Wikiquote ptwikiquote https://pt.wikiquote.org/wiki/P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.47.0-wmf.4 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikiquote Wikiquote Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Evento Evento Discussão Mady Benzecry 0 44149 225822 2026-05-31T17:47:01Z ForeignArtResearcher 44053 Adiciona página wikiquote 225822 wikitext text/x-wiki {{Autor | Nome = Mady Benzecry | Wikipedia = Mady Benoliel Benzecry | Wikicommons = Category:Mady Benoliel Benzecry }} '''[[w:Mady Benoliel Benzecry|Mady Benzecry]]''', nome artístico de Messody Benoliel Benzecry ([[w:Manaus|Manaus]], 19 de fevereiro de 1933 — [[w:Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], 11 de junho de 2003), foi uma poetisa e artista plástica brasileira de origem judaico-sefardita. Publicou os livros de poesia ''De todos os crepúsculos'' (1964) e ''Sarandalhas'' (1967). == Citações == * "Carmem-doida! Gritava / a criançada da antiga / praça da prefeitura," *: — do poema "Carmem-doida", em ''Sarandalhas'' (Rio de Janeiro: Pongetti, 1967).<ref name="Singrando">{{Citar web |url=https://singrandohorizontes.blogspot.com/2009/05/mady-benoliel-benzecry-poetas-do.html |título=Mady Benoliel Benzecry (Poetas do Amazonas) |website=Singrando Horizontes |data=2009 |acessodata=2026-05-30 |língua=pt}}</ref> * "Não te demores meu bem!… / Minhas mãos ainda estão trêmulas / das carícias que te deram…" *: — do poema "Às dez horas de uma noite triste", em ''De todos os crepúsculos'' (1964).<ref name="Singrando" /> == Sobre Mady Benzecry == * "''Sarandalhas'' mostra, na singeleza de sua concepção, que a poetisa Mady B. Benzecry vem continuando seu caminho […]. Não é difícil prever que ela não se deterá no sucesso atual e nos dará livros ainda mais realizados do que ''Sarandalhas'', onde reuniu suas recordações de infância." *: — [[Jorge Amado]], texto de apresentação ao livro ''Sarandalhas'' (1967).<ref name="Miranda">{{Citar web |url=https://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/amazonas/mady_b_benzecry.html |título=Mady B. Benzecry |website=Poesia dos Brasis — Amazonas |publicado=Portal de Antônio Miranda |acessodata=2026-05-30 |língua=pt}}</ref> == Referências == {{Referências}} {{DEFAULTSORT:Benzecry, Mady}} [[Categoria:Poetas do Brasil]] [[Categoria:Naturais de Manaus]] [[Categoria:Mulheres]] iqmtpo2v97zfsephwm5olnk8g15sz2t Chico da Silva 0 44150 225823 2026-05-31T19:43:13Z ForeignArtResearcher 44053 Add wikiquote for Chico da Silva 225823 wikitext text/x-wiki {{Autor | Nome = Chico da Silva | Wikipedia = Chico da Silva }} '''Francisco Domingos da Silva''', conhecido como '''Chico da Silva''' ([[w:Marechal Thaumaturgo|Alto Tejo]], [[w:Acre|Acre]], 1910 — [[w:Fortaleza|Fortaleza]], 1985), foi um pintor brasileiro [[w:Arte naïf|naïf]], "descoberto" pelo artista suíço [[w:Jean-Pierre Chabloz|Jean-Pierre Chabloz]] na Praia Formosa de Fortaleza, em 1943. Recebeu menção honrosa na [[w:Bienal de Veneza|Bienal de Veneza]] de 1966 e foi o iniciador da chamada Escola do Pirambu. De pouca instrução formal, deixou frases registradas por jornalistas ao longo de sua trajetória. == Citações == * "Comecei pintando em parede. Um dia saí às 5 horas da manhã, me encostei num muro branco, tinha sido caiado de pouco, e comecei a pintar uma lenda amazônica, fiz uma ave muito grande, uma preguiça, uns pássaros, um urubu, uma cobra. Eu pintei com carvão, com mato e com tijolo branco." *: — ''Jornal do Comércio'', 26 de agosto de 1972; compilado em Galvão (1985), p. 71.<ref name="Galvao">Roberto Galvão. ''Chico da Silva e a Escola do Pirambu''. Fortaleza: Secretaria de Cultura e Desporto do Estado do Ceará, 1985.</ref> * "O pintor é aquele que cria da sua cabeça. Conheço pintor, no Brasil, que vem estudando há vinte e cinco anos e não sabe pintar; se ele pinta um cavalo é sempre um cavalo. Não sabe dar o pulo do gato." *: — ''Jornal do Comércio'', 26 de agosto de 1972; compilado em Galvão (1985), p. 71.<ref name="Galvao" /> * "Minha pintura vem de Deus, do Deus dos pássaros e dos bichos, dos rios e da natureza." *: — ''Folha de S.Paulo'', 25 de fevereiro de 1979; compilado em Galvão (1985), p. 71.<ref name="Galvao" /> * "Eu não sei quem sou. Não sei se sou da lua ou da terra. Posso até ser da atmosfera. O pintor Jean-Pierre Chabloz é que disse que eu sou um pintor primitivo, um dos maiores não só do Brasil mas do estrangeiro. Eu não digo nada. Deixo que os jornais, as televisões e principalmente os críticos digam." *: — ''Jornal do Comércio'', 26 de agosto de 1972; compilado em Galvão (1985), p. 71.<ref name="Galvao" /> * "Pinto com a mão canhota e muito depressa... Parece que tenho uma máquina de costura dentro do meu braço." *: — entrevista a L. E. Kawall, ''Artes'', 1972; compilado em Galvão (1985), p. 71.<ref name="Galvao" /> * "Eu pinto o cão, pinto a mãe do cão, pinto a tia do cão e vou pintar o cão aqui pra todo mundo ver. [...] A idéia é a que eu tenho, eu acho que existe cão." *: — ''Jornal do Comércio'', 26 de agosto de 1972; compilado em Galvão (1985), p. 73.<ref name="Galvao" /> * "Acredito que comércio só se faz com feijão e farinha, e não com arte." *: — ''O Cruzeiro'', 7 de agosto de 1969; compilado em Galvão (1985), p. 76.<ref name="Galvao" /> * "Não existe escola de Chico da Silva. Não pode haver escola sem professor. Eu nunca ensinei nada a ninguém, a não ser aos meus filhos Roberto e Chica, que por esforço próprio foram tentando imitar o velho." *: — ''O Povo'', 5 de julho de 1979; compilado em Galvão (1985), p. 76.<ref name="Galvao" /> * "Já tentaram jogar o meu nome na lama, através dos mais grosseiros expedientes. Entretanto, continuo de pé, firme como nunca, lutando apenas com os pincéis que são os meus sinceros amigos, pela sobrevivência de minha família." *: — ''O Povo'', 14 de junho de 1969; compilado em Galvão (1985), p. 75.<ref name="Galvao" /> * "Não tenho mágoa de ninguém, nem da 'bruxa' que andou me perseguindo. Se hoje estou aqui lascado, eu fui culpado; no lugar de ir pra frente, fui pra trás, perdi muitos amigos e coisas boas, só por causa de uma coisa: a bebida." *: — ''Tribuna do Ceará'', 18 de maio de 1976; compilado em Galvão (1985), p. 75.<ref name="Galvao" /> * "A arte é como um cheque: não pode e nem deve ser falsificada." *: — ''O Povo'', 13 de outubro de 1983.<ref name="Chabloz">''Chico da Silva vê Chabloz vê Chico da Silva'' (catálogo de exposição). Fortaleza: Secretaria da Cultura e Desporto do Estado do Ceará, 2001, p. 24.</ref> * "Eu só não quero que venham com aquela história de homenagens depois que eu morrer. Quando eu esticar, quero paz e esquecimento. Nada de ser bode expiatório para o remorso das pessoas. O que tiverem de me dar, dêem agora." *: — ''Diário do Nordeste'', 5 de julho de 1983; compilado em Galvão (1985), p. 79.<ref name="Galvao" /> === Atribuídas === * "São os dragões que estão me atacando, os satanás das cavernas que estão em cima de mim nessa guerra... Assim que acabar essa guerra dos dragões que estão me atacando, vou expor em São Paulo e me recuperar." *: — declaração à revista ''Veja'' no período do "escândalo de Maria Augusta" (1969), conforme Galvão (1985), p. 80.<ref name="Galvao" /> * "Eu sou Francisco Silva, o Pintor da Praia!" *: — apresentando-se a Jean-Pierre Chabloz no primeiro encontro (1943), conforme relato do próprio Chabloz.<ref name="Chabloz" /> == Sobre Chico da Silva == * "Há quem possa dizer que Francisco Silva é um pintor menor, poderia chamá-lo de ornamental primário, mas eu creio e afirmo que ele é um pintor maior." *: — [[w:Jean-Pierre Chabloz|Jean-Pierre Chabloz]].<ref name="Chabloz" /> == Referências == {{Referências}} == Bibliografia == * [[w:Estrigas|Estrigas]] (Nilo de Brito Firmeza). ''A saga do pintor Francisco Domingos da Silva''. Fortaleza: Tukano, 1988. ISBN 85-85176-04-0. * [[w:Roberto Galvão|Roberto Galvão]]. ''Chico da Silva e a Escola do Pirambu''. Fortaleza: Secretaria de Cultura e Desporto do Estado do Ceará, 1985. {{DEFAULTSORT:Silva, Chico da}} [[Categoria:Pintores do Brasil]] [[Categoria:Homens]] [[Categoria:Naturais do Acre]] m9jquxanp9lk4axp1klz9ky3k1npzw4