Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.47.0-wmf.17 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Autor:Inglês de Sousa 102 11552 560550 533371 2026-08-25T16:44:15Z Junglk 34905 /* Obras */ 560550 wikitext text/x-wiki {{Autor/v2 | InicialUltimoNome = S | nome = Inglês de Sousa | nome completo = Herculano Marcos Inglês de Sousa | nome nativo = | imagem = [[File:Inglês de Souza.jpg]] | imagem_tamanho = | legenda = | nacionalidade = {{BRAn|o}} | data_nascimento = {{dni|28|12|1853|si}} | data_morte = {{morte|6|9|1918|28|12|1853}} | género = | período = | temas = | abl = sim | Wikipedia = Inglês de Sousa | Wikiquote = | MiscBio = '''Herculano Marcos Inglês de Sousa''' foi um professor, advogado, político, jornalista e escritor brasileiro, tido como introdutor do ''naturalismo'' na literatura brasileira por meio do seu romance ''O Coronel Sangrado'' (publicado em Santos em {{ano|1877}}) e um dos membros fundadores da [[Portal:Academia Brasileira de Letras|Academia Brasileira de Letras]]. Escreveu inicialmente com o pseudônimo '''Luiz Dolzani'''. }} == Obras == {{Lista de documentos início|gênero}} {{Documento|data=1893|título=Contos amazônicos|galeria=Contos amazonicos.djvu|progresso=|gênero=Contos|notas=|sub-bloco=[[Voluntário]] • [[A feiticeira (Inglês de Sousa)|A Feiticeira]] • [[Amor de Maria]] • [[Acauã]] • [[O donativo do capitão Silvestre]] • [[O gado do Valha-me-Deus]] • [[O Baile do Judeu]] • [[A quadrilha de Jacob Patacho]] • [[O Rebelde]]}} {{Documento|data=1899|título=O missionário|galeria=O missionário.djvu|progresso=|gênero=Romance|notas=}} {{Lista de documentos final}} {{autores}} {{controle de autoridade}} {{Brasil DP-Autor|morte=1918}} {{DEFAULTSORT:Sousa, Inglês de}} [[Categoria:Autores paraenses]] [[Categoria:Inglês de Sousa| ]] duoujr1fngk2xgh6extfo4n4j5icm7x Autor:Antônio Vieira 102 11605 560532 560224 2026-08-25T14:27:08Z Junglk 34905 /* Obras */ 560532 wikitext text/x-wiki {{Autor/v2 | InicialUltimoNome = V | nome = Antonio Vieira | nome completo = | nome nativo = Antonio Vieyra | imagem = Padre António Vieira.jpg | imagem_tamanho = | legenda = | nacionalidade = | data_nascimento = {{dni|6|2|1608|si}} | data_morte = {{morte|17|6|1694|6|2|1608}} | género = | período = | temas = | abl = | Wikipedia = António Vieira | Wikiquote = Padre Antônio Vieira | MiscBio = Foi um religioso português da Companhia de Jesus. Foi um dos mais influentes personagens de seu século em termos de política portuguesa, tendo se destacado como missionário em terras brasileiras. }} == Obras == {{Lista de documentos início|type=Sermões|notas=Notas}} {{Documento|data=1633|título=Sermão XIV|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1639|título=Sermão da Dominga XIX depois do Pentecoste|galeria=|progresso=|notas=Incluí {{Som}}}} {{Documento|data=1639|título=Sermão XII|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1640|título=Sermão de Nossa Senhora do Ó|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1640|título=Sermão do Quarto Sabado da Quaresma|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1640|título=[[Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal contra as de Holanda (1640)|Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal contra as de Holanda]]|galeria=(1854) Sermões do padre Antonio Vieira, Volume 1.djvu|exportar=Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal contra as de Holanda (1640)|progresso=4|notas=}} {{Documento|data=1643|título=Sermão do Mandato|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1644|título=Sermão da Primeira Sexta-feira da Quaresma|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1649|título=Sermão nas Exéquias de D. Maria da Ataíde|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1650|título=Sermão da Primeira Dominga do Advento|galeria=(1854) Sermões do padre Antonio Vieira, Volume 1.djvu|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1651|título=Sermão da Primeira Sexta-feira da Quaresma|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1651|título=Sermão da Segunda Dominga da Quaresma|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1652|título=Sermão de São Roque|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1654|título=Sermão de Santo António|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1654|título=Sermão da Quinta Dominga da Quaresma|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1655|título=Sermão da Sexagésima|galeria=(1854) Sermões do padre Antonio Vieira, Volume 1.djvu|progresso=4|exportar=Sermões do padre Antonio Vieira/Sermão da Sexagesima|notas=Incluí {{Som}}}} {{Documento|data=1655|título=Sermão da Primeira Dominga do Advento|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1655|título=Sermão do Bom Ladrão|galeria=(1854) Sermões do padre Antonio Vieira, Volume 1.djvu|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1655|título=Sermão do Mandato|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1656|título=Sermão da primeira Oitava da Páscoa|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1656|título=Sermão de Dia de Ramos|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1662|título=Sermão da Epfania|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1663|título=Sermão de Santa Catarina|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1674|título=Sermão das Cadeias de S. 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Maria de Ataíde|galeria=|progresso=|notas=}} {{Documento|data=1679|título=Sermão de S. 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Além da parte politica, incluia a incumbencia uma parte commercial, de procurar estabelecer um accordo que, com dar livre introducção no Rio da Prata aos productos inglezes importados por via do Brazil, aproveitasse simultaneamente aos dous alliados, a um como productor ou manufactor, ao outro como intermediario ou commissario. A liberdade mercantil sorria porém mui pouco aos abastados monopolistas de Buenos Ayres como Alzaga e outros, quasi todos de nascimento europeu, e fôra a sympathia, de resto toda platonica, mostrada por Liniers ás propostas d’esta natureza vindas do Rio, um dos motivos que determinaram o rompimento do cabildo com o vice-rei interino, sobretudo depois que elle resolvera enviar á côrte brazileira em Junho de 1808, um anno portanto antes da missão Curado, o seu parente D. Lazaro de Rivera, com instrucções para concluir o entabolado accordo commercial, com que se procuraria fugir ao buscado accordo politico. Por todos estes motivos despertou apprehensões nos circulos locaes, de tendencias divergentes muito embora, a viagem do marechal portuguez, a quem de resto o Principe Regente prometteu, diante das reclamações de Dona Carlota, fazer regressar. Argumentava a Pretendente, não sem justeza, que a presença d’aquelle enviado provocaria em Buenos Ayres desconfianças de annexação, que não eram descabidas, sendo tambem de todo ponto contraria ás leis da monarchia hespanhola, as quaes vedavam aos governantes ultramarinos entreterem relações directas com representantes de principes ou potencias estrangeiras, não se admittindo sequer consules na America. {{nop}}<noinclude></noinclude> qvdb1x9e48zb4pzwm23k1t26em93lzc Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/313 106 37656 560547 364615 2026-08-25T16:33:02Z Junglk 34905 /* Revista */ 560547 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||DOM JOÃO VI NO BRAZIL|291}}</noinclude>Nem no Rio da Prata se podiam enganar quanto ás ameaças que para a integridade do dominio hespanhol representava a trasladação para o Brazil da séde da monarchia portugueza, com suas vistas nunca abandonadas de expansão platina, sempre á espreita da occasião opportuna para se manifestarem. A vinda da familia real aqui causou a mais profunda sensação, escrevia ao generalissimo principe da Paz o vice-rei Liniers, e são manifestos os receios de encorporação <ref>{{lang|en|British Museum}}, Manuscritos Addicionaes, n. 32608, (um dos Codices da Collecção Parish).</ref>. Accrescentava o valoroso Francez que, como meio de “afogar em seus começos o desalento, e dar aos espiritos o vigor necessario n’uma crise tão extraordinaria como digna da maior attenção”, tratara logo de cimentar a confiança da colonia nos proprios recursos militares, os quaes elle com tamanho exito aproveitara e empregara contra os Inglezes vindos do Cabo e que se tinham apoderado de Buenos Ayres; mas que a sua situação era mais do que difficil, sem dinheiro e quasi sem armas, e com soldados inexperientes. Entendia por isso não dever oppor uma recusa irritante á approximação pacifica tentada do Rio, sempre que a nova côrte mostrasse respeitar a autonomia hispano-platina. N’este mesmo informe <ref>De 31 de Maio de 1808.</ref> dizia Liniers ter recebido cartas do governador de Porto Alegre e do então brigadeiro Curado, auctorizado pelo Principe Regente para tratar sobre os meios de continuar o reciproco commercio entre os habitantes das provincias do Prata e os vassallos portuguezes e americanos, “na forma que se está praticando com bandeiras simuladas.” A côrte do Rio de Janeiro não perdia, pelo que se vê, tempo em ajustar suas relações com as possessões<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> 2gl0cfzb4dwpwcqh42jtfu8ac1xqb12 Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/314 106 37657 560548 364616 2026-08-25T16:40:27Z Junglk 34905 /* Revista */ 560548 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh|292|DOM JOÃO VI NO BRAZIL|}}</noinclude>que tocavam a fronteira meridional do Brazil. Dom João por si caminhava cautelosamente, abrindo o passo a mais fecundos resultados com uma intelligencia de caracter pratico, que não assustava e podia passar por uma demonstração amigavel. O conde de Linhares, porém, sempre mais apressado em ultimar seus planos, como que adivinhando que a morte o espreitava de perto, quasi simultaneamente escreveu para Buenos Ayres uma carta reservada concitando essa colonia á rebellião, desacreditando a constituição politica formada, que trahia uma situação hybrida, salientando o abandono dos estabelecimentos hespanhoes no ultramar pelo anniquilamento da respectiva monarchia sob a acção da intervenção franceza, e convidando o vice-reinado a submeter-se á protecção portugueza <ref>{{lang|en|British Museum}}, Cod. cit.</ref>. Era um franco appello á separação da Hespanha e não menos franco appello á annexação a Portugal. O ministro do Principe Regente promettia a conservação dos privilegios existentes, a isenção de novos impostos e, com a segurança de um commercio livre, o esquecimento pelos Inglezes da sua recente expulsão e a renuncia a toda a idéa de reconquista. Até que ponto estaria Linhares auctorizado pelo governo britannico a fallar assim, elle o calava; partia entretanto de premissas certas para chegar a tal conclusão, imaginando com acerto que os Inglezes se absteriam desde então de atacar, mesmo no ultramar, os seus novos alliados da Peninsula, e que os interesses britannicos pugnavam pela liberdade de trafico. Caso aliás, este modo suasorio não recebesse acolhimento favoravel e não se evitasse portanto a effusão de sangue, o ministro estava disposto a não recuar<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> ceoaz9pflpbvhjuw5s3nufydf2d68f8 Galeria:Historia Genealogica da Casa Real Portugueza, Tomo 12 - Parte 1.pdf 104 125761 560537 531534 2026-08-25T14:57:09Z Junglk 34905 Pagelist 560537 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=Historia Genealogica da Casa Real Portugueza |Subtítulo= |Language=pt |Autor=António Caetano de Sousa |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume=12-1 |Editora=Officina de Joseph Antonio da Sylva |Gráfica= |Local=Lisboa |Ano=1747 |ISBN= |Fonte={{commons|Historia Genealogica da Casa Real Portugueza Tomo 12 Parte 1.pdf}} |Imagem= |Capa=9 |Progresso=X |Páginas=<pagelist from=1 to=14 1=Capa 2to10=– 6=Título 9="Folha de Rosto" 12to14=Índice /> ;{{sc|Livro xiii.}} <pagelist from=15 to=212 15=1 27=Diagrama 28=– 138=– 139=Diagrama 140=– 161=Diagrama 162=– 163=Diagrama 164=– 165=149 197=Diagrama 198=– 204=– 205=Diagrama 206=– 210=– 211=Diagrama 212=– /> ;{{sc|Livro xiv.}} <pagelist from=213 to=720 213=Título 214=198 215to231=Diagrama 232=– 233=217 528=– 529=Diagrama 530=– 537=Diagrama 538=– 543=Diagrama 544=– 551=Diagrama 552=– 609=Diagrama 610to616=– 611=Diagrama 613=Diagrama 615=Diagrama 617=597 621=Diagrama 622=– 673to674=– 678=– 679=Diagrama 680=– 685=Diagrama 686=– 697=Diagrama 698=– 702=– 703=Diagrama 704=– 717=Diagrama 718=– 719=Diagrama 720=– /> ;{{sc|Índice}} <pagelist from=721 to=790 721=1 786=– 787=Erratas 788to789=– 790=Contracapa /> |Tomos= |Volumes={{Volumes da Historia Genealogica da Casa Real Portugueza}} |Notas=[[Categoria:Originais de edições impressas em 1747]] |Sumário= |Epígrafe= |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=N }} 0bzixk1jwrif95myezj6ql18hwb5nyv Predefinição:Novidades no acervo 10 140260 560562 559895 2026-08-25T17:34:37Z Erick Soares3 19404 +[[Lusitania sacra/Número 49/Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?|"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?"]] 560562 wikitext text/x-wiki <!-- Favor, não adicionar hinos. Adicione apenas obras que tiverem sido 100% transcritas (mas não precisam estar 100% validadas). Máximo de 8 obras. Adicione as novas no topo, abaixo do mês em que foram adicionadas, e realoque as de baixo para o arquivo abaixo. --> <!--Agosto 2026--> {{Novidade|Lusitania sacra/Número 49/Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?|mostrar="Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?"|Maria de Fátima Rosa e Isabel Gomes de Almeida|2024|nowiki=yes|imagem="Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf{{!}}page=1}} {{clear}} {{Novidade|Homenagem a Luiz de Camões|mostrar=Homenagem a a Luiz de Camões|Antónia Pusich|1880|imagem=Antónia Pusich - Homenagem a Luiz de Camões - 1880.pdf{{!}}page=1}} {{clear}} {{Novidade|Henriqueta|mostrar=Henriqueta|Maria Peregrina de Souza|1876|imagem=Maria Peregrina de Souza - Henriqueta.pdf{{!}}page=9}} {{clear}} {{Novidade|Traducção e breve analyse sobre M. Pasteur e M. Renan|[[Autor:Louis Pasteur|Louis Pasteur]], [[Autor:Ernest Renan|Ernest Renan]]|1882|tradutor=[[Autor:Joaquim Pinto de Campos|Monsenhor Pinto de Campos]]|imagem=Campos-Traduccaoebreve.pdf{{!}}page=2|nowiki=yes}} {{clear}} {{Novidade|Memórias duma Mulher da Época|mostrar=Memorias duma mulher da epoca|Diana de Liz|1932|imagem=Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf{{!}}page=1}} {{clear}} {{Novidade|A Fada Loira|mostrar=A Fada Loira|Maria O'Neill|1917|imagem=Maria O'Neill - A Fada Loira.pdf{{!}}page=1}} {{clear}} {{Novidade|Suspiros poéticos e saudades (1865)|mostrar=Suspiros poéticos e saudades|Gonçalves de Magalhães|1865|imagem=Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu{{!}}page=9}} {{clear}} <!--Julho 2026--> {{Novidade|Da Terra á Lua|Júlio Verne|tradutor=Henrique de Macedo|1874|imagem=Da Terra á Lua.pdf{{!}}page=3}} {{clear}} <noinclude> ==Arquivo de 2026== <!-- Adicione as entradas no topo da lista--> <!--Junho 2026--> {{Novidade|Narizinho Arrebitado (1ª edição)|Monteiro Lobato|1921|imagem=Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf{{!}}page=1|mostrar=Narizinho Arrebitado}} {{clear}} {{Novidade|Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação/Volume 21/O Legado de Aaron Swartz|Fabiano Couto Corrêa da Silva|2023|imagem=O Legado de Aaron Swartz.pdf{{!}}page=1|mostrar=O Legado de Aaron Swartz|nowiki=yes}} {{clear}} {{Novidade|Revista Archai/Volume 34/Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|[[Autor:Platão|Platão]]|2024|imagem=Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão.pdf{{!}}page=1|mostrar=Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|tradutor=Fernanda Israel Pio, Gabriele Cornelli e Agatha Pitombo Bacelari|nowiki=yes}} {{clear}} {{Novidade|Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|Charles Darwin|1903|imagem=Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf{{!}}page=214|mostrar=O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|tradutor=Alfredo de Carvalho}} {{clear}} {{Novidade|O Cruzeiro (Revista)/Ano I/Nº I/10 de novembro de 1928/A Éra das Forças Hydraulicas|Ferdinando Labouriau|1928|imagem=O Cruzeiro (1928 - N001).pdf{{!}}page=29|mostrar=A Éra das Forças Hydraulicas: Uma Visão do Anno 2000}} {{clear}} <!--Fevereiro 2026--> {{Novidade|A Wikimedia no Brasil|Vários|2025|imagem=A wikimedia no Brasil - o poder e os desafios do conhecimento livre.pdf{{!}}page=3}} {{clear}} {{Arquivo das novidades no acervo}}<!--Adicione o mês anterior quando tudo estiver abaixo do ==Arquivo de 2025==--> {{documentação}} </noinclude> fvv2gr0q8e1rulxmqlcm4u7fk30gfu8 560580 560562 2026-08-25T22:18:29Z Erick Soares3 19404 +O Cometa de 1652 560580 wikitext text/x-wiki <!-- Favor, não adicionar hinos. 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Renan|[[Autor:Louis Pasteur|Louis Pasteur]], [[Autor:Ernest Renan|Ernest Renan]]|1882|tradutor=[[Autor:Joaquim Pinto de Campos|Monsenhor Pinto de Campos]]|imagem=Campos-Traduccaoebreve.pdf{{!}}page=2|nowiki=yes}} {{clear}} {{Novidade|Memórias duma Mulher da Época|mostrar=Memorias duma mulher da epoca|Diana de Liz|1932|imagem=Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf{{!}}page=1}} {{clear}} {{Novidade|A Fada Loira|mostrar=A Fada Loira|Maria O'Neill|1917|imagem=Maria O'Neill - A Fada Loira.pdf{{!}}page=1}} {{clear}} {{Novidade|Suspiros poéticos e saudades (1865)|mostrar=Suspiros poéticos e saudades|Gonçalves de Magalhães|1865|imagem=Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu{{!}}page=9}} {{clear}} <noinclude> ==Arquivo de 2026== <!-- Adicione as entradas no topo da lista--> <!--Julho 2026--> {{Novidade|Da Terra á Lua|Júlio Verne|tradutor=Henrique de Macedo|1874|imagem=Da Terra á Lua.pdf{{!}}page=3}} {{clear}} <!--Junho 2026--> {{Novidade|Narizinho Arrebitado (1ª edição)|Monteiro Lobato|1921|imagem=Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf{{!}}page=1|mostrar=Narizinho Arrebitado}} {{clear}} {{Novidade|Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação/Volume 21/O Legado de Aaron Swartz|Fabiano Couto Corrêa da Silva|2023|imagem=O Legado de Aaron Swartz.pdf{{!}}page=1|mostrar=O Legado de Aaron Swartz|nowiki=yes}} {{clear}} {{Novidade|Revista Archai/Volume 34/Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|[[Autor:Platão|Platão]]|2024|imagem=Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão.pdf{{!}}page=1|mostrar=Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|tradutor=Fernanda Israel Pio, Gabriele Cornelli e Agatha Pitombo Bacelari|nowiki=yes}} {{clear}} {{Novidade|Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|Charles Darwin|1903|imagem=Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf{{!}}page=214|mostrar=O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|tradutor=Alfredo de Carvalho}} {{clear}} {{Novidade|O Cruzeiro (Revista)/Ano I/Nº I/10 de novembro de 1928/A Éra das Forças Hydraulicas|Ferdinando Labouriau|1928|imagem=O Cruzeiro (1928 - N001).pdf{{!}}page=29|mostrar=A Éra das Forças Hydraulicas: Uma Visão do Anno 2000}} {{clear}} <!--Fevereiro 2026--> {{Novidade|A Wikimedia no Brasil|Vários|2025|imagem=A wikimedia no Brasil - o poder e os desafios do conhecimento livre.pdf{{!}}page=3}} {{clear}} {{Arquivo das novidades no acervo}}<!--Adicione o mês anterior quando tudo estiver abaixo do ==Arquivo de 2025==--> {{documentação}} </noinclude> 8llxfez10o42erryu04ixbq008d1hhd 560591 560580 2026-08-25T22:39:22Z Trooper57 24584 560591 wikitext text/x-wiki <!-- Favor, não adicionar hinos. Adicione apenas obras que tiverem sido 100% transcritas (mas não precisam estar 100% validadas). Máximo de 8 obras. Adicione as novas no topo, abaixo do mês em que foram adicionadas, e realoque as de baixo para o arquivo abaixo. --> <!--Agosto 2026--> {{Novidade|Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis|Antônio de Castro Lopes|1889|imagem=Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf{{!}}page=7}} {{clear}} {{Novidade|Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Cometa de 1652|mostrar=O Cometa de 1652|Henrique Morize|1904|imagem=Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf{{!}}page=663}} {{clear}} {{Novidade|Lusitania sacra/Número 49/Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?|mostrar="Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?"|Maria de Fátima Rosa e Isabel Gomes de Almeida|2024|nowiki=yes|imagem="Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf{{!}}page=1}} {{clear}} {{Novidade|Homenagem a Luiz de Camões|mostrar=Homenagem a a Luiz de Camões|Antónia Pusich|1880|imagem=Antónia Pusich - Homenagem a Luiz de Camões - 1880.pdf{{!}}page=1}} {{clear}} {{Novidade|Henriqueta|mostrar=Henriqueta|Maria Peregrina de Souza|1876|imagem=Maria Peregrina de Souza - Henriqueta.pdf{{!}}page=9}} {{clear}} {{Novidade|Traducção e breve analyse sobre M. Pasteur e M. Renan|[[Autor:Louis Pasteur|Louis Pasteur]], [[Autor:Ernest Renan|Ernest Renan]]|1882|tradutor=[[Autor:Joaquim Pinto de Campos|Monsenhor Pinto de Campos]]|imagem=Campos-Traduccaoebreve.pdf{{!}}page=2|nowiki=yes}} {{clear}} {{Novidade|Memórias duma Mulher da Época|mostrar=Memorias duma mulher da epoca|Diana de Liz|1932|imagem=Diana de Liz - Memorias duma mulher da epoca.pdf{{!}}page=1}} {{clear}} {{Novidade|A Fada Loira|mostrar=A Fada Loira|Maria O'Neill|1917|imagem=Maria O'Neill - A Fada Loira.pdf{{!}}page=1}} {{clear}} <noinclude> ==Arquivo de 2026== <!-- Adicione as entradas no topo da lista--> <!--Agosto 2026--> {{Novidade|Suspiros poéticos e saudades (1865)|mostrar=Suspiros poéticos e saudades|Gonçalves de Magalhães|1865|imagem=Suspiros poéticos e saudades (1865).djvu{{!}}page=9}} {{clear}} <!--Julho 2026--> {{Novidade|Da Terra á Lua|Júlio Verne|tradutor=Henrique de Macedo|1874|imagem=Da Terra á Lua.pdf{{!}}page=3}} {{clear}} <!--Junho 2026--> {{Novidade|Narizinho Arrebitado (1ª edição)|Monteiro Lobato|1921|imagem=Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf{{!}}page=1|mostrar=Narizinho Arrebitado}} {{clear}} {{Novidade|Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação/Volume 21/O Legado de Aaron Swartz|Fabiano Couto Corrêa da Silva|2023|imagem=O Legado de Aaron Swartz.pdf{{!}}page=1|mostrar=O Legado de Aaron Swartz|nowiki=yes}} {{clear}} {{Novidade|Revista Archai/Volume 34/Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|[[Autor:Platão|Platão]]|2024|imagem=Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão.pdf{{!}}page=1|mostrar=Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|tradutor=Fernanda Israel Pio, Gabriele Cornelli e Agatha Pitombo Bacelari|nowiki=yes}} {{clear}} {{Novidade|Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|Charles Darwin|1903|imagem=Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf{{!}}page=214|mostrar=O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|tradutor=Alfredo de Carvalho}} {{clear}} {{Novidade|O Cruzeiro (Revista)/Ano I/Nº I/10 de novembro de 1928/A Éra das Forças Hydraulicas|Ferdinando Labouriau|1928|imagem=O Cruzeiro (1928 - N001).pdf{{!}}page=29|mostrar=A Éra das Forças Hydraulicas: Uma Visão do Anno 2000}} {{clear}} <!--Fevereiro 2026--> {{Novidade|A Wikimedia no Brasil|Vários|2025|imagem=A wikimedia no Brasil - o poder e os desafios do conhecimento livre.pdf{{!}}page=3}} {{clear}} {{Arquivo das novidades no acervo}}<!--Adicione o mês anterior quando tudo estiver abaixo do ==Arquivo de 2025==--> {{documentação}} </noinclude> hr01xsnnhehahglsmm2vkb1ne7hfs1q Página:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf/122 106 157548 560526 363085 2026-08-25T13:28:53Z Junglk 34905 /* Revista */ 560526 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||'''AN'''|97}}</noinclude>{{Ppoem|start=stanza|end=close| ::Tremi de enleio? Talvez. Tremi de amores? Não sei!… Deixei de olhar-te? Mentira, por muitas vezes te olhei… e sempre, sempre teus olhos os meus fitando encontrei. ::De livre via-me escrava quando via os olhos teus; medrosa, não qu’ria olhar-te, não queria, sabe-o Deus; mas não sei que mago encanto te volvia os olhos meus!… ::Busquei fugir-te debalde, foi debalde que o busquei; que sempre, sempre teus olhos nos meus pregados achei; eu tinha mêdo de olhar-te, e sempre, sempre te olhei. ::Mas quando não vi teus olhos fitar os meus com ardor, ainda senti mais vivo o seu fogo abrazador… a causa inqueri, chorei… o pranto disse-me ''amor''. }} Parece-me que não me levarão a mal, transcrevendo, quando trato de poetas, principalmente de senhoras, algum trecho de poesia. Ao menos penso tornar mais amena a leitura deste livro.<section end="D. Anna Theophila Filgueiras Autran"/> <section begin="D. Annalía Vieira do Nascimento"/>'''D. Annalia Vieira do Nascimento —''' Nasceu em Porto Alegre, capital da provincia do Rio Grande do Sul, a 2 de fevereiro de 1855, e são seus paes José Vieira Fernandes e dona Belmira Vieirado Nascimento. E’ irmã de João Damasceno Viera Fernandes, de quem adiante farei menção. Dona Annalia cultiva desde muito joven a poesia; tem escripto muitas e mimosas composições poeticas, de que tem publicado algumas em diversas revistas. Não podendo, por mais que procurasse, obter uma, notiçia de seus escriptos, só posso mencionar os que conheço, que são: — ''No mar'': fragmento. ''No dia de meus annos, 2 de fevereiro de 1873'' — Sahiu no «Novo almanak de lembranças luzo-brazileiro para o anno de 1875» Lisboa, 1874: — De seus escriptos em prosa, se acha a — ''Carta a Victor Hugo''—no mesmo almanak de 1882, pags. 153 e 154. Neste escripto põe dona Annalia em relevo as impressões que em seu espirito ficaram gravadas com a leitura do livro ''Os trabalhadores do mar'', do laureado poeta francez. Sei que ha diversas composições de dona Annalia, já colleccionadas; não dou, como disse, noticia del1as, porque foi baldado todo empenho que fiz para obter os esclarecimentos necessarios. Ficará essa noticia para o primeiro supplemento, que conto dar.<section end="D. Annalia Vieira do Nascimento"/><noinclude></noinclude> ex1u49l5g4hq8tbex8ro4dxwqr0lezw Página:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf/123 106 157583 560527 363086 2026-08-25T13:40:13Z Junglk 34905 /* Revista */ 560527 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh|98|'''AN'''|}}</noinclude><section begin="Annibal André Ribeiro"/>'''Annibal André Ribeiro —''' Nasceu na cidade da Bahia a 30 de novembro de 1835, sendo seus paes o doutor Francisco Antonio Ribeiro que representara sua provincia na quinta e sexta legislaturas na camara temporaria, e dona Barbara Xavier de Souza Ribeiro. Formado em sciencias sociaes e juridicas pela faculdade do Recife em 1855, exerceu a advocacia até o anno de 1865; foi nomeado official-maior da secretaria do tribunal do commercio de sua provincia em janeiro de 1864, logar em que serviu até que, extinctos os tribunaes do commercio e creadas as juntas commerciaes em substituição a elles, passou a exercer o de secretario da junta commercial de S. Salvador por decreto de 14 da fevereiro de 1877, e ahi se conserva. Escreveu: — ''Peculio do procurador de segunda instancia'' ou collecção, contendo a lei da creação do supremo tribunal de justiça, os regulamentos das relações, tribunaes do commercio, dizimas, ferias e alçadas, addicionados de notas indicativas das leis, decretos e avisos publicados até 1866, que lhe são relativos, Bahia, 1867. — ''Apontamentos sobre o registro publico do commercio'', seguidos dos regulamentos dos corretores e agentes de leilões, annotados com a legislação de 1866 e da collecção dos estylos e usos commerciaes da praça da Bahia, declarados por verdadeiros pelo respectivo tribunal do commercio. Bahia, 1868. — ''Breves considerações sobre as annotações do doutor Salustiano Orlando de Araujo Costa ao codigo commercial do Imperio do Brazil''. Rio de Janeiro, 1871 — Neste volume, que tem 168 pags. in-4°, se acha uma carta do conselheiro Zacarias de Góes e Vasconcellos, escripta aos editores Eduardo & Henrique Laemmert, elogiando a obra. — ''Instrucção para as eleições dos deputados e supplentes dos tribunaes do commercio'', annotadas, etc. Bahia, 1872 — Seguem-se em appendice os artigos do codigo commercial e avisos citados nas notas do decreto n. 696 de 5 de setembro de 1850, etc. — ''Regulamento do imposto de transmissão de propriedade'', annotado com as leis, decretos e avisos, anterior e posteriormente publicados, que o explicam ou completam. Rio de Janeiro, 1873.<section end="Annibal André Ribeiro"/> <section begin="Annibal Falcão"/>'''Annibal Falcão —''' Nasceu na provincia de Pernambuco, ahi fez seus estudos de humanidades, e todo o curso de sciencias sociaes e juridicas, de que recebeu o grau de bacharel. Ainda estudante da faculdade de direito dedicou-se e exerce a arte tachigraphica, e cultiva com muito gosto a litteratura, não só a nacional, como a européa. {{sic|Esereveu|Escreveu}}: — ''O Diabo a quatro:'' revista infernal. Recife… in-fol. com caricaturas — Esta revista, fundada e redigida por Annibal Falcão, tendo por companheiro A. de Souza Pinto e outros, é escripta com talento e graça. {{nop}}<noinclude></noinclude> phlo21f3xrf4zzrngspuuan78cpbydh Página:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf/124 106 157605 560528 363087 2026-08-25T13:53:15Z Junglk 34905 /* Revista */ 560528 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||'''AN'''|99}}</noinclude>— ''O doutor Alberto:'' drama em tres actos. Pernambuco, 1878 — Este drama não foi levado á scena por haver a policia prohibido a representação. O livro é precedido do retrato do autor e de uma introducção escripta por seu collega Antonio de Souza Pinto. — ''O Marquez de Luçay:'' phantasia — publicada em folhetins na primitiva ''Gazetinha'' do Rio de Janeiro. Esta composição é um primor litterario. — ''O doutor Jacobus'' — inedito. E’ uma epopéa gigantesca na opinião de um litterato que viu o livro manuscripto, na qual, procurando o autor symbolisar a evolução da humanidade, como Quinet em seu monumental ''Ashaverus'', as prosopopéas se cruzam talvez um pouco profusamente de mais. Desse trabalho de uma imaginação verdadeiramente oriental, vi dous fragmentos, um publicado na ''Revista Brazileira'', e outro no album de um seu amigo, J. Z. Rangel de S. Paio.<section end="Annibal Falcão"/> <section begin="Annibal Teixeira de Sá"/>'''Annibal Teixeira de Sá —''' E’ natural da Bahia, si me não engano, e da cidade de Santo Amaro. Ignoro as demais circumstancias que lhe dizem respeito, á falta de informações que a diversas pessoas pedi. Escreveu: — ''O poeta Rangel:'' comedia. Santo Amaro, 1856. — ''Um cazamento da época, ou molestia de muita gente:'' comedia em um acto. Bahia, 1859. — ''Os extremos:'' comedia-drama em tres actos. Rio de Janeiro, 1866. Talvez tenha dado a lume algum trabalho seu, além dos que indiquei.<section end="Annibal Teixeira de Sá"/> <section begin="Antero Dias Lopes"/>'''Antero Dias Lopes —''' Falleceu a 18 de agosto de 1876, victima de uma febre perniciosa, na cidade de Macahé, onde me parece que nascêra, e onde exercia os cargos de vereador da camara municipal, de agente da associação popular fluminense de beneficios mutuos, de inspector da instrucção publica, de veneravel da loja maçonica Perseverança e de capitão da guarda nacional. Cultivava a poesia, e publicou: — ''Harpa do meio dia:'' poesias. Rio de Janeiro, 1872 — Com o retrato do autor.<section end="Antero Dias Lopes"/> <section begin="Antero Ferreira de'Avila"/>'''Antero Ferreira de Avila —''' E’ natural da provincia de S. Pedro do Rio Grande do Sul e bacharel em sciencias sociaes e juridicas pela faculdade de S. Paulo. Escreveu: — ''Retratos biographicos de academicos contemporaneos''. S. Paulo, 1866, 88 pags. in-8.º<section end="Antero Ferreira de'Avila"/> <section begin="Antero José Ferreira de Brito, Barão de Tramandahy"/>'''Antero José Ferreira de Brito, Barão de Tramandahy —''' Nasceu na, provincia do Rio Grande do Sul a 11 de janeiro de 1787, e falleceu no Rio de Janeiro em fevereiro de 1856. {{nop}}<noinclude></noinclude> icpmqzs0luu6v384tb8p4fu6eqngczx Página:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf/125 106 157606 560530 520652 2026-08-25T14:01:08Z Junglk 34905 /* Validada */ 560530 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Junglk" />{{rh|100|'''AN'''|}}</noinclude>Militar, subiu ao alto posto de tenente-general do exercito, foi por muitos annos presidente da provincia de Santa Catharina, e da de seu nascimento, ministro e secretario de estado dos negocios da guerra de 1832 a 1835, e commandante das armas da côrte, em cujo exercicio morreu. Era veador da casa imperial, do conselho de sua magestade o Imperador, conselheiro de guerra, grã-cruz da ordem de S. Bento de Aviz, dignitario das ordens do Cruzeiro e da Roza, condecorado com as medalhas da campanha de Montevidéo de 1811 a 1812, das campanhas de 1815 a 1820, da campanha da independencia da Bahia, da divisão cooperadora da Boa Ordem, e com a insignia de ouro por distincção em combate. Escreveu, além de — ''Diversos relatorios'' — como presidente de duas provincias, e como ministro da guerra em tres gabinetes successivos, no ultimo dos quaes fôra encarregado tambem da pasta da marinha; — ''Carta ao coronel João Carlos de Saldanha de Oliveira Daun''. Rio de Janeiro, 1822 — Era o autor coronel quando publicou esta carta contra o seu collega, datada da povoação do Norte do Rio Grande a 24 de junho, com um supplemento datado de 18 de agosto, tudo de 1822. — ''Exortação patriotica dirigida ás principaes corporações e autoridades da provincia do Rio Grande do Sul, sua patria''. Rio de Janeiro, 1822 — Ha outra do mesmo anno aos seus amigos residentes na dita provincia. — ''Memoria descriptiva do estado da fortificação da costa da provincia de Pernambuco, quarteis, armazens, paiol de polvora e mais edificios militares, indicando os melhoramentos que podem ter''. Recife, 21 de abril de 1826 — Ha um original in-folio de 30 folhas e uma cópia de 28 folhas no archivo militar. Foi escripta sendo o autor commandante das armas na provincia de Pernambuco. — ''Quadro da divisão civil, judiciaria e ecclesiastica da provincia de Santa Catharina'' com o resumo de sua população, organizado em 1841. — Era o autor administrador da provincia, quando o escreveu.<section end="Antero José Ferreira de Brito, Barão de Tramandahy"/> <section begin="Antonio Achilles de Miranda Varejão"/>'''Antonio Achilles de Miranda Varejão —''' E’ natural do Rio de Janeiro e nascido a 30 de janeiro de 1834, sendo seus paes o commendador Antonio Alvares de Miranda Varejão e dona Joaquina Ursula de Miranda Varejão. Bacharel formado em sciencias sociaes e juridicas pela faculdade de S. Paulo em 1856, no anno seguinte entrou no exercicio do cargo de chefe da secção de estatistica na secretaria da policia da côrte, e d’ahi passou para a secretaria de estado dos negocios da justiça, como primeiro official, logar em que se aposentou em 1872. Exerce actualmente a profissão de advogado, lecciona varias linguas e sciencias; é membro<noinclude></noinclude> jk7s5p987i84zlmtsy5vzfdb6e7e62y Página:Diccionario Bibliographico Brazileiro v1.pdf/126 106 157607 560531 363089 2026-08-25T14:16:22Z Junglk 34905 /* Revista */ 560531 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||'''AN'''|101}}</noinclude>effectivo do grande conselho do grau 33 do grande oriente unido do Brazil; cavalleiro da ordem da Roza, etc. O doutor Varajão foi director e redactor chefe do ''Diario Official'', collaborou para a ''Semana Illustrada'', para a ''Revista de ensaio philosophico paulistano'', e para o ''Diario do Rio de Janeiro'', e fez parte da redacção do ''Jornal do Commercio''. Escreveu: — ''A época'' : comedia em cinco actos, representada em 1861 — Creio que foi impressa neste mesmo anno. — ''A resignação'' : drama em tres actos, representada em 1862. — ''O captiveiro moral'' : drama em cinco actos, representado em 1864. — ''Trevas e luz'' : drama em quatro actos, representado em 1867. — ''Os excentricos'' : comedia em quatro actos, representada por diversas vezes no Rio de Janeiro — Inedita. — ''An’ath'' : drama em tres actos — Não sei si foi levado á scena. Idem. — ''A vida intima'' : drama em tres actos — Idem. — ''A louca'' : libreto em quatro actos e em verso portuguez, posto em musica pelo compositor paulista Elias Alvares Lobo — (Veja-se [[Diccionario Bibliographico Brazileiro/Elias Alvares Lobo|Elias Alvares Lobo]].) Consta que tem ainda outras comedias e dramas, originaes e traduzidos, sendo alguns já representados nesta côrte, e composições poeticas ineditas, além de algumas publicadas, como — ''A guerra do Oriente'' : ao meu amigo o senhor José Diogo de Menezes Fróes, em resposta á sua poesia a ''Russia'' — Sahiu na ''Revista litteraria'', S. Paulo, serie 5ª , pag.34.<section end="Antonio Achilles de Miranda Varejão"/> <section begin="Antonio Agostinho de Andrade Figueira"/>'''Antonio Agostinho de Andrade Figueira –''' E’ natural da provincia do Pará. Faltam-me noticias a seu respeito, e apenas sei que é sobrinho do finado general Gurjão, e que escreveu: — ''Necrologia de Hilario Maximiano Antunes Gurjão'', bacharel em mathemathicas, brigadeiro do exercito, etc. S. Luiz do Maranhão, 1869.<section end="Antonio Agostinho de Andrade Figueira"/> <section begin="Antonio Alexandre dos Passos Ourique"/>'''Antonio Alexandre dos Passos Ourique –''' Nasceu em S. Paulo a 29 de junho de 1819 e falleceu no Rio de Janeiro a 21 da maio de 1850, victima da febre amarella. Era engenheiro civil, cavalleiro da ordem da Roza, e exercia um emprego na thesouraria geral de sua provincia, quando, tendo-se opposto em concurso á cadeira de arithmetica e geometria, annexa á faculdade de direito, e vindo á côrte para esperar a nomeação desejada, aqui foi accommettido da febre que o matou. Escreveu muitas composições de que foi publicada, depois da sua morte, uma collecção com o titulo: — ''Flores do sepulchro:'' poesias. S. Paulo, 1851, 130 pags. in-8° — E’ precedido de uma noticia por seu collega F. I. dos Santos Cruz, de cuja penna se acham no fim do livro um soneto e uma nenia, de pag. 118 a 119.<section end="Antonio Alexandre dos Passos Ourique"/><noinclude></noinclude> 2u8ogw79dxl4psodcpzc0icuffismgn Utilizador:Erick Soares3 2 184902 560561 559345 2026-08-25T17:29:47Z Erick Soares3 19404 560561 wikitext text/x-wiki {{página de usuário}} {{#babel:pt-br|en-3}} {{Userbox/Idade|dia=24|mes=12|ano=1999}} [[W:Usuário:Erick Soares3|Página na Wikipédia]]. [https://xtools.wmflabs.org/pages/pt.wikisource.org/Erick%20Soares3/all#106 Meu trabalho feito aqui] ;Trabalhos que desejo adicionar {| class="wikitable sortable mw-collapsible mw-collapsed" |- ! WS !! Livro !! Páginas |- |pt |[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11|Graham]] |30 |- |en |[[:en:Index:Machado of Brazil (Machado).djvu|Machado of Brazil]] |246 |- |pt |[https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/66332 Luiz Gama] |49 |- |en |[[:en:Index:The Spitting Image of a Man.pdf|The Spitting Image of a Man]] |36 |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_nas_cataratas.pdf 1] |127 |- |en |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_at_the_falls.pdf 2] |126 |- |es |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_en_las_cataratas.pdf 3] |126 |- |pt |[[:File:VLS-1 V01 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V01]], [[:File:VLS-1 V02 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V02]] e [[:File:Acidente de Alcântara (Diário do Congresso Nacional).pdf|V03]] [[:File:Acidente de Alcântara (Anais do Senado Federal).pdf|V03]] |103 |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Direitos_das_mulheres_e_injusti%C3%A7a_dos_homens.pdf direitos] ([https://piaui.folha.uol.com.br/travessura-revolucionaria/ ler também]) |78 |- |en |[https://www.scielo.br/j/bjr/a/9H85ZdP37xWMh6QPcCgDzSy/?lang=en scandal] ([https://bjr.sbpjor.org.br/bjr/article/view/1673 1]) | 37 |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Theophilo e Sodré]] |161 |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Problema]] |106 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 1]] |79 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768877 Evolução] |52 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 local no ws] |244 |- |pt |[[Galeria:Lara, tr. T. A. Craveiro (1837).pdf|Lara]] |59 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 2]] |71 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/hnUlAQAAMAAJ América] |254 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 Revo] |244 |- |pt |[https://www.google.com.br/books/edition/O_minotauro/4N3uAAAAMAAJ?hl=pt-BR&gbpv=0&bsq=%22Monteiro%20Lobato%22 Minotauro] |220 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 3]] |30 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|VIII-XI]] |40 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XII-XV]] |35 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XVI-XIX]] |35 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XX-XXIII]] |38 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XXIVV-XXVIII]] |37 |- |pt |[[:File:Muito além de Leonel Brizola.pdf|Brizola]] |215 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/2Qu6Ve1nPdwC Memorias] |144 |- |pt |[https://web.archive.org/web/20240305091556/https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/wp-content/uploads/tainacan-items/2868/8629/mml_obr0025.pdf Viagem ao Céu] |152 |- |pt |[https://www.google.com.br/books/edition/_/AjzuAAAAMAAJ?hl=pt-BR Robin Hood] |245 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos II-III]] |42 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos IV-VI]] |63 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos VII-IX]] |85 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos X-XII]] |77 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos XIII-XV]] |68 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos XVI-XIX]] |89 |- |pt |[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont|IX-X]] |54 |- |pt |[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont|XI-fim]] |63 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.1]] |80 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.2-3]] |83 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.4-IV.5]] |62 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.6]] |42 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.7-8]] |278 |- |pt |[[Galeria:Jean de Léry - História de uma Viagem Feita à Terra do Brasil (trad. Monteiro Lobato, 1926).pdf|Terra do Brasil]] |285 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (II).pdf|Napoleão 2]] |499 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/QiA_AAAAIAAJ Pommery] |210 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768246 Constituição paulista] |43 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8872 estrella] |209 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 5]] |53 |- |pt |[https://books.google.ch/books?id=p8BLAQAAIAAJ&hl=pt-BR&source=gbs_navlinks_s Exilio] |200 |- |en |[[:s:en:Index:Youth and children’s adaptations to COVID-19 in Brazil.pdf|youth]] |108 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. IV]] |103 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. V]] |33 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. VI-IX]] |55 |- |pt ||[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. X]] |53 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. XII]] |121 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. XIII]] |32 |- |pt |[https://www.editorafi.org/ebook/534bolsonarismo bolf] |159 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|On the Moon]] |148 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Beyond the Earth]] |169 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Goals of Stellar Navigation]] |36 |- |pt | [[:File:Diretas já (Pedro Simon, 1984).pdf|Diretas já]] |66 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Fundamentos]] |141 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Audacias]] |73 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Vitória]] |53 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 8-10]] |91 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 11-13]] |71 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 14]] |40 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 15]] |51 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros Trd/Ref]] |56 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 7]] |81 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/768199 Mon to Rep] |303 |- |pt |[[Galeria:Efêmero Revisitado.pdf]] |193 |- |pt |[[Galeria:Revista da Exposição Anthropologica Brazileira (1882).pdf|Revista da exposição]] |145 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8913 Barão] |142 |- |pt |[[Galeria:Os Noivos (v.2).pdf]] |472 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 2).pdf|Federalista 2]] |282 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38769569 O cerco do corintho] |50 |- |pt |[[Galeria:Cronicas-de-um-Tetranacional-do-Software-Livre.pdf]] |119 |- |pt |[[Galeria:Openldap Ultimate.pdf|Openldap]] |199 |- |pt |[[Galeria:Idéas de Géca Tatú.pdf|Géca]] |211 |- |pt |[[Galeria:Contos Escolhidos.pdf|Contos]] |239 |- |pt |[[Galeria:A Cultura é Livre.pdf]] |254 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|2-5]] |35 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|6-10]] |49 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|11-15]] |45 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|Restante]] |64 |- |pt |[[:File:Preito a Camões.pdf|Camões]] |51 |- |en |[https://www.jstor.org/stable/community.38767573 Minor Camões] |33 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 3).pdf]] |243 |- |pt |[[Galeria:O Senhor D. Pedro II, imperador do Brasil, biographia, por Joaquim Pinto de Campos ; e com uma advertencia por Camillo Castello Branco.pdf|Biografia do Senhor D. Pedro II]] |96 |- |pt |[[:File:Statira e Zoroastes.pdf|Statira]] |56 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38769995 Portugal, Brasil e Grã-Bretanha] |53 |- |en |[https://www.jstor.org/stable/community.38768623 Portugal, Brazil and United Kingdon] |32 |- |pt |[[:File:Da vida e feitos de Alexandre de Gusmão e de Bartholomeu Lourenço de Gusmão.pdf|Da vida]] |117 |- |pt |{{livro digitalizado|Os Sabios Illustres|Os Sabios Illustres.pdf}} |162 |- |pt |{{livro digitalizado|Galeria Illustre (Mulheres Célebres)|Galeria Illustre (Mulheres Célebres).pdf|Galeria Illustre}} |173 |- |pt |{{livro digitalizado|A Genealogia da Moral|A genealogia da moral.pdf}} |176 |- |pt |[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/memorias-da-emilia/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&search=Mem%C3%B3rias&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Memorias da Emilia] |122 |- |pt |{{livro digitalizado|Diario de um Soldado (Vol. 1)|Diario de um Soldado Vol. 1.pdf|Diário de um soldado}} |189 |- |pt |{{livro digitalizado|Vida e viagens de Fernão de Magalhães|Vida e viagens de Fernão de Magalhães, por Diego de Barros Arana; traducção do hespanhol de Fernando de Magalhães Villas-Boas. Com um appendice original.pdf}} |206 |- |pt |[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/o-picapau-amarelo/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&paged=1&search=picapau%20amarelo&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Amarelo] |178 |- |pt |[[Galeria:Quem trabalha tem alfaia.pdf|Quem trabalha tem alfaia]] |242 |- |pt |[https://permalinkbnd.bnportugal.gov.pt/records/item/92629-resumo-do-systema-de-medicina-e-traduccao-da-materia-medica-do-doutor-erasmo-darwin Erasmo] |408 |- |pt |[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/603 justiniano] |138 |- |pt |[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/497 Ferdinand] |452 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 1] |570 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 2] |730 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.1-2]] |50 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.3]] |43 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis V.4-5]] |56 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.6-7]] |42 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.8]] |114 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 1]] |128 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 2]] |170 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miserávei VII.1-2]] |64 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseráveis VII.3-4]] |52 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseráveis VII-5-6]] |67 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseravis VII/VIII-7-8]] |69 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/200|Miseravis VIII-9-13]] |104 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/200|Miseravis VIII-14-15]] |69 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/619|Miseraveis IX-1]] |119 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/619|Miseraveis IX-2-4]] |82 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/620|Miseraveis X-5-biografia]] |157 |} <div style="clear:both;"></div> <div style="box-shadow: 0 0 .3em #999; border-radius: .2em; margin: 1em 0 2em 0; padding: 1px;"> <div style="background: #ffe6a7; border-radius: .2em; color: #282828; font-size:125%; padding: .4em .8em .5em;"><span style="opacity: .7;">[[File:Icons8 flat approval.svg|25px|link=|alt=]]</span> &nbsp; '''Projetos Finalizados''' </div> <div title="Projets en chantier" style="padding: 1em;font-size:80%"> <gallery heights="240px" widths="180px" mode="packed" class="center"> <!--2026--> Ficheiro:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf|page=1|thumb|'''[[Lusitania sacra/Número 49/Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?|"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?"]]''' Ficheiro:Campos-Traduccaoebreve.pdf|page=2|thumb|'''[[Traducção e breve analyse sobre M. Pasteur e M. Renan]]''' Ficheiro:Da Terra á Lua.pdf|page=3|thumb|'''[[Da Terra á Lua]]''' Ficheiro:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|page=1|thumb|'''[[Narizinho Arrebitado (1ª edição)]]''' Ficheiro:O Legado de Aaron Swartz.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação/Volume 21/O Legado de Aaron Swartz|O Legado de Aaron Swartz]]''' Ficheiro:Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Archai/Volume 34/Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão]] Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=214|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|O Recife de Grês do Porto de Pernambuco]]''' Ficheiro:O Cruzeiro (1928 - N001).pdf|page=29|thumb|'''[[O Cruzeiro (Revista)/Ano I/Nº I/10 de novembro de 1928/A Éra das Forças Hydraulicas|A Éra das Forças Hydraulicas]]''' <!--2025--> Ficheiro:Historia das invenções.pdf|page=7|thumb|'''[[Historia das invenções (4ª edição)]]''' File:Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf|page=3|thumb|'''[[A Sciencia do Bom Homem Ricardo]]''' File:Apontamentos de Psychologia.pdf|page=1|thumb|'''[[Apontamentos de Psychologia]]''' File:Vida Ociosa Capa (Restored).jpg|thumb|link=Galeria:Vida Ociosa (2ª edição).pdf|'''[[Vida Ociosa (2ª edição)]]''' File:Byron-Giaurpoema.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Byron-Giaurpoema.pdf|'''[[O Giaur]]''' File:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|thumb|link=Galeria:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|'''[[Representação de José Bonifácio sobre a escravatura]]''' File:Byron, Parisina (1905).pdf|link=Galeria:Byron, Parisina (1905).pdf|thumb|page=2|'''[[Parisina (1905)|Parisina]]''' File:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|link=Galeria:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|page=2|thumb|'''[[A Verdade]]''' File:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|thumb|link=Galeria:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|'''[[Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China]]''' File:Lisboa no anno três mil.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Lisboa no anno três mil.pdf|'''[[Lisboa no anno três mil]]''' File:A Nova Aurora.pdf|thumb|link=Galeria:A Nova Aurora.pdf|'''[[A Nova Aurora]]''' File:Em direção à paz.pdf|thumb|link=Galeria:Em direção à paz.pdf|'''[[Em direção à paz]]''' File:Credo de Liberdade.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Credo de Liberdade.pdf|'''[[Credo de Liberdade]]''' File:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|thumb|link=Galeria:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|page=2|'''[[Dois discursos]]''' File:Poesias de Dom Pedro II.pdf|thumb|link=:oldwikisource:Index:Poesias de Dom Pedro II.pdf|page=6|'''[[:oldwikisource:Poesias de Dom Pedro II|Poesias de D. Pedro II]]''' File:Dialogo entre dous mortos.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous mortos.pdf|'''[[Dialogo entre dous mortos]]''' File:Os Noivos (filme de 1913).pdf|thumb|link=Galeria:Os Noivos (filme de 1913).pdf|page=2|'''[[Os Noivos (filme de 1913)]]''' File:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|link=Galeria:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|thumb|page=2|'''[[Os ultimos dias de Pompeia]]''' File:Combate de Oscar e Dermid.pdf|thumb|link=Galeria:Combate de Oscar e Dermid.pdf|page=2|'''[[Combate de Oscar e Dermid]]''' File:Congratulação brasileira pela independência.pdf|thumb|link=Galeria:Congratulação brasileira pela independência.pdf|page=2|'''[[Congratulação brasileira pela ratificação do tratado da independencia do Brasil]]''' File:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|thumb|link=Galeria:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|page=2|'''[[A Constituição Americana]]''' File:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|'''[[Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico]]''' File:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|'''[[Terceiro Discurso de Investidura do Senhor Franklin D. Roosevelt]]''' File:Discurso de Pearl Harbor.pdf|thumb|link=Galeria:Discurso de Pearl Harbor.pdf|page=2|'''[[Discurso de Pearl Harbor]]''' File:Pushkin-Semtitulo.pdf|thumb|link=Galeria:Pushkin-Semtitulo.pdf|page=2|'''[[Sem titulo]]''' File:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|thumb|link=Galeria:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|page=14|'''[[Ultimo adeos de J. Washington à nação americana]]''' File:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 8|O Beija-Flor, N° 8]]''' File:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 7|O Beija-Flor, N° 7]]''' File:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 6|O Beija-Flor, N° 6]]''' File:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 5|O Beija-Flor, N° 5]]''' File:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 4|O Beija-Flor, N° 4]]''' File:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 3|O Beija-Flor, N° 3]]''' File:Byron-MazeppaLord.pdf|thumb|link=Galeria:Byron-MazeppaLord.pdf|page=2|'''[[Mazeppa]]''' File:O descobrimento do Brasil (J. 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Pedro Duque de Bragança.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|'''[[Carta posthuma de D. Pedro, Duque de Bragança aos Brasileiros]]''' File:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|thumb|link=Galeria:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|'''[[Decreto de 13 de agosto de 1822]]''' File:O Ganso das Neves.pdf|link=Galeria:O Ganso das Neves.pdf|thumb|page=2|'''[[O Ganso das Neves]]''' File:A Estrella do Sul.pdf|page=9|link=Galeria:A Estrella do Sul.pdf|thumb|'''[[A Estrella do Sul]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|page=483|link=Galeria=Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 20/Volume 5/Cavalleria rusticana|Cavalleria rusticana]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=204|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 18/Volume 5/Pollice Verso|Pollice Verso]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|page=135|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Sambinha|Sambinha]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=27|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Duas Figuras|Duas figuras]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=16|thumb|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Capitulo|Capitulo]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=151|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Os Caprichos da Sorte|Os Caprichos da Sorte]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|page=95|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 2/O Carteiro|O Carteiro]]''' File:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|'''[[A saga de Apsû no Enūma eliš]]''' File:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|link=Galeria:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|page=7|thumb|'''[[Descobrimento Prodigioso e suas Incalculaveis Consequências para o Futuro da Humanidade]]''' File:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|'''[[Invenção dos Aeróstatos Reivindicada]]''' File:Os Ovos de Paschoa.pdf|page=7|thumb|link=Galeria:Os Ovos de Paschoa.pdf|'''[[Os Ovos de Paschoa]]''' File:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|link=Galeria:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|page=5|thumb|'''[[Cinco de Maio (1885)|Cinco de Maio]]''' File:Os Negros (1921).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Os Negros (1921).pdf|'''[[Os Negros]]''' File:Meu amor! adoro-te!.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Meu amor! adoro-te!.pdf|'''[[Meu amor! adoro-te!]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=94|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Vida ociosa|Vida ociosa]] File:Petição.pdf|link=Galeria:Petição.pdf|thumb|page=5|'''[[Petição do Pe. 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[https://xtools.wmflabs.org/pages/pt.wikisource.org/Erick%20Soares3/all#106 Meu trabalho feito aqui] ;Trabalhos que desejo adicionar {| class="wikitable sortable mw-collapsible mw-collapsed" |- ! WS !! Livro !! Páginas |- |pt |[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11|Graham]] |30 |- |en |[[:en:Index:Machado of Brazil (Machado).djvu|Machado of Brazil]] |246 |- |pt |[https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/66332 Luiz Gama] |49 |- |en |[[:en:Index:The Spitting Image of a Man.pdf|The Spitting Image of a Man]] |36 |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_nas_cataratas.pdf 1] |127 |- |en |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_at_the_falls.pdf 2] |126 |- |es |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_en_las_cataratas.pdf 3] |126 |- |pt |[[:File:VLS-1 V01 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V01]], [[:File:VLS-1 V02 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V02]] e [[:File:Acidente de Alcântara (Diário do Congresso Nacional).pdf|V03]] [[:File:Acidente de Alcântara (Anais do Senado Federal).pdf|V03]] |103 |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Direitos_das_mulheres_e_injusti%C3%A7a_dos_homens.pdf direitos] ([https://piaui.folha.uol.com.br/travessura-revolucionaria/ ler também]) |78 |- |en |[https://www.scielo.br/j/bjr/a/9H85ZdP37xWMh6QPcCgDzSy/?lang=en scandal] ([https://bjr.sbpjor.org.br/bjr/article/view/1673 1]) | 37 |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Theophilo e Sodré]] |161 |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Problema]] |106 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 1]] |79 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768877 Evolução] |52 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 local no ws] |244 |- |pt |[[Galeria:Lara, tr. T. A. Craveiro (1837).pdf|Lara]] |59 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 2]] |71 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/hnUlAQAAMAAJ América] |254 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 Revo] |244 |- |pt |[https://www.google.com.br/books/edition/O_minotauro/4N3uAAAAMAAJ?hl=pt-BR&gbpv=0&bsq=%22Monteiro%20Lobato%22 Minotauro] |220 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 3]] |30 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|VIII-XI]] |40 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XII-XV]] |35 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XVI-XIX]] |35 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XX-XXIII]] |38 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XXIVV-XXVIII]] |37 |- |pt |[[:File:Muito além de Leonel Brizola.pdf|Brizola]] |215 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/2Qu6Ve1nPdwC Memorias] |144 |- |pt |[https://web.archive.org/web/20240305091556/https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/wp-content/uploads/tainacan-items/2868/8629/mml_obr0025.pdf Viagem ao Céu] |152 |- |pt |[https://www.google.com.br/books/edition/_/AjzuAAAAMAAJ?hl=pt-BR Robin Hood] |245 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos II-III]] |42 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos IV-VI]] |63 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos VII-IX]] |85 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos X-XII]] |77 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos XIII-XV]] |68 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos XVI-XIX]] |89 |- |pt |[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont|IX-X]] |54 |- |pt |[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont|XI-fim]] |63 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.1]] |80 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.2-3]] |83 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.4-IV.5]] |62 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.6]] |42 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.7-8]] |278 |- |pt |[[Galeria:Jean de Léry - História de uma Viagem Feita à Terra do Brasil (trad. Monteiro Lobato, 1926).pdf|Terra do Brasil]] |285 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (II).pdf|Napoleão 2]] |499 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/QiA_AAAAIAAJ Pommery] |210 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768246 Constituição paulista] |43 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8872 estrella] |209 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 5]] |53 |- |pt |[https://books.google.ch/books?id=p8BLAQAAIAAJ&hl=pt-BR&source=gbs_navlinks_s Exilio] |200 |- |en |[[:s:en:Index:Youth and children’s adaptations to COVID-19 in Brazil.pdf|youth]] |108 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. IV]] |103 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. V]] |33 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. VI-IX]] |55 |- |pt ||[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. X]] |53 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. XII]] |121 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. XIII]] |32 |- |pt |[https://www.editorafi.org/ebook/534bolsonarismo bolf] |159 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|On the Moon]] |148 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Beyond the Earth]] |169 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Goals of Stellar Navigation]] |36 |- |pt | [[:File:Diretas já (Pedro Simon, 1984).pdf|Diretas já]] |66 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Fundamentos]] |141 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Audacias]] |73 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Vitória]] |53 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 8-10]] |91 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 11-13]] |71 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 14]] |40 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 15]] |51 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros Trd/Ref]] |56 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 7]] |81 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/768199 Mon to Rep] |303 |- |pt |[[Galeria:Efêmero Revisitado.pdf]] |193 |- |pt |[[Galeria:Revista da Exposição Anthropologica Brazileira (1882).pdf|Revista da exposição]] |145 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8913 Barão] |142 |- |pt |[[Galeria:Os Noivos (v.2).pdf]] |472 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 2).pdf|Federalista 2]] |282 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38769569 O cerco do corintho] |50 |- |pt |[[Galeria:Cronicas-de-um-Tetranacional-do-Software-Livre.pdf]] |119 |- |pt |[[Galeria:Openldap Ultimate.pdf|Openldap]] |199 |- |pt |[[Galeria:Idéas de Géca Tatú.pdf|Géca]] |211 |- |pt |[[Galeria:Contos Escolhidos.pdf|Contos]] |239 |- |pt |[[Galeria:A Cultura é Livre.pdf]] |254 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|2-5]] |35 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|6-10]] |49 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|11-15]] |45 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|Restante]] |64 |- |pt |[[:File:Preito a Camões.pdf|Camões]] |51 |- |en |[https://www.jstor.org/stable/community.38767573 Minor Camões] |33 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 3).pdf]] |243 |- |pt |[[Galeria:O Senhor D. Pedro II, imperador do Brasil, biographia, por Joaquim Pinto de Campos ; e com uma advertencia por Camillo Castello Branco.pdf|Biografia do Senhor D. Pedro II]] |96 |- |pt |[[:File:Statira e Zoroastes.pdf|Statira]] |56 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38769995 Portugal, Brasil e Grã-Bretanha] |53 |- |en |[https://www.jstor.org/stable/community.38768623 Portugal, Brazil and United Kingdon] |32 |- |pt |[[:File:Da vida e feitos de Alexandre de Gusmão e de Bartholomeu Lourenço de Gusmão.pdf|Da vida]] |117 |- |pt |{{livro digitalizado|Os Sabios Illustres|Os Sabios Illustres.pdf}} |162 |- |pt |{{livro digitalizado|Galeria Illustre (Mulheres Célebres)|Galeria Illustre (Mulheres Célebres).pdf|Galeria Illustre}} |173 |- |pt |{{livro digitalizado|A Genealogia da Moral|A genealogia da moral.pdf}} |176 |- |pt |[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/memorias-da-emilia/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&search=Mem%C3%B3rias&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Memorias da Emilia] |122 |- |pt |{{livro digitalizado|Diario de um Soldado (Vol. 1)|Diario de um Soldado Vol. 1.pdf|Diário de um soldado}} |189 |- |pt |{{livro digitalizado|Vida e viagens de Fernão de Magalhães|Vida e viagens de Fernão de Magalhães, por Diego de Barros Arana; traducção do hespanhol de Fernando de Magalhães Villas-Boas. Com um appendice original.pdf}} |206 |- |pt |[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/o-picapau-amarelo/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&paged=1&search=picapau%20amarelo&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Amarelo] |178 |- |pt |[[Galeria:Quem trabalha tem alfaia.pdf|Quem trabalha tem alfaia]] |242 |- |pt |[https://permalinkbnd.bnportugal.gov.pt/records/item/92629-resumo-do-systema-de-medicina-e-traduccao-da-materia-medica-do-doutor-erasmo-darwin Erasmo] |408 |- |pt |[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/603 justiniano] |138 |- |pt |[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/497 Ferdinand] |452 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 1] |570 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 2] |730 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.1-2]] |50 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.3]] |43 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis V.4-5]] |56 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.6-7]] |42 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.8]] |114 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 1]] |128 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 2]] |170 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miserávei VII.1-2]] |64 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. 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Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/620|Miseraveis X-5-biografia]] |157 |} <div style="clear:both;"></div> <div style="box-shadow: 0 0 .3em #999; border-radius: .2em; margin: 1em 0 2em 0; padding: 1px;"> <div style="background: #ffe6a7; border-radius: .2em; color: #282828; font-size:125%; padding: .4em .8em .5em;"><span style="opacity: .7;">[[File:Icons8 flat approval.svg|25px|link=|alt=]]</span> &nbsp; '''Projetos Finalizados''' </div> <div title="Projets en chantier" style="padding: 1em;font-size:80%"> <gallery heights="240px" widths="180px" mode="packed" class="center"> <!--2026--> Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=663|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Cometa de 1652|O Cometa de 1652]]''' Ficheiro:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf|page=1|thumb|'''[[Lusitania sacra/Número 49/Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?|"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?"]]''' Ficheiro:Campos-Traduccaoebreve.pdf|page=2|thumb|'''[[Traducção e breve analyse sobre M. Pasteur e M. Renan]]''' Ficheiro:Da Terra á Lua.pdf|page=3|thumb|'''[[Da Terra á Lua]]''' Ficheiro:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|page=1|thumb|'''[[Narizinho Arrebitado (1ª edição)]]''' Ficheiro:O Legado de Aaron Swartz.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação/Volume 21/O Legado de Aaron Swartz|O Legado de Aaron Swartz]]''' Ficheiro:Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Archai/Volume 34/Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão]] Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=214|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|O Recife de Grês do Porto de Pernambuco]]''' Ficheiro:O Cruzeiro (1928 - N001).pdf|page=29|thumb|'''[[O Cruzeiro (Revista)/Ano I/Nº I/10 de novembro de 1928/A Éra das Forças Hydraulicas|A Éra das Forças Hydraulicas]]''' <!--2025--> Ficheiro:Historia das invenções.pdf|page=7|thumb|'''[[Historia das invenções (4ª edição)]]''' File:Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf|page=3|thumb|'''[[A Sciencia do Bom Homem Ricardo]]''' File:Apontamentos de Psychologia.pdf|page=1|thumb|'''[[Apontamentos de Psychologia]]''' File:Vida Ociosa Capa (Restored).jpg|thumb|link=Galeria:Vida Ociosa (2ª edição).pdf|'''[[Vida Ociosa (2ª edição)]]''' File:Byron-Giaurpoema.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Byron-Giaurpoema.pdf|'''[[O Giaur]]''' File:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|thumb|link=Galeria:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|'''[[Representação de José Bonifácio sobre a escravatura]]''' File:Byron, Parisina (1905).pdf|link=Galeria:Byron, Parisina (1905).pdf|thumb|page=2|'''[[Parisina (1905)|Parisina]]''' File:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|link=Galeria:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|page=2|thumb|'''[[A Verdade]]''' File:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|thumb|link=Galeria:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|'''[[Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China]]''' File:Lisboa no anno três mil.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Lisboa no anno três mil.pdf|'''[[Lisboa no anno três mil]]''' File:A Nova Aurora.pdf|thumb|link=Galeria:A Nova Aurora.pdf|'''[[A Nova Aurora]]''' File:Em direção à paz.pdf|thumb|link=Galeria:Em direção à paz.pdf|'''[[Em direção à paz]]''' File:Credo de Liberdade.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Credo de Liberdade.pdf|'''[[Credo de Liberdade]]''' File:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|thumb|link=Galeria:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|page=2|'''[[Dois discursos]]''' File:Poesias de Dom Pedro II.pdf|thumb|link=:oldwikisource:Index:Poesias de Dom Pedro II.pdf|page=6|'''[[:oldwikisource:Poesias de Dom Pedro II|Poesias de D. Pedro II]]''' File:Dialogo entre dous mortos.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous mortos.pdf|'''[[Dialogo entre dous mortos]]''' File:Os Noivos (filme de 1913).pdf|thumb|link=Galeria:Os Noivos (filme de 1913).pdf|page=2|'''[[Os Noivos (filme de 1913)]]''' File:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|link=Galeria:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|thumb|page=2|'''[[Os ultimos dias de Pompeia]]''' File:Combate de Oscar e Dermid.pdf|thumb|link=Galeria:Combate de Oscar e Dermid.pdf|page=2|'''[[Combate de Oscar e Dermid]]''' File:Congratulação brasileira pela independência.pdf|thumb|link=Galeria:Congratulação brasileira pela independência.pdf|page=2|'''[[Congratulação brasileira pela ratificação do tratado da independencia do Brasil]]''' File:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|thumb|link=Galeria:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|page=2|'''[[A Constituição Americana]]''' File:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|'''[[Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico]]''' File:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|'''[[Terceiro Discurso de Investidura do Senhor Franklin D. Roosevelt]]''' File:Discurso de Pearl Harbor.pdf|thumb|link=Galeria:Discurso de Pearl Harbor.pdf|page=2|'''[[Discurso de Pearl Harbor]]''' File:Pushkin-Semtitulo.pdf|thumb|link=Galeria:Pushkin-Semtitulo.pdf|page=2|'''[[Sem titulo]]''' File:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|thumb|link=Galeria:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|page=14|'''[[Ultimo adeos de J. Washington à nação americana]]''' File:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 8|O Beija-Flor, N° 8]]''' File:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 7|O Beija-Flor, N° 7]]''' File:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 6|O Beija-Flor, N° 6]]''' File:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 5|O Beija-Flor, N° 5]]''' File:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 4|O Beija-Flor, N° 4]]''' File:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 3|O Beija-Flor, N° 3]]''' File:Byron-MazeppaLord.pdf|thumb|link=Galeria:Byron-MazeppaLord.pdf|page=2|'''[[Mazeppa]]''' File:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|link=Galeria:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|thumb|page=2|'''[[O descobrimento do Brasil]]''' File:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra]]''' File:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 2|O Beija-Flor, N° 2]]''' File:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|thumb|link=Galeria:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre Bonaparte, seu irmão José, Berthier e Lasnnes]]''' File:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 1|O Beija-Flor, N° 1]]''' File:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|thumb|link=Galeria:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|'''[[Machado de Assis em linha/Volume 6/Número 11/Nosso primo americano, Machado de Assis|Nosso primo americano, Machado de Assis]]''' File:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|thumb|link=Galeria:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|'''[[José de Anchieta à Luz da Historia Patria]]''' File:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|thumb|link=Galeria:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|'''[[A Historia do Fantasma Inexperiente]]''' File:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|thumb|link=Galeria:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|'''[[Descripçaõ do novo invento aerostatico]]''' File:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|link=Galeria:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|thumb|page=2|'''[[Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d՚America]]''' File:Poesias.pdf|page=3|link=Galeria:Poesias.pdf|thumb|'''[[Poesias (Zaluar)|Poesias]]''' File:Patente brasileira n.3279.pdf|thumb|link=Galeria:Patente brasileira n.3279.pdf|'''[[Patente brasileira 3279]]''' File:Democracia (Wells).pdf|link=Galeria:Democracia (Wells).pdf|thumb|'''[[Correio da Manhã/19 de fevereiro de 1928/Democracia|Democracia]]''' File:O Teleforo.pdf|link=Galeria:O Teleforo.pdf|thumb|'''[[Jornal do Commercio/1899/O Teleforo|O Teleforo]]''' File:Pau Brasil (Andrade, 1925) (page 7 crop).jpg|link=Galeria:Pau Brasil (Andrade, 1925).pdf|thumb|'''[[Pau Brasil]]''' <!--2024--> File:O escândalo do petroleo.pdf|thumb|link=Galeria:O escândalo do petroleo.pdf|page=7|'''[[O Escandalo do Petroleo]]''' File:Cartas tupis dos Camarões.pdf|thumb|page=2|link=:oldwikisource:Index:Cartas tupis dos Camarões.pdf|'''[[: oldwikisource:Cartas tupis dos Camarões|Cartas tupis dos Camarões]] File:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|'''[[Revista do Instituto Historico e Geographico de S. Paulo/Volume 9/Restauração historica|Restauração histórica]]''' File:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|thumb|link=Galeria:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|page=5|'''[[Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido]]''' File:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|thumb|link=Galeria:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|page=11|'''[[Sonetos do Exilio]]''' File:Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|thumb|link=Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|page=3|'''[[Testamento de D. 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Pedro Duque de Bragança.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|'''[[Carta posthuma de D. Pedro, Duque de Bragança aos Brasileiros]]''' File:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|thumb|link=Galeria:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|'''[[Decreto de 13 de agosto de 1822]]''' File:O Ganso das Neves.pdf|link=Galeria:O Ganso das Neves.pdf|thumb|page=2|'''[[O Ganso das Neves]]''' File:A Estrella do Sul.pdf|page=9|link=Galeria:A Estrella do Sul.pdf|thumb|'''[[A Estrella do Sul]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|page=483|link=Galeria=Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 20/Volume 5/Cavalleria rusticana|Cavalleria rusticana]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=204|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 18/Volume 5/Pollice Verso|Pollice Verso]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|page=135|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Sambinha|Sambinha]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=27|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Duas Figuras|Duas figuras]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=16|thumb|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Capitulo|Capitulo]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=151|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Os Caprichos da Sorte|Os Caprichos da Sorte]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|page=95|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 2/O Carteiro|O Carteiro]]''' File:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|'''[[A saga de Apsû no Enūma eliš]]''' File:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|link=Galeria:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|page=7|thumb|'''[[Descobrimento Prodigioso e suas Incalculaveis Consequências para o Futuro da Humanidade]]''' File:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|'''[[Invenção dos Aeróstatos Reivindicada]]''' File:Os Ovos de Paschoa.pdf|page=7|thumb|link=Galeria:Os Ovos de Paschoa.pdf|'''[[Os Ovos de Paschoa]]''' File:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|link=Galeria:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|page=5|thumb|'''[[Cinco de Maio (1885)|Cinco de Maio]]''' File:Os Negros (1921).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Os Negros (1921).pdf|'''[[Os Negros]]''' File:Meu amor! adoro-te!.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Meu amor! adoro-te!.pdf|'''[[Meu amor! adoro-te!]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=94|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Vida ociosa|Vida ociosa]] File:Petição.pdf|link=Galeria:Petição.pdf|thumb|page=5|'''[[Petição do Pe. Bartholomeu de Gusmão]]''' File:A lavoura e a guerra.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A lavoura e a guerra.pdf|'''[[A lavoura e a guerra]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=113|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Cartas Inéditas|Cartas Inéditas]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=60|thumb|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/O Corvo|O Corvo]]''' File:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|link=Galeria:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|thumb|page=1|'''[[Scientiae Studia/Volume 11/Número 3/As biografias históricas de Santos Dumont|As biografias históricas de Santos Dumont]]''' File:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|link=Galeria:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|thumb|page=1|'''[[A toponímia indígena artificial no Brasil]]''' File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=264|thumb|'''[[A Novella Semanal/O Avô|O Avô]]''' <!--2021--> File:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|link=Galeria:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|thumb|page=1|'''[[Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro]]''' File:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|link=Galeria:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|thumb|page=1|'''[[Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu]]''' File:Como se faz um Herói.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Como se faz um Herói.pdf|'''[[Como se faz um Herói]]''' File:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|'''[[Santos Dumont: o vôo que mudou a história da aviação]]''' File:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|link=Galeria:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|thumb|page=1|'''[[Primeiras Trovas Burlescas de Getulino]]''' File:Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|link=Galeria=Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Certidão de Óbito de Alberto Santos Dumont]]''' Ficheiro:Cadu_Simões.jpg|thumb|'''[[Sobre Domínio Público e Cultura Livre]]''' File:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|link=Galeria:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Concedendo um conto de réis a Santos Dumont]]''' <!--2020--> <!--[[Discurso do Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante Cerimônia de Posse no Congresso Nacional (1 de janeiro de 2019)|Discruso]]--> File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=9|thumb|'''[[A Novella Semanal/O 22 da "Marajó"|O 22 da Marajó]]''' File:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|'''[[A Nação (Rio de Janeiro)/1874/08-13/«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos|«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos]]''' File:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|link=Galeria:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|thumb|page=25|'''[[Revista Luso-Brasileira/1860/2/Lembranças de minha mãi|Lembranças de minha mãi]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|thumb|page=309|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1877/Charitas|Charitas]]''' File:Marmota Fluminense n830.pdf|link=Galeria:Marmota Fluminense n830.pdf|thumb|page=4|'''[[Marmota Fluminense/830/Beijos|Beijos]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|thumb|page=394|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1878/Job|Job]]''' File:O Jequitinhonha (1862).pdf|link=Galeria:O Jequitinhonha (1862).pdf|thumb|'''[[A historia do Brasil escripta pelo Dr. Jeremias no anno de 2862]]''' File:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|link=Galeria:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|thumb|page=7|'''[[Fantina]]''' <!--2019--> File:A propósito da exposição Malfatti.jpg|link=Galeria:A propósito da exposição Malfatti.jpg|thumb|'''[[O Estado de S. Paulo/A propósito da exposição Malfatti|A propósito da exposição Malfatti]]''' File:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|link=Galeria:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|thumb|'''[[Aventuras de Alice em Baixo da Terra]]''' File:畫麗珠萃秀 Gathering Gems of Beauty (梁木蘭) 2.jpg|link=A Balada de Mulan|thumb|'''[[A Balada de Mulan]]''' Ficheiro%3AA_Menina_do_Narizinho_Arrebitado_(Capa).png|link=Galeria:A Menina do Narizinho Arrebitado (1920).pdf|thumb|'''[[A Menina do Narizinho Arrebitado]]''' File:Machado de Assis aos 57 anos.jpg|link=Hynno Nacional|thumb|'''[[Hynno Nacional]]''' File:Negrinha- Contos (1920).pdf|link=Galeria:Negrinha- Contos (1920).pdf|thumb|page=3|'''[[Negrinha (4º milheiro)]]''' File:Monteiro Lobato.jpg|link=Rabiscando|thumb|'''[[Rabiscando]]''' File:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|link=Galeria:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|thumb|'''[[Meteorito de Bendegó: relatorio (1888)]]''' File:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|link=Galeria:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|thumb|page=1|'''[[Jéca Tatuzinho]]''' <!--2018--> File:Aaron Swartz at Boston Wikipedia Meetup, 2009-08-18.jpg|link=Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso|thumb|'''[[Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso]]''' </gallery> </div> </div> ci0s87kchgrekc7litaatq9lnip8oun Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/910 106 212731 560575 454387 2026-08-25T22:12:05Z Erick Soares3 19404 560575 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Giro720" /></noinclude>{{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Governadores e Capitães - Generaes de Pernambuco]]. — ''F. A. Pereira da Costa'' (Continuação).. |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Governo Republicano de 1817]]. — ''F. A. Pereira da Costa'' |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Os «Dialogos das Grandezas do Brasil»]]. — ''J. Capistrano de Abreu'' |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Os Brazões d'Armas do Brasil Hollandez|{{corr|Brazões d’Armas do Brasil Hollandez|Os Brazões d’Armas do Brasil Hollandez}}]]. — ''Alfredo de Carvalho'' (Com 19 estampas) |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Cometa de 1652|O Cometa de 1652]]. — ''H. Morize'' (Com l estampa) |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Peças Officiaes relativas ás Revoluções de Pernambuco]]. — 1817-1824. |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[A "Viagem Brasilica" de Lorenz Simon|A «Viagem Brasilica» de Lorenz Simon]]. — ''Alfredo de Carvalho'' (Com 1 estampa) |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[A Troya Negra]]. — ''Nina Rodrigues'' |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Racine e o Brasil]]. — ''Alfredo de Carvalho'' |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Os Motins de Fevereiro de 1823]]. — ''Alfredo de Carvalho'' (Conclusão) |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Da introducção da imprensa em Pernambuco pelos hollandezes]]. — ''Alfredo de Carvalho'' |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Charles Waterton em Pernambuco (1816)]]. — ''Alfredo de Carvalho'' |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[D. Autonio Pinheiro Camarão]]. — ''Oliveira de Lima'' |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[O Nome Pernambuco nos Mappas Antigos]]. — ''Orville A. Derby |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Problemas Historico-geographicos]]. — ''J. B. Regueira Costa'' |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[A Saudação Lacrimosa dos Indios]]. — ''Alfredo ne Carvalho'' (Com 1 estampa) |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Verbas Ineditas do Testamento de João Fernandes Vieira]] |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Minas de Ouro e Prata no Brasil Oriental]]. — ''Alfredo de Carvalho'' |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=[[Discurso do Orador Official na Sessão Magna de 6 de Março de 1903]]. — ''Athur Muniz'' |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=Medalha Commemorativa (Com 1 estampa).. |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=Bibliographia. |página= }} {{tabela|largura=36em|largura-p=40|indentação=-2 |título=Actas das sessões. |página= }}<noinclude></noinclude> 8l7ibu3a7iqauvi9zx8l3u8e8u1yn4h Predefinição:Progressos recentes 10 220893 560529 560512 2026-08-25T14:00:09Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 560529 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|87|0|0|13}} | [[Index:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf|“Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?”]] |- | {{Barra de progresso|0|1|75|0|10|14}} | [[Index:A Dança do Destino - 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Também foram muito importantes as pesquisas das comissões estaduais e municipais da verdade. Em casos de morte, buscou-se descrever os momentos imediatamente anteriores ao fato a que estão diretamente relacionados a ele. Foram sistematizadas informações que elucidam os casos ou modificam entendimentos anteriores e que desmontam as falsas versões oficiais. Consolidaram-se também informações sobre a destinação do corpo à época da morte e os locais do sepultamento. Em caso de desaparecimento forçado, buscou-se apresentar informações sobre a detenção da vítima, por meio de documentos e testemunhos, bem como informações sobre o destino e o paradeiro de seu corpo. A CNV considerou a participação coordenada de agentes em diferentes níveis hierárquicos e no exercício de funções distintas, organizados sob a forma de cadeias de comando. Como apresentado no Capítulo 16 do volume I do Relatório, intitulado Autoria de graves violações, a ocorrência de graves violações de direitos humanos envolveu diferentes estruturas de comando, com áreas e seções especializadas no âmbito das unidades e estabelecimentos militares; cooperação entre as Forças Armadas e órgãos policiais; emprego e intercâmbio de informações entre serviços de inteligência; montagem e funcionamento permanente de equipes de investigação, interrogatório e busca. Consideradas as distintas formas de participação dos agentes, e a partir de elementos da teoria do direito administrativo, a CNV optou por estabelecer três diferentes categorias de responsabilidade pelas graves violações de direitos humanos descritas na Lei no 12.528/2011: 1) responsabilidade político-institucional, pela definição geral da doutrina que permitiu as graves violações e por medidas que determinaram esses atos ilícitos; 2) responsabilidade pelo controle e gestão de estruturas e procedimentos diretamente vinculados à ocorrência de graves violações; e 3) responsabilidade pela autoria direta de graves violações. A CNV procedeu com cautela, buscando sempre fundamentar condutas que levaram à nomeação do responsável em elementos comprobatórios. Quanto à fonte documental, foi importante a consulta de folhas de alterações cujo acesso foi autorizado por Marinha, Aeronáutica e Exército. Foram também considerados depoimentos à CNV de servidores públicos e militares. Há também situações em que os autores ainda não foram identificados, o que pode ocorrer no futuro. A identificação nominal por parte da CNV não implica a atribuição de responsabilidade jurídica individual – criminal, civil ou administrativa – às pessoas apontadas como autoras de graves violações de direitos humanos, na medida em que a Lei no 12.528/2011, em seu artigo 4o, parágrafo 4o, não lhe possibilitou o desempenho de atividades de caráter jurisdicional ou persecutório. Buscou-se a padronização das conclusões sobre o caso, identificando as graves violações de direitos humanos praticadas (prisão ilegal e arbitrária, tortura, morte ou desaparecimento forçado), evidenciando-se durante a ditadura militar um contexto sistemático de violações de direitos humanos. Para a produção do presente volume, a CNV buscou consultar grande parte dos acervos disponíveis, ouvir ex-presos, sobreviventes de tortura, familiares e agentes da repressão, mas mesmo com o esforço dispensado durante os trabalhos não foi possível desvendar a maior parte dos casos de mortes e desaparecimento ocorridos durante os anos de 1964 a 1988. As lacunas dessa história de execuções, tortura e ocultação de cadáveres de opositores políticos à ditadura militar poderiam ser melhor elucidadas hoje caso as Forças Armadas tivessem disponibilizado à CNV os acervos do CIE, CISA e Cenimar, produzidos durante a ditadura, e se, igualmente, tivessem sido prestadas todas as<noinclude>{{e|28}}</noinclude> 03oac1pnjoqyqfrar9aqiqot1s1fikh Relatório da Comissão Nacional da Verdade, Volume III 0 252211 560535 548719 2026-08-25T14:45:54Z Inter-rede 30127 560535 wikitext text/x-wiki {{Incompleto}} <pages index="Relatório_da_CNV_3.pdf" from="3" to="3" header=1/> <pages index="Relatório_da_CNV_3.pdf" from="7" to="22"/> [[Category:Relatório da Comissão Nacional da Verdade]] 0brgm0h8lk1ig8tueqbyyqg5eawyg9o Galeria:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf 104 253791 560590 558697 2026-08-25T22:36:38Z Trooper57 24584 560590 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis]] |Subtítulo=com um vocabulario neologico portuguez |Language=pt |Autor=[[Autor:Antônio de Castro Lopes|Antônio de Castro Lopes]] |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição=1 |Volume= |Editora=Typ. de G. Leuzinger & Filhos |Gráfica= |Local=Rio de Janeiro |Ano=1889 |ISBN= |Fonte={{commons|Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf}} |Imagem= |Capa=7 |Progresso=V |Páginas=<pagelist 1to10="-" 1="capa" 7="folha de rosto" 11to44="highroman" 11="1" 18="-" 19="1" 45="1" 220="contracapa" /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário={{Índice auxiliar| {{tabela |título=[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/Lêde|Lêde]] |página={{pl|11|0|I}}}} {{tabela |título=[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/Duas palavras|Duas palavras sobre a ortographia por min seguida]] |página={{pl|19|0|I}}}} {{c|'''Neologismos indispensaveis - Parte I'''}} {{tabela |seção=I |título=[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/I|Reclame]] |página={{pl|1|44}}}} {{tabela |seção=II |título=[[Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/I/II|Pince-nez]] |página={{pl|3|44}}}} {{tabela |seção=III |título=[[Neologismos indispensaveis e barbarismos 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Galeria:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf 104 256410 560558 559719 2026-08-25T17:18:02Z Erick Soares3 19404 560558 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=phdthesis |Título=[[Lusitania sacra/Número 49/Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?|“Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?”]] |Subtítulo=tradução, análise e herança cultural do mito mesopotâmico ''Etana'' |Language=pt |Autor= |Tradutor=Maria de Fátima Rosa e Isabel Gomes de Almeida |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora= |Gráfica= |Local=Lisboa |Ano=2024 |ISBN= |Fonte={{commons|"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf}} |Imagem= |Capa=1 |Progresso=V |Páginas=<pagelist 1=165 /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário= |Epígrafe= |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=N }} qblvzxq4lfv6ddbu0w3qoomvzeo0mc6 560582 560558 2026-08-25T22:20:22Z Trooper57 24584 560582 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=phdthesis |Título=[[Lusitania sacra/Número 49/Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?|“Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?”]] |Subtítulo=tradução, análise e herança cultural do mito mesopotâmico ''Etana'' |Language=pt |Autor=[[Autor:Desconhecido|Desconhecido]] |Tradutor=Maria de Fátima Rosa e Isabel Gomes de Almeida |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume=XLIX |Editora=Lusitania Sacra |Gráfica= |Local=Lisboa |Ano=2024 |ISBN= |Fonte={{commons|"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf}} |Imagem= |Capa=1 |Progresso=V |Páginas=<pagelist 1=165 /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário= |Epígrafe= |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=N }} bw16ds9htj37rzc9ep2pqu7e5qzxpdk Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/176 106 256842 560583 560479 2026-08-25T22:27:22Z Trooper57 24584 /* Revista */ 560583 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />132</noinclude>''<noinclude>lancolia</noinclude> e taciturnidade'', que muito se approximam do primeiro. Comquanto julgavam os antigos medicos e philosophos que no baço está localizado o riso, (Persio e Horacio nos seos versos o confirmam) comtudo, como esta viscera tem relação com o figado, onde se acreditava residir a colera, a ira, e sendo na opinião dos mesmos antigos a ''atra bilis'' causa da melancolia (''melas'', negro em grego, e ''kole'', bilis), tomaram os inglezes a palavra {{lang|en|''Spleen''}} (splín) da latina {{lang|la|''Splen''}} (baço) para exprimir ''melancolia, taciturnidade, hypocondria''. O latim porém, e as linguas que delle se derivam, formaram o termo para exprimir aquelle estado da alma, buscando-o na palavra que significa as regiões do ventre, ''hypocondrios'', e fizeram o vocabulo ''hypocondria''. Tendo portanto nós a palavra ''hypocondria'', já existente na lingua, empregada no latim, e em todos os idiomas descendentes do latim, porque usaremos do barbarismo? Dirão os ''britannelhos'' que ''hypocondria'' não é tão expressivo, como {{lang|en|''Spleen''}} (splin)? Tal não se póde admittir; porque, si os inglezes formaram o seo vocabulo, ''tomando-o do nome da viscera que está no hypocondrio esquerdo'' — o baço — ({{lang|la|''Splen''}}), tambem os latinos, e os povos, que falam linguas derivadas da latina, exprimiram a<noinclude></noinclude> k06ycxam4pxrmgyrgb548oczr8j8dr8 Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/177 106 256843 560584 560480 2026-08-25T22:29:33Z Trooper57 24584 /* Revista */ 560584 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{d|133}}</noinclude>mesma idéa, engendrando o vocabulo ''hypocondria'' do termo ''hypocondrios'', onde estão situados á direita o figado, e á esquerda o baço; além de que a origem buscada pelos inglezes não é muĩto correcta, por ser opinião dos antigos que no baço ({{lang|la|''splen''}}) estava localizado o riso e no figado a colera, a ira, etc. Não ha portanto, motivo de esquecer ''hypocondria'', e de empregar {{lang|en|''spleen''}} (splin). E como me foram concedidas as altas prerogativas da Curia Romana, neste meo {{lang|la|''Index verborum prohibitorum''}} fica lançada mais esta palavra, e portanto ''excommungada'', até por ser ''protestante''.<noinclude>{{traço}}</noinclude> ibkxmedxkogm552hb8bs07bzknq9o32 Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/183 106 256844 560587 560481 2026-08-25T22:33:00Z Trooper57 24584 /* Revista */ 560587 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>{{t2|PEIGNOIR}}{{traço}}{{ch|XVI}} Eu bem vejo que na minha qualidade de representante do sexo forte, e sendo, como sou, velho, hei de ter tractado com desaso (não digo {{lang|fr|''gaucherie''}}, porque estou escrevendo portuguez) os assumptos que exclusivamente ''ás flores da humanidade'' pertencem; mas como é bôa a intenção, espero merecer perdão. Vou fazer uma supplica ao bello sexo. É supplica facil de ser attendida; nem eu ousaria pedir impossiveis. Sei que pela publicação, que d'estes neologismos tenho feito nos jornaes, muitos têm sido os casos de emenda e correcção, principalmente por parte do bello sexo; razão pela qual espero que elle agora se mostrará exoravel ao pedido, que com o maior respeito lhe dirijo. O sexo, a que pertenço, é vaidoso; como se denomina ''forte, não dá o braço a torcer;'' e embora reconheça o erro, no erro insiste e persiste. {{nop}}<noinclude></noinclude> su2vflziu2260lavuu8tts08vjjg24o Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/184 106 256845 560588 560482 2026-08-25T22:34:56Z Trooper57 24584 /* Revista */ 560588 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />140</noinclude>Vós, porém, meigas e doceis por natureza, sem fatuidade litteraria, uma vez convencidas da bôa razão, que me assiste para aponctar os vocabulos portuguezes correspondentes aos barbarismos deturpadores da lingua vernacula, não hesitaes um momento, e daes um exemplo de docilidade, que é para mim o mais seguro penhor de triumpho n{{'}}esta revolução linguistica. Sereis, portanto, vós as heroinas d{{'}}esta batalha, as que marchando na vanguarda plantareis no campo dos invasores o estandarte da restauração do nosso formoso idioma. Diante de tão invencivel cohorte não ficará barbarismo por destruir; serão todos rebatidos e aniquilados. Mas vamos a expor a supplica. Aquelle traje caseiro, que impropriamente chamaes {{lang|fr|''peignoir''}}, e que algumas vezes traduzis por ''penteador'', tem em portuguez nome especial. Denomina-se sem erro ''penteador'' ({{lang|fr|''peignoir''}} em francez) uma especie de camisa de largas mangas, que é vestida pela pessoa, a quem se corta e ''penteia'' o cabello. Deram tambem os francezes a mesma denominação ''({{lang|fr|peignoir}})'' ao vestido ancho, e folgado, que as senhoras usam nas primeiras horas da manhã, e que muĩtas vezes durante todo o dia conservam. {{nop}}<noinclude></noinclude> dpdjjn7fvzfk3x05km24ex6n902js43 Página:Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf/185 106 256846 560589 560483 2026-08-25T22:36:26Z Trooper57 24584 /* Revista */ 560589 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{d|140}}</noinclude>A esse traje chama-se em portuguez, e muito apropriadamente — ''roupão'' — (augmentativo de roupa). Por que dareis então o nome de ''penteador'', e ainda mais por que empregareis o termo francez {{lang|fr|''peignoir''}}, quando esse traje não serve para o fim, que o nome indica? Despi, portanto, eu vos supplico, o {{lang|fr|''peignoir''}} francez, e vesti o vosso ''roupão''.<noinclude>{{traço}}</noinclude> 8xoh5fae33pm9iq16lsh41o3zvlnxq8 Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/21 106 256848 560552 560487 2026-08-25T16:54:54Z Erick Soares3 19404 560552 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rule}} {{rh|||{{smaller|“Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?”: tradução e análise do mito mesopotâmico ''Etana''}}}}</noinclude>comuns na antiga Mesopotâmia, constatam a importância da memória e traduzem a ideia de que a família era pensada como uma unidade complexa e dinâmica. Esta não era apenas constituída pelos membros vivos, mas igualmente por aqueles que ainda estavam por vir e pelos antepassados defuntos, recorrentemente relembrados em celebrações. Assim, o desejo expresso por Etana ao deus sol preve, por via do filho, a sua própria perpetuidade, diríamos mesmo, ''imortalidade''. A ausência de descendentes e os transtornos que esta causava é um ''topos'' relativamente comum no mundo semítico. Não estranhamos, pois, ouvir da boca de Kirta, rei de Habura, servo de Ilu, protagonista do texto épico epónimo, semelhante exortação: “Para qué quiero yo plata y oro amarillo? (...) [Concédeme] que consiga procriar hijos, [dame] que pueda multiplicar [la parentela]”<ref>OLMO LETE, Gregorio del — ''Mitos y leyendas de Canaan según la tradición de Ugarit''. Madrid: Ediciones Cristiandad, 1981, p. 292.</ref>. Para alguns autores, o motivo principal da composição ugarítica conhecida como ''Epopeia de Kirta'' é precisamente a continuidade dinástica<ref>CAQUOT, A.; HERDNER, A.; SZNYCER, M. — ''Textes ougaritiques: Tome I: mythes et légendes''. Paris: Les Éditions du Cerf, 1974, p. 496.</ref>. Embora o poema tenha contornos muito distintos daqueles que são apresentados em ''Etana'', a sua ''leitmotiv'' parece semelhante: a ideologia real semítica pressupunha a existência de um herdeiro (novamente, sublinhamos que os anseios de Etana se justificam sobretudo pelo facto de ser rei) e, quando tal não se verificava, só o recurso à divindade (Šamaš ou Ilu) podia facilitar a sua conceção. Neste âmbito, a sorte de Etana contrasta com a da águia. Se o rei não tinha filhos, já a águia não só dispunha de uma ninhada própria como ainda cobiçava a da serpente. Curiosamente, como em tantos outras narrativas míticas mesopotâmicas, os animais são, nesta composição, humanizados, comportando-se como se de verdadeiros seres humanos se tratassem. Assim, o redator do texto opta deliberadamente por usar frequentemente a palavra DUMU.MEŠ, “filhos”, ao mencionar as crias nascidas da águia e da serpente<ref>Outras opções seriam ''atmū'' ou ''lidānū'', usadas noutras ocasiões.</ref>. Não obstante, uma diferença abissal persiste, acentuando as dicotomias entre os mundos divino, humano e animal — a língua (tab. III, 1. 2). A águia e Etana não se entendem, não se compreendem, não são capazes, por si só, de ultrapassar a barreira que os impede de conjugar esforços no sentido de superarem as suas dificuldades. Šamaš, ao invés, relembrando a acção das divindades no momento antropogónico — “We, un dieu qui a de lʼentendement (''tēmu''),... De la chair do dieu il y eut un et ''eṭemmu''"<ref>Sobre o jogo de palavras ''ṭēmu/eṭemmu'', vide SEUX, Marie-Joseph — La création du monde et de lʼhomme dans la littérature suméro·akkadienne. In DEROUSSEAUX, Louis, dir. — ''La création dans lʼOrient Ancient: Congrès de lʼACFED, Lille (1985), (LD 127)''. Paris: Les Éditions du Cerf, 1987, p. 72. Através da carne do deus sacrificado, o ser humano criado no ''Mito de Atra·Hasīs'' é capaz de entender, de raciocinar.</ref> — é o único que pode conferir<noinclude>{{rule}} {{smallrefs}} {{right|'''185'''}}</noinclude> o01jp89j0l67mvz5g9y2xwqi7xpkhzi Categoria:Relatório da Comissão Nacional da Verdade 14 256856 560536 2026-08-25T14:46:34Z Inter-rede 30127 Página em branco criada 560536 wikitext text/x-wiki phoiac9h4m842xq45sp7s6u21eteeq1 Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/173 106 256857 560539 2026-08-25T15:08:07Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 560539 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>{{t2|{{sc|tycho}}|CAPITULO XVIII}} {{dhr|3}} Ás seis horas da tarde passou o projectil pelo pólo sul, a menos de sessenta kilometros de distancia. Distancia esta igual áquella a que tinha passado do pólo norte. Descrevia portanto a bala uma curva rigorosamente elliptica. Nʼaquelle momento os viajantes tornaram a entrar no benefico effluvio dos raios solares. Tornaram a ver as estrellas que se moviam lentamente do oriente para o occidente. O astro radiante foi saudado com um triplice hurrah. Com a luz do Sol vinha tambem calor que em breve transpirou atravez das paredes de metal. Os vidros readquiriram a costumada transparencia. A camada de gelo que os cobria derreteu-se como por encanto, e immediatamente se apagou o gaz por medida de economia. Só o apparelho do ar é que teve que continuar a consumir a sua porçāo habitual dʼelle. — Ah! suspirou Nicholl, como sāo agradaveis estes raios de calor! Com que impaciencia devem o selenitas, após tāo longa noite, esperar a reappariçāo do astro do dia! — Assim deve ser, respondeu Miguel Ardan, bebendo, por<noinclude></noinclude> j0pd7kktbeg5vpckekmhzxsbelrmw1j Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/174 106 256858 560540 2026-08-25T15:12:20Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 560540 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|166|{{sc|á roda da lua}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>assim dizer, ás golfadas, o ether fulgurante, que na luz e no calor está a vida toda! Nʼaquelle momento a culatra do projectil tendia a desviar-se levemente da superficie lunar, de maneira a seguir uma orbita elliptica bastante alongada. Se a Terra estivesse ''cheia'', Barbicane e os seus companheiros podiam, dʼaquelle ponto, tornar a vêl-a. Immersa, porém, como estava na irradiaçāo solar, permanecia absolutamente invisivel. Outro espectaculo tambem era digno de attrair-lhes as vistas, e era o que apresentava aquella regiāo austral da Lua, representada pelas lunetas a meio quarto de legua de distancia. Os viajantes já nāo largavam do pé das vigias, para observarem todos os pormenores dʼaquelle continente extraordinario. Os montes Dœrfel e Leibnitz constituem dois grupos separados que se erguem ambos muito proximos do pólo sul. O primeiro dʼestes grupos estende-se desde o pólo até ao nonagesimo quarto parallelo, sobre a parte oriental do astro; o segundo, que se desenha sobre bordo oriental, vae desde o sexagesimo quinto grau de latitude até ao pólo. Sobre as suas arestas, que se contornam em caprichosa linha, apparecem chapadas deslumbrantes, taes como as apontou á attençāo dos homens de sciencia o padre Secchi. Barbicane poude reconhecer-lhe a natureza com maior segurança do que o illustre astronomo romano. — Sāo neves! exclamou. — Neves? repetiu Nicholl. — Sim, Nicholl, neves cuja superficie está profundamente gelada. Véde como reflectem os raios luminosos. Lavas arrefecidas nāo podiam dar tāo intensa reflexāo. Portanto, ha ar, ha agua na Lua. Pouca se quizerem, o facto em si, porém, ninguem o póde já contestar! E nāo, ninguem o podia já contestar! E se alguma vez Barbicane tornasse a ver a Terra, as suas notas haviam de prestar testemunho a esse facto tāo consideravel nas observaçōes selenographicas. Estes montes Dœrfel e Leibnitz erguiam-se do meio de planicies de medicere extensāo, que eram orladas por uma inde-<noinclude></noinclude> ejdti3bfu6o9yre0ktiyzzdj50evgpl Página:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf/175 106 256859 560541 2026-08-25T15:17:50Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 560541 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|167|{{sc|á roda da lua}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>finida serie de circos e de muralhas annulares; sāo aquellas duas cadeias as unicas que se encontram na regiāo dos circos. Relativamente pouco accidentadas, projectam aqui e acolá picos agudos, cujo mais alto cume tem sete mil seiscentos e tres metros de elevaçāo. O projectil, porém, dominava todo aquelle conjuncto, e o relevo desapparecia no intenso e deslumbrante fulgor do disco. Reapparecía aos olhos dos viajantes aquelle aspecto archaico das paizagens lunares, cruas de tom, sem gradaçāo de côres, sem transiçōes de sombras, brutalmente brancas e pretas, por falta absoluta de luz diffusa. A vista dʼaquelle mundo desolado nāo deixava comtudo de captivar por sua mesma estranheza. Os viajantes vogavam por cima dʼaquella regiāo cahotica como se fôssem arrastados pelo rijo sopro da borrasca, vendo deslisar-lhes por debaixo dos pés as cumiadas, esquadrinhando com o olhar as cavidades, profundando ranhuras, trepando muralhas, sondando aberturas mysteriosas, nivelando emfim todas aquellas fracturas da crusta lunar. Vestigios, porém, de vegetaçāo ou apparencias de povoado é que nada; stratificaçōes apenas, antigos caudaes de lavas, derramamentos polidos, quaes immensos espelhos que reflectiam os raios solares com brilho insustentavel. Nada que revelasse um mundo vivo, tudo provas de um mundo morto, em que as avalanches se despenhavam sem ruido no fundo dos abysmos. Movimento tinham ellas, mas o estrepito é que lhes faltava ainda. Barbicane verificou por observaçōes repetidas que os relevos dos bordos da Lua, tendo aliás sido submettidos a forças differentes das da regiāo central, apresentavam uma conformaçāo identica. A mesma aggregaçāo circular, os mesmos saltos no nivelamento do terreno. E no entretanto, rasōes havia para acreditar que as disposiçōes do centro e dos bordos do disco nāo deviam ser analogas. Effectivamente, no centro a crusta ainda malleavel da Lua, foi submettida a attracçāo dupla da Lua e da Terra que actuavam em sentido inverso na direcçāo do prolongamento dos raios communs. Nas bordas do disco, pelo contrario, a attracçāo lunar foi por<noinclude></noinclude> 27o79tsr1585lkj4b9v5owl0tnlmw99 Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/656 106 256860 560542 2026-08-25T15:22:11Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 560542 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|604|REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.|REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.}}{{rule}}</noinclude>Fiquei surprehendida com a grande preponderancia da população preta. Segundo o ultimo censo a população de Pernambuco, incluindo Olinda, era de setenta mil almas, dos quaes não mais dʼum terço são brancos e o resto mulatos e negros. Os mulatos são, geralmente fallando, mais activos, industriosos e alegres do que qualquer das outras classes; têm accumulado grande fortunas em muitos casos, e estão longe de ter posto embaraços á causa da independencia. Poucos dos negros livres tem ficado ricos; um negro livre, quando a sua horta ou loja o tem indemnisado do seu trabalho permittindo-lhe adquirir para elle e a mulher bellos trajes pretos, collares e pulseiras para a consorte, fivellas de ouro para os sapatos e ligas com fechos do mesmo metal afim de realçar as meias de sêda, raramente continua a trabalhar, satisfazendo-se com obter o sustento diario. Muitos, de todas as côres, quando conseguem comprar um escravo, entregam-se ao descanço livres de qualquer cuidado; fazem o negro trabalhar ou mendigar para elles, e emquanto podem comer o seu pão em paz, pouco cuidam em saber como é adquirido. Os portuguezes da Europa são extremamente zelosos em evitar casamentos com brasileiros natos, e preferem entregar as suas filhas e fortunas ao ultimo dos caixeiros europeus do que ao mais rico e benemerito brasileiro; comprehenderam o prejuizo, senão o mal, que cauzaram ao paiz e a si proprios com a importação de africanos, e agora, sem duvida, prevêem com terror a possibilidade dʼuma revolução que liberte os escravos da sua autoridade e, declarando-os iguaes a todos os homens, os autorize a resentir as offensas que ha tanto tempo e tão pacientemente tem supportado. {{dhr}} ''Quinta-feira, 11 de Outubro''.—Como tudo parece estar pacificamente regulado entre os chefes realistas e patriotas, estamos nos preparando para deixar Pernambuco, não sem pezar, porquanto fomos amavelmente tratados pelos portuguezes e hospitaleiramente acolhidos pelos nossos patricios. Fomos a terra afim de nos provermos dos objectos necessarios ao comforto na continuação da viagem. {{nop}}<noinclude></noinclude> 64fo4imynyvqrhse6js9e0t2tb2mz3i Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/657 106 256861 560543 2026-08-25T15:24:53Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 560543 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|605|REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.|REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.}}{{rule}}</noinclude>Entre estes comprei uns dôces excellentes feitos no interior e trazidos ao mercado em elegantes barrisinhos de madeira, contendo seis a oito libras. Eʼ surprehendente o pezo que, de distancias de duzentas e trezentas milhas, trazem os pequenos e magros, mas muito velozes, cavallos do paiz; os cavallos de carga não são ferrados, bem como os de sella; estes ultimos estão em geral acostumados a uma especie de passo ligeiro, commodo em si, mas não muito agradavel a principio ás pessoas habituadas a cavallos inglezes. Vie provei hoje carne-secca, o ''charqui'' da Sul-America hespanhola; parece, quando pendurada em mantas nas portas das lojas, com pedaços de couro grosso esfarrapado; preparam-na cortando a carne em longas tiras, limpas dos ossos, que são ligeiramente salgadas, comprimidas e seccas ao ar. Neste estado bem poderia servir de xairel aos buccaneiros que, segundo reza a tradicção, temperavam a carne debaixo das sellas. Não obstante tudo isto a carne é boa. Aqui o modo commum de uzal-a é cortando-a em pequenos quadrados e cozendo-a no caldo de mandioca, o que constitue o principal alimento da população pobre e dos escravos. Terminadas as compras fui visitar uma familia portugueza, e como era a primeira caza particular portugueza em que penetrava estava curiosa por notar a differença entre ella e as cazas inglezas aqui. A construcção e disposição geral do predio eram as mesmas, differindo apenas o salão com ser mais bem mobiliado, com moveis inglezes e até um bonito piano de Broadwood; a sala de jantar, porém era de aspecto completamente estrangeiro: cobria o soalho um oleado e das paredes pendiam gravuras inglezas e pinturas chinezas sem distincção de assumpto nem de tamanho. Numa das extremidades da sala havia uma longa meza, coberta com uma caixa de vidro contendo um grande grupo religioso de figuras de cêra, todo um presepio, com anjos, os tres reis e tudo cercado de musgo, flores artificiaes, conchas e contas, e envolto em nuvens de gaze e de tafetá semeadas de es-<noinclude></noinclude> imn16gnyeiy9oedgpvnynr3el0k7fjr Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/658 106 256862 560544 2026-08-25T15:28:06Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 560544 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|606|REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.|REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.}}{{rule}}</noinclude>trellas de ouro e prata; Santo Antonio e S. Christovão assistiam á direita e a esquerda. O resto da mobilia consistia de mezas e cadeiras communs e dʼuma especie de bufête ou aparador; do tecto pendiam nove gaiolas cada uma com o seu pequeno habitante: canarios, pintasilgos cinzentos de voz quasi tão bella e a linda vinvinha eram os passaros favoritos. Em gaiolas maiores havia num corredor mais papagaios e periquitos do que en suppunha agradavel numa só casa; mas, eram passaros bem criados e raras vezes gritavam todos ao mesmo tempo. Assim que nos sentamos na sala de jantar nos trouxeram bolos, bolachinhas, vinho e licores, estes em calices minusculos; depois a cada pessoa foi offerecido um copo dʼagua, e insistiram para que a provassemos por ser a melhor do Recife, provindo duma fonte no jardim do convento de Jerusalem, a duas milhas da cidade; da dona da caza soube que as jarras porosas para resfriar agua aqui uzadas são feitas nas vizinhanças da Bahia, não havendo aqui outros objectos manufacturados alem dum panno grosseiro de algodão para vestir os escravos. O aspecto e as maneiras da familia que visitamos, sem serem inglezas nem francezas, eram de pessoas perfeitamente educadas, e os vestidos muito semelhantes aos da Europa civilisada, com excepção dos homens que traziam jaquetas de algodão em vez de cassacos de panno e estavam seni gravatas; entretanto, quando saem á rua trajam como os inglezes. De volta da nossa visita encontramos um frade conduzido á sepultura por alguns dos seus irmãos, com brandões accesos, cruz alçada, campas soando e todas as demais solemnidades que o sentimento humano tem inventado para mitigar os seus proprios temores e receios, sob pretexto de honrar os mortos, e ás quaes, em taes casos, a igreja romana acrescenta todo o seu fausto. Não pude deixar de notar o contraste entre este e os enterros na praia de Olinda, e sorrir da vaidade que se liga até á decomposição. Mas o homem, o homem vão, pratica tão phantasticos embustes perante o alto céo, que faz os proprios anjos chorar. Mas, os cavallos nos esperavam e deixamos a nossa indignação e a nossa piedade pelas loucuras de uns e a<noinclude></noinclude> kf5kwbsu4tgc6okt0ygnddu36o4g885 Página:Contos amazonicos.djvu/196 106 256863 560549 2026-08-25T16:40:55Z Cassilvwikis 33822 /* Revista */ 560549 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Cassilvwikis" /></noinclude>espavoridos, todo o meu cuidado era descobrir um novo expediente para visital-o, sem despertar a desconfiança de minha mãe. A’ hora da sésta, meu pae, depois de ter-me feito sentar n’uma cadeira da sala de visitas, com a Artinha latina nas mãos, retirava-se para seu quarto e momentos depois, coberto de jornaes velhos, resonava. A mamãe andava ainda a dar uns giros pela casa, recommendando silencio aos moleques e cuidando no café que se havia de servir ás seis horas, mas acabava tambem por se recolher á beatitude da rêde, vencida pelo calor e derreada pela monotonia do seu viver caseiro. A habitação ficava silenciosa e triste. As escravas agrupavam-se na cozinha e cochillavam, conversando em voz baixa. Os moleques trepavam ás goiabeiras do quintal, fartando-se de frutas. Só de vez em quando um gallo invadia a varanda deserta, e cortava bruscamente o silencio, acompanhando com o canto barulhento e alegre as sonoras badaladas do grande relogio de parêde, que viera do Reino. O calor era intenso, o sol brilhava com esplendor offuscante, fazendo estallar os<noinclude></noinclude> o0dehq18bxvxlee04y41epzj2s688ej Página:Contos amazonicos.djvu/197 106 256864 560551 2026-08-25T16:51:18Z Cassilvwikis 33822 /* Revista */ 560551 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Cassilvwikis" /></noinclude>telhados. A villa parecia toda entregue ao repouso postmeridiano da sésta costumeira. Descalço, pé ante pé, eu atravessava a casa e me esgueirava pelo portão do quintal. Mal me sentia ao abrigo das vistas fiscaes da creadagem, deitava a correr pelo caminho do cemiterio até chegar á casinha de Paulo da Rocha, escondida entre laranjeiras copadas. Lá estava elle sempre, a essas horas do dia, sentado n’um banco de cedro, encostado a uma mesa tosca, e mergulhado na leitura d’algum livro velho, roido de traças. Conversavamos sobre o tempo antigo, ou lendo as historias extraordinarias que haviam succedido em Pernambuco, e que elle se gabava de ter presenciado. Gostava de excitar-me a imaginação infantil com a narração desses feitos gloriosos que me faziam estremecer de alegria e seguir com os olhos accesos e as faces ardentes de enthusiasmo as palavras e gestos do velho, transfigurado pelas reminiscencias do passado. Ah! se o tivessem visto e ouvido assim os habitantes de Villa-Bella!<noinclude></noinclude> pyf8k5adblj3wzscttcmmjikuvucnut Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/22 106 256865 560554 2026-08-25T17:02:53Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 560554 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||{{smaller|MARIA DE FÁTIMA ROSA, ISABEL GOMES DE ALMEIDA}}|}} {{rule|40em|align=right}}</noinclude>entendimento ao rei. E ele fá-lo, curiosamente, ''ina pî imqutam-ma'' (tab. III, 1.7), através da sua boca, proclamando. A ordem, ao “cair” da boca de Šamaš, torna una a linguagem, ou, por outras palavras, desconstrói a diversidade que opõe humanos a animais. Quando Etana encontra a águia, esta sofre, vítima de um castigo. O infortúnio que se abate sobre si não é um acaso, pois decorre do facto de ter privado a serpente da sua prole. Assim, a junção dos dois principais protagonistas acentua a ideia de redenção. É impossível voltar a restituir as crias da serpente, mas, ao levar Etana aos céus em busca da planta do nascimento, a águia pode, como consolo, ajudar a gerar uma nova vida, uma nova descendência. O ciclo da águia — ordem/transgressão/castigo/desgraça/restauração — culmina, pois, da mesma forma que o de Etana — ordem<ref>Quando é nomeado rei.</ref>/desgraça/restauração. Dentro do périplo da ave, resta ainda comentar um último pormenor. Quando esta expressa o desejo de descer e consumir as crias da serpente, o filho (mais) pequeno, ''atmu ṣehru'', o mais sábio, ''atar hasīsa'', tenta dissuadi-la de semelhante ato (tab. II, 1. 4S). As palavras que lhe dirige nesta ocasião, embora incapazes de impedir o trágico desfecho, aludem a um outro tópico frequente na literatura mesopotámica: o conflito de gerações<ref>HARRIS, Rivkah — The conflict of generations in Ancient Mesopotamian myths. Comparative Studies in Society and History. 34:4 (1992) 621-635.</ref>. Vemo-lo talvez de forma mais evidente em ''enūma eliš'' ou no ''Mito de Atra-Hasîs'', espelhando um problema que se vivenciava no quotidiano mesopotâmico. Assim, o filho rebela-se contra a vontade da mãe, ele que era, numa lógica de superação que subjaz à mentalidade sumério-acádica, e que vemos por exemplo na ''persona'' de Marduk, o mais sábio de todos os deuses. A águia, o rei, a importância da descendência e as similaridades do herói desta narrativa com Gilgameš, constituem características que, ao longo do tempo, se foram entrecruzando-se numa mesma trama compósita. Da Assíria do I milénio a.C. ao mundo clássico do séc. II a.C., a história, as diferentes lendas, fábulas e contos nascidos entre o Tigre e o Eufrates eram já indestrinçáveis. Desta forma, o escritor grego Eliano deu a conhecer ao mundo, na sua obra intitulada ''De natura animalium'', uma visão curiosa da história da Babilónia: “And even the love for human beings is a characteristic of animals. An eagle, at any rate, raised an infant (...) When Seuechoros<ref>Alguns autores pensam que por detrás deste nome está Enmerkar. GEORGE, Andrew — Gilgamesh and the literary traditions of ancient Mesopotamia. In LEICK, Gwendolyn, ed. — The Babylonian World. London: Routledge, 2007, p. 477. Seuechoros é possivelmente uma corruptela do nome do avó de Gilgameš segundo a ''lista Real Suméria''.<ref> was king of the Babylonians, the Chaldaioi said that the one born from that manʼs daughter would take the kingdom away from his grandfather”<ref>SMITH, Steven D. — Gilgamos in Rome: Aelian NA 12.21. In KÖNIG, Alice; LANGLANDS, Rebecca: UDEN, James, ed. — ''Literature'' ''and culture in the Roman Empire'', 96-235. Cambridge: Cambridge University Press, 2020, p. 331.</ref>. Quando a<noinclude>{{rule}} {{smallrefs}} {{left|'''186'''}}</noinclude> 8pp61i5idqmatqw42cjhfm1rhv8kfjw 560555 560554 2026-08-25T17:04:01Z Erick Soares3 19404 560555 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||{{smaller|MARIA DE FÁTIMA ROSA, ISABEL GOMES DE ALMEIDA}}|}} {{rule|40em|align=right}}</noinclude>entendimento ao rei. E ele fá-lo, curiosamente, ''ina pî imqutam-ma'' (tab. III, 1.7), através da sua boca, proclamando. A ordem, ao “cair” da boca de Šamaš, torna una a linguagem, ou, por outras palavras, desconstrói a diversidade que opõe humanos a animais. Quando Etana encontra a águia, esta sofre, vítima de um castigo. O infortúnio que se abate sobre si não é um acaso, pois decorre do facto de ter privado a serpente da sua prole. Assim, a junção dos dois principais protagonistas acentua a ideia de redenção. É impossível voltar a restituir as crias da serpente, mas, ao levar Etana aos céus em busca da planta do nascimento, a águia pode, como consolo, ajudar a gerar uma nova vida, uma nova descendência. O ciclo da águia — ordem/transgressão/castigo/desgraça/restauração — culmina, pois, da mesma forma que o de Etana — ordem<ref>Quando é nomeado rei.</ref>/desgraça/restauração. Dentro do périplo da ave, resta ainda comentar um último pormenor. Quando esta expressa o desejo de descer e consumir as crias da serpente, o filho (mais) pequeno, ''atmu ṣehru'', o mais sábio, ''atar hasīsa'', tenta dissuadi-la de semelhante ato (tab. II, 1. 4S). As palavras que lhe dirige nesta ocasião, embora incapazes de impedir o trágico desfecho, aludem a um outro tópico frequente na literatura mesopotámica: o conflito de gerações<ref>HARRIS, Rivkah — The conflict of generations in Ancient Mesopotamian myths. Comparative Studies in Society and History. 34:4 (1992) 621-635.</ref>. Vemo-lo talvez de forma mais evidente em ''enūma eliš'' ou no ''Mito de Atra-Hasîs'', espelhando um problema que se vivenciava no quotidiano mesopotâmico. Assim, o filho rebela-se contra a vontade da mãe, ele que era, numa lógica de superação que subjaz à mentalidade sumério-acádica, e que vemos por exemplo na ''persona'' de Marduk, o mais sábio de todos os deuses. A águia, o rei, a importância da descendência e as similaridades do herói desta narrativa com Gilgameš, constituem características que, ao longo do tempo, se foram entrecruzando-se numa mesma trama compósita. Da Assíria do I milénio a.C. ao mundo clássico do séc. II a.C., a história, as diferentes lendas, fábulas e contos nascidos entre o Tigre e o Eufrates eram já indestrinçáveis. Desta forma, o escritor grego Eliano deu a conhecer ao mundo, na sua obra intitulada ''De natura animalium'', uma visão curiosa da história da Babilónia: “And even the love for human beings is a characteristic of animals. An eagle, at any rate, raised an infant (...) When Seuechoros<ref>Alguns autores pensam que por detrás deste nome está Enmerkar. GEORGE, Andrew — Gilgamesh and the literary traditions of ancient Mesopotamia. In LEICK, Gwendolyn, ed. — The Babylonian World. London: Routledge, 2007, p. 477. Seuechoros é possivelmente uma corruptela do nome do avó de Gilgameš segundo a ''lista Real Suméria''.</ref> was king of the Babylonians, the Chaldaioi said that the one born from that manʼs daughter would take the kingdom away from his grandfather”<ref>SMITH, Steven D. — Gilgamos in Rome: Aelian NA 12.21. In KÖNIG, Alice; LANGLANDS, Rebecca: UDEN, James, ed. — ''Literature'' ''and culture in the Roman Empire'', 96-235. Cambridge: Cambridge University Press, 2020, p. 331.</ref>. Quando a<noinclude>{{rule}} {{smallrefs}} {{left|'''186'''}}</noinclude> d8t1vae41b7w20hcr00nji4xr2i90da Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/23 106 256866 560556 2026-08-25T17:12:03Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 560556 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rule}} {{rh|||{{smaller|“Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?”: tradução e análise do mito mesopotâmico ''Etana''}}}}</noinclude>filha deu à luz, o rei, que temia que a profecia se cumprisse, mandou atirar o bebé da acrópole. Mas “indeed the eagle, seeing most keenly the childʼs descent in midair, before the infant was dashed against the ground, swooped underneath it and threw its back beneath it, and it carries it to a garden (...) And he is called Gilgamos”<ref>SMITH — Gilgamos in Rome, p. 331.''</ref>. {{dhr}} {{left|'''c) A inviolabilidade do juramento e a intervenção de Šamaš'''}} {{dhr}} Como refere Winitzer<ref>Etana in Eden, p. 447.</ref>, no sistema religioso mesopotâmico, Šamaš equivale a um juiz cósmico. É desta forma que ele se comporta na narrativa em análise. É perante o deus da justiça que a águia e a serpente realizam o juramento solene. Este compromisso previa, tal como os demais efetuados na terra entre os rios, que, acaso houvesse uma transgressão, “a armadilha e a maldição de Šamaš a dominem e [capturem]!” (tab. II, 1. 22). Assim, quando a águia come os filhos da serpente, Šamaš<ref>Em contos mais tardios, porventura inspirados em ''Etana'', o papel de Šamaš é transferido para Zeus. Veja-se o poema do grego Arquíloco (séc. VII a.C.) a propósito de uma águia e de uma raposa (CURRIE — Etana in Greece, p. 128).</ref> entra em ação, tecendo um plano para que a sua maldição se abata sobre ela. O castigo pela violação do juramento é decisivo e corresponde a um volte-face na trama. É a dureza da decisão do deus sol — arrancar as suas asas, privá-la da capacidade de voar, condenar a ave a uma não-vida num buraco escuro que relembra o mundo tenebroso e poeirento dos mortos — que impele os intervenientes na narrativa a consciencializarem-se dos seus atos e a adotarem um comportamento destoante daquele que haviam tido até então. Antes ainda de o castigo ser efetivado, a águia suplica clemência à serpente. Mas esta questiona “Se te libertasse, como responderia eu ao eminente Šamaš? / A tua punição voltar-se-ia contra mim” (tab. II, ls. 117. 118). O juramento é um ato sagrado, cuja infração não tem, nem merece, à partida, perdão. Šamaš ordena à serpente que siga as suas ordens no sentido de ferir a sua atacante. Como as linhas em destaque deixam transparecer, a serpente compreende que, assim que a instrução é proferida pela divindade, fica automaticamente implicada na aplicação pena. Não há volta atrás. Mas Utu/Šamaš é muito mais do que simples deus da justiça. Tal como Enki/Ea, ele aparece frequentemente na literatura mitopoética como um deus que se coloca a favor da humanidade. Šamaš estende amiúde a mão a outras personagens numa atitude claramente salvifica. Afinal, o sol confere lucidez e transparência, mas tem igualmente um poder curativo e benfazejo. O sol dá vida. Assim, os mesopotâmios podiam ter a certeza de que “shining Šamaš, he will grasp your hand in time of peril”<ref>''Epopeia de Gilgames, versão paleobabilónica. GEORGE — ''The Epic of Gilgamesh'', p. 119.</ref>. A omnipresença divina implicava que a divindade estivesse disponível<noinclude>{{rule}} {{smallrefs}} {{right|187}}</noinclude> 37ol4xewyz9rvpdydsgzulvzqkkbai8 Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/24 106 256867 560557 2026-08-25T17:17:36Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 560557 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||{{smaller|MARIA DE FÁTIMA ROSA, ISABEL GOMES DE ALMEIDA}}|}} {{rule|40em|align=right}}</noinclude>para todos os que a si se dirigiam. Do mesmo modo, implicava que não negasse nada a ninguém<ref>SAPORETTI — Dieci appunti, p. 67.</ref>. Quando a águia se encontra no buraco é, então, a Šamaš que se dirige, chorando as suas mágoas, sublinhando a sua miséria. Refere inclusivamente que, no local ermo onde se encontra reclusa, não servirá de exemplo a ninguém (tab. II, l. 126); ninguém saberá da punição de que é alvo, isto é, ninguém constatará o poder e a autoridade de Šamaš. Uma vez que a divindade não pode reverter o castigo imposto, já que a reversão implicaria quebrar o juramento e a prescrição de “comer o tabu” (tab. II, 1. 13), encontra uma outra forma de auxiliar a águia. A junção dos dois protagonistas principais dá-se, assim, por intermédio de Šamaš. Ao propiciar o encontro entre ambos, a divindade estende simultaneamente a mão ao rei, que sozinho nunca poderia alcançar a planta do nascimento, e à águia, que sozinha nunca poderia sair do buraco e restabelecer-se. Šamaš orquestra astutamente um plano salvífico para os dois protagonistas, prescrevendo-lhes um destino de bem-aventurança, porque ele é a “luz da totalidade”<ref>Vide ''Hino a Šamaš'' em W. G. LAMBERT, W. G. — ''Babylonian wisdom literature''. Winona Lake — Indiana: Eisenbrauns, 1996, p. 128.</ref>, Embora pareça comportar-se como personagem secundária, o deus sol é, na realidade, vital, apresentando-se como o ordenador supremo. {{***}} O ''Mito de Etana'' galgou as fronteiras do Tigre e do Eufrates. O conto, dividido em três tabuinhas, apresenta uma narrativa simples que impele à imaginação: uma águia e um rei encontram-se e juntos sobem aos céus para adquirirem uma planta com poderes extraordinários. Mas é muito mais do que isso. ''Etana'' é um testemunho do diálogo permanente e imprescindível entre as diferentes esferas que compunham o mundo e que diariamente se entrecruzavam no sentido de garantirem a harmonia cósmica. Só este diálogo constante era capaz de conferir plausibilidade à mundividência mesopotàmica. ''Etana'' é um símbolo da ciclicidade da ordem e da virtude do juramento divino. ''Etana'' é um contributo indelével da longinqua civilização de entre os rios para o imaginário da cultura dita ocidental. {{nop}}<noinclude>{{rule}} {{smallrefs}} {{left|188}}</noinclude> l1ins2ttp7eee20pw5ik6qfk23ilns0 Página:Contos amazonicos.djvu/198 106 256868 560559 2026-08-25T17:23:30Z Cassilvwikis 33822 /* Revista */ 560559 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Cassilvwikis" /></noinclude>{{t2|II}} O Rocha era viuvo e tinha uma unica filha, rapariguinha gentil de dezeseis a dezesete annos, pensativa e séria como o pae. A vida que passava em Villa-Bella a pobre mocinha abafara os impulsos da jovialidade natural. Desprezada de todos, vivendo isolada, entregue unicamente aos cuidados d’um pae velho e triste, a interessante Julia conhecera desde os mais tenros annos a desgraça, e parecia resignada á sua infeliz sorte. Aquelle velho e aquella menina comprehendiam-se perfeitamente. Elle nunca tinha um movimento de máu humor, um gesto de descontentamento. Ella não parecia soffrer um desgosto. Serena, silenciosa, attenta ao menor desejo do pae para prevenil-o e contental-o, parecia que a sua vida dependia da vontade d’aquelle homem, severo e rispido para toda a gente, bondadoso e paternal no interior do seu modesto habitaculo. A mocinha conhecia-lhe todos os gestos e as mais insignificantes<noinclude></noinclude> 3f27nvaij6t29lsjxovwftsj6j1o2i5 Lusitania sacra/Número 49/Olha a terra, meu amigo, como é que ela é? 0 256869 560560 2026-08-25T17:28:22Z Erick Soares3 19404 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{navegar |obra="Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?" |autor=Desconhecido |notas=Tradução de poema mesopotâmico }} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/1}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/2}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/3}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/4}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/5}} {{Página:"... 560560 wikitext text/x-wiki {{navegar |obra="Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?" |autor=Desconhecido |notas=Tradução de poema mesopotâmico }} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/1}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/2}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/3}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/4}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/5}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/6}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/7}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/8}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/9}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/10}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/11}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/12}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/13}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/14}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/15}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/16}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/17}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/18}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/19}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/20}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/21}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/22}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/23}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/24}} {{CC-BY-4.0}} {{rule}} {{smallrefs}} [[Categoria:Trabalhos originalmente em acádio]] mnmmuugjwzrsmgboaj37srg3yew5p3l 560563 560560 2026-08-25T17:34:49Z Erick Soares3 19404 adicionou [[Categoria:Obras publicadas em 2024]] usando [[Wikipedia:Software/Scripts/HotCat|HotCat]] 560563 wikitext text/x-wiki {{navegar |obra="Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?" |autor=Desconhecido |notas=Tradução de poema mesopotâmico }} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/1}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/2}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/3}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/4}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/5}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/6}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/7}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/8}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/9}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/10}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/11}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/12}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/13}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/14}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/15}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/16}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/17}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/18}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/19}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/20}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/21}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/22}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/23}} {{Página:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf/24}} {{CC-BY-4.0}} {{rule}} {{smallrefs}} [[Categoria:Trabalhos originalmente em acádio]] [[Categoria:Obras publicadas em 2024]] cjpuzy5n3525fnwedkyefaf43krnfgk 560579 560563 2026-08-25T22:16:46Z Trooper57 24584 560579 wikitext text/x-wiki <pages index="&#34;Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?&#34;.pdf" from=1 to=24 header=1/> {{CC-BY-4.0}} {{rule}} {{smallrefs}} [[Categoria:Trabalhos originalmente em acádio]] mcpxpq8zsaz89ndfgex5wavwv4nlw2l Página:Contos amazonicos.djvu/199 106 256870 560564 2026-08-25T17:39:52Z Cassilvwikis 33822 /* Revista */ 560564 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Cassilvwikis" /></noinclude>predilecções. Parecia adivinhar quando o pae gostaria de estar só, entregue aos seus pensamentos, ou quando sentiria prazer em ouvir as modinhas da terra natal, do ''seu Pernambuco'', tão cheio de poesia e de tradições gloriosas, modinhas que em pequena lhe ensinara para suavisar as agruras do exilio e a saudade intensa dos tempos da mocidade. As vezes era Julia quem nos fazia a leitura, sentada ao pé da mesa de jantar, com o livro na mão, repetindo em voz suave, repassada de doçura, aquellas historias de batalhas e mortes, já muito nossas conhecidas. O velho, com o queixo apoiado nas mãos, que repousavam sobre o bastão de massaranduba, seguia attentamente o movimento labial da joven, como se ouvisse alguma cousa ignorada. Quanto a mim a minha attenção repartia-se entre o velho, a historia e a menina, mas com parcialidade pela menina. Como eram agradaveis esses momentos de suave intimidade, e como duravam pouco! Era com o maior pezar que eu lobrigava<noinclude></noinclude> o031290bet84vdsq3gc49kuvf85zmlz Página:Contos amazonicos.djvu/200 106 256871 560566 2026-08-25T18:29:14Z Cassilvwikis 33822 /* Revista */ 560566 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Cassilvwikis" /></noinclude>ao longe, approximando-se receiosa, a creoula, que vinha bondosamente avisar-me de que a ''senhora já estava acordada''. Muitas vezes, ao chegar á casa paterna, soffria correcção merecida pela desobediencia e pelo desapego á Artinha; mas não era pelo castigo que eu me recolhia triste e cabisbaixo ao quarto de dormir: era porque no silencio do aposento, apenas cortado pelo rangido das cordas da rêde nas escápolas de madeira, parecia-me ter diante dos olhos o grupo encantador do velho e da menina, e ouvir a voz de Julia, lendo as proclamações incendiarias dos rebeldes pernambucanos! Paulo e a filha viviam pobremente, concentrados e tranquillos naquella casinha pitoresca, cujos arredores floridos e desertos inspiravam uma doce melancolia. Eram muito pobres para ter escravos, ou não os queriam, e creados livres não encontrariam n’uma terra onde só o nome do ''velho do outro mundo'' causava horror e medo. Mas Julia era excellente dona de casa. Era admiravel de previdencia, de asseio e de economia, e as unicas pessoas que tinham ingresso na humilde habitação,<noinclude></noinclude> jy9bvc3evvgdi3fnogr3gjalm2ko8lp Página:Contos amazonicos.djvu/201 106 256872 560567 2026-08-25T18:40:22Z Cassilvwikis 33822 /* Revista */ 560567 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Cassilvwikis" /></noinclude>o Padre Vigario e eu, reconheciam essas virtudes caseiras, tão raras entre as mulheres do povo. Por uma singularidade, o Vigario era enthusiasta do pernambucano. Apezar dos conselhos e advertencias dos amigos e dos murmurios das velhas rabujentas, Padre João, João da Costa do Amaral se chamava elle, frequentava a casa de Paulo da Rocha, passava largas horas a conversar com elle, e levara mesmo a depreoccupação da feiticeiria ao ponto de fazel-o sacristão e sineiro da matriz, com grande escandalo das almas piedosas e reboliço do beaterio. O habito e a vara não lograram para padre João da Costa a desculpa de tão estranha predilecção, e os mais benevolos avançavam que se deixara enfeitiçar pelo damnado pernambucano, e fallavam em representar ao Sr. Bispo contra a situação anomala da parochia. Mas, sem embargo dos fallatorios, continuava Paulo da Rocha a ser o sineiro da matriz, e a desempenhar os deveres do cargo com exactidão e escrupulo, não dando occasião ás faceis censuras dos desaffectos. Ao amanhecer do dia quando se abriam<noinclude></noinclude> avzneqa41fbytvqmbccacpoi7z29gmf Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/663 106 256873 560569 2026-08-25T21:53:08Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 560569 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>{{t2|'''O COMETA DE 1652'''}} {{dhr|3}} Aʼ extrema obsequiosidade do Exm. Sr. Dr. W. G. C. By vauck, illustre director da Bibliotheca Real de Haya, deve o Instituto a recente acquisição da copia photographica de uma antiga e rarissima estampa hollandeza, representando o cometa observado, aqui no Recife, em fins de 1652. No alto da gravura—adiante reproduzida—lê-se o distico—''Ninewe Ongewoon-Wonderlykke Stacrt-Sterre opʼt Recif'' ''in Brazil Gezien op den 16 December Anno 1652. Aldus vertoont, en Affgebeelt door N. N.''—o que, em portuguez, quer dizer : Novo, estranho e maravilhoso cometa visto no Recife, no Brasil, a 16 de Dezembro de 1652. Assim descripto e desenhado por N. N. Em baixo reza a legenda: ''Opt Recif an Paranambuca'' ''in Brazilien, Heeft zigh boven den Horizont gepresenteert cen'' ''Comeetster; Wiens Stuert oogenschynlyk omtrent dry Ellen'' ''uytstrekte, orer en voorby ander Sterren heen; komende op met'' ''het aan komen des Naghts oft avontatont, en verdween als de'' ''Mane Klaar scheen; en is nogh dagelycks gezien van den'' ''16.<sup>den</sup> tot den 21.<sup>sten.</sup> December inʼt sluyten der Brieven toe Anno'' ''1652. Godt gerve dʼuytkomst tʼonzen beaten. tʼAmsterdam'' ''A° 1653''—on–No Recife de Pernambuco, no Brasil, apresentou-se acima do horisonte um cometa, cuja cauda apparentemente se estendia por espaço de tres varas, por cima e por diante de outras estrellas; nascendo ao pôr do sol ou ao anoitecer, e desapparecendo quando clareava a lua; e foi ainda diariamente visto de 16 a 21 de Dezembro ao serem fechadas as cartas do anno de 1652. Permitta Deus que as suas consequencias nos sejam favoraveis. Em Amsterdam. A° 1653. Desejando fornecer aos leitores da ''Revista'' informações mais detalhadas, submettemos a copia da gravura á apreciação do nosso eminente consocio Dr. II. Morize, do Observatorio do Rio de Janeiro, e deste illustre scientista recebeu o nosso collega Dr. Alfredo de Carvalho a seguinte communicação: {{nop}}<noinclude></noinclude> fypijh8hdld63uv6ov3mq7l1jj6dkbn Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/664 106 256874 560570 2026-08-25T21:58:08Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 560570 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|612|REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.|REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.}}{{rule}}</noinclude>«Quanto á photographia a que allude a vossa carta, penso, como vós, que se trata do cometa de Hevelius (forma latinisado de Hewelke). «Infelizmente a Bibliotheca do Observatorio, comquanto assaz rica em obras technicas recentes, poucos recursos offerece para os assumptos historicos e muito pouco poderei adiantar sobre o assumpto. «O Dr. Ph. Carl, em seu precioso ''Repertorium der Cometen—Astronomie'', além de longa bibliographia de obras e opusculos suscitados pelo cometa de Hevelius, dá a data do seu descobrimento (18 de Dezembro de 1652), os elementos calculados por Halley, e diz que o astro, observado pela primeira vez, pouco depois da sua passagem perihelica, rapidamente diminuiu de brilho e desappareceu a 10 de Janeiro de 1653. «Encontro na conceituada revista ingleza ''The Observatory'', de Junho de 1905, uma interessante nota de W. T. Lynn sobre Hevelins e os seus cometas. Dʼella extracto o que diz respeito ao astro em questão: «Quando o cometa de 1652 foi descoberto, a 20 de Dezembro de 1652, estylo gregoriano, (não concorda com Carl), na constellação de Orion, parece que já havia passado pelo perihelio desde mais de um mez. Estava situado um pouco acima de Rigel, que Hevelius chama Regel, e o seu nucleo era arredondado e de pequeno brilho. Hevelius assim o descreve: ''caput erat rare magnitudinis, vix aliquanto Lunā plena minus'', e accrescenta que a cauda ou «barba» se extendia por 6 ou 7 gráos de comprimento. Continuou a observal-o ate 7 de Janeiro de 1653, data em que ficou extremamente difficil de ver, apezar de ter podido ainda percebel-o de relance, com auxilio de telescopio, e pela ultima vez, a 10 do mesmo mez. O cometa se achava então na constellação de Persêo.» «Comquanto a gravara representando um cometa observado em Pernambuco tenha a data de 16 de Dezembro, isto é, 4 dias antes do descobrimento, creio que se trata do mesmo astro, pela seguinte razão: «A reforma gregoriana do calendario, effectuada em 1582, foi immediatamente aceita pelos povos catholicos, mas os pro- {{nop}}<noinclude></noinclude> bhejhbqo2ziqiw9hw8c7aeadyqzpu9y 560573 560570 2026-08-25T22:06:27Z Erick Soares3 19404 560573 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|612|REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.|REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.}}{{rule}}</noinclude>«Quanto á photographia a que allude a vossa carta, penso, como vós, que se trata do cometa de Hevelius (forma latinisado de Hewelke). «Infelizmente a Bibliotheca do Observatorio, comquanto assaz rica em obras technicas recentes, poucos recursos offerece para os assumptos historicos e muito pouco poderei adiantar sobre o assumpto. «O Dr. Ph. Carl, em seu precioso ''Repertorium der Cometen—Astronomie'', além de longa bibliographia de obras e opusculos suscitados pelo cometa de Hevelius, dá a data do seu descobrimento (18 de Dezembro de 1652), os elementos calculados por Halley, e diz que o astro, observado pela primeira vez, pouco depois da sua passagem perihelica, rapidamente diminuiu de brilho e desappareceu a 10 de Janeiro de 1653. «Encontro na conceituada revista ingleza ''The Observatory'', de Junho de 1905, uma interessante nota de W. T. Lynn sobre Hevelins e os seus cometas. Dʼella extracto o que diz respeito ao astro em questão: «Quando o cometa de 1652 foi descoberto, a 20 de Dezembro de 1652, estylo gregoriano, (não concorda com Carl), na constellação de Orion, parece que já havia passado pelo perihelio desde mais de um mez. Estava situado um pouco acima de Rigel, que Hevelius chama Regel, e o seu nucleo era arredondado e de pequeno brilho. Hevelius assim o descreve: ''caput erat rare magnitudinis, vix aliquanto Lunā plena minus'', e accrescenta que a cauda ou «barba» se extendia por 6 ou 7 gráos de comprimento. Continuou a observal-o ate 7 de Janeiro de 1653, data em que ficou extremamente difficil de ver, apezar de ter podido ainda percebel-o de relance, com auxilio de telescopio, e pela ultima vez, a 10 do mesmo mez. O cometa se achava então na constellação de Persêo.» «Comquanto a gravara representando um cometa observado em Pernambuco tenha a data de 16 de Dezembro, isto é, 4 dias antes do descobrimento, creio que se trata do mesmo astro, pela seguinte razão: «A reforma gregoriana do calendario, effectuada em 1582, foi immediatamente aceita pelos povos catholicos, mas os pro{{PT||testantes foram naturalmente mais esquivos e definitivamente só abandonaram o calendario Juliano em meiados do seculo XVIII.}} {{nop}}<noinclude></noinclude> 0sq3rtg0gxw3sbl664iyuedo16qwm01 Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/665 106 256875 560571 2026-08-25T22:04:00Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 560571 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>[[File:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904) (page 665 crop).jpg|centro|400px]] {{c|{{larger|'''O COMETA DE 1652'''}}}} {{nop}}<noinclude></noinclude> mkj2fdh9yt215jedfciml75agjttvse Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/666 106 256876 560572 2026-08-25T22:05:25Z Erick Soares3 19404 /* Sem texto */ 560572 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Erick Soares3" /></noinclude><noinclude></noinclude> p96tgrpzl4nefzwt7mwopqvwq38wcfp Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/667 106 256877 560574 2026-08-25T22:10:22Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 560574 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|613|REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.|REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.}}{{rule}}</noinclude>{{PT|testantes foram naturalmente mais esquivos e definitivamente só abandonaram o calendario Juliano em meiados do seculo XVIII.}} No XVII, a mesma data era por elles numerada com 11 dias menos que nos povos catholicos. A data do documento hollandez é certamente enunciada de accordo com o calendario Juliano, emquanto que a data do descobrimento do cometa é pelo Sr. Lynn especificadamente referida ao calendario gregoriano. Resulta que a data, estylo moderno, da observação no Brasil é 27 de Dezembro, ou uma semana depois da primeira observação de Hevelius. «Alem de não constar haver sido visto nenhum outro cometa naquelle anno, outra consideração corrobora a identidade dos dous astros: na gravura hollandeza o cometa está orientado com o nucleo a Sul e a cauda a Norte. Conforme é sabido, a cauda dos cometas está sempre apontada para direcção opposta á do Sol, como se por este fôsse repellida; resulta, pois, que no momento da observação o Sol estava mais a Sul que o cometa. Ora, naquella epocha do anno (solsticio dʼinverno) o Sol alcança a sua maxima declinação Sul (cerca de 23º30ʼ); e o astro, estando proximo a Rigel (8°20ʼ), se achava mais a Norte, isto é, de accordo com o que está representado na referida estampa. Se, como é natural, o artista representou o cometa na posição em que o vira, com o horizonte em baixo, a orientação do Norte á esquerda só era possivel olhando do lado de Léste do horizonte, onde justamente se achava nas primeiras horas da noite, a constellação de Orion, que aliás parece grosseiramente representada por mão inexperiente. «Accrescentarei que, pela dimensão do nucleo, quasi tão grande como a Lua, diz Hevelius, esse cometa não podia deixar de attrahir a attenção dos observadores pernambucanos.» {{dhr}} {{pontilhado}} {{dhr}} {{right|{{sc|H. Morize.}}}}. {{dhr}} {{c|''Observatorio do Rio de Janeiro, em 31 de Julho de 1905.''}} {{dhr}} {{rule|5em}}<noinclude></noinclude> jatjti3ke7k68yousz2walsautzew78 Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Cometa de 1652 0 256878 560576 2026-08-25T22:13:23Z Erick Soares3 19404 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf" from=663 to=667 contributor="Henrique Morize" header=1/> {{rule|5em|align=left}} {{Smallrefs}} {{Modernização}} {{PD-old-60-BR}} 560576 wikitext text/x-wiki <pages index="Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf" from=663 to=667 contributor="Henrique Morize" header=1/> {{rule|5em|align=left}} {{Smallrefs}} {{Modernização}} {{PD-old-60-BR}} pkl835xsjsax9l9fhlv4hl4id5alme9 560577 560576 2026-08-25T22:13:44Z Erick Soares3 19404 560577 wikitext text/x-wiki <pages index="Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf" from=663 to=667 contributor="Henrique Morize" header=1/> {{Modernização}} {{PD-old-60-BR}} m9dtw2z5y0nukwxthu0oepphgazvsou Autor:Henrique Morize 102 256879 560578 2026-08-25T22:16:08Z Erick Soares3 19404 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{Autor/v2 | InicialUltimoNome = M | nome =Henrique Morize |miscbio=foi um engenheiro industrial, geógrafo e engenheiro civil francês, naturalizado brasileiro. }} ==Obras== *[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Cometa de 1652|O Cometa de 1652]] {{Brasil DP-Autor|morte=1930}} {{autores}} {{controle de autoridade}} 560578 wikitext text/x-wiki {{Autor/v2 | InicialUltimoNome = M | nome =Henrique Morize |miscbio=foi um engenheiro industrial, geógrafo e engenheiro civil francês, naturalizado brasileiro. }} ==Obras== *[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Cometa de 1652|O Cometa de 1652]] {{Brasil DP-Autor|morte=1930}} {{autores}} {{controle de autoridade}} qlhu1pck6dsz9l80kwto1pj17e80ahw Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/II/XIV 0 256880 560585 2026-08-25T22:30:31Z Trooper57 24584 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=175 to=177 header=1 /> 560585 wikitext text/x-wiki <pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=175 to=177 header=1 /> 6tcctiav27p8mckvtfh90oj15hwnsi1 Neologismos indispensaveis e barbarismos dispensaveis/II/XVI 0 256881 560586 2026-08-25T22:31:30Z Trooper57 24584 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=183 to=185 header=1 /> 560586 wikitext text/x-wiki <pages index="Neologismos indispensaveis e barbarismos.pdf" from=183 to=185 header=1 /> b2g16g18uxvlnmgbb0hzwyzqbi7y07s TERRA DAS ÁGUAS NASCENTES 0 256882 560593 2026-08-26T00:32:19Z OZANA ANJOS SANTANA 43660 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: TERRA DAS ÁGUAS NASCENTES Ozana Anjos Santana Home>Ozana Anjos Santana>TERRA DAS ÁGUAS NASCENTES + - [Estrofe 1] Do capim e do córrego Jaraguá teu nome veio a brotar, Entre as cabeceiras, Jaraguá e Faia nasceu teu primeiro lar. Mineiros e goianos chegaram com fé e bravura, Trouxeram no peito a força, a coragem e a ternura. Jaraguari Velho e Bonfim, acenderam tua história, E o povo escreveu nas terras tua memória. [Estrofe 2] O café abriu c... 560593 wikitext text/x-wiki TERRA DAS ÁGUAS NASCENTES Ozana Anjos Santana Home>Ozana Anjos Santana>TERRA DAS ÁGUAS NASCENTES + - [Estrofe 1] Do capim e do córrego Jaraguá teu nome veio a brotar, Entre as cabeceiras, Jaraguá e Faia nasceu teu primeiro lar. Mineiros e goianos chegaram com fé e bravura, Trouxeram no peito a força, a coragem e a ternura. Jaraguari Velho e Bonfim, acenderam tua história, E o povo escreveu nas terras tua memória. [Estrofe 2] O café abriu caminhos e trouxe o progresso, Agricultura e pecuária consolidaram o sucesso. A soja desponta, símbolo de crescimento e labor, Rodovias te ligam ao estado com vigor. Mutável e forte, em teus campos e estradas, Jaraguari avança, com trabalho e jornadas. Refrão Terra das águas nascentes, orgulho sem igual, Beleza e história fazem de ti um ideal. Jaraguari querida, Mato Grosso do Sul e Brasil, Nosso lar, nossa vida, cidade gentil. [Estrofe 3] Acolhida de fauna e flora, chão de esplendor, Cachoeiras e ipês coloridos encantam o amor. A vida se renova na terra abençoada, Teu solo é fértil, tua natureza é sagrada. Serra e vale te moldam em eterno esplendor, Jaraguari, cidade de fé e de louvor. [Estrofe 4] Furnas de Dionísio, quilombo de memória sagrada, Herança afro-brasileira, história preservada. A festa do vaqueiro, patrimônio cultural, Celebra o povo, sua força e ideal. O esporte une jovens com garra e emoção, Diversidade e cultura em viva expressão, Fortalecem a cidade e o espírito da nação. Refrão Terra das águas nascentes, orgulho sem igual, Beleza e história fazem de ti um ideal. Jaraguari querida, Mato Grosso do Sul e Brasil, Nosso lar, nossa vida, cidade gentil. [Estrofe 5] Da mistura de povos, do Sudeste ao Norte a surgir, Vieram mãos e sonhos para juntos construir. Sulistas, nordestinos e nortistas com ardor, Ergueram Jaraguari com trabalho e amor. Fraternidade e esperança são nossa bandeira, E a terra floresce na união verdadeira. [Ponte] Do campo e da cidade és nosso amor, Progresso e tradição, juntos a caminhar. Nos corações se acende tua luz e calor, Cidade querida, símbolo de vida e de amor. Do passado ao futuro, tua história reluz, Jaraguari, esperança que sempre nos conduz. Refrão Terra das águas nascentes, orgulho sem igual, Beleza e história fazem de ti um ideal. Jaraguari querida, Mato Grosso do Sul e Brasil, Nosso lar, nossa vida, cidade gentil. ru0cv5d3oc48qlrr0dgkvdru50o1e2d CIDADE MORENA 0 256883 560594 2026-08-26T00:41:16Z OZANA ANJOS SANTANA 43660 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: CIDADE MORENA No coração do Centro, sob o céu de anil, ergue-se morena, formosa e sutil. Campo Grande é canto, é raiz, é chão, terra que pulsa no peito da nação. José Antônio Pereira, de olhar pioneiro, viu na confluência um sonho inteiro. Entre o Prosa e o Segredo, ergueu o viver, fundou teu destino, moldou teu saber. Das trilhas antigas ao apito do trem, ecoou o progresso que o tempo retém. Quando o Estado nasceu em nova fronteira, fiz... 560594 wikitext text/x-wiki CIDADE MORENA No coração do Centro, sob o céu de anil, ergue-se morena, formosa e sutil. Campo Grande é canto, é raiz, é chão, terra que pulsa no peito da nação. José Antônio Pereira, de olhar pioneiro, viu na confluência um sonho inteiro. Entre o Prosa e o Segredo, ergueu o viver, fundou teu destino, moldou teu saber. Das trilhas antigas ao apito do trem, ecoou o progresso que o tempo retém. Quando o Estado nasceu em nova fronteira, fizeste-te alma, tornaste-te inteira. Cidade planejada, de avenidas e flor, arborizada em verde e cor. No ipê que floresce, a alma se abranda, bela e serena, ó Campo Grande! Tuas gentes se misturam em doce canção: Indígenas, mineiros, japoneses, irmãos. Paraguaios, bolivianos, sulistas também, tecem tua história que nunca tem fim. O Parque das Nações em viva harmonia guarda memórias, cultura e alegria. O Bioparque brilha em azul cristalino, mostrando o Pantanal em caminho divino. Na Praça das Araras, o encanto é fiel, as cores dançam sob o vasto céu. No Lago do Amor, o sossego mora, e o vento no rosto embala a aurora. O Belmar Fidalgo é festa e lazer, quadras e risos a florescer. E no Parque dos Poderes, entre canto e alvor, a cidade respira trabalho e amor. Nos museus da história, o tempo fala: Dom Bosco, MARCO, memória que embala. A Aldeia Marçal, sagrada presença, guarda a herança, a força, a crença. Morada dos Baís, em noite serena, une cultura, sabor e cena. E o Santuário, com fé e emoção, acolhe o povo em devoção. A Catedral reluz, Senhora da Conceição, símbolo vivo da fé em união. O povo celebra, o tereré compartilha, em cada gesto, a paz se perfilha. Na mesa, o sabor é pura união: sobá e chipa, arroz e feijão. Sopa paraguaia, pintado e calor, sabores que lembram trabalho e amor. Ao som da viola, o povo se anima, entre o chamamé e a moda caipira. No Arraial de Santo Antônio, a fé se enfeita, e o Banho de São João renova a colheita. Capivaras passeiam, livres e fiéis, entre ipês dourados e vastos céus. Cidade Morena, de coração aberto, és poema vivido, és lar descoberto. Mato Grosso do Sul, teu canto ecoou, na viola, no vento, no povo que amou. És mistura bendita, canção infinita, terra morena, gentil e bonita. Entre o ontem e o amanhã, tua gente semeia, um futuro que canta, trabalha e anseia. És poema bordado de mil cores, Campo Grande jardim de amores. 9wj59mazdqs75nc6s0vgimq22i6b6gz Histórias maravilhosas da tradição popular portuguesa/O homem de pedra 0 256884 560595 2026-08-26T09:35:48Z Mt516 43586 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{navegar | título = [[../]] | autor = Ana de Castro Osório | tradutor = | seção = O homem de pedra | anterior = [[../História maravilhosa do Príncipe Urso Doce de Laranja/]] | posterior = [[../A menina fadada/]] | notas = }} '''<big>O HOMEM DE PEDRA</big>''' ANDAVA uma vez um Príncipe a viajar, acompanhado dum criado seu que mais se poderia chamar irmão — tal amizade os ligava. Era este criado filho dum sapateiro... 560595 wikitext text/x-wiki {{navegar | título = [[../]] | autor = Ana de Castro Osório | tradutor = | seção = O homem de pedra | anterior = [[../História maravilhosa do Príncipe Urso Doce de Laranja/]] | posterior = [[../A menina fadada/]] | notas = }} '''<big>O HOMEM DE PEDRA</big>''' ANDAVA uma vez um Príncipe a viajar, acompanhado dum criado seu que mais se poderia chamar irmão — tal amizade os ligava. Era este criado filho dum sapateiro que vivia defronte do palácio real. Nascera no mesmo dia e hora em que nascera o Príncipe e a Rainha afeiçoara-se-lhe de tal maneira que mandou fosse criado no Paço e o deixou viver com o filho como se fossem iguais. A tanto chegou aquela amizade e a confiança que nele o Príncipe depositava que, por isso mesmo, os cortesãos não o podiam ver e todos os dias inventavam coisas para o intrigar. O rapaz aborreceu-se, foi ter com o Príncipe e disse-lhe que se ia embora para não aturar mais aqueles ditos da corte. — Pois se tu te vais também eu vou — respondeu-lhe o Príncipe. Pediu licença aos pais e foram ver terras. Um dia encontraram num caminho, abandonado e feito pasto dos corvos, o corpo dum homem a quem os ladrões tinham roubado e morto. Pararam logo e o Príncipe mandou o seu criado à cidade mais próxima para virem buscar o desgraçado. Pagou o Príncipe todas as despesas do enterro, deixando ainda farto dinheiro para a viúva e os órfãos que haviam ficado na miséria. Continuaram os dois o seu caminho até que chegaram a uma terra onde só viam mulheres muito velhas e feias. Intrigados, perguntaram se no país não havia raparigas. — Há — responderam todas — uma Princesa tão linda que ao nascer foi chamada Formosura, mas está encantada num grande palácio no cimo daquele monte e só um Príncipe bom e fiel ao seu amor a poderá lá ir buscar. O Príncipe que isto ouviu, deu de esporas ao cavalo e, seguido do seu criado, foi em busca do palácio onde estava a menina encantada. Chegaram em frente dum enorme portão de ferro, que imediatamente se lhes abriu, como se alguém os estivesse esperando. Entraram num esplêndido jardim onde as flores de todos os feitios, cores e tamanhos se casavam admiràvelmente, perfumando a atmosfera. O palácio, de mármore branco, escondia-se entre a verdura de magníficas árvores. Inúmeras fontes de cristalina água, caindo em tanques de mármore, davam tal encanto e frescura àquela habitação, que a todos alheava do Mundo, das suas misérias, desgostos e alegrias. Só o Príncipe se não esquecia do que ali o trouxera. Dirigiu-se logo para o palácio, onde tudo correspondia às delícias do jardim. As sedas, os veludos e o ouro eram tratados como coisas muito inferiores; as pedras mais preciosas e os mais raros objectos de arte estavam dispostos com tal harmonia que deleitavam os olhos, prendendo o espírito. O Príncipe e o seu criado iam de maravilha em maravilha, sem já saberem o que haviam de admirar mais. Por toda a parte encontravam gentis cavaleiros que, imóveis, contemplavam aqueles esplendores e pareciam escutar os acordes suavíssimos duma divina música. Vozes de Fadas cantavam tão docemente que, a ouvi-las, ali tinham ficado encantados. Só o Príncipe poderia resistir àquela fascinação porque, não olhando para nada, corria de sala em sala em busca da Princesa Formosura, por quem sentia já a mais violenta paixão. À medida que ia avançando encontrava menos cavaleiros, como se a coragem de resistir às riquezas, ao luxo, à arte e a todas as comodidades materiais da vida, lhes fosse faltando a todos, a uns logo à entrada do palácio, a outros quase à porta do quarto onde as Fadas guardavam a linda Princesa, à procura da qual todos eles tinham vindo. Mas, para que um Príncipe a merecesse, era necessário atravessar o ''Palácio das Maravilhas'', sem ter outro desejo que não fosse vê-la. E todos aqueles galantes e nobres senhores se prendiam antes de chegar ao fim. Um porque ouvia música suave; outro porque uma voz o encantava; ainda outro porque o fulgor duma armadura famosa lhe fazia despertar ideias de guerra, desejando-a para ser invencível; outros mais porque os chamavam para o jogo. Enfim, cada um ficava preso por um gosto, imóvel na contemplação do que tinha desejado. Só o Príncipe se não deixou vencer e chegou por fim, seguido sempre do seu fiel criado, a um quarto de que a porta era toda feita de um só brilhante. Mal que ele lhe tocou, abriu-se de par em par, deixando-lhe ver a mais linda, a mais encantadora mulher que seus olhos tinham contemplado e a sua imaginação fantasiado. A Princesa correu para ele de braços abertos, sabendo que só ali poderia entrar um Príncipe de nobre coração e alma forte, a quem ela deveria, confiada, estimar. Trataram logo de sair. Voltando pelas mesmas salas e galerias, iam os outros Príncipes e cavaleiros despertando e seguindo-os, de maneira que à porta do palácio levavam uma grande comitiva. Aí despediram-se, agradecendo todos ao Príncipe Fiel ter-lhes quebrado o encanto, dando-lhe os parabéns pela sua fortuna e oferecendo-se para os acompanhar até aos Estados do Rei seu pai. A todos agradeceu, dizendo-lhes que ele e o seu criado acompanhariam a Princesa; que partissem a ver as suas famílias e Estados e depois fossem assistir às suas bodas, as quais se fariam logo que chegassem ao Reino. Prometeram todos, à fé de cavaleiros, fazê-lo e cada um seguiu o seu caminho. O Príncipe, a Princesa e o criado montaram a cavalo, correndo tanto quanto os animais podiam, pois ele temia que viesse ainda algum encanto roubar-lhe a sua noiva. À noite chegaram a uma floresta muito escura e o Príncipe e a Princesa cansados da jornada adormeceram debaixo duma árvore, guardados pelo fiel criado, que nem se lembrava de fechar os olhos, pronto a defender os seus amos, se fosse preciso. Alta noite, viu ele quatro formosas mulheres vestidas de branco, tão claras que pareciam feitas de luar. Traziam umas varinhas de prata na mão e avançavam sem andar, com aérea graça. Conheceu o rapaz que eram quatro Fadas e fechou os olhos a fingir que dormia para ouvir o que dissessem. Chegou a primeira e, olhando os noivos, tocou-lhes com a sua varinha de condão, murmurando: — O Príncipe é bonito e a Princesa ainda é mais bonita. Mas ali adiante há um laranjal, há-de pedir uma laranja, há-de comer e há-de arrebentar. Quem isto ouvir e contar em pedra mármore se há-de tornar. Passou a segunda e, tocando-lhes com a vara que trazia na mão, disse: — O Príncipe é bonito e a Princesa ainda é mais bonita. Mas, se dessa escapar, mais adiante há uma fonte, há-de pedir água, há-de beber e há-de arrebentar. E quem isto ouvir e contar em pedra mármore se há-de tornar. Veio a terceira Fada e, tocando-lhes também com a sua varinha de condão, disse: — O Príncipe é bonito e a Princesa ainda é mais bonita. Mas, se dessa escapar, os muros da cidade cairão ao passar e a ambos hão-de matar. E quem isto ouvir e contar em pedra mármore se há-de tornar. Chegou a quarta Fada e, fazendo o mesmo que as outras, disse: — O Príncipe é bonito e a Princesa ainda é mais bonita. Mas, se de tudo isso escapar, na noite do casamento virá uma serpente que a ambos há-de matar. E quem isto ouvir e contar em pedra mármore se há-de tornar. E sem mais dizerem, as quatro Fadas desapareceram por entre as árvores. O criado ficou estarrecido de pavor. Por sua vontade tudo contaria ao Príncipe, mas feito em pedra bruta de que serviria ele no Mundo? Toda a noite levou a pensar no que devia fazer. De manhã, quando se puseram a caminho, ia mais triste do que a desgraça, ao contrário dos noivos que não faziam senão rir e conversar. Todo o Mundo lhes parecia pequeno para a sua felicidade. Foram andando e ao sairem do bosque viram um laranjal muito viçoso, cheio de laranjas, tão amarelas e bonitas que pareciam frutos de ouro. A Princesa, logo que as viu, teve um desejo imenso de comer uma e pediu ao Príncipe que lha mandasse buscar. O criado foi, mas escolheu uma do chão, muito podre e cheia de terra, e trouxe-lha, dizendo: — Que de longe pareciam boas, mas ao pé eram todas assim. A Princesa, desgostosa, não comeu. Mais adiante, viram uma fonte com água muito límpida, e a Princesa, que levava sede, ficou satisfeitíssima. Foi o criado buscá-la num precioso jarro de prata, mas, disfarçadamente, deitou-lhe dentro um punhado de terra. Apresentando-lha disse: — Que a água era lodosa e não se podia beber. A Princesa, apesar de ter bastante sede, achou a água repugnante e não a quis. Quando já iam perto da capital do Reino, de que era Soberano o pai do Príncipe, mandou este um aviso para terem tudo preparado, pois que ele queria casar sem demora. Foi o criado e, em nome do Príncipe, mandou dizer que deitassem abaixo os muros da cidade para caber mais gente. Assim fizeram e os Príncipes, por isso, puderam passar sem haver perigo nenhum. O povo aclamava-os e deitava-lhes flores no caminho. Fora da cidade, umas poucas de léguas, esperava-os o Rei, seguido de toda a sua corte e de todos os Príncipes que haviam estado no ''Palácio das Maravilhas'', os quais, por serem homens e cavaleiros habituados a andar sempre em correrias, tinham chegado primeiro que a Princesa Formosura e os seus salvadores. Os velhos Reis ficaram contentíssimos por tornarem a abraçar o filho e gostaram imenso da noiva, tratando-a logo como filha. Começaram os arranjos para o casamento, e enquanto este se não fez houve bailes e festas sem conto. A noiva era um verdadeiro encanto, tão boa, tão linda, tão amável e inteligente, que ninguém a via que a não ficasse amando. Estavam todos muito contentes, sem pensarem que a desgraça anda sempre atrás da fortuna. Só o criado do Príncipe andava melancólico, não sabendo como poderia livrar os noivos da serpente que, na noite do casamento, viria para os matar. Cada dia que passava era um novo tormento para ele. Chegou, por fim, essa noite, porque no Mundo nada há que seja eterno. Por mais vagaroso que o tempo caminhe, sempre vai mais depressa do que nós às vezes desejamos. O criado foi meter-se debaixo da cama com uma espada na mão. Vieram os noivos, deitaram-se e adormeceram. De repente, uma serpente monstruosa apareceu, de boca escancarada, para os devorar. Então, o criado saiu do esconderijo e com uma espadeirada partiu o monstro pelo meio. Infelizmente, o sangue espirrou para a cara dos noivos, acordando-os sobressaltados. O Príncipe apesar da sua confiança no criado imaginou que ele os queria matar, pois nada mais via senão a ele com a espada nua. Da serpente, como era encanto, nem sombra aparecia. Perguntou-lhe o que significava aquele sangue e qual a razão porque se encontrava ali armado, mas o rapaz nada dizia temendo ver-se transformado em pedra, como as Fadas tinham dito. Foi preso, com grande alegria da corte, pois todos embirravam com o pobre moço pela grande confiança e amizade que lhe dedicava o Príncipe. Julgaram-no e, como ele não dizia nada, foi condenado à morte. Já em caminho da forca, pediu para dizer algumas palavras. Voltou-se para o Príncipe e começou: — Não se lembra quando nós ficámos no bosque? Eu não dormia e então vi quatro Fadas que, passando junto de nós, disseram o que se havia de passar. Disse a primeira: — «O Príncipe é bonito e a Princesa ainda é mais bonita. Mas ali adiante há um laranjal; há-de pedir uma laranja, há-de comer e há-de arrebentar. E quem isto ouvir e contar em pedra mármore se há-de tornar». Quando a Princesa apeteceu as laranjas fui buscar uma e escolhi das do chão e já podre para que ela a não comesse. Mal o rapaz isto acabou de dizer, ficou de pedra até aos joelhos. O Príncipe gritou: — Basta, basta!... Não digas mais! — Não — respondeu ele — já que desconfiaram de mim, tudo quero contar. E, depois, continuou: — Veio a segunda Fada e disse: — «O Príncipe é bonito e a Princesa ainda é mais bonita. Mas, se dessa escapar, adiante há uma fonte, há-de pedir água, há-de beber e há-de arrebentar. E quem isto ouvir e contar, em pedra mármore se há-de tornar». Por isso eu fui buscar água e deitei-lhe terra para a Princesa a não querer. Mal isto disse, ficou em pedra até à cintura. O Príncipe pedia-lhe que não dissesse mais, mas o rapaz quis continuar: — Veio a terceira Fada e disse: — «O Príncipe é bonito e a Princesa ainda é mais bonita. Mas, se disso escapar, os muros da cidade cairão ao passar e a ambos hão-de matar. E quem isto ouvir e contar em pedra mármore se há-de tornar». E então mandei ordem em vosso nome, para desmancharem os muros. Quando isto disse, ficou em pedra até ao pescoço. — Por último, chegou a quarta Fada e disse: — «O Príncipe é bonito e a Princesa ainda é mais bonita. Mas, se disso tudo escapar, na noite do casamento virá uma serpente que a ambos há-de matar. E quem isto ouvir e contar em pedra mármore se há-de tornar». Foi por esta razão que eu me meti debaixo da cama para matar a serpente e que incorri no vosso desagrado. Logo que acabou de dizer estas palavras ficou completamente transformado numa estátua de mármore. O Príncipe chorava, não se podendo consolar de ser a causa da desgraça do seu amigo fiel. Mandou-o pôr no seu quarto e deu logo ordem para irem mensageiros a todos os países do Mundo a ver se algum sábio era capaz de o vir curar, que, se o fizesse, lhe daria em paga tudo quanto pedisse. Como este anúncio era levado a todos os cantos da Terra e em toda aparte era conhecida a riqueza e lealdade daquele Príncipe, chegaram os Sábios mais afamados, os Médicos mais instruídos, os Feiticeiros mais poderosos. Uns, montados em grandes elefantes, tinham vindo da índia. Outros da Pérsia, o país dos Magos. Montados em camelos haviam atravessado os desertos. E os seus olhos eram fundos como a própria ciência e as suas barbas tinham embranquecido no estudo. Louros sábios do Norte desanimavam da sua apregoada sabedoria e mais de um se deixou morrer de mágoa. Médicos de todas as escolas, homens de todas as cores e regiões, fizeram aquela romaria, sem resultado. Voltavam sem conseguirem dar vida à pedra bruta. Assim passou ano e dia sem que o Príncipe tivesse um momento de satisfação, sempre ralado de remorsos. Por esse tempo teve a Princesa um filho, que era o encanto dos pais e avós. Não viam outra coisa; era a criancinha a alegria do palácio. O Príncipe, que adorava a esposa como no primeiro dia em que a vira, amava o filho extraordinàriamente. Era ele a maior consolação que tinha para distraí-lo do seu grande desgosto. Assim foi passando o tempo e já pouca esperança havia de ressuscitar o rapaz, quando chegou ao palácio um velho, com as barbas crescidas até à cintura e com o parecer tão desfigurado e temeroso que diante dele todos se afastavam cheios de respeito, julgando-o um Santo que tivesse descido do altar. Caminhou com lentidão até chegar junto do Príncipe que, atónito, o olhava. — Príncipe — disse, erguendo a mão direita — sei que tens o máximo empenho em fazer reviver o teu fiel servidor. Só eu o posso fazer voltar à vida, mas para isso é necessário que tu queiras sacrificar-lhe uma pessoa que muito amas. O Príncipe empalideceu e olhou os pais, a mulher e o filhito, que nos braços da sua ama ria para o velho, estendendo-lhe os bracinhos. Mas, cobrando ânimo, respondeu: — Senhor, dizei, que tudo será feito para dar vida ao homem que tanto fez por mim e por minha esposa. Então o velho, com voz que a todos fez tremer, disse: — Só o sangue de teu filho pode tornar em carne a pedra mármore. A Princesa, mal que isto ouviu, tombou sem sentidos. Os Reis fugiram a chorar. As damas, cavaleiros, pagens, criados, tudo quanto havia no palácio chorava e gritava de aflição. Já o povo começava a juntar-sé debaixo das janelas, gritando também, sem mesmo saber do que se tratava. Só o Príncipe ficara silencioso e triste. E pegando no filho entregou-o ao velho, murmurando: — Salvai o meu amigo. Ele sacrificou-se por nós. É justo que lhe sacrifiquemos aquilo que mais amamos no Mundo. — Bem! Agora vejo que é sincero o teu arrependimento e grande a amizade que tens por este homem fiel, que por ti se deixaria matar. Aqui tens o teu filho, que Deus fará bom e tão nobre cavaleiro como tu. E, chegando à estátua de pedra, passou-lhe as mãos por cima e logo o rapaz ficou alegre e cheio de vida como era. O Príncipe que não voltava a si de surpresa e satisfação, correu para ele de braços abertos. Por muito tempo se conservaram abraçados, chorando de felicidade. Depois, voltou-se para o velho, dizendo-lhe que pedisse tudo quanto quisesse, que tudo lhe daria de boa vontade. Mas o velho sorriu, respondendo: — Que Deus o enviara à Terra para livrar o bom e fiel criado e ao mesmo tempo recompensar o Príncipe da sua caridade para com os mortos, as viúvas e os órfãos. Queria Deus mais uma vez, mostrar ao Mundo como todas as boas acções lhe eram, presentes. Dito isto, desapareceu. Quando a Princesa voltou a si e viu o filho com vida, ia morrendo de alegria. Ficou satisfeitíssima pela milagrosa cura do bom criado, que tantas vezes lhe tinha dado provas da sua estremosa dedicação. Restabeleceu-se a alegria por toda a parte, e onde, havia pouco, se ouviam gemidos, agora risos e festas se escutavam. O Príncipe elevou o criado às maiores dignidades do Reino e mandou que todos o respeitassem e lhe obedecessem como se fosse seu irmão. E foram felizes por terem sido fiéis ao amor, à amizade e ao dever. [[Categoria:Histórias maravilhosas da tradição popular portuguesa|O homem de pedra]] 423epl8x8hnx92s5vqlblnbp7awx8ws