bradaste, prégaste o amor da Patria; A teus brados os homens surdos foram, :::E tu enrouqueceste. :::Apostolo da ordem, Cabiste, emfim cabiste! — Mas com gloria! Cabiste, mas sem nódoa! Sim, cahiste! Mas Socrates tambem soffrêo a morte! Qual se vê nas cidades arrazadas, O templo solitario, esparsos bustos, Rotas columnas, capiteis dispersos, Combros de terra, montes de ruínas; E no meio, inda envolta de poeira, Uma estatua, que o tempo respeitára, E que os olhos attrai do peregrino; Assim te eu vejo em pé! e assim um dia A geração futura, pesquizando No meio das reliquias desta idade }}<noinclude></noinclude> 3eaja6dwnrwf67agqho1re52b3oh786 Página:Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu/263 106 231292 555691 494660 2026-07-12T15:20:50Z Junglk 34905 /* Revista */ 555691 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||{{smaller|SUSPIROS POETICOS}}|253}}</noinclude>{{Ppoem|start=follow|end=close| Alguma cousa inteira, pura e bella, Sacudirá o pó, que hoje te lançam, E dirá: Eis aqui um Homem probo. :::Mas que digo? — Ainda vives! Envenena-se a flor, si a serpe a morde, E a virtude definha, conculcada! Mas tu amas a Patria, como eu amo; :::Amas com amor puro, Sem mescla de interesse, como se ama Uma mãe terna, que não tem thesouros, Mas só lagrimas tem para legar-nos. Ah, praza ao céo que a estrada em que brilhaste, :::Seja aquella em que morras<ref>E assim foi.</ref>. }} {{dhr|1.5}} <noinclude>{{reflist}}</noinclude> {{dhr|1.5}} {{Linha customizada|sp|20|fy1|40|sp|20}}<noinclude></noinclude> tw14941vmmgrqtiqwvrlgit6zrd5l9v Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435 106 254681 555686 555674 2026-07-12T13:28:40Z Erick Soares3 19404 555686 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Erick Soares3" /></noinclude>{{t2|INDICE}} {{dhr}} {{c|{{sc|das materias contidas na terceira parte.}}}} {{dhr}} {{rule|2em}} {{dhr}} {{c|{{lsp||'''VOLUME V.'''}}}} {{dhr}} {{rule|2em}} {{dhr}} {{c|{{larger|'''LIVRO PRIMEIRO.'''}}}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/I|'''I''']]— | título = Parvulos | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/119|5]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/II|'''II''']]— | título = Alguns dos seus signaes particulares | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/120|6]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/III|'''III''']]— | título = É agradavel | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/122|8]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/IV|'''IV''']]— | título = Póde ser util | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/124|10]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/V|'''V''']]— | título = As duas fronteiras | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/125|11]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/VI|'''VI''']]— | título = Um bocado de historia | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/128|14]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/VII|'''VII''']]— | título = O gaiato de Pariz teria o seu lugar nas classificaçōes da India | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/131|17]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/VIII|'''VIII''']]— | título = Cita-se um dito engraçado do ultimo rei | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/134|20]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/IX|'''IX''']]— | título = A velha alma das Gallias | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/136|22]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/X|'''X''']]— | título = Ecce Parisu, ecce homo | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/138|24]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/XI|'''XI''']]— | título = Escarnecer, reinar | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/142|28]] }}<noinclude></noinclude> r5ugqrdt0tze1m4cwacb5dxjbru00wj 555699 555686 2026-07-12T18:53:56Z Erick Soares3 19404 555699 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Erick Soares3" /></noinclude>{{t2|INDICE}} {{dhr}} {{c|{{sc|das materias contidas na terceira parte.}}}} {{dhr}} {{rule|2em}} {{dhr}} {{c|{{lsp||'''VOLUME V.'''}}}} {{dhr}} {{rule|2em}} {{dhr}} {{c|{{larger|'''LIVRO PRIMEIRO.'''}}}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/I|'''I''']]— | título = Parvulos | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/119|5]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/II|'''II''']]— | título = Alguns dos seus signaes particulares | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/120|6]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/III|'''III''']]— | título = É agradavel | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/122|8]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/IV|'''IV''']]— | título = Póde ser util | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/124|10]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/V|'''V''']]— | título = As duas fronteiras | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/125|11]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/VI|'''VI''']]— | título = Um bocado de historia | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/128|14]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/VII|'''VII''']]— | título = O gaiato de Pariz teria o seu lugar nas classificaçōes da India | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/131|17]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/VIII|'''VIII''']]— | título = Cita-se um dito engraçado do ultimo rei | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/134|20]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/IX|'''IX''']]— | título = A velha alma das Gallias | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/136|22]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/X|'''X''']]— | título = Ecce Parisu, ecce homo | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/138|24]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/XI|'''XI''']]— | título = Escarnecer, reinar | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/142|28]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/XII|'''XII''']]— | título = O futuro latente no povo | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/145|31]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro primeiro/XIII|'''XIII''']]— | título = Gavrochinho | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/147|33]] }} {{dhr}} {{c|{{larger|'''LIVRO SEGUNDO.'''}}}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro segundo/I|'''I''']]— | título = Noventa annos e trinta e dous dentes | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/151|37]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro segundo/II|'''II''']]— | título = Tal dono , tal casa | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/154|40]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro segundo/III|'''III''']]— | título = Lucas espirito | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/156|42]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro segundo/IV|'''IV''']]— | título = Aspirante centenario | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/158|44]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro segundo/V|'''V''']]— | título = Biscainho e Nicoletta | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/160|46]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro segundo/VI|'''VI''']]— | título = O leitor lobriga Magnon e os seus dous filhinhos | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/162|48]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro segundo/VII|'''VII''']]— | título = Regra: nāo receber visitas senāo de tarde | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/165|51]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro segundo/VIII|'''VIII''']]— | título = Duas irmans que em nada se parecem | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/166|52]] }} {{dhr}} {{c|{{larger|'''LIVRO TERCEIRO.'''}}}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (trad. Justiniano José da Rocha)/Volume V/Livro terceiro/I|'''I''']]— | título = Um salȧo antigo | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/169|55]] }}<noinclude></noinclude> drwjnicujuorqwxm544iv5sig156cmy Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/27 106 254684 555678 2026-07-12T13:04:08Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 555678 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||{{sc|á roda da lua}}|21|borda_inferior=sim}}</noinclude>certo habito dʼessa operação quotidiana. Friccionemos, Nicholl, friccionemos com força. E os dois cirurgiões improvisados tantas e tão boas fricções lhe deram, que Barbicane recobrou o uso dos sentidos. Abriu os olhos, levantou-se, agarrou na mão dos dois amigos e a primeira cousa que disse foi: — Nicholl, estamos a andar? Nicholl e Ardan olharam-se mutuamente. Nem tinham ainda pensado no projectil. A primeira preoccupação dʼelles fòra pelos viajantes, não pelo ''wagon''. — É verdade, estaremos nós a andar? repetiu Miguel Ardan. — Ou repousaremos socegadamente no solo da Florida? perguntou Nicholl. — Ou no fundo do golfo do Mexico? acrescentou Miguel Ardan. — Essa não está má! exclamou Barbicane. A dupla hypothese suggerida pelos companheiros produziu em Barbicane um effeito immediato. Voltou logo de todo a si. Caso era que nʼaquelle momento nada se podia ajuizar definitivamente ácerea da situação da bala. A apparente immobilidade dʼesta, a falta de communicação com o exterior, não deixavam resolver o problema. Talvez que nʼaquelle momento o projectil desenrolasse a sua trajectoria através do espaço. Talvez, depois de curta ascensão, tivesse caido em terra ou mesmo no golfo do Mexico, caso que a pouca largura da peninsula floridense tornava possivel. O caso era grave, o problema interessante. Força era resolvel-o depressa. Barbicane, sobreexcitado e triumphando pela energia moral da fraqueza physica, levantou-se. Escutou. No exterior reinava profundo silencio. Mas a espessura do estofo basteado era bastante para interceptar todos os ruidos da Terra. A temperatura dentro do projectil estava notavelmente alta. O presidente tirou um thermometro da caixa em que se continha, e consultou-o. O instrumento mareava quarenta e cinco graus centigrados. — Sim, exclamou então, sim! vamos a andar! Este calor de<noinclude></noinclude> pjdobwbatgftzmpu7k3qbhcp52wp0hk 555679 555678 2026-07-12T13:05:32Z Erick Soares3 19404 555679 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||{{sc|á roda da lua}}|21|borda_inferior=sim}}</noinclude>certo habito dʼessa operaçāo quotidiana. Friccionemos, Nicholl, friccionemos com força. E os dois cirurgiōes improvisados tantas e tāo boas fricçōes lhe deram, que Barbicane recobrou o uso dos sentidos. Abriu os olhos, levantou-se, agarrou na māo dos dois amigos e a primeira cousa que disse foi: — Nicholl, estamos a andar? Nicholl e Ardan olharam-se mutuamente. Nem tinham ainda pensado no projectil. A primeira preoccupaçāo dʼelles fòra pelos viajantes, nāo pelo ''wagon''. — É verdade, estaremos nós a andar? repetiu Miguel Ardan. — Ou repousaremos socegadamente no solo da Florida? perguntou Nicholl. — Ou no fundo do golfo do Mexico? acrescentou Miguel Ardan. — Essa nāo está má! exclamou Barbicane. A dupla hypothese suggerida pelos companheiros produziu em Barbicane um effeito immediato. Voltou logo de todo a si. Caso era que nʼaquelle momento nada se podia ajuizar definitivamente ácerea da situaçāo da bala. A apparente immobilidade dʼesta, a falta de communicaçāo com o exterior, nāo deixavam resolver o problema. Talvez que nʼaquelle momento o projectil desenrolasse a sua trajectoria através do espaço. Talvez, depois de curta ascensāo, tivesse caido em terra ou mesmo no golfo do Mexico, caso que a pouca largura da peninsula floridense tornava possivel. O caso era grave, o problema interessante. Força era resolvel-o depressa. Barbicane, sobreexcitado e triumphando pela energia moral da fraqueza physica, levantou-se. Escutou. No exterior reinava profundo silencio. Mas a espessura do estofo basteado era bastante para interceptar todos os ruidos da Terra. A temperatura dentro do projectil estava notavelmente alta. O presidente tirou um thermometro da caixa em que se continha, e consultou-o. O instrumento mareava quarenta e cinco graus centigrados. — Sim, exclamou entāo, sim! vamos a andar! Este calor de<noinclude></noinclude> 7nq3b1w5cnf0rx4gjis5mpg4hqhj9te Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/28 106 254685 555680 2026-07-12T13:09:17Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 555680 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh|22|{{sc|viagens maravilhosas}}|borda_inferior=sim}}</noinclude>abafar filtra-se através das paredes do projectil! é resultado do attrito das camadas atmosphericas. Em breve vae diminuir, que já vogàmos no vacuo. Depois de estarmos quasi a suffocar havemos de soffrer frios intensos. — O que, perguntou Miguel Ardan, então, na tua opinião, Barbicane, estamos já fóra dos limites da atmosphera terrestre ? — Sem duvida alguma, Miguel. Ouve-me. São dez horas e cincoenta e cinco minutos. Partimos ha oito minutos, pouco mais ou menos. Ora, se a nossa velocidade inicial não decrescèra com o attrito, ter-nos-iam bastado seis segundos para transpor as dezeseis leguas de atmosphera que envolve o espheroide. — É exacto, respondeu Nicholl, porém, em que proporções reputaes ter-se realisado esse decrescimento de velocidade, por causa do attrito? — Na proporção de uma para tres, Nicholl, respondeu Barbicane. É uma diminuição considravel, mas é exactamente o que resulta dos meus calculos. Por consequencia, se tivemos uma velocidade inicial de onze mil metros, á saida da atmosphera estaria essa velocidade reduzida a sete mil trezentos e trinta e dois metros. Seja lá como for, o caso é que já transpozemos esse intervallo, e.... — E que nʼesse caso, disse Miguel Ardan, o amigo Nicholl perdeu mais duas apostas; quatro mil dollars por não ter rebentado a columbiada; cinco mil dollars, porque o projectil subiu a mais de seis milhas de altura. Anda, Nicholl, vae pagando. — Verifiquemos primeiro, respondeu o capitão, e depois pagaremos. É muito possivel que os raciocinios de Barbicane sejam exactos e que eu tenha perdido os meus nove mil dollars. Mas occorre-me ao espirito uma hypothese nova que annullaria o jogo. — Qual é ella? perguntou com vivacidade Barbicane. — É que, por uma rasão qualquer, não tenha pegado fogo na polvora, e nós não tenhamos partido. — Essa não é má, capitão, exclamou Miguel Ardan, a hypothese é digna da minha cabeça! Isso não é serio! Pois nós não ficámos meio esmagados pelo abalo? Pois eu não te fiz voltar<noinclude></noinclude> rqctfded4p916hwydm1o33jgsiqowcc 555681 555680 2026-07-12T13:10:09Z Erick Soares3 19404 555681 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh|22|{{sc|viagens maravilhosas}}|borda_inferior=sim}}</noinclude>abafar filtra-se através das paredes do projectil! é resultado do attrito das camadas atmosphericas. Em breve vae diminuir, que já vogàmos no vacuo. Depois de estarmos quasi a suffocar havemos de soffrer frios intensos. — O que, perguntou Miguel Ardan, entāo, na tua opiniāo, Barbicane, estamos já fóra dos limites da atmosphera terrestre ? — Sem duvida alguma, Miguel. Ouve-me. Sāo dez horas e cincoenta e cinco minutos. Partimos ha oito minutos, pouco mais ou menos. Ora, se a nossa velocidade inicial nāo decrescèra com o attrito, ter-nos-iam bastado seis segundos para transpor as dezeseis leguas de atmosphera que envolve o espheroide. — É exacto, respondeu Nicholl, porém, em que proporçōes reputaes ter-se realisado esse decrescimento de velocidade, por causa do attrito? — Na proporçāo de uma para tres, Nicholl, respondeu Barbicane. É uma diminuiçāo considravel, mas é exactamente o que resulta dos meus calculos. Por consequencia, se tivemos uma velocidade inicial de onze mil metros, á saida da atmosphera estaria essa velocidade reduzida a sete mil trezentos e trinta e dois metros. Seja lá como for, o caso é que já transpozemos esse intervallo, e... — E que nʼesse caso, disse Miguel Ardan, o amigo Nicholl perdeu mais duas apostas; quatro mil dollars por nāo ter rebentado a columbiada; cinco mil dollars, porque o projectil subiu a mais de seis milhas de altura. Anda, Nicholl, vae pagando. — Verifiquemos primeiro, respondeu o capitāo, e depois pagaremos. É muito possivel que os raciocinios de Barbicane sejam exactos e que eu tenha perdido os meus nove mil dollars. Mas occorre-me ao espirito uma hypothese nova que annullaria o jogo. — Qual é ella? perguntou com vivacidade Barbicane. — É que, por uma rasāo qualquer, nāo tenha pegado fogo na polvora, e nós nāo tenhamos partido. — Essa nāo é má, capitāo, exclamou Miguel Ardan, a hypothese é digna da minha cabeça! Isso nāo é serio! Pois nós nāo ficámos meio esmagados pelo abalo? Pois eu nāo te fiz voltar<noinclude></noinclude> hln4p6ns9rtj1abb892ipv1tbyvipa2 Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/198 106 254686 555682 2026-07-12T13:14:49Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 555682 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{c|6}}}</noinclude>chechas era ter desejo de morde-las. O mais que dos seus olhos se podia dizer era que deviam ser grandes, e que tinham cilios magnificos. Ella dormia. Dormia esse somno de absoluta confiança peculiar da sua idade. Os braços das māes como que sāo feitos de meiguisse; e as creanças nelles dormem profundamente. Quanto á māe, tinha um ar mesquinho e triste. Trajava como uma costureira que se vai tornando camponeza. Era moça. Seria formosa? talvez; mas com aquelle trajo nāo o parecia. Os cabellos, dos quaes se lhe via uma madeixa foura, pareciam mui bastos , mas estavam severamente cobertos com uma touca de freira, feia, mui justa e atada no queixo. O riso mostra os lindos dentes de quem os tem ; mas ella nāo se ria. Os olhos como que conservam vestigios de lagrimas. Estava palida; parecia muito cansada e um tanto adoentada; olhava para a filha adormecida nos seus braços com esse ar peculiar de uma māe que amamentou o filho. Um grande lenço azul semelhante a esses com que os invalidos se assoam, cobria-lhe desengraçadamente o collo. Tinha as māos queimadas do sol e cheias de manchas de sarda, o dedo indice callejado e picado da agulha ; trajava manta de grossa lan escura, vestido de rim e sapatos grossos. Era Fantina. Era Fantina. Fora difficil reconhece-la. Todavia, examinando attentamente, via-se que era ainda formosa. Na face direita tinha uma triste ruga, que se assemelhava a um principio de ironia. Quanto ao seu trajo, esse aerio trajo de musselina de fitas que parecia feito de alegria, de folia de musica, cheiu de guisos e perfumado de lilazes, desapparecera como esses lindos caramélos que semelham diamantes scintilantes ao sol, derretem-se e deixam a arvore ennegrecida. Dez mezes já eram decorridos depois da «boa peça.» O que se teria passado durante esses dez mezes? O leitor o adivinha. Após o abandono, as mortificaçōes. Fantina perdera logo de vista Favorita, Zephina e Dahlia ; o laço quebrado da parte dos homens nāo fora mais solido da parte das mulheres ; grande admiraçāo lhes houvera causado quem lhes dissesse quinze dias depois que ellas tinham sido amigas ; já nāo havia razāo para que o fossem. Fantina ficára só. Tendo partido o pae de sua<noinclude></noinclude> stb4p8v5vx8e0q8hm66yvz69ws7188n 555683 555682 2026-07-12T13:15:00Z Erick Soares3 19404 555683 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{c|6}}</noinclude>chechas era ter desejo de morde-las. O mais que dos seus olhos se podia dizer era que deviam ser grandes, e que tinham cilios magnificos. Ella dormia. Dormia esse somno de absoluta confiança peculiar da sua idade. Os braços das māes como que sāo feitos de meiguisse; e as creanças nelles dormem profundamente. Quanto á māe, tinha um ar mesquinho e triste. Trajava como uma costureira que se vai tornando camponeza. Era moça. Seria formosa? talvez; mas com aquelle trajo nāo o parecia. Os cabellos, dos quaes se lhe via uma madeixa foura, pareciam mui bastos , mas estavam severamente cobertos com uma touca de freira, feia, mui justa e atada no queixo. O riso mostra os lindos dentes de quem os tem ; mas ella nāo se ria. Os olhos como que conservam vestigios de lagrimas. Estava palida; parecia muito cansada e um tanto adoentada; olhava para a filha adormecida nos seus braços com esse ar peculiar de uma māe que amamentou o filho. Um grande lenço azul semelhante a esses com que os invalidos se assoam, cobria-lhe desengraçadamente o collo. Tinha as māos queimadas do sol e cheias de manchas de sarda, o dedo indice callejado e picado da agulha ; trajava manta de grossa lan escura, vestido de rim e sapatos grossos. Era Fantina. Era Fantina. Fora difficil reconhece-la. Todavia, examinando attentamente, via-se que era ainda formosa. Na face direita tinha uma triste ruga, que se assemelhava a um principio de ironia. Quanto ao seu trajo, esse aerio trajo de musselina de fitas que parecia feito de alegria, de folia de musica, cheiu de guisos e perfumado de lilazes, desapparecera como esses lindos caramélos que semelham diamantes scintilantes ao sol, derretem-se e deixam a arvore ennegrecida. Dez mezes já eram decorridos depois da «boa peça.» O que se teria passado durante esses dez mezes? O leitor o adivinha. Após o abandono, as mortificaçōes. Fantina perdera logo de vista Favorita, Zephina e Dahlia ; o laço quebrado da parte dos homens nāo fora mais solido da parte das mulheres ; grande admiraçāo lhes houvera causado quem lhes dissesse quinze dias depois que ellas tinham sido amigas ; já nāo havia razāo para que o fossem. Fantina ficára só. Tendo partido o pae de sua<noinclude></noinclude> cvf0dhh28aclv91asn82bqiqthty4j6 Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/199 106 254687 555684 2026-07-12T13:19:30Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 555684 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{c|7}}</noinclude>filha—ah ! taes rompimentos sāo irrevogaveis,—achou-se absolutamente isolada, com o habito do trabalho de menos e o gosto do prazer de mais. Levada pela convivencia com Tholomyés a desdenhar o modesto officio que sabia, deixára de procurar os seus freguezes, e estes por seu turno desappareceram. Achou-se sem recurso algum. Fantina apenas sabia ler e nāo sabia escrever; quando menina, só lhe tinham ensinado a assignar o seu nome ; ella recorrera a um escriptor publico para escrever uma carta a Tholomyès, depois mandara-lhe segunda, terceira carta. Tholomyès a nenhuma respondèra. Um dia, Fantina ouviu umas comadres dizerem olhando-lhe para a filha : Quem é que faz caso de filhos desta qualidade? A gente encolhe os hombros quando olha para elles!—Entāo lembrou-se de Tholomyès, que encolhia os hombros lendo as cartas em que lhe fallava de sua filha e que nāo tomava ao serio aquelle ente innocente, e o seu coraçāo começou de sentir por esse homem um como que vago odio. Todavia, que expediente poderia tomar? jà nāo sabia a quem dirigir-se. Ella commettera um erro ; mas, lembrado estará o leitor, o pudor e a virtude eram como que inherentes á sua natureza. Sentiu vagamente que estava prestes a cahir na miseria e a resvalar para uma posiçāo infima. Cumpria-lhe ter coragem ; teve-a, e conservou-se firme. Lembrou-se voltar para M.—sobre o M.—, sua cidade natal. Alli talvez alguem a conhecesse e lhe désse trabalho; sim, mas seria preciso encobrir a sua falta. E ella entrevia confusamente a necessidade possivel de uma separaçāo ainda mais dolorosa do que a primeira. Encheu-se-lhe o coracāo de angustia, mas ella tomou uma resoluçāo. Fantina, como se verá para diante, tinha a indomita energia da vida. Já havia renunciado valorosamente aos seus enfeites, e vestira-se de brim, reservando todas as suas sedas, todas as suas fitas, todas as suas rendas e todos os seus enfeites para a filha, unica vaidade que lhe restava, mas esta santa. Vendeu tado o que possuia, no que apurou duzentos francos; paga as suas pequenas dividas, só lhe ficáram cerca de oitenta. Com vinte e dous annos de idade, em uma bella manhan de primavera, saia ella de Pariz, levando a filhinha ás costas. Quem quer que as houvesse encontrado ter-se-hia compadecido dellas. Aquella mulher<noinclude></noinclude> opaebccpaiw0bbsmwxqyd4hqncun7tx Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/200 106 254688 555685 2026-07-12T13:24:46Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 555685 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{c|8}}</noinclude>nāo tinha no mundo senāo aquella criança, e aquella criança nāo tinha no mundo senāo aquella muller. Fantina amamentára sua filha; dahi lhe proviera um incommodo de peito e ella tossia um pouco. Nāo tornaremos a fallar em Felix Tholomyès. Limitar-nos-hemos a dizer que dʼahi a vinte annos, no reinado de Luiz Philippe, era elle um gordo advogado de provincia, influente e rico, eleitor prudente e jurado severissimo; sempre amigo do prazer. Aʼ tardinha, depois de ter, para descansar, entrado de espaço a espaço, mediante tres ou quatro soldos, nas entāo chamadas pequenas carruagens dos arredores de Pariz, Fantina achava-se em Montfermeil, na travessa do Padeiro. Ao passar pela porta da estalagem dos Thenardier, as duas meninas, encantadas com a sua redouça monstro, como que a haviam deslumbrado, e ella parára diante daquella visāo de alegria. Ha encantos. Aquellas duas meninas foram um encanto para essa māe. Ella as contemplava profundamente commovida. A presença dos anjos annuncia o paraiso. Pareceu-lhe ver escripto na fachada daquella estalagem o mysterioso {{sc|Aqui}} da Providencia. As duas meninas eram evidentemente felizes! Ella as fitava, admirava-as por tal fórma enternecida que, no momento em que a māi tomava folego entre dous versos da sua cançāo, nāo pode ter-se que nāo lhe dissesse as palavras que o leitor acaba de ler: — A senhora tem duas filhinhas bem lindas. As criaturas mais intrataveis abrandam-se quando lhes festejam os filhos. A māe levantou a cabeça e agradeceu , e mandou a transeunte sentar-se no banco junto da porta, ficando ella na soleira. As duas mulheres puzeram-se a conversar. —Chamo-me Thenardier , disse a māe das duas meninas. Eu e meu marido somos donos desta estalagem. Depois preoccupada com o seu romance, proseguiu por entre dentes: {{dhr}} {{c| <poem> ''Eʼ forçoso, pois sou cavalheiro,'' ''Partir devo para a Palestina.''</poem>}} {{dhr}} Esta Thenardier era uma mulher ruiva, cheia de car-<noinclude></noinclude> cr4m1h12t5weigxux5bdn8z9za6nlta Página:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf/25 106 254689 555701 2026-07-12T23:01:03Z Túllio F 37740 transcrição 555701 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 21 —}}</noinclude>fôra perder-se a memoria do lugar cm que se achára o primeiro diamante. Não é menos difficil dizer quem fora o primeiro descobridor, ou antes o primeiro conhecedor dos diamantes entre nós. Uns querem que fôra Bernardo da Fonseca Lobo, quem os descobrira e manifestára á corôa. Outra tradição diz que um frade, cujo nome não se declara, tendo vindo a [[w:pt:Diamantina|Tijuco]] depois de ter estado em [[w:pt:Golconda|Golconda]], onde já se minerava o diamante, vendo os tentos de que se servião os tijuquenses para marcar o jogo, conheceu que erão diamantes ; e que Bernardo, servindo-se d’esta descoberta partira para Portugal a manifestal-a ao rei. Em remuneração d’este serviço foi nomeado tabellião e capitão-mór da [[w:pt:Serro|villa do Principe]]. É certo, porém, que no anno de '''1729''' já os diamantes estavão descobertos e erão explorados, com quanto ainda não fossem bem conhecidos, como se collige das palavras com que começa a primeira portaria de [[w:pt:Lourenço de Almeida (governador de Pernambuco e Minas Gerais)|D. Lourenço de Almeida]], mandando suspender todas as minerações de ouro nas terras diamantinas e annullando as cartas de datas obtidas do guarda-mór. « Porquanto, diz a portaria, tenho noticia de que em vários rios o ribeiros da [[w:pt:Comarca do Serro Frio|comarca do Serro do Frio]] tem apparccido e vão apparecendo umas pedrinhas brancas, ''que se entende'' ser diamantes, e muitas pessoas da comarca tem pedido ao guarda-mór cartas de datas nos taes rios e ribeiros para tirarem ouro...... ; e porque tenho dado conta a Sua Magestade do descobrimento d’estas pedras, ''remettendo-lhe as amostras'', o que também tem feito o dr. ouvidor-geral da villa do Principe, Antonio Ferreira do Valle e Mello, e estamos esperando a resolução do dito senhor, para se dar á execução o que elle fôr servido ordenar, etc. » Logo que a côrte poilugueza teve noticia do apparecimento dos diamantes na comarca do Serro Frio, por carta régia de 9 de Fevereiro de '''1730''', ao mesmo tempo que se estranhava a D. Lourenço o ter sido tardio em fazer esta communicação a el-rei, foi elle investido de poderes amplos e illimitados para regular o providenciar sobre este novo e importante ramo do rendimentos, que em breve ia mais enriquecer a fazenda real. « O descobrimento do<noinclude></noinclude> ees6rnfvgv4xa3fumy43a6b44h96s75 Página:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf/26 106 254690 555702 2026-07-12T23:41:32Z Túllio F 37740 transcrição 555702 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 22 —}}</noinclude>diamante, topázios e pedras preciosas, que começou a effectuar-se em '''1727''' e '''1728''', accrescentou o júbilo da côrte de [[w:pt:João V de Portugal|D. João V]], e deu motivo a festas esplendidas que em [[w:pt:Lisboa|Lisboa]] e no reino todo se celebrárão, e a ''[[w:pt:Te Deum|te deums]]'' e procissões innumeraveis que extasiárão o povo portuguez, por quadrarem á sua religiosidade. Para [[w:pt:Roma|Roma]] remetteu o governo as primeiras amostras, que lhe forão enviadas. Acções de graças solemnes se derão ao Todo Poderoso na capital do mundo catholico. O santo papa e os cardeaes felicitárão ao rei de [[w:pt:Portugal|Portugal]]. Comprimentárão-o todos os monarchas da Europa. Não se occupárão os povos da terra com outro objecto e noticia. Dir-se-ia que se descobrira cousa que devia regenerar e felicitar o universo (*). [[w:pt:Lourenço de Almeida (governador de Pernambuco e Minas Gerais)|D. Lourenço de Almeida]], usando dos poderes illimitados que lhe forão conferidos para providenciar, como lhe parecesse justo, sobre a mineração dos diamantes, que se acabavão de descobrir, estabeleceu immediatamente o imposto da capitação de 5$000 por cada um escravo, que fosse empregado n’esta mineração, em satisfação do quinto devido pela extracção das pedras preciosas, como consta da portaria de 24 de Junho de '''1730'''; e organisou o primeiro regimento, que houve sobre os diamantes, datado de 26 do mesmo mez, do qual já ressumbra o despotismo e tyrannia que em breve veremos pesar sobre os povos d’este districto. Em virtude d'este regimento o ouvidor-geral da [[w:pt:Serro|villa do Principe]], Antonio Ferreira do Valle e Mello, e seus successores, forão nomeados superintendentes de todas as terras diamantinas da comarca. Forão annulladas as cartas de datas concedidas anteriorrnente pelo guarda-mór para a mineração do ouro, e o superintendente ficou autorisado a repartir novamente os rios e corregos diamantinos pelos mineiros, que o requeressem, concedendo só duas braças e meia para cada praça: antes, porém, de qualquer medição devia o superintendente medir e tirar para o rei uma (*) J. M. Pereira da Silva, ''Historia da fundação do Imperio Brasileiro.''<noinclude></noinclude> fzw8bxocti3z96x1hw0wcgrfshg7ga3 Página:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf/27 106 254691 555704 2026-07-13T00:08:16Z Túllio F 37740 transcrição 555704 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 23 —}}</noinclude>data de trinta braças no melhor lugar; ''ainda que'', diz o regimento, ''alguém ahi esteja minerando'', ''porque primeiro que tudo está el-rei nosso senhor''. Tirada a data devia ser posta em praça, para ser arrematada por quem mais offerccesse. O que fizesse novo ''descoberto'', tinha direito a uma data de trinta braças no lugar, que escolhesse. Não podia haver lojas e vendas nas lavras e ainda fora d’ellas na distancia de duas legoas; e nem se podia comprar diamantes a escravos, sob pena de confisco de todos os bens, sendo a terça parte dos bens confiscados para o denunciante e o mais para a fazenda real. Recommendou-se muito especialmente ao superintendente, que fizesse sahir para fora da comarca todo o [[w:pt:Frade|frade]] que n'ella fosse encontrado. O odio, que o governo votava aos frades, provinha principalmente de que estes dizião aos povos que os quintos, que elles pagavão, erão ''tributos'' e não ''direitos reaes'', como o governo se expressava em seus bandos. Franqueadas por esta fórma as terras diamantinas, mediante a capitação do 5$000 por cada trabalhador, immediatamente quasi todos os mineiros abandonarão a extracção do ouro, em que até então se occupavão, pela mais lucrativa dos diamantes. Grande numero de habitantes da [[w:pt:Serro|villa do Principe]] e povoaçõos circumvisinhas, attrahidos pela nova mineração, vierão se estabelecer no [[w:pt:Diamantina|Tijuco]] com suas famílias, e o arraial começou a estender-se subindo pela vertente, em que estava situado, até á raiz das ''Gupiaras'': assim se chama a parte mais elevada do flanco oriental do morro de Santo Antonio. Quando em Portugal chegou a noticia do ''descoberto'' diamantino do Serro Frio, cujas riquezas forão excessivamente exageradas, como sóe acontecer em taes oceasiões, bandos de aventureiros d’ali partirão em demanda de uma fortuna, que julgavão certa e facil : d’ahi data a continuada arribação de portuguezes ao nosso solo, que sempre tiverão mais facil entrada nas terras diamantinas, apezar das ordens terminantes, dadas posteriormente, prohibindo o ingresso de toda e qualquer pessoa nas terras da demarcação. As autoridades encarregadas da execução d’essas<noinclude></noinclude> mnjbtj9uv9acgh1mopnugtp3780lsek Página:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf/28 106 254692 555705 2026-07-13T01:34:01Z Túllio F 37740 transcrição 555705 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 24 —}}</noinclude>ordens erão portuguezas e só as cumprião com severidade quando se tratava dos que não erão seus patricios. Estando ainda virgens as terras, que começavão a ser exploradas, bem compensados forão os primeiros trabalhos dos mineiros, e apparecêrão no mercado de Lisboa algumas partidas de diamantes. Estas partidas excitárão a ambição da corte, que não podia ver impassivel os vassallos da corôa explorarem um ramo de riquezas sem que esta auferisse grandes vantagens para a fazenda. Forão em consequencia desapprovadas as providencias dadas por [[w:pt:Lourenço de Almeida (governador de Pernambuco e Minas Gerais)|D. Lourenço de Almeida]] no bando de 26 de Junho de '''1730''', ''como brandas, inefficazes e não garantidoras dos interesses da fazenda real''. Julgou-se modica a capitação que o governador impozera aos mi- neiros para a exploração dos diamantes, e que se não tinha pre- venido o contrabando com penas bem severas. Em vista do que um decreto do rei, datado de 26 de Março de de '''1731''', que encontramos inserto em um bando do governador, ordenou ao ouvidor da [[w:pt:Serro|villa do Principe]], que servia de superintendente, que mandasse immediatamente despejar das lavras diamantinas toda a pessoa de qualquer condição que fosse, que n'ellas minerasse, embora ahi tivesse habitação e familia estabelecida, sob pena de dez annos de degredo para [[w:pt:Angola|Angola]] e confisco de todos os bens para a real fazenda, pena esta que devia ser imposta não só aos que logo não obedecessem, como a quem tirasse ''ainda um só diamante'' depois da prohibição; que impedisse todas as lavras, á excepção das do ribeirão do Inferno e do [[w:pt:Rio Jequitinhonha|Jequitinhonha]], as quaes serião divididas em lotes para serem postas em praça e arrematadas por quem mais offerecesse, não se devendo, porém, aceitar lanço que fosse inferior a 60$000 annuaes por braça quadrada, e que, se não concorresse lançador, se fizesse o lavor por conta da corôa; finalmente que todos os negros, mulatos e mulatas forros, que se encontrassem dentro da [[w:pt:Comarca do Serro Frio|comarca do Serro Frio]], fossem logo d'ella despejados, sob pena, aos que não sahissem logo, de dous mezes de radea, de duzentos açoutes e de degredo. A execução d'esta ordem foi muito recommendada a todo official de ordenanças e especialmente ao capitão de dragões José de Moraes Cabral,<noinclude></noinclude> dpqdd2o4pcvu31lk9luv6yr0cdx5i7z Página:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf/29 106 254693 555706 2026-07-13T01:48:47Z Túllio F 37740 transcrição 555706 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 25 —}}</noinclude>que darião conta restricta da maneira porque a executassem; devendo o ouvidor ter sempre devassa aberta para syndicar a res- peito. Se bem recommendárão-se as disposições d'este decreto, melhor se executárão, apezar da reclamação que fizera o ouvidor, mostrando os inconvenientes que deverião resultar de sua execução. A mineração dos diamantes, principalmente n'aquelles lugares em que não estava bem conhecida por falta da necessaria prática, não se po- dia fazer sem a prévia exploração do terreno, não se encontrando o diamante disseminado por toda a parte e em todas as camadas do terreno, como erradamente se entendia em Lisboa; mas a exploração prévia era prohibida. A importancia de 60$000, preço minimo porque se deveria arrematar cada braça quadrada de terreno, era exorbitante: hoje corresponderá ao décuplo pela alteração que tem soffrido o valor da moeda. Assim aos pobres era impossivel a mineração, por fallecerem-lhes meios para pagarem o arrendamento; e os ricos não quizerão arriscar sua fortuna contando um lucro precario e quasi certo o prejuizo. As determinações do bando erão decisivas e não admittião demora, de fórma que quando se publicárão, uma consternação geral espalhou-se por toda a população. Vivendo n'este canto remoto da colonia, longe da acção do governo central, quasi desconhecidos e inapercebidos na vasta extensão das Minas, ainda não tinhão os habitantes do Tijuco experimentado os rigores do despotismo da metropole; sua existencia deslisára-se até então placida e tranquilla, bem longe de pensarem nos males que a riqueza do torrão, que habitavão, havia de trazer-lhes. Em execução do bando forão todos os mineiros intimados para despejarem suas lavras, mesmo as que se consideravão puramente auriferas, porque as ordens régias não fazião distincção. Espalhárão-se patrulhas por todos os corregos, rios e terras diamantinas afim de prevenir-se o contrabando e mineração clandestina. Abrirão-se as primeiras devassas, que os povos d'este lugar vião com admiração. Milhares de individuos, que só vivião da mineração, sem outro recurso de subsistencia, forão forçados a abandonar<noinclude></noinclude> jy5nod2yr3j5vtbgup3kue74vhcrn7p Página:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf/30 106 254694 555707 2026-07-13T02:13:58Z Túllio F 37740 transcrição 555707 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 26 —}}</noinclude>suas habitações e estabelecimentos e a salir para fóra do districto, fugindo da miseria no lugar onde havião nascido, ou tinhão a familia. E não erão de estranhar tão violentas exacções por parte da corte portugueza. Estavamos no reinado de [[w:pt:João V de Portugal|D. João V]] Principe despotico, pusillanime<ref>que tem ânimo fraco; medroso, covarde</ref>, beato, dissoluto, licencioso, passava a vida engolfado nos prazeres da sensualidade. Nem os tributos com que em seu tempo se sobrecarregárão os povos, nem os galeões carregados de ouro, que do Brasil corria para Portugal, chegavão para a sustentação do luxo de sua corte e para as compensações supersticiosas, com que pretendia acalmar os remorsos de uma consciencia relaxada; entretanto a agricultura em Portugal ia em decadencia, o commercio e industria aniquilados, o reino debaixo do dominio dos inglezes pelo ignobil e funesto [[w:pt:Tratado de Methuen|tratado de Metuen]], resultado de sua inepta administração, sem regras, sem principios. A creação do [[w:pt:Patriarcado de Lisboa|patriarchado de Lisboa]] e a munificencia<ref>qualidade de quem é generoso</ref> com que ornou sua capella custárão-lhe sommas fabulosas; só o titulo que obteve da corte romana de [[w:pt:Sua Majestade Fidelíssima|rei fidelissimo]], e que transmittio a seus successores, custou-lhe quatrocentos e cincoenta milhões de cruzados. D. João V, depois de haver despojado Portugal de sua representação nacional, entregado suas riquezas ao estrangeiro, aniquilado a agricultura, as fabricas, o commercio, o exercito, a marinha, morreu pobre e devorado de remorsos. No seu cofre não se achou dinheiro para o enterro do rei mais rico do seu tempo, e que na magnificencia do [[w:pt:Aqueduto das Águas Livres|aqueducto de Lisboa]] e do [[w:pt:Palácio Nacional de Mafra|palacio de Mafra]] rivalisou com as grandezas de [[w:pt:Luís XIV de França|Luiz XIV]]. Tal era o grande monarcha que nos governava. A corte havia lançado olhos ávidos para o ''descoberto'' diamantino, como para um novo manancial de riquezas, que ia alimentar seu luxo e desregramentos, pouco lhe importando a condição do povo que o habitava: assim este nada favoravel devia esperar d'ali. Reiteradas petições forão dirigidas pelos tijuqueuses ao governador da capitania, [[w:pt:Lourenço de Almeida (governador de Pernambuco e Minas Gerais)|D. Lourenço de Almeida]], para que este attendesse ao lastimoso estado em que vivião, privados da mineração de suas lavras e baldos dos necessarios recursos para a {{começo de palavra hifenizada|subsisten-|subsistencia}}<noinclude>{{smallrefs}}</noinclude> b4pxwrzr4v8cxp39a4fa50sfg6z3n97 Página:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf/31 106 254695 555708 2026-07-13T02:57:08Z Túllio F 37740 transcrição 555708 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 27 —}}</noinclude>{{término de palavra hifenizada|cia|subsistencia}} . Em uma d'ellas, assignada pelas principaes pessoas do lugar, se, compromettião a pagar a capitação de 15$000 se lhes fossem novamente abertas as lavras diamantinas. O governador, com quanto possuido n'esta occasião de boas intenções, não podia alterar as ordens de el-rei; tão clamorosa, porém, era a desgraça do povo, principalmente da classe pobre, que, tomando sobre si a responsabilidade do acto, por um bando de 22 de Abril de 1732 desimpedio novamente as lavras diamantinas, mediante a capitação de 20$000. « Como tem sido grandes os clamores, reza o bando, que tem feito os mineiros, representando sua perda e total ruina: me resolvo a tomar sobre mim interinamente e por um anno sómente, o consentir que se possa minerar diamantes em todos os rios e terras da comarca do Serro do Frio, como até aqui se fez, pagando-se por cada praça 20$000 por anno, até que Sua Magestade anande o que for servido ». Ordens as mais rigorosas forão dadas para que ninguem podesse minerar sem mostrar ter pago a capitação, sob pena de confisco de todos os bens, e degredo por dez annos para Angola, devendo o ouvidor ter sempre uma devassa aberta para conhecer os contraventores, como sempre se recommendava quando se estabelecia alguma disposição penal; « porque não é justo, continúa o bando, que haja subnegados ao mesmo tempo que eu tomo sobre mim o deixar de executar as ordens que tenho de Sua Magestade, fazendo-me réo de culpa e merecedor de todo o castigo, que o dito senhor fôr servido dar-me ». Em virtude d'esta autorisação todos os mineiros, que se havião retirado para fóra, voltarão à sua patria; mas ainda não vião sua sorte segura, e receavão que a qualquer momento novas ordens mais restrictas viessem da côrte prohibindo ou onerando a extracção dos diamantes. Entretanto o governo da côrte mostava-se indeciso sobre as medidas, que cumpria tomar para tirar maior proveito do novo ''descoberto''. A extracção por conta da corôa já havia sido projectada, quando os mineiros recusárão arrendar as terras diamantinas com as condições onerosas, de que acabamos de tratar; mas então os<noinclude></noinclude> 2szjpzday8bln3grwsgi0t41hvperx8 Página:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf/32 106 254696 555710 2026-07-13T03:18:25Z Túllio F 37740 transcrição 555710 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 28 —}}</noinclude>grandes serviços erão pouco conhecidos, os mineiros não passavão de faiscadores, e seus serviços do faisqueiras. Em taes circuinstancias um lavor em maior escala, não daria resultado satisfactorio, dependendo de um numeroso pessoal para administração, o que não era facil obter-se.<noinclude></noinclude> dxnb12x51o6j7teqibyp7lrdjujvjg7 555711 555710 2026-07-13T03:20:23Z Túllio F 37740 555711 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 28 —}}</noinclude>grandes serviços erão pouco conhecidos, os mineiros não passavão de faiscadores<ref>garimpeiros artezanais</ref>, e seus serviços do faisqueiras. Em taes circuinstancias um lavor em maior escala, não daria resultado satisfactorio, dependendo de um numeroso pessoal para administração, o que não era facil obter-se.<noinclude>{{smallrefs}}</noinclude> 861as21cy92saxk8af89qv9zh0dgu25 555712 555711 2026-07-13T03:20:49Z Túllio F 37740 555712 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 28 —}}</noinclude>grandes serviços erão pouco conhecidos, os mineiros não passavão de faiscadores<ref>garimpeiros artesanais</ref>, e seus serviços do faisqueiras. Em taes circuinstancias um lavor em maior escala, não daria resultado satisfactorio, dependendo de um numeroso pessoal para administração, o que não era facil obter-se.<noinclude>{{smallrefs}}</noinclude> l5kgekrh3qiitpdg4fg1d85r6w3tq9s Página:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf/33 106 254697 555713 2026-07-13T03:36:10Z Túllio F 37740 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{dhr}} {{T2||CAPITULO IV}} {{dhr}} <small>Commercio franco do diamante. — Conde das Galvêas, governador. — Eleva-se a capitação a 25$600; eleva-se mais a 40$000. — Bando de 2 de Dezembro de 1733. — Augmento de população, que exige novas providencias. — ''Intendencia dos diamantes''. — Raphael Pires Pardinho, primeiro intendente. — Demarcação das terras diamantinas.</small> Com o desimpedimento das lavras tornou-se franco no w:pt:Dia... 555713 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" /></noinclude>{{dhr}} {{T2||CAPITULO IV}} {{dhr}} <small>Commercio franco do diamante. — Conde das Galvêas, governador. — Eleva-se a capitação a 25$600; eleva-se mais a 40$000. — Bando de 2 de Dezembro de 1733. — Augmento de população, que exige novas providencias. — ''Intendencia dos diamantes''. — Raphael Pires Pardinho, primeiro intendente. — Demarcação das terras diamantinas.</small> Com o desimpedimento das lavras tornou-se franco no [[w:pt:Diamantina|Tijuco]] commercio dos diamantes. Os mineiros os trocavão pelos generos de que necessitavão, ou os vendião por ouro em pó ou em barras, que servião de moeda no paiz. Os compradores e alguns mineiros mais abastados os remettião em partidas para serem vendidos em Lisboa. Era ordinariamente com a sua remessa que os negociantes saldavão suas contas na praça da Bahia, d'onde vinhão os generos estrangeiros, que aqui se consmmião. Só era prohibido comprar diamantes aos escravos, por ser-lhes inteiramente vedada a sua mineração por conta propria. Para se evitar que os escravos vendessem diamantes, não se permittião lojas nem vendas nas circumvisinhanças do Tijuco, nem em suas entradas, e muito menos nas lavras diamantinas. Dentro do arraial, de só erão permitidas, devião ter o mostrador á porta e sahido para a rua palmo e meio, e todo o negocio devia ser feito por cima d'elle à vista do publico; ao anoitecer devião-se fechar impreterivelmente, e não se podião abrir<noinclude></noinclude> sfy6truwhvlvgltxpx94orbd13sa10c Página:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf/34 106 254698 555714 2026-07-13T05:15:53Z Túllio F 37740 transcrição 555714 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 30 —}}</noinclude>senão depois da sahida do sol. Com quanto fosse franco o comercio dos diamantes, não se podia fazel-o senão dentro do arraial, e se alguem era encontrado fóra comprando-os on vendendo-os ficava sujeito ás penas de prisão, confisco de todos os bens, e degredo por seis annos para Angola. O ouvidor-geral estava autorisado a mandar, sem formalidades, fazer prisões e dar buscas nas casas particulares para conhecer e punir os contraventores dos bandos<ref>decretos, leis</ref> e ordens régias. O resto do governo de D. Lourenco de Almeida nada mais offerece de importante para a historia dos diamantes, á excepção de processos e devassas que repetidas vezes se ordenavão contra os chamados contrabandistas d'isso houve aqui em todos os tempos com mais ou menos severidade. [[w:pt:André de Melo e Castro|André de Mello e Castro]], [[w:pt:Conde das Galveias|conde das Galvêas]] succedeu-lhe no governo da capitania de Minas, e tomou posse a 10 de Setembro de 1732. Durante o curto tempo de seu governo, continuou o conde das Galvèas o mesmo systema de despotismo de seus antecessores. Gozavão os governadores de um poder quasi absoluto para reger os negocios da capitania, estando só sujeitos ao governo central de Lisboa, e já vimos que este revestira o governador de Minas de poderes amplos e illimitados para regular todos os negocios relativos à extracção dos diamantes, e providenciar sobre os interesses da fazenda real. Como as lavras davão diamantes bastantes, que compensavão as despezas da capitação e da extracção com sobra a favor dos mineiros, entendeu o conde das Galvêas dever augmentar os interesses da fazenda real: assim elevou a capitação a 25$600 por oito mezes. O praso da estabelecida por D. Lourenço de Almeida expirava em 9 de Maio de 1733; a nova devia terminar-se em fins de Dezembro, até que chegassem ordens da côrte, a quem D. Lourenço de Almeida tinha communicado as medidas que tomára interinamente. Essas ordens erão esperadas ainda mais severas e onerosas. Estando a findar-se o anno de 1733, sem que a corte ainda se resolvesse a tomar uma deliberação, o conde das Galvèas, a quem parece que incommodava a prosperidade dos<noinclude>{{smallrefs}}</noinclude> cyyt78ngscylqb354qjiyzk4zzp0qja Página:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf/35 106 254699 555715 2026-07-13T05:22:04Z Túllio F 37740 transcrição 555715 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 31 —}}</noinclude>mineiros de diamantes, estabeleceu nova capitação de 40$000 a começar do 1º de Janeiro de 1734. O bando de 2 de Dezembro de 1733 caracterisa bem os costumes do tempo. Nós o transcreveremos textualmente para não peder-se a graça do estylo e energia das expressões. É o seguinte: « Devendo-se attender mais, que a nenhuma outra cousa, a evitar pelos meios possiveis as offensas de Deos e com especialidade os peccados publicos, que com tanta soltura correm desenfreadamente no arraial do Tijuco, pelo grande numero de mulheres deshonestas, que habitão no mesmo arraial com vida tão dissoluta e escandalosa, que não se contentando de andarem com cadeiras e serpentinas acompanhadas de escravos, se atrevem irreverentes a entrar na casa de Deos com vestidos ricos e pomposos, e totalmente alheios e improprios de sua condição; - E não se podendo dissimular por todas as leis divinas e humanas, sem um grave escrupulo de consciencia dos que governão, o castigo de gente tão abominavel, que se deve reputar como contagio dos povos, e estrago dos bons costumes; Mando que toda a mulher de qualquer estado e condição que seja, que viver escandalosamente, seja notificada, para que em oito dias saia para fóra de toda a comarca do Serro do Frio; e quando o não execute no dito termo, será presa e confiscada em tudo quanto se lhe achar; e toda aquella pessoa, que por si ou por outrem, com conselho, con obra, ou com diligencia alguma, intentar impedir o que determino n'este bando, incorrerá na mesma pena e se re- metterà presa para esta villa. « E porque esta materia da uitima importancia por respeitar o serviço de Deos, e em que se interessa, mais que nenhum outro o real catholico animo de Sua Magestade, a dou por mui recommendada a todos, a quem pertencer o conhecimento d'ella, para que ponhão toda a maior vigilancia e cuidado para sua inteira e fiel execução; e ao dr. ouvidor-geral da comarca do Serro do Frio, e ao capitão dos dragões recommendo da parte do mesmo Senhor fação observar inteiramente tudo o que n'este se contém: — E para que chegue à noticia de todos, ordeno se {{começo de palavra hifenizada|pu-|publique}}<noinclude></noinclude> md22h67rqdynbgwlteuh2k604vyi7zj Página:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf/36 106 254700 555716 2026-07-13T05:35:58Z Túllio F 37740 transcrição 555716 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 32 —}}</noinclude>{{término de palavra hifenizada|blique|publique}} ao som de caixas e se fixe nos lugares do costume. Villa Rica 2 de Dezembro de 1733. — Conde das Galvêas ». O regimento de 27 de Junho de 1730, feito por D. Lourenço de Almeida, já não era sufficiente para regular os negocios relativos aos diamantes. Era o ouvidor-geral da villa do Principe a unica autoridade que d'elles tomava conhecimento, como superintendente sujeito ao governador da capitania. No anno de 1734 já ao redor do Tijuco florecião importantes povoações, como o Rio Manso, Penha, Arassuahy, Rio Preto, [[w:pt:Gouveia (Minas Gerais)|Govêa]], Curimatahy, Pouso Alto, e outras de menor importancia; havia muita população esparsa nas fazendas de agricultura e criação, nos campos, nas lavras auriferas e diamantinas. Este augmento de população, a riqueza e importancia do paiz, devião necessariamente crear novas relações entre os individuos e as autoridades, e exigião que no Tijuco se estabeleresse a séde de una administração especial. Negocios variados, questões muitas vezes complicadas, emergeneias de grande monta pedião medidas promptas e efficazes, para o que era indispensavel a presença de uma antoridade no lugar que providenciasse e acudisse a tempo conforme a urgencia do caso. Apezar da severidade das penas impostas pelos bandos dos governadores, e do rigor com que se procurava executal-as, davão-se repetidos exemplos de abusos, e muitos contraventores conseguião a impunidade illudindo a vigilancia dos dragões, e de outros agentes encarregados de sua execução. No Rio Manso um individuo chegou a falsificar bilhetes de matricula de escravos, e os vendia pelo preço da capitação: foi preso, processado e condemnado, mas evadio-se da cadea. No Arassuahy apprehendêrào-se preparativos para o estabelecimento de uma fabrica clandestina de fundição de ouro: era uma especulação que offerecia grandes lucros, porque o ouro em pó vendia-se a 1$000 á oitava e reduzido à barra corria no commercio pelo valor de 1$400. Com quanto o ouvidor tivesse obrigação de vir constantes vezes ao arraial do Tijuco, e percorrer as povoações visinhas, abrindo {{começo de palavra hifenizada|de-|devassas}}<noinclude></noinclude> ssyb0jl0cwwdx3vvnwz8l120k8galrk Página:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf/37 106 254701 555717 2026-07-13T05:51:22Z Túllio F 37740 transcrição 555717 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Túllio F" />{{c|— 33 —}}</noinclude>{{término de palavra hifenizada|vassas|devassas}}, instaurando processos, fiscalisando as minerações e syndicando dos provedores, que em sua ausencia servião como delegados, outros deveres de seu cargo exigião sua presença em outros lugares da comarca; e assim sendo reconhecida a necessidade de uma administração especial no Tijuco, foi ella creada no anno de 1734 com a denominação de ''Intendencia dos diamantes''. Foi nomeado primeiro intendente da nova administração o dr. [[w:pt:Rafael Pardinho|Raphael Pires Pardinho]], que servia como desembargador na [[w:pt:Casa da Suplicação|casa da Supplicação de Lisboa]]. Emquanto se não organisava um outro regimento, ficou elle revestido das mesmas attri- buições, com alçada no civel e no crime, que pertencião ao ouvidor-geral como superintendente dos diamantes na fórma do regimento de 1730 e mais bandos e ordens régias posteriores, debaixo da jurisdicção e mando do governador da capitania. Foi nomeado escrivão da intendencia Belchior Isidoro Barreto, fiscal o capitão Sebastião de Oliveira, meirinho João Baptista Pereira, e escrivão do meirinho Francisco Fernandes Moreira. Até este anno de 1734 ainda não se achavão bem definidos os limites do districto propriamente diamantino. Todos os alvarás, portarias, bandos e ordens, que se expedião sobre a nova mineração só fallavão em «corregos e ribeiros d'onde se extrahem diamantes na comarca do Serro do Frio ». Para obviar a incerteza e confusão dos direitos dos concessionarios de lavras auriferas, determinar a jurisdicção das autoridades que se creavão e executar-se o novo regimento, foi [[w:pt:Gouveia (Minas Gerais)|Govêa]] [[w:pt:Martinho de Mendonça de Pina e Proença|Martinho de Mendonça de Pina e Proença]] por ordem do rei encarregado de fazer a demarcação das terras diamantinas. Martinho de Mendonça tambem viera de Lisboa encarregado pelo governo de informar sobre o melhor systema de arrecadação dos direitos do ouro, e de visitar as casas de moeda, que já funccionavão. Os governadores receberão ordem para darem-lhe todo o auxilio e credito de que precisasse e patentearem-lhe nas secretarias todos os papeis mesmo os mais reservados; ao governador do Rio de Janeiro se mandou que pozesse à sua disposição uma embarcação em caso de urgencia para levar sua correspondencia a Portugal.<noinclude></noinclude> 91nd5vpanp43uaulis11jh9g7c0ilw5