Wikisource
ptwikisource
https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal
MediaWiki 1.47.0-wmf.14
first-letter
Multimédia
Especial
Discussão
Utilizador
Utilizador Discussão
Wikisource
Wikisource Discussão
Ficheiro
Ficheiro Discussão
MediaWiki
MediaWiki Discussão
Predefinição
Predefinição Discussão
Ajuda
Ajuda Discussão
Categoria
Categoria Discussão
Portal
Portal Discussão
Autor
Autor Discussão
Galeria
Galeria Discussão
Página
Página Discussão
Em Tradução
Discussão Em Tradução
Anexo
Anexo Discussão
TimedText
TimedText talk
Módulo
Módulo Discussão
Translations
Translations talk
Evento
Evento Discussão
Wikisource:Administradores
4
1584
558094
550689
2026-08-06T16:43:06Z
BlitzkriegBoop
37692
Página atualizada
558094
wikitext
text/x-wiki
{{atalho|[[WS:A]]}}
'''Administradores''' (''sysop'') são editores que têm direitos de operador de sistema. A política actual do [[Wikisource]] é atribuir este estatuto liberalmente a qualquer utilizador que tenha sido um contribuidor durante já algum tempo e seja geralmente encarado como um membro da comunidade conhecido, experiente e digno de confiança.
Os administradores não têm uma autoridade especial, sendo utilizadores comuns em termos de responsabilidade editorial. Alguns editores consideram os termos "operador de sistema" e "administrador" inadequados, uma vez que apenas indicam utilizadores a quem foram levantadas restrições de segurança e desempenho a algumas funções do software.
== Lista de administradores ==
{{#invoke:Mandatos|linhadotempo
|datainicio=01/01/2006
|datafim={{#time: d/m/Y| +1 year}}
|prefixo_barra=Administradores aprovados em
|09/01/2006 ; 01/09/2008 ; Get It
|22/04/2006 ; 03/04/2011 ; Schultz
|01/05/2006 ; 28/09/2011 ; 555
|05/07/2006 ; 03/04/2011 ; Mateus Hidalgo
|28/07/2006 ; 03/04/2011 ; Rafael, o Galvão
|20/08/2006 ; 22/04/2011 ; Niedson
|11/11/2006 ; 26/02/2010 ; Ozymandias
|12/05/2009 ; 03/04/2011 ; Manoel-Rio
|04/09/2009 ; 14/02/2013 ; Luckas Blade
|01/05/2010 ; 10/01/2024 ; Giro720
|14/12/2013 ; 10/12/2014 ; 555
|10/12/2014 ; 09/12/2015 ; 555
|16/12/2015 ; 17/12/2016 ; 555
|22/06/2016 ; 22/10/2016 ; Pablo Busatto
|20/03/2020 ; 20/09/2020 ; Ozymandias
|27/09/2020 ; 27/09/2021 ; Ozymandias
|25/01/2023 ; 23/01/2024 ; Albertoleoncio
|23/01/2024 ; 25/01/2026 ; Albertoleoncio
|03/02/2024 ; 03/08/2024 ; Erick Soares3
|01/09/2024 ; 01/09/2025 ; Erick Soares3
|23/04/2025 ; 23/10/2025 ; BlitzkriegBoop
|03/08/2026 ; 03/08/2027 ; BlitzkriegBoop
}}
: <small> [[Especial:Listusers/sysop|Lista de administradores]] | [http://tools.wikimedia.de/~daniel/WikiSense/ActiveUsers.php?wikilang=pt&wikifam=.wikisource.org&groups=sysop&order=-timestamp&max=100&order=-timestamp&format=html Administradores "online"] | [http://tools.wikimedia.de/~vvv/adminstats.php?wiki=ptwikisource_p&tlimit=15768000 Estatísticas de atividades de administradores nos últimos seis meses]</small>
===Atuais===
''Utilizadores com o estatuto de administrador:''
{{Administrador
|nome=BlitzkriegBoop
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/68475211
|data_de = 3 de agosto de 2026
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/68475211
|data_ate = 3 de agosto de 2027
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Nova_candidatura_a_administradora
}}
=== Anteriores ===
{{Administrador
|nome=Get It
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/15330
|data_de = 9 de janeiro de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/190546
|data_ate = 1 de setembro de 2008
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Get_It
}}
{{Administrador
|nome=Schultz
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/26581
|data_de = 22 de abril de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783234
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Schultz
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/27469
|data_de = 1 de maio de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/2237777
|data_ate = 28 de outubro de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#555
}}
{{Administrador
|nome=Mateus Hidalgo
|link_de = Special:Redirect/logid/1523
|data_de = 5 de julho de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783241
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Mateus_Hidalgo
}}
{{Administrador
|nome=Rafael, o Galvão
|link_de = Special:Redirect/logid/1806
|data_de = 28 de julho de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783257
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Rafael,_o_Galvão
}}
{{Administrador
|nome=Niedson
|link_de = Special:Redirect/logid/1928
|data_de = 20 de agosto de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1801914
|data_ate = 22 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Niedson
}}
{{Administrador
|nome=Ozymandias
|link_de = Special:Redirect/logid/3685
|data_de = 11 de novembro de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1060683
|data_ate = 26 de fevereiro de 2010
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Ozymandias
}}
{{Administrador
|nome=Manoel-Rio
|link_de = Special:Redirect/logid/89413
|data_de = 12 de maio de 2009
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783227
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Manoel-Rio
}}
{{Administrador
|nome=Luckas Blade
|link_de = Special:Redirect/logid/92057
|data_de = 4 de setembro de 2009
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/4422946
|data_ate = 14 de fevereiro de 2013
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Luckas_Blade
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/6700241
|data_de = 14 de dezembro de 2013
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/10587966
|data_ate = 10 de dezembro de 2014
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/10587968
|data_de = 10 de dezembro de 2014
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/14791657
|data_ate = 9 de dezembro de 2015
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555_2
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/14894475
|data_de = 16 de dezembro de 2015
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/19755017
|data_ate = 17 de dezembro de 2016
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555_3
}}
{{Administrador
|nome=Pablo Busatto
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/17587213
|data_de = 22 de junho de 2016
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/19009573
|data_ate = 22 de outubro de 2016
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Almondega
}}
{{Administrador
|nome=Ozymandias
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/35579444
|data_de = 20 de março de 2020
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/35579444
|data_ate = 20 de setembro de 2020
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Ozymandias
}}
{{Administrador
|nome=Ozymandias
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/38207391
|data_de = 27 de setembro de 2020
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/38207391
|data_ate = 27 de setembro de 2021
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Ozymandias_2
}}
{{Administrador
|nome=Giro720
|link_de = Special:Redirect/logid/101045
|data_de = 1 de maio de 2010
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54727151
|data_ate = 10 de janeiro de 2024
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Giro720_2
}}
{{Administrador
|nome=Albertoleoncio
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/50962373
|data_de = 25 de janeiro de 2023
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54887312
|data_ate = 23 de janeiro de 2024
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores#Albertoleoncio
}}
{{Administrador
|nome=Erick Soares3
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/54995938
|data_de = 3 de fevereiro de 2024
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54995938
|data_ate = 3 de agosto de 2024
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Candidato a administrador
}}
{{Administrador
|nome=Albertoleoncio
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/54887312
|data_de = 23 de janeiro de 2024
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54887312
|data_ate = 25 de janeiro de 2026
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Relatório e pedido de recondução para administrador (2024)
}}
{{Administrador
|nome=Erick Soares3
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/57159739
|data_de = 1 de setembro de 2024
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/57159739
|data_ate = 1 de setembro de 2025
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Recondução à administração
}}
{{Administrador
|nome=BlitzkriegBoop
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/59583946
|data_de = 23 de abril de 2025
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/59583946
|data_ate = 23 de outubro de 2025
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Candidatura_a_adminstradora
}}
== Permissões ==
O software wiki tem algumas características restritas que são bastante importantes. Os administradores podem:
* Proteger e desproteger páginas. As páginas só são protegidas em algumas circunstâncias raras - para informação e diretrizes, consulte [[Wikisource:Política de proteção|política de proteção]].
* Editar páginas protegidas.
** Desde 6 de dezembro de 2003, é possível os administradores editarem as [[Especial:Allmessages|mensagens de sistema]] que encontram-se guardadas sob a forma de páginas no domínio MediaWiki.
* Eliminar páginas e imagens e o seu respectivo histórico. Por vezes, eliminar uma página é de motivos técnicos, na qual uma página de redirecionamento deve ser removida para abrir caminho para mudar o nome a um artigo, ou uma página cuja história se quebrou tem de ser apagada e restaurada. Outras vezes é simplesmente caso de limpar lixo em páginas sem nenhum conteúdo real, ou se remover material proveniente de outros sítios que infringe direitos de autor.
* Bloquear e desbloquear endereços IP, intervalos de IP e contas de utilizadores, por um período específico ou indefinidamente.
*Reverter páginas rapidamente. Quando um administrador olha para as contribuições de um utilizador, aparece uma ligação parecida com [<u><font color=blue>voltar</font></u>] - ao lado das edições que estão no topo da história de edição. Um clique nessa ligação reverte para a última edição não feita por esse utilizador, com um sumário de edição, e marca a mudança como menor. Isto acelera a reversão vandalismo. Note, no entanto, que todos os utilizadores, mesmo os que não estão registados, podem reverter páginas.
*Desde agosto de 2006, os administradores do Wikisource lusófono podem importar páginas oriundas da Wikipédia lusófona e do Wikibooks lusófono através de [[Especial:Import]], recurso que mantém o histórico completo de edições de páginas que tenham vindo de uma dessas duas wikis. Sobre isso, convém consultar [[:w:Wikipedia:Votações/Fontes primárias em verbetes]] e [[:w:Wikipedia:Fonte primária]].
== O que os administradores não são ==
* Não têm privilégio editorial sobre nenhum outro editor, nem são editores-chefes.
Desta premissa derivam:
<!--Da wikipédia em espanhol-->
* Não são donos do Wikisource.
* Não são empregados da Wikimedia Foundation.
* Não têm autoridade de qualquer tipo, além da que qualquer editor do Wikisource tem.
* Não são responsáveis pela elaboração das normas; as normas do Wikisource são definidas entre todos os editores, por consenso.
* Não são os únicos que podem lutar contra [[:w:Wikipedia:Vandalismo|vândalos]], [[:w:Wikipedia:Reversão|consertar erros]], e outras tarefas de manutenção. Isso é tarefa de todos os editores, sem exceção.
* Não são a elite dos editores.
* Não decidem [[Wikisource:Política de eliminação|o que se deve apagar ou não]], nem [[Wikisource:Política de bloqueio|a quem se bloqueia]] ou não. Isso é definido pela política do Wikisource e pela própria comunidade.
* Não têm nenhuma responsabilidade legal, de representação do Wikisource ou da Wikimedia Foundation, além da que qualquer editor tem.
* Não são infalíveis, nem seus atos estabelecem precedentes.
* Não têm poder de veto, nem capacidade de decisão maior do que a de qualquer editor.
== {{Ver também}} ==
* [[Wikisource:Nomeações para administrador|Nomeações para administrador]]
* [[Wikisource:Burocratas|Burocratas]]
<!-- CAT / INT -->
[[Categoria:!Papéis na Wikisource|Administradores]]
fmo7j9ac430kciht5lmesfmq10o2tfr
558095
558094
2026-08-06T16:46:48Z
BlitzkriegBoop
37692
status de administrador mudado para ativo
558095
wikitext
text/x-wiki
{{atalho|[[WS:A]]}}
'''Administradores''' (''sysop'') são editores que têm direitos de operador de sistema. A política actual do [[Wikisource]] é atribuir este estatuto liberalmente a qualquer utilizador que tenha sido um contribuidor durante já algum tempo e seja geralmente encarado como um membro da comunidade conhecido, experiente e digno de confiança.
Os administradores não têm uma autoridade especial, sendo utilizadores comuns em termos de responsabilidade editorial. Alguns editores consideram os termos "operador de sistema" e "administrador" inadequados, uma vez que apenas indicam utilizadores a quem foram levantadas restrições de segurança e desempenho a algumas funções do software.
== Lista de administradores ==
{{#invoke:Mandatos|linhadotempo
|datainicio=01/01/2006
|datafim={{#time: d/m/Y| +1 year}}
|prefixo_barra=Administradores aprovados em
|09/01/2006 ; 01/09/2008 ; Get It
|22/04/2006 ; 03/04/2011 ; Schultz
|01/05/2006 ; 28/09/2011 ; 555
|05/07/2006 ; 03/04/2011 ; Mateus Hidalgo
|28/07/2006 ; 03/04/2011 ; Rafael, o Galvão
|20/08/2006 ; 22/04/2011 ; Niedson
|11/11/2006 ; 26/02/2010 ; Ozymandias
|12/05/2009 ; 03/04/2011 ; Manoel-Rio
|04/09/2009 ; 14/02/2013 ; Luckas Blade
|01/05/2010 ; 10/01/2024 ; Giro720
|14/12/2013 ; 10/12/2014 ; 555
|10/12/2014 ; 09/12/2015 ; 555
|16/12/2015 ; 17/12/2016 ; 555
|22/06/2016 ; 22/10/2016 ; Pablo Busatto
|20/03/2020 ; 20/09/2020 ; Ozymandias
|27/09/2020 ; 27/09/2021 ; Ozymandias
|25/01/2023 ; 23/01/2024 ; Albertoleoncio
|23/01/2024 ; 25/01/2026 ; Albertoleoncio
|03/02/2024 ; 03/08/2024 ; Erick Soares3
|01/09/2024 ; 01/09/2025 ; Erick Soares3
|23/04/2025 ; 23/10/2025 ; BlitzkriegBoop
|03/08/2026 ; today ; BlitzkriegBoop
}}
: <small> [[Especial:Listusers/sysop|Lista de administradores]] | [http://tools.wikimedia.de/~daniel/WikiSense/ActiveUsers.php?wikilang=pt&wikifam=.wikisource.org&groups=sysop&order=-timestamp&max=100&order=-timestamp&format=html Administradores "online"] | [http://tools.wikimedia.de/~vvv/adminstats.php?wiki=ptwikisource_p&tlimit=15768000 Estatísticas de atividades de administradores nos últimos seis meses]</small>
===Atuais===
''Utilizadores com o estatuto de administrador:''
{{Administrador|status=ativo
|nome=BlitzkriegBoop
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/68475211
|data_de = 3 de agosto de 2026
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/68475211
|data_ate = 3 de agosto de 2027
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Nova_candidatura_a_administradora
}}
=== Anteriores ===
{{Administrador
|nome=Get It
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/15330
|data_de = 9 de janeiro de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/190546
|data_ate = 1 de setembro de 2008
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Get_It
}}
{{Administrador
|nome=Schultz
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/26581
|data_de = 22 de abril de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783234
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Schultz
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/27469
|data_de = 1 de maio de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/2237777
|data_ate = 28 de outubro de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#555
}}
{{Administrador
|nome=Mateus Hidalgo
|link_de = Special:Redirect/logid/1523
|data_de = 5 de julho de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783241
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Mateus_Hidalgo
}}
{{Administrador
|nome=Rafael, o Galvão
|link_de = Special:Redirect/logid/1806
|data_de = 28 de julho de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783257
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Rafael,_o_Galvão
}}
{{Administrador
|nome=Niedson
|link_de = Special:Redirect/logid/1928
|data_de = 20 de agosto de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1801914
|data_ate = 22 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Niedson
}}
{{Administrador
|nome=Ozymandias
|link_de = Special:Redirect/logid/3685
|data_de = 11 de novembro de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1060683
|data_ate = 26 de fevereiro de 2010
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Ozymandias
}}
{{Administrador
|nome=Manoel-Rio
|link_de = Special:Redirect/logid/89413
|data_de = 12 de maio de 2009
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783227
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Manoel-Rio
}}
{{Administrador
|nome=Luckas Blade
|link_de = Special:Redirect/logid/92057
|data_de = 4 de setembro de 2009
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/4422946
|data_ate = 14 de fevereiro de 2013
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Luckas_Blade
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/6700241
|data_de = 14 de dezembro de 2013
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/10587966
|data_ate = 10 de dezembro de 2014
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/10587968
|data_de = 10 de dezembro de 2014
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/14791657
|data_ate = 9 de dezembro de 2015
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555_2
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/14894475
|data_de = 16 de dezembro de 2015
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/19755017
|data_ate = 17 de dezembro de 2016
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555_3
}}
{{Administrador
|nome=Pablo Busatto
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/17587213
|data_de = 22 de junho de 2016
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/19009573
|data_ate = 22 de outubro de 2016
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Almondega
}}
{{Administrador
|nome=Ozymandias
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/35579444
|data_de = 20 de março de 2020
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/35579444
|data_ate = 20 de setembro de 2020
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Ozymandias
}}
{{Administrador
|nome=Ozymandias
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/38207391
|data_de = 27 de setembro de 2020
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/38207391
|data_ate = 27 de setembro de 2021
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Ozymandias_2
}}
{{Administrador
|nome=Giro720
|link_de = Special:Redirect/logid/101045
|data_de = 1 de maio de 2010
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54727151
|data_ate = 10 de janeiro de 2024
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Giro720_2
}}
{{Administrador
|nome=Albertoleoncio
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/50962373
|data_de = 25 de janeiro de 2023
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54887312
|data_ate = 23 de janeiro de 2024
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores#Albertoleoncio
}}
{{Administrador
|nome=Erick Soares3
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/54995938
|data_de = 3 de fevereiro de 2024
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54995938
|data_ate = 3 de agosto de 2024
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Candidato a administrador
}}
{{Administrador
|nome=Albertoleoncio
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/54887312
|data_de = 23 de janeiro de 2024
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54887312
|data_ate = 25 de janeiro de 2026
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Relatório e pedido de recondução para administrador (2024)
}}
{{Administrador
|nome=Erick Soares3
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/57159739
|data_de = 1 de setembro de 2024
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/57159739
|data_ate = 1 de setembro de 2025
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Recondução à administração
}}
{{Administrador
|nome=BlitzkriegBoop
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/59583946
|data_de = 23 de abril de 2025
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/59583946
|data_ate = 23 de outubro de 2025
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Candidatura_a_adminstradora
}}
== Permissões ==
O software wiki tem algumas características restritas que são bastante importantes. Os administradores podem:
* Proteger e desproteger páginas. As páginas só são protegidas em algumas circunstâncias raras - para informação e diretrizes, consulte [[Wikisource:Política de proteção|política de proteção]].
* Editar páginas protegidas.
** Desde 6 de dezembro de 2003, é possível os administradores editarem as [[Especial:Allmessages|mensagens de sistema]] que encontram-se guardadas sob a forma de páginas no domínio MediaWiki.
* Eliminar páginas e imagens e o seu respectivo histórico. Por vezes, eliminar uma página é de motivos técnicos, na qual uma página de redirecionamento deve ser removida para abrir caminho para mudar o nome a um artigo, ou uma página cuja história se quebrou tem de ser apagada e restaurada. Outras vezes é simplesmente caso de limpar lixo em páginas sem nenhum conteúdo real, ou se remover material proveniente de outros sítios que infringe direitos de autor.
* Bloquear e desbloquear endereços IP, intervalos de IP e contas de utilizadores, por um período específico ou indefinidamente.
*Reverter páginas rapidamente. Quando um administrador olha para as contribuições de um utilizador, aparece uma ligação parecida com [<u><font color=blue>voltar</font></u>] - ao lado das edições que estão no topo da história de edição. Um clique nessa ligação reverte para a última edição não feita por esse utilizador, com um sumário de edição, e marca a mudança como menor. Isto acelera a reversão vandalismo. Note, no entanto, que todos os utilizadores, mesmo os que não estão registados, podem reverter páginas.
*Desde agosto de 2006, os administradores do Wikisource lusófono podem importar páginas oriundas da Wikipédia lusófona e do Wikibooks lusófono através de [[Especial:Import]], recurso que mantém o histórico completo de edições de páginas que tenham vindo de uma dessas duas wikis. Sobre isso, convém consultar [[:w:Wikipedia:Votações/Fontes primárias em verbetes]] e [[:w:Wikipedia:Fonte primária]].
== O que os administradores não são ==
* Não têm privilégio editorial sobre nenhum outro editor, nem são editores-chefes.
Desta premissa derivam:
<!--Da wikipédia em espanhol-->
* Não são donos do Wikisource.
* Não são empregados da Wikimedia Foundation.
* Não têm autoridade de qualquer tipo, além da que qualquer editor do Wikisource tem.
* Não são responsáveis pela elaboração das normas; as normas do Wikisource são definidas entre todos os editores, por consenso.
* Não são os únicos que podem lutar contra [[:w:Wikipedia:Vandalismo|vândalos]], [[:w:Wikipedia:Reversão|consertar erros]], e outras tarefas de manutenção. Isso é tarefa de todos os editores, sem exceção.
* Não são a elite dos editores.
* Não decidem [[Wikisource:Política de eliminação|o que se deve apagar ou não]], nem [[Wikisource:Política de bloqueio|a quem se bloqueia]] ou não. Isso é definido pela política do Wikisource e pela própria comunidade.
* Não têm nenhuma responsabilidade legal, de representação do Wikisource ou da Wikimedia Foundation, além da que qualquer editor tem.
* Não são infalíveis, nem seus atos estabelecem precedentes.
* Não têm poder de veto, nem capacidade de decisão maior do que a de qualquer editor.
== {{Ver também}} ==
* [[Wikisource:Nomeações para administrador|Nomeações para administrador]]
* [[Wikisource:Burocratas|Burocratas]]
<!-- CAT / INT -->
[[Categoria:!Papéis na Wikisource|Administradores]]
er3muad4aq9p72fu99w4ilj4nj4ju5b
558096
558095
2026-08-06T16:47:22Z
BlitzkriegBoop
37692
Foram revertidas as edições de [[Special:Contributions/BlitzkriegBoop|BlitzkriegBoop]] ([[User talk:BlitzkriegBoop|disc]]) para a última revisão de [[User:Albertoleoncio|Albertoleoncio]]
550689
wikitext
text/x-wiki
{{atalho|[[WS:A]]}}
'''Administradores''' (''sysop'') são editores que têm direitos de operador de sistema. A política actual do [[Wikisource]] é atribuir este estatuto liberalmente a qualquer utilizador que tenha sido um contribuidor durante já algum tempo e seja geralmente encarado como um membro da comunidade conhecido, experiente e digno de confiança.
Os administradores não têm uma autoridade especial, sendo utilizadores comuns em termos de responsabilidade editorial. Alguns editores consideram os termos "operador de sistema" e "administrador" inadequados, uma vez que apenas indicam utilizadores a quem foram levantadas restrições de segurança e desempenho a algumas funções do software.
== Lista de administradores ==
{{#invoke:Mandatos|linhadotempo
|datainicio=01/01/2006
|datafim={{#time: d/m/Y| +1 year}}
|prefixo_barra=Administradores aprovados em
|09/01/2006 ; 01/09/2008 ; Get It
|22/04/2006 ; 03/04/2011 ; Schultz
|01/05/2006 ; 28/09/2011 ; 555
|05/07/2006 ; 03/04/2011 ; Mateus Hidalgo
|28/07/2006 ; 03/04/2011 ; Rafael, o Galvão
|20/08/2006 ; 22/04/2011 ; Niedson
|11/11/2006 ; 26/02/2010 ; Ozymandias
|12/05/2009 ; 03/04/2011 ; Manoel-Rio
|04/09/2009 ; 14/02/2013 ; Luckas Blade
|01/05/2010 ; 10/01/2024 ; Giro720
|14/12/2013 ; 10/12/2014 ; 555
|10/12/2014 ; 09/12/2015 ; 555
|16/12/2015 ; 17/12/2016 ; 555
|22/06/2016 ; 22/10/2016 ; Pablo Busatto
|20/03/2020 ; 20/09/2020 ; Ozymandias
|27/09/2020 ; 27/09/2021 ; Ozymandias
|25/01/2023 ; 23/01/2024 ; Albertoleoncio
|23/01/2024 ; 25/01/2026 ; Albertoleoncio
|03/02/2024 ; 03/08/2024 ; Erick Soares3
|01/09/2024 ; 01/09/2025 ; Erick Soares3
|23/04/2025 ; 23/10/2025 ; BlitzkriegBoop
}}
: <small> [[Especial:Listusers/sysop|Lista de administradores]] | [http://tools.wikimedia.de/~daniel/WikiSense/ActiveUsers.php?wikilang=pt&wikifam=.wikisource.org&groups=sysop&order=-timestamp&max=100&order=-timestamp&format=html Administradores "online"] | [http://tools.wikimedia.de/~vvv/adminstats.php?wiki=ptwikisource_p&tlimit=15768000 Estatísticas de atividades de administradores nos últimos seis meses]</small>
===Atuais===
''Utilizadores com o estatuto de administrador:''
=== Anteriores ===
{{Administrador
|nome=Get It
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/15330
|data_de = 9 de janeiro de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/190546
|data_ate = 1 de setembro de 2008
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Get_It
}}
{{Administrador
|nome=Schultz
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/26581
|data_de = 22 de abril de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783234
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Schultz
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/27469
|data_de = 1 de maio de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/2237777
|data_ate = 28 de outubro de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#555
}}
{{Administrador
|nome=Mateus Hidalgo
|link_de = Special:Redirect/logid/1523
|data_de = 5 de julho de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783241
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Mateus_Hidalgo
}}
{{Administrador
|nome=Rafael, o Galvão
|link_de = Special:Redirect/logid/1806
|data_de = 28 de julho de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783257
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Rafael,_o_Galvão
}}
{{Administrador
|nome=Niedson
|link_de = Special:Redirect/logid/1928
|data_de = 20 de agosto de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1801914
|data_ate = 22 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Niedson
}}
{{Administrador
|nome=Ozymandias
|link_de = Special:Redirect/logid/3685
|data_de = 11 de novembro de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1060683
|data_ate = 26 de fevereiro de 2010
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Ozymandias
}}
{{Administrador
|nome=Manoel-Rio
|link_de = Special:Redirect/logid/89413
|data_de = 12 de maio de 2009
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783227
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Manoel-Rio
}}
{{Administrador
|nome=Luckas Blade
|link_de = Special:Redirect/logid/92057
|data_de = 4 de setembro de 2009
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/4422946
|data_ate = 14 de fevereiro de 2013
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Luckas_Blade
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/6700241
|data_de = 14 de dezembro de 2013
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/10587966
|data_ate = 10 de dezembro de 2014
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/10587968
|data_de = 10 de dezembro de 2014
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/14791657
|data_ate = 9 de dezembro de 2015
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555_2
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/14894475
|data_de = 16 de dezembro de 2015
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/19755017
|data_ate = 17 de dezembro de 2016
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555_3
}}
{{Administrador
|nome=Pablo Busatto
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/17587213
|data_de = 22 de junho de 2016
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/19009573
|data_ate = 22 de outubro de 2016
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Almondega
}}
{{Administrador
|nome=Ozymandias
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/35579444
|data_de = 20 de março de 2020
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/35579444
|data_ate = 20 de setembro de 2020
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Ozymandias
}}
{{Administrador
|nome=Ozymandias
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/38207391
|data_de = 27 de setembro de 2020
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/38207391
|data_ate = 27 de setembro de 2021
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Ozymandias_2
}}
{{Administrador
|nome=Giro720
|link_de = Special:Redirect/logid/101045
|data_de = 1 de maio de 2010
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54727151
|data_ate = 10 de janeiro de 2024
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Giro720_2
}}
{{Administrador
|nome=Albertoleoncio
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/50962373
|data_de = 25 de janeiro de 2023
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54887312
|data_ate = 23 de janeiro de 2024
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores#Albertoleoncio
}}
{{Administrador
|nome=Erick Soares3
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/54995938
|data_de = 3 de fevereiro de 2024
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54995938
|data_ate = 3 de agosto de 2024
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Candidato a administrador
}}
{{Administrador
|nome=Albertoleoncio
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/54887312
|data_de = 23 de janeiro de 2024
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54887312
|data_ate = 25 de janeiro de 2026
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Relatório e pedido de recondução para administrador (2024)
}}
{{Administrador
|nome=Erick Soares3
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/57159739
|data_de = 1 de setembro de 2024
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/57159739
|data_ate = 1 de setembro de 2025
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Recondução à administração
}}
{{Administrador
|nome=BlitzkriegBoop
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/59583946
|data_de = 23 de abril de 2025
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/59583946
|data_ate = 23 de outubro de 2025
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Candidatura_a_adminstradora
}}
== Permissões ==
O software wiki tem algumas características restritas que são bastante importantes. Os administradores podem:
* Proteger e desproteger páginas. As páginas só são protegidas em algumas circunstâncias raras - para informação e diretrizes, consulte [[Wikisource:Política de proteção|política de proteção]].
* Editar páginas protegidas.
** Desde 6 de dezembro de 2003, é possível os administradores editarem as [[Especial:Allmessages|mensagens de sistema]] que encontram-se guardadas sob a forma de páginas no domínio MediaWiki.
* Eliminar páginas e imagens e o seu respectivo histórico. Por vezes, eliminar uma página é de motivos técnicos, na qual uma página de redirecionamento deve ser removida para abrir caminho para mudar o nome a um artigo, ou uma página cuja história se quebrou tem de ser apagada e restaurada. Outras vezes é simplesmente caso de limpar lixo em páginas sem nenhum conteúdo real, ou se remover material proveniente de outros sítios que infringe direitos de autor.
* Bloquear e desbloquear endereços IP, intervalos de IP e contas de utilizadores, por um período específico ou indefinidamente.
*Reverter páginas rapidamente. Quando um administrador olha para as contribuições de um utilizador, aparece uma ligação parecida com [<u><font color=blue>voltar</font></u>] - ao lado das edições que estão no topo da história de edição. Um clique nessa ligação reverte para a última edição não feita por esse utilizador, com um sumário de edição, e marca a mudança como menor. Isto acelera a reversão vandalismo. Note, no entanto, que todos os utilizadores, mesmo os que não estão registados, podem reverter páginas.
*Desde agosto de 2006, os administradores do Wikisource lusófono podem importar páginas oriundas da Wikipédia lusófona e do Wikibooks lusófono através de [[Especial:Import]], recurso que mantém o histórico completo de edições de páginas que tenham vindo de uma dessas duas wikis. Sobre isso, convém consultar [[:w:Wikipedia:Votações/Fontes primárias em verbetes]] e [[:w:Wikipedia:Fonte primária]].
== O que os administradores não são ==
* Não têm privilégio editorial sobre nenhum outro editor, nem são editores-chefes.
Desta premissa derivam:
<!--Da wikipédia em espanhol-->
* Não são donos do Wikisource.
* Não são empregados da Wikimedia Foundation.
* Não têm autoridade de qualquer tipo, além da que qualquer editor do Wikisource tem.
* Não são responsáveis pela elaboração das normas; as normas do Wikisource são definidas entre todos os editores, por consenso.
* Não são os únicos que podem lutar contra [[:w:Wikipedia:Vandalismo|vândalos]], [[:w:Wikipedia:Reversão|consertar erros]], e outras tarefas de manutenção. Isso é tarefa de todos os editores, sem exceção.
* Não são a elite dos editores.
* Não decidem [[Wikisource:Política de eliminação|o que se deve apagar ou não]], nem [[Wikisource:Política de bloqueio|a quem se bloqueia]] ou não. Isso é definido pela política do Wikisource e pela própria comunidade.
* Não têm nenhuma responsabilidade legal, de representação do Wikisource ou da Wikimedia Foundation, além da que qualquer editor tem.
* Não são infalíveis, nem seus atos estabelecem precedentes.
* Não têm poder de veto, nem capacidade de decisão maior do que a de qualquer editor.
== {{Ver também}} ==
* [[Wikisource:Nomeações para administrador|Nomeações para administrador]]
* [[Wikisource:Burocratas|Burocratas]]
<!-- CAT / INT -->
[[Categoria:!Papéis na Wikisource|Administradores]]
lzeh59jw08t7repg6832i4zxpy70v5p
558097
558096
2026-08-06T16:51:21Z
BlitzkriegBoop
37692
Lista atualizada
558097
wikitext
text/x-wiki
{{atalho|[[WS:A]]}}
'''Administradores''' (''sysop'') são editores que têm direitos de operador de sistema. A política actual do [[Wikisource]] é atribuir este estatuto liberalmente a qualquer utilizador que tenha sido um contribuidor durante já algum tempo e seja geralmente encarado como um membro da comunidade conhecido, experiente e digno de confiança.
Os administradores não têm uma autoridade especial, sendo utilizadores comuns em termos de responsabilidade editorial. Alguns editores consideram os termos "operador de sistema" e "administrador" inadequados, uma vez que apenas indicam utilizadores a quem foram levantadas restrições de segurança e desempenho a algumas funções do software.
== Lista de administradores ==
{{#invoke:Mandatos|linhadotempo
|datainicio=01/01/2006
|datafim={{#time: d/m/Y| +1 year}}
|prefixo_barra=Administradores aprovados em
|09/01/2006 ; 01/09/2008 ; Get It
|22/04/2006 ; 03/04/2011 ; Schultz
|01/05/2006 ; 28/09/2011 ; 555
|05/07/2006 ; 03/04/2011 ; Mateus Hidalgo
|28/07/2006 ; 03/04/2011 ; Rafael, o Galvão
|20/08/2006 ; 22/04/2011 ; Niedson
|11/11/2006 ; 26/02/2010 ; Ozymandias
|12/05/2009 ; 03/04/2011 ; Manoel-Rio
|04/09/2009 ; 14/02/2013 ; Luckas Blade
|01/05/2010 ; 10/01/2024 ; Giro720
|14/12/2013 ; 10/12/2014 ; 555
|10/12/2014 ; 09/12/2015 ; 555
|16/12/2015 ; 17/12/2016 ; 555
|22/06/2016 ; 22/10/2016 ; Pablo Busatto
|20/03/2020 ; 20/09/2020 ; Ozymandias
|27/09/2020 ; 27/09/2021 ; Ozymandias
|25/01/2023 ; 23/01/2024 ; Albertoleoncio
|23/01/2024 ; 25/01/2026 ; Albertoleoncio
|03/02/2024 ; 03/08/2024 ; Erick Soares3
|01/09/2024 ; 01/09/2025 ; Erick Soares3
|23/04/2025 ; 23/10/2025 ; BlitzkriegBoop
|03/08/2026 ; today ; BlitzkriegBoop
}}
: <small> [[Especial:Listusers/sysop|Lista de administradores]] | [http://tools.wikimedia.de/~daniel/WikiSense/ActiveUsers.php?wikilang=pt&wikifam=.wikisource.org&groups=sysop&order=-timestamp&max=100&order=-timestamp&format=html Administradores "online"] | [http://tools.wikimedia.de/~vvv/adminstats.php?wiki=ptwikisource_p&tlimit=15768000 Estatísticas de atividades de administradores nos últimos seis meses]</small>
===Atuais===
''Utilizadores com o estatuto de administrador:''
{{Administrador|status=ativo
|nome=BlitzkriegBoop
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/68475211
|data_de = 8 de agosto de 2026
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/68475211
|data_ate = 8 de agosto de 2027
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Nova_candidatura_a_administradora
}}
=== Anteriores ===
{{Administrador
|nome=Get It
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/15330
|data_de = 9 de janeiro de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/190546
|data_ate = 1 de setembro de 2008
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Get_It
}}
{{Administrador
|nome=Schultz
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/26581
|data_de = 22 de abril de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783234
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Schultz
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/27469
|data_de = 1 de maio de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/2237777
|data_ate = 28 de outubro de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#555
}}
{{Administrador
|nome=Mateus Hidalgo
|link_de = Special:Redirect/logid/1523
|data_de = 5 de julho de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783241
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Mateus_Hidalgo
}}
{{Administrador
|nome=Rafael, o Galvão
|link_de = Special:Redirect/logid/1806
|data_de = 28 de julho de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783257
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Rafael,_o_Galvão
}}
{{Administrador
|nome=Niedson
|link_de = Special:Redirect/logid/1928
|data_de = 20 de agosto de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1801914
|data_ate = 22 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Niedson
}}
{{Administrador
|nome=Ozymandias
|link_de = Special:Redirect/logid/3685
|data_de = 11 de novembro de 2006
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1060683
|data_ate = 26 de fevereiro de 2010
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Ozymandias
}}
{{Administrador
|nome=Manoel-Rio
|link_de = Special:Redirect/logid/89413
|data_de = 12 de maio de 2009
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783227
|data_ate = 3 de abril de 2011
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Manoel-Rio
}}
{{Administrador
|nome=Luckas Blade
|link_de = Special:Redirect/logid/92057
|data_de = 4 de setembro de 2009
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/4422946
|data_ate = 14 de fevereiro de 2013
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Luckas_Blade
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/6700241
|data_de = 14 de dezembro de 2013
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/10587966
|data_ate = 10 de dezembro de 2014
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/10587968
|data_de = 10 de dezembro de 2014
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/14791657
|data_ate = 9 de dezembro de 2015
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555_2
}}
{{Administrador
|nome=555
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/14894475
|data_de = 16 de dezembro de 2015
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/19755017
|data_ate = 17 de dezembro de 2016
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555_3
}}
{{Administrador
|nome=Pablo Busatto
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/17587213
|data_de = 22 de junho de 2016
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/19009573
|data_ate = 22 de outubro de 2016
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Almondega
}}
{{Administrador
|nome=Ozymandias
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/35579444
|data_de = 20 de março de 2020
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/35579444
|data_ate = 20 de setembro de 2020
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Ozymandias
}}
{{Administrador
|nome=Ozymandias
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/38207391
|data_de = 27 de setembro de 2020
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/38207391
|data_ate = 27 de setembro de 2021
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Ozymandias_2
}}
{{Administrador
|nome=Giro720
|link_de = Special:Redirect/logid/101045
|data_de = 1 de maio de 2010
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54727151
|data_ate = 10 de janeiro de 2024
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Giro720_2
}}
{{Administrador
|nome=Albertoleoncio
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/50962373
|data_de = 25 de janeiro de 2023
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54887312
|data_ate = 23 de janeiro de 2024
|votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores#Albertoleoncio
}}
{{Administrador
|nome=Erick Soares3
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/54995938
|data_de = 3 de fevereiro de 2024
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54995938
|data_ate = 3 de agosto de 2024
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Candidato a administrador
}}
{{Administrador
|nome=Albertoleoncio
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/54887312
|data_de = 23 de janeiro de 2024
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54887312
|data_ate = 25 de janeiro de 2026
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Relatório e pedido de recondução para administrador (2024)
}}
{{Administrador
|nome=Erick Soares3
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/57159739
|data_de = 1 de setembro de 2024
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/57159739
|data_ate = 1 de setembro de 2025
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Recondução à administração
}}
{{Administrador
|nome=BlitzkriegBoop
|link_de = :m:Special:Redirect/logid/59583946
|data_de = 23 de abril de 2025
|link_ate = :m:Special:Redirect/logid/59583946
|data_ate = 23 de outubro de 2025
|votação_de = Wikisource:Esplanada/Candidatura_a_adminstradora
}}
== Permissões ==
O software wiki tem algumas características restritas que são bastante importantes. Os administradores podem:
* Proteger e desproteger páginas. As páginas só são protegidas em algumas circunstâncias raras - para informação e diretrizes, consulte [[Wikisource:Política de proteção|política de proteção]].
* Editar páginas protegidas.
** Desde 6 de dezembro de 2003, é possível os administradores editarem as [[Especial:Allmessages|mensagens de sistema]] que encontram-se guardadas sob a forma de páginas no domínio MediaWiki.
* Eliminar páginas e imagens e o seu respectivo histórico. Por vezes, eliminar uma página é de motivos técnicos, na qual uma página de redirecionamento deve ser removida para abrir caminho para mudar o nome a um artigo, ou uma página cuja história se quebrou tem de ser apagada e restaurada. Outras vezes é simplesmente caso de limpar lixo em páginas sem nenhum conteúdo real, ou se remover material proveniente de outros sítios que infringe direitos de autor.
* Bloquear e desbloquear endereços IP, intervalos de IP e contas de utilizadores, por um período específico ou indefinidamente.
*Reverter páginas rapidamente. Quando um administrador olha para as contribuições de um utilizador, aparece uma ligação parecida com [<u><font color=blue>voltar</font></u>] - ao lado das edições que estão no topo da história de edição. Um clique nessa ligação reverte para a última edição não feita por esse utilizador, com um sumário de edição, e marca a mudança como menor. Isto acelera a reversão vandalismo. Note, no entanto, que todos os utilizadores, mesmo os que não estão registados, podem reverter páginas.
*Desde agosto de 2006, os administradores do Wikisource lusófono podem importar páginas oriundas da Wikipédia lusófona e do Wikibooks lusófono através de [[Especial:Import]], recurso que mantém o histórico completo de edições de páginas que tenham vindo de uma dessas duas wikis. Sobre isso, convém consultar [[:w:Wikipedia:Votações/Fontes primárias em verbetes]] e [[:w:Wikipedia:Fonte primária]].
== O que os administradores não são ==
* Não têm privilégio editorial sobre nenhum outro editor, nem são editores-chefes.
Desta premissa derivam:
<!--Da wikipédia em espanhol-->
* Não são donos do Wikisource.
* Não são empregados da Wikimedia Foundation.
* Não têm autoridade de qualquer tipo, além da que qualquer editor do Wikisource tem.
* Não são responsáveis pela elaboração das normas; as normas do Wikisource são definidas entre todos os editores, por consenso.
* Não são os únicos que podem lutar contra [[:w:Wikipedia:Vandalismo|vândalos]], [[:w:Wikipedia:Reversão|consertar erros]], e outras tarefas de manutenção. Isso é tarefa de todos os editores, sem exceção.
* Não são a elite dos editores.
* Não decidem [[Wikisource:Política de eliminação|o que se deve apagar ou não]], nem [[Wikisource:Política de bloqueio|a quem se bloqueia]] ou não. Isso é definido pela política do Wikisource e pela própria comunidade.
* Não têm nenhuma responsabilidade legal, de representação do Wikisource ou da Wikimedia Foundation, além da que qualquer editor tem.
* Não são infalíveis, nem seus atos estabelecem precedentes.
* Não têm poder de veto, nem capacidade de decisão maior do que a de qualquer editor.
== {{Ver também}} ==
* [[Wikisource:Nomeações para administrador|Nomeações para administrador]]
* [[Wikisource:Burocratas|Burocratas]]
<!-- CAT / INT -->
[[Categoria:!Papéis na Wikisource|Administradores]]
oayhji8f0s3bcp511j4ke734m9obpcn
Hino do município de Belford Roxo
0
8460
558089
558025
2026-08-06T16:18:10Z
KaiqueE
43504
/* */
558089
wikitext
text/x-wiki
{{hino
|obra= Hino de [[w:Belford Roxo|Belford Roxo]] (inspirado no antigo "Velho Brejo)
|letra= Dinoel Sampaio
|melodia= Sérgio Fonseca
|notas= Aprovado em sessão histórica da Câmara Municipal de Belford Roxo, no dia 10 de janeiro de 2026, a mudança do brasão e do hino da cidade, procurando representar um marco importante na história do município e buscando fortalecer a identidade de sentimento de pertencimento dos moradores.
O hino foi reescrito mantendo a essência da antiga canção "Velho Brejo", mas com adaptações que o tornam mais moderna e representativa da realidade atual de Belford Roxo.
}}
(Repetir 2 vezes)
<poem>
Belford Roxo, Belford Roxo!
Onde o sol sempre nasceu sorrindo
Como invejo a tua gente
Essa gente tão vivida,
Tão guerreira e tão valente.
Essa gente que progride,
Que trabalha, que estuda
Essa gente que decide
O que é bom para o lugar.
Que trabalha e não muda
Na luta, não se divide
Belford Roxo em sua arte
Sou parte da tua parte,
Sou vida da sua vida.
A canoa dos baixios,
De teus rios de outros cais,
Terra boa de outras eras,
Primavera, laranjais.
Teu destino, tua história,
Na memória dos avós,
Faz o hino que te oferto
Céu aberto sobre nós.
Faz o hino que te oferto
Céu aberto sobre nós.
</poem>
[[Categoria:Hinos do Rio de Janeiro|Belford Roxo]]
mnn4ujdq6lii5hydcisf6ukdfoiir99
558090
558089
2026-08-06T16:18:57Z
KaiqueE
43504
/* */
558090
wikitext
text/x-wiki
{{hino
|obra= Hino de [[w:Belford Roxo|Belford Roxo]] (inspirado no antigo "Velho Brejo)
|letra por= Dinoel Sampaio
|melodia por= Sérgio Fonseca
|notas= Aprovado em sessão histórica da Câmara Municipal de Belford Roxo, no dia 10 de janeiro de 2026, a mudança do brasão e do hino da cidade, procurando representar um marco importante na história do município e buscando fortalecer a identidade de sentimento de pertencimento dos moradores.
O hino foi reescrito mantendo a essência da antiga canção "Velho Brejo", mas com adaptações que o tornam mais moderna e representativa da realidade atual de Belford Roxo.
}}
(Repetir 2 vezes)
<poem>
Belford Roxo, Belford Roxo!
Onde o sol sempre nasceu sorrindo
Como invejo a tua gente
Essa gente tão vivida,
Tão guerreira e tão valente.
Essa gente que progride,
Que trabalha, que estuda
Essa gente que decide
O que é bom para o lugar.
Que trabalha e não muda
Na luta, não se divide
Belford Roxo em sua arte
Sou parte da tua parte,
Sou vida da sua vida.
A canoa dos baixios,
De teus rios de outros cais,
Terra boa de outras eras,
Primavera, laranjais.
Teu destino, tua história,
Na memória dos avós,
Faz o hino que te oferto
Céu aberto sobre nós.
Faz o hino que te oferto
Céu aberto sobre nós.
</poem>
[[Categoria:Hinos do Rio de Janeiro|Belford Roxo]]
kukfz41i57jdqxkextwumv85iy8pl5m
558091
558090
2026-08-06T16:20:08Z
KaiqueE
43504
/* */
558091
wikitext
text/x-wiki
{{hino
|obra= Hino de [[w:Belford Roxo|Belford Roxo]]
|letra por= Dinoel Sampaio
|melodia por= Sérgio Fonseca
|notas= Aprovado em sessão histórica da Câmara Municipal de Belford Roxo, no dia 10 de janeiro de 2026, a mudança do brasão e do hino da cidade, procurando representar um marco importante na história do município e buscando fortalecer a identidade de sentimento de pertencimento dos moradores.
O hino foi reescrito mantendo a essência da antiga canção "Velho Brejo", mas com adaptações que o tornam mais moderna e representativa da realidade atual de Belford Roxo.
}}
(Repetir 2 vezes)
<poem>
Belford Roxo, Belford Roxo!
Onde o sol sempre nasceu sorrindo
Como invejo a tua gente
Essa gente tão vivida,
Tão guerreira e tão valente.
Essa gente que progride,
Que trabalha, que estuda
Essa gente que decide
O que é bom para o lugar.
Que trabalha e não muda
Na luta, não se divide
Belford Roxo em sua arte
Sou parte da tua parte,
Sou vida da sua vida.
A canoa dos baixios,
De teus rios de outros cais,
Terra boa de outras eras,
Primavera, laranjais.
Teu destino, tua história,
Na memória dos avós,
Faz o hino que te oferto
Céu aberto sobre nós.
Faz o hino que te oferto
Céu aberto sobre nós.
</poem>
[[Categoria:Hinos do Rio de Janeiro|Belford Roxo]]
40q1ei3imskhgzjbiwqbtf8viys8bi9
558092
558091
2026-08-06T16:39:21Z
KaiqueE
43504
/* */
558092
wikitext
text/x-wiki
{{hino
|obra= Hino de [[w:Belford Roxo|Belford Roxo]]
|letra por= Dinoel Sampaio
|melodia por= Sérgio Fonseca
|notas= Em uma sessão histórica realizada em 10 de janeiro de 2025, a Câmara Municipal de [[w:Belford Roxo|Belford Roxo]] aprovou por unanimidade o projeto de Emenda à Lei Orgânica enviado pelo Executivo Municipal. O ato legislativo, de autoria do prefeito [[w:Márcio Canella|Márcio Canella]], oficializou formalmente o novo hino do município, tendo o texto legal sido publicado com efeitos retroativos a 2 de janeiro de 2025.
}}
<poem>
Belford Roxo, Belford Roxo!
Onde o sol sempre nasceu sorrindo
Como invejo a tua gente
Essa gente tão vivida,
Tão guerreira e tão valente.
Essa gente que progride,
Que trabalha, que estuda
Essa gente que decide
O que é bom para o lugar.
Que trabalha e não muda
Na luta, não se divide
Belford Roxo em sua arte
Sou parte da tua parte,
Sou vida da sua vida.
A canoa dos baixios,
De teus rios de outros cais,
Terra boa de outras eras,
Primavera, laranjais.
Teu destino, tua história,
Na memória dos avós,
Faz o hino que te oferto
Céu aberto sobre nós.
Faz o hino que te oferto
Céu aberto sobre nós.
</poem>
[[Categoria:Hinos do Rio de Janeiro|Belford Roxo]]
52g1ot65z2vyukvk8divayz8qltxwxu
558093
558092
2026-08-06T16:40:45Z
KaiqueE
43504
/* */
558093
wikitext
text/x-wiki
{{hino
|obra= Hino de [[w:Belford Roxo|Belford Roxo]]
|letra por= Dinoel Sampaio
|melodia por= Sérgio Fonseca
|notas= Em uma sessão histórica realizada em 10 de janeiro de 2025, a Câmara Municipal de [[w:Belford Roxo|Belford Roxo]] aprovou por unanimidade o projeto de Emenda à Lei Orgânica enviado pelo Executivo Municipal. O ato legislativo, de autoria do ex-prefeito [[w:Márcio Canella|Márcio Canella]], oficializou formalmente o novo hino do Município, tendo o texto legal sido publicado com efeitos retroativos a 2 de janeiro de 2025.
}}
<poem>
Belford Roxo, Belford Roxo!
Onde o sol sempre nasceu sorrindo
Como invejo a tua gente
Essa gente tão vivida,
Tão guerreira e tão valente.
Essa gente que progride,
Que trabalha, que estuda
Essa gente que decide
O que é bom para o lugar.
Que trabalha e não muda
Na luta, não se divide
Belford Roxo em sua arte
Sou parte da tua parte,
Sou vida da sua vida.
A canoa dos baixios,
De teus rios de outros cais,
Terra boa de outras eras,
Primavera, laranjais.
Teu destino, tua história,
Na memória dos avós,
Faz o hino que te oferto
Céu aberto sobre nós.
Faz o hino que te oferto
Céu aberto sobre nós.
</poem>
[[Categoria:Hinos do Rio de Janeiro|Belford Roxo]]
hnamvdj7etcy7hyx3nsr2nv5bklwpyd
A missão de puma
0
24019
558165
67648
2026-08-07T11:49:26Z
EmausBot
11978
A corrigir o redirecionamento duplo para [[A missão de Purna]]
558165
wikitext
text/x-wiki
#REDIRECIONAMENTO [[A missão de Purna]]
k5twoj9xxwq3yfmd9a83pekd69ciwag
Hino do município de Paraibano
0
33199
558114
82759
2026-08-06T22:26:47Z
Gabriel Alves Rêgo
43510
558114
wikitext
text/x-wiki
{{hino
|obra=Hino do município de [[w:Paraibano|Paraibano]]
|letra por=
|melodia por=
|notas=
}}
<poem>
Paraibano, cidade morena
és linda e pequena
parece um jardim
Paraibano tem ouro, tem gado
tem céu estrelado
riquezas sem fim
O seu nome está cheio de glória
gravado na história
desse meu Brasil
Não te esqueço, cidade bonita
cartão de visita
de um povo gentil
Cidade Paraibano
majestosa, altaneira
ó cidade brasileira
nos meus sonhos
tu és a primeira.
</poem>
[[Categoria:Hinos do Maranhão|Paraibano]]
pt93ylix7lmsn2lumy44abr4azwcfhn
558115
558114
2026-08-06T22:27:54Z
Gabriel Alves Rêgo
43510
558115
wikitext
text/x-wiki
{{hino
|obra=Hino do município de [[w:Paraibano|Paraibano]]
|letra por=
|melodia por=
|notas=
}}
<poem>
Paraibano, cidade morena
és linda e pequena
parece um jardim
Paraibano tem ouro e tem gado
tem céu estrelado
riquezas sem fim
O seu nome está cheio de glória
gravado na história
desse meu Brasil
Não te esqueço, cidade bonita
cartão de visita
de um povo gentil
Cidade Paraibano
majestosa, altaneira
ó cidade brasileira
nos meus sonhos
tu és a primeira.
</poem>
[[Categoria:Hinos do Maranhão|Paraibano]]
9e3w7uaqkzehroyo9lauob2aetgccut
Página:Bem cavalgar.djvu/31
106
41080
558141
358591
2026-08-07T02:58:40Z
Trooper57
24584
/* Validada */
558141
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="4" user="Trooper57" />{{rh||{{Sc2|de bem caualgar toda sela.}}|17}}</noinclude><section begin="IIII"/>{{c|''Capitullo IIII.''<br />''dos que andam firmes e altos nas strebeiras.''}}
{{Gcapitular|T}}erceiro andar firmando nas strebeiras e pernas direitas no seendo dentro na sela, mas recebendo algua_ ajuda dos arçoões, e as que assy caualgam som aquellas em que antijgamente auyam acostumados ẽ esta terra dandar sobre cauallos. E as em que justamos, e torneamos, e outras dessemelhãtes feiçooẽs, amaneira de seu boo caualgad he esta, ordenar em tal guisa que as estrebeiras sejã firmes para troxamento ou correas forçadas, ou per outra boa maneira, douẽsse trazer nõ lãcadas para diãte. E as pernas do caualgador deuem seer mais dereitas sẽpre que el poder trazer; e os pees bem firmes e nunca seer na sella per que faz perder afremosura, e soltura, e assessego, e ajuda seer menos forte. E nom se tẽnçom q̃ na justa pera seer forte he auãtagem seer em ella ẽcolhendo alguã das pernas, per que certamente he ocontrario seas estrebeiras sõ atroxadas ãte deuẽ atodo poder teellas ambas em todo tempo bem direitas per q̃ scusã muyto os reueses e o cair, e ofaz mais solto e mais fremoso.
<section end="IIII"/>
<section begin="V"/>{{c|''Capitullo quynto''}}
{{c|''do caualgar com as pernas encolhydas. ''}}
{{Gcapitular|Q}}uarto trazer as pernas sẽpre encolhidas, e asseentado na sella, e firmado nos pees. E todo igualmente assy como disse q̃ se deuya fazer nas selas debrauãte e outras daquel caualgar, mais em estas nunca deuem seer estiradas, nem em as debrauãte encolhidas. E aquestas som as gynetas, e outras defeiçõ que demandã tal caualgar. Eassua maneira mais firme he çarrarsse todo om abesta omais q̃ poderem pees, e todallas pernas, teendoas ẽcolhidas, e andando sẽpre em meo da sella, nõ se botando sobre os arçooẽs {{PT|trasei-|traseiros, }}
<section end="V"/><noinclude>{{c|3}}</noinclude>
be389qi888whfvrwd3ixefifpwodw7g
Página:Bem cavalgar.djvu/32
106
41081
558140
358592
2026-08-07T02:58:34Z
Trooper57
24584
558140
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="4" user="Jackson Cordeiro Brilhador" />{{cabeçalho|18|{{sc2|ENSSYNANÇA}}}}</noinclude><section begin="V"/>{{Término de palavra hifenizada|ros,|traseiros, }} nem deãteiros. Eos pees bem firmes dobrados assy que lhe pareça q̃ tem as estrebeiras filhadas com elles, baixando os calcanhares, teendo porem em todo huũ geito igual como ia disse, nõsse desẽparando assy no seer da sella que afroxe as pernas e leixe defirmar os pees, nem firme tanto os pees que se leuante da sella, ou afrouxe as pernas, nem as aperte de tal guisa q̃ traga os pees soltos, e lhe luam nas estrebeiras Edeue apertar as pernas igualmente dos uẽtres e dos giolhos, e de cyma delles, assy que em todo tenha huũ modo igual desse apertar, e teer firme quanto bem poder. E o seer no meo destas sellas se deue entender se abesta corre ou passeia Esse salta boo he tẽersse no meo da sella, firmando os pees e apertando as pernas, ẽdereitar ocorpo pera traz segundo sera declarado onde fallar damaneira q̃ os homeẽs deuem teer pera se guardar de nom cair pera diante. Esse abesta bem trotar, omelhor geito he teersse firmando no arçom traseiro Esse agallopa, trota mal ou ryjo, leuãtarsse nas estribeiras, e chegarsse ao arçom deãteiro Podesse em todas estas sellas suso scriptas terr esta maneira de caualgar das pernas ẽcuruadas assy como em sellas gynetas e seer forte e assossegado, e solto mais nom fremoso em outras que eu uisse senom em ellas as quaaes amym bem parecẽ Os quaaes direitamente caualgam aos tẽpos que as deuem usar.
<section end="1"/>
<section begin="2"/>{{c|''Capitullo Sexto''<br />''do caualgar em ousso, e bardom. ''}}
{{Gcapitular|Q}}uynto caualgar sem estrebeiras em bardoões, ou todo ẽ ousso. E aquestes teẽ toda sua meestria no apertar das pernas, e teersse dereito, e teẽ tres deferẽças. Primeira com as pernas tendidas e apertadas dos geolhos, e das coxas. Segunda, encolhendo as pernas todas, e çarralas com abesta- Terceira apertãdo assy todallas pernas, metendo as ponta dos pees acerca dos couedos das bestas.<section end="2"/>
<section end="V"/><noinclude>
<references/></noinclude>
tkp66q1chawguxqw8mxmeihchk6xw20
558146
558140
2026-08-07T03:04:45Z
Trooper57
24584
558146
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="4" user="Jackson Cordeiro Brilhador" />{{cabeçalho|18|{{sc2|ENSSYNANÇA}}}}</noinclude><section begin="V"/>{{Término de palavra hifenizada|ros,|traseiros, }} nem deãteiros. Eos pees bem firmes dobrados assy que lhe pareça q̃ tem as estrebeiras filhadas com elles, baixando os calcanhares, teendo porem em todo huũ geito igual como ia disse, nõsse desẽparando assy no seer da sella que afroxe as pernas e leixe defirmar os pees, nem firme tanto os pees que se leuante da sella, ou afrouxe as pernas, nem as aperte de tal guisa q̃ traga os pees soltos, e lhe luam nas estrebeiras Edeue apertar as pernas igualmente dos uẽtres e dos giolhos, e de cyma delles, assy que em todo tenha huũ modo igual desse apertar, e teer firme quanto bem poder. E o seer no meo destas sellas se deue entender se abesta corre ou passeia Esse salta boo he tẽersse no meo da sella, firmando os pees e apertando as pernas, ẽdereitar ocorpo pera traz segundo sera declarado onde fallar damaneira q̃ os homeẽs deuem teer pera se guardar de nom cair pera diante. Esse abesta bem trotar, omelhor geito he teersse firmando no arçom traseiro Esse agallopa, trota mal ou ryjo, leuãtarsse nas estribeiras, e chegarsse ao arçom deãteiro Podesse em todas estas sellas suso scriptas terr esta maneira de caualgar das pernas ẽcuruadas assy como em sellas gynetas e seer forte e assossegado, e solto mais nom fremoso em outras que eu uisse senom em ellas as quaaes amym bem parecẽ Os quaaes direitamente caualgam aos tẽpos que as deuem usar.
<section end="V"/>
<section begin="2"/>{{c|''Capitullo Sexto''<br />''do caualgar em ousso, e bardom. ''}}
{{Gcapitular|Q}}uynto caualgar sem estrebeiras em bardoões, ou todo ẽ ousso. E aquestes teẽ toda sua meestria no apertar das pernas, e teersse dereito, e teẽ tres deferẽças. Primeira com as pernas tendidas e apertadas dos geolhos, e das coxas. Segunda, encolhendo as pernas todas, e çarralas com abesta- Terceira apertãdo assy todallas pernas, metendo as ponta dos pees acerca dos couedos das bestas.
<section end="2"/>
<section end="V"/><noinclude>
<references/></noinclude>
r3g0knkyvc8wm2yzwyzsgx640pelmt6
Livro da ensinança de bem cavalgar toda sella/Capitulo III-IIII
0
121316
558143
203258
2026-08-07T03:01:33Z
Trooper57
24584
558143
wikitext
text/x-wiki
<pages header=1
index="Bem cavalgar.djvu"
prev="[[../Capitulo III-III|Capitulo III-III]]"
next="[[../Capitulo III-V|Capitulo III-V]]"
seção="Parte III. Capitulo IIII. Dos que andam firmes e altos nas strebeiras."
include=31
onlysection=IIII/>
m67a5ng6pf8pe5qs8tyxr2spq4k6g40
Livro da ensinança de bem cavalgar toda sella/Capitulo III-V
0
121317
558144
203259
2026-08-07T03:03:57Z
Trooper57
24584
558144
wikitext
text/x-wiki
<pages header=1
index="Bem cavalgar.djvu"
prev="[[../Capitulo III-IIII|Capitulo III-III]]"
next="[[../Capitulo III-VI|Capitulo III-VI]]"
seção="Parte III. Capitulo V. Do caualgar com as pernas encolhydas."
from=31 to=32
onlysection=IIII/>
msn09dcbktacm8vos250qwfx87mjir4
558145
558144
2026-08-07T03:04:26Z
Trooper57
24584
558145
wikitext
text/x-wiki
<pages header=1
index="Bem cavalgar.djvu"
prev="[[../Capitulo III-IIII|Capitulo III-III]]"
next="[[../Capitulo III-VI|Capitulo III-VI]]"
seção="Parte III. Capitulo V. Do caualgar com as pernas encolhydas."
from=31 to=32
onlysection=V
/>
gg9e7fg1c6k0j7eu2dor36nikm5v3ei
Página:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf/158
106
163354
558128
557896
2026-08-07T02:13:25Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558128
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho||'''AN'''|133}}</noinclude><section begin="Antonio de Castro Lopes"/>'''[[Autor:Antônio de Castro Lopes|Antonio de Castro Lopes]] —''' Nasceu na cidade do Rio de Janeiro a 5 de janeiro de 1827, sendo seus paes o doutor Domingos Genesio Lopes de Araujo e dona Amalia Honoria de Castro Araujo.
Formado em medicina pela faculdade da côrte em 1848, no anno seguinte foi nomeado profesor de grammatica latina do imperial collegio de Pedro II; em 1854 passou a exercer o logar de official da secretaria de estado dos negocios da fazenda; em 1859 foi transferido para a secretaria dos negocios estrangeiros; foi deputado á assembléa provincial do Rio de Janeiro na legislatura de 1854 a 1855; fundador do banco predial do Rio de Janeiro, e de outras associações commerciaes, que deixou, e se acha actualmente exercendo a clinica homœopathica na cidade de seu nascimento. E' cavalleiro da ordem de Christo, poeta, e, um dos primeiros latinistas que o Brazil tem produzido, escreveu:
— ''Dissertação acerca da utilidade da dôr'': these apresentada á faculdade de medicina do Rio de Janeiro em 16 de dezembro de 1848, Rio de Janeiro, 1848.
— ''Abamoacara'': tragedia em quatro actos, approvada pelo conservatorio dramatico, etc. Rio de Janeiro, 1847, 100 pags. in-8º — Esta tragedia foi escripta, sendo o autor estudante.
— ''Ode saphica em latim por occasião do nascimento do principe imperial dom Affonso'' — Sahiu na ''Minerva Brazileira'', 1847.
— ''Zig-zag'': (artigos humoristico ) — publicados no ''Jornal do Commercio'' sob a firma O. O. S. 1855. Por esse tempo escreveu o doutor Castro Lopes muitos trabalhos em diversos jornaes e revistas, sendo destes trabalhos os tres que se seguem, e ontros que mencionarei adiante.
— ''O mundo e o progresso'' — publicado no ''Correio Mercantil'' do Rio
de Janeiro, 1855.
— ''Amaryllis'': egloga latina, traducção da primeira lyra da Marilia de Dirceu àe T. A. Gonsaga — No mesmo jornal de 20 de setembro de 1857.
— ''O episodio de Ignez de Castro'' (Luziadas, canto 3º) vertido em versos hexametros latinos — No mesmo jornal de 12 de março de 1860, e reproduzido na ''Revista Brazileira'' na ''Homenagem a Camões'', 1880.
— ''Epitome historiœ sacrœ, auctore C. F. Lhomond, notis selectis illustravit A. Mollet, Correxit et accomodavit''. Flumine Januarii, 1856 — Esta obra, de perto de duzentas paginas, contém um vocabularia latino-portuguez.
— ''Versão'' (em hexametros latinos) ''das primeims quatro oitavas do canto primeiro dos Luziadas de Camões, e das oitavas 33 a 44 do canto segundo'' — Vem na obra do Visconde de Jurumenha sob o titulo ''Obras de Camões''.
— ''Novo systema de estudar a lingua latina'': obra adoptada nos estabelecimentos publicas da instrucção secundaria. Rio de Janeiro, 1850 — Segunda edição, idem, 1859, 390 pags in-8°, Depois desta houve uma outra edição. A academia real das sciencias de Lisboa, ao receber este<section end="Antonio de Castro Lopes"/><noinclude></noinclude>
ihqusx19ao8h41w9hclbcpxqohq86er
Página:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf/159
106
163361
558129
363125
2026-08-07T02:23:55Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558129
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho|134|'''AN'''}}</noinclude>## Antonio de Castro Lopes ##
livro, nomeou uma commissão que deu sobre elle o mais honroso parecer; e o Visconde de Castilho propoz ao conselho da instrucção publica de Lisboa a sua adopção, começando sua proposta por estas palavras: «Eu por mim, lendo attentamente este livro de autor nem conhecido, nem conterraneo meu, tão util o julguei, que em vol-o apresentar com especial recommendação entendi abriria porta a um consideravel melhoramento.» E pouco depois accrescenta: «Si o Brazil disser que nos antecedeu nesta reforma, não possa ao menos dizer que Portugal nem para lhe seguir o exemplo tem alma.» Esta propost acha-se por extenso impressa no prefacio da 3ª edição do Novo systema para estudar a lingua latina.
Carlos Koffer, entretanto, na introducção de sua grammatica latina, se referindo á do dr. Castro Lopes, diz: « Experimentei-a por duas vezes sem tirar um resultado correspondente ao tempo gasto. O referido autor engenhosamente diz que o systema de Robertson póde bem ser denominado o ''caminho de ferro das linguas''. Concordo inteiramente, porque acontece neste caminho de ferro das línguas o mesmo que acontece no verdadeiro caminho de ferro; é que, passando o viajante com extrema rapidez pelos objectos, não os póde divisar bem, e por conseguinte não lhe resta delles impressão dueadoura.»
— ''Arte de ganhar dinheiro''. Rio de Janeiro, 1860, 77 pags. in-8.° — Foi publicada sob o pseudonymo de ''Philogelus''.
— ''Memoria sobre a utilidade do estudo da lingua latina'' — Vem na ''Revista Brazileira'' de maio de 1860.
— ''Saudação á aurora'': versos portuguezes, que podem ser lidos simultaneamente em latim, seguida a analyse rigorosa desta ultima lingua. — Foi publicada no periodico ''Constitucional'' de janeiro de 1863 e reproduzida no periodico portuguez ''Panorama'' em 1866.
— ''Theatro''. Rio de Janeiro, 1864-1865 — 3 volumes, contendo uma introducção do conego F. Pinheiro, e as peças seguintes: 1º vol. ''Abamoacara'', tragedia em quatro actos; ''Meu marido está ministro'', comedia original em um acto. 2º vol. ''O compadre Suzano; A emancipação das mulheres; As tres graças'', comedia em proza. 3º vol. ''A educaçao'', drama original em tres actos.
— ''Muza latina'': collecção de lyras da [[Marília de Dirceu|Marilia de Dircêo}}]], traduzidas para versos latinos. Rio de Janeiro, 1868.
— ''Catechismo de agricultura'' para uzo das escolas da instrucção primaria do Brazil. Rio de Janeiro, 1861, 54 pags. in-8° com duas estampas. — E' offerecido ao conselheiro Joaquim José Ignacio, Visconde de lnhauma, e me parece que houve uma edição anterior. Neste catechismo o autor, começando por tratar da agricu1tura, do ar, do clima, da agua, etc., trata depois do gado, e de diversos animaes inclusive as abelhas e apresenta o calendario agricola de S. V. Vigneron Jousselandiere. Creio que ha uma edição de 1869.
— ''O medico do povo'': instrucção pondo ao alcance dos homens conscienciosos e de boa vontade os progressos mais aperfeiçoados e as mais<noinclude></noinclude>
ciudlpv84kvvsrfavoq8luen8b0zxl5
558130
558129
2026-08-07T02:24:04Z
Trooper57
24584
558130
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho|134|'''AN'''}}</noinclude><section begin="Antonio de Castro Lopes"/>livro, nomeou uma commissão que deu sobre elle o mais honroso parecer; e o Visconde de Castilho propoz ao conselho da instrucção publica de Lisboa a sua adopção, começando sua proposta por estas palavras: «Eu por mim, lendo attentamente este livro de autor nem conhecido, nem conterraneo meu, tão util o julguei, que em vol-o apresentar com especial recommendação entendi abriria porta a um consideravel melhoramento.» E pouco depois accrescenta: «Si o Brazil disser que nos antecedeu nesta reforma, não possa ao menos dizer que Portugal nem para lhe seguir o exemplo tem alma.» Esta propost acha-se por extenso impressa no prefacio da 3ª edição do Novo systema para estudar a lingua latina.
Carlos Koffer, entretanto, na introducção de sua grammatica latina, se referindo á do dr. Castro Lopes, diz: « Experimentei-a por duas vezes sem tirar um resultado correspondente ao tempo gasto. O referido autor engenhosamente diz que o systema de Robertson póde bem ser denominado o ''caminho de ferro das linguas''. Concordo inteiramente, porque acontece neste caminho de ferro das línguas o mesmo que acontece no verdadeiro caminho de ferro; é que, passando o viajante com extrema rapidez pelos objectos, não os póde divisar bem, e por conseguinte não lhe resta delles impressão dueadoura.»
— ''Arte de ganhar dinheiro''. Rio de Janeiro, 1860, 77 pags. in-8.° — Foi publicada sob o pseudonymo de ''Philogelus''.
— ''Memoria sobre a utilidade do estudo da lingua latina'' — Vem na ''Revista Brazileira'' de maio de 1860.
— ''Saudação á aurora'': versos portuguezes, que podem ser lidos simultaneamente em latim, seguida a analyse rigorosa desta ultima lingua. — Foi publicada no periodico ''Constitucional'' de janeiro de 1863 e reproduzida no periodico portuguez ''Panorama'' em 1866.
— ''Theatro''. Rio de Janeiro, 1864-1865 — 3 volumes, contendo uma introducção do conego F. Pinheiro, e as peças seguintes: 1º vol. ''Abamoacara'', tragedia em quatro actos; ''Meu marido está ministro'', comedia original em um acto. 2º vol. ''O compadre Suzano; A emancipação das mulheres; As tres graças'', comedia em proza. 3º vol. ''A educaçao'', drama original em tres actos.
— ''Muza latina'': collecção de lyras da [[Marília de Dirceu|Marilia de Dircêo}}]], traduzidas para versos latinos. Rio de Janeiro, 1868.
— ''Catechismo de agricultura'' para uzo das escolas da instrucção primaria do Brazil. Rio de Janeiro, 1861, 54 pags. in-8° com duas estampas. — E' offerecido ao conselheiro Joaquim José Ignacio, Visconde de lnhauma, e me parece que houve uma edição anterior. Neste catechismo o autor, começando por tratar da agricu1tura, do ar, do clima, da agua, etc., trata depois do gado, e de diversos animaes inclusive as abelhas e apresenta o calendario agricola de S. V. Vigneron Jousselandiere. Creio que ha uma edição de 1869.
— ''O medico do povo'': instrucção pondo ao alcance dos homens conscienciosos e de boa vontade os progressos mais aperfeiçoados e as mais
<section end="Antonio de Castro Lopes"/><noinclude></noinclude>
tavtm6rh1p1eps4ne8pivaecm772wzu
558131
558130
2026-08-07T02:24:18Z
Trooper57
24584
558131
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho|134|'''AN'''}}</noinclude><section begin="Antonio de Castro Lopes"/>livro, nomeou uma commissão que deu sobre elle o mais honroso parecer; e o Visconde de Castilho propoz ao conselho da instrucção publica de Lisboa a sua adopção, começando sua proposta por estas palavras: «Eu por mim, lendo attentamente este livro de autor nem conhecido, nem conterraneo meu, tão util o julguei, que em vol-o apresentar com especial recommendação entendi abriria porta a um consideravel melhoramento.» E pouco depois accrescenta: «Si o Brazil disser que nos antecedeu nesta reforma, não possa ao menos dizer que Portugal nem para lhe seguir o exemplo tem alma.» Esta propost acha-se por extenso impressa no prefacio da 3ª edição do Novo systema para estudar a lingua latina.
Carlos Koffer, entretanto, na introducção de sua grammatica latina, se referindo á do dr. Castro Lopes, diz: « Experimentei-a por duas vezes sem tirar um resultado correspondente ao tempo gasto. O referido autor engenhosamente diz que o systema de Robertson póde bem ser denominado o ''caminho de ferro das linguas''. Concordo inteiramente, porque acontece neste caminho de ferro das línguas o mesmo que acontece no verdadeiro caminho de ferro; é que, passando o viajante com extrema rapidez pelos objectos, não os póde divisar bem, e por conseguinte não lhe resta delles impressão dueadoura.»
— ''Arte de ganhar dinheiro''. Rio de Janeiro, 1860, 77 pags. in-8.° — Foi publicada sob o pseudonymo de ''Philogelus''.
— ''Memoria sobre a utilidade do estudo da lingua latina'' — Vem na ''Revista Brazileira'' de maio de 1860.
— ''Saudação á aurora'': versos portuguezes, que podem ser lidos simultaneamente em latim, seguida a analyse rigorosa desta ultima lingua. — Foi publicada no periodico ''Constitucional'' de janeiro de 1863 e reproduzida no periodico portuguez ''Panorama'' em 1866.
— ''Theatro''. Rio de Janeiro, 1864-1865 — 3 volumes, contendo uma introducção do conego F. Pinheiro, e as peças seguintes: 1º vol. ''Abamoacara'', tragedia em quatro actos; ''Meu marido está ministro'', comedia original em um acto. 2º vol. ''O compadre Suzano; A emancipação das mulheres; As tres graças'', comedia em proza. 3º vol. ''A educaçao'', drama original em tres actos.
— ''Muza latina'': collecção de lyras da [[Marília de Dirceu|Marilia de Dircêo]], traduzidas para versos latinos. Rio de Janeiro, 1868.
— ''Catechismo de agricultura'' para uzo das escolas da instrucção primaria do Brazil. Rio de Janeiro, 1861, 54 pags. in-8° com duas estampas. — E' offerecido ao conselheiro Joaquim José Ignacio, Visconde de lnhauma, e me parece que houve uma edição anterior. Neste catechismo o autor, começando por tratar da agricu1tura, do ar, do clima, da agua, etc., trata depois do gado, e de diversos animaes inclusive as abelhas e apresenta o calendario agricola de S. V. Vigneron Jousselandiere. Creio que ha uma edição de 1869.
— ''O medico do povo'': instrucção pondo ao alcance dos homens conscienciosos e de boa vontade os progressos mais aperfeiçoados e as mais
<section end="Antonio de Castro Lopes"/><noinclude></noinclude>
f4wqg7jwmac2dm8d1m8dwqaxbzef0wj
Página:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf/160
106
164413
558132
363127
2026-08-07T02:32:19Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558132
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho||'''AN'''|135}}</noinclude>## Antonio de Castro Lopes ##
recentes descobertas da arte de curar, indicando os meios de tratar todas as molestias segundo a homœopathia. Composto pelo doutor Mure, e traduzido pelo doutor Joaquim José da Silva Pinto. Terceira edição, revista, augmentada e melhorada pelo doutor Antonio de Castro Lopes. Rio de Janeiro, 1868.
— ''Synopse do estado da empreza predial'' pelo seu fundador e gerente doutor Antonio de Castro Lopes, apresentada na primeira reunião da assembléa geral de accionistas da mesma empreza. Rio de Janeiro, 1873, 22 pags. in-4.º
— ''Resurreições'': poesias. Rio de Janeiro, 1879.
— ''Deveres do homem por Silvio Pellico'': traducção. Obra adoptada pelo governo imperial para as aulas da instrucção primaria. Rio de Janeiro, 1880.
— ''Acrostico a Luiz de Camões'', composto de versos dos Luziadas por occasião do terceiro centenario de Camões. 1880.
— ''Memoria sobre a possibilidade e conveniencia da suppressão dos annos bissextos'', escripta em portuguez, latim e francez. Rio de Janeiro, 1881 — R. Teixeira Mendes, de quem me occuparei neste livro, em tres artigos insertos na ''Gazeta de Noticias'' com o titulo de ''Indicações sabre a theoria positivista do calendario'', contesta opiniões emittidas nesta memoria, opiniões que o doutor Castro Lopes sustenta em dous artigos, insertos em seguida na mesma ''Gazeta'' sob o titulo de ''Suppressão dos annos bissextos'', ao primeiro dos quaes ainda respondeu Teixeira Mendes, tudo em abril de 1881.
Acerca desta ''Memoria'', enviada a quasi todas as sociedades sábias da Europa e da America, recebeu o autor manifestações de apreço, que de muitos desses institutos lhe foram dirigidas, declarando o Sr. C. Flammarion no seu periodico mensal ''Astronomie'' de setembro de 1882 que em um dos proximos numeros examinaria a questão. Tratando essa ''Memoria'' de uma alteração no calendario, julgou conveniente o autor dirigir-se a sua santidade, e o fez por carta escripta em latim. O finado Visconde de Araguaya, ministro plenipotenciario do Brazil em Roma, foi quem apresentou essa carta e a ''Memoria'', respondendo ao doutor Castro Lopes, que o santo padre lera immediatamente a missiva, e declarara achar correcta a phrase latina e importante o trabalho, o qual ia submetter a estudo.
— ''Discurso proferido na 375ª conferencia publica da escola da freguezia da Gloria'', na presença de sua magestade o Imperador. Rio de Janeiro, 1881.
— ''Conferencias sobre a homœopathia''. Rio de Janeiro, 1882 — Neste volume enfeixou o doutor Castro Lopes diversas prelecções que fez na mesma escola da Gloria.
— ''Um sonho astronomico''. Rio de Janeiro, 1882 — Nesta obra, sob uma apparencia de phantasia, o doutor Castro Lopes propõe diversas theorias acerca de muitos phenomenos astronomicos. Sahira em folhetim<noinclude></noinclude>
ncb6sfmi30z4ndx3thvnevcxt7i7qbe
558133
558132
2026-08-07T02:32:25Z
Trooper57
24584
558133
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho||'''AN'''|135}}</noinclude><section begin="Antonio de Castro Lopes"/>recentes descobertas da arte de curar, indicando os meios de tratar todas as molestias segundo a homœopathia. Composto pelo doutor Mure, e traduzido pelo doutor Joaquim José da Silva Pinto. Terceira edição, revista, augmentada e melhorada pelo doutor Antonio de Castro Lopes. Rio de Janeiro, 1868.
— ''Synopse do estado da empreza predial'' pelo seu fundador e gerente doutor Antonio de Castro Lopes, apresentada na primeira reunião da assembléa geral de accionistas da mesma empreza. Rio de Janeiro, 1873, 22 pags. in-4.º
— ''Resurreições'': poesias. Rio de Janeiro, 1879.
— ''Deveres do homem por Silvio Pellico'': traducção. Obra adoptada pelo governo imperial para as aulas da instrucção primaria. Rio de Janeiro, 1880.
— ''Acrostico a Luiz de Camões'', composto de versos dos Luziadas por occasião do terceiro centenario de Camões. 1880.
— ''Memoria sobre a possibilidade e conveniencia da suppressão dos annos bissextos'', escripta em portuguez, latim e francez. Rio de Janeiro, 1881 — R. Teixeira Mendes, de quem me occuparei neste livro, em tres artigos insertos na ''Gazeta de Noticias'' com o titulo de ''Indicações sabre a theoria positivista do calendario'', contesta opiniões emittidas nesta memoria, opiniões que o doutor Castro Lopes sustenta em dous artigos, insertos em seguida na mesma ''Gazeta'' sob o titulo de ''Suppressão dos annos bissextos'', ao primeiro dos quaes ainda respondeu Teixeira Mendes, tudo em abril de 1881.
Acerca desta ''Memoria'', enviada a quasi todas as sociedades sábias da Europa e da America, recebeu o autor manifestações de apreço, que de muitos desses institutos lhe foram dirigidas, declarando o Sr. C. Flammarion no seu periodico mensal ''Astronomie'' de setembro de 1882 que em um dos proximos numeros examinaria a questão. Tratando essa ''Memoria'' de uma alteração no calendario, julgou conveniente o autor dirigir-se a sua santidade, e o fez por carta escripta em latim. O finado Visconde de Araguaya, ministro plenipotenciario do Brazil em Roma, foi quem apresentou essa carta e a ''Memoria'', respondendo ao doutor Castro Lopes, que o santo padre lera immediatamente a missiva, e declarara achar correcta a phrase latina e importante o trabalho, o qual ia submetter a estudo.
— ''Discurso proferido na 375ª conferencia publica da escola da freguezia da Gloria'', na presença de sua magestade o Imperador. Rio de Janeiro, 1881.
— ''Conferencias sobre a homœopathia''. Rio de Janeiro, 1882 — Neste volume enfeixou o doutor Castro Lopes diversas prelecções que fez na mesma escola da Gloria.
— ''Um sonho astronomico''. Rio de Janeiro, 1882 — Nesta obra, sob uma apparencia de phantasia, o doutor Castro Lopes propõe diversas theorias acerca de muitos phenomenos astronomicos. Sahira em folhetim
<section end="Antonio de Castro Lopes"/><noinclude></noinclude>
ft2obdqnvbnz0pqhgt6xx3jfbtukx2q
Página:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf/161
106
164415
558134
363128
2026-08-07T02:36:11Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558134
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho|136|'''AN'''}}</noinclude><section begin="Antonio de Castro Lopes"/>no ''Cruzeiro'' em outubro deste anno, e vertido em francez pelo proprio autor, foi impresso depois em Paris.
— ''Diccionario classico latino e Portuguez'' — Esta obra o autor conserva inedita, agnardando opportunidade para dal-a a lume.
— ''Vida e feites do doutor Semana''. Rio de Janeiro, 1870.
O doutor Castro Lopes finalmente foi o fundador e primeiro redactor do
— ''Bazar volante'': (periodico caricato) Rio de Janeiro, 1863 a 1867 — Apenas o redigiu, porém, por seis mezes, passando a redacção ao bacharel Joaquim José da França Junior e a outros. Seus escriptos ahi são assignados pelo pseudonymo de ''Petrosculus''.
<section end="Antonio de Castro Lopes"/>
<section begin="Antonio de Castro e Silva"/>'''Antonio de Castro e Silva —''' Natural da provincia do Ceará, onde vivia em 1828, era presbytero do habito de S. Pedro, e homem de abastada fortuna.
Em sua provincia, a que prestara relevantes serviços, exercia o cargo de thesoureiro geral da subscripção mensal dos oitocentos mil réis, quando foi mandado prender em sua casa ás dez horas da noite de 12 de novembro de 1825 por uma patrulha, de ordem do commandante das armas Conrado Jacob de Niemeyer, e recolhido a esta mesma hora a um carcere, accusando-o a mesma autoridade de complice dos, motins politicos que agitaram a provincia. Estés factos levaram o padre Castro a escrever:
— ''Resposta ao manifesto do ex-commandante das armas do Cearã, Conrado Jacob de Niemeyer'', contra o padre Antonio de Castro e Silva. Rio de Janeiro, 1828 — E' um opusculo, sem frontispicio, de 20 pags. in-fol. e em duas columnas, onde o autor se justifica da accusação contra si intentada, e reclama da violencia que soffrêra, apresentando em seguida 35 documentos que abonam sua adhesão á constituição e ao throno, sua moralidade, etc. Vi esta obra annexa ao n. 111, de 31 de outubro de 1828, da ''Aurora fluminense''.
<section end="Antonio de Castro e Silva"/>
<section begin="Antonio Cesar de Berrêdo"/>'''Antonio Cesar de Berrêdo —''' Descendente do distincto historiador, Bernardo Pereira de Berrêdo, nasceu na provincia do Maranhão em 1822, e falleceu á 7 de abril de 1879, victima de uma cistite purulenta. Era formado em sciencias sociaes c juridicas pela faculdade de Olinda, proprietario de engenho em sua provincia e escreveu:
— ''Lyra de instantes'': poesias .— Não vi este volume; mas sim diversos artigos e composições poeticas de Cesar de Berredo em ravistas e periodicos, dos quaes citarei:
— ''A infancia'': (poesia em verso hendecassyllabo solto) — publicada na ''chronica litteraria'', pag. 109.
— ''Hymno ao dia 22 de dezembro:'' (poesia de metrificação variada) — na mesma revista, pags. 134 a 136.
Deixou ineditos:
— ''Os Mocambeiros:'' romance.
— ''Direito publico'' — Esta obra ficou incompleta.<section end="Antonio Cesar de Berrêdo"/><noinclude></noinclude>
22074862cz62311um1juh34znrm3503
558136
558134
2026-08-07T02:38:49Z
Trooper57
24584
558136
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho|136|'''AN'''}}</noinclude><section begin="Antonio de Castro Lopes"/>no ''Cruzeiro'' em outubro deste anno, e vertido em francez pelo proprio autor, foi impresso depois em Paris.
— ''Diccionario classico latino e Portuguez'' — Esta obra o autor conserva inedita, agnardando opportunidade para dal-a a lume.
— ''Vida e feites do doutor Semana''. Rio de Janeiro, 1870.
O doutor Castro Lopes finalmente foi o fundador e primeiro redactor do
— ''Bazar volante'': (periodico caricato) Rio de Janeiro, 1863 a 1867 — Apenas o redigiu, porém, por seis mezes, passando a redacção ao bacharel Joaquim José da França Junior e a outros. Seus escriptos ahi são assignados pelo pseudonymo de ''Petrosculus''.
<section end="Antonio de Castro Lopes"/>
<section begin="Antonio de Castro e Silva"/>'''{{a|Antônio de Castro e Silva|Antonio de Castro e Silva}} —''' Natural da provincia do Ceará, onde vivia em 1828, era presbytero do habito de S. Pedro, e homem de abastada fortuna.
Em sua provincia, a que prestara relevantes serviços, exercia o cargo de thesoureiro geral da subscripção mensal dos oitocentos mil réis, quando foi mandado prender em sua casa ás dez horas da noite de 12 de novembro de 1825 por uma patrulha, de ordem do commandante das armas Conrado Jacob de Niemeyer, e recolhido a esta mesma hora a um carcere, accusando-o a mesma autoridade de complice dos, motins politicos que agitaram a provincia. Estés factos levaram o padre Castro a escrever:
— ''Resposta ao manifesto do ex-commandante das armas do Cearã, Conrado Jacob de Niemeyer'', contra o padre Antonio de Castro e Silva. Rio de Janeiro, 1828 — E' um opusculo, sem frontispicio, de 20 pags. in-fol. e em duas columnas, onde o autor se justifica da accusação contra si intentada, e reclama da violencia que soffrêra, apresentando em seguida 35 documentos que abonam sua adhesão á constituição e ao throno, sua moralidade, etc. Vi esta obra annexa ao n. 111, de 31 de outubro de 1828, da ''Aurora fluminense''.
<section end="Antonio de Castro e Silva"/>
<section begin="Antonio Cesar de Berrêdo"/>'''{{a|Antônio César de Berredo|Antonio Cesar de Berrêdo}} —''' Descendente do distincto historiador, Bernardo Pereira de Berrêdo, nasceu na provincia do Maranhão em 1822, e falleceu á 7 de abril de 1879, victima de uma cistite purulenta. Era formado em sciencias sociaes c juridicas pela faculdade de Olinda, proprietario de engenho em sua provincia e escreveu:
— ''Lyra de instantes'': poesias .— Não vi este volume; mas sim diversos artigos e composições poeticas de Cesar de Berredo em ravistas e periodicos, dos quaes citarei:
— ''A infancia'': (poesia em verso hendecassyllabo solto) — publicada na ''chronica litteraria'', pag. 109.
— ''Hymno ao dia 22 de dezembro:'' (poesia de metrificação variada) — na mesma revista, pags. 134 a 136.
Deixou ineditos:
— ''Os Mocambeiros:'' romance.
— ''Direito publico'' — Esta obra ficou incompleta.<section end="Antonio Cesar de Berrêdo"/><noinclude></noinclude>
pc0qyhlocqziav05mnfk9g05yz3dwfi
Predefinição:Progressos recentes
10
220893
558072
558060
2026-08-06T12:00:14Z
AlbeROBOT
35938
bot: Atualizando progressos
558072
wikitext
text/x-wiki
<templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' />
{|
|-
| {{Barra de progresso|0|0|94|0|5|1}}
| [[Index:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf|Memórias duma mulher da época]]
|-
| {{Barra de progresso|17|0|1|2|1|79}}
| [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|46|0|4|50}}
| [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|93|0|7|0}}
| [[Index:Maria O'Neill - A Fada Loira.pdf|A Fada Loira]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|5|0|3|92}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf|Para Divertir]]
|-
| {{Barra de progresso|0|7|51|0|12|30}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]]
|-
| {{Barra de progresso|17|0|0|0|2|81}}
| [[Index:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf|Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio]]
|-
| {{Barra de progresso|1|0|33|0|8|58}}
| [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|61|34|6|-1}}
| [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]]
|-
| {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}}
| [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]]
|}<noinclude>{{documentação}}</noinclude>
l4wdknltnn4zcl0l20npxcpiu1r47mg
558078
558072
2026-08-06T13:00:13Z
AlbeROBOT
35938
bot: Atualizando progressos
558078
wikitext
text/x-wiki
<templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' />
{|
|-
| {{Barra de progresso|0|0|94|0|5|1}}
| [[Index:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf|Memórias duma mulher da época]]
|-
| {{Barra de progresso|17|0|1|2|1|79}}
| [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|48|0|4|48}}
| [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|93|0|7|0}}
| [[Index:Maria O'Neill - A Fada Loira.pdf|A Fada Loira]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|5|0|3|92}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf|Para Divertir]]
|-
| {{Barra de progresso|0|7|51|0|12|30}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]]
|-
| {{Barra de progresso|17|0|0|0|2|81}}
| [[Index:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf|Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio]]
|-
| {{Barra de progresso|1|0|33|0|8|58}}
| [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|61|34|6|-1}}
| [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]]
|-
| {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}}
| [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]]
|}<noinclude>{{documentação}}</noinclude>
b77o2wtvac5fm89k8ltph9xze3zvehf
558087
558078
2026-08-06T14:00:16Z
AlbeROBOT
35938
bot: Atualizando progressos
558087
wikitext
text/x-wiki
<templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' />
{|
|-
| {{Barra de progresso|0|0|94|0|5|1}}
| [[Index:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf|Memórias duma mulher da época]]
|-
| {{Barra de progresso|18|0|1|2|1|78}}
| [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|48|0|4|48}}
| [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|93|0|7|0}}
| [[Index:Maria O'Neill - A Fada Loira.pdf|A Fada Loira]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|5|0|3|92}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf|Para Divertir]]
|-
| {{Barra de progresso|0|7|51|0|12|30}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]]
|-
| {{Barra de progresso|17|0|0|0|2|81}}
| [[Index:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf|Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio]]
|-
| {{Barra de progresso|1|0|33|0|8|58}}
| [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|61|34|6|-1}}
| [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]]
|-
| {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}}
| [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]]
|}<noinclude>{{documentação}}</noinclude>
16d70d6ytz0buuw0vsig9ioc92qh3xj
558107
558087
2026-08-06T18:00:12Z
AlbeROBOT
35938
bot: Atualizando progressos
558107
wikitext
text/x-wiki
<templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' />
{|
|-
| {{Barra de progresso|0|0|94|0|5|1}}
| [[Index:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf|Memórias duma mulher da época]]
|-
| {{Barra de progresso|18|0|1|2|1|78}}
| [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|48|0|4|48}}
| [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|93|0|7|0}}
| [[Index:Maria O'Neill - A Fada Loira.pdf|A Fada Loira]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|10|0|3|87}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf|Para Divertir]]
|-
| {{Barra de progresso|0|7|51|0|12|30}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]]
|-
| {{Barra de progresso|17|0|0|0|2|81}}
| [[Index:Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio, Província de Minas Geraes.pdf|Memórias do districto diamantino da comarca do Sêrro Frio]]
|-
| {{Barra de progresso|1|0|33|0|8|58}}
| [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|61|34|6|-1}}
| [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]]
|-
| {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}}
| [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]]
|}<noinclude>{{documentação}}</noinclude>
dx9obtzyvtogy62kys8o71bd8y2g8md
558117
558107
2026-08-06T23:00:13Z
AlbeROBOT
35938
bot: Atualizando progressos
558117
wikitext
text/x-wiki
<templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' />
{|
|-
| {{Barra de progresso|0|0|94|0|5|1}}
| [[Index:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf|Memórias duma mulher da época]]
|-
| {{Barra de progresso|18|0|1|2|1|78}}
| [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|48|0|4|48}}
| [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|93|0|7|0}}
| [[Index:Maria O'Neill - A Fada Loira.pdf|A Fada Loira]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|1|0|0|99}}
| [[Index:Maria O'Neill - Alegrias.pdf|Alegrias]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|10|0|3|87}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf|Para Divertir]]
|-
| {{Barra de progresso|0|7|51|0|12|30}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|1|0|0|99}}
| [[Index:Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf|Por Bom Caminho]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|61|34|6|-1}}
| [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]]
|-
| {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}}
| [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]]
|}<noinclude>{{documentação}}</noinclude>
tn8pi5259adtx8j3akn48907rgh365o
558122
558117
2026-08-07T01:00:14Z
AlbeROBOT
35938
bot: Atualizando progressos
558122
wikitext
text/x-wiki
<templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' />
{|
|-
| {{Barra de progresso|0|0|94|0|5|1}}
| [[Index:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf|Memórias duma mulher da época]]
|-
| {{Barra de progresso|18|0|1|2|1|78}}
| [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|48|0|4|48}}
| [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|1|0|0|99}}
| [[Index:Maria O'Neill - Alegrias.pdf|Alegrias]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|10|0|3|87}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf|Para Divertir]]
|-
| {{Barra de progresso|0|7|51|0|12|30}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|1|0|0|99}}
| [[Index:Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf|Por Bom Caminho]]
|-
| {{Barra de progresso|1|0|34|0|8|57}}
| [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|61|34|6|-1}}
| [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]]
|-
| {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}}
| [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]]
|}<noinclude>{{documentação}}</noinclude>
pq1t4z8kscj6eeh4m78rjfafn8vpnjm
558127
558122
2026-08-07T02:00:14Z
AlbeROBOT
35938
bot: Atualizando progressos
558127
wikitext
text/x-wiki
<templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' />
{|
|-
| {{Barra de progresso|0|0|94|0|5|1}}
| [[Index:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf|Memórias duma mulher da época]]
|-
| {{Barra de progresso|18|0|1|2|1|78}}
| [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|48|0|4|48}}
| [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|1|0|0|99}}
| [[Index:Maria O'Neill - Alegrias.pdf|Alegrias]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|10|0|3|87}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf|Para Divertir]]
|-
| {{Barra de progresso|0|7|51|0|12|30}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|1|0|0|99}}
| [[Index:Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf|Por Bom Caminho]]
|-
| {{Barra de progresso|1|0|35|0|8|56}}
| [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|61|34|6|-1}}
| [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]]
|-
| {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}}
| [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]]
|}<noinclude>{{documentação}}</noinclude>
7ruku3yr4dv49sslgibbycltqv1x86b
558142
558127
2026-08-07T03:00:12Z
AlbeROBOT
35938
bot: Atualizando progressos
558142
wikitext
text/x-wiki
<templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' />
{|
|-
| {{Barra de progresso|0|0|80|9|11|0}}
| [[Index:Bem cavalgar.djvu|Livro da ensinança de bem cavalgar toda sella]]
|-
| {{Barra de progresso|70|0|15|14|1|-1.7763568394003E-15}}
| [[Index:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf|Diccionario Bibliographico Brazileiro]]
|-
| {{Barra de progresso|18|0|1|2|1|78}}
| [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|48|0|4|48}}
| [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|1|0|0|99}}
| [[Index:Maria O'Neill - Alegrias.pdf|Alegrias]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|10|0|3|87}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf|Para Divertir]]
|-
| {{Barra de progresso|0|7|51|0|12|30}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|1|0|0|99}}
| [[Index:Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf|Por Bom Caminho]]
|-
| {{Barra de progresso|1|0|35|0|8|56}}
| [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|61|34|6|-1}}
| [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]]
|}<noinclude>{{documentação}}</noinclude>
5gxzvra9i9sfbbrgyw5s652ilmvngew
558160
558142
2026-08-07T04:00:13Z
AlbeROBOT
35938
bot: Atualizando progressos
558160
wikitext
text/x-wiki
<templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' />
{|
|-
| {{Barra de progresso|0|0|80|9|11|0}}
| [[Index:Bem cavalgar.djvu|Livro da ensinança de bem cavalgar toda sella]]
|-
| {{Barra de progresso|70|0|15|14|1|-1.7763568394003E-15}}
| [[Index:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf|Diccionario Bibliographico Brazileiro]]
|-
| {{Barra de progresso|18|0|1|2|1|78}}
| [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|48|0|4|48}}
| [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|1|0|0|99}}
| [[Index:Maria O'Neill - Alegrias.pdf|Alegrias]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|10|0|3|87}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf|Para Divertir]]
|-
| {{Barra de progresso|0|7|51|0|12|30}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|1|0|0|99}}
| [[Index:Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf|Por Bom Caminho]]
|-
| {{Barra de progresso|1|0|37|0|9|53}}
| [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|61|34|6|-1}}
| [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]]
|}<noinclude>{{documentação}}</noinclude>
cq0fu12cbvkl2t2lmxdmdqxcsg4wygy
558164
558160
2026-08-07T11:00:15Z
AlbeROBOT
35938
bot: Atualizando progressos
558164
wikitext
text/x-wiki
<templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' />
{|
|-
| {{Barra de progresso|0|0|80|9|11|0}}
| [[Index:Bem cavalgar.djvu|Livro da ensinança de bem cavalgar toda sella]]
|-
| {{Barra de progresso|70|0|15|14|1|-1.7763568394003E-15}}
| [[Index:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf|Diccionario Bibliographico Brazileiro]]
|-
| {{Barra de progresso|19|0|1|2|1|77}}
| [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|48|0|4|48}}
| [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|1|0|0|99}}
| [[Index:Maria O'Neill - Alegrias.pdf|Alegrias]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|10|0|3|87}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf|Para Divertir]]
|-
| {{Barra de progresso|0|7|51|0|12|30}}
| [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|1|0|0|99}}
| [[Index:Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf|Por Bom Caminho]]
|-
| {{Barra de progresso|1|0|37|0|9|53}}
| [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]]
|-
| {{Barra de progresso|0|0|61|34|6|-1}}
| [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]]
|}<noinclude>{{documentação}}</noinclude>
2fn1n6wbqvd17dnf2v1i7dz3vi4863i
Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/131
106
236175
558111
504097
2026-08-06T22:03:36Z
BlitzkriegBoop
37692
558111
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{C|{{Serifa|{{xx-larger|{{uc|ÍNDICE}}}}}}}}
{{dhr}}
{{lh|4em}}
{{dhr|2}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|nodots
|página={{sc|Pag.}}
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Para ler nas férias/A desobediente|A desobediente]]
|página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/9|5]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Para ler nas férias/A piteira|A piteira]]
|página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/31|27]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Para ler nas férias/O mundo é cheio de ingratos!|O mundo é cheio de ingratos!]]
|página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/37|33]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Para ler nas férias/Um banho inesperado|Um banho inesperado]]
|página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/43|39]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Para ler nas férias/O dicionário|O dicionário]]
|página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/49|45]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Para ler nas férias/Adalberto|Adalberto]]
|página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/59|55]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Para ler nas férias/Noite de sobresalto|Noite de sobresalto]]
|página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/67|63]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Para ler nas férias/O rato de D. Matias|O rato de D. Matias]]
|página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/77|73]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Para ler nas férias/A viuva do felá|A viuva do felá]]
|página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/85|81]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Para ler nas férias/Dignidade dum pobre|Dignidade dum pobre]]
|página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/95|91]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Para ler nas férias/Caipira|Caipira]]
|página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/107|103]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Para ler nas férias/A baroneza de Altas Sebes|A baroneza de Altas Sebes]]
|página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/113|109]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Para ler nas férias/Os netos do pescador|Os netos do pescador]]
|página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/125|121]]
}}
{{nop}}<noinclude></noinclude>
7pj1andcauxe1qbo5t2dr77qu29pz2x
Galeria:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf
104
239819
558102
558016
2026-08-06T17:40:44Z
BlitzkriegBoop
37692
558102
proofread-index
text/x-wiki
{{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template
|Type=book
|Título=[[Memórias duma Mulher da Época|Memórias duma mulher da época]]
|Subtítulo=
|Language=pt
|Autor=[[Autor:Diana de Liz|Diana de Liz]]
|Tradutor=
|Editor=
|Ilustrador=
|Edição=
|Volume=
|Editora=Guimarães & C.{{sup|a}}
|Gráfica=Imprensa Lucas & C.{{sup|a}}
|Local=Lisboa
|Ano=1932
|ISBN=
|Fonte=
|Imagem=
|Capa=1
|Progresso=V
|Páginas=<pagelist
1="capa"
2="-"
3=1
3to6=roman
242to243="-"
244="contracapa"
/>
|Tomos=
|Volumes=
|Notas=
|Sumário={{Página:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf/241}}
|Epígrafe={{Página:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf/1}}
{{page break|label=}}
{{Página:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf/3}}
{{page break|label=}}
{{Página:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf/4}}
{{page break|label=}}
{{Página:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf/6}}
{{page break|label=}}
|Width=
|Css=
|Header=
|Footer=
|Modernização=N
}}
[[Categoria:Originais de edições impressas em 1932]]
tg0rbzlbamxhjkoxdf34duptem96gqg
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/46
106
253814
558161
553373
2026-08-07T04:05:42Z
Trooper57
24584
558161
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />2</noinclude>(em latim voz do pregoeiro); e se lhe agglutine o
suffixo — ''nicio'' — (do ablativo latino — ''nuncio'', noticia,
annuncio) mudando o — ''u'' — em — ''i'' —, e fazendo
cahir o — ''n'' — que precede o — ''c'' — para adoçamento
da pronuncia; e ter-se ha a euphonica palavra Preconnicio —,
de formação erudita e ascendencia
legitima.
Encerrando, como encerra, o novo vocabulo
''preconnicio'' as mesmas idéas que o termo francez
''reclame'', isto é, exprimindo ''preconnicio'' pelos seos
elementos constituintes, ''um annuncio preconisador'',
um annuncio em que se exalta e engrandece alguma
cousa, tem este termo novo portuguez a
mesma significação que ''reclame'', pelo que perfeita
e completamente o traduz.
Os francêlhos e tarecos hão de talvez torcer o
nariz; os que o não forem, estranharão ao principio,
como succede com a roupa nova, por melhor taIhada
que seja reflictam porém os espiritos desprevenidos;
que á força de empregarem o termo
novo, acabarão por lhe tirar a estranheza, dandolhe
fôro de cidade, si o julgarem d’isso merecedor.
''Moraes'' (7ª edição) traz infelizmente a palavra
franceza, ou antes, o vocabulo ''reclamo'' com o sentido
de ''reclame'' francez.
Não deve ser usado; mas ''preconnicio''.<noinclude>{{rule|6em}}</noinclude>
t1lvy72sdm4vj2z1pkb8gybdghwrfy1
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/205
106
253828
558155
553415
2026-08-07T03:43:06Z
Trooper57
24584
558155
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|VOCABULARIO DOS BARBARISMOS DISPENSAVEIS<ref>Parece superfluo este ''Vocabulario'', porque os diccionarios trazen a significação ''de quasi todos estes termos francezes;'' mas como, não obstante, insiste-se no abuso de barbarismos, insisto tamben en recordar os vocabulos correspondentes en portuguez.</ref>}}
{{ad|{{sc|Acclimatar}} (acclimater): En portuguez deve dizer-se ''acclimar''; por que o substantivo portuguez é ''clima'', e não ''climat'', que é francez.}}
{{ad|{{sc|Adresse}}: Cartão, ou bilhete com a indicação do domicilio; ''endereço''.}}
{{ad|{{sc|Arrière pensée}}: Segunda tenção.}}
{{ad|{{sc|Atelier}}: Officina, tanto para as artes liberaes, como mechanicas. (Vid. Dicc. de Bescherelle,) (pagina {{pl|119|42}} deste livro).}}
{{ad|{{sc|Batiste}}: Cambraia, (téla finissima) que se çhama en francez — ''Batiste'' — do nome do fabricante. (Vid. Dicc. de Bescherelle).}}
{{ad|{{sc|Bijouterie}}: (Vede Vocabulario dos Neologismos).}}
{{ad}}{{sc|Book-maker}} (''buk-mêker''): Estas duas palavras significam litteralmente ''fazedor de livros''. En Londres fizerão com ellas um cerebrino {{pt|neolo-|neologismo }}<noinclude></div>
{{rule|10em|align=left}}
{{Smallrefs}}
{{d|{{sc2|II}}}}</noinclude>
60r0gilcic8uxat8xxgg0f6bjplal3e
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/203
106
253834
558153
553474
2026-08-07T03:28:34Z
Trooper57
24584
558153
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|VOCABULARIO NEOLOGICO PORTUGUEZ}}
{{traço}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/V|{{sc|Abat-jour}}]]: Lucivélo, ou lucivéo, s. m. (Vede pag. {{pl|11|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/VII|{{sc|Aplomb}}]]: Prumo, (instrumento) s. m.; desempeno. (Vede pag. {{pl|19|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/VIII|{{sc|Avalanche}}]]: Runimol, s. m. (Vede pag. {{pl|23|44}}).}}
{{ad|{{sc|Bijouterie}}: Joalharia, s. m. Neologismo formado de substantivo ''joalheiro'', que já existe en portuguez.}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIX|{{sc|Carotagen}}]]: Costeagen, s. f. (Vede pag. {{pl|61|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/III|{{sc|Cache-nez}}]]: Focále, s. m. (Vede pag. {{pl|5|44}}).}}
{{ad|{{sc|Calembourg ou Calambour}}: Anciverbio; palavra que se presta a mais de un sentido. Este neologismo é formado de ''anceps'', ''ancipitis'', (duvidoso) e ''verbum'', ''i'' (palavra).{{quebra}}Pode tamben traduzir-se ''Calembourg'' pelo termo — ''equivoco;'' mas não por ''trocadilho''.}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXIII|{{sc|Charivari}}]]: Peniludio, s. m.; algazarra, assuada, bulha, gritaria, matinada. (Vede pag. {{pl|75|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XII|{{sc|Carnet}}]]: Choribel, (coribél) canhenho s. m. (Vede pag. {{pl|37|44}}).}}
{{ad}}
{{sc|Claque}}: Venapplauso, applauso vendido pelos que nos theatros baten as palmas aos actores, por dinheiro, ou por algun outro motivo; applauso<noinclude>{{ad}}</noinclude>
ecq4pwcw3aw12ovfmca9gh7ypsk44xw
558156
558153
2026-08-07T03:44:35Z
Trooper57
24584
558156
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|VOCABULARIO NEOLOGICO PORTUGUEZ}}
{{traço}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/V|{{sc|Abat-jour}}]]: Lucivélo, ou lucivéo, s. m. (Vede pag. {{pl|11|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/VII|{{sc|Aplomb}}]]: Prumo, (instrumento) s. m.; desempeno. (Vede pag. {{pl|19|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/VIII|{{sc|Avalanche}}]]: Runimol, s. m. (Vede pag. {{pl|23|44}}).}}
{{ad|{{sc|Bijouterie}}: Joalharia, s. m. Neologismo formado de substantivo ''joalheiro'', que já existe en portuguez.}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIX|{{sc|Carotagen}}]]: Costeagen, s. f. (Vede pag. {{pl|61|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/III|{{sc|Cache-nez}}]]: Focále, s. m. (Vede pag. {{pl|5|44}}).}}
{{ad|{{sc|Calembourg ou Calambour}}: Anciverbio; palavra que se presta a mais de un sentido. Este neologismo é formado de ''anceps'', ''ancipitis'', (duvidoso) e ''verbum'', ''i'' (palavra).{{quebra}}Pode tamben traduzir-se ''Calembourg'' pelo termo — ''equivoco;'' mas não por ''trocadilho''.}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXIII|{{sc|Charivari}}]]: Peniludio, s. m.; algazarra, assuada, bulha, gritaria, matinada. (Vede pag. {{pl|75|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XII|{{sc|Carnet}}]]: Choribel, (coribél) canhenho s. m. (Vede pag. {{pl|37|44}}).}}
{{ad}}
{{sc|Claque}}: Venapplauso, applauso vendido pelos que nos theatros baten as palmas aos actores, por dinheiro, ou por algun outro motivo; applauso<noinclude></div></noinclude>
brmzzr993rz5yy2t5n7mametggeyzkf
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/204
106
253850
558154
553473
2026-08-07T03:36:45Z
Trooper57
24584
558154
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />160</noinclude><noinclude>{{ad|</noinclude>forçado, não espontaneo. Este neologismo é formado com o adjectivo — ''venal'' — , e o substantivo ''applauso''.<noinclude>||2em}}</noinclude>
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XX|{{sc|Drainage}}]]: Haurinxúgo, s. m. Fazer o haurinxúgo — haurinxugar, (termo cirurgico) hauricanulação; hauricanular (v. a.) (Vede pag. {{pl|63|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XVI|{{sc|Engrenage}}]]: Entrosagem, s. f. (Vede pag. {{pl|51|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XVII|{{sc|Feerico}}]] (féerique): Fádico, fádica, adject. (Vede pag. {{pl|55|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXII|{{sc|Lendemain}}]]: Postridio, s. m. (Vede pag. {{pl|71|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXV|{{sc|Massage}}]]: Premagem, s. f. (Vede pag. {{pl|81|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/VI|{{sc|Meeting}}]]: Concião, s. f. (Vede pag. {{pl|13|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/IX|{{sc|Menu}}]]: Chardapio (cardapio) s. m. (Vede pag. {{pl|27|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XVIII|{{sc|Mise-en-scéne}}]]: Enscenação, s. f. (Vede pag. {{pl|59|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/IV|{{sc|Nuance, nuances}}]]: Ancenubio, s. m.; ancenubios (plur.) (Vede pag. {{pl|7|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XV|{{sc|Overtura}}]]: Protophonía, s. f. (Vede pag. {{pl|47|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIV|{{sc|Parvenu}}]]: Plutenil, s. m. (Vede pag. {{pl|43|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XI|{{sc|Pic-nic}}]]: Convescóte, s. m. Vede pag. {{pl|33|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/II|{{sc|Pince-nez}}]]: Nasoculos, s. m. (Não tem singular; não se deve dizer o Nasoculo). (Vede pag. {{pl|3|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXI|{{sc|Pose}}]]: Attitude, postura, posição artistica, posição academica; s. f. (Vede pag. {{pl|67|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXI|{{sc|Poser}}]]: Posturar; pôr em posição artistica; v. a. (Vede pag. {{pl|67|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/I|{{sc|Reclame}}]]: Preconnicio, s. m. (Vede pag. {{pl|1|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXIV|{{sc|Tamponnement}}]]: Operculisação, s. f. (Vede pag. {{pl|79|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIII|{{sc|Tourist}}]]: Ludambulo, s. m. (Vede pag. {{pl|41|44}}).}}<noinclude>{{traço}}</noinclude>
o0nohch40prpafzyd9f2ezg1e4uztks
558157
558154
2026-08-07T03:45:24Z
Trooper57
24584
558157
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />160
{{ad|3=2em}}</noinclude>forçado, não espontaneo. Este neologismo é formado com o adjectivo — ''venal'' — , e o substantivo ''applauso''.</div>
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XX|{{sc|Drainage}}]]: Haurinxúgo, s. m. Fazer o haurinxúgo — haurinxugar, (termo cirurgico) hauricanulação; hauricanular (v. a.) (Vede pag. {{pl|63|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XVI|{{sc|Engrenage}}]]: Entrosagem, s. f. (Vede pag. {{pl|51|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XVII|{{sc|Feerico}}]] (féerique): Fádico, fádica, adject. (Vede pag. {{pl|55|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXII|{{sc|Lendemain}}]]: Postridio, s. m. (Vede pag. {{pl|71|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXV|{{sc|Massage}}]]: Premagem, s. f. (Vede pag. {{pl|81|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/VI|{{sc|Meeting}}]]: Concião, s. f. (Vede pag. {{pl|13|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/IX|{{sc|Menu}}]]: Chardapio (cardapio) s. m. (Vede pag. {{pl|27|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XVIII|{{sc|Mise-en-scéne}}]]: Enscenação, s. f. (Vede pag. {{pl|59|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/IV|{{sc|Nuance, nuances}}]]: Ancenubio, s. m.; ancenubios (plur.) (Vede pag. {{pl|7|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XV|{{sc|Overtura}}]]: Protophonía, s. f. (Vede pag. {{pl|47|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIV|{{sc|Parvenu}}]]: Plutenil, s. m. (Vede pag. {{pl|43|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XI|{{sc|Pic-nic}}]]: Convescóte, s. m. Vede pag. {{pl|33|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/II|{{sc|Pince-nez}}]]: Nasoculos, s. m. (Não tem singular; não se deve dizer o Nasoculo). (Vede pag. {{pl|3|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXI|{{sc|Pose}}]]: Attitude, postura, posição artistica, posição academica; s. f. (Vede pag. {{pl|67|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXI|{{sc|Poser}}]]: Posturar; pôr em posição artistica; v. a. (Vede pag. {{pl|67|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/I|{{sc|Reclame}}]]: Preconnicio, s. m. (Vede pag. {{pl|1|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXIV|{{sc|Tamponnement}}]]: Operculisação, s. f. (Vede pag. {{pl|79|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIII|{{sc|Tourist}}]]: Ludambulo, s. m. (Vede pag. {{pl|41|44}}).}}<noinclude>{{traço}}</noinclude>
tozkaeabn0q0z8xv33h06jsfpr0xmao
558158
558157
2026-08-07T03:45:42Z
Trooper57
24584
558158
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />160
{{ad|3=2em}}</noinclude>forçado, não espontaneo. Este neologismo é formado com o adjectivo — ''venal'' —, e o substantivo ''applauso''.</div>
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XX|{{sc|Drainage}}]]: Haurinxúgo, s. m. Fazer o haurinxúgo — haurinxugar, (termo cirurgico) hauricanulação; hauricanular (v. a.) (Vede pag. {{pl|63|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XVI|{{sc|Engrenage}}]]: Entrosagem, s. f. (Vede pag. {{pl|51|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XVII|{{sc|Feerico}}]] (féerique): Fádico, fádica, adject. (Vede pag. {{pl|55|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXII|{{sc|Lendemain}}]]: Postridio, s. m. (Vede pag. {{pl|71|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXV|{{sc|Massage}}]]: Premagem, s. f. (Vede pag. {{pl|81|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/VI|{{sc|Meeting}}]]: Concião, s. f. (Vede pag. {{pl|13|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/IX|{{sc|Menu}}]]: Chardapio (cardapio) s. m. (Vede pag. {{pl|27|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XVIII|{{sc|Mise-en-scéne}}]]: Enscenação, s. f. (Vede pag. {{pl|59|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/IV|{{sc|Nuance, nuances}}]]: Ancenubio, s. m.; ancenubios (plur.) (Vede pag. {{pl|7|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XV|{{sc|Overtura}}]]: Protophonía, s. f. (Vede pag. {{pl|47|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIV|{{sc|Parvenu}}]]: Plutenil, s. m. (Vede pag. {{pl|43|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XI|{{sc|Pic-nic}}]]: Convescóte, s. m. Vede pag. {{pl|33|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/II|{{sc|Pince-nez}}]]: Nasoculos, s. m. (Não tem singular; não se deve dizer o Nasoculo). (Vede pag. {{pl|3|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXI|{{sc|Pose}}]]: Attitude, postura, posição artistica, posição academica; s. f. (Vede pag. {{pl|67|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXI|{{sc|Poser}}]]: Posturar; pôr em posição artistica; v. a. (Vede pag. {{pl|67|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/I|{{sc|Reclame}}]]: Preconnicio, s. m. (Vede pag. {{pl|1|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXIV|{{sc|Tamponnement}}]]: Operculisação, s. f. (Vede pag. {{pl|79|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIII|{{sc|Tourist}}]]: Ludambulo, s. m. (Vede pag. {{pl|41|44}}).}}<noinclude>{{traço}}</noinclude>
8cibqbtpwhuwhl4si504ieoghot65ua
Galeria:Como se deve escrever a história do Brasil.pdf
104
255355
558113
557667
2026-08-06T22:21:14Z
BlitzkriegBoop
37692
558113
proofread-index
text/x-wiki
{{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template
|Type=book
|Título=Como se deve escrever a história do Brasil
|Subtítulo=
|Language=pt
|Autor=Carl Friedrich Philipp von Martius
|Tradutor=
|Editor=
|Ilustrador=
|Edição=
|Volume=6L24
|Editora=Instituto Panamericano de Geografía e Historia
|Gráfica=
|Local=México
|Ano=1845
|ISBN=
|Fonte={{commons|Como se deve escrever a história do Brasil.pdf}}
|Imagem=1
|Capa=1
|Progresso=V
|Páginas=<pagelist 1="433" />
|Tomos=
|Volumes=
|Notas=
|Sumário=
|Epígrafe=
|Width=
|Css=
|Header=
|Footer=
|Modernização=N
}}
[[Categoria:Originais de edições impressas em 1845]]
pn9d7t0d63e1cgr4dvkawxuj3mfcoki
Wikisource:Esplanada/Validação de Como se deve escrever a história do Brasil, de Carl von Martius
4
255387
558116
557669
2026-08-06T22:34:20Z
BlitzkriegBoop
37692
informação sobre notas de rodapé
558116
wikitext
text/x-wiki
Bom dia! Este é a minha primeira contribuição ao Wikisource em português. Eu transcrivi o ensaio do naturalista Carl von Martius na seguinte página:
https://pt.wikisource.org/wiki/Galeria:Como_se_deve_escrever_a_hist%C3%B3ria_do_Brasil.pdf
Ainda não fiz as notas de rodapé, já que não sei formatá-las.
Muito obrigado de antemão pela ajuda. [[Utilizador:Babbage|Babbage]] ([[Utilizador Discussão:Babbage|discussão]]) 16h42min de 2 de agosto de 2026 (UTC)
:Olá {{ping|Babbage}} para formatar notas de rodapé, pode usar o guia [[Ajuda:Notas]], aqui está um exemplo: [[Página:A infanta D. Maria de Portugal e suas damas.djvu/13|Carolina Michaëlis - A infanta D. Maria de Portugal e suas damas, página 3]]. [[Utilizador:BlitzkriegBoop|BlitzkriegBoop]] ([[Utilizador Discussão:BlitzkriegBoop|discussão]]) 22h33min de 6 de agosto de 2026 (UTC)
opdtsweyw2ts36atucn71xa1xdrs6d2
558166
558116
2026-08-07T11:57:41Z
Babbage
40663
/* */ Resposta
558166
wikitext
text/x-wiki
Bom dia! Este é a minha primeira contribuição ao Wikisource em português. Eu transcrivi o ensaio do naturalista Carl von Martius na seguinte página:
https://pt.wikisource.org/wiki/Galeria:Como_se_deve_escrever_a_hist%C3%B3ria_do_Brasil.pdf
Ainda não fiz as notas de rodapé, já que não sei formatá-las.
Muito obrigado de antemão pela ajuda. [[Utilizador:Babbage|Babbage]] ([[Utilizador Discussão:Babbage|discussão]]) 16h42min de 2 de agosto de 2026 (UTC)
:Olá {{ping|Babbage}} para formatar notas de rodapé, pode usar o guia [[Ajuda:Notas]], aqui está um exemplo: [[Página:A infanta D. Maria de Portugal e suas damas.djvu/13|Carolina Michaëlis - A infanta D. Maria de Portugal e suas damas, página 3]]. [[Utilizador:BlitzkriegBoop|BlitzkriegBoop]] ([[Utilizador Discussão:BlitzkriegBoop|discussão]]) 22h33min de 6 de agosto de 2026 (UTC)
::Muito obrigado, @[[Utilizador:BlitzkriegBoop|BlitzkriegBoop]]. Vou utilizar este método. [[Utilizador:Babbage|Babbage]] ([[Utilizador Discussão:Babbage|discussão]]) 11h57min de 7 de agosto de 2026 (UTC)
74cjaos3z2ke4gzmiewlk5uh44mf7kb
Diccionario Bibliographico Brazileiro/Antonio de Castro Lopes
0
255446
558139
557894
2026-08-07T02:44:19Z
Trooper57
24584
558139
wikitext
text/x-wiki
<pages header=1
index="Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf" from="158"
to="161"
fromsection="Antonio de Castro Lopes"
tosection="Antonio de Castro Lopes"
prev="[[../Antonio de Castro Alves/]]"
next="[[../Antonio de Castro e Silva/]]"
seção="Antonio de Castro Lopes"
/>
[[Categoria:Diccionario Bibliographico Brazileiro|Antonio Borges Sampaio]]
izkntsilphdtgi8y7qssig0dz7bn2ps
Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/113
106
255527
558073
2026-08-06T12:37:43Z
Erick Soares3
19404
/* Revistas e corrigidas */
558073
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|105|{{sc|á roda da lua}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>com exactidāo mathematica no perigeo e no zenith do vigesimo
oitavo parallelo. Um observador que estivesse nʼaquella occasiāo collocado no fundo da enorme columbiada apontada perpendicularmente ao horisonte, teria enfiado a Lua pela boca do
canhāo.
O prolongamento da recta que servia de eixo á peça ia furar pelo centro o astro da noite.
Escusado é dizer que na noite de 5 a 6 de dezembro os viajantes nem um só momento tiveram de repouso. E acaso poderiam elles fechar os olhos em uma tāo grande proximidade
dʼaquelle mundo novo?
Por certo que nāo.
Conglobavam-se-lhe todos os sentimentos nʼuma idéa unica:
Ver! Eram representantes da Terra, da humanidade passada e
presente que em si proprios ali resumiam, e pelos olhos dʼelles era que a raça humana contemplava aquellas regiōes lunares e penetrava os segredos do seu satellite! Passavam silenciosos de uma para outra vidraça, com o coraçāo opprimido
por pungente emoçāo.
As observaçōes que fizeram reproduziu-as Barbicane depois
de rigorosamente correctas.
Para fazel-as tinham as lunetas, para as verificaçōes serviam-lhes os mappas.
O primeiro observador da Lua foi Galileu. A luneta de que
se serviu e a que deu nome era insufficiente; amplificava sómente na proporçāo de trinta para um.
Nāo obstante, foi elle o primeiro que reconheceu, nʼessas
manchas que salpicam o disco lunar «como os olhos das pennas
salpicam o rabo do pavāo», montanhas de entre as quaes mediu algumas, attribuindo-lhes com exageraçāo elevaçōes iguaes
á vigesima parte do diametro do disco, isto é, elevaçōes de
oito mil e oitocentos metros.
Galileu nāo nos deixou mappa algum desenhado em harmonia com as observaçōes que fez.
Alguns annos depois, um astronomo de Dantzig, Hevélius —
usando de processos que nāo eram rigorosos senāo duas ve-<noinclude></noinclude>
9l8gb0b4n1dmq345aby1j4i7nkneu1m
Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/114
106
255528
558074
2026-08-06T12:41:26Z
Erick Soares3
19404
/* Revistas e corrigidas */
558074
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|106|{{sc|á roda da lua}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>zes no mez, na occasiāo das primeiras e segundas quadraturas, — reduziu as alturas de Galileu á vigesima sexta parte
apenas do diametro lunar. Exageraçāo inversa. E, porém, a este sabio que devemos o primeiro mappa da Lua. As manchas
claras e arredondadas figuram nʼeste mappa montanhas, e as
manchas escuras indicam vastos mares que, na realidade, nāo
sāo outra cousa senāo planicies. A estes montes, a estas extensōes liquidas, deu Hevélius nomes terrestres. No mappa
dʼeste astronomo vé-se figurar um Sinai no meio de uma Arabia, um Etna no centro de uma Sicilia, uns Alpes, uns Apenninos, uns Karpathos, e tambem o Mediterraneo, a Palus-Meotida, o Mar Negro, o Mar Caspio.
Nomes aliás mal applicados, porque nem aquellas montanhas nem aquelles mares lembram a configuraçāo dos correspondentes homonymos do nosso globo. Mal se poderia reconhecer nʼessa grande mancha branca que prende pelo sul a mais
vastos continentes e terminando em ponta uma imagem invertida da peninsula indica, do golfo de Bengala e da Cochinchina.
E tambem taes nomes nāo se conservaram. Outro cartographo que melhor conhecia o coraçāo humano propoz nova nomenclatura, que a vaidade dos homens adoptou com empenho.
O observador a quem nos referimos foi o padre Riccioli,
contemporaneo de Hevélius, que desenhou um mappa lunar
imperfeito e cheio de erros. Porém poz ás montanhas da Lua
os nomes dos grandes homens da antiguidade e dos sabios do
seu tempo, uso muito seguido desde entāo.
Domingos Cassini elaborou terceiro mappa da Lua no seculo {{sc|xvi}}; melhor que o de Riccioli pelo lado da execuçāo, é
ainda inexacto em relaçāo a medidas.
Publicaram-se muitas copias reduzidas dʼeste mappa, porém,
a primitiva chapa de cobre, que por muito tempo se guardou
na Imprensa Real, venderam-na a peso como objecto inutil que
estava pejando os armazens.
La Hire, celebre mathematico e desenhador, desenhou tam-<noinclude></noinclude>
t6fnwap0lpeb4q3pd0edvgg8p15wd8h
Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/115
106
255529
558075
2026-08-06T12:44:40Z
Erick Soares3
19404
/* Revistas e corrigidas */
558075
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|107|{{sc|á roda da lua}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>bem um mappa da Lua, de quatro metros de altura, mas que
nunca se chegou a lavrar.
Depois dʼeste, um astronomo allemāo, Tobias Mayer, pelo
meiado do seculo {{sc|xviii}}, encetou a publicaçāo de um magnifico
mappa selenographico, baseado em medidas lunares por elle
proprio rigorosamente verificadas, mas a morte, que lhe sobreveiu em 1762, impediu-lhe a continuaçāo de obra tāo excellente.
Seguiu-se a este, Schroeter, de Lilienthal, que esboçou grande numero de mappas da Lua, depois um tal Lorkman, de
Dresde, a quem devemos uma chapa dividida em vinte e cinco
secçōes, das quaes chegaram a gravar-se quatro.
Em 1830 é que os senhores de Beer e Moedler compozeram o seu celebre ''Mappa selenographico'', pelo systema de projecçōes orthographicas. Este mappa reproduz exactamente o
disco lunar tal como nós o vemos; no entretanto as configuraçōes das montanhas e das planicies nāo sāo rigorosas senāo
na parte central; em qualquer outro ponto do mappa, quer
nas partes septentrionaes quer nas meridionaes, orientaes ou
occidentaes, estas configuraçōes, que sāo dadas de escorço,
nāo podem comparar-se com a do centro. Este mappa topographico, que tem de altura noventa e cinco centimetros e está dividido em quatro partes, é a obra prima da cartographia lunar.
Depois do trabalho dʼestes sabios, podem ainda citar-se os
relevos selenographicos do astronomo allemāo Julius Schmidt,
os trabalhos topographicos do padre Secchi, as magnificas provas photographicas do amador inglez Waren de la Rue, e finalmente um mappa em projecçāo orthographica dos senhores
Lecouturier e Chapuis, bello modelo desenhado em 1860, de
desenho extremamente nitido e de disposiçāo sobejamente
clara.
Tal é a nomenclatura dos diversos mappas relativos ao mundo lunar.
Barbicane possuía dois, o dos senhores Beer e Moedler e o
dos senhores Chapuis e Lecouturier, que deviam tornar-lhes
mats facil o trabalho de observaçāo.
{{nop}}<noinclude></noinclude>
7u73z321s6vfu64asqymh5guik6iz6j
Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/116
106
255530
558076
2026-08-06T12:46:09Z
Erick Soares3
19404
/* Revistas e corrigidas */
558076
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|108|{{sc|á roda da lua}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>Os instrumentos de optica que os viajantes tinham ao seu
dispor eram excellentes lunetas maritimas, expressamente construidas para aquella viagem. Amplificavam na proporçāo de
cem para um. Teriam pois aproximado a Lua da Terra a uma
distancia inferior a mil leguas. Mas nʼaquella opportunidade, a
uma distancia que, pelas tres da madrugada, nāo passava de
cento e vinte kilometros, e nʼum ambiente nāo turvado poratmosphera alguma, aquelles instrumentos deviam representar
a Lua a menos de mil e quinhentos metros.
{{nop}}<noinclude></noinclude>
6dmujcv7m5z9z0m6kjrbqzsr21e8k82
Á Roda da Lua (5ª edição)/X
0
255531
558077
2026-08-06T12:47:40Z
Erick Soares3
19404
[[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf" from=110 to=116 header=1/> {{Modernização}} {{DP-3}} [[pl:Podróż Naokoło Księżyca/X]] [[ru:Вокруг_Луны_(Верн;_1869)/ДО#ГЛАВА_X._Наблюдатели_луны.]] [[cs:Cesta kolem měsíce/Kapitola desátá]] [[en:Around the Moon/Chapter X]] [[fr:Autour de la Lune/10]]
558077
wikitext
text/x-wiki
<pages index="Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf" from=110 to=116 header=1/>
{{Modernização}}
{{DP-3}}
[[pl:Podróż Naokoło Księżyca/X]]
[[ru:Вокруг_Луны_(Верн;_1869)/ДО#ГЛАВА_X._Наблюдатели_луны.]]
[[cs:Cesta kolem měsíce/Kapitola desátá]]
[[en:Around the Moon/Chapter X]]
[[fr:Autour de la Lune/10]]
b68fzjxvputqofe32u70aqui4k5flr9
Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/744
106
255532
558079
2026-08-06T13:36:30Z
MLReis
41056
/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Poet. pl. Velas das ndos. Can. Luf. 4, 49 Eis mil nadantes aves pelo argento Da furiofa Thetis inquieta Abrindo as pandas azas vão ao vento Pera onde Alci- des pôs a extrema méta. CASTR. Ulyff. 5, 39 As náos colhendo os venros. que fopravão, No mar as grandes azas defpregavão. M. Tнou. Inful. 1, 92 A fulta che- ga, a cujas 'azas dava O medo; vento mais, com que yodva. Rentos das embarcações. SALGAD. Theatr. 2, 19 Os remeiros, que moviã...
558079
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>Poet. pl. Velas das ndos. Can. Luf. 4, 49 Eis mil
nadantes aves pelo argento Da furiofa Thetis inquieta
Abrindo as pandas azas vão ao vento Pera onde Alci-
des pôs a
extrema méta. CASTR. Ulyff. 5, 39 As náos
colhendo os venros. que fopravão, No mar as grandes
azas defpregavão. M. Tнou. Inful. 1, 92 A fulta che-
ga, a cujas 'azas dava O medo; vento mais, com que
yodva.
Rentos das embarcações. SALGAD. Theatr. 2, 19 Os
remeiros, que movião Eftas azas da galé, Cuftofa-
mente veftidos De riquiflimo burel.
Epith. Apreffadás. Maus. Aff. Afr. 1, 3. Argen-
tadas. CARDOS. Agiol. 3, 32. Argenteas. MATT. Jeruf.
10, 75. Aureas. M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n. 142.
P. 787 Brancas. CASTR. Uly. 2, 58. Cartiligas. PER.
Elegiad. 2, 17 . Concavas. CASTR. Ulyff. 2, 17. Don-
radas. SANT. Ethiop. 1, 1, 24. Eucolhidas. LIST. Jard.
491, 1. Eftendidas. MEND. PINT. Peregr. 54. Firmes. Pu-
RIF. Chr. 1, 1, 8. §. 4. Grandes. CORT. R. Nauft. 6,
60. Graves. CASTR. Ulyff, 10, 127. Humidas. De Mor-
phéo. CASTR. Ulyff. 7, 59. Iguaes. CASTR. Ulyff. 1, 40.
Infatigaveis. Sous. DE MAC. Ulyflip. 1, 53. Inflamma-
das. Do raio. CASTR. Ulyff. 10, 44. Lafcivas. CASTR.
Ulyff. 1, 62. Leves. PER. Elegiad 16, 238. Ligeiras.
CORT. R. Naufr. 14, 169. Luftrofas. Lisa. Santor. 211,
3. Monftruofas. F. DE MENDOÇ. Serm. 2, 25, 4. Ne-
gras. CORT. R. Naufr. 4, 45. Pandas. Das nãos. CAM.
Lul. 4, 49. Pintadas. CORT. R. Naufr. 2, 23. Serpen-
tinas. CORT. R. Cerc. I, 10. Sibilantes. CORT. R. Nau-
fr. 16, 189. Talares. De Mercurio. CASTR. Ulyff. 1, 48.
Tenebrofas. Da noite. CORT. R. Naufr. 17, 204 . Tre-
moladas. CHAG. Ramilh. 7, 25. Variadas de mil cores.
ORIENT. Lufit. 29 y. Velociffinias. CORT. R. Naufr. 7,
VIEIR. Serm. 10. do Rof. 16, 8, 32. Umbrofas.
Da noite. MATT. Jeruf. 11, 82. Voadoras. TELL. Chr.
2, 5, 11. n. 5. Volantes. L. ALv. Scrm. 2, 11, 2. n. 4.
Verb. Abater as... Das aves. AMARAL, Scrm. 233,
1. VIEIR. Serm. 11, 6, 4. n. 238. de alg. c. met.
F. DE MENDOÇ. Serm. 1, 39, 10. Abrir as... Das a
ves. CORT. R. Naufr. 2, 23. FERNAND. GALV. Serm. 2,
411, 4. Met. Das peffoas. CEIT. Serm. 2, 45, 4.
VILL. BOAS, Nobiliarch. 19. ao vento. Das aves.
VIEIR. Serm. 6, 12, 7. n. 356. M. FERNAND. Alm. 2,
1, 9. n. 60. Met. Das nãos. CAM. Luf. 4, 49. CAS-
TR. Ulyff. 3, 77 á alg. c. Met. (deixala correr li-
vremente permittirlhe licença.) GOES, Chr. de D. Man.
1, 18 Pera quando viffem tempo opportuno, abriffem as
azas á tyrannia. Accrefcentar... à alg. Do medo. CART.
DE JAP. 2, 118, 1. Acolberfe as... de alg. Met. (to-
malo por patrono on defenfor) Luz, Tr. do Defej. 6, 6.
Alevantar as... de alg. c. Met. CART. DE JAP. 1, 263,
3 E com iffo alevantou mais as azas de fua luciferina
foberba e malicia. Arraftar... a alg. met. (procurar
merecer com obfequio a benevolencia de alguma mulher )
BLUT. Vocab. Suppl. Baquear as... Das aves. Luz,
Tr. do Defej. 4, 4. Bater as... Das aves. FERR. Poem.
Son. 2, 3. Gouv. Jorn. 3,, 11. Cairem as... de alg.
met. (defcabir da fua grandeza ou profperidade) CART.
DE JAP. I, 470, 2 Porque cabirão as azas de Chica-
curá. Cerrar as... Das aves. CASTR. Ulyff. 1, 6. Vi-
EIR. Serm. 4, 10, 7. n. 363. Cortar as... de alg. c.
d alg. Met. (enfraquecerlhe ou embaraçarlhe o progreffo
della. L. ALv. Serm. 3, 9, 3. n. 8 Oh fe advertiffem que
Deos the póde cortar as azas do poder. Cruzar as...
Das aves. ARR. Dial. 1, 20. M. FERNAND. Alm. 1, 6,
6. n. 29. Dar... aos ares. (voar. Das aves) GORT. R.
Naufr. 3, 40. M. FERNAND. Alm. 3, 2, 5. n. 57: P
228. alg. Met. Do medo. ( incitalo a correr ligei-
raniente.) CAM. Luf. 4, 43. CORT. R. Naufr. 14, 169.
alg, ou a alg. c. Met. (darlbe força, vigor, ajuda)
PER. Elegiad. 7,93 Que não dá azas tanto á oufadia Valor,
como o feguro do perigo. Sous. Vid. 2, 25 Eta ifto dar
azas á quem por fi corria. - a alg, d alg. c. ou pa-
ra fazer alg. c. Met. (animalo ou excitalo a ella) BRIT.
Mon. 1, 4. c. 7 Dandolbe azas a tudo a grande defef-
peração, em que já fe via. TELL. Chr. 1, 1, 6. n. 2
A caridade lhe dava azas pera caminhar. ás... vo-
ando. (batelas. Das aves) M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2.
n. 317. p. 891. Defpregar as... Das aves e ferpentes.
ANDRAD. Cerc. 10, 47, 4. CASTR. Ulyff. 8, 152.
ao voo. Da fama. MATT. Jeruf. 20, 101. em favor
de alg. Met. (foccorrelo, protegelo) ORIENT. Lufit. 293
Empennar as... Das aves. Lou. Condeft. 20, 62.
'Empreftar... á alg. Met. Do medo. MARIZ, Dial. 3,
4. CASTR: Ulyff. 3, 12. Encolher as... Das aves, Ros.
Hift. 2, 7, 2. CEIT. Serm. 1, 57, 4. Eftender as...
Das aves. GRAN. Serm. 8, 27 y. CALV. Homil. I, 384.
pelo ar. Sous. Vid. 1, 27. do ar. Mer. Das
náos, MACHAD. Cerc. 2, 38. Expander as... Das
aves. MATT. Jeruf. 9, 1. Explicar. as... Das aves. M.
BERN. Luz e Cal. 2, 4, 377. Ferir o ar com as...
MAGALH. Hift. 7. Levantarfe nas... Das aves. CASTR.
Ulyff. 1, 86. da razão. Met. Do penfamento. CEIT.
Serm. 1, 123, 3. Levar... Met. (correr velozmente)
Sous. Vid. 2, 28. Librar nas... o corpo. Das aves. Cas-
TR. Uly. 9, 45. Menear as... Das aves e animaes
volateis. PER. Elegiad. 1, 17 y. LISE. Jard. 496, 1.
Metter fe debaixo das... de alg. ou de alg. c. Met.
(recorrer ao feu amparo, bufcar o feu patrocinio) FR. MARC
Tr. 1, 5, 26. BRIT. Mon. 1, 3. Mover as... Das a-
ves. PER. D'AFONS. Poder. 3, 59. GALHEG. Templ. 4,
137. de alg. c. Met. (fervirfe da fua força on vigor)
BARR. Dec. 1, 8, 2 Pera que todos movefem as azas
da fua potencia. Peneirarfe uas... Das aves. MEND, PINT.
Peregr. 54. Pezarfe nas... De Mercurio. CASTR. Ulyff.
1, 45. Quebrar as... a alg. ou a alg. c. Met. (embaras
çarlhe que pretenda ou faça alg. c.) SA DE MIR. Cart.
3, 8. Sacudir as... Das aves, &c. HEIT. PINT. Dial.
1, 1, 8. SA DE MEN. Mal. z, 67. ao vento. PER.
D'AFONS. Poder. 3, 59. Siar as... Das aves. FERNAND.
FERR. Art. 2, 15 O açor aferrado dependurarfe á ter-
ra, e fiar as azas pera a fazer vir ao chão. Soltar as...
no ar. ANDRAD. Cerc. 9, 44, 2. Ter... Não ter azas,
com que voar. ou para fazer alg. c. Met. (não ter
meios ou forças) SA' DE MIR. Eftrang. 3, 55 . Barr.
Mon. 1, 2. c. 23. Ter... nos pés para fazer alg. c. Met.
(executala com prontidão ou a toda a preffa) CALV. Ho-
mil. 1, 397. Sous. Hift. 1, 1, 2. Tomar... com alg.
c. abf. ou para fazer outra. Met. (ganhar forças) CEIT.
Serm. 2, 249, 3. TELL. Chr. 1, 1, 16. n. 5. Vestido
das... da fama. SEVER. Difc. 129 y. Veftir... Sous.
DE MAC. Ulyffip. 1, 53. MATT. Jeruf. 1, 14.
Azas nos pés. Met. Dizfe para denotar grande ve-
locidade. MAUs. Aff. Afr. 9, 139 Como fe azas nos
pés fe lhe puserão. MACHAD. Cerc. 1, 3 Sou huma
peffoa muda Quem me dera azas nos pés.
Adag. A quem te der huma paffára, dalle fua aza.
DELIC. Adag. 3.
Da Deos azas á formiga peraque fe perca mais afinha.
DELIC. Adag. 21.
Não póde o corvo fer mais negro que as azas. DELIC
Adag. 23.
Quando o gavião the cahe a penna, tambem the cahem as
azas. DELIC. Adag. 23.
Aza. Parte externa dos vafos de qualquer materia
por onde fe lhe pega com facilidade e fegurança. Do Lat.
Anfa. GiL. Vic. Obr. 4, 213 y Coitada, afli hei d'ef-
tar Encerrada nefta cafa, Como panella fem aza,
Que fempre está n'hum lugat. FERR. DE VASC. Ulylip. I,
1 Cántaro, que vai muitas vezes à fonte, ou deixa a
dza, ou a fonte. BRAND. Mon. 3, 8, 31 E nas azas
de cada caldeira quarro cabeças de ferpes de ouro.
Cavallaria ou Ordem da Aza. Ordem militar infti-
tnida por el Rei D. Affonfo Henriques em bonra do Archan-
jo S. Miguel. VILL. BOAS, Nobiliarch. 18 A Cavallaria,
da aza teve principio em tempo del Rei D. Affonfo Hen-
riques. Ms. Portug. 1, 1, 7 Inftituio as Ordens militares
de Aviz e da Aza, que durou pouco tempo.
Azas das tendas de campanha. FERNAND. Palm. 4,
24 Olhando pera dentro, quando as azas das tendas ef-
tiveffem algum tanto alçadas. LOEAT. Palm. 6, 32 Com
as azas [da renda] levantadas pera melhor gozarem da
fresca viração.
Azas de pão. vulg. e met. Arrochadas, pancadas
dadas com páo.
Aza. Anat. Certa membrana femelhante à aza das
aves. A. FERR. Luz, 1, 26 Logo em a parte de dentro
[do pudendo] entre hum e outro labio, fe vêm duas
membranas vermelhas a que chamão azas, outros nym-
phas, cuja figura he triangular a modo de crifta.
30 A hum e outro lado dos ventriculos eftão duas ore-
íhas, azas, ou dependurados membranofos.
1,
Azas do coração. Anat. O mefino que Orelhas do
coração, e he como fe diz ordinariamente.
Azas das embarcações. FR. GASP. DA CRUZ, Tt.
9, 4 As fuas embarcações tem humas azas largas, fei-
tas de caniçada tão grandes, quanto he o comprimento
dellas, nas quaes agafalhão dous ou tres mil adês.
Ca-<noinclude></noinclude>
moeqpgigq2kzbh3synu5cnku3szf0ig
Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/743
106
255533
558080
2026-08-06T13:41:11Z
MLReis
41056
/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{lema|AX}}. s. m. Ordem, com que as letras do alphabeto fe ajuntão entre fi por conrefpondencias oppoftas, como a primeira com a ultima, a fegunda com a penultima, e affim todas as outras. FERR. DE VASC. Ulyffip. 4, 8 E feguro que fa- be ella já o ax. {{lema|AXA}}. s. f. Nome de Moura, de que fe ufa nos feguintes adagios: Axa foi ao banho, e teve que contar hum anno. DELIC. Adag. 135. Axa não tem que comer, e convida hofpedes. DELIC....
558080
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>{{lema|AX}}. s. m. Ordem, com que as letras do alphabeto fe ajuntão
entre fi por conrefpondencias oppoftas, como a primeira com
a ultima, a fegunda com a penultima, e affim todas as
outras. FERR. DE VASC. Ulyffip. 4, 8 E feguro que fa-
be ella já o ax.
{{lema|AXA}}. s. f. Nome de Moura, de que fe ufa nos feguintes
adagios:
Axa foi ao banho, e teve que contar hum anno.
DELIC. Adag. 135.
Axa não tem que comer, e convida hofpedes. DELIC.
Adag. 135.
{{lema|AXE}}. s. m. Aftron. ou poet. Eixo on pólo do céo. Do Lat.
Axis. CAN. Luf. 10, 87 Olha eftouiro debaxo, que ef-
maltado De corpos lizos anda, e radiantes, Que tam-
bem nelle tem curfo ordenado, E nos feus axes cor-
rem fcintilantes. Eleg. 1, 9 Debaxo eftando já da
eftrella nova, Que em novo hemispherio refplendece,
Dando do fegundo axe certa próva.
{{lema|AXE}}. s. m. Ferida pequena, golpe ou arranhadura, de que
a creança fe queixa. He voz de que communimente fó
fe ufa fallando com as creanças. Talvez do Greg. A'xew,
1er dôr. CEIT. Serm. 2, 315, 4 Condição de Rei, ame-
zinhar o axe, a queixa, a chaga, e dar pão, que co-
mais. S. ANN. Chr. 3, 33, 806 Não tirando os olhos
do Senhor, a que com lingoagem infantil chamava Me-
nino Jefu dos axes. M. BERN. Floreft. 3, 8, 485, A Al-
li fe ajuntavão muitas [moças] e era rito obfervado mof-
trarem á Fortuna todos feus membros, pedindolhe que
em nenhum padeceffem axe, nem lesão alguma.
AXEDRECHE. s. m. antiq. O mesmo que Xadrez. COND.
D. PEDR. Nobil. 7, 42 E feja jogando com efte Dom
Martim Sanches o axadreche.
{{lema|AXEDREZ}}. s. m. antiq. O mefmo que Xadrez. Mox. Palm.
2, 58.
{{lema|AXILLAR}}. adj. de huma term. Anat. Pertencente ao fova-
co, come veías, arterias, nervos axillares. Do Lat. Axil-
laris. A. FERR. Luz, 1, 31 O menor [tronco] fobe
até à garganta, produz a arteria axillar, a qual envia
ramos ás coftellas mais alias e ao braço, em compa-
nhia da vêa d'arca. M. LEIT. Pratic. 8 D'aqui fahem dous
ramos, que fe ramificão por debaixo do braço, a que
chamão vêas titilares ou axillares.
{{lema|AXIOMA}}. s. m. Philof: Propofição ou principio theoretico,
evidente, e que não neceffita, nem admitte demonftração.
Lat. Axioma. antiq. Accioma, Actioma. Feo, Tr. 1,
164, 4 E fe o amigo he outro eu, como he vulgar
actioma de Ariftoteles &c. SEVER. Notic. 7, 247 He
axioma ccrtiffimo dos Philofophos e Politicos, que as
coufas permanecem em quanto fe confervão as caufas,
que as produzirão. VIEIR. Serm. 10. do Rof. 21, 7,
225 Vulgar he já na experiencia aquelle antigo axioma
da Philofophia, que a virtude das mefmas coufas, pof-
toque iguaes, unida obra mais facilmente.
Epith, Antigo. VIEIR. Serm. 10. do Rof. 21, 7,
225. Approvado (bem) M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n.
179. p. 864. Célebre. CEIT. Serm. 2, 275, 2. Commum.
CEIT. Quadrag. 1, 187, 4. Indubitavel. VIEIR. Serm. 3,
3, 3. n. 331. Verdadeiro. PINT. RIB. Luftr. 137
Theo!. Dignidade. Feo, Tr. 1, 109, 3 E diz que
a huns, e aos outros implicou Chrifto comfigo, queren-
do que entre elle e elles houveffe huma communicação
de altiomas, titulos, c officios, peraque correffem hum
certo genero de parelha. 1, 262, 4 E indaque
Chrifto communicou os feus actiomas e appellidos a feus
fagrados Apoftolos &c.
{{lema|AXORADO, A}}. p. p. de Axorar. Cour. Dec. 8, 1, 19.
{{lema|AXORAR}}. v. a. Marinh. ant. O mefmo que Enxorat. CAS-
TANH. Hift. 2, 101 Saitando os noffos dentro [das ga-
lés] as axorárão dos imigos, que fe lançárão logo ao
mar. Mos. Dial. 1, 14 Ou outro Manoel Efteves,
que axoros huma fufta. Cour. Dec. 5, 1, 10 E como
os noffos navios andavão já todos baralhados, ferrando
nos dos imigos, em breve efpaço os axorárão a todos.
Met. As peffoas. FERR. DE VASc. Aulegr. 4, 3
Fallai feguro, que a legoas vos axorarei quantos almo-
goveres vierem. Ulyflip. 4, 7 E eu atervermehia
fem perigo, nem cuidar que fazia muito, axorar dez
mil deftes. CORT. R. Naufr. 13, 148 Affi com tal fu-
ror os axorava, Que por onde quer ir, praça lhe fa-
zem, Por cima vai dos mortos, que alli jazem.
{{lema|AXORCA}}. s. f. Barcellete ou efpecie de argola de ouro ou prata, que os Mouros trazem por adorno nos braços e pés por cima do calcanhar. Do Arab. Axxorca. Derivafe do
verbo xacara, que na terceira conjugação fignifica enca
dear, enlaçar. Commummente fe ufa no plural. MEMOR
DAS PROEZ. I, 47 Nas mãos dez anneis de tubiis e
cfmeraldas, humas axordas de pérolas e pedraria, tudo
em grande extremo rico e acabado. GOES, Chr. de D.
Man. 4, 39 Axorcas, manilhas, e peças de prata, que
a nora de Benduma defpofada de pouco trazia, e hum
dos noffos foldados lle cortou os braços e pés pera me+
lhor lhas tirar.
Todas as vozes, que alguns efcfevem por Ay,
como Aya, Aypo, &c. bufquemfe em Ai.
{{lema|AYRADO, A}}. adj. Vej. Airado.
{{lema|AYSLADO, A}}. adj. Vej. Aislado.
{{lema|AYTO}}. s. m. antiq. Vej. Auto. GIL Vic. Obt. I, 25 *.
A Z
{{lema|AZ}}. s. m. Carta de jogar, ou face do dado, que tem hum
fó ponto. (As) FERR. DE VASC, Ulyflip. 2, 7 Lancei
tres e az, vim a entabolar em fenas. PREST. Aut. 133
Pois o az de páos lhe deftes, Bem fizeftes. PALV.
Serm. 2, 566 Aventurárão quanto acquirião a hum fe-
te, ou a hum az.
{{lema|AZ}}. s. f. antiq. Milic. Ala do exercito. COND. D. PEDR:
Nobil. 7, 27 E dixe a Rainha Conde, com vofco que-
ro entrar na fazenda, e cftarei na az. BARR. Dec. 1,
8, 6 Como muitas vezes no meio das azes pera terror
dos imigos per elles mefmos foi vifto. GoES, Chr. de
D. Man. 1, 12 E tanto que os defcobrio, fez tres 4-
zes.
Ala de gente de qualquer genero, feguida huma de
outra. RESEND. Traslad. de D. J. II. 131 E puferáo-
fe em duas azes de procifsão defde a porta de São Chrif
tovão ao longo do cruzeiro até à porta da traveffa. F.
ALV. Inform. 69 Toda efta genie eftava em az; e bem
arredada da huma e da outra parte.
Montar. Cerco, que de longe fe faz a hum monte
ou ferra, vindo a gente pouco a pouco chegandofe por to-
das as partes, e apertando os lobos, para que não pofsão
efcapar BLUT. Vocab.
AZA. s. f. A parte do corpo das aves, borboletas ou infeftos,
que lhes ferve para voar. Do Lat. Ala. Paiv. Serm. 3,
84 Huma ave cevada, e não muito chêa de carne,
não póde voar, e todo o fen pezo não lhe vem da fal-
ta de azas, fenão da fobeja carne, que criou. PER. E-
legiad. 16, 238 E como as aves... o mar atraveflando
Nas leves azas põe a doce vida. MEND. PINT. Peregr.
87 Affi como o paffaro não voa fem azas, alli tambem
a alma não merece fem obras.
Met. FR. MARC. Tr. 1, 5, 26 Quantas vezes
com algum vicio he tocado, tantas fe vá metter debai-
xo das azas da oração. HEIT. PINT. Dial. 1, 1, 4 A
falfa Philofophia com enganofas azas de foberba fobe
pera decet. CEIT. Serm. 1, 123, 3 O primeiro [myfte-
ho he tão alto ao entendimento creado, que por mais que
fe levante nas azas de fua rezão natural, não fó o não
alcança, mas nem ainda o rafteja.
Attribuefe nefte fentido, particularmente na poefia,
a tudo, que paffa ou tem movimento, como á fáma, á
holte,
á fetta, ao penfamento, ao tempo, ao vento,
e coufas femelhantes. FERR. Poem. Od. 6, 11 Taes a-
zas dá o defejo ao penfamento. CA. Sext. 4, 6 Azás
pera voar vejo no tempo. CORT. R. Naufr. 14, 176
E da calada noite as negras azas Se vinhão polos ares
eftendendo. CASTR. Ulyff. 6, 63 Na mão de Apollo o
arco e corda foa, E nas azas da fetta a morte voa.
Sous. Hift. 1, 2, 16 Bufcavao muita gente perfuadida,
que devia ter muito de Deos quem alcançára delle, po-
der trocar a gloria de andar nas boccas da gente, e nas
azas da fama por huma tunica de lán, e hum habito re-
mendado. VIEI. Serm. 8, 434 Parecendolhe vagarofas
... as azas dos mefmos ventos para fahir em terra.
Attribuefe tambem ás figuras corporeas, com que
fe reprefentão os Anjos, Seraphins e Cherubins. CEIT.
Serm. 2, 27, 3 Com dous Seraphins, cada qual com
feis azas. BRAND. Mon. 3, 8, 31 E por timbre huma
cruz vermelha florida e vazia, entre dous cotos de azas
de Anjos. S. MAR. Chr. 2, 7, 18. n. 3 Eftão quatro
fermofos Cherubins, que tocando com as azas em hu-
mas fructas &c.<noinclude></noinclude>
auqktpo02fzvnoji397w3tcmz0jdjc6
558081
558080
2026-08-06T13:41:43Z
MLReis
41056
558081
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>{{lema|AX}}. s. m. Ordem, com que as letras do alphabeto fe ajuntão
entre fi por conrefpondencias oppoftas, como a primeira com
a ultima, a fegunda com a penultima, e affim todas as
outras. FERR. DE VASC. Ulyffip. 4, 8 E feguro que fa-
be ella já o ax.
{{lema|AXA}}. s. f. Nome de Moura, de que fe ufa nos feguintes
adagios:
Axa foi ao banho, e teve que contar hum anno.
DELIC. Adag. 135.
Axa não tem que comer, e convida hofpedes. DELIC.
Adag. 135.
{{lema|AXE}}. s. m. Aftron. ou poet. Eixo on pólo do céo. Do Lat.
Axis. CAN. Luf. 10, 87 Olha eftouiro debaxo, que ef-
maltado De corpos lizos anda, e radiantes, Que tam-
bem nelle tem curfo ordenado, E nos feus axes cor-
rem fcintilantes. Eleg. 1, 9 Debaxo eftando já da
eftrella nova, Que em novo hemispherio refplendece,
Dando do fegundo axe certa próva.
{{lema|AXE}}. s. m. Ferida pequena, golpe ou arranhadura, de que
a creança fe queixa. He voz de que communimente fó
fe ufa fallando com as creanças. Talvez do Greg. A'xew,
1er dôr. CEIT. Serm. 2, 315, 4 Condição de Rei, ame-
zinhar o axe, a queixa, a chaga, e dar pão, que co-
mais. S. ANN. Chr. 3, 33, 806 Não tirando os olhos
do Senhor, a que com lingoagem infantil chamava Me-
nino Jefu dos axes. M. BERN. Floreft. 3, 8, 485, A Al-
li fe ajuntavão muitas [moças] e era rito obfervado mof-
trarem á Fortuna todos feus membros, pedindolhe que
em nenhum padeceffem axe, nem lesão alguma.
{{lema|AXEDRECHE}}. s. m. antiq. O mesmo que Xadrez. COND.
D. PEDR. Nobil. 7, 42 E feja jogando com efte Dom
Martim Sanches o axadreche.
{{lema|AXEDREZ}}. s. m. antiq. O mefmo que Xadrez. Mox. Palm.
2, 58.
{{lema|AXILLAR}}. adj. de huma term. Anat. Pertencente ao fova-
co, come veías, arterias, nervos axillares. Do Lat. Axil-
laris. A. FERR. Luz, 1, 31 O menor [tronco] fobe
até à garganta, produz a arteria axillar, a qual envia
ramos ás coftellas mais alias e ao braço, em compa-
nhia da vêa d'arca. M. LEIT. Pratic. 8 D'aqui fahem dous
ramos, que fe ramificão por debaixo do braço, a que
chamão vêas titilares ou axillares.
{{lema|AXIOMA}}. s. m. Philof: Propofição ou principio theoretico,
evidente, e que não neceffita, nem admitte demonftração.
Lat. Axioma. antiq. Accioma, Actioma. Feo, Tr. 1,
164, 4 E fe o amigo he outro eu, como he vulgar
actioma de Ariftoteles &c. SEVER. Notic. 7, 247 He
axioma ccrtiffimo dos Philofophos e Politicos, que as
coufas permanecem em quanto fe confervão as caufas,
que as produzirão. VIEIR. Serm. 10. do Rof. 21, 7,
225 Vulgar he já na experiencia aquelle antigo axioma
da Philofophia, que a virtude das mefmas coufas, pof-
toque iguaes, unida obra mais facilmente.
Epith, Antigo. VIEIR. Serm. 10. do Rof. 21, 7,
225. Approvado (bem) M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n.
179. p. 864. Célebre. CEIT. Serm. 2, 275, 2. Commum.
CEIT. Quadrag. 1, 187, 4. Indubitavel. VIEIR. Serm. 3,
3, 3. n. 331. Verdadeiro. PINT. RIB. Luftr. 137
Theo!. Dignidade. Feo, Tr. 1, 109, 3 E diz que
a huns, e aos outros implicou Chrifto comfigo, queren-
do que entre elle e elles houveffe huma communicação
de altiomas, titulos, c officios, peraque correffem hum
certo genero de parelha. 1, 262, 4 E indaque
Chrifto communicou os feus actiomas e appellidos a feus
fagrados Apoftolos &c.
{{lema|AXORADO, A}}. p. p. de Axorar. Cour. Dec. 8, 1, 19.
{{lema|AXORAR}}. v. a. Marinh. ant. O mefmo que Enxorat. CAS-
TANH. Hift. 2, 101 Saitando os noffos dentro [das ga-
lés] as axorárão dos imigos, que fe lançárão logo ao
mar. Mos. Dial. 1, 14 Ou outro Manoel Efteves,
que axoros huma fufta. Cour. Dec. 5, 1, 10 E como
os noffos navios andavão já todos baralhados, ferrando
nos dos imigos, em breve efpaço os axorárão a todos.
Met. As peffoas. FERR. DE VASc. Aulegr. 4, 3
Fallai feguro, que a legoas vos axorarei quantos almo-
goveres vierem. Ulyflip. 4, 7 E eu atervermehia
fem perigo, nem cuidar que fazia muito, axorar dez
mil deftes. CORT. R. Naufr. 13, 148 Affi com tal fu-
ror os axorava, Que por onde quer ir, praça lhe fa-
zem, Por cima vai dos mortos, que alli jazem.
{{lema|AXORCA}}. s. f. Barcellete ou efpecie de argola de ouro ou prata, que os Mouros trazem por adorno nos braços e pés por cima do calcanhar. Do Arab. Axxorca. Derivafe do
verbo xacara, que na terceira conjugação fignifica enca
dear, enlaçar. Commummente fe ufa no plural. MEMOR
DAS PROEZ. I, 47 Nas mãos dez anneis de tubiis e
cfmeraldas, humas axordas de pérolas e pedraria, tudo
em grande extremo rico e acabado. GOES, Chr. de D.
Man. 4, 39 Axorcas, manilhas, e peças de prata, que
a nora de Benduma defpofada de pouco trazia, e hum
dos noffos foldados lle cortou os braços e pés pera me+
lhor lhas tirar.
Todas as vozes, que alguns efcfevem por Ay,
como Aya, Aypo, &c. bufquemfe em Ai.
{{lema|AYRADO, A}}. adj. Vej. Airado.
{{lema|AYSLADO, A}}. adj. Vej. Aislado.
{{lema|AYTO}}. s. m. antiq. Vej. Auto. GIL Vic. Obt. I, 25 *.
A Z
{{lema|AZ}}. s. m. Carta de jogar, ou face do dado, que tem hum
fó ponto. (As) FERR. DE VASC, Ulyflip. 2, 7 Lancei
tres e az, vim a entabolar em fenas. PREST. Aut. 133
Pois o az de páos lhe deftes, Bem fizeftes. PALV.
Serm. 2, 566 Aventurárão quanto acquirião a hum fe-
te, ou a hum az.
{{lema|AZ}}. s. f. antiq. Milic. Ala do exercito. COND. D. PEDR:
Nobil. 7, 27 E dixe a Rainha Conde, com vofco que-
ro entrar na fazenda, e cftarei na az. BARR. Dec. 1,
8, 6 Como muitas vezes no meio das azes pera terror
dos imigos per elles mefmos foi vifto. GoES, Chr. de
D. Man. 1, 12 E tanto que os defcobrio, fez tres 4-
zes.
Ala de gente de qualquer genero, feguida huma de
outra. RESEND. Traslad. de D. J. II. 131 E puferáo-
fe em duas azes de procifsão defde a porta de São Chrif
tovão ao longo do cruzeiro até à porta da traveffa. F.
ALV. Inform. 69 Toda efta genie eftava em az; e bem
arredada da huma e da outra parte.
Montar. Cerco, que de longe fe faz a hum monte
ou ferra, vindo a gente pouco a pouco chegandofe por to-
das as partes, e apertando os lobos, para que não pofsão
efcapar BLUT. Vocab.
AZA. s. f. A parte do corpo das aves, borboletas ou infeftos,
que lhes ferve para voar. Do Lat. Ala. Paiv. Serm. 3,
84 Huma ave cevada, e não muito chêa de carne,
não póde voar, e todo o fen pezo não lhe vem da fal-
ta de azas, fenão da fobeja carne, que criou. PER. E-
legiad. 16, 238 E como as aves... o mar atraveflando
Nas leves azas põe a doce vida. MEND. PINT. Peregr.
87 Affi como o paffaro não voa fem azas, alli tambem
a alma não merece fem obras.
Met. FR. MARC. Tr. 1, 5, 26 Quantas vezes
com algum vicio he tocado, tantas fe vá metter debai-
xo das azas da oração. HEIT. PINT. Dial. 1, 1, 4 A
falfa Philofophia com enganofas azas de foberba fobe
pera decet. CEIT. Serm. 1, 123, 3 O primeiro [myfte-
ho he tão alto ao entendimento creado, que por mais que
fe levante nas azas de fua rezão natural, não fó o não
alcança, mas nem ainda o rafteja.
Attribuefe nefte fentido, particularmente na poefia,
a tudo, que paffa ou tem movimento, como á fáma, á
holte,
á fetta, ao penfamento, ao tempo, ao vento,
e coufas femelhantes. FERR. Poem. Od. 6, 11 Taes a-
zas dá o defejo ao penfamento. CA. Sext. 4, 6 Azás
pera voar vejo no tempo. CORT. R. Naufr. 14, 176
E da calada noite as negras azas Se vinhão polos ares
eftendendo. CASTR. Ulyff. 6, 63 Na mão de Apollo o
arco e corda foa, E nas azas da fetta a morte voa.
Sous. Hift. 1, 2, 16 Bufcavao muita gente perfuadida,
que devia ter muito de Deos quem alcançára delle, po-
der trocar a gloria de andar nas boccas da gente, e nas
azas da fama por huma tunica de lán, e hum habito re-
mendado. VIEI. Serm. 8, 434 Parecendolhe vagarofas
... as azas dos mefmos ventos para fahir em terra.
Attribuefe tambem ás figuras corporeas, com que
fe reprefentão os Anjos, Seraphins e Cherubins. CEIT.
Serm. 2, 27, 3 Com dous Seraphins, cada qual com
feis azas. BRAND. Mon. 3, 8, 31 E por timbre huma
cruz vermelha florida e vazia, entre dous cotos de azas
de Anjos. S. MAR. Chr. 2, 7, 18. n. 3 Eftão quatro
fermofos Cherubins, que tocando com as azas em hu-
mas fructas &c.<noinclude></noinclude>
m9lwe9mksqjodewc8tcxud6tkybhf12
Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/742
106
255534
558082
2026-08-06T13:45:01Z
MLReis
41056
/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: AUT Corpos inteiros de Santos, com que enriquecera e auto- rizão os altares de toda a Chriftandade. {{lema|AUTRE}}. s. m. antiq. Odre. Talvez do Lat. Uter. PROV. DA HIST. GEN. 1, 212 (livro velho das linhagés do fe- culo XIII. E el pediolhe d'agoa pela aravia, e ella dcolha por hum autre. {{lema|AUTUADO, A}}. p. p. de Autuar. TELL. Hift. 3, 16, 247. {{lema|AUTUAL}}. adj. de huma term. antiq. Vej. Actual. VIT. CRIST. I, 17, 55. VERCI...
558082
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>AUT
Corpos inteiros de Santos, com que enriquecera e auto-
rizão os altares de toda a Chriftandade.
{{lema|AUTRE}}. s. m. antiq. Odre. Talvez do Lat. Uter. PROV.
DA HIST. GEN. 1, 212 (livro velho das linhagés do fe-
culo XIII. E el pediolhe d'agoa pela aravia, e ella
dcolha por hum autre.
{{lema|AUTUADO, A}}. p. p. de Autuar. TELL. Hift. 3, 16, 247.
{{lema|AUTUAL}}. adj. de huma term. antiq. Vej. Actual. VIT.
CRIST. I, 17, 55. VERCIAL, Sacram. 3, 14.
{{lema|AUTUALMENTE}}. adv. mod.antiq. Vej. Actualmente. Vir.
CHRIST. I, 5, 15 . PAIX. DE JES. CHRIST. 25, 30.
OKT. Colloq. 27, 118 y.
{{lema|AUTUAR}}. v. a. Forenf. Proceffar, formar auto, reduzir a auto judicial. (Actuar) CASTANH. Hift. 3, 123 Fez
tirar teftemunhas, e autuar feus ditos. Sous. Vid. 6,
15 Logo pera memoria perpetua fe mandárão autuar el-
tromentos públicos de tudo o que temos referido. TELL.
Hift. 2, 41,208 Dos quaes [Jefuitas da Ethiopia] fe
contão outras muitas e admiraveis coufas, que fe podem
ver no proceffo que delles autuou o Padre Vigairo
Belchior da Silva.
{{lema|AUTUMNAL}}. adj. de huma term. Pertencente ao outono.
Do Lat. Autumnalis. (Autunal) ANDRAD. Cerc. 14, 70,
1 Autumnal equinoccio. CASTR. Ulyff. 6, 28 Qual no
céo claro a autumnal estrella Vence os denfos vapores
refulgente. VIEIR. Serm. 9. do Raf. 9, 4, 335 Depois
do equinoccio autunal.
{{lema|AUTUMNO}}. s. m. antiq. O mefimo que Outono. (Autu-
no.) SABELL. Eneid. 2, 8, 177 Por aquelle apartamen-
to do povo no monte facro, que aconteceo em o equi-
noccio do autuno, não fe lavtárem bem os campos. PE-
DR. NUN. Tr. da Esfér. 3 Quando nos enfinà Vergi-
lio fazer a fementeira do trigo no fim do autuno. FER-
NAND. Palm. 4, 20 Pera depois tornar por certo fio Au-
tumno, invemo, primavera, eftio.
{{lema|AVULSO, A}}. adj. Separado, dividido, pofto á parte, dif
tincto fobre fi. Do Lat. Avulfus. SOAR. DE BRIT. Apolog.
2, 6 Affi que o fentido e lição da eft. 67 ha de fer
totalmente avulfo da eft. 68. MONTEIR. Art. 10, 13 Mas
pois eftas materias são moraes e avulfas do fio, que le-
vamos da oração, de propofito as guardamos para o fim
do livro todo. M, BERN. Floreft. 4, 12, 87 Cidade [Tan-
ger] na Mauritania Tingitana, modernamente avulja def-
ta Coroa para a de Inglaterra.
{{lema|AVULTADO, A}}. p. p. de Avultar. CEIT. Quadrag. 2,
141, 1. Ufafe as mais das vezes como adj. Corpuleuto, que
faz grande vulto. Sous. Vid. 6, 6 E a refpeito defte
corpo tão avultada [a arvore] e espaçofa, que fazia fó
hum grande bofque. L. ALv. Serm. 2, 9, 28. n. 24
Na cidade Auxenia appareceo hum dragão... monftro
tão avultado e fero, que &c. VIEIR. Voz. 15, 7, 9.
p. 210 E [dizião] que fe havia alguma differença no In-
fante, era eftar hum pouco mais avultado de corpo,
por lhe faltat o exercicio da campanha.
Met. Grande, confideravel, attendivel. L. ALv. Serm.
2, 3, 3. n. 5 Quem nos olhos divinos não avulta, por
mais avultado que feja, não he nada. CHAG. Efcól. z,
101 Peccado de tanta malicia, de tanto eftudo, de tan-
ta traição he mui avultada culpa, e mui crefcido de-
licto.
{{lema|AVULTAR}}. v. a. Augmentar, accrefcentar, fazer crefcer,
tornar maior. VIEIR. Serm. 3, 12, 6. n. 521 Abrelhe
a bocca, avultalbe as faces. [Falla do Eftatuario a ref-
peito da obra.] CHAG. Obr. 1, 1, 1 Ja fe cançára ca-
da qual dos homens em... avultar fazenda.
Met. M. BERN. Luz e Cal. 2, 4, 364 Tudo o
que fallo, quero que pareça alguma coufa, e para iffo
o avulto com termos e acções encarecidas.
Neutr. Augmentarfe, crefcer, fazerfe maior, tomar
mais corpo ou grandeza, real ou apparentemente. CIT.
Quadrag. 1, 59, z Com a evidencia do ventre da Se-
nhora, que já avultava. TELL. Hift. 6, 4, 523 Sem K-
car nenhum grão de moftarda; porque em ficando, lo-
go havia de avultar fobre toda a outra hortaliça. VIEIR.
Serm. 2, 10, 5. 11. 311 Ha coufas, que avultão mui-
to, e pezão pouco.
Met. Ser confideravel, reprefentarfe grande ou atten-
divel. GUERREIP. Rel. 1, 1, 13 Por onde cada dia a-
vulta nelles mais o fruito, que nelles fe faz. TELL. Chr.
1, 2, 15. n. 1 Da Companhia o que mais na Igreja
Catholica avultava, era o que havia em Portugal. Vi-
EIR. Serm. 2, 3, 3. n. 66 Mas fe todo efte mundo,
e tudo o que nelle mais avalta, he vão, antes a mef-
ma yaidade &c.
{{lema|A VULTO}}. fórm. adv. Vej. Vulto.
{{lema|AVULTOSO, A}}. adj. pouc. uf. Corpulento de grande vul-
to. MENOR. DAS PROEZ. I, 12 Das.andas fahio huma
Dona affas grave, e de avultofa prefença.
{{lema|AUXILIADOR, ORA}}. adj. Que auxilia. Sous. Hift. 2,
2, 18. Addicç. He a primeira capella dedicada aos San-
tos auxiliadores. VELASC. Acclam. 452 E fizerão hum pa-
pel de fua propria letra e final, tomando nelle por tef-
temunhas aos Santos do céo, auxiliadores de fua cafa.
CARDOS. Agiol. 2, 580 Invocandoa fempre auxiliadora
nos militares conflictos.
Subft. O que auxilia. Feo, Tr. 2, 73, 4 Mas tor-
nando a outro officio, que, fegundo o parecer de São
Bernardo, Chrifto eftava fazendo em pé, eftando à mão
direita de feu Pai, efte era o de auxiliador. CARDOS,
Agiol. 2, 37 Pouco ha que daqui fe vai Santa Ignés,
logo ha de vir Santo Antonio, auxiliadores fingulares para
efta hora. M. BERN. Floreft. 2, 2, 300, A Imploran-
do o amparo daquelle Senhor, que le preza de eftar com
os atribulados, e fer auxiliador fiel nas opportunidades.
No fem. M. FERNAND. Alm. 1, 5, 3. n. 47 O
ultimo A fignifica auxiliadora na vida e na morte.
{{lema|AUXILIANTE}}. p. a. de Auxiliar. Graça auxiliante. Theol.
Graça do Espirito Santo, que conmunica os auxilios fubre-
naturaes. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 12. n. 8 Que são
todas as graças auxiliantes, antecedentes, concomitantes,
e fubfequentes.
{{lema|AUXILIAR}}. v. a. Soccorrer, favorecer, ajudar, dar auxi-
lio. Do Lat. Auxiliare ou Auxiliari. BLUT. Vocab.
{{lema|AUXILIAR}}. adj. de huma term. Que da auxilio ou foc-
corro. Do Lat. Auxiliaris. ESPER. Hift. 1, 2, 3. n. I
Mái de Deos, anxiliar e benigna padroeira dos Chriftãos.
MEN. Portug. 1, 4, 201 A obrigação dos terços auxilia-
res era accudirem ás fronteiras."
Tropas auxiliares. As des alliados. Riz. DE MAC.
Rel. 1, 2 Com o pofto de General das tropas de ca-
vallaria auxiliares.
Verbo auxiliar. Gramm. O que ferve para conjugar
os outros. BLUT. Vocab.
{{lema|AUXILIAR}}. s. m. Milic. Soldado, que fo vence foldo em
tempo de guerra, onde ferve em corpo jeparado da tropa
paga e regular. Tambem fe diz: Soldado auxiliar. TELL.
Hift. 5, 9, 434 Com efta fama fe defenidárão os Im-
peria es, e fe recolhêtão outra vez todos os auxiliares
... como he coftume fazerem os da ordenança. MER-
CUR. de Junh. de 663 Morrèrao. do noflo exercito coufa
de trezentos homens, em que entrou hum Meftre de
Campo dos auxiliares. Lex. D'APONS. Comm. 217, 9
Sendo foldado auxiliar, c achandofe acafo no arraial,
goza do privilegio.
{{lema|AUXILIARIO, A}}. adj. pouc. uf. Que ferve para foccorrer
e dar adjutorio. Do Lat. Auxiliarius. ARR. Dial 4, 9 O
que d'antes era prohibido aos não cidadãos, que fomen-
te erão auxiliarios, e não legionarios.
{{lema|AUXILIO}}. s. m. Soccorro, ajuda, amparo, adjutorio. Do
Lat. Auxilium. Sous. Vid. 2, 22 Pedindo licenças, re-
medios, e auxilios do poder fupremo. Hift. 1, 1,
26 Aconteceo muitas vezes pegarfe fogo no mosteiro,
cafa de edificio velho, e defemparado de auxilio de ho-
mens. GALEG. Templ. 2, 196 Que exercito, ou que
auxilio vos esforça.
Theol. Graça do Efpirito Santo. CEIT. Serm. 1,
98, 4 Vai Deos promettendo ao jufto feus auxilios e fa-
vores. Luz, Serni. 2, 2, 98. col. 3 A muitos homens
entregues, e engolfados em peccados, e no amor terre-
no, offerece Deos de continuo os meios e auxilios, pe-
ra poderem alcançar a vida eterna. VIEIR. Serm. 7, iz,
6. n. 406 A graça e feus auxilios, ou são fufficientes fó-
mente, ou eficazes: os fufficientes baftáo, mas não tem
effeito; os efficazes tem o feu effeito cerro e infalli-
vel, e por meio delles fe confegue o fim para que fo-
rão dados.
Epich. Adual. M.. BERN. Luz e Cal. 1, 8, 161,
Adjuvante. M. FERNAND. Alm. 1, 6, 2. n. 4. Efficaz.
Luz, Semmi. 2, 2, 98. col. 2. Efpecial. Luz, Serm. I,
75, 4. Eftavet. M. FERNAND. Alm. 1, 6, 3. n. 13. Ex-
citante. M. FERNAND. Alm. 1, 6, 2. n. 4. Forte. VIEIR.
Carr. 2, 111. Graciofo. M. FERNAND. Alma. 1, 2, 2. n.
64. Humano, GUERREIR. Rel. 3, 4, 5. Opportuno. MATT.
Jeruf. 14, 17. VIEIR. Serm. 7 12, 6. n. 406. Singu
lar. M. FERNAND. Alm. 1, 6, 5, n. 2. Soberano. Vi-
EIR. Hift. do Fut. 4, 38. Sobrenatural. CALV. Homil. 2,
641. Sufficiente. Luz, Serm. 2, 2, 98. col. 3.
Auxilios. pl. Tropas auxiliares. Maus. Aff. Afr. 4,
56 E convocar auxilios fe refolve.<noinclude></noinclude>
h8bo19xbny6codfmzjm88kp32or10sr
Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/741
106
255535
558083
2026-08-06T13:48:57Z
MLReis
41056
/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: AUT Crédito, eflimação, conceito, confiança. Quanto ás peffoas. Goss, Chr. do Princ. 19 E confiderando que por fer tão moço como era, poderia haver, nelle menor autoridade da que convinha, pera por fi mefmo poder impetrar feu requerimento &c. CAM. Luf. 10, 112 Ven- do os milagres, vendo a fantidade, Hão medo de per- der a autoridade. FERNAND. GALV. Serm. 1, 13, 4. Po- rém ditofo tempo, e quanta inveja podiamos ter delle, pois que os v...
558083
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>AUT
Crédito, eflimação, conceito, confiança. Quanto ás
peffoas. Goss, Chr. do Princ. 19 E confiderando que
por fer tão moço como era, poderia haver, nelle menor
autoridade da que convinha, pera por fi mefmo poder
impetrar feu requerimento &c. CAM. Luf. 10, 112 Ven-
do os milagres, vendo a fantidade, Hão medo de per-
der a autoridade. FERNAND. GALV. Serm. 1, 13, 4. Po-
rém ditofo tempo, e quanta inveja podiamos ter delle,
pois que os virtuofos e Prégadores tinhão tão grande du-
toridade e valia com os Reis, que feguramente podião
prometter feus favores e mercês."
Quanto ás coufas. FERN. LOP. Chr. de D. J. I. 2,
47 Que era hum homem de grande fifo, polo qual el-
Rei dava grande autoridade a feus confelhos. CAM. Luf.
7, 59 Lançando a grave voz do fabio peito, Que
grande autoridade logo acquifta. CaLv. Defenf. 6, 18
Pera Pythagoras dar autoridade a fuas mentiras, fingio
que decêra ao inferno.
Peffoa de autoridade. A que por fuas virtudes, naf-
cimento ou empregos, be refpeitavel. Azur. Chr. 3, 15 Aquel
les Embaixadores del Rei de Portugal erão homens de
grande autoridade. BRIT. Chr. I, 29 Levava ordinaria-
mente comfigo dous Religiofos anciãos e de muita auto-
ridade. Sous. Hift. 1, 2, 30 Acertou de entrar por ca-
fa Dom Lourenço de Thomar homem religiolo e de
autoridade.
Epith. Ampla. EsYER. Hift. 2, 7, 16. n. 6. Apof-
tólica. (a do Summo Pontifice) Luc. Vid. 1, 4. Divina.
VIEIR. Serm. 1, 3, 2. col. 157. Extraordinaria. Luz,
Serm. 2, 117, 2. Fraca. BARTH. GUERREIR. Cor. 1,
17, 101. Humana. VIEIR. Serm. 1, 3, 2. col. 157. In-
fallivel. GASP. DOS REIS, Rel. 1, 2 y. Infinita. VIZIR.
Serm. 9. do Rof. 4, 1, 145. Irrefragavel. HEIT. PINT.
Dial. 2, 4, 6. Judicial. BARTH GUERREIR. Cor. 4,
86, 712. Legitima. PURIF. Chr. 1, 1, 3. §. 1. Luftro-
fa. ESPER. Hift. 2, 10, 22. n. 2. Madura. FERN. LDP.
Chr. de D. J. I. 1, 89. Notavel. ESPER. Hift. 2, 8,
27. n. 2. Ordinaria. (Epifcopal Sous. Vid. 4, 10. Pa-
ternal. Luc. Vid. 2, 9. Perverfa. FR. G. DA SILV. Vid.
2, 2. Plenaria. ESPER. Hift. 2, 10, 46. n. 5. Pleniffima.
ESPER. Hift. 1, 4, 32. n. 4. Poderofa. BARTH. GUER-
REIR. Cor. 4, 87, 733. Privada. Carr. Quadrag. 1,
211, 2. Rigorofa. Luc. Vid. 10, 12. Severa. D. G. Cdu-
TINI. Jorn. 83 y. Singular. BARTH. GUERREIR. Cor. 4,
69, 632. Summa. ARR. Dial. 3, 16. Suprema. BaiT.
Mon. 1, 1. tit. 14. Vencravel. FR..L. DOS ANJ. Jard.
584.
Verb. Abater a... de alg. PARAD. Art. 1, 24,
57. col. 4. Acanhar a....de alg. Los. Corr. 4, 38 y.
Acquirir LISB. Jard. 428, 15. Acquistar ... CAM.
Luf. 7, 59. Alcançar ... FERR. DE VASc. Ulyflip. Prol.
Apoucar a de alg. CALV. Homil. 1, 452. Citar a
de alg. FR. L. Dos Ass. Jard. 98. Cobrar... cont
alg. PARAD. Art. 3, 3, 126. col. 1. entre alguns.
BARR. Dec. 3, 8, 7. Conciliar... à alg. VIEIR. Serm.
9. do Rof. 4, 4, 155. Confervar... abj. FR. GASP. DA
GRUZ, Tr. 16, 5.
para com alg. CART. DE JAP.
2, 36, 2. Dar ANDRAD. Inftit. 86. a alg. c.
FER Lor. Chr. de D. J. I. 2, 47. TAVOR. Hift. 164.
a alg. para alg. c. FR. GASP. DA CRUZ, Tr. 15, 4.
Defender a... de alg. ou de alg. c. RIB. DE MAC. Juiz.
1. Derogar .... de alg.. FR. BERNARD. DA SILV.
Defenf. 1, 25.
na ... de alg. TAVOR. Hift. 102.
alg. c. da ... de alg. TAVOR. Hift. 196. Diminuir
... de alg. CALV. Honiil. 1, 452. Exercitar... para
com alg. GRAN. Comp. 3, 8. Grangear... PARAD. Art.
2, 32, 116. col. 3. Interpôr fua ... Sous. Vid. 4, 10.
VIEIR. Serm. 3, 8, 7. n. 352. Mofirar... TAVOR.
Hift. 28. Perder a... TELL. Chr. i, 1, 6. n. 13.
para com alg. Luc. Vid. 1, 11. alg. c. de fua...
Das peffoas. FERNAND. GALV. Serm. 1, 16, 3. MAUS.
Aff. Afr. 4, 52 y. Por a... de parte. Luc.. Vid. 2,
3. Poffuir... Sous. Vid. 1, 26. Rebater a... de alg.
HEIT. PINT. Dial. 2; 5, 19. Ser alg. c. de... diante
de alg. PAIV. Serm. 3, 115. Ter... abf. Das peffoas
e coufás. HIST. DO COMEÇ. 3 V. FR. GASP. DA CRUZ,
Tr. 16, 1. com alg. Das peffoas. FERNAND. GALV.
Serm. 1, 13, 4.
em alg. Iug. AZUR. Chr. 3, 8.
PIN. Chr. de D. Sanch. II. 8.
para alg. c. Ros.
Summ. 4.
Autoridade. Faculdade, indulto, licença, permissão
do fuperior. Luc. Vid. 1, 4 Como fazem por juftos ref-
peitos e por autoridade Apoftolica aos mais peregrinos.
BRIT. Chr., 4 E porque não houveffe quem os pudeffe inquietar, faltandolhe a autoridade do Bifpo, a eu
ja jurdicção estava fujeito aquelle lugar. RIB. DE MACI
Rel. 1, 2 Sahia de Londres a encontralo o General
Lambert com autoridade do Parlamento.
Paffo, lugar, texto cu palavras de algun efcrito,
que fe cita ou allega em confirmação do que fe diz. AZUR.
Chr. 3, 95 O Meftre prégou alli huma prégação com
muitas autoridades da Santa Efctitura. HEIT. PINT. Dial.
1, 1, 1 Pudêra eu pera exaggerar e amplificar minhas
razões trazer huma nuvem de autoridades, com que vos
affombrara. VIEIR. Serm. 9. do Rof. 4, 1, 143 Por iffo
os ditos, que allegamos, fe chamão autoridades, por-
que o autor he o que lhe dá o crédito, è the concilia
o respeito.
{{lema|AUTORIZADAMENTE}}. adv. mod. pouc. uf. Com auto-
ridade. PARAD. Art. 1, 27, 65. col. 3 Não importa me-
nos a gravidade das palavras, e faber como dellas fe
deve ular autorizadamente, porque tanto mal fazem as
poucas, como as muitas.
{{lema|AUTORIZADO, A}}. p. p. de Autorizar. BARR. Dec. 31
9, 1. Feo, Tr. 2, 302, 2. Sovs. Hift. 1, 2, 43-
Ufafe como adj. Refpeitavel, digno de veneração,
honra e apreço. Das peffoas. LOBAT. Palm. 5, 2 Se reco
lherão ao caftello, onde de huma autorizada dona, mu-
lher do velho, forão mui bem recebidos. BRIT. Chr. 1,
28 Em trajos de hum Religiofo de habitos pretos, mui
autorizado. Sous. Hift. 1, 2, 11 Por huma parte traba-
lhavão alguns velhos dos mais nobres e autorizados da
cidade, obrigados das inftancias de todos os mais &c.
Das coufas, MEMOR. DAS PROEZ. 1, 38 Cafo que
logo afli moftrava huma gravidade autorizada. CORT. R.
Naufr. 6, 62 Não bafta longa idade autorizada. CART.
DE JAP. 2, 178, 2 Com cftas palavras ficarão não pou-
co autorizadas noffas coufas nos corações dos circunf-
{{lema|AUTORIZAMENTO}}. s. m. pouc. tif. Acção de autorizar
ou de authenticar. CONST. DE BRAG. 29, 2, 1 Os quaes
[Provifor e Vigarios] não levatão mais pelos tães au
torizamentos do que hum toftão por cada Igreja, cujos
fructos fe arrendarem.
tantes.
{{lema|AUTORIZAR}}. v. a. Legalizar, authenticar, fazer váli
do, firme ou de pública fé. Do Lat. barb. Authorizare.
(Authorifar) FR. SIM. COELH. Chr. 2, 13, 159 Por
validir e autorizar as Religiões com o favor Apoftolico.
BRIT. Chr. 2, 8 E pera mais autorizar o titulo de fua
doação entrou na companhia de Innocencio na cidade de
Nápoles. Sous. Hift. 1, 3, 14 Como o milagre foi tão
parente, houve cuidado de o fazer juftificar e autorizar
pelo Ordinario.
Qualificar, approvar, dar alguna confa por boa e
digna de estimação. BRIT. Chf. 2, 16 Com pretexto de
continuar á fua fombra com os defaforos coflumados,
que lhe autorizava feu Capellão e amigo Gerardo com
a dignidade de Legado, que lhe o fcifmático Anacleto
concedeo. Luc. Vid. 2, 8 Aqui começou o mefmo Se-
nhor a autorizar mais pública e folemnemente a doutri-
na de feu fervo com milagres. FERNAND. GALY, Serm:
3, 309, i O diabo (diz Santo Agoftinho) bão tem ou-
tro intento, que autorizar males pera os facilitar.
Comprovar, confirmar com o dito ou teftemunho de
alguem. BRIT. Mah. 1, 1, c. 24 A gravidade da Hifto=
ria confifte no crédito e reputação dos Hiftoriadores, con
que fe autoriza.
Acreditar, fazer verdadeiro ou fidedigno. Fr. S.
COELH. Chr. i, 14, 59 Autoriza em grande maneira
dito de Armachano outro autor muito mais antigo
que elle. MARIZ; Dial. 3, 4 A fimplicidade daquelle
tempo póde muito bem autorizar a foltura das palavras:
TELL: Chr. 1. Prol. Tambem o diabo... talvez diz hu-
ma verdade pera autorizar muitas mentiras.
Fazer refpeitavel, engrandecer, illuftrar. As peffuas.
Reg. alg. ou à alg. ábf. ou com alg. c. BARR. Dec. 1,
1; 1 E feito hum grande exercito de gente pot autori-
zar fua peflon &c. BRIT. Chr. 1, 3 Tantas almas ...
que fendo moradas de Deos, elle proprio autoriza cont
fua divina afliftencia. ESTAÇ. Tr. 1, 10 Afli como as
caas da velhice autorizão aos homens, afli as da antiguri-
dade autorizão as gerações..
As coufas, dandolhes luftre ou coucillandolhes ve-
neração, apreço &c. Feo, Tr. 2, 287, 2 As quaes
[alenteinas ... autorizavão muito o acompanhamento,
e o fazião mais appararofo. Sous. Vid. 4, 8 Que pois
fe celebrava em fua Provincia [o Capitulo] quizeffe hon-
ralo e autorizalo com fua prefença. VIEIR. Serm. 8, 633<noinclude></noinclude>
7yitd8umkqbfdr28pfzj2o4ex5aawlc
Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/740
106
255536
558084
2026-08-06T13:50:47Z
MLReis
41056
/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: A U T hum Gil, hum Gil, hum Gil, Que má retentiva hei, Hum Gil, yo non direi, Hum, que não tem, nem ceitil, Que faz os aytos a elRei. (Falla hum paftor) PAIV. Serm. 1, 42 E por iffo huma das coufas ... com que queria que feftejaffemos tamanha folemnidade, he, não com banqueres, nem com autos, &c. HEIT. PINT. Dial. 2, 5, 4 Dura ifto, em quanto dura o au- to, elle acabado fica cada hum no que era. Auto. ant. O mefmo que Acto, parte do p...
558084
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A U T
hum Gil, hum Gil, hum Gil, Que má retentiva hei,
Hum Gil, yo non direi, Hum, que não tem, nem
ceitil, Que faz os aytos a elRei. (Falla hum paftor)
PAIV. Serm. 1, 42 E por iffo huma das coufas ...
com que queria que feftejaffemos tamanha folemnidade,
he, não com banqueres, nem com autos, &c. HEIT.
PINT. Dial. 2, 5, 4 Dura ifto, em quanto dura o au-
to, elle acabado fica cada hum no que era.
Auto. ant. O mefmo que Acto, parte do poema dra-
matico. Luc. Vid. 9, 20.
Autos dos Apoftolos. ant. Vej. Actos, e he como
hoje fe diz. VERCIAL, Sacram. 1, 48, 36. ESTAT. DOS
CONEG. AZUES, I, I.
{{lema|AUTOGRAPHO, A}}. adj. Original, efcrito de mão propria.
Do Lat. Autographus. acc. na antepenult. BLUT. Vocab.
{{lema|AUTOMATO}}. s. m. Maquina, que parece moverfe por fi mefna, occultando o principio do movimento. Do Lat. Au-
tomatum. acc. na antepenult. BLUT. Vocab.
Autono. s. m. antiq. O mefmo que Outono. Fr.
MARC. Vid. 6, 5.
{{lema|AUTOR}}. s. m. Principio ou primeira caufa de algum effeito. Do Lat. Author. ( Auctor, Author ) antiq. Actor.
MEMOR. DAS PROEZ. 1, 6 Más emprezas, ainda que te-
nhão bom fucceffo, fempre fe terminão em damno dos
autores. BRIT. Mon. I, 1. c. 14 As obras valerofas in-
citão o animo dos eftranhos à imitalas, e perpetuão o
nome do autor dellas. CASTR. Ulyff. 5, 71 Onde a fer-
mofa Tocha do bello Sol, autor do dia,
ta máquina luftrofa.
Alumia ef Autor da graça, da natureza, da vida. Deos. Paix.
DE JES. CHRIST. 20, 23 Doudice parece aos homens mor-
rer pelos homens o Autor da vida. Bart. Chr. 1, 3 Oh
que comparação tão defconforme do captivo pera o Se-
nhor, e do pó e cinza pera o Autor da natureza! M.
BERN. Floreft. 1, 10, 415, C Gloria fó a ti, ó Deos
admiravel em teus Santos bem he, que em quanto Au-
tor da Graça te excedas a ti meimo, em quanto Autor
da natureza.
que.
Inftituidor, fundador. BRIT. Chr. 1, 12 Dizendo
não lhe convêm o titulo de pai e autor da Re-
ligião.. Ordem Religiofa] CEIT. Serm. 2, 321, 3 O
autor e fundador deffa cidade de Hierufalem foi Melchi-
fedeck. Sous. Hift. I, 1, 23 Como primeiro pai, e
primeiro autor da fanta reclusão.
Defcobridor, inventor de coufa nova ou antes não
defcoberta. Sous. Hift. 1, 3, 19 E he coufa averigua-
.da qne forão autores defte artificiofo confelbo os Frades
defta Ordem. CASTR. Ulyff. 9, 48 Fraudulento autor de
enganos. Cɛs. Summar. 3, 6 Acertada maxima de va-
lidos, fazer fempre autor das acções a feu Principe.
que primeiro dá alguma noticia. SA DE MIR.
Ecl. 4. cantig. 2, 4 Quando pela amorofa, E delicada
praia rumor corre, Primeiro fem autor e fem certeza,
Que o poderofo Amor d'amores morre.
Cabeça, o principal de algum partido, feita, opi-
niño &c. BARR. Dec. 3, 8, 8°E elle tambem depois
deo fuas rezões por o não terem por autor daquellas dif-
ferenças. Fa. GASP. DA CRUZ, Tr. 28, 3 Forão con-
demnados á morte todos os principaes autores do movimen
ro. GUERREIR. Rel. 1, 2, 39 Que tambem na liga con-
tra Daifuzama fora principal autor.
O que compõe alguma obra literaria. Luc. Vid. I,
1 He o com que alguns autores obrigão aos infieis de
noffos tempos a ter por certo quanto os Evangeliftas ef-
crevem. BRIT. Chr. 1, 7 Nefte erro dizem alguns au-
tores, que fundarão hum oratorio. Sous. Vid. 2, 25 E
lendo nellas [traças da reformação] o fervor de efpiri-
to .. do autor, fe lhe affeiçoava cada vez mais.
Epith. Acreditado. Leão, Defcript. 8. Antigo.
Sous. Hift. 1, 1, 3. Approvado. HEIT. PINT. Dial. 1.
Prol. Apurado. PINT. PER. Hift. Prol. Auchéntico. BAR-
REI. Chorogr. 7 y. Celebrado. VIEIR. Serm. 3, 4, 2.
n. 155. Celebre. SOAR. DE BRIT. Apolog. 1, 37. Claffi
co. ARR. Dial. 4, 26. Delicado. M. FERNAND. Alm. I,
1, 1. n. 8. Defentereffado. S. MAR. Chr. 1, 2, 7. n. 5.
Diligente. CuNu. Catal. 1, 12. Douto. Paiv. Serm. 1,
136 . Davidofo. ANDRAD. Cerc. 16, 83, 2. Eminente.
FR. BERNARD. DA SILV. Defenf. 1, 10. Erudito. CUNK.
Catal. 1, 13. Excellente. HEIT. PINT. Dial. I. Prol. Exi-
2nio. VIEIR. Serm. 2, 15, 5. n. 492. Fabulofo. ESTAÇ.
Antig. 934. Famigerado. M. BERN. Luz e Cal. 1, 9,
200. Famofo. Los. Cort. 1, 3. Fidedigno. BRAND.
Mon. 3, 10, 36. Grande. VIEIR. Serm. 8, 278. Grave.
HEIT. PINT. Díal. 1. Prol. Incerto. ANDRAD, Cerc. 16,
AUT
83, 2. Moderno. Paiv. Serm. I, 258. Noticiofo. VIEIN.
Serm. 8, 359. Originario. MATT. Jeruf. 1, 29. Pio.
PAIV. Serm. 1, 136 . Principal. FERNAND. GALV. Serm.
3, 157, 1. Qualificado. VIEIR. Serm. 6, 8, 2. n. 233.
Sufficiente. AzUR. Chr. 3, 12. Temerario. BARTH. CUER
REIR. Cor. 1, 20, 160. Velbo. FERN. Lor. Chr. de D.
J. I, 1, 159. Veneravel. PURIF. Chr. 2, 4, 3. §. 16.
Autor. Forenf. O que põe on intenta em juízo algn-
ma acção contra outro, e a promove. F. ALv. Inform. 12
O autor póe fua aução quanto quer dizer, fem nin-
guem fallar. CATHEC. ROK. 314 Os autores e accufa-
dores devem fer amoeftados, que fe não movão por
amor ou odio, ou cobiça á caufar perigo á peffoa algu-
ma com accufações maliciofas. BARTH. GUERREIR. Cor.
4, 86, 712 Erão em outros tempos melhores as fe-
pulturas dos Martyres os tribunaes, onde fe averigua-
vão as verdades dos réos c autores em fuas demandas.
Met. FERR. DE VASC. Aulegr. I 8 Inde mal, por-
que ha tanto que fou réo, padecendo culpas de autor.
Auror. f. ant. O mefmo que Autora. EUFROS. 1, 4
Muito mais merece a mentira, autor de toda a malda-
de. BRIT. Mon. I, 1. tit. 4 Foi autor deftas mulheres,
Pallas, filha de Japeto Atlante. Luz, Seim. 1, 41, I
Porque como Deos, he jufto, quiz que a mulher, que
foi autor primeiro da culpa, tiveffe dobrada pena.
Adag. De ma companhia guarte, de fer autor nem
parte. DELIC. Adag. 160.
{{lema|AUTORA}}. s. f. Ulafe em todas as differentes accepções
de Autor. FERNAND. Palm. 4, 12 Eu não fou a autora
dos verfos. Cour. Dec. 5, 4, 6 As autoras delta obra
táo heróica forão Ifabel da Veiga, e huma Anna Fer-
nandez. B. ESTAÇ. Rim. 169 Então defeja a propria fer-
mofura Autora das boninas e das rofas.
{{lema|AUTORIA}}. s. f. Forenf. Condição de autor no litigio ou
pleito judicial. acc. na penult. 'ORDEN. DE D. MAN. 3,
29 E mandamos que fe algum nomear autor, feja theu-
do de jurar que nom nomea maliciofamente, nem pera
perlongar o feito e nom querendo jurar, nom lhe feja
recebida a autoria. Paov. DA HIST. GEN. 4, 6, 240. p.
513. ann. 1594 E não lhe afliftindo com fua autoria e
defensão. LEño, Report. 10 Autorias em que cafo
hảo lugar.
{{lema|AUTORIDADE}}. s. f. Imperio, dominio, poder, jurifdic-
ção, direito de fe fazer obedecer. Do Lat. Autoritas. (Au-
toridade, Authoridade) antiq. Actoridade. ARR. Dial.
6, 13 Porém porque.julgar propriamente he ou per pro-
pria autoridade, ou por commifsão do fuperior &c. Luc.
Vid. 1, 10 Com fua real autoridade a defenderão e con-
fervárão os Reis a Companhia] BRIT. Chr. 1, 3 Bem
entendo que ao cargo Abbacial, que tenho, e á obri-
gação e autoridade, que com elle fe me concede, con-
vinha dar a qualquer defeito de meus fubditos hum caf
tigo tão afpero, que &c.
Emprego autorizado, cargo honorifico. BRIT. Mon.
1, 1. tit. 14 Regia a fuprema autoridade Sacerdotal Aa-
ron. VIEIR. Serm. 8, 363 Os defejos da fuprema auto-
ridade são os modos mais apertados de mandar.
Gravidade, decoro, decencia conveniente ao emprego
ou cargo público, ou ds coufas, que fe tratão, ou ás pef-
foas, que as fazem. TEIV. Sentenç. Como a grande
familiaridade Desfaz a autoridade, afli a damna A con-
tinua e fecca gravidade. MARIZ, Dial. 5, 3 Era tão
brando [elRei D. João III.] que houve quem diffe ex-
cedia o modo neceffario a autoridade dos Reis e Prin-
cipes. LEño, Chr. de D. Aff. IV. 153 Aqui acabou
a Rainha com algumas... que ella com fua autorida-
de Real, e gravidade natural não pôde encobrir.
Refpeito, veneração, apreço procedido ou das quali-
dades proprias da peffoa, ou da dignidade e emprego, que
tem. BARK. Dec. 3, 8, 7 E davalhe tanto crédito e ef-
tima, que começou a cobrar entre os Mouros vizinhos
a autoridade, que tinha perdida. PAIV. Serm. 1, 51
Quando fe achar quem no caftigo dos vicios, e defeitos
do proximo trara mais da autoridade e preeminencia fua,
que do remedio dos caftigados, eftá muito longe do el
pirito e zêlo Chriftão. CAM. Luf. 8, 76 Julga na auto-
ridade grão valia.
Das coufas. BRIT. Mon. I, 1. tit. 7 Na verdade
dos Antigos, e autoridade dos annos fica bem fundada
a fé da hiftoria, e o crédito de quem a conta. Sous.
Vid. 1, 26, E fe Viana já então poffuia autoridade e
nome, que hoje tem &c. BARTH. GUERREIR. Cor. 4,
32, 517 Atavalha as mãos, a autoridade da lei divina,
que o Santo Irmão prégava.<noinclude></noinclude>
i46ypo1e8e4nnsz2lh5g8ctfzxqj2p9
Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/739
106
255537
558085
2026-08-06T13:54:49Z
MLReis
41056
/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: A U S Arcturo, e do Occidente Com fuas falfas ondas o Ocea- no, E pela auftral o mar mediterrano. Luc. Vid. 1, 13 Torna a decer contra o Sul até outro infigne cabo e o mais auftral de todo o Oriente. Pólo auftral. Aftron. Pólo antarctico ou meridional. PEDR. NUN. Tr. da Esfer. 2 Tambem fe chama auftral [polo] porque eftà naquella parte, donde vém o vento Auftro, que he o Sul. TELL. Chr. 1, 1, 13. n. 10 Na- vegou o golfão de Bengala, d...
558085
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A U S
Arcturo, e do Occidente Com fuas falfas ondas o Ocea-
no, E pela auftral o mar mediterrano. Luc. Vid. 1,
13 Torna a decer contra o Sul até outro infigne cabo
e o mais auftral de todo o Oriente.
Pólo auftral. Aftron. Pólo antarctico ou meridional.
PEDR. NUN. Tr. da Esfer. 2 Tambem fe chama auftral
[polo] porque eftà naquella parte, donde vém o vento
Auftro, que he o Sul. TELL. Chr. 1, 1, 13. n. 10 Na-
vegou o golfão de Bengala, defcobrio novas conftella-
ções, adorou o cruzeiro do polo auftral. VIEIR. Serm. 8,
154 Por iffo a Providencia Divina... fez logo navegar
a Xavier com a proa ao polo auftral.
{{lema|AUSTRIACO, A}}. adj. Natural do Archiducado de Auf-
tria na Alemanha, ou que lhe pertence. MARIZ, Dial. 3,
3. Defcendentes daquella Auftriaca profapia. Ris. DE MAC.
Rel. 2,1 O nome de Borgonha extinto no dominio Auf-
triaco. VIER. Serm. 9. do Rof. 9, 5, 337 Aflim the
fuccedeo ao mefmo Principe Auftriaco.
{{lema|AUSTRIANO, A}}. adj. pouc. uf. O mesmo que Auftriaco.
Tambem fe ufa como fubft. BARREIR. Chorogr. 216 Auf-
trianos e Ungaros por ferem vizinhos dos Vcnetos &c.
{{lema|AUSTRINO, A}}. adj. O mesmo que Auftral. Do Lat. Auf-
trinus. Cav. Luf. 9, 16. Levando a proa Pera onde a
natureza tinha pófta A meta auftrina da efperança
boa.
{{lema|AUSTRO}}. s. m. Hum dos quatro ventos principaes, dito por
outro nome vento ful ou meridional. Do Lat. Aufter. CAM.
Luf. 6, 77 Noto, Auftro, Boreas, Aquillo querião
Arruinar a máquina do mundo. CORR. Comm. 1, 2 No-
to fopra do meio dia, e chamáolhe os Latinos Auftro,
e os inarinheiros Sur ou Vendaval. VIEIR. Serm. 8, 153
Levantate ó Norte, e vaire embora do meu jardim, diz
a Igreja, e venha em teu lugar o Auftro, e vente e
affopre nelle.
Epith. Brando. MONTEIR. Art. 29, 13. Féro. CAM.
Luf. 1, 35. Feroz. ANDRAD. Cerc. 13, 66, 1. Impetuo-
fo. ANDRAD. Cerc. 13, 66, 1. Potente. CORT. R. Nau-
fr. 8, 80 . Sibilante. MATT. Jeruf. 8, 1. Tepido. MAUS.
Aff. Afr. 5, 72 . Tempeftuofo. ANDRAD. Cerc. 6, 28,
1. Valente. CASTR. Ulyff. I, 10.
Poet. A parte meridional do mundo. CAN. Luf. 1,
21 Os que o Auftro tem. CORR. Comm. São os morado-
res da parte do Sur. Chamãofe allim do vento Auftro,
que venra daquellas partes.
{{lema|AUSTURIANO, A}}. adj. antiq. O mefmo que Afturiano.
CASTANH. Hift. 3, 26.
{{lema|AUTHENTICA}}. s. f. uf. Despacho ou certidão, com que fe
teftifica a identidade e verdade das reliquias para a pública
veneração.
Met. M. BERN. Medit. 12, I A authentica dos
privilegios e fóros da Virgem, eftá efcrita vivamente
em fua mefma peffoa tão fupereminente, que fe roça
com as tres Divinas.
Forenf. Qualquer das conflituições recopiladas por or-
dem de Juftiniano no fim do Código. BLUT. Vocab.
{{lema|AUTHENTICADO, A}}. p. p. de Authenticar. AVEIR. Irin.
26. Sous. Hift. 1, 6, 11. TELL. Chr. 1. Prol.
{{lema|AUTHENTICAMENTE}}. adv. mod. Por hum modo legal,
e em forma, que faça fé. MARIZ, Dial. 1, 5 Tambem
fe acha authenticamente eferito. Sous. Hift. 3, 1, 17 E
por conftar authenticamente fiz e affinei efte. VIEIR. Serm.
4, 15, 6. n. 567 Confta authenticamente ncfta mefma
Corte, que &c.
{{lema|AUTHENTICAR}}. v. a. Autorizar, legalizar, qualificar
publica e juridicamente. Aveia. Itin. Prol. O qual Irine-
rario... fubmetto á correcção daquelles que pela
fua fciencia e virrude rem liberdade e autoridade pera
o bem approvar e authenticar, e o máo reprovar e re-
pudiar. Sous. Vid. 3, 5 E fe houvera nelles curiofida-
de pera fazer authenticar ambas as maravilhas &c. FREIR.
Vid. 1, 58 Com autoridade do Papa Gregorio XIII.
authenticou o milagre.
{{lema|AUTHENTICIDADE}}. s. f. uf. Legalidade, approvação
ou qualificação feita publicamente e com as folemnidades
juridicas.
{{lema|AUTHENTICO, A}}. adj. Autorizado, approvado, a que
fe dá fé pública e formal. Do Lat. Authenticus. acc. na
antepenult. Das peffoas. FR. G. DA SILV. Vid. 3, 13
E não quiz revellar, nem communicar facilmente com
os homens authenticos, e grandes letrados, elle entendia
o que grandemente ignorava e não fabia. MOR. Palm.
2, 167 Porque em fer defta maneira, é em cal tempo
concertão os mais antigos e authenticos autores. Luz,
Scrm. 2, 103, 4 Dizemno tantas, é tão authenticas
peffoas que não ferá temeridade crêlo, ferá gröfferia
deixar de o crer.
Legalizado, comprovado com as formalidades juridi-
cas, e que fazem fe publica. Goes, Chr. do Princ. 51
Deftes auros fe fizerão logo inftrumentos públicos e au-
thenticos. FR. MARC. Chr. 1, 1, 48 Porque não trazião
algumas letras authenticas de feu estado d'algum Prela-
do Ecclefiaftico. BRIT. Mon. 1, 3. c. 14 Em negocios
de geração não fe foffrem conjeituras imaginadas, fenáo
efcriruras authenticas.
Subft. Forenf. O mefmo que Authentica. PiNT. RIB.
Elog. 164 He quanto efcreve o Emperador Juftiniano em
hum authentico.
{{lema|AUTIVO, A}}. adj. antiq. Vej. Activo. VIT. CHRIST. I,
5, 25 . FR. G. DA SILV. Vid. 1, 4. MEMOR. DAS
PROEZ. I, 42.
{{lema|AUTO, A}}. adj. antiq. Vej. Apto. ESTAT. DA ORDEN. DE
SANTIAG. 13. PIN. Chr. de D. Sanch. II. 4. Paiv. Serm.
I, 23.
{{lema|AUTO}}. s. m. antiq. Acção, feito, procedimento. EUEROS.
I, I Que eftes e outros femelhantes autos são os pri-
meiros de vofla colheita. Fa. SIM. COELH. Chr. 1, 8,
29 Tudo o que no entendimento entendem e obrão por
autos exteriores, offrecem a Deos. LEIT. D'ANDRAD. Mifc.
1, 9 He ifto muito pera fe ver, por fe parecer muito
com autos de guerra, e efcaramuças de Mouros.
Continencia, gefto on movimento do corpo. REGR. DA
ORD. DE SANTIAG. (da ed. de soy) 9, 1 Guardem rem-
perança em fallar, e em andar, e em todas fuas obras,
geftos, e autos de feu corpo. BARR. Cartinh. Nas obras
rres efpecies: géftos, autos, e movimentos. MEMOR, DAS
PROEZ. 1, 18 Chegando ante elle com honefto defpe-
jo, e vergonhofo auto.
Forenf. Inftrumento authentico e folemne, feito com
autoridade pública e formalidades de Direito. Nefta e
nas feguintes fignificações conferva ainda hoje a primei-
ra orthografia. GOES, Chr. do Princ. 42 Trouxe refpofta
deftes Senhores e de outros de Caftella a elRet Dom
Affonfo, e autos feitos e folemnizados por elles. PINT.
PER. Hift. 1, 27, 122 Fazendo cada hum autos e pro-
ceffos de juftificação. Leño, Chr. de D. Fern. 214 Ahi
fizerão hum folemne auto, em que proteftáráo, que com
medo do povo Romano, e foldados, que na fé vagan-
te havia em Roma, elegêrão a Urbano fem fua vonta-
de, e per força.
Pl. Fetto, proceffo de alguma caufa on pleito. Luc.
Vid. 6, 3 Que não enfinaffem os meninos por os autos
ou feitos, que ficavão das demandas. F. DE MENDOÇ.
Serm. 2, 360, 7 Quem ha de ver eftes autos? quem
ha de reconhecer deftas caufas VIEIR. Serm. 9. do Rof.
6, 8, 243 O Juiz fó póde condemnar o culpado, fendo
culpado, e abfolver o innocente, fendo innocente; mas
condemnar ou abfolver o mefmo homem pelos mesmos au-
tos, iffo não póde fer em nenhum juizo.
Eftar pelos autos. Fraf. met. e fam. Conformarfe.
SALGAD. Theatr. 2, 10 Eftai nifto pelos autos, E fa-
bei que nefta caufa Vos ha de fer máo concerto Me-
Ihor que boa demanda.
Auto. Solemnidade, acção pública e celebrada cont
apparato. MEMOR. DAS PROEZ. 1, 40 Muitos monteiros
de pé com feus fabujos, e todo o apercebimento do au-
to. Goes, Chr. do Princ. 35 Tendo feita a mefma de-
claração nos autos públicos, em que a fez jurar por
Princeza herdeira de Caftella e Leão. CORT, R. Naufr.
4, 44 Alli eflava Hymenéo, estava Juno, Em feme-
lhantes autos fempre certos.
Auro. abf. ou Auto da Fé. O em que o Tribunal
da Inquifição faz abjurar em público os erros contra a noffa fanta Fe Catholica, ou relaxa os hereges impenitentes e relapfos á justiça fecular, lendofethes primeiro a huns e a outros as fentenças das culpas, de que estão convencidos.
MARIZ, Dial, 5, 5 Foi avante a Inquifição, e fe fizc-
rão muitos Autos. F. DE MENDOÇ. Serm. 2, 382, zx
Quaes confio eu na Divina bondade Terão rodos os que
hoje confeffados e arrependidos fahem nefte Auto da Fé.
VIEIR. Serm. 9. do Rof. 11, 1, 387 Convictos porém
nefte famofo Alto da Fé, &c. (affim impreffo)
Auto. T. das Efcolas e Universidades. Vej. Acto,
e he como hoje fe diz. FR. ISIDOR. DE BARREIR. Hift.
5. TELL. Chr. 1, 1, 22, n. 1: PARAD. Dial. 6, 46.
Auto. Poer. Compofição dramatica en hum fó acto,
em que fe reprefenta toda a forte de acção devota, feria
on burlefca, introduzindo por interlocutores peffoas allegoricas, antiq. ou ruftic. Ayto. Gi Vic. Obr. 1, 25 E<noinclude></noinclude>
c88t8qz39rcp56jj23x9nhbtl0455bm
Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/738
106
255538
558086
2026-08-06T13:57:33Z
MLReis
41056
/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: A U S do Princ. 47 Sendo elRei feu pai anfente defte Reino. BRIT. Chr. I, 10 Indaque fe não podia chamar aufente delles; pois táo ordinariamente o viáo prefente comfigo. Subft. pl. Peffoas, que eftão diftantes e em outro lu- gar apartado. MoR. Palm, 2, 141 Dizer mal dos aufen- tes he de animos fracos; contentar os prefentes o mef- mo. FERR. DE VASc. Anlegr. 1, 10 Eftas são como Prin- cipes, não the lembrão ou aufentes. Aufente. adj. R...
558086
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A U S
do Princ. 47 Sendo elRei feu pai anfente defte Reino.
BRIT. Chr. I, 10 Indaque fe não podia chamar aufente
delles; pois táo ordinariamente o viáo prefente comfigo.
Subft. pl. Peffoas, que eftão diftantes e em outro lu-
gar apartado. MoR. Palm, 2, 141 Dizer mal dos aufen-
tes he de animos fracos; contentar os prefentes o mef-
mo. FERR. DE VASc. Anlegr. 1, 10 Eftas são como Prin-
cipes, não the lembrão ou aufentes.
Aufente. adj. Renoto, diftante, que está ou fuccede
em differente lugar. Da coufas. CAM. Canç. 6, 8 Saibão
que já não mara vida aufente. VIEIR. Serm. 8, 423 Xa-
vier aflim via as coulas futuras ou aufentes, e fallava
nellas, como fe as tiveffe diante dos olhos.
Situado em parte diftante. Dos lugares. BARTH.
GUERREIR. Cor. 4, 5, 419 Com defculpa, que hum ho-
mem eftrangeiro de tão aufente e alongada patria não ti-
nha mais que offerecer, que aquellas barras. TELL. Chr.
2, 5, 1o. n. 9 Não lhe encobrindo Deos ao P. An-
chieta] nem o que eftava mais alongado por diftancia de
rempos, nem o que era mais aufente, por apartamento
de terras.
Aufente de alguma coufa. Que eftá livre, longe,
on privado della. Conr. R. Naufr. 14, 172 Quando
dos falfos bens me vejo aufente.
{{lema|AUSO}}. s. m. Oufadia. BLUT. Vocab. Suppl.
{{lema|AUSOLUTAMENTE}}. adv. mod. antiq. Vej. Abfolutamen-
te. PIN. Chr. de D. Din. 27. CASTANH. Hift. 8, 18.
{{lema|AUSOLUTO, A}}. adj. antiq. Vej. Abfoluto. PiN. Chr. de
D. Aff. II. 3. CASTANH. Hift. 8, 56. (efcreve aufu-
luto BARR. Gramm. 120.
{{lema|AUSPICAR}}. v. a. pouc. uf. Augurar, prognofticar, predi-
zer coufa profpera. Ufafe tambem com pron. peff. Do
Lat. Aufpicari. MERCUR. de Agoft. de 666 Na qual
[falla] breve e elegantemente lhe fignificou o amor e
veneração, com que aquelles vaffallos os recebião, as fe-
licidades, que fe aufpicavão das taes bodas; e o quanto
deviáo fer eftimados de fuas Mageftades.
{{lema|AUSPICE}}. s. m. pouc. uf. O mefmo que Arufpice. Do Lar.
Aufpex. M. FERNAND. Alm. 1, 5, 3. n. 77 S. João Bau-
tifta, termo da Lei velha, e aufpice da Lei nova.
{{lema|AUSPICIO}}. s. m. Agouro, prognoftico, que os Pagões.to-
mavão das aves, principalmente do fen voo. Do Lat. Auf-
picium. antiq. Abfpicio. SABELL. Eneid. 1, 7, 79 Por o
adivinhador Tyrefias, que, fegundo dizem, foi o autor
de adivinhar por aufpicio de aves, fe fahirão elles de
noite fecretamente da cidade e a defamparárão,
Met. Prognoftico, final de alguma coufa, as mais
das vezes feliz. LEIT. D'ANDRAD. Mifc. 16, 461 Se pú-
ferão todos ao caminho com affàs infelices aufpicios, e
pécres agouros. Maus. Aff. Afr. 4, 68 Tomando por
aufpicio aquella eftrella. SA DE MEN: Mal. 5, 14 Quan-
do aufpicio, que faz tremer o inferno, Lhes dá nova
e fegura confiança.
Principio, começo, entrada, principalmente favora-
vel, de alguma coufa. Can. Luf. 10, 62 Traz efte vêm
Noronha, cujo aufpicio De Dio os Rumes feros afu-
genta. BRAND. Mon. 3, 10, 1 No felice aufpicio do Rei-
no de Portugal. VIEIR. Cart. I, 139 A coroação de S.
A. fe efpera, e defeja, e fe prognoftica, que fera com
aufpicios de clemencia.
Pl. Protecção, patrocinio. SABELL. Eneid. 2, 1, 5
Melhor forte alcançou o outro Reino; porque fob capi-
tania del Rei Affa, e por feus abfpicios fe profperarão
muito fuas cousas.
{{lema|AUSTE}}. s. m. Marinh. Cabo ou amarra. CASTANH, Hift.
2, 117 Logo fe mettêrão todos ao cabreftante, e mui
afinha metterão dentre todo o anfte. 7, 36 Por ef-
tar fobre huma fo ancora lançarão outra, e depois ou-
tras, até feis, que não havia mais, e todos os auftes
dellas rrincárão, e era por fe roçareni por penedos, que
eftavão debaixo, e pela grande força, que levavão pe-
lo pezo das ancoras trincavão logo. CARN. Art. 41 E
querendo vós entrar a barra da ilha Doibo, ireis com
pouca véla demandando a ponta da ilha com dous auftes.
{{lema|AUSTERAMENTE}}. adv. mod. Com aufteridade. FR. G.
DA SILV. Vid. 2, 12 E com ifto fallando mais abftera
mente e afperamente do que havia em coftume, the de-
fendeo e mandou que o não moleftaffe mais, nem eftor-
vaffe do que fazia. M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n. 346.
p. 912 Santo Antão Abbade aos feus Religiofos, que
vivião elevada e aufteramente, unicamente lhe encommen-
dava a alegria efpiritual, como efcudo
e remedio pera vencer todas as tentações.
{{lema|AUSTEREZA}}, s. f. ant. O mesmo que Aufteridade. Fr.A. US. MARC. Chr. 2, 8, 18 De Frei Oderico, varão de grande auftereza e fantidade &c. Ass. Dial. 3, 7. Vendo
Deos que com ameças e rerrores aproveita pouco c'os
homens, ufou de ardil e manha, qual foi conquiftar com
beneficios e promeffas os corações daquelles, que com
aufterezas e vinganças não pudera render.
{{lema|AUSTERIDADE}}. s. f. Severidade, rigor, afpereza, pou-
ca affabilidade. Do. Lat. Aufteritas. Leão, Chr. de D.
Duart. 16 A efta natural aufteridade fe ajuntava fer elle
folteiro, e não rer filhos. LIP. Fug. 2, 17, 71. col.
I Tudo fe acha nefte jugo: he grave e fuave; grave
pelo pezo da difciplina, pela austeridade da correcção
&c. VIEIR. Voz. 2, 11, 10. p. 405 Não vos mova a
aufteridade da perfeguição.
Penitencia, mortificação dos fentidos e paixões; on
exacção e pontualidade na obfervancia da Religião. ARR.
Dial. 7, 4 He verdade que a tempos fe relaxava efta
aufteridade. Leño, Defcripç. 88 E por a aufteridade da
vida, que fazia, lhe chamavão viuva da obediencia.
Sous. Vid. 1, 2 E depois de algumas perguntas, que
lhe tez da fua vida e coftumes, pôslhe diante o rigor
e a austeridade da Ordem.
{{lema|AUSTERISSIMO, A}}. fuperl. de Auftero. Lair. D'AN-
DRAD. Mifc. 13, 351. Paiv. Serm. 1, 20 y. COUT. Dec.
5,6, 3.
{{lema|AUSTERO, A}}. adj. Severo, afpero, pouco affavel. Do
Lat. Aufterus. antiq. Abftero. CAX. Luf. 9, 26 Via A-
Eteon na caça tão auftero. Gouv. Rel. I 23 Noto o
erro de muitos Grandes, que perdem o bem de ferem
amados, por ferem aufteros. LEño, Chr. de D. Duan.
16 Era naturalmente auftero, e pouco amorofo.
Penitente, mortificado. Das peffoas. Fro, Tr. 1,
84, 2 Muito penitente e abftero. FR. LEño, Bened.
1, 2, 2. c. 18 Pera comfigo era auftero e penitente.
Applicafe á vida das peffoas penitentes, e que mor-
tificão os fentidos e paixóes. FR. MARC. Exerc. 18, 88
Fizerão muiros Santos] vida fevera e auftera, por-
que foffem achados fer dignos coherdeiros de Chrifto em
o reino de feu Padre. MEND. PINT. Peregr. 85 Na qual
[mefa] affiftem vinte e quatro Menigrepos, que tem
por nome os da vida auftera. Sous. Vid. 1, 22 Confi-
derou a vida e tratamento do Arcebispo, em nenhuma
coufa menos auftera, do que quando vivia encerrado nos
clauftros de Bemfica.
Applicafe igualmente às Religiões de inftituto aper-
tado. A. DE VASc. Anj. 2, 6, 7. part. 5. p. 936 Huma
Religião não he mais perfeita, que outra, por fer mais
auftera e penitente, fenão por ter mais perfeito fim.
CARDOS. Agiol. I, 4 Para que a auftera e obfervante
Religião da Cartuxa &c.
Rigido, exacto, apertado em obfervancia ou pratica.
Sous. Vid. 1, 2 A creação, que nos rempos paffados
tinhão os moços nefte Reino, era ráo anftera e tão con-
forme com as regras da prudencia &c. FREIR. Vid. I
35 Não temos que foffe mais exemplar ou auftera a dif-
ciplina dos antigos Romanos.
Dizfe das peffoas a refpeito das coufas, e reg. em.
PROV. DA HIST. GEN. 2, 4, 24. p. 135. ann. 1681 O
Padre Mariana tão auftero nas opiniões Portuguezas, fe-
guio &c.
Rigorofo, defabrido, infuave. FR. MARC. Chr. 1,
1, 48 Os quaes [Frades] como coufa nova, forão mui
eftranhados pelos veftidos aufteros, e pola lingoa eftra-
nha. BRIT. Chr. z, 1 Tomando motivo do difcurfo da
vida, e abftera penitencia defte divino Précurfor &c.
ORIENT. Lufit. 71 Tomando agora outra mais certa
eftrada, A morte e a dor por vós rão agradavel, E
tão fuave achei no mundo auftero, Que nem vida fem
vós, nem gofto quero.
Met. Da condição e natural das peffoas. BRIT. Mon.
I, 1. c. I Homem de condição abftera.
Dizfe de hum certo fabor afpero e adftringente.
MORAT. Pratic. 3, 5, 3 Convem vinho vermelho aufte-
To, agoado com agoa ferrada. A. FERR. Luz, 3, 97 O
medicamento de Galeno ... compóefe de huma romá
doce, e outra azeda, e outra auftera.
{{lema|AUSTINADO, A}}. adj. antiq. O mefmo que Obftinado. GIL
Vic. Obr. 1, 50 y. ALBUQ. Comm. 1, 52.
{{lema|AUSTINENCIA}}. s. f. ant. Vej. Abftinencia. CASTANH.
Hift. 8, 68. BARR. Viciof. Vergonh. 4 .
{{lema|AUSTRAL}}. adj. de huma term. Meridional, do auftro ou
do ful. Do Lat. Auftralis. BARR. Dec. 1, 8, 4 Que he
a mais auftral terra, de que elle teve noticia. CAM. Luf.
3, 6 Jaz a foberba Europa, a que rodea Pela parte do<noinclude></noinclude>
502oa2scgyn6pyu99ngc81j0490pgyh
Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/737
106
255539
558088
2026-08-06T14:16:12Z
MLReis
41056
/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: AUR rante a azulada com huma membrana amarella na bafe: as pennas são esbranquiçadas, pardacentas e côr de fer- rugem o ventre he esbranquiçado, com grandes malhas côr de ferrugem. Tem tres pés c quatro pollegadas de comprido, e feis pés e nove pollegadas de envergadura. BRIT. Chr. 4, 22 Ha outras aves pouco menores que aguias, chamadas aurifrifios, que tem hum pé brando e largo à modo de patos e accommodado pera nadar com elle, e out...
558088
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>AUR
rante a azulada com huma membrana amarella na bafe:
as pennas são esbranquiçadas, pardacentas e côr de fer-
rugem o ventre he esbranquiçado, com grandes malhas
côr de ferrugem. Tem tres pés c quatro pollegadas de
comprido, e feis pés e nove pollegadas de envergadura.
BRIT. Chr. 4, 22 Ha outras aves pouco menores que
aguias, chamadas aurifrifios, que tem hum pé brando e
largo à modo de patos e accommodado pera nadar com
elle, e outro armado com humas unhas mais crueis c
rompentes, que as das proprias aguias.
{{lema|AURIGA}}. s. m. Poer. Cocheiro. Lat. Auriga, CASTR. Ulyff.
6, 27 Sobre o carro veloz, furiofo parte Que deftra-
mente guia o velho auriga. MATT. Jeruf. 17, 34 E o
deftro auriga ao freio reduzia Quatro unicornios, dous
e dous atados.
Aftron. Certa conftellação celefte fobre as pontas do
figno de Tauro. LEON. DA COST. Georg. 1, 53, . not.
n Eriéthonio... he aquelle figno, a que os Mathema-
ticos chamáo Auriga.
{{lema|AURIPHRYGIATO, A}}. adj. T. da Lithurgia. Que tem
bordadura de ouro. Do Lat. Aurum e Phrygius. CAMPELL,
Thef. 426 Outra [Mitra] ha de ter ouro per partes:
ferá de coufa ligeira, com feus caireis do mefmo ou-
ro; a cfta chama o Ceremonial auriphrygiata.
{{lema|AURISTO}}. [iempo] Vej. Aorifto. BLUT. Vocab.
{{lema|AURISPICE}}. s. m. Vej. Arufpice. Cour. Dec. 7, 7, 5.
{{lema|AURORA}}. s. f. Crepufculo matutino, primeira luz, que ap-
parece pela manhaa no horizonte antes de fabir o Sol. Lat.
Aurora. CORR. Comm. 1, 14 Aurora he propriamente
aquella claridade, que no céo apparece antes que o Sol
faia, a qual dura todo aquelle tempo, que gaita o Sol,
eftando dezoito graos debaixo do horizonte na parte ori-
ental, té tocar nelle, e nafcer nefte hemisferio fuperior.
M. DE FIFUEIR. Chronogr. 1, 3 A efta parte de tem-
pos chamarão os Latinos aurora, que quer dizer, parte
dourada, que pela parte donde nafce parece que está o
ar dourado. CARV. Via, 1, 1, 2. c. 18 O Sol, antes
de amanhecer, eftando ainda debaixo do horizonte ef-
palha pelo ar feus raios, e os vapores, cercando o hori-
zonte phyfico, causão a claridade, a que chamão aurora
ou crepufculo matutino.
Epith. Alegre. Conr. R. Naufr. 9, 93. Alva. FERR.
Poem. Son. 1, 29. Aprazivel. CORT. R. Naufr. 9, 94.
Avara. CAM. Canç. 15, 5. Bella. CAM. Luf. 9, 61. Bran-
ca. BERN. Lin. Ecl. 7. Candida. MATT. Jeruf. 7, 25.
Clara. B. ESTAÇ. Rim. 88. CEIT. Quadrag. 1, 30, 4.
Defcuidada. Lor. Condeft. 8, 66. Dourada. B. ESTAÇ.
Rim, 112 . MONTEFT. Art. 15, 1, 212. Efmaltada.
CAM. Ecl. 2, 12. Formofa. ANDRAD. Cerc. 10, 48, 1.
Frefca. PER. Elegiad. 4, 53 . Fria. CAM. Luf. 2, 110.
Fugitiva. CASTR. Ulyff. 2, 59. Graciofa. B. ESTAÇ. Rim.
112 y. Linda. MATT. Jeruf. 4, 94. Luzente. Sa
MEN. Mal. 8, 72. Marchetada. CAM. Luf. 1, 59. Ma-
tutina. Loz. Condeft. 10, 51. Namorada. ANDRAD. Cerc.
17, 90, 2. Nova. ANDRAD. Cerc. 4, 19, 2. Pallida.
PER. Elegiad. 4, 53 . Priguiçofa. Los. Condeft. 8,
66. Pura. CAM. Canç. 3, 2. Purpureante. MATT. Jeruf.
18, 15. Refplendecente. Luz, Serm. 2, 76, 3. Rica. B.
ESTAÇ. Rim. 112 . TELL. Chr. 1, 1, 32. n. 3. Ki-
fonha. CoRT. R. Naufr. 9, 93. Rociada. CORT. R.
Nauft. 9, 94. Rociofa. ANDRAD. Cerc. 13, 68, 3. Ro-
fada. CORT. R. Naufr. 9, 93. FERNAND. Palm. 4, 15.
Roxa. CAM. Luf. 4, 60. Rubicunda. MAUS. Vid. 1, 1.
Rutilante. Maus, Aff. Afr. 12, 179. Vermelha. MATT.
Jeruf. 7, 25. Viciofa. B. ESTAÇ. Rim. 112 y.
Met. e poet. Dia., Maus. Aff. Afr. 2, 31
pois de quatro auroras, quando entrada Abria pelo ef-
treito a fróra armada. SA' DE MEN. Mal. 3, 39 Sollici-
tos alguns já trabalhavão Por eftar bem de tudo aper-
cebidos, Para a feguinte aurora em que efperavão Ver
fruito de trabalhos tão compridos. Sous. DE MAC. Ulyf
fip. 1, 43 Para a feguinte aurora a differia.
Met. Principio ou primeiro tempo de coufa boa e fe-
liz. CARDOS. Agiol. 2, 155 Tantoque lhe começou a
efclarecer a aurora da razão. VIEIR. Serm. 4, 10, 7.
n. 363 Não fora S. João o mais amado, e o mais aman-
te de Chrifto, fenão acudira por feu amor, e o deixa-
ra nas auroras da Encarnação, fem o fubir ao zenith
do Sacramento. 8, 473 Se com as primeiras auro-
ras da luz defte mundo.
Infancia ou primeira idade das pefoas. FR. LEão;
Bened. 1, 2, 5. c. 2 Paraque logo na aurora da fua
idade fe affeiçoaffe à vida Religiofa.
Denominação, com que fe intitula algumas vezes a
Virgem Santiffima, Senhora Noffa. Sovs. Hift. 1, 6, 9
Deleitandofe na vifta da eftrella d'alva em faûdar a ver-
dadeira Aurora, por quem confiderava, que tivemos no
'mundo todos os bens do céo. B. ESTAÇ. Rim. 112
Virgem, Aurea roxa e graciofa. Luz, Serm. 2, 2,
63. col. 3 Todo o tempo antes defta bemaventurada e
gloriofa Aurora, a Virgem Senhora noffa, for eícuro c
cercado de noite.
Certa efpecie de côr entre branca e vermelha, uf.
Aftron. Efpecie de cometa. M. DE FIGUEIR. Chrono-
gr. 4, 11 O quinto Cometa] chamárão matutino ou
aurora, he hum cometa vermelho da natureza de Mar-
te, fignifica grandes feccas, calmas, fomes, e incen
dios.
Aurora Boreal. Phyfic. Fenómeno luminofo, que ap-
parece algumas vezes no céo da parte do Norte. BLUT.
Vocab.
{{lema|AUSENCIA}}. s. f. Acção e effeito de fe aufentar; ou o tem-
po, em que alguem está aufente. Do Lat. Abfentia. antiq.
Abfencia. FERNAND. Palm. 3, 87 Se efcufou, dizendo
que em anfencia de feu marido não cafaria fua filha com
nenhum Principe do mundo. CORT. R. Cerc. 21, 303
Se vê que Portugal co' a eterna aufencia Defte Senhor
tera mil razões juítas Pera fempre viver lutofo e trif
tc. FR. TH. DE Jes. Trab. 2, 47, 324 O amor tem ef.
res extremos, que foffre muito peor a aufencia do que
ama, que o trabalho, que lhe ha de cuftar telo pre-
fente.
Epith. Affectuofa. TELL. Hift. 3, 13, 240. Breve
LISB. Jard. 170, 4. Comprida. Maus. Aff. Afr. 1, 14.
Lise. Jard. 171, 6. Dilatada. M. BERN. Luz e Cal. 2,
4, 392. Dura. CORT. R. Naufr. 16, 196 . Eterna.
CAM. Ecl. 1, 20. Forçada. Lov. Primav. 3, 3. Grave:
CORT. R. Naufr. 16, 196 y. Importuna. LoB. Ecl. 9.
Larga. Maus. Aff. Afr. 3, 42 y. Longa. SABELL. Encid.
1, 1, 5. CAM. Canç. 6, 7. Penofa. FERNAND. Palm.
3, 60. Perpetua. CORT. R. Naufr. 13, 149 . Sous.
Vid. 2, 31. Saudofa. Sous. DE MAC. Ulyflip. 2, 29.
VIEIR. Serm. 7, 1, 1. n. 1. Trifte. CAM. Luf. 4, 98.
Vagarofa. CASTR. Ulyff. 5, 3. Voluntaria. Lisa. Jard.
170, 2.
Aufencia. Falta de afiftencia a alguma coufa, Maus.
Aff. Afr. 3, 51 Divino Sol, que eftais allumiando Im
moto os céos, fem que haja nifto aufencia. SEVER. Difc.
1, 4 A ausencia dos negocios naturalmente caufa def-
cuido e efquecimento delles.
Fazer boas ou más aufencias a alguem. Fraf. fam.
uf. Fallar delle bem ou mal, quando não está prefente.
{{lema|AUSENTADO, A}}. p. p. de Aufentar. Ufafe commum-
mente como adj. e tanto val como Aufente. BARR. Dec.
1, 4, 5 E quanto aos pilotos, que efte fogo accendê-
rão hum delles era aufentado. Des COBR. DA FROLID.
62 Paffando por alguns povos dos Indios principaes,
que andavão aufentados, thes ralou e eftruio grandes
maizaes. Fro, Tr. 2, 45, z Aos fugidos por voffa cau→
fa, e aufentados por ordem voffa.
AUSENTAR. v. a pouc. uf. Apartar, retirar. antiq. Ab-
fentar.
Met. ORIENT. Lufit. 97 A volfo amor fugeito,
Que outros cuidados me aufento do peito.
Neutr. Omefimo que com pron. peff. Fr. Leão,
Bened. 1, 1, 2. c. 11 Bufcou outra invenção... pa-
ra o fazer aufentar do lugar.
Ufafe de ordinario fó com pron. peff. Apartarfe,
retirarfe, fepararfe. Reg. abf., de ou a alg. ou de alg.
lug. SA LE MIR. Vilhalp. I, I Depois te abfentafte,
e eu adoeci. BRIT. Chr. 2, 18 Os Religiofos vendoo
prefente, e com efperanças de fe não anfentar mais del-
les, tudo lhe parecia cheo de quietação e contentamen-
to. Sous. Hift. 1, 2, 23 Que muito he pera fentir au-
fentarfenos hum Santo da terra. TELL. Chr. I, 1, 31.
n. Eftas coufas são ditas pera aquelles, que coftumão
entriftecerfe demafiadamente, quando os amigos fe lhes
aufentão.
Met. das coufas inanimadas. CAM. Ecl. 2, 11 Que
o mal, que fente Hum pouco fe lhe aufinte da memo-
ria. Loz. Condeft. 15, 19 Por momentos a vida fe mo
aufenta. TELL. Chr. 1, 1, 25. n. 5 Pouco e pouco f
foi aufentando o medo e afco, tinhão aos noffos.
{{lema|AUSENTE}}. adj. de buma term. Apartado, diftante, fe-
parado. Das peffoas. Do Lat. Abfenf. antiq. Abfente.
Reg. abf. de alg, ou de alg. Ing. BERNARD. RIE. Me.
nin. 1, 16 Antes com os olhos poftos pera aquella par.
te donde viera... a fenhora Aonia anfente. Gots, Chr.<noinclude></noinclude>
0ii9xs3qnvyct90hyci3y3pbaknru2x
Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/12
106
255540
558098
2026-08-06T17:18:07Z
BlitzkriegBoop
37692
/* Revista */
558098
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|10|{{uc|Para Divertir}}|}}
{{rule}}</noinclude>Ao mesmo tempo que falava, ia escrevendo na pedra:
{|style="margin: auto;"|
|-
|style="text-align:right"|300 ||style="border-style: solid; border-width: 0px 0px 1px 1px|12
|-
|style="text-align:right"|60 || 25
|-
|style="text-align:right"|0
|}
E continuou:
― Os três centos de laranjas custaram ao comprador 25 vezes 20 centavos, isto é, 5 escudos, e revendendo-se a 2 centavos cada laranja, produzem 300 vezes 2 centavos, ou 6 escudos. O lucro vem a ser a diferença entre os preços da venda e da compra, quer dizer, entre 6 escudos e 5 escudos: vem a ser, portanto, de 1 escudo.
Os rapazes estavam todos espantados e o professor, contente, passou-lhe outros dois problemas, que êle resolveu igualmente bem. Marcando-lhe uma boa nota e mandando-o para o seu lugar, o mestre disse-lhe:
― Ora até que emfim! Deu-me uma lição que
pode figurar entre as boas que êste ano aqui se têem
dado. Espero que não volte depois dela a fazer tristes figuras.
Os condiscipulos cochichavam entre si, e António, em vez da alegria altiva com que entrara na aula, estava sucumbido e triste. Quando a campainha, anunciando o recreio, suspendeu os trabalhos escolares, êle, em vez de seguir os companheiros, veio ter com o professor, dizendo a mêdo:
— Queria dar-lhe uma palavra em particular.
{{nop}}<noinclude></noinclude>
rlka2h2i0snmc24dyc78mlh1shtccxg
Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/13
106
255541
558099
2026-08-06T17:20:59Z
BlitzkriegBoop
37692
/* Revista */
558099
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|Para Divertir}}|11}}
{{rule}}</noinclude>{{page break|label=}}
{{extrair imagem}}
{{smaller|- Ahi tem. Quando for homem recordará com orgulho...(Pag. 12)}}
{{page break|label=}}
― ¿De que se trata? perguntou interessado o Dr. Décio.
― Venho pedir-lhe perdão.
― ¿De quê?
― É que ontem, impressionado pela troça que os meus colegas fizeram ao Pedro, eu disse que êle sabia a lição. Na ocasião pareceu-me que procedia bem; mas, vendo hoje que V. Ex.{{sup|a}} acreditou no que eu tinha dito, por me julgar incapaz de mentir, senti que, no empenho de defender o meu condiscípulo, faltei, sem querer, ao que devia ao meu professor.
E muito vexado, com os olhos fitos no chão e o olhar empanado de lágrimas, o pequeno António esperava ouvir a repreensão que tinha por justa.
Em silencio, o professor olhava-o com estima. Depois, aproximando-se do estrado em que tinha a carteira, tirou dela um livro de estudo, de que era autor, e escreveu na primeira página a seguinte dedicatória:
{{nop}}<noinclude></noinclude>
s00arbqi3d9k4runikob7sx4cl96g22
Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/14
106
255542
558100
2026-08-06T17:23:33Z
BlitzkriegBoop
37692
/* Revista */
558100
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|12|{{uc|Para diaertir}}|}}
{{lh}}</noinclude>«Ao melhor e mais digno caracter infantil, que até hoje tenho conhecido, ofereço este volume como prova do aprêço e estima em que tenho a sua rara lialdade.»
Em seguida, voltando junto do pequeno, afagou-lhe a cabeça e, beijando-o, disse-lhe:
― Ahi tem. Quando fôr homem, recordará com orgulho êste episódio da sua infância. Quanto ao seu condiscípulo Pedro, meu amiguinho, não o recomendo ao seu coração: já vi de que êle é capaz.
Não se enganou o Dr. Décio. Pedro, devido aos cuidados e explicações de António, pôde fazer o curso do liceu, sempre guiado por êle, e hoje que António é um homem, já casado e com filhos, quando abre a grande estante do escritório, onde encerra os seus melhores livros, lança sempre um olhar de simpatia ao volume que o Dr. Décio lhe ofereceu quando era pequeno. De todos os livros que tem na estante, é êle o de mais modesta aparência. E comtudo é o único volume que, apesar da sua generosidade, êle não empresta a ninguêm.
Sorri-lhe nêle a infância, já tão distante, em que os seus actos, sempre nobres e bons, demonstravam já que êle havia de ser o que hoje é um chefe de família exemplar.
{{nop}}
{{Extrair imagem}}<noinclude></noinclude>
qujiun14bphkf3b6lbpxrszvwoen39j
Para Divertir/O livro do dr. Décio
0
255543
558101
2026-08-06T17:39:16Z
BlitzkriegBoop
37692
Página criada
558101
wikitext
text/x-wiki
<pages index="Maria O'Neill - Para Divertir.pdf" from=7 to=14 header=1 />
[[Categoria: Para Divertir| 1]]
5hvdqzxc0j07d5dg1zjlpu6752vtwjs
Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/15
106
255544
558103
2026-08-06T17:44:47Z
BlitzkriegBoop
37692
/* Revista */
558103
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{extrair imagem}}
{{ch|NO JARDIM ZOOLOGICO}}
{{Ch|II}}
<poem>
― ¿Diz-me uma cousa, avôzinho?
Pede o pequeno Bébé.
― Se eu souber, digo, meu neto.
― A terra da foca, onde é?
― É na América do Norte
Onde abunda êsse animal.
― ¡Que peixe tão feio e mau!
― Não é peixe, nem faz mal.
― ¿¡Não é peixe e nada n'água ?!
¡Essa agora, meu avô!
― É um mamif'ro, Bébé!
¿O menino não estudou
<br>
</poem>
{{nop}}<noinclude></noinclude>
4sj0k9bc5zu0opch323sqr84jucm5yl
Para Divertir/No Jardim Zoologico
0
255545
558104
2026-08-06T17:47:06Z
BlitzkriegBoop
37692
Página criada
558104
wikitext
text/x-wiki
<pages index="Maria O'Neill - Para Divertir.pdf" from=15 to=19 header=1 />
[[categoria:Para Divertir| 2]]
godgne8jlb6b1vhokzfnsjiddq6hmlb
558109
558104
2026-08-06T18:17:05Z
BlitzkriegBoop
37692
558109
wikitext
text/x-wiki
<pages index="Maria O'Neill - Para Divertir.pdf" from=15 to=18 header=1 />
[[categoria:Para Divertir| 2]]
m2liv9dfhgtz320a7lgyl0mioukd8cd
Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/16
106
255546
558105
2026-08-06T17:52:10Z
BlitzkriegBoop
37692
/* Revista */
558105
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|14|{{uc|Para divertir}}|}}
{{lh}}</noinclude><poem>
A lição, que ontem trazia
Em sciências naturais?
Tratava da vida e hábitos
Dêstes mesmos animais..
― É que no livro, avôzinho,
Acho tudo maçador,
Enquanto que nos jardins...
― ¿Precisas informador?
Já com dez anos completos
Tens razão de ter vergonha.
― Não diga mais nada, avô,
E vamos vêr a cegonha.
― E' isto. O senhor meu neto
Não só ontem não estudou,
Como hoje foge de ouvir
Resposta ao que perguntou.
Pois agora, meu menino,
Vou te dar aqui lição,
Como castigo de sêres
Volúvel e mandrião.
― Basta, avôzinho, não ralhe,
Pois num momento aprendi
Que a terra donde era a foca
E' muito longe d'aqui:
<br>
</poem>
{{nop}}<noinclude></noinclude>
0bd839qlk4tcp0y9mozcor7sh2y1ubd
Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/17
106
255547
558106
2026-08-06T17:55:06Z
BlitzkriegBoop
37692
/* Revista */
558106
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|Para divertir}}|15}}
{{lh}}</noinclude><poem>
Que é um mamif'ro e não peixe,
Que não faz mal a ninguém
E é facil domesticá-la
Pelo bom génio que tem.
{{page break|label=}}
{{extrair imagem}}
{{smaller|― Sim, sim, mas tens de me ouvir. (Pag. 16)}}
{{page break|label=}}
Agora não explique mais....
Mostre que gosta de mim:
Leve-me a vêr os macacos
Que é o melhor do jardim.»
<br>
</poem>
{{nop}}<noinclude></noinclude>
skpn8b5np0fj1g1lwwc8rlj7lx2e1li
Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/18
106
255548
558108
2026-08-06T18:16:38Z
BlitzkriegBoop
37692
/* Revista */
558108
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|16|{{uc|Para divertir}}|}}
{{lh}}</noinclude><poem>
Seguindo o neto, que o puxa
Para o sítio onde quer ir,
O velho, a sorrir, lhe diz:
― Sim, sim, mas tens de me ouvir:
A foca tem filhos vivos
Não põe ovos como os peixes...
― ¡Olhe os macacos, avo!
― Has de ouvir e não te queixes.
Se pretendias folgar
Sem ter de ouvir-me um sermão,
Não mostrasses ignorar
O que tinhas por lição.»
Bébé ouviu resignado
Quanto seu avô lhe disse,
E pensou co'os seus botões:
― Em não estudar fiz tolice.
Mas quando, passados dias,
De novo ao jardim voltou,
Era sábio em zoologia
E deslumbrou seu avô.
</poem>
{{nop}}
{{Imagem float-p|file=Ornamento, folha de rosto (Horas de Folga).png|align=center|width=100px|padb=6em|padt=6em}}<noinclude></noinclude>
4g06o3bbt04i9thmsh8xknnejbvja1r
Página:Maria O'Neill - Alegrias.pdf/129
106
255549
558110
2026-08-06T22:02:11Z
BlitzkriegBoop
37692
/* Revista */
558110
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{C|{{xx-larger|{{uc|Índice}}}}}}
{{dhr}}
{{lh|4em}}
{{dhr|2}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|nodots
|página={{sc|Pag.}}
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/A história dum amôr perfeito|A história dum amôr perfeito]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/9|5]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/O burro da lavadeira|O burro da lavadeira]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/29|25]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/Os olhos da realidade|Os olhos da Realidade]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/34|29]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/O canário de Lolita|O canário de Lolita]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/49|45]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/Alda era gulosa|Alda era gulosa]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/53|49]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/O brinde de Berta|O brinde de Berta]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/63|59]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/O que a avó leu|O que a avó leu]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/67|63]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/A cantiga de Marcelo|A cantiga de Marcelo]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/77|73]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/A vocação de Pedro|A vocação de Pedro]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/81|77]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/Das festas as vesperas|Das festas as vesperas]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/95|91]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/A visita ao aquário|A visita ao aquário]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/101|97]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/A punição da rosa|A punição da rosa]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/111|107]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/O filho da Rita|O filho da Rita]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/115|111]]
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Alegrias/Quem quer ser respeitado...|Quem quer ser respeitado...]]
|página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/121|117]]
}}
{{nop}}<noinclude></noinclude>
52yaom2vinsrdd4h9lfgkrtfndz9fss
Página:Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/131
106
255550
558112
2026-08-06T22:11:27Z
BlitzkriegBoop
37692
/* Revista */
558112
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{C|{{xx-larger|{{uc|Indice}}}}}}
{{dhr}}
{{lh|4em}}
{{dhr|2}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|nodots
|página={{sc|Pag.}}
}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Por Bom Caminho/A bondade da sr.a Camila|A bondade da sr.{{sup|a}} Camila]]
|página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/9|5]]}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Por Bom Caminho/O pai de Romão|O pai de Romão]]
|página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/19|15]]}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Por Bom Caminho/O regimento|O regimento]]
|página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/29|25]]}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Por Bom Caminho/O «Alerta»|O «Alerta»]]
|página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/35|31]]}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Por Bom Caminho/Os versos do herborizador|Os versos do herborizador]]
|página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/49|45]]}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Por Bom Caminho/A filha do major|A filha do major]]
|página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/53|49]]}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Por Bom Caminho/A caminho da aula|A caminho da aula]]
|página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/67|63]]}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Por Bom Caminho/O elogio de Romão|O elogio de Romão]]
|página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/77|73]]}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Por Bom Caminho/O folhetim de Leonor|O folhetim de Leonor]]
|página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/91|87]]}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Por Bom Caminho/Uma bôa acção|Uma bôa acção]]
|página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/101|97]]}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Por Bom Caminho/Em casa do administrador|Em casa do administrador]]
|página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/111|107]]}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Por Bom Caminho/Sete anos depois|Sete anos depois]]
|página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/125|121]]}}
{{tabela|indentation=-1|largura-p=40
|título=[[Por Bom Caminho/Epílogo|Epílogo]]
|página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/129|125]]}}
{{nop}}<noinclude></noinclude>
p0y4xe91lmlemgqwn955e83zowwlkou
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/85
106
255551
558118
2026-08-07T00:40:06Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558118
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|TOURIST}}{{traço}}{{t3|XIII}}
Entre portuguezes e brazileiros não se tem
tanto, como nos filhos da Gran-Bretanha, desen-
volvido o gosto das viagens, e principalmente das
viagens de recreio, de divertimento.
Parece que áquelles insulares, que na opinião
de Virgilio estão {{lang|la|''pœne toto divisos orbe Britannos''}},
muĩto incita a bossa da locomoção; pois que por
simples gosto viajam, e por se divertirem fazem
algumas vezes o gyro em torno do nosso planeta.
Alguns até, possuidores de avultados cabedaes,
fazem esse gyro em navio proprio, e gozam dos
variados espectaculos, que lhes offerecem as varias
terras que percorrem.
E' em virtude d'este gosto especial que elles
crearam o neologismo {{lang|en|''tourist''}}, para indicar aquelle
que viaja, que passeia por prazer, por divertimento,
emfim, com o intuito de recrear-se.
Os francezes admittiram a palavrinha, tanto
mais que a radical {{lang|en|''tour''}} lhes fez lembrar o {{lang|fr|''tour de promenade''}} (passeio).
A nós, porém, o mesmo não succede; e porque, quando encontrarmos o vocabulo {{lang|en|''tourist''}}, não<noinclude></noinclude>
cl3qgi4yp6lt6w3kdoiev69e3um0ux8
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/86
106
255552
558119
2026-08-07T00:42:40Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558119
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />42</noinclude>o deveremos transportar em corpo e alma para
nossa linguagem, inutil não açho propor um neologismo,
que substitua o citado ''britannismo''.
Estranhem ou não as ''crianças-homens'', hei de
apresental-o; e quem o ouvir sem prevenção, não
lhe voltará a cara.
Por que não será ''udambulo'' em portuguez, o
que em inglez se çhama {{lang|en|''tourist''}}?
Já estou vendo em alguns a testa franzida, os
labios estendidos, signaes de desapprovação.
Meos senhores, {{lang|la|''ludus''}} significa ''divertimento, recreio, passatempo''; o suffixo ''ambulo'' é o verbo que
significa ''passeiar''.
Não póde ser mais natural a formação do
neologismo; mas dir-me-hão: ''ludambulo''...
— Nada ha que dizer contra o novo personagem;
elle é parente proximo, e muĩto proximo,.
de outros que gosam da estima geral.
Não conhecemos todos nós o ''funambulo'', o
''somnambulo'' e o ''noctambulo''?... Pois ''ludambulo'' é
primo irmão dos tres; e eu tenho a honra de o
apresentar, esperando que despeçam o inglez {{lang|en|''tourist''}},
admittindo desde já em logar d’aquelle o vernaculo
''ludambulo''.<noinclude>{{traço}}</noinclude>
d2habizhk08uuasbbfdblm8dmr08io0
558120
558119
2026-08-07T00:43:02Z
Trooper57
24584
558120
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />42</noinclude>o deveremos transportar em corpo e alma para
nossa linguagem, inutil não açho propor um neologismo,
que substitua o citado ''britannismo''.
Estranhem ou não as ''crianças-homens'', hei de
apresental-o; e quem o ouvir sem prevenção, não
lhe voltará a cara.
Por que não será ''udambulo'' em portuguez, o
que em inglez se çhama {{lang|en|''tourist''}}?
Já estou vendo em alguns a testa franzida, os
labios estendidos, signaes de desapprovação.
Meos senhores, {{lang|la|''ludus''}} significa ''divertimento, recreio, passatempo''; o suffixo ''ambulo'' é o verbo que
significa ''passeiar''.
Não póde ser mais natural a formação do
neologismo; mas dir-me-hão: ''ludambulo''...
— Nada ha que dizer contra o novo personagem;
elle é parente proximo, e muĩto proximo,.
de outros que gosam da estima geral.
Não conhecemos todos nós o ''funambulo'', o ''somnambulo'' e o ''noctambulo''?... Pois ''ludambulo'' é primo irmão dos tres; e eu tenho a honra de o apresentar, esperando que despeçam o inglez {{lang|en|''tourist''}}, admittindo desde já em logar d’aquelle o vernaculo ''ludambulo''.<noinclude>{{traço}}</noinclude>
rb19qw71c96o5y6x9pza1xq09781wzi
Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIII
0
255553
558121
2026-08-07T00:43:45Z
Trooper57
24584
[[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=85 to=86 header=1 />
558121
wikitext
text/x-wiki
<pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=85 to=86 header=1 />
91ss4g3hyx4cmyx6po8ci360opkkc3i
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/87
106
255554
558123
2026-08-07T01:06:26Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558123
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|PARVENU}}{{traço}}{{t3|XIV}}
Tão desnecessario é o emprego de vocabulo
estrangeiro, havendo na lingua vernacula palavra
que perfeitamente o traduza, como indispensavel a
creação de termo equivalente ao do idioma estranho,
quando não o tenhamos no nosso vocabulario.
O termo francez — {{lang|fr|''parvenu''}} — está n’este ultimo
caso.
Çhamam os francezes — {{lang|fr|''parvenu''}} — aquelle que,
de origem obscura, {{sc|do nada çhegou}}, por {{sic|capricho|capriçho segundo a grafia proposta pelo autor, a menos que ele pronuncie "capríco")}}
da Fortuna, á alta posição pecuniaria.
Não ha em portuguez palavra que exprima este
conjuncto de idéas.
Não póde, portanto, ser mais justificavel a
creação de um neologismo, que abranja as circumstancias
por aquelle vocabulo indicadas.
O {{lang|fr|''parvenu''}} é sempre empregado á má parte;
é sempre considerado um filho da Fortuna, indigno
dos favores da deosa céga.
É de duas o menor numero de palavras, com que em portuguez o traduzem os lexicographos —<noinclude></noinclude>
2tdvfyjx619x5bjjsbfkczd0jq8tvcx
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/88
106
255555
558124
2026-08-07T01:12:25Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558124
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />44</noinclude>''filho da Fortuna'' —; mas em vista da explicação que
acabo de dar (e que é a do ''Diccionario da Academia''),
não bastam aquellas duas palavras para bem
se comprehender o que é um {{lang|fr|''parvenu''}}.
Entre nós brazileiros formou o povo um neologismo
(só quanto ao sentido) empregando a palavra
— ''felizardo'' —, para dar idéa de pessoa que é
feliz sem merecel-o.
Mas esta creação popular não satisfaz ainda,
por ter o inconveniente de ser vocabulo homonymo
de nome proprio de homem, e não exprimir a idéa
de individuo, que ''do nada surgiu á opulencia''.
Ha tambem outra expressão popular, que mais
se approxima do sentido do {{lang|fr|''parvenu''}} francez; e é — ''um larangeira, páo de larangeira''. São porém
traducções, que só em estylo familiar se empregam.
Vou portanto apresentar um termo inteiramente
novo, que em minha opinião verte com toda a
exactidão o {{lang|fr|''parvenu''}} francez.
Eil-o: ''Plutenil''. Será elle tambem um {{lang|fr|''parvenu''}}
entre os vocabulos da lingua portugueza?...
Penso que não; e começarei a justificação
mostrando que o formei de uma palavra grega, e
duas latinas.
''Plutenil'', applicavel aos dous generos grammaticaes,
é engendrado de ''Pluteó'' (ser rico, em grego) {{lang|la|''e''}}
(preposição latina, que indica origem, de) e do
substantivo indeclinavel {{lang|la|''nil''}} (nada, em latim).
{{nop}}<noinclude></noinclude>
bo5kmffsbl4piow3ter6sicqgm58sm8
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/89
106
255556
558125
2026-08-07T01:19:48Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558125
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{d|45}}</noinclude>A simples soletração das syllabas dá o verdadeiro sentido e traducção, isto é, ''rico do nada''; que é o que quer dizer {{lang|fr|''parvenu''}}.
Não vejo que se possa com uma só palavra melhor exprimir o complexo de ideas encerradas n’aquella expressão franceza. Merecerei a honra de ser approvado como perito algebrista de vocabulos? Dil-o-hão os sabedores.<noinclude>{{traço}}</noinclude>
ncdt37280xhnr52hp6yd8dnvl00bypo
Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIV
0
255557
558126
2026-08-07T01:59:35Z
Trooper57
24584
[[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=87 to=89 header=1 />
558126
wikitext
text/x-wiki
<pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=87 to=89 header=1 />
58npkg0liri9w83ltp2wxtz3m718szi
Diccionario Bibliographico Brazileiro/Antonio de Castro e Silva
0
255558
558135
2026-08-07T02:37:51Z
Trooper57
24584
[[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{navegar |obra = [[Diccionario Bibliographico Brazileiro]] |autor = Sacramento Blake |anterior = [[../Antonio de Castro Lopes/]] |posterior = [[../Antonio Cesar de Berrêdo/]] |seção = Antonio de Castro e Silva }} <pages index="Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf" include="161" onlysection="Antonio de Castro e Silva"/> [[Categoria:Diccionario Bibliographico Brazileiro|Antonio de Castro e Silva]]
558135
wikitext
text/x-wiki
{{navegar
|obra = [[Diccionario Bibliographico Brazileiro]]
|autor = Sacramento Blake
|anterior = [[../Antonio de Castro Lopes/]]
|posterior = [[../Antonio Cesar de Berrêdo/]]
|seção = Antonio de Castro e Silva
}}
<pages index="Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf" include="161" onlysection="Antonio de Castro e Silva"/>
[[Categoria:Diccionario Bibliographico Brazileiro|Antonio de Castro e Silva]]
g2uubrs3e67cjq7fuiivr1p4v4neisg
Diccionario Bibliographico Brazileiro/Antonio Cesar de Berrêdo
0
255559
558137
2026-08-07T02:40:38Z
Trooper57
24584
[[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{navegar |obra = [[Diccionario Bibliographico Brazileiro]] |autor = Sacramento Blake |anterior = [[../Antonio de Castro e Silva/]] |posterior = [[../Frei Antonio das Chagas/]] |seção = Antonio Cesar de Berrêdo }} <pages index="Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf" include="161" onlysection="Antonio Cesar de Berrêdo"/> [[Categoria:Diccionario Bibliographico Brazileiro|Antonio Cesar de Berrêdo]]
558137
wikitext
text/x-wiki
{{navegar
|obra = [[Diccionario Bibliographico Brazileiro]]
|autor = Sacramento Blake
|anterior = [[../Antonio de Castro e Silva/]]
|posterior = [[../Frei Antonio das Chagas/]]
|seção = Antonio Cesar de Berrêdo
}}
<pages index="Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf" include="161" onlysection="Antonio Cesar de Berrêdo"/>
[[Categoria:Diccionario Bibliographico Brazileiro|Antonio Cesar de Berrêdo]]
18c057lphmd21ikn9cmixznbj2eiefo
558138
558137
2026-08-07T02:43:21Z
Trooper57
24584
558138
wikitext
text/x-wiki
<pages header=1
index="Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf"
include="161"
onlysection="Antonio Cesar de Berrêdo"
prev = "[[../Antonio de Castro e Silva/]]"
next = "[[../Frei Antonio das Chagas/]]"
seção = "Antonio Cesar de Berrêdo"
/>
[[Categoria:Diccionario Bibliographico Brazileiro|Antonio Cesar de Berrêdo]]
aettkokr9h1fp7sbckhsc78kfbflr2h
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/91
106
255560
558147
2026-08-07T03:06:02Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558147
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|OUVERTURE}}{{traço}}{{t3|XV}}
Quando penso na riqueza da lingua que falamos,
e que tanto tem sido pelos sciolos estragada,
affigura-se-me ver herdeiros dissipadores esbanjando
os grossos cabedaes legados por seos avoengos.
Bem sei que; por mais opulento que seja o espolio,
póde haver falta de um ou outro objecto;
mas falta que nem por isso diminue o real valor
dos bens deixados.
É rico, é opulentissimo o idioma portuguez;
seos maiores, o sanskrito, o arabe, o grego, e principalmente
o latim, tanto o locupletaram, que causa
dó ver desaproveitado e malbaratado esse Attalico
thesouro.
Quasi exclusivamente circumscripta ao Brazil e
a Portugal, não cuidam os grandes directores
d’aquellas nações de fazer conquistas no terreno
litterario, impondo, não suas armas, mas sua linguagem.
Em vez de invadir, somos invadidos; e até parece que temos honra e prazer em adoptar não só usos e costumes estranhos, esquecendo e {{pt|despre-|desprezando}}<noinclude></noinclude>
2028ydqxlh50u0ravvi07m93ebli40b
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/92
106
255561
558148
2026-08-07T03:07:12Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558148
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />48</noinclude><noinclude>zando</noinclude> os nossos, mas a linguagem dos que por
outro modo não nos podendo avassallar, por este
nos procuram conquistar.
A França, com habilidosa estrategia, impoz
a lingua franceza ao mundo diplomatico: façam o
Brazil e Portugal uma lei, prescrevendo que todos
os funccionarios da diplomacia empreguem nos
paises, em que representarem a respectiva nação, a
lingua portugueza.
Não o fazem os inglezes com a sua lingua
vernacula?...
Si nos quizerem imitar esses paises, onde tivermos
representantes, escrevendo e falando a sua
lingua, os interpretes auxiliarão o diplomata, quando
este a ignore, como succede com os representantes
do Occidente entre os povos orientaes, e outros.
Sabem por ventura todos os nossos consules a
lingua dos paises, onde dirigem o consulado brazileiro?
Mas... {{lang|la|''ne sutor ultra crepidam''}}. Vieram estas
considerações de politica transcendente, motivadas
pelo desejo que tenho de ver estimada e venerada
uma lingua, que tanto o merece.
Disse eu que ella é rica, que é opulenta, e que
uma ou outra palavra, que lhe falte, não lhe diminue
o valor intrinseco.
Temos exemplo no vocabulo ''Ouvertura'', gallicismo intragavel. Não existe feito já na lingua<noinclude></noinclude>
i30q7ciel7tt8ic423fw2lq8cib5fge
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/93
106
255562
558149
2026-08-07T03:09:31Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558149
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{d|49}}</noinclude>portugueza termo proprio para denominar a peça
de musica, ''com que se abre'' um concerto.
''Abertura'' é absolutamente inapplicavel, por
ter significações especiaes que não podem convir; é
por consequencia indispensavel um neologismo.
Eu apresento o seguinte: ''Protophonia'' (de
''proto'', prefixo grego, que dá idéa de prioridade,
''primeiro'', com o suffixo ''phonia'', de ''phone'', som em
grego).
Não temos já, para significar o concerto mu
sico de instrumentos, a palavra ''Symphonia'', formada
tambem de dous vocabulos gregos?
Fique, portanto, banida para sempre a dissonante ''Ouvertura'', e substituida pelo expressivo termo ''Protophonia''.
''Fechei esta abertura'' (ouvertura); assim quizessem os nossos diplomatas ''fechar'' aquellas suas repugnantes ''aberturas'', de que usam na linguagem technica, substituindo-as pelo substantivo ''preliminares'', ou outra expressão adequada, ''mas portugueza''.<noinclude>{{traço}}</noinclude>
k1hlub2m41cpnj4obaz9wu6n41l3cal
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/90
106
255563
558150
2026-08-07T03:10:06Z
Trooper57
24584
/* Sem texto */
558150
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="0" user="Trooper57" /></noinclude><noinclude></noinclude>
78ffh1ztzf5pdvw08ppv0myz8dt2adu
Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XV
0
255564
558151
2026-08-07T03:10:44Z
Trooper57
24584
[[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=91 to=93 header=1 />
558151
wikitext
text/x-wiki
<pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=91 to=93 header=1 />
9eq5zypnda3x5vxp87h89ecp0rmraez
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/189
106
255565
558152
2026-08-07T03:17:30Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558152
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|UM OUTRO, UMA OUTRA}}{{traço}}
Têm por brasão os povos cultos conservar, o
mais que podem, estreme e pura de barbarismos a
lingua vernacula.
Mas não sei por que máo fado, com os que
falam portuguez,
o contrario succede: inçar de
peregrinismos, e termos vindiços a linguagem nacional
parece ser o seo mais glorioso timbre.
Este vergonhoso e lamentavel defeito, já de
seculos radicado em Portugal, e no Brazil, tal incremento
vae de dia em dia tomando, que a deturpação
dos vocabulos e das construcções syntacticas
acabará por transformar o abastardado portuguez
em {{sic|inintelligel|inintelligivel}} geringonça.
São réos confessos d’este condemnavel alienigenismo
litterario poetas e prosadores de ambas
aquellas nações, alguns até acclamados pela voz da
Fama eruditos philologos.
Postergando a leitura dos classicos, e tressuando
francez por todos os póros, do apedeutismo se lhes
gerou a depravação do gosto, ''malacia litteraria'',
que no país das lettras luso-brazilicas endemicamente
reina.
{{nop}}<noinclude>{{d|10}}</noinclude>
kz3hy8wp7sykxc6b7q0t68ps1mr3z76
Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/206
106
255566
558159
2026-08-07T03:56:09Z
Trooper57
24584
/* Revista */
558159
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />162{{ad|3=2em}}</noinclude><onlyinclude>gismo</onlyinclude> para exprimir propriamente — ''O corretor de apostas nas corridas de cavallos''. E foi adoptado en Portugal, e no Brazil! Entretanto é o sentido mais forçado, que se póde imaginar. Mas é ''ingles''...</div>
{{ad|{{sc|Boudoir}}: Camarim, gabinete elegantemente ornado.}}
{{ad|{{sc|Boulevard}}: Calçada.}}
{{ad|{{sc|Bouquet}}: Ramalhete, ou ramilhete.}}
{{ad|{{sc|Ça depend}}: Phrase, que não deve fazer esquecer a nossa locução portugueza: Tem seos conformes; ou o adverbio — conforme.}}
{{ad|{{sc|Calembourg}}: (Vede o Vocab. dos Neologismos).}}
{{ad|{{sc|Chaise longue}}: Espreguiçador; (o povo diz — Espreguiçadeira).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/II/XIII|{{sc|Chalet}}]]: Castellête, ou castellejo. (Vede pag. {{pl|127|44}}).}}
{{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/II/IV|{{sc|Champignons}}]]: Cogumelos, ou tortulhos. (Vede pag. {{pl|95|44}}).}}
{{ad|{{sc|Çhança}} (Chance): Probabilidade, occasião, alternativa, dita, fortuna, encontro. Intoleravel gallicismo, porque até se confunde com ''chança'' — mófa, zombaria, dicto gracioso.}}
{{ad}}{{sc|Chatelaine}}: Corrente da castellã. A palavra {{lang|fr|''chatelaine''}} é adjectivo, que significa — de castellã, relativo a castellã: o substantivo com que concorda é {{lang|fr|''chaine''}} (cadea, corrente). Por abbreviatura é que os francezes çhamão {{lang|fr|''chatelaine''}} a cadêa, en que as senhoras trazen os instrumentos de costura, e modernamente o relogio.<noinclude></div></noinclude>
4ypoxqlvf3p8khaty1ubt7c5ptrho71
Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/736
106
255567
558162
2026-08-07T10:45:25Z
MLReis
41056
/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: noite o negro manto ... Convidado com fomno a tudo quanto Refpira com a aura defejada. Aura popular. Met. Acceitação, eftimação ou applau- fo commum. CAM. Luf. 4, 95 O' fraudulento gofto, que fe atiça Co' huma aura popular, que honra fe chama. Sous. Vid. 3, 19 Nem em toda fua vida foi [o Arce- bifpo] grangeador difto, que chamão aura popular, que- ro dizer, graça e eftimação do mundo. SEVER. Prompt. 41, 8, 150 Os oradores bufcavão o ap...
558162
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>noite o negro manto ...
Convidado com fomno a tudo
quanto Refpira com a aura defejada.
Aura popular. Met. Acceitação, eftimação ou applau-
fo commum. CAM. Luf. 4, 95 O' fraudulento gofto, que
fe atiça Co' huma aura popular, que honra fe chama.
Sous. Vid. 3, 19 Nem em toda fua vida foi [o Arce-
bifpo] grangeador difto, que chamão aura popular, que-
ro dizer, graça e eftimação do mundo. SEVER. Prompt.
41, 8, 150 Os oradores bufcavão o applaufo dos ouvin
res, não tanto pera enfinar, como pera acquirir a aura
popular, e o vão louvor dos auditorios.
Aura. Med. MADEIR. Mech. 2, 4, 5 Tem [Ga-
leno por veneno todo o que acommette membro prin-
cipal, e por ifto ... conta por effe aquella aura frigida
do menino epiléptico. CuRv. Obferv. 33, 7 Não ha re-
medio, que tão prontamente diffipe a aura maligna e
occulta, que da madre fe levanta, como a agoa do por-
co efpim, ou a rofa folis.
{{lema|'AUREO, A}}. adj. {{Uso|Poet}}. De ouro, feito de ouro ou perten-
cente ao ouro. Do Lat. Aurcus. CAM. Luf. 2, 98 Aurea
efpada. Maus. Aff. Afr. 3, 42 Do leito aureo, que ef
maltão pedras finas. M. Tпoм. Inful. 4, 127 Mas com
valor,
e esforço vigilante Os aureos pómos [deve]
conquiftar do Hefpéro.
Dourado. Maus. Aff. Afr. 5, 90 Por camera ador-
nado de aureo teito Huma cóva terás pezada e dura.
Rico ou abundante de ouro. CAM. Luf. 10, 124
Cherfonefo foi dita, e das preftantes Vêas d'ouro, que
a terra produzio, Aurea por epithéto lhe ajuntárão. SA
DE MEN. Mal. 3, 42 E como da cobiça era levado,
Cuidava, pondo os pés na aurea cidade, A grão fede
fartar.
Rutilante, brilhante, refplendecente como ouro. CAM.
Canç, 11, 8 Bravo Marte, aureo Apollo, Venus bella.
CASTR. Ulyff. 5, 13 Quando Aftréa co' as noites junta
mente Na aurea balança os dias igualava. GALHEG.
Templ. 2, 1 Tantoque a Fama á porta do fagrado
Edicio em que aflite a Eternidade, Chega co' Deos
das bodas, rodeado Se moftra o tecto de aurea clari-
dade.
Amarello, louro, de côr de ouro. CAM. Canç. 15,
5 Com que o aureo licor fazem, que déo A' humana
gente a induftria de Ariftéo (Falla do mel) SA' DE MEN.
Mal. 2, 100 Em aurea rede prezo o aureo cabello.
Met. Excellente, admiravel em qualquer genero. Das
peffoas e fuas qualidades. GUERREIR. Rel. 5, 1, 12 São
os moços Abexins de naturaes aureos, e da môr inno-
cencia, que fe póde imaginar. BARTH. GUERREIR. Cor.
1, 19, 134 Aurco fujeito pera o ferviço da Sé Apoftó.
lica. VIEIR. Serm. 5, 12, 6. n. 413 Por iffo chama o
Santo ao meu e ao teu, com elegancia verdadeiramente
aurca, palavra fria.
Feliz, ditofo. Das coufas. CAM. Luf. 3, 96 Alcan-
çada ja a paz aurea, divina. Los. Condeft. 14, 38 Vio
n'aquella aurea idade o Tejo ameno. M. FERNAND. Alm.
1, 1, 2. n. 25 No tempo de Judas Machabeo houve
mortandade de trinta e cinco mil, aurea victoria da ef-
pada de ouro, que Jeremias Ihe deo.
Aureo numero. Chronol. Periodo de dezenove annos,
no qual os novilunios tornão a fucceder nos mefinos dias.
Deofelhe efte nome, porque fe affinalavão nos calenda-
rios Romanos com letras e numeros de ouro. Tambem
fe chama por outro nome círculo decemnovenal. AVELL.
Report. 5,4 Pera fe faber perpetuamente em qualquer
anno quantos são de aureo. numero, ou circulo decemno-
venal, que quer dizer revolução de dezenove annos &c.
FIGUEIR. Comput. 2 O aurco numero he huma revo-
lução de dezenove annos, em que o Sol cumpre toda
a fua diverfidade com a Lua, nas conjunções, oppofi-
ções, e quartos em refpeito dos dias e gráos do zodía-
co... Por onde tomandoo [os Latinos dos Caldéos,
o efcrevêrão com letras de ouro em feu calendario, don-
de tambem fe veio chamar aureo numero. CARV. Via,
2, 1, 15 O aureo numero he hum numero de 19 annos,
em os quaes a Lua torna ao mefmo ponto, donde fahio
aquelle dia, em que fe cumprem os 19 annos:
Regra aurea. Arithm. Certa operação do cálculo, pe-
la qual, dados très numeros, fe procura o quarto proporcio-
nal. CARV. Aftron. 1, 8 Digafe então pela regra aurea:
fe a primeira differença dá 24 horas, que dará a fegun-
da differença.
Aureo, Pharmac. Applicafe a certos medicamentos;
affim como.
Pós aureos. Certos pos, en qua com outros ingre
AUR
dientes, fe mifturão folhas de ouro. MADEIR. Meth. 1, 30,
6 Farão em pós, a que chamão aureos precipitados &c.
Unguento aureo. Certo unguento, compofto de varios
fimplices, affim dito pela cor, que tem femelhante a do ou
ro, e a que alguns chamão tambem ungento de Rei. A.
FERR. Luz, cap. univ. Unguento aureo para encarnar.
10, 244 Por cima fe ufe de parche de unguento
amarello ou aureo de Guido.
{{lema|AUREOLA}}. s. f. Diedema, esféra ou circulo de luz, com
que fe reprefentão e pintão os Santos para moftrar a fua
gloria. Do Lat. Aureolus. acc. na antepenult. VIT. CHRIST.
4, 38, 181 E aureola he nome diminutivo de aurea.
s. he hum nome, que fignifica menos que aurea; e au-
rea e auréola mataphoricamente he dicta coroa. M. BERN.
Luz e Cal. 2, 3, 328 A' feição de coroa, que o fa-
grado Texto chama auréola.
Met. Prémio accidental dos Bemaventurados por al-
guma heroica virtude. CEIT. Serm. 2, 128, 4 E pudera-
mos com muita rezão dar a efte fó vencedor as tres
auréolas ou coroas, que no céo ganhão as Virgens por
pelejar contra. a carne; os Doutores por triunfarem do
demonio; e os Martyres por pelêjarem contra o mun-
do. FERNAND. GALV. Serm. 2, 111, 4 Ha no céo diffe-
rentes cadeiras e areolas, e por iffo vos não tolhem,
que vades por differentes caminhos. Feo, Tr. 2, 40, 2
Nem por ifto fição eftes gloriofos Santos privados da pal-
ma e auréola do martyrio.
{{lema|AURICHALCO}}. s. m. Certo metal finiffimo, que os Anti-
gos prezárão muito, o qual de todo fe perdeo. Do Lat.
Aurichalcum. O ch foa na noffa pronunciação como qou
k. VIEIR. Serm. 11, 6, 5. n. 240 Os braços e o resto
do corpo até os pés como aurichalco (metal femelhante
ao ouro quando fahe da fornalha ardente.
{{lema|AURICIDIA}}. s. f. Cubiça de ouro. BLUT. Vocab. Suppl.
{{lema|AURICULAR}}. adj. de huma term. Pertencente ao ouvido.
BLUT. Vocab.
Dedo auricular. O dedo meminho, afim dito por fer
o mais accommodado para com elle fe efgaravatar o ouvi-
do. CONST. DO PORT. 105 E quando a outrem [ben-
zer] o dedo meminho ou auricular terá contra ao que
benzer. FIGUEIR. Comput. 23 O ultimo e quinto de-
do... chamafe tambem o auricular, por fer mais apto
pera nos fervirmos pera a orelha, quando alguma coufa
nella nos offende. CARDOS. Agiol. 2, 453 E tendo an-
tigamente de largo dous [dedos] polegares, hoje eftȧ
reduzido a hum auricular.
{{lema|AURIFACTORIO, A}}. adj. pouc. uf. Que faz ou enfina
a fazer ouro. Do Lat. Aurum e Facio. M. BERN. Flo-
reft. 4, 1, 254 Chryfopeia ou arte aurifactoria.
{{lema|AURIFERO, A}}. adj. Que traz, leva ou tem ouro. Do Lar:
Aurifer. acc. na antepenult. CAM. Luf. 7, 11. Não ve-
des, que Pactólo e Hermo rios, Ambos volvem auri-
feras areas. PURIF. Chr. 1. Prol. 5 E ao Mondego cele-
bra por aurifero Vafeu na fua chronica de Hefpanha.
CARDOS. Agiol. 3, 335 Dominando as auriferas corren-
tes do Téjo, e a famofa barra de Lisboa. JOYA
{{lema|AURIFICIA}}. s. f. pouc. uf. Arte ou officio de ourives. M.
FERNAND. Alm. 2, 1, 9. n. 29 Na aurificia e imagina-
ria.
{{lema|AURIFICO, A}}. adj. pouc. uf. Que faz ou enfina a fazer
ouro. Do Lat. Aurum e Facio. acc. na antepenult. CAR-
pos. Agiol. 2, 20 Profeffando a aurifica arte com abun-
dancia de cabedal.
{{lema|AURIFLAMMA}}. s. f. Eftandarte da Abbadia de São Di-
niz e dos antigos Reis de França, CARV. Chorogr. I, 6,
10. p. 384 Os paizanos querem fe derive [Arrifana de
Auriflama, aquella bandeira quadrada de cor vermelha
e de feda táo fina, que &c.
{{lema|AURIFRIZIO}}. s. m. Certa ave grande, chamada commum-
mente aguia marinha. Briffon a reduz ao genero das aguias:
he pouco menor que a aguia real; mas tem as azas me-
nos compridas, e o vôo menos levantado. Habita de or-
dinario as praias do mar, e margens dos rios, fuften-
tandofe de caça e de peixes grandes. Caça e pefca de
noite e de dia, vendo melhor de dia que as aves no-
turnas, e de noite que as aves diurnas. Faz o feu ni-
nho nos carvalhos grandes, aonde fórma hum ninho lar-
go e fólido, em que põem dois ovos; mas as mais das
vezes não tira fenão hum, e por ifto he efta efpecie me-
nos numerofa. Achafe em quali toda a Europa, e pare-
ce que tambem as ha na America feptentrional. Tem as
unhas negras, luzidias, e tão curvas, que formão hum
femicirculo a parte inferior das pernas he nda, amarel-
la e efcamofa; o bico duro c curvado, de côr efcura ti-<noinclude></noinclude>
ncivldi64yjnnw3eb5ufdzwnjbt4a0k
Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/735
106
255568
558163
2026-08-07T10:49:59Z
MLReis
41056
/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: da Igreja. Pazz, Serm. 1, 497 Senão que pertendêrão fer ricos [os Magiftrados ]e avocarem as fuas familias ..e cafas o que pudera fuftentar muitas mui hontadamente. Forení. Chamar a fi o Tribunal on Juiz fuperior a caufa, que corria em juizo de menor jurifdicção ou incom petente. MEND. PINT. Peregr. 86 Com huma carta de fel- los pendentes forão inhibir a Relação do Chaem pera avocarem o feito a fi. Sous. Vid. 3, 30 E fe os feitos fe av...
558163
proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>da Igreja. Pazz, Serm. 1, 497 Senão que pertendêrão
fer ricos [os Magiftrados ]e avocarem as fuas familias
..e cafas o que pudera fuftentar muitas mui hontadamente.
Forení. Chamar a fi o Tribunal on Juiz fuperior a
caufa, que corria em juizo de menor jurifdicção ou incom
petente. MEND. PINT. Peregr. 86 Com huma carta de fel-
los pendentes forão inhibir a Relação do Chaem pera
avocarem o feito a fi. Sous. Vid. 3, 30 E fe os feitos
fe avocavão à Corte &c. BARTH. GUERREIR. Cor. I, 18,
119 Mandou avocar a caufa á fua Apoftólica peffoa pe-
ra melhor conhecer a rezão e juftiça della.
Met. CEIT. Serm. 2, 194, 3 A providencia divi-
na he a que avoca a fi efte cafo. CARDOS. Agiol. 3,
797 E fe as tres primeiras [cidades] tem acção para
avocarem a fi o Martyr São Julião &c. M. BERN. Serm.
1, 3, 8 Eu murmurador avoco cftes autos ao meu juizo.
{{lema|AVOCATORIO, A}}. adj. Forenf. Que ferve para avocar
a juizo fuperior a caufa, que corre em outro inferior. Das
cartas, mandados, &c. (Advocatorio) Sous. Vid. 3,
14 E veio juntamente mandado avocatorio, e compulfo
rio pera irem todos os autos a Roma, e lá correr a
caufa. Hift. 2, 2, 13 Nefte paffo fe valeo o mo-
ço de hum refcripto de Roma com Breve do Pontifice
avocatorio da caufa pera a Sé Apoftólica, como ultimo
remedio.
{{lema|AVOCATURA}}. s. f. Acção de Avocar. BLUT. Vocab.
{{lema|AVOEJAR}}. v. n. T. do jogo da lança. GALY. DE ANDRAD.
Art. 1, 43, As braçadeiras largas com demafia são boas
fó para rodarem no braço, a que chamão avvejar, c
huma deftreza, que fazem alguns cavalleiros.
{{lema|AVOENGA}}. s. f. antiq. O mefmo que Avoengo. ESTAT.
DOS CONEG. Azuis, 47, 33 A nenhum feja confentido
tomar nome patronómico, ou appellido de avoenga. Prov.
DA HIST. GEN. 1, 2, 1. p. 65. ann. 1291 E exherdadas
das poffefsões e das heranças de fás avoengas. ORDEN.
DE D. MAN. 4, 25 Nem poderão os filhos, nem outros
defcendentes desfazer a venda tanto por tanto, ainda
por dizerem que foi de fua avoenga.
{{lema|AVOENGO, A}}. adj. ant. Que vem dos avôs. LEIT. D'AN-
DRAD. Mifc. 18, 511 O que fe trata como nobre, e con-
ferva os appellidos avoengos nobres, fe prefume nobre.
{{lema|AVOENGO}}. s. m. ant. Afcendencia, ferie de avôs ou pro-
genitores por linha reta. BARR. Dec. 1, 4, 11 EIRei
Dom Manoel, como imitador defte fanto e cathólico
avoengo &c. FR. SIH. COELH. Chr. 1, 4, 14 As gera-
ções, e os avoengos, e as coufas, que nós não fize-
mos, com mui grande difficuldade the chamarei noffas.
ARR. Dial. I, 17 Tomão por officio inquitir os avoengos
do todas as gerações.
{{lema|AVOGAÇÃO}}. s. f. antiq. Vej. Advocação. Luz, Serm.
2, 2, 58. col. 3.
{{lema|AVOGACIA}}. s. f. antiq. Vej. Advocacia. VERCIAL, Sa-
cram. 3, 57, 115 .
{{lema|AVOGAR}}. v. a. antiq. e os feus derivados. Vej. Advogar.
ORDEN. DE D. MAN. 3, 34.
{{lema|AVOL}}. adj. de huma term. antiq. Vil, mão, ruim. COND.
D. PEDR. Nobil. 3, z Dom fruela regnou onze annos,
e foi avol homem e mão.
{{lema|AVOLEZA}}. s. f. antiq. Vileza, maldade. COND. D. PE-
DR. Nobil. 3, Matou hum irmão por avoleza, que fez.
{{lema|A'VOLTA}}. form. adv. Vej. Volta.
{{lema|AVOLTO, A}}. adj. antiq. O mefmo que Envolto. VIT.
CHRIST. 2, 30, 84 E forom tirados de tormenta, e de
augua avolta.
{{lema|AVOLVER}}. v. n. com pron. peff. antiq. Moverfe, revol-
verfe. FERN. Lor. Chr. de D. J. I. i, 127 As gentes
de Nuno Alvarez já como, e em que guifa defto fou-
berão, começarão de fe avolver, juntandofe pera ir ao
Paço.
{{lema|AVOLUMADO, A}}. p. p. de Avolumar. M. GODINK. Rel.
9, 47.
{{lema|AVOLUMAR}}. v. a. Empachar, encher inuito de grandes
volumes. BARR. Dec. 1, 7, 4 Por não avolumar a náo
com outra fazenda.
Neutr. Fazer volume on grande vulto por quantida-
de ou tamanho. COUT. Dec. 4, 8, 12 Porque he dro-
ga, que avoluma muito.
{{lema|AVONDA}}. antiq. Exprefsão ou fórmula de efpanto on ad-
miração, reprovando. FERN. Lor. Chr. de D. J. I. 2, 34
Avonda, diffe Diogo Fernandez, patece que vós, e os
outros da ten çom, que tendes, nom vos entendeis mu-
dar. GIL Vic. Obr. 1, 34 E porque era étega affim,
Foi o que m'amim danou, dvonda, qu'ella engordou,
E fezme étego a mim.
{{lema|AVONDADO, A}}. p. p. de Avondar. VIT. CHRIST. 3,
35. D. CATH. INF. Regr. 1., 2.
{{lema|AVONDAMENTO}}. s. m. antiq. Abundancia Fen, Lor.
Chr. de D. J. I. 1, 18 Não embargando que cu theú-
do não feja de vos pedir perdão como efte, por mór
avondamento vos rogo, que aquella má vontade, que eu
vos então tive, vos praza de me perdoar. VIT. CHRIST.
2, 31, 86 Apres que o milagre daquella fartura e
avondamento foi moftrado &c. PROV. DA HIST. GEN. I,
3 37. P. 497. ann. 1496 O dito Rei de Caftella nos en-
viara por mór aovndamento ... tres, cartas &c.
{{lema|AVONDANÇA}}. s. f. antiq. O mfmo que Abundancia. FERN.
Lor. Chr. de D. J. I. 1, 70. Azur. Chr. 3, 5. CAS-
TANH. Hift. 3, 41.
{{lema|AVONDANTE}}. antiq. p. a. de Avondar. D. CATH. INF.
Regr. 1, 18.
{{lema|AVONDANTEMENTE}}. adv. mod. antiq. O mesmo que
Abundantemente. D. CATH. INF. Regr. 2, 14.
{{lema|AVONDAR}}. v. n. antiq. O mefmo que Abundar. CANCION 47, 2.
{{lema|AVONDO}}. adv. antiq. Abundantemente. F. Atv. Inform.
Ficamos com agoa avondo. GIL VIC. Obr. 1, 30
E fe Francifco de Mello, Que fabe fciencia avondo,
Diz que o céo he redondo &c. DESCOBR. DA FROLID.
152 Calafetea vão os [bragantins ] com huma eftópa
de huma herva, como abróteas... e porque não havia
avondo, com linhas da terra, e de mantas, que pera
iffo desfiavão, os calafeteavão.
{{lema|AVONDOSAMENTE}}. adv. mod. antiq. O mefmo que Abun-
dofamente. D. CATH. INF. Regr. Prol. FR. G. DA SILV.
Vid. 1, 14. FR. SIM. COELH. Chr. 1, 1, 2.
{{lema|AVONDOSO, A}}. adj. antiq. O mefmo que Abundofo. FERN.
Lor. Chr. de D. J. I. 1, 33. BERNARD. Ris. Menin.
2, I.
{{lema|AVOO}}. s. m. antiq. O mefmo que Vôo, e he como hoje
fe diz. BARR. Dec. 3, 8, io Bem como huma vanda
de eftorninhos defce a huma arvore, onde fe quer pou-
far, alli a fua gente foi em hum avôo fobre as tran-
queiras. FR. GASP. DE S. BERNARD. Itin. Eftes dão
huns avôos, como de perdizes. Luz, Setm. 2, 2, 25.
col. 4 A oração he hum avôo, que a alma dá defta vi-
da ao céo.
{{lema|AVORRECEDOIRO, A}}. adj. antiq. Aborrecivel, digno
de aborrecimento. VIT. CHRIST. I 16, 52 Coufa
avorrecedoira he de todo em rodo fe o vermem peque-
nino, e que ha de fer manjar de vermes fe exalça e en-
fobervece.
{{lema|AVORRECER}}. v. n. ant. e os feus derivados. Vej. Abor-
recer.
{{lema|AVORRIDO, A}}. adj. ant. Vej. Aborrido. VIT. CHRIST.
4, 7, 27.
{{lema|AVORRIMENTO}}. s. m. antiq. O mesmo que Aborrecimen
Io. VIT. CHRIST. 4, 8, 32.
{{lema|A'VOZES}}. fórm. adv. Vej. Voz.
{{lema|AURA}}. s. f. Poct. Vento brando e fuave. Lat. Aura. CORT,
R. Nanfr. 6, 39 Chamando a aura, que venha Com
brando e frefco affopro a foccorrelo. Maus. Aff. Afr. 2,
18 Sufpiros dando ás auras fugitivas. M. FERNAND. Alm.
2, 1, 17. 11. 78 O ouvido [enchia] com hum fom bran-
do de aura efpirante.
Mer. FERNAND. GALV. Serm. 2, 101, 1 E fazia
a navegação prófpera a aura do Efpirito Santo, que af-
foprava. MATT. Jeruf. 1, 82 E a qualquer aura do te-
mor futuro, Corria incerto o animo da gente. M. FER-
NAND. Alm. 3, 3, 4. n. 196. p. 622 Com tudo na gen-
te, que corre for efpiritual, e com effa aura vai na-
vegando, achou Santo Pontifice, que era mais arrif-
cado commetterfe effe peccado.
Epith. Amorofa. MATT. Jeruf. 4, 30. Bella. MATT.
Jeruf. 18, 15. Benigua. (met. favor.) CAM. Od. 8, 11.
Branda. GALHEG. Templ. 2, 185. Defejada. CORT. R.
Naufr. 3, 39. Doc. GALHIG. Templ. 2, 185. Efpiran-
te. Sovs. DE MAC. Ulyffip. 3, 12. M. FERNAND. Alm.
2, 1, 17. n. 78. Fugitiva. Maus. Aff. Afr. 2, 18. Le-
ve. CASTR. Ulyff. 7, 59. Nockarna. MATT. Jeruf. 7, 24.
Serena. CASTA. Ulyff. 3, 77. Suave. BARRET. Encid.
6, 1.
Aura. Poet. Refpiração, alento vital. Commummen-
te fe lhe accrefcentão os adjuntos Vital ou da vida.
CORT. R. Cerc. 21, 446 E tudo quanto Gozava a vi-
tal aura, alli fe entrega. CASTR. Ulyff. 4, 2 O' Ca-
pirão repara, Que poder penetrar o Reino efcuro,
He coufa grande, a poucos concedida Os que gozamos
a aura defta vida. M. Taon. Inful. 4, 51 Havia já da<noinclude></noinclude>
ctjc173wwi7g4dowi4z96nq2seln69p