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Portal:Piratas/Telegram
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2026-07-12T07:11:24Z
~2026-39530-05
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/* */ etiqueta,s desechadas
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wikitext
text/x-wiki
.
== Vantagens em Relação a Whatsapp e Semelhantes ==
=== Chats Secretos ===
O Telegram permite a criação de chats secretos. Tais chats têm criptografia de ponta-a-ponta, não deixam vestígios nos servidores do Telegram, permitem que os usuários definam um tempo de autodestruição para as mensagens e avisam se uma das partes tirar um ''printscreen'' da conversa.
=== Multidispositividade ===
É possível ter a mesma conta no telegram em vários computadores, tablets e celulares ao mesmo tempo, com todos sincronizados.
=== Respostas ===
No telegram é fácil responder uma mensagem específica num grupo, independente do quão antiga ela seja. Basta selecionar a mensagem e clicar em "responder" que será indicado na sua mensagem qual mensagem você está respondendo. Também é possível visualizar o contexto da mensagem respondida com apenas um clique. Isso permite discussões mais organizadas em um mesmo grupo de vários assutos.
=== Menções ===
As menções servem para indicar um remetente específico para a mensagem, este será notificado mesmo que esteja com o chat do grupo silenciado. Isso permite que os integrantes fiquem tranquilos ao silenciar o grupo pois, se alguém quiser falar algo especialmente para eles, serão notificados.
=== Tags ===
Tags são formas de categorizar mensagens. São exemplos de tags muito utilizadas:
* #noticia
* #exemplo
* #proposta
* #biblioteca
* #tecnologia
* #economia
Ao clicar sobre a tag, aparece uma lista com todas as mensagens que também a possuem. Dessa maneira é mais fácil ver tudo o que foi discutido sobre um assunto em particular sem necessidade de ficar filtrando uma pilha de mensagens.
=== Bots ===
Bots são simplesmesnte contas no Telegram que são operadas por Software - não pessoas - e eles frequentemente terão funcionalidades de Inteligência Artificail. Eles podem fazer virtualmente qualquer coisa - ensinar, jogar, procurar, broadcast, lembrar, conectar e integrar-se com outros serviços. Talvez até mesmo passar comandos para a Internet das Coisas.
Exemplos de bots:
* '''@ImageBot''' – mande uma palavra-chave para este bot e ele fornecerá uma imagem relevante.
* '''@PollBot''' – Adicione-o a um grupo para criar enquetes.
* '''@RateStickerBot''' – Descubra e avalie novos stickers.
* '''@AlertBot''' – Defina um horário e este bot te mandará um lembrete do que você quiser.
* '''@GithubBot''' – Acompanhe atualizações no GitHub.
* '''@StoreBot''' – Encontre novos bots e avalie-no.
=== Anexos ===
Arquivos de qualquer formato com até 2GB podem ser enviados e armazenados na nuvem do Telegram.
== Lista de Grupos Piratas Abertos==
Boas vindas Pirata - Bê á bá: grupo para iniciantes nas artes piratas
GRUPO NACIONAL
Espaço Pirata Sem Fronteiras (Admin Pyter)
Piratas.xyz (hackers e discussão de informática)
Piratas - privacidade/transparência
GRUPO SUL (RS, SC, PR)
Piratas Norte-Nordeste (Bumba Meu Boi)
PIRATAS CENTRO OESTE E BRASÍLIA
PARTIDO PIRATA – MINAS GERAIS
PARTIDO PIRATA – RIO DE JANEIRO
[[Categoria:Piratas do Brasil]]
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Wikiversidade:GUS2Wiki
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2026-07-11T22:50:42Z
Alexis Jazz
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Updating gadget usage statistics from [[Special:GadgetUsage]] ([[phab:T121049]])
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text/x-wiki
{{#ifexist:Project:GUS2Wiki/top|{{/top}}|This page provides a historical record of [[Special:GadgetUsage]] through its page history. To get the data in CSV format, see wikitext. To customize this message or add categories, create [[/top]].}}
Os seguintes dados estão na cache e foram atualizados pela última vez a 2026-07-10T18:45:13Z. {{PLURAL:5000|Está disponível na cache um máximo de um resultado|Estão disponíveis na cache um máximo de 5000 resultados}}.
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* [[Especial:GadgetUsage]]
* [[m:Meta:GUS2Wiki/Script|GUS2Wiki]]
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Tecnologias Livres para educadores/as/Prototipação Assíncrona
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2026-07-11T18:46:12Z
Estanislau Correia
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/* Prototipação assíncrona */
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text/x-wiki
= Prototipação assíncrona =
Ao longo de quatro encontros fizemos um percurso que iniciou com softwares livres de '''colaboração''', depois '''edição de imagens''', '''edição de áudio e vídeo''' e por fim ferramentas para o '''trabalho''' '''de pesquisa'''. Como forma de concluir esse curso de extensão, cada participante deverá criar um '''Recurso Educacional Aberto (REA)''' utilizando alguma(s) das tecnologias que exploramos. Esse '''REA''' deverá ter como tema o assunto principal da pesquisa de cada participante. Aos que não estão desenvolvendo nenhuma pesquisa no momento, deverão escolher uma temática que o/a inquieta, ou seja, uma curiosidade profunda com a qual pode contribuir através desse REA.
=== '''Requisitos''' ===
# Utilizar alguma(s) das ferramentas que foram exploradas ao longo do curso;
# Não utilizar ferramentas de Inteligência Artificial no processo;
# Imagens, textos e áudios utilizados deverão necessariamente respeitar os direitos autorais dos autores;
# O REA deverá ter como tema principal o assunto de pesquisa ou interesse de cada pessoa;
=== '''Processo''' ===
# Produza seu '''REA''';
# Ao finalizar você irá fazer o upload desse REA no repositório da '''Wikimedia Commons''', https://commons.wikimedia.org/ ;
# Depois de terminar, você '''copiará o link''' desse REA ao lado do seu nome nessa mesma página abaixo. Dessa forma, teremos aqui mesmo uma lista com todos os REA criados no curso!
=== '''Lista de Recursos Educacionais Abertos produzidos no curso de extensão PPGECT-UFSC''' ===
Adicione embaixo seu nome e link do seu recurso:
''Exemplo:''
''Alexandre Garcia Aguado - Link: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Hacker_behind_PC.svg''
Estanislau Alves Correia - ''Link'': https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Conhecimento_Tradicional_Timorense_em_Ensino_de_Ci%C3%AAncias_e_Matem%C3%A1tica.jpg
duim8zxfnw9xank08dgy8n43wk8mg0n
BIOQUÍMICA APLICADA À EDUCAÇÃO FÍSICA, VIAS METABÓLICAS
0
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2026-07-11T19:18:33Z
Kaleb Silva Maciel Aureliano
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Outra versão
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text/x-wiki
'''UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO'''
'''DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA'''
'''BIOQUÍMICA APLICADA À EDUCAÇÃO FÍSICA'''
'''ALUNOS:'''
* Kaleb Silva Maciel Aureliano
* Paulo Henrique Joaquim Teixeira Nascimento
* Leonardo Ricardo da Conceição Pereira
# '''Objetivo da realização da prática'''
A seguinte aula que deu-se na praia de Boa Viagem, que inicialmente parecia apenas lazer, na verdade tinha o objetivo de realizar uma grande prática de estudos sobre vários elementos envolvendo a Bioquímica, trazendo assuntos como as vias metabólicas.
2'''. O que foi especificadamente realizado na prática da praia'''
Foram realizados diversos tipos de exercícios e práticas usando o corpo, como por exemplo:
* Sprints na areia
* isometria
* corrida de baixa intensidade
Para isto, dividiu-se dois grupos, sendo que nestes grupos, uma parte dos integrantes iriam realizar exercícios de alta, média e baixa intensidade. Enquanto a outra parte se encarregaria de cronometrar o tempo de cada um que fosse praticar o exercício e anotar para coletar esses dados envolvendo a prática.
3. '''Análise dos dados coletados na prática da praia'''
O grupo que realizou a coleta de dados trouxe o resultado na semana posterior à qual fora debatido em sala de aula. Durante a aula, a professora Rosângela disponibilizou estudos de casos para que fossem realizados.
4. '''Vias metabólicas e outros estudos de casos'''
Em outra aula ministrada pela professora, ela disponibilizou mais um estudo de caso, a qual teria que ser usado o conhecimento de bioenergia muscular e dos sistemas de criação de ATP. Para isto foram disponibilizados gráficos que mostram a diferença de um sistema para o outro, vídeos que explicavam cada um especificamente e páginas de um livro sobre os dois assuntos. Além disso, a professora Rosângela deu tutoriais para auxiliar alunos que estivessem com dúvidas sobre o estudo de caso ou referente a algum assunto específico de bioquímica”. Esses sistemas de criação de ATP que fora utilizado neste estudo de caso foram:
* '''Sistema ATP-CP (Alático)'''
Este sistema fornece energia imediata sem utilizar oxigênio e sem produzir ácido lático.
* '''Sistema Glicolítico (Anaeróbico Lático)'''
Este sistema entra em ação em exercícios de alta a média intensidade onde o oxigênio ainda não é suficiente para suprir a demanda energética
* '''Sistema Oxidativo (Aeróbico)'''
Este é o sistema mais eficiente e duradouro do corpo humano, utilizando o oxigênio para metabolizar carboidratos, gorduras e proteínas nas mitocôndrias
5. '''O que foi sintetizado com relação a toda prática'''
Durante a semana a professora Rosângela passou alguns vídeos e imagens sobre o ciclo de Krebs e glicose e suas variações , para que na última aula dela , 10/06 , fosse realizado uma aula expositiva sobre o conteúdo passado. A professora realizou uma aula muito bacana sobre o ciclo de Krebs e glicose, e solicitou um debate em sala de aula. Por último, a professora realizou uma aula englobando todo o assunto relacionado à ciclo de Krebs e glicose, das quais foram presentes até em um último estudo de caso que realizamos. Com a explicação da aula, foi possível sintetizar tudo aquilo que vimos e aprendemos conforme a prática e a resolução dos estudos de casos feitos. Por último, a professora realizou uma aula englobando todo o assunto relacionado à ciclo de Krebs e glicose, das quais foram presentes até em um último estudo de caso que realizamos. Com a explicação da aula, foi possível sintetizar tudo aquilo que vimos e aprendemos conforme a prática e a resolução dos estudos de casos feitos.
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Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Atividade/Sabrina Jesus
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2026-07-11T23:31:51Z
Sabrina Jesus
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 3 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <...
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__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 3 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Entrevistar pesquisadores faz parte do cotidiano do jornalismo científico e costuma exigir preparo. Quem entrevista precisa compreender minimamente o tema estudado pelo cientista e, ao mesmo tempo, apresentar esse conteúdo de forma clara para o público. Nesta tarefa, você vai conversar com um pesquisador ou pesquisadora sobre ética na ciência, tomando como ponto de partida o próprio trabalho da pessoa entrevistada. O objetivo é perceber como as questões éticas aparecem na prática científica e como cada pesquisador lida com elas no dia a dia.
=== 1. Antes da entrevista ===
==== Escolha da pessoa entrevistada ====
Você pode convidar qualquer pesquisador que desenvolva estudos científicos em alguma área do conhecimento. O importante é que você consiga conversar sobre episódios, situações ou decisões do campo de atuação dela que envolvam questões éticas.
==== Pesquisa prévia ====
Pesquise o nome da pessoa no Google Acadêmico ou outros repositórios científicos. Leia ao menos dois textos produzidos por ela. Você não precisa dominar o assunto, mas precisa entender o suficiente para formular perguntas pertinentes.
==== Organização de informações básicas ====
Anote as linhas de pesquisa, a formação do pesquisador e os temas principais que é pesquisador. Isso ajuda você a construir perguntas melhores.
=== 2. Roteiro de perguntas ===
O roteiro precisa ajudar a conduzir a conversa de maneira clara. Mesmo que você nunca tenha feito uma entrevista, seguir [https://www.observatoriodaimprensa.com.br/imprensa-em-questao/_ed755_um_guia_para_aprimorar_a_arte_da_entrevista/ '''este guia'''] torna o processo mais simples.
==== Quantidade ====
Prepare entre 6 e 10 perguntas. Isso é suficiente para preencher até '''7 minutos''' de entrevista sem atropelos.
==== Como começar ====
As primeiras perguntas devem servir para aquecer a conversa e situar o público no tema. Mesmo sendo uma entrevista focada em ética, é importante que o ouvinte entenda antes o que o pesquisador faz.
Exemplos de perguntas/questões iniciais
* Como você descreveria seu campo de pesquisa para alguém que não é da área?
* O que levou você a estudar esse tema?
* Que tipo de problema científico ou social seu trabalho tenta compreender?
==== Introdução ao tema ético ====
Depois que a base está clara, a entrevista pode entrar diretamente nas questões éticas do trabalho da pessoa. Aqui está o núcleo da atividade.
Exemplos de perguntas que levam à ética na ciência de forma aplicada.
* No seu campo, que situações costumam exigir cuidado ético?
* Você já precisou tomar uma decisão difícil relacionada ao uso de dados, ao cuidado com participantes ou ao impacto da pesquisa?
* O que costuma gerar conflito ou dúvida ética entre pesquisadores da sua área?
* Como você enxerga a responsabilidade do pesquisador diante dos efeitos que a pesquisa pode ter fora da universidade?
==== Evite perguntas vagas ====
Perguntas vagas fazem a entrevista ficar superficial. São aquelas que não dizem claramente o que você quer abordar.
Exemplos de perguntas e questões vagas que devem ser evitadas.
* Fale um pouco sobre ética
* Ética é importante?
* Você já teve algum problema no seu trabalho?
* O que você acha da ciência hoje em dia?
Essas perguntas não indicam direção nenhuma e deixam a pessoa entrevistada sem saber onde focar. Sempre torne a pergunta concreta e situada no campo de trabalho dela.
==== Dicas para formular boas perguntas ====
* Pergunte sobre situações, decisões e experiências, não sobre opiniões genéricas
* Mantenha o foco em ética aplicada: como a pessoa lida com problemas reais
* Evite perguntas que possam ser respondidas com sim ou não
=== 3. Preparação da gravação ===
* A entrevista deve ter no máximo 7 minutos.
* Escolha um local silencioso.
* Teste a qualidade do áudio antes.
* Caso grave vídeo, cuide da iluminação.
* Avise a pessoa entrevistada que o conteúdo será publicado com licença livre no Wikimedia Commons.
=== 4. Termo de cessão ===
* Envie o modelo de [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Termo|termo fornecido no curso.]]
* O termo precisa estar assinado antes da gravação.
* Guarde o PDF assinado. Ele será entregue junto com a atividade na Wikiversidade.
=== 5. Gravação ===
* Use o roteiro, mas permita pequenas adaptações durante a conversa.
* Mantenha ritmo claro e objetivo.
=== 6. Edição ===
* Remova pausas longas ou trechos desnecessários.
* Ajuste o volume, se necessário.
* Inclua uma vinheta simples com título da entrevista e nome da pessoa entrevistada.
=== 7. Transcrição ===
* Transcreva toda a fala, incluindo as perguntas.
* Indique quem fala em cada parte.
* Revise a ortografia
=== 8. Upload no Wikimedia Commons ===
Esta etapa costuma gerar muitos erros. Siga exatamente o passo a passo.
* Verifique se está logado. Você pode acessar o Wikimedia Commons com seu login do wikiversidade
* Envio do arquivo: Use o botão Enviar arquivo.
* Formatos aceitos
** Vídeo: WebM ou OGV. Se gravou em MP4, converta para WebM.
** Áudio: WAV, FLAC, MP3, OGG.
* Preenchimento das informações
** Título claro.
** Descrição com nome da pessoa entrevistada, tema da conversa e data.
** Licença: CC BY-SA 4.0.
* Categoria obrigatória da atividade: Para padronizar e facilitar a organização, todos os alunos devem usar a mesma categoria. Categoria padrão '''Entrevistas Jornalismo Científico Módulo 3'''. Você pode adicionar outras categorias relacionadas ao tema da entrevista, mas esta precisa estar presente.
* Finalize o envio e copie o link do arquivo publicado.
=== 9. Inserção na sua página da Wikiversidade ===
Você não vai subir tudo no Commons. Só o áudio ou vídeo. O resto fica na sua página da atividade.
Inclua na página:
* Link do arquivo no Wikimedia Commons
* Transcrição completa
* Roteiro utilizado
* PDF do termo de cessão
O maneira de como fazer esses passos pode ser visto/ouvido no vídeo tutorial
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
Sabrina Jesus
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Transcrição ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deverá publicar a transcrição da entrevista realizada. Esteja logado. Também dê acesso ao termo de cessão de direitos assinado, numa pasta de acesso restrito, mas liberada para o email comunicacao{{@}}numec.prp.usp.br
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
'''SUBSTITUA ESTA MENSAGEM PELO TEXTO'''
* Link para o termo de cessão:
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Carregamento de entrevista ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará carregar o áudio ou o vídeo no Wikimedia Commons e publicá-lo aqui na Wikiversidade. Necessariamente o arquivo de vocês deverá estar num formato livre. Os vídeos abaixo servem de instrução para carregar conteúdos no Wikimedia Commons. Esteja logado. O arquivo deverá ser carregado na categoria [[c:Category:Entrevistas do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 3|Entrevistas do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 3]].
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File:Como carregar imagens no Wikimedia Commons.webm|Como carregar no Wikimedia Commons.
File:Como utilizar as imagens do Wikimedia Commons na Wikipédia.webm|Como usar mídias do Wikimedia Commons.
</gallery>
[https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Entrevistas_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_3 '''Clique aqui para carregar o arquivo da entrevista na categoria correta.''']
</center>
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
'''SUBSTITUA ESTA MENSAGEM PELA MÍDIA'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso.
<div class="mw-ui-button" role="button" style="margin:5px 0;background-color:;color:;">[[Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea|Próximo Módulo]]</div>
{{referências}}
[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 3]]
2v5owrsthbm5somh7gpbnpilcgmoka6
ANÁLISE INTEGRADA DAS VIAS METABÓLICAS NO EXERCÍCIO FÍSICO: RELATÓRIO TÉCNICO-PEDAGÓGICO DE ATIVIDADE PRÁTICA.
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2026-07-12T00:51:11Z
Fernando Francisco Bezerra
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: '''UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO''' Departamento de Educação Física • Graduação em Educação Física '''ANÁLISE INTEGRADA DAS VIAS METABÓLICAS NO EXERCÍCIO FÍSICO: RELATÓRIO TÉCNICO-PEDAGÓGICO DE ATIVIDADE PRÁTICA. ''' '''Discentes do 2º Período Curso de Educação Física - UFRPE''' Fernando Francisco Bezerra. Matheus França. Kleyson Clementino. '''Profª. Rosangela Vidal,''' Orientadora / Docente de Bioquímica - UFRPE ''...
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'''UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO'''
Departamento de Educação Física • Graduação em Educação Física
'''ANÁLISE INTEGRADA DAS VIAS METABÓLICAS NO EXERCÍCIO FÍSICO: RELATÓRIO TÉCNICO-PEDAGÓGICO DE ATIVIDADE PRÁTICA.
'''
'''Discentes do 2º Período Curso de Educação Física - UFRPE'''
Fernando Francisco Bezerra. Matheus França. Kleyson Clementino.
'''Profª. Rosangela Vidal,'''
Orientadora / Docente de Bioquímica - UFRPE
'''RESUMO'''
O presente relatório descreve e analisa a atividade prática realizada em ambiente outdoor pelos discentes do segundo período do curso de Educação Física da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), sob a orientação da Profª Rosangela Vidal. A ação pedagógica teve como objetivo central integrar os conceitos teóricos da bioquímica celular e das oxidações biológicas à experiência empírica do esforço físico real. Utilizando a praia como laboratório biológico e a areia fofa como elemento de incremento do custo energético, foram executados e monitorados protocolos com durações e intensidades distintas (sprint, circuito funcional, corrida contínua, isometria e dinâmica recreativa). Os resultados foram estruturados sob a ótica do contínuo energético, relacionando os sistemas ATP-CP, glicolítico e oxidativo com as manifestações fisiológicas observadas. A culminância do processo resultou na produção de letramento digital voltada à democratização científica na plataforma Wikiversidade.
'''Palavras-chave:''' Bioquímica do Exercício. Sistemas Energéticos. Educação Física. Prática Pedagógica. Contínuo Energético.
'''1. INTRODUÇÃO'''
No dia 5 de junho de 2026, a professora Rosangela Vidal conduziu os alunos do segundo período do curso de Educação Física da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) para a realização de uma atividade prática na praia. O objetivo principal da ação consistiu em ensinar, de maneira estritamente didática e empírica, o funcionamento, a regulação e a integração das vias metabólicas no organismo humano durante o esforço físico.
Durante a execução da prática, foram aplicados exercícios planejados que geravam diferentes níveis de sobrecarga e esforço em tempos controlados, permitindo demonstrar de forma visual e perceptiva a atuação predominante de cada sistema energético de acordo com a demanda física imposta.
* '''Análise Técnica:''' Vivenciar a bioquímica fora das salas de aula tradicionais humaniza o aprendizado, pois permite conectar as fórmulas abstratas de ATP às sensações reais de fadiga, elevação térmica e esforço na areia. Sob a ótica profissional, essa prática ensina que prescrever exercícios vai muito além de mensurar repetições: exige compreender profundamente o estresse biológico que cada estímulo impõe ao corpo do aluno, respeitando seus limites individuais enquanto se busca a adaptação fisiológica ideal.
'''2. DESENVOLVIMENTO
2.1 Metodologia e Atividades Realizadas'''
A turma foi dividida em grupos de trabalho para a realização das análises metabólicas, otimizando a coleta de dados frente ao contingente presente. Sob a tutoria constante da docente responsável, os estudantes realizaram e observaram a execução dos seguintes protocolos cinéticos na areia:
▪ '''Sprint (corrida de velocidade):''' deslocamento linear de 20 a 30 metros, utilizando a velocidade máxima individual (intensidade máxima).
▪ '''Circuito funcional:''' execução de múltiplos exercícios combinados com duração controlada de 30 a 60 segundos.
▪ '''Corrida contínua:''' corrida de caráter prolongado com duração de 10 minutos, mantendo um ritmo constante e cadenciado.
▪ '''Isometria:''' exercício de sustentação estática com contração muscular sem alteração no ângulo articular.
▪ '''Atividade recreativa:''' dinâmica coletiva final realizada no terreno arenoso com alternância de estímulos.
Após a execução dos estímulos, os dados foram debatidos intergrupos e sistematicamente organizados em uma matriz analítica contendo: o movimento observado, a duração cronometrada do exercício, a intensidade estimada do esforço, o sistema energético predominante e a respectiva justificativa científica. Para adensar o processo de retenção do conhecimento, a professora disponibilizou materiais complementares via WhatsApp, incluindo gráficos de cinética molecular, imagens, vídeos instrutivos, leituras dirigidas e estudos de caso focados no metabolismo esportivo.
'''Análise Técnica:''' *A escolha da praia como laboratório dinâmico adiciona uma variável técnica crucial: o solo instável da areia fofa, que eleva o custo energético e exige maior recrutamento neuromuscular. Coletar e debater esses dados em grupo humaniza a ciência ao exercitar a empatia profissional. Ao observar o colega que esgota suas reservas em um sprint de 30 metros versus aquele que sustenta o fôlego na corrida de 10 minutos, o futuro profissional aprende a "ler" os sinais corporais de fadiga, decodificando o metabolismo em tempo real através da expressão e do rendimento do outro.
'''Tabela 1. Matriz Analítica de Exercícios Físicos e Sistemas Energéticos Predominantes
| Movimento Observado || Duração || Intensidade || Sistema Energético Predominante || Justificativa Científica e Características da Via |
| Sprint (Corrida de velocidade) || 20 a 30 metros || Máxima / Explosiva || Sistema ATP-CP (Fosfagênio) ||Esforço de altíssima intensidade e curta duração. Utiliza as reservas imediatas |
| Movimento Observado || Duração || Intensidade || Sistema
Energético Predominante || Justificativa Científica e Características da Via |-
| || (poucos segundos) || || || ATP intracelular e fosfocreatina para ressintetizar a energia instantaneamente, sem oxigênio ou acúmulo inicial de lactato.|-
| Circuito Funcional || 30 a 60 segundos || Alta || Sistema Glicolítico (Anaeróbio) || Estímulo que ultrapassa a capacidade de fornecimento do fosfagênio, exigindo a quebra rápida da glicose em piruvato no
citoplasma.
Gera saldo rápido de ATP com formação associada de subprodutos
metabólicos.|-
| Corrida Contínua || 10 minutos || Moderada a Baixa || Sistema Oxidativo (Aeróbio) || Esforço prolongado de intensidade
controlada. O oxigênio atua como aceptor final de elétrons na mitocôndria. Permite a oxidação completa de carboidratos e lipídeos através do Ciclo de Krebs e Cadeia Transportadora.|-
| Isometria (Sustentação) || Variável conforme tolerância || Moderada a Alta (Localizada) || Misto (Glicolítico / ATP-CP) || A compressão mecânica dos vasos devido à contração mantida reduz o fluxo de oxigênio local, forçando o tecido a depender predominantemente de vias anaeróbias para manter a tensão. |
| Atividade Recreativa || Duração final da dinâmica || Intermitente (Variável) || Contínuo Energético (Integrado) || Alternância constante de ritmos, piques e pausas. Demonstra a sobreposição em tempo real das três vias metabólicas atuando conjuntamente para manter a
homeostase.|}'''
Fonte: Dados coletados em atividade prática pelos discentes da UFRPE (2026).
'''2.2 Fundamentação Teórica das Vias Metabólicas'''
A partir das observações práticas e do suporte teórico direcionado pela literatura científica, consolidou-se o entendimento das três principais engrenagens energéticas que sustentam o movimento humano:
'''Sistema ATP-CP (Fosfagênio):''' Caracteriza-se como um sistema de energia imediata, apresentando capacidade máxima de potência mecânica e curtíssima sustentabilidade temporal. É predominantemente ativado em esforços de curtíssima duração e altíssima intensidade. Atua por meio da utilização das reservas basais de ATP já estocadas no sarcoplasma e da quebra da fosfocreatina (CP) para ressintetizar o ATP de forma quase instantânea, operando na ausência de oxigênio (anaeróbio) e sem a produção imediata de lactato.
'''Sistema Glicolítico:''' Possui um tempo de sustentação intermediário, superior ao fosfagênio, embora forneça menor potência de liberação energética. Ocorre integralmente no citoplasma celular através da degradação enzimática da molécula de glicose em piruvato. Esse processo opera de forma independente do oxigênio, consumindo 2 ATPs para a sua ativação estrutural, porém gerando um saldo total de 4 ATPs e 2 moléculas de NADH por unidade de glicose metabolizada.
'''Sistema Oxidativo (Aeróbio):''' Trata-se da via mais complexa e com maior capacidade total de produção bioenergética, caracterizada por durabilidade virtualmente ilimitada e potência reduzida por unidade de tempo. Ocorre estritamente no interior da matriz e cristas mitocôndriais, demandando o oxigênio atmosférico como aceptor final de elétrons. Possui versatilidade para oxidar macronutrientes distintos (carboidratos, proteínas e lipídeos). O processo inicia-se com a descarboxilação e conversão em Acetil-CoA, avança pelo Ciclo de Krebs e culmina na Cadeia Transportadora de Elétrons, gerando um saldo líquido aproximado de 30 a 32 ATPs por molécula de glicose degradada.
*'''Análise Técnica:''' Embora estudadas de forma separada didaticamente, na realidade do movimento humano as três vias operam em um "contínuo energético", sobrepondo-se de maneira fina para garantir a homeostase e a eficiência do gesto motor. Compreender essa engrenagem sob uma perspectiva sensível afasta o treinador do erro metodológico de aplicar treinos padronizados e genéricos. Identificar o limiar exato onde a queima suave de gorduras (via oxidativa) cede espaço à acidose e à ardência muscular do lactato (via glicolítica) capacita o profissional a respeitar o tempo de recuperação biológica de cada indivíduo, tornando a intervenção um processo cientificamente seguro, acolhedor e metabolicamente eficiente.
'''3. CONCLUSÃO E CULMINÂNCIA DO CURSO'''
No dia 10 de junho de 2026, realizou-se a consolidação pedagógica da disciplina, abordando as temáticas avançadas de Oxidações Biológicas, com foco minucioso no funcionamento integrado do Ciclo de Krebs e na fosforilação oxidativa via Cadeia Transportadora de Elétrons. Na oportunidade, estruturou-se um espaço de tutoria acadêmica focado na resolução de dúvidas remanescentes do corpo discente.
Como instrumento avaliativo de encerramento da 2ª Verificação de Aprendizagem (2ª VA) e composição do rendimento semestral, propôs-se uma construção textual coletiva. Esta tarefa visa amalgamar o conhecimento teórico-prático de bioquímica ao desenvolvimento do letramento digital dos estudantes, configurando-os como futuros docentes capazes de produzir e publicar conteúdo acadêmico revisado na plataforma aberta Wikiversidade.
*'''Análise Técnica:''' A transição do esforço físico na praia para a produção científica digital no formato Wikiversidade fecha um ciclo pedagógico completo e profundamente humanizado. Tecnicamente, desafiar os estudantes a traduzir conceitos complexos como a dinâmica mitocondrial ou o ciclo de Krebs para o ambiente virtual molda educadores acessíveis. Essa etapa ensina que o verdadeiro papel do profissional de Educação Física não é reter o conhecimento técnico em uma linguagem hermética ou excludente, mas sim democratizá-lo, transformando a bioquímica em uma ferramenta viva de conscientização que gera saúde, autonomia e bem-estar para toda a comunidade.
'''REFERÊNCIAS'''
HALL, J. E.; HALL, M. E. '''Guyton & Hall: Tratado de Fisiologia Médica.''' 14. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2021.
MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. '''Bioquímica Básica.''' 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2015.
McARDLE, W. D.; KATCH, F. I.; KATCH, V. L. '''Fisiologia do Exercício: Nutrição, Energia e Desempenho Humano.''' 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.
NELSON, D. L.; COX, M. M. '''Princípios de Bioquímica de Lehninger.''' 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019.
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Utilizador:Igor Guilherme Carneiro
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2026-07-12T01:52:10Z
Igor Guilherme Carneiro
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publiquei um pequeno texto com referencias bibliográficas
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== Relato da prática: Sistemas energéticos e vias metabólicas durante o exercício físico ==
O presente trabalho busca explicar de forma detalhada como ocorreu o processo de ensino aprendizagem dos conteúdos de sistemas energéticos e vias metabólicas<ref>BERG, Jeremy M.; TYMOCZKO, John L.; GATTO JUNIOR, Gregory J.; STRYER, Lubert. Bioquímica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.</ref> para a cadeira de bioquímica da turma de licenciatura em Educação Física pela Universidade Federal Rural de Pernambuco.
A atividade prática teve como objetivo compreender a relação entre diferentes modalidades de exercício físico e os sistemas energéticos responsáveis pela produção de ATP, bem como identificar a participação das principais vias metabólicas em esforços de diferentes intensidades e durações. Buscou-se integrar os conhecimentos teóricos de Bioquímica do Exercício com situações práticas, permitindo a análise das respostas fisiológicas do organismo durante a realização das atividades propostas.
A prática foi realizada na praia e consistiu na execução de três exercícios distintos: sprints de curta duração, corrida contínua leve com duração aproximada de 10 minutos e um circuito de burpees realizado de forma contínua.
As práticas ocorreram da seguinte forma: a turma foi dividida em 2 grupos de 6 pessoas, onde 4 dessas pessoas ficaram responsáveis pela prática, uma pessoa para observação e outra para o registro. Os grupos realizaram 4 atividades, sprint, burpees, isometria e corrida de 10 minutos. Em cada uma dessas atividades, os Registradores anotaram os resultados de cada indivíduo. Cada atividade foi planejada para enfatizar um sistema energético específico. Nos sprints, devido à elevada intensidade e curta duração, predominou o sistema ATP-CP (fosfagênio), responsável pela rápida ressíntese de ATP. Na corrida contínua, o principal sistema energético utilizado foi o oxidativo (aeróbio), no qual a produção de ATP ocorre principalmente pela oxidação de carboidratos e lipídios. Já durante a execução contínua dos burpees, predominou a glicólise anaeróbia, caracterizada pela rápida produção de ATP e pelo aumento da concentração de lactato e íons hidrogênio, fatores associados ao surgimento da fadiga muscular.
Na semana seguinte, em sala de aula, foi realizada a análise dos dados obtidos durante a prática. As informações coletadas foram discutidas coletivamente, relacionando a intensidade e a duração de cada exercício com o sistema energético predominante e as respostas fisiológicas observadas<ref>POWERS, Scott K.; HOWLEY, Edward T. Fisiologia do Exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. 10. ed. Barueri: Manole, 2021.</ref>. Essa etapa possibilitou compreender que os sistemas energéticos atuam de forma integrada, variando sua participação conforme a demanda metabólica imposta pelo exercício, além de reforçar a importância da ressíntese contínua de ATP para a manutenção da contração muscular.
Segue abaixo uma tabela das atividades realizadas na praia e sua relação com os sistemas energéticos aprendidos em sala de aula:
{| class="wikitable"
|Movimento Observado
|Duração
|Intensidade
|Sistema energético predominante
|Justificativa para a escolha do tipo de sistema predominante
|-
|Sprint
|6,25 seg
|alta
|Sistema fosfato anaeróbio
|Um ''sprint'' exige o máximo de força no menor tempo possível e esse sistema recruta substratos energéticos de rápida mobilização, atendendo à demanda imediata e explosiva que o ''sprint'' necessita
|-
|Corrida de 10 min
|10 min
|leve
|Sistema Oxidativo aeróbio
|Este sistema é o mais eficiente para sustentar exercícios de média a longa duração porque produz mais ATP e gera menos fadiga que sistemas anaeróbios
|-
|burpee
|30 a 60 seg
|alta
|Sistema lático glicolítico
|Esse sistema predomina logo após os estoques de fosfocreatina despencarem, então os muúsculos passam a depender mais da glicólise anaerobia. A glicóse ou o glicogênio msucular são degradados para a produção rápida de ATP
|-
|isometria
|0 a 2 min
|Moderada
|Sistema lático glicolítico
|o tempo de esforço coincide com o limite máximo dessa via. Além disso, a contração isométrica contínua gera oclusão vascular, impedindo a entrada de oxigênio e anulando a predominância do sistema aeróbio. A falha total ocorre devido à acidose intramuscular que inibe as enzimas e interrompe a contração
|}
O estudo das vias metabólicas foi desenvolvido por meio de diferentes estratégias pedagógicas. Inicialmente, foram utilizados vídeos explicativos abordando os processos bioquímicos envolvidos na produção de energia durante o exercício. Em seguida, foram elaboradas tabelas comparativas contendo as principais características das vias ATP-CP, glicolítica anaeróbia e oxidativa, destacando seus substratos, produtos finais, duração, potência e capacidade. Também foi realizada uma breve exposição dialogada sobre o funcionamento dessas vias, complementada pela análise de gráficos disponibilizados via WhatsApp, que ilustravam a predominância dos sistemas energéticos em diferentes intensidades e tempos de esforço. Por fim, realizou-se a resolução de estudos de caso, permitindo a aplicação dos conhecimentos teóricos na interpretação de situações relacionadas ao desempenho físico, à fadiga muscular e às adaptações metabólicas decorrentes do exercício.
Aplicamos os conhecimentos obtidos na resolução de um estudo de caso fictício disponibilizado em sala de aula, em que uma personagem chamada Ana realizava diferentes tabelas ao longo do dia, e, ao relacionarmos os conteúdos de vias metabólicas e sistemas energéticos, Chegamos à seguinte conclusão:
'''Piscar os olhos''' '''-''' É uma atividade sustentada principalmente pelo sistema energético oxidativo (aeróbio), embora possamos dizer que cada piscada individual utilize o ATP imediatamente disponível na fibra muscular, o ato de piscar envolve a contração dos músculos dos olhos de forma intermitente, ou seja, para fechar as pálpebras e reabri-las cada contração consome ATP, que é hidrolisado durante o ciclo de contração muscular.
'''Segurar o bebê''' '''-''' Quando Ana segura o bebê no colo por cerca de 5 minutos, ocorre uma contração isométrica, necessitando que Ana faça um grande esforço ao manter os braços no pico de contração, por isso há uma participação mais significativa do sistema lático glicolítico, pois a isometria requer uma constante contração muscular, o que comprime os vasos sanguíneos e diminui o fluxo de oxigênio para os músculos, acarretando numa participação da glicólise anaeróbia aumentada.
'''Caminhar pelo shopping por 1h30 -''' É uma atividade de baixa intensidade e longa duração, ou seja, a demanda energética é moderada, fazendo com que o sistema vascular consiga suprir os músculos com o oxigênio necessário, o que enfatiza o uso do sistema oxidativo aeróbio
'''Sobre a afirmação do colega de Ana -''' O colega afirma que Ana utiliza predominantemente o mesmo sistema para tudo, e esta afirmação está incorreta, pois os sistemas nunca trabalham de maneira isolada, mas de maneira alternativa, alternando-se na oferta energética a depender da demanda do indivíduo. No caso de Ana, ela realizou diferentes atividades com diferentes intensidades ao longo do dia, o que sugere uma colaboração combinada de todos os sistemas energéticos do corpo humano. Portanto, ao entender que os sistemas de fosfagênio, glicolítico e oxidativo são ativados simultaneamente ao início de qualquer movimento, e que a contribuição de cada sistema muda a depender da exigência física de cada movimento, é correto afirmar que o colega de Ana está errado.
Referências
BERG, Jeremy M.; TYMOCZKO, John L.; GATTO JUNIOR, Gregory J.; STRYER, Lubert. Bioquímica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
POWERS, Scott K.; HOWLEY, Edward T. Fisiologia do Exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. 10. ed. Barueri: Manole, 2021.
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2026-07-12T01:53:22Z
Igor Guilherme Carneiro
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/* Relato da prática: Sistemas energéticos e vias metabólicas durante o exercício físico */ retirei as referencias bibliográficas do texto corrido, visto que a própria página as disponibiliza na versão final.
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== Relato da prática: Sistemas energéticos e vias metabólicas durante o exercício físico ==
O presente trabalho busca explicar de forma detalhada como ocorreu o processo de ensino aprendizagem dos conteúdos de sistemas energéticos e vias metabólicas<ref>BERG, Jeremy M.; TYMOCZKO, John L.; GATTO JUNIOR, Gregory J.; STRYER, Lubert. Bioquímica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.</ref> para a cadeira de bioquímica da turma de licenciatura em Educação Física pela Universidade Federal Rural de Pernambuco.
A atividade prática teve como objetivo compreender a relação entre diferentes modalidades de exercício físico e os sistemas energéticos responsáveis pela produção de ATP, bem como identificar a participação das principais vias metabólicas em esforços de diferentes intensidades e durações. Buscou-se integrar os conhecimentos teóricos de Bioquímica do Exercício com situações práticas, permitindo a análise das respostas fisiológicas do organismo durante a realização das atividades propostas.
A prática foi realizada na praia e consistiu na execução de três exercícios distintos: sprints de curta duração, corrida contínua leve com duração aproximada de 10 minutos e um circuito de burpees realizado de forma contínua.
As práticas ocorreram da seguinte forma: a turma foi dividida em 2 grupos de 6 pessoas, onde 4 dessas pessoas ficaram responsáveis pela prática, uma pessoa para observação e outra para o registro. Os grupos realizaram 4 atividades, sprint, burpees, isometria e corrida de 10 minutos. Em cada uma dessas atividades, os Registradores anotaram os resultados de cada indivíduo. Cada atividade foi planejada para enfatizar um sistema energético específico. Nos sprints, devido à elevada intensidade e curta duração, predominou o sistema ATP-CP (fosfagênio), responsável pela rápida ressíntese de ATP. Na corrida contínua, o principal sistema energético utilizado foi o oxidativo (aeróbio), no qual a produção de ATP ocorre principalmente pela oxidação de carboidratos e lipídios. Já durante a execução contínua dos burpees, predominou a glicólise anaeróbia, caracterizada pela rápida produção de ATP e pelo aumento da concentração de lactato e íons hidrogênio, fatores associados ao surgimento da fadiga muscular.
Na semana seguinte, em sala de aula, foi realizada a análise dos dados obtidos durante a prática. As informações coletadas foram discutidas coletivamente, relacionando a intensidade e a duração de cada exercício com o sistema energético predominante e as respostas fisiológicas observadas<ref>POWERS, Scott K.; HOWLEY, Edward T. Fisiologia do Exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. 10. ed. Barueri: Manole, 2021.</ref>. Essa etapa possibilitou compreender que os sistemas energéticos atuam de forma integrada, variando sua participação conforme a demanda metabólica imposta pelo exercício, além de reforçar a importância da ressíntese contínua de ATP para a manutenção da contração muscular.
Segue abaixo uma tabela das atividades realizadas na praia e sua relação com os sistemas energéticos aprendidos em sala de aula:
{| class="wikitable"
|Movimento Observado
|Duração
|Intensidade
|Sistema energético predominante
|Justificativa para a escolha do tipo de sistema predominante
|-
|Sprint
|6,25 seg
|alta
|Sistema fosfato anaeróbio
|Um ''sprint'' exige o máximo de força no menor tempo possível e esse sistema recruta substratos energéticos de rápida mobilização, atendendo à demanda imediata e explosiva que o ''sprint'' necessita
|-
|Corrida de 10 min
|10 min
|leve
|Sistema Oxidativo aeróbio
|Este sistema é o mais eficiente para sustentar exercícios de média a longa duração porque produz mais ATP e gera menos fadiga que sistemas anaeróbios
|-
|burpee
|30 a 60 seg
|alta
|Sistema lático glicolítico
|Esse sistema predomina logo após os estoques de fosfocreatina despencarem, então os muúsculos passam a depender mais da glicólise anaerobia. A glicóse ou o glicogênio msucular são degradados para a produção rápida de ATP
|-
|isometria
|0 a 2 min
|Moderada
|Sistema lático glicolítico
|o tempo de esforço coincide com o limite máximo dessa via. Além disso, a contração isométrica contínua gera oclusão vascular, impedindo a entrada de oxigênio e anulando a predominância do sistema aeróbio. A falha total ocorre devido à acidose intramuscular que inibe as enzimas e interrompe a contração
|}
O estudo das vias metabólicas foi desenvolvido por meio de diferentes estratégias pedagógicas. Inicialmente, foram utilizados vídeos explicativos abordando os processos bioquímicos envolvidos na produção de energia durante o exercício. Em seguida, foram elaboradas tabelas comparativas contendo as principais características das vias ATP-CP, glicolítica anaeróbia e oxidativa, destacando seus substratos, produtos finais, duração, potência e capacidade. Também foi realizada uma breve exposição dialogada sobre o funcionamento dessas vias, complementada pela análise de gráficos disponibilizados via WhatsApp, que ilustravam a predominância dos sistemas energéticos em diferentes intensidades e tempos de esforço. Por fim, realizou-se a resolução de estudos de caso, permitindo a aplicação dos conhecimentos teóricos na interpretação de situações relacionadas ao desempenho físico, à fadiga muscular e às adaptações metabólicas decorrentes do exercício.
Aplicamos os conhecimentos obtidos na resolução de um estudo de caso fictício disponibilizado em sala de aula, em que uma personagem chamada Ana realizava diferentes tabelas ao longo do dia, e, ao relacionarmos os conteúdos de vias metabólicas e sistemas energéticos, Chegamos à seguinte conclusão:
'''Piscar os olhos''' '''-''' É uma atividade sustentada principalmente pelo sistema energético oxidativo (aeróbio), embora possamos dizer que cada piscada individual utilize o ATP imediatamente disponível na fibra muscular, o ato de piscar envolve a contração dos músculos dos olhos de forma intermitente, ou seja, para fechar as pálpebras e reabri-las cada contração consome ATP, que é hidrolisado durante o ciclo de contração muscular.
'''Segurar o bebê''' '''-''' Quando Ana segura o bebê no colo por cerca de 5 minutos, ocorre uma contração isométrica, necessitando que Ana faça um grande esforço ao manter os braços no pico de contração, por isso há uma participação mais significativa do sistema lático glicolítico, pois a isometria requer uma constante contração muscular, o que comprime os vasos sanguíneos e diminui o fluxo de oxigênio para os músculos, acarretando numa participação da glicólise anaeróbia aumentada.
'''Caminhar pelo shopping por 1h30 -''' É uma atividade de baixa intensidade e longa duração, ou seja, a demanda energética é moderada, fazendo com que o sistema vascular consiga suprir os músculos com o oxigênio necessário, o que enfatiza o uso do sistema oxidativo aeróbio
'''Sobre a afirmação do colega de Ana -''' O colega afirma que Ana utiliza predominantemente o mesmo sistema para tudo, e esta afirmação está incorreta, pois os sistemas nunca trabalham de maneira isolada, mas de maneira alternativa, alternando-se na oferta energética a depender da demanda do indivíduo. No caso de Ana, ela realizou diferentes atividades com diferentes intensidades ao longo do dia, o que sugere uma colaboração combinada de todos os sistemas energéticos do corpo humano. Portanto, ao entender que os sistemas de fosfagênio, glicolítico e oxidativo são ativados simultaneamente ao início de qualquer movimento, e que a contribuição de cada sistema muda a depender da exigência física de cada movimento, é correto afirmar que o colega de Ana está errado.
Referências
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2026-07-12T02:18:33Z
Igor Guilherme Carneiro
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/* Relato da prática: Sistemas energéticos e vias metabólicas durante o exercício físico */ adicionei mais descrições sobre os sistemas e vias
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== Relato da prática: Sistemas energéticos e vias metabólicas durante o exercício físico ==
O presente trabalho busca explicar de forma detalhada como ocorreu o processo de ensino aprendizagem dos conteúdos de sistemas energéticos e vias metabólicas<ref>BERG, Jeremy M.; TYMOCZKO, John L.; GATTO JUNIOR, Gregory J.; STRYER, Lubert. Bioquímica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.</ref> para a cadeira de bioquímica da turma de licenciatura em Educação Física pela Universidade Federal Rural de Pernambuco.
A atividade prática teve como objetivo compreender a relação entre diferentes modalidades de exercício físico e os sistemas energéticos responsáveis pela produção de ATP, bem como identificar a participação das principais vias metabólicas em esforços de diferentes intensidades e durações. Buscou-se integrar os conhecimentos teóricos de Bioquímica do Exercício com situações práticas, permitindo a análise das respostas fisiológicas do organismo durante a realização das atividades propostas.
A prática foi realizada na praia e consistiu na execução de três exercícios distintos: sprints de curta duração, corrida contínua leve com duração aproximada de 10 minutos e um circuito de burpees realizado de forma contínua.
As práticas ocorreram da seguinte forma: a turma foi dividida em 2 grupos de 6 pessoas, onde 4 dessas pessoas ficaram responsáveis pela prática, uma pessoa para observação e outra para o registro. Os grupos realizaram 4 atividades, sprint, burpees, isometria e corrida de 10 minutos. Em cada uma dessas atividades, os Registradores anotaram os resultados de cada indivíduo. Cada atividade foi planejada para enfatizar um sistema energético específico. Nos sprints, devido à elevada intensidade e curta duração, predominou o sistema ATP-CP (fosfagênio), responsável pela rápida ressíntese de ATP. Na corrida contínua, o principal sistema energético utilizado foi o oxidativo (aeróbio), no qual a produção de ATP ocorre principalmente pela oxidação de carboidratos e lipídios. Já durante a execução contínua dos burpees, predominou a glicólise anaeróbia, caracterizada pela rápida produção de ATP e pelo aumento da concentração de lactato e íons hidrogênio, fatores associados ao surgimento da fadiga muscular.
Na semana seguinte, em sala de aula, foi realizada, após uma aula expositiva que contou com a utilização de gráficos e vídeos, a análise dos dados obtidos durante a prática. As informações coletadas foram discutidas coletivamente, relacionando a intensidade e a duração de cada exercício com o sistema energético predominante e as respostas fisiológicas observadas<ref>POWERS, Scott K.; HOWLEY, Edward T. Fisiologia do Exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. 10. ed. Barueri: Manole, 2021.</ref>. Essa etapa possibilitou compreender que os sistemas energéticos atuam de forma integrada, variando sua participação conforme a demanda metabólica imposta pelo exercício, além de reforçar a importância da ressíntese contínua de ATP para a manutenção da contração muscular.
'''Sistemas energéticos'''
Podemos dizer que os sistemas energéticos e as vias metabólicas são fundamentais para a manutenção das funções do organismo e para a realização de qualquer atividade física, e para fins didáticos vamos listá-los em ordem numérica crescente.
O primeiro sistema, chamado de '''sistema fosfagênio alático''' conta com as reservas de ATP-CP (adenosina trifosfato) como principal fonte de energia para a contração muscular, como estas reservas são limitadas, o corpo utiliza diferentes mecanismos para ressintetizá-lo continuamente.
Dependendo da intensidade e da duração do exercício, ocorre maior participação segundo sistema, chamado '''sistema''' '''glicolítico anaeróbio''' Neste sistema, a glicose proveniente do sangue ou o glicogênio armazenado nos músculos é degradado por meio da glicólise para produzir ATP rapidamente, sem depender diretamente da presença de oxigênio.
O terceiro sistema é chamado de '''sistema oxidativo (aeróbio)'''.O sistema oxidativo, ou aeróbio, é predominante em exercícios de baixa e moderada intensidade e longa duração, como caminhadas, corridas contínuas e ciclismo. Esse sistema utiliza oxigênio para oxidar carboidratos, lipídios e, em situações específicas, proteínas, produzindo grandes quantidades de ATP. que atuam de forma integrada para suprir a demanda energética.
'''Vias metabólicas'''
As vias metabólicas correspondem ao conjunto de reações químicas responsáveis pela produção, armazenamento e utilização de energia. Entre as principais estão a glicólise, a glicogênese, a glicogenólise, a gliconeogênese e o ciclo de Krebs, que participam da degradação ou síntese de moléculas energéticas, garantindo o fornecimento contínuo de ATP às células. O conhecimento dessas vias é essencial para compreender como o organismo responde ao exercício físico, adapta-se ao treinamento e mantém a homeostase durante diferentes condições fisiológicas.
A '''glicólise''' é uma via metabólica responsável pela degradação da glicose para a produção de energia, sendo a primeira etapa do metabolismo dos carboidratos. Esse processo ocorre no citoplasma de todas as células do organismo e pode acontecer tanto na presença quanto na ausência de oxigênio. Durante a glicólise, uma molécula de glicose é convertida em duas moléculas de piruvato, com produção líquida de duas moléculas de ATP e duas moléculas de NADH.
A '''glicogênese''' é a via responsável pelo armazenamento da glicose na forma de glicogênio, principalmente no fígado e nos músculos. Esse processo ocorre após as refeições, quando há maior disponibilidade de glicose circulante, funcionando como uma importante reserva energética. O glicogênio hepático contribui para a manutenção da glicemia entre as refeições, enquanto o glicogênio muscular é utilizado como fonte de energia durante a contração muscular.
Em oposição à glicogênese, a '''glicogenólise''' consiste na degradação do glicogênio armazenado para disponibilizar glicose ao organismo. No fígado, a glicose liberada pode ser lançada na corrente sanguínea para manter a glicemia. Já no músculo, o glicogênio é convertido em glicose-6-fosfato e utilizado diretamente na glicólise para produção de ATP, suprindo as necessidades energéticas da própria fibra muscular durante o exercício.
A '''gliconeogênese''' é a via responsável pela síntese de glicose a partir de compostos que não são carboidratos, como lactato, glicerol e aminoácidos glicogênicos. Esse processo ocorre principalmente no fígado e, em menor grau, nos rins, sendo fundamental durante períodos prolongados de jejum ou exercícios de longa duração, quando as reservas de glicogênio estão reduzidas. Sua principal função é manter a concentração de glicose no sangue e garantir o fornecimento energético para tecidos dependentes desse substrato, como o cérebro e as hemácias.
O '''ciclo de Krebs''', também conhecido como ciclo do ácido cítrico, ocorre na matriz mitocondrial e representa uma etapa central do metabolismo aeróbio. Sua principal função não é produzir grandes quantidades de ATP diretamente, mas promover a oxidação completa do acetil-CoA, gerando as coenzimas reduzidas NADH e FADH₂. Essas moléculas transportam elétrons para a cadeia transportadora de elétrons, localizada na membrana interna da mitocôndria, onde ocorre a fosforilação oxidativa. Esse processo é responsável pela maior parte do ATP produzido pelas células durante o metabolismo aeróbio, sendo indispensável para a manutenção da contração muscular em exercícios de média e longa duração.
Dessa forma, seria correto afirmar que os sistemas energéticos e as vias metabólicas atuam de maneira integrada para garantir o fornecimento contínuo de ATP, permitindo que o organismo responda adequadamente às diferentes demandas energéticas impostas pelas atividades físicas. A predominância de cada sistema depende da intensidade, da duração do exercício e da disponibilidade de substratos energéticos e oxigênio, demonstrando a complexidade e a eficiência do metabolismo humano.
Segue abaixo uma tabela das atividades realizadas na praia e sua relação com os sistemas energéticos aprendidos em sala de aula:
{| class="wikitable"
|Movimento Observado
|Duração
|Intensidade
|Sistema energético predominante
|Justificativa para a escolha do tipo de sistema predominante
|-
|Sprint
|6,25 seg
|alta
|Sistema fosfato anaeróbio
|Um ''sprint'' exige o máximo de força no menor tempo possível e esse sistema recruta substratos energéticos de rápida mobilização, atendendo à demanda imediata e explosiva que o ''sprint'' necessita
|-
|Corrida de 10 min
|10 min
|leve
|Sistema Oxidativo aeróbio
|Este sistema é o mais eficiente para sustentar exercícios de média a longa duração porque produz mais ATP e gera menos fadiga que sistemas anaeróbios
|-
|burpee
|30 a 60 seg
|alta
|Sistema lático glicolítico
|Esse sistema predomina logo após os estoques de fosfocreatina despencarem, então os muúsculos passam a depender mais da glicólise anaerobia. A glicóse ou o glicogênio msucular são degradados para a produção rápida de ATP
|-
|isometria
|0 a 2 min
|Moderada
|Sistema lático glicolítico
|o tempo de esforço coincide com o limite máximo dessa via. Além disso, a contração isométrica contínua gera oclusão vascular, impedindo a entrada de oxigênio e anulando a predominância do sistema aeróbio. A falha total ocorre devido à acidose intramuscular que inibe as enzimas e interrompe a contração
|}
O estudo das vias metabólicas foi desenvolvido por meio de diferentes estratégias pedagógicas. Inicialmente, foram utilizados vídeos explicativos abordando os processos bioquímicos envolvidos na produção de energia durante o exercício. Em seguida, foram elaboradas tabelas comparativas contendo as principais características das vias ATP-CP, glicolítica anaeróbia e oxidativa, destacando seus substratos, produtos finais, duração, potência e capacidade. Também foi realizada uma breve exposição dialogada sobre o funcionamento dessas vias, complementada pela análise de gráficos disponibilizados via WhatsApp, que ilustravam a predominância dos sistemas energéticos em diferentes intensidades e tempos de esforço. Por fim, realizou-se a resolução de estudos de caso, permitindo a aplicação dos conhecimentos teóricos na interpretação de situações relacionadas ao desempenho físico, à fadiga muscular e às adaptações metabólicas decorrentes do exercício.
Aplicamos os conhecimentos obtidos na resolução de um estudo de caso fictício disponibilizado em sala de aula, em que uma personagem chamada Ana realizava diferentes tabelas ao longo do dia, e, ao relacionarmos os conteúdos de vias metabólicas e sistemas energéticos, Chegamos à seguinte conclusão:
'''Piscar os olhos''' '''-''' É uma atividade sustentada principalmente pelo sistema energético oxidativo (aeróbio), embora possamos dizer que cada piscada individual utilize o ATP imediatamente disponível na fibra muscular, o ato de piscar envolve a contração dos músculos dos olhos de forma intermitente, ou seja, para fechar as pálpebras e reabri-las cada contração consome ATP, que é hidrolisado durante o ciclo de contração muscular.
'''Segurar o bebê''' '''-''' Quando Ana segura o bebê no colo por cerca de 5 minutos, ocorre uma contração isométrica, necessitando que Ana faça um grande esforço ao manter os braços no pico de contração, por isso há uma participação mais significativa do sistema lático glicolítico, pois a isometria requer uma constante contração muscular, o que comprime os vasos sanguíneos e diminui o fluxo de oxigênio para os músculos, acarretando numa participação da glicólise anaeróbia aumentada.
'''Caminhar pelo shopping por 1h30 -''' É uma atividade de baixa intensidade e longa duração, ou seja, a demanda energética é moderada, fazendo com que o sistema vascular consiga suprir os músculos com o oxigênio necessário, o que enfatiza o uso do sistema oxidativo aeróbio
'''Sobre a afirmação do colega de Ana -''' O colega afirma que Ana utiliza predominantemente o mesmo sistema para tudo, e esta afirmação está incorreta, pois os sistemas nunca trabalham de maneira isolada, mas de maneira alternativa, alternando-se na oferta energética a depender da demanda do indivíduo. No caso de Ana, ela realizou diferentes atividades com diferentes intensidades ao longo do dia, o que sugere uma colaboração combinada de todos os sistemas energéticos do corpo humano. Portanto, ao entender que os sistemas de fosfagênio, glicolítico e oxidativo são ativados simultaneamente ao início de qualquer movimento, e que a contribuição de cada sistema muda a depender da exigência física de cada movimento, é correto afirmar que o colega de Ana está errado.
Referências
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