Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.47.0-wmf.14 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Aventuras de Diófanes/I 0 20832 558279 296226 2026-08-09T15:19:31Z BlitzkriegBoop 37692 558279 wikitext text/x-wiki <pages index="Aventuras de Diofanes.djvu" from=17 to=53 header=1/> [[Categoria:Aventuras de Diófanes|Livro 02]] htgf716vxpaaa2ws1qlz18fa2fiyn3m 558280 558279 2026-08-09T15:19:46Z BlitzkriegBoop 37692 558280 wikitext text/x-wiki <pages index="Aventuras de Diofanes.djvu" from=17 to=53 header=1/> [[Categoria:Aventuras de Diófanes|Livro 01]] qc3vytrcyjmjnz97tl7kfjxsbb8jjsn Aventuras de Diófanes/II 0 20833 558282 296227 2026-08-09T15:20:25Z BlitzkriegBoop 37692 558282 wikitext text/x-wiki <pages index="Aventuras de Diofanes.djvu" from=55 to=70 header=1 /> [[Categoria:Aventuras de Diófanes|Livro 02]] 36pd27xi450bvm1bun8rjupzntearzo Aventuras de Diófanes/III 0 20834 558283 296228 2026-08-09T15:20:49Z BlitzkriegBoop 37692 558283 wikitext text/x-wiki <pages index="Aventuras de Diofanes.djvu" from=71 to=118 header=1/> [[Categoria:Aventuras de Diófanes|Livro 03]] 5ke0suu4lrhfbro7qxwyvvi5zk3a43m Aventuras de Diófanes/IV 0 20835 558284 296229 2026-08-09T15:21:15Z BlitzkriegBoop 37692 558284 wikitext text/x-wiki <pages index="Aventuras de Diofanes.djvu" from=119 to=196 header=1 /> [[Categoria:Aventuras de Diófanes|Livro 04]] 1hzeyfqap8o3f2wqwb8na6lqkopnz6c Aventuras de Diófanes/V 0 20836 558285 296230 2026-08-09T15:23:41Z BlitzkriegBoop 37692 558285 wikitext text/x-wiki <pages index="Aventuras de Diofanes.djvu" from=197 to=260 header=1/> [[Categoria:Aventuras de Diófanes|Livro 05]] 0hc9a62y3xol5vn0i7xtcw4gl9a9hpt Aventuras de Diófanes/VI 0 20837 558286 296231 2026-08-09T15:24:00Z BlitzkriegBoop 37692 558286 wikitext text/x-wiki <pages index="Aventuras de Diofanes.djvu" from=261 to=344 header=1/> [[Categoria:Aventuras de Diófanes|Livro 06]] f4f39hhc7wwpqqc6f3kenquh576y8vm Aventuras de Diófanes/Prólogo 0 20839 558278 296225 2026-08-09T15:18:56Z BlitzkriegBoop 37692 menu atualizado, categoria atualizada 558278 wikitext text/x-wiki <pages index="Aventuras de Diofanes.djvu" from=9 to=15 header=1 /> [[Categoria:Aventuras de Diófanes|01]] 20xtieirecj6dqmowzvmde6f06szziz 558281 558278 2026-08-09T15:20:00Z BlitzkriegBoop 37692 558281 wikitext text/x-wiki <pages index="Aventuras de Diofanes.djvu" from=9 to=15 header=1 /> [[Categoria:Aventuras de Diófanes|00]] mw2d4rk7gxk483zb73ykrjs74bf6556 Aventuras de Diófanes 0 20840 558277 57758 2026-08-09T15:16:16Z BlitzkriegBoop 37692 Página alterada para mostrar fonte de transcrição; categoria errada removida. 558277 wikitext text/x-wiki <pages index="Aventuras de Diofanes.djvu" notas="Primeiro romance brasileiro publicado por uma mulher. Seu título original é ''Máximas de virtude e formosura com que Diófanes, Climinéia e Hemirena, príncipes de Tebas, venceram os mais apertados lances da desgraça'' e a autora o publicou através do pseudônimo ''Dorotéia Engrássia Tavareda Dalmira''" header=1 /> [[Categoria:Teresa Margarida da Silva e Orta]] [[Categoria:Aventuras de Diófanes| ]] [[Categoria:Romances brasileiros]] kesfle13v3cn68fvafm954frf4rs49l Ilíada (Odorico Mendes) 0 48389 558350 526749 2026-08-10T00:39:26Z Erick Soares3 19404 558350 wikitext text/x-wiki {{navegar |obra = Ilíada |autor = Homero |tradutor = Odorico Mendes |posterior = |seção = |notas = }} {{wikipédia|Ilíada}} {{versão para impressão disponível}} * [[Ilíada (Odorico Mendes)/I|Capítulo I]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/II|Capítulo II]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/III|Capítulo III]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/IV|Capítulo IV]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/V|Capítulo V]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/VI|Capítulo VI]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/VII|Capítulo VII]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/VIII|Capítulo VIII]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/IX|Capítulo IX]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/X|Capítulo X]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XI|Capítulo XI]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XII|Capítulo XII]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XIII|Capítulo XIII]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XIV|Capítulo XIV]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XV|Capítulo XV]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XVI|Capítulo XVI]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XVII|Capítulo XVII]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XVIII|Capítulo XVIII]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XIX|Capítulo XIX]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XX|Capítulo XX]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XXI|Capítulo XXI]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XXII|Capítulo XXII]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XXIII|Capítulo XXIII]] * [[Ilíada (Odorico Mendes)/XXIV|Capítulo XXIV]] [[Categoria:Textos da Antiguidade]] [[Categoria:Traduções publicadas em 1874]] [[Categoria:Homero]] [[Categoria:Odorico Mendes]] [[Categoria:Ilíada (Odorico Mendes)| ]] [[Categoria:Epopeias]] [[Categoria:Trabalhos originalmente em grego antigo]] 3fzsle1j2dy19ku92t1wg1b8ejmn86j Galeria:Aventuras de Diofanes.djvu 104 157651 558276 420855 2026-08-09T15:11:04Z BlitzkriegBoop 37692 Sumário adicionado 558276 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Aventuras de Diófanes|Aventuras de Diofanes]]: imitando o sapientissimo Fenelon na sua viagem de Telemaco |Subtítulo= |Language=pt |Autor=[[Autor:Teresa Margarida da Silva e Orta|Teresa Margarida da Silva e Orta]] |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora=Regia officina typografica |Gráfica= |Local=Lisboa |Ano=1790 |ISBN= |Fonte={{commons|Aventuras de Diofanes.djvu}} |Imagem= |Capa=5 |Progresso=A |Páginas=<pagelist 1to4=- 5="Folha de rosto" 6="Taxação" 7=1 7to15=roman 16=- 17=1 346to352=- /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário={{índice auxiliar|título=Sumário| * [[Aventuras de Diófanes/Prólogo|Prólogo]] * [[Aventuras de Diófanes/I|Livro I ]] * [[Aventuras de Diófanes/II|Livro II]] * [[Aventuras de Diófanes/III|Livro III]] * [[Aventuras de Diófanes/IV|Livro IV]] * [[Aventuras de Diófanes/V|Livro V]] * [[Aventuras de Diófanes/VI|Livro VI]] }} |Epígrafe={{Página|Aventuras de Diofanes.djvu/5}} {{page break|label=}} {{Página|Aventuras de Diofanes.djvu/6}} {{page break|label=}} |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=N }} [[Categoria:Originais de edições impressas em 1790]] [[Categoria:Régia oficina tipográfica]] q66gya7ey1iqzvd8jfs082rm3cgy8jh 558298 558276 2026-08-09T16:16:47Z BlitzkriegBoop 37692 558298 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Aventuras de Diófanes|Aventuras de Diofanes]]: imitando o sapientissimo Fenelon na sua viagem de Telemaco |Subtítulo= |Language=pt |Autor=[[Autor:Teresa Margarida da Silva e Orta|Teresa Margarida da Silva e Orta]] |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora=Regia officina typografica |Gráfica= |Local=Lisboa |Ano=1790 |ISBN= |Fonte={{commons|Aventuras de Diofanes.djvu}} |Imagem= |Capa=5 |Progresso=A |Páginas=<pagelist 1to4=- 5="Folha de rosto" 6="Taxação" 7=1 7to15=roman 16=- 17=1 346to352=- /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário={{índice auxiliar|título=Sumário| * [[Aventuras de Diófanes/Prólogo|Prólogo]] * [[Aventuras de Diófanes/I|Livro I ]] * [[Aventuras de Diófanes/II|Livro II]] * [[Aventuras de Diófanes/III|Livro III]] * [[Aventuras de Diófanes/IV|Livro IV]] * [[Aventuras de Diófanes/V|Livro V]] * [[Aventuras de Diófanes/VI|Livro VI]] }} |Epígrafe={{Página|Aventuras de Diofanes.djvu/5}} {{page break|label=}} {{Página|Aventuras de Diofanes.djvu/6}} {{page break|label=}} {{Página|Aventuras de Diofanes.djvu/7}} {{page break|label=}} {{Página|Aventuras de Diofanes.djvu/8}} {{page break|label=}} |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=N }} [[Categoria:Originais de edições impressas em 1790]] [[Categoria:Régia oficina tipográfica]] syga4kg72ovhr3xskgxsr64z2mos33o 558305 558298 2026-08-09T16:24:45Z BlitzkriegBoop 37692 558305 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Aventuras de Diófanes|Aventuras de Diofanes]]: imitando o sapientissimo Fenelon na sua viagem de Telemaco |Subtítulo= |Language=pt |Autor=[[Autor:Teresa Margarida da Silva e Orta|Teresa Margarida da Silva e Orta]] |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora=Regia officina typografica |Gráfica= |Local=Lisboa |Ano=1790 |ISBN= |Fonte={{commons|Aventuras de Diofanes.djvu}} |Imagem= |Capa=5 |Progresso=A |Páginas=<pagelist 1to4=- 5="Folha de rosto" 6="Taxação" 7=1 7to15=roman 16=- 17=1 346to352=- /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário={{índice auxiliar|título=Sumário| * [[Aventuras de Diófanes/Prólogo|Prólogo]] * [[Aventuras de Diófanes/I|Livro I ]] * [[Aventuras de Diófanes/II|Livro II]] * [[Aventuras de Diófanes/III|Livro III]] * [[Aventuras de Diófanes/IV|Livro IV]] * [[Aventuras de Diófanes/V|Livro V]] * [[Aventuras de Diófanes/VI|Livro VI]] }} |Epígrafe={{Página|Aventuras de Diofanes.djvu/5}} {{page break|label=}} {{Página|Aventuras de Diofanes.djvu/6}} {{page break|label=}} {{Página|Aventuras de Diofanes.djvu/7}} {{Página|Aventuras de Diofanes.djvu/8}} {{page break|label=}} |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=N }} [[Categoria:Originais de edições impressas em 1790]] [[Categoria:Régia oficina tipográfica]] rh2mjlrbrqu7euwf6eq1xe31obul064 Página:Aventuras de Diofanes.djvu/9 106 157655 558287 358507 2026-08-09T15:29:54Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558287 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{serifa|{{ch|Prologo}}}} {{dhr}} {{capitular|L}}{{uc|eitor}}prudente, bem {{s}}ei que dirás {{s}}er o melhor methodo não dar {{s}}atisfações; mas tenho razão particular, que me obriga a dizer-te, que não culpes a confiança de que me revi{{s}}to, para repre{{s}}entar a figura dos doutos no theatro de{{s}}te livro, pois nelle ba{{s}}ta que o natural in{{s}}tinto ob{{s}}erve os preceitos da razão, para {{s}}atisfazer ao ardente de{{s}}ejo, com que procuro infundir nos ânimos daquelles, por quem devo re{{s}}ponder, o amor da honra, o horror da culpa, a inclinação ás {{s}}ciencias, o perdoar a inimigos, a compaixão da pobreza, e a con{{s}}tância nos trabalhos, porque foi {{s}}ó e{{s}}te o fim, que me obrigou a de{{s}}prezar as vozes, com que o receio me advertia a própria incapacidade; e como em toda a matéria pertence aos {{s}}abios advertir imperfeições, quando reparares em erros, que<noinclude>{{D|des-}}</noinclude> kupnqm2ht54446j6nhwax9vtbm8s0f6 Página:Aventuras de Diofanes.djvu/10 106 157657 558288 358175 2026-08-09T15:37:27Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558288 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{C|{{Sc|Prologo}}}}</noinclude>de{{s}}figurem e{{s}}ta obra, lembre-te que he de mulher, que nas tri{{s}}tes {{s}}ombras da ignorancia {{s}}u{{s}}pira por advertir a algumas a gravidade de E{{s}}tratonica, a con{{s}}tancia de Zenobia, a ca{{s}}tidade de Hypona, a fidelidade de Polixena, e a {{s}}ciencia de Cornelia. Tambem he certo, que para pintar Mage{{s}}tades me faltão os pinceis de Apelles, e não tenho a penna de Homero; mas como {{s}}ou e{{s}}trangeira, tenho vi{{s}}to ba{{s}}tante para poder contemplar {{s}}oberanas propriedades, a{{s}}{{s}}entando em que não ha vapores tão elevados, que po{{s}}são formar {{s}}ombras na grandeza do Olympo. Se e{{s}}ta empreza não produzir effeito corre{{s}}pondente ao meu de{{s}}ejo, já me tem pago o trabalho, pois a tomei, como remedio para divertir cuidados, que principiavão a debilitar-me o {{s}}offrimento com todo o genero de contratempos; pelo que foi preci{{s}}o que a memória contradi{{s}}{{s}}e{{s}}{{s}}e a vontade, que de melancólicas aprehensões {{s}}e alimentava; e {{s}}eguindo cegamente o partido da confiança, {{hífen|che|chegou}}<noinclude>{{D|gou}}</noinclude> 88i60z57j1xj6sbi59lstkyaszuuclo Página:Aventuras de Diofanes.djvu/11 106 157658 558289 358186 2026-08-09T15:46:55Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558289 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{C|{{sc|Prologo.}}}}</noinclude>{{hífen-fim|gou|chegou}} a entrar em alheios dominios: e a{{s}}{{s}}im {{s}}e neste pequeno livro achares cou{{s}}a, que te contente, não entendas que são adopções, pois confe{{s}}{{s}}o que da pequena esfera de{{s}}te entendimento {{s}}ó na{{s}}ce o inutil, e quando mais, o indifferente; e ainda que me lembro de que pelo muito que Fallaris con{{s}}iderou no aju{{s}}tado das {{s}}uas cartas, não as pode e{{s}}curecer a {{s}}ua maldade, pois tinhão e{{s}}timação em todo o Mundo, em me não embaraço em con{{s}}iderar {{s}}er mal de{{s}}empenhada a imitação dos que dão á e{{s}}tampa os {{s}}eus e{{s}}critos, pois não tenho mais tempo, que para reflectir no allivio, que recebo, di{{s}}correndo em trabalhos, que aos meus excedem, quando {{s}}e me repre{{s}}enta a maior grandeza na grandeza abatida; a formo{{s}}ura {{s}}em indecentes adornos, adornada de virtudes; o {{s}}abio virtuo{{s}}o, que entre os inimigos da verdade não {{s}}e lhe apoucão as luzes, que conduzem para a glória das Mage{{s}}tades; o prazer dos pais, que chegão a ver bem {{s}}azonados os frutos da boa<noinclude>{{d|edu}}</noinclude> cnzi2g0d48ma460x09fg5umbpzvhj7r 558290 558289 2026-08-09T15:47:13Z BlitzkriegBoop 37692 558290 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{C|{{sc|Prologo.}}}}</noinclude>{{hífen-fim|gou|chegou}} a entrar em alheios dominios: e a{{s}}{{s}}im {{s}}e neste pequeno livro achares cou{{s}}a, que te contente, não entendas que são adopções, pois confe{{s}}{{s}}o que da pequena esfera de{{s}}te entendimento {{s}}ó na{{s}}ce o inutil, e quando mais, o indifferente; e ainda que me lembro de que pelo muito que Fallaris con{{s}}iderou no aju{{s}}tado das {{s}}uas cartas, não as pode e{{s}}curecer a {{s}}ua maldade, pois tinhão e{{s}}timação em todo o Mundo, em me não embaraço em con{{s}}iderar {{s}}er mal de{{s}}empenhada a imitação dos que dão á e{{s}}tampa os {{s}}eus e{{s}}critos, pois não tenho mais tempo, que para reflectir no allivio, que recebo, di{{s}}correndo em trabalhos, que aos meus excedem, quando {{s}}e me repre{{s}}enta a maior grandeza na grandeza abatida; a formo{{s}}ura {{s}}em indecentes adornos, adornada de virtudes; o {{s}}abio virtuo{{s}}o, que entre os inimigos da verdade não {{s}}e lhe apoucão as luzes, que conduzem para a glória das Mage{{s}}tades; o prazer dos pais, que chegão a ver bem {{s}}azonados os frutos da boa<noinclude>{{d|edu-}}</noinclude> aotymnxidaxkhz6qiq0eannbtbrdbnj Página:Aventuras de Diofanes.djvu/12 106 157659 558291 358197 2026-08-09T15:53:00Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558291 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{C|{{sc|Prologo.}}}}</noinclude>educação; o horror, com que os ju{{s}}tos {{s}}abem ver o indigno a{{s}}pecto da li{{s}}onja; e as mudanças do tempo, que {{s}}empre vem a dar o {{s}}eu a {{s}}eu dono. Para {{s}}er {{s}}offrivel o meu atrevimento, adverte que a morte me ha de {{s}}eparar dos meus, e que ({{s}}ó a{{s}}{{s}}im) ainda depois de me haver reduzido a alheios de{{s}}enganos, lhes ficarei advertindo o que lhes convem; e tenho tão di{{s}}po{{s}}to o animo para {{s}}offrer os inimigos de{{s}}ta obra, que já e{{s}}pero a crítica, a{{s}}{{s}}im como os valero{{s}}os, que têm por maior o trabalho de fugir, que o de e{{s}}perar; pois me anima o {{s}}olido prazer, de que {{s}}obre as minhas ignorancias {{s}}e formem polidos edificios com acertadas medidas para {{s}}e praticarem {{s}}científicas doutrinas. Achão-{{s}}e as gentes tão dominadas de paixões particulares, que muitas vezes {{s}}ó {{s}}e e{{s}}timão as obras para maltratarem os {{s}}eus Authores; porque não advertem, que empregar as forças do engenho, e {{s}}ubtileza em des{{s}}truir as da razão não he vencer os e{{s}}plendores da verdade. Eu<noinclude>{{D|não}}</noinclude> qyw54jgxc5qh3tw67hme8c79sjbyh1j Página:Aventuras de Diofanes.djvu/13 106 157660 558293 358208 2026-08-09T16:01:37Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558293 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{C|{{sc|Prologo.}}</noinclude>não tenho mais armas, que o meu bom animo, e verdadeira {{s}}inceridade, e com o maior prazer {{s}}offrerei que me reprehendão os {{s}}ábios; mas para tolerar ne{{s}}cios mal intencionados, {{s}}erá preci{{s}}o reflectir, que com in{{s}}trumentos gro{{s}}{{s}}eiros tambem {{s}}e apurão os {{s}}offrimentos. Mais cruel foi a guerra dos Romanos com os Penos, que a dos Gregos com os Troianos, porque e{{s}}tes peleijárão pela injuria de Helena, e os outros {{s}}obre qual ficaria com o {{s}}enhorio do Mundo; porque faz maior e{{s}}trago a inimizade, que na{{s}}ce de paixões de{{s}}ordenadas, que aquellas, a que as offen{{s}}as dão cau{{s}}a, porque e{{s}}tas cura o temor de Deus com o tempo, e a vil emulação raras vezes {{s}}e de{{s}}cuida. Hum dos defeitos, que alguns acharáõ ne{{s}}ta obra, {{s}}erá a idéa fanta{{s}}tica, podendo applicar-{{s}}e o me{{s}}mo tempo á hi{{s}}toria verdadeira; ao que re{{s}}pondo, que me per{{s}}uadírão os He{{s}}panhoes, Francezes, e Italianos, que entendem {{s}}er e{{s}}te methodo o que produz melhor effeito; e como de Grego não<noinclude>{{d|{{s}}ei}}</noinclude> bske5szkgqvkrwesdr8jobct87c35mk 558294 558293 2026-08-09T16:01:52Z BlitzkriegBoop 37692 558294 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{C|{{sc|Prologo.}}}}</noinclude>não tenho mais armas, que o meu bom animo, e verdadeira {{s}}inceridade, e com o maior prazer {{s}}offrerei que me reprehendão os {{s}}ábios; mas para tolerar ne{{s}}cios mal intencionados, {{s}}erá preci{{s}}o reflectir, que com in{{s}}trumentos gro{{s}}{{s}}eiros tambem {{s}}e apurão os {{s}}offrimentos. Mais cruel foi a guerra dos Romanos com os Penos, que a dos Gregos com os Troianos, porque e{{s}}tes peleijárão pela injuria de Helena, e os outros {{s}}obre qual ficaria com o {{s}}enhorio do Mundo; porque faz maior e{{s}}trago a inimizade, que na{{s}}ce de paixões de{{s}}ordenadas, que aquellas, a que as offen{{s}}as dão cau{{s}}a, porque e{{s}}tas cura o temor de Deus com o tempo, e a vil emulação raras vezes {{s}}e de{{s}}cuida. Hum dos defeitos, que alguns acharáõ ne{{s}}ta obra, {{s}}erá a idéa fanta{{s}}tica, podendo applicar-{{s}}e o me{{s}}mo tempo á hi{{s}}toria verdadeira; ao que re{{s}}pondo, que me per{{s}}uadírão os He{{s}}panhoes, Francezes, e Italianos, que entendem {{s}}er e{{s}}te methodo o que produz melhor effeito; e como de Grego não<noinclude>{{d|{{s}}ei}}</noinclude> 1xu1ojoti9uu7jtru3t51qf1lc6hkb4 Página:Aventuras de Diofanes.djvu/14 106 157661 558295 358219 2026-08-09T16:07:07Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558295 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{C|{{sc|Prologo.}}}}</noinclude>{{s}}ei cou{{s}}a alguma, e as mais linguas pouco melhor as entendo, por não mendigar notícias antigas, nem me arri{{s}}car a mentir errando, me re{{s}}olvi a {{s}}eguir o caminho de{{s}}ta idéa, em que são os eventos, e objetos fanta{{s}}ticos, mas não o e{{s}}{{s}}{{s}}encial, que conduz para o melhor fim; pelo que não me achaquem mais culpas, que o con{{s}}entir na tentação de huma demaziada curio{{s}}idade; porque ainda que a minha debilidade, engolfando-{{s}}e em tri{{s}}tezas, re{{s}}i{{s}}tia a applicações divertidas, de{{s}}prezei o de{{s}}canço, que me affligia, lembrando-me de {{s}}er incomparavelmente melhor {{s}}offrer o mal, que ter idéas para o fazer; e ainda que o ju{{s}}to receio, e o proprio conhecimento me per{{s}}uadião a que e{{s}}tes productos do meu divertimento fo{{s}}{{s}}em (como outros) reduzidos a cinzas, o {{s}}entir os influxos de huma benigna E{{s}}trella, a quem {{s}}empre {{s}}eguirá a minha e{{s}}cravidão, e reverente affecto, me anima a dar ao prélo e{{s}}tas Aventuras de Diófanes. Não e{{s}}tranhes que em huma {{s}}errana coube{{s}}{{s}}em {{hífen|{{s}}ob|{{s}}oberanos}}<noinclude>{{d|be-}}</noinclude> 7d785uadazfv78b7h3u2t8t7bof1i8z Página:Aventuras de Diofanes.djvu/15 106 157662 558296 358230 2026-08-09T16:11:53Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558296 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{C|{{sc|Prologo.}}}}</noinclude>{{hífen-fim|beranos|{{s}}oberanos}} pen{{s}}amentos, pois {{s}}abes que em uma Aldea na{{s}}ceo Pyrrho, que venceo os Epirotas; em outra Scipião, que venceo os Africanos; em outra Octavio, que venceo os Germanos; e em outra Tito, que venceo os Pale{{s}}tinos: mas no ca{{s}}o que a enchente das críticas engro{{s}}{{s}}em tanto, que cheguem a {{s}}átyras, nem a{{s}}{{s}}im creias que me chegarão á noticia, porque vivo na minha choupana vizinha da Serra da E{{s}}trella, aonde não chegão novidades da Corte; mas {{s}}e houver quem {{s}}e re{{s}}olva a maltratar-me, eu lhe respondo com Demetrio, quando lhe perguntou Lamia, porque e{{s}}tava tri{{s}}te, e não fallava? Dizendo: Deixa-me, que eu faço bem o meu officio, calando, como tu o teu, fallando; e {{s}}e a di{{s}}crição degenerar, {{s}}endo ingrata ás intenções de{{s}}ta obra, a infamia de {{s}}er tal terei por s{{s}}tisfação do meu aggravo. {{nop}}<noinclude>{{D|{{uc|Aven-}}}}</noinclude> jmcgd5cyhq2aijgcj8vkx1wmfan25nb 558308 558296 2026-08-09T16:42:09Z BlitzkriegBoop 37692 558308 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{C|{{sc|Prologo.}}}}</noinclude>{{hífen-fim|beranos|{{s}}oberanos}} pen{{s}}amentos, pois {{s}}abes que em uma Aldea na{{s}}ceo Pyrrho, que venceo os Epirotas; em outra Scipião, que venceo os Africanos; em outra Octavio, que venceo os Germanos; e em outra Tito, que venceo os Pale{{s}}tinos: mas no ca{{s}}o que a enchente das críticas engro{{s}}{{s}}em tanto, que cheguem a {{s}}átyras, nem a{{s}}{{s}}im creias que me chegarão á noticia, porque vivo na minha choupana vizinha da Serra da E{{s}}trella, aonde não chegão novidades da Corte; mas {{s}}e houver quem {{s}}e re{{s}}olva a maltratar-me, eu lhe respondo com Demetrio, quando lhe perguntou Lamia, porque e{{s}}tava tri{{s}}te, e não fallava? Dizendo: Deixa-me, que eu faço bem o meu officio, calando, como tu o teu, fallando; e {{s}}e a di{{s}}crição degenerar, {{s}}endo ingrata ás intenções de{{s}}ta obra, a infamia de {{s}}er tal terei por {{s}}atisfação do meu aggravo. {{nop}}<noinclude>{{D|{{uc|Aven-}}}}</noinclude> 1c8yebzsd4i5enp1fx2sm5foxnmsain Página:Aventuras de Diofanes.djvu/17 106 157663 558306 358252 2026-08-09T16:29:41Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558306 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{extrair imagem}} {{ch|{{uc|Aventuras de Diófanes.}}}} {{lh}} {{ch|{{uc|Livro i.}}}} {{dhr}} {{C|{{uc|Summario.}}}} ''{{capitular|E}}Mbarcando os Reis de Thebas, Diófanes, e Clymenea, com {{s}}eus filhos Almeno, e Hemirena, que {{s}}e achava de{{s}}po{{s}}ada com Arne{{s}}to, Principe de Delos, que pela occa{{s}}ião dos Jogos públicos, que devia a{{s}}{{s}}i{{s}}tir, os e{{s}}perava na mesma Ilba com prevenidos fe{{s}}tejos, para celebrarem as vodas, huma tormenta de{{s}}baratou a e{{s}}quadra, que acompanhava a Diófanes, e o entregou aos de Argos {{s}}eus<noinclude>{{D|''ini-''}}</noinclude> tmwhcvkn2peb5j82dqdem8y66uvsl8t Página:Aventuras de Diofanes.djvu/18 106 157665 558307 358263 2026-08-09T16:40:12Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558307 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{Rh|2|{{Sc|Aventuras}}|}}</noinclude>''inimigos, que no combate matárão a Almeno, e vendêrão Diófanes para Corintho; Clymenea, e Hemirena ficárão em Argos, ainda que muito di{{s}}tantes; e depois de tres annos da mais cruel e{{s}}cravidão venderão Hemirena para Athenas, donde fugio ás e{{s}}timações, e grandezas, por não de{{s}}prezar os preceitos do decóro.'' {{capitular|D}}{{UC|eterminava}}Diófanes achar-{{s}}e na Ilha de Delos, para a{{s}}{{s}}i{{s}}tir á função dos Jogos públicos, que alli {{s}}e farião em reverencia de Apollo, em cujo Templo {{s}}e devia contrahir o hymeneo de Arne{{s}}to, Principe da me{{s}}ma Ilha, com a Princeza Hemirena, funções, para que havião concorrido muitos Principes E{{s}}trangeiros. Embarcou Diófanes, Clymenea {{s}}ua mulher, e {{s}}eus dous filhos Almeno e Hemirena, levando huma e{{s}}quadra em {{s}}ua guarda, conforme pedia a decencia. Em huma engano{{s}}a madrugada {{s}}e de{{s}}pedírão de Thebas, entregando as vélas ao benigno Zefyro, que aos matizados galhardetes animava com alegres movimentos. Soavão os in{{s}}trumentos no mar ao compa{{s}}{{s}}o, em que as vozes repetião em terra os vivas daquelles Soberanos, que em grande {{hífen|extre|extremo}} mo<noinclude>{{D|mo}}</noinclude> 0hxe880ux1uwt56pdi37uy8scyqjv7l Página:Aventuras de Diofanes.djvu/19 106 157666 558310 358274 2026-08-09T19:04:12Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558310 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{sc|De Diófanes. Liv. I.}}|3}}</noinclude>{{Hífen-fim|mo|extremo}} erão amados dos va{{s}}{{s}}allos, porque em {{s}}eus Dominios davão leis a ju{{s}}tiça, e a clemencia, e o {{s}}eu exemplo a melhor direcção para os co{{s}}tumes; e ainda que {{s}}e entendia {{s}}eguirião o rumo das felicidades, e não {{s}}eria dilatada a {{s}}ua au{{s}}encia, era grande a tri{{s}}teza de feus va{{s}}{{s}}allos, que {{s}}ó re{{s}}ignados nas vontades daquelles Principes querião mo{{s}}trar com canticos, que as lagrimas erão na{{s}}cidas do jubilo; mas na de{{s}}pedida {{s}}e declarárão filhas da {{s}}audade, a qual con{{s}}olavão com o Principe Bireno, a quem os poucos annos di{{s}}pen{{s}}ava a a{{s}}{{s}}i{{s}}tencia daquelles Jogos. Apenas perdêrão de vifta as {{s}}audo{{s}}as praias, quando en{{s}}oberbecendo-{{s}}e as ondas, parecia que ameaçavão aos navegantes, indo a encontrar-{{s}}e com elles. Pouco a pouco {{s}}e foi cubrindo de feas nuvens o Ceo, e {{s}}e trocou o dia em noite, mo{{s}}trando-{{s}}e no furio{{s}}o vento a formidavel imagem da morte. Já aos Marinheiros e{{s}}quecidos das grinaldas de flores, com que havião {{s}}ahido de Thebas, {{s}}e repre{{s}}entava, que Neptuno, apertando o {{s}}oberbo tridente, vinha contra elles irado; pelo que, dando vozes, querião mover a {{s}}ua compaixão. Diófanes com {{s}}ocego animava a gente, e enxugava as lagrimas da filha, ao me{{s}}mo tempo, em que a prudente con{{s}}orte, não ob{{s}}tante a {{hífen|gravi|gravidade}}<noinclude>{{D|da-}}</noinclude> 0ybpr527jsfkud57rz4ytswm8f4462c Galeria:Contos infantis em verso e prosa.pdf 104 215528 558316 461946 2026-08-09T21:03:57Z BlitzkriegBoop 37692 Adicionado sumário e epígrafe 558316 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)]] |Subtítulo= |Language=pt |Autor=[[Autor:Adelina Lopes Vieira|Adelina Lopes Vieira]]; [[Autor:Júlia Lopes de Almeida|Júlia Lopes de Almeida]] |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora=Typographia Mattos Moreira |Gráfica= |Local=Lisboa |Ano=1886 |ISBN= |Fonte={{commons|Contos infantis em verso e prosa.pdf}} |Imagem= |Capa=9 |Progresso=C |Páginas=<pagelist 1to4=- 5=1;roman 6=- 7=1 7to16=roman 17=1 188to194=- /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário={{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/187}} |Epígrafe={{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/5}} {{page break|label=}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/7}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/8}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/9}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/10}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/11}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/12}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/13}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/14}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/15}} |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=S }} [[Categoria:Originais de edições impressas em 1886]] 5yus62p6bczvs11yu0t3r0c5gcakwke 558317 558316 2026-08-09T21:05:19Z BlitzkriegBoop 37692 558317 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)]] |Subtítulo= |Language=pt |Autor=[[Autor:Adelina Lopes Vieira|Adelina Lopes Vieira]]; [[Autor:Júlia Lopes de Almeida|Júlia Lopes de Almeida]] |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora=Typographia Mattos Moreira |Gráfica= |Local=Lisboa |Ano=1886 |ISBN= |Fonte={{commons|Contos infantis em verso e prosa.pdf}} |Imagem= |Capa=9 |Progresso=C |Páginas=<pagelist 1to4=- 5=1;roman 6=- 7=1 7to16=roman 17=1 188to194=- /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário={{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/186}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/187}} |Epígrafe={{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/5}} {{page break|label=}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/7}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/8}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/9}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/10}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/11}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/12}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/13}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/14}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/15}} |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=S }} [[Categoria:Originais de edições impressas em 1886]] mh346wv9bsmev4n4ovseo39sg2xr9yh 558320 558317 2026-08-09T21:48:44Z BlitzkriegBoop 37692 índice modificado para ser de mais fácil leitura 558320 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)]] |Subtítulo= |Language=pt |Autor=[[Autor:Adelina Lopes Vieira|Adelina Lopes Vieira]]; [[Autor:Júlia Lopes de Almeida|Júlia Lopes de Almeida]] |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora=Typographia Mattos Moreira |Gráfica= |Local=Lisboa |Ano=1886 |ISBN= |Fonte={{commons|Contos infantis em verso e prosa.pdf}} |Imagem= |Capa=9 |Progresso=C |Páginas=<pagelist 1to4=- 5=1;roman 6=- 7=1 7to16=roman 17=1 188to194=- /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário={{Índice auxiliar|título=Sumário|comentário=(alternado nas últimas páginas)|largura=36em| {{ch|{{Xxxx-larger|{{uc|Indice}}}}}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Prologo|Prologo]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/11|V]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Dedicatoria|Dedicatoria]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/17|1]] }} {{dhr}} {{bloco centro|align=center| {{x-larger|{{uc|{{serifa|Contos infantis}}}}}} {{serifa|{{uc|'''em verso e prosa'''}}}} ''Por Adelina A. Lopes Vieira e Julia Lopes''}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |nodots |página={{sc|Pag.}} }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=I ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Leitura|A Leitura]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/19|3]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=II ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Heroe|O Heroe]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/21|5]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=III ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Passarinho|O Passarinho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/24|8]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Meiguice|Meiguice]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/27|11]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=V ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Remendo|O Remendo]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/30|14]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Vingança|Vingança (''Ratisbonne'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/33|17]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Muito Mais|Muito Mais (''R'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/34|18]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os sapatinhos azues|Os sapatinhos azues]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/35|19]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Quixote|D. Quixote]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/38|22]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=X ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Historia de um vintem|Historia de um vintem]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/41|25]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Estudante e o bicho de seda|O Estudante e o bicho de seda]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/44|28]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Bem|O Bem (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/45|29]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Gago|O Gago]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/46|30]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Anginho|O Anginho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/48|32]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Morangos|Os Morangos]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/51|35]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores amam|As flores amam]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/56|40]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Biographia de uma aranha|Biographia de uma aranha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/59|43]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor Supremo|Amor Supremo (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/61|45]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Retrato da avó|O Retrato da avó]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/62|46]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ninho da Toutinegra|O Ninho da Toutinegra]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/64|48]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Ingratidão|A Ingratidão]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/68|52]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ramo Verde|O Ramo Verde]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/71|55]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Mimi ou a cabrinha cinzenta|Mimi ou a cabrinha cinzenta]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/74|58]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ariel|Ariel]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/77|61]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Correio|O Correio]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/79|63]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deos|Deos (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/84|68]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Borboleta|A Borboleta (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/85|69]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Rosa|A Rosa]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/86|70]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ferrabraz|Ferrabraz]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/89|73]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Esmola|A Esmola]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/92|76]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Rubim|O Rubim]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/98|82]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Palhaço|O Palhaço]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/101|85]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Não se péde nada á meza|Não se péde nada á meza (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/104|88]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Ingratos|Os Ingratos (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/105|89]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As duas fadas|As duas fadas]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/105|91]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Vestido de Bertha|O Vestido de Bertha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/111|95]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Costureira|A Costureira]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/115|99]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XXXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As Perguntas|As Perguntas (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/121|105]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Boa Companhia|A Boa Companhia (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/122|106]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XL ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Formiga|D. Formiga]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/123|107]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Natal|O Natal]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/127|111]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores do pecegueiro|As flores do pecegueiro]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/131|115]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Edade do Pae|A Edade do Pae (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/134|118]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Padre Nosso|O Padre Nosso (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/135|119]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XLV― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Faísca|A Faísca]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/136|120]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor de Creação|Amor de Creação]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/141|125]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Protecção divina|Protecção divina]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/143|127]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Velha|A Velha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/146|130]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Boas Festas|Boas Festas]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/149|133]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=L ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Chuva e Sol|Chuva e Sol]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/152|136]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Escola|A Escola]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/153|137]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deus faz tudo|Deus faz tudo (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/157|141]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Berço|O Berço]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/158|142]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Oleo de Ricino|O Oleo de Ricino]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/162|146]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Tamanco|O Tamanco]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/164|148]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Theologia Infantil|Theologia Infantil (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/168|152]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Diamantes|Os Diamantes (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/168|152]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Morta!|Morta!]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/169|153]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Dia de Natal|O Dia de Natal]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/174|158]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Calice de vinho|O Calice de vinho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/177|161]] }} }} |Epígrafe={{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/5}} {{page break|label=}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/7}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/8}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/9}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/10}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/11}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/12}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/13}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/14}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/15}} |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=S }} [[Categoria:Originais de edições impressas em 1886]] aiqi0sva615wm031pxa6sy676qlxv1l 558321 558320 2026-08-09T21:49:12Z BlitzkriegBoop 37692 558321 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)]] |Subtítulo= |Language=pt |Autor=[[Autor:Adelina Lopes Vieira|Adelina Lopes Vieira]]; [[Autor:Júlia Lopes de Almeida|Júlia Lopes de Almeida]] |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora=Typographia Mattos Moreira |Gráfica= |Local=Lisboa |Ano=1886 |ISBN= |Fonte={{commons|Contos infantis em verso e prosa.pdf}} |Imagem= |Capa=9 |Progresso=C |Páginas=<pagelist 1to4=- 5=1;roman 6=- 7=1 7to16=roman 17=1 188to194=- /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário={{Índice auxiliar|título=Sumário|comentário=(alternado nas últimas páginas)|largura=36em| {{ch|{{Xxxx-larger|{{uc|Indice}}}}}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Prologo|Prologo]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/11|V]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Dedicatoria|Dedicatoria]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/17|1]] }} {{dhr}} {{bloco centro|align=center| {{x-larger|{{uc|{{serifa|Contos infantis}}}}}} {{serifa|{{uc|'''em verso e prosa'''}}}} ''Por Adelina A. Lopes Vieira e Julia Lopes''}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |nodots |página={{sc|Pag.}} }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=I ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Leitura|A Leitura]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/19|3]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=II ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Heroe|O Heroe]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/21|5]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=III ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Passarinho|O Passarinho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/24|8]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Meiguice|Meiguice]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/27|11]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=V ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Remendo|O Remendo]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/30|14]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Vingança|Vingança (''Ratisbonne'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/33|17]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Muito Mais|Muito Mais (''R'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/34|18]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os sapatinhos azues|Os sapatinhos azues]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/35|19]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Quixote|D. Quixote]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/38|22]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=X ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Historia de um vintem|Historia de um vintem]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/41|25]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Estudante e o bicho de seda|O Estudante e o bicho de seda]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/44|28]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Bem|O Bem (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/45|29]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Gago|O Gago]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/46|30]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Anginho|O Anginho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/48|32]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Morangos|Os Morangos]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/51|35]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores amam|As flores amam]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/56|40]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Biographia de uma aranha|Biographia de uma aranha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/59|43]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor Supremo|Amor Supremo (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/61|45]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Retrato da avó|O Retrato da avó]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/62|46]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ninho da Toutinegra|O Ninho da Toutinegra]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/64|48]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Ingratidão|A Ingratidão]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/68|52]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ramo Verde|O Ramo Verde]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/71|55]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Mimi ou a cabrinha cinzenta|Mimi ou a cabrinha cinzenta]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/74|58]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ariel|Ariel]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/77|61]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Correio|O Correio]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/79|63]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deos|Deos (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/84|68]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Borboleta|A Borboleta (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/85|69]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Rosa|A Rosa]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/86|70]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ferrabraz|Ferrabraz]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/89|73]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Esmola|A Esmola]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/92|76]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Rubim|O Rubim]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/98|82]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Palhaço|O Palhaço]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/101|85]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Não se péde nada á meza|Não se péde nada á meza (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/104|88]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Ingratos|Os Ingratos (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/105|89]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As duas fadas|As duas fadas]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/105|91]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Vestido de Bertha|O Vestido de Bertha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/111|95]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Costureira|A Costureira]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/115|99]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XXXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As Perguntas|As Perguntas (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/121|105]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Boa Companhia|A Boa Companhia (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/122|106]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XL ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Formiga|D. Formiga]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/123|107]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Natal|O Natal]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/127|111]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores do pecegueiro|As flores do pecegueiro]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/131|115]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Edade do Pae|A Edade do Pae (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/134|118]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Padre Nosso|O Padre Nosso (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/135|119]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XLV― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Faísca|A Faísca]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/136|120]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor de Creação|Amor de Creação]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/141|125]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Protecção divina|Protecção divina]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/143|127]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Velha|A Velha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/146|130]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Boas Festas|Boas Festas]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/149|133]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=L ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Chuva e Sol|Chuva e Sol]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/152|136]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Escola|A Escola]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/153|137]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deus faz tudo|Deus faz tudo (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/157|141]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Berço|O Berço]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/158|142]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Oleo de Ricino|O Oleo de Ricino]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/162|146]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Tamanco|O Tamanco]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/164|148]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Theologia Infantil|Theologia Infantil (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/168|152]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Diamantes|Os Diamantes (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/168|152]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Morta!|Morta!]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/169|153]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Dia de Natal|O Dia de Natal]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/174|158]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Calice de vinho|O Calice de vinho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/177|161]] }} }} |Epígrafe={{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/5}} {{page break|label=}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/7}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/8}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/9}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/10}} |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=S }} [[Categoria:Originais de edições impressas em 1886]] c1vg4eyekvlqcuzgxq60tbz9rbjwn4r 558323 558321 2026-08-09T21:53:19Z BlitzkriegBoop 37692 558323 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)]] |Subtítulo= |Language=pt |Autor=[[Autor:Adelina Lopes Vieira|Adelina Lopes Vieira]]; [[Autor:Júlia Lopes de Almeida|Júlia Lopes de Almeida]] |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora=Typographia Mattos Moreira |Gráfica= |Local=Lisboa |Ano=1886 |ISBN= |Fonte={{commons|Contos infantis em verso e prosa.pdf}} |Imagem= |Capa=9 |Progresso=C |Páginas=<pagelist 1to4=- 5=1;roman 6=- 7=1 7to16=roman 17=1 188to194=- /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário={{Índice auxiliar|título=Sumário|comentário=(alternado nas últimas páginas)|largura=36em| {{ch|{{Xxxx-larger|{{uc|Indice}}}}}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Prologo|Prologo]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/11|V]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Dedicatoria|Dedicatoria]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/17|1]] }} {{dhr}} {{bloco centro|align=center| {{x-larger|{{uc|{{serifa|Contos infantis}}}}}} {{serifa|{{uc|'''em verso e prosa'''}}}} ''Por Adelina A. Lopes Vieira e Julia Lopes''}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |nodots |página={{sc|Pag.}} }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=I ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Leitura|A Leitura]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/19|3]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=II ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Heroe|O Heroe]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/21|5]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=III ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Passarinho|O Passarinho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/24|8]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Meiguice|Meiguice]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/27|11]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=V ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Remendo|O Remendo]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/30|14]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Vingança|Vingança (''Ratisbonne'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/33|17]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Muito Mais|Muito Mais (''R'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/34|18]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os sapatinhos azues|Os sapatinhos azues]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/35|19]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Quixote|D. Quixote]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/38|22]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=X ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Historia de um vintem|Historia de um vintem]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/41|25]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Estudante e o bicho de seda|O Estudante e o bicho de seda]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/44|28]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Bem|O Bem (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/45|29]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Gago|O Gago]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/46|30]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Anginho|O Anginho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/48|32]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Morangos|Os Morangos]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/51|35]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores amam|As flores amam]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/56|40]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Biographia de uma aranha|Biographia de uma aranha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/59|43]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor Supremo|Amor Supremo (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/61|45]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Retrato da avó|O Retrato da avó]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/62|46]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ninho da Toutinegra|O Ninho da Toutinegra]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/64|48]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Ingratidão|A Ingratidão]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/68|52]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ramo Verde|O Ramo Verde]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/71|55]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Mimi ou a cabrinha cinzenta|Mimi ou a cabrinha cinzenta]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/74|58]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ariel|Ariel]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/77|61]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Correio|O Correio]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/79|63]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deos|Deos (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/84|68]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Borboleta|A Borboleta (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/85|69]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Rosa|A Rosa]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/86|70]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ferrabraz|Ferrabraz]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/89|73]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Esmola|A Esmola]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/92|76]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Rubim|O Rubim]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/98|82]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Palhaço|O Palhaço]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/101|85]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Não se péde nada á meza|Não se péde nada á meza (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/104|88]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Ingratos|Os Ingratos (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/105|89]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As duas fadas|As duas fadas]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/105|91]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Vestido de Bertha|O Vestido de Bertha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/111|95]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Costureira|A Costureira]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/115|99]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XXXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As Perguntas|As Perguntas (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/121|105]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Boa Companhia|A Boa Companhia (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/122|106]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XL ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Formiga|D. Formiga]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/123|107]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Natal|O Natal]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/127|111]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores do pecegueiro|As flores do pecegueiro]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/131|115]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Edade do Pae|A Edade do Pae (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/134|118]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Padre Nosso|O Padre Nosso (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/135|119]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XLV― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Faísca|A Faísca]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/136|120]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor de Creação|Amor de Creação]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/141|125]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Protecção divina|Protecção divina]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/143|127]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Velha|A Velha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/146|130]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Boas Festas|Boas Festas]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/149|133]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=L ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Chuva e Sol|Chuva e Sol]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/152|136]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Escola|A Escola]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/153|137]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deus faz tudo|Deus faz tudo (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/157|141]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Berço|O Berço]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/158|142]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Oleo de Ricino|O Oleo de Ricino]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/162|146]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Tamanco|O Tamanco]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/164|148]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Theologia Infantil|Theologia Infantil (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/168|152]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Diamantes|Os Diamantes (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/168|152]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Morta!|Morta!]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/169|153]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Dia de Natal|O Dia de Natal]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/174|158]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Calice de vinho|O Calice de vinho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/177|161]] }} }} |Epígrafe={{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/5}} {{page break|label=}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/7}} {{page break|label=}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/9}} {{page break|label=}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/10}} |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=S }} [[Categoria:Originais de edições impressas em 1886]] e1dni68q3fvzazet9x2b68ktx76y71r 558325 558323 2026-08-09T21:55:12Z BlitzkriegBoop 37692 558325 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)]] |Subtítulo= |Language=pt |Autor=[[Autor:Adelina Lopes Vieira|Adelina Lopes Vieira]]; [[Autor:Júlia Lopes de Almeida|Júlia Lopes de Almeida]] |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora=Typographia Mattos Moreira |Gráfica= |Local=Lisboa |Ano=1886 |ISBN= |Fonte={{commons|Contos infantis em verso e prosa.pdf}} |Imagem= |Capa=9 |Progresso=C |Páginas=<pagelist 1to4=- 5=1;roman 6=- 7=1 7to16=roman 17=1 188to194=- /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário={{Índice auxiliar|título=Sumário|comentário=(alternado nas últimas páginas)|largura=36em| {{ch|{{Xxxx-larger|{{uc|Indice}}}}}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Prologo|Prologo]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/11|V]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Dedicatoria|Dedicatoria]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/17|1]] }} {{dhr}} {{bloco centro|align=center| {{x-larger|{{uc|{{serifa|Contos infantis}}}}}} {{serifa|{{uc|'''em verso e prosa'''}}}} ''Por Adelina A. Lopes Vieira e Julia Lopes''}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |nodots |página={{sc|Pag.}} }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=I ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Leitura|A Leitura]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/19|3]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=II ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Heroe|O Heroe]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/21|5]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=III ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Passarinho|O Passarinho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/24|8]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Meiguice|Meiguice]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/27|11]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=V ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Remendo|O Remendo]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/30|14]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Vingança|Vingança (''Ratisbonne'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/33|17]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Muito Mais|Muito Mais (''R'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/34|18]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os sapatinhos azues|Os sapatinhos azues]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/35|19]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Quixote|D. Quixote]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/38|22]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=X ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Historia de um vintem|Historia de um vintem]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/41|25]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Estudante e o bicho de seda|O Estudante e o bicho de seda]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/44|28]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Bem|O Bem (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/45|29]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Gago|O Gago]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/46|30]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Anginho|O Anginho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/48|32]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Morangos|Os Morangos]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/51|35]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores amam|As flores amam]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/56|40]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Biographia de uma aranha|Biographia de uma aranha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/59|43]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor Supremo|Amor Supremo (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/61|45]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Retrato da avó|O Retrato da avó]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/62|46]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ninho da Toutinegra|O Ninho da Toutinegra]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/64|48]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Ingratidão|A Ingratidão]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/68|52]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ramo Verde|O Ramo Verde]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/71|55]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Mimi ou a cabrinha cinzenta|Mimi ou a cabrinha cinzenta]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/74|58]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ariel|Ariel]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/77|61]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Correio|O Correio]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/79|63]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deos|Deos (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/84|68]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Borboleta|A Borboleta (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/85|69]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Rosa|A Rosa]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/86|70]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ferrabraz|Ferrabraz]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/89|73]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Esmola|A Esmola]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/92|76]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Rubim|O Rubim]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/98|82]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Palhaço|O Palhaço]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/101|85]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Não se péde nada á meza|Não se péde nada á meza (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/104|88]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Ingratos|Os Ingratos (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/105|89]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As duas fadas|As duas fadas]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/105|91]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Vestido de Bertha|O Vestido de Bertha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/111|95]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Costureira|A Costureira]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/115|99]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XXXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As Perguntas|As Perguntas (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/121|105]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Boa Companhia|A Boa Companhia (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/122|106]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XL ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Formiga|D. Formiga]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/123|107]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Natal|O Natal]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/127|111]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores do pecegueiro|As flores do pecegueiro]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/131|115]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Edade do Pae|A Edade do Pae (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/134|118]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Padre Nosso|O Padre Nosso (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/135|119]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XLV― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Faísca|A Faísca]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/136|120]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor de Creação|Amor de Creação]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/141|125]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Protecção divina|Protecção divina]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/143|127]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Velha|A Velha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/146|130]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Boas Festas|Boas Festas]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/149|133]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=L ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Chuva e Sol|Chuva e Sol]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/152|136]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Escola|A Escola]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/153|137]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deus faz tudo|Deus faz tudo (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/157|141]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Berço|O Berço]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/158|142]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Oleo de Ricino|O Oleo de Ricino]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/162|146]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Tamanco|O Tamanco]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/164|148]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Theologia Infantil|Theologia Infantil (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/168|152]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Diamantes|Os Diamantes (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/168|152]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Morta!|Morta!]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/169|153]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Dia de Natal|O Dia de Natal]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/174|158]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Calice de vinho|O Calice de vinho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/177|161]] }} }} |Epígrafe={{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/5}} {{page break|label=}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/7}} {{page break|label=}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/9}} {{page break|label=}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/10}} {{page break|label=}} |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=S }} [[Categoria:Originais de edições impressas em 1886]] 94xqbs8bf2lgpr6ih3r64hfcfh131c1 558333 558325 2026-08-09T22:30:41Z BlitzkriegBoop 37692 558333 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)]] |Subtítulo= |Language=pt |Autor=[[Autor:Adelina Lopes Vieira|Adelina Lopes Vieira]]; [[Autor:Júlia Lopes de Almeida|Júlia Lopes de Almeida]] |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora=Typographia Mattos Moreira |Gráfica= |Local=Lisboa |Ano=1886 |ISBN= |Fonte={{commons|Contos infantis em verso e prosa.pdf}} |Imagem= |Capa=9 |Progresso=C |Páginas=<pagelist 1to4=- 5=1;roman 6=- 7=1 7to16=roman 17=1 188to194=- /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário={{Índice auxiliar|título=Sumário|comentário=(alternado nas últimas páginas)|largura=36em| {{ch|{{Xxxx-larger|{{uc|Indice}}}}}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Prologo|Prologo]] |página=V }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Dedicatoria|Dedicatoria]] |página=1 }} {{dhr}} {{bloco centro|align=center| {{x-larger|{{uc|{{serifa|Contos infantis}}}}}} {{serifa|{{uc|'''em verso e prosa'''}}}} ''Por Adelina A. Lopes Vieira e Julia Lopes''}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |nodots |página={{sc|Pag.}} }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=I ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Leitura|A Leitura]] |página=3 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=II ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Heroe|O Heroe]] |página=5 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=III ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Passarinho|O Passarinho]] |página=8 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Meiguice|Meiguice]] |página=11 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=V ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Remendo|O Remendo]] |página=14 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Vingança|Vingança (''Ratisbonne'')]] |página=17 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Muito Mais|Muito Mais (''R'')]] |página=18 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os sapatinhos azues|Os sapatinhos azues]] |página=19 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Quixote|D. Quixote]] |página=22 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=X ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Historia de um vintem|Historia de um vintem]] |página=25 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Estudante e o bicho de seda|O Estudante e o bicho de seda]] |página=28 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Bem|O Bem (''R.'')]] |página=29 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Gago|O Gago]] |página=30 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Anginho|O Anginho]] |página=32 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Morangos|Os Morangos]] |página=35 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores amam|As flores amam]] |página=40 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Biographia de uma aranha|Biographia de uma aranha]] |página=43 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor Supremo|Amor Supremo (''R.'')]] |página=45 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Retrato da avó|O Retrato da avó]] |página=46 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ninho da Toutinegra|O Ninho da Toutinegra]] |página=48 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Ingratidão|A Ingratidão]] |página=52 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ramo Verde|O Ramo Verde]] |página=55 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Mimi ou a cabrinha cinzenta|Mimi ou a cabrinha cinzenta]] |página=58 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ariel|Ariel]] |página=61 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Correio|O Correio]] |página=63 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deos|Deos (''R.'')]] |página=68 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Borboleta|A Borboleta (''R.'')]] |página=69 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Rosa|A Rosa]] |página=70 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ferrabraz|Ferrabraz]] |página=73 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Esmola|A Esmola]] |página=76 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Rubim|O Rubim]] |página=82 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Palhaço|O Palhaço]] |página=85 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Não se péde nada á meza|Não se péde nada á meza (''R.'')]] |página=88 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Ingratos|Os Ingratos (''R.'')]] |página=89 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As duas fadas|As duas fadas]] |página=91 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Vestido de Bertha|O Vestido de Bertha]] |página=95 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Costureira|A Costureira]] |página=99 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XXXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As Perguntas|As Perguntas (''R.'')]] |página=105 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Boa Companhia|A Boa Companhia (''R.'')]] |página=106 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XL ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Formiga|D. Formiga]] |página=107 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Natal|O Natal]] |página=111 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores do pecegueiro|As flores do pecegueiro]] |página=115 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Edade do Pae|A Edade do Pae (''R.'')]] |página=118 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Padre Nosso|O Padre Nosso (''R.'')]] |página=119 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XLV― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Faísca|A Faísca]] |página=120 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor de Creação|Amor de Creação]] |página=125 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Protecção divina|Protecção divina]] |página=127 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Velha|A Velha]] |página=130 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Boas Festas|Boas Festas]] |página=133 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=L ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Chuva e Sol|Chuva e Sol]] |página=136 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Escola|A Escola]] |página=137 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deus faz tudo|Deus faz tudo (''R.'')]] |página=141 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Berço|O Berço]] |página=142 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Oleo de Ricino|O Oleo de Ricino]] |página=146 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Tamanco|O Tamanco]] |página=148 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Theologia Infantil|Theologia Infantil (''R.'')]] |página=152 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Diamantes|Os Diamantes (''R.'')]] |página=152 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Morta!|Morta!]] |página=153 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Dia de Natal|O Dia de Natal]] |página=158 }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Calice de vinho|O Calice de vinho]] |página=161 }} }} |Epígrafe={{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/5}} {{page break|label=}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/7}} {{page break|label=}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/9}} {{page break|label=}} {{Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/10}} {{page break|label=}} |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=S }} [[Categoria:Originais de edições impressas em 1886]] d4fozaxz4qswkosz9s08kl8r0ohsni7 Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/7 106 219948 558324 471874 2026-08-09T21:54:21Z BlitzkriegBoop 37692 /* Validada */ 558324 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{C|{{serifa|{{xx-larger|{{uc|Contos infantis}}}}}}}}<noinclude></noinclude> fmkydbtg9dtuzanpc8wz2r1rtur50bx Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/9 106 219950 558327 471876 2026-08-09T22:12:10Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558327 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Nodras" /></noinclude><div style="font-family:serif"> {{c|{{uc|Contos}}|fs=200%}} {{dhr}} {{c|{{uc|Infantis}}|fs=350%}} {{dhr}} {{C|{{uc|Em verso e prosa}}}}</div> {{dhr}} {{c|{{uc|'''Destinados'''}}|fs=90%}} {{dhr}} {{c|{{uc|'''Ás escolas primarias do Brazil'''}}|fs=120%}} {{dhr}} <div style="font-family:serif"> {{C|{{Uc|por}}|fs=90%}} {{dhr}} {{C|{{cursivo|Adelina A. Lopes Vieira}}|fs=120%}} {{dhr}} {{c|{{uc|e}}|fs=90%}} {{dhr}} {{C|{{cursivo|Julia Lopes}}|fs=120%}} {{dhr|4em}} {{C|{{extrair imagem}}}}} {{c|{{sc|Lisboa}}|fs=90%}} {{c|{{uc|Typographia Mattos Moreira}}}} {{c|15, Praça dos Restauradores, 16|fs=80%}} {{c|1886}} </div><noinclude></noinclude> 4fe79os6zvooruymhufn19kgovwqrvb Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/11 106 219952 558328 471878 2026-08-09T22:14:48Z BlitzkriegBoop 37692 /* Validada */ 558328 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{ch|{{uc|Prologo}}}} {{dhr|4em}} Animou-nos a publicar este livro, destinado ás escolas, isto é, ás creanças, a approvação autorisada e franca dos illustrados senhores, Barão de S. Felix, Barão de Paranapiacaba, Dr. Victorio da Costa, que, entre outros distinctissimos escriptores, nos ouviram n'uma leitura feita no Rio de Janeiro, em casa do nosso amigo e mestre, Dr. José Maria Velho da Silva, a quem d'aqui agradecemos essa amavel festa de que tão gratas recordações guardaremos sempre. Os ''Contos Infantis'' são umas narrações singellas, em que procurámos fazer sentir aos pequeninos paixões bôas, levando-os com amenidade de historia a historia. Alguns episodios pódem ser tidos como não naturaes, são esses os em que as flores fallam,<noinclude></noinclude> 9dlitqpr7u2yhl63gvic2rr67ghjvtc Predefinição:Progressos recentes 10 220893 558275 558270 2026-08-09T14:00:14Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 558275 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|12|0|44|6|37|1}} | [[Index:Angelina Vidal - Semana da Paixão (1907).pdf|Semana da Paixão]] |- | {{Barra de progresso|0|0|80|9|11|0}} | [[Index:Bem cavalgar.djvu|Livro da ensinança de bem cavalgar toda sella]] |- | {{Barra de progresso|1|0|10|0|3|86}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|70|0|15|14|1|-1.7763568394003E-15}} | [[Index:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf|Diccionario Bibliographico Brazileiro]] |- | {{Barra de progresso|19|0|1|2|1|77}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|25|0|50|8|8|9}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|52|0|4|44}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|0|7|81|0|12|0}} | [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]] |- | {{Barra de progresso|1|0|37|0|9|53}} | [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]] |- | {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}} | [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> ebxlepbgnditk45unnp44tf6ss2w0az 558292 558275 2026-08-09T16:00:13Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 558292 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|12|0|44|6|37|1}} | [[Index:Angelina Vidal - Semana da Paixão (1907).pdf|Semana da Paixão]] |- | {{Barra de progresso|93|0|1|0|3|3}} | [[Index:Aventuras de Diofanes.djvu|Aventuras de Diofanes]]: imitando o sapientissimo Fenelon na sua viagem de Telemaco]] |- | {{Barra de progresso|0|0|80|9|11|0}} | [[Index:Bem cavalgar.djvu|Livro da ensinança de bem cavalgar toda sella]] |- | {{Barra de progresso|1|0|10|0|3|86}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|19|0|1|2|1|77}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|25|0|50|8|8|9}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|52|0|4|44}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|0|7|81|0|12|0}} | [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]] |- | {{Barra de progresso|1|0|37|0|9|53}} | [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]] |- | {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}} | [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> 7wfadthvmjmrw8mlv5ne27v24x46wzd 558309 558292 2026-08-09T17:00:13Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 558309 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|12|0|44|6|37|1}} | [[Index:Angelina Vidal - Semana da Paixão (1907).pdf|Semana da Paixão]] |- | {{Barra de progresso|92|0|4|0|4|0}} | [[Index:Aventuras de Diofanes.djvu|Aventuras de Diofanes]]: imitando o sapientissimo Fenelon na sua viagem de Telemaco]] |- | {{Barra de progresso|0|0|80|9|11|0}} | [[Index:Bem cavalgar.djvu|Livro da ensinança de bem cavalgar toda sella]] |- | {{Barra de progresso|1|0|10|0|3|86}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|19|0|1|2|1|77}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|25|0|50|8|8|9}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|52|0|4|44}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|0|7|81|0|12|0}} | [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]] |- | {{Barra de progresso|1|0|37|0|9|53}} | [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]] |- | {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}} | [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> heg59a5dam5jotfr816070krtxb9pil 558312 558309 2026-08-09T20:00:15Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 558312 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|12|0|44|6|37|1}} | [[Index:Angelina Vidal - Semana da Paixão (1907).pdf|Semana da Paixão]] |- | {{Barra de progresso|92|0|4|0|4|0}} | [[Index:Aventuras de Diofanes.djvu|Aventuras de Diofanes]]: imitando o sapientissimo Fenelon na sua viagem de Telemaco]] |- | {{Barra de progresso|0|0|3|0|3|94}} | [[Index:Contos infantis em verso e prosa.pdf|Contos infantis em verso e prosa (1886)]] |- | {{Barra de progresso|1|0|10|0|3|86}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|19|0|1|2|1|77}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|25|0|50|8|8|9}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|52|0|4|44}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|0|7|81|0|12|0}} | [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]] |- | {{Barra de progresso|1|0|37|0|9|53}} | [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]] |- | {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}} | [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> 2j785iwb5224hswirbvw2qmgx05obj5 558326 558312 2026-08-09T22:00:15Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 558326 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|12|0|44|6|37|1}} | [[Index:Angelina Vidal - Semana da Paixão (1907).pdf|Semana da Paixão]] |- | {{Barra de progresso|92|0|4|0|4|0}} | [[Index:Aventuras de Diofanes.djvu|Aventuras de Diofanes]]: imitando o sapientissimo Fenelon na sua viagem de Telemaco]] |- | {{Barra de progresso|0|0|3|1|4|92}} | [[Index:Contos infantis em verso e prosa.pdf|Contos infantis em verso e prosa (1886)]] |- | {{Barra de progresso|1|0|10|0|3|86}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|19|0|1|2|1|77}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|25|0|50|8|8|9}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|52|0|4|44}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|0|7|81|0|12|0}} | [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]] |- | {{Barra de progresso|1|0|37|0|9|53}} | [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]] |- | {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}} | [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> 6jaad42409sylro2e0yjkthov0d6w3p 558345 558326 2026-08-09T23:00:13Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 558345 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|12|0|44|6|37|1}} | [[Index:Angelina Vidal - Semana da Paixão (1907).pdf|Semana da Paixão]] |- | {{Barra de progresso|92|0|4|0|4|0}} | [[Index:Aventuras de Diofanes.djvu|Aventuras de Diofanes]]: imitando o sapientissimo Fenelon na sua viagem de Telemaco]] |- | {{Barra de progresso|0|0|8|1|4|87}} | [[Index:Contos infantis em verso e prosa.pdf|Contos infantis em verso e prosa (1886)]] |- | {{Barra de progresso|1|0|10|0|3|86}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|19|0|1|2|1|77}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|25|0|50|8|8|9}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|52|0|4|44}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|0|7|81|0|12|0}} | [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]] |- | {{Barra de progresso|1|0|37|0|9|53}} | [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]] |- | {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}} | [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> agr862gme1m66gx5mctdyzdt4j10d01 558349 558345 2026-08-10T00:00:16Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 558349 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|12|0|44|6|37|1}} | [[Index:Angelina Vidal - Semana da Paixão (1907).pdf|Semana da Paixão]] |- | {{Barra de progresso|92|0|4|0|4|0}} | [[Index:Aventuras de Diofanes.djvu|Aventuras de Diofanes]]: imitando o sapientissimo Fenelon na sua viagem de Telemaco]] |- | {{Barra de progresso|0|0|9|1|4|86}} | [[Index:Contos infantis em verso e prosa.pdf|Contos infantis em verso e prosa (1886)]] |- | {{Barra de progresso|1|0|10|0|3|86}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|19|0|1|2|1|77}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|25|0|50|8|8|9}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|52|0|4|44}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|0|7|81|0|12|0}} | [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]] |- | {{Barra de progresso|1|0|37|0|9|53}} | [[Index:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]] |- | {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}} | [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> 69l8f9wqrpeihhe4ds7f014md17hpo2 558363 558349 2026-08-10T10:00:14Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 558363 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|12|0|44|6|37|1}} | [[Index:Angelina Vidal - Semana da Paixão (1907).pdf|Semana da Paixão]] |- | {{Barra de progresso|92|0|4|0|4|0}} | [[Index:Aventuras de Diofanes.djvu|Aventuras de Diofanes]]: imitando o sapientissimo Fenelon na sua viagem de Telemaco]] |- | {{Barra de progresso|0|0|11|1|4|84}} | [[Index:Contos infantis em verso e prosa.pdf|Contos infantis em verso e prosa (1886)]] |- | {{Barra de progresso|1|0|10|0|3|86}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|19|0|1|2|1|77}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|25|0|50|8|8|9}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|52|0|4|44}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|0|7|81|0|12|0}} | [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|59|35|6|0}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}} | [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> 97bpmhqbinpwewan2t37im98csveqq8 558380 558363 2026-08-10T11:00:13Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 558380 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|12|0|44|6|37|1}} | [[Index:Angelina Vidal - Semana da Paixão (1907).pdf|Semana da Paixão]] |- | {{Barra de progresso|92|0|4|0|4|0}} | [[Index:Aventuras de Diofanes.djvu|Aventuras de Diofanes]]: imitando o sapientissimo Fenelon na sua viagem de Telemaco]] |- | {{Barra de progresso|0|0|13|1|4|82}} | [[Index:Contos infantis em verso e prosa.pdf|Contos infantis em verso e prosa (1886)]] |- | {{Barra de progresso|1|0|10|0|3|86}} | [[Index:Dialogos das grandezas do Brasil.pdf|Dialogos das grandezas do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|20|0|1|2|1|76}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|25|0|50|8|8|9}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|52|0|4|44}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|0|7|81|0|12|0}} | [[Index:Maria O'Neill - Para ler nas férias.pdf|Para ler nas férias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|59|35|6|0}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|2|0|31|0|3|64}} | [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> seh2e52516thbctw3vml6xuo6ikgcpc Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/122 106 250383 558351 557120 2026-08-10T09:33:02Z MLReis 41056 /* Validada */ 558351 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="MLReis" />{{rh||BÁTEGA BAÚ|{{sc|25}}}}</noinclude>uma da outra com as designações de «batata doce», e «batata de Surrate» ou «inglesa»; e os idiomas vernáculos teriam restringido o vocábulo ''batata'' a uma espécie ou à outra. '''Bate''' («arroz em casca ou em erva»). Indo-ingl. ''battee'' ou ''batty''. Usado antes no sul da India, agora suplantado por ''paddy''. O étimo é o marata-concani ''bhát''. Vid. ''bata''<ref>«O mura de '''batee''' tem tres candis, que he arroz com casca». António Nunes, ''Livro'', p. 40. «Por razão do qual arroz, que elles chamão '''bate''', se chama o ''Reyno Batecalou'', que interpretam o Reyno de arroz». João de Barros, Déc. III, II, 1. «Nos campos (de Ceilão) he tanto o arroz, a que elles chamam '''bate'''». Lucena, liv. II, cap. 18.</ref>. O indo-ingl. ''paddy'' vem do mal. ''pádi'', jav. ''pári'', que Crawfurd identifica com ''bate'' e supõe levado pelos portugueses. Mas Yule & Burnell acham-no «improvável, porque a palavra ''pārī'', mais ou menos modificada, existe em todas as línguas do Arquipélago, e até em Madagáscar». '''Bátega''' (por «bandeja»). Conc. ''bátk''. Term. vern. ''táṭ, vāṭi, vāṭém''. — Tet. ''bátik''. — ? Tonk. ''bāt'', escudela. — ? Mal. ''bātil''. — ? Mak., Bug. ''bātili''. Na acepção de «bacia de metal», o termo é obsoleto no continente, mas voga nos crioulos sob a forma de ''bática'' e ''bátic''. Vid. ''Elucidario'' de Viterbo<ref>«Neste Reyno de Peguou não ha dinheiro amoedado, e o de que se usa e pratica he de '''bategas''', bacios e outras cousas de serviço, que são de huum metal». António Nunes, p. 38. «Então lhe trazem dez '''batygas''', que são bacias de latão rasas... e bebem agoa que está em outras '''bategas'''». Gaspar Correia, III, p. 715. «E as iguarias em '''bategas''' de prata». Damião de Góis, IV, cap. 10.</ref>. '''[[:d:Lexeme:L1375323|Bateira]]'''. Jap. ''battera''. '''Batel'''. Conc., Guj., Sindh. ''bateló''. — Mar. ''batelá''. — Indo-ingl. ''batel, batelo, botella, botilla''. Whitworth regista também a forma ''butecla''. — ? Mal. ''bahatra''. — ? Mak., Bug. ''batará''. Matthes aponta por étimo o sânsc. ''vahitra''<ref>«Da qual em se o '''batel''' afastando, logo da terra vierão por elle em huma almadia». ''Id.'', I, cap. 38. «Por demandar o '''batel''' em que iam mais agua». Bocarro, Déc. XIII, p. 392.</ref>. '''[[:d:Lexeme:L447387|Bateria]]'''. Conc. ''bāterí''. — Malayál. ''vattéri''. — Tel. ''battéri, phattéri''. Brown dá como étimo ''batērí'' em alfabeto árabe, sem indicar a língua. — Mal. ''bateria, teria'' («clamare, screare», Haex). — Ár. ''battariya'', ponte de navio<ref>«Ao outro dia tractaram o modo de se dar '''bateria''' á fortaleza». Bocarro, Déc. XIII, p. 643.</ref>. '''Baú'''. Conc. ''bāú''. Term. vern. ''péṭ''. — Guj. ''bāú, bávum''. — Hindust. ''bāolá''. — Gal. ''baban baú''<ref>«Hum '''baull''' pequeno avalliado em myll e quynhentos réys» (1601). A. Tomás Pires, in ''Bol. S. G. L.'', 16.ª sér., p. 724.</ref>. == Notas == <references /><noinclude></noinclude> grlxn0z4o25x1ze6uzfk6kj0uw7sq8a Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/123 106 250410 558352 557121 2026-08-10T09:33:34Z MLReis 41056 /* Validada */ 558352 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="MLReis" />{{rh|{{sc|26}}|BAZAR BÊBADO|}}</noinclude>'''? Bazar'''. Mal. (''bazar'', segundo Bikkers), Jav. (baixo), Sund., Mad., Batt. ''pásar''. — Mak. ''pásara''. — Bug. ''pása''. — Tet., Gal. ''básar''. «Do persiano ''bāzār'', mercado permanente ou rua de lojas. A palavra propagou-se para o Ocidente em árabe, turco, e, com sentidos especiais, em línguas europeias, e para o Oriente na Índia, onde foi geralmente adoptada nas línguas vernáculas». ''Hobson-Jobson''. Mas o Dr. Heyligers diz que foi provávelmente introduzida nas línguas mencionadas pelos portugueses, que a teriam recebido dos povos do Levante ou dos mouros da península, «porque não é nada provável que antes daquele tempo a Pérsia tivesse relações de comércio com o Extremo Oriente». Tinham-nas porém os árabes e os índios, que já empregavam o vocábulo; e o Dr. Schuchardt conjectura que os malaios o receberam da India meridional. «O povo de Kling [Kalinga, na costa de Choramándel] tinha grande comércio com o Arquipélago antes da chegada dos europeus». Rigg<ref>Os nossos escritores, tratando de Malaca, mencionam freqüentemente Quelins, mercadores Quelins e bairro dos Quelins.</ref>. João de Sousa observa que ''bazar'' é palavra antiga em português e menos conhecida, e Simão Botelho (1554) explica o que é o bazar de Chaul: «Renda do '''bazar''', que he das buticas onde se vendem as cousas por miudo»<ref>«A gente indiana mais corruptamente lhe chama ''pedra de bazar'': que quer dizer pedra da praça, ou da feira; porque '''bazar''' quer dizer lugar donde se vendem as cousas». Garcia da Orta, Col. XLV.</ref>. '''Bazaruco''' (moeda antiga). Indo-ingl. ''budgrook''. No indo-português de Bombaim ''budruc'' significa «dinheiro em geral»<ref>«Vinte quoatro leacs o barguanim, que são vinte e quoatro '''bazarucos'''». Simão Botelho, p. 46. «Mandou o Governador que em Cochym se fizessem '''bazaruqos''' como em Goa, e mandou correr a cinquenta '''bazarucos''' por tanga». Gaspar Correia, IV, p. 337.</ref>. A etimologia é incerta. Vid. ''Hobson-Jobson''. '''Beatilha''' («cassa»). Indo-ingl. ''betteela, beatelle''. — Mal. ''bitíla''<ref>«De Chaul e Dabul lhe trazem muyta soma de beirames e '''beatilhas'''». Duarte Barbosa, p. 275. «Peças de '''beatilha''' de bengala muyto finas». António Tenreiro, ''Itinerario'', cap. XVII. «Autres sortes de toiles qui se font aux environs de Masulipatan sur les terres du Roi de Golconda, et ces pieces s’apellent '''Betilles'''». Tavernier, ''Voyages'' (1676), V, p. 201.</ref>. '''[[:d:Lexeme:L449057|Bêbado]]'''. Conc. ''bebdó''. Term. vern. ''sarekár'' (que também significa == Notas == <references /><noinclude></noinclude> 9vvhrmtatqr0ji8355bzpcqbajdim2p Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/124 106 250411 558353 556908 2026-08-10T09:34:02Z MLReis 41056 /* Validada */ 558353 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="MLReis" />{{rh||BERINGELA BIFE|{{sc|27}}}}</noinclude>«vendedor de vinho»), ''saró piyetaló, saró lāglaló'', e outros semelhantes. ''Bebdúl'', ebrioso. ''Bebdikáy, bebdepaṇ'', bebedice. — Sing. ''bêbaduva, bêbaduvu, bêbadda, bêbayiyā''. Term. vern. ''bīmatkaráyā, bónayā, viri''. ''Bêbedu-káma'', bebedice. '''Beijoim, benjoim'''. Indo-ingl. ''benzoin, benjamin''. — Indo-franc. ''benjoin''<ref>«Ha hy muyta lacra e '''beijoim''' de duas maneiras, branco e preto». ''Roteiro da Viagem de Vasco da Gama'', ed. de 1838, p. 112. «Nase muyto bõo '''beijoim''', que he rezina darvore, ha que os Mouros chamam Lobam». Duarte Barbosa, p. 369. «O cheiroso '''beijoim''', a que os nossos por sua suavidade chamão '''beijoim de boninas'''». João de Barros, Déc. III, III, 3.</ref>. '''Bem-ensinado''' («bem-criado»). Mal. ''bem-ensinado'' (Haex). Cf. ''mal-ensinado''. '''Bem pode''' (ser). Mal. ''ben pode'' (Haex). '''Bentinho'''. Conc. ''bentín''. — Tet., Gal. ''bentinh''. '''Benzer'''. Conc. ''benhár-karunk''. ''Benhár'' é também adjectivo, na acepção de «bento». — Tam. ''venjan-pradu''. '''Beringela''' (bot.). Hindust. ''berinjal''. Term. vern. ''bhaṇṭá, baigan, baingan''. — Indo-ingl. ''brinjaul''. — Mal. ''berinjal''. — Tet. ''beringela''. — Gal. ''beringela''. Term. vern. ''bumáran, pumáran''<ref>«Mandar trazer mais arros, e feyjões cozidos com '''beringellas'''». Fernão Pinto, cap. CXIX. «Ha [em Angola] pepinos differentes dos de la mas muyto bons, aboboras e manguegoas que são como '''Berengelas'''». P. Baltasar Afonso (1585), in ''Bol.'' S. G. L., 4.ª sér., p. 376.</ref>. O vocábulo é origináriamente sânscrito (''bhaṇṭākī''), trazido pelos árabes para a península hispânica e levado pelos portugueses, com a planta da India, para Malaca. Vid. ''Hobson-Jobson''. '''Bétele, bétel, betle, bétere, betre''' (bot.). Indo-ingl. ''betel''. — Indo-franc. ''bétel''. Do malayál. ''veṭṭila''. «Todos os nomes que virdes que não sam portugueses, sam malavares; assi como '''betre''', ''chuna'', que he cal, ''maynato'', que he lavador de roupa, ''patamar'', que he caminheiro, e outros muytos». Garcia da Orta<ref>«Ha ho qual '''betele''' nós chamamos folio Indio, que tem a folha tamanha como tanchagem». Duarte Barbosa, p. 286.</ref>. '''Bezoar''' (subst.). Jap. ''basara''. '''Bicho do mar''' («holothuria»). Indo-ingl. ''beech-de-Mer''. — Indo-franc. ''biche-de-mer''<ref>«'''Bicho de mar''', “Holuthuria”, nome que os portuguezes lhe deram e pelo qual é conhecido, se bem que alguns escriptores inglezes lhe chamem “sea-slugs”». Calado Crespo, ''Cousas da China'', p. 232.</ref>. '''Bife'''. Conc. ''bíph''. — Tam., Tet., Gal. ''bíphi''. Em concani e tamul pode o vo- == Notas == <references /><noinclude></noinclude> 85z4hvq3yjkwv167nbttx18yj0m1afm Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/125 106 250413 558354 557122 2026-08-10T09:35:01Z MLReis 41056 /* Validada */ 558354 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="MLReis" />{{rh|{{sc|28}}|BISCOITO BOCETA|}}</noinclude>cábulo ter sido directamente introduzido do inglês. '''Bilimbim''' (fruto de ''Averrhoa bilimbi''). Conc. ''bilambí, bimblí'' (árvore; ''bilambém, bimblém'', fruto). — Mar. ''bilambí, bimblá'' (árvore; ''bimblem'', fruto). — Hindust. ''bilambú''. — Malayál. ''vilimbi''. — Tul. ''bilimbi, bimbali, bimbili, bimbuli''. — Indo-ingl. ''bilimbi, blimbee''<ref>«Chamase em canarim e em decanim camariz (?), e, em malaio, '''balimba'''». Garcia da Orta, Col. XII.</ref>. Do mal. ''balimbing'', muito provávelmente introduzido na India pelos portugueses. '''Binóculo'''. Conc. ''binokl''. — Tet. ''binókulu''. '''Biscoito'''. Conc. ''biskút''. — Mar. ''biskúṭ''. — Hindi ''viskuṭ''. — Hindust., Beng. ''biskuṭ''. — Sing. ''biskóttu, viskóttu, viskottuva''. — Tam. ''viskan''. — Tel. ''biskotthu''. — Tul. ''biskoṭu''. — Nic. ''biskut''. — Tet. ''biskóitu''. — Jap. ''bisukóto, bisuko''. É possível que a cacuminalização do ''ṭ'' seja devida à influência do ingl. ''biscuit'' (pronuncia-se ''biskit''), sem implicar necessáriamente a sua procedência (Vid. ''batata''). O biscoito foi introduzido pelos portugueses no comêço das suas relações com a Índia. Nas ''Lembranças das cousas da India'' aparece entre os «preços que tem as mercadoryas em Dyo e as que se gastão» «a mão de '''biscuouto''' 7 fedeas». ''Mão'' e ''fédeas'' são termos indianos. E Castanheda diz que Afonso de Albuquerque concertou com Meliquiaz (Malik Eiaz) em Diu «que podesse ali mandar fazer '''bizcoyto''', por quanto auia trigo», e que deixou «para fazer o '''bizcoyto''' hum Christão nouo chamado andrade»<ref>«A nao Capitaina fez huma agoa por popa (em 1505), que nom sentirão porque entrou no payol do '''biscouto'''». Gaspar Correia, I, p. 535.</ref>. O achinês tem ''meskut'', que deve ter provindo do inglês, pois Langen diz que o termo se aplica particularmente a ''Huntly and Palmer’s Biscuits''. '''[[:d:Lexeme:L447924|Bispo]]'''. Conc. ''bisp''. — Beng. ''bispa''. — Tam., Can., Tet., Gal. ''bispu''. '''[[:d:Lexeme:L1118998|Bissexto]]'''. Conc. ''bisêst'' (p. us. e só em Goa). — Bug. ''bisésetu''. '''Boa tarde'''. Beng. ''bovás tardiyá''. — Tet. ''bôa tárdi''. Também ''bôa nóiti''. '''Bobo'''. Conc. ''bôb''. Também ''bobdekaméd'', bobo de comédia. Term. vern. ''bhāṇḍó, bhorpi''. — Tet., Gal. ''bôbu''. Term. vern. ''loré''. '''Bocal'''. Conc. ''bukál''. Term. vern. ''káṇṭh, toṇḍ''. — ? Mal. ''bókar'', boceta. — Ár. ''buqál''. '''Boceta'''. Conc. ''busét''. Term. vern. ''peṭúl, ḍabó''. — Mal. ''boetta'' (Haex), ''bosséta''<ref>«Dai cata em suas arqas e '''boetas'''». Gaspar Correia, II, p. 299. «E lhes acharão em huma '''bueta''' hum livro em que tinha escrito muitas cousas da India». ''Id.'', IV, p. 18. «Traziam numa '''boceta''' d’ouro». Lucena, liv. II, cap. 23.</ref>. == Notas == <references /><noinclude></noinclude> ne8wt8sonj6xaqsiqsbbn4884jjpzxy Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/124 106 255625 558272 2026-08-09T13:12:31Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 558272 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>{{t2|{{sc|pormenores orographicos}}|CAPITULO XII}} {{dhr|4}} A direcçāo que o projectil seguira arrastava-o, como já fizemos notar, para o hemispherio septentrional da Lua. Os viajantes estavam já longe do ponto central onde deveriam ir dar, se a trajectoria que a principio a bala seguira nāo soffrera irremediavel desvio. Era meia noite e meia hora. Barbicane avaliou entāo a distancia a que estavam do astro em mil e quatrocentos kilometros, grandeza um pouco maior do que o raio lunar, e que ainda havia de tornar-se menor ao passo que fossem avançando para o pólo norte. O projectil estava entāo, nāo á altura do Equador, mas na direçāo do decimo parallelo, e a partir dʼesta latitude escrupulosamente suputada por Barbicane no mappa, até ao pólo, poderam os viajantes observar á Lua em optimas condiçōes. Com effeito, o emprego das lunetas reduziu a distancia de mil e quatrocentos kilometros a quatorze, isto é, a tres leguas e meia. O telescopio das montanhas Penhascosas representava a Lua, é verdade, a menor distancia, mas a atmosphera terres-<noinclude></noinclude> 4ywcy5k10hrvhr2oovemcqn7ddtk2i1 Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/125 106 255626 558273 2026-08-09T13:19:43Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 558273 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|117|{{sc|á roda da lua}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>tre tambem lhe diminuia notavelmente a potencia optica. Por esta rasāo é que Barbicane, postado no seu projectil e armado da respectiva luneta, enxergava certos phenomenos, quasi imperceptiveis para os observadores collocados na Terra. — Amigos meus, disse o presidente com voz grave, nāo sei para onde vamos, nāo sei se tornaremos a ver o globo terrestre. Nāo obstante, procedamos como se os nossos trabalhos devessem um dia ser uteis aos nossos similhantes. Conservemos o espirito livre de qualquer preoccupaçāo. Somos astronomos. Esta bala é um gabinete do observatorio de Cambridge, transportado para o espaço. Portanto, observemos. Dito isto, começou o trabalho com extrema precisāo, conseguindo-se reproduzir com fidelidade os differentes aspectos da Lua, ás distancias variaveis a que o projectil foi estando com relaçāo aos astros. A bala, ao tempo que se achava na altura do decimo parallelo, parecia ir rigorosamente seguindo o vigesimo grau de longitude leste. É aqui o logar mais proprio para lembrar uma importante consideraçāo relativa ao mappa que servia de base ás observaçōes dos nossos viajantes. Nos mappas selenographicos onde, em virtude da inversāo produzida pelas lunetas, está o sul para cima e o norte para baixo, parecia natural que como consequencia de tal inversāo se collocasse o leste á esquerda e o oeste á direita. Todavia nāo é assim. Se se voltasse o mappa para representar a Lua tal como apparece à vista, ficava o les- te à esquerda e oeste á direita, em contrario do que acontece nos mappas terrestres. A rasāo dʼesta anomalía é a seguinte: Para os observadores situados no hemispherio boreal, na Europa por exemplo, está a Lua ao sul, e para poderem observal-a têem que voltar costas ao norte, posiçāo inversa da que occupam quando contemplam qualquer mappa terrestre, e visto como voltam costas ao norte fica-lhes o éste à esquerda e o oeste á direita. Para observadores collocados no hemispherio austral, na Patogonia por exemplo, ficaria o oeste da Lua perfeitamente á esquerda e o leste á direita, porque tinham por<noinclude></noinclude> fhnmdjww6jjuys4lab7aprjqcptkvws Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/126 106 255627 558274 2026-08-09T13:24:38Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 558274 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|118|{{sc|á roda da lua}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>detraz o meio dia. E esta a rasāo da apparente inversāo dos dois pontos cardeaes nos mappas lunares, a que é necessario attender para acompanhar as observaçōes do presidente Barbicane. Com o auxilio do ''Mappa selenographico'' de Beer e Moedler podiam os viajantes reconhecer sem hesitaçāo a porçāo de disco lunar que se lhes emmoldurava no campo das lunetas — Que estamos a ver nʼeste momento? perguntou Miguel. — A parte septentrional do Mar das Nuvens, respondeu Barbicane. Estamos a distancia demasiada dʼella para poder-lhe reconhecer a natureza. Serāo aquellas planicies cobertas de áridas areias, como o suppozeram os primeiros astronomos? Ou serāo apenas immensas florestas, em harmonia com a opiniāo de Waren de la Rue, que admitte a existencia na Lua de uma atmosphera muito baixa, mas muito densa? É o que mais tarde havemos de saber. Nāo affirmemos cousa alguma sem ter o direito de o fazer. O tal Mar das Nuvens está pouco precisamente delineado nos mappas, Suppōe-se que esta vasta planicie está semeada de montōes de lava vomitados pelos vulcōes proximos da sua regiāo direita, que sāo Ptolomeu, Purbach e Arzachel. Porém, o projectil ia avançando e aproximando-se visivelmente, e em breve appareceram as cumiadas que fecham aquelle mar na sua extrema septentrional. Em frente erguia-se uma montanha radiante de prefeita belleza, cuja crista parecia como que perdida nʼuma erupçāo de raios solares. — É?... perguntou Miguel. — Copernico, respondeu Barbicane. — Vejamos Copernico. Este monte, situado a 9º de latitude norte por 20º de longitude leste, ergue-se até à altura de tres mil quatrocentos e trinta e oito metros acima do nivel da superficie média da Lua. É visivel da Terra, podendo os astronomos estudal-o muito bem, principalmente no decurso da phase comprehendida entre o ultimo quarto e o nuvilunio, porque entāo projectam-se as som-<noinclude></noinclude> hxw9g3l60rk2oahhs3xqh1j9bn6nyjo Página:Aventuras de Diofanes.djvu/6 106 255628 558297 2026-08-09T16:16:02Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558297 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{bloco centro|width=40em|Foi taixado e{{s}}te livro em papel a quatrocentos reis. Meza 2. de Setembro de 1790. {{D|''Com tres Rubricas.}}}}<noinclude></noinclude> 7dphjrzx9s8s294ugwopik4uv3yhm2z Página:Aventuras de Diofanes.djvu/1 106 255629 558299 2026-08-09T16:17:18Z BlitzkriegBoop 37692 /* Sem texto */ 558299 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude><noinclude></noinclude> ltg9mtpefm08n2h0k9e81m08dk0hzmr Página:Aventuras de Diofanes.djvu/2 106 255630 558300 2026-08-09T16:17:48Z BlitzkriegBoop 37692 /* Sem texto */ 558300 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude><noinclude></noinclude> ltg9mtpefm08n2h0k9e81m08dk0hzmr Página:Aventuras de Diofanes.djvu/3 106 255631 558301 2026-08-09T16:17:58Z BlitzkriegBoop 37692 /* Sem texto */ 558301 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude><noinclude></noinclude> ltg9mtpefm08n2h0k9e81m08dk0hzmr Página:Aventuras de Diofanes.djvu/4 106 255632 558302 2026-08-09T16:18:08Z BlitzkriegBoop 37692 /* Sem texto */ 558302 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude><noinclude></noinclude> ltg9mtpefm08n2h0k9e81m08dk0hzmr Página:Aventuras de Diofanes.djvu/7 106 255633 558303 2026-08-09T16:22:50Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558303 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{capitular|N}}{{sc|Aõ}} receia os perigos, {{s}}enão quem os não conhece: e talvez quanto a e{{s}}tes mais {{s}}uperior, e mais capaz de os combater, e vencer, mais os teme. Não he pouco para recear apparecer como Author no grande theatro do Mundo; porque a critica, ainda quando ju{{s}}ta, nem {{s}}empre {{s}}e mo{{s}}tra benigna. E{{s}}creveo Alexandre de Gu{{s}}mão, varão tão conhecido no Orbe Litterario, e immortal gloria do nome Portuguez, em {{s}}eus primeiros annos, e na idade florente a pre{{s}}ente Obra; e julgando-a fruto temporão, e mal {{s}}azonado, a não quiz publicar com o {{s}}eu nome: {{s}}ahio á luz com hum nome {{s}}uppo{{s}}to, de cujas letras {{s}}e fórma tambem o de Alexandre de Gu{{s}}mão; Anagramma porém imperfeito pela redundancia, para mais occultar o proprio nome. Porém como a Obra he de tanto merecimento, e tão {{hífen|corre{{s}}pon|correspondente}}<noinclude>{{rh||A ii|den-}}</noinclude> 3sediyq6eboqqfjd9hq08hdduuov21x Página:Aventuras de Diofanes.djvu/8 106 255634 558304 2026-08-09T16:24:07Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558304 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>dente ao {{s}}ublime engenho do {{s}}eu Author, e tem con{{s}}eguido a mais di{{s}}tincta reputação entre os Sabios, não parece ju{{s}}to, que havendo de {{s}}ahir ao público novamente impre{{s}}{{s}}a, entre as Aventuras de Diófanes {{s}}e conte a de {{s}}e negar a gloria a quem por tantos titulos a merece, e he {{s}}eu dono. {{nop}}<noinclude>{{D|{{uc|Pro-}}}}</noinclude> f5ozpbuu8u0us5xrauu2s96z3r4bmvq Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/12 106 255635 558311 2026-08-09T19:36:46Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558311 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|VI|{{uc|Prologo}}|}} {{lh}}</noinclude>e os animaes raciocinam; mas isso mesmo fizemos como tactica subtil, para tornarmos animaes e flores comprehendidos e estimados pelas creancinhas. Assim todas as nossas historias são simples; narrações de factos realisados, muitas. Julgamos que quanto mais approximado for da verdade o assumpto mais interesse desperta em quem o lê. D'esta arte o pequeno leitor seguirá entretido a historia de uma menina pobre; de uns pombinhos mansos; de uma vella engilbadinha e tremula; de um burrinho traballador; ou de uma mãe carinhosa, parecendo-lhe vêr: na menina pobre a filha de um visinho; nos pombos mansos, uns que lá vão a miudo ao seu jardim, e aos quaes nunca mais fará mal; na velhinha, a sua avó querida; no burrinho trabalhador e paciente, o pobre burro magro de um carroceiro bruto; e finalmente na mãe carinhosa, a sua propria mãe! Elle verá então com sympathia os que soffrem, affeiçoando se assim á grande familia dos infelizes! O nosso fito é a educação moral e esthetica; um desejo que, por ser bem intencionado, deve ser permittido. Diligenciámos dar á fórma e ao estylo simplicidade e correcção, naturalidade e sentimento, cousas que se devem alliar principalmente nas paginas de proposito escriptas para creanças. A claresa dos conceitos e a verdade, são elementos<noinclude></noinclude> 7ldenbh1ippi2j40yse6ovt4wtkqqfa Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/187 106 255636 558313 2026-08-09T20:58:01Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558313 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|Indice|171}} {{lh}}</noinclude>{{bloco centro|align=center| {{x-larger|{{uc|{{serifa|Contos infantis}}}}}} {{serifa|{{uc|'''em verso'''}}}} ''Por Adelina A. Lopes Vieira''}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |nodots |página={{sc|Pag.}} }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=II ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Heroe|O Heroe]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/21|5]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Meiguice|Meiguice]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/27|11]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Vingança|Vingança (''Ratisbonne'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/33|17]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Muito Mais|Muito Mais (''R'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/34|18]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Quixote|D. Quixote]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/38|22]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Estudante e o bicho de seda|O Estudante e o bicho de seda]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/44|28]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Bem|O Bem (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/45|29]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Anginho|O Anginho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/48|32]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores amam|As flores amam]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/56|40]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor Supremo|Amor Supremo (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/61|45]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ninho da Toutinegra|O Ninho da Toutinegra]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/64|48]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ramo Verde|O Ramo Verde]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/71|55]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ariel|Ariel]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/77|61]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deos|Deos (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/84|68]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Borboleta|A Borboleta (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/85|69]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ferrabraz|Ferrabraz]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/89|73]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Rubim|O Rubim]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/98|82]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Não se péde nada á meza|Não se péde nada á meza (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/104|88]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Ingratos|Os Ingratos (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/105|89]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Vestido de Bertha|O Vestido de Bertha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/111|95]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XXXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As Perguntas|As Perguntas (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/121|105]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Boa Companhia|A Boa Companhia (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/122|106]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Natal|O Natal]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/127|111]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Edade do Pae|A Edade do Pae (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/134|118]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Padre Nosso|O Padre Nosso (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/135|119]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor de Creação|Amor de Creação]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/141|125]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Velha|A Velha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/146|130]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=L ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Chuva e Sol|Chuva e Sol]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/152|136]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deus faz tudo|Deus faz tudo (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/157|141]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Oleo de Ricino|O Oleo de Ricino]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/162|146]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Theologia Infantil|Theologia Infantil (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/168|152]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Diamantes|Os Diamantes (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/168|152]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Dia de Natal|O Dia de Natal]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/174|158]] }}<noinclude></noinclude> ouuo3n3awsi4k21bj3g22s5c1jolh6z 558314 558313 2026-08-09T20:58:16Z BlitzkriegBoop 37692 558314 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|Indice}}|171}} {{lh}}</noinclude>{{bloco centro|align=center| {{x-larger|{{uc|{{serifa|Contos infantis}}}}}} {{serifa|{{uc|'''em verso'''}}}} ''Por Adelina A. Lopes Vieira''}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |nodots |página={{sc|Pag.}} }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=II ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Heroe|O Heroe]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/21|5]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Meiguice|Meiguice]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/27|11]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Vingança|Vingança (''Ratisbonne'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/33|17]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Muito Mais|Muito Mais (''R'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/34|18]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=IX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Quixote|D. Quixote]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/38|22]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Estudante e o bicho de seda|O Estudante e o bicho de seda]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/44|28]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Bem|O Bem (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/45|29]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Anginho|O Anginho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/48|32]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores amam|As flores amam]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/56|40]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor Supremo|Amor Supremo (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/61|45]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ninho da Toutinegra|O Ninho da Toutinegra]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/64|48]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Ramo Verde|O Ramo Verde]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/71|55]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ariel|Ariel]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/77|61]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deos|Deos (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/84|68]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Borboleta|A Borboleta (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/85|69]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Ferrabraz|Ferrabraz]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/89|73]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Rubim|O Rubim]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/98|82]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Não se péde nada á meza|Não se péde nada á meza (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/104|88]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Ingratos|Os Ingratos (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/105|89]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Vestido de Bertha|O Vestido de Bertha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/111|95]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XXXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As Perguntas|As Perguntas (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/121|105]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Boa Companhia|A Boa Companhia (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/122|106]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Natal|O Natal]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/127|111]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Edade do Pae|A Edade do Pae (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/134|118]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Padre Nosso|O Padre Nosso (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/135|119]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Amor de Creação|Amor de Creação]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/141|125]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Velha|A Velha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/146|130]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=L ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Chuva e Sol|Chuva e Sol]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/152|136]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deus faz tudo|Deus faz tudo (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/157|141]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Oleo de Ricino|O Oleo de Ricino]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/162|146]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Theologia Infantil|Theologia Infantil (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/168|152]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Diamantes|Os Diamantes (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/168|152]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Dia de Natal|O Dia de Natal]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/174|158]] }}<noinclude></noinclude> a3tjsdyorngz29zss5xw6z6qh41389u Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/16 106 255637 558315 2026-08-09T21:00:49Z BlitzkriegBoop 37692 /* Sem texto */ 558315 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude><noinclude></noinclude> ltg9mtpefm08n2h0k9e81m08dk0hzmr Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/186 106 255638 558318 2026-08-09T21:31:20Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558318 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{ch|{{Xxxx-larger|{{uc|Indice}}}}}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Prologo|Prologo]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/11|V]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Dedicatoria|Dedicatoria]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/17|1]] }} {{dhr}} {{bloco centro|align=center| {{x-larger|{{uc|{{serifa|Contos infantis}}}}}} {{serifa|{{uc|'''em prosa'''}}}} ''Por Julia Lopes''}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |nodots |página={{sc|Pag.}} }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=I ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Leitura|A Leitura]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/19|3]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=III ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Passarinho|O Passarinho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/24|8]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=V ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Remendo|O Remendo]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/30|14]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os sapatinhos azues|Os sapatinhos azues]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/35|19]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=X ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Historia de um vintem|Historia de um vintem]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/41|25]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Gago|O Gago]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/46|30]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Morangos|Os Morangos]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/51|35]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Biographia de uma aranha|Biographia de uma aranha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/59|43]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Retrato da avó|O Retrato da avó]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/62|46]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Ingratidão|A Ingratidão]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/68|52]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Mimi ou a cabrinha cinzenta|Mimi ou a cabrinha cinzenta]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/74|58]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Correio|O Correio]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/79|63]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Rosa|A Rosa]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/86|70]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Deos|Deos (''R.'')]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/84|68]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Esmola|A Esmola]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/92|76]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Palhaço|O Palhaço]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/101|85]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As duas fadas|As duas fadas]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/105|91]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Costureira|A Costureira]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/115|99]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XL ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Formiga|D. Formiga]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/123|107]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores do pecegueiro|As flores do pecegueiro]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/131|115]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XLV― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Faísca|A Faísca]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/136|120]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Protecção divina|Protecção divina]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/143|127]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Boas Festas|Boas Festas]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/149|133]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Escola|A Escola]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/153|137]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Berço|O Berço]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/158|142]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Tamanco|O Tamanco]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/164|148]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Morta!|Morta!]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/169|153]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Calice de vinho|O Calice de vinho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/177|161]] }}<noinclude></noinclude> 70vyf80ols85qtwdp8ja6sxs92cgbwj 558319 558318 2026-08-09T21:47:22Z BlitzkriegBoop 37692 558319 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{ch|{{Xxxx-larger|{{uc|Indice}}}}}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Prologo|Prologo]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/11|V]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Dedicatoria|Dedicatoria]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/17|1]] }} {{dhr}} {{bloco centro|align=center| {{x-larger|{{uc|{{serifa|Contos infantis}}}}}} {{serifa|{{uc|'''em prosa'''}}}} ''Por Julia Lopes''}} {{dhr}} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |nodots |página={{sc|Pag.}} }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=I ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Leitura|A Leitura]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/19|3]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=III ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Passarinho|O Passarinho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/24|8]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=V ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Remendo|O Remendo]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/30|14]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=VIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os sapatinhos azues|Os sapatinhos azues]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/35|19]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=X ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Historia de um vintem|Historia de um vintem]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/41|25]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Gago|O Gago]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/46|30]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Os Morangos|Os Morangos]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/51|35]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Biographia de uma aranha|Biographia de uma aranha]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/59|43]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Retrato da avó|O Retrato da avó]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/62|46]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Ingratidão|A Ingratidão]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/68|52]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Mimi ou a cabrinha cinzenta|Mimi ou a cabrinha cinzenta]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/74|58]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Correio|O Correio]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/79|63]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Rosa|A Rosa]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/86|70]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Esmola|A Esmola]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/92|76]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Palhaço|O Palhaço]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/101|85]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As duas fadas|As duas fadas]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/105|91]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XXXVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Costureira|A Costureira]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/115|99]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XL ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/D. Formiga|D. Formiga]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/123|107]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/As flores do pecegueiro|As flores do pecegueiro]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/131|115]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção= XLV― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Faísca|A Faísca]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/136|120]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLVII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Protecção divina|Protecção divina]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/143|127]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=XLIX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Boas Festas|Boas Festas]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/149|133]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LI ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Escola|A Escola]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/153|137]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Berço|O Berço]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/158|142]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LV ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Tamanco|O Tamanco]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/164|148]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LVIII ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/Morta!|Morta!]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/169|153]] }} {{tabela|indentation=-1|largura=36em |seção=LX ― | largura-s= 80 |título=[[Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Calice de vinho|O Calice de vinho]] |página=[[Contos infantis em verso e prosa.pdf/177|161]] }}<noinclude></noinclude> et1h9pwwcasarw5ppmejihc19zkz7zf Contos infantis em verso e prosa (1886) 0 255639 558322 2026-08-09T21:52:01Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 558322 wikitext text/x-wiki <pages index="Contos infantis em verso e prosa.pdf" header=1 /> [[Categoria:Obras publicadas em 1886]] [[Categoria:Adelina Lopes Vieira]] [[Categoria:Júlia Lopes de Almeida]] [[Categoria:Contos infantis em verso e prosa| ]] hu1t6tqwftlt7640olo7m2kot94izv7 Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/13 106 255640 558329 2026-08-09T22:18:30Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558329 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{Rh||{{uc|Prologo}}|VII}} {{lh}}</noinclude>saudaveis para o seu espirito, que se vae assim formando sem esforço, bebendo seiva natural e vivificadora. Não cremos que este pobre livro alcance em absoluto nosso intento, mas temos a convicção de que não será inutil; porque, se não basta a bôa vontade para se escrever uma obra, que impressione e que corrija erros, são incontestavelmente de grande valor para o espirito mobil das creanças, umas phrases bondosas, em que a virtude derrame o seu perfume suave, capaz de modificar impetos de genio e indifferença pelo soffrimento alheio. Que uma unica das creanças, que nos lerem, pratique, imitando um de nossos heróes, uma acção bôa, e ficaremos bem pagas da canceira. Temos lido muitos livros injustamente classificados, ou antes, destinados ''para a infancia''. O que conteem na sua maior parte? Historias insulsas e banaes ou phantasias absurdas e intrincadas, que só uma intelligencia amadurecida póde entender. Para a comprehenção das creanças toda a violencia é má. Se lêem com attenção, fatigam-se em busca da verdadeira ideia occulta entre os labyrintos da phraze, se não lêem com attenção, se o fazem machinalmente, perdem um trabalho, que as enfada, e que nada de bom lhes deixa. E preciso ter se consciencia de tudo o que se faz. {{nop}}<noinclude></noinclude> lhgtma8kfyj5tygd76zos2xghlvbmrc Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/14 106 255641 558330 2026-08-09T22:21:13Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558330 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|VIII|{{uc|Prologo}}|}} {{lh}}</noinclude>Diz P. J. Stahl, no prefacio do delicioso livro de Luiz Ratisbonne ― ''Comédie enfantine'' ― que é necessario alimentar o espirito das creanças, como o seu corpo, com o que ha de mais puro e são. E é bem certo isso. Condemna com justiça esse escriptor os livros feitos ás duzias, ao correr da penna, e destinados á infancia; livros sem relevo, sem aroma, e aos quaes está reservado o direito de fallar em primeiro logar ao que ha de mais subtil, de mais fino e delicado n'este mundo, á imaginação e ao coração das creanças! «Eu desejava desanimar esses pobres escriptores, continua elle, fazer-lhes comprehender bem que, quando se escreve para as creanças, a tarefa não é, como parece acreditarem, o diminuirem-se, abaixarem-se, descerem; ao contrario, a tarefa é subirem, subirem sempre, subirem tão alto, quanto possa attingir o espirito humano, isto é, até á alma da creança, até ás espheras superiores, que ella habita e habitará, emquanto a sciencia da vida a não tiver feito descer para prendel-a á terra como a nossa. «A Academia premeia livros de toda a especie: de Historia, de Philosophia, e de Sciencias em geral. Eu quizera que ella reservasse annualmente uma das suas corôas, e a mais rica, para as composições felizes, que devem encantar a infancia; quizera que assignalasse com {{hífen|ova|ovações}}<noinclude></noinclude> 460jrsdwjoxyt0msj6v6tj9861jma6q Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/15 106 255642 558331 2026-08-09T22:22:20Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558331 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|Prologo}}|IX}} {{lh}}</noinclude>{{Hífen-fim|ções|ovações}} extraordinarias a passagem de uma d'essas aves raras: um livro devéras amavel para uso das creanças. Apresentando ao publico o nosso modesto trabalho, dizemos como o escriptor francez: Desejáramos vêr saudados com enthusiasmo em nosso paiz livros, já se vê, escriptos por pennas mais abalisadas do que as nossas, e com direito a ovações, mas como este, destinados ao uso das creancinhas. {{nop}}<noinclude></noinclude> hjhskrry69elx85rjhkjxbf9y3iqxcg Contos infantis em verso e prosa (1886)/Prologo 0 255643 558332 2026-08-09T22:24:45Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 558332 wikitext text/x-wiki <pages index="Contos infantis em verso e prosa.pdf" from=11 to=15 header=1 /> [[Categoria:Contos infantis em verso e prosa| 01]] g5p26bfxgkfjkfi9plo2b7jlj1llgof Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/17 106 255644 558334 2026-08-09T22:36:24Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558334 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{ch|{{uc|Contos infantis}}}} {{dhr|4em}} {{Linha customizada|w|40}} {{dhr|4em}} {{C|{{smaller|{{uc|Aos nossos adorados sobrinhos Valentim, Luiza, Adelina e Homero}}}}}} {{dhr|3em}} {{bloco centro/s}} <poem> A vós, anjos de paz, immaculados ::beijos de casto amôr, trazemos estes contos iriados, ::ramos de muita flôr, que reunimos tendo em pensamento ::o vosso doce olhar e o riso de ideal contentamento, ::que os vae illuminar. Não sabeis ler ainda, sois, amôres, ::pequeninos de mais; apenas soletráes os mil fulgores ::dos ollos maternaes. <br> </poem><noinclude>{{bloco centro/f}} {{D|1}}</noinclude> gyry5cpsm7e4etnrx0t9t43arq1ilf6 Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/18 106 255645 558335 2026-08-09T22:37:55Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558335 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{Rh|2|{{uc|Contos infantis}}|}} {{lh}} {{bloco centro/s}}</noinclude><poem> Ouvi attentos pois, socegadinhos, ::os contos infantis d'este livro, deitando caladinhos ::as cabeças gentis no regaço materno. N'essa edade ::é facil entender o que é amar a Deus e á humanidade, ::mesmo sem saber ler. Quando crescerdes mais, flores bemditas, ::a vossa doce voz recitará as paginas escriptas ::com o pensamento em vós. </poem> {{bloco centro/f}} {{nop}} {{dhr|3em}} {{c|{{extrair imagem}}}}<noinclude></noinclude> 60qnymk67mx5kxbx10lsr0glb4w5yyr Contos infantis em verso e prosa (1886)/Dedicatoria 0 255646 558336 2026-08-09T22:38:39Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 558336 wikitext text/x-wiki <pages index="Contos infantis em verso e prosa.pdf" from=17 to=18 header=1 /> [[Categoria:Contos infantis em verso e prosa| 02]] akuwbreej0rk31uy3umvna4rdcfl89x Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/19 106 255647 558337 2026-08-09T22:40:39Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558337 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{Rh||{{uc|Contos infantis}}|3}} {{lh}}</noinclude>{{ch|1}} {{dhr}} {{C|{{larger|'''A leitura}}}} {{dhr}} Cegára o velho general e desde então nada havia que o fizesse sorrir, nada que The prendesse a attenção, nada que o distrahisse! Mergulhado na pavorosa noite da cegueira entregava se completamente a todo o horror das suas cerradas trevas, sem forças para reagir. Tinha só um filha, viuva, e uma neta, que a mãe puzera n'um collegio pensionista. Um dia, vendo a bôa senhora que o pae estava peior e mais triste ainda, mandou buscar a filha, a sua Valentina. Veio a menina ameigar o avô; beijava-o, passava-lhe pelas longas barbas brancas as mãosinhas mimosas, contava-lhe cousas divertidas passadas entre as collegas e ella... e o velho silencioso! {{nop}}<noinclude></noinclude> ndk299hkx4m0fs9mz3h3dcihn7lasio 558372 558337 2026-08-10T10:12:13Z BlitzkriegBoop 37692 558372 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{Rh||{{uc|Contos infantis}}|3}} {{lh}}</noinclude>{{ch|I}} {{dhr}} {{C|{{larger|'''A leitura}}}} {{dhr}} Cegára o velho general e desde então nada havia que o fizesse sorrir, nada que The prendesse a attenção, nada que o distrahisse! Mergulhado na pavorosa noite da cegueira entregava se completamente a todo o horror das suas cerradas trevas, sem forças para reagir. Tinha só um filha, viuva, e uma neta, que a mãe puzera n'um collegio pensionista. Um dia, vendo a bôa senhora que o pae estava peior e mais triste ainda, mandou buscar a filha, a sua Valentina. Veio a menina ameigar o avô; beijava-o, passava-lhe pelas longas barbas brancas as mãosinhas mimosas, contava-lhe cousas divertidas passadas entre as collegas e ella... e o velho silencioso! {{nop}}<noinclude></noinclude> kr1p0w2ae7y5zh9n6ssu7fp58kqd8jz Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/20 106 255648 558338 2026-08-09T22:42:47Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558338 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|4|{{uc|Contos infantis}}|}} {{lh}}</noinclude>Esgotados todos os recursos tomou a pequenita um livro e poz-se a ler umas historias de guerra, umas scenas de campo de batalha, e de hospital de ambulancia... O rosto do infeliz general transformou-se; uma alegria suave espalhou-se-lhe pela physionomia. Quando a avelladada voz de Valenitina esmorecia, animava-a elle dizendo-lhe: ― Tem paciencia, meu amôr, lê mais! Desde esse dia reanimou-se o cego; passava horas felizes ouvindo a netinha ler. É que então elle via clara, distinctamente, tudo o que o livro dizia; voltava ao passado, á juventude, sonhava. sahia do presente amargo e doloroso, e pela blandiciosa voz da neta ia a um tempo de alegria descuidada e de ardente enthusiasmo! Por isso quando o velho adormecia tranquillo, esquecido da súa desventura, quasi risonho, Valentina ia dizer contente á mãe: ― Agora é que eu comprehendo bem, o quanto vale á gente o saber ler. {{nop}} {{dhr|3em}} {{C|{{extrair imagem}}}}<noinclude></noinclude> 8v396jatsbbzjgo8ko0urnalvth8jx3 Contos infantis em verso e prosa (1886)/A Leitura 0 255649 558339 2026-08-09T22:43:32Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 558339 wikitext text/x-wiki <pages index="Contos infantis em verso e prosa.pdf" from=19 to=20 header=1 /> [[Categoria:Contos infantis em verso e prosa| 03]] 6zmxmp3dgvrfpb3oq4b5crc85xwakou 558343 558339 2026-08-09T22:52:13Z BlitzkriegBoop 37692 autora adicionada 558343 wikitext text/x-wiki <pages index="Contos infantis em verso e prosa.pdf" from=19 to=20 header=1 autor="[[Autor:Júlia Lopes de Almeida|Júlia Lopes de Almeida]]" /> [[Categoria:Contos infantis em verso e prosa| 03]] ahr22oezmc9ekbatamevpaoqbs1lyxo Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/21 106 255650 558340 2026-08-09T22:46:16Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558340 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|Contos infantis}}|5}} {{lh}}</noinclude>{{ch|II}} {{dhr}} {{C|{{larger|'''Um heroe'''}}}} {{dhr}} {{C|{{smaller|{{uc|Ao meu querido Arnaldinho}}}}}} {{dhr}} {{bloco centro/s}} <poem> Cezar era o denodo em miniatura, ::um lindo valentão! Sem luz corria qualquer sala escura... Era em tudo o ideal da travessura, ::mas... que bom coração! Depois de febre atroz, disse ao menino ::um dia o bom doutor : ― Basta de xaropadas e quinino, banhos do mar agora, e fica fino ::o meu traquinas mór. <br> </poem><noinclude>{{bloco centro/f}}</noinclude> mo1wpu8tq4e482t5lxauvqoj2q3llql Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/22 106 255651 558341 2026-08-09T22:48:08Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558341 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|6|{{uc|contos infantis}}|}} {{lh}} {{Bloco centro/s}}</noinclude><poem> Eis Cezar jubiloso; o dia inteiro ::cantou, sem descançar: foi com o papá comprar, por bom dinheiro, um fatinho gentil de marinheiro, ::e levaram-n'o ao mar. Em frente à movediça immensidade ::eil-o... a tremer tambem. mas reagiu e disse: Que vontade tinha de mergulhar, isso é verdade, ::mas, não me sinto bem... Puderam convencel-o a muito custo ::a deixar-se despir; mas quando o ergueu o biceps robusto do banhista, ficou hirto de susto, ::e quasi a succumbir. Entrava então um grupo de rapazes ::no mar, levando um cão feio, magro, a morrer e pertinazes tentavam afogal-o. Eram capazes ::de tudo. Que afflicção! Abraçado á mamã, envergonhado, ::o anginho, com terror olhava para o mar encapellado, mas, reparou no barbaro attentado ::e murmurou: Que horror! <br> </poem><noinclude>{{Bloco centro/f}}</noinclude> cx1gg291st1fhw2h5rp6ljd0n8264b7 Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/23 106 255652 558342 2026-08-09T22:50:14Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558342 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|Contos infantis}}|7}} {{lh}} {{Bloco centro/s}}</noinclude><poem> Deu um, grito, e fugindo inconsciente ::aos braços da mamã, entrou no mar correndo e ''incontinentí'' furtou á morte a victima fremente ::com denodado afan. E de pé, todo envolto em branca espuma, ::innundado de luz, deixou passar as vagas uma a uma, sem recuar um passo, porque, em summa, ::0 amor do bem seduz. Poz em fugida ''os maus'' uma creança ::com um sereno olhar! E quando Cezar viu a vaga mansa beijar-lhe os pés em festival bonança ::disse: Eu te adoro ó mar! </poem> {{Bloco centro/f}} {{nop}} {{dhr}} {{c|{{extrair imagem}}}}<noinclude></noinclude> 5lcyw6ynra78uqpxchb19s21jwj194g Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Heroe 0 255653 558344 2026-08-09T22:53:26Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 558344 wikitext text/x-wiki <pages index="Contos infantis em verso e prosa.pdf" from=21 to=23 header=1 autor="[[Autor:Adelina Lopes Vieira|Adelina Lopes Vieira]]" /> [[Categoria:Contos infantis em verso e prosa| 04]] 3voz5mprg7s43o4lqh5g29qsryuick9 Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/59 106 255654 558346 2026-08-09T23:07:45Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558346 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|Contos infantis}}|43}} {{lh}}</noinclude>{{ch|XVII}} {{dhr}} {{c|{{larger|'''Biographia de uma aranha'''}}}} {{dhr}} Nasceu no campo entre umas folhas de piteira, agudas como espadas. Não foi inscripta em registro algum. Nenhuma formalidade lhe foi exigida. O caso é que nasceu e que vivia. Cresceu mostrando-se sempre digna da sua especie. Era diligente e activa. Lembrou-se um dia de ir para o casarão de um velho cura, onde, n'um recanto da dispensa sombria e humida, teceu o fio n'uma lida tão ardua, que faria dó a qualquer, que a visse! Estendeu de parede a parede as linhas prateadas, finas, tenues como o mais tenue fio da mais fina seda; depois cuidadosa, scélere foi de circulo em circulo sobre aquellas, tecendo novas linhas no mais perfeito calculo geometrico. {{nop}}<noinclude></noinclude> gh0gvb6t8usubqfsgyh5l25alv6zvqm Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/60 106 255655 558347 2026-08-09T23:09:35Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558347 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|44|{{uc|Contos infantis}}|}} {{lh}}</noinclude>Estabeleceu-se então feliz, alli, entre os raios da roda que fizéra. Fôra insano o trabalho; mas, quanto mais custosa é de obter-se mais se gosa a tranquilidade. Depois de tantos esforços, vivia ahi socegada, quando a irmã do padre, um dia, zellosa pelo aceio, deitou-lhe a casa a baixo. A aranha estremecendo fugio. Quebrou-se a teia. Tudo desappareceu. No outro dia, lá volta a aranha pertinaz, e no mesmo canto, d'onde desabára na vespera a sua felicidade, recomeça cheia de paciencia nova teia. Desenrola uns fios longos; finos, corta-os em circulos successivos taes e quaes como os da casa destruida. Mas ai! as mesmas mãos voltam a derrubar-lhe a nova habitação! Não se desalentou a pobre aranha; na lucta pela vida continuou sempre a trabalhar, até que uma occasião vio morrer esmagado pela irmã do cura, o seu unico filho! Ficou-se então no alto esmorecida, quieta; e ou fosse desgosto, ou edade, é certo que de lá só desceu morta, torcida, encarquilhada, toda envolta nos fios por ella mesmo tecidos! Não teve pompas, não teve funeraes, mas tambem ella, o insecto repugnante e venenoso, cahio, como as pétalas da rosa, que ninguem teve animo de cortar da haste! {{nop}}<noinclude></noinclude> d1rwwj3kju8r0jadptigkvdt03reknk Contos infantis em verso e prosa (1886)/Biographia de uma aranha 0 255656 558348 2026-08-09T23:11:30Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 558348 wikitext text/x-wiki <pages index="Contos infantis em verso e prosa.pdf" from=59 to=60 header=1 autor="[[Autor:Júlia Lopes de Almeida|Júlia Lopes de Almeida]]" /> [[Categoria:Contos infantis em verso e prosa| 19]] 303q41b4kewannwb9t7j2h6axzygi5x Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/24 106 255657 558355 2026-08-10T09:48:51Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558355 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|8|{{uc|contos infantis}}|}} {{lh}}</noinclude>{{Ch|III}} {{Dhr}} {{c|{{larger|'''O passarinho'''}}}} {{dhr}} Ao ver o traiçoeiro disfarce com que o pequeno Paulo preparára uma armadilha e caçára no quintal uma avesinha, chegou-se a elle a irma mais velha e disse-lhe n'uma admoestação branda: ― O que fizeste Paulo ? ― Apanhei este passarinho, canta muito bem; todos os dias o ouvia. ― Mas se o ouvias todos os dias, para que o prendeste? ― Para tel-o na gaiola ao pé da minha cama! ― E achas isso bonito ? ― Acho. ―Olha, vem cá; eu vou contar-te uma historia; senta-te mesmo ahi na grama, eu fico n'esta pedra. {{nop}}<noinclude></noinclude> a1hwe6ku0sp9x8yqt3vhbn59vc6xyzt Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/25 106 255658 558356 2026-08-10T09:50:43Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558356 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|contos infantis}}|9}} {{lh}}</noinclude>― Conta depressa, Eugenia. ― Não sejas impaciente, escuta: ― Era um dia um passarinho muito bonito, muito alegre, muito gorgeador. Ia todas as manhãs cantar perto da janella de um menino, que se chamava José, mas que era muito mais lindo do que o nome. Um dia quando o pobre passarinho cantava, o pequenito o agarrou, assim como tu, traiçoeiramente. Metteu-o n'uma gaiola pequena com bebedouro de crystal e chão dourado, mas desde então o passarinho immudeceu e ficou triste, triste a mais não ser! Uma noite sonhou o menino que a avesinha lhe segredava estas palavras ao ouvido: ― Como tu foste cruel! Eu vinha contar-te todos os dias as minhas alegrias, deleitar-te com meu canto, e para agradeceres-me, prendeste-me! Onde está a minha liberdade? onde está o meu ninho? onde estará minha mãe?! Tiraste-me tudo! roubaste ao teu artista a ventura, déste-lhe um carcere, a elle, que te vinha contar todas as manhãs seus sonhos!... Como foste ingrato!... Eu morro!... eu morro!... Um bater d'azas angustioso acompanhou as ultimas palavras. José acordou espantadinho e correu para a gaiola. A avesinha tinha acabado de morrer, estava ainda morna e com o biquinho entre-aberto. José desfez em prantos suas maguas. Jurou não fazer mal aos animaes, e muito tempo em sonhos, ouvia a debil voz do passarinho dizer-lhe: {{nop}}<noinclude></noinclude> 6qredl8u6h6bijd9ecw6qaswuh79dp2 Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/26 106 255659 558357 2026-08-10T09:52:04Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558357 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|10|{{uc|contos infantis}}|}} {{lh}}</noinclude>Como tu foste ingrato! eu morro!... eu morro! ― Choras, querido Paulo? não vês que isto é uma historia? então!... mas, onde está a tua linda avesinha? ― Deixei-a partir; ouvil-a-hei cantar de manhã cedo nos galhos da larangeira! {{nop}} {{dhr|3em}} {{c|extrair imagem}}<noinclude></noinclude> ndnojdviavc1veemps7p2l26pud7fs9 558359 558357 2026-08-10T09:53:19Z BlitzkriegBoop 37692 558359 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|10|{{uc|contos infantis}}|}} {{lh}}</noinclude>Como tu foste ingrato! eu morro!... eu morro! ― Choras, querido Paulo? não vês que isto é uma historia? então!... mas, onde está a tua linda avesinha? ― Deixei-a partir; ouvil-a-hei cantar de manhã cedo nos galhos da larangeira! {{nop}} {{dhr|3em}} {{c|{{extrair imagem}}}}<noinclude></noinclude> 8zbg691n51tweng60entodxe71ge2k4 Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Passarinho 0 255660 558358 2026-08-10T09:52:53Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 558358 wikitext text/x-wiki <pages index="Contos infantis em verso e prosa.pdf" from=24 to=26 header=1 autor="[[Autor:Júlia Lopes de Almeida|Júlia Lopes de Almeida]]" /> [[Categoria:Contos infantis em verso e prosa| 05]] 1ij75d4fzmwr8y359rqago01zqynawc Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/27 106 255661 558360 2026-08-10T09:55:29Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558360 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|contos infantis}}|11}} {{lh}}</noinclude>{{ch|IV}} {{dhr}} {{c|{{larger|'''Meiguice'''}}}} {{Dhr}} {{Smaller|{{uc|a minha prima e afilhada Esther Machado}}}} {{Dhr}} {{bloco centro/s}} <poem> Deram á linda Clarisse uma gatinha mimosa tão branca, tão carinhosa, tão engraçada, tão mansa, que a encantadora creança pôz-lhe o nome de ― Meiguice. Tinha bom leite ao almoço e biscoitos e bolinhos; dormia em sedas e arminhos, e ''ronronava'' fagueira quando sentia a colleira, de fita azul no pescoço. <br> </poem><noinclude>{{Bloco centro/f}}</noinclude> 45ezsb3sd1ryykrpbps5ufwp5827b0k 558361 558360 2026-08-10T09:55:44Z BlitzkriegBoop 37692 558361 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|contos infantis}}|11}} {{lh}}</noinclude>{{ch|IV}} {{dhr}} {{c|{{larger|'''Meiguice'''}}}} {{Dhr}} {{C|{{Smaller|{{uc|a minha prima e afilhada Esther Machado}}}}}} {{Dhr}} {{bloco centro/s}} <poem> Deram á linda Clarisse uma gatinha mimosa tão branca, tão carinhosa, tão engraçada, tão mansa, que a encantadora creança pôz-lhe o nome de ― Meiguice. Tinha bom leite ao almoço e biscoitos e bolinhos; dormia em sedas e arminhos, e ''ronronava'' fagueira quando sentia a colleira, de fita azul no pescoço. <br> </poem><noinclude>{{Bloco centro/f}}</noinclude> rjq2v9bpgvq8sub4rexlo3lfui72qwc Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/28 106 255662 558362 2026-08-10T09:58:06Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558362 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|12|{{uc|Contos infantis}}|}} {{lh}} {{Bloco centro/s}}</noinclude><poem> Clarisse amava de veras a bichinha côr de neve, e a gata, nervosa e leve, adorava a pequenita; e tinham graça infinita, estas amigas sinceras! Veio Raul, o mais louro e traquinas dos rapazes, forte e audaz entre os audazes, fanfarrão e desordeiro; correu a casa ligeiro indo encontrar o thesouro, a doce e branca Meiguice deitada commodamente na cama fôfinha e quente da prima, e gritou: ― Que vejo? um bicho tão malfazejo, sobre o leito de Clarisse! E zas, suspendeu a gata pela colleira de lita, atirou a pobresita, ao jardim e satisfeito, foi contar o heroico feito á priminha. :::Na cascata </poem><noinclude>{{Bloco centro/f}}</noinclude> qbh7iwiq2licob6kazmbynj3i1pzvyl 558365 558362 2026-08-10T10:01:52Z BlitzkriegBoop 37692 558365 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|12|{{uc|Contos infantis}}|}} {{lh}} {{Bloco centro/s}}</noinclude><poem> Clarisse amava de veras a bichinha côr de neve, e a gata, nervosa e leve, adorava a pequenita; e tinham graça infinita, estas amigas sinceras! Veio Raul, o mais louro e traquinas dos rapazes, forte e audaz entre os audazes, fanfarrão e desordeiro; correu a casa ligeiro indo encontrar o thesouro, a doce e branca Meiguice deitada commodamente na cama fôfinha e quente da prima, e gritou: ― Que vejo? um bicho tão malfazejo, sobre o leito de Clarisse! E zas, suspendeu a gata pela colleira de lita, atirou a pobresita, ao jardim e satisfeito, foi contar o heroico feito á priminha. :::Na cascata </poem><noinclude>{{Bloco centro/f}}</noinclude> 0hejbhmkwe585gqmw23qtr4jy2wsbjp Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/29 106 255663 558364 2026-08-10T10:01:36Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558364 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{Rh||{{uc|Contos infantis}}|13}} {{lh}} {{Bloco centro/s}}</noinclude><poem>debatia-se Meiguice miando, fria, transida, a morrer. :::O gaticida sentiu remorso pungente ao ver o pranto tremente no olhar azul de Clarisse; e... correndo denodado. deitou-se ao lago prefundo, (dois palmos d'agua); do fundo tirou Meiguice e offegante disse em tom dilacerante: ― Salvei-a! :::Estou perdoado?! <br> </poem> {{bloco centro/f}}<noinclude></noinclude> g2ppyr1070nvhgtzke1fpfkkp4cvg4s 558366 558364 2026-08-10T10:02:22Z BlitzkriegBoop 37692 558366 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{Rh||{{uc|Contos infantis}}|13}} {{lh}} {{Bloco centro/s}}</noinclude><poem>debatia-se Meiguice miando, fria, transida, a morrer. :::O gaticida sentiu remorso pungente ao ver o pranto tremente no olhar azul de Clarisse; e... correndo denodado. deitou-se ao lago prefundo, (dois palmos d'agua); do fundo tirou Meiguice e offegante disse em tom dilacerante: ― Salvei-a! :::Estou perdoado?! <br> </poem> {{bloco centro/f}} {{nop}} {{dhr|3em}} {{c|{{Extrair imagem}}}}<noinclude></noinclude> dt8l88facq6wen6q55eov08dff8wsy1 Contos infantis em verso e prosa (1886)/Meiguice 0 255664 558367 2026-08-10T10:03:14Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 558367 wikitext text/x-wiki <pages index="Contos infantis em verso e prosa.pdf" from=27 to=29 header=1 autor="[[Autor:Adelina Lopes Vieira|Adelina Lopes Vieira]]" /> [[Categoria:Contos infantis em verso e prosa| 06]] k7xaayb9bsx0sq3c2yoy8qw8ud4kcuh Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/30 106 255665 558368 2026-08-10T10:05:23Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558368 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|14|{{uc|contos infantis}}|}} {{lh}}</noinclude>{{ch|V}} {{Dhr}} {{C|{{larger|'''O remendo'''}}}} {{Dhr}} N'um dia sem sol, frio e humido, lá foi para o campo a pobre Joanninha tomar sentido nos carneiros e nos porcos do padrinho. O vento entrava-lhe pelos rasgões do vestidinho de chita já muito desbotado, as pernas finas, nuas, trigueiras, batiam-se, tremulas; os dedos hirtos mal seguravam a agulha, que levára para remendar a saia. Cosia. Os pontos eram de metter medo, enormes! mas eram pontos, eram trabalho, eram bôa vontade. Ninguem a ajudava. Fôra engeitada, recolhera-a o velho Anselmo, que, como tinha muitos filhos, não podia dar-lhe o pão; vendia-o, pois, fazendo-a zelar meia duzia de animaes, que possuia. {{nop}}<noinclude></noinclude> 99ahawmv5khclf772fb62inioz4ai7d Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/31 106 255666 558369 2026-08-10T10:07:28Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558369 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|contos infantis}}|15}} {{lh}}</noinclude>A pequena não se queixava nunca. Logo de madrugada despertavam-n'a brutalmente dos sonhos, em que só lhe era dado gozar um pouco; erguia-se a custo e la ia para o campo, onde ficava sosinha horas e horas! Quando havia sol, bom era, mas quando fazia frio, punha-se a triste Joanninha agachada a um canto, encolhendo as pernas e esticando o vestido para agasalhar-se. N'essa manhã então havia tanta humidade, um ar tão gelido e penetrante que Joanninha mal sustinha a agullia; comtudo era preciso coser; o vestido assim roto era uma vergonha e pouco lhe serviria se o não concertasse! Com sacrificio principiou a deitar um remendo de chita côr de rosa sobre a sua saia azul. A linha embaraçava-se, dava nós; espetou os dedos, fez sangue, mas não desanimou. Attenta, cuidadosa, curvava-se para a costura com verdadeira tenacidade. Quando acabou sentiu-se moida, doiam-lhe muito as costas, mas ficou satisfeita, orgulhosa com o seu trabalho! Aquella nesga cor de rosa no fundo azul brilhava aos seus olhos, trazendo-lhe á lembrança a nuvensinha, que vira pela manhã na lisa placidez anilada do ceu. Quando à tarde voltou á villa, riram-se d'ella uns pequenos sem coração, que lhe perguntaram cheios de ironia: ― Ó Joanna, quem é a tua modista? A pequena cabisbaixa não respondeu e foi {{hífen|an|andando}}<noinclude></noinclude> elxf5ufx88kjxrmogihfefaxz5u8of4 Página:Contos infantis em verso e prosa.pdf/32 106 255667 558370 2026-08-10T10:10:27Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 558370 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|16|{{uc|contos infantis}}|}} {{lh}}</noinclude>{{hífen-fim|dando|andando}}. Chegou por fim a casa. A tilha do padrinho ao vel-a, rio-se tambem dizendo á irmã mais nova: ― Como é feio um remendo! Joanna curvou silenciosa a cabeça. Então o velho cura, que ahi se achava de visita, perguntou: ― Quem te concertou o vestido, Joanninha? Ella, timida, vermelha como um bago de romã, balbuciou a medo: fui eu... ― Vem cá meu amor e dá-me um beijo. A menina envergonhada aproximou-se e o velho continuou: A filha do teu padrinho enganou-se. O remendo não é feio, ao contrario. Eu por mim confesso que nunca te vi tão bonita como te vejo hoje! Porque? porque trazes o vestido remendado por ti! E que leio a tua boa alma n'este quadradinho de chita. O remendo, minha filha, prova-me que és cuidadosa, economica e trabalhadeira... Vamos lá, não chores! então?! E o velho affectuoso acariciava a pobre pequenita, que, se chorava, era de commovida. Se ninguem nunca a amimara assim! Comprehendendo-a o cura tomou-a á sua conta; deu-lhe vestidos novos, pôl-a n'um collegio, fel-a feliz, e conserva ainda n'um cofre, como uma reliquia, o vestido que a sua Joanninha remendou, e que lhe ha de ser entregue com o dote na cesta do enxoval! {{nop}}<noinclude></noinclude> mf42dflqx9nq12plggs3y1aej7l0d20 Contos infantis em verso e prosa (1886)/O Remendo 0 255668 558371 2026-08-10T10:11:17Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 558371 wikitext text/x-wiki <pages index="Contos infantis em verso e prosa.pdf" from=30 to=32 header=1 autor="[[Autor:Júlia Lopes de Almeida|Júlia Lopes de Almeida]]" /> [[Categoria:Contos infantis em verso e prosa| 07]] sufa0y2qo1klthw4u5w9g4b7jii2ne9 Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/734 106 255669 558373 2026-08-10T10:20:13Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: A UL las cheas. SEVER. Notic. 5, 3, 207 O Infante Dom Hen- rique deo as fuas cafas, que agora chamão Efcólas geraes para aulas das fciencias. ESPER. Hift. 1, 1, 53- n. 1 Erão aulas nefte tempo nefte terceito convento hu- mas cafas com porta pera o adto. Met. FR. THOM. DA VEIG. Serm. 282, 2, 6 De maneira, que fegundo ifto, são as chagas de Chrifto au- las e efcolas aonde fe lêm e apprendem altiffimas li- ções de fua divindade. VIEIR. V... 558373 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A UL las cheas. SEVER. Notic. 5, 3, 207 O Infante Dom Hen- rique deo as fuas cafas, que agora chamão Efcólas geraes para aulas das fciencias. ESPER. Hift. 1, 1, 53- n. 1 Erão aulas nefte tempo nefte terceito convento hu- mas cafas com porta pera o adto. Met. FR. THOM. DA VEIG. Serm. 282, 2, 6 De maneira, que fegundo ifto, são as chagas de Chrifto au- las e efcolas aonde fe lêm e apprendem altiffimas li- ções de fua divindade. VIEIR. Voz. 15, 11, 8. n. 391 O que efcreveo [São João Evangelifta] foi por fer do- meftico da Virgem Santiflima, e ter dentro de fua ca- fa a aula de todos os myfterios, e facramentos do céo. M. FERNAND. Alm. 1, 1, 7. n. 1 E a efte vicio [da ingtatidão] chamão a aula ou o geral, em que os "de- mais fe apprendem. Aula. pouc. uf. Corte on palacio dos Principes e So- beranos. M. THOм. Inful. 1, 36 A cuja aula Real ale- gre chega, De letras e fciencias adornado. CARDOS. Agiol. 3, 825 Officios autorizados, reputados pelos me- lhores de palacio e aula Imperial. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 23. n. 25 Não confenrifte que o atrevido, que na aula do Rei da India deo hama bofetada no voffo Apoftolo Sáo Thomé, ficaffe fem caftigo. Met. CARDOS. Agiol. 2, 445 S foi aviftar com Chrifto na aula fanta da Gloria. M. BERN. Luz e Cal. 2, 3, 351 E fe recolheo as eternas aulas do empyrco. Aula. Pateo ou atrio na entrada do templo on pa- lacio. CALV. Homil. 2, 413 E depois da oração e fa- crificio, diz o Evangelifta, que não dentro do remplo, por não fer cafa de paffèo, mas na aula e atrio, que eftava fóra junto delle, andava paffeando. {{lema|AULICO, A}}. adj. Cortezão, palaciano, pertencente á cor- te, ou ao paço. Do Lat. Aulicus. acc. na primeir. FERR. DE VASC. Aulegr. 5, 6 O mais certo defta vida aulica he levarem huns o galardão de outros. Confelho Aulico, uf. Corte foberana do Imperio de Ale- manba que tem jurifdicção univerfal fobre todos os vaf- fallos do Imperio. {{lema|AULICO}}. s. m. O cortezão, o que fegue o paço, e acompanha a carte. BARTH, GUERREIN. Cor. 1, 13, 78 Acom- panhoufe o Sereniflimo Rei de Bifpos nefta vifita, e não de outros aúlicos particulares. M. FERNAND. Alm. I, 5, 2. n. 1 Entre os Romanos antigos fe obfervava, que antes de fe admittir alguem a faddar o Emperador, fe inquitia muito bem, e fe examinava e palpava pelos mais interiores aúlicos fe levava armas, peçonha, ou alguma coufa nociva. M. BERN. Floreft. 1, 5, 176, A Alli ettá o aulico ou cortezão: oh quanta paciencia, dif- fimulação, diligencia, fidelidade, e prefeverança lhes he neceffaria no ferviço do Principe? {{lema|AULIDO}}. s. m. pouc. uf Vivo on berro de cão ou de lo- bo, e por femelhança de qualquer outro animal, on me- taphoricamente de algum fom. LEON. DA COST. Ecl. 8, 33. not. e Que quer dizer dar aulidos e chorar. GALKEC. Templ. 2, 213 Donde do Tejo foão os aulidos A pal- lida librê luz e campèa. CHAG. Serm. Genuin. 10, 249 Todos os monftros marinhos farão fobre o mar hum ter- rivel efpectaculo, dando tão grandes roncos, clamores, e aulidos, que rafgarão a região do ar até chegar ao céo. {{lema|AULISTA}}. s. m. ul. O que aprende em alguma aula. {{lema|AUMENTAR}}. v. a. e os feus derivados. Vej. Augmentar. {{lema|AUNADO, A}}. adj. pouc. uf. Junto ou unido com outro, feito hum fo. VIEIR. Serm. 7, 3, 9. n. 123 Com efta união tão unida e táo huma, ficaremos todos, não fó unidos, fenão alinados com Chrifto, entre nós, e com nofco. {{lema|A'UNHA}}. fórm. adv. Vej. Unha. {{lema|AVO}}. s. m. Arithm. Parte dos quebrados de nove para ci- ma. acc. na primeira. NicoL. Tr. 35 E vem hum in- teiro, dvos. BARAT. Exempl. 10 y Vêm 2 ceitis a cada peffoa, e 62 dvos de ceitil. Cour. Dec. 6, 7, E cada marco de ouro fica refpondendo a feffenta e fe- te moedas, e duas tangas, oito grãos, e dezeffcis dvos dc, gráo. {{lema|AVÔ}}. s. m. Pai do pai ou da mai. Do Lat. Avus. CAN. Luf. 3, 30 Mas o Principe Affonfo, que defta arte Se chamava, do avô tomando o nome &c. BRIT. Chr. 1, 14 Guido, Conde Vernolienie, pai que foi do Condo Dom Henrique, e avó del Rei Dom Affonfo Henrique. Sous. Vid. 1, 2 Tinha hum avô velho e cego. Avô marmelo ou Avô marmelo torto, ou Avô totto. vulg. e cómic. GIL Vic. Obr. 1, 36 Mate. Vós, rofa do amarello, Mana, tendes hi queijadas ? Jufti. Tenho volo avo marmelo, Conheceilo? Sa DE A V O MIR. Vilhalp. 4, 4 Teu avô marmelo torto, FERR. DE Vasc. Aulegr. 2, 3 Seu avô marmelo torto foi grande trovifta. MACHAD. Alf. 1, 56 y Defcrto de teu avô tor. to, Se torno outra vez a ti, Se te não deixo por morto. Adag. Cafa de pai, vinha de avô. DELIC. Adag. 62, Dá o neto ao avô em que não he bom. DELIC. Adag. 79. · Oliveira de meu avô e figueira de meu pai e a vinha, que eu pufer. DELIC. Adag. 11. Avös. pl. Afcendentes, progenitores por linha direita. CAM. Luf. 4, 17 Com quem forão contino fopeados Eftes, de quem o eftais agora vós, Por Diniz, e feu filho, fublimados, Senão c'os voffos fortes pais e avôs. FERNAND. Palm. 3, 87 No fer da peffoa eftá o mere- cimento della, e não na de feus avós. LEIT. D'ANDRAD. Mifc. 18, 552 As rendas, nem o nome clato de avôs, não faz grandes e nobres, fenão a virtude e bondade. Adag. Deixemos pais, e avôs e por nós outros fe- jamos bons. DELIC. Adag, 29. Quem com feus avós fe honra, comfigo traz deshonra. HERN. NUN. Refran. 96. DELIC. Adag. 101. Váofe os dias mãos e váofe os bons, ficão os filhos de ruins avós. DELIC. Adag. 82. {{lema|AVÓ}}. s. f. Mai do pai ou da mai. Do Lat. Avia. GA- vi, Cetc. 3, 1 A Sereniffima Rainha Dona Catherina, avo do dito Rei. FEO, Tr. 2, 284, 4 Santa Anna por meio de tal filha, a Virgem Sacratiffima, ficou fendo em todo o rigor avo natural do filho de Deos, fegundo a carne. Sous. Hift. 1, 2, 30 Prante aviono os pais parentes, e fobte todos huma avó, que o tinha por lu- me dos feus olhos. c Adag. Eramos trinta, pario noffa avó. DaLic. A- dag. 103. {{lema|AVÓA}}. s. f. antiq. O mefimo que Avó. F. ALv. Inform. 41 Dizião fer aquella Senhora da avóa do Prefte João. AVOAÇAR. v. n. poue, uf. Voejar, bater as azas frequen temente. M. GODINH. Rel. 23, 149 O qual [falcão] def- pedido da mão do caçador fe vai pôr na cabeça da ga- zella, e avoaçando com as azas, e picandolhe nos olhos, de tal fotte a atordoa, que &c. {{lema|AVOADOR}}. s. m. ant. Que avoa. Fa. GASP. DE S. BER- XARD. Itin. 8 Outros peixes achámos nefta paragem cha- mados avoadores da feição de falmonetes. M. DE FI- GUEIR. Chronogr. 3, 4 Nefte clemento [da agoa] tem achado monftros, que tem figura de homem e cavallos marinhos, peixes avoadores, &c. {{lema|AVOAMENTO}}. s. m. antiq. Acção de avoar. D. CATH INF. Regr. 2, 1 Efta fede he o avoamento, nom de lu- gar, nem de fanto, nem vifivel; mas de dentro efpi- ritual. {{lema|AVOAR}}. v. n. ant. O mefmo que Voar. FERR. DE VASC Ulyffip., 5 E fenão balta ifto, cortarvoshei as fraldas pelos giolhos, e lançarei a avoar. Axa. Dial. 7 logo tornão [as aguias] avoar. ARAUJ. Succeff. 3, 30 E como o querer fazet gueira fem dinheiro, he o mefmo que o querer avoar fem azas &c. Met. FR. SIM. COELH. Chr. 2, 2, 102 A alma avon com as azas naturaes e fobrenaturaes. FR. MARC. Chr., 1, 34 Criando affi os filhos, té lhe crefcerem as pennas do amor de Deos, e da fanta pobreza, pera poderem avoar por todas as partes do mundo. GRAN. Comp. 1, 16 Paraque erguendofe elles [ramos] pera feus lugares naturaes, lançaffem a avoar o corpo pelo alto. {{lema|AVOCAÇÃO}}. s. f. Forenf. Acção e effeito de avocar. BLUT. Vocab. Ant. O mefimo que Advocação. CASTANH. Hift. 2, 27. MEMOR. DAS PROEZ. I, 13. Goss, Chr. de D. Man. 1, 45. {{lema|AVOCADO, A}}. p. p. de Avocar. BRIT. Chr. 6, 30. OR- DEN. DE D. PEDR. I, 10, 10. {{lema|AVOCAR}}. v. a. Chamar on fazer vir a alguma parte, di- vertindo de outra parte. Do Lat. Avocare. BARR. Dec. 1, 5, 8 E elle tinha modos de avocar a fi todalas náos dos Mouros, que vinhão áquelle trato. Cour. Dec. 5, 10, 1 E formou armadas, com que começou a avocar a ella [ilha] todas as náos, que hião peta Cacz. TELL. Hift. 2, 19, 146 E tambem Ráz Selá Chriftós ... avocou a feu exercito muitos Portuguezes. Met. FR. G. DA SILV. Vid. 5, 2 E por providen- cia e difpofição diviua lhe acontecia, que todas e quan- tas vezes alguma grande neceffidade o requeria e avo- cava pera ir fóra, a força corporal lhe não falecia. CEIT. Setm. 2, 63, 2 Prégando São Boaventura] pri- meiro o fermão do Concilio, com tal graça avocoμ 2 fio animo dos Gregos todos que es reduzio á união<noinclude></noinclude> 39vkq3jtog4gmevxmt0rzgwj4nofvqy Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/733 106 255670 558374 2026-08-10T10:22:09Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: A VI com fua penna a honra de fua patria. BRIT. Chr. 1, 19 Tinhão grande efcrúpulo quando nellas [hervas] achavão algum fabor, que lhe aviváva o appetite. Maus. Aff. Aft. 1, 16 Mas pera que te avivo efta memoria ? Avivar alg. a alg. c. Eftimulalo a fazela. Maus. Aff. Aft. Prol. Amor, digo da minha patria, que avi- Vou o entendimento a dar ao mundo efte parto. CES. Summ. 3, 4 A huns a grandeza defperta no governo público, e os aviva a... 558374 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A VI com fua penna a honra de fua patria. BRIT. Chr. 1, 19 Tinhão grande efcrúpulo quando nellas [hervas] achavão algum fabor, que lhe aviváva o appetite. Maus. Aff. Aft. 1, 16 Mas pera que te avivo efta memoria ? Avivar alg. a alg. c. Eftimulalo a fazela. Maus. Aff. Aft. Prol. Amor, digo da minha patria, que avi- Vou o entendimento a dar ao mundo efte parto. CES. Summ. 3, 4 A huns a grandeza defperta no governo público, e os aviva a coufas grandes, a outros entorpe- ce e defalenta. o cavallo com as efpóras. Efperta- lo, fazelo andar mais, picandoo com ellas. REG. Inftr. 25 Avivandoo [o cavallo] muitas vezes com esporas. 0 defcuido de alg. com alg. c. Fazer com ella, que acuda e de attenção aquillo, de que fe defcuidava. BRIT. Chr. 6, 28 Não pode o Conde fatisfazer com o voto tanto a tempo, que não paffaffe muito primeiro, e paffára mais, fe Deos não avivára feu defcuido com novas tribulações. o logo. Atiçalo. No proprio e metaphorico. CAN. Canç. 4 Vivo me abraza, e o fogo interno aviva. CEIT. Serm. 2, 227, z E tem o fogo neceffidade de fe efpi- vitar e avivar. TELL. Hift. 4, 22, 353 Eftes pois... avivavão e aflopraváo horrendos fogos de odio contra o Emperador. o paffo. Apreffarfe, andar mais depref- fa. FERNAND. Palm. 4, 18 Se feu irmão Belifel, que atraz lhe ficava, não avivára o paffo de tal maneira, que veio a paffalo com muita ventagem &c. Avivar. Pintur. Retocar as cores, quando fe vão def vanecendo. CHAG. Catt. I, 56 Mas bom lerá, que cf- te retábolo fe retoque, para que fe avive mais a pintu- ra e a femelhança de Chrifto. Avivar. neutr. Animarfe, cobrar ou ganbar força e vigor. Ufafe tambem com pron. peff. Los. Condeit. .5, 36 Dos mutos da cidade os cfperava A multidão do povo, que fe aviva Em vozes, ao paffar todo bradava, Viva o forre Nunalvrez, viva, viva. B. ESTAÇ. Rim. 159 Aviva coração tão defmaiado, Que já não tens rezão de enttiftecerte. BRAND. Mon. 3, 11, 22 Até que por morte do Alferes mór foi ganhado o eftendarte Real, com que os Moutos fe avivárão, e os noflos pet- dêtão o animo. Augmentarfe, crefcer, fazerfe maior ou mais forte. MOR. Palm. 2, 53 E o vento avivon de maneira, que o Piloto perdeo de todo o tino da viagem, ARR. Dial. I, 1. Porque aviva meu mal com a confolação. Com pton. peff. em fignificação pafliva. Mon. Palm. 2, 136 Que a nova do ajuntamento e vinda dos inimi- -gos fe avivava cada vez mais. CORT. R. Naufr. 9, 92 Os altos alaridos mais fe avivão. BRIT. Mon. I, 1. tit. 12 Avivandofe [a crueldade] cada hora mais. {{lema|AVIVENTADEIRO, A}}. adj. antiq. Que aviventa. Vir. CHRIST. I, 147 A mão de Jefu Chrifto, a qual he aviventadeira, aviventou o corpo, que jazia morto. {{lema|AVIVENTADO, A}}. p. p. de Aviventar. CHRISTOV. FALC, Crisf. 134 y. CART. DE JAF. 2, 225, 3. {{lema|AVIVENTAMENEO}}. s. m. antiq. Acção e effeito de avi- ventar. VIT. CHRIST. 4, 13, 94 E os monos refur- ...gem, quando per efpirital aviventamento refurgem 4 33, 158 : A qual coufa [remifsão dos peccados] he aviventamento da alma. {{lema|AVIVENTAR}}. v. a. Animar, dar ou infundir vida, con- fervar a vida. VIT. CHRIST. I, 3, 87 A virtude de Deos, a qual pôde reflufcitar os corpos, c aviventalos depois da moric. D. CATH. INF. Reg. 2, 12 Mas o ef- pirito do homem he feito e creado peraque avivente o corpo, e o rega. MACHAD. Alf. 59 Effe tal, Deos o avivente, Pois de tão tuim femente Anda definçan- do a terra. Met. CAM. Son. 1, 2 Fatei que amor a todos avi- vente. FR. TH. De Jes. Trab. 1, 1, 54 Aviventaime, vida eterna. CATHEC. ROM. 190 Quando o máo fe apar- tar da fua maldade, que tem feito, e fizer juizo e juf- otiça, elle aviventará fua alma. Esforçar, alentar, dar força ou vigor. FR. SIM. COELH. Chr. 2, 11, 152 Armerico, fanto baráo, os co- meçou [os Religiofos] a recolher, amparar, e ordenar, e com feu caritativo favor aviventar. Goes, Chr. do Princ. 58 O levantar do cerco de Touro.. ... quebrou mui- to os animos de todos os que erão da fua parte [del Rei ...Dom Fernando] e avivenion os dos que a tinhão pela Rai- nha Dona Joanna. CEIT. Setm. 1, 303, 4 Em quanto tratamos de mottos, alentamos e aviventamos os penfa- mentos de haver outra vida. Com pron. peff. Animarfe, cobrar força ou vigor. CART. DE JAF, I, 243, Com a qual [pregação] aquela vez fe efpertão e aviventão pera dahi até outta vifita- ção. GUERREIR. Rel. 4, 1, 19 Tratáráo logo tambem com elle de como fe aviventaria efta faifca de Chriftan- dade, que havia em fua terra. Aviventar. Augmentar, fortificar, fazer maior cu mais vigorofo. As paixões e habitos do animo. ARR. Dial. 3,34 Inflammeo em odio dos peccadores, e avivente noffa fé. CATHEC. ROM. 103 E aviventão [os Sacramen- tosnelles [entendimentos das peffoas] à fé e a cari- dade. CALV. Homil. 2, 263 Vai aviventar a fé dos Apof- tolos com as novas da minha Reffurreição. Com pron: peff. em fignificação paffiva. HEIT. PINT. Dial. 2, 1, 19 Os engenhos fe aviventão e reverdecem com o trabalho. Maus. Aff. Aft. 1, 5 E pera que effe esforço, que te inclina, Contra meus inimigos fe avi- vente. Luz, Serm. 3, 12, 2 Nefte paffo de trabalho fe avivenson o amor dos homens. Reftaurarfe, renovarfe. Leão, Chr. de D. Fern. 237 De que pragmaticas] porei algumas, que hoje fe houverão com razão de tornar aviventar, e guardar. Aviventar o fogo. Atiçalo. Tambem fe ufa em fen- tido metaphorico. ANDRAD. Cerc. 16, 82, 2 Ver mof- tras d'amor nelle lhe aviventa O fogo, em que já an- dou por elle ardendo. Maus. Aff. Afr. 1, 14 Que hu- ma defefperação o outro fogo do inferno] aviventa. {{lema|AVIZAR}}. v. a. e os feus derivados. Vej. Avilar. {{lema|AVIZINHADO, A}}. p. p. de Avizinhar. D. G. COUTING. Jorn. fafe Ufafe como adj. Vizinho, morador em algum lugar: BRIT. Mon. 2, 6. c. 6 Extinguio a memoria dos Sylin gos em Hefpanha, ficando fujeitos e avizinhados entre os Godos. PINT. Ris. Defeng. 26 Erão eftes todos filhos ou netos de Caftelhanos avizinbados em Lisboa. {{lema|AVIZINHAR}}. v. a. pouc. uf. Ter por vizinho e junto de fi. (Avezinhar Loz. Condeft. 20, 5 Chaves com to- da a terra, que avizinba. Avizinhar alguem á algum lugar. Levalo ou condu- zilo para elle. FR. MARC. Chr. 2, 1o. cant. 21 Meu pai me tem já mandado, Que a fua corte te avizinhe. Avizinhar. neutr. Fazerfe ou fer vizinho de algum lugar; morar, cftabelecerfe, affentar nelle vivenda. Ufafe tambem com pron. peff. Gouv. Rel. 3, 4 E virão com feus olhos huma coufa tão alhêa de fua imaginação, co- mo era haver de vir tanta inultidão de povo Chriftão táo ignorante avizinharfe com elles. Sous. Hift. 2, 4, 8 O certo feria avizinhar com ella, paffandofe à Villa. Met. Cerr. Serm. 1, 280, 4 Quiz morar c avi- zinharfe com os homens, mandou (como cá dizemos ) fazer cafas junto delles. L. ALv. Serm. 1, 5, 4. n. 16 A graça não avizinha com culpas. Eftar proximo, contiguo où junto a outro. Dos. lu- gares. Úfafe da mefma forte com pron. peff. CAM. Luf. 3,7 Da parte donde o dia vem nacendo Com Afia fe avizinha a Europa] Los. Cort. 13, 127 Com quem as fuas rerras avizinhavão. Caav. Conip. 2, 9, 81 Di- videfe efte mar em muitos, que tomão o nome, con- forme as regiões, a que fe avizinhão. Met. Das coufas. Sovez. Hift. 1, 7 Bem moftra que avizinha [o veftido] com hum corpo de Senhora, a que não chegou nunca corrupção. Com pron. peff. Approximarfe, appropinquarfe a al- guem ou a algum lugar. Reg. com alg. ou à alg. lug. COUT. Dec. 5, 8, 8 Don Chriftovão acudio aquella parte, e porque os imigos fe não foffem avizinhar mais com elle, deitou fóra Manoel da Cunha &c. Los. Con- deft. 18, 62 Quando já ao Caftello fe avizinha. Met. Das coufas e particularmente do tempo. Los. Peregr. 1, 10 Como pedra, que ao centro fe avizinha. Sovs. Vid. 6, 5 E avizinbandofe o dia, que havia fer principio da feita &c. BARTH. GUERREIR. Cor. 2, 3, 213 Por fe lhe ir avizinhando a confummação e compri- mento da divina promeffa a feus defejos. Avizinhar bem com alguem. Conviver ou tratarfe com elle em boa paz e amizade de vizinho. PINT. PER. Hift. 2, 13, 36 Efcreveo ao Capitão de Baçaim Martim Af- fonfo de Mello, que mandava eftes Capitács a fuas ter- ras comarcas, pedindolhe que avizinhafe bem com elles. Adag. Quem com mão vizinho ha de avizinbar, com hum olho ha de dormit, e com outro velat. Eu- FROS. 3, 5. {{lema|AVIZO}}. s. m. Vej. Avifo. {{lema|AULA}}. s. f. Sala ou geral, onde fe enfina alguma arte ou fciencia nas Universidades, collegios, ou cafas de estudos. Lat. Aula. Sous. Vid. 3, 4 Alegiavafe de ver as au-<noinclude></noinclude> 2wrtv8wca3wehq68brpk1ehwmxjwx3x Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/732 106 255671 558375 2026-08-10T10:23:31Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: AVI fe, Sem que em particular recado eftreito Da tenção hum ao outro fe avifafe. Advertirfe, porfe de avifo ou advertencia. CASTANH. Hift. 1, 89 Que fe avifaffem, que não deixaffem fahit do porto nenhuma não. HEIT. PINT. Dial. 2, 3, 13 E avifaffe, que não feja afpera a lembrança, nem injurio- fa a correição. Luc. Vid. 3, 2 E avifaivos, que não efperteis a alma amada minha, goze, quanto quizer, do fanto e doce fomno. Avifarfe de alguma... 558375 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>AVI fe, Sem que em particular recado eftreito Da tenção hum ao outro fe avifafe. Advertirfe, porfe de avifo ou advertencia. CASTANH. Hift. 1, 89 Que fe avifaffem, que não deixaffem fahit do porto nenhuma não. HEIT. PINT. Dial. 2, 3, 13 E avifaffe, que não feja afpera a lembrança, nem injurio- fa a correição. Luc. Vid. 3, 2 E avifaivos, que não efperteis a alma amada minha, goze, quanto quizer, do fanto e doce fomno. Avifarfe de alguma coufa. Acautellarfe della, pre- venirfe contra ella. FERN. Lor. Chr. de D. J. I. 1, 138 E defcobriolhe muitas coufas, de que fe o Mestre de- pois avifou. AzUR. Chr. 3, 11 Todo o fages ou difcre- to, antes que comece a coufa, deve de efcoldrinhar até onde chega feu encarrego, alfi como aquelle, que de todo fe deve prover e avifar. EUFROS. 3, 1 E avifa- vaivos, como de fogo, que lhe não digais que o fei.; {{lema|AVISO}}. s. m. Noticia, nova, coufa, que fe faz faber. CAM. Luf. 9,5 Que guardado Eftava pera dar ao Gama avijo. Gavi, Cerc. 19, 39 E fe não fora o avifo não efperado, corria a Fortaleza muito rifco. BRIT. Elog. 1 O enganofo Emperador [Aleixo Comeno] deo avifo aos Turcos do tempo e modo, com que poderião desbaratar os Latinos. Epith. Apreffado. FREIR. Vid. 1, 28. Cavillofo. M. BERN. Floreft. 5, 350, A. Certo. Pis. Chr. de D. Aff. III. 12. Efperado (não) GAVI, Cerc. 12, 39. Falfo. LOB. Condeft. 12, 47. Importante. M. BERN. Luz e Cal. 1, 5, 109. Neceffario. FR. GASP. DA CRUZ, Tr. Avif. ao leit. 2. Occulto. M. BERN. Florelt. 5, 3, 50, A. Op- portuno. M. BERN. Arm. 19. Particular. RIB. DE MAC. Rel. 1, 3. Proveitofo. BARTH. GUERREIR. Cor. 1, 8, . 4. Secreto. ESPER. Hift. 1, 3, 6. n. 2. Tácito. L. ALV. Serm. 3, 18, 5. Verb. Dar... abf. GAVI, Cerc. 12, 39 . à alg. CART. DE JAP. 2, 128, 1. BRIT. Chr. 1, 29. de alg. c. BRIT. Elog. 1. MAUS. Aff. Afr. 4, 53 y.com alg. c. DESCOBR. DA FROLID, 20, Haver... que PIN. Chr. de D. Aft III. 12. Mandar... á alg. FR. GASP. DA CRUZ, Tr. Chr. dos Reis de Ormuz, 9. Los. Condeft. 11, 2. Receber... BARTH. GUERREIR. Cor. 1, 8, 4. Ter... de alg. c. BRIT. Mon. 1, 1. tit. 3. TELL. Chr. 1, 1, 4. n. 5. que. Sovs. Hift. 3, 5, 2. Avifo. Anoeftação, advertencia. FERR. DE VASC. Ulyflip. 1, Othai quantos avifos vos dão cafos que acaecem cada dia. CAM. Luf. 2, 59 Pouco val coração, aftucia, e fifo, Se lá do céo não vem celefte avifo. ARR. Dial. 2, 17 E não baftando ás vezes avifos de Con- feffores, confelhos de amigos, &c. Epith. Amorofo. A. DE VASc. Anj. 2, 5, 10. part. 3. p. 622. Apertado. PINT. RIB. Rel. 1, 54. Celefte. CAM. Luf. 2, 59. Claro. CHAG. Ramilh. 2, 25. Divino. B. ESTAÇ. Rim. 66 y. Paternal. TELL. Chr. 2, 5, 2. n. 6. Proveitofo. B. ESTAÇ. Rim. 66 v. Prudente. M. FERNAND. Alm. 3, 3, 121. p. 578. Santo. PINHEIR, Oraç. do Ju- ram. Saudavel. L. Brand. Medit. 2, 5, 192. p. 535. Sefudo. BARTH. GUERREIR. Cor. 1, 15, 90. Severo. CHAG. Ramilh. 1, 50. Singular. D. HILAR. Voz, 6, 28. Sub- til. BARR. Clarim. 1, 14. Verb. Ficar de... para alg. c. CHAG. Carr. 2, 169. Servir de... entre alguns. BERN. Lim. Ecl. 10. alg. de... a outro. (ferlbe de confelho.) BRIT. Chr. 6, 26. Tirar... de alg. c. (fer por ella advertido) D. F. MAN. Epan. 1. Tomar... de alg. c. (o mefmo que Ti- rar... GRAN, Comp. 1, 5. MARIZ, Dial. Prol. De avifo. form. adv. Advertidamente, de prepofito. Maus. Aff. Afr. 4, 59 Que por fe não moftrar, turba de avifo A foate. Avifo. Cautella, prevenção, prudencia. MEMOR. DAS PROEZ. 1, 29 Nenhum avijo balta pera o mundo dei- xar de dar feu fruito, que são os erros continuos, de jui- zos humanos. DESCOBR. DA FROLID. 84 E por haver grande cuidado e avifo, afli na gente, que o Governa dor levava, como na que em Chicaça quedava, por então não nos oufarão commetter. Sous. Vid. 2, 27 Ufa- va delle depois defte poder... con tal avifo e diffimu- lação, que uunca fe the entendeo que o tinha. Verb. Andar de... (prccatarfe, acautellarfe) CEIT. Quadrag. 1, 138, 3. com alg. (prevenirfe, ufar de cantella a fen refpeito.) FERR. DE VASc. Ulyflip. 1, 1 Ellas andão fempre d'avifo com vofco.fobre... abf. (o mefmo que Andar de...) SA' DE MIR. Vilhalp. I, 4. CORT. K. Naufr. 9, 86 . em alg. c. PAIN, Serm. 3, 150. Eftar fobre... ANDRAD. Cerc. 17, 88, 3. PINT. PER. Hift. 1, 17, 71. Ir fobre... CART. DE JAP. 1, 214, 4. Viver fobre... HEIT. PINT. Dial. 1, 1, 8. Avifo. Defcrição, bom juizo, entendimento claro. CAME Canç. 12, 6 Quanto a mi effa falla doce agrada, E o natural avifo. FERNAND. Palm. 4, 17 Entre as cou- fas, que mais força tem pera affeiçoarem, nenhuma póde mais que o avifo e fermofura. BRIT. Chr. I 19 Ao qual o Santo refpondeo com feu coftumado avifo. Epith, Alto. FERR. Poem. Son. 2, 6. Brando. SA DE MIX. Cart. 6. Claro. CART. DE JAP. 1, 369, 4. Del- gado. Gavi, Cerc. 1, 1 y. Provido. MATT. Jeruf. 5, 2. Raro. BERN. Lim. Ecl. 1. Singular. Liss. Jard. 351, 6. Summo. LISE. Jard. 354, 18. Avifo das palavras. Acerto, com que fe dizem. BRIT. Chr. 1, 15 Além da brandura natural de fua condição, o avifo das palavras, e fubtileza de entendimento erão baftantes pera o defejar por amigo. Homem de avifo. O que tem bom juizo. A's vezes fe lhe ajunta algum epitheto. CART. DE JAP. 1, 369, 4. Homens nobres e de claro avifo. GAVI, Cerc. I, 1 Como era homem de delgado avifo, e grande entendi- mento &c. Refpofta de avifo. A que be acertada e judiciofa. BRIT. Chr. 2, 76 Tomou o Duque ifto como refpófta de avifo, fem cudar que o Santo à diria com outro fun- damento.. Avifo. Arbitrio, voto, parecer, confelbo. FR. GASP. DA CRUZ, Tr. 26, 1 E pagarfe agora na China a tan- tos por cento, foi concerto, que fe fez pelos Portugue- zes com os Regedores de Cantam por avifo dos Chinas, que tratão antre os mefmos Portuguezes. Adag. Donde o fandeu fe perdeo, o bom fifo avi- fo colheo. HERN. NUN. Refran. 34 . Quando o fandeo fe perdeo o fifudo avifo colheo. Ds- LIC. Adag. 164. {{lema|A' VISTA}}. fórm. adv. Vej. Vifta. {{lema|AVISTADO, A}}. p. p. de Aviftar. MARINH. Comm. 1, 22. {{lema|AVISTAR}}. v. a. Alcançar com a vifta, ver ao longe. TELL. Chr. 1, 3, 2. n. 8 Aviftarão o Brazil, e lançáráo ferro na Bahia de todos os Santos. FREIR. Vid. 1, 19 Aviftarão a Cofta da Arabia, aindaqne derramados. MA- KINH, Comm. 1, 30 Se refolveo em avifar a Villar de Rei. Com pron. peff. Verfe de parte a parte, porfe d vif- ta bum do outro. TELL. Hift. 2, 29, 175 Logo em fe aviftando os dous exercitos... inveftirão &c. VIEIR. Cart. 1, 223 Os dous exerciros de Alemanha e França parece que fe não querem aviftar. {{lema|AVIVADAMENTE}}. adv. mod. pouc. uf. Com veveza e ef- ficacia, Azus. Chr. 3, 20 E logo el Rei começou de en- caminhar avivadamente o corregimento, que pertencia pe- ra fua ida, {{lema|AVIVADO, A}}. p. p. de Avivar. Sous. Hift. 1, 3, 9. TELL. Hift. 5, 30, 484. Luz, Serm. 2, 57, 1. AVIVAR. v. a. Animar, excitar, dar vigor, infpirar vi veza. As peffoas, o animo e fuas qualidades. EvFROS. 5,5 O favor aviva o animo e o entendimento. CAM. Canç. 15, 6 Se a luz do meu Planeta Não me avi- va &c. Sous. Hift. 1, 2, 16 Nenhuma fciencia fe ap- prende fundamentalmente fenão nas efcólas, onde a con- ferencia e emulação por efpóras, e aviva os engenhos. Augmentar, fortificar, fazer mais intenfo. As pai- xões e habitos moraes. PAIV. Serm. 1, 26 Os trabalhos dos tyrannos avivárão as virtudes, que Chrifto veio plan- tar na terra. FERNAND. Palm. 3, 1 Que natural he o lugar, onde os bens fe acabárão, avivar n'alma a ma- goa dos males, que lhe fuccedem. Maus. Aff. Afr. 9, 138 A vontade em perigo fempre inteira Dos feus quiz avivar detta maneira." Amiudar, multiplicar a quantidade das coufas. FER- NAND. Palm. 3, 11 Nefte tempo cada hum avivava os golpes. LOBAT. Palm. 5, 30 Andaváo [os Gigantes] das mãos dos valerofos Principes tão feridos e maltratados, que nenhuma outra ccufa mais procuravão que amparar- fe de feus golpes, que fentido por elles, os avivavão de feição, que &c. BRIT. Mon. 2, 5. c. 6 Davalhe prefla o Tyranno a elle, que adoraffe os Deofes, e aos miniftros de juftiça, que avivaffem os acoutes. Renovar, refrefear, defpertar, fazer crefcer ou fubir de ponto em qualidade. Fr. Six. COELH. Chr. 2, 6, 124 Efte bario, digno de o porém com muita honra e def- canço em lugar, que com mais facilidade pudeffe avivar,<noinclude></noinclude> ehmm6zvt0tszzuo9ht3xe0ucm4qlvnx 558376 558375 2026-08-10T10:24:01Z MLReis 41056 558376 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>AVI fe, Sem que em particular recado eftreito Da tenção hum ao outro fe avifafe. Advertirfe, porfe de avifo ou advertencia. CASTANH. Hift. 1, 89 Que fe avifaffem, que não deixaffem fahit do porto nenhuma não. HEIT. PINT. Dial. 2, 3, 13 E avifaffe, que não feja afpera a lembrança, nem injurio- fa a correição. Luc. Vid. 3, 2 E avifaivos, que não efperteis a alma amada minha, goze, quanto quizer, do fanto e doce fomno. Avifarfe de alguma coufa. Acautellarfe della, pre- venirfe contra ella. FERN. Lor. Chr. de D. J. I. 1, 138 E defcobriolhe muitas coufas, de que fe o Mestre de- pois avifou. AzUR. Chr. 3, 11 Todo o fages ou difcre- to, antes que comece a coufa, deve de efcoldrinhar até onde chega feu encarrego, alfi como aquelle, que de todo fe deve prover e avifar. EUFROS. 3, 1 E avifa- vaivos, como de fogo, que lhe não digais que o fei.; {{lema|AVISO}}. s. m. Noticia, nova, coufa, que fe faz faber. CAM. Luf. 9,5 Que guardado Eftava pera dar ao Gama avijo. Gavi, Cerc. 19, 39 E fe não fora o avifo não efperado, corria a Fortaleza muito rifco. BRIT. Elog. 1 O enganofo Emperador [Aleixo Comeno] deo avifo aos Turcos do tempo e modo, com que poderião desbaratar os Latinos. Epith. Apreffado. FREIR. Vid. 1, 28. Cavillofo. M. BERN. Floreft. 5, 350, A. Certo. Pis. Chr. de D. Aff. III. 12. Efperado (não) GAVI, Cerc. 12, 39. Falfo. LOB. Condeft. 12, 47. Importante. M. BERN. Luz e Cal. 1, 5, 109. Neceffario. FR. GASP. DA CRUZ, Tr. Avif. ao leit. 2. Occulto. M. BERN. Florelt. 5, 3, 50, A. Op- portuno. M. BERN. Arm. 19. Particular. RIB. DE MAC. Rel. 1, 3. Proveitofo. BARTH. GUERREIR. Cor. 1, 8, . 4. Secreto. ESPER. Hift. 1, 3, 6. n. 2. Tácito. L. ALV. Serm. 3, 18, 5. Verb. Dar... abf. GAVI, Cerc. 12, 39 . à alg. CART. DE JAP. 2, 128, 1. BRIT. Chr. 1, 29. de alg. c. BRIT. Elog. 1. MAUS. Aff. Afr. 4, 53 y.com alg. c. DESCOBR. DA FROLID, 20, Haver... que PIN. Chr. de D. Aft III. 12. Mandar... á alg. FR. GASP. DA CRUZ, Tr. Chr. dos Reis de Ormuz, 9. Los. Condeft. 11, 2. Receber... BARTH. GUERREIR. Cor. 1, 8, 4. Ter... de alg. c. BRIT. Mon. 1, 1. tit. 3. TELL. Chr. 1, 1, 4. n. 5. que. Sovs. Hift. 3, 5, 2. Avifo. Anoeftação, advertencia. FERR. DE VASC. Ulyflip. 1, Othai quantos avifos vos dão cafos que acaecem cada dia. CAM. Luf. 2, 59 Pouco val coração, aftucia, e fifo, Se lá do céo não vem celefte avifo. ARR. Dial. 2, 17 E não baftando ás vezes avifos de Con- feffores, confelhos de amigos, &c. Epith. Amorofo. A. DE VASc. Anj. 2, 5, 10. part. 3. p. 622. Apertado. PINT. RIB. Rel. 1, 54. Celefte. CAM. Luf. 2, 59. Claro. CHAG. Ramilh. 2, 25. Divino. B. ESTAÇ. Rim. 66 y. Paternal. TELL. Chr. 2, 5, 2. n. 6. Proveitofo. B. ESTAÇ. Rim. 66 v. Prudente. M. FERNAND. Alm. 3, 3, 121. p. 578. Santo. PINHEIR, Oraç. do Ju- ram. Saudavel. L. Brand. Medit. 2, 5, 192. p. 535. Sefudo. BARTH. GUERREIR. Cor. 1, 15, 90. Severo. CHAG. Ramilh. 1, 50. Singular. D. HILAR. Voz, 6, 28. Sub- til. BARR. Clarim. 1, 14. Verb. Ficar de... para alg. c. CHAG. Carr. 2, 169. Servir de... entre alguns. BERN. Lim. Ecl. 10. alg. de... a outro. (ferlbe de confelho.) BRIT. Chr. 6, 26. Tirar... de alg. c. (fer por ella advertido) D. F. MAN. Epan. 1. Tomar... de alg. c. (o mefmo que Ti- rar... GRAN, Comp. 1, 5. MARIZ, Dial. Prol. De avifo. form. adv. Advertidamente, de prepofito. Maus. Aff. Afr. 4, 59 Que por fe não moftrar, turba de avifo A foate. Avifo. Cautella, prevenção, prudencia. MEMOR. DAS PROEZ. 1, 29 Nenhum avijo balta pera o mundo dei- xar de dar feu fruito, que são os erros continuos, de jui- zos humanos. DESCOBR. DA FROLID. 84 E por haver grande cuidado e avifo, afli na gente, que o Governa dor levava, como na que em Chicaça quedava, por então não nos oufarão commetter. Sous. Vid. 2, 27 Ufa- va delle depois defte poder... con tal avifo e diffimu- lação, que uunca fe the entendeo que o tinha. Verb. Andar de... (prccatarfe, acautellarfe) CEIT. Quadrag. 1, 138, 3. com alg. (prevenirfe, ufar de cantella a fen refpeito.) FERR. DE VASc. Ulyflip. 1, 1 Ellas andão fempre d'avifo com vofco.fobre... abf. (o mefmo que Andar de...) SA' DE MIR. Vilhalp. I, 4. CORT. K. Naufr. 9, 86 . em alg. c. PAIN, Serm. 3, 150. Eftar fobre... ANDRAD. Cerc. 17, 88, 3. PINT. PER. Hift. 1, 17, 71. Ir fobre... CART. DE JAP. 1, 214, 4. Viver fobre... HEIT. PINT. Dial. 1, 1, 8. Avifo. Defcrição, bom juizo, entendimento claro. CAME Canç. 12, 6 Quanto a mi effa falla doce agrada, E o natural avifo. FERNAND. Palm. 4, 17 Entre as cou- fas, que mais força tem pera affeiçoarem, nenhuma póde mais que o avifo e fermofura. BRIT. Chr. I 19 Ao qual o Santo refpondeo com feu coftumado avifo. Epith, Alto. FERR. Poem. Son. 2, 6. Brando. SA DE MIX. Cart. 6. Claro. CART. DE JAP. 1, 369, 4. Del- gado. Gavi, Cerc. 1, 1 y. Provido. MATT. Jeruf. 5, 2. Raro. BERN. Lim. Ecl. 1. Singular. Liss. Jard. 351, 6. Summo. LISE. Jard. 354, 18. Avifo das palavras. Acerto, com que fe dizem. BRIT. Chr. 1, 15 Além da brandura natural de fua condição, o avifo das palavras, e fubtileza de entendimento erão baftantes pera o defejar por amigo. Homem de avifo. O que tem bom juizo. A's vezes fe lhe ajunta algum epitheto. CART. DE JAP. 1, 369, 4. Homens nobres e de claro avifo. GAVI, Cerc. I, 1 Como era homem de delgado avifo, e grande entendi- mento &c. Refpofta de avifo. A que be acertada e judiciofa. BRIT. Chr. 2, 76 Tomou o Duque ifto como refpófta de avifo, fem cudar que o Santo à diria com outro fun- damento.. Avifo. Arbitrio, voto, parecer, confelbo. FR. GASP. DA CRUZ, Tr. 26, 1 E pagarfe agora na China a tan- tos por cento, foi concerto, que fe fez pelos Portugue- zes com os Regedores de Cantam por avifo dos Chinas, que tratão antre os mefmos Portuguezes. Adag. Donde o fandeu fe perdeo, o bom fifo avi- fo colheo. HERN. NUN. Refran. 34 . Quando o fandeo fe perdeo o fifudo avifo colheo. Ds- LIC. Adag. 164. {{lema|A' VISTA}}. fórm. adv. Vej. Vifta. {{lema|AVISTADO, A}}. p. p. de Aviftar. MARINH. Comm. 1, 22. {{lema|AVISTAR}}. v. a. Alcançar com a vifta, ver ao longe. TELL. Chr. 1, 3, 2. n. 8 Aviftarão o Brazil, e lançáráo ferro na Bahia de todos os Santos. FREIR. Vid. 1, 19 Aviftarão a Cofta da Arabia, aindaqne derramados. MA- KINH, Comm. 1, 30 Se refolveo em avifar a Villar de Rei. Com pron. peff. Verfe de parte a parte, porfe d vif- ta bum do outro. TELL. Hift. 2, 29, 175 Logo em fe aviftando os dous exercitos... inveftirão &c. VIEIR. Cart. 1, 223 Os dous exerciros de Alemanha e França parece que fe não querem aviftar. {{lema|AVIVADAMENTE}}. adv. mod. pouc. uf. Com veveza e ef- ficacia, Azus. Chr. 3, 20 E logo el Rei começou de en- caminhar avivadamente o corregimento, que pertencia pe- ra fua ida, {{lema|AVIVADO, A}}. p. p. de Avivar. Sous. Hift. 1, 3, 9. TELL. Hift. 5, 30, 484. Luz, Serm. 2, 57, 1. {{lema|AVIVAR}}. v. a. Animar, excitar, dar vigor, infpirar vi veza. As peffoas, o animo e fuas qualidades. EvFROS. 5,5 O favor aviva o animo e o entendimento. CAM. Canç. 15, 6 Se a luz do meu Planeta Não me avi- va &c. Sous. Hift. 1, 2, 16 Nenhuma fciencia fe ap- prende fundamentalmente fenão nas efcólas, onde a con- ferencia e emulação por efpóras, e aviva os engenhos. Augmentar, fortificar, fazer mais intenfo. As pai- xões e habitos moraes. PAIV. Serm. 1, 26 Os trabalhos dos tyrannos avivárão as virtudes, que Chrifto veio plan- tar na terra. FERNAND. Palm. 3, 1 Que natural he o lugar, onde os bens fe acabárão, avivar n'alma a ma- goa dos males, que lhe fuccedem. Maus. Aff. Afr. 9, 138 A vontade em perigo fempre inteira Dos feus quiz avivar detta maneira." Amiudar, multiplicar a quantidade das coufas. FER- NAND. Palm. 3, 11 Nefte tempo cada hum avivava os golpes. LOBAT. Palm. 5, 30 Andaváo [os Gigantes] das mãos dos valerofos Principes tão feridos e maltratados, que nenhuma outra ccufa mais procuravão que amparar- fe de feus golpes, que fentido por elles, os avivavão de feição, que &c. BRIT. Mon. 2, 5. c. 6 Davalhe prefla o Tyranno a elle, que adoraffe os Deofes, e aos miniftros de juftiça, que avivaffem os acoutes. Renovar, refrefear, defpertar, fazer crefcer ou fubir de ponto em qualidade. Fr. Six. COELH. Chr. 2, 6, 124 Efte bario, digno de o porém com muita honra e def- canço em lugar, que com mais facilidade pudeffe avivar,<noinclude></noinclude> ouomirqhaxh72yvyr9c1pqep5rrzttb Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/731 106 255672 558377 2026-08-10T10:26:34Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: A VI prio Sacramento mais neceffario. M. FERNAND. Alm. 3; 2, 40 Todos eftes bens e fruitos promettidos a vinculou Deos à guarda de fua lei. {{lema|AVINDIÇO, A}}. adj. antiq. O mefmo que Adventicio. VIT. CHRIST. 4, 12, 72. {{lema|AVINDIMAR}}. v. a. ant. O mefino que Vindimar. CALV. Homil. 1, 637. {{lema|AVINDO, A}}. adj. Ajuftado, concertado, concorde, confor- me. GIL Vic. Obr. I, 33 E como formos avindos Nos preços difto, que digo... 558377 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A VI prio Sacramento mais neceffario. M. FERNAND. Alm. 3; 2, 40 Todos eftes bens e fruitos promettidos a vinculou Deos à guarda de fua lei. {{lema|AVINDIÇO, A}}. adj. antiq. O mefmo que Adventicio. VIT. CHRIST. 4, 12, 72. {{lema|AVINDIMAR}}. v. a. ant. O mefino que Vindimar. CALV. Homil. 1, 637. {{lema|AVINDO, A}}. adj. Ajuftado, concertado, concorde, confor- me. GIL Vic. Obr. I, 33 E como formos avindos Nos preços difto, que digo &c. BARR. Dec. 3, 5, 8 Finalmente avindos ambos nefte propofito &c. MENDOÇ. Jorn. 2, 17 Depois de refgatados [os cativos] e avin- dos com feus amos. De ordinario fe lhe determina o fentido, antepon- dofelhe os adverbios Bem ou Mal. BARR. Dec. 3, 10: .6 Porque como Antonio de Briro fe partio ainda mal avindo com Dom Garcia &c. SA' DE MIR. Vilhalp. 3, 55 Philofophos já paffáráo mal avindos huns com os outros com fuas barbas e gravidade. CEIT. Serm. I, 49, 2 Nas duas creadas e irmãas noto eu duas raras e inau- ditas particularidades. A primeira, eftarem mui bem avin- das, e mui irmanadas no governo e mento da cafa, em que moravão &c. Mer. Das coufas. BERNARD. RIB. Ecl. 5 Que mal avindos cuidados Me tem tomado entre fi, Nunca taes cuidados vi. Avindo: Com que fe faz avença. REGIM. DA FA- ZEND. 166, 69 E farão as avenças com as peffoas, que coftumão fer avindas. {{lema|AVINDOR}}. adj. de huma term. anriq. Que faz concordes as partes defavindas. VIT. CHRIST. 2, 26, 48 Nom fom juiz da defavença, mas avindor do ajuntamento da paz. {{lema|AVINHADO, A}}. p. p. de Avinhar. PAIV. Serm. 2, 341. Sous. Vid. I, II. MORAT. Febr. 1, 3. Met. Ufafe como adj. CAM. Filodem. 148 Por- que fegundo o que andais mal avinbado, danareis tudo aquillo, que agora lançarem em vós. {{lema|AVINHAR}}. v. a. Misturar ou temperar com vinbo. BRIT. . Chr. 1, 19 Vinho bebia mui pouco, e tão agoado, que mais parecia avinhar agoa, que agoar vinho. S. ANN. Chr. 2, 25, 443 Sempre bebeo mui pouco vinho, e tão agoado, que mais parecia avinhar agoa, que agoar vinho. {{lema|AVIOLADO, A}}. adj. Pharmac. Feito de. flores de viola. CURV. Atal. 166 F na tal agoa desfareis pevides de abo- bora, melancia, e pepino, adoçadas com huma onça de lambedor aviolado. A. FERR. Luz, 3, 72 Xarope de romáas azedas, e aviolado, aná onça e meia. {{lema|AVIR}}. v. a. Ajuftar, concertar, concordar peffoas defavin- das. ORDEN. DE D. MAN. 1, 39 E fe alguns concelhos hão demandas ou contendas entre fi deve trabalhar quan to puder de os concertar e avir. Ufafe commummente com pron. peff. Ajuftarfe, concertarfe com outro fobre defavença. Goss, Chr. do Princ. 77 E receofo que fe não aviefem bem, por já fen- tir nelles, quando os mandou, que havia de haver diffe- rença fobre qual feria o capitão. ALBUQ. Comm. 2, 30 João Machado lhe diffe, que lhe pezava muito de ver efte negocio de maneira, que fe não podeffem avir. Luc. Vid. 5, 8 Diz que he todo de todos, e de cada hum de todos elles, que ou o repartão, fe póde fer, ou lá fe avenbão entre fi. Met. Das coufas. LEIT. D'ANDRAD. Mifc. 18, 561 Altiveza e amor mal fe avêm juntos, diz Ovidio. A virfe com alguem. Proceder on portarfe a feu refpeito de qualquer modo. DESCOBR. DA FROLID. 129 De fóra ef- tiverão olhando como os Chriftãos fe avinbão com os d' Anilco, e vendoos desbaratados &c. com alguma coufa. Accommodarfelbe, conformarfelbe. CAM. Ecl. 2, 21 Com meu gado me avenho, e eftou contenre. BERN. Lim. Cart. 10 Eu com a agrefte frauta bem me avenho. CEIT. Serm. 2, 289, 4 Lá vos avinde com a iguaria, não ha- ja formar queixa de quem a fez e ordena. Lá fe avenha cada hum: lá fe, avenhão: lá vos avinde. Modos de fallar familiares de quem dimitte de fi o cuidado de alguma coufa, deixando o feu bom ou mão fucceffo a cargo daquelles, a que pertence. SA' DE MIR. Vilhalp. 4, 5 O acutiladiço não deve tambem querer perder ponto de diligencia, la fe avenhão. Euros. I, i Se vos parece bem ou mal, lá vos avinde. FERR. DE VASc. Ulyffip. 5,7 Que eu não perfuado, nem acon- felho, la fe avenha cada bum. {{lema|AVIR}}. v. n. ant. Acontecer, fucceder. Talvez do Lat. Eve- nire, trocado o e em a. FERN. Lor. Chr. de D. J. I. 1, 13 Bem cuidou, que não era feito leve, e por feguras. ça de qualquer coufa, que avir pudeffe, leixou a me- fa. D. CATH. INF. Reg. 1, 13 A qual coufa muitas vc- zes aconteceo de avir ás congregações a Deos ajunta- das. GoEs, Chr. de D. Man. 2, 35 Onde achárão os Mouros dormindo, e bem defcuidados do que lhe aveo. {{lema|AVISADAMENTE}}. adv. mod. Difcretamente, com avijo ou prudencia. LEÃO, Defcripç. 60 Ao que a Rainha avi fadamente tornou que &c. Luc. Vid. 4, 7 Avifadamen- te diffe quem os chamou noflos antipodas nos eftilos an- tes, que no fitio. VIEIR. Serm. 1, 3, 5. col. to; Dou- ta e avifadamente Tertulliano &c. {{lema|AVISADISSIMO, A}}. fuperl. de Avifado. BRIT. Mon. I, 3. c. 19. CALV. Homil. 2, 287. FR. THOM. DA VEIG. Evang. 1, 27, 3. {{lema|AVISADO, A}}. p. p. de Avifar. ORDEN. DE D. MAN. 3, 8. GOES, Chr. do Princ. 16. Maus. Aff. Afr. 12, 182. Ufafe como adj. Difcreto, cordato, fenfato, de en- tendimento claro e bom juizo. Das peffoas. FERNAND. Palm. 3, 21 Era tão branda de condição, e tão avifada nas palavras, que com rezão fobeja cativaria qualquer cora- ção livre. FR. TH. DE JES. Trab. I, 23, 510 Se os avi- fados quizeffem desfazer as parvoices com outras todos ferião parvos. PRIM. E HONR. 2, 5 Muitas vezes Iem- bra a hum nefcio o que efquece a hum avifado. Prudente, advertido, fagaz, acautelado. Conr. R. Cerc. 1, 16 Avijado, fecreto, e animofo, Grande fe- nhor de terras e vaffallos. FERNAND, Palm. 3, 71 Dos fracos faz animofos, e dos imprudentes avifados. CORR. Comm. 1, 3 Foi efte Ulyffes táo avifado, e tão aftuto e fagaz em fua vida, e modo de proceder, que lhe fi- cou por appellido o fabio. Judiciofo, cheio de difcrição, acerto, e bom difcur fo. Applicafe particularmente as práticas e palavras. Sa³ DE MIR. Cart. 6 Os ditos avifados, cortezóes. BRIT, Chr. 1, 11 Com efta avifada prática e outras femelhan- tes animava Santo Estevão os feus Religiofos. TELL Chr. 1, 1, 34. n. 6 .Com tão humilde e avifada ref- pofta. Adag. He dourado, avifado, e formofo como as trempes. DELIC. Adag. 103. {{lema|AVISAMENTO}}. s. m. ant. Noticia, participação de coufa defconhecida ou ignorada. FERN. Lor. Chr. de D. J. I. 1, 57 Antes que os Portuguezes fobre iffo houveffem algum avizamento. CHR. DO CONDEST. 34 Por mingo de avifamento começou a tanger. PROV. DA HIST. GEN. 3, 6, 85. p. 649 Se algum der confelho a noffos imi- gos por carta, ou por qualquer outro avifamento. Admoeftação, advertencia. Azur. Chr. 3, 11 Os aquecimentos da perda trazem novos avifamentos, fe he em lugar, que a peffoa avifada poffa receber emenda. CANCION. 5,3 Pera voffo avifamento, Senhora, fez hum affento Da canriga, que le fegue. REGIM. DA FA- ZEND. 88, 39 E o dito Contador lhes dará feu re- gimento mui declarado de todo o que lhe pertencer fa- zer; em tal maneira que elles nom pofsão errar em os ditos carregos, que lhe são dados, por mingoa de bom avifamento. Diferição, prudencia, circunfpecção. Azur. Chr. 3, 28 Empero elRei teve tal avifamento ao tempo, que fe afli aquello foi aprefentado, que não fez demonftra- ção de nenhum contenramento. D. CATH. INF. Regr. 2, 7 Porém ao ver e ouvir com maior guarda fe deve poer avifamento. ORDEN. DE D. MAN. I, 45 Porém depois de apurados no ajuntar, pera haverem de fervir huns com os ourros terá cal avifamento, que ajunte os mais con- venientes. {{lema|AVISAR}}. v. a. Dar. noticia, fazer fabedor. Reg. alg, ou á alg. abf. ou alg. de alg. c. BARя. Dec. 1, 1, 60 qual logo avifon os Capitáes, que em nenhuma maneira fahiffem fóra. Axx. Dial. 4, 7 E avifava os marinhei- ros das tempeftades, que havião de vit. BRIT. Chr. 2, 3 Na partida ficário de acordo, que avifaffem aos ou- tros aquelles, a que primeiro foffe revelado &c. Admoeftar, advertir. FERR. DE VASC. Ulyffip. Prol. O prefuppofto e principal intento da comedia foi fempre com feu exemplo avifar. ao povo de feus vicios. CAM. Luf. 4, 7; Te avifamos, que he tempo, que já man- des A' receber de nós tributos grandes. FR. MARC. Chr. 1, 1, 28 Avifava o benigno Padre 60s Prelados da fua Ordem, que raramente mandaffem por obediencia. Com pron. peff. Darfe avifo ou noticia de parte a parte. Los. Condeft. 18, 32 Concerto entre nós foi tratado e feito,. Que nenhum na fronteira d'outro entraf-<noinclude></noinclude> cxstxevqbn9m79n5g28nef0c1j4t4x3 Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/730 106 255673 558378 2026-08-10T10:31:59Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: A VI mento. BARR. Dec. 1, 5, 8 Que geralmente todos os officiaes, que erão Gentios, como os mercadores Mou- ros andavão a quem daria melhor aviamento á carga. BRIT. Mon. 1, 2. c. 9 Lhe daria embarcações, e todo o mais aviamento neceffario pera fe tornar as fuas terras. Aprefto, preparo, apparelbo para fe fazer alguma confa. Azur. Chr. 3, 18 A cidade he mui azada pera fe filhar, havendo bom aviamento pera ello. AVEIR. Ítin. 8 Levava fu... 558378 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A VI mento. BARR. Dec. 1, 5, 8 Que geralmente todos os officiaes, que erão Gentios, como os mercadores Mou- ros andavão a quem daria melhor aviamento á carga. BRIT. Mon. 1, 2. c. 9 Lhe daria embarcações, e todo o mais aviamento neceffario pera fe tornar as fuas terras. Aprefto, preparo, apparelbo para fe fazer alguma confa. Azur. Chr. 3, 18 A cidade he mui azada pera fe filhar, havendo bom aviamento pera ello. AVEIR. Ítin. 8 Levava fuzil e todo o aviamento pera fe recuperar, fe lhe morreffem os murrões. Sous. Hift. 3, 2, 11 E quando apparelhára o prato com os aviamentos da unção, já fabia que pera fi os apparelhava.. Met. GIL Vic. Obr. 1, 33 Senhor, indaque eu não queira, Lhe hei de dar aviamento. EUFROS. 3; 4 Bom aviamento está effe, eu me aviaria affi melhor. FERR. DE VASC. Ulyffip. 3, I Vos levareis aviamento pera tudo. {{lema|AVIAR}}. v. a. Por pronto, fazer preftes, difpör ou prevenir para o caminho. Do Lat. Via. Reg. alg. ou alg. c. abf. on alg. de alg. c. FERN. LOP. Chr. de D. J. 1. 1, 48 Muitos hi houve, que lhe empreftarão dinheiros pera pa- ga do foldo das gentes, que logo havião de aviar. CART. DE JAP. 1, 167, 4 Aqui nos aviárão de cavallos e ho- mens de vigia pera o caminho. MEND. PINT. Peregr. 36 Havendo já vinte e feis dias, que eftava aqui em Patane, acabando de aviar huma pouca de fazenda. Met. Expedir, defpachar, apreffar a execução de al- guma coufa, ou por alguem ou alguma coufa pronta pa- ra algum fim. SA' DE MIR. Vilhalp. 3, 1 Não poderas topar em toda Roma com homem, que te afli avia fe e defenganaffe. CEIT. Serm. I, 84, 4 Chegando ao mon- te, pondolhe a lenha ás cóftas, accendo o fogo, avian- do o alfange &c. Sous. Hift. 2, 2, 11 Levantavafe Frei Reginaldo antemanhãa, corria fuas officinas, orde- nava, compunha, e aviava tudo o que convinha em ca- da huma. Aviar alguma coufa com alguem. Difpolo ou obri- galo a que a faça. BARR. Dec. 3, 3, 3 Temeo que rres irmãos, e mais tão cavalleiros, aviafem com elle ter mo- deração de palavras. Aviar. com pron. peff. Prepararfe, porfe pronto e expedito para fazer jornada. BRIT. Chr. 1, 22 Foi o Re- ligiofo aviarfe, e ao tempo da partida aguardou que &c. Sous. Hift. 2, 6, 8 Mandou ao mefmo, que os trou- xe, fe aviaffe com toda a brevidade e fizeffe volra com elles. TELL. Hift. 1, 28, 72 Tratando elles de fe avia- rent pera irem pera fua terra, lhe pedio &c. Apreftarfe, apparelharfe para alguma coufa. Azur. Chr. 3, 19 Pera a qual coufa parece que tendes mui bom azo querendovos aviar que fe ponha em obra aquil- lo, que já tendes fallado. Algumas vezes fe lhe antepõe os adverbios Bem ou Mal para declarar o eftado ou difpofição das peffoas. CEIT. Quadrag. 2, 261, I Porque bem fe aviava Deos, e ainda os homens fe o feu bem fazer eftivera arrenda- do por outros homens. Feo, Tr. Quadr. 1, 100, 2 Bem me aviára eu, diz o Soldado a Joab, fe matára a Ab- faláo. {{lema|AVIARIO}}. s. m. pouc. uf. Lugar, oude fe criño aves. Do Lat. Aviarium. BARRET. Rel. 104 Della [galleria] fe vê o volliere ou aviario, que tem trinta e outo braças de comprido, e tres de largo, onde ha muita diverfida- 'de de aves. {{lema|AVICENISTA}}. s. m. Medico fequaz da doutrina de Avicena. ORT. Colloq. 2,9 Por ver fe os Aviceniftas, que nefta terra curão aos Reis, tem o coftume; que nós lá remos em Hefpanha. {{lema|AVICULA}}. s. m. dim. pouc. uf. O mefmo que Avezinha. Lat. Avicula. acc. na antepenult. M. FERNAND. Alm. 1, 2, 2. n. 78 Affentárão os Difcipulos entre fi matar ef- ta avicula, e affi o fizerão. 1, 5, 2. n. 9 A ave de rapina cahio morra, e a avicula fe tornou ao gremio da donzella, fua fenhora. AVIDAMENTE. adv. mod. Cobiçofamente. CASTR. Ulyff. 5,81 Junto das fontes, donde feus licores Bebem avi- damente hervas e flores. MATT. Jeruf. 13, 66 Tal ce- gueira interpõe a feliz forte, De quem fó ter Imperio determina, Que conquistalo intenta avidamente, Com damno ainda da fua propria gente. {{lema|AVIDISSIMO, A}}. fuperi. de Avido. LEIT. D'ANDRAD. Mifc. 4, 102. {{lema|AVIDO, A}}. adj. Cobicofo, anciofo, voraz. Do Lat. Avi- dus. acc. na primeira. ORIENT. Lufit. 26 Não flores aromaticas Bufqua [a cerva ferida] mas fontes, ávida Da vida, que acha na agoa falutifera. MATT. Jeruf. 7, tos E qual dvido lobo quer que tome Nas fuas entra- nhas cruel pafto a fome. {{lema|AVIDO, A}}. p. p. de Aver. Vej. Havido. {{lema|AVIEIRADO, A}}. adj. Armer. Que tem vieiras, chèo de conchas. LEIT. D'ANDRAD. Mifc. 18, 523 E por timbre hum leão rompente, faxado de tres faxas da mefma ma- neira avieiradas. {{lema|AVILADO, A}}. adj. pouc. uf. Envilecido. M. FERNAND. Alm. 3, 35. n. 224. p. 653 Eu, diz o Senhor, já fico de todo efquecido, avilado, e defprezado. {{lema|AVILITADO, A}}. adj. pouc. uí. O mefmo que Avilado. M. FERNAND. Alm. 3, 2, 1. n. 11. p. 263 Nunca hum fi- lho fe moftra mais honrado, do que quando por amor de fervir feu pai parece eftá avilitado. {{lema|AVILLANADO, A}}. adj. Groffeiro, ruftico, algum tanto villão. Das peffoas. CEIT. Quadrag. 1, 122, 2 E Jofeph aprefenroulhe os mais avillanados e groffeiros. .ro, Mer. Das coufas. CEIT. Quadrag. 1, 217, 4 Ou- tros chamárão á fua compofição [da alma] nobre avil- lanada. Serm. 2, 67, 4 Tendel he embora refpei- to por fer vicio (como dizia Santo Agoftinho) madu- autorizado, e com cás, que em que móre em pei- tos nobres e grandes, não me negareis fer mui avilla- uado na natureza e mal enfinado. {{lema|AVILTADO, A}}. p. p. de Aviltar. MEMOR. DAS PROIZ. 1, 36. PAIV. Serm. 1, 25. Sous. Vid. 4, 7. {{lema|AVILTAR}}. v. a. Envilecer, defprezar, tratar como vil. FERR. DE VAsc. Aulegr. 1, 5 E Deos em pena de nof- fa foberba nos confunde com o vicio vil, que nos af- fronta e avilta. HEIT. PINT. Dial. 1, 5, 9 Os quaes [inimigos] depois de o aviltarem e encherem de oppro- brios, o pendurárão n'hum pão pera o queimarem &c. F. DE MENDOÇ. Serm. 1, 19, 6 Effas cadeas, que me houverão de defacreditar e aviltar &c. Com pron. peff. Envilecerfe, reduzirfe a vileza, fazerfe on tornarje vil. Ann. Dial. 5, 17 Affi a pruden- cia do que governa, não fe abate, nem fe avilta por fe ajudar do confelho dos fabios. CALV. Homil. I, 207 Porque te abates e aviltas, ó homem creado á imagem de Deos, tomando tantas máscaras? PAEZ, Serm. 1, 481 Antes por fe ver filho de Deos ... fe avilton e humilhou com mais confiança. {{lema|AVIMENTO}}. s. m. antiq. Advento, vinda. VIT. CHRIST. 1, 2, 10 E li ja as efcripturas do avimento de Chrif to. 1, 4, 13 Afli São João precedeo o primei- to avijanmento. (affim eftá efcrito) {{lema|AVINAGRADO, A}}. p. p. de Avinagrar. MORAT. Pratic. 1, 3, 5. FERNAND. FERR. Art. 4, 3. CuRv. Aral. 67. Ufafe. como adj. Em que fe deita, eftá ou effeve vinagre. BARR. Paneg. 41, 327 São como os vafos avi- nagrados. Mer. Afpero, rigorofo, de md condição, de genio acre. Cere. Quadrag. 2, 294, 2 Em fim o fel e vina- gre, em que rematandofe effes corações enfezados e avi- nagrados acabou a vida. Defabrido incommodo, infuportavel. Das coufas. PINT. RIB. Rel. 1, 52 A maior injuftiça ... que fe faz aos homens, e que rodos achão mais avinagrada, he a que fe faz com titulo e capa de juftiça. {{lema|AVINAGRAR}}. v. a. Misturar com vinagre, ou fazer aze- do como vinagre. GRAN. Comp. 3, I Hum pouco de vi- nagre lançado em huma pipa de vinho, o azéda e avi- nagra todo. PAIV. Serm. 2, 341 Porque eftá tão mal avinhado cfte noffo vafo, que qualquer coufa, por boa, que feja, que lançais nelle, logo fe avinagra, e fabe a vafilha. Met. FERR. DE VASc. Aulegr. 1, 8 Acho eu que nenhuma coufa as avinagra [as mulheres] como o fa- vor. PAEZ, Serm. 2, 263, 4 Antigamente ao reprchen- der fe chamava avinagrar. {{lema|AVINCULADO, A}}. p. p. de Avincular. BAIT. Mon. 2, 5. tit. 1. CEIT. Serm. 1, 2, 4. CUNH. Catal. 2, 14. {{lema|AVINCULAR}}. v. a. ant. Forenf. O mefmo que Vincular, e he como hoje fe diz. LOBAT. Palm. 5, 59 Depois de o Emperador avincular o eftado à coroa. BRIT. Mon, 2, 6. c. 23 Dizendo que por ferem bens de morgado, fe não podião defanneixar da fuccefsão e defcendencia de quem os avinculdra. CUNH. Catal. 2, 41 Na qual [Vil- la inftituio hum morgado com oitenta mil reis de ju- ro, que lhe avinculou. Met. CEIT: Serm. 1, 56, 4 E affi o premio, que pelos mais meritos fe dividia, tambem em ella fe avin- culon. SEPULCHR. Refeiç. 2, 1 Para que afli deixaffe a Efpoza mais prendada avinculandolbe efte myfterio ao proprio<noinclude></noinclude> mpkpm4dm5q3wngeo0a1sz35hxokkrho Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/729 106 255674 558379 2026-08-10T10:55:55Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: A U G Certiffima efperança Do aumento da pequena Chriftandade: SEVER. Notic. 1, 2, 5 De cada vez vai [a geração huma- na] em mais augmento e multiplicação. VIEIR. Serm. 8, 286 Omar. não crece, nem tem augmento. Adiantamento, melhoramento, vantagem. ARR. Dial. 6, 7 Nos dá em o Sacramento do Chrifma fortaleza de animo, e aumento de graça em arras. BRIT. Chr. 1,7 Não defcudando dos fubditos... em que cada hora fe via notavel augmento de... 558379 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A U G Certiffima efperança Do aumento da pequena Chriftandade: SEVER. Notic. 1, 2, 5 De cada vez vai [a geração huma- na] em mais augmento e multiplicação. VIEIR. Serm. 8, 286 Omar. não crece, nem tem augmento. Adiantamento, melhoramento, vantagem. ARR. Dial. 6, 7 Nos dá em o Sacramento do Chrifma fortaleza de animo, e aumento de graça em arras. BRIT. Chr. 1,7 Não defcudando dos fubditos... em que cada hora fe via notavel augmento de virtude. Sous. Hift. 1, 3, 11 O mefmo Bifpo tendo delles boa opinião, e do cuida- . do com que trarão da falvação das almas, e augmen- to da pureza Chriftia. Melhoria ou progreffo em conveniencias on intereffes de qualquer genero. TELL. Chr. 1, 1, 32. n. 1 Eite piedofiimo Principe, que na mefma balança trazia a hon- ra da. filha, e o augmento da Companhia. D. FERN. DE MEN. Vid. 1, 94 Todos os Principes fentem como di- minuição propria os demafiados augmentos de feus vizi- nhos. L. ALV. Céo de graç. 11, 8 De tal modo vigia- va no governo e augmento de fua cafa &c. Epith. Bom. CART. DE JAP. 1, 410 4. Copiofif- fimo. CHAG. Ramilh. 7, 74. Crefcidiffimo. S. ANN. Chr. 1, 37, 222. Efpiritual. CHAG. Obr. 1, 3, 3. Feliz. TELL. Chr. 2, 4, 5. n. 10. Formofo. S. ANN. Chr. 2, 17, 581. Grande. MARIZ, Dial. 5, 1. Notavel. ESPER. Hift. 2, 6, 18. n. 2. Pequeno. ORIENT. Lufit. 73 . Venturofo. Sovs. Vid. 1, 19. -100 Verb. Dar... de alg. c. d alg. ARR. Dial. 6, 7. Fa- zer... d alg. c. ORIENT. Lufit. 73 Ir em... alg. c. (crefcer, fer cada vez maior) CART. DE JAP. 1, 410, 4. SEVER. Notic. 1, 3, 5. Porje em... alg. c. (augmentar- fe) MARIZ, Dial. 5, 1. Receber... de alg. c. Ros. Hift. : 2, 46, 4. ARR. Dial. 10, 26. Ter... alg. c. M. THOM. Inful. 1, 30. VIEIR. Serm. 8, 286. Tomar... de alg. c. ARR. Dial. 10, 2.. {{lema|AUGOA}}. s. f. antiq. e os feus derivados. Vej. Agoa. {{lema|AUGOAZIL}}. s. m. antiq. Vej. Aguazil. {{lema|AUGOEIRO}}. s. m. Rego ou lugar baixo, onde fe ajuntão as agoas da eftrada do Concelho. Rompefe o tapigo pa. ra as ditas agoas fe metterem nas fazendas, por não fa- zerem damno ás eftradas. BLUT. Vocab. {{lema|AUGUR}}. s. m. Agoureiro ou adivinho, que entre os Roma- nos fuperfticiofamente prognofticava os fucceffos futuros pe lo voo das aves. Lat. Augur. BARREIR. Chorogr. 15 Auf- picato, convem a faber por confultação dos Augures. LEIT. D ANDRAD. Mifc. 16, 441 Sendo Sacerdote, e com a dig- nidade de Augur, que fignifica agoureiro (dignidade de grande preeminencia e honra) fora tambem Triumvir. BRIT. Mon. I, 1. tit. 5 Ha tambem hum modo de in- quirir o futuro por cantar das aves, ou por o numero dellas, e advertencia em feu voar, que os Romanos ti- verão por coufa mul eftimada, e tinhão pera efte fim ho- mens deputados, a que chamavão Arufpices ou Augures. {{lema|AUGURADO, A}}. p. p. de Augurar. CARDOS. Agiol. 2, 578. {{lema|AUGURAL}}. adj. de huma term. Que pertence a Agur de Agur. BARREIR. Cenfor. 14 Muito douto na Sciencia au- gural. {{lema|AUGURAR}}. v. n. Adivinhar, prognofticar, predizer o fu- turo pelo vôo ox canto das aves. Do Lat. Augurari. ARR. Dial. 6, 9 Lactancio refere, que quando os Sacerdotes gentios auguravão, facrificavão e confultavão os feus Deo- fes, fe algum Chriftão fe achava prefente com final da cruz, que tinha em fua fronte imprimido, Ihes impedia as refpoftas, {{lema|AUGURIO}}. s. m. Agouro, prefagio ou prognoftico pelo vôo ou canto das aves. Do Lat. Augurium. SABELL. Eneid. 2, 2, 20 Eráo [os Magos] adivinhadeiros, hora com augu- rios, hora com verfos Tagrados. Maus. Aff. Afr. 2, 25 Nem era nos augurios menos claro. СUNя. Hift. de Brag 1, 3, 13 Outros dizem que vem efte nome [Augufto] de augurio, palavra dos facrificios. Mer. Annuncio de fucceffo futnro. LEIT. D'ANDRAD. Mifc. 7, 172 Que foi ruim augurio defte fucceffo. Maus. Aff. Afr. 2, 28 Augurio algum me dá faufto e propi- cio. {{lema|AUGUSTAL}}. adj. de huma term. Pertencente a Augufto ou ao Emperador. Do Lat. Auguftalis. BRIT. Mon. 2, 5. c. 10 Prefecto da primeira ala Auguftal dos de Thracia. CUNH. Caral. 1, 6 Alexandria foi tão privilegiada de Augufto Cefar, que fobre lhe dar feu nome, chaman- doa Auguftal, a fez cabeça de todo Egypro. {{lema|AUGUSTAMENTE}}. adv. mod. Gravemente, mageftofamen- te. VIEIR. Hift. do. Fut. 8, 132 Impugnando a eleição del Rei Dom João o IV., cujo nome fc diffimula, e ponderando augufta e doutamente os finacs, com que fe havia de juftificar para fer legitima. {{lema|AUGUSTINIANA}}. s. f. T. da Univerfidade de Coimbra. Certo acto, que fazem os que tomão o grdo de Doutor na Faculdade de Theologia. EsTAT. DA UNIV. 3, 36, 58 O acto de Auguftiniana, que fe faz logo depois da ma- gna ordinaria, terá nove conclusões de materias dif- ficultofas em Theologia, e fem Prefidente... e farfeha efte acto na aula, que pera ifto efta no mofteiro de Santa Cruz da Ordem de Santo Auguftinho, donde to- mou o nome de Auguftiniana. S. MAR. Chr. 1, 6, 17. n. 30 E quer dar outra origem chimérica, e de feu ca- pricho a fe chamar o dito acto Auguftiniana, PURIF. Chr. 2, 7, 1. 5 E dette rirulo, que então tinha [o mof- teiro da Graça de Lisboa] fe veio a chamár efle Auto, ou difputa Auguftiniana, porque fe fazia na Igreja de Santo Agostinho. {{lema|AUGUSTINIANO, A}}. adj. Pertencente a Santo Agostinho. Do Lat. Auguftinus, nome proprio. CARDOS. Agiol. 2, 351 eremitico habito Auguftiniano. S. MAR. Chr. 1, 2, 5. n. 5 Dom Gabriel Pennoro na Hiftoria Tripartita da noffa Ordem Canonica Auguftiniana. {{lema|AUGUSTISSIMO, A}}. fuperl. de Augufto, PAIV. Serm. 3, 156. TELL. Chr. 1, 1, 4. n. 1. VIEIR. Cart. 3, 92. Applicafe particularmenre a Deos, e as coufas fa- gradas. TELL. Chr. 1, 2, 20.. n. 6 Por aquella auguf tiffima bafilica, dedicada aos dous Principes da Igreja S. Pedro e S. Paulo. PINT. RIB. Luftr. 1, 3 Auguftiffima Trindade. CARDOS. Agiol. 2, 110 Era devotiffimo do Auguftiffimo Sacramento do Altar. {{lema|AUGUSTO, A}}. adj. Veneravel, digno de grande refpeito. como coufa fagrada. Applicafe particularmente aos Reis e Principes. Do Lat. Auguftus. BRIT. Mon. 1, 4. tit. S Acceitou [Octaviano] antes o fobrenome de Augufto, que toca mais que honra humana, e compere a coufa im- mortal e divina. MAKIZ, Dial. 3, 3 A fempre augufta familia, e catholica progenic de Auftria. Ris. DE MAC. Difc. A Rainha Regente obfervando as maximas de feu augufto marido &c. Magefofo, que infunde refpeito e veneração. Das cou- fas. CORT. R. Naufr. 15, 179 Quando daquelle rio 2 image augufta Por entre freixos e alamos fe alçava. CASTR. Ulyff. 8, 141 Eftatura commum, de rofto au- gufto. GALHEG. Templ. 1, 22 Vem e verás do Duque elclarecido O Cefáreo fitial, a augufta fala. Santo, fagrado. Davafe efte titulo a algumas cida- des ou por fe haverem fundado fegundo os agouros, ou do nome de Augufto Cefar, que por privilegio lhes con- cedeo a dita denominação. BARREIR. Chorogr. 14 Por que, como diz Sexro Pompéo no primeiro livro da figni- ficação dos vocabulos antigos, efta palavra augufta lig- nifica coufa fanta, dicta ab avium geftu vel guftatu, co- mo que por bom agouro das dictas aves foffe feita, don- de veio chamarem aos Templos e ás Cidades auguftas, quc elles coftumavão fazer aufpicato, convem a faber por confultação dos Augures. CARDOS. Agiol. 1. Adven. 4 A efte Cidade pois [Braga] .concedeo Augufto Cefar pri- vilegio de Romana Colonia, e o appellido de Augufta. CUNH. Hift. de Brag. 1, 3, 13 Por ifto .odas as cou- fas de grande eftima e fantidade fe chamão auguftas. {{lema|AVIADO, A}}. p. p. de Aviar. CASTANH. Hift. 8, 87. A-VEIR. Irin. 83. BaIT Chr. 2, 1. Ufafe como adj. Pronto, difpofto para algum fim. Das coufas. Azur. Chr. 3, 22 Per azo de fuas apofen- tadorias ferem melhor aviados. CEIT. Serm. 1, 189, 3 Matou_huma vitella mui tenra e boa, e com a mef- ma preffa a deo a hum moço feu a pofeffe a cozer; porque como era came tão tenra, em huma fervura ef- tava aviada. SANT. Ethiop. 2, 3, 17. Não viamos huns aos outros, nem enxergavamos a vela fe governava di- reita e aviada pera o vento. Quando, Tratando de peffoas, fe lhe antepoc os ad- verbios Bem ou Mal, fervem eftes para exprimir o efta- do ou fituação das taes peffoas. BARR. Clarim. 1, 28 Porém huns quatro, que me rolhião a paflagem, creio o não farão mais a outrem, por eftarem hum pouco mal aviados. SA' DE MIR. Vilhalp. 1, 4 Eftamos bem avia- dos, a velha fem vergonha, Cefarião fem corregimento, &c. MOR. Dial. 2, 20 Ben aviado eftaria quem com palavras procuraffe vencervos. CART. DE JAP 1, 122, 3 E hum delics [mancebos] vinha mal aviado do vinho. {{lema|AVIAMENTO}}. s. m. Acção e effeito de aviar. CASTANH. Hift., 62 Deo na carregação da pimenta todo o avia-<noinclude></noinclude> kotz79j7dqrgjlsn8ey6013iuthxyry Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/127 106 255675 558381 2026-08-10T11:58:25Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 558381 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|119|{{sc|á roda da lua}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>bras ao comprido de leste para oeste e permittem medir-lhe as alturas. Este Copernico é, depois de Tycho, que está situado no hemispherio meridional, o mais importante dos montes que formam systema irradiante. Ergue-se isolado, qual gigantesco pharol, nʼaquella regiāo do Mar das Nuvens que pega com o Mar das Tempestades, illuminando com a esplendida irradiaçāo a um tempo dois mares. O espectaculo dʼaquelles longos rastos de luz, tāo deslumbrantes no pleni-lunio e que transpondo ao norte as cordas de montanhas limitrophes iam perder-se no Mar das Chuvas, nāo tinha igual. Á uma hora da manhā terrestre, dominava o projectil, como um balāo arrastado através do espaço, aquella soberba montanha. Barbicane conseguiu determinar-lhe vigorosamente as principaes disposiçōes. Copernico, na divisāo dos grandes circos, está comprehendido na serie de montanhas annulares de primeira ordem. Apparece por vezes, assim como Képler e Aristarco, que dominam o Oceano das Tempestades, como um ponto brilhante através da luz cendrada, e foi tomado por alguns astronomos por um vulcāo activo. Porém é apenas um vuleāo apagado como todos os outros dʼaquella face da Laa. A sua circumvalaçāo apresentava um diametro de proximamente vinte e duas leguas, e a luneta descobria nʼelle vestigios de stratificaçāo, resultado de successivas erupçōes, parecendo os arredores da montanha como que semeados de despojos vulcanicos, de que ainda se viam alguns vestigios mesmo dentro da cratéra. — Existem, disse Barbicane, varias especies de circos na superficie da Lua, e é facil ver que Copernico pertence ao genero irradiante. Se estivessemos mais perto haviamos de distinguir os cones que lhe crivam a parte interna, e que outrʼora foram outras tantas bôcas ignivomas. Ha uma disposiçāo curiosa e sem excepçāo no disco lunar, é que a superficie interna dos circos está sempre a um nivel notavelmente inferior ao da planicie circumdante, ao contrario do que se vé nas cratéras terrestres. Por consequencia segue-se que a curvatura ge-<noinclude></noinclude> mi4gtbkv4wbtdcjmeyac10y8qllqncr