Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.47.0-wmf.14 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Wikisource:Administradores 4 1584 558094 550689 2026-08-06T16:43:06Z BlitzkriegBoop 37692 Página atualizada 558094 wikitext text/x-wiki {{atalho|[[WS:A]]}} '''Administradores''' (''sysop'') são editores que têm direitos de operador de sistema. A política actual do [[Wikisource]] é atribuir este estatuto liberalmente a qualquer utilizador que tenha sido um contribuidor durante já algum tempo e seja geralmente encarado como um membro da comunidade conhecido, experiente e digno de confiança. Os administradores não têm uma autoridade especial, sendo utilizadores comuns em termos de responsabilidade editorial. Alguns editores consideram os termos "operador de sistema" e "administrador" inadequados, uma vez que apenas indicam utilizadores a quem foram levantadas restrições de segurança e desempenho a algumas funções do software. == Lista de administradores == {{#invoke:Mandatos|linhadotempo |datainicio=01/01/2006 |datafim={{#time: d/m/Y| +1 year}} |prefixo_barra=Administradores aprovados em |09/01/2006 ; 01/09/2008 ; Get It |22/04/2006 ; 03/04/2011 ; Schultz |01/05/2006 ; 28/09/2011 ; 555 |05/07/2006 ; 03/04/2011 ; Mateus Hidalgo |28/07/2006 ; 03/04/2011 ; Rafael, o Galvão |20/08/2006 ; 22/04/2011 ; Niedson |11/11/2006 ; 26/02/2010 ; Ozymandias |12/05/2009 ; 03/04/2011 ; Manoel-Rio |04/09/2009 ; 14/02/2013 ; Luckas Blade |01/05/2010 ; 10/01/2024 ; Giro720 |14/12/2013 ; 10/12/2014 ; 555 |10/12/2014 ; 09/12/2015 ; 555 |16/12/2015 ; 17/12/2016 ; 555 |22/06/2016 ; 22/10/2016 ; Pablo Busatto |20/03/2020 ; 20/09/2020 ; Ozymandias |27/09/2020 ; 27/09/2021 ; Ozymandias |25/01/2023 ; 23/01/2024 ; Albertoleoncio |23/01/2024 ; 25/01/2026 ; Albertoleoncio |03/02/2024 ; 03/08/2024 ; Erick Soares3 |01/09/2024 ; 01/09/2025 ; Erick Soares3 |23/04/2025 ; 23/10/2025 ; BlitzkriegBoop |03/08/2026 ; 03/08/2027 ; BlitzkriegBoop }} : <small> [[Especial:Listusers/sysop|Lista de administradores]] | [http://tools.wikimedia.de/~daniel/WikiSense/ActiveUsers.php?wikilang=pt&wikifam=.wikisource.org&groups=sysop&order=-timestamp&max=100&order=-timestamp&format=html Administradores "online"] | [http://tools.wikimedia.de/~vvv/adminstats.php?wiki=ptwikisource_p&tlimit=15768000 Estatísticas de atividades de administradores nos últimos seis meses]</small> ===Atuais=== ''Utilizadores com o estatuto de administrador:'' {{Administrador |nome=BlitzkriegBoop |link_de = :m:Special:Redirect/logid/68475211 |data_de = 3 de agosto de 2026 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/68475211 |data_ate = 3 de agosto de 2027 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Nova_candidatura_a_administradora }} === Anteriores === {{Administrador |nome=Get It |link_de = :m:Special:Redirect/logid/15330 |data_de = 9 de janeiro de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/190546 |data_ate = 1 de setembro de 2008 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Get_It }} {{Administrador |nome=Schultz |link_de = :m:Special:Redirect/logid/26581 |data_de = 22 de abril de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783234 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Schultz }} {{Administrador |nome=555 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/27469 |data_de = 1 de maio de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/2237777 |data_ate = 28 de outubro de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#555 }} {{Administrador |nome=Mateus Hidalgo |link_de = Special:Redirect/logid/1523 |data_de = 5 de julho de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783241 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Mateus_Hidalgo }} {{Administrador |nome=Rafael, o Galvão |link_de = Special:Redirect/logid/1806 |data_de = 28 de julho de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783257 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Rafael,_o_Galvão }} {{Administrador |nome=Niedson |link_de = Special:Redirect/logid/1928 |data_de = 20 de agosto de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1801914 |data_ate = 22 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Niedson }} {{Administrador |nome=Ozymandias |link_de = Special:Redirect/logid/3685 |data_de = 11 de novembro de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1060683 |data_ate = 26 de fevereiro de 2010 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Ozymandias }} {{Administrador |nome=Manoel-Rio |link_de = Special:Redirect/logid/89413 |data_de = 12 de maio de 2009 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783227 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Manoel-Rio }} {{Administrador |nome=Luckas Blade |link_de = Special:Redirect/logid/92057 |data_de = 4 de setembro de 2009 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/4422946 |data_ate = 14 de fevereiro de 2013 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Luckas_Blade }} {{Administrador |nome=555 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/6700241 |data_de = 14 de dezembro de 2013 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/10587966 |data_ate = 10 de dezembro de 2014 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555 }} {{Administrador |nome=555 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/10587968 |data_de = 10 de dezembro de 2014 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/14791657 |data_ate = 9 de dezembro de 2015 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555_2 }} {{Administrador |nome=555 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/14894475 |data_de = 16 de dezembro de 2015 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/19755017 |data_ate = 17 de dezembro de 2016 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555_3 }} {{Administrador |nome=Pablo Busatto |link_de = :m:Special:Redirect/logid/17587213 |data_de = 22 de junho de 2016 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/19009573 |data_ate = 22 de outubro de 2016 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Almondega }} {{Administrador |nome=Ozymandias |link_de = :m:Special:Redirect/logid/35579444 |data_de = 20 de março de 2020 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/35579444 |data_ate = 20 de setembro de 2020 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Ozymandias }} {{Administrador |nome=Ozymandias |link_de = :m:Special:Redirect/logid/38207391 |data_de = 27 de setembro de 2020 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/38207391 |data_ate = 27 de setembro de 2021 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Ozymandias_2 }} {{Administrador |nome=Giro720 |link_de = Special:Redirect/logid/101045 |data_de = 1 de maio de 2010 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54727151 |data_ate = 10 de janeiro de 2024 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Giro720_2 }} {{Administrador |nome=Albertoleoncio |link_de = :m:Special:Redirect/logid/50962373 |data_de = 25 de janeiro de 2023 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54887312 |data_ate = 23 de janeiro de 2024 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores#Albertoleoncio }} {{Administrador |nome=Erick Soares3 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/54995938 |data_de = 3 de fevereiro de 2024 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54995938 |data_ate = 3 de agosto de 2024 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Candidato a administrador }} {{Administrador |nome=Albertoleoncio |link_de = :m:Special:Redirect/logid/54887312 |data_de = 23 de janeiro de 2024 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54887312 |data_ate = 25 de janeiro de 2026 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Relatório e pedido de recondução para administrador (2024) }} {{Administrador |nome=Erick Soares3 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/57159739 |data_de = 1 de setembro de 2024 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/57159739 |data_ate = 1 de setembro de 2025 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Recondução à administração }} {{Administrador |nome=BlitzkriegBoop |link_de = :m:Special:Redirect/logid/59583946 |data_de = 23 de abril de 2025 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/59583946 |data_ate = 23 de outubro de 2025 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Candidatura_a_adminstradora }} == Permissões == O software wiki tem algumas características restritas que são bastante importantes. Os administradores podem: * Proteger e desproteger páginas. As páginas só são protegidas em algumas circunstâncias raras - para informação e diretrizes, consulte [[Wikisource:Política de proteção|política de proteção]]. * Editar páginas protegidas. ** Desde 6 de dezembro de 2003, é possível os administradores editarem as [[Especial:Allmessages|mensagens de sistema]] que encontram-se guardadas sob a forma de páginas no domínio MediaWiki. * Eliminar páginas e imagens e o seu respectivo histórico. Por vezes, eliminar uma página é de motivos técnicos, na qual uma página de redirecionamento deve ser removida para abrir caminho para mudar o nome a um artigo, ou uma página cuja história se quebrou tem de ser apagada e restaurada. Outras vezes é simplesmente caso de limpar lixo em páginas sem nenhum conteúdo real, ou se remover material proveniente de outros sítios que infringe direitos de autor. * Bloquear e desbloquear endereços IP, intervalos de IP e contas de utilizadores, por um período específico ou indefinidamente. *Reverter páginas rapidamente. Quando um administrador olha para as contribuições de um utilizador, aparece uma ligação parecida com [<u><font color=blue>voltar</font></u>] - ao lado das edições que estão no topo da história de edição. Um clique nessa ligação reverte para a última edição não feita por esse utilizador, com um sumário de edição, e marca a mudança como menor. Isto acelera a reversão vandalismo. Note, no entanto, que todos os utilizadores, mesmo os que não estão registados, podem reverter páginas. *Desde agosto de 2006, os administradores do Wikisource lusófono podem importar páginas oriundas da Wikipédia lusófona e do Wikibooks lusófono através de [[Especial:Import]], recurso que mantém o histórico completo de edições de páginas que tenham vindo de uma dessas duas wikis. Sobre isso, convém consultar [[:w:Wikipedia:Votações/Fontes primárias em verbetes]] e [[:w:Wikipedia:Fonte primária]]. == O que os administradores não são == * Não têm privilégio editorial sobre nenhum outro editor, nem são editores-chefes. Desta premissa derivam: <!--Da wikipédia em espanhol--> * Não são donos do Wikisource. * Não são empregados da Wikimedia Foundation. * Não têm autoridade de qualquer tipo, além da que qualquer editor do Wikisource tem. * Não são responsáveis pela elaboração das normas; as normas do Wikisource são definidas entre todos os editores, por consenso. * Não são os únicos que podem lutar contra [[:w:Wikipedia:Vandalismo|vândalos]], [[:w:Wikipedia:Reversão|consertar erros]], e outras tarefas de manutenção. Isso é tarefa de todos os editores, sem exceção. * Não são a elite dos editores. * Não decidem [[Wikisource:Política de eliminação|o que se deve apagar ou não]], nem [[Wikisource:Política de bloqueio|a quem se bloqueia]] ou não. Isso é definido pela política do Wikisource e pela própria comunidade. * Não têm nenhuma responsabilidade legal, de representação do Wikisource ou da Wikimedia Foundation, além da que qualquer editor tem. * Não são infalíveis, nem seus atos estabelecem precedentes. * Não têm poder de veto, nem capacidade de decisão maior do que a de qualquer editor. == {{Ver também}} == * [[Wikisource:Nomeações para administrador|Nomeações para administrador]] * [[Wikisource:Burocratas|Burocratas]] <!-- CAT / INT --> [[Categoria:!Papéis na Wikisource|Administradores]] fmo7j9ac430kciht5lmesfmq10o2tfr 558095 558094 2026-08-06T16:46:48Z BlitzkriegBoop 37692 status de administrador mudado para ativo 558095 wikitext text/x-wiki {{atalho|[[WS:A]]}} '''Administradores''' (''sysop'') são editores que têm direitos de operador de sistema. A política actual do [[Wikisource]] é atribuir este estatuto liberalmente a qualquer utilizador que tenha sido um contribuidor durante já algum tempo e seja geralmente encarado como um membro da comunidade conhecido, experiente e digno de confiança. Os administradores não têm uma autoridade especial, sendo utilizadores comuns em termos de responsabilidade editorial. Alguns editores consideram os termos "operador de sistema" e "administrador" inadequados, uma vez que apenas indicam utilizadores a quem foram levantadas restrições de segurança e desempenho a algumas funções do software. == Lista de administradores == {{#invoke:Mandatos|linhadotempo |datainicio=01/01/2006 |datafim={{#time: d/m/Y| +1 year}} |prefixo_barra=Administradores aprovados em |09/01/2006 ; 01/09/2008 ; Get It |22/04/2006 ; 03/04/2011 ; Schultz |01/05/2006 ; 28/09/2011 ; 555 |05/07/2006 ; 03/04/2011 ; Mateus Hidalgo |28/07/2006 ; 03/04/2011 ; Rafael, o Galvão |20/08/2006 ; 22/04/2011 ; Niedson |11/11/2006 ; 26/02/2010 ; Ozymandias |12/05/2009 ; 03/04/2011 ; Manoel-Rio |04/09/2009 ; 14/02/2013 ; Luckas Blade |01/05/2010 ; 10/01/2024 ; Giro720 |14/12/2013 ; 10/12/2014 ; 555 |10/12/2014 ; 09/12/2015 ; 555 |16/12/2015 ; 17/12/2016 ; 555 |22/06/2016 ; 22/10/2016 ; Pablo Busatto |20/03/2020 ; 20/09/2020 ; Ozymandias |27/09/2020 ; 27/09/2021 ; Ozymandias |25/01/2023 ; 23/01/2024 ; Albertoleoncio |23/01/2024 ; 25/01/2026 ; Albertoleoncio |03/02/2024 ; 03/08/2024 ; Erick Soares3 |01/09/2024 ; 01/09/2025 ; Erick Soares3 |23/04/2025 ; 23/10/2025 ; BlitzkriegBoop |03/08/2026 ; today ; BlitzkriegBoop }} : <small> [[Especial:Listusers/sysop|Lista de administradores]] | [http://tools.wikimedia.de/~daniel/WikiSense/ActiveUsers.php?wikilang=pt&wikifam=.wikisource.org&groups=sysop&order=-timestamp&max=100&order=-timestamp&format=html Administradores "online"] | [http://tools.wikimedia.de/~vvv/adminstats.php?wiki=ptwikisource_p&tlimit=15768000 Estatísticas de atividades de administradores nos últimos seis meses]</small> ===Atuais=== ''Utilizadores com o estatuto de administrador:'' {{Administrador|status=ativo |nome=BlitzkriegBoop |link_de = :m:Special:Redirect/logid/68475211 |data_de = 3 de agosto de 2026 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/68475211 |data_ate = 3 de agosto de 2027 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Nova_candidatura_a_administradora }} === Anteriores === {{Administrador |nome=Get It |link_de = :m:Special:Redirect/logid/15330 |data_de = 9 de janeiro de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/190546 |data_ate = 1 de setembro de 2008 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Get_It }} {{Administrador |nome=Schultz |link_de = :m:Special:Redirect/logid/26581 |data_de = 22 de abril de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783234 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Schultz }} {{Administrador |nome=555 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/27469 |data_de = 1 de maio de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/2237777 |data_ate = 28 de outubro de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#555 }} {{Administrador |nome=Mateus Hidalgo |link_de = Special:Redirect/logid/1523 |data_de = 5 de julho de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783241 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Mateus_Hidalgo }} {{Administrador |nome=Rafael, o Galvão |link_de = Special:Redirect/logid/1806 |data_de = 28 de julho de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783257 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Rafael,_o_Galvão }} {{Administrador |nome=Niedson |link_de = Special:Redirect/logid/1928 |data_de = 20 de agosto de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1801914 |data_ate = 22 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Niedson }} {{Administrador |nome=Ozymandias |link_de = Special:Redirect/logid/3685 |data_de = 11 de novembro de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1060683 |data_ate = 26 de fevereiro de 2010 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Ozymandias }} {{Administrador |nome=Manoel-Rio |link_de = Special:Redirect/logid/89413 |data_de = 12 de maio de 2009 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783227 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Manoel-Rio }} {{Administrador |nome=Luckas Blade |link_de = Special:Redirect/logid/92057 |data_de = 4 de setembro de 2009 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/4422946 |data_ate = 14 de fevereiro de 2013 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Luckas_Blade }} {{Administrador |nome=555 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/6700241 |data_de = 14 de dezembro de 2013 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/10587966 |data_ate = 10 de dezembro de 2014 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555 }} {{Administrador |nome=555 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/10587968 |data_de = 10 de dezembro de 2014 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/14791657 |data_ate = 9 de dezembro de 2015 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#555_2 }} {{Administrador |nome=555 |link_de = 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Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Ozymandias_2 }} {{Administrador |nome=Giro720 |link_de = Special:Redirect/logid/101045 |data_de = 1 de maio de 2010 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54727151 |data_ate = 10 de janeiro de 2024 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Giro720_2 }} {{Administrador |nome=Albertoleoncio |link_de = :m:Special:Redirect/logid/50962373 |data_de = 25 de janeiro de 2023 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54887312 |data_ate = 23 de janeiro de 2024 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores#Albertoleoncio }} {{Administrador |nome=Erick Soares3 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/54995938 |data_de = 3 de fevereiro de 2024 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54995938 |data_ate = 3 de agosto de 2024 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Candidato a administrador }} {{Administrador |nome=Albertoleoncio |link_de = :m:Special:Redirect/logid/54887312 |data_de = 23 de janeiro de 2024 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54887312 |data_ate = 25 de janeiro de 2026 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Relatório e pedido de recondução para administrador (2024) }} {{Administrador |nome=Erick Soares3 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/57159739 |data_de = 1 de setembro de 2024 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/57159739 |data_ate = 1 de setembro de 2025 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Recondução à administração }} {{Administrador |nome=BlitzkriegBoop |link_de = :m:Special:Redirect/logid/59583946 |data_de = 23 de abril de 2025 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/59583946 |data_ate = 23 de outubro de 2025 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Candidatura_a_adminstradora }} == Permissões == O software wiki tem algumas características restritas que são bastante importantes. Os administradores podem: * Proteger e desproteger páginas. As páginas só são protegidas em algumas circunstâncias raras - para informação e diretrizes, consulte [[Wikisource:Política de proteção|política de proteção]]. * Editar páginas protegidas. ** Desde 6 de dezembro de 2003, é possível os administradores editarem as [[Especial:Allmessages|mensagens de sistema]] que encontram-se guardadas sob a forma de páginas no domínio MediaWiki. * Eliminar páginas e imagens e o seu respectivo histórico. Por vezes, eliminar uma página é de motivos técnicos, na qual uma página de redirecionamento deve ser removida para abrir caminho para mudar o nome a um artigo, ou uma página cuja história se quebrou tem de ser apagada e restaurada. Outras vezes é simplesmente caso de limpar lixo em páginas sem nenhum conteúdo real, ou se remover material proveniente de outros sítios que infringe direitos de autor. * Bloquear e desbloquear endereços IP, intervalos de IP e contas de utilizadores, por um período específico ou indefinidamente. *Reverter páginas rapidamente. Quando um administrador olha para as contribuições de um utilizador, aparece uma ligação parecida com [<u><font color=blue>voltar</font></u>] - ao lado das edições que estão no topo da história de edição. Um clique nessa ligação reverte para a última edição não feita por esse utilizador, com um sumário de edição, e marca a mudança como menor. Isto acelera a reversão vandalismo. Note, no entanto, que todos os utilizadores, mesmo os que não estão registados, podem reverter páginas. *Desde agosto de 2006, os administradores do Wikisource lusófono podem importar páginas oriundas da Wikipédia lusófona e do Wikibooks lusófono através de [[Especial:Import]], recurso que mantém o histórico completo de edições de páginas que tenham vindo de uma dessas duas wikis. Sobre isso, convém consultar [[:w:Wikipedia:Votações/Fontes primárias em verbetes]] e [[:w:Wikipedia:Fonte primária]]. == O que os administradores não são == * Não têm privilégio editorial sobre nenhum outro editor, nem são editores-chefes. Desta premissa derivam: <!--Da wikipédia em espanhol--> * Não são donos do Wikisource. * Não são empregados da Wikimedia Foundation. * Não têm autoridade de qualquer tipo, além da que qualquer editor do Wikisource tem. * Não são responsáveis pela elaboração das normas; as normas do Wikisource são definidas entre todos os editores, por consenso. * Não são os únicos que podem lutar contra [[:w:Wikipedia:Vandalismo|vândalos]], [[:w:Wikipedia:Reversão|consertar erros]], e outras tarefas de manutenção. Isso é tarefa de todos os editores, sem exceção. * Não são a elite dos editores. * Não decidem [[Wikisource:Política de eliminação|o que se deve apagar ou não]], nem [[Wikisource:Política de bloqueio|a quem se bloqueia]] ou não. Isso é definido pela política do Wikisource e pela própria comunidade. * Não têm nenhuma responsabilidade legal, de representação do Wikisource ou da Wikimedia Foundation, além da que qualquer editor tem. * Não são infalíveis, nem seus atos estabelecem precedentes. * Não têm poder de veto, nem capacidade de decisão maior do que a de qualquer editor. == {{Ver também}} == * [[Wikisource:Nomeações para administrador|Nomeações para administrador]] * [[Wikisource:Burocratas|Burocratas]] <!-- CAT / INT --> [[Categoria:!Papéis na Wikisource|Administradores]] er3muad4aq9p72fu99w4ilj4nj4ju5b 558096 558095 2026-08-06T16:47:22Z BlitzkriegBoop 37692 Foram revertidas as edições de [[Special:Contributions/BlitzkriegBoop|BlitzkriegBoop]] ([[User talk:BlitzkriegBoop|disc]]) para a última revisão de [[User:Albertoleoncio|Albertoleoncio]] 550689 wikitext text/x-wiki {{atalho|[[WS:A]]}} '''Administradores''' (''sysop'') são editores que têm direitos de operador de sistema. A política actual do [[Wikisource]] é atribuir este estatuto liberalmente a qualquer utilizador que tenha sido um contribuidor durante já algum tempo e seja geralmente encarado como um membro da comunidade conhecido, experiente e digno de confiança. Os administradores não têm uma autoridade especial, sendo utilizadores comuns em termos de responsabilidade editorial. Alguns editores consideram os termos "operador de sistema" e "administrador" inadequados, uma vez que apenas indicam utilizadores a quem foram levantadas restrições de segurança e desempenho a algumas funções do software. == Lista de administradores == {{#invoke:Mandatos|linhadotempo |datainicio=01/01/2006 |datafim={{#time: d/m/Y| +1 year}} |prefixo_barra=Administradores aprovados em |09/01/2006 ; 01/09/2008 ; Get It |22/04/2006 ; 03/04/2011 ; Schultz |01/05/2006 ; 28/09/2011 ; 555 |05/07/2006 ; 03/04/2011 ; Mateus Hidalgo |28/07/2006 ; 03/04/2011 ; Rafael, o Galvão |20/08/2006 ; 22/04/2011 ; Niedson |11/11/2006 ; 26/02/2010 ; Ozymandias |12/05/2009 ; 03/04/2011 ; Manoel-Rio |04/09/2009 ; 14/02/2013 ; Luckas Blade |01/05/2010 ; 10/01/2024 ; Giro720 |14/12/2013 ; 10/12/2014 ; 555 |10/12/2014 ; 09/12/2015 ; 555 |16/12/2015 ; 17/12/2016 ; 555 |22/06/2016 ; 22/10/2016 ; Pablo Busatto |20/03/2020 ; 20/09/2020 ; Ozymandias |27/09/2020 ; 27/09/2021 ; Ozymandias |25/01/2023 ; 23/01/2024 ; Albertoleoncio |23/01/2024 ; 25/01/2026 ; Albertoleoncio |03/02/2024 ; 03/08/2024 ; Erick Soares3 |01/09/2024 ; 01/09/2025 ; Erick Soares3 |23/04/2025 ; 23/10/2025 ; BlitzkriegBoop }} : <small> [[Especial:Listusers/sysop|Lista de administradores]] | [http://tools.wikimedia.de/~daniel/WikiSense/ActiveUsers.php?wikilang=pt&wikifam=.wikisource.org&groups=sysop&order=-timestamp&max=100&order=-timestamp&format=html Administradores "online"] | [http://tools.wikimedia.de/~vvv/adminstats.php?wiki=ptwikisource_p&tlimit=15768000 Estatísticas de atividades de administradores nos últimos seis meses]</small> ===Atuais=== ''Utilizadores com o estatuto de administrador:'' === Anteriores === {{Administrador |nome=Get It |link_de = :m:Special:Redirect/logid/15330 |data_de = 9 de janeiro de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/190546 |data_ate = 1 de setembro de 2008 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Get_It }} {{Administrador |nome=Schultz |link_de = :m:Special:Redirect/logid/26581 |data_de = 22 de abril de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783234 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Schultz }} {{Administrador |nome=555 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/27469 |data_de = 1 de maio de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/2237777 |data_ate = 28 de outubro de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#555 }} {{Administrador |nome=Mateus Hidalgo |link_de = Special:Redirect/logid/1523 |data_de = 5 de julho de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783241 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Mateus_Hidalgo }} {{Administrador |nome=Rafael, o Galvão |link_de = Special:Redirect/logid/1806 |data_de = 28 de julho de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783257 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Rafael,_o_Galvão }} {{Administrador |nome=Niedson |link_de = Special:Redirect/logid/1928 |data_de = 20 de agosto de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1801914 |data_ate = 22 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Niedson }} {{Administrador |nome=Ozymandias |link_de = Special:Redirect/logid/3685 |data_de = 11 de novembro de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1060683 |data_ate = 26 de fevereiro de 2010 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Ozymandias }} {{Administrador |nome=Manoel-Rio |link_de = Special:Redirect/logid/89413 |data_de = 12 de maio de 2009 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783227 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2007-2010#Manoel-Rio }} {{Administrador |nome=Luckas Blade |link_de = Special:Redirect/logid/92057 |data_de = 4 de setembro de 2009 |link_ate = 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:m:Special:Redirect/logid/17587213 |data_de = 22 de junho de 2016 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/19009573 |data_ate = 22 de outubro de 2016 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Almondega }} {{Administrador |nome=Ozymandias |link_de = :m:Special:Redirect/logid/35579444 |data_de = 20 de março de 2020 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/35579444 |data_ate = 20 de setembro de 2020 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Ozymandias }} {{Administrador |nome=Ozymandias |link_de = :m:Special:Redirect/logid/38207391 |data_de = 27 de setembro de 2020 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/38207391 |data_ate = 27 de setembro de 2021 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2010-2020#Ozymandias_2 }} {{Administrador |nome=Giro720 |link_de = Special:Redirect/logid/101045 |data_de = 1 de maio de 2010 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/54727151 |data_ate = 10 de janeiro de 2024 |votação_de = 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Os administradores podem: * Proteger e desproteger páginas. As páginas só são protegidas em algumas circunstâncias raras - para informação e diretrizes, consulte [[Wikisource:Política de proteção|política de proteção]]. * Editar páginas protegidas. ** Desde 6 de dezembro de 2003, é possível os administradores editarem as [[Especial:Allmessages|mensagens de sistema]] que encontram-se guardadas sob a forma de páginas no domínio MediaWiki. * Eliminar páginas e imagens e o seu respectivo histórico. Por vezes, eliminar uma página é de motivos técnicos, na qual uma página de redirecionamento deve ser removida para abrir caminho para mudar o nome a um artigo, ou uma página cuja história se quebrou tem de ser apagada e restaurada. Outras vezes é simplesmente caso de limpar lixo em páginas sem nenhum conteúdo real, ou se remover material proveniente de outros sítios que infringe direitos de autor. * Bloquear e desbloquear endereços IP, intervalos de IP e contas de utilizadores, por um período específico ou indefinidamente. *Reverter páginas rapidamente. Quando um administrador olha para as contribuições de um utilizador, aparece uma ligação parecida com [<u><font color=blue>voltar</font></u>] - ao lado das edições que estão no topo da história de edição. Um clique nessa ligação reverte para a última edição não feita por esse utilizador, com um sumário de edição, e marca a mudança como menor. Isto acelera a reversão vandalismo. Note, no entanto, que todos os utilizadores, mesmo os que não estão registados, podem reverter páginas. *Desde agosto de 2006, os administradores do Wikisource lusófono podem importar páginas oriundas da Wikipédia lusófona e do Wikibooks lusófono através de [[Especial:Import]], recurso que mantém o histórico completo de edições de páginas que tenham vindo de uma dessas duas wikis. Sobre isso, convém consultar [[:w:Wikipedia:Votações/Fontes primárias em verbetes]] e [[:w:Wikipedia:Fonte primária]]. == O que os administradores não são == * Não têm privilégio editorial sobre nenhum outro editor, nem são editores-chefes. Desta premissa derivam: <!--Da wikipédia em espanhol--> * Não são donos do Wikisource. * Não são empregados da Wikimedia Foundation. * Não têm autoridade de qualquer tipo, além da que qualquer editor do Wikisource tem. * Não são responsáveis pela elaboração das normas; as normas do Wikisource são definidas entre todos os editores, por consenso. * Não são os únicos que podem lutar contra [[:w:Wikipedia:Vandalismo|vândalos]], [[:w:Wikipedia:Reversão|consertar erros]], e outras tarefas de manutenção. Isso é tarefa de todos os editores, sem exceção. * Não são a elite dos editores. * Não decidem [[Wikisource:Política de eliminação|o que se deve apagar ou não]], nem [[Wikisource:Política de bloqueio|a quem se bloqueia]] ou não. Isso é definido pela política do Wikisource e pela própria comunidade. * Não têm nenhuma responsabilidade legal, de representação do Wikisource ou da Wikimedia Foundation, além da que qualquer editor tem. * Não são infalíveis, nem seus atos estabelecem precedentes. * Não têm poder de veto, nem capacidade de decisão maior do que a de qualquer editor. == {{Ver também}} == * [[Wikisource:Nomeações para administrador|Nomeações para administrador]] * [[Wikisource:Burocratas|Burocratas]] <!-- CAT / INT --> [[Categoria:!Papéis na Wikisource|Administradores]] lzeh59jw08t7repg6832i4zxpy70v5p 558097 558096 2026-08-06T16:51:21Z BlitzkriegBoop 37692 Lista atualizada 558097 wikitext text/x-wiki {{atalho|[[WS:A]]}} '''Administradores''' (''sysop'') são editores que têm direitos de operador de sistema. A política actual do [[Wikisource]] é atribuir este estatuto liberalmente a qualquer utilizador que tenha sido um contribuidor durante já algum tempo e seja geralmente encarado como um membro da comunidade conhecido, experiente e digno de confiança. Os administradores não têm uma autoridade especial, sendo utilizadores comuns em termos de responsabilidade editorial. Alguns editores consideram os termos "operador de sistema" e "administrador" inadequados, uma vez que apenas indicam utilizadores a quem foram levantadas restrições de segurança e desempenho a algumas funções do software. == Lista de administradores == {{#invoke:Mandatos|linhadotempo |datainicio=01/01/2006 |datafim={{#time: d/m/Y| +1 year}} |prefixo_barra=Administradores aprovados em |09/01/2006 ; 01/09/2008 ; Get It |22/04/2006 ; 03/04/2011 ; Schultz |01/05/2006 ; 28/09/2011 ; 555 |05/07/2006 ; 03/04/2011 ; Mateus Hidalgo |28/07/2006 ; 03/04/2011 ; Rafael, o Galvão |20/08/2006 ; 22/04/2011 ; Niedson |11/11/2006 ; 26/02/2010 ; Ozymandias |12/05/2009 ; 03/04/2011 ; Manoel-Rio |04/09/2009 ; 14/02/2013 ; Luckas Blade |01/05/2010 ; 10/01/2024 ; Giro720 |14/12/2013 ; 10/12/2014 ; 555 |10/12/2014 ; 09/12/2015 ; 555 |16/12/2015 ; 17/12/2016 ; 555 |22/06/2016 ; 22/10/2016 ; Pablo Busatto |20/03/2020 ; 20/09/2020 ; Ozymandias |27/09/2020 ; 27/09/2021 ; Ozymandias |25/01/2023 ; 23/01/2024 ; Albertoleoncio |23/01/2024 ; 25/01/2026 ; Albertoleoncio |03/02/2024 ; 03/08/2024 ; Erick Soares3 |01/09/2024 ; 01/09/2025 ; Erick Soares3 |23/04/2025 ; 23/10/2025 ; BlitzkriegBoop |03/08/2026 ; today ; BlitzkriegBoop }} : <small> [[Especial:Listusers/sysop|Lista de administradores]] | [http://tools.wikimedia.de/~daniel/WikiSense/ActiveUsers.php?wikilang=pt&wikifam=.wikisource.org&groups=sysop&order=-timestamp&max=100&order=-timestamp&format=html Administradores "online"] | [http://tools.wikimedia.de/~vvv/adminstats.php?wiki=ptwikisource_p&tlimit=15768000 Estatísticas de atividades de administradores nos últimos seis meses]</small> ===Atuais=== ''Utilizadores com o estatuto de administrador:'' {{Administrador|status=ativo |nome=BlitzkriegBoop |link_de = :m:Special:Redirect/logid/68475211 |data_de = 8 de agosto de 2026 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/68475211 |data_ate = 8 de agosto de 2027 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Nova_candidatura_a_administradora }} === Anteriores === {{Administrador |nome=Get It |link_de = :m:Special:Redirect/logid/15330 |data_de = 9 de janeiro de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/190546 |data_ate = 1 de setembro de 2008 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Get_It }} {{Administrador |nome=Schultz |link_de = :m:Special:Redirect/logid/26581 |data_de = 22 de abril de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783234 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Schultz }} {{Administrador |nome=555 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/27469 |data_de = 1 de maio de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/2237777 |data_ate = 28 de outubro de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#555 }} {{Administrador |nome=Mateus Hidalgo |link_de = Special:Redirect/logid/1523 |data_de = 5 de julho de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783241 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Mateus_Hidalgo }} {{Administrador |nome=Rafael, o Galvão |link_de = Special:Redirect/logid/1806 |data_de = 28 de julho de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1783257 |data_ate = 3 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Rafael,_o_Galvão }} {{Administrador |nome=Niedson |link_de = Special:Redirect/logid/1928 |data_de = 20 de agosto de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1801914 |data_ate = 22 de abril de 2011 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Niedson }} {{Administrador |nome=Ozymandias |link_de = Special:Redirect/logid/3685 |data_de = 11 de novembro de 2006 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/1060683 |data_ate = 26 de fevereiro de 2010 |votação_de = Wikisource:Nomeações_de_utilizadores/Arquivo/2005-2006#Ozymandias }} {{Administrador |nome=Manoel-Rio |link_de = Special:Redirect/logid/89413 |data_de = 12 de maio de 2009 |link_ate = 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:m:Special:Redirect/logid/54887312 |data_ate = 25 de janeiro de 2026 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Relatório e pedido de recondução para administrador (2024) }} {{Administrador |nome=Erick Soares3 |link_de = :m:Special:Redirect/logid/57159739 |data_de = 1 de setembro de 2024 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/57159739 |data_ate = 1 de setembro de 2025 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Recondução à administração }} {{Administrador |nome=BlitzkriegBoop |link_de = :m:Special:Redirect/logid/59583946 |data_de = 23 de abril de 2025 |link_ate = :m:Special:Redirect/logid/59583946 |data_ate = 23 de outubro de 2025 |votação_de = Wikisource:Esplanada/Candidatura_a_adminstradora }} == Permissões == O software wiki tem algumas características restritas que são bastante importantes. Os administradores podem: * Proteger e desproteger páginas. As páginas só são protegidas em algumas circunstâncias raras - para informação e diretrizes, consulte [[Wikisource:Política de proteção|política de proteção]]. * Editar páginas protegidas. ** Desde 6 de dezembro de 2003, é possível os administradores editarem as [[Especial:Allmessages|mensagens de sistema]] que encontram-se guardadas sob a forma de páginas no domínio MediaWiki. * Eliminar páginas e imagens e o seu respectivo histórico. Por vezes, eliminar uma página é de motivos técnicos, na qual uma página de redirecionamento deve ser removida para abrir caminho para mudar o nome a um artigo, ou uma página cuja história se quebrou tem de ser apagada e restaurada. Outras vezes é simplesmente caso de limpar lixo em páginas sem nenhum conteúdo real, ou se remover material proveniente de outros sítios que infringe direitos de autor. * Bloquear e desbloquear endereços IP, intervalos de IP e contas de utilizadores, por um período específico ou indefinidamente. *Reverter páginas rapidamente. Quando um administrador olha para as contribuições de um utilizador, aparece uma ligação parecida com [<u><font color=blue>voltar</font></u>] - ao lado das edições que estão no topo da história de edição. Um clique nessa ligação reverte para a última edição não feita por esse utilizador, com um sumário de edição, e marca a mudança como menor. Isto acelera a reversão vandalismo. Note, no entanto, que todos os utilizadores, mesmo os que não estão registados, podem reverter páginas. *Desde agosto de 2006, os administradores do Wikisource lusófono podem importar páginas oriundas da Wikipédia lusófona e do Wikibooks lusófono através de [[Especial:Import]], recurso que mantém o histórico completo de edições de páginas que tenham vindo de uma dessas duas wikis. Sobre isso, convém consultar [[:w:Wikipedia:Votações/Fontes primárias em verbetes]] e [[:w:Wikipedia:Fonte primária]]. == O que os administradores não são == * Não têm privilégio editorial sobre nenhum outro editor, nem são editores-chefes. Desta premissa derivam: <!--Da wikipédia em espanhol--> * Não são donos do Wikisource. * Não são empregados da Wikimedia Foundation. * Não têm autoridade de qualquer tipo, além da que qualquer editor do Wikisource tem. * Não são responsáveis pela elaboração das normas; as normas do Wikisource são definidas entre todos os editores, por consenso. * Não são os únicos que podem lutar contra [[:w:Wikipedia:Vandalismo|vândalos]], [[:w:Wikipedia:Reversão|consertar erros]], e outras tarefas de manutenção. Isso é tarefa de todos os editores, sem exceção. * Não são a elite dos editores. * Não decidem [[Wikisource:Política de eliminação|o que se deve apagar ou não]], nem [[Wikisource:Política de bloqueio|a quem se bloqueia]] ou não. Isso é definido pela política do Wikisource e pela própria comunidade. * Não têm nenhuma responsabilidade legal, de representação do Wikisource ou da Wikimedia Foundation, além da que qualquer editor tem. * Não são infalíveis, nem seus atos estabelecem precedentes. * Não têm poder de veto, nem capacidade de decisão maior do que a de qualquer editor. == {{Ver também}} == * [[Wikisource:Nomeações para administrador|Nomeações para administrador]] * [[Wikisource:Burocratas|Burocratas]] <!-- CAT / INT --> [[Categoria:!Papéis na Wikisource|Administradores]] oayhji8f0s3bcp511j4ke734m9obpcn Hino do município de Belford Roxo 0 8460 558089 558025 2026-08-06T16:18:10Z KaiqueE 43504 /* */ 558089 wikitext text/x-wiki {{hino |obra= Hino de [[w:Belford Roxo|Belford Roxo]] (inspirado no antigo "Velho Brejo) |letra= Dinoel Sampaio |melodia= Sérgio Fonseca |notas= Aprovado em sessão histórica da Câmara Municipal de Belford Roxo, no dia 10 de janeiro de 2026, a mudança do brasão e do hino da cidade, procurando representar um marco importante na história do município e buscando fortalecer a identidade de sentimento de pertencimento dos moradores. O hino foi reescrito mantendo a essência da antiga canção "Velho Brejo", mas com adaptações que o tornam mais moderna e representativa da realidade atual de Belford Roxo. }} (Repetir 2 vezes) <poem> Belford Roxo, Belford Roxo! Onde o sol sempre nasceu sorrindo Como invejo a tua gente Essa gente tão vivida, Tão guerreira e tão valente. Essa gente que progride, Que trabalha, que estuda Essa gente que decide O que é bom para o lugar. Que trabalha e não muda Na luta, não se divide Belford Roxo em sua arte Sou parte da tua parte, Sou vida da sua vida. A canoa dos baixios, De teus rios de outros cais, Terra boa de outras eras, Primavera, laranjais. Teu destino, tua história, Na memória dos avós, Faz o hino que te oferto Céu aberto sobre nós. Faz o hino que te oferto Céu aberto sobre nós. </poem> [[Categoria:Hinos do Rio de Janeiro|Belford Roxo]] mnn4ujdq6lii5hydcisf6ukdfoiir99 558090 558089 2026-08-06T16:18:57Z KaiqueE 43504 /* */ 558090 wikitext text/x-wiki {{hino |obra= Hino de [[w:Belford Roxo|Belford Roxo]] (inspirado no antigo "Velho Brejo) |letra por= Dinoel Sampaio |melodia por= Sérgio Fonseca |notas= Aprovado em sessão histórica da Câmara Municipal de Belford Roxo, no dia 10 de janeiro de 2026, a mudança do brasão e do hino da cidade, procurando representar um marco importante na história do município e buscando fortalecer a identidade de sentimento de pertencimento dos moradores. O hino foi reescrito mantendo a essência da antiga canção "Velho Brejo", mas com adaptações que o tornam mais moderna e representativa da realidade atual de Belford Roxo. }} (Repetir 2 vezes) <poem> Belford Roxo, Belford Roxo! Onde o sol sempre nasceu sorrindo Como invejo a tua gente Essa gente tão vivida, Tão guerreira e tão valente. Essa gente que progride, Que trabalha, que estuda Essa gente que decide O que é bom para o lugar. Que trabalha e não muda Na luta, não se divide Belford Roxo em sua arte Sou parte da tua parte, Sou vida da sua vida. A canoa dos baixios, De teus rios de outros cais, Terra boa de outras eras, Primavera, laranjais. Teu destino, tua história, Na memória dos avós, Faz o hino que te oferto Céu aberto sobre nós. Faz o hino que te oferto Céu aberto sobre nós. </poem> [[Categoria:Hinos do Rio de Janeiro|Belford Roxo]] kukfz41i57jdqxkextwumv85iy8pl5m 558091 558090 2026-08-06T16:20:08Z KaiqueE 43504 /* */ 558091 wikitext text/x-wiki {{hino |obra= Hino de [[w:Belford Roxo|Belford Roxo]] |letra por= Dinoel Sampaio |melodia por= Sérgio Fonseca |notas= Aprovado em sessão histórica da Câmara Municipal de Belford Roxo, no dia 10 de janeiro de 2026, a mudança do brasão e do hino da cidade, procurando representar um marco importante na história do município e buscando fortalecer a identidade de sentimento de pertencimento dos moradores. O hino foi reescrito mantendo a essência da antiga canção "Velho Brejo", mas com adaptações que o tornam mais moderna e representativa da realidade atual de Belford Roxo. }} (Repetir 2 vezes) <poem> Belford Roxo, Belford Roxo! Onde o sol sempre nasceu sorrindo Como invejo a tua gente Essa gente tão vivida, Tão guerreira e tão valente. Essa gente que progride, Que trabalha, que estuda Essa gente que decide O que é bom para o lugar. Que trabalha e não muda Na luta, não se divide Belford Roxo em sua arte Sou parte da tua parte, Sou vida da sua vida. A canoa dos baixios, De teus rios de outros cais, Terra boa de outras eras, Primavera, laranjais. Teu destino, tua história, Na memória dos avós, Faz o hino que te oferto Céu aberto sobre nós. Faz o hino que te oferto Céu aberto sobre nós. </poem> [[Categoria:Hinos do Rio de Janeiro|Belford Roxo]] 40q1ei3imskhgzjbiwqbtf8viys8bi9 558092 558091 2026-08-06T16:39:21Z KaiqueE 43504 /* */ 558092 wikitext text/x-wiki {{hino |obra= Hino de [[w:Belford Roxo|Belford Roxo]] |letra por= Dinoel Sampaio |melodia por= Sérgio Fonseca |notas= Em uma sessão histórica realizada em 10 de janeiro de 2025, a Câmara Municipal de [[w:Belford Roxo|Belford Roxo]] aprovou por unanimidade o projeto de Emenda à Lei Orgânica enviado pelo Executivo Municipal. O ato legislativo, de autoria do prefeito [[w:Márcio Canella|Márcio Canella]], oficializou formalmente o novo hino do município, tendo o texto legal sido publicado com efeitos retroativos a 2 de janeiro de 2025. }} <poem> Belford Roxo, Belford Roxo! Onde o sol sempre nasceu sorrindo Como invejo a tua gente Essa gente tão vivida, Tão guerreira e tão valente. Essa gente que progride, Que trabalha, que estuda Essa gente que decide O que é bom para o lugar. Que trabalha e não muda Na luta, não se divide Belford Roxo em sua arte Sou parte da tua parte, Sou vida da sua vida. A canoa dos baixios, De teus rios de outros cais, Terra boa de outras eras, Primavera, laranjais. Teu destino, tua história, Na memória dos avós, Faz o hino que te oferto Céu aberto sobre nós. 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Essa gente que progride, Que trabalha, que estuda Essa gente que decide O que é bom para o lugar. Que trabalha e não muda Na luta, não se divide Belford Roxo em sua arte Sou parte da tua parte, Sou vida da sua vida. A canoa dos baixios, De teus rios de outros cais, Terra boa de outras eras, Primavera, laranjais. Teu destino, tua história, Na memória dos avós, Faz o hino que te oferto Céu aberto sobre nós. Faz o hino que te oferto Céu aberto sobre nós. </poem> [[Categoria:Hinos do Rio de Janeiro|Belford Roxo]] hnamvdj7etcy7hyx3nsr2nv5bklwpyd A missão de puma 0 24019 558165 67648 2026-08-07T11:49:26Z EmausBot 11978 A corrigir o redirecionamento duplo para [[A missão de Purna]] 558165 wikitext text/x-wiki #REDIRECIONAMENTO [[A missão de Purna]] k5twoj9xxwq3yfmd9a83pekd69ciwag Hino do município de Paraibano 0 33199 558114 82759 2026-08-06T22:26:47Z Gabriel Alves Rêgo 43510 558114 wikitext text/x-wiki {{hino |obra=Hino do município de [[w:Paraibano|Paraibano]] |letra por= |melodia por= |notas= }} <poem> Paraibano, cidade morena és linda e pequena parece um jardim Paraibano tem ouro, tem gado tem céu estrelado riquezas sem fim O seu nome está cheio de glória gravado na história desse meu Brasil Não te esqueço, cidade bonita cartão de visita de um povo gentil Cidade Paraibano majestosa, altaneira ó cidade brasileira nos meus sonhos tu és a primeira. </poem> [[Categoria:Hinos do Maranhão|Paraibano]] pt93ylix7lmsn2lumy44abr4azwcfhn 558115 558114 2026-08-06T22:27:54Z Gabriel Alves Rêgo 43510 558115 wikitext text/x-wiki {{hino |obra=Hino do município de [[w:Paraibano|Paraibano]] |letra por= |melodia por= |notas= }} <poem> Paraibano, cidade morena és linda e pequena parece um jardim Paraibano tem ouro e tem gado tem céu estrelado riquezas sem fim O seu nome está cheio de glória gravado na história desse meu Brasil Não te esqueço, cidade bonita cartão de visita de um povo gentil Cidade Paraibano majestosa, altaneira ó cidade brasileira nos meus sonhos tu és a primeira. </poem> [[Categoria:Hinos do Maranhão|Paraibano]] 9e3w7uaqkzehroyo9lauob2aetgccut Página:Bem cavalgar.djvu/31 106 41080 558141 358591 2026-08-07T02:58:40Z Trooper57 24584 /* Validada */ 558141 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Trooper57" />{{rh||{{Sc2|de bem caualgar toda sela.}}|17}}</noinclude><section begin="IIII"/>{{c|''Capitullo IIII.''<br />''dos que andam firmes e altos nas strebeiras.''}} {{Gcapitular|T}}erceiro andar firmando nas strebeiras e pernas direitas no seendo dentro na sela, mas recebendo algua_ ajuda dos arçoões, e as que assy caualgam som aquellas em que antijgamente auyam acostumados ẽ esta terra dandar sobre cauallos. E as em que justamos, e torneamos, e outras dessemelhãtes feiçooẽs, amaneira de seu boo caualgad he esta, ordenar em tal guisa que as estrebeiras sejã firmes para troxamento ou correas forçadas, ou per outra boa maneira, douẽsse trazer nõ lãcadas para diãte. E as pernas do caualgador deuem seer mais dereitas sẽpre que el poder trazer; e os pees bem firmes e nunca seer na sella per que faz perder afremosura, e soltura, e assessego, e ajuda seer menos forte. E nom se tẽnçom q̃ na justa pera seer forte he auãtagem seer em ella ẽcolhendo alguã das pernas, per que certamente he ocontrario seas estrebeiras sõ atroxadas ãte deuẽ atodo poder teellas ambas em todo tempo bem direitas per q̃ scusã muyto os reueses e o cair, e ofaz mais solto e mais fremoso. <section end="IIII"/> <section begin="V"/>{{c|''Capitullo quynto''}} {{c|''do caualgar com as pernas encolhydas. ''}} {{Gcapitular|Q}}uarto trazer as pernas sẽpre encolhidas, e asseentado na sella, e firmado nos pees. E todo igualmente assy como disse q̃ se deuya fazer nas selas debrauãte e outras daquel caualgar, mais em estas nunca deuem seer estiradas, nem em as debrauãte encolhidas. E aquestas som as gynetas, e outras defeiçõ que demandã tal caualgar. Eassua maneira mais firme he çarrarsse todo om abesta omais q̃ poderem pees, e todallas pernas, teendoas ẽcolhidas, e andando sẽpre em meo da sella, nõ se botando sobre os arçooẽs {{PT|trasei-|traseiros, }} <section end="V"/><noinclude>{{c|3}}</noinclude> be389qi888whfvrwd3ixefifpwodw7g Página:Bem cavalgar.djvu/32 106 41081 558140 358592 2026-08-07T02:58:34Z Trooper57 24584 558140 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Jackson Cordeiro Brilhador" />{{cabeçalho|18|{{sc2|ENSSYNANÇA}}}}</noinclude><section begin="V"/>{{Término de palavra hifenizada|ros,|traseiros, }} nem deãteiros. Eos pees bem firmes dobrados assy que lhe pareça q̃ tem as estrebeiras filhadas com elles, baixando os calcanhares, teendo porem em todo huũ geito igual como ia disse, nõsse desẽparando assy no seer da sella que afroxe as pernas e leixe defirmar os pees, nem firme tanto os pees que se leuante da sella, ou afrouxe as pernas, nem as aperte de tal guisa q̃ traga os pees soltos, e lhe luam nas estrebeiras Edeue apertar as pernas igualmente dos uẽtres e dos giolhos, e de cyma delles, assy que em todo tenha huũ modo igual desse apertar, e teer firme quanto bem poder. E o seer no meo destas sellas se deue entender se abesta corre ou passeia Esse salta boo he tẽersse no meo da sella, firmando os pees e apertando as pernas, ẽdereitar ocorpo pera traz segundo sera declarado onde fallar damaneira q̃ os homeẽs deuem teer pera se guardar de nom cair pera diante. Esse abesta bem trotar, omelhor geito he teersse firmando no arçom traseiro Esse agallopa, trota mal ou ryjo, leuãtarsse nas estribeiras, e chegarsse ao arçom deãteiro Podesse em todas estas sellas suso scriptas terr esta maneira de caualgar das pernas ẽcuruadas assy como em sellas gynetas e seer forte e assossegado, e solto mais nom fremoso em outras que eu uisse senom em ellas as quaaes amym bem parecẽ Os quaaes direitamente caualgam aos tẽpos que as deuem usar. <section end="1"/> <section begin="2"/>{{c|''Capitullo Sexto''<br />''do caualgar em ousso, e bardom. ''}} {{Gcapitular|Q}}uynto caualgar sem estrebeiras em bardoões, ou todo ẽ ousso. E aquestes teẽ toda sua meestria no apertar das pernas, e teersse dereito, e teẽ tres deferẽças. Primeira com as pernas tendidas e apertadas dos geolhos, e das coxas. Segunda, encolhendo as pernas todas, e çarralas com abesta- Terceira apertãdo assy todallas pernas, metendo as ponta dos pees acerca dos couedos das bestas.<section end="2"/> <section end="V"/><noinclude> <references/></noinclude> tkp66q1chawguxqw8mxmeihchk6xw20 558146 558140 2026-08-07T03:04:45Z Trooper57 24584 558146 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Jackson Cordeiro Brilhador" />{{cabeçalho|18|{{sc2|ENSSYNANÇA}}}}</noinclude><section begin="V"/>{{Término de palavra hifenizada|ros,|traseiros, }} nem deãteiros. Eos pees bem firmes dobrados assy que lhe pareça q̃ tem as estrebeiras filhadas com elles, baixando os calcanhares, teendo porem em todo huũ geito igual como ia disse, nõsse desẽparando assy no seer da sella que afroxe as pernas e leixe defirmar os pees, nem firme tanto os pees que se leuante da sella, ou afrouxe as pernas, nem as aperte de tal guisa q̃ traga os pees soltos, e lhe luam nas estrebeiras Edeue apertar as pernas igualmente dos uẽtres e dos giolhos, e de cyma delles, assy que em todo tenha huũ modo igual desse apertar, e teer firme quanto bem poder. E o seer no meo destas sellas se deue entender se abesta corre ou passeia Esse salta boo he tẽersse no meo da sella, firmando os pees e apertando as pernas, ẽdereitar ocorpo pera traz segundo sera declarado onde fallar damaneira q̃ os homeẽs deuem teer pera se guardar de nom cair pera diante. Esse abesta bem trotar, omelhor geito he teersse firmando no arçom traseiro Esse agallopa, trota mal ou ryjo, leuãtarsse nas estribeiras, e chegarsse ao arçom deãteiro Podesse em todas estas sellas suso scriptas terr esta maneira de caualgar das pernas ẽcuruadas assy como em sellas gynetas e seer forte e assossegado, e solto mais nom fremoso em outras que eu uisse senom em ellas as quaaes amym bem parecẽ Os quaaes direitamente caualgam aos tẽpos que as deuem usar. <section end="V"/> <section begin="2"/>{{c|''Capitullo Sexto''<br />''do caualgar em ousso, e bardom. ''}} {{Gcapitular|Q}}uynto caualgar sem estrebeiras em bardoões, ou todo ẽ ousso. E aquestes teẽ toda sua meestria no apertar das pernas, e teersse dereito, e teẽ tres deferẽças. Primeira com as pernas tendidas e apertadas dos geolhos, e das coxas. Segunda, encolhendo as pernas todas, e çarralas com abesta- Terceira apertãdo assy todallas pernas, metendo as ponta dos pees acerca dos couedos das bestas. <section end="2"/> <section end="V"/><noinclude> <references/></noinclude> r3g0knkyvc8wm2yzwyzsgx640pelmt6 Livro da ensinança de bem cavalgar toda sella/Capitulo III-IIII 0 121316 558143 203258 2026-08-07T03:01:33Z Trooper57 24584 558143 wikitext text/x-wiki <pages header=1 index="Bem cavalgar.djvu" prev="[[../Capitulo III-III|Capitulo III-III]]" next="[[../Capitulo III-V|Capitulo III-V]]" seção="Parte III. Capitulo IIII. Dos que andam firmes e altos nas strebeiras." include=31 onlysection=IIII/> m67a5ng6pf8pe5qs8tyxr2spq4k6g40 Livro da ensinança de bem cavalgar toda sella/Capitulo III-V 0 121317 558144 203259 2026-08-07T03:03:57Z Trooper57 24584 558144 wikitext text/x-wiki <pages header=1 index="Bem cavalgar.djvu" prev="[[../Capitulo III-IIII|Capitulo III-III]]" next="[[../Capitulo III-VI|Capitulo III-VI]]" seção="Parte III. Capitulo V. Do caualgar com as pernas encolhydas." from=31 to=32 onlysection=IIII/> msn09dcbktacm8vos250qwfx87mjir4 558145 558144 2026-08-07T03:04:26Z Trooper57 24584 558145 wikitext text/x-wiki <pages header=1 index="Bem cavalgar.djvu" prev="[[../Capitulo III-IIII|Capitulo III-III]]" next="[[../Capitulo III-VI|Capitulo III-VI]]" seção="Parte III. Capitulo V. Do caualgar com as pernas encolhydas." from=31 to=32 onlysection=V /> gg9e7fg1c6k0j7eu2dor36nikm5v3ei Página:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf/158 106 163354 558128 557896 2026-08-07T02:13:25Z Trooper57 24584 /* Revista */ 558128 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho||'''AN'''|133}}</noinclude><section begin="Antonio de Castro Lopes"/>'''[[Autor:Antônio de Castro Lopes|Antonio de Castro Lopes]] —''' Nasceu na cidade do Rio de Janeiro a 5 de janeiro de 1827, sendo seus paes o doutor Domingos Genesio Lopes de Araujo e dona Amalia Honoria de Castro Araujo. Formado em medicina pela faculdade da côrte em 1848, no anno seguinte foi nomeado profesor de grammatica latina do imperial collegio de Pedro II; em 1854 passou a exercer o logar de official da secretaria de estado dos negocios da fazenda; em 1859 foi transferido para a secretaria dos negocios estrangeiros; foi deputado á assembléa provincial do Rio de Janeiro na legislatura de 1854 a 1855; fundador do banco predial do Rio de Janeiro, e de outras associações commerciaes, que deixou, e se acha actualmente exercendo a clinica homœopathica na cidade de seu nascimento. E' cavalleiro da ordem de Christo, poeta, e, um dos primeiros latinistas que o Brazil tem produzido, escreveu: — ''Dissertação acerca da utilidade da dôr'': these apresentada á faculdade de medicina do Rio de Janeiro em 16 de dezembro de 1848, Rio de Janeiro, 1848. — ''Abamoacara'': tragedia em quatro actos, approvada pelo conservatorio dramatico, etc. Rio de Janeiro, 1847, 100 pags. in-8º — Esta tragedia foi escripta, sendo o autor estudante. — ''Ode saphica em latim por occasião do nascimento do principe imperial dom Affonso'' — Sahiu na ''Minerva Brazileira'', 1847. — ''Zig-zag'': (artigos humoristico ) — publicados no ''Jornal do Commercio'' sob a firma O. O. S. 1855. Por esse tempo escreveu o doutor Castro Lopes muitos trabalhos em diversos jornaes e revistas, sendo destes trabalhos os tres que se seguem, e ontros que mencionarei adiante. — ''O mundo e o progresso'' — publicado no ''Correio Mercantil'' do Rio de Janeiro, 1855. — ''Amaryllis'': egloga latina, traducção da primeira lyra da Marilia de Dirceu àe T. A. Gonsaga — No mesmo jornal de 20 de setembro de 1857. — ''O episodio de Ignez de Castro'' (Luziadas, canto 3º) vertido em versos hexametros latinos — No mesmo jornal de 12 de março de 1860, e reproduzido na ''Revista Brazileira'' na ''Homenagem a Camões'', 1880. — ''Epitome historiœ sacrœ, auctore C. F. Lhomond, notis selectis illustravit A. Mollet, Correxit et accomodavit''. Flumine Januarii, 1856 — Esta obra, de perto de duzentas paginas, contém um vocabularia latino-portuguez. — ''Versão'' (em hexametros latinos) ''das primeims quatro oitavas do canto primeiro dos Luziadas de Camões, e das oitavas 33 a 44 do canto segundo'' — Vem na obra do Visconde de Jurumenha sob o titulo ''Obras de Camões''. — ''Novo systema de estudar a lingua latina'': obra adoptada nos estabelecimentos publicas da instrucção secundaria. Rio de Janeiro, 1850 — Segunda edição, idem, 1859, 390 pags in-8°, Depois desta houve uma outra edição. A academia real das sciencias de Lisboa, ao receber este<section end="Antonio de Castro Lopes"/><noinclude></noinclude> ihqusx19ao8h41w9hclbcpxqohq86er Página:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf/159 106 163361 558129 363125 2026-08-07T02:23:55Z Trooper57 24584 /* Revista */ 558129 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho|134|'''AN'''}}</noinclude>## Antonio de Castro Lopes ## livro, nomeou uma commissão que deu sobre elle o mais honroso parecer; e o Visconde de Castilho propoz ao conselho da instrucção publica de Lisboa a sua adopção, começando sua proposta por estas palavras: «Eu por mim, lendo attentamente este livro de autor nem conhecido, nem conterraneo meu, tão util o julguei, que em vol-o apresentar com especial recommendação entendi abriria porta a um consideravel melhoramento.» E pouco depois accrescenta: «Si o Brazil disser que nos antecedeu nesta reforma, não possa ao menos dizer que Portugal nem para lhe seguir o exemplo tem alma.» Esta propost acha-se por extenso impressa no prefacio da 3ª edição do Novo systema para estudar a lingua latina. Carlos Koffer, entretanto, na introducção de sua grammatica latina, se referindo á do dr. Castro Lopes, diz: « Experimentei-a por duas vezes sem tirar um resultado correspondente ao tempo gasto. O referido autor engenhosamente diz que o systema de Robertson póde bem ser denominado o ''caminho de ferro das linguas''. Concordo inteiramente, porque acontece neste caminho de ferro das línguas o mesmo que acontece no verdadeiro caminho de ferro; é que, passando o viajante com extrema rapidez pelos objectos, não os póde divisar bem, e por conseguinte não lhe resta delles impressão dueadoura.» — ''Arte de ganhar dinheiro''. Rio de Janeiro, 1860, 77 pags. in-8.° — Foi publicada sob o pseudonymo de ''Philogelus''. — ''Memoria sobre a utilidade do estudo da lingua latina'' — Vem na ''Revista Brazileira'' de maio de 1860. — ''Saudação á aurora'': versos portuguezes, que podem ser lidos simultaneamente em latim, seguida a analyse rigorosa desta ultima lingua. — Foi publicada no periodico ''Constitucional'' de janeiro de 1863 e reproduzida no periodico portuguez ''Panorama'' em 1866. — ''Theatro''. Rio de Janeiro, 1864-1865 — 3 volumes, contendo uma introducção do conego F. Pinheiro, e as peças seguintes: 1º vol. ''Abamoacara'', tragedia em quatro actos; ''Meu marido está ministro'', comedia original em um acto. 2º vol. ''O compadre Suzano; A emancipação das mulheres; As tres graças'', comedia em proza. 3º vol. ''A educaçao'', drama original em tres actos. — ''Muza latina'': collecção de lyras da [[Marília de Dirceu|Marilia de Dircêo}}]], traduzidas para versos latinos. Rio de Janeiro, 1868. — ''Catechismo de agricultura'' para uzo das escolas da instrucção primaria do Brazil. Rio de Janeiro, 1861, 54 pags. in-8° com duas estampas. — E' offerecido ao conselheiro Joaquim José Ignacio, Visconde de lnhauma, e me parece que houve uma edição anterior. Neste catechismo o autor, começando por tratar da agricu1tura, do ar, do clima, da agua, etc., trata depois do gado, e de diversos animaes inclusive as abelhas e apresenta o calendario agricola de S. V. Vigneron Jousselandiere. Creio que ha uma edição de 1869. — ''O medico do povo'': instrucção pondo ao alcance dos homens conscienciosos e de boa vontade os progressos mais aperfeiçoados e as mais<noinclude></noinclude> ciudlpv84kvvsrfavoq8luen8b0zxl5 558130 558129 2026-08-07T02:24:04Z Trooper57 24584 558130 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho|134|'''AN'''}}</noinclude><section begin="Antonio de Castro Lopes"/>livro, nomeou uma commissão que deu sobre elle o mais honroso parecer; e o Visconde de Castilho propoz ao conselho da instrucção publica de Lisboa a sua adopção, começando sua proposta por estas palavras: «Eu por mim, lendo attentamente este livro de autor nem conhecido, nem conterraneo meu, tão util o julguei, que em vol-o apresentar com especial recommendação entendi abriria porta a um consideravel melhoramento.» E pouco depois accrescenta: «Si o Brazil disser que nos antecedeu nesta reforma, não possa ao menos dizer que Portugal nem para lhe seguir o exemplo tem alma.» Esta propost acha-se por extenso impressa no prefacio da 3ª edição do Novo systema para estudar a lingua latina. Carlos Koffer, entretanto, na introducção de sua grammatica latina, se referindo á do dr. Castro Lopes, diz: « Experimentei-a por duas vezes sem tirar um resultado correspondente ao tempo gasto. O referido autor engenhosamente diz que o systema de Robertson póde bem ser denominado o ''caminho de ferro das linguas''. Concordo inteiramente, porque acontece neste caminho de ferro das línguas o mesmo que acontece no verdadeiro caminho de ferro; é que, passando o viajante com extrema rapidez pelos objectos, não os póde divisar bem, e por conseguinte não lhe resta delles impressão dueadoura.» — ''Arte de ganhar dinheiro''. Rio de Janeiro, 1860, 77 pags. in-8.° — Foi publicada sob o pseudonymo de ''Philogelus''. — ''Memoria sobre a utilidade do estudo da lingua latina'' — Vem na ''Revista Brazileira'' de maio de 1860. — ''Saudação á aurora'': versos portuguezes, que podem ser lidos simultaneamente em latim, seguida a analyse rigorosa desta ultima lingua. — Foi publicada no periodico ''Constitucional'' de janeiro de 1863 e reproduzida no periodico portuguez ''Panorama'' em 1866. — ''Theatro''. Rio de Janeiro, 1864-1865 — 3 volumes, contendo uma introducção do conego F. Pinheiro, e as peças seguintes: 1º vol. ''Abamoacara'', tragedia em quatro actos; ''Meu marido está ministro'', comedia original em um acto. 2º vol. ''O compadre Suzano; A emancipação das mulheres; As tres graças'', comedia em proza. 3º vol. ''A educaçao'', drama original em tres actos. — ''Muza latina'': collecção de lyras da [[Marília de Dirceu|Marilia de Dircêo}}]], traduzidas para versos latinos. Rio de Janeiro, 1868. — ''Catechismo de agricultura'' para uzo das escolas da instrucção primaria do Brazil. Rio de Janeiro, 1861, 54 pags. in-8° com duas estampas. — E' offerecido ao conselheiro Joaquim José Ignacio, Visconde de lnhauma, e me parece que houve uma edição anterior. Neste catechismo o autor, começando por tratar da agricu1tura, do ar, do clima, da agua, etc., trata depois do gado, e de diversos animaes inclusive as abelhas e apresenta o calendario agricola de S. V. Vigneron Jousselandiere. 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Carlos Koffer, entretanto, na introducção de sua grammatica latina, se referindo á do dr. Castro Lopes, diz: « Experimentei-a por duas vezes sem tirar um resultado correspondente ao tempo gasto. O referido autor engenhosamente diz que o systema de Robertson póde bem ser denominado o ''caminho de ferro das linguas''. Concordo inteiramente, porque acontece neste caminho de ferro das línguas o mesmo que acontece no verdadeiro caminho de ferro; é que, passando o viajante com extrema rapidez pelos objectos, não os póde divisar bem, e por conseguinte não lhe resta delles impressão dueadoura.» — ''Arte de ganhar dinheiro''. Rio de Janeiro, 1860, 77 pags. in-8.° — Foi publicada sob o pseudonymo de ''Philogelus''. — ''Memoria sobre a utilidade do estudo da lingua latina'' — Vem na ''Revista Brazileira'' de maio de 1860. — ''Saudação á aurora'': versos portuguezes, que podem ser lidos simultaneamente em latim, seguida a analyse rigorosa desta ultima lingua. — Foi publicada no periodico ''Constitucional'' de janeiro de 1863 e reproduzida no periodico portuguez ''Panorama'' em 1866. — ''Theatro''. Rio de Janeiro, 1864-1865 — 3 volumes, contendo uma introducção do conego F. Pinheiro, e as peças seguintes: 1º vol. ''Abamoacara'', tragedia em quatro actos; ''Meu marido está ministro'', comedia original em um acto. 2º vol. ''O compadre Suzano; A emancipação das mulheres; As tres graças'', comedia em proza. 3º vol. ''A educaçao'', drama original em tres actos. — ''Muza latina'': collecção de lyras da [[Marília de Dirceu|Marilia de Dircêo]], traduzidas para versos latinos. Rio de Janeiro, 1868. — ''Catechismo de agricultura'' para uzo das escolas da instrucção primaria do Brazil. Rio de Janeiro, 1861, 54 pags. in-8° com duas estampas. — E' offerecido ao conselheiro Joaquim José Ignacio, Visconde de lnhauma, e me parece que houve uma edição anterior. Neste catechismo o autor, começando por tratar da agricu1tura, do ar, do clima, da agua, etc., trata depois do gado, e de diversos animaes inclusive as abelhas e apresenta o calendario agricola de S. V. Vigneron Jousselandiere. 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Rio de Janeiro, 1868. — ''Synopse do estado da empreza predial'' pelo seu fundador e gerente doutor Antonio de Castro Lopes, apresentada na primeira reunião da assembléa geral de accionistas da mesma empreza. Rio de Janeiro, 1873, 22 pags. in-4.º — ''Resurreições'': poesias. Rio de Janeiro, 1879. — ''Deveres do homem por Silvio Pellico'': traducção. Obra adoptada pelo governo imperial para as aulas da instrucção primaria. Rio de Janeiro, 1880. — ''Acrostico a Luiz de Camões'', composto de versos dos Luziadas por occasião do terceiro centenario de Camões. 1880. — ''Memoria sobre a possibilidade e conveniencia da suppressão dos annos bissextos'', escripta em portuguez, latim e francez. Rio de Janeiro, 1881 — R. Teixeira Mendes, de quem me occuparei neste livro, em tres artigos insertos na ''Gazeta de Noticias'' com o titulo de ''Indicações sabre a theoria positivista do calendario'', contesta opiniões emittidas nesta memoria, opiniões que o doutor Castro Lopes sustenta em dous artigos, insertos em seguida na mesma ''Gazeta'' sob o titulo de ''Suppressão dos annos bissextos'', ao primeiro dos quaes ainda respondeu Teixeira Mendes, tudo em abril de 1881. Acerca desta ''Memoria'', enviada a quasi todas as sociedades sábias da Europa e da America, recebeu o autor manifestações de apreço, que de muitos desses institutos lhe foram dirigidas, declarando o Sr. C. Flammarion no seu periodico mensal ''Astronomie'' de setembro de 1882 que em um dos proximos numeros examinaria a questão. Tratando essa ''Memoria'' de uma alteração no calendario, julgou conveniente o autor dirigir-se a sua santidade, e o fez por carta escripta em latim. O finado Visconde de Araguaya, ministro plenipotenciario do Brazil em Roma, foi quem apresentou essa carta e a ''Memoria'', respondendo ao doutor Castro Lopes, que o santo padre lera immediatamente a missiva, e declarara achar correcta a phrase latina e importante o trabalho, o qual ia submetter a estudo. — ''Discurso proferido na 375ª conferencia publica da escola da freguezia da Gloria'', na presença de sua magestade o Imperador. Rio de Janeiro, 1881. — ''Conferencias sobre a homœopathia''. Rio de Janeiro, 1882 — Neste volume enfeixou o doutor Castro Lopes diversas prelecções que fez na mesma escola da Gloria. — ''Um sonho astronomico''. Rio de Janeiro, 1882 — Nesta obra, sob uma apparencia de phantasia, o doutor Castro Lopes propõe diversas theorias acerca de muitos phenomenos astronomicos. Sahira em folhetim<noinclude></noinclude> ncb6sfmi30z4ndx3thvnevcxt7i7qbe 558133 558132 2026-08-07T02:32:25Z Trooper57 24584 558133 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho||'''AN'''|135}}</noinclude><section begin="Antonio de Castro Lopes"/>recentes descobertas da arte de curar, indicando os meios de tratar todas as molestias segundo a homœopathia. Composto pelo doutor Mure, e traduzido pelo doutor Joaquim José da Silva Pinto. Terceira edição, revista, augmentada e melhorada pelo doutor Antonio de Castro Lopes. Rio de Janeiro, 1868. — ''Synopse do estado da empreza predial'' pelo seu fundador e gerente doutor Antonio de Castro Lopes, apresentada na primeira reunião da assembléa geral de accionistas da mesma empreza. Rio de Janeiro, 1873, 22 pags. in-4.º — ''Resurreições'': poesias. Rio de Janeiro, 1879. — ''Deveres do homem por Silvio Pellico'': traducção. Obra adoptada pelo governo imperial para as aulas da instrucção primaria. 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O doutor Castro Lopes finalmente foi o fundador e primeiro redactor do — ''Bazar volante'': (periodico caricato) Rio de Janeiro, 1863 a 1867 — Apenas o redigiu, porém, por seis mezes, passando a redacção ao bacharel Joaquim José da França Junior e a outros. Seus escriptos ahi são assignados pelo pseudonymo de ''Petrosculus''. <section end="Antonio de Castro Lopes"/> <section begin="Antonio de Castro e Silva"/>'''Antonio de Castro e Silva —''' Natural da provincia do Ceará, onde vivia em 1828, era presbytero do habito de S. Pedro, e homem de abastada fortuna. Em sua provincia, a que prestara relevantes serviços, exercia o cargo de thesoureiro geral da subscripção mensal dos oitocentos mil réis, quando foi mandado prender em sua casa ás dez horas da noite de 12 de novembro de 1825 por uma patrulha, de ordem do commandante das armas Conrado Jacob de Niemeyer, e recolhido a esta mesma hora a um carcere, accusando-o a mesma autoridade de complice dos, motins politicos que agitaram a provincia. Estés factos levaram o padre Castro a escrever: — ''Resposta ao manifesto do ex-commandante das armas do Cearã, Conrado Jacob de Niemeyer'', contra o padre Antonio de Castro e Silva. Rio de Janeiro, 1828 — E' um opusculo, sem frontispicio, de 20 pags. in-fol. e em duas columnas, onde o autor se justifica da accusação contra si intentada, e reclama da violencia que soffrêra, apresentando em seguida 35 documentos que abonam sua adhesão á constituição e ao throno, sua moralidade, etc. Vi esta obra annexa ao n. 111, de 31 de outubro de 1828, da ''Aurora fluminense''. <section end="Antonio de Castro e Silva"/> <section begin="Antonio Cesar de Berrêdo"/>'''Antonio Cesar de Berrêdo —''' Descendente do distincto historiador, Bernardo Pereira de Berrêdo, nasceu na provincia do Maranhão em 1822, e falleceu á 7 de abril de 1879, victima de uma cistite purulenta. Era formado em sciencias sociaes c juridicas pela faculdade de Olinda, proprietario de engenho em sua provincia e escreveu: — ''Lyra de instantes'': poesias .— Não vi este volume; mas sim diversos artigos e composições poeticas de Cesar de Berredo em ravistas e periodicos, dos quaes citarei: — ''A infancia'': (poesia em verso hendecassyllabo solto) — publicada na ''chronica litteraria'', pag. 109. — ''Hymno ao dia 22 de dezembro:'' (poesia de metrificação variada) — na mesma revista, pags. 134 a 136. Deixou ineditos: — ''Os Mocambeiros:'' romance. — ''Direito publico'' — Esta obra ficou incompleta.<section end="Antonio Cesar de Berrêdo"/><noinclude></noinclude> 22074862cz62311um1juh34znrm3503 558136 558134 2026-08-07T02:38:49Z Trooper57 24584 558136 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho|136|'''AN'''}}</noinclude><section begin="Antonio de Castro Lopes"/>no ''Cruzeiro'' em outubro deste anno, e vertido em francez pelo proprio autor, foi impresso depois em Paris. — ''Diccionario classico latino e Portuguez'' — Esta obra o autor conserva inedita, agnardando opportunidade para dal-a a lume. — ''Vida e feites do doutor Semana''. Rio de Janeiro, 1870. O doutor Castro Lopes finalmente foi o fundador e primeiro redactor do — ''Bazar volante'': (periodico caricato) Rio de Janeiro, 1863 a 1867 — Apenas o redigiu, porém, por seis mezes, passando a redacção ao bacharel Joaquim José da França Junior e a outros. Seus escriptos ahi são assignados pelo pseudonymo de ''Petrosculus''. <section end="Antonio de Castro Lopes"/> <section begin="Antonio de Castro e Silva"/>'''{{a|Antônio de Castro e Silva|Antonio de Castro e Silva}} —''' Natural da provincia do Ceará, onde vivia em 1828, era presbytero do habito de S. Pedro, e homem de abastada fortuna. Em sua provincia, a que prestara relevantes serviços, exercia o cargo de thesoureiro geral da subscripção mensal dos oitocentos mil réis, quando foi mandado prender em sua casa ás dez horas da noite de 12 de novembro de 1825 por uma patrulha, de ordem do commandante das armas Conrado Jacob de Niemeyer, e recolhido a esta mesma hora a um carcere, accusando-o a mesma autoridade de complice dos, motins politicos que agitaram a provincia. Estés factos levaram o padre Castro a escrever: — ''Resposta ao manifesto do ex-commandante das armas do Cearã, Conrado Jacob de Niemeyer'', contra o padre Antonio de Castro e Silva. Rio de Janeiro, 1828 — E' um opusculo, sem frontispicio, de 20 pags. in-fol. e em duas columnas, onde o autor se justifica da accusação contra si intentada, e reclama da violencia que soffrêra, apresentando em seguida 35 documentos que abonam sua adhesão á constituição e ao throno, sua moralidade, etc. Vi esta obra annexa ao n. 111, de 31 de outubro de 1828, da ''Aurora fluminense''. <section end="Antonio de Castro e Silva"/> <section begin="Antonio Cesar de Berrêdo"/>'''{{a|Antônio César de Berredo|Antonio Cesar de Berrêdo}} —''' Descendente do distincto historiador, Bernardo Pereira de Berrêdo, nasceu na provincia do Maranhão em 1822, e falleceu á 7 de abril de 1879, victima de uma cistite purulenta. Era formado em sciencias sociaes c juridicas pela faculdade de Olinda, proprietario de engenho em sua provincia e escreveu: — ''Lyra de instantes'': poesias .— Não vi este volume; mas sim diversos artigos e composições poeticas de Cesar de Berredo em ravistas e periodicos, dos quaes citarei: — ''A infancia'': (poesia em verso hendecassyllabo solto) — publicada na ''chronica litteraria'', pag. 109. — ''Hymno ao dia 22 de dezembro:'' (poesia de metrificação variada) — na mesma revista, pags. 134 a 136. Deixou ineditos: — ''Os Mocambeiros:'' romance. — ''Direito publico'' — Esta obra ficou incompleta.<section end="Antonio Cesar de Berrêdo"/><noinclude></noinclude> pc0qyhlocqziav05mnfk9g05yz3dwfi Predefinição:Progressos recentes 10 220893 558072 558060 2026-08-06T12:00:14Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 558072 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|94|0|5|1}} | [[Index:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf|Memórias duma mulher da época]] |- | {{Barra de progresso|17|0|1|2|1|79}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|0|0|46|0|4|50}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|0|0|93|0|7|0}} | [[Index:Maria O'Neill - A Fada Loira.pdf|A Fada Loira]] |- | {{Barra de progresso|0|0|5|0|3|92}} | [[Index:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf|Para Divertir]] |- | {{Barra de progresso|0|7|51|0|12|30}} | [[Index:Maria O'Neill - 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Matias]] |página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/77|73]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Para ler nas férias/A viuva do felá|A viuva do felá]] |página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/85|81]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Para ler nas férias/Dignidade dum pobre|Dignidade dum pobre]] |página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/95|91]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Para ler nas férias/Caipira|Caipira]] |página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/107|103]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Para ler nas férias/A baroneza de Altas Sebes|A baroneza de Altas Sebes]] |página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/113|109]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Para ler nas férias/Os netos do pescador|Os netos do pescador]] |página=[[Página:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf/125|121]] }} {{nop}}<noinclude></noinclude> 7pj1andcauxe1qbo5t2dr77qu29pz2x Galeria:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf 104 239819 558102 558016 2026-08-06T17:40:44Z BlitzkriegBoop 37692 558102 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Memórias duma Mulher da Época|Memórias duma mulher da época]] |Subtítulo= |Language=pt |Autor=[[Autor:Diana de Liz|Diana de Liz]] |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora=Guimarães & C.{{sup|a}} |Gráfica=Imprensa Lucas & C.{{sup|a}} |Local=Lisboa |Ano=1932 |ISBN= |Fonte= |Imagem= |Capa=1 |Progresso=V |Páginas=<pagelist 1="capa" 2="-" 3=1 3to6=roman 242to243="-" 244="contracapa" /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário={{Página:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf/241}} |Epígrafe={{Página:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf/1}} {{page break|label=}} {{Página:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf/3}} {{page break|label=}} {{Página:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf/4}} {{page break|label=}} {{Página:Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf/6}} {{page break|label=}} |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=N }} [[Categoria:Originais de edições impressas em 1932]] tg0rbzlbamxhjkoxdf34duptem96gqg Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/46 106 253814 558161 553373 2026-08-07T04:05:42Z Trooper57 24584 558161 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />2</noinclude>(em latim voz do pregoeiro); e se lhe agglutine o suffixo — ''nicio'' — (do ablativo latino — ''nuncio'', noticia, annuncio) mudando o — ''u'' — em — ''i'' —, e fazendo cahir o — ''n'' — que precede o — ''c'' — para adoçamento da pronuncia; e ter-se ha a euphonica palavra Preconnicio —, de formação erudita e ascendencia legitima. Encerrando, como encerra, o novo vocabulo ''preconnicio'' as mesmas idéas que o termo francez ''reclame'', isto é, exprimindo ''preconnicio'' pelos seos elementos constituintes, ''um annuncio preconisador'', um annuncio em que se exalta e engrandece alguma cousa, tem este termo novo portuguez a mesma significação que ''reclame'', pelo que perfeita e completamente o traduz. Os francêlhos e tarecos hão de talvez torcer o nariz; os que o não forem, estranharão ao principio, como succede com a roupa nova, por melhor taIhada que seja reflictam porém os espiritos desprevenidos; que á força de empregarem o termo novo, acabarão por lhe tirar a estranheza, dandolhe fôro de cidade, si o julgarem d’isso merecedor. ''Moraes'' (7ª edição) traz infelizmente a palavra franceza, ou antes, o vocabulo ''reclamo'' com o sentido de ''reclame'' francez. Não deve ser usado; mas ''preconnicio''.<noinclude>{{rule|6em}}</noinclude> t1lvy72sdm4vj2z1pkb8gybdghwrfy1 Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/205 106 253828 558155 553415 2026-08-07T03:43:06Z Trooper57 24584 558155 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|VOCABULARIO DOS BARBARISMOS DISPENSAVEIS<ref>Parece superfluo este ''Vocabulario'', porque os diccionarios trazen a significação ''de quasi todos estes termos francezes;'' mas como, não obstante, insiste-se no abuso de barbarismos, insisto tamben en recordar os vocabulos correspondentes en portuguez.</ref>}} {{ad|{{sc|Acclimatar}} (acclimater): En portuguez deve dizer-se ''acclimar''; por que o substantivo portuguez é ''clima'', e não ''climat'', que é francez.}} {{ad|{{sc|Adresse}}: Cartão, ou bilhete com a indicação do domicilio; ''endereço''.}} {{ad|{{sc|Arrière pensée}}: Segunda tenção.}} {{ad|{{sc|Atelier}}: Officina, tanto para as artes liberaes, como mechanicas. (Vid. Dicc. de Bescherelle,) (pagina {{pl|119|42}} deste livro).}} {{ad|{{sc|Batiste}}: Cambraia, (téla finissima) que se çhama en francez — ''Batiste'' — do nome do fabricante. (Vid. Dicc. de Bescherelle).}} {{ad|{{sc|Bijouterie}}: (Vede Vocabulario dos Neologismos).}} {{ad}}{{sc|Book-maker}} (''buk-mêker''): Estas duas palavras significam litteralmente ''fazedor de livros''. En Londres fizerão com ellas um cerebrino {{pt|neolo-|neologismo }}<noinclude></div> {{rule|10em|align=left}} {{Smallrefs}} {{d|{{sc2|II}}}}</noinclude> 60r0gilcic8uxat8xxgg0f6bjplal3e Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/203 106 253834 558153 553474 2026-08-07T03:28:34Z Trooper57 24584 558153 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|VOCABULARIO NEOLOGICO PORTUGUEZ}} {{traço}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/V|{{sc|Abat-jour}}]]: Lucivélo, ou lucivéo, s. m. (Vede pag. {{pl|11|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/VII|{{sc|Aplomb}}]]: Prumo, (instrumento) s. m.; desempeno. (Vede pag. {{pl|19|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/VIII|{{sc|Avalanche}}]]: Runimol, s. m. (Vede pag. {{pl|23|44}}).}} {{ad|{{sc|Bijouterie}}: Joalharia, s. m. Neologismo formado de substantivo ''joalheiro'', que já existe en portuguez.}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIX|{{sc|Carotagen}}]]: Costeagen, s. f. (Vede pag. {{pl|61|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/III|{{sc|Cache-nez}}]]: Focále, s. m. (Vede pag. {{pl|5|44}}).}} {{ad|{{sc|Calembourg ou Calambour}}: Anciverbio; palavra que se presta a mais de un sentido. Este neologismo é formado de ''anceps'', ''ancipitis'', (duvidoso) e ''verbum'', ''i'' (palavra).{{quebra}}Pode tamben traduzir-se ''Calembourg'' pelo termo — ''equivoco;'' mas não por ''trocadilho''.}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXIII|{{sc|Charivari}}]]: Peniludio, s. m.; algazarra, assuada, bulha, gritaria, matinada. (Vede pag. {{pl|75|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XII|{{sc|Carnet}}]]: Choribel, (coribél) canhenho s. m. (Vede pag. {{pl|37|44}}).}} {{ad}} {{sc|Claque}}: Venapplauso, applauso vendido pelos que nos theatros baten as palmas aos actores, por dinheiro, ou por algun outro motivo; applauso<noinclude>{{ad}}</noinclude> ecq4pwcw3aw12ovfmca9gh7ypsk44xw 558156 558153 2026-08-07T03:44:35Z Trooper57 24584 558156 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|VOCABULARIO NEOLOGICO PORTUGUEZ}} {{traço}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/V|{{sc|Abat-jour}}]]: Lucivélo, ou lucivéo, s. m. (Vede pag. {{pl|11|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/VII|{{sc|Aplomb}}]]: Prumo, (instrumento) s. m.; desempeno. (Vede pag. {{pl|19|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/VIII|{{sc|Avalanche}}]]: Runimol, s. m. (Vede pag. {{pl|23|44}}).}} {{ad|{{sc|Bijouterie}}: Joalharia, s. m. Neologismo formado de substantivo ''joalheiro'', que já existe en portuguez.}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIX|{{sc|Carotagen}}]]: Costeagen, s. f. (Vede pag. {{pl|61|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/III|{{sc|Cache-nez}}]]: Focále, s. m. (Vede pag. {{pl|5|44}}).}} {{ad|{{sc|Calembourg ou Calambour}}: Anciverbio; palavra que se presta a mais de un sentido. Este neologismo é formado de ''anceps'', ''ancipitis'', (duvidoso) e ''verbum'', ''i'' (palavra).{{quebra}}Pode tamben traduzir-se ''Calembourg'' pelo termo — ''equivoco;'' mas não por ''trocadilho''.}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXIII|{{sc|Charivari}}]]: Peniludio, s. m.; algazarra, assuada, bulha, gritaria, matinada. (Vede pag. {{pl|75|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XII|{{sc|Carnet}}]]: Choribel, (coribél) canhenho s. m. 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(Vede pag. {{pl|51|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XVII|{{sc|Feerico}}]] (féerique): Fádico, fádica, adject. (Vede pag. {{pl|55|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXII|{{sc|Lendemain}}]]: Postridio, s. m. (Vede pag. {{pl|71|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXV|{{sc|Massage}}]]: Premagem, s. f. (Vede pag. {{pl|81|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/VI|{{sc|Meeting}}]]: Concião, s. f. (Vede pag. {{pl|13|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/IX|{{sc|Menu}}]]: Chardapio (cardapio) s. m. (Vede pag. {{pl|27|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XVIII|{{sc|Mise-en-scéne}}]]: Enscenação, s. f. (Vede pag. {{pl|59|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/IV|{{sc|Nuance, nuances}}]]: Ancenubio, s. m.; ancenubios (plur.) (Vede pag. {{pl|7|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XV|{{sc|Overtura}}]]: Protophonía, s. f. (Vede pag. {{pl|47|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIV|{{sc|Parvenu}}]]: Plutenil, s. m. (Vede pag. {{pl|43|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XI|{{sc|Pic-nic}}]]: Convescóte, s. m. Vede pag. {{pl|33|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/II|{{sc|Pince-nez}}]]: Nasoculos, s. m. (Não tem singular; não se deve dizer o Nasoculo). (Vede pag. {{pl|3|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXI|{{sc|Pose}}]]: Attitude, postura, posição artistica, posição academica; s. f. (Vede pag. {{pl|67|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXI|{{sc|Poser}}]]: Posturar; pôr em posição artistica; v. a. (Vede pag. {{pl|67|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/I|{{sc|Reclame}}]]: Preconnicio, s. m. (Vede pag. {{pl|1|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXIV|{{sc|Tamponnement}}]]: Operculisação, s. f. (Vede pag. {{pl|79|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIII|{{sc|Tourist}}]]: Ludambulo, s. m. (Vede pag. {{pl|41|44}}).}}<noinclude>{{traço}}</noinclude> o0nohch40prpafzyd9f2ezg1e4uztks 558157 558154 2026-08-07T03:45:24Z Trooper57 24584 558157 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />160 {{ad|3=2em}}</noinclude>forçado, não espontaneo. Este neologismo é formado com o adjectivo — ''venal'' — , e o substantivo ''applauso''.</div> {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XX|{{sc|Drainage}}]]: Haurinxúgo, s. m. Fazer o haurinxúgo — haurinxugar, (termo cirurgico) hauricanulação; hauricanular (v. a.) 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Este neologismo é formado com o adjectivo — ''venal'' —, e o substantivo ''applauso''.</div> {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XX|{{sc|Drainage}}]]: Haurinxúgo, s. m. Fazer o haurinxúgo — haurinxugar, (termo cirurgico) hauricanulação; hauricanular (v. a.) (Vede pag. {{pl|63|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XVI|{{sc|Engrenage}}]]: Entrosagem, s. f. (Vede pag. {{pl|51|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XVII|{{sc|Feerico}}]] (féerique): Fádico, fádica, adject. (Vede pag. {{pl|55|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXII|{{sc|Lendemain}}]]: Postridio, s. m. (Vede pag. {{pl|71|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XXV|{{sc|Massage}}]]: Premagem, s. f. (Vede pag. {{pl|81|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/VI|{{sc|Meeting}}]]: Concião, s. f. 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Este é a minha primeira contribuição ao Wikisource em português. Eu transcrivi o ensaio do naturalista Carl von Martius na seguinte página: https://pt.wikisource.org/wiki/Galeria:Como_se_deve_escrever_a_hist%C3%B3ria_do_Brasil.pdf Ainda não fiz as notas de rodapé, já que não sei formatá-las. Muito obrigado de antemão pela ajuda. [[Utilizador:Babbage|Babbage]] ([[Utilizador Discussão:Babbage|discussão]]) 16h42min de 2 de agosto de 2026 (UTC) :Olá {{ping|Babbage}} para formatar notas de rodapé, pode usar o guia [[Ajuda:Notas]], aqui está um exemplo: [[Página:A infanta D. Maria de Portugal e suas damas.djvu/13|Carolina Michaëlis - A infanta D. Maria de Portugal e suas damas, página 3]]. [[Utilizador:BlitzkriegBoop|BlitzkriegBoop]] ([[Utilizador Discussão:BlitzkriegBoop|discussão]]) 22h33min de 6 de agosto de 2026 (UTC) opdtsweyw2ts36atucn71xa1xdrs6d2 558166 558116 2026-08-07T11:57:41Z Babbage 40663 /* */ Resposta 558166 wikitext text/x-wiki Bom dia! Este é a minha primeira contribuição ao Wikisource em português. Eu transcrivi o ensaio do naturalista Carl von Martius na seguinte página: https://pt.wikisource.org/wiki/Galeria:Como_se_deve_escrever_a_hist%C3%B3ria_do_Brasil.pdf Ainda não fiz as notas de rodapé, já que não sei formatá-las. Muito obrigado de antemão pela ajuda. [[Utilizador:Babbage|Babbage]] ([[Utilizador Discussão:Babbage|discussão]]) 16h42min de 2 de agosto de 2026 (UTC) :Olá {{ping|Babbage}} para formatar notas de rodapé, pode usar o guia [[Ajuda:Notas]], aqui está um exemplo: [[Página:A infanta D. Maria de Portugal e suas damas.djvu/13|Carolina Michaëlis - A infanta D. Maria de Portugal e suas damas, página 3]]. [[Utilizador:BlitzkriegBoop|BlitzkriegBoop]] ([[Utilizador Discussão:BlitzkriegBoop|discussão]]) 22h33min de 6 de agosto de 2026 (UTC) ::Muito obrigado, @[[Utilizador:BlitzkriegBoop|BlitzkriegBoop]]. Vou utilizar este método. [[Utilizador:Babbage|Babbage]] ([[Utilizador Discussão:Babbage|discussão]]) 11h57min de 7 de agosto de 2026 (UTC) 74cjaos3z2ke4gzmiewlk5uh44mf7kb Diccionario Bibliographico Brazileiro/Antonio de Castro Lopes 0 255446 558139 557894 2026-08-07T02:44:19Z Trooper57 24584 558139 wikitext text/x-wiki <pages header=1 index="Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf" from="158" to="161" fromsection="Antonio de Castro Lopes" tosection="Antonio de Castro Lopes" prev="[[../Antonio de Castro Alves/]]" next="[[../Antonio de Castro e Silva/]]" seção="Antonio de Castro Lopes" /> [[Categoria:Diccionario Bibliographico Brazileiro|Antonio Borges Sampaio]] izkntsilphdtgi8y7qssig0dz7bn2ps Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/113 106 255527 558073 2026-08-06T12:37:43Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 558073 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|105|{{sc|á roda da lua}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>com exactidāo mathematica no perigeo e no zenith do vigesimo oitavo parallelo. Um observador que estivesse nʼaquella occasiāo collocado no fundo da enorme columbiada apontada perpendicularmente ao horisonte, teria enfiado a Lua pela boca do canhāo. O prolongamento da recta que servia de eixo á peça ia furar pelo centro o astro da noite. Escusado é dizer que na noite de 5 a 6 de dezembro os viajantes nem um só momento tiveram de repouso. E acaso poderiam elles fechar os olhos em uma tāo grande proximidade dʼaquelle mundo novo? Por certo que nāo. Conglobavam-se-lhe todos os sentimentos nʼuma idéa unica: Ver! Eram representantes da Terra, da humanidade passada e presente que em si proprios ali resumiam, e pelos olhos dʼelles era que a raça humana contemplava aquellas regiōes lunares e penetrava os segredos do seu satellite! Passavam silenciosos de uma para outra vidraça, com o coraçāo opprimido por pungente emoçāo. As observaçōes que fizeram reproduziu-as Barbicane depois de rigorosamente correctas. Para fazel-as tinham as lunetas, para as verificaçōes serviam-lhes os mappas. O primeiro observador da Lua foi Galileu. A luneta de que se serviu e a que deu nome era insufficiente; amplificava sómente na proporçāo de trinta para um. Nāo obstante, foi elle o primeiro que reconheceu, nʼessas manchas que salpicam o disco lunar «como os olhos das pennas salpicam o rabo do pavāo», montanhas de entre as quaes mediu algumas, attribuindo-lhes com exageraçāo elevaçōes iguaes á vigesima parte do diametro do disco, isto é, elevaçōes de oito mil e oitocentos metros. Galileu nāo nos deixou mappa algum desenhado em harmonia com as observaçōes que fez. Alguns annos depois, um astronomo de Dantzig, Hevélius — usando de processos que nāo eram rigorosos senāo duas ve-<noinclude></noinclude> 9l8gb0b4n1dmq345aby1j4i7nkneu1m Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/114 106 255528 558074 2026-08-06T12:41:26Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 558074 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|106|{{sc|á roda da lua}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>zes no mez, na occasiāo das primeiras e segundas quadraturas, — reduziu as alturas de Galileu á vigesima sexta parte apenas do diametro lunar. Exageraçāo inversa. E, porém, a este sabio que devemos o primeiro mappa da Lua. As manchas claras e arredondadas figuram nʼeste mappa montanhas, e as manchas escuras indicam vastos mares que, na realidade, nāo sāo outra cousa senāo planicies. A estes montes, a estas extensōes liquidas, deu Hevélius nomes terrestres. No mappa dʼeste astronomo vé-se figurar um Sinai no meio de uma Arabia, um Etna no centro de uma Sicilia, uns Alpes, uns Apenninos, uns Karpathos, e tambem o Mediterraneo, a Palus-Meotida, o Mar Negro, o Mar Caspio. Nomes aliás mal applicados, porque nem aquellas montanhas nem aquelles mares lembram a configuraçāo dos correspondentes homonymos do nosso globo. Mal se poderia reconhecer nʼessa grande mancha branca que prende pelo sul a mais vastos continentes e terminando em ponta uma imagem invertida da peninsula indica, do golfo de Bengala e da Cochinchina. E tambem taes nomes nāo se conservaram. Outro cartographo que melhor conhecia o coraçāo humano propoz nova nomenclatura, que a vaidade dos homens adoptou com empenho. O observador a quem nos referimos foi o padre Riccioli, contemporaneo de Hevélius, que desenhou um mappa lunar imperfeito e cheio de erros. Porém poz ás montanhas da Lua os nomes dos grandes homens da antiguidade e dos sabios do seu tempo, uso muito seguido desde entāo. Domingos Cassini elaborou terceiro mappa da Lua no seculo {{sc|xvi}}; melhor que o de Riccioli pelo lado da execuçāo, é ainda inexacto em relaçāo a medidas. Publicaram-se muitas copias reduzidas dʼeste mappa, porém, a primitiva chapa de cobre, que por muito tempo se guardou na Imprensa Real, venderam-na a peso como objecto inutil que estava pejando os armazens. La Hire, celebre mathematico e desenhador, desenhou tam-<noinclude></noinclude> t6fnwap0lpeb4q3pd0edvgg8p15wd8h Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/115 106 255529 558075 2026-08-06T12:44:40Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 558075 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|107|{{sc|á roda da lua}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>bem um mappa da Lua, de quatro metros de altura, mas que nunca se chegou a lavrar. Depois dʼeste, um astronomo allemāo, Tobias Mayer, pelo meiado do seculo {{sc|xviii}}, encetou a publicaçāo de um magnifico mappa selenographico, baseado em medidas lunares por elle proprio rigorosamente verificadas, mas a morte, que lhe sobreveiu em 1762, impediu-lhe a continuaçāo de obra tāo excellente. Seguiu-se a este, Schroeter, de Lilienthal, que esboçou grande numero de mappas da Lua, depois um tal Lorkman, de Dresde, a quem devemos uma chapa dividida em vinte e cinco secçōes, das quaes chegaram a gravar-se quatro. Em 1830 é que os senhores de Beer e Moedler compozeram o seu celebre ''Mappa selenographico'', pelo systema de projecçōes orthographicas. Este mappa reproduz exactamente o disco lunar tal como nós o vemos; no entretanto as configuraçōes das montanhas e das planicies nāo sāo rigorosas senāo na parte central; em qualquer outro ponto do mappa, quer nas partes septentrionaes quer nas meridionaes, orientaes ou occidentaes, estas configuraçōes, que sāo dadas de escorço, nāo podem comparar-se com a do centro. Este mappa topographico, que tem de altura noventa e cinco centimetros e está dividido em quatro partes, é a obra prima da cartographia lunar. Depois do trabalho dʼestes sabios, podem ainda citar-se os relevos selenographicos do astronomo allemāo Julius Schmidt, os trabalhos topographicos do padre Secchi, as magnificas provas photographicas do amador inglez Waren de la Rue, e finalmente um mappa em projecçāo orthographica dos senhores Lecouturier e Chapuis, bello modelo desenhado em 1860, de desenho extremamente nitido e de disposiçāo sobejamente clara. Tal é a nomenclatura dos diversos mappas relativos ao mundo lunar. Barbicane possuía dois, o dos senhores Beer e Moedler e o dos senhores Chapuis e Lecouturier, que deviam tornar-lhes mats facil o trabalho de observaçāo. {{nop}}<noinclude></noinclude> 7u73z321s6vfu64asqymh5guik6iz6j Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/116 106 255530 558076 2026-08-06T12:46:09Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 558076 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|108|{{sc|á roda da lua}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>Os instrumentos de optica que os viajantes tinham ao seu dispor eram excellentes lunetas maritimas, expressamente construidas para aquella viagem. Amplificavam na proporçāo de cem para um. Teriam pois aproximado a Lua da Terra a uma distancia inferior a mil leguas. Mas nʼaquella opportunidade, a uma distancia que, pelas tres da madrugada, nāo passava de cento e vinte kilometros, e nʼum ambiente nāo turvado poratmosphera alguma, aquelles instrumentos deviam representar a Lua a menos de mil e quinhentos metros. {{nop}}<noinclude></noinclude> 6dmujcv7m5z9z0m6kjrbqzsr21e8k82 Á Roda da Lua (5ª edição)/X 0 255531 558077 2026-08-06T12:47:40Z Erick Soares3 19404 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf" from=110 to=116 header=1/> {{Modernização}} {{DP-3}} [[pl:Podróż Naokoło Księżyca/X]] [[ru:Вокруг_Луны_(Верн;_1869)/ДО#ГЛАВА_X._Наблюдатели_луны.]] [[cs:Cesta kolem měsíce/Kapitola desátá]] [[en:Around the Moon/Chapter X]] [[fr:Autour de la Lune/10]] 558077 wikitext text/x-wiki <pages index="Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf" from=110 to=116 header=1/> {{Modernização}} {{DP-3}} [[pl:Podróż Naokoło Księżyca/X]] [[ru:Вокруг_Луны_(Верн;_1869)/ДО#ГЛАВА_X._Наблюдатели_луны.]] [[cs:Cesta kolem měsíce/Kapitola desátá]] [[en:Around the Moon/Chapter X]] [[fr:Autour de la Lune/10]] b68fzjxvputqofe32u70aqui4k5flr9 Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/744 106 255532 558079 2026-08-06T13:36:30Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Poet. pl. Velas das ndos. Can. Luf. 4, 49 Eis mil nadantes aves pelo argento Da furiofa Thetis inquieta Abrindo as pandas azas vão ao vento Pera onde Alci- des pôs a extrema méta. CASTR. Ulyff. 5, 39 As náos colhendo os venros. que fopravão, No mar as grandes azas defpregavão. M. Tнou. Inful. 1, 92 A fulta che- ga, a cujas 'azas dava O medo; vento mais, com que yodva. Rentos das embarcações. SALGAD. Theatr. 2, 19 Os remeiros, que moviã... 558079 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>Poet. pl. Velas das ndos. Can. Luf. 4, 49 Eis mil nadantes aves pelo argento Da furiofa Thetis inquieta Abrindo as pandas azas vão ao vento Pera onde Alci- des pôs a extrema méta. CASTR. Ulyff. 5, 39 As náos colhendo os venros. que fopravão, No mar as grandes azas defpregavão. M. Tнou. Inful. 1, 92 A fulta che- ga, a cujas 'azas dava O medo; vento mais, com que yodva. Rentos das embarcações. SALGAD. Theatr. 2, 19 Os remeiros, que movião Eftas azas da galé, Cuftofa- mente veftidos De riquiflimo burel. Epith. Apreffadás. Maus. Aff. Afr. 1, 3. Argen- tadas. CARDOS. Agiol. 3, 32. Argenteas. MATT. Jeruf. 10, 75. Aureas. M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n. 142. P. 787 Brancas. CASTR. Uly. 2, 58. Cartiligas. PER. Elegiad. 2, 17 . Concavas. CASTR. Ulyff. 2, 17. Don- radas. SANT. Ethiop. 1, 1, 24. Eucolhidas. LIST. Jard. 491, 1. Eftendidas. MEND. PINT. Peregr. 54. Firmes. Pu- RIF. Chr. 1, 1, 8. §. 4. Grandes. CORT. R. Nauft. 6, 60. Graves. CASTR. Ulyff, 10, 127. Humidas. De Mor- phéo. CASTR. Ulyff. 7, 59. Iguaes. CASTR. Ulyff. 1, 40. Infatigaveis. Sous. DE MAC. Ulyflip. 1, 53. Inflamma- das. Do raio. CASTR. Ulyff. 10, 44. Lafcivas. CASTR. Ulyff. 1, 62. Leves. PER. Elegiad 16, 238. Ligeiras. CORT. R. Naufr. 14, 169. Luftrofas. Lisa. Santor. 211, 3. Monftruofas. F. DE MENDOÇ. Serm. 2, 25, 4. Ne- gras. CORT. R. Naufr. 4, 45. Pandas. Das nãos. CAM. Lul. 4, 49. Pintadas. CORT. R. Naufr. 2, 23. Serpen- tinas. CORT. R. Cerc. I, 10. Sibilantes. CORT. R. Nau- fr. 16, 189. Talares. De Mercurio. CASTR. Ulyff. 1, 48. Tenebrofas. Da noite. CORT. R. Naufr. 17, 204 . Tre- moladas. CHAG. Ramilh. 7, 25. Variadas de mil cores. ORIENT. Lufit. 29 y. Velociffinias. CORT. R. Naufr. 7, VIEIR. Serm. 10. do Rof. 16, 8, 32. Umbrofas. Da noite. MATT. Jeruf. 11, 82. Voadoras. TELL. Chr. 2, 5, 11. n. 5. Volantes. L. ALv. Scrm. 2, 11, 2. n. 4. Verb. Abater as... Das aves. AMARAL, Scrm. 233, 1. VIEIR. Serm. 11, 6, 4. n. 238. de alg. c. met. F. DE MENDOÇ. Serm. 1, 39, 10. Abrir as... Das a ves. CORT. R. Naufr. 2, 23. FERNAND. GALV. Serm. 2, 411, 4. Met. Das peffoas. CEIT. Serm. 2, 45, 4. VILL. BOAS, Nobiliarch. 19. ao vento. Das aves. VIEIR. Serm. 6, 12, 7. n. 356. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 9. n. 60. Met. Das nãos. CAM. Luf. 4, 49. CAS- TR. Ulyff. 3, 77 á alg. c. Met. (deixala correr li- vremente permittirlhe licença.) GOES, Chr. de D. Man. 1, 18 Pera quando viffem tempo opportuno, abriffem as azas á tyrannia. Accrefcentar... à alg. Do medo. CART. DE JAP. 2, 118, 1. Acolberfe as... de alg. Met. (to- malo por patrono on defenfor) Luz, Tr. do Defej. 6, 6. Alevantar as... de alg. c. Met. CART. DE JAP. 1, 263, 3 E com iffo alevantou mais as azas de fua luciferina foberba e malicia. Arraftar... a alg. met. (procurar merecer com obfequio a benevolencia de alguma mulher ) BLUT. Vocab. Suppl. Baquear as... Das aves. Luz, Tr. do Defej. 4, 4. Bater as... Das aves. FERR. Poem. Son. 2, 3. Gouv. Jorn. 3,, 11. Cairem as... de alg. met. (defcabir da fua grandeza ou profperidade) CART. DE JAP. I, 470, 2 Porque cabirão as azas de Chica- curá. Cerrar as... Das aves. CASTR. Ulyff. 1, 6. Vi- EIR. Serm. 4, 10, 7. n. 363. Cortar as... de alg. c. d alg. Met. (enfraquecerlhe ou embaraçarlhe o progreffo della. L. ALv. Serm. 3, 9, 3. n. 8 Oh fe advertiffem que Deos the póde cortar as azas do poder. Cruzar as... Das aves. ARR. Dial. 1, 20. M. FERNAND. Alm. 1, 6, 6. n. 29. Dar... aos ares. (voar. Das aves) GORT. R. Naufr. 3, 40. M. FERNAND. Alm. 3, 2, 5. n. 57: P 228. alg. Met. Do medo. ( incitalo a correr ligei- raniente.) CAM. Luf. 4, 43. CORT. R. Naufr. 14, 169. alg, ou a alg. c. Met. (darlbe força, vigor, ajuda) PER. Elegiad. 7,93 Que não dá azas tanto á oufadia Valor, como o feguro do perigo. Sous. Vid. 2, 25 Eta ifto dar azas á quem por fi corria. - a alg, d alg. c. ou pa- ra fazer alg. c. Met. (animalo ou excitalo a ella) BRIT. Mon. 1, 4. c. 7 Dandolbe azas a tudo a grande defef- peração, em que já fe via. TELL. Chr. 1, 1, 6. n. 2 A caridade lhe dava azas pera caminhar. ás... vo- ando. (batelas. Das aves) M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n. 317. p. 891. Defpregar as... Das aves e ferpentes. ANDRAD. Cerc. 10, 47, 4. CASTR. Ulyff. 8, 152. ao voo. Da fama. MATT. Jeruf. 20, 101. em favor de alg. Met. (foccorrelo, protegelo) ORIENT. Lufit. 293 Empennar as... Das aves. Lou. Condeft. 20, 62. 'Empreftar... á alg. Met. Do medo. MARIZ, Dial. 3, 4. CASTR: Ulyff. 3, 12. Encolher as... Das aves, Ros. Hift. 2, 7, 2. CEIT. Serm. 1, 57, 4. Eftender as... Das aves. GRAN. Serm. 8, 27 y. CALV. Homil. I, 384. pelo ar. Sous. Vid. 1, 27. do ar. Mer. Das náos, MACHAD. Cerc. 2, 38. Expander as... Das aves. MATT. Jeruf. 9, 1. Explicar. as... Das aves. M. BERN. Luz e Cal. 2, 4, 377. Ferir o ar com as... MAGALH. Hift. 7. Levantarfe nas... Das aves. CASTR. Ulyff. 1, 86. da razão. Met. Do penfamento. CEIT. Serm. 1, 123, 3. Levar... Met. (correr velozmente) Sous. Vid. 2, 28. Librar nas... o corpo. Das aves. Cas- TR. Uly. 9, 45. Menear as... Das aves e animaes volateis. PER. Elegiad. 1, 17 y. LISE. Jard. 496, 1. Metter fe debaixo das... de alg. ou de alg. c. Met. (recorrer ao feu amparo, bufcar o feu patrocinio) FR. MARC Tr. 1, 5, 26. BRIT. Mon. 1, 3. Mover as... Das a- ves. PER. D'AFONS. Poder. 3, 59. GALHEG. Templ. 4, 137. de alg. c. Met. (fervirfe da fua força on vigor) BARR. Dec. 1, 8, 2 Pera que todos movefem as azas da fua potencia. Peneirarfe uas... Das aves. MEND, PINT. Peregr. 54. Pezarfe nas... De Mercurio. CASTR. Ulyff. 1, 45. Quebrar as... a alg. ou a alg. c. Met. (embaras çarlhe que pretenda ou faça alg. c.) SA DE MIR. Cart. 3, 8. Sacudir as... Das aves, &c. HEIT. PINT. Dial. 1, 1, 8. SA DE MEN. Mal. z, 67. ao vento. PER. D'AFONS. Poder. 3, 59. Siar as... Das aves. FERNAND. FERR. Art. 2, 15 O açor aferrado dependurarfe á ter- ra, e fiar as azas pera a fazer vir ao chão. Soltar as... no ar. ANDRAD. Cerc. 9, 44, 2. Ter... Não ter azas, com que voar. ou para fazer alg. c. Met. (não ter meios ou forças) SA' DE MIR. Eftrang. 3, 55 . Barr. Mon. 1, 2. c. 23. Ter... nos pés para fazer alg. c. Met. (executala com prontidão ou a toda a preffa) CALV. Ho- mil. 1, 397. Sous. Hift. 1, 1, 2. Tomar... com alg. c. abf. ou para fazer outra. Met. (ganhar forças) CEIT. Serm. 2, 249, 3. TELL. Chr. 1, 1, 16. n. 5. Vestido das... da fama. SEVER. Difc. 129 y. Veftir... Sous. DE MAC. Ulyffip. 1, 53. MATT. Jeruf. 1, 14. Azas nos pés. Met. Dizfe para denotar grande ve- locidade. MAUs. Aff. Afr. 9, 139 Como fe azas nos pés fe lhe puserão. MACHAD. Cerc. 1, 3 Sou huma peffoa muda Quem me dera azas nos pés. Adag. A quem te der huma paffára, dalle fua aza. DELIC. Adag. 3. Da Deos azas á formiga peraque fe perca mais afinha. DELIC. Adag. 21. Não póde o corvo fer mais negro que as azas. DELIC Adag. 23. Quando o gavião the cahe a penna, tambem the cahem as azas. DELIC. Adag. 23. Aza. Parte externa dos vafos de qualquer materia por onde fe lhe pega com facilidade e fegurança. Do Lat. Anfa. GiL. Vic. Obr. 4, 213 y Coitada, afli hei d'ef- tar Encerrada nefta cafa, Como panella fem aza, Que fempre está n'hum lugat. FERR. DE VASC. Ulylip. I, 1 Cántaro, que vai muitas vezes à fonte, ou deixa a dza, ou a fonte. BRAND. Mon. 3, 8, 31 E nas azas de cada caldeira quarro cabeças de ferpes de ouro. Cavallaria ou Ordem da Aza. Ordem militar infti- tnida por el Rei D. Affonfo Henriques em bonra do Archan- jo S. Miguel. VILL. BOAS, Nobiliarch. 18 A Cavallaria, da aza teve principio em tempo del Rei D. Affonfo Hen- riques. Ms. Portug. 1, 1, 7 Inftituio as Ordens militares de Aviz e da Aza, que durou pouco tempo. Azas das tendas de campanha. FERNAND. Palm. 4, 24 Olhando pera dentro, quando as azas das tendas ef- tiveffem algum tanto alçadas. LOEAT. Palm. 6, 32 Com as azas [da renda] levantadas pera melhor gozarem da fresca viração. Azas de pão. vulg. e met. Arrochadas, pancadas dadas com páo. Aza. Anat. Certa membrana femelhante à aza das aves. A. FERR. Luz, 1, 26 Logo em a parte de dentro [do pudendo] entre hum e outro labio, fe vêm duas membranas vermelhas a que chamão azas, outros nym- phas, cuja figura he triangular a modo de crifta. 30 A hum e outro lado dos ventriculos eftão duas ore- íhas, azas, ou dependurados membranofos. 1, Azas do coração. Anat. O mefino que Orelhas do coração, e he como fe diz ordinariamente. Azas das embarcações. FR. GASP. DA CRUZ, Tt. 9, 4 As fuas embarcações tem humas azas largas, fei- tas de caniçada tão grandes, quanto he o comprimento dellas, nas quaes agafalhão dous ou tres mil adês. Ca-<noinclude></noinclude> moeqpgigq2kzbh3synu5cnku3szf0ig Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/743 106 255533 558080 2026-08-06T13:41:11Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{lema|AX}}. s. m. Ordem, com que as letras do alphabeto fe ajuntão entre fi por conrefpondencias oppoftas, como a primeira com a ultima, a fegunda com a penultima, e affim todas as outras. FERR. DE VASC. Ulyffip. 4, 8 E feguro que fa- be ella já o ax. {{lema|AXA}}. s. f. Nome de Moura, de que fe ufa nos feguintes adagios: Axa foi ao banho, e teve que contar hum anno. DELIC. Adag. 135. Axa não tem que comer, e convida hofpedes. DELIC.... 558080 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>{{lema|AX}}. s. m. Ordem, com que as letras do alphabeto fe ajuntão entre fi por conrefpondencias oppoftas, como a primeira com a ultima, a fegunda com a penultima, e affim todas as outras. FERR. DE VASC. Ulyffip. 4, 8 E feguro que fa- be ella já o ax. {{lema|AXA}}. s. f. Nome de Moura, de que fe ufa nos feguintes adagios: Axa foi ao banho, e teve que contar hum anno. DELIC. Adag. 135. Axa não tem que comer, e convida hofpedes. DELIC. Adag. 135. {{lema|AXE}}. s. m. Aftron. ou poet. Eixo on pólo do céo. Do Lat. Axis. CAN. Luf. 10, 87 Olha eftouiro debaxo, que ef- maltado De corpos lizos anda, e radiantes, Que tam- bem nelle tem curfo ordenado, E nos feus axes cor- rem fcintilantes. Eleg. 1, 9 Debaxo eftando já da eftrella nova, Que em novo hemispherio refplendece, Dando do fegundo axe certa próva. {{lema|AXE}}. s. m. Ferida pequena, golpe ou arranhadura, de que a creança fe queixa. He voz de que communimente fó fe ufa fallando com as creanças. Talvez do Greg. A'xew, 1er dôr. CEIT. Serm. 2, 315, 4 Condição de Rei, ame- zinhar o axe, a queixa, a chaga, e dar pão, que co- mais. S. ANN. Chr. 3, 33, 806 Não tirando os olhos do Senhor, a que com lingoagem infantil chamava Me- nino Jefu dos axes. M. BERN. Floreft. 3, 8, 485, A Al- li fe ajuntavão muitas [moças] e era rito obfervado mof- trarem á Fortuna todos feus membros, pedindolhe que em nenhum padeceffem axe, nem lesão alguma. AXEDRECHE. s. m. antiq. O mesmo que Xadrez. COND. D. PEDR. Nobil. 7, 42 E feja jogando com efte Dom Martim Sanches o axadreche. {{lema|AXEDREZ}}. s. m. antiq. O mefmo que Xadrez. Mox. Palm. 2, 58. {{lema|AXILLAR}}. adj. de huma term. Anat. Pertencente ao fova- co, come veías, arterias, nervos axillares. Do Lat. Axil- laris. A. FERR. Luz, 1, 31 O menor [tronco] fobe até à garganta, produz a arteria axillar, a qual envia ramos ás coftellas mais alias e ao braço, em compa- nhia da vêa d'arca. M. LEIT. Pratic. 8 D'aqui fahem dous ramos, que fe ramificão por debaixo do braço, a que chamão vêas titilares ou axillares. {{lema|AXIOMA}}. s. m. Philof: Propofição ou principio theoretico, evidente, e que não neceffita, nem admitte demonftração. Lat. Axioma. antiq. Accioma, Actioma. Feo, Tr. 1, 164, 4 E fe o amigo he outro eu, como he vulgar actioma de Ariftoteles &c. SEVER. Notic. 7, 247 He axioma ccrtiffimo dos Philofophos e Politicos, que as coufas permanecem em quanto fe confervão as caufas, que as produzirão. VIEIR. Serm. 10. do Rof. 21, 7, 225 Vulgar he já na experiencia aquelle antigo axioma da Philofophia, que a virtude das mefmas coufas, pof- toque iguaes, unida obra mais facilmente. Epith, Antigo. VIEIR. Serm. 10. do Rof. 21, 7, 225. Approvado (bem) M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n. 179. p. 864. Célebre. CEIT. Serm. 2, 275, 2. Commum. CEIT. Quadrag. 1, 187, 4. Indubitavel. VIEIR. Serm. 3, 3, 3. n. 331. Verdadeiro. PINT. RIB. Luftr. 137 Theo!. Dignidade. Feo, Tr. 1, 109, 3 E diz que a huns, e aos outros implicou Chrifto comfigo, queren- do que entre elle e elles houveffe huma communicação de altiomas, titulos, c officios, peraque correffem hum certo genero de parelha. 1, 262, 4 E indaque Chrifto communicou os feus actiomas e appellidos a feus fagrados Apoftolos &c. {{lema|AXORADO, A}}. p. p. de Axorar. Cour. Dec. 8, 1, 19. {{lema|AXORAR}}. v. a. Marinh. ant. O mefmo que Enxorat. CAS- TANH. Hift. 2, 101 Saitando os noffos dentro [das ga- lés] as axorárão dos imigos, que fe lançárão logo ao mar. Mos. Dial. 1, 14 Ou outro Manoel Efteves, que axoros huma fufta. Cour. Dec. 5, 1, 10 E como os noffos navios andavão já todos baralhados, ferrando nos dos imigos, em breve efpaço os axorárão a todos. Met. As peffoas. FERR. DE VASc. Aulegr. 4, 3 Fallai feguro, que a legoas vos axorarei quantos almo- goveres vierem. Ulyflip. 4, 7 E eu atervermehia fem perigo, nem cuidar que fazia muito, axorar dez mil deftes. CORT. R. Naufr. 13, 148 Affi com tal fu- ror os axorava, Que por onde quer ir, praça lhe fa- zem, Por cima vai dos mortos, que alli jazem. {{lema|AXORCA}}. s. f. Barcellete ou efpecie de argola de ouro ou prata, que os Mouros trazem por adorno nos braços e pés por cima do calcanhar. Do Arab. Axxorca. Derivafe do verbo xacara, que na terceira conjugação fignifica enca dear, enlaçar. Commummente fe ufa no plural. MEMOR DAS PROEZ. I, 47 Nas mãos dez anneis de tubiis e cfmeraldas, humas axordas de pérolas e pedraria, tudo em grande extremo rico e acabado. GOES, Chr. de D. Man. 4, 39 Axorcas, manilhas, e peças de prata, que a nora de Benduma defpofada de pouco trazia, e hum dos noffos foldados lle cortou os braços e pés pera me+ lhor lhas tirar. Todas as vozes, que alguns efcfevem por Ay, como Aya, Aypo, &c. bufquemfe em Ai. {{lema|AYRADO, A}}. adj. Vej. Airado. {{lema|AYSLADO, A}}. adj. Vej. Aislado. {{lema|AYTO}}. s. m. antiq. Vej. Auto. GIL Vic. Obt. I, 25 *. A Z {{lema|AZ}}. s. m. Carta de jogar, ou face do dado, que tem hum fó ponto. (As) FERR. DE VASC, Ulyflip. 2, 7 Lancei tres e az, vim a entabolar em fenas. PREST. Aut. 133 Pois o az de páos lhe deftes, Bem fizeftes. PALV. Serm. 2, 566 Aventurárão quanto acquirião a hum fe- te, ou a hum az. {{lema|AZ}}. s. f. antiq. Milic. Ala do exercito. COND. D. PEDR: Nobil. 7, 27 E dixe a Rainha Conde, com vofco que- ro entrar na fazenda, e cftarei na az. BARR. Dec. 1, 8, 6 Como muitas vezes no meio das azes pera terror dos imigos per elles mefmos foi vifto. GoES, Chr. de D. Man. 1, 12 E tanto que os defcobrio, fez tres 4- zes. Ala de gente de qualquer genero, feguida huma de outra. RESEND. Traslad. de D. J. II. 131 E puferáo- fe em duas azes de procifsão defde a porta de São Chrif tovão ao longo do cruzeiro até à porta da traveffa. F. ALV. Inform. 69 Toda efta genie eftava em az; e bem arredada da huma e da outra parte. Montar. Cerco, que de longe fe faz a hum monte ou ferra, vindo a gente pouco a pouco chegandofe por to- das as partes, e apertando os lobos, para que não pofsão efcapar BLUT. Vocab. AZA. s. f. A parte do corpo das aves, borboletas ou infeftos, que lhes ferve para voar. Do Lat. Ala. Paiv. Serm. 3, 84 Huma ave cevada, e não muito chêa de carne, não póde voar, e todo o fen pezo não lhe vem da fal- ta de azas, fenão da fobeja carne, que criou. PER. E- legiad. 16, 238 E como as aves... o mar atraveflando Nas leves azas põe a doce vida. MEND. PINT. Peregr. 87 Affi como o paffaro não voa fem azas, alli tambem a alma não merece fem obras. Met. FR. MARC. Tr. 1, 5, 26 Quantas vezes com algum vicio he tocado, tantas fe vá metter debai- xo das azas da oração. HEIT. PINT. Dial. 1, 1, 4 A falfa Philofophia com enganofas azas de foberba fobe pera decet. CEIT. Serm. 1, 123, 3 O primeiro [myfte- ho he tão alto ao entendimento creado, que por mais que fe levante nas azas de fua rezão natural, não fó o não alcança, mas nem ainda o rafteja. Attribuefe nefte fentido, particularmente na poefia, a tudo, que paffa ou tem movimento, como á fáma, á holte, á fetta, ao penfamento, ao tempo, ao vento, e coufas femelhantes. FERR. Poem. Od. 6, 11 Taes a- zas dá o defejo ao penfamento. CA. Sext. 4, 6 Azás pera voar vejo no tempo. CORT. R. Naufr. 14, 176 E da calada noite as negras azas Se vinhão polos ares eftendendo. CASTR. Ulyff. 6, 63 Na mão de Apollo o arco e corda foa, E nas azas da fetta a morte voa. Sous. Hift. 1, 2, 16 Bufcavao muita gente perfuadida, que devia ter muito de Deos quem alcançára delle, po- der trocar a gloria de andar nas boccas da gente, e nas azas da fama por huma tunica de lán, e hum habito re- mendado. VIEI. Serm. 8, 434 Parecendolhe vagarofas ... as azas dos mefmos ventos para fahir em terra. Attribuefe tambem ás figuras corporeas, com que fe reprefentão os Anjos, Seraphins e Cherubins. CEIT. Serm. 2, 27, 3 Com dous Seraphins, cada qual com feis azas. BRAND. Mon. 3, 8, 31 E por timbre huma cruz vermelha florida e vazia, entre dous cotos de azas de Anjos. S. MAR. Chr. 2, 7, 18. n. 3 Eftão quatro fermofos Cherubins, que tocando com as azas em hu- mas fructas &c.<noinclude></noinclude> auqktpo02fzvnoji397w3tcmz0jdjc6 558081 558080 2026-08-06T13:41:43Z MLReis 41056 558081 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>{{lema|AX}}. s. m. Ordem, com que as letras do alphabeto fe ajuntão entre fi por conrefpondencias oppoftas, como a primeira com a ultima, a fegunda com a penultima, e affim todas as outras. FERR. DE VASC. Ulyffip. 4, 8 E feguro que fa- be ella já o ax. {{lema|AXA}}. s. f. Nome de Moura, de que fe ufa nos feguintes adagios: Axa foi ao banho, e teve que contar hum anno. DELIC. Adag. 135. Axa não tem que comer, e convida hofpedes. DELIC. Adag. 135. {{lema|AXE}}. s. m. Aftron. ou poet. Eixo on pólo do céo. Do Lat. Axis. CAN. Luf. 10, 87 Olha eftouiro debaxo, que ef- maltado De corpos lizos anda, e radiantes, Que tam- bem nelle tem curfo ordenado, E nos feus axes cor- rem fcintilantes. Eleg. 1, 9 Debaxo eftando já da eftrella nova, Que em novo hemispherio refplendece, Dando do fegundo axe certa próva. {{lema|AXE}}. s. m. Ferida pequena, golpe ou arranhadura, de que a creança fe queixa. He voz de que communimente fó fe ufa fallando com as creanças. Talvez do Greg. A'xew, 1er dôr. CEIT. Serm. 2, 315, 4 Condição de Rei, ame- zinhar o axe, a queixa, a chaga, e dar pão, que co- mais. S. ANN. Chr. 3, 33, 806 Não tirando os olhos do Senhor, a que com lingoagem infantil chamava Me- nino Jefu dos axes. M. BERN. Floreft. 3, 8, 485, A Al- li fe ajuntavão muitas [moças] e era rito obfervado mof- trarem á Fortuna todos feus membros, pedindolhe que em nenhum padeceffem axe, nem lesão alguma. {{lema|AXEDRECHE}}. s. m. antiq. O mesmo que Xadrez. COND. D. PEDR. Nobil. 7, 42 E feja jogando com efte Dom Martim Sanches o axadreche. {{lema|AXEDREZ}}. s. m. antiq. O mefmo que Xadrez. Mox. Palm. 2, 58. {{lema|AXILLAR}}. adj. de huma term. Anat. Pertencente ao fova- co, come veías, arterias, nervos axillares. Do Lat. Axil- laris. A. FERR. Luz, 1, 31 O menor [tronco] fobe até à garganta, produz a arteria axillar, a qual envia ramos ás coftellas mais alias e ao braço, em compa- nhia da vêa d'arca. M. LEIT. Pratic. 8 D'aqui fahem dous ramos, que fe ramificão por debaixo do braço, a que chamão vêas titilares ou axillares. {{lema|AXIOMA}}. s. m. Philof: Propofição ou principio theoretico, evidente, e que não neceffita, nem admitte demonftração. Lat. Axioma. antiq. Accioma, Actioma. Feo, Tr. 1, 164, 4 E fe o amigo he outro eu, como he vulgar actioma de Ariftoteles &c. SEVER. Notic. 7, 247 He axioma ccrtiffimo dos Philofophos e Politicos, que as coufas permanecem em quanto fe confervão as caufas, que as produzirão. VIEIR. Serm. 10. do Rof. 21, 7, 225 Vulgar he já na experiencia aquelle antigo axioma da Philofophia, que a virtude das mefmas coufas, pof- toque iguaes, unida obra mais facilmente. Epith, Antigo. VIEIR. Serm. 10. do Rof. 21, 7, 225. Approvado (bem) M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n. 179. p. 864. Célebre. CEIT. Serm. 2, 275, 2. Commum. CEIT. Quadrag. 1, 187, 4. Indubitavel. VIEIR. Serm. 3, 3, 3. n. 331. Verdadeiro. PINT. RIB. Luftr. 137 Theo!. Dignidade. Feo, Tr. 1, 109, 3 E diz que a huns, e aos outros implicou Chrifto comfigo, queren- do que entre elle e elles houveffe huma communicação de altiomas, titulos, c officios, peraque correffem hum certo genero de parelha. 1, 262, 4 E indaque Chrifto communicou os feus actiomas e appellidos a feus fagrados Apoftolos &c. {{lema|AXORADO, A}}. p. p. de Axorar. Cour. Dec. 8, 1, 19. {{lema|AXORAR}}. v. a. Marinh. ant. O mefmo que Enxorat. CAS- TANH. Hift. 2, 101 Saitando os noffos dentro [das ga- lés] as axorárão dos imigos, que fe lançárão logo ao mar. Mos. Dial. 1, 14 Ou outro Manoel Efteves, que axoros huma fufta. Cour. Dec. 5, 1, 10 E como os noffos navios andavão já todos baralhados, ferrando nos dos imigos, em breve efpaço os axorárão a todos. Met. As peffoas. FERR. DE VASc. Aulegr. 4, 3 Fallai feguro, que a legoas vos axorarei quantos almo- goveres vierem. Ulyflip. 4, 7 E eu atervermehia fem perigo, nem cuidar que fazia muito, axorar dez mil deftes. CORT. R. Naufr. 13, 148 Affi com tal fu- ror os axorava, Que por onde quer ir, praça lhe fa- zem, Por cima vai dos mortos, que alli jazem. {{lema|AXORCA}}. s. f. Barcellete ou efpecie de argola de ouro ou prata, que os Mouros trazem por adorno nos braços e pés por cima do calcanhar. Do Arab. Axxorca. Derivafe do verbo xacara, que na terceira conjugação fignifica enca dear, enlaçar. Commummente fe ufa no plural. MEMOR DAS PROEZ. I, 47 Nas mãos dez anneis de tubiis e cfmeraldas, humas axordas de pérolas e pedraria, tudo em grande extremo rico e acabado. GOES, Chr. de D. Man. 4, 39 Axorcas, manilhas, e peças de prata, que a nora de Benduma defpofada de pouco trazia, e hum dos noffos foldados lle cortou os braços e pés pera me+ lhor lhas tirar. Todas as vozes, que alguns efcfevem por Ay, como Aya, Aypo, &c. bufquemfe em Ai. {{lema|AYRADO, A}}. adj. Vej. Airado. {{lema|AYSLADO, A}}. adj. Vej. Aislado. {{lema|AYTO}}. s. m. antiq. Vej. Auto. GIL Vic. Obt. I, 25 *. A Z {{lema|AZ}}. s. m. Carta de jogar, ou face do dado, que tem hum fó ponto. (As) FERR. DE VASC, Ulyflip. 2, 7 Lancei tres e az, vim a entabolar em fenas. PREST. Aut. 133 Pois o az de páos lhe deftes, Bem fizeftes. PALV. Serm. 2, 566 Aventurárão quanto acquirião a hum fe- te, ou a hum az. {{lema|AZ}}. s. f. antiq. Milic. Ala do exercito. COND. D. PEDR: Nobil. 7, 27 E dixe a Rainha Conde, com vofco que- ro entrar na fazenda, e cftarei na az. BARR. Dec. 1, 8, 6 Como muitas vezes no meio das azes pera terror dos imigos per elles mefmos foi vifto. GoES, Chr. de D. Man. 1, 12 E tanto que os defcobrio, fez tres 4- zes. Ala de gente de qualquer genero, feguida huma de outra. RESEND. Traslad. de D. J. II. 131 E puferáo- fe em duas azes de procifsão defde a porta de São Chrif tovão ao longo do cruzeiro até à porta da traveffa. F. ALV. Inform. 69 Toda efta genie eftava em az; e bem arredada da huma e da outra parte. Montar. Cerco, que de longe fe faz a hum monte ou ferra, vindo a gente pouco a pouco chegandofe por to- das as partes, e apertando os lobos, para que não pofsão efcapar BLUT. Vocab. AZA. s. f. A parte do corpo das aves, borboletas ou infeftos, que lhes ferve para voar. Do Lat. Ala. Paiv. Serm. 3, 84 Huma ave cevada, e não muito chêa de carne, não póde voar, e todo o fen pezo não lhe vem da fal- ta de azas, fenão da fobeja carne, que criou. PER. E- legiad. 16, 238 E como as aves... o mar atraveflando Nas leves azas põe a doce vida. MEND. PINT. Peregr. 87 Affi como o paffaro não voa fem azas, alli tambem a alma não merece fem obras. Met. FR. MARC. Tr. 1, 5, 26 Quantas vezes com algum vicio he tocado, tantas fe vá metter debai- xo das azas da oração. HEIT. PINT. Dial. 1, 1, 4 A falfa Philofophia com enganofas azas de foberba fobe pera decet. CEIT. Serm. 1, 123, 3 O primeiro [myfte- ho he tão alto ao entendimento creado, que por mais que fe levante nas azas de fua rezão natural, não fó o não alcança, mas nem ainda o rafteja. Attribuefe nefte fentido, particularmente na poefia, a tudo, que paffa ou tem movimento, como á fáma, á holte, á fetta, ao penfamento, ao tempo, ao vento, e coufas femelhantes. FERR. Poem. Od. 6, 11 Taes a- zas dá o defejo ao penfamento. CA. Sext. 4, 6 Azás pera voar vejo no tempo. CORT. R. Naufr. 14, 176 E da calada noite as negras azas Se vinhão polos ares eftendendo. CASTR. Ulyff. 6, 63 Na mão de Apollo o arco e corda foa, E nas azas da fetta a morte voa. Sous. Hift. 1, 2, 16 Bufcavao muita gente perfuadida, que devia ter muito de Deos quem alcançára delle, po- der trocar a gloria de andar nas boccas da gente, e nas azas da fama por huma tunica de lán, e hum habito re- mendado. VIEI. Serm. 8, 434 Parecendolhe vagarofas ... as azas dos mefmos ventos para fahir em terra. Attribuefe tambem ás figuras corporeas, com que fe reprefentão os Anjos, Seraphins e Cherubins. CEIT. Serm. 2, 27, 3 Com dous Seraphins, cada qual com feis azas. BRAND. Mon. 3, 8, 31 E por timbre huma cruz vermelha florida e vazia, entre dous cotos de azas de Anjos. S. MAR. Chr. 2, 7, 18. n. 3 Eftão quatro fermofos Cherubins, que tocando com as azas em hu- mas fructas &c.<noinclude></noinclude> m9lwe9mksqjodewc8tcxud6tkybhf12 Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/742 106 255534 558082 2026-08-06T13:45:01Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: AUT Corpos inteiros de Santos, com que enriquecera e auto- rizão os altares de toda a Chriftandade. {{lema|AUTRE}}. s. m. antiq. Odre. Talvez do Lat. Uter. PROV. DA HIST. GEN. 1, 212 (livro velho das linhagés do fe- culo XIII. E el pediolhe d'agoa pela aravia, e ella dcolha por hum autre. {{lema|AUTUADO, A}}. p. p. de Autuar. TELL. Hift. 3, 16, 247. {{lema|AUTUAL}}. adj. de huma term. antiq. Vej. Actual. VIT. CRIST. I, 17, 55. VERCI... 558082 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>AUT Corpos inteiros de Santos, com que enriquecera e auto- rizão os altares de toda a Chriftandade. {{lema|AUTRE}}. s. m. antiq. Odre. Talvez do Lat. Uter. PROV. DA HIST. GEN. 1, 212 (livro velho das linhagés do fe- culo XIII. E el pediolhe d'agoa pela aravia, e ella dcolha por hum autre. {{lema|AUTUADO, A}}. p. p. de Autuar. TELL. Hift. 3, 16, 247. {{lema|AUTUAL}}. adj. de huma term. antiq. Vej. Actual. VIT. CRIST. I, 17, 55. VERCIAL, Sacram. 3, 14. {{lema|AUTUALMENTE}}. adv. mod.antiq. Vej. Actualmente. Vir. CHRIST. I, 5, 15 . PAIX. DE JES. CHRIST. 25, 30. OKT. Colloq. 27, 118 y. {{lema|AUTUAR}}. v. a. Forenf. Proceffar, formar auto, reduzir a auto judicial. (Actuar) CASTANH. Hift. 3, 123 Fez tirar teftemunhas, e autuar feus ditos. Sous. Vid. 6, 15 Logo pera memoria perpetua fe mandárão autuar el- tromentos públicos de tudo o que temos referido. TELL. Hift. 2, 41,208 Dos quaes [Jefuitas da Ethiopia] fe contão outras muitas e admiraveis coufas, que fe podem ver no proceffo que delles autuou o Padre Vigairo Belchior da Silva. {{lema|AUTUMNAL}}. adj. de huma term. Pertencente ao outono. Do Lat. Autumnalis. (Autunal) ANDRAD. Cerc. 14, 70, 1 Autumnal equinoccio. CASTR. Ulyff. 6, 28 Qual no céo claro a autumnal estrella Vence os denfos vapores refulgente. VIEIR. Serm. 9. do Raf. 9, 4, 335 Depois do equinoccio autunal. {{lema|AUTUMNO}}. s. m. antiq. O mefimo que Outono. (Autu- no.) SABELL. Eneid. 2, 8, 177 Por aquelle apartamen- to do povo no monte facro, que aconteceo em o equi- noccio do autuno, não fe lavtárem bem os campos. PE- DR. NUN. Tr. da Esfér. 3 Quando nos enfinà Vergi- lio fazer a fementeira do trigo no fim do autuno. FER- NAND. Palm. 4, 20 Pera depois tornar por certo fio Au- tumno, invemo, primavera, eftio. {{lema|AVULSO, A}}. adj. Separado, dividido, pofto á parte, dif tincto fobre fi. Do Lat. Avulfus. SOAR. DE BRIT. Apolog. 2, 6 Affi que o fentido e lição da eft. 67 ha de fer totalmente avulfo da eft. 68. MONTEIR. Art. 10, 13 Mas pois eftas materias são moraes e avulfas do fio, que le- vamos da oração, de propofito as guardamos para o fim do livro todo. M, BERN. Floreft. 4, 12, 87 Cidade [Tan- ger] na Mauritania Tingitana, modernamente avulja def- ta Coroa para a de Inglaterra. {{lema|AVULTADO, A}}. p. p. de Avultar. CEIT. Quadrag. 2, 141, 1. Ufafe as mais das vezes como adj. Corpuleuto, que faz grande vulto. Sous. Vid. 6, 6 E a refpeito defte corpo tão avultada [a arvore] e espaçofa, que fazia fó hum grande bofque. L. ALv. Serm. 2, 9, 28. n. 24 Na cidade Auxenia appareceo hum dragão... monftro tão avultado e fero, que &c. VIEIR. Voz. 15, 7, 9. p. 210 E [dizião] que fe havia alguma differença no In- fante, era eftar hum pouco mais avultado de corpo, por lhe faltat o exercicio da campanha. Met. Grande, confideravel, attendivel. L. ALv. Serm. 2, 3, 3. n. 5 Quem nos olhos divinos não avulta, por mais avultado que feja, não he nada. CHAG. Efcól. z, 101 Peccado de tanta malicia, de tanto eftudo, de tan- ta traição he mui avultada culpa, e mui crefcido de- licto. {{lema|AVULTAR}}. v. a. Augmentar, accrefcentar, fazer crefcer, tornar maior. VIEIR. Serm. 3, 12, 6. n. 521 Abrelhe a bocca, avultalbe as faces. [Falla do Eftatuario a ref- peito da obra.] CHAG. Obr. 1, 1, 1 Ja fe cançára ca- da qual dos homens em... avultar fazenda. Met. M. BERN. Luz e Cal. 2, 4, 364 Tudo o que fallo, quero que pareça alguma coufa, e para iffo o avulto com termos e acções encarecidas. Neutr. Augmentarfe, crefcer, fazerfe maior, tomar mais corpo ou grandeza, real ou apparentemente. CIT. Quadrag. 1, 59, z Com a evidencia do ventre da Se- nhora, que já avultava. TELL. Hift. 6, 4, 523 Sem K- car nenhum grão de moftarda; porque em ficando, lo- go havia de avultar fobre toda a outra hortaliça. VIEIR. Serm. 2, 10, 5. 11. 311 Ha coufas, que avultão mui- to, e pezão pouco. Met. Ser confideravel, reprefentarfe grande ou atten- divel. GUERREIP. Rel. 1, 1, 13 Por onde cada dia a- vulta nelles mais o fruito, que nelles fe faz. TELL. Chr. 1, 2, 15. n. 1 Da Companhia o que mais na Igreja Catholica avultava, era o que havia em Portugal. Vi- EIR. Serm. 2, 3, 3. n. 66 Mas fe todo efte mundo, e tudo o que nelle mais avalta, he vão, antes a mef- ma yaidade &c. {{lema|A VULTO}}. fórm. adv. Vej. Vulto. {{lema|AVULTOSO, A}}. adj. pouc. uf. Corpulento de grande vul- to. MENOR. DAS PROEZ. I, 12 Das.andas fahio huma Dona affas grave, e de avultofa prefença. {{lema|AUXILIADOR, ORA}}. adj. Que auxilia. Sous. Hift. 2, 2, 18. Addicç. He a primeira capella dedicada aos San- tos auxiliadores. VELASC. Acclam. 452 E fizerão hum pa- pel de fua propria letra e final, tomando nelle por tef- temunhas aos Santos do céo, auxiliadores de fua cafa. CARDOS. Agiol. 2, 580 Invocandoa fempre auxiliadora nos militares conflictos. Subft. O que auxilia. Feo, Tr. 2, 73, 4 Mas tor- nando a outro officio, que, fegundo o parecer de São Bernardo, Chrifto eftava fazendo em pé, eftando à mão direita de feu Pai, efte era o de auxiliador. CARDOS, Agiol. 2, 37 Pouco ha que daqui fe vai Santa Ignés, logo ha de vir Santo Antonio, auxiliadores fingulares para efta hora. M. BERN. Floreft. 2, 2, 300, A Imploran- do o amparo daquelle Senhor, que le preza de eftar com os atribulados, e fer auxiliador fiel nas opportunidades. No fem. M. FERNAND. Alm. 1, 5, 3. n. 47 O ultimo A fignifica auxiliadora na vida e na morte. {{lema|AUXILIANTE}}. p. a. de Auxiliar. Graça auxiliante. Theol. Graça do Espirito Santo, que conmunica os auxilios fubre- naturaes. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 12. n. 8 Que são todas as graças auxiliantes, antecedentes, concomitantes, e fubfequentes. {{lema|AUXILIAR}}. v. a. Soccorrer, favorecer, ajudar, dar auxi- lio. Do Lat. Auxiliare ou Auxiliari. BLUT. Vocab. {{lema|AUXILIAR}}. adj. de huma term. Que da auxilio ou foc- corro. Do Lat. Auxiliaris. ESPER. Hift. 1, 2, 3. n. I Mái de Deos, anxiliar e benigna padroeira dos Chriftãos. MEN. Portug. 1, 4, 201 A obrigação dos terços auxilia- res era accudirem ás fronteiras." Tropas auxiliares. As des alliados. Riz. DE MAC. Rel. 1, 2 Com o pofto de General das tropas de ca- vallaria auxiliares. Verbo auxiliar. Gramm. O que ferve para conjugar os outros. BLUT. Vocab. {{lema|AUXILIAR}}. s. m. Milic. Soldado, que fo vence foldo em tempo de guerra, onde ferve em corpo jeparado da tropa paga e regular. Tambem fe diz: Soldado auxiliar. TELL. Hift. 5, 9, 434 Com efta fama fe defenidárão os Im- peria es, e fe recolhêtão outra vez todos os auxiliares ... como he coftume fazerem os da ordenança. MER- CUR. de Junh. de 663 Morrèrao. do noflo exercito coufa de trezentos homens, em que entrou hum Meftre de Campo dos auxiliares. Lex. D'APONS. Comm. 217, 9 Sendo foldado auxiliar, c achandofe acafo no arraial, goza do privilegio. {{lema|AUXILIARIO, A}}. adj. pouc. uf. Que ferve para foccorrer e dar adjutorio. Do Lat. Auxiliarius. ARR. Dial 4, 9 O que d'antes era prohibido aos não cidadãos, que fomen- te erão auxiliarios, e não legionarios. {{lema|AUXILIO}}. s. m. Soccorro, ajuda, amparo, adjutorio. Do Lat. Auxilium. Sous. Vid. 2, 22 Pedindo licenças, re- medios, e auxilios do poder fupremo. Hift. 1, 1, 26 Aconteceo muitas vezes pegarfe fogo no mosteiro, cafa de edificio velho, e defemparado de auxilio de ho- mens. GALEG. Templ. 2, 196 Que exercito, ou que auxilio vos esforça. Theol. Graça do Efpirito Santo. CEIT. Serm. 1, 98, 4 Vai Deos promettendo ao jufto feus auxilios e fa- vores. Luz, Serni. 2, 2, 98. col. 3 A muitos homens entregues, e engolfados em peccados, e no amor terre- no, offerece Deos de continuo os meios e auxilios, pe- ra poderem alcançar a vida eterna. VIEIR. Serm. 7, iz, 6. n. 406 A graça e feus auxilios, ou são fufficientes fó- mente, ou eficazes: os fufficientes baftáo, mas não tem effeito; os efficazes tem o feu effeito cerro e infalli- vel, e por meio delles fe confegue o fim para que fo- rão dados. Epich. Adual. M.. BERN. Luz e Cal. 1, 8, 161, Adjuvante. M. FERNAND. Alm. 1, 6, 2. n. 4. Efficaz. Luz, Semmi. 2, 2, 98. col. 2. Efpecial. Luz, Serm. I, 75, 4. Eftavet. M. FERNAND. Alm. 1, 6, 3. n. 13. Ex- citante. M. FERNAND. Alm. 1, 6, 2. n. 4. Forte. VIEIR. Carr. 2, 111. Graciofo. M. FERNAND. Alma. 1, 2, 2. n. 64. Humano, GUERREIR. Rel. 3, 4, 5. Opportuno. MATT. Jeruf. 14, 17. VIEIR. Serm. 7 12, 6. n. 406. Singu lar. M. FERNAND. Alm. 1, 6, 5, n. 2. Soberano. Vi- EIR. Hift. do Fut. 4, 38. Sobrenatural. CALV. Homil. 2, 641. Sufficiente. Luz, Serm. 2, 2, 98. col. 3. Auxilios. pl. Tropas auxiliares. Maus. Aff. Afr. 4, 56 E convocar auxilios fe refolve.<noinclude></noinclude> h8bo19xbny6codfmzjm88kp32or10sr Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/741 106 255535 558083 2026-08-06T13:48:57Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: AUT Crédito, eflimação, conceito, confiança. Quanto ás peffoas. Goss, Chr. do Princ. 19 E confiderando que por fer tão moço como era, poderia haver, nelle menor autoridade da que convinha, pera por fi mefmo poder impetrar feu requerimento &c. CAM. Luf. 10, 112 Ven- do os milagres, vendo a fantidade, Hão medo de per- der a autoridade. FERNAND. GALV. Serm. 1, 13, 4. Po- rém ditofo tempo, e quanta inveja podiamos ter delle, pois que os v... 558083 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>AUT Crédito, eflimação, conceito, confiança. Quanto ás peffoas. Goss, Chr. do Princ. 19 E confiderando que por fer tão moço como era, poderia haver, nelle menor autoridade da que convinha, pera por fi mefmo poder impetrar feu requerimento &c. CAM. Luf. 10, 112 Ven- do os milagres, vendo a fantidade, Hão medo de per- der a autoridade. FERNAND. GALV. Serm. 1, 13, 4. Po- rém ditofo tempo, e quanta inveja podiamos ter delle, pois que os virtuofos e Prégadores tinhão tão grande du- toridade e valia com os Reis, que feguramente podião prometter feus favores e mercês." Quanto ás coufas. FERN. LOP. Chr. de D. J. I. 2, 47 Que era hum homem de grande fifo, polo qual el- Rei dava grande autoridade a feus confelhos. CAM. Luf. 7, 59 Lançando a grave voz do fabio peito, Que grande autoridade logo acquifta. CaLv. Defenf. 6, 18 Pera Pythagoras dar autoridade a fuas mentiras, fingio que decêra ao inferno. Peffoa de autoridade. A que por fuas virtudes, naf- cimento ou empregos, be refpeitavel. Azur. Chr. 3, 15 Aquel les Embaixadores del Rei de Portugal erão homens de grande autoridade. BRIT. Chr. I, 29 Levava ordinaria- mente comfigo dous Religiofos anciãos e de muita auto- ridade. Sous. Hift. 1, 2, 30 Acertou de entrar por ca- fa Dom Lourenço de Thomar homem religiolo e de autoridade. Epith. Ampla. EsYER. Hift. 2, 7, 16. n. 6. Apof- tólica. (a do Summo Pontifice) Luc. Vid. 1, 4. Divina. VIEIR. Serm. 1, 3, 2. col. 157. Extraordinaria. Luz, Serm. 2, 117, 2. Fraca. BARTH. GUERREIR. Cor. 1, 17, 101. Humana. VIEIR. Serm. 1, 3, 2. col. 157. In- fallivel. GASP. DOS REIS, Rel. 1, 2 y. Infinita. VIZIR. Serm. 9. do Rof. 4, 1, 145. Irrefragavel. HEIT. PINT. Dial. 2, 4, 6. Judicial. BARTH GUERREIR. Cor. 4, 86, 712. Legitima. PURIF. Chr. 1, 1, 3. §. 1. Luftro- fa. ESPER. Hift. 2, 10, 22. n. 2. Madura. FERN. LDP. Chr. de D. J. I. 1, 89. Notavel. ESPER. Hift. 2, 8, 27. n. 2. Ordinaria. (Epifcopal Sous. Vid. 4, 10. Pa- ternal. Luc. Vid. 2, 9. Perverfa. FR. G. DA SILV. Vid. 2, 2. Plenaria. ESPER. Hift. 2, 10, 46. n. 5. Pleniffima. ESPER. Hift. 1, 4, 32. n. 4. Poderofa. BARTH. GUER- REIR. Cor. 4, 87, 733. Privada. Carr. Quadrag. 1, 211, 2. Rigorofa. Luc. Vid. 10, 12. Severa. D. G. Cdu- TINI. Jorn. 83 y. Singular. BARTH. GUERREIR. Cor. 4, 69, 632. Summa. ARR. Dial. 3, 16. Suprema. BaiT. Mon. 1, 1. tit. 14. Vencravel. FR..L. DOS ANJ. Jard. 584. Verb. Abater a... de alg. PARAD. Art. 1, 24, 57. col. 4. Acanhar a....de alg. Los. Corr. 4, 38 y. Acquirir LISB. Jard. 428, 15. Acquistar ... CAM. Luf. 7, 59. Alcançar ... FERR. DE VASc. Ulyflip. Prol. Apoucar a de alg. CALV. Homil. 1, 452. Citar a de alg. FR. L. Dos Ass. Jard. 98. Cobrar... cont alg. PARAD. Art. 3, 3, 126. col. 1. entre alguns. BARR. Dec. 3, 8, 7. Conciliar... à alg. VIEIR. Serm. 9. do Rof. 4, 4, 155. Confervar... abj. FR. GASP. DA GRUZ, Tr. 16, 5. para com alg. CART. DE JAP. 2, 36, 2. Dar ANDRAD. Inftit. 86. a alg. c. FER Lor. Chr. de D. J. I. 2, 47. TAVOR. Hift. 164. a alg. para alg. c. FR. GASP. DA CRUZ, Tr. 15, 4. Defender a... de alg. ou de alg. c. RIB. DE MAC. Juiz. 1. Derogar .... de alg.. FR. BERNARD. DA SILV. Defenf. 1, 25. na ... de alg. TAVOR. Hift. 102. alg. c. da ... de alg. TAVOR. Hift. 196. Diminuir ... de alg. CALV. Honiil. 1, 452. Exercitar... para com alg. GRAN. Comp. 3, 8. Grangear... PARAD. Art. 2, 32, 116. col. 3. Interpôr fua ... Sous. Vid. 4, 10. VIEIR. Serm. 3, 8, 7. n. 352. Mofirar... TAVOR. Hift. 28. Perder a... TELL. Chr. i, 1, 6. n. 13. para com alg. Luc. Vid. 1, 11. alg. c. de fua... Das peffoas. FERNAND. GALV. Serm. 1, 16, 3. MAUS. Aff. Afr. 4, 52 y. Por a... de parte. Luc.. Vid. 2, 3. Poffuir... Sous. Vid. 1, 26. Rebater a... de alg. HEIT. PINT. Dial. 2; 5, 19. Ser alg. c. de... diante de alg. PAIV. Serm. 3, 115. Ter... abf. Das peffoas e coufás. HIST. DO COMEÇ. 3 V. FR. GASP. DA CRUZ, Tr. 16, 1. com alg. Das peffoas. FERNAND. GALV. Serm. 1, 13, 4. em alg. Iug. AZUR. Chr. 3, 8. PIN. Chr. de D. Sanch. II. 8. para alg. c. Ros. Summ. 4. Autoridade. Faculdade, indulto, licença, permissão do fuperior. Luc. Vid. 1, 4 Como fazem por juftos ref- peitos e por autoridade Apoftolica aos mais peregrinos. BRIT. Chr., 4 E porque não houveffe quem os pudeffe inquietar, faltandolhe a autoridade do Bifpo, a eu ja jurdicção estava fujeito aquelle lugar. RIB. DE MACI Rel. 1, 2 Sahia de Londres a encontralo o General Lambert com autoridade do Parlamento. Paffo, lugar, texto cu palavras de algun efcrito, que fe cita ou allega em confirmação do que fe diz. AZUR. Chr. 3, 95 O Meftre prégou alli huma prégação com muitas autoridades da Santa Efctitura. HEIT. PINT. Dial. 1, 1, 1 Pudêra eu pera exaggerar e amplificar minhas razões trazer huma nuvem de autoridades, com que vos affombrara. VIEIR. Serm. 9. do Rof. 4, 1, 143 Por iffo os ditos, que allegamos, fe chamão autoridades, por- que o autor he o que lhe dá o crédito, è the concilia o respeito. {{lema|AUTORIZADAMENTE}}. adv. mod. pouc. uf. Com auto- ridade. PARAD. Art. 1, 27, 65. col. 3 Não importa me- nos a gravidade das palavras, e faber como dellas fe deve ular autorizadamente, porque tanto mal fazem as poucas, como as muitas. {{lema|AUTORIZADO, A}}. p. p. de Autorizar. BARR. Dec. 31 9, 1. Feo, Tr. 2, 302, 2. Sovs. Hift. 1, 2, 43- Ufafe como adj. Refpeitavel, digno de veneração, honra e apreço. Das peffoas. LOBAT. Palm. 5, 2 Se reco lherão ao caftello, onde de huma autorizada dona, mu- lher do velho, forão mui bem recebidos. BRIT. Chr. 1, 28 Em trajos de hum Religiofo de habitos pretos, mui autorizado. Sous. Hift. 1, 2, 11 Por huma parte traba- lhavão alguns velhos dos mais nobres e autorizados da cidade, obrigados das inftancias de todos os mais &c. Das coufas, MEMOR. DAS PROEZ. 1, 38 Cafo que logo afli moftrava huma gravidade autorizada. CORT. R. Naufr. 6, 62 Não bafta longa idade autorizada. CART. DE JAP. 2, 178, 2 Com cftas palavras ficarão não pou- co autorizadas noffas coufas nos corações dos circunf- {{lema|AUTORIZAMENTO}}. s. m. pouc. tif. Acção de autorizar ou de authenticar. CONST. DE BRAG. 29, 2, 1 Os quaes [Provifor e Vigarios] não levatão mais pelos tães au torizamentos do que hum toftão por cada Igreja, cujos fructos fe arrendarem. tantes. {{lema|AUTORIZAR}}. v. a. Legalizar, authenticar, fazer váli do, firme ou de pública fé. Do Lat. barb. Authorizare. (Authorifar) FR. SIM. COELH. Chr. 2, 13, 159 Por validir e autorizar as Religiões com o favor Apoftolico. BRIT. Chr. 2, 8 E pera mais autorizar o titulo de fua doação entrou na companhia de Innocencio na cidade de Nápoles. Sous. Hift. 1, 3, 14 Como o milagre foi tão parente, houve cuidado de o fazer juftificar e autorizar pelo Ordinario. Qualificar, approvar, dar alguna confa por boa e digna de estimação. BRIT. Chf. 2, 16 Com pretexto de continuar á fua fombra com os defaforos coflumados, que lhe autorizava feu Capellão e amigo Gerardo com a dignidade de Legado, que lhe o fcifmático Anacleto concedeo. Luc. Vid. 2, 8 Aqui começou o mefmo Se- nhor a autorizar mais pública e folemnemente a doutri- na de feu fervo com milagres. FERNAND. GALY, Serm: 3, 309, i O diabo (diz Santo Agoftinho) bão tem ou- tro intento, que autorizar males pera os facilitar. Comprovar, confirmar com o dito ou teftemunho de alguem. BRIT. Mah. 1, 1, c. 24 A gravidade da Hifto= ria confifte no crédito e reputação dos Hiftoriadores, con que fe autoriza. Acreditar, fazer verdadeiro ou fidedigno. Fr. S. COELH. Chr. i, 14, 59 Autoriza em grande maneira dito de Armachano outro autor muito mais antigo que elle. MARIZ; Dial. 3, 4 A fimplicidade daquelle tempo póde muito bem autorizar a foltura das palavras: TELL: Chr. 1. Prol. Tambem o diabo... talvez diz hu- ma verdade pera autorizar muitas mentiras. Fazer refpeitavel, engrandecer, illuftrar. As peffuas. Reg. alg. ou à alg. ábf. ou com alg. c. BARR. Dec. 1, 1; 1 E feito hum grande exercito de gente pot autori- zar fua peflon &c. BRIT. Chr. 1, 3 Tantas almas ... que fendo moradas de Deos, elle proprio autoriza cont fua divina afliftencia. ESTAÇ. Tr. 1, 10 Afli como as caas da velhice autorizão aos homens, afli as da antiguri- dade autorizão as gerações.. As coufas, dandolhes luftre ou coucillandolhes ve- neração, apreço &c. Feo, Tr. 2, 287, 2 As quaes [alenteinas ... autorizavão muito o acompanhamento, e o fazião mais appararofo. Sous. Vid. 4, 8 Que pois fe celebrava em fua Provincia [o Capitulo] quizeffe hon- ralo e autorizalo com fua prefença. VIEIR. Serm. 8, 633<noinclude></noinclude> 7yitd8umkqbfdr28pfzj2o4ex5aawlc Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/740 106 255536 558084 2026-08-06T13:50:47Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: A U T hum Gil, hum Gil, hum Gil, Que má retentiva hei, Hum Gil, yo non direi, Hum, que não tem, nem ceitil, Que faz os aytos a elRei. (Falla hum paftor) PAIV. Serm. 1, 42 E por iffo huma das coufas ... com que queria que feftejaffemos tamanha folemnidade, he, não com banqueres, nem com autos, &c. HEIT. PINT. Dial. 2, 5, 4 Dura ifto, em quanto dura o au- to, elle acabado fica cada hum no que era. Auto. ant. O mefmo que Acto, parte do p... 558084 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A U T hum Gil, hum Gil, hum Gil, Que má retentiva hei, Hum Gil, yo non direi, Hum, que não tem, nem ceitil, Que faz os aytos a elRei. (Falla hum paftor) PAIV. Serm. 1, 42 E por iffo huma das coufas ... com que queria que feftejaffemos tamanha folemnidade, he, não com banqueres, nem com autos, &c. HEIT. PINT. Dial. 2, 5, 4 Dura ifto, em quanto dura o au- to, elle acabado fica cada hum no que era. Auto. ant. O mefmo que Acto, parte do poema dra- matico. Luc. Vid. 9, 20. Autos dos Apoftolos. ant. Vej. Actos, e he como hoje fe diz. VERCIAL, Sacram. 1, 48, 36. ESTAT. DOS CONEG. AZUES, I, I. {{lema|AUTOGRAPHO, A}}. adj. Original, efcrito de mão propria. Do Lat. Autographus. acc. na antepenult. BLUT. Vocab. {{lema|AUTOMATO}}. s. m. Maquina, que parece moverfe por fi mefna, occultando o principio do movimento. Do Lat. Au- tomatum. acc. na antepenult. BLUT. Vocab. Autono. s. m. antiq. O mefmo que Outono. Fr. MARC. Vid. 6, 5. {{lema|AUTOR}}. s. m. Principio ou primeira caufa de algum effeito. Do Lat. Author. ( Auctor, Author ) antiq. Actor. MEMOR. DAS PROEZ. 1, 6 Más emprezas, ainda que te- nhão bom fucceffo, fempre fe terminão em damno dos autores. BRIT. Mon. I, 1. c. 14 As obras valerofas in- citão o animo dos eftranhos à imitalas, e perpetuão o nome do autor dellas. CASTR. Ulyff. 5, 71 Onde a fer- mofa Tocha do bello Sol, autor do dia, ta máquina luftrofa. Alumia ef Autor da graça, da natureza, da vida. Deos. Paix. DE JES. CHRIST. 20, 23 Doudice parece aos homens mor- rer pelos homens o Autor da vida. Bart. Chr. 1, 3 Oh que comparação tão defconforme do captivo pera o Se- nhor, e do pó e cinza pera o Autor da natureza! M. BERN. Floreft. 1, 10, 415, C Gloria fó a ti, ó Deos admiravel em teus Santos bem he, que em quanto Au- tor da Graça te excedas a ti meimo, em quanto Autor da natureza. que. Inftituidor, fundador. BRIT. Chr. 1, 12 Dizendo não lhe convêm o titulo de pai e autor da Re- ligião.. Ordem Religiofa] CEIT. Serm. 2, 321, 3 O autor e fundador deffa cidade de Hierufalem foi Melchi- fedeck. Sous. Hift. I, 1, 23 Como primeiro pai, e primeiro autor da fanta reclusão. Defcobridor, inventor de coufa nova ou antes não defcoberta. Sous. Hift. 1, 3, 19 E he coufa averigua- .da qne forão autores defte artificiofo confelbo os Frades defta Ordem. CASTR. Ulyff. 9, 48 Fraudulento autor de enganos. Cɛs. Summar. 3, 6 Acertada maxima de va- lidos, fazer fempre autor das acções a feu Principe. que primeiro dá alguma noticia. SA DE MIR. Ecl. 4. cantig. 2, 4 Quando pela amorofa, E delicada praia rumor corre, Primeiro fem autor e fem certeza, Que o poderofo Amor d'amores morre. Cabeça, o principal de algum partido, feita, opi- niño &c. BARR. Dec. 3, 8, 8°E elle tambem depois deo fuas rezões por o não terem por autor daquellas dif- ferenças. Fa. GASP. DA CRUZ, Tr. 28, 3 Forão con- demnados á morte todos os principaes autores do movimen ro. GUERREIR. Rel. 1, 2, 39 Que tambem na liga con- tra Daifuzama fora principal autor. O que compõe alguma obra literaria. Luc. Vid. I, 1 He o com que alguns autores obrigão aos infieis de noffos tempos a ter por certo quanto os Evangeliftas ef- crevem. BRIT. Chr. 1, 7 Nefte erro dizem alguns au- tores, que fundarão hum oratorio. Sous. Vid. 2, 25 E lendo nellas [traças da reformação] o fervor de efpiri- to .. do autor, fe lhe affeiçoava cada vez mais. Epith. Acreditado. Leão, Defcript. 8. Antigo. Sous. Hift. 1, 1, 3. Approvado. HEIT. PINT. Dial. 1. Prol. Apurado. PINT. PER. Hift. Prol. Auchéntico. BAR- REI. Chorogr. 7 y. Celebrado. VIEIR. Serm. 3, 4, 2. n. 155. Celebre. SOAR. DE BRIT. Apolog. 1, 37. Claffi co. ARR. Dial. 4, 26. Delicado. M. FERNAND. Alm. I, 1, 1. n. 8. Defentereffado. S. MAR. Chr. 1, 2, 7. n. 5. Diligente. CuNu. Catal. 1, 12. Douto. Paiv. Serm. 1, 136 . Davidofo. ANDRAD. Cerc. 16, 83, 2. Eminente. FR. BERNARD. DA SILV. Defenf. 1, 10. Erudito. CUNK. Catal. 1, 13. Excellente. HEIT. PINT. Dial. I. Prol. Exi- 2nio. VIEIR. Serm. 2, 15, 5. n. 492. Fabulofo. ESTAÇ. Antig. 934. Famigerado. M. BERN. Luz e Cal. 1, 9, 200. Famofo. Los. Cort. 1, 3. Fidedigno. BRAND. Mon. 3, 10, 36. Grande. VIEIR. Serm. 8, 278. Grave. HEIT. PINT. Díal. 1. Prol. Incerto. ANDRAD, Cerc. 16, AUT 83, 2. Moderno. Paiv. Serm. I, 258. Noticiofo. VIEIN. Serm. 8, 359. Originario. MATT. Jeruf. 1, 29. Pio. PAIV. Serm. 1, 136 . Principal. FERNAND. GALV. Serm. 3, 157, 1. Qualificado. VIEIR. Serm. 6, 8, 2. n. 233. Sufficiente. AzUR. Chr. 3, 12. Temerario. BARTH. CUER REIR. Cor. 1, 20, 160. Velbo. FERN. Lor. Chr. de D. J. I, 1, 159. Veneravel. PURIF. Chr. 2, 4, 3. §. 16. Autor. Forenf. O que põe on intenta em juízo algn- ma acção contra outro, e a promove. F. ALv. Inform. 12 O autor póe fua aução quanto quer dizer, fem nin- guem fallar. CATHEC. ROK. 314 Os autores e accufa- dores devem fer amoeftados, que fe não movão por amor ou odio, ou cobiça á caufar perigo á peffoa algu- ma com accufações maliciofas. BARTH. GUERREIR. Cor. 4, 86, 712 Erão em outros tempos melhores as fe- pulturas dos Martyres os tribunaes, onde fe averigua- vão as verdades dos réos c autores em fuas demandas. Met. FERR. DE VASC. Aulegr. I 8 Inde mal, por- que ha tanto que fou réo, padecendo culpas de autor. Auror. f. ant. O mefmo que Autora. EUFROS. 1, 4 Muito mais merece a mentira, autor de toda a malda- de. BRIT. Mon. I, 1. tit. 4 Foi autor deftas mulheres, Pallas, filha de Japeto Atlante. Luz, Seim. 1, 41, I Porque como Deos, he jufto, quiz que a mulher, que foi autor primeiro da culpa, tiveffe dobrada pena. Adag. De ma companhia guarte, de fer autor nem parte. DELIC. Adag. 160. {{lema|AUTORA}}. s. f. Ulafe em todas as differentes accepções de Autor. FERNAND. Palm. 4, 12 Eu não fou a autora dos verfos. Cour. Dec. 5, 4, 6 As autoras delta obra táo heróica forão Ifabel da Veiga, e huma Anna Fer- nandez. B. ESTAÇ. Rim. 169 Então defeja a propria fer- mofura Autora das boninas e das rofas. {{lema|AUTORIA}}. s. f. Forenf. Condição de autor no litigio ou pleito judicial. acc. na penult. 'ORDEN. DE D. MAN. 3, 29 E mandamos que fe algum nomear autor, feja theu- do de jurar que nom nomea maliciofamente, nem pera perlongar o feito e nom querendo jurar, nom lhe feja recebida a autoria. Paov. DA HIST. GEN. 4, 6, 240. p. 513. ann. 1594 E não lhe afliftindo com fua autoria e defensão. LEño, Report. 10 Autorias em que cafo hảo lugar. {{lema|AUTORIDADE}}. s. f. Imperio, dominio, poder, jurifdic- ção, direito de fe fazer obedecer. Do Lat. Autoritas. (Au- toridade, Authoridade) antiq. Actoridade. ARR. Dial. 6, 13 Porém porque.julgar propriamente he ou per pro- pria autoridade, ou por commifsão do fuperior &c. Luc. Vid. 1, 10 Com fua real autoridade a defenderão e con- fervárão os Reis a Companhia] BRIT. Chr. 1, 3 Bem entendo que ao cargo Abbacial, que tenho, e á obri- gação e autoridade, que com elle fe me concede, con- vinha dar a qualquer defeito de meus fubditos hum caf tigo tão afpero, que &c. Emprego autorizado, cargo honorifico. BRIT. Mon. 1, 1. tit. 14 Regia a fuprema autoridade Sacerdotal Aa- ron. VIEIR. Serm. 8, 363 Os defejos da fuprema auto- ridade são os modos mais apertados de mandar. Gravidade, decoro, decencia conveniente ao emprego ou cargo público, ou ds coufas, que fe tratão, ou ás pef- foas, que as fazem. TEIV. Sentenç. Como a grande familiaridade Desfaz a autoridade, afli a damna A con- tinua e fecca gravidade. MARIZ, Dial. 5, 3 Era tão brando [elRei D. João III.] que houve quem diffe ex- cedia o modo neceffario a autoridade dos Reis e Prin- cipes. LEño, Chr. de D. Aff. IV. 153 Aqui acabou a Rainha com algumas... que ella com fua autorida- de Real, e gravidade natural não pôde encobrir. Refpeito, veneração, apreço procedido ou das quali- dades proprias da peffoa, ou da dignidade e emprego, que tem. BARK. Dec. 3, 8, 7 E davalhe tanto crédito e ef- tima, que começou a cobrar entre os Mouros vizinhos a autoridade, que tinha perdida. PAIV. Serm. 1, 51 Quando fe achar quem no caftigo dos vicios, e defeitos do proximo trara mais da autoridade e preeminencia fua, que do remedio dos caftigados, eftá muito longe do el pirito e zêlo Chriftão. CAM. Luf. 8, 76 Julga na auto- ridade grão valia. Das coufas. BRIT. Mon. I, 1. tit. 7 Na verdade dos Antigos, e autoridade dos annos fica bem fundada a fé da hiftoria, e o crédito de quem a conta. Sous. Vid. 1, 26, E fe Viana já então poffuia autoridade e nome, que hoje tem &c. BARTH. GUERREIR. Cor. 4, 32, 517 Atavalha as mãos, a autoridade da lei divina, que o Santo Irmão prégava.<noinclude></noinclude> i46ypo1e8e4nnsz2lh5g8ctfzxqj2p9 Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/739 106 255537 558085 2026-08-06T13:54:49Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: A U S Arcturo, e do Occidente Com fuas falfas ondas o Ocea- no, E pela auftral o mar mediterrano. Luc. Vid. 1, 13 Torna a decer contra o Sul até outro infigne cabo e o mais auftral de todo o Oriente. Pólo auftral. Aftron. Pólo antarctico ou meridional. PEDR. NUN. Tr. da Esfer. 2 Tambem fe chama auftral [polo] porque eftà naquella parte, donde vém o vento Auftro, que he o Sul. TELL. Chr. 1, 1, 13. n. 10 Na- vegou o golfão de Bengala, d... 558085 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A U S Arcturo, e do Occidente Com fuas falfas ondas o Ocea- no, E pela auftral o mar mediterrano. Luc. Vid. 1, 13 Torna a decer contra o Sul até outro infigne cabo e o mais auftral de todo o Oriente. Pólo auftral. Aftron. Pólo antarctico ou meridional. PEDR. NUN. Tr. da Esfer. 2 Tambem fe chama auftral [polo] porque eftà naquella parte, donde vém o vento Auftro, que he o Sul. TELL. Chr. 1, 1, 13. n. 10 Na- vegou o golfão de Bengala, defcobrio novas conftella- ções, adorou o cruzeiro do polo auftral. VIEIR. Serm. 8, 154 Por iffo a Providencia Divina... fez logo navegar a Xavier com a proa ao polo auftral. {{lema|AUSTRIACO, A}}. adj. Natural do Archiducado de Auf- tria na Alemanha, ou que lhe pertence. MARIZ, Dial. 3, 3. Defcendentes daquella Auftriaca profapia. Ris. DE MAC. Rel. 2,1 O nome de Borgonha extinto no dominio Auf- triaco. VIER. Serm. 9. do Rof. 9, 5, 337 Aflim the fuccedeo ao mefmo Principe Auftriaco. {{lema|AUSTRIANO, A}}. adj. pouc. uf. O mesmo que Auftriaco. Tambem fe ufa como fubft. BARREIR. Chorogr. 216 Auf- trianos e Ungaros por ferem vizinhos dos Vcnetos &c. {{lema|AUSTRINO, A}}. adj. O mesmo que Auftral. Do Lat. Auf- trinus. Cav. Luf. 9, 16. Levando a proa Pera onde a natureza tinha pófta A meta auftrina da efperança boa. {{lema|AUSTRO}}. s. m. Hum dos quatro ventos principaes, dito por outro nome vento ful ou meridional. Do Lat. Aufter. CAM. Luf. 6, 77 Noto, Auftro, Boreas, Aquillo querião Arruinar a máquina do mundo. CORR. Comm. 1, 2 No- to fopra do meio dia, e chamáolhe os Latinos Auftro, e os inarinheiros Sur ou Vendaval. VIEIR. Serm. 8, 153 Levantate ó Norte, e vaire embora do meu jardim, diz a Igreja, e venha em teu lugar o Auftro, e vente e affopre nelle. Epith. Brando. MONTEIR. Art. 29, 13. Féro. CAM. Luf. 1, 35. Feroz. ANDRAD. Cerc. 13, 66, 1. Impetuo- fo. ANDRAD. Cerc. 13, 66, 1. Potente. CORT. R. Nau- fr. 8, 80 . Sibilante. MATT. Jeruf. 8, 1. Tepido. MAUS. Aff. Afr. 5, 72 . Tempeftuofo. ANDRAD. Cerc. 6, 28, 1. Valente. CASTR. Ulyff. I, 10. Poet. A parte meridional do mundo. CAN. Luf. 1, 21 Os que o Auftro tem. CORR. Comm. São os morado- res da parte do Sur. Chamãofe allim do vento Auftro, que venra daquellas partes. {{lema|AUSTURIANO, A}}. adj. antiq. O mefmo que Afturiano. CASTANH. Hift. 3, 26. {{lema|AUTHENTICA}}. s. f. uf. Despacho ou certidão, com que fe teftifica a identidade e verdade das reliquias para a pública veneração. Met. M. BERN. Medit. 12, I A authentica dos privilegios e fóros da Virgem, eftá efcrita vivamente em fua mefma peffoa tão fupereminente, que fe roça com as tres Divinas. Forenf. Qualquer das conflituições recopiladas por or- dem de Juftiniano no fim do Código. BLUT. Vocab. {{lema|AUTHENTICADO, A}}. p. p. de Authenticar. AVEIR. Irin. 26. Sous. Hift. 1, 6, 11. TELL. Chr. 1. Prol. {{lema|AUTHENTICAMENTE}}. adv. mod. Por hum modo legal, e em forma, que faça fé. MARIZ, Dial. 1, 5 Tambem fe acha authenticamente eferito. Sous. Hift. 3, 1, 17 E por conftar authenticamente fiz e affinei efte. VIEIR. Serm. 4, 15, 6. n. 567 Confta authenticamente ncfta mefma Corte, que &c. {{lema|AUTHENTICAR}}. v. a. Autorizar, legalizar, qualificar publica e juridicamente. Aveia. Itin. Prol. O qual Irine- rario... fubmetto á correcção daquelles que pela fua fciencia e virrude rem liberdade e autoridade pera o bem approvar e authenticar, e o máo reprovar e re- pudiar. Sous. Vid. 3, 5 E fe houvera nelles curiofida- de pera fazer authenticar ambas as maravilhas &c. FREIR. Vid. 1, 58 Com autoridade do Papa Gregorio XIII. authenticou o milagre. {{lema|AUTHENTICIDADE}}. s. f. uf. Legalidade, approvação ou qualificação feita publicamente e com as folemnidades juridicas. {{lema|AUTHENTICO, A}}. adj. Autorizado, approvado, a que fe dá fé pública e formal. Do Lat. Authenticus. acc. na antepenult. Das peffoas. FR. G. DA SILV. Vid. 3, 13 E não quiz revellar, nem communicar facilmente com os homens authenticos, e grandes letrados, elle entendia o que grandemente ignorava e não fabia. MOR. Palm. 2, 167 Porque em fer defta maneira, é em cal tempo concertão os mais antigos e authenticos autores. Luz, Scrm. 2, 103, 4 Dizemno tantas, é tão authenticas peffoas que não ferá temeridade crêlo, ferá gröfferia deixar de o crer. Legalizado, comprovado com as formalidades juridi- cas, e que fazem fe publica. Goes, Chr. do Princ. 51 Deftes auros fe fizerão logo inftrumentos públicos e au- thenticos. FR. MARC. Chr. 1, 1, 48 Porque não trazião algumas letras authenticas de feu estado d'algum Prela- do Ecclefiaftico. BRIT. Mon. 1, 3. c. 14 Em negocios de geração não fe foffrem conjeituras imaginadas, fenáo efcriruras authenticas. Subft. Forenf. O mefmo que Authentica. PiNT. RIB. Elog. 164 He quanto efcreve o Emperador Juftiniano em hum authentico. {{lema|AUTIVO, A}}. adj. antiq. Vej. Activo. VIT. CHRIST. I, 5, 25 . FR. G. DA SILV. Vid. 1, 4. MEMOR. DAS PROEZ. I, 42. {{lema|AUTO, A}}. adj. antiq. Vej. Apto. ESTAT. DA ORDEN. DE SANTIAG. 13. PIN. Chr. de D. Sanch. II. 4. Paiv. Serm. I, 23. {{lema|AUTO}}. s. m. antiq. Acção, feito, procedimento. EUEROS. I, I Que eftes e outros femelhantes autos são os pri- meiros de vofla colheita. Fa. SIM. COELH. Chr. 1, 8, 29 Tudo o que no entendimento entendem e obrão por autos exteriores, offrecem a Deos. LEIT. D'ANDRAD. Mifc. 1, 9 He ifto muito pera fe ver, por fe parecer muito com autos de guerra, e efcaramuças de Mouros. Continencia, gefto on movimento do corpo. REGR. DA ORD. DE SANTIAG. (da ed. de soy) 9, 1 Guardem rem- perança em fallar, e em andar, e em todas fuas obras, geftos, e autos de feu corpo. BARR. Cartinh. Nas obras rres efpecies: géftos, autos, e movimentos. MEMOR, DAS PROEZ. 1, 18 Chegando ante elle com honefto defpe- jo, e vergonhofo auto. Forenf. Inftrumento authentico e folemne, feito com autoridade pública e formalidades de Direito. Nefta e nas feguintes fignificações conferva ainda hoje a primei- ra orthografia. GOES, Chr. do Princ. 42 Trouxe refpofta deftes Senhores e de outros de Caftella a elRet Dom Affonfo, e autos feitos e folemnizados por elles. PINT. PER. Hift. 1, 27, 122 Fazendo cada hum autos e pro- ceffos de juftificação. Leño, Chr. de D. Fern. 214 Ahi fizerão hum folemne auto, em que proteftáráo, que com medo do povo Romano, e foldados, que na fé vagan- te havia em Roma, elegêrão a Urbano fem fua vonta- de, e per força. Pl. Fetto, proceffo de alguma caufa on pleito. Luc. Vid. 6, 3 Que não enfinaffem os meninos por os autos ou feitos, que ficavão das demandas. F. DE MENDOÇ. Serm. 2, 360, 7 Quem ha de ver eftes autos? quem ha de reconhecer deftas caufas VIEIR. Serm. 9. do Rof. 6, 8, 243 O Juiz fó póde condemnar o culpado, fendo culpado, e abfolver o innocente, fendo innocente; mas condemnar ou abfolver o mefmo homem pelos mesmos au- tos, iffo não póde fer em nenhum juizo. Eftar pelos autos. Fraf. met. e fam. Conformarfe. SALGAD. Theatr. 2, 10 Eftai nifto pelos autos, E fa- bei que nefta caufa Vos ha de fer máo concerto Me- Ihor que boa demanda. Auto. Solemnidade, acção pública e celebrada cont apparato. MEMOR. DAS PROEZ. 1, 40 Muitos monteiros de pé com feus fabujos, e todo o apercebimento do au- to. Goes, Chr. do Princ. 35 Tendo feita a mefma de- claração nos autos públicos, em que a fez jurar por Princeza herdeira de Caftella e Leão. CORT, R. Naufr. 4, 44 Alli eflava Hymenéo, estava Juno, Em feme- lhantes autos fempre certos. Auro. abf. ou Auto da Fé. O em que o Tribunal da Inquifição faz abjurar em público os erros contra a noffa fanta Fe Catholica, ou relaxa os hereges impenitentes e relapfos á justiça fecular, lendofethes primeiro a huns e a outros as fentenças das culpas, de que estão convencidos. MARIZ, Dial, 5, 5 Foi avante a Inquifição, e fe fizc- rão muitos Autos. F. DE MENDOÇ. Serm. 2, 382, zx Quaes confio eu na Divina bondade Terão rodos os que hoje confeffados e arrependidos fahem nefte Auto da Fé. VIEIR. Serm. 9. do Rof. 11, 1, 387 Convictos porém nefte famofo Alto da Fé, &c. (affim impreffo) Auto. T. das Efcolas e Universidades. Vej. Acto, e he como hoje fe diz. FR. ISIDOR. DE BARREIR. Hift. 5. TELL. Chr. 1, 1, 22, n. 1: PARAD. Dial. 6, 46. Auto. Poer. Compofição dramatica en hum fó acto, em que fe reprefenta toda a forte de acção devota, feria on burlefca, introduzindo por interlocutores peffoas allegoricas, antiq. ou ruftic. Ayto. Gi Vic. Obr. 1, 25 E<noinclude></noinclude> c88t8qz39rcp56jj23x9nhbtl0455bm Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/738 106 255538 558086 2026-08-06T13:57:33Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: A U S do Princ. 47 Sendo elRei feu pai anfente defte Reino. BRIT. Chr. I, 10 Indaque fe não podia chamar aufente delles; pois táo ordinariamente o viáo prefente comfigo. Subft. pl. Peffoas, que eftão diftantes e em outro lu- gar apartado. MoR. Palm, 2, 141 Dizer mal dos aufen- tes he de animos fracos; contentar os prefentes o mef- mo. FERR. DE VASc. Anlegr. 1, 10 Eftas são como Prin- cipes, não the lembrão ou aufentes. Aufente. adj. R... 558086 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A U S do Princ. 47 Sendo elRei feu pai anfente defte Reino. BRIT. Chr. I, 10 Indaque fe não podia chamar aufente delles; pois táo ordinariamente o viáo prefente comfigo. Subft. pl. Peffoas, que eftão diftantes e em outro lu- gar apartado. MoR. Palm, 2, 141 Dizer mal dos aufen- tes he de animos fracos; contentar os prefentes o mef- mo. FERR. DE VASc. Anlegr. 1, 10 Eftas são como Prin- cipes, não the lembrão ou aufentes. Aufente. adj. Renoto, diftante, que está ou fuccede em differente lugar. Da coufas. CAM. Canç. 6, 8 Saibão que já não mara vida aufente. VIEIR. Serm. 8, 423 Xa- vier aflim via as coulas futuras ou aufentes, e fallava nellas, como fe as tiveffe diante dos olhos. Situado em parte diftante. Dos lugares. BARTH. GUERREIR. Cor. 4, 5, 419 Com defculpa, que hum ho- mem eftrangeiro de tão aufente e alongada patria não ti- nha mais que offerecer, que aquellas barras. TELL. Chr. 2, 5, 1o. n. 9 Não lhe encobrindo Deos ao P. An- chieta] nem o que eftava mais alongado por diftancia de rempos, nem o que era mais aufente, por apartamento de terras. Aufente de alguma coufa. Que eftá livre, longe, on privado della. Conr. R. Naufr. 14, 172 Quando dos falfos bens me vejo aufente. {{lema|AUSO}}. s. m. Oufadia. BLUT. Vocab. Suppl. {{lema|AUSOLUTAMENTE}}. adv. mod. antiq. Vej. Abfolutamen- te. PIN. Chr. de D. Din. 27. CASTANH. Hift. 8, 18. {{lema|AUSOLUTO, A}}. adj. antiq. Vej. Abfoluto. PiN. Chr. de D. Aff. II. 3. CASTANH. Hift. 8, 56. (efcreve aufu- luto BARR. Gramm. 120. {{lema|AUSPICAR}}. v. a. pouc. uf. Augurar, prognofticar, predi- zer coufa profpera. Ufafe tambem com pron. peff. Do Lat. Aufpicari. MERCUR. de Agoft. de 666 Na qual [falla] breve e elegantemente lhe fignificou o amor e veneração, com que aquelles vaffallos os recebião, as fe- licidades, que fe aufpicavão das taes bodas; e o quanto deviáo fer eftimados de fuas Mageftades. {{lema|AUSPICE}}. s. m. pouc. uf. O mefmo que Arufpice. Do Lar. Aufpex. M. FERNAND. Alm. 1, 5, 3. n. 77 S. João Bau- tifta, termo da Lei velha, e aufpice da Lei nova. {{lema|AUSPICIO}}. s. m. Agouro, prognoftico, que os Pagões.to- mavão das aves, principalmente do fen voo. Do Lat. Auf- picium. antiq. Abfpicio. SABELL. Eneid. 1, 7, 79 Por o adivinhador Tyrefias, que, fegundo dizem, foi o autor de adivinhar por aufpicio de aves, fe fahirão elles de noite fecretamente da cidade e a defamparárão, Met. Prognoftico, final de alguma coufa, as mais das vezes feliz. LEIT. D'ANDRAD. Mifc. 16, 461 Se pú- ferão todos ao caminho com affàs infelices aufpicios, e pécres agouros. Maus. Aff. Afr. 4, 68 Tomando por aufpicio aquella eftrella. SA DE MEN: Mal. 5, 14 Quan- do aufpicio, que faz tremer o inferno, Lhes dá nova e fegura confiança. Principio, começo, entrada, principalmente favora- vel, de alguma coufa. Can. Luf. 10, 62 Traz efte vêm Noronha, cujo aufpicio De Dio os Rumes feros afu- genta. BRAND. Mon. 3, 10, 1 No felice aufpicio do Rei- no de Portugal. VIEIR. Cart. I, 139 A coroação de S. A. fe efpera, e defeja, e fe prognoftica, que fera com aufpicios de clemencia. Pl. Protecção, patrocinio. SABELL. Eneid. 2, 1, 5 Melhor forte alcançou o outro Reino; porque fob capi- tania del Rei Affa, e por feus abfpicios fe profperarão muito fuas cousas. {{lema|AUSTE}}. s. m. Marinh. Cabo ou amarra. CASTANH, Hift. 2, 117 Logo fe mettêrão todos ao cabreftante, e mui afinha metterão dentre todo o anfte. 7, 36 Por ef- tar fobre huma fo ancora lançarão outra, e depois ou- tras, até feis, que não havia mais, e todos os auftes dellas rrincárão, e era por fe roçareni por penedos, que eftavão debaixo, e pela grande força, que levavão pe- lo pezo das ancoras trincavão logo. CARN. Art. 41 E querendo vós entrar a barra da ilha Doibo, ireis com pouca véla demandando a ponta da ilha com dous auftes. {{lema|AUSTERAMENTE}}. adv. mod. Com aufteridade. FR. G. DA SILV. Vid. 2, 12 E com ifto fallando mais abftera mente e afperamente do que havia em coftume, the de- fendeo e mandou que o não moleftaffe mais, nem eftor- vaffe do que fazia. M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n. 346. p. 912 Santo Antão Abbade aos feus Religiofos, que vivião elevada e aufteramente, unicamente lhe encommen- dava a alegria efpiritual, como efcudo e remedio pera vencer todas as tentações. {{lema|AUSTEREZA}}, s. f. ant. O mesmo que Aufteridade. Fr.A. US. MARC. Chr. 2, 8, 18 De Frei Oderico, varão de grande auftereza e fantidade &c. Ass. Dial. 3, 7. Vendo Deos que com ameças e rerrores aproveita pouco c'os homens, ufou de ardil e manha, qual foi conquiftar com beneficios e promeffas os corações daquelles, que com aufterezas e vinganças não pudera render. {{lema|AUSTERIDADE}}. s. f. Severidade, rigor, afpereza, pou- ca affabilidade. Do. Lat. Aufteritas. Leão, Chr. de D. Duart. 16 A efta natural aufteridade fe ajuntava fer elle folteiro, e não rer filhos. LIP. Fug. 2, 17, 71. col. I Tudo fe acha nefte jugo: he grave e fuave; grave pelo pezo da difciplina, pela austeridade da correcção &c. VIEIR. Voz. 2, 11, 10. p. 405 Não vos mova a aufteridade da perfeguição. Penitencia, mortificação dos fentidos e paixões; on exacção e pontualidade na obfervancia da Religião. ARR. Dial. 7, 4 He verdade que a tempos fe relaxava efta aufteridade. Leño, Defcripç. 88 E por a aufteridade da vida, que fazia, lhe chamavão viuva da obediencia. Sous. Vid. 1, 2 E depois de algumas perguntas, que lhe tez da fua vida e coftumes, pôslhe diante o rigor e a austeridade da Ordem. {{lema|AUSTERISSIMO, A}}. fuperl. de Auftero. Lair. D'AN- DRAD. Mifc. 13, 351. Paiv. Serm. 1, 20 y. COUT. Dec. 5,6, 3. {{lema|AUSTERO, A}}. adj. Severo, afpero, pouco affavel. Do Lat. Aufterus. antiq. Abftero. CAX. Luf. 9, 26 Via A- Eteon na caça tão auftero. Gouv. Rel. I 23 Noto o erro de muitos Grandes, que perdem o bem de ferem amados, por ferem aufteros. LEño, Chr. de D. Duan. 16 Era naturalmente auftero, e pouco amorofo. Penitente, mortificado. Das peffoas. Fro, Tr. 1, 84, 2 Muito penitente e abftero. FR. LEño, Bened. 1, 2, 2. c. 18 Pera comfigo era auftero e penitente. Applicafe á vida das peffoas penitentes, e que mor- tificão os fentidos e paixóes. FR. MARC. Exerc. 18, 88 Fizerão muiros Santos] vida fevera e auftera, por- que foffem achados fer dignos coherdeiros de Chrifto em o reino de feu Padre. MEND. PINT. Peregr. 85 Na qual [mefa] affiftem vinte e quatro Menigrepos, que tem por nome os da vida auftera. Sous. Vid. 1, 22 Confi- derou a vida e tratamento do Arcebispo, em nenhuma coufa menos auftera, do que quando vivia encerrado nos clauftros de Bemfica. Applicafe igualmente às Religiões de inftituto aper- tado. A. DE VASc. Anj. 2, 6, 7. part. 5. p. 936 Huma Religião não he mais perfeita, que outra, por fer mais auftera e penitente, fenão por ter mais perfeito fim. CARDOS. Agiol. I, 4 Para que a auftera e obfervante Religião da Cartuxa &c. Rigido, exacto, apertado em obfervancia ou pratica. Sous. Vid. 1, 2 A creação, que nos rempos paffados tinhão os moços nefte Reino, era ráo anftera e tão con- forme com as regras da prudencia &c. FREIR. Vid. I 35 Não temos que foffe mais exemplar ou auftera a dif- ciplina dos antigos Romanos. Dizfe das peffoas a refpeito das coufas, e reg. em. PROV. DA HIST. GEN. 2, 4, 24. p. 135. ann. 1681 O Padre Mariana tão auftero nas opiniões Portuguezas, fe- guio &c. Rigorofo, defabrido, infuave. FR. MARC. Chr. 1, 1, 48 Os quaes [Frades] como coufa nova, forão mui eftranhados pelos veftidos aufteros, e pola lingoa eftra- nha. BRIT. Chr. z, 1 Tomando motivo do difcurfo da vida, e abftera penitencia defte divino Précurfor &c. ORIENT. Lufit. 71 Tomando agora outra mais certa eftrada, A morte e a dor por vós rão agradavel, E tão fuave achei no mundo auftero, Que nem vida fem vós, nem gofto quero. Met. Da condição e natural das peffoas. BRIT. Mon. I, 1. c. I Homem de condição abftera. Dizfe de hum certo fabor afpero e adftringente. MORAT. Pratic. 3, 5, 3 Convem vinho vermelho aufte- To, agoado com agoa ferrada. A. FERR. Luz, 3, 97 O medicamento de Galeno ... compóefe de huma romá doce, e outra azeda, e outra auftera. {{lema|AUSTINADO, A}}. adj. antiq. O mefmo que Obftinado. GIL Vic. Obr. 1, 50 y. ALBUQ. Comm. 1, 52. {{lema|AUSTINENCIA}}. s. f. ant. Vej. Abftinencia. CASTANH. Hift. 8, 68. BARR. Viciof. Vergonh. 4 . {{lema|AUSTRAL}}. adj. de huma term. Meridional, do auftro ou do ful. Do Lat. Auftralis. BARR. Dec. 1, 8, 4 Que he a mais auftral terra, de que elle teve noticia. CAM. Luf. 3, 6 Jaz a foberba Europa, a que rodea Pela parte do<noinclude></noinclude> 502oa2scgyn6pyu99ngc81j0490pgyh Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/737 106 255539 558088 2026-08-06T14:16:12Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: AUR rante a azulada com huma membrana amarella na bafe: as pennas são esbranquiçadas, pardacentas e côr de fer- rugem o ventre he esbranquiçado, com grandes malhas côr de ferrugem. Tem tres pés c quatro pollegadas de comprido, e feis pés e nove pollegadas de envergadura. BRIT. Chr. 4, 22 Ha outras aves pouco menores que aguias, chamadas aurifrifios, que tem hum pé brando e largo à modo de patos e accommodado pera nadar com elle, e out... 558088 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>AUR rante a azulada com huma membrana amarella na bafe: as pennas são esbranquiçadas, pardacentas e côr de fer- rugem o ventre he esbranquiçado, com grandes malhas côr de ferrugem. Tem tres pés c quatro pollegadas de comprido, e feis pés e nove pollegadas de envergadura. BRIT. Chr. 4, 22 Ha outras aves pouco menores que aguias, chamadas aurifrifios, que tem hum pé brando e largo à modo de patos e accommodado pera nadar com elle, e outro armado com humas unhas mais crueis c rompentes, que as das proprias aguias. {{lema|AURIGA}}. s. m. Poer. Cocheiro. Lat. Auriga, CASTR. Ulyff. 6, 27 Sobre o carro veloz, furiofo parte Que deftra- mente guia o velho auriga. MATT. Jeruf. 17, 34 E o deftro auriga ao freio reduzia Quatro unicornios, dous e dous atados. Aftron. Certa conftellação celefte fobre as pontas do figno de Tauro. LEON. DA COST. Georg. 1, 53, . not. n Eriéthonio... he aquelle figno, a que os Mathema- ticos chamáo Auriga. {{lema|AURIPHRYGIATO, A}}. adj. T. da Lithurgia. Que tem bordadura de ouro. Do Lat. Aurum e Phrygius. CAMPELL, Thef. 426 Outra [Mitra] ha de ter ouro per partes: ferá de coufa ligeira, com feus caireis do mefmo ou- ro; a cfta chama o Ceremonial auriphrygiata. {{lema|AURISTO}}. [iempo] Vej. Aorifto. BLUT. Vocab. {{lema|AURISPICE}}. s. m. Vej. Arufpice. Cour. Dec. 7, 7, 5. {{lema|AURORA}}. s. f. Crepufculo matutino, primeira luz, que ap- parece pela manhaa no horizonte antes de fabir o Sol. Lat. Aurora. CORR. Comm. 1, 14 Aurora he propriamente aquella claridade, que no céo apparece antes que o Sol faia, a qual dura todo aquelle tempo, que gaita o Sol, eftando dezoito graos debaixo do horizonte na parte ori- ental, té tocar nelle, e nafcer nefte hemisferio fuperior. M. DE FIFUEIR. Chronogr. 1, 3 A efta parte de tem- pos chamarão os Latinos aurora, que quer dizer, parte dourada, que pela parte donde nafce parece que está o ar dourado. CARV. Via, 1, 1, 2. c. 18 O Sol, antes de amanhecer, eftando ainda debaixo do horizonte ef- palha pelo ar feus raios, e os vapores, cercando o hori- zonte phyfico, causão a claridade, a que chamão aurora ou crepufculo matutino. Epith. Alegre. Conr. R. Naufr. 9, 93. Alva. FERR. Poem. Son. 1, 29. Aprazivel. CORT. R. Naufr. 9, 94. Avara. CAM. Canç. 15, 5. Bella. CAM. Luf. 9, 61. Bran- ca. BERN. Lin. Ecl. 7. Candida. MATT. Jeruf. 7, 25. Clara. B. ESTAÇ. Rim. 88. CEIT. Quadrag. 1, 30, 4. Defcuidada. Lor. Condeft. 8, 66. Dourada. B. ESTAÇ. Rim, 112 . MONTEFT. Art. 15, 1, 212. Efmaltada. CAM. Ecl. 2, 12. Formofa. ANDRAD. Cerc. 10, 48, 1. Frefca. PER. Elegiad. 4, 53 . Fria. CAM. Luf. 2, 110. Fugitiva. CASTR. Ulyff. 2, 59. Graciofa. B. ESTAÇ. Rim. 112 y. Linda. MATT. Jeruf. 4, 94. Luzente. Sa MEN. Mal. 8, 72. Marchetada. CAM. Luf. 1, 59. Ma- tutina. Loz. Condeft. 10, 51. Namorada. ANDRAD. Cerc. 17, 90, 2. Nova. ANDRAD. Cerc. 4, 19, 2. Pallida. PER. Elegiad. 4, 53 . Priguiçofa. Los. Condeft. 8, 66. Pura. CAM. Canç. 3, 2. Purpureante. MATT. Jeruf. 18, 15. Refplendecente. Luz, Serm. 2, 76, 3. Rica. B. ESTAÇ. Rim. 112 . TELL. Chr. 1, 1, 32. n. 3. Ki- fonha. CoRT. R. Naufr. 9, 93. Rociada. CORT. R. Nauft. 9, 94. Rociofa. ANDRAD. Cerc. 13, 68, 3. Ro- fada. CORT. R. Naufr. 9, 93. FERNAND. Palm. 4, 15. Roxa. CAM. Luf. 4, 60. Rubicunda. MAUS. Vid. 1, 1. Rutilante. Maus, Aff. Afr. 12, 179. Vermelha. MATT. Jeruf. 7, 25. Viciofa. B. ESTAÇ. Rim. 112 y. Met. e poet. Dia., Maus. Aff. Afr. 2, 31 pois de quatro auroras, quando entrada Abria pelo ef- treito a fróra armada. SA' DE MEN. Mal. 3, 39 Sollici- tos alguns já trabalhavão Por eftar bem de tudo aper- cebidos, Para a feguinte aurora em que efperavão Ver fruito de trabalhos tão compridos. Sous. DE MAC. Ulyf fip. 1, 43 Para a feguinte aurora a differia. Met. Principio ou primeiro tempo de coufa boa e fe- liz. CARDOS. Agiol. 2, 155 Tantoque lhe começou a efclarecer a aurora da razão. VIEIR. Serm. 4, 10, 7. n. 363 Não fora S. João o mais amado, e o mais aman- te de Chrifto, fenão acudira por feu amor, e o deixa- ra nas auroras da Encarnação, fem o fubir ao zenith do Sacramento. 8, 473 Se com as primeiras auro- ras da luz defte mundo. Infancia ou primeira idade das pefoas. FR. LEão; Bened. 1, 2, 5. c. 2 Paraque logo na aurora da fua idade fe affeiçoaffe à vida Religiofa. Denominação, com que fe intitula algumas vezes a Virgem Santiffima, Senhora Noffa. Sovs. Hift. 1, 6, 9 Deleitandofe na vifta da eftrella d'alva em faûdar a ver- dadeira Aurora, por quem confiderava, que tivemos no 'mundo todos os bens do céo. B. ESTAÇ. Rim. 112 Virgem, Aurea roxa e graciofa. Luz, Serm. 2, 2, 63. col. 3 Todo o tempo antes defta bemaventurada e gloriofa Aurora, a Virgem Senhora noffa, for eícuro c cercado de noite. Certa efpecie de côr entre branca e vermelha, uf. Aftron. Efpecie de cometa. M. DE FIGUEIR. Chrono- gr. 4, 11 O quinto Cometa] chamárão matutino ou aurora, he hum cometa vermelho da natureza de Mar- te, fignifica grandes feccas, calmas, fomes, e incen dios. Aurora Boreal. Phyfic. Fenómeno luminofo, que ap- parece algumas vezes no céo da parte do Norte. BLUT. Vocab. {{lema|AUSENCIA}}. s. f. Acção e effeito de fe aufentar; ou o tem- po, em que alguem está aufente. Do Lat. Abfentia. antiq. Abfencia. FERNAND. Palm. 3, 87 Se efcufou, dizendo que em anfencia de feu marido não cafaria fua filha com nenhum Principe do mundo. CORT. R. Cerc. 21, 303 Se vê que Portugal co' a eterna aufencia Defte Senhor tera mil razões juítas Pera fempre viver lutofo e trif tc. FR. TH. DE Jes. Trab. 2, 47, 324 O amor tem ef. res extremos, que foffre muito peor a aufencia do que ama, que o trabalho, que lhe ha de cuftar telo pre- fente. Epith. Affectuofa. TELL. Hift. 3, 13, 240. Breve LISB. Jard. 170, 4. Comprida. Maus. Aff. Afr. 1, 14. Lise. Jard. 171, 6. Dilatada. M. BERN. Luz e Cal. 2, 4, 392. Dura. CORT. R. Naufr. 16, 196 . Eterna. CAM. Ecl. 1, 20. Forçada. Lov. Primav. 3, 3. Grave: CORT. R. Naufr. 16, 196 y. Importuna. LoB. Ecl. 9. Larga. Maus. Aff. Afr. 3, 42 y. Longa. SABELL. Encid. 1, 1, 5. CAM. Canç. 6, 7. Penofa. FERNAND. Palm. 3, 60. Perpetua. CORT. R. Naufr. 13, 149 . Sous. Vid. 2, 31. Saudofa. Sous. DE MAC. Ulyflip. 2, 29. VIEIR. Serm. 7, 1, 1. n. 1. Trifte. CAM. Luf. 4, 98. Vagarofa. CASTR. Ulyff. 5, 3. Voluntaria. Lisa. Jard. 170, 2. Aufencia. Falta de afiftencia a alguma coufa, Maus. Aff. Afr. 3, 51 Divino Sol, que eftais allumiando Im moto os céos, fem que haja nifto aufencia. SEVER. Difc. 1, 4 A ausencia dos negocios naturalmente caufa def- cuido e efquecimento delles. Fazer boas ou más aufencias a alguem. Fraf. fam. uf. Fallar delle bem ou mal, quando não está prefente. {{lema|AUSENTADO, A}}. p. p. de Aufentar. Ufafe commum- mente como adj. e tanto val como Aufente. BARR. Dec. 1, 4, 5 E quanto aos pilotos, que efte fogo accendê- rão hum delles era aufentado. Des COBR. DA FROLID. 62 Paffando por alguns povos dos Indios principaes, que andavão aufentados, thes ralou e eftruio grandes maizaes. Fro, Tr. 2, 45, z Aos fugidos por voffa cau→ fa, e aufentados por ordem voffa. AUSENTAR. v. a pouc. uf. Apartar, retirar. antiq. Ab- fentar. Met. ORIENT. Lufit. 97 A volfo amor fugeito, Que outros cuidados me aufento do peito. Neutr. Omefimo que com pron. peff. Fr. Leão, Bened. 1, 1, 2. c. 11 Bufcou outra invenção... pa- ra o fazer aufentar do lugar. Ufafe de ordinario fó com pron. peff. Apartarfe, retirarfe, fepararfe. Reg. abf., de ou a alg. ou de alg. lug. SA LE MIR. Vilhalp. I, I Depois te abfentafte, e eu adoeci. BRIT. Chr. 2, 18 Os Religiofos vendoo prefente, e com efperanças de fe não anfentar mais del- les, tudo lhe parecia cheo de quietação e contentamen- to. Sous. Hift. 1, 2, 23 Que muito he pera fentir au- fentarfenos hum Santo da terra. TELL. Chr. I, 1, 31. n. Eftas coufas são ditas pera aquelles, que coftumão entriftecerfe demafiadamente, quando os amigos fe lhes aufentão. Met. das coufas inanimadas. CAM. Ecl. 2, 11 Que o mal, que fente Hum pouco fe lhe aufinte da memo- ria. Loz. Condeft. 15, 19 Por momentos a vida fe mo aufenta. TELL. Chr. 1, 1, 25. n. 5 Pouco e pouco f foi aufentando o medo e afco, tinhão aos noffos. {{lema|AUSENTE}}. adj. de buma term. Apartado, diftante, fe- parado. Das peffoas. Do Lat. Abfenf. antiq. Abfente. Reg. abf. de alg, ou de alg. Ing. BERNARD. RIE. Me. nin. 1, 16 Antes com os olhos poftos pera aquella par. te donde viera... a fenhora Aonia anfente. Gots, Chr.<noinclude></noinclude> 0ii9xs3qnvyct90hyci3y3pbaknru2x Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/12 106 255540 558098 2026-08-06T17:18:07Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558098 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|10|{{uc|Para Divertir}}|}} {{rule}}</noinclude>Ao mesmo tempo que falava, ia escrevendo na pedra: {|style="margin: auto;"| |- |style="text-align:right"|300 ||style="border-style: solid; border-width: 0px 0px 1px 1px|12 &nbsp;&nbsp;&nbsp; |- |style="text-align:right"|60 || 25 |- |style="text-align:right"|0 |} E continuou: ― Os três centos de laranjas custaram ao comprador 25 vezes 20 centavos, isto é, 5 escudos, e revendendo-se a 2 centavos cada laranja, produzem 300 vezes 2 centavos, ou 6 escudos. O lucro vem a ser a diferença entre os preços da venda e da compra, quer dizer, entre 6 escudos e 5 escudos: vem a ser, portanto, de 1 escudo. Os rapazes estavam todos espantados e o professor, contente, passou-lhe outros dois problemas, que êle resolveu igualmente bem. Marcando-lhe uma boa nota e mandando-o para o seu lugar, o mestre disse-lhe: ― Ora até que emfim! Deu-me uma lição que pode figurar entre as boas que êste ano aqui se têem dado. Espero que não volte depois dela a fazer tristes figuras. Os condiscipulos cochichavam entre si, e António, em vez da alegria altiva com que entrara na aula, estava sucumbido e triste. Quando a campainha, anunciando o recreio, suspendeu os trabalhos escolares, êle, em vez de seguir os companheiros, veio ter com o professor, dizendo a mêdo: — Queria dar-lhe uma palavra em particular. {{nop}}<noinclude></noinclude> rlka2h2i0snmc24dyc78mlh1shtccxg Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/13 106 255541 558099 2026-08-06T17:20:59Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558099 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|Para Divertir}}|11}} {{rule}}</noinclude>{{page break|label=}} {{extrair imagem}} {{smaller|- Ahi tem. Quando for homem recordará com orgulho...(Pag. 12)}} {{page break|label=}} ― ¿De que se trata? perguntou interessado o Dr. Décio. ― Venho pedir-lhe perdão. ― ¿De quê? ― É que ontem, impressionado pela troça que os meus colegas fizeram ao Pedro, eu disse que êle sabia a lição. Na ocasião pareceu-me que procedia bem; mas, vendo hoje que V. Ex.{{sup|a}} acreditou no que eu tinha dito, por me julgar incapaz de mentir, senti que, no empenho de defender o meu condiscípulo, faltei, sem querer, ao que devia ao meu professor. E muito vexado, com os olhos fitos no chão e o olhar empanado de lágrimas, o pequeno António esperava ouvir a repreensão que tinha por justa. Em silencio, o professor olhava-o com estima. Depois, aproximando-se do estrado em que tinha a carteira, tirou dela um livro de estudo, de que era autor, e escreveu na primeira página a seguinte dedicatória: {{nop}}<noinclude></noinclude> s00arbqi3d9k4runikob7sx4cl96g22 Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/14 106 255542 558100 2026-08-06T17:23:33Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558100 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|12|{{uc|Para diaertir}}|}} {{lh}}</noinclude>«Ao melhor e mais digno caracter infantil, que até hoje tenho conhecido, ofereço este volume como prova do aprêço e estima em que tenho a sua rara lialdade.» Em seguida, voltando junto do pequeno, afagou-lhe a cabeça e, beijando-o, disse-lhe: ― Ahi tem. Quando fôr homem, recordará com orgulho êste episódio da sua infância. Quanto ao seu condiscípulo Pedro, meu amiguinho, não o recomendo ao seu coração: já vi de que êle é capaz. Não se enganou o Dr. Décio. Pedro, devido aos cuidados e explicações de António, pôde fazer o curso do liceu, sempre guiado por êle, e hoje que António é um homem, já casado e com filhos, quando abre a grande estante do escritório, onde encerra os seus melhores livros, lança sempre um olhar de simpatia ao volume que o Dr. Décio lhe ofereceu quando era pequeno. De todos os livros que tem na estante, é êle o de mais modesta aparência. E comtudo é o único volume que, apesar da sua generosidade, êle não empresta a ninguêm. Sorri-lhe nêle a infância, já tão distante, em que os seus actos, sempre nobres e bons, demonstravam já que êle havia de ser o que hoje é um chefe de família exemplar. {{nop}} {{Extrair imagem}}<noinclude></noinclude> qujiun14bphkf3b6lbpxrszvwoen39j Para Divertir/O livro do dr. Décio 0 255543 558101 2026-08-06T17:39:16Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 558101 wikitext text/x-wiki <pages index="Maria O'Neill - Para Divertir.pdf" from=7 to=14 header=1 /> [[Categoria: Para Divertir| 1]] 5hvdqzxc0j07d5dg1zjlpu6752vtwjs Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/15 106 255544 558103 2026-08-06T17:44:47Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558103 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{extrair imagem}} {{ch|NO JARDIM ZOOLOGICO}} {{Ch|II}} <poem> ― ¿Diz-me uma cousa, avôzinho? Pede o pequeno Bébé. ― Se eu souber, digo, meu neto. ― A terra da foca, onde é? ― É na América do Norte Onde abunda êsse animal. ― ¡Que peixe tão feio e mau! ― Não é peixe, nem faz mal. ― ¿¡Não é peixe e nada n'água ?! ¡Essa agora, meu avô! ― É um mamif'ro, Bébé! ¿O menino não estudou <br> </poem> {{nop}}<noinclude></noinclude> 4sj0k9bc5zu0opch323sqr84jucm5yl Para Divertir/No Jardim Zoologico 0 255545 558104 2026-08-06T17:47:06Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 558104 wikitext text/x-wiki <pages index="Maria O'Neill - Para Divertir.pdf" from=15 to=19 header=1 /> [[categoria:Para Divertir| 2]] godgne8jlb6b1vhokzfnsjiddq6hmlb 558109 558104 2026-08-06T18:17:05Z BlitzkriegBoop 37692 558109 wikitext text/x-wiki <pages index="Maria O'Neill - Para Divertir.pdf" from=15 to=18 header=1 /> [[categoria:Para Divertir| 2]] m2liv9dfhgtz320a7lgyl0mioukd8cd Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/16 106 255546 558105 2026-08-06T17:52:10Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558105 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|14|{{uc|Para divertir}}|}} {{lh}}</noinclude><poem> A lição, que ontem trazia Em sciências naturais? Tratava da vida e hábitos Dêstes mesmos animais.. ― É que no livro, avôzinho, Acho tudo maçador, Enquanto que nos jardins... ― ¿Precisas informador? Já com dez anos completos Tens razão de ter vergonha. ― Não diga mais nada, avô, E vamos vêr a cegonha. ― E' isto. O senhor meu neto Não só ontem não estudou, Como hoje foge de ouvir Resposta ao que perguntou. Pois agora, meu menino, Vou te dar aqui lição, Como castigo de sêres Volúvel e mandrião. ― Basta, avôzinho, não ralhe, Pois num momento aprendi Que a terra donde era a foca E' muito longe d'aqui: <br> </poem> {{nop}}<noinclude></noinclude> 0bd839qlk4tcp0y9mozcor7sh2y1ubd Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/17 106 255547 558106 2026-08-06T17:55:06Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558106 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|Para divertir}}|15}} {{lh}}</noinclude><poem> Que é um mamif'ro e não peixe, Que não faz mal a ninguém E é facil domesticá-la Pelo bom génio que tem. {{page break|label=}} {{extrair imagem}} {{smaller|― Sim, sim, mas tens de me ouvir. (Pag. 16)}} {{page break|label=}} Agora não explique mais.... Mostre que gosta de mim: Leve-me a vêr os macacos Que é o melhor do jardim.» <br> </poem> {{nop}}<noinclude></noinclude> skpn8b5np0fj1g1lwwc8rlj7lx2e1li Página:Maria O'Neill - Para Divertir.pdf/18 106 255548 558108 2026-08-06T18:16:38Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558108 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|16|{{uc|Para divertir}}|}} {{lh}}</noinclude><poem> Seguindo o neto, que o puxa Para o sítio onde quer ir, O velho, a sorrir, lhe diz: ― Sim, sim, mas tens de me ouvir: A foca tem filhos vivos Não põe ovos como os peixes... ― ¡Olhe os macacos, avo! ― Has de ouvir e não te queixes. Se pretendias folgar Sem ter de ouvir-me um sermão, Não mostrasses ignorar O que tinhas por lição.» Bébé ouviu resignado Quanto seu avô lhe disse, E pensou co'os seus botões: ― Em não estudar fiz tolice. Mas quando, passados dias, De novo ao jardim voltou, Era sábio em zoologia E deslumbrou seu avô. </poem> {{nop}} {{Imagem float-p|file=Ornamento, folha de rosto (Horas de Folga).png|align=center|width=100px|padb=6em|padt=6em}}<noinclude></noinclude> 4g06o3bbt04i9thmsh8xknnejbvja1r Página:Maria O'Neill - Alegrias.pdf/129 106 255549 558110 2026-08-06T22:02:11Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558110 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{C|{{xx-larger|{{uc|Índice}}}}}} {{dhr}} {{lh|4em}} {{dhr|2}} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |nodots |página={{sc|Pag.}} }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Alegrias/A história dum amôr perfeito|A história dum amôr perfeito]] |página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/9|5]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Alegrias/O burro da lavadeira|O burro da lavadeira]] |página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/29|25]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Alegrias/Os olhos da realidade|Os olhos da Realidade]] |página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/34|29]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Alegrias/O canário de Lolita|O canário de Lolita]] |página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/49|45]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Alegrias/Alda era gulosa|Alda era gulosa]] |página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/53|49]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Alegrias/O brinde de Berta|O brinde de Berta]] |página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/63|59]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Alegrias/O que a avó leu|O que a avó leu]] |página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/67|63]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Alegrias/A cantiga de Marcelo|A cantiga de Marcelo]] |página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/77|73]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Alegrias/A vocação de Pedro|A vocação de Pedro]] |página=[[Maria O'Neill - Alegrias.pdf/81|77]] }} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Alegrias/Das festas as vesperas|Das festas as vesperas]] |página=[[Maria O'Neill - 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Por Bom Caminho.pdf/9|5]]}} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Por Bom Caminho/O pai de Romão|O pai de Romão]] |página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/19|15]]}} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Por Bom Caminho/O regimento|O regimento]] |página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/29|25]]}} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Por Bom Caminho/O «Alerta»|O «Alerta»]] |página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/35|31]]}} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Por Bom Caminho/Os versos do herborizador|Os versos do herborizador]] |página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/49|45]]}} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Por Bom Caminho/A filha do major|A filha do major]] |página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/53|49]]}} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Por Bom Caminho/A caminho da aula|A caminho da aula]] |página=[[Maria O'Neill - Por Bom Caminho.pdf/67|63]]}} {{tabela|indentation=-1|largura-p=40 |título=[[Por Bom Caminho/O elogio de Romão|O elogio de Romão]] |página=[[Maria O'Neill - 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Parece que áquelles insulares, que na opinião de Virgilio estão {{lang|la|''pœne toto divisos orbe Britannos''}}, muĩto incita a bossa da locomoção; pois que por simples gosto viajam, e por se divertirem fazem algumas vezes o gyro em torno do nosso planeta. Alguns até, possuidores de avultados cabedaes, fazem esse gyro em navio proprio, e gozam dos variados espectaculos, que lhes offerecem as varias terras que percorrem. E' em virtude d'este gosto especial que elles crearam o neologismo {{lang|en|''tourist''}}, para indicar aquelle que viaja, que passeia por prazer, por divertimento, emfim, com o intuito de recrear-se. Os francezes admittiram a palavrinha, tanto mais que a radical {{lang|en|''tour''}} lhes fez lembrar o {{lang|fr|''tour de promenade''}} (passeio). A nós, porém, o mesmo não succede; e porque, quando encontrarmos o vocabulo {{lang|en|''tourist''}}, não<noinclude></noinclude> cl3qgi4yp6lt6w3kdoiev69e3um0ux8 Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/86 106 255552 558119 2026-08-07T00:42:40Z Trooper57 24584 /* Revista */ 558119 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />42</noinclude>o deveremos transportar em corpo e alma para nossa linguagem, inutil não açho propor um neologismo, que substitua o citado ''britannismo''. Estranhem ou não as ''crianças-homens'', hei de apresental-o; e quem o ouvir sem prevenção, não lhe voltará a cara. Por que não será ''udambulo'' em portuguez, o que em inglez se çhama {{lang|en|''tourist''}}? Já estou vendo em alguns a testa franzida, os labios estendidos, signaes de desapprovação. Meos senhores, {{lang|la|''ludus''}} significa ''divertimento, recreio, passatempo''; o suffixo ''ambulo'' é o verbo que significa ''passeiar''. Não póde ser mais natural a formação do neologismo; mas dir-me-hão: ''ludambulo''... — Nada ha que dizer contra o novo personagem; elle é parente proximo, e muĩto proximo,. de outros que gosam da estima geral. Não conhecemos todos nós o ''funambulo'', o ''somnambulo'' e o ''noctambulo''?... Pois ''ludambulo'' é primo irmão dos tres; e eu tenho a honra de o apresentar, esperando que despeçam o inglez {{lang|en|''tourist''}}, admittindo desde já em logar d’aquelle o vernaculo ''ludambulo''.<noinclude>{{traço}}</noinclude> d2habizhk08uuasbbfdblm8dmr08io0 558120 558119 2026-08-07T00:43:02Z Trooper57 24584 558120 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />42</noinclude>o deveremos transportar em corpo e alma para nossa linguagem, inutil não açho propor um neologismo, que substitua o citado ''britannismo''. Estranhem ou não as ''crianças-homens'', hei de apresental-o; e quem o ouvir sem prevenção, não lhe voltará a cara. Por que não será ''udambulo'' em portuguez, o que em inglez se çhama {{lang|en|''tourist''}}? Já estou vendo em alguns a testa franzida, os labios estendidos, signaes de desapprovação. Meos senhores, {{lang|la|''ludus''}} significa ''divertimento, recreio, passatempo''; o suffixo ''ambulo'' é o verbo que significa ''passeiar''. Não póde ser mais natural a formação do neologismo; mas dir-me-hão: ''ludambulo''... — Nada ha que dizer contra o novo personagem; elle é parente proximo, e muĩto proximo,. de outros que gosam da estima geral. Não conhecemos todos nós o ''funambulo'', o ''somnambulo'' e o ''noctambulo''?... Pois ''ludambulo'' é primo irmão dos tres; e eu tenho a honra de o apresentar, esperando que despeçam o inglez {{lang|en|''tourist''}}, admittindo desde já em logar d’aquelle o vernaculo ''ludambulo''.<noinclude>{{traço}}</noinclude> rb19qw71c96o5y6x9pza1xq09781wzi Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIII 0 255553 558121 2026-08-07T00:43:45Z Trooper57 24584 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=85 to=86 header=1 /> 558121 wikitext text/x-wiki <pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=85 to=86 header=1 /> 91ss4g3hyx4cmyx6po8ci360opkkc3i Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/87 106 255554 558123 2026-08-07T01:06:26Z Trooper57 24584 /* Revista */ 558123 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|PARVENU}}{{traço}}{{t3|XIV}} Tão desnecessario é o emprego de vocabulo estrangeiro, havendo na lingua vernacula palavra que perfeitamente o traduza, como indispensavel a creação de termo equivalente ao do idioma estranho, quando não o tenhamos no nosso vocabulario. O termo francez — {{lang|fr|''parvenu''}} — está n’este ultimo caso. Çhamam os francezes — {{lang|fr|''parvenu''}} — aquelle que, de origem obscura, {{sc|do nada çhegou}}, por {{sic|capricho|capriçho segundo a grafia proposta pelo autor, a menos que ele pronuncie "capríco")}} da Fortuna, á alta posição pecuniaria. Não ha em portuguez palavra que exprima este conjuncto de idéas. Não póde, portanto, ser mais justificavel a creação de um neologismo, que abranja as circumstancias por aquelle vocabulo indicadas. O {{lang|fr|''parvenu''}} é sempre empregado á má parte; é sempre considerado um filho da Fortuna, indigno dos favores da deosa céga. É de duas o menor numero de palavras, com que em portuguez o traduzem os lexicographos —<noinclude></noinclude> 2tdvfyjx619x5bjjsbfkczd0jq8tvcx Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/88 106 255555 558124 2026-08-07T01:12:25Z Trooper57 24584 /* Revista */ 558124 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />44</noinclude>''filho da Fortuna'' —; mas em vista da explicação que acabo de dar (e que é a do ''Diccionario da Academia''), não bastam aquellas duas palavras para bem se comprehender o que é um {{lang|fr|''parvenu''}}. Entre nós brazileiros formou o povo um neologismo (só quanto ao sentido) empregando a palavra — ''felizardo'' —, para dar idéa de pessoa que é feliz sem merecel-o. Mas esta creação popular não satisfaz ainda, por ter o inconveniente de ser vocabulo homonymo de nome proprio de homem, e não exprimir a idéa de individuo, que ''do nada surgiu á opulencia''. Ha tambem outra expressão popular, que mais se approxima do sentido do {{lang|fr|''parvenu''}} francez; e é — ''um larangeira, páo de larangeira''. São porém traducções, que só em estylo familiar se empregam. Vou portanto apresentar um termo inteiramente novo, que em minha opinião verte com toda a exactidão o {{lang|fr|''parvenu''}} francez. Eil-o: ''Plutenil''. Será elle tambem um {{lang|fr|''parvenu''}} entre os vocabulos da lingua portugueza?... Penso que não; e começarei a justificação mostrando que o formei de uma palavra grega, e duas latinas. ''Plutenil'', applicavel aos dous generos grammaticaes, é engendrado de ''Pluteó'' (ser rico, em grego) {{lang|la|''e''}} (preposição latina, que indica origem, de) e do substantivo indeclinavel {{lang|la|''nil''}} (nada, em latim). {{nop}}<noinclude></noinclude> bo5kmffsbl4piow3ter6sicqgm58sm8 Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/89 106 255556 558125 2026-08-07T01:19:48Z Trooper57 24584 /* Revista */ 558125 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{d|45}}</noinclude>A simples soletração das syllabas dá o verdadeiro sentido e traducção, isto é, ''rico do nada''; que é o que quer dizer {{lang|fr|''parvenu''}}. Não vejo que se possa com uma só palavra melhor exprimir o complexo de ideas encerradas n’aquella expressão franceza. Merecerei a honra de ser approvado como perito algebrista de vocabulos? Dil-o-hão os sabedores.<noinclude>{{traço}}</noinclude> ncdt37280xhnr52hp6yd8dnvl00bypo Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XIV 0 255557 558126 2026-08-07T01:59:35Z Trooper57 24584 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=87 to=89 header=1 /> 558126 wikitext text/x-wiki <pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=87 to=89 header=1 /> 58npkg0liri9w83ltp2wxtz3m718szi Diccionario Bibliographico Brazileiro/Antonio de Castro e Silva 0 255558 558135 2026-08-07T02:37:51Z Trooper57 24584 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{navegar |obra = [[Diccionario Bibliographico Brazileiro]] |autor = Sacramento Blake |anterior = [[../Antonio de Castro Lopes/]] |posterior = [[../Antonio Cesar de Berrêdo/]] |seção = Antonio de Castro e Silva }} <pages index="Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf" include="161" onlysection="Antonio de Castro e Silva"/> [[Categoria:Diccionario Bibliographico Brazileiro|Antonio de Castro e Silva]] 558135 wikitext text/x-wiki {{navegar |obra = [[Diccionario Bibliographico Brazileiro]] |autor = Sacramento Blake |anterior = [[../Antonio de Castro Lopes/]] |posterior = [[../Antonio Cesar de Berrêdo/]] |seção = Antonio de Castro e Silva }} <pages index="Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf" include="161" onlysection="Antonio de Castro e Silva"/> [[Categoria:Diccionario Bibliographico Brazileiro|Antonio de Castro e Silva]] g2uubrs3e67cjq7fuiivr1p4v4neisg Diccionario Bibliographico Brazileiro/Antonio Cesar de Berrêdo 0 255559 558137 2026-08-07T02:40:38Z Trooper57 24584 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{navegar |obra = [[Diccionario Bibliographico Brazileiro]] |autor = Sacramento Blake |anterior = [[../Antonio de Castro e Silva/]] |posterior = [[../Frei Antonio das Chagas/]] |seção = Antonio Cesar de Berrêdo }} <pages index="Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf" include="161" onlysection="Antonio Cesar de Berrêdo"/> [[Categoria:Diccionario Bibliographico Brazileiro|Antonio Cesar de Berrêdo]] 558137 wikitext text/x-wiki {{navegar |obra = [[Diccionario Bibliographico Brazileiro]] |autor = Sacramento Blake |anterior = [[../Antonio de Castro e Silva/]] |posterior = [[../Frei Antonio das Chagas/]] |seção = Antonio Cesar de Berrêdo }} <pages index="Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf" include="161" onlysection="Antonio Cesar de Berrêdo"/> [[Categoria:Diccionario Bibliographico Brazileiro|Antonio Cesar de Berrêdo]] 18c057lphmd21ikn9cmixznbj2eiefo 558138 558137 2026-08-07T02:43:21Z Trooper57 24584 558138 wikitext text/x-wiki <pages header=1 index="Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf" include="161" onlysection="Antonio Cesar de Berrêdo" prev = "[[../Antonio de Castro e Silva/]]" next = "[[../Frei Antonio das Chagas/]]" seção = "Antonio Cesar de Berrêdo" /> [[Categoria:Diccionario Bibliographico Brazileiro|Antonio Cesar de Berrêdo]] aettkokr9h1fp7sbckhsc78kfbflr2h Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/91 106 255560 558147 2026-08-07T03:06:02Z Trooper57 24584 /* Revista */ 558147 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|OUVERTURE}}{{traço}}{{t3|XV}} Quando penso na riqueza da lingua que falamos, e que tanto tem sido pelos sciolos estragada, affigura-se-me ver herdeiros dissipadores esbanjando os grossos cabedaes legados por seos avoengos. Bem sei que; por mais opulento que seja o espolio, póde haver falta de um ou outro objecto; mas falta que nem por isso diminue o real valor dos bens deixados. É rico, é opulentissimo o idioma portuguez; seos maiores, o sanskrito, o arabe, o grego, e principalmente o latim, tanto o locupletaram, que causa dó ver desaproveitado e malbaratado esse Attalico thesouro. Quasi exclusivamente circumscripta ao Brazil e a Portugal, não cuidam os grandes directores d’aquellas nações de fazer conquistas no terreno litterario, impondo, não suas armas, mas sua linguagem. Em vez de invadir, somos invadidos; e até parece que temos honra e prazer em adoptar não só usos e costumes estranhos, esquecendo e {{pt|despre-|desprezando}}<noinclude></noinclude> 2028ydqxlh50u0ravvi07m93ebli40b Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/92 106 255561 558148 2026-08-07T03:07:12Z Trooper57 24584 /* Revista */ 558148 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />48</noinclude><noinclude>zando</noinclude> os nossos, mas a linguagem dos que por outro modo não nos podendo avassallar, por este nos procuram conquistar. A França, com habilidosa estrategia, impoz a lingua franceza ao mundo diplomatico: façam o Brazil e Portugal uma lei, prescrevendo que todos os funccionarios da diplomacia empreguem nos paises, em que representarem a respectiva nação, a lingua portugueza. Não o fazem os inglezes com a sua lingua vernacula?... Si nos quizerem imitar esses paises, onde tivermos representantes, escrevendo e falando a sua lingua, os interpretes auxiliarão o diplomata, quando este a ignore, como succede com os representantes do Occidente entre os povos orientaes, e outros. Sabem por ventura todos os nossos consules a lingua dos paises, onde dirigem o consulado brazileiro? Mas... {{lang|la|''ne sutor ultra crepidam''}}. Vieram estas considerações de politica transcendente, motivadas pelo desejo que tenho de ver estimada e venerada uma lingua, que tanto o merece. Disse eu que ella é rica, que é opulenta, e que uma ou outra palavra, que lhe falte, não lhe diminue o valor intrinseco. Temos exemplo no vocabulo ''Ouvertura'', gallicismo intragavel. Não existe feito já na lingua<noinclude></noinclude> i30q7ciel7tt8ic423fw2lq8cib5fge Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/93 106 255562 558149 2026-08-07T03:09:31Z Trooper57 24584 /* Revista */ 558149 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{d|49}}</noinclude>portugueza termo proprio para denominar a peça de musica, ''com que se abre'' um concerto. ''Abertura'' é absolutamente inapplicavel, por ter significações especiaes que não podem convir; é por consequencia indispensavel um neologismo. Eu apresento o seguinte: ''Protophonia'' (de ''proto'', prefixo grego, que dá idéa de prioridade, ''primeiro'', com o suffixo ''phonia'', de ''phone'', som em grego). Não temos já, para significar o concerto mu sico de instrumentos, a palavra ''Symphonia'', formada tambem de dous vocabulos gregos? Fique, portanto, banida para sempre a dissonante ''Ouvertura'', e substituida pelo expressivo termo ''Protophonia''. ''Fechei esta abertura'' (ouvertura); assim quizessem os nossos diplomatas ''fechar'' aquellas suas repugnantes ''aberturas'', de que usam na linguagem technica, substituindo-as pelo substantivo ''preliminares'', ou outra expressão adequada, ''mas portugueza''.<noinclude>{{traço}}</noinclude> k1hlub2m41cpnj4obaz9wu6n41l3cal Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/90 106 255563 558150 2026-08-07T03:10:06Z Trooper57 24584 /* Sem texto */ 558150 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Trooper57" /></noinclude><noinclude></noinclude> 78ffh1ztzf5pdvw08ppv0myz8dt2adu Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/XV 0 255564 558151 2026-08-07T03:10:44Z Trooper57 24584 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=91 to=93 header=1 /> 558151 wikitext text/x-wiki <pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=91 to=93 header=1 /> 9eq5zypnda3x5vxp87h89ecp0rmraez Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/189 106 255565 558152 2026-08-07T03:17:30Z Trooper57 24584 /* Revista */ 558152 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|UM OUTRO, UMA OUTRA}}{{traço}} Têm por brasão os povos cultos conservar, o mais que podem, estreme e pura de barbarismos a lingua vernacula. Mas não sei por que máo fado, com os que falam portuguez, o contrario succede: inçar de peregrinismos, e termos vindiços a linguagem nacional parece ser o seo mais glorioso timbre. Este vergonhoso e lamentavel defeito, já de seculos radicado em Portugal, e no Brazil, tal incremento vae de dia em dia tomando, que a deturpação dos vocabulos e das construcções syntacticas acabará por transformar o abastardado portuguez em {{sic|inintelligel|inintelligivel}} geringonça. São réos confessos d’este condemnavel alienigenismo litterario poetas e prosadores de ambas aquellas nações, alguns até acclamados pela voz da Fama eruditos philologos. Postergando a leitura dos classicos, e tressuando francez por todos os póros, do apedeutismo se lhes gerou a depravação do gosto, ''malacia litteraria'', que no país das lettras luso-brazilicas endemicamente reina. {{nop}}<noinclude>{{d|10}}</noinclude> kz3hy8wp7sykxc6b7q0t68ps1mr3z76 Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/206 106 255566 558159 2026-08-07T03:56:09Z Trooper57 24584 /* Revista */ 558159 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />162{{ad|3=2em}}</noinclude><onlyinclude>gismo</onlyinclude> para exprimir propriamente — ''O corretor de apostas nas corridas de cavallos''. E foi adoptado en Portugal, e no Brazil! Entretanto é o sentido mais forçado, que se póde imaginar. Mas é ''ingles''...</div> {{ad|{{sc|Boudoir}}: Camarim, gabinete elegantemente ornado.}} {{ad|{{sc|Boulevard}}: Calçada.}} {{ad|{{sc|Bouquet}}: Ramalhete, ou ramilhete.}} {{ad|{{sc|Ça depend}}: Phrase, que não deve fazer esquecer a nossa locução portugueza: Tem seos conformes; ou o adverbio — conforme.}} {{ad|{{sc|Calembourg}}: (Vede o Vocab. dos Neologismos).}} {{ad|{{sc|Chaise longue}}: Espreguiçador; (o povo diz — Espreguiçadeira).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/II/XIII|{{sc|Chalet}}]]: Castellête, ou castellejo. (Vede pag. {{pl|127|44}}).}} {{ad|[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/II/IV|{{sc|Champignons}}]]: Cogumelos, ou tortulhos. (Vede pag. {{pl|95|44}}).}} {{ad|{{sc|Çhança}} (Chance): Probabilidade, occasião, alternativa, dita, fortuna, encontro. Intoleravel gallicismo, porque até se confunde com ''chança'' — mófa, zombaria, dicto gracioso.}} {{ad}}{{sc|Chatelaine}}: Corrente da castellã. A palavra {{lang|fr|''chatelaine''}} é adjectivo, que significa — de castellã, relativo a castellã: o substantivo com que concorda é {{lang|fr|''chaine''}} (cadea, corrente). Por abbreviatura é que os francezes çhamão {{lang|fr|''chatelaine''}} a cadêa, en que as senhoras trazen os instrumentos de costura, e modernamente o relogio.<noinclude></div></noinclude> 4ypoxqlvf3p8khaty1ubt7c5ptrho71 Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/736 106 255567 558162 2026-08-07T10:45:25Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: noite o negro manto ... Convidado com fomno a tudo quanto Refpira com a aura defejada. Aura popular. Met. Acceitação, eftimação ou applau- fo commum. CAM. Luf. 4, 95 O' fraudulento gofto, que fe atiça Co' huma aura popular, que honra fe chama. Sous. Vid. 3, 19 Nem em toda fua vida foi [o Arce- bifpo] grangeador difto, que chamão aura popular, que- ro dizer, graça e eftimação do mundo. SEVER. Prompt. 41, 8, 150 Os oradores bufcavão o ap... 558162 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>noite o negro manto ... Convidado com fomno a tudo quanto Refpira com a aura defejada. Aura popular. Met. Acceitação, eftimação ou applau- fo commum. CAM. Luf. 4, 95 O' fraudulento gofto, que fe atiça Co' huma aura popular, que honra fe chama. Sous. Vid. 3, 19 Nem em toda fua vida foi [o Arce- bifpo] grangeador difto, que chamão aura popular, que- ro dizer, graça e eftimação do mundo. SEVER. Prompt. 41, 8, 150 Os oradores bufcavão o applaufo dos ouvin res, não tanto pera enfinar, como pera acquirir a aura popular, e o vão louvor dos auditorios. Aura. Med. MADEIR. Mech. 2, 4, 5 Tem [Ga- leno por veneno todo o que acommette membro prin- cipal, e por ifto ... conta por effe aquella aura frigida do menino epiléptico. CuRv. Obferv. 33, 7 Não ha re- medio, que tão prontamente diffipe a aura maligna e occulta, que da madre fe levanta, como a agoa do por- co efpim, ou a rofa folis. {{lema|'AUREO, A}}. adj. {{Uso|Poet}}. De ouro, feito de ouro ou perten- cente ao ouro. Do Lat. Aurcus. CAM. Luf. 2, 98 Aurea efpada. Maus. Aff. Afr. 3, 42 Do leito aureo, que ef maltão pedras finas. M. Tпoм. Inful. 4, 127 Mas com valor, e esforço vigilante Os aureos pómos [deve] conquiftar do Hefpéro. Dourado. Maus. Aff. Afr. 5, 90 Por camera ador- nado de aureo teito Huma cóva terás pezada e dura. Rico ou abundante de ouro. CAM. Luf. 10, 124 Cherfonefo foi dita, e das preftantes Vêas d'ouro, que a terra produzio, Aurea por epithéto lhe ajuntárão. SA DE MEN. Mal. 3, 42 E como da cobiça era levado, Cuidava, pondo os pés na aurea cidade, A grão fede fartar. Rutilante, brilhante, refplendecente como ouro. CAM. Canç, 11, 8 Bravo Marte, aureo Apollo, Venus bella. CASTR. Ulyff. 5, 13 Quando Aftréa co' as noites junta mente Na aurea balança os dias igualava. GALHEG. Templ. 2, 1 Tantoque a Fama á porta do fagrado Edicio em que aflite a Eternidade, Chega co' Deos das bodas, rodeado Se moftra o tecto de aurea clari- dade. Amarello, louro, de côr de ouro. CAM. Canç. 15, 5 Com que o aureo licor fazem, que déo A' humana gente a induftria de Ariftéo (Falla do mel) SA' DE MEN. Mal. 2, 100 Em aurea rede prezo o aureo cabello. Met. Excellente, admiravel em qualquer genero. Das peffoas e fuas qualidades. GUERREIR. Rel. 5, 1, 12 São os moços Abexins de naturaes aureos, e da môr inno- cencia, que fe póde imaginar. BARTH. GUERREIR. Cor. 1, 19, 134 Aurco fujeito pera o ferviço da Sé Apoftó. lica. VIEIR. Serm. 5, 12, 6. n. 413 Por iffo chama o Santo ao meu e ao teu, com elegancia verdadeiramente aurca, palavra fria. Feliz, ditofo. Das coufas. CAM. Luf. 3, 96 Alcan- çada ja a paz aurea, divina. Los. Condeft. 14, 38 Vio n'aquella aurea idade o Tejo ameno. M. FERNAND. Alm. 1, 1, 2. n. 25 No tempo de Judas Machabeo houve mortandade de trinta e cinco mil, aurea victoria da ef- pada de ouro, que Jeremias Ihe deo. Aureo numero. Chronol. Periodo de dezenove annos, no qual os novilunios tornão a fucceder nos mefinos dias. Deofelhe efte nome, porque fe affinalavão nos calenda- rios Romanos com letras e numeros de ouro. Tambem fe chama por outro nome círculo decemnovenal. AVELL. Report. 5,4 Pera fe faber perpetuamente em qualquer anno quantos são de aureo. numero, ou circulo decemno- venal, que quer dizer revolução de dezenove annos &c. FIGUEIR. Comput. 2 O aurco numero he huma revo- lução de dezenove annos, em que o Sol cumpre toda a fua diverfidade com a Lua, nas conjunções, oppofi- ções, e quartos em refpeito dos dias e gráos do zodía- co... Por onde tomandoo [os Latinos dos Caldéos, o efcrevêrão com letras de ouro em feu calendario, don- de tambem fe veio chamar aureo numero. CARV. Via, 2, 1, 15 O aureo numero he hum numero de 19 annos, em os quaes a Lua torna ao mefmo ponto, donde fahio aquelle dia, em que fe cumprem os 19 annos: Regra aurea. Arithm. Certa operação do cálculo, pe- la qual, dados très numeros, fe procura o quarto proporcio- nal. CARV. Aftron. 1, 8 Digafe então pela regra aurea: fe a primeira differença dá 24 horas, que dará a fegun- da differença. Aureo, Pharmac. Applicafe a certos medicamentos; affim como. Pós aureos. Certos pos, en qua com outros ingre AUR dientes, fe mifturão folhas de ouro. MADEIR. Meth. 1, 30, 6 Farão em pós, a que chamão aureos precipitados &c. Unguento aureo. Certo unguento, compofto de varios fimplices, affim dito pela cor, que tem femelhante a do ou ro, e a que alguns chamão tambem ungento de Rei. A. FERR. Luz, cap. univ. Unguento aureo para encarnar. 10, 244 Por cima fe ufe de parche de unguento amarello ou aureo de Guido. {{lema|AUREOLA}}. s. f. Diedema, esféra ou circulo de luz, com que fe reprefentão e pintão os Santos para moftrar a fua gloria. Do Lat. Aureolus. acc. na antepenult. VIT. CHRIST. 4, 38, 181 E aureola he nome diminutivo de aurea. s. he hum nome, que fignifica menos que aurea; e au- rea e auréola mataphoricamente he dicta coroa. M. BERN. Luz e Cal. 2, 3, 328 A' feição de coroa, que o fa- grado Texto chama auréola. Met. Prémio accidental dos Bemaventurados por al- guma heroica virtude. CEIT. Serm. 2, 128, 4 E pudera- mos com muita rezão dar a efte fó vencedor as tres auréolas ou coroas, que no céo ganhão as Virgens por pelejar contra. a carne; os Doutores por triunfarem do demonio; e os Martyres por pelêjarem contra o mun- do. FERNAND. GALV. Serm. 2, 111, 4 Ha no céo diffe- rentes cadeiras e areolas, e por iffo vos não tolhem, que vades por differentes caminhos. Feo, Tr. 2, 40, 2 Nem por ifto fição eftes gloriofos Santos privados da pal- ma e auréola do martyrio. {{lema|AURICHALCO}}. s. m. Certo metal finiffimo, que os Anti- gos prezárão muito, o qual de todo fe perdeo. Do Lat. Aurichalcum. O ch foa na noffa pronunciação como qou k. VIEIR. Serm. 11, 6, 5. n. 240 Os braços e o resto do corpo até os pés como aurichalco (metal femelhante ao ouro quando fahe da fornalha ardente. {{lema|AURICIDIA}}. s. f. Cubiça de ouro. BLUT. Vocab. Suppl. {{lema|AURICULAR}}. adj. de huma term. Pertencente ao ouvido. BLUT. Vocab. Dedo auricular. O dedo meminho, afim dito por fer o mais accommodado para com elle fe efgaravatar o ouvi- do. CONST. DO PORT. 105 E quando a outrem [ben- zer] o dedo meminho ou auricular terá contra ao que benzer. FIGUEIR. Comput. 23 O ultimo e quinto de- do... chamafe tambem o auricular, por fer mais apto pera nos fervirmos pera a orelha, quando alguma coufa nella nos offende. CARDOS. Agiol. 2, 453 E tendo an- tigamente de largo dous [dedos] polegares, hoje eftȧ reduzido a hum auricular. {{lema|AURIFACTORIO, A}}. adj. pouc. uf. Que faz ou enfina a fazer ouro. Do Lat. Aurum e Facio. M. BERN. Flo- reft. 4, 1, 254 Chryfopeia ou arte aurifactoria. {{lema|AURIFERO, A}}. adj. Que traz, leva ou tem ouro. Do Lar: Aurifer. acc. na antepenult. CAM. Luf. 7, 11. Não ve- des, que Pactólo e Hermo rios, Ambos volvem auri- feras areas. PURIF. Chr. 1. Prol. 5 E ao Mondego cele- bra por aurifero Vafeu na fua chronica de Hefpanha. CARDOS. Agiol. 3, 335 Dominando as auriferas corren- tes do Téjo, e a famofa barra de Lisboa. JOYA {{lema|AURIFICIA}}. s. f. pouc. uf. Arte ou officio de ourives. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 9. n. 29 Na aurificia e imagina- ria. {{lema|AURIFICO, A}}. adj. pouc. uf. Que faz ou enfina a fazer ouro. Do Lat. Aurum e Facio. acc. na antepenult. CAR- pos. Agiol. 2, 20 Profeffando a aurifica arte com abun- dancia de cabedal. {{lema|AURIFLAMMA}}. s. f. Eftandarte da Abbadia de São Di- niz e dos antigos Reis de França, CARV. Chorogr. I, 6, 10. p. 384 Os paizanos querem fe derive [Arrifana de Auriflama, aquella bandeira quadrada de cor vermelha e de feda táo fina, que &c. {{lema|AURIFRIZIO}}. s. m. Certa ave grande, chamada commum- mente aguia marinha. Briffon a reduz ao genero das aguias: he pouco menor que a aguia real; mas tem as azas me- nos compridas, e o vôo menos levantado. Habita de or- dinario as praias do mar, e margens dos rios, fuften- tandofe de caça e de peixes grandes. Caça e pefca de noite e de dia, vendo melhor de dia que as aves no- turnas, e de noite que as aves diurnas. Faz o feu ni- nho nos carvalhos grandes, aonde fórma hum ninho lar- go e fólido, em que põem dois ovos; mas as mais das vezes não tira fenão hum, e por ifto he efta efpecie me- nos numerofa. Achafe em quali toda a Europa, e pare- ce que tambem as ha na America feptentrional. Tem as unhas negras, luzidias, e tão curvas, que formão hum femicirculo a parte inferior das pernas he nda, amarel- la e efcamofa; o bico duro c curvado, de côr efcura ti-<noinclude></noinclude> ncivldi64yjnnw3eb5ufdzwnjbt4a0k Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/735 106 255568 558163 2026-08-07T10:49:59Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: da Igreja. Pazz, Serm. 1, 497 Senão que pertendêrão fer ricos [os Magiftrados ]e avocarem as fuas familias ..e cafas o que pudera fuftentar muitas mui hontadamente. Forení. Chamar a fi o Tribunal on Juiz fuperior a caufa, que corria em juizo de menor jurifdicção ou incom petente. MEND. PINT. Peregr. 86 Com huma carta de fel- los pendentes forão inhibir a Relação do Chaem pera avocarem o feito a fi. Sous. Vid. 3, 30 E fe os feitos fe av... 558163 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>da Igreja. Pazz, Serm. 1, 497 Senão que pertendêrão fer ricos [os Magiftrados ]e avocarem as fuas familias ..e cafas o que pudera fuftentar muitas mui hontadamente. Forení. Chamar a fi o Tribunal on Juiz fuperior a caufa, que corria em juizo de menor jurifdicção ou incom petente. MEND. PINT. Peregr. 86 Com huma carta de fel- los pendentes forão inhibir a Relação do Chaem pera avocarem o feito a fi. Sous. Vid. 3, 30 E fe os feitos fe avocavão à Corte &c. BARTH. GUERREIR. Cor. I, 18, 119 Mandou avocar a caufa á fua Apoftólica peffoa pe- ra melhor conhecer a rezão e juftiça della. Met. CEIT. Serm. 2, 194, 3 A providencia divi- na he a que avoca a fi efte cafo. CARDOS. Agiol. 3, 797 E fe as tres primeiras [cidades] tem acção para avocarem a fi o Martyr São Julião &c. M. BERN. Serm. 1, 3, 8 Eu murmurador avoco cftes autos ao meu juizo. {{lema|AVOCATORIO, A}}. adj. Forenf. Que ferve para avocar a juizo fuperior a caufa, que corre em outro inferior. Das cartas, mandados, &c. (Advocatorio) Sous. Vid. 3, 14 E veio juntamente mandado avocatorio, e compulfo rio pera irem todos os autos a Roma, e lá correr a caufa. Hift. 2, 2, 13 Nefte paffo fe valeo o mo- ço de hum refcripto de Roma com Breve do Pontifice avocatorio da caufa pera a Sé Apoftólica, como ultimo remedio. {{lema|AVOCATURA}}. s. f. Acção de Avocar. BLUT. Vocab. {{lema|AVOEJAR}}. v. n. T. do jogo da lança. GALY. DE ANDRAD. Art. 1, 43, As braçadeiras largas com demafia são boas fó para rodarem no braço, a que chamão avvejar, c huma deftreza, que fazem alguns cavalleiros. {{lema|AVOENGA}}. s. f. antiq. O mefmo que Avoengo. ESTAT. DOS CONEG. Azuis, 47, 33 A nenhum feja confentido tomar nome patronómico, ou appellido de avoenga. Prov. DA HIST. GEN. 1, 2, 1. p. 65. ann. 1291 E exherdadas das poffefsões e das heranças de fás avoengas. ORDEN. DE D. MAN. 4, 25 Nem poderão os filhos, nem outros defcendentes desfazer a venda tanto por tanto, ainda por dizerem que foi de fua avoenga. {{lema|AVOENGO, A}}. adj. ant. Que vem dos avôs. LEIT. D'AN- DRAD. Mifc. 18, 511 O que fe trata como nobre, e con- ferva os appellidos avoengos nobres, fe prefume nobre. {{lema|AVOENGO}}. s. m. ant. Afcendencia, ferie de avôs ou pro- genitores por linha reta. BARR. Dec. 1, 4, 11 EIRei Dom Manoel, como imitador defte fanto e cathólico avoengo &c. FR. SIH. COELH. Chr. 1, 4, 14 As gera- ções, e os avoengos, e as coufas, que nós não fize- mos, com mui grande difficuldade the chamarei noffas. ARR. Dial. I, 17 Tomão por officio inquitir os avoengos do todas as gerações. {{lema|AVOGAÇÃO}}. s. f. antiq. Vej. Advocação. Luz, Serm. 2, 2, 58. col. 3. {{lema|AVOGACIA}}. s. f. antiq. Vej. Advocacia. VERCIAL, Sa- cram. 3, 57, 115 . {{lema|AVOGAR}}. v. a. antiq. e os feus derivados. Vej. Advogar. ORDEN. DE D. MAN. 3, 34. {{lema|AVOL}}. adj. de huma term. antiq. Vil, mão, ruim. COND. D. PEDR. Nobil. 3, z Dom fruela regnou onze annos, e foi avol homem e mão. {{lema|AVOLEZA}}. s. f. antiq. Vileza, maldade. COND. D. PE- DR. Nobil. 3, Matou hum irmão por avoleza, que fez. {{lema|A'VOLTA}}. form. adv. Vej. Volta. {{lema|AVOLTO, A}}. adj. antiq. O mefmo que Envolto. VIT. CHRIST. 2, 30, 84 E forom tirados de tormenta, e de augua avolta. {{lema|AVOLVER}}. v. n. com pron. peff. antiq. Moverfe, revol- verfe. FERN. Lor. Chr. de D. J. I. i, 127 As gentes de Nuno Alvarez já como, e em que guifa defto fou- berão, começarão de fe avolver, juntandofe pera ir ao Paço. {{lema|AVOLUMADO, A}}. p. p. de Avolumar. M. GODINK. Rel. 9, 47. {{lema|AVOLUMAR}}. v. a. Empachar, encher inuito de grandes volumes. BARR. Dec. 1, 7, 4 Por não avolumar a náo com outra fazenda. Neutr. Fazer volume on grande vulto por quantida- de ou tamanho. COUT. Dec. 4, 8, 12 Porque he dro- ga, que avoluma muito. {{lema|AVONDA}}. antiq. Exprefsão ou fórmula de efpanto on ad- miração, reprovando. FERN. Lor. Chr. de D. J. I. 2, 34 Avonda, diffe Diogo Fernandez, patece que vós, e os outros da ten çom, que tendes, nom vos entendeis mu- dar. GIL Vic. Obr. 1, 34 E porque era étega affim, Foi o que m'amim danou, dvonda, qu'ella engordou, E fezme étego a mim. {{lema|AVONDADO, A}}. p. p. de Avondar. VIT. CHRIST. 3, 35. D. CATH. INF. Regr. 1., 2. {{lema|AVONDAMENTO}}. s. m. antiq. Abundancia Fen, Lor. Chr. de D. J. I. 1, 18 Não embargando que cu theú- do não feja de vos pedir perdão como efte, por mór avondamento vos rogo, que aquella má vontade, que eu vos então tive, vos praza de me perdoar. VIT. CHRIST. 2, 31, 86 Apres que o milagre daquella fartura e avondamento foi moftrado &c. PROV. DA HIST. GEN. I, 3 37. P. 497. ann. 1496 O dito Rei de Caftella nos en- viara por mór aovndamento ... tres, cartas &c. {{lema|AVONDANÇA}}. s. f. antiq. O mfmo que Abundancia. FERN. Lor. Chr. de D. J. I. 1, 70. Azur. Chr. 3, 5. CAS- TANH. Hift. 3, 41. {{lema|AVONDANTE}}. antiq. p. a. de Avondar. D. CATH. INF. Regr. 1, 18. {{lema|AVONDANTEMENTE}}. adv. mod. antiq. O mesmo que Abundantemente. D. CATH. INF. Regr. 2, 14. {{lema|AVONDAR}}. v. n. antiq. O mefmo que Abundar. CANCION 47, 2. {{lema|AVONDO}}. adv. antiq. Abundantemente. F. Atv. Inform. Ficamos com agoa avondo. GIL VIC. Obr. 1, 30 E fe Francifco de Mello, Que fabe fciencia avondo, Diz que o céo he redondo &c. DESCOBR. DA FROLID. 152 Calafetea vão os [bragantins ] com huma eftópa de huma herva, como abróteas... e porque não havia avondo, com linhas da terra, e de mantas, que pera iffo desfiavão, os calafeteavão. {{lema|AVONDOSAMENTE}}. adv. mod. antiq. O mefmo que Abun- dofamente. D. CATH. INF. Regr. Prol. FR. G. DA SILV. Vid. 1, 14. FR. SIM. COELH. Chr. 1, 1, 2. {{lema|AVONDOSO, A}}. adj. antiq. O mefmo que Abundofo. FERN. Lor. Chr. de D. J. I. 1, 33. BERNARD. Ris. Menin. 2, I. {{lema|AVOO}}. s. m. antiq. O mefmo que Vôo, e he como hoje fe diz. BARR. Dec. 3, 8, io Bem como huma vanda de eftorninhos defce a huma arvore, onde fe quer pou- far, alli a fua gente foi em hum avôo fobre as tran- queiras. FR. GASP. DE S. BERNARD. Itin. Eftes dão huns avôos, como de perdizes. Luz, Setm. 2, 2, 25. col. 4 A oração he hum avôo, que a alma dá defta vi- da ao céo. {{lema|AVORRECEDOIRO, A}}. adj. antiq. Aborrecivel, digno de aborrecimento. VIT. CHRIST. I 16, 52 Coufa avorrecedoira he de todo em rodo fe o vermem peque- nino, e que ha de fer manjar de vermes fe exalça e en- fobervece. {{lema|AVORRECER}}. v. n. ant. e os feus derivados. Vej. Abor- recer. {{lema|AVORRIDO, A}}. adj. ant. Vej. Aborrido. VIT. CHRIST. 4, 7, 27. {{lema|AVORRIMENTO}}. s. m. antiq. O mesmo que Aborrecimen Io. VIT. CHRIST. 4, 8, 32. {{lema|A'VOZES}}. fórm. adv. Vej. Voz. {{lema|AURA}}. s. f. Poct. Vento brando e fuave. Lat. Aura. CORT, R. Nanfr. 6, 39 Chamando a aura, que venha Com brando e frefco affopro a foccorrelo. Maus. Aff. Afr. 2, 18 Sufpiros dando ás auras fugitivas. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 17. 11. 78 O ouvido [enchia] com hum fom bran- do de aura efpirante. Mer. FERNAND. GALV. Serm. 2, 101, 1 E fazia a navegação prófpera a aura do Efpirito Santo, que af- foprava. MATT. Jeruf. 1, 82 E a qualquer aura do te- mor futuro, Corria incerto o animo da gente. M. FER- NAND. Alm. 3, 3, 4. n. 196. p. 622 Com tudo na gen- te, que corre for efpiritual, e com effa aura vai na- vegando, achou Santo Pontifice, que era mais arrif- cado commetterfe effe peccado. Epith. Amorofa. MATT. Jeruf. 4, 30. Bella. MATT. Jeruf. 18, 15. Benigua. (met. favor.) CAM. Od. 8, 11. Branda. GALHEG. Templ. 2, 185. Defejada. CORT. R. Naufr. 3, 39. Doc. GALHIG. Templ. 2, 185. Efpiran- te. Sovs. DE MAC. Ulyffip. 3, 12. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 17. n. 78. Fugitiva. Maus. Aff. Afr. 2, 18. Le- ve. CASTR. Ulyff. 7, 59. Nockarna. MATT. Jeruf. 7, 24. Serena. CASTA. Ulyff. 3, 77. Suave. BARRET. Encid. 6, 1. Aura. Poet. Refpiração, alento vital. Commummen- te fe lhe accrefcentão os adjuntos Vital ou da vida. CORT. R. Cerc. 21, 446 E tudo quanto Gozava a vi- tal aura, alli fe entrega. CASTR. Ulyff. 4, 2 O' Ca- pirão repara, Que poder penetrar o Reino efcuro, He coufa grande, a poucos concedida Os que gozamos a aura defta vida. M. Taon. Inful. 4, 51 Havia já da<noinclude></noinclude> ctjc173wwi7g4dowi4z96nq2seln69p