Wikiversidade ptwikiversity https://pt.wikiversity.org/wiki/P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.47.0-wmf.10 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikiversidade Wikiversidade Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Evento Evento Discussão Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Atividade/Sabrina Jesus 0 33732 184308 184296 2026-07-13T00:38:00Z Sabrina Jesus 41857 /* Próximos passos */ 184308 wikitext text/x-wiki __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 3 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Entrevistar pesquisadores faz parte do cotidiano do jornalismo científico e costuma exigir preparo. Quem entrevista precisa compreender minimamente o tema estudado pelo cientista e, ao mesmo tempo, apresentar esse conteúdo de forma clara para o público. Nesta tarefa, você vai conversar com um pesquisador ou pesquisadora sobre ética na ciência, tomando como ponto de partida o próprio trabalho da pessoa entrevistada. O objetivo é perceber como as questões éticas aparecem na prática científica e como cada pesquisador lida com elas no dia a dia. === 1. Antes da entrevista === ==== Escolha da pessoa entrevistada ==== Você pode convidar qualquer pesquisador que desenvolva estudos científicos em alguma área do conhecimento. O importante é que você consiga conversar sobre episódios, situações ou decisões do campo de atuação dela que envolvam questões éticas. ==== Pesquisa prévia ==== Pesquise o nome da pessoa no Google Acadêmico ou outros repositórios científicos. Leia ao menos dois textos produzidos por ela. Você não precisa dominar o assunto, mas precisa entender o suficiente para formular perguntas pertinentes. ==== Organização de informações básicas ==== Anote as linhas de pesquisa, a formação do pesquisador e os temas principais que é pesquisador. Isso ajuda você a construir perguntas melhores. === 2. Roteiro de perguntas === O roteiro precisa ajudar a conduzir a conversa de maneira clara. Mesmo que você nunca tenha feito uma entrevista, seguir [https://www.observatoriodaimprensa.com.br/imprensa-em-questao/_ed755_um_guia_para_aprimorar_a_arte_da_entrevista/ '''este guia'''] torna o processo mais simples. ==== Quantidade ==== Prepare entre 6 e 10 perguntas. Isso é suficiente para preencher até '''7 minutos''' de entrevista sem atropelos. ==== Como começar ==== As primeiras perguntas devem servir para aquecer a conversa e situar o público no tema. Mesmo sendo uma entrevista focada em ética, é importante que o ouvinte entenda antes o que o pesquisador faz. Exemplos de perguntas/questões iniciais * Como você descreveria seu campo de pesquisa para alguém que não é da área? * O que levou você a estudar esse tema? * Que tipo de problema científico ou social seu trabalho tenta compreender? ==== Introdução ao tema ético ==== Depois que a base está clara, a entrevista pode entrar diretamente nas questões éticas do trabalho da pessoa. Aqui está o núcleo da atividade. Exemplos de perguntas que levam à ética na ciência de forma aplicada. * No seu campo, que situações costumam exigir cuidado ético? * Você já precisou tomar uma decisão difícil relacionada ao uso de dados, ao cuidado com participantes ou ao impacto da pesquisa? * O que costuma gerar conflito ou dúvida ética entre pesquisadores da sua área? * Como você enxerga a responsabilidade do pesquisador diante dos efeitos que a pesquisa pode ter fora da universidade? ==== Evite perguntas vagas ==== Perguntas vagas fazem a entrevista ficar superficial. São aquelas que não dizem claramente o que você quer abordar. Exemplos de perguntas e questões vagas que devem ser evitadas. * Fale um pouco sobre ética * Ética é importante? * Você já teve algum problema no seu trabalho? * O que você acha da ciência hoje em dia? Essas perguntas não indicam direção nenhuma e deixam a pessoa entrevistada sem saber onde focar. Sempre torne a pergunta concreta e situada no campo de trabalho dela. ==== Dicas para formular boas perguntas ==== * Pergunte sobre situações, decisões e experiências, não sobre opiniões genéricas * Mantenha o foco em ética aplicada: como a pessoa lida com problemas reais * Evite perguntas que possam ser respondidas com sim ou não === 3. Preparação da gravação === * A entrevista deve ter no máximo 7 minutos. * Escolha um local silencioso. * Teste a qualidade do áudio antes. * Caso grave vídeo, cuide da iluminação. * Avise a pessoa entrevistada que o conteúdo será publicado com licença livre no Wikimedia Commons. === 4. Termo de cessão === * Envie o modelo de [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Termo|termo fornecido no curso.]] * O termo precisa estar assinado antes da gravação. * Guarde o PDF assinado. Ele será entregue junto com a atividade na Wikiversidade. === 5. Gravação === * Use o roteiro, mas permita pequenas adaptações durante a conversa. * Mantenha ritmo claro e objetivo. === 6. Edição === * Remova pausas longas ou trechos desnecessários. * Ajuste o volume, se necessário. * Inclua uma vinheta simples com título da entrevista e nome da pessoa entrevistada. === 7. Transcrição === * Transcreva toda a fala, incluindo as perguntas. * Indique quem fala em cada parte. * Revise a ortografia === 8. Upload no Wikimedia Commons === Esta etapa costuma gerar muitos erros. Siga exatamente o passo a passo. * Verifique se está logado. Você pode acessar o Wikimedia Commons com seu login do wikiversidade * Envio do arquivo: Use o botão Enviar arquivo. * Formatos aceitos ** Vídeo: WebM ou OGV. Se gravou em MP4, converta para WebM. ** Áudio: WAV, FLAC, MP3, OGG. * Preenchimento das informações ** Título claro. ** Descrição com nome da pessoa entrevistada, tema da conversa e data. ** Licença: CC BY-SA 4.0. * Categoria obrigatória da atividade: Para padronizar e facilitar a organização, todos os alunos devem usar a mesma categoria. Categoria padrão '''Entrevistas Jornalismo Científico Módulo 3'''. Você pode adicionar outras categorias relacionadas ao tema da entrevista, mas esta precisa estar presente. * Finalize o envio e copie o link do arquivo publicado. === 9. Inserção na sua página da Wikiversidade === Você não vai subir tudo no Commons. Só o áudio ou vídeo. O resto fica na sua página da atividade. Inclua na página: * Link do arquivo no Wikimedia Commons * Transcrição completa * Roteiro utilizado * PDF do termo de cessão O maneira de como fazer esses passos pode ser visto/ouvido no vídeo tutorial </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Nome de usuário(a) == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> Sabrina Jesus <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Transcrição == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Nesta seção, você deverá publicar a transcrição da entrevista realizada. Esteja logado. Também dê acesso ao termo de cessão de direitos assinado, numa pasta de acesso restrito, mas liberada para o email comunicacao{{@}}numec.prp.usp.br </div> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> '''Entrevista-Dra-Keisyanne-Moura''' '''Sabrina: Olá pessoal, eu sou a Sabrina Jesus, estudante do curso de Jornalismo Científico, parceria da FAPESP com a Wikiversidade, e hoje eu vou entrevistar a doutora, pesquisadora e professora da USP, Kayseri Moura. A Kayseri tem um trabalho voltado para a intersecção entre epidemiologia, saúde pública e machine learning, que é o nome mais técnico para a inteligência artificial. O trabalho dela que teve maior visibilidade é o SAYCARE, que foi um trabalho com predição de doenças cardiovasculares em crianças e adolescentes.''' '''Esse estudo foi publicado recentemente na revista Então, queria te agradecer, Keisy, por ter aceitado esse convite.''' '''Keisyanne: Olá, boa tarde, Sabrina. Eu que agradeço estar aqui e poder contribuir um pouco com a sua pesquisa, com seu trabalho.''' '''Sabrina: Muito obrigada, Kayseri. Então, a primeira pergunta que eu queria fazer para você é como você descreveria o seu campo de pesquisa para alguém assim que não é da área, especialmente considerando essa intersecção entre epidemiologia e inteligência artificial?''' '''Keisyanne: Então, eu diria que o meu campo busca entender padrões de saúde e doenças na população. A epidemiologia ajuda a identificar quais fatores, por exemplo, aumentam ou reduzem riscos e, já quando a gente fala em inteligência artificial, ela entra como uma ferramenta para analisar grandes, por exemplo, grandes volumes de dados, reconhecer padrões que muitas vezes nós não poderíamos perceber pelos métodos tradicionais.''' '''E, no meu caso, eu uso essas abordagens para estudar, especialmente, como você falou no início, doenças crônicas e fatores de risco na população pediátrica, tanto na infância como na adolescência.''' '''Sabrina: Certo. Um dos seus projetos de pesquisa, que é esse que você acabou de comentar, ele aborda a saúde cardiovascular de crianças e adolescentes, mas o que que te motivou essa escolha, esse tipo de investigação e, especificamente, esse recorte dentro da saúde pública?''' '''Keisyanne: Então, a principal motivação é que muitos fatores de risco cardiovascular, eles acontecem muito cedo na vida, né? Mesmo que a doença só apareça na vida adulta, mas ali, na primeira infância, muitas das vezes eles já estão presentes.''' '''Por exemplo, a pressão arterial elevada, obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada e sono insuficiente, eles já podem estar ali na primeira infância. Então, estudar crianças e adolescentes me permite, por exemplo, pensar em prevenção mais cedo, né? Antes que esses problemas se consolidem na vida adulta, por exemplo. E o SAYCARE, o estudo, a gente trabalhou justamente isso.''' '''Ele foi um estudo multicêntrico, realizado em sete países da América Latina e, aqui no Brasil, ele foi feito em São Paulo e em Teresina e Fortaleza. Então, ele permitiu que a gente abordasse e estudasse essa população pediátrica.''' '''Sabrina: Sim. No seu trabalho, que tipo de problema científico ou social você busca compreender com o uso dessas grandes bases de dados e modelos preditivos?''' '''Keisyanne: Então, eu busco, principalmente, compreender como fatores, por exemplo, sociais, ambientais e comportamentais, eles se combinam para influenciar o risco do adoecimento. Por exemplo, eu não olho apenas para uma variável, digamos assim, uma variável isolada, como atividade física ou alimentação, mas a gente costuma olhar para o conjunto, por exemplo, condições de vida, a escola, o ambiente, o sono, comportamento sedentar, indicadores clínicos. Então, assim, os modelos preditivos, eles vão ajudar a identificar justamente quais grupos são mais vulneráveis e podem também apoiar estratégias de prevenção em saúde pública.''' '''Sabrina: Sim. No seu campo de atuação, quais situações envolvendo, especialmente, crianças e adolescentes, costumam exigir uma maior atenção ética na hora da coleta de dados e no uso desses dados?''' '''Keisyanne: Então, quando a gente fala de população pediátrica, quando a gente fala na infância e adolescência, nós estamos falando de uma população vulnerável e que exige ética especial para essa população vulnerável. É fundamental iniciar, garantir que haja o consentimento dos responsáveis, quando a gente trabalha com essa população, haja o assentimento da criança, não apenas o consentimento dos responsáveis, mas que a criança também tenha esse assentimento, ou adolescente, quando possível.''' '''Também a gente precisa ter um cuidado com a proteção da privacidade, cuidado com as informações sensíveis, como dados de saúde, peso, pressão arterial, histórico familiar e, até mesmo, condições sociais. Então, também é importante a gente evitar qualquer forma de exposição, estigmatização ou uso dos dados de maneira que possa prejudicar esses grupos. Tanto é que a gente nem fotografia dessa população, a gente pode tirar e, por exemplo, utilizar no trabalho sem permissão nem dos responsáveis, nem da criança.''' '''Sabrina: Sim. Eu queria saber agora, Keisy, porque a gente sabe que utilizar esses dados envolvem essas questões éticas, mas treinar o modelo também envolve questões éticas e o profissional que vai fazer isso, esse processamento de dados, ele tem que ter certo cuidado. Então, nesse sentido, quais problemas você encontra hoje nesses modelos de machine learning, nesses dados de preconceitos, de vieses que podem surgir a partir desses dados? E como que esse profissional deve ter esse cuidado para não reproduzir esses preconceitos na análise dele?''' '''Keisyanne: Então, é um ponto importante porque os dilemas aparecem em várias etapas, né? Primeiro, na origem dos dados.''' '''Por exemplo, se os dados forem coletados de forma adequada e com finalidade compatível. Depois, tem a questão do tratamento dos dados, na escolha, por exemplo, das variáveis, na forma como a gente lida com dados faltantes e na definição dos grupos analisados. E aí também há o dilema na interpretação dos resultados, né? Porque um modelo, ele pode apontar maior risco em determinado grupo, mas, por exemplo, isso não deve ser usado para culpabilizar indivíduos, digamos assim, e sim para revelar desigualdades e orientações de ações de cuidado.''' '''Porque a gente sabe que se um banco de dados, ele tem, ele já foi coletado com iniquidade, com preconceito, esse algoritmo, ele vai só reproduzir, possivelmente, esses preconceitos.''' '''Sabrina: Sim. Quando os resultados de pesquisa em saúde são utilizados para orientar políticas ou decisões clínicas, como você compreende a responsabilidade ética do pesquisador, no caso do seu trabalho, sobre esses efeitos sociais dessas aplicações fora do ambiente acadêmico? Porque eu entendo que você tem essa responsabilidade de tratar esses dados com ética e ter esse cuidado na hora de fazer as suas análises, mas como que você compreende também os efeitos do seu trabalho e quais são as responsabilidades que devem ser tomadas fora do ambiente acadêmico?''' '''Keisyanne: Então, como eu falei antes, para reduzir os riscos, é importante avaliar a qualidade, por exemplo, de representatividade dos dados, analisar possíveis viés, usar diversas técnicas que a gente usa em mastilando, por exemplo, e principalmente interpretar esses dados com responsabilidade social. E eu entendo que a responsabilidade, como você perguntou, do pesquisador, ele não termina, por exemplo, quando o estudo é publicado. Quando uma pesquisa pode influenciar políticas públicas ou decisões clínicas, é preciso, por exemplo, a gente comunicar os resultados com clareza, mostrar, por exemplo, as limitações do estudo, que sempre vai ter limitações no estudo, e evitar, por exemplo, interpretações exageradas. Então, na saúde pública, os resultados, esses resultados, eles devem servir para ampliar os cuidados, ampliar a equidade e a prevenção, e não apenas para reforçar desigualdades ou restringir direitos.''' '''Por isso, essa prática, ela também está na forma como traduzimos, por exemplo, a evidência para a sociedade.''' '''Sabrina: Certo, Keisy, muito obrigada por essa entrevista. Eu acho que foi bastante esclarecedor esse tema da sua pesquisa, ainda mais relacionado às questões éticas que permeiam o seu trabalho.''' '''E é isso, gente. Ficamos por aqui hoje. Muito obrigada.''' '''Keisyanne: Eu que agradeço. Tchau, tchau.''' * Link para o termo de cessão: https://drive.google.com/file/d/1Uwm5nZog8ofhRVWMpseAtpy1HTtHQXmB/view?usp=sharing <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Carregamento de entrevista == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Para esta etapa, você precisará carregar o áudio ou o vídeo no Wikimedia Commons e publicá-lo aqui na Wikiversidade. Necessariamente o arquivo de vocês deverá estar num formato livre. Os vídeos abaixo servem de instrução para carregar conteúdos no Wikimedia Commons. Esteja logado. O arquivo deverá ser carregado na categoria [[c:Category:Entrevistas do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 3|Entrevistas do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 3]]. <center> <gallery> File:Como carregar imagens no Wikimedia Commons.webm|Como carregar no Wikimedia Commons. File:Como utilizar as imagens do Wikimedia Commons na Wikipédia.webm|Como usar mídias do Wikimedia Commons. </gallery> [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Entrevistas_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_3 '''Clique aqui para carregar o arquivo da entrevista na categoria correta.'''] </center> </div> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->[[Ficheiro:Entrevista_com_Pesquisadora_Dra-Keisyanne-Moura_(tarefa_do_módulo_3).webm|miniaturadaimagem|Entrevista realizada com a Professora da USP, Dra. Keisyanne Moura, sobre ética na pesquisa.]]<!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Próximos passos == Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso. <div class="mw-ui-button" role="button" style="margin:5px 0;background-color:;color:;">[[Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea|Próximo Módulo]]</div> {{referências}} [[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 3]] 8k1jw9o701qpje98btt73ndvvvjigny 184309 184308 2026-07-13T00:40:47Z Sabrina Jesus 41857 /* Transcrição */ 184309 wikitext text/x-wiki __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 3 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Entrevistar pesquisadores faz parte do cotidiano do jornalismo científico e costuma exigir preparo. Quem entrevista precisa compreender minimamente o tema estudado pelo cientista e, ao mesmo tempo, apresentar esse conteúdo de forma clara para o público. Nesta tarefa, você vai conversar com um pesquisador ou pesquisadora sobre ética na ciência, tomando como ponto de partida o próprio trabalho da pessoa entrevistada. O objetivo é perceber como as questões éticas aparecem na prática científica e como cada pesquisador lida com elas no dia a dia. === 1. Antes da entrevista === ==== Escolha da pessoa entrevistada ==== Você pode convidar qualquer pesquisador que desenvolva estudos científicos em alguma área do conhecimento. O importante é que você consiga conversar sobre episódios, situações ou decisões do campo de atuação dela que envolvam questões éticas. ==== Pesquisa prévia ==== Pesquise o nome da pessoa no Google Acadêmico ou outros repositórios científicos. Leia ao menos dois textos produzidos por ela. Você não precisa dominar o assunto, mas precisa entender o suficiente para formular perguntas pertinentes. ==== Organização de informações básicas ==== Anote as linhas de pesquisa, a formação do pesquisador e os temas principais que é pesquisador. Isso ajuda você a construir perguntas melhores. === 2. Roteiro de perguntas === O roteiro precisa ajudar a conduzir a conversa de maneira clara. Mesmo que você nunca tenha feito uma entrevista, seguir [https://www.observatoriodaimprensa.com.br/imprensa-em-questao/_ed755_um_guia_para_aprimorar_a_arte_da_entrevista/ '''este guia'''] torna o processo mais simples. ==== Quantidade ==== Prepare entre 6 e 10 perguntas. Isso é suficiente para preencher até '''7 minutos''' de entrevista sem atropelos. ==== Como começar ==== As primeiras perguntas devem servir para aquecer a conversa e situar o público no tema. Mesmo sendo uma entrevista focada em ética, é importante que o ouvinte entenda antes o que o pesquisador faz. Exemplos de perguntas/questões iniciais * Como você descreveria seu campo de pesquisa para alguém que não é da área? * O que levou você a estudar esse tema? * Que tipo de problema científico ou social seu trabalho tenta compreender? ==== Introdução ao tema ético ==== Depois que a base está clara, a entrevista pode entrar diretamente nas questões éticas do trabalho da pessoa. Aqui está o núcleo da atividade. Exemplos de perguntas que levam à ética na ciência de forma aplicada. * No seu campo, que situações costumam exigir cuidado ético? * Você já precisou tomar uma decisão difícil relacionada ao uso de dados, ao cuidado com participantes ou ao impacto da pesquisa? * O que costuma gerar conflito ou dúvida ética entre pesquisadores da sua área? * Como você enxerga a responsabilidade do pesquisador diante dos efeitos que a pesquisa pode ter fora da universidade? ==== Evite perguntas vagas ==== Perguntas vagas fazem a entrevista ficar superficial. São aquelas que não dizem claramente o que você quer abordar. Exemplos de perguntas e questões vagas que devem ser evitadas. * Fale um pouco sobre ética * Ética é importante? * Você já teve algum problema no seu trabalho? * O que você acha da ciência hoje em dia? Essas perguntas não indicam direção nenhuma e deixam a pessoa entrevistada sem saber onde focar. Sempre torne a pergunta concreta e situada no campo de trabalho dela. ==== Dicas para formular boas perguntas ==== * Pergunte sobre situações, decisões e experiências, não sobre opiniões genéricas * Mantenha o foco em ética aplicada: como a pessoa lida com problemas reais * Evite perguntas que possam ser respondidas com sim ou não === 3. Preparação da gravação === * A entrevista deve ter no máximo 7 minutos. * Escolha um local silencioso. * Teste a qualidade do áudio antes. * Caso grave vídeo, cuide da iluminação. * Avise a pessoa entrevistada que o conteúdo será publicado com licença livre no Wikimedia Commons. === 4. Termo de cessão === * Envie o modelo de [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Termo|termo fornecido no curso.]] * O termo precisa estar assinado antes da gravação. * Guarde o PDF assinado. Ele será entregue junto com a atividade na Wikiversidade. === 5. Gravação === * Use o roteiro, mas permita pequenas adaptações durante a conversa. * Mantenha ritmo claro e objetivo. === 6. Edição === * Remova pausas longas ou trechos desnecessários. * Ajuste o volume, se necessário. * Inclua uma vinheta simples com título da entrevista e nome da pessoa entrevistada. === 7. Transcrição === * Transcreva toda a fala, incluindo as perguntas. * Indique quem fala em cada parte. * Revise a ortografia === 8. Upload no Wikimedia Commons === Esta etapa costuma gerar muitos erros. Siga exatamente o passo a passo. * Verifique se está logado. Você pode acessar o Wikimedia Commons com seu login do wikiversidade * Envio do arquivo: Use o botão Enviar arquivo. * Formatos aceitos ** Vídeo: WebM ou OGV. Se gravou em MP4, converta para WebM. ** Áudio: WAV, FLAC, MP3, OGG. * Preenchimento das informações ** Título claro. ** Descrição com nome da pessoa entrevistada, tema da conversa e data. ** Licença: CC BY-SA 4.0. * Categoria obrigatória da atividade: Para padronizar e facilitar a organização, todos os alunos devem usar a mesma categoria. Categoria padrão '''Entrevistas Jornalismo Científico Módulo 3'''. Você pode adicionar outras categorias relacionadas ao tema da entrevista, mas esta precisa estar presente. * Finalize o envio e copie o link do arquivo publicado. === 9. Inserção na sua página da Wikiversidade === Você não vai subir tudo no Commons. Só o áudio ou vídeo. O resto fica na sua página da atividade. Inclua na página: * Link do arquivo no Wikimedia Commons * Transcrição completa * Roteiro utilizado * PDF do termo de cessão O maneira de como fazer esses passos pode ser visto/ouvido no vídeo tutorial </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Nome de usuário(a) == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> Sabrina Jesus <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Transcrição == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Nesta seção, você deverá publicar a transcrição da entrevista realizada. Esteja logado. Também dê acesso ao termo de cessão de direitos assinado, numa pasta de acesso restrito, mas liberada para o email comunicacao{{@}}numec.prp.usp.br </div> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> '''Entrevista-Dra-Keisyanne-Moura''' '''Sabrina: Olá pessoal, eu sou a Sabrina Jesus, estudante do curso de Jornalismo Científico, parceria da FAPESP com a Wikiversidade, e hoje eu vou entrevistar a doutora, pesquisadora e professora da USP, Kayseri Moura. A Kayseri tem um trabalho voltado para a intersecção entre epidemiologia, saúde pública e machine learning, que é o nome mais técnico para a inteligência artificial. O trabalho dela que teve maior visibilidade é o SAYCARE, que foi um trabalho com predição de doenças cardiovasculares em crianças e adolescentes.''' '''Esse estudo foi publicado recentemente na revista Obesity, então, queria te agradecer, Keisy, por ter aceitado esse convite.''' '''Keisyanne: Olá, boa tarde, Sabrina. Eu que agradeço estar aqui e poder contribuir um pouco com a sua pesquisa, com seu trabalho.''' '''Sabrina: Muito obrigada, Kayseri. Então, a primeira pergunta que eu queria fazer para você é como você descreveria o seu campo de pesquisa para alguém assim que não é da área, especialmente considerando essa intersecção entre epidemiologia e inteligência artificial?''' '''Keisyanne: Então, eu diria que o meu campo busca entender padrões de saúde e doenças na população. A epidemiologia ajuda a identificar quais fatores, por exemplo, aumentam ou reduzem riscos e, já quando a gente fala em inteligência artificial, ela entra como uma ferramenta para analisar grandes, por exemplo, grandes volumes de dados, reconhecer padrões que muitas vezes nós não poderíamos perceber pelos métodos tradicionais.''' '''E, no meu caso, eu uso essas abordagens para estudar, especialmente, como você falou no início, doenças crônicas e fatores de risco na população pediátrica, tanto na infância como na adolescência.''' '''Sabrina: Certo. Um dos seus projetos de pesquisa, que é esse que você acabou de comentar, ele aborda a saúde cardiovascular de crianças e adolescentes, mas o que que te motivou essa escolha, esse tipo de investigação e, especificamente, esse recorte dentro da saúde pública?''' '''Keisyanne: Então, a principal motivação é que muitos fatores de risco cardiovascular, eles acontecem muito cedo na vida, né? Mesmo que a doença só apareça na vida adulta, mas ali, na primeira infância, muitas das vezes eles já estão presentes.''' '''Por exemplo, a pressão arterial elevada, obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada e sono insuficiente, eles já podem estar ali na primeira infância. Então, estudar crianças e adolescentes me permite, por exemplo, pensar em prevenção mais cedo, né? Antes que esses problemas se consolidem na vida adulta, por exemplo. E o SAYCARE, o estudo, a gente trabalhou justamente isso.''' '''Ele foi um estudo multicêntrico, realizado em sete países da América Latina e, aqui no Brasil, ele foi feito em São Paulo e em Teresina e Fortaleza. Então, ele permitiu que a gente abordasse e estudasse essa população pediátrica.''' '''Sabrina: Sim. No seu trabalho, que tipo de problema científico ou social você busca compreender com o uso dessas grandes bases de dados e modelos preditivos?''' '''Keisyanne: Então, eu busco, principalmente, compreender como fatores, por exemplo, sociais, ambientais e comportamentais, eles se combinam para influenciar o risco do adoecimento. Por exemplo, eu não olho apenas para uma variável, digamos assim, uma variável isolada, como atividade física ou alimentação, mas a gente costuma olhar para o conjunto, por exemplo, condições de vida, a escola, o ambiente, o sono, comportamento sedentar, indicadores clínicos. Então, assim, os modelos preditivos, eles vão ajudar a identificar justamente quais grupos são mais vulneráveis e podem também apoiar estratégias de prevenção em saúde pública.''' '''Sabrina: Sim. No seu campo de atuação, quais situações envolvendo, especialmente, crianças e adolescentes, costumam exigir uma maior atenção ética na hora da coleta de dados e no uso desses dados?''' '''Keisyanne: Então, quando a gente fala de população pediátrica, quando a gente fala na infância e adolescência, nós estamos falando de uma população vulnerável e que exige ética especial para essa população vulnerável. É fundamental iniciar, garantir que haja o consentimento dos responsáveis, quando a gente trabalha com essa população, haja o assentimento da criança, não apenas o consentimento dos responsáveis, mas que a criança também tenha esse assentimento, ou adolescente, quando possível.''' '''Também a gente precisa ter um cuidado com a proteção da privacidade, cuidado com as informações sensíveis, como dados de saúde, peso, pressão arterial, histórico familiar e, até mesmo, condições sociais. Então, também é importante a gente evitar qualquer forma de exposição, estigmatização ou uso dos dados de maneira que possa prejudicar esses grupos. Tanto é que a gente nem fotografia dessa população, a gente pode tirar e, por exemplo, utilizar no trabalho sem permissão nem dos responsáveis, nem da criança.''' '''Sabrina: Sim. Eu queria saber agora, Keisy, porque a gente sabe que utilizar esses dados envolvem essas questões éticas, mas treinar o modelo também envolve questões éticas e o profissional que vai fazer isso, esse processamento de dados, ele tem que ter certo cuidado. Então, nesse sentido, quais problemas você encontra hoje nesses modelos de machine learning, nesses dados de preconceitos, de vieses que podem surgir a partir desses dados? E como que esse profissional deve ter esse cuidado para não reproduzir esses preconceitos na análise dele?''' '''Keisyanne: Então, é um ponto importante porque os dilemas aparecem em várias etapas, né? Primeiro, na origem dos dados.''' '''Por exemplo, se os dados forem coletados de forma adequada e com finalidade compatível. Depois, tem a questão do tratamento dos dados, na escolha, por exemplo, das variáveis, na forma como a gente lida com dados faltantes e na definição dos grupos analisados. E aí também há o dilema na interpretação dos resultados, né? Porque um modelo, ele pode apontar maior risco em determinado grupo, mas, por exemplo, isso não deve ser usado para culpabilizar indivíduos, digamos assim, e sim para revelar desigualdades e orientações de ações de cuidado.''' '''Porque a gente sabe que se um banco de dados, ele tem, ele já foi coletado com iniquidade, com preconceito, esse algoritmo, ele vai só reproduzir, possivelmente, esses preconceitos.''' '''Sabrina: Sim. Quando os resultados de pesquisa em saúde são utilizados para orientar políticas ou decisões clínicas, como você compreende a responsabilidade ética do pesquisador, no caso do seu trabalho, sobre esses efeitos sociais dessas aplicações fora do ambiente acadêmico? Porque eu entendo que você tem essa responsabilidade de tratar esses dados com ética e ter esse cuidado na hora de fazer as suas análises, mas como que você compreende também os efeitos do seu trabalho e quais são as responsabilidades que devem ser tomadas fora do ambiente acadêmico?''' '''Keisyanne: Então, como eu falei antes, para reduzir os riscos, é importante avaliar a qualidade, por exemplo, de representatividade dos dados, analisar possíveis viés, usar diversas técnicas que a gente usa em mastilando, por exemplo, e principalmente interpretar esses dados com responsabilidade social. E eu entendo que a responsabilidade, como você perguntou, do pesquisador, ele não termina, por exemplo, quando o estudo é publicado. Quando uma pesquisa pode influenciar políticas públicas ou decisões clínicas, é preciso, por exemplo, a gente comunicar os resultados com clareza, mostrar, por exemplo, as limitações do estudo, que sempre vai ter limitações no estudo, e evitar, por exemplo, interpretações exageradas. Então, na saúde pública, os resultados, esses resultados, eles devem servir para ampliar os cuidados, ampliar a equidade e a prevenção, e não apenas para reforçar desigualdades ou restringir direitos.''' '''Por isso, essa prática, ela também está na forma como traduzimos, por exemplo, a evidência para a sociedade.''' '''Sabrina: Certo, Keisy, muito obrigada por essa entrevista. Eu acho que foi bastante esclarecedor esse tema da sua pesquisa, ainda mais relacionado às questões éticas que permeiam o seu trabalho.''' '''E é isso, gente. Ficamos por aqui hoje. Muito obrigada.''' '''Keisyanne: Eu que agradeço. Tchau, tchau.''' * Link para o termo de cessão: https://drive.google.com/file/d/1Uwm5nZog8ofhRVWMpseAtpy1HTtHQXmB/view?usp=sharing <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Carregamento de entrevista == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Para esta etapa, você precisará carregar o áudio ou o vídeo no Wikimedia Commons e publicá-lo aqui na Wikiversidade. Necessariamente o arquivo de vocês deverá estar num formato livre. Os vídeos abaixo servem de instrução para carregar conteúdos no Wikimedia Commons. Esteja logado. O arquivo deverá ser carregado na categoria [[c:Category:Entrevistas do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 3|Entrevistas do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 3]]. <center> <gallery> File:Como carregar imagens no Wikimedia Commons.webm|Como carregar no Wikimedia Commons. File:Como utilizar as imagens do Wikimedia Commons na Wikipédia.webm|Como usar mídias do Wikimedia Commons. </gallery> [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Entrevistas_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_3 '''Clique aqui para carregar o arquivo da entrevista na categoria correta.'''] </center> </div> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->[[Ficheiro:Entrevista_com_Pesquisadora_Dra-Keisyanne-Moura_(tarefa_do_módulo_3).webm|miniaturadaimagem|Entrevista realizada com a Professora da USP, Dra. Keisyanne Moura, sobre ética na pesquisa.]]<!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Próximos passos == Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso. <div class="mw-ui-button" role="button" style="margin:5px 0;background-color:;color:;">[[Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea|Próximo Módulo]]</div> {{referências}} [[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 3]] l6slal0oe73vq6u23t6a9dvewtnm5sr Utilizador:Pedro Rameh 2 33735 184302 2026-07-12T15:26:19Z Pedro Rameh 44624 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: == ATIVIDADE SOBRE METABOLISMO ENERGETICO == === UFRPE - Departamento de educação física === ==== Discentes: Pedro Rameh, Davi Santos, Caio Coelho ==== A proposta da atividade foi analisar as reações do metabolismo energético durante a realização de diferentes exercícios na praia, bem como as sensações experimentadas pelos participantes, para posterior discussão em sala de aula. O objetivo foi compreender como o organismo responde metabolicament... 184302 wikitext text/x-wiki == ATIVIDADE SOBRE METABOLISMO ENERGETICO == === UFRPE - Departamento de educação física === ==== Discentes: Pedro Rameh, Davi Santos, Caio Coelho ==== A proposta da atividade foi analisar as reações do metabolismo energético durante a realização de diferentes exercícios na praia, bem como as sensações experimentadas pelos participantes, para posterior discussão em sala de aula. O objetivo foi compreender como o organismo responde metabolicamente a exercícios de curta duração, longa duração e exercícios em isometria, diferenciando o funcionamento dos sistemas energéticos em cada situação. Na prática, os alunos foram divididos em quatro grupos, sendo que dois deles ficaram responsáveis por registrar os dados obtidos pelos outros dois grupos. No primeiro exercício, os participantes realizaram um sprint em linha reta, em um percurso curto de aproximadamente 10 metros, enquanto outro grupo cronometrava o tempo gasto por cada participante. No segundo momento, os grupos realizaram uma corrida contínua de cinco minutos na beira da praia (2,5 minutos de ida e 2,5 minutos de volta). Ao término da atividade, foram registradas as sensações relatadas pelos participantes, buscando compreender as diferentes respostas fisiológicas provocadas pelo exercício. Além disso, os grupos realizaram exercícios de deslocamento lateral, agachamento em isometria e, ao final, uma partida de vôlei. Nos exercícios de corrida e no deslocamento lateral, os participantes relataram aumento da frequência cardíaca e, em alguns casos, fadiga nos membros inferiores após a atividade. Já no exercício isométrico, a sensação mais frequentemente descrita foi a de "queimação" na musculatura trabalhada. Após a coleta de todos os dados e relatos, foi realizada uma discussão em sala de aula para analisar os resultados e esclarecer dúvidas sobre as respostas fisiológicas do organismo. Nesse momento, foi apresentado o conceito de sistema energético, entendendo o corpo humano como uma "máquina" capaz de se adaptar às diferentes demandas de esforço por meio da utilização de diferentes formas de energia. A energia potencial corresponde à energia armazenada, disponível para ser utilizada quando necessário, enquanto a energia cinética é aquela que está sendo utilizada durante o movimento. Foi discutido também que o ATP é a principal fonte imediata de energia para a contração muscular. Quando sua molécula é quebrada por meio da hidrólise, ocorre a liberação da energia necessária para a realização dos movimentos. Como as reservas de ATP são pequenas, o organismo utiliza diferentes vias metabólicas para ressintetizar de acordo com a intensidade e a duração do exercício, caracterizados pelos sistemas anaeróbio alático, anaerobico lático e aeróbio. O sistema anaeróbio alático é responsável por fornecer energia de forma muito rápida, predominando em atividades explosivas, de curta duração e alta intensidade, utilizando principalmente a fosfocreatina. Quando esse sistema se esgota, passa a predominar o sistema anaeróbio lático, que utiliza a glicose por meio da glicólise anaeróbia para produzir ATP. Nesse processo ocorre a formação de lactato, associado à sensação de queimação muscular durante exercícios intensos. Já o sistema aeróbio, também chamado de oxidativo, utiliza o oxigênio para produzir ATP de maneira mais lenta, porém muito mais eficiente, sendo predominante em exercícios de longa duração e menor intensidade. Apesar de haver um sistema predominante em cada tipo de exercício, todos atuam simultaneamente, variando apenas a participação de cada um conforme a intensidade e o tempo de esforço. Com base nos dados obtidos durante a prática, foi elaborada a seguinte tabela relacionando cada exercício ao sistema energético predominante: {| class="wikitable" |'''Nº''' |'''Movimento observado''' |'''Duração''' |'''Intensidade''' |'''Sistema predominante''' |'''Justificativa''' |- |1 |Sprint na areia |7,66 s |Alta |Anaeróbio alático |Pela alta intensidade e curta duração do esforço. |- |2 |Corrida contínua |5 min |Baixa |Oxidativo (aeróbio) |Pela baixa intensidade e maior produção de ATP durante exercícios prolongados. |- |3 |Deslocamento lateral |33 s |Média |Anaeróbio lático |Devido à intensidade moderada/alta e duração intermediária do exercício. |- |4 |Agachamento isométrico |58 s |Média |Anaeróbio lático |Pela intensidade moderada e duração suficiente para predominância da glicólise anaeróbia. |} Durante a aula também foi aprofundado o estudo da respiração celular, destacando as etapas da glicólise, do ciclo de Krebs e da fosforilação oxidativa. A glicólise ocorre no citoplasma, onde a glicose é degradada em duas moléculas de piruvato, produzindo um saldo de 2 ATP e 2 NADH. Em seguida, o piruvato é convertido em acetil-CoA e entra na mitocôndria, iniciando o ciclo de Krebs. Embora essa etapa produza apenas uma pequena quantidade de ATP, sua principal função é gerar as coenzimas NADH e FADH₂, responsáveis por transportar elétrons para a cadeia transportadora de elétrons, localizada na membrana interna da mitocôndria. Na fosforilação oxidativa, a energia liberada pela passagem desses elétrons através dos complexos da cadeia respiratória é utilizada para bombear prótons, formando um gradiente eletroquímico. Esse gradiente fornece energia para que a ATP sintase produza a maior parte do ATP utilizado pelo organismo. Ao final desse processo, o oxigênio atua como receptor final dos elétrons, formando água. Dessa forma, embora a glicólise e o ciclo de Krebs sejam fundamentais para a respiração celular, é na fosforilação oxidativa que ocorre a maior produção de ATP, garantindo o fornecimento de energia necessário para o funcionamento das células e para a realização de atividades físicas. f6fkfduj4r7wianetki479ii79fybvb Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Atividade/Thacsantos 0 33736 184303 2026-07-12T16:40:09Z ~2026-39568-88 44644 Atividade Módulo 6 Thacsantos 184303 wikitext text/x-wiki __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 6 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Nome de usuário(a) == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> Thacsantos <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Análise == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Escolha dois programas de podcasts de divulgação científica, nacional ou internacional, e escute 3 episódios de cada (podendo ser trechos ou o episódio completo). Em seguida, publique na sua página de atividades as respostas das questões abaixo. </div> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> * Qual você acha que é o público-alvo do podcast *: Resposta: * Como você acha que ele é feito *: Resposta: * Qual é a principal força e a principal fragilidade do programa *: Resposta: <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Preparação == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Feita sua análise, agora é hora de produzir o seu próprio episódio de podcast científico. Ele deverá ter entre 10 e 40 minutos e ser publicado no [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 Wikimedia Commons]. Como o episódio será publicado em licença livre, não se esqueça de pedir aos convidados que assinem e lhe enviem um termo de cessão de direitos, tal qual o [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Termo|deste modelo]]. Antes de elaborar o roteiro é necessário definir alguns pontos do seu podcast. Responda às questões abaixo. </div> * Qual será o assunto? *: Resposta * Qual será o formato (narrativo, entrevista, debate, roda de conversa)? *: Resposta * Quem serão os apresentadores e os convidados? *: Resposta * Qual é o público-alvo? *: Resposta * Qual é a identidade sonora do podcast? *: Resposta == Produção == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Com a preparação realizada, você já pode partir para o roteiro. Aqui, disponibilizamos uma estrutura básica de um podcast de entrevista: # Vinheta de abertura # Apresentador cumprimenta o ouvinte # Apresentador comenta o tema do episódio # Apresentador introduz os convidados # Apresentador faz perguntas para os convidados # Convidados falam livremente # Encerramento # Vinheta de encerramento Anotar as perguntas para os convidados antes da gravação facilitará este processo. Durante a conversa, podem surgir outras questões, mas ter organizado os principais pontos a serem discutidos ajuda a direcionar a entrevista. Grave o conteúdo com equipamentos pessoais, tais como computador, celular e fone de ouvido. A qualidade de som é a base do podcast, por isso opte por ambientes silenciosos e, se necessário, regrave as perguntas depois da entrevista já feita. Caso realize a gravação por videochamada, o software livre [https://pt.wikipedia.org/wiki/Open_Broadcaster_Software/ OBS] pode te ajudar na gravação da tela. Na edição, procure remover ruídos, pausas longas e sons de hesitação. Intercalar vozes e adicionar efeitos sonoros são recursos que ajudam a dinamizar o episódio. Para efeitos sonoros, certifique-se de usar arquivos de bibliotecas de som livres. Algumas sugestões são: [https://commons.wikimedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal/ Wikimedia Commons], YouTube Library, [https://sound-effects.bbcrewind.co.uk/ BBC Sound Effects], [https://freesound.org/ Freesound], Facebook Sound Collection e [https://freesfx.co.uk/ freeSFX]. Para editar, recomendamos o software livre Audacity e o Reaper. Depois de editado, o seu podcast está pronto para ser publicado na Wikimedia Commons, na categoria ''[[c:Category:Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6|Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6]]''. <center> [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 '''Clique aqui para carregar o arquivo na categoria correta.'''] </center> </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> Deixe aqui o link para o podcast carregado no Wikimedia Commons: <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Próximos passos == Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para verificar todas as atividades concluídas do curso. <div style="float:left; width:0em"> <inputbox> type=create id=cf-create-open preload=Predefinição:IJC/Verificação de atividades - invoke hidden=yes default={{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}||-1}} buttonlabel=Verificar atividades prefix = {{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}|1}}/Verificação de atividades/ </inputbox> </div> [[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 6]] 7lq5oyl2majbztzah5ewrsny0nh2eog 184304 184303 2026-07-12T17:34:15Z Thacsantos 42388 Podcast Blue Talks Ciência e Empreendedorismo na Bioeconomia Azul. Entrevista com a Dra.Johana Marcela Concha Obando 184304 wikitext text/x-wiki __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 6 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Nome de usuário(a) == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> Thacsantos <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Análise == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Escolha dois programas de podcasts de divulgação científica, nacional ou internacional, e escute 3 episódios de cada (podendo ser trechos ou o episódio completo). Em seguida, publique na sua página de atividades as respostas das questões abaixo. </div> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> Poscasts selecionados: '''ScienceCast''' '''- Uma Conversa com Ciência''' (Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da Universidade de Aveiro, Portugal - https://www.youtube.com/@PodcastScienceCast); '''Ciência Com Impacto''' (Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da Universidade de Aveiro, Portugal - https://www.youtube.com/@cienciacomimpacto8360). * Qual você acha que é o público-alvo do podcast *: Resposta: O ScienceCast é direcionado ao público em geral interessado em ciência, especialmente estudantes, professores, investigadores em formação e pessoas que desejam compreender temas científicos de forma acessível. Já o Ciência Com Impacto destina-se principalmente ao público interessado em conhecer como a investigação científica contribui para resolver desafios da sociedade. O podcast é adequado para estudantes, professores, profissionais das áreas ambientais e da saúde, bem como para cidadãos que desejam compreender o impacto da ciência no cotidiano, especialmente em temas relacionados ao ambiente, mar, saúde, ecologia e biotecnologia. * Como você acha que ele é feito *: Resposta: Os podcasts seguem um formato de entrevista conduzida por um apresentador, com um roteiro previamente estruturado e baseado na trajetória e na área de atuação do convidado. Destaca-se que o podcast Ciencia com Impacto tem um perfil mais midiático com um jornalista conhecido realizando as entrevistas e parece que pode atrair mais atenção do publico em geral. Para ambos os podcasts, as gravações são realizadas em estúdio, com boa qualidade de áudio e vídeo.. A produção também envolve pesquisa prévia sobre o tema, preparação das perguntas, identidade visual e divulgação nas plataformas digitais, neste caso no YouTube. * Qual é a principal força e a principal fragilidade do programa *: Resposta:De forma geral, ambos os podcasts têm como principal força a capacidade de divulgar ciência com credibilidade, aproximando o público do trabalho desenvolvido por pesquisadores e instituições de pesquisa por meio de entrevistas bem conduzidas e linguagem acessível. No entanto, ambos apresentam um formato bastante institucional e episódios relativamente longos, o que pode tornar o conteúdo mais atrativo para pesquisadores, estudantes e pessoas já interessadas em ciência. Essas características podem dificultar o engajamento de públicos mais amplos, que geralmente preferem episódios mais curtos e dinâmicos. <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Preparação == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Feita sua análise, agora é hora de produzir o seu próprio episódio de podcast científico. Ele deverá ter entre 10 e 40 minutos e ser publicado no [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 Wikimedia Commons]. Como o episódio será publicado em licença livre, não se esqueça de pedir aos convidados que assinem e lhe enviem um termo de cessão de direitos, tal qual o [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Termo|deste modelo]]. Antes de elaborar o roteiro é necessário definir alguns pontos do seu podcast. Responda às questões abaixo. </div> * Qual será o assunto? *: O episódio abordará a relação entre ciência e empreendedorismo na bioeconomia azul, destacando o potencial da biotecnologia marinha para o desenvolvimento de produtos sustentáveis, os desafios da carreira científica e a importância da divulgação científica para aproximar a pesquisa da sociedade. * Qual será o formato (narrativo, entrevista, debate, roda de conversa)? *: O formato escolhido foi de entrevista, com perguntas previamente estruturadas a uma pesquisadora convidada. A conversa segue uma sequência lógica, explorando a trajetória profissional da entrevistada e aprofundando temas relacionados à pesquisa, inovação e comunicação científica. * Quem serão os apresentadores e os convidados? *: A apresnetação é realizada por Thalisia (usuário Thacsantos), responsável pela condução da entrevista. A convidada é a Dra. Johana Marcela Concha Obando, pesquisadora da Universidade Estadual Paulista (UNESP-Registro) e cofundadora de uma startup de base científica. * Qual é o público-alvo? *: O podcast é direcionado principalmente a estudantes, pesquisadores, profissionais das áreas de Ciências Biológicas, Ciências do Mar e Biotecnologia, além de pessoas interessadas em inovação, empreendedorismo científico e divulgação científica. * Qual é a identidade sonora do podcast? *: A identidade sonora do ''Blue Talks'' é leve e profissional, composta por uma trilha instrumental discreta e uma condução em tom conversacional. A ênfase está na clareza da fala e na qualidade das respostas da entrevistada, valorizando o conteúdo científico e proporcionando uma experiência de escuta agradável, coerente com a proposta de divulgação científica. Além disso, O título ''Blue Talks'' foi adotado por sua conexão com a temática do episódio, remetendo à bioeconomia azul, e biologia marinha. Para a vinheta de abertura e encerramento, foi utilizado um efeito sonoro de ondas do mar, reforçando a identidade do podcast e estabelecendo uma conexão imediata com o universo marinho abordado ao longo da entrevista. A trilha sonora foi selecionada na biblioteca de áudio do Canva®, utilizando um recurso disponibilizado pela plataforma para uso em projetos audiovisuais, conforme sua licença de conteúdo. Ao final do vídeo, foram inseridos os créditos da produção, incluindo a identificação da entrevistada e da trilha sonora utilizada. Link para acesso aos termos de cessão de direitos: https://drive.google.com/drive/folders/1YnCcZYp35W_Avt2JhW_u8__wE0SObmU3?usp=drive_link == Produção == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Com a preparação realizada, você já pode partir para o roteiro. Aqui, disponibilizamos uma estrutura básica de um podcast de entrevista: # Vinheta de abertura # Apresentador cumprimenta o ouvinte # Apresentador comenta o tema do episódio # Apresentador introduz os convidados # Apresentador faz perguntas para os convidados # Convidados falam livremente # Encerramento # Vinheta de encerramento Anotar as perguntas para os convidados antes da gravação facilitará este processo. Durante a conversa, podem surgir outras questões, mas ter organizado os principais pontos a serem discutidos ajuda a direcionar a entrevista. Grave o conteúdo com equipamentos pessoais, tais como computador, celular e fone de ouvido. A qualidade de som é a base do podcast, por isso opte por ambientes silenciosos e, se necessário, regrave as perguntas depois da entrevista já feita. Caso realize a gravação por videochamada, o software livre [https://pt.wikipedia.org/wiki/Open_Broadcaster_Software/ OBS] pode te ajudar na gravação da tela. Na edição, procure remover ruídos, pausas longas e sons de hesitação. Intercalar vozes e adicionar efeitos sonoros são recursos que ajudam a dinamizar o episódio. Para efeitos sonoros, certifique-se de usar arquivos de bibliotecas de som livres. Algumas sugestões são: [https://commons.wikimedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal/ Wikimedia Commons], YouTube Library, [https://sound-effects.bbcrewind.co.uk/ BBC Sound Effects], [https://freesound.org/ Freesound], Facebook Sound Collection e [https://freesfx.co.uk/ freeSFX]. Para editar, recomendamos o software livre Audacity e o Reaper. Depois de editado, o seu podcast está pronto para ser publicado na Wikimedia Commons, na categoria ''[[c:Category:Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6|Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6]]''. <center> [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 '''Clique aqui para carregar o arquivo na categoria correta.'''] </center> </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> Deixe aqui o link para o podcast carregado no Wikimedia Commons: [[Ficheiro:Podcast_Blue_Talks_1_Ciência_e_Empreendedorismo_na_Bioeconomia_Azul._Entrevista_com_a_Dra.Johana_Marcela_Concha_Obando.wav|miniaturadaimagem|Podcast Blue Talks Ciência e Empreendedorismo na Bioeconomia Azul. Entrevista com a Dra.Johana Marcela Concha Obando]] Link para acesso aos termos de cessão de direitos: https://drive.google.com/drive/folders/1YnCcZYp35W_Avt2JhW_u8__wE0SObmU3?usp=drive_link <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Próximos passos == Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para verificar todas as atividades concluídas do curso. <div style="float:left; width:0em"> <inputbox> type=create id=cf-create-open preload=Predefinição:IJC/Verificação de atividades - invoke hidden=yes default={{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}||-1}} buttonlabel=Verificar atividades prefix = {{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}|1}}/Verificação de atividades/ </inputbox> </div> [[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 6]] 3l52yt6q2bul0f9349ev1kin8cncgoz 184313 184304 2026-07-13T11:06:22Z Thacsantos 42388 Estou refazendo o podcast a pedido da entrevistada 184313 wikitext text/x-wiki __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 6 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Nome de usuário(a) == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> Thacsantos <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Análise == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Escolha dois programas de podcasts de divulgação científica, nacional ou internacional, e escute 3 episódios de cada (podendo ser trechos ou o episódio completo). Em seguida, publique na sua página de atividades as respostas das questões abaixo. </div> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> Poscasts selecionados: '''ScienceCast''' '''- Uma Conversa com Ciência''' (Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da Universidade de Aveiro, Portugal - https://www.youtube.com/@PodcastScienceCast); '''Ciência Com Impacto''' (Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da Universidade de Aveiro, Portugal - https://www.youtube.com/@cienciacomimpacto8360). * Qual você acha que é o público-alvo do podcast *: Resposta: O ScienceCast é direcionado ao público em geral interessado em ciência, especialmente estudantes, professores, investigadores em formação e pessoas que desejam compreender temas científicos de forma acessível. Já o Ciência Com Impacto destina-se principalmente ao público interessado em conhecer como a investigação científica contribui para resolver desafios da sociedade. O podcast é adequado para estudantes, professores, profissionais das áreas ambientais e da saúde, bem como para cidadãos que desejam compreender o impacto da ciência no cotidiano, especialmente em temas relacionados ao ambiente, mar, saúde, ecologia e biotecnologia. * Como você acha que ele é feito *: Resposta: Os podcasts seguem um formato de entrevista conduzida por um apresentador, com um roteiro previamente estruturado e baseado na trajetória e na área de atuação do convidado. Destaca-se que o podcast Ciencia com Impacto tem um perfil mais midiático com um jornalista conhecido realizando as entrevistas e parece que pode atrair mais atenção do publico em geral. Para ambos os podcasts, as gravações são realizadas em estúdio, com boa qualidade de áudio e vídeo.. A produção também envolve pesquisa prévia sobre o tema, preparação das perguntas, identidade visual e divulgação nas plataformas digitais, neste caso no YouTube. * Qual é a principal força e a principal fragilidade do programa *: Resposta:De forma geral, ambos os podcasts têm como principal força a capacidade de divulgar ciência com credibilidade, aproximando o público do trabalho desenvolvido por pesquisadores e instituições de pesquisa por meio de entrevistas bem conduzidas e linguagem acessível. No entanto, ambos apresentam um formato bastante institucional e episódios relativamente longos, o que pode tornar o conteúdo mais atrativo para pesquisadores, estudantes e pessoas já interessadas em ciência. Essas características podem dificultar o engajamento de públicos mais amplos, que geralmente preferem episódios mais curtos e dinâmicos. <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Preparação == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Feita sua análise, agora é hora de produzir o seu próprio episódio de podcast científico. Ele deverá ter entre 10 e 40 minutos e ser publicado no [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 Wikimedia Commons]. Como o episódio será publicado em licença livre, não se esqueça de pedir aos convidados que assinem e lhe enviem um termo de cessão de direitos, tal qual o [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Termo|deste modelo]]. Antes de elaborar o roteiro é necessário definir alguns pontos do seu podcast. Responda às questões abaixo. </div> * Qual será o assunto? *: O episódio abordará a relação entre ciência e empreendedorismo na bioeconomia azul, destacando o potencial da biotecnologia marinha para o desenvolvimento de produtos sustentáveis, os desafios da carreira científica e a importância da divulgação científica para aproximar a pesquisa da sociedade. * Qual será o formato (narrativo, entrevista, debate, roda de conversa)? *: O formato escolhido foi de entrevista, com perguntas previamente estruturadas a uma pesquisadora convidada. A conversa segue uma sequência lógica, explorando a trajetória profissional da entrevistada e aprofundando temas relacionados à pesquisa, inovação e comunicação científica. * Quem serão os apresentadores e os convidados? *: A apresnetação é realizada por Thalisia (usuário Thacsantos), responsável pela condução da entrevista. * Qual é o público-alvo? *: O podcast é direcionado principalmente a estudantes, pesquisadores, profissionais das áreas de Ciências Biológicas, Ciências do Mar e Biotecnologia, além de pessoas interessadas em inovação, empreendedorismo científico e divulgação científica. * Qual é a identidade sonora do podcast? *: A identidade sonora do ''Blue Talks'' é leve e profissional, composta por uma trilha instrumental discreta e uma condução em tom conversacional. A ênfase está na clareza da fala e na qualidade das respostas da entrevistada, valorizando o conteúdo científico e proporcionando uma experiência de escuta agradável, coerente com a proposta de divulgação científica. Além disso, O título ''Blue Talks'' foi adotado por sua conexão com a temática do episódio, remetendo à bioeconomia azul, e biologia marinha. Para a vinheta de abertura e encerramento, foi utilizado um efeito sonoro de ondas do mar, reforçando a identidade do podcast e estabelecendo uma conexão imediata com o universo marinho abordado ao longo da entrevista. A trilha sonora foi selecionada na biblioteca de áudio do Canva®, utilizando um recurso disponibilizado pela plataforma para uso em projetos audiovisuais, conforme sua licença de conteúdo. Ao final do vídeo, foram inseridos os créditos da produção, incluindo a identificação da entrevistada e da trilha sonora utilizada. == Produção == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Com a preparação realizada, você já pode partir para o roteiro. Aqui, disponibilizamos uma estrutura básica de um podcast de entrevista: # Vinheta de abertura # Apresentador cumprimenta o ouvinte # Apresentador comenta o tema do episódio # Apresentador introduz os convidados # Apresentador faz perguntas para os convidados # Convidados falam livremente # Encerramento # Vinheta de encerramento Anotar as perguntas para os convidados antes da gravação facilitará este processo. Durante a conversa, podem surgir outras questões, mas ter organizado os principais pontos a serem discutidos ajuda a direcionar a entrevista. Grave o conteúdo com equipamentos pessoais, tais como computador, celular e fone de ouvido. A qualidade de som é a base do podcast, por isso opte por ambientes silenciosos e, se necessário, regrave as perguntas depois da entrevista já feita. Caso realize a gravação por videochamada, o software livre [https://pt.wikipedia.org/wiki/Open_Broadcaster_Software/ OBS] pode te ajudar na gravação da tela. Na edição, procure remover ruídos, pausas longas e sons de hesitação. Intercalar vozes e adicionar efeitos sonoros são recursos que ajudam a dinamizar o episódio. Para efeitos sonoros, certifique-se de usar arquivos de bibliotecas de som livres. Algumas sugestões são: [https://commons.wikimedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal/ Wikimedia Commons], YouTube Library, [https://sound-effects.bbcrewind.co.uk/ BBC Sound Effects], [https://freesound.org/ Freesound], Facebook Sound Collection e [https://freesfx.co.uk/ freeSFX]. Para editar, recomendamos o software livre Audacity e o Reaper. Depois de editado, o seu podcast está pronto para ser publicado na Wikimedia Commons, na categoria ''[[c:Category:Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6|Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6]]''. <center> [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 '''Clique aqui para carregar o arquivo na categoria correta.'''] </center> </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> Arquivo em contrução<!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Próximos passos == Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para verificar todas as atividades concluídas do curso. <div style="float:left; width:0em"> <inputbox> type=create id=cf-create-open preload=Predefinição:IJC/Verificação de atividades - invoke hidden=yes default={{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}||-1}} buttonlabel=Verificar atividades prefix = {{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}|1}}/Verificação de atividades/ </inputbox> </div> [[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 6]] 4yfbn3phm94ui741h0xiloybhdg306s Utilizador Discussão:WehSantos 3 33737 184305 2026-07-12T18:13:45Z WehSantos 44645 /* ÁREA DE BIOQUÍMICA E BIOFÍSICA */ nova secção 184305 wikitext text/x-wiki == ÁREA DE BIOQUÍMICA E BIOFÍSICA == A atividade prática de Bioquímica foi realizada na praia com o objetivo de aproximar os conteúdos estudados em sala de aula das situações vivenciadas durante a prática de exercícios físicos. A proposta permitiu compreender, de forma prática, como o organismo responde a diferentes tipos de esforço e quais vias metabólicas são utilizadas para produzir energia de acordo com a intensidade e a duração de cada atividade. Além disso, a experiência proporcionou aos alunos a oportunidade de observar, registrar e analisar as respostas do corpo durante os exercícios, tornando o aprendizado mais dinâmico e significativo. Antes do início da prática, a professora reuniu a turma para explicar como as atividades seriam desenvolvidas, apresentando as orientações para cada etapa e a forma de registro das observações. O plano de aula já havia sido disponibilizado no grupo da turma no WhatsApp, o que facilitou o acompanhamento das atividades. Antes dos exercícios, a professora ofereceu frutas aos alunos, reforçando a importância de uma alimentação adequada antes da prática de atividade física. Em seguida, a turma foi dividida em cinco grupos para facilitar a organização da prática. Cada grupo ficou responsável por acompanhar os colegas durante os exercícios, observando o desempenho e registrando as respostas ao final de cada atividade. A primeira estação foi um sprint de cerca de 20 metros. Os tempos registrados foram de 5,59; 5,25; 6,38 e 7,93 segundos, resultando em uma média de cerca de 6,3 segundos. Ao final do exercício, a maioria dos participantes apresentou aumento da frequência respiratória e ficou ofegante, mas se recuperou rapidamente, sem sinais de fadiga intensa. Na segunda estação, realizou-se uma corrida contínua de 10 minutos à beira da praia. Como se tratava de um exercício de maior duração, alguns alunos relataram maior sensação de cansaço ao final da atividade. Os participantes com menor condicionamento físico apresentaram maior dificuldade em manter o ritmo e relataram dores nas pernas e desconforto no peito durante a corrida. A terceira atividade consistiu em realizar burpees na areia por 30 segundos. Em média, os participantes conseguiram executar entre 12 e 13 repetições. Ao término da atividade, foi comum o relato de aumento da frequência respiratória e de sensação de cansaço, embora a fadiga tenha sido menor do que na corrida de 10 minutos. Na última estação, realizou-se o exercício isométrico conhecido como "cadeira", executado em duplas. Os participantes permaneceram na posição por um tempo médio de 1 minuto e 20 segundos. Ao final, praticamente todos relataram uma forte sensação de queimação na musculatura das pernas, principalmente nas coxas, o que demonstra o esforço exigido para manter a contração muscular durante esse tipo de exercício. Na aula seguinte, a professora reuniu a turma para analisar os dados coletados durante a prática. Inicialmente, apresentou um roteiro que explicava como a atividade seria realizada e orientou os alunos em cada etapa da análise. Em seguida, foi realizada uma pesquisa das características de cada exercício para identificar qual sistema energético predominava em cada situação. Depois, essas informações foram comparadas a um gráfico que a professora já havia compartilhado no grupo da turma, no qual estavam representados os três principais sistemas de produção de energia: ATP-CP, glicolítico e aeróbio. Com base nessa análise, foi possível compreender que o sprint utilizou principalmente o sistema ATP-CP, por se tratar de um exercício rápido e explosivo. A corrida de 10 minutos teve predominância do sistema aeróbio, pois depende do fornecimento contínuo de oxigênio para produzir energia ao longo de um período mais prolongado. Já os burpees e o exercício da cadeira apresentaram maior participação da via glicolítica, por exigirem esforço intenso e por provocarem maior sensação de fadiga e queimação muscular. Além da análise dos sistemas energéticos, a professora apresentou uma tabela com os diferentes tipos de fibras musculares. A partir desse material, foi possível relacionar cada exercício às fibras mais recrutadas durante sua execução, compreendendo que atividades explosivas utilizam principalmente fibras rápidas, enquanto exercícios de maior duração recrutam fibras mais resistentes à fadiga. Após a discussão, os alunos foram organizados em trios para preencher uma tabela com as características de cada estação, a via metabólica predominante e a justificativa de cada resposta, utilizando tanto as observações feitas durante a prática quanto os materiais disponibilizados pela professora. Como atividade complementar, foram solicitadas a leitura do conteúdo sobre os sistemas energéticos e a elaboração de um resumo para reforçar os conhecimentos trabalhados em sala. Nas aulas seguintes, o estudo das vias metabólicas foi aprofundado com o auxílio de vídeos explicativos sobre lipólise, glicólise, gliconeogênese, glicogenólise e glicogênese. Também foram utilizados gráficos, tabelas e imagens que facilitaram a compreensão do funcionamento dos sistemas energéticos e das fibras musculares, bem como da predominância de cada via metabólica, em função da intensidade e da duração do exercício. A professora também utilizou imagens de livros de referência, como ''Bioquímica Ilustrada de Harper'' e ''Fisiologia do Esporte e do Exercício'', de McArdle, Katch e Katch, para explicar conteúdos relacionados ao Ciclo de Krebs, às oxidações biológicas e ao metabolismo durante o exercício físico. Esses materiais contribuíram para tornar as explicações mais claras e facilitar a relação entre os conceitos estudados e a prática realizada na praia. Durante as aulas, também foram discutidas as principais diferenças entre os sistemas ATP-CP, glicolítico e aeróbio, destacando o tempo de atuação, a necessidade ou não de oxigênio, os principais combustíveis utilizados e exemplos de atividades em que cada sistema predomina. Para reforçar a aprendizagem, os alunos preencheram tabelas comparando essas características e participaram de um estudo de caso no qual precisaram identificar a via metabólica predominante em diferentes situações relacionadas ao exercício físico. Como encerramento da disciplina, a professora realizou uma aula expositiva sobre oxidações biológicas e produção de energia, retomando os principais conteúdos estudados ao longo do semestre. Utilizando um pão doce como exemplo, explicou como a glicose é utilizada pelo organismo, passando inicialmente pela glicólise e sendo convertida em piruvato. Também explicou que, quando não há quantidade suficiente de oxigênio, o piruvato pode ser convertido em lactato e que parte da glicose é armazenada na forma de glicogênio para ser utilizada posteriormente como reserva energética. Na sequência, foi explicado que, na presença de oxigênio, o piruvato é convertido em acetil-CoA, entra na mitocôndria e participa do Ciclo de Krebs, seguindo para a cadeia transportadora de elétrons, etapa responsável pela maior parte da produção de ATP. A professora também abordou a utilização das gorduras como fonte de energia, explicando que os triglicerídeos passam pelo processo de lipólise, liberando ácidos graxos que podem ser utilizados principalmente durante exercícios de longa duração. Para facilitar a compreensão desses processos, a célula foi comparada a uma usina de energia, destacando que, assim como uma usina transforma matéria-prima em energia, o organismo transforma glicose e gorduras em ATP para manter o funcionamento das células. Ao final da aula, foram indicados vídeos para revisão do conteúdo e foi proposta a elaboração de um texto que relacionasse os conhecimentos adquiridos sobre vias metabólicas, sistemas energéticos e produção de energia durante o exercício físico. == Referências == == MURRAY, R. K. ''et al.'' Bioquímica Ilustrada de Harper. 31. ed. Porto Alegre: AMGH, 2016. == McARDLE, W. D.; KATCH, F. I.; KATCH, V. L. Fisiologia do Esporte e do Exercício: Nutrição, Energia e Desempenho Humano. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. [[Utilizador:WehSantos|WehSantos]] ([[Utilizador Discussão:WehSantos|discussão]]) 18h13min de 12 de julho de 2026 (UTC) 6cfdh604pyi6ou3k7g2i64ynpqsybaa 184306 184305 2026-07-12T18:18:01Z WehSantos 44645 /* ÁREA DE BIOQUÍMICA E BIOFÍSICA */ 184306 wikitext text/x-wiki == ÁREA DE BIOQUÍMICA E BIOFÍSICA == UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DISCIPLINA BIOQUÍMICA DOCENTE: ROSANGELA VIDAL DISCENTES: ISAAC BESERRA MARIA FRANCIELLE WEMERSON SANTOS A atividade prática de Bioquímica foi realizada na praia com o objetivo de aproximar os conteúdos estudados em sala de aula das situações vivenciadas durante a prática de exercícios físicos. A proposta permitiu compreender, de forma prática, como o organismo responde a diferentes tipos de esforço e quais vias metabólicas são utilizadas para produzir energia de acordo com a intensidade e a duração de cada atividade. Além disso, a experiência proporcionou aos alunos a oportunidade de observar, registrar e analisar as respostas do corpo durante os exercícios, tornando o aprendizado mais dinâmico e significativo. Antes do início da prática, a professora reuniu a turma para explicar como as atividades seriam desenvolvidas, apresentando as orientações para cada etapa e a forma de registro das observações. O plano de aula já havia sido disponibilizado no grupo da turma no WhatsApp, o que facilitou o acompanhamento das atividades. Antes dos exercícios, a professora ofereceu frutas aos alunos, reforçando a importância de uma alimentação adequada antes da prática de atividade física. Em seguida, a turma foi dividida em cinco grupos para facilitar a organização da prática. Cada grupo ficou responsável por acompanhar os colegas durante os exercícios, observando o desempenho e registrando as respostas ao final de cada atividade. A primeira estação foi um sprint de cerca de 20 metros. Os tempos registrados foram de 5,59; 5,25; 6,38 e 7,93 segundos, resultando em uma média de cerca de 6,3 segundos. Ao final do exercício, a maioria dos participantes apresentou aumento da frequência respiratória e ficou ofegante, mas se recuperou rapidamente, sem sinais de fadiga intensa. Na segunda estação, realizou-se uma corrida contínua de 10 minutos à beira da praia. Como se tratava de um exercício de maior duração, alguns alunos relataram maior sensação de cansaço ao final da atividade. Os participantes com menor condicionamento físico apresentaram maior dificuldade em manter o ritmo e relataram dores nas pernas e desconforto no peito durante a corrida. A terceira atividade consistiu em realizar burpees na areia por 30 segundos. Em média, os participantes conseguiram executar entre 12 e 13 repetições. Ao término da atividade, foi comum o relato de aumento da frequência respiratória e de sensação de cansaço, embora a fadiga tenha sido menor do que na corrida de 10 minutos. Na última estação, realizou-se o exercício isométrico conhecido como "cadeira", executado em duplas. Os participantes permaneceram na posição por um tempo médio de 1 minuto e 20 segundos. Ao final, praticamente todos relataram uma forte sensação de queimação na musculatura das pernas, principalmente nas coxas, o que demonstra o esforço exigido para manter a contração muscular durante esse tipo de exercício. Na aula seguinte, a professora reuniu a turma para analisar os dados coletados durante a prática. Inicialmente, apresentou um roteiro que explicava como a atividade seria realizada e orientou os alunos em cada etapa da análise. Em seguida, foi realizada uma pesquisa das características de cada exercício para identificar qual sistema energético predominava em cada situação. Depois, essas informações foram comparadas a um gráfico que a professora já havia compartilhado no grupo da turma, no qual estavam representados os três principais sistemas de produção de energia: ATP-CP, glicolítico e aeróbio. Com base nessa análise, foi possível compreender que o sprint utilizou principalmente o sistema ATP-CP, por se tratar de um exercício rápido e explosivo. A corrida de 10 minutos teve predominância do sistema aeróbio, pois depende do fornecimento contínuo de oxigênio para produzir energia ao longo de um período mais prolongado. Já os burpees e o exercício da cadeira apresentaram maior participação da via glicolítica, por exigirem esforço intenso e por provocarem maior sensação de fadiga e queimação muscular. Além da análise dos sistemas energéticos, a professora apresentou uma tabela com os diferentes tipos de fibras musculares. A partir desse material, foi possível relacionar cada exercício às fibras mais recrutadas durante sua execução, compreendendo que atividades explosivas utilizam principalmente fibras rápidas, enquanto exercícios de maior duração recrutam fibras mais resistentes à fadiga. Após a discussão, os alunos foram organizados em trios para preencher uma tabela com as características de cada estação, a via metabólica predominante e a justificativa de cada resposta, utilizando tanto as observações feitas durante a prática quanto os materiais disponibilizados pela professora. Como atividade complementar, foram solicitadas a leitura do conteúdo sobre os sistemas energéticos e a elaboração de um resumo para reforçar os conhecimentos trabalhados em sala. Nas aulas seguintes, o estudo das vias metabólicas foi aprofundado com o auxílio de vídeos explicativos sobre lipólise, glicólise, gliconeogênese, glicogenólise e glicogênese. Também foram utilizados gráficos, tabelas e imagens que facilitaram a compreensão do funcionamento dos sistemas energéticos e das fibras musculares, bem como da predominância de cada via metabólica, em função da intensidade e da duração do exercício. A professora também utilizou imagens de livros de referência, como ''Bioquímica Ilustrada de Harper'' e ''Fisiologia do Esporte e do Exercício'', de McArdle, Katch e Katch, para explicar conteúdos relacionados ao Ciclo de Krebs, às oxidações biológicas e ao metabolismo durante o exercício físico. Esses materiais contribuíram para tornar as explicações mais claras e facilitar a relação entre os conceitos estudados e a prática realizada na praia. Durante as aulas, também foram discutidas as principais diferenças entre os sistemas ATP-CP, glicolítico e aeróbio, destacando o tempo de atuação, a necessidade ou não de oxigênio, os principais combustíveis utilizados e exemplos de atividades em que cada sistema predomina. Para reforçar a aprendizagem, os alunos preencheram tabelas comparando essas características e participaram de um estudo de caso no qual precisaram identificar a via metabólica predominante em diferentes situações relacionadas ao exercício físico. Como encerramento da disciplina, a professora realizou uma aula expositiva sobre oxidações biológicas e produção de energia, retomando os principais conteúdos estudados ao longo do semestre. Utilizando um pão doce como exemplo, explicou como a glicose é utilizada pelo organismo, passando inicialmente pela glicólise e sendo convertida em piruvato. Também explicou que, quando não há quantidade suficiente de oxigênio, o piruvato pode ser convertido em lactato e que parte da glicose é armazenada na forma de glicogênio para ser utilizada posteriormente como reserva energética. Na sequência, foi explicado que, na presença de oxigênio, o piruvato é convertido em acetil-CoA, entra na mitocôndria e participa do Ciclo de Krebs, seguindo para a cadeia transportadora de elétrons, etapa responsável pela maior parte da produção de ATP. A professora também abordou a utilização das gorduras como fonte de energia, explicando que os triglicerídeos passam pelo processo de lipólise, liberando ácidos graxos que podem ser utilizados principalmente durante exercícios de longa duração. Para facilitar a compreensão desses processos, a célula foi comparada a uma usina de energia, destacando que, assim como uma usina transforma matéria-prima em energia, o organismo transforma glicose e gorduras em ATP para manter o funcionamento das células. Ao final da aula, foram indicados vídeos para revisão do conteúdo e foi proposta a elaboração de um texto que relacionasse os conhecimentos adquiridos sobre vias metabólicas, sistemas energéticos e produção de energia durante o exercício físico. == Referências == == MURRAY, R. K. ''et al.'' Bioquímica Ilustrada de Harper. 31. ed. Porto Alegre: AMGH, 2016. == McARDLE, W. D.; KATCH, F. I.; KATCH, V. L. Fisiologia do Esporte e do Exercício: Nutrição, Energia e Desempenho Humano. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. [[Utilizador:WehSantos|WehSantos]] ([[Utilizador Discussão:WehSantos|discussão]]) 18h13min de 12 de julho de 2026 (UTC) 43wzjt0vmygsyim3mtumvkg6mecs64v Utilizador:Nicholas Padula 2 33738 184307 2026-07-13T00:34:16Z Nicholas Padula 44629 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: PROPOSTA DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA O ENSINO DAS VIAS METABÓLICAS ENERGÉTICAS. A disciplina de Bioquímica, do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Federal Rural de Pernambuco, propôs uma sequência didática que integrou teoria e prática para facilitar a compreensão das vias metabólicas energéticas durante o exercício físico. Inicialmente, a professora apresentou em sala de aula a proposta de uma atividade prática sobre m... 184307 wikitext text/x-wiki PROPOSTA DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA O ENSINO DAS VIAS METABÓLICAS ENERGÉTICAS. A disciplina de Bioquímica, do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Federal Rural de Pernambuco, propôs uma sequência didática que integrou teoria e prática para facilitar a compreensão das vias metabólicas energéticas durante o exercício físico. Inicialmente, a professora apresentou em sala de aula a proposta de uma atividade prática sobre metabolismo e, posteriormente, formalizou o convite para a realização da aula de campo, que ocorreu na Praia de Boa Viagem, no dia 5 de junho.   No dia da atividade, a turma se reuniu na Praia de Boa Viagem para o início da aula prática. Antes dos exercícios, foi realizado um momento de integração entre os participantes, com um café da manhã compartilhado, que contou com frutas, sucos e bolachas. Esse momento proporcionou um ambiente mais acolhedor e favoreceu a interação entre os estudantes. Em seguida, a turma foi dividida em grupos para a realização das atividades propostas. Os estudantes passaram por cinco estações: sprint na areia, corrida contínua, circuito funcional, exercícios de isometria e jogos de praia. Cada exercício apresentava características diferentes de intensidade e duração, permitindo que os alunos observassem, na prática, como o organismo utiliza diferentes vias metabólicas para produzir energia.   Após a realização das atividades, os resultados foram discutidos em sala de aula, onde foi aprofundado os estudos dos metabolismo energético. A professora também apresentou os conteúdos teóricos sobre as principais vias metabólicas energéticas por meio de tabelas, gráficos, vídeos e estudos de caso desenvolvidos em grupo. Foi possível perceber que cada atividade exigia um sistema energético diferente. No sprint na areia, predominou o sistema ATP-CP, que fornece energia de forma muito rápida para esforços curtos e intensos. Já na corrida contínua, o organismo utilizou principalmente o sistema aeróbio, que produz energia com o auxílio do oxigênio e é mais eficiente em exercícios de maior duração. No circuito funcional, e durante a isometria, houve maior participação da glicólise anaeróbia, responsável por gerar energia rapidamente quando a intensidade do exercício aumenta, o que também explica a sensação de queimação muscular sentida durante algumas atividades. Embora exista um sistema energético predominante em cada atividade, os três sistemas atuam simultaneamente durante qualquer exercício físico. O que varia é a contribuição de cada um conforme as características do esforço realizado. Na aula do dia 10 de julho, a professora encerrou o assunto com uma aula expositiva aprofundando o estudo sobre respiração celular, processo responsável pela produção de energia nas células. Inicialmente, foi abordada a glicólise, etapa que ocorre no citoplasma, onde a glicose é degradada em duas moléculas de piruvato, gerando uma pequena quantidade de ATP e NADH. Em seguida, o piruvato é convertido em acetil-CoA e transportado para a mitocôndria, onde inicia o ciclo de Krebs. Nessa fase, embora a produção direta de ATP seja reduzida, ocorre a formação das coenzimas NADH e FADH₂, que transportam elétrons para a etapa seguinte. Na fosforilação oxidativa, esses elétrons percorrem a cadeia transportadora localizada na membrana interna da mitocôndria, liberando energia para a formação de um gradiente de prótons. Esse gradiente é utilizado pela enzima ATP sintase para produzir a maior parte do ATP utilizado pelo organismo. Ao final do processo, o oxigênio atua como receptor final dos elétrons, formando água. Dessa forma, foi possível compreender que, embora a glicólise e o ciclo de Krebs sejam etapas fundamentais da respiração celular, é na fosforilação oxidativa que ocorre a maior produção de ATP, garantindo o fornecimento de energia necessário para o funcionamento do organismo e para a realização das atividades físicas. Com isso, essa sequência didática permitiu relacionar os conhecimentos científicos às situações observadas na praia, facilitando a compreensão de que os três sistemas energéticos (ATP-CP, glicólise anaeróbia e metabolismo aeróbio) atuam de forma integrada durante a prática de exercícios físicos, variando apenas a predominância de cada um conforme a intensidade, a duração e as características da atividade realizada. jhsnooifer4zi1mu97hohgbkl4prjf2 Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Atividade/Sabrina Jesus 0 33739 184310 2026-07-13T00:54:30Z Sabrina Jesus 41857 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 6 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <... 184310 wikitext text/x-wiki __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 6 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Nome de usuário(a) == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> Sabrina Jesus <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Análise == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Escolha dois programas de podcasts de divulgação científica, nacional ou internacional, e escute 3 episódios de cada (podendo ser trechos ou o episódio completo). Em seguida, publique na sua página de atividades as respostas das questões abaixo. </div> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> * Qual você acha que é o público-alvo do podcast *: Resposta: * Como você acha que ele é feito *: Resposta: * Qual é a principal força e a principal fragilidade do programa *: Resposta: <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Preparação == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Feita sua análise, agora é hora de produzir o seu próprio episódio de podcast científico. Ele deverá ter entre 10 e 40 minutos e ser publicado no [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 Wikimedia Commons]. Como o episódio será publicado em licença livre, não se esqueça de pedir aos convidados que assinem e lhe enviem um termo de cessão de direitos, tal qual o [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Termo|deste modelo]]. Antes de elaborar o roteiro é necessário definir alguns pontos do seu podcast. Responda às questões abaixo. </div> * Qual será o assunto? *: Resposta * Qual será o formato (narrativo, entrevista, debate, roda de conversa)? *: Resposta * Quem serão os apresentadores e os convidados? *: Resposta * Qual é o público-alvo? *: Resposta * Qual é a identidade sonora do podcast? *: Resposta == Produção == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Com a preparação realizada, você já pode partir para o roteiro. Aqui, disponibilizamos uma estrutura básica de um podcast de entrevista: # Vinheta de abertura # Apresentador cumprimenta o ouvinte # Apresentador comenta o tema do episódio # Apresentador introduz os convidados # Apresentador faz perguntas para os convidados # Convidados falam livremente # Encerramento # Vinheta de encerramento Anotar as perguntas para os convidados antes da gravação facilitará este processo. Durante a conversa, podem surgir outras questões, mas ter organizado os principais pontos a serem discutidos ajuda a direcionar a entrevista. Grave o conteúdo com equipamentos pessoais, tais como computador, celular e fone de ouvido. A qualidade de som é a base do podcast, por isso opte por ambientes silenciosos e, se necessário, regrave as perguntas depois da entrevista já feita. Caso realize a gravação por videochamada, o software livre [https://pt.wikipedia.org/wiki/Open_Broadcaster_Software/ OBS] pode te ajudar na gravação da tela. Na edição, procure remover ruídos, pausas longas e sons de hesitação. Intercalar vozes e adicionar efeitos sonoros são recursos que ajudam a dinamizar o episódio. Para efeitos sonoros, certifique-se de usar arquivos de bibliotecas de som livres. Algumas sugestões são: [https://commons.wikimedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal/ Wikimedia Commons], YouTube Library, [https://sound-effects.bbcrewind.co.uk/ BBC Sound Effects], [https://freesound.org/ Freesound], Facebook Sound Collection e [https://freesfx.co.uk/ freeSFX]. Para editar, recomendamos o software livre Audacity e o Reaper. Depois de editado, o seu podcast está pronto para ser publicado na Wikimedia Commons, na categoria ''[[c:Category:Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6|Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6]]''. <center> [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 '''Clique aqui para carregar o arquivo na categoria correta.'''] </center> </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> Deixe aqui o link para o podcast carregado no Wikimedia Commons: <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Próximos passos == Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para verificar todas as atividades concluídas do curso. <div style="float:left; width:0em"> <inputbox> type=create id=cf-create-open preload=Predefinição:IJC/Verificação de atividades - invoke hidden=yes default={{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}||-1}} buttonlabel=Verificar atividades prefix = {{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}|1}}/Verificação de atividades/ </inputbox> </div> [[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 6]] eug6g4krxc9sfn4z8i1qfypnhaovvbw Utilizador:Lucas Vinícius de Almeida Lima 2 33740 184311 2026-07-13T02:45:17Z Lucas Vinícius de Almeida Lima 44633 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: No dia 05/06/2026, ocorreu uma aula prática com a turma de Licenciatura em Educação Física do segundo período, chefiada pela professora Rosângela Vidal. Houveram várias práticas como corrida, Sprint, agachamento isométrico, Burpee e no final das atividades práticas houve voleibol com o objetivo de ensinar as vias energéticas e metabólicas do ser humano. Já nas aulas seguintes, alguns alunos que estavam na prática juntaram-se aos demais e trouxer... 184311 wikitext text/x-wiki No dia 05/06/2026, ocorreu uma aula prática com a turma de Licenciatura em Educação Física do segundo período, chefiada pela professora Rosângela Vidal. Houveram várias práticas como corrida, Sprint, agachamento isométrico, Burpee e no final das atividades práticas houve voleibol com o objetivo de ensinar as vias energéticas e metabólicas do ser humano. Já nas aulas seguintes, alguns alunos que estavam na prática juntaram-se aos demais e trouxeram os resultados com anotações sobre a prática que foi feita. O tempo, a resistência e etc. Em sala de aula, a professora Rosângela Vidal fez a união de todos os alunos e os dividiu em grupos com alunos que foram para a aula prática e alunos que não conseguiram comparecer para facilitar o estudo de caso e incluindo os alunos que não puderam comparecer. Já no estudo de caso foi feita uma análise completa com os dados coletados na aula prática como: batimentos por segundo, intensidade dos treinos, tempo realizado por cada aluno em cada respectivo exercício realizado. As vias metabólicas foram expostas de diversas formas. Através de vídeos, montagem de tabelas e gráficos disponibilizados no nosso grupo da disciplina de forma virtual. No quais são: Anaeróbio Aláctico, Anaeróbio Láctico e Aeróbio. Sistema Aeróbio: O sistema aeróbio utiliza oxigênio para produzir energia. Ele predomina em atividades de longa duração e intensidade leve a moderada, como caminhada, corrida e ciclismo. É o sistema mais eficiente para manter o esforço por bastante tempo. Sistema Anaeróbio Láctico: O sistema anaeróbio láctico produz energia sem utilizar oxigênio e gera ácido lático como subproduto. Ele é usado em exercícios intensos com duração de aproximadamente 10 segundos até 2 minutos, como uma corrida de 400 metros. Sistema Anaeróbio Aláctico: O sistema anaeróbio aláctico também produz energia sem oxigênio, mas não produz ácido lático. Ele fornece energia de forma muito rápida para esforços máximos e de curta duração, geralmente de até 10 segundos, como um salto, um arremesso ou uma corrida de 100 metros. E realizamos um estudo de caso sobre eles com a inserção em uma tabela. MCARDLE, William D.; KATCH, Frank I.; KATCH, Victor L. Fisiologia do exercício: nutrição, energia e desempenho humano. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. POWERS, Scott K.; HOWLEY, Edward T. Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. 10. ed. Barueri: Manole, 2017. [[File:Oxidações Biológicas 01.jpg|thumb|Explicação da professora sobre as oxidações biológicas]] [[File:Síntese de ATP.jpg|thumb|Explicação da professora sobre os caminhos para produção de ATP]] [[File:Experimento na praia.jpg|thumb|Experimento na praia]] [[File:Experimento na praia 03.jpg|thumb|Experimento na praia]] [[File:Experimento na praia 02.jpg|thumb|Experimento na praia]] mr4g7otzx4aqagcf1oxjyifgk54451d 184312 184311 2026-07-13T02:49:22Z Lucas Vinícius de Almeida Lima 44633 inseri os nomes dos alunos 184312 wikitext text/x-wiki No dia 05/06/2026, ocorreu uma aula prática com a turma de Licenciatura em Educação Física do segundo período, chefiada pela professora Rosângela Vidal. Houveram várias práticas como corrida, Sprint, agachamento isométrico, Burpee e no final das atividades práticas houve voleibol com o objetivo de ensinar as vias energéticas e metabólicas do ser humano. Já nas aulas seguintes, alguns alunos que estavam na prática juntaram-se aos demais e trouxeram os resultados com anotações sobre a prática que foi feita. O tempo, a resistência e etc. Em sala de aula, a professora Rosângela Vidal fez a união de todos os alunos e os dividiu em grupos com alunos que foram para a aula prática e alunos que não conseguiram comparecer para facilitar o estudo de caso e incluindo os alunos que não puderam comparecer. Já no estudo de caso foi feita uma análise completa com os dados coletados na aula prática como: batimentos por segundo, intensidade dos treinos, tempo realizado por cada aluno em cada respectivo exercício realizado. As vias metabólicas foram expostas de diversas formas. Através de vídeos, montagem de tabelas e gráficos disponibilizados no nosso grupo da disciplina de forma virtual. No quais são: Anaeróbio Aláctico, Anaeróbio Láctico e Aeróbio. Sistema Aeróbio: O sistema aeróbio utiliza oxigênio para produzir energia. Ele predomina em atividades de longa duração e intensidade leve a moderada, como caminhada, corrida e ciclismo. É o sistema mais eficiente para manter o esforço por bastante tempo. Sistema Anaeróbio Láctico: O sistema anaeróbio láctico produz energia sem utilizar oxigênio e gera ácido lático como subproduto. Ele é usado em exercícios intensos com duração de aproximadamente 10 segundos até 2 minutos, como uma corrida de 400 metros. Sistema Anaeróbio Aláctico: O sistema anaeróbio aláctico também produz energia sem oxigênio, mas não produz ácido lático. Ele fornece energia de forma muito rápida para esforços máximos e de curta duração, geralmente de até 10 segundos, como um salto, um arremesso ou uma corrida de 100 metros. E realizamos um estudo de caso sobre eles com a inserção em uma tabela. MCARDLE, William D.; KATCH, Frank I.; KATCH, Victor L. Fisiologia do exercício: nutrição, energia e desempenho humano. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. POWERS, Scott K.; HOWLEY, Edward T. Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. 10. ed. Barueri: Manole, 2017. Alunos: Lucas Vinícius de Almeida Lima, João Keveem Barbosa de Sena e Arlison da Silva Vasconcelos. [[File:Oxidações Biológicas 01.jpg|thumb|Explicação da professora sobre as oxidações biológicas]] [[File:Síntese de ATP.jpg|thumb|Explicação da professora sobre os caminhos para produção de ATP]] [[File:Experimento na praia.jpg|thumb|Experimento na praia]] [[File:Experimento na praia 03.jpg|thumb|Experimento na praia]] [[File:Experimento na praia 02.jpg|thumb|Experimento na praia]] 6rtndpsid3g13bm3fesmvhxxrelq3es