Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.47.0-wmf.18 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Boa-noite 0 7702 561399 193295 2026-09-03T00:26:36Z André Koehne 260 revisão segundo Obras Completas de C.A. por Afrânio Peixoto, 3ª ed. 1944 pp 104-106 - vide pág. de discussão a seguir 561399 wikitext text/x-wiki {{navegar |obra=Boa-noite |autor=Castro Alves |notas={{integra|poema=[[Espumas Flutuantes]]}} }}<poem> {{d|''Veux-tu donc partir? Le jour est encore éloigné;'' ''C'était le rossignol et non pas l'alouette,'' ''Dont le chant a frappé ton oreille inquiete;'' ''Il chante la nuit sur les branches de ce grenadier.'' ''Crois-moi, cher ami, c'était le rossignol.'' [[Autor:William Shakespeare|SHAKESPEARE]]}} Boa-noite, Maria! Eu vou-me embora. A lua nas janelas bate em cheio. Boa-noite, Maria! É tarde... é tarde... Não me apertes assim contra teu seio. Boa-noite!... E tu dizes &mdash; Boa-noite. Mas não digas assim por entre beijos... Mas não mo digas descobrindo o peito, &mdash; Mar de amor onde vagam meus desejos. Julieta do céu! Ouve... a ''calhandra'' Já rumoreja o canto da matina. Tu dizes que eu menti... pois foi mentira... ... Quem cantou foi teu hálito, divina! Se a estrela-d'alva os derradeiros raios Derrama ''nos jardins do Capuleto'', Eu direi, me esquecendo d'alvorada: "É noite ainda em teu cabelo preto..." É noite ainda! Brilha na cambraia &mdash; Desmanchado o roupão, a espádua nua &mdash; O globo de teu peito entre os arminhos Como entre as névoas se balouça a lua... É noite, pois! Durmamos, Julieta! Rescende a alcova ao trescalar das flores, Fechemos sobre nós estas cortinas... &mdash; São as asas do arcanjo dos amores. A frouxa luz da alabastrina lâmpada Lambe voluptuosa os teus contornos... Oh! Deixa-me aquecer teus pés divinos Ao doudo afago de meus lábios mornos. Mulher do meu amor! Quando aos meus beijos Treme tua alma, como a lira ao vento, Das teclas de teu seio que harmonias, Que escalas de suspiros, bebo atento! Ai! Canta a cavatina do delírio, Ri, suspira, soluça, anseia e chora... Marion! Marion!... É noite ainda. Que importa os raios de uma nova aurora?!... Como um negro e sombrio firmamento, Sobre mim desenrola teu cabelo... E deixa-me dormir balbuciando: &mdash; Boa-noite!, formosa Consuelo!... </poem> {{d|S. Paulo, 27 de agosto de 1868.}} [[Categoria:Espumas Flutuantes]] 5lv2iapburclq809vyywdwhbdpy27u1 Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/335 106 37678 561400 364639 2026-09-03T01:01:52Z Junglk 34905 /* Revista */ 561400 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh|313|DOM JOÃO VI NO BRAZIL|313}}</noinclude>pava o vice-rei Liniers n’uma carta muito digna dirigida a Dona Carlota, patenteando a deslealdade da missão do marechal Curado—mais espião do que negociador, reza o documento <ref>Carta de 30 de Janeiro de 1809, publicada na revista ''{{lang|es|La Biblioteca}}'', dirigida por Paul Groussac, Buenos Ayres, Maio de 1897, anno II, n. 12.</ref>—para a qual se tinham invocado falsamente designios commerciaes. Na sua correspondencia official para Hespanha <ref>{{lang|en|British Museum}}, ''Cod. cit.''</ref> explicava Santiago Liniers que recebera o enviado portuguez porque do contrario se expunha a um insulto publico, quando infelizmente carecia de tempo para organizar um plano defensivo do vice-reinado. O dinheiro espalhado em Montevidéo pelo emissario referido ajudara todavia a sublevação local contra a sua auctoridade, escrupulosamente leal á Junta que estava representando legal e effectivamente o poder do soberano sequestrado; e tanto convinha á côrte do Rio de Janeiro fomentar a divisão platina, que por esse tempo alli se tratava de obrigar o general D. Pascual Ruiz Huidobro a regressar para a Europa afim de não assumir o seu governo de Montevidéo e assim annullar a separação provocada por Elio. A missão Rivera, em que o vice-rei assentara, a qualificava elle entretanto de pacifica, destinada a tornar saliente a differença da missão Curado e da obra perfida de Linhares, chamando para a sua confrontação a attenção da justiça do Principe Regente, emquanto ganhava tempo para ir tomando as medidas adequadas á defeza da extensa fronteira platina e mesmo mover um geral ataque contra a fronteira brazileira; ou então, no caso de invasão, crear uma diversão cahindo sobre o Rio Grande do Sul. E’ certo que denotava<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> lkw176q8zm7j6xarokb7tdrankbe10i 561401 561400 2026-09-03T01:02:14Z Junglk 34905 561401 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||DOM JOÃO VI NO BRAZIL|313}}</noinclude>pava o vice-rei Liniers n’uma carta muito digna dirigida a Dona Carlota, patenteando a deslealdade da missão do marechal Curado—mais espião do que negociador, reza o documento <ref>Carta de 30 de Janeiro de 1809, publicada na revista ''{{lang|es|La Biblioteca}}'', dirigida por Paul Groussac, Buenos Ayres, Maio de 1897, anno II, n. 12.</ref>—para a qual se tinham invocado falsamente designios commerciaes. Na sua correspondencia official para Hespanha <ref>{{lang|en|British Museum}}, ''Cod. cit.''</ref> explicava Santiago Liniers que recebera o enviado portuguez porque do contrario se expunha a um insulto publico, quando infelizmente carecia de tempo para organizar um plano defensivo do vice-reinado. O dinheiro espalhado em Montevidéo pelo emissario referido ajudara todavia a sublevação local contra a sua auctoridade, escrupulosamente leal á Junta que estava representando legal e effectivamente o poder do soberano sequestrado; e tanto convinha á côrte do Rio de Janeiro fomentar a divisão platina, que por esse tempo alli se tratava de obrigar o general D. Pascual Ruiz Huidobro a regressar para a Europa afim de não assumir o seu governo de Montevidéo e assim annullar a separação provocada por Elio. A missão Rivera, em que o vice-rei assentara, a qualificava elle entretanto de pacifica, destinada a tornar saliente a differença da missão Curado e da obra perfida de Linhares, chamando para a sua confrontação a attenção da justiça do Principe Regente, emquanto ganhava tempo para ir tomando as medidas adequadas á defeza da extensa fronteira platina e mesmo mover um geral ataque contra a fronteira brazileira; ou então, no caso de invasão, crear uma diversão cahindo sobre o Rio Grande do Sul. E’ certo que denotava<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> ryldkeg85uyq4nx5omr7d5cmgc4eh8y Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/336 106 37679 561402 364640 2026-09-03T01:06:50Z Junglk 34905 /* Revista */ 561402 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh|314|DOM JOÃO VI NO BRAZIL|}}</noinclude>tino e previdencia a collocação no Rio de Janeiro de um representante da colonia logo depois da chegada da familia real, para conhecer e possivelmente obstar ao que infallivelmente se ia tramar contra a integridade platina. No exercicio das suas prerogativas de vice-rei, o mandava Liniers contra a representação formal do Cabildo de Buenos Ayres. Esta corporação municipal considerara justamente o acto da trasladação da côrte como ameaçador para a preservação do dominio castelhano no Rio da Prata e demonstrativo da intima alliança entre Portugal e Inglaterra, de cujo commercio sul-americano queria o governo portuguez dar mostras de favonear a expansão, depois de haver offerecido os seus bons officios para sustar possiveis hostilidades britannicas contra as possessões hespanholas da costa oriental <ref>Instrucções do vice-rei Liniers a D. Lazaro Rivera na revista ''{{lang|es|La Biblioteca}}'', Agosto de 1897, anno II, n. 15. <p>Pelo tratado de commercio de 1810 consentiria o governo do Principe Regente em que todos os portos dos dominios portuguezes onde pudessem funccionar alfandegas, fossem portos francos para a recepção e reexportação de todos os artigos de producção ou manufactura britannica. Com vista no commercio do Rio da Prata se declararia especialmente pelo artigo XXII porto franco o de Santa Catharina—“afim de facilitar, e animar o legitimo commercio não somente dos vassallos da Grande Bretanha, mas tambem dos de Portugal, com outros Estaços adjacentes aos seus proprios dominios.”</p></ref>. Bastavam, na opinião do Cabildo, a inimizade secular e profunda entre a Hespanha e a Grã Bretanha e a cordialidade que se ostentava entre esta potencia e Portugal, para que a propria côrte de Madrid, si n’ella continuassem os Bourbons, se furtasse a mandar um representante diplomatico para o Brazil. A verdade é que o marquez de Casa Irujo, primeiro ministro hespanhol no Rio de Janeiro, só chegou ao seu posto quando a Hespanha, desilludida com o seu breve idyllio napoleonico, se afastou da França para se lançar nos braços da Inglaterra e, juntas com Portu-<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> tsna4x7pwvfs8jl8zqemwd84szskkqt Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/337 106 37680 561403 364641 2026-09-03T01:10:52Z Junglk 34905 /* Revista */ 561403 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||DOM JOÃO VI NO BRAZIL|315}}</noinclude>gal, encetarem a inolvidavel campanha peninsular que levou Wellington a Tolosa e mais tarde permittio Waterloo. Era Liniers o primeiro a oppor-se com inquebrantavel firmeza a tudo quanto fosse alterar, em beneficio directo ou indirecto de Portugal, a ordem de cousas oriunda das condições hespanholas, posto que profundamente perturbadas. Não é portanto de espantar que fosse elle radicalmente infenso emquanto governou, a saber, emquanto o não obrigaram a retirar-se do governo, ás vistas egoistas da Princeza Dona Carlota, por mais que esta o pretendesse captar. Antes de apparecer na liça como pretendente seriamente disposta a fazer valer seus direitos a futura Rainha de Portugal, sabemos com quanto desassombro o vice-rei de Buenos Ayres, fortemente apoiado no Cabildo que o instigava á repulsa, rejeitara o offerecimento de Linhares de tomar Portugal sob a sua protecção a colonia desamparada em vista da subjugação da Hespanha pela França <ref>Escreve o general Mitre na Historia de Belgrano que por essa occasião chegou Liniers a pensar muito a serio em invadir o Brazil e renovar as proezas castelhanas de D. Pedro Ceballos. Já verificamos comtudo, pelas proprias declarações officiaes do vice-rei, que se não achava elle com elementos para executar tão audacioso projecto, a menos de n’elle se reencarnar o espirito de D. Quixote.</ref>, e congraçal-a com a Grã Bretanha, onde a conquista definitiva do Rio da Prata despertara o mais vivo enthusiasmo e acirrara os appetites de riquezas tão predominantes. Tampouco, não obstante ser Francez de nascimento e andar rodeado de Francezes, attendera Santiago Liniers ás seducções do marquez de Sassenay, mandado de Bayonna por Napoleão em missão ao Rio da Prata, quando se deram a abdicação de Carlos IV e a desistencia de direitos dos seus filhos. Foi essa missão motivo até para o vice-rei resolver com os membros do ''{{lang|es|Ayuntamiento}}'' fazer proceder sem mais<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> sh98jiac2s7gm4wo01coptsiq3teey4 Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/338 106 37681 561405 364642 2026-09-03T01:16:45Z Junglk 34905 /* Revista */ 561405 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh|316|DOM JOÃO VI NO BRAZIL|}}</noinclude>demora á acclamação de Fernando VII <ref>E’ muito extraordinario que a fidelidade testemunhada por Liniers á sua patria adoptiva e ao seu Rei legitimo, desprezando as insinuações de Napoleão, por quem professava aliás a maior admiração, seja razão para o historiador Mitre, levado por exaggerados preconceitos nativistas, o apodar de irresoluto, falho em determinação e destituido da coragem decisiva que conduz aos grandes feitos. Obrou pois muito acertadamente o Sr. Paul Groussac restabelecendo nos seus estudos sobre Liniers (revista ''{{lang|es|La Biblioteca}}'' e ''{{lang|es|Annales}}'' da Bibliotheca de Buenos Ayres) a verdadeira figura moral do heroe da Reconquista, o qual procedeu em todas estas emergencias com reserva e lealdade dignas de um paladino feudal. Os ensaios do Sr. Groussac sobre o seu compatriota de berço poderiam ser suspeitos de nimia sympathia, si os não comprovassem tantos documentos annexos.</ref>, a quem Elio, em Montevidéo, se dizia mais directamente ligado e mais estritamente fiel, si bem que não dispensando igualmente a auctoridade de pendor autonomico e o poder intermediario de uma Junta. De resto seu fito verdadeiro, na opinião expressa de Presas, era dar Liniers por infiel e succeder-lhe no governo geral do vice-reinado. O facto é que n’esse malfadado ''embroglio'' platino cada qual procurava enganar o outro, adversario ou amigo, todos afinal se enganando a si mesmos. Nunca houve uma mais completa ''{{lang|fr|journée des dupes}}''. Elio, a quem as Côrtes de Cadiz elevaram afinal ao vice-reinado, dando-lhe Vigodet por successor no governo de Montevidéo, servia-se do apoio moral da côrte portugueza para combater a Junta da capital platina ao proprio tempo que, por conselho tambem de Casa Irujo, não aceitava o offerecimento, o qual já em 1810 lhe era feito, de um contingente de 700 homens para guarnecer a sua praça e investir a de Buenos Ayres, temendo que o soccorro desse em conquista. Linhares protestava que o Principe Regente se desinteressava das dissensões intimas do Rio da Prata, ainda que reservando sua sympathia para qualquer combinação governativa que guardasse a fidelidade devida ao Rei d’Hespa-<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> 8he3vmkwnp2xyhi58rya1vm0saznvu5 Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/339 106 37682 561406 364643 2026-09-03T01:20:13Z Junglk 34905 /* Revista */ 561406 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||DOM JOÃO VI NO BRAZIL|317}}</noinclude>nha: apenas, na phrase do ministro, “adoptará os meios que julgar necessarios para impedir que a chama da guerra civil se não extenda aos seus dominios”. Entretanto a idéa fixa de D. Rodrigo era a reconquista da margem septentrional-oriental do Prata, o limite natural, comquanto apparentasse proteger as pretenções de Dona Carlota ao ponto de mandar dous emissarios ao Paraguay, a conferencias com o governador Velasco e outros altos personagens locaes, de que resultaram a proclamação da regencia da Princeza do Brazil. O peor comtudo, para os projectos do ministro portuguez, foi que não perdurou o triumpho. Assim como em Buenos Ayres as intrigas entre agentes do Rei deposto, do Rei usurpador e do Principe cobiçoso, supposto protector da Infanta ambiciosa sua esposa, redundaram em completo beneficio dos partidarios da emancipação politica; em Assumpção a resolução dos magistrados produziu tal decepção e reacção tamanha que o governador foi expulso e se organizou uma Junta de que era secretario o ao depois mui famoso Francia. Porventura se desvendou qualquer conchavo secreto pelo qual a Princeza do Brazil, em troca dos serviços do marido no ajudal-a a obter a governança das colonias platinas, ou então a regencia hespanhola para a qual ao mesmo tempo se andava cabalando em Cadiz, se promptificara a fazer-lhe concessões territoriaes á custa dos vastissimos dominios americanos da corôa de Hespanha. Pelo menos affirma Poinsett, agente commercial dos Estados Unidos em Buenos Ayres <ref>Carta de 30 de Maio de 1811, ao ministro no Rio, Sumter, no Departamento d’Estado de Washington.</ref>, que o movimento favoravel á Junta occorrido no Paraguay e que se podia ter como o reflexo do incendio revolucionario do Prata, fôra motivado<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> py2rtw1063ap11uu7uvybqybhdv0lgz Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/340 106 37683 561407 364645 2026-09-03T01:23:20Z Junglk 34905 /* Revista */ 561407 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh|318|DOM JOÃO VI NO BRAZIL|}}</noinclude>pela descoberta de uma correspondencia entre os Europeus (o partido hespanhol) e a Princeza do Brazil, tendente a entregar aquella provincia interior do vice-reinado a Portugal. De resto o plano intimo de Linhares não se via n’aquella occasião ajudado, nem pelo estado miseravel da fazenda publica, que acabava de ser momentaneamente restaurada com um emprestimo britannico de 600.000 libras esterlinas (de que existiam adiantamentos) com garantia dos rendimentos da ilha da Madeira e de parte do producto dos monopolios dos diamantes, pau-brazil, marfim e urzela, nem pela lastimavel situação naval e militar, achando-se os bons elementos empenhados em repellir as aggressões francezas, para o que era pouco o melhor dos recursos portuguezes. Por isso aconselhava Hippolyto de Londres, por meio do seu periodico, o Principe Regente a organizar primeiro o governo interno civil brasileiro, que sem paradoxo o tornaria militarmente muito mais poderoso, para pensar em occupar por força das armas as colonias hespanholas que namorava e a que se julgava com direito por parte da Infanta sua consorte, herdeira dos titulos á successão na America da dynastia destituida na Europa. O criterio de Hippolyto em materia de imperialismo seria sensato, mas carecia de afoiteza e mesmo de previsão. Outra vez dava elle curso no ''Correio Braziliense'' á opinião de que, si o governo do Rio nutria tenção de extender a sua fronteira sul até o Prata, poderia fazer concessões no norte aos Hespanhoes, entregando-lhes os territorios além do Amazonas: como si para se tornar o Brazil participe do estuario platino devesse abrir mão do dominio da bacia amazonica, installando os Castelhanos n’uma das margens da grande<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> pu6b0fh0zh30f67rn5a0b2maejmd9so Utilizador:Erick Soares3 2 184902 561361 560625 2026-09-02T20:42:18Z Erick Soares3 19404 561361 wikitext text/x-wiki {{página de usuário}} {{#babel:pt-br|en-3}} {{Userbox/Idade|dia=24|mes=12|ano=1999}} [[W:Usuário:Erick Soares3|Página na Wikipédia]]. [https://xtools.wmflabs.org/pages/pt.wikisource.org/Erick%20Soares3/all#106 Meu trabalho feito aqui] ;Trabalhos que desejo adicionar {| class="wikitable sortable mw-collapsible mw-collapsed" |- ! WS !! Livro !! Páginas |- |en |[[:en:Index:Machado of Brazil (Machado).djvu|Machado of Brazil]] |246 |- |pt |[https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/66332 Luiz Gama] |49 |- |pt |[[Galeria:Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar - A.R.T.S - 1868.pdf|tratado]] |128 |- |en |[[:en:Index:The Spitting Image of a Man.pdf|The Spitting Image of a Man]] |36 |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_nas_cataratas.pdf 1] |127 |- |en |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_at_the_falls.pdf 2] |126 |- |es |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_en_las_cataratas.pdf 3] |126 |- |pt |[[:File:VLS-1 V01 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V01]], [[:File:VLS-1 V02 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V02]] e [[:File:Acidente de Alcântara (Diário do Congresso Nacional).pdf|V03]] [[:File:Acidente de Alcântara (Anais do Senado Federal).pdf|V03]] |103 |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Direitos_das_mulheres_e_injusti%C3%A7a_dos_homens.pdf direitos] ([https://piaui.folha.uol.com.br/travessura-revolucionaria/ ler também]) |78 |- |en |[https://www.scielo.br/j/bjr/a/9H85ZdP37xWMh6QPcCgDzSy/?lang=en scandal] ([https://bjr.sbpjor.org.br/bjr/article/view/1673 1]) | 37 |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Theophilo e Sodré]] |161 |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Problema]] |106 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 1]] |79 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768877 Evolução] |52 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 local no ws] |244 |- |pt |[[Galeria:Lara, tr. T. A. Craveiro (1837).pdf|Lara]] |59 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 2]] |71 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/hnUlAQAAMAAJ América] |254 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 Revo] |244 |- |pt |[https://www.google.com.br/books/edition/O_minotauro/4N3uAAAAMAAJ?hl=pt-BR&gbpv=0&bsq=%22Monteiro%20Lobato%22 Minotauro] |220 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 3]] |30 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|VIII-XI]] |40 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XII-XV]] |35 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XVI-XIX]] |35 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XX-XXIII]] |38 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XXIVV-XXVIII]] |37 |- |pt |[[:File:Muito além de Leonel Brizola.pdf|Brizola]] |215 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/2Qu6Ve1nPdwC Memorias] |144 |- |pt |[https://web.archive.org/web/20240305091556/https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/wp-content/uploads/tainacan-items/2868/8629/mml_obr0025.pdf Viagem ao Céu] |152 |- |pt |[https://www.google.com.br/books/edition/_/AjzuAAAAMAAJ?hl=pt-BR Robin Hood] |245 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos II-III]] |42 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos IV-VI]] |63 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos VII-IX]] |85 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos X-XII]] |77 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos XIII-XV]] |68 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos XVI-XIX]] |89 |- |pt |[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont|IX-X]] |54 |- |pt |[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont|XI-fim]] |63 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.1]] |80 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.2-3]] |83 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.4-IV.5]] |62 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.6]] |42 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.7-8]] |278 |- |pt |[[Galeria:Jean de Léry - História de uma Viagem Feita à Terra do Brasil (trad. Monteiro Lobato, 1926).pdf|Terra do Brasil]] |285 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (II).pdf|Napoleão 2]] |499 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/QiA_AAAAIAAJ Pommery] |210 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768246 Constituição paulista] |43 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8872 estrella] |209 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 5]] |53 |- |pt |[https://books.google.ch/books?id=p8BLAQAAIAAJ&hl=pt-BR&source=gbs_navlinks_s Exilio] |200 |- |en |[[:s:en:Index:Youth and children’s adaptations to COVID-19 in Brazil.pdf|youth]] |108 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. IV]] |103 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. V]] |33 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. VI-IX]] |55 |- |pt ||[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. X]] |53 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. XII]] |121 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. XIII]] |32 |- |pt |[https://www.editorafi.org/ebook/534bolsonarismo bolf] |159 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|On the Moon]] |148 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Beyond the Earth]] |169 |- |en |[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Goals of Stellar Navigation]] |36 |- |pt | [[:File:Diretas já (Pedro Simon, 1984).pdf|Diretas já]] |66 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Fundamentos]] |141 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Audacias]] |73 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Vitória]] |53 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 8-10]] |91 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 11-13]] |71 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 14]] |40 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 15]] |51 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros Trd/Ref]] |56 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 7]] |81 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/768199 Mon to Rep] |303 |- |pt |[[Galeria:Efêmero Revisitado.pdf]] |193 |- |pt |[[Galeria:Revista da Exposição Anthropologica Brazileira (1882).pdf|Revista da exposição]] |145 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8913 Barão] |142 |- |pt |[[Galeria:Os Noivos (v.2).pdf]] |472 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 2).pdf|Federalista 2]] |282 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38769569 O cerco do corintho] |50 |- |pt |[[Galeria:Cronicas-de-um-Tetranacional-do-Software-Livre.pdf]] |119 |- |pt |[[Galeria:Openldap Ultimate.pdf|Openldap]] |199 |- |pt |[[Galeria:Idéas de Géca Tatú.pdf|Géca]] |211 |- |pt |[[Galeria:Contos Escolhidos.pdf|Contos]] |239 |- |pt |[[Galeria:A Cultura é Livre.pdf]] |254 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|2-5]] |35 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|6-10]] |49 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|11-15]] |45 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|Restante]] |64 |- |pt |[[:File:Preito a Camões.pdf|Camões]] |51 |- |en |[https://www.jstor.org/stable/community.38767573 Minor Camões] |33 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 3).pdf]] |243 |- |pt |[[Galeria:O Senhor D. Pedro II, imperador do Brasil, biographia, por Joaquim Pinto de Campos ; e com uma advertencia por Camillo Castello Branco.pdf|Biografia do Senhor D. Pedro II]] |96 |- |pt |[[:File:Statira e Zoroastes.pdf|Statira]] |56 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38769995 Portugal, Brasil e Grã-Bretanha] |53 |- |en |[https://www.jstor.org/stable/community.38768623 Portugal, Brazil and United Kingdon] |32 |- |pt |[[:File:Da vida e feitos de Alexandre de Gusmão e de Bartholomeu Lourenço de Gusmão.pdf|Da vida]] |117 |- |pt |{{livro digitalizado|Os Sabios Illustres|Os Sabios Illustres.pdf}} |162 |- |pt |{{livro digitalizado|Galeria Illustre (Mulheres Célebres)|Galeria Illustre (Mulheres Célebres).pdf|Galeria Illustre}} |173 |- |pt |{{livro digitalizado|A Genealogia da Moral|A genealogia da moral.pdf}} |176 |- |pt |[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/memorias-da-emilia/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&search=Mem%C3%B3rias&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Memorias da Emilia] |122 |- |pt |{{livro digitalizado|Diario de um Soldado (Vol. 1)|Diario de um Soldado Vol. 1.pdf|Diário de um soldado}} |189 |- |pt |{{livro digitalizado|Vida e viagens de Fernão de Magalhães|Vida e viagens de Fernão de Magalhães, por Diego de Barros Arana; traducção do hespanhol de Fernando de Magalhães Villas-Boas. Com um appendice original.pdf}} |206 |- |pt |[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/o-picapau-amarelo/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&paged=1&search=picapau%20amarelo&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Amarelo] |178 |- |pt |[[Galeria:Quem trabalha tem alfaia.pdf|Quem trabalha tem alfaia]] |242 |- |pt |[https://permalinkbnd.bnportugal.gov.pt/records/item/92629-resumo-do-systema-de-medicina-e-traduccao-da-materia-medica-do-doutor-erasmo-darwin Erasmo] |408 |- |pt |[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/603 justiniano] |138 |- |pt |[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/497 Ferdinand] |452 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 1] |570 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 2] |730 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.1-2]] |50 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.3]] |43 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis V.4-5]] |56 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.6-7]] |42 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.8]] |114 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 1]] |128 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 2]] |170 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miserávei VII.1-2]] |64 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseráveis VII.3-4]] |52 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseráveis VII-5-6]] |67 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseravis VII/VIII-7-8]] |69 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/200|Miseravis VIII-9-13]] |104 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/200|Miseravis VIII-14-15]] |69 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/619|Miseraveis IX-1]] |119 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/619|Miseraveis IX-2-4]] |82 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/620|Miseraveis X-5-biografia]] |157 |} <div style="clear:both;"></div> <div style="box-shadow: 0 0 .3em #999; border-radius: .2em; margin: 1em 0 2em 0; padding: 1px;"> <div style="background: #ffe6a7; border-radius: .2em; color: #282828; font-size:125%; padding: .4em .8em .5em;"><span style="opacity: .7;">[[File:Icons8 flat approval.svg|25px|link=|alt=]]</span> &nbsp; '''Projetos Finalizados''' </div> <div title="Projets en chantier" style="padding: 1em;font-size:80%"> <gallery heights="240px" widths="180px" mode="packed" class="center"> <!--2026--> Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=103|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Assedio do Recife em 1821|O Assedio do Recife em 1821]]''' Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=663|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Cometa de 1652|O Cometa de 1652]]''' Ficheiro:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf|page=1|thumb|'''[[Lusitania sacra/Número 49/Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?|"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?"]]''' Ficheiro:Campos-Traduccaoebreve.pdf|page=2|thumb|'''[[Traducção e breve analyse sobre M. Pasteur e M. Renan]]''' Ficheiro:Da Terra á Lua.pdf|page=3|thumb|'''[[Da Terra á Lua]]''' Ficheiro:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|page=1|thumb|'''[[Narizinho Arrebitado (1ª edição)]]''' Ficheiro:O Legado de Aaron Swartz.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação/Volume 21/O Legado de Aaron Swartz|O Legado de Aaron Swartz]]''' Ficheiro:Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Archai/Volume 34/Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão]] Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=214|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|O Recife de Grês do Porto de Pernambuco]]''' Ficheiro:O Cruzeiro (1928 - N001).pdf|page=29|thumb|'''[[O Cruzeiro (Revista)/Ano I/Nº I/10 de novembro de 1928/A Éra das Forças Hydraulicas|A Éra das Forças Hydraulicas]]''' <!--2025--> Ficheiro:Historia das invenções.pdf|page=7|thumb|'''[[Historia das invenções (4ª edição)]]''' File:Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf|page=3|thumb|'''[[A Sciencia do Bom Homem Ricardo]]''' File:Apontamentos de Psychologia.pdf|page=1|thumb|'''[[Apontamentos de Psychologia]]''' File:Vida Ociosa Capa (Restored).jpg|thumb|link=Galeria:Vida Ociosa (2ª edição).pdf|'''[[Vida Ociosa (2ª edição)]]''' File:Byron-Giaurpoema.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Byron-Giaurpoema.pdf|'''[[O Giaur]]''' File:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|thumb|link=Galeria:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|'''[[Representação de José Bonifácio sobre a escravatura]]''' File:Byron, Parisina (1905).pdf|link=Galeria:Byron, Parisina (1905).pdf|thumb|page=2|'''[[Parisina (1905)|Parisina]]''' File:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|link=Galeria:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|page=2|thumb|'''[[A Verdade]]''' File:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|thumb|link=Galeria:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|'''[[Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China]]''' File:Lisboa no anno três mil.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Lisboa no anno três mil.pdf|'''[[Lisboa no anno três mil]]''' File:A Nova Aurora.pdf|thumb|link=Galeria:A Nova Aurora.pdf|'''[[A Nova Aurora]]''' File:Em direção à paz.pdf|thumb|link=Galeria:Em direção à paz.pdf|'''[[Em direção à paz]]''' File:Credo de Liberdade.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Credo de Liberdade.pdf|'''[[Credo de Liberdade]]''' File:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|thumb|link=Galeria:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|page=2|'''[[Dois discursos]]''' File:Poesias de Dom Pedro II.pdf|thumb|link=:oldwikisource:Index:Poesias de Dom Pedro II.pdf|page=6|'''[[:oldwikisource:Poesias de Dom Pedro II|Poesias de D. Pedro II]]''' File:Dialogo entre dous mortos.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous mortos.pdf|'''[[Dialogo entre dous mortos]]''' File:Os Noivos (filme de 1913).pdf|thumb|link=Galeria:Os Noivos (filme de 1913).pdf|page=2|'''[[Os Noivos (filme de 1913)]]''' File:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|link=Galeria:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|thumb|page=2|'''[[Os ultimos dias de Pompeia]]''' File:Combate de Oscar e Dermid.pdf|thumb|link=Galeria:Combate de Oscar e Dermid.pdf|page=2|'''[[Combate de Oscar e Dermid]]''' File:Congratulação brasileira pela independência.pdf|thumb|link=Galeria:Congratulação brasileira pela independência.pdf|page=2|'''[[Congratulação brasileira pela ratificação do tratado da independencia do Brasil]]''' File:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|thumb|link=Galeria:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|page=2|'''[[A Constituição Americana]]''' File:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|'''[[Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico]]''' File:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|'''[[Terceiro Discurso de Investidura do Senhor Franklin D. Roosevelt]]''' File:Discurso de Pearl Harbor.pdf|thumb|link=Galeria:Discurso de Pearl Harbor.pdf|page=2|'''[[Discurso de Pearl Harbor]]''' File:Pushkin-Semtitulo.pdf|thumb|link=Galeria:Pushkin-Semtitulo.pdf|page=2|'''[[Sem titulo]]''' File:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|thumb|link=Galeria:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|page=14|'''[[Ultimo adeos de J. Washington à nação americana]]''' File:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 8|O Beija-Flor, N° 8]]''' File:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 7|O Beija-Flor, N° 7]]''' File:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 6|O Beija-Flor, N° 6]]''' File:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 5|O Beija-Flor, N° 5]]''' File:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 4|O Beija-Flor, N° 4]]''' File:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 3|O Beija-Flor, N° 3]]''' File:Byron-MazeppaLord.pdf|thumb|link=Galeria:Byron-MazeppaLord.pdf|page=2|'''[[Mazeppa]]''' File:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|link=Galeria:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|thumb|page=2|'''[[O descobrimento do Brasil]]''' File:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra]]''' File:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 2|O Beija-Flor, N° 2]]''' File:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|thumb|link=Galeria:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre Bonaparte, seu irmão José, Berthier e Lasnnes]]''' File:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 1|O Beija-Flor, N° 1]]''' File:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|thumb|link=Galeria:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|'''[[Machado de Assis em linha/Volume 6/Número 11/Nosso primo americano, Machado de Assis|Nosso primo americano, Machado de Assis]]''' File:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|thumb|link=Galeria:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|'''[[José de Anchieta à Luz da Historia Patria]]''' File:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|thumb|link=Galeria:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|'''[[A Historia do Fantasma Inexperiente]]''' File:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|thumb|link=Galeria:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|'''[[Descripçaõ do novo invento aerostatico]]''' File:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|link=Galeria:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|thumb|page=2|'''[[Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d՚America]]''' File:Poesias.pdf|page=3|link=Galeria:Poesias.pdf|thumb|'''[[Poesias (Zaluar)|Poesias]]''' File:Patente brasileira n.3279.pdf|thumb|link=Galeria:Patente brasileira n.3279.pdf|'''[[Patente brasileira 3279]]''' File:Democracia (Wells).pdf|link=Galeria:Democracia (Wells).pdf|thumb|'''[[Correio da Manhã/19 de fevereiro de 1928/Democracia|Democracia]]''' File:O Teleforo.pdf|link=Galeria:O Teleforo.pdf|thumb|'''[[Jornal do Commercio/1899/O Teleforo|O Teleforo]]''' File:Pau Brasil (Andrade, 1925) (page 7 crop).jpg|link=Galeria:Pau Brasil (Andrade, 1925).pdf|thumb|'''[[Pau Brasil]]''' <!--2024--> File:O escândalo do petroleo.pdf|thumb|link=Galeria:O escândalo do petroleo.pdf|page=7|'''[[O Escandalo do Petroleo]]''' File:Cartas tupis dos Camarões.pdf|thumb|page=2|link=:oldwikisource:Index:Cartas tupis dos Camarões.pdf|'''[[: oldwikisource:Cartas tupis dos Camarões|Cartas tupis dos Camarões]] File:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|'''[[Revista do Instituto Historico e Geographico de S. Paulo/Volume 9/Restauração historica|Restauração histórica]]''' File:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|thumb|link=Galeria:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|page=5|'''[[Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido]]''' File:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|thumb|link=Galeria:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|page=11|'''[[Sonetos do Exilio]]''' File:Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|thumb|link=Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|page=3|'''[[Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal]]''' File:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|thumb|link=Galeria:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|page=11|'''[[:oldwikisource:Retrato do Imperador Marco Aurélio|Retrato do Imperador Marco Aurélio]]''' File:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|thumb|link=Galeria:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|page=5|'''[[Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865]]''' File:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|'''[[Ballada do Enforcado]]''' File:Fabulas (9ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Fabulas (9ª edição).pdf|'''[[Fabulas (9ª edição)]]''' File:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|thumb|link=Galeria:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|page=5|'''[[A Sensibilidade nacional e estrangeira]]''' File:Vidas seccas.pdf|link=Galeria:Vidas seccas.pdf|thumb|page=5|'''[[Vidas seccas]]''' File:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|thumb|link=Galeria:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|'''[[Tudo o que você sempre quis saber sobre a urna eletrônica brasileira]]''' File:As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|thumb|link=As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|'''[[As Caçadas de Pedrinho]]''' File:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|link=Galeria:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|thumb|page=7|'''[[O precursor do abolicionismo no Brasil]]''' File:Memórias de um Negro (1940).pdf|thumb|page=1|'''[[Memorias de um Negro]]''' File:Exaltação (1916).pdf|thumb|link=Galeria:Exaltação (1916).pdf|page=5|'''[[Exaltação (1916)|Exaltação]]''' File:O Saci (8ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:O Saci (8ª edição).pdf|'''[[O Saci (8ª edição)]]''' File:Alice no País das Maravilhas (Trad. Lobato, 8ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Alice no País das Maravilhas (Trad. Lobato, 8ª edição).pdf|'''[[Alice no País das Maravilhas (Trad. Lobato, 8ª edição)]]''' File:Yuri Gagarin (1961) - Restoration.jpg|thumb|'''[[Primeiro discurso sobre seu voo espacial]]''' File:Alice no País do Espelho (Trad. Lobato, 2ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Alice no País do Espelho (Trad. Lobato, 2ª edição).pdf|'''[[Alice no País do Espelho (Trad. Lobato, 2ª edição)]]''' File:Histórias diversas (Mml obr0050).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Histórias diversas (Mml obr0050).pdf|'''[[Histórias diversas (anos 70)]]''' <!--2023--> File:Einstein e sua famosa fórmula E = mc².pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Einstein e sua famosa fórmula E = mc².pdf|'''[[Cadernos de Astronomia/Vol. 3/Nº 2/Einstein e sua famosa fórmula E = mc²|Einstein e sua famosa fórmula E = mc²]]''' File:Aventuras de Hans Staden (6ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Aventuras de Hans Staden (6ª edição).pdf|page=11|'''[[Aventuras de Hans Staden (6ª edição)]]''' File:O macaco que se fez homem (page 5 crop).jpg|link=Galeria:O macaco que se fez homem.pdf|thumb|'''[[O macaco que se fez homem]]''' File:Cidades Mortas (1921) - Capa.jpg|link=Galeria:Cidades Mortas (contos e impressões) - 1921.pdf|'''[[Cidades Mortas (3ª edição)]]''' File:A Reforma da Natureza (12ª edição).pdf|thumb|link=A Reforma da Natureza (12ª edição).pdf|'''[[A Reforma da Natureza (12ª edição)]]''' File:A História do Rei Vesgo.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A História do Rei Vesgo.pdf|'''[[Fundamentos/1948/Edições 4-5/A história do Rei Vesgo|A história do Rei Vesgo]]''' File:Mister Slang e o Brasil.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Mister Slang e o Brasil.pdf|'''[[Mister Slang e o Brasil]]''' File:O Garimpeiro do Rio das Garças.pdf|link=Galeria:O Garimpeiro do Rio das Garças.pdf|page=1|thumb|'''[[O Garimpeiro do Rio das Garças (4ª edição)]]''' File:Capa Peter Pan (Colorida).jpg|link=Galeria:Peter Pan (Lobato, 1935).pdf|thumb|'''[[Peter Pan (Lobato, 1935)]]''' File:Georgismo e Comunismo.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Georgismo e Comunismo|'''[[Georgismo e Comunismo]]''' File:Urupês (1919).pdf|thumb|link=Galeria:Urupês (1919).pdf|page=4|'''[[Urupês (5ª edição)]]''' File:O choque das raças.pdf|thumb|link=Galeria:O choque das raças.pdf|page=5|'''[[O Choque das Raças]]''' File:O Drama do Pax.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:O Drama do Pax.pdf|'''[[O Drama do Pax]]''' File:As Reinações de Narizinho.pdf|link=Galeria:As Reinações de Narizinho.pdf|thumb|page=8|'''[[As Reinações de Narizinho]]''' File:Zé Brasil.pdf|link=Galeria:Zé Brasil.pdf|page=5|thumb|'''[[Zé Brasil]]''' File:Nenê (transcrito).pdf|link=Galeria:Nenê (transcrito).pdf|thumb|page=2|'''[[Nenê (rascunho)|Nenê]]''' File:Mundo da Lua.pdf|link=Galeria:Mundo da Lua.pdf|thumb|page=1|'''[[Mundo da Lua]]''' File:Emília, a cidadã-modelo soviética.pdf|link=Galeria:Emília, a cidadã-modelo soviética.pdf|thumb|page=1|'''[[DELTA/Volume 35/Número 1/Emília, a cidadã-modelo soviética|Emília, a cidadã-modelo soviética]]''' File:A Chave do Tamanho (Lajolo).pdf|link=A Chave do Tamanho (Lajolo).pdf|page=1|thumb|'''[[Projeto História/Volume 32/A Chave do Tamanho|A Chave do Tamanho]]''' File:Meu captiveiro entre os selvagens do Brasil.pdf|link=Galeria:Meu captiveiro entre os selvagens do Brasil.pdf|thumb|page=7|'''[[Meu Captiveiro entre os Selvagens do Brasil (2ª edição)]]''' File:MML Em Tigelópolis.pdf|thumb|link=Galeria:MML Em Tigelópolis.pdf|'''[[Em Tigellópolis]]''' File:Fabulas de Narizinho (Brasiliana).pdf|link=Galeria:Fabulas de Narizinho (Brasiliana).pdf|page=1|thumb|'''[[Fabulas de Narizinho]]''' File:O Dia (SC) - 1916-12-15.pdf|thumb|link=Galeria:O Dia (SC) - 1916-12-15.pdf|page=1|'''[[O Dia (Santa Catarina)/Ano XVI/Número 8453/Os sub-productos do café|Os sub-productos do café]]''' File:A Sempre Viva (Paraná) - 1925-01-15.pdf|page=7|link=Galeria:A Sempre Viva (Paraná) - 1925-01-15.pdf|'''[[A Sempre Viva (Paraná)/Ano 1/Número 9/A suprema viagem|A suprema viagem]]''' File:O Dia (Paraná) - 1924-04-25.pdf|link=Galeria:O Dia (Paraná) - 1924-04-25.pdf|page=5|thumb|'''[[O Dia (Paraná)/1924/Número 256/Página 5/Os Felizes|Os Felizes]]''' File:Biographia do senador Diogo Antonio Feijó.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Biographia do senador Diogo Antonio Feijó.pdf|'''[[Biographia do senador Diogo Antonio Feijó]]''' File:Cypherpunks-manifestos WEB.pdf|thumb|page=1|'''[[Manifestos Cypherpunks]]''' File:Ideologia-californiana revisado1.pdf|thumb|link=Galeria:Ideologia-californiana revisado1.pdf|page=1|'''[[A Ideologia Californiana]]''' File:Páginas Tímidas.pdf|link=Galeria=Páginas Tímidas.pdf|page=3|thumb|'''[[Paginas Timidas]]''' File:O Reino de Kiato.pdf|link=Galeria:O Reino de Kiato.pdf|thumb|'''[[O Reino de Kiato]]''' <!--2022--> File:O homem que subiu de aeroplano até a Lua.pdf|link=Galeria:O homem que subiu de aeroplano até a Lua.pdf|thumb|page=1|'''[[O Homem que Subiu em Aeroplano até a Lua]]''' File:Os Esquecidos no Processo de Independência.pdf|thumb|link:Galeria:Os Esquecidos no Processo de Independência.pdf|page=1|'''[[Almanack/Número 25/Os Esquecidos no Processo de Independência|Os Esquecidos no Processo de Independência]]''' File:Traços biographicos da heroina brasileira Jovita Alves Feitosa.pdf|page=7|link=Galeria:Traços biographicos da heroina brasileira Jovita Alves Feitosa.pdf|thumb|'''[[Traços Biographicos da Heroina Brasileira Jovita Alves Feitosa]]''' File:40 anos no interior do Brasil.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:40 anos no interior do Brasil.pdf|'''[[40 anos no interior do Brasil]]''' File:Benjamin Constant, fundador da Republica brasileira.pdf|link=Galeria:Benjamin Constant, fundador da Republica brasileira.pdf|thumb|page=1|'''[[Benjamin Constant]]''' File:Deodoro da Fonseca (jornal).pdf|link=Galeria:Deodoro da Fonseca (jornal).pdf|thumb|page=1|'''[[Deodoro da Fonseca (número único)|Deodoro da Fonseca]]''' File:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|'''[[Carta posthuma de D. Pedro, Duque de Bragança aos Brasileiros]]''' File:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|thumb|link=Galeria:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|'''[[Decreto de 13 de agosto de 1822]]''' File:O Ganso das Neves.pdf|link=Galeria:O Ganso das Neves.pdf|thumb|page=2|'''[[O Ganso das Neves]]''' File:A Estrella do Sul.pdf|page=9|link=Galeria:A Estrella do Sul.pdf|thumb|'''[[A Estrella do Sul]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|page=483|link=Galeria=Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 20/Volume 5/Cavalleria rusticana|Cavalleria rusticana]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=204|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 18/Volume 5/Pollice Verso|Pollice Verso]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|page=135|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Sambinha|Sambinha]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=27|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Duas Figuras|Duas figuras]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=16|thumb|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Capitulo|Capitulo]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=151|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Os Caprichos da Sorte|Os Caprichos da Sorte]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|page=95|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 2/O Carteiro|O Carteiro]]''' File:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|'''[[A saga de Apsû no Enūma eliš]]''' File:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|link=Galeria:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|page=7|thumb|'''[[Descobrimento Prodigioso e suas Incalculaveis Consequências para o Futuro da Humanidade]]''' File:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|'''[[Invenção dos Aeróstatos Reivindicada]]''' File:Os Ovos de Paschoa.pdf|page=7|thumb|link=Galeria:Os Ovos de Paschoa.pdf|'''[[Os Ovos de Paschoa]]''' File:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|link=Galeria:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|page=5|thumb|'''[[Cinco de Maio (1885)|Cinco de Maio]]''' File:Os Negros (1921).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Os Negros (1921).pdf|'''[[Os Negros]]''' File:Meu amor! adoro-te!.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Meu amor! adoro-te!.pdf|'''[[Meu amor! adoro-te!]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=94|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Vida ociosa|Vida ociosa]] File:Petição.pdf|link=Galeria:Petição.pdf|thumb|page=5|'''[[Petição do Pe. Bartholomeu de Gusmão]]''' File:A lavoura e a guerra.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A lavoura e a guerra.pdf|'''[[A lavoura e a guerra]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=113|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Cartas Inéditas|Cartas Inéditas]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=60|thumb|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/O Corvo|O Corvo]]''' File:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|link=Galeria:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|thumb|page=1|'''[[Scientiae Studia/Volume 11/Número 3/As biografias históricas de Santos Dumont|As biografias históricas de Santos Dumont]]''' File:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|link=Galeria:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|thumb|page=1|'''[[A toponímia indígena artificial no Brasil]]''' File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=264|thumb|'''[[A Novella Semanal/O Avô|O Avô]]''' <!--2021--> File:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|link=Galeria:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|thumb|page=1|'''[[Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro]]''' File:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|link=Galeria:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|thumb|page=1|'''[[Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu]]''' File:Como se faz um Herói.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Como se faz um Herói.pdf|'''[[Como se faz um Herói]]''' File:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|'''[[Santos Dumont: o vôo que mudou a história da aviação]]''' File:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|link=Galeria:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|thumb|page=1|'''[[Primeiras Trovas Burlescas de Getulino]]''' File:Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|link=Galeria=Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Certidão de Óbito de Alberto Santos Dumont]]''' Ficheiro:Cadu_Simões.jpg|thumb|'''[[Sobre Domínio Público e Cultura Livre]]''' File:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|link=Galeria:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Concedendo um conto de réis a Santos Dumont]]''' <!--2020--> <!--[[Discurso do Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante Cerimônia de Posse no Congresso Nacional (1 de janeiro de 2019)|Discruso]]--> File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=9|thumb|'''[[A Novella Semanal/O 22 da "Marajó"|O 22 da Marajó]]''' File:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|'''[[A Nação (Rio de Janeiro)/1874/08-13/«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos|«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos]]''' File:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|link=Galeria:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|thumb|page=25|'''[[Revista Luso-Brasileira/1860/2/Lembranças de minha mãi|Lembranças de minha mãi]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|thumb|page=309|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1877/Charitas|Charitas]]''' File:Marmota Fluminense n830.pdf|link=Galeria:Marmota Fluminense n830.pdf|thumb|page=4|'''[[Marmota Fluminense/830/Beijos|Beijos]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|thumb|page=394|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1878/Job|Job]]''' File:O Jequitinhonha (1862).pdf|link=Galeria:O Jequitinhonha (1862).pdf|thumb|'''[[A historia do Brasil escripta pelo Dr. Jeremias no anno de 2862]]''' File:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|link=Galeria:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|thumb|page=7|'''[[Fantina]]''' <!--2019--> File:A propósito da exposição Malfatti.jpg|link=Galeria:A propósito da exposição Malfatti.jpg|thumb|'''[[O Estado de S. Paulo/A propósito da exposição Malfatti|A propósito da exposição Malfatti]]''' File:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|link=Galeria:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|thumb|'''[[Aventuras de Alice em Baixo da Terra]]''' File:畫麗珠萃秀 Gathering Gems of Beauty (梁木蘭) 2.jpg|link=A Balada de Mulan|thumb|'''[[A Balada de Mulan]]''' Ficheiro%3AA_Menina_do_Narizinho_Arrebitado_(Capa).png|link=Galeria:A Menina do Narizinho Arrebitado (1920).pdf|thumb|'''[[A Menina do Narizinho Arrebitado]]''' File:Machado de Assis aos 57 anos.jpg|link=Hynno Nacional|thumb|'''[[Hynno Nacional]]''' File:Negrinha- Contos (1920).pdf|link=Galeria:Negrinha- Contos (1920).pdf|thumb|page=3|'''[[Negrinha (4º milheiro)]]''' File:Monteiro Lobato.jpg|link=Rabiscando|thumb|'''[[Rabiscando]]''' File:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|link=Galeria:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|thumb|'''[[Meteorito de Bendegó: relatorio (1888)]]''' File:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|link=Galeria:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|thumb|page=1|'''[[Jéca Tatuzinho]]''' <!--2018--> File:Aaron Swartz at Boston Wikipedia Meetup, 2009-08-18.jpg|link=Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso|thumb|'''[[Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso]]''' </gallery> </div> </div> 9is78sxlj69z6fjr88qi0tb77k5isia Predefinição:Linha customizada/doc 10 189514 561362 423427 2026-09-02T20:56:44Z BlitzkriegBoop 37692 adicionado atalho 561362 wikitext text/x-wiki {{Subpágina para documentação}}__NOTOC__{{atalho|{{tl|cr}}}} <!-- Por favor coloque categorias onde indicado na parte inferior desta página e interwikis no Wikidata --> This template creates a rule made up of a number of interchangeable image segments. Each element is a pair of parameters, the first selecting the pattern, the second selecting the size, as such there will always be an even number of parameters added. The parameters are a sequence of identifiers for the type of feature followed by that feature's width in pixels. These always form pairs of parameters. Below is a list of the features available. Update this list if you know of elements that are missing. {| style="text-align:center; margin:auto;" !width=50|Shorthand !width=120|Identifier !width=50|Example !Widths available |- |<tt>sp</tt>||Span||[[File:Rule Segment - Span - 10px.svg]]||5, 10, 20, 40, 50, 100 |- |<tt>atl</tt>, <tt>atr</tt>||Arrow Thin (Left, Right)||[[File:Rule Segment - Arrow Thin Left - 10px.svg]] [[File:Rule Segment - Arrow Thin Right - 10px.svg]]||10 |- |<tt>tl</tt>||Tear Left||[[File:Rule Segment - Tear Left - 20px.svg]]||20, 40 |- |<tt>tr</tt>||Tear Right||[[File:Rule Segment - Tear Right - 20px.svg]]||20, 40 |- |<tt>str</tt>||Star||[[File:Rule Segment - Star - 10px.svg]]||6, 10 |- |<tt>w</tt>||Wave||[[File:Rule Segment - Wave - 40px.svg]]||40 |- |<tt>s</tt>||Square||[[File:Rule Segment - Square - 10px.svg]]||10 |- |<tt>d</tt>||Diamond||[[File:Rule Segment - Diamond - 10px.svg]]||4, 6, 10 |- |<tt>do</tt>||Diamond open||[[File:Rule Segment - Diamond open - 7px.svg]]||7 |- |<tt>lz</tt>||Lozenge||[[File:Rule Segment - Lozenge - 40px.svg]]||20, 40, 60, 140 |- |<tt>lzt</tt>||Lozenge thin||[[File:Rule Segment - Lozenge 5px - 40px.svg]]||20, 40, 60 |- |<tt>c</tt>||Circle||[[File:Rule Segment - Circle - 6px.svg]]||6 |- |<tt>co</tt>||Circle open||[[File:Rule Segment - Circle open - 6px.svg]]||6, 10, 20 |- |<tt>r</tt>||Rectangle||[[File:Rule Segment - Rectangle - 15px.svg]]||15 |- |<tt style="white-space:nowrap;">crt, crr, crb, crl</tt>||Crescent||[[File:Rule Segment - Crescent top - 10px.svg]] [[File:Rule Segment - Crescent right - 10px.svg]] [[File:Rule Segment - Crescent left - 10px.svg]] [[File:Rule Segment - Crescent bottom - 10px.svg]]||10 |- |<tt>el</tt>||Ellipse||[[File:Rule Segment - Ellipse - 15px.svg]]||15 |- |<tt>col</tt>||Colon||[[File:Rule Segment - Colon - 6px.svg]]||4, 6 |- |<tt>fl, fr</tt>||Flare (Left, Right)||[[File:Rule Segment - Flare Left - 12px.svg]] [[File:Rule Segment - Flare Right - 12px.svg]]||12, 40 |- |<tt>fc</tt>||Flare Centre||[[File:Rule Segment - Flare Centre - 22px.svg]]||14, 22, 140 |- |<tt>cll, clr</tt>||Curl (Left,Right)||[[File:Rule Segment - Curl Left - 10px.svg]] [[File:Rule Segment - Curl Right - 10px.svg]]||10 |- |<tt>fy1</tt>||Fancy1||[[File:Rule Segment - Fancy1 - 40px.svg]]||40 |- |<tt>fy2</tt>||Fancy2||[[File:Rule Segment - Fancy2 - 100px.svg]]||100 |- |<tt>fy3</tt>||Fancy3||[[File:Rule Segment - Fancy3 - 40px.svg]]||40 |} If an an identifier is not available for a segment you want, add it to {{tl|Segmento de linha customizada}}, or use the plain identifier without a shorthand. Eg <nowiki>{{Linha customizada|sp|100}} = {{Linha customizada|Span|100}}</nowiki>. The feature must be available as that specific size. If it is not, the image will not be found, and a red link will appear. You can see a full list at the [[:c:Category:Rule segments|Rule segments category]] at Commons. If you add your own segments, add them to this category. ==Example== <syntaxhighlight lang="html">{{Linha customizada|sp|100|d|6|sp|10|d|10|sp|10|d|6|sp|100}}</syntaxhighlight> {{Linha customizada|sp|100|d|6|sp|10|d|10|sp|10|d|6|sp|100}} ==Adding components== ===Adding new feature types=== [[File:Rule Segment - Circle - 6px.svg|thumb|200px|Notice the "flange" for matching to the background rule.]] It is easy to add images to the set. In order to be found, the filename '''must''' be in the form "<tt>Rule Segment - [Identifier] - [Width]px.svg</tt>. Example: <tt>File:Rule Segment - Span - 10px.svg</tt> Note that it is also required that the image meet up well at the sides. The rule is 1px wide, so the features must have a 1px edge on each side, in the exact centre (vertically) of the edge. To ensure this, run a 1px line through the feature so that it fills in the gaps. See the diagram on the left for an example of how this is done. ''Ensure that the line is aligned with the pixel grid (but not centred on it), otherwise it will come out blurry when rendered. To fix this, shift up or down by 0.5px.'' Be careful about edges of features as well, especially horizontal or vertical ones—these should be also aligned to pixel edges. You will also need to add code to the template that grabs the image segments, {{tl|Segmento de linha customizada}}. Instructions on modifying that template can be found on the documentation there. ===Adding more segments=== For complex rules, more segments can be added. Edit this template and paste in line in the format: <nowiki></noinclude>{{#if:{{{17|}}}|{{!!}}{{Segmento de linha customizada|{{{17}}}|{{{18}}}}}}}<noinclude></nowiki> Make sure the numbers are continuous through the template, and that you match the first parameter of this line to the second one, otherwise the template will not render reliably. ===See also=== *{{tl|linha horizontal}} Simple rule of variable width - use this if you just want a line <!--- *{{tl|PSM rule}} Specific use of this template for use in [[Popular Science Monthly]] articles.---> *{{tl|tracejado}} for a row of dots <includeonly><!-- Categorias abaixo desta linha, por favor; interwikis no Wikidata --> [[Categoria:!Predefinições de formatação]] </includeonly> 94y8wa79nwi124ih6ikpsvtdvjjwzl6 Página:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu/156 106 214643 561395 459159 2026-09-02T23:43:04Z André Koehne 260 revisão, espaçamento 561395 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{c|- 152 —}}</noinclude><poem><br> Co'a vara da justiça altipotente, Que a trote enchotará cascuda gente. Os ''previos'' tendo á frente o meião-chefe De blusa rabicunda, a magarefe, Promettem de fazer tanta proesa Que d’elles se-horrorisa a natureza. A empreza do Macedo e do Augusto Da Policia feroz já não tem susto ; Sò tratam de chuchar na teta grossa, Tomando a Capital em erma roça. O velho repertorio está na sova, Sem que mais ninguem veja peça nova; A orchestra poz-se ao fresco, por cautela, Temendo pateada ou chorumela ; E a empreza que as mamatas tem á vista Encaixou no scenario um pianista, Que suppondo tambem ter sorte egual Na tangente se-poz, sem dar signal. O templo se-fechou dos disparates, Tabernaculo soberbo dos orates, Em que os genios altivos darão fim Por honra do Macedo e do Quartim; E em quanto a subvenção corre veloz, Vão todos entoando o—Venha a nós—. Partiram sempre alfim os voluntarios Deixando os taberneiros todos varios, De braços encruzados nos balcoens Banzando sobre as grandes fintações!... Partiram sem foguete, sem estalo, Sem flores, sem louvores, sem badalo ! Quem diria que a forte, a brava gente Daqui se-partiria descontente! </poem> {{nop}}<noinclude></noinclude> 9es4hne1r41o92megy6p34w5vxibl2v 561396 561395 2026-09-02T23:45:19Z André Koehne 260 Desculpe, errei, não tem espaçamento 561396 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{c|- 152 —}}</noinclude><poem> Co'a vara da justiça altipotente, Que a trote enchotará cascuda gente. Os ''previos'' tendo á frente o meião-chefe De blusa rabicunda, a magarefe, Promettem de fazer tanta proesa Que d’elles se-horrorisa a natureza. A empreza do Macedo e do Augusto Da Policia feroz já não tem susto ; Sò tratam de chuchar na teta grossa, Tomando a Capital em erma roça. O velho repertorio está na sova, Sem que mais ninguem veja peça nova; A orchestra poz-se ao fresco, por cautela, Temendo pateada ou chorumela ; E a empreza que as mamatas tem á vista Encaixou no scenario um pianista, Que suppondo tambem ter sorte egual Na tangente se-poz, sem dar signal. O templo se-fechou dos disparates, Tabernaculo soberbo dos orates, Em que os genios altivos darão fim Por honra do Macedo e do Quartim; E em quanto a subvenção corre veloz, Vão todos entoando o—Venha a nós—. Partiram sempre alfim os voluntarios Deixando os taberneiros todos varios, De braços encruzados nos balcoens Banzando sobre as grandes fintações!... Partiram sem foguete, sem estalo, Sem flores, sem louvores, sem badalo ! Quem diria que a forte, a brava gente Daqui se-partiria descontente! </poem> {{nop}}<noinclude></noinclude> eini298pg5txdh2dq68gbzerf8kgx56 Wikisource:GUS2Wiki 4 217577 561411 560669 2026-09-03T04:42:48Z Alexis Jazz 29519 Updating gadget usage statistics from [[Special:GadgetUsage]] ([[phab:T121049]]) 561411 wikitext text/x-wiki {{#ifexist:Project:GUS2Wiki/top|{{/top}}|This page provides a historical record of [[Special:GadgetUsage]] through its page history. To get the data in CSV format, see wikitext. To customize this message or add categories, create [[/top]].}} Os seguintes dados estão na cache e foram atualizados pela última vez a 2026-09-01T09:20:34Z. {{PLURAL:5000|Está disponível na cache um máximo de um resultado|Estão disponíveis na cache um máximo de 5000 resultados}}. {| class="sortable wikitable" ! Gadget !! data-sort-type="number" | Número de utilizadores !! data-sort-type="number" | Utilizadores ativos |- |Correlatos || 11 || 2 |- |CropTool || 16 || 3 |- |Fill Index || 41 || 4 |- |FlecheHaut || 56 || 2 |- |GoogleOCR || 29 || 5 |- |HotCat || 98 || 6 |- |Navigation popups || 70 || 1 |- |NopInserter || 46 || 5 |- |OcultaBoxE106 || 38 || 3 |- |OngletPurge || 61 || 4 |- |Typo || 23 || 5 |- |UTCLiveClock || 68 || 1 |- |WEF || 32 || 2 |- |bottomtabs || 53 || 2 |- |dictLookup || 24 || 5 |- |linkclassifier || 33 || 2 |- |mark-proofread || 45 || 5 |- |pilcrowMarkers || 9 || 1 |- |robot || 41 || 3 |- |specialchars || 31 || 2 |- |wikEd || 50 || 0 |} * [[Especial:GadgetUsage]] * [[m:Meta:GUS2Wiki/Script|GUS2Wiki]] <!-- data in CSV format: Correlatos,11,2 CropTool,16,3 Fill Index,41,4 FlecheHaut,56,2 GoogleOCR,29,5 HotCat,98,6 Navigation popups,70,1 NopInserter,46,5 OcultaBoxE106,38,3 OngletPurge,61,4 Typo,23,5 UTCLiveClock,68,1 WEF,32,2 bottomtabs,53,2 dictLookup,24,5 linkclassifier,33,2 mark-proofread,45,5 pilcrowMarkers,9,1 robot,41,3 specialchars,31,2 wikEd,50,0 --> 3tjevz25178coh7t39wem3ng0mv5fix Predefinição:Progressos recentes 10 220893 561338 561323 2026-09-02T12:00:15Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 561338 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|30|1|1|2|2|64}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|3|0|69|26|1|1}} | [[Index:Dom Casmurro-1899.pdf|Dom Casmurro]] |- | {{Barra de progresso|43|0|51|2|5|-1}} | [[Index:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu|Dom João VI no Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|3|0|5|92}} | [[Index:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf|A Volta do Mundo em Oitenta Dias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|84|0|4|12}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|0|0|100|0|0|0}} | [[Index:Os insetos brasileiros descritos pelo naturalista Georg Marcgrave (1610 – c.1644).pdf|Os insetos brasileiros descritos pelo naturalista Georg Marcgrave (1610 – c.1644)]] |- | {{Barra de progresso|0|0|45|49|6|0}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|2|0|6|92}} | [[Index:Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar - A.R.T.S - 1868.pdf|Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar]] |- | {{Barra de progresso|6|0|21|0|4|69}} | [[Index:Tratados da terra e gente do Brasil.pdf|Tratados da terra e gente do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|14|0|3|83}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> tnh7irz7ors4ihy28ccmrvewvxhu5mh 561344 561338 2026-09-02T13:00:14Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 561344 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|30|1|1|2|2|64}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|3|0|69|26|1|1}} | [[Index:Dom Casmurro-1899.pdf|Dom Casmurro]] |- | {{Barra de progresso|0|0|3|0|5|92}} | [[Index:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf|A Volta do Mundo em Oitenta Dias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|84|0|4|12}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|2|0|29|0|4|65}} | [[Index:Novellas extraordinarias.pdf|Novellas extraordinarias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|100|0|0|0}} | [[Index:Os insetos brasileiros descritos pelo naturalista Georg Marcgrave (1610 – c.1644).pdf|Os insetos brasileiros descritos pelo naturalista Georg Marcgrave (1610 – c.1644)]] |- | {{Barra de progresso|0|0|45|49|6|0}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|2|0|6|92}} | [[Index:Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar - A.R.T.S - 1868.pdf|Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar]] |- | {{Barra de progresso|6|0|21|0|4|69}} | [[Index:Tratados da terra e gente do Brasil.pdf|Tratados da terra e gente do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|15|0|3|82}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> r5gla3klfsbtfvzgp8u92h16mwgozhj 561356 561344 2026-09-02T18:00:13Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 561356 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|30|1|1|2|2|64}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|3|0|69|26|1|1}} | [[Index:Dom Casmurro-1899.pdf|Dom Casmurro]] |- | {{Barra de progresso|0|0|3|0|5|92}} | [[Index:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf|A Volta do Mundo em Oitenta Dias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|84|0|4|12}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|2|0|29|0|4|65}} | [[Index:Novellas extraordinarias.pdf|Novellas extraordinarias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|100|0|0|0}} | [[Index:Os insetos brasileiros descritos pelo naturalista Georg Marcgrave (1610 – c.1644).pdf|Os insetos brasileiros descritos pelo naturalista Georg Marcgrave (1610 – c.1644)]] |- | {{Barra de progresso|0|0|44|50|6|0}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|2|0|6|92}} | [[Index:Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar - A.R.T.S - 1868.pdf|Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar]] |- | {{Barra de progresso|6|0|21|0|4|69}} | [[Index:Tratados da terra e gente do Brasil.pdf|Tratados da terra e gente do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|15|0|3|82}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> fdl1qm5dfowqmzmjd966256zzcf42n5 561369 561356 2026-09-02T22:00:11Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 561369 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|1|0|0|99}} | [[Index:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf|A Mulher Moderna]] |- | {{Barra de progresso|30|1|1|2|2|64}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|3|0|69|26|1|1}} | [[Index:Dom Casmurro-1899.pdf|Dom Casmurro]] |- | {{Barra de progresso|0|0|3|0|5|92}} | [[Index:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf|A Volta do Mundo em Oitenta Dias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|84|0|4|12}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|2|0|29|0|4|65}} | [[Index:Novellas extraordinarias.pdf|Novellas extraordinarias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|44|50|6|0}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|2|0|6|92}} | [[Index:Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar - A.R.T.S - 1868.pdf|Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar]] |- | {{Barra de progresso|6|0|21|0|4|69}} | [[Index:Tratados da terra e gente do Brasil.pdf|Tratados da terra e gente do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|15|0|3|82}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> 0uwffod84r5wuzg3z34u7nuxe7wysis 561393 561369 2026-09-02T23:00:11Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 561393 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|11|0|0|89}} | [[Index:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf|A Mulher Moderna]] |- | {{Barra de progresso|30|1|1|2|2|64}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|3|0|69|26|1|1}} | [[Index:Dom Casmurro-1899.pdf|Dom Casmurro]] |- | {{Barra de progresso|0|0|3|0|5|92}} | [[Index:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf|A Volta do Mundo em Oitenta Dias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|84|0|4|12}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|2|0|29|0|4|65}} | [[Index:Novellas extraordinarias.pdf|Novellas extraordinarias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|44|50|6|0}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|2|0|6|92}} | [[Index:Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar - A.R.T.S - 1868.pdf|Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar]] |- | {{Barra de progresso|6|0|21|0|4|69}} | [[Index:Tratados da terra e gente do Brasil.pdf|Tratados da terra e gente do Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|15|0|3|82}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> 872q8ykf92rv76qnbea5rswtunxa736 561397 561393 2026-09-03T00:00:13Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 561397 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|11|0|0|89}} | [[Index:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf|A Mulher Moderna]] |- | {{Barra de progresso|30|1|1|2|2|64}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|3|0|69|26|1|1}} | [[Index:Dom Casmurro-1899.pdf|Dom Casmurro]] |- | {{Barra de progresso|0|0|3|0|5|92}} | [[Index:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf|A Volta do Mundo em Oitenta Dias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|84|0|4|12}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|2|0|29|0|4|65}} | [[Index:Novellas extraordinarias.pdf|Novellas extraordinarias]] |- | {{Barra de progresso|1|0|92|0|7|0}} | [[Index:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|Primeiras trovas burlescas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|44|50|6|0}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|2|0|6|92}} | [[Index:Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar - A.R.T.S - 1868.pdf|Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar]] |- | {{Barra de progresso|0|0|15|0|3|82}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> 1xdevxltohacixnj9be5ffroft2562w 561409 561397 2026-09-03T02:00:13Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 561409 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|11|0|0|89}} | [[Index:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf|A Mulher Moderna]] |- | {{Barra de progresso|30|1|1|2|2|64}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|3|0|69|26|1|1}} | [[Index:Dom Casmurro-1899.pdf|Dom Casmurro]] |- | {{Barra de progresso|42|0|52|2|5|-1}} | [[Index:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu|Dom João VI no Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|3|0|5|92}} | [[Index:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf|A Volta do Mundo em Oitenta Dias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|84|0|4|12}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|2|0|29|0|4|65}} | [[Index:Novellas extraordinarias.pdf|Novellas extraordinarias]] |- | {{Barra de progresso|1|0|92|0|7|0}} | [[Index:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|Primeiras trovas burlescas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|44|50|6|0}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|15|0|3|82}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> rvjfrv83xvp1twjxt9kqmvtuqch5cs9 561414 561409 2026-09-03T11:00:13Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 561414 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|11|0|0|89}} | [[Index:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf|A Mulher Moderna]] |- | {{Barra de progresso|31|1|1|2|2|63}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|3|0|69|26|1|1}} | [[Index:Dom Casmurro-1899.pdf|Dom Casmurro]] |- | {{Barra de progresso|42|0|52|2|5|-1}} | [[Index:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu|Dom João VI no Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|3|0|5|92}} | [[Index:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf|A Volta do Mundo em Oitenta Dias]] |- | {{Barra de progresso|0|0|84|0|4|12}} | [[Index:Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|Á Roda da Lua]] |- | {{Barra de progresso|2|0|29|0|4|65}} | [[Index:Novellas extraordinarias.pdf|Novellas extraordinarias]] |- | {{Barra de progresso|1|0|92|0|7|0}} | [[Index:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|Primeiras trovas burlescas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|44|50|6|0}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|15|0|3|82}} | [[Index:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Os Miseraveis]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> 9w18ms4hh37xw5gm62dpr4fhhr03mjn Em Tradução:Constitution of the United States of America (en)/pt 108 224425 561364 518044 2026-09-02T21:37:15Z ~2026-47637-31 43716 561364 wikitext text/x-wiki {{Tradução espelho}} {{nop}} <h2 id="Pre" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal; display:none;">Preamble</h2> <dl> <dd><p> Nós, o Povo dos Estados Unidos, a fim de formar uma União mais perfeita, estabelecer a Justiça, assegurar a Tranquilidade interna, prover a defesa comum, promover o Bem-Estar geral, e garantir para nós e para os nossos descendentes os Benefícios da Liberdade, promulgamos e estabelecemos esta Constituição para os Estados Unidos da América.</p></dd> </dl> <h2 id="aI" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_I">Artigo. I.</span></h2> <dl> <dt id="aI-s1" style="font-weight:normal;"><span id="Section_1">Seção. 1.</span></dt><dd id="aI-s1-c1"><p> Todos os Poderes legislativos aqui definidos serão confiados a um Congresso dos Estados Unidos, que irá consistir de um Senado e de uma Câmara de Representantes.</p></dd> <dt id="aI-s2" style="font-weight:normal;"><span id="Section_2">Seção. 2.</span></dt><dd id="aI-s2-c1"><p> A Câmara dos Representantes deverá ser composta de Membros escolhidos a cada dois anos pelos eleitores dos diversos estados, e os Eleitores em cada estado deverão possuir as mesmas Qualificações necessárias aos eleitores da secção mais numerosa da legislação estadual.</p></dd> <dd id="aI-s2-c2"><p> Nenhuma pessoa será um representante se não tiver atingido a idade de vinte e cinco anos, e não for cidadão dos Estados Unidos pelo prazo mínimo de sete anos e que, quando eleita, não habite no estado para o qual foi eleita representante.</p></dd> <dd id="aI-s2-c3"><p> O número de Representantes, assim como os impostos diretos, serão fixados, para os diversos Estados que fizerem parte da União (segundo o número de habitantes, assim determinado: o número total de pessoas livres, incluídas as pessoas em estado de servidão por tempo determinado, e excluídos os índios não taxados, somar-se-ão três quintos da população restante). O recenseamento será feito dentro de três anos depois da primeira sessão do Congresso dos Estados Unidos, e, em seguida, decenalmente, de acordo com as leis que se adotarem. O número de Representantes não excederá de um por 30.000 pessoas, mas cada Estado terá no mínimo um representante. Enquanto não se fizer o recenseamento, o Estado de New Hampshire terá o direito de eleger três representantes, Massachusetts oito, Rhode Island e Providence Plantations um, Connecticut cinco, New York seis, New Jersey quatro, Pennsylvania oito, Delaware um, Maryland seis, Virginia dez, North Carolina cinco, South Carolina cinco, e Georgia três.</p></dd> <dd id="aI-s2-c4"><p> Quando ocorrerem vagas na representação de qualquer Estado, o Poder Executivo desse Estado fará publicar editais de eleição para o seu preenchimento.</p></dd> <dd id="aI-s2-c5"><p> A Câmara dos Representantes elegerá o seu Presidente e demais membros da Mesa; e terá poder absoluto de cassação (Impeachment).</p></dd> <dt id="aI-s3" style="font-weight:normal;"><span id="Section_3">Seção. 3.</span></dt><dd id="aI-s3-c1"><p> O Senado dos Estados Unidos deve ser composto de dois Senadores de cada Estado, escolhidos pela Legislatura por seis Anos; e cada Senador deve ter um Voto.</p></dd> <dd id="aI-s3-c2"><p> Imediatamente após sua reunião em Consequência da primeira Eleição, eles deverão ser dividos de forma tão igual quanto for possível em três Classes. As Cadeiras dos Senadores da primeira Classe deverão estar vagas na Expiração do segundo Ano, da segunda Classe na Expiração do quarto Ano, e da terceira Classe na Expiração do sexto Ano, para que um terço seja escolhido a cada dois anos; e se Vagas surgirem por Renúncia, ou de outra forma, durante o recesso da Legislatura da qualquer Estado, o Executivo de lá deverá fazer Indicações temporárias até a próxima Reunião da Legislatura, que deverá então preencher tais Vagas.</p></dd> <dd id="aI-s3-c3"><p> Nenhuma Pessoa deverá ser um Senador se não tiver atingido a Idade de trinta Anos, e tiver sido por nove Anos um Cidadão dos Estados Unidos, e que não seja, quando eleito, um Habitante daquele Estado para qual ele deve ser escolhido.</p></dd> <dd id="aI-s3-c4"><p> O Vice Presidente dos Estados Unidos deverá ser Presidente do Senado, mas não deverá ter Voto, salvo se eles estiverem igualmente divididos.</p></dd> <dd id="aI-s3-c5"><p> O Senado deverá escolher seus outros Oficiais, e também um Presidente temporário, na Ausência do Vice Presidente, ou quando ele dever exercer o Ofício de Presidente dos Estados Unidos.</p></dd> <dd id="aI-s3-c6"><p> O Senado deverá ter o único Poder para julgar todos os Impeachments. Quando se sentarem para aquele Propósito, eles deverão estar sob Juramento ou Afirmação. Quando o Presidente dos Estados Unidos for julgado, o Chefe de Justiça deverá presidir: E nenhuma Pessoa deverá ser condenada sem a Concordância de dois terços dos Membros presentes.</p></dd> <dd id="aI-s3-c7"><p> Sentença em Casos de Impeachment não deverá extender-se além de remoção do Cargo, e desqualificação para deter e usufruir qualquer Cargo de honra, Confiança ou Lucro sob os Estados Unidos: mas a Parte condenada poderá não obstante ser obrigada e sujeita a Indiciamento, Julgamento, Sentença e Punição, em acordo com a Lei.</p></dd> <dt id="aI-s4" style="font-weight:normal;"><span id="Section_4">Seção. 4.</span></dt><dd id="aI-s4-c1"><p> As Ocasiões, Lugares e Maneira de celebrar Eleições para Senadores e Representantes, deverão ser proscritas em cada Estado pela Legislatura de lá; mas o Congresso poderá a qualquer ocasião por Lei fazer ou alterar tais Regulações, exceto quanto aos Lugares de escolha de Senadores.</p></dd> <dd id="aI-s4-c2"><p> O Congresso deverá reunir-se ao menos uma vez a cada Ano, e tal Reunião deverá ser na primeira Segunda-Feira em Dezembro, a menos que eles apontem por Lei um Dia diferente.</p></dd> <dt id="aI-s5" style="font-weight:normal;"><span id="Section_5">Section. 5.</span></dt><dd id="aI-s5-c1"><p> Cada Casa deverá ser o Juiz das Eleições, Retornos e Classificações de seus próprios Membros, e uma Maioria de cada [Casa] deverá constituir um Quorum para Trabalhar; mas um menor Número poderá adiar [o trabalho] a cada dia, e poderá ser autorizado a forçar o Comparecimento de Membros ausentes, de tal Maneira, e sob tais Penalidades como cada Casa decidir.</p></dd> <dd id="aI-s5-c2"><p> Cada Casa poderá determinar as Regras de seus Procedimentos, punir seus Membros por Comportamento desordeiro, e, com a Concordância de dois terços, eliminar um Membro.</p></dd> <dd id="aI-s5-c3"><p> Cada Casa deverá manter um Registro de seus Procedimentos, e de tempo em tempo publicá-lo, excetuando em tais Partes que poderão em seu Juízo requerer Segredo; e as Concordâncias e Discordâncias dos Membros de cada Casa sobre qualquer assunto deverão, sob desejo de um quinto dos Presentes, ser incluídas no Registro.</p></dd> <dd id="aI-s5-c4"><p> Nenhuma Casa, durante a Sessão do Congresso, deverá, sem o Consentimento da outra, adiar-se por mais de três dias, nem [deslocar-se] para algum outro Lugar que aquele no qual as duas Casas deverão se reunir.</p></dd> <dt id="aI-s6" style="font-weight:normal;"><span id="Section_6">Seção. 6.</span></dt><dd id="aI-s6-c1"><p> Os Senadores e Representantes deverão receber uma Compensação por seus Serviços, a ser acertada por Lei, e paga pelo Tesouro dos Estados Unidos. Eles deverão em todos os Casos, exceto Traição, Ilicitude e Brecha da Paz, ser liberados de Prisão durante sua Presença na Sessão das suas respectivas Câmaras, e ao ir e retornar das mesmas; e por qualquer Discurso ou Debate em qualquer Câmara, eles não deverão ser questionados em qualquer outro Lugar.</p></dd> <dd id="aI-s6-c2"><p> Nenhum Senador ou Representante pode, durante o período para o qual foi eleito, ser nomeado para qualquer cargo público do Governo dos Estados Unidos que tenha sido criado ou cuja remuneração for aumentada nesse período; e nenhuma pessoa ocupando cargo no Governo dos Estados Unidos poderá ser membro de qualquer das Câmaras enquanto permanecer no cargo.</p></dd> <dt id="aI-s7" style="font-weight:normal;"><span id="Section_7">Seção. 7.</span></dt><dd id="aI-s7-c1"><p> Todos os projetos de lei relativos ao aumento da receita deve se iniciar na Câmara dos representantes; o Senado, porém, poderá propor ou contribuir com emendas, como nos demais projetos de lei.</p></dd> <dd id="aI-s7-c2"><p> Todo projeto de lei aprovado pela Câmara dos Representantes e pelo Senado deverá, antes de se tornar lei, ser apresentado ao Presidente dos Estados Unidos. Se aprovar, ele o assinará; se não, o devolverá junto de suas objeções à Câmara em que teve origem, a qual, então, colocará em ata as objeções do Presidente, e submeterá o projeto a uma nova discussão. Se, mesmo após ter feito a reconsideração, o projeto for mantido por mais de dois terços dos membros dessa Câmara, será enviado, com as objeções, à outra Câmara, a qual também o discutirá novamente, e, se essa também obtiver dois terços dos votos, o projeto passará a ser considerado lei. Nesse caso, em ambas as Câmaras, os votos serão indicados pelo "Sim" ou "Não", escrevendo-se no livro de atas das respectivas Câmaras os nomes dos membros que votaram a favor ou contra o projeto de lei. Todo projeto que não for devolvido pelo Presidente no prazo de dez dias a contar da data de seu recebimento (excetuando-se os domingos) será considerado lei, como se ele o tivesse assinado, a menos que o Congresso, estando em recesso, torne impossível a devolução do projeto, assim, neste caso ele não passará a ser lei.</p></dd> <dd id="aI-s7-c3"><p> Toda ordem, resolução, ou voto, para o qual seja necessária a colaboração do Senado e da Câmara dos Representantes (salvo questões de suspensão das sessões), será apresentado ao Presidente dos Estados Unidos; e antes da mesma efetuar-se - seja ela aprovada, seja ela desaprovada por ele - ela deve ser repassada por dois terços do Senado e da Câmara dos Representantes conforme as regras previstas aos projetos de lei.</p></dd> <dt id="aI-s8" style="font-weight:normal;"><span id="Section_8">Seção. 8.</span></dt><dd id="aI-s8-c1"><p> O Congresso deverá ter o Poder para instituir e coletar Taxas e Impostos, para pagar as Dívidas e prover para a Defesa comum e o Bem Estar em geral; mas todos Impostos e Taxas deverão ser uniformes por todos os Estados Unidos;</p></dd> <dd id="aI-s8-c2"><p> Emprestar Dineiro no crédito dos Estados Unidos;</p></dd> <dd id="aI-s8-c3"><p> Regular o comércio com Nações estrangeiras, e entre os diversos Estados, e com as Tribos Índias;</p></dd> <dd id="aI-s8-c4"><p> Estabelecer uma Regra de Naturalização uniforme, e Leis sobre Falências uniformes por todos os Estados unidos;</p></dd> <dd id="aI-s8-c5"><p> Cunhar Dinheiro, regular o Valor deste, e de Moeda estrangeira, e fixar o Padrão de Pesos e Medidas;</p></dd> <dd id="aI-s8-c6"><p> Providenciar pela Punição de falsificar as Seguranças e Moeda corrente dos Estados Unidos;</p></dd> <dd id="aI-s8-c7"><p> Estabelecer Escritórios e Estradas de Correio;</p></dd> <dd id="aI-s8-c8"><p> Promover o progresso da ciência e das artes úteis, garantindo, por tempo limitado, aos autores e inventores o direito exclusivo aos seus escritos ou descobertas;</p></dd> <dd id="aI-s8-c9"><p> Constituir tribunais inferiores à Suprema Corte;</p></dd> <dd id="aI-s8-c10"><p> Definir e punir pirataria e crimes hediondos cometidos em alto mar, e ofenças contra a Lei da Nação;</p></dd> <dd id="aI-s8-c11"><p> Declarar Guerra, conceder Cartas de Marca e Represália, e fazer Regras sobre Capturas em Terra e Água;</p></dd> <dd id="aI-s8-c12"><p> Para formar e apoiar Exércitos, mas nenhuma Apropriação de Dinheiro para esse Uso será por um Prazo superior a dois Anos;</p></dd> <dd id="aI-s8-c13"><p> Fornecer e manter uma Marinha;</p></dd> <dd id="aI-s8-c14"><p> Elaborar o Regulamento de Governo e Regulamentação das Forças Terrestres e Navais;</p></dd> <dd id="aI-s8-c15"><p> Providenciar a convocação da Milícia para executar as Leis da União, reprimir Insurreições e repelir Invasões;</p></dd> <dd id="aI-s8-c16"><p> Organizar, armar e disciplinar a milícia e governar a parte dela que possa ser empregada a serviço dos Estados Unidos, reservando aos Estados, respectivamente, a nomeação dos oficiais e a autoridade para treinar os Milícia de acordo com a disciplina prescrita pelo Congresso;</p></dd> <dd id="aI-s8-c17"><p> Exercer legislação exclusiva em todos os casos, sobre o distrito (não superior a dez milhas quadradas) que, por Cessão de Estados particulares e Aceitação do Congresso, se torne a Sede do Governo dos Estados Unidos e exercer a mesma Autoridade sobre todos os locais adquiridos pelo consentimento da legislatura do estado em que o mesmo será, para a construção de fortes, paióis, arsenais, estaleiros e outros edifícios necessários; - e</p></dd> <dd id="aI-s8-c18"><p> Fazer todas as leis necessárias e apropriadas para executar os poderes anteriores e todos os outros poderes conferidos por esta Constituição ao Governo dos Estados Unidos ou a qualquer departamento ou funcionário do mesmo.</p></dd> <dt id="aI-s9" style="font-weight:normal;"><span id="Section_9">Seção. 9.</span></dt><dd id="aI-s9-c1"><p> A Migração ou Importação de Pessoas que qualquer um dos Estados agora existentes julgar apropriado admitir, não será proibida pelo Congresso antes do ano de mil oitocentos e oito, mas um Imposto ou taxa poderá ser cobrado sobre tal Importação, não superior a dez dólares para cada pessoa.</p></dd> <dd id="aI-s9-c2"><p> O Privilégio do Mandado de Habeas Corpus não será suspenso, exceto quando em Casos de Rebelião ou Invasão, a Segurança pública pode exigir.</p></dd> <dd id="aI-s9-c3"><p> Nenhum Projeto de Lei ou ex post facto será aprovado.</p></dd> <dd id="aI-s9-c4"><p> Nenhuma taxa de capitação ou outro imposto direto será cobrado, a menos que em proporção ao censo ou enumeração aqui indicada antes de ser feita.</p></dd> <dd id="aI-s9-c5"><p> Nenhum Imposto ou Taxa será cobrado sobre os Artigos exportados de qualquer Estado.</p></dd> <dd id="aI-s9-c6"><p> Nenhuma preferência será dada por qualquer regulamento de comércio ou receita aos portos de um Estado sobre os de outro: nem os navios com destino a, ou de um Estado, serão obrigados a entrar, desembaraçar ou pagar taxas em outro.</p></dd> <dd id="aI-s9-c7"><p> Nenhum dinheiro será sacado do Tesouro, exceto em consequência de apropriações feitas por lei; e uma Demonstração regular e Conta das Receitas e Despesas de todo o dinheiro público serão publicadas de tempos em tempos.</p></dd> <dd id="aI-s9-c8"><p> Nenhum Título de Nobreza será concedido pelos Estados Unidos: E nenhuma Pessoa que ocupe qualquer Cargo de Lucro ou confiança sob eles, deverá, sem o Consentimento do Congresso, aceitar qualquer presente, Emolumento, Cargo ou Título, de qualquer tipo. , de qualquer Rei, Príncipe ou Estado estrangeiro.</p></dd> <dt id="aI-s10" style="font-weight:normal;"><span id="Section_10">Seção. 10.</span></dt><dd id="aI-s10-c1"><p> Nenhum Estado entrará em nenhum Tratado, Aliança ou Confederação; conceder Cartas de Marca e Represália; cunhar Moeda; emitir Letras de Crédito; fazer qualquer coisa, exceto moedas de ouro e prata, em pagamento de dívidas; aprovar qualquer Projeto de Lei, Lei ex post facto ou Lei que prejudique a Obrigação de Contratos, ou conceder qualquer Título de Nobreza.</p></dd> <dd id="aI-s10-c2"><p> Nenhum Estado deverá, sem o consentimento do Congresso, estabelecer quaisquer impostos ou taxas sobre importações ou exportações, exceto o que for absolutamente necessário para a execução de suas Leis de inspeção: e o Produto líquido de todos os Direitos e Impostos, cobrados por qualquer Estado sobre Importações ou Exportações, será para Uso do Tesouro dos Estados Unidos; e todas essas Leis estarão sujeitas à Revisão e Controle<!-- "Controle" é a ortografia atual usada na Constituição; por favor, não o "corrija" para a ortografia moderna--> do Congresso.</p></dd> <dd id="aI-s10-c3"><p> Nenhum Estado deverá, sem o consentimento do Congresso, estabelecer qualquer Dever de Arqueação, manter Tropas ou Navios de Guerra em tempos de Paz, entrar em qualquer Acordo ou Pacto com outro Estado, ou com uma Potência estrangeira, ou se envolver em Guerra, a menos que realmente invadido ou em perigo iminente que não admite atraso.</p></dd> </dl> <h2 id="aII" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_II">Artigo. II.</span></h2> <dl> <dt id="aII-s1" style="font-weight:normal;"><span id="Section_1_2">Seção. 1.</span></dt><dd id="aII-s1-c1"><p> O Poder Executivo será conferido ao Presidente dos Estados Unidos da América. Ele deverá exercer seu mandato durante o período de quatro anos, e, junto com o Vice Presidente escolhido para o mesmo mandato, ser eleito da seguinte forma:</p></dd> <dd id="aII-s1-c2"><p> Cada Estado deverá indicar, da forma em que a própria legislatura estabelecer, um número de Eleitores, igual ao número total de Senadores e de Representantes a que o Estado tiver direito no Congresso: porém nenhum Senador ou Representante, ou pessoa que exerça função de confiança ou remunerada nos Estados Unidos, poderá ser indicado Eleitor.</p></dd> <dd id="aII-s1-c3"><p> Os Eleitores se reunirão em seus respectivos Estados e votarão por Boletim para duas Pessoas, das quais pelo menos uma não será Habitante do mesmo Estado que eles. E eles devem fazer uma lista de todas as pessoas votadas e do número de votos para cada uma; qual Lista eles devem assinar e certificar, e transmitir lacrado à Sede do Governo dos Estados Unidos, dirigido ao Presidente do Senado. O Presidente do Senado, na presença do Senado e da Câmara dos Deputados, abrirá todas as Certidões, procedendo-se à apuração dos Votos. A Pessoa com o maior Número de Votos será o Presidente, se tal Número for a Maioria de todo o Número de Eleitores nomeados; e se houver mais de um que tenha tal maioria, e tenha um número igual de votos, então a Câmara dos Representantes deverá imediatamente escolher por votação de um deles para presidente; e se nenhuma Pessoa tiver a Maioria, então, das cinco mais altas na Lista, a referida Casa deverá votar para Presidente da mesma maneira. Mas ao votar para Presidente, os Votos serão dados pelos Estados, a Representação de cada Estado tendo um Voto; um quórum para este propósito consistirá de um Membro ou Membros de dois terços dos Estados, e a maioria de todos os Estados será necessária para uma Escolha. Em todos os casos, após a escolha do presidente, a pessoa com o maior número de votos dos eleitores será o vice-presidente. Mas se restarem dois ou mais que tenham votos iguais, o Senado escolherá entre eles, por votação, o vice-presidente.</p></dd> <dd id="aII-s1-c4"><p> O Congresso pode determinar o momento para escolha dos Eleitores, e o Dia em que eles darão seus Votos; esse dia será o mesmo em todos os Estados Unidos.</p></dd> <dd id="aII-s1-c5"><p> Nenhuma pessoa, exceto um cidadão nato ou um cidadão dos Estados Unidos, no momento da adoção desta Constituição, será elegível para o cargo de presidente; nem será elegível para esse cargo qualquer pessoa que não tenha atingido a idade de trinta e cinco anos e tenha catorze anos como residente nos Estados Unidos.</p></dd> <dd id="aII-s1-c6"><p> No caso de destituição do Presidente do cargo, ou de seu falecimento, renúncia ou incapacidade de exercer os poderes e deveres do referido cargo, o mesmo recairá sobre o vice-presidente, podendo o Congresso, por lei, prever o caso de Destituição, Morte, Renúncia ou Incapacidade, tanto do Presidente quanto do Vice-Presidente, declarando qual Diretor deverá então atuar como Presidente, e tal Diretor deverá agir de acordo, até que a Incapacidade seja removida, ou um Presidente seja eleito.</p></dd> <dd id="aII-s1-c7"><p> O Presidente receberá, em Momentos determinados, por seus Serviços, uma Remuneração, que não poderá ser aumentada nem diminuída durante o Período para o qual ele foi eleito, e ele não receberá dentro desse Período qualquer outro Emolumento dos Estados Unidos, ou qualquer um dele</p></dd> <dd id="aII-s1-c8"><p> Antes de iniciar a Execução de seu Cargo, ele deverá prestar o seguinte Juramento ou Afirmação: - “Juro solenemente (ou afirmo) que desempenharei fielmente o Cargo de Presidente dos Estados Unidos e darei o melhor de mim. Capacidade, preservar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos.”</p></dd> <dt id="aII-s2" style="font-weight:normal;"><span id="Section_2_2">Seção. 2.</span></dt><dd id="aII-s2-c1"><p> O Presidente será o chefe supremo do Exército e da Marinha dos Estados Unidos, e também da Milícia dos diversos estados, quando convocadas ao serviço ativo dos Estados Unidos. Poderá pedir a opinião, por escrito, do chefe de cada uma das secretarias do Executivo sobre assuntos relativos às respectivas atribuições. Terá o poder de indulto e de graça por delitos contra os Estados Unidos, exceto nos casos de impeachment.</p></dd> <dd id="aII-s2-c2"><p> Ele poderá, mediante parecer e aprovação do Senado, concluir tratados, desde que dois terços dos senadores presentes assim o decidam. Nomeará, mediante o parecer e aprovação do Senado, os embaixadores e outros ministros e cônsules, juízes do Supremo Tribunal, e todos os funcionários dos Estados Unidos cujos cargos, criados por lei, não têm nomeação prevista nesta Constituição, O Congresso poderá, por lei, atribuir ao Presidente, aos tribunais de justiça, ou aos chefes das secretarias a nomeação dos funcionários subalternos, conforme julgar conveniente.</p></dd> <dd id="aII-s2-c3"><p> O Presidente poderá preencher as vagas ocorridas durante o recesso do Senado, fazendo nomeações que expirarão no fim da sessão seguinte.</p></dd> <dt id="aII-s3" style="font-weight:normal;"><span id="Section_3_2">Seção. 3.</span></dt><dd id="aII-s3-c1"><p> O Presidente deverá prestar ao Congresso, periodicamente, informações sobre o estado da União, fazendo ao mesmo tempo as recomendações que julgar necessárias e convenientes. Poderá, em casos extraordinários, convocar ambas as Câmaras, ou uma delas, e, havendo entre elas divergências sobre a época da suspensão dos trabalhos, poderá suspender as sessões até a data que julgar conveniente. Receberá os embaixadores e outros diplomatas; zelará pelo fiel cumprimento das leis, e conferirá as patentes aos oficiais dos Estados Unidos.</p></dd> <dt id="aII-s4" style="font-weight:normal;"><span id="Section_4_2">Seção. 4.</span></dt><dd id="aII-s4-c1"><p> O Presidente, o Vice-Presidente, e todos os funcionários civis dos Estados Unidos serão afastados de suas funções quando indiciados e condenados por traição, suborno, ou outros delitos ou crimes graves.</p></dd> </dl> <h2 id="aIII" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_III">Artigo. III.</span></h2> <dl> <dt id="aIII-s1" style="font-weight:normal;"><span id="Section_1_3">Seção. 1.</span></dt><dd id="aIII-s1-c1"><p> O Poder Judiciário dos Estados Unidos será investido em uma Suprema Corte e nos tribunais inferiores que forem oportunamente estabelecidos por determinações do Congresso. Os juízes, tanto da Suprema Corte como dos tribunais inferiores, conservarão seus cargos enquanto bem servirem, e perceberão por seus serviços uma remuneração que não poderá ser diminuída durante a permanência no cargo.</p></dd> <dt id="aIII-s2" style="font-weight:normal;"><span id="Section_2_3">Seção. 2.</span></dt><dd id="aIII-s2-c1"><p> A competência do Poder Judiciário se estenderá a todos os casos de aplicação da Lei e da Eqüidade ocorridos sob a presente Constituição, as leis dos Estados Unidos, e os tratados concluídos ou que se concluírem sob sua autoridade; a todos os casos que afetem os embaixadores, outros ministros e cônsules; a todas as questões do almirantado e de jurisdição marítima; às controvérsias em que os Estados Unidos sejam parte; às controvérsias entre dois ou mais Estados, entre um Estado e cidadãos de outro Estado, entre cidadãos de diferentes Estados, entre cidadãos do mesmo Estado reivindicando terras em virtude de concessões feitas por outros Estados, enfim, entre um Estado, ou os seus cidadãos, e potências, cidadãos, ou súditos estrangeiros.</p></dd> <dd id="aIII-s2-c2"><p> Em todas as questões relativas a embaixadores, outros ministros e cônsules, e naquelas em que se achar envolvido um Estado, a Suprema Corte exercerá jurisdição originária. Nos demais casos supracitados, a Suprema Corte terá jurisdição em grau de recurso, pronunciando-se tanto sobre os fatos como sobre o direito, observando as exceções e normas que o Congresso estabelecer.</p></dd> <dd id="aIII-s2-c3"><p> O julgamento de todos os crimes, exceto em casos de impeachment, será feito por júri, tendo lugar o julgamento no mesmo Estado em que houverem ocorrido os crimes; e, se não houverem ocorrido em nenhum dos Estados, o julgamento terá lugar na localidade que o Congresso designar por lei.</p></dd> <dt id="aIII-s3" style="font-weight:normal;"><span id="Section_3_3">Seção. 3.</span></dt><dd id="aIII-s3-c1"><p> A traição contra os Estados Unidos consistirá, unicamente, em levantar armas contra eles, ou coligar-se com seus inimigos, prestando-lhes auxílio e apoio. Ninguém será condenado por traição se não mediante o depoimento de duas testemunhas sobre o mesmo ato, ou mediante confissão em sessão pública do tribunal.</p></dd> <dd id="aIII-s3-c2"><p> O Congresso terá o poder de fixar a pena por crime de traição, mas não será permitida a morte civil ou o confisco de bens, a não ser durante a vida do condenado.</p></dd> </dl> <h2 id="aIV" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_IV">Artigo. IV.</span></h2> <dl> <dt id="aIV-s1" style="font-weight:normal;"><span id="Section_1_4">Seção. 1.</span></dt><dd id="aIV-s1-c1"><p> Em cada Estado se dará inteira fé e crédito aos atos públicos, registros e processos judiciários de todos os outros Estados. E o Congresso poderá, por leis gerais, prescrever a maneira pela qual esses atos, registros e processos devam ser provados, e os efeitos que possam produzir.</p></dd> <dt id="aIV-s2" style="font-weight:normal;"><span id="Section_2_4">Seção. 2.</span></dt><dd id="aIV-s2-c1"><p> Os cidadãos de cada Estado terão direito nos demais Estados a todos os privilégios e imunidades que estes concederem aos seus próprios cidadãos.</p></dd> <dd id="aIV-s2-c2"><p> A pessoa acusada em qualquer Estado por crime de traição, ou outro delito, que se evadir à justiça e for encontrada em outro Estado, será, a pedido da autoridade executiva do Estado de onde tiver fugido, presa e entregue ao Estado que tenha jurisdição sobre o crime.</p></dd> <dd id="aIV-s2-c3"><p> Nenhuma pessoa sujeita a regime servil sob as leis de um Estado que se evadir para outro Estado poderá, em virtude de lei ou normas deste, ser libertada de sua condição, mas será devolvida, mediante pedido, à pessoa a que estiver submetida.</p></dd> <dt id="aIV-s3" style="font-weight:normal;"><span id="Section_3_4">Seção. 3.</span></dt><dd id="aIV-s3-c1"><p> O Congresso pode admitir novos Estados à União, mas não se poderá formar ou criar um novo Estado dentro da Jurisdição de outro; nem se poderá formar um novo Estado pela união de dois ou mais Estados, ou de partes de Estados, sem o consentimento das legislaturas dos Estados interessados, assim como o do Congresso.</p></dd> <dd id="aIV-s3-c2"><p> O Congresso poderá dispor do território e de outras propriedades pertencentes ao Governo dos Estados Unidos, e quanto a eles baixar leis e regulamentos. Nenhuma disposição desta Constituição se interpretará de modo a prejudicar os direitos dos Estados Unidos ou de qualquer dos Estados.</p></dd> <dt id="aIV-s4" style="font-weight:normal;"><span id="Section_4_4">Seção. 4.</span></dt><dd id="aIV-s4-c1"><p> Os Estados Unidos garantirão a cada Estado desta União a forma republicana de governo e defende-lo-ão contra invasões; e, a pedido da Legislatura, ou do Executivo, estando aquela impossibilitada de se reunir, o defenderão em casos de comoção interna.</p></dd> </dl> <h2 id="aV" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_V">Artigo. V.</span></h2> <dl> <dd id="aV-c1"><p> Sempre que dois terços dos membros de ambas as Câmaras julgarem necessário, o Congresso proporá emendas a esta Constituição, ou, se as legislaturas de dois terços dos Estados o pedirem, convocará uma convenção para propor emendas, que, em um e outro caso, serão válidas para todos os efeitos como parte desta Constituição, se forem ratificadas pelas legislaturas de três quartos dos Estados ou por convenções reunidas para este fim em três quartos deles, propondo o Congresso uma ou outra dessas maneiras de ratificação. Nenhuma emenda poderá, antes do ano de 1808, afetar de qualquer forma as cláusulas primeira e quarta da Seção 9, do Artigo I, e nenhum Estado poderá ser privado, sem seu consentimento, de sua igualdade de sufrágio no Senado.</p></dd> </dl> <h2 id="aVI" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_VI">Artigo. VI.</span></h2> <dl> <dd id="aVI-c1"><p> Todas as dividas e compromissos contraídos antes da adoção desta Constituição serão tão válidos contra os Estados Unidos sob o regime desta Constituição, como o eram durante a Confederação.</p></dd> <dd id="aVI-c2"><p> Esta Constituição e as leis complementares e todos os tratados já celebrados ou por celebrar sob a autoridade dos Estados Unidos constituirão a lei suprema do país; os juízes de todos os Estados serão sujeitos a ela, ficando sem efeito qualquer disposição em contrário na Constituição ou nas leis de qualquer dos Estados.</p></dd> <dd id="aVI-c3"><p> Os Senadores e Representantes acima mencionados, os membros das legislaturas dos diversos Estados, e todos os funcionários do Poder Executivo e do Judiciário, tanto dos Estados Unidos como dos diferentes Estados, obrigar-se-ão por juramento ou declaração a defender esta Constituição. Nenhum requisito religioso poderá ser erigido como condição para a nomeação para cargo público.</p></dd> </dl> <h2 id="aVII" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_VII">Artigo. VII.</span></h2> <dl> <dd id="aVII-c1"><p> A ratificação, por parte das convenções de nove Estados será suficiente para a adoção desta Constituição nos Estados que a tiverem ratificado.</p></dd> </dl> {| |- | style="width:30%; vertical-align:top; text-align:justify;"| <span style="float:right; padding-right:1em; line-height:1.5; font-size:90%;"> A palavra, "o", estando entrelinhada entre o sétimo e o oitavas linhas da primeira página, sendo a palavra "trinta" parcialmente escrito em uma rasura na décima quinta linha da primeira página, As palavras "é provado" sendo intercaladas entre o trigésimo segundo e trigésima terceira linhas da primeira página e a palavra "the" sendo entrelinhado entre a quadragésima terceira e a quadragésima quarta linhas do segunda página.</span> <div style="text-align:right; padding-right:1em;">Atest&nbsp;{{Small-caps|William&nbsp;Jackson}}&nbsp;Secretário</div> | style="padding:0 1em 0 0em;"|<div style="padding-left:1em;"><span style="display:normal;">dado</span> em Convenção, com a aprovação unânime dos Estados presentes, a 17 de setembro do ano de Nosso Senhor de 1787, e décimo segundo da Independência dos Estados Unidos. <span style="display:normal;">Em testemunho</span> do que, assinamos abaixo os nossos nomes, </div> <div style="text-align:right; margin-right:2ex;">G<sup>o</sup>. {{sc|Washington}}—Presidente <br> e representante da Virginia</div> {| align="center" style="clear:right; border-collapse:collapse; border:0; margin:1.0em 0.5em 0.0em 0.5em; text-indent:0em;" |nowrap| {| align="right" style="border:0;" |- |{{ts|ar}}|Delaware |{{ts|ar}}|{{brace2|5|l}} |{{ts|sc}}|Geo: Read<br/>Gunning Bedford jun<br/>John Dickinson<br/>Richard Bassett<br/>Jaco: Broom |- |{{ts|ar}}| Maryland |{{ts|ar}}|{{brace2|3|l}} |{{ts|sc}}|James McHenry<br/>Dan of S<sup>t</sup> Tho<sup>s</sup> Jenifer<br/>Dan<sup>l</sup> Carroll |- |{{ts|ar}}|Virgínia |{{ts|ar}}|{{brace2|2|l}} |{{ts|sc}}|John Blair—<br/>James Madison Jr. |- |{{ts|ac}}| Carolina do Norte |{{ts|ar}}|{{brace2|3|l}} |{{ts|sc}}|W<sup>m</sup> Blount<br/>Rich<sup>d</sup> Dobbs Spaight<br/>Hu Williamson |- |{{ts|ac}}|Carolina do Sul |{{ts|ar}}|{{brace2|4|l}} |{{ts|sc}}|J. Rutledge<br/>Charles&nbsp;Cotesworth&nbsp;Pinckney<br/>Charles Pinckney<br/>Pierce Butler |- |{{ts|ar}}|Geórgia |{{ts|ar}}|{{brace2|2|l}} |{{ts|sc}}|William Few<br/>Abr Baldwin |} |style="width:4ex;"|&nbsp; |nowrap| {| align="right" style="border:0;" |- |{{ts|ac}}|New Hampshire |{{ts|ar}}|{{brace2|2|l}} |{{ts|sc}}|John Langdon<br/>Nicholas Gilman |- |{{ts|ac}}|Massachusetts |{{ts|ar}}|{{brace2|2|l}} |{{ts|sc}}|Nathaniel&nbsp;Gorham<br/>Rufus King |- |{{ts|ar}}|Connecticut |{{ts|ar}}|{{brace2|2|l}} |{{ts|sc}}|W<sup>m</sup> Sam<sup>l</sup> Johnson<br/>Roger Sherman |- |{{ts|ar}}| Nova Iorque . . . |colspan="2" {{ts|sc|al}}|Alexander&nbsp;Hamilton |- |{{ts|ar}}| Nova Jersey |{{ts|ar}}|{{brace2|4|l}} |{{ts|sc}}|Wil: Livingston<br/>David Brearley.<br/>W<sup>m</sup> Paterson.<br/>Jona: Dayton |- |{{ts|ar}}| Pensilvânia |{{ts|ar}}|{{brace2|8|l}} |{{ts|sc}}|B Franklin<br/>Thomas Mifflin<br/>Rob<sup>t</sup> Morris<br/>Geo. Clymer<br/>Tho<sup>s</sup> FitzSimons<br/>Jared Ingersol<br/>James Wilson<br/>Gouv Morris |} |} |} <br /> ru620y9m1qvflly42jfj9ktsqll53ne 561366 561364 2026-09-02T21:39:27Z ~2026-47637-31 43716 561366 wikitext text/x-wiki {{Tradução espelho}} {{nop}} <h2 id="Pre" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal; display:none;">Preamble</h2> <dl> <dd><p> Nós, o Povo dos Estados Unidos, a fim de formar uma União mais perfeita, estabelecer a Justiça, assegurar a Tranquilidade interna, prover a defesa comum, promover o Bem-Estar geral, e garantir para nós e para os nossos descendentes os Benefícios da Liberdade, promulgamos e estabelecemos esta Constituição para os Estados Unidos da América.</p></dd> </dl> <h2 id="aI" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_I">Artigo. I.</span></h2> <dl> <dt id="aI-s1" style="font-weight:normal;"><span id="Section_1">Seção. 1.</span></dt><dd id="aI-s1-c1"><p> Todos os Poderes legislativos aqui definidos serão confiados a um Congresso dos Estados Unidos, que irá consistir de um Senado e de uma Câmara de Representantes.</p></dd> <dt id="aI-s2" style="font-weight:normal;"><span id="Section_2">Seção. 2.</span></dt><dd id="aI-s2-c1"><p> A Câmara dos Representantes deverá ser composta de Membros escolhidos a cada dois anos pelos eleitores dos diversos estados, e os Eleitores em cada estado deverão possuir as mesmas Qualificações necessárias aos eleitores da secção mais numerosa da legislação estadual.</p></dd> <dd id="aI-s2-c2"><p> Nenhuma pessoa será um representante se não tiver atingido a idade de vinte e cinco anos, e não for cidadão dos Estados Unidos pelo prazo mínimo de sete anos e que, quando eleita, não habite no estado para o qual foi eleita representante.</p></dd> <dd id="aI-s2-c3"><p> O número de Representantes, assim como os impostos diretos, serão fixados, para os diversos Estados que fizerem parte da União (segundo o número de habitantes, assim determinado: o número total de pessoas livres, incluídas as pessoas em estado de servidão por tempo determinado, e excluídos os índios não taxados, somar-se-ão três quintos da população restante). O recenseamento será feito dentro de três anos depois da primeira sessão do Congresso dos Estados Unidos, e, em seguida, decenalmente, de acordo com as leis que se adotarem. O número de Representantes não excederá de um por 30.000 pessoas, mas cada Estado terá no mínimo um representante. Enquanto não se fizer o recenseamento, o Estado de New Hampshire terá o direito de eleger três representantes, Massachusetts oito, Rhode Island e Providence Plantations um, Connecticut cinco, New York seis, New Jersey quatro, Pennsylvania oito, Delaware um, Maryland seis, Virginia dez, North Carolina cinco, South Carolina cinco, e Georgia três.</p></dd> <dd id="aI-s2-c4"><p> Quando ocorrerem vagas na representação de qualquer Estado, o Poder Executivo desse Estado fará publicar editais de eleição para o seu preenchimento.</p></dd> <dd id="aI-s2-c5"><p> A Câmara dos Representantes elegerá o seu Presidente e demais membros da Mesa; e terá poder absoluto de cassação (Impeachment).</p></dd> <dt id="aI-s3" style="font-weight:normal;"><span id="Section_3">Seção. 3.</span></dt><dd id="aI-s3-c1"><p> O Senado dos Estados Unidos deve ser composto de dois Senadores de cada Estado, escolhidos pela Legislatura por seis Anos; e cada Senador deve ter um Voto.</p></dd> <dd id="aI-s3-c2"><p> Imediatamente após sua reunião em Consequência da primeira Eleição, eles deverão ser dividos de forma tão igual quanto for possível em três Classes. As Cadeiras dos Senadores da primeira Classe deverão estar vagas na Expiração do segundo Ano, da segunda Classe na Expiração do quarto Ano, e da terceira Classe na Expiração do sexto Ano, para que um terço seja escolhido a cada dois anos; e se Vagas surgirem por Renúncia, ou de outra forma, durante o recesso da Legislatura da qualquer Estado, o Executivo de lá deverá fazer Indicações temporárias até a próxima Reunião da Legislatura, que deverá então preencher tais Vagas.</p></dd> <dd id="aI-s3-c3"><p> Nenhuma Pessoa deverá ser um Senador se não tiver atingido a Idade de trinta Anos, e tiver sido por nove Anos um Cidadão dos Estados Unidos, e que não seja, quando eleito, um Habitante daquele Estado para qual ele deve ser escolhido.</p></dd> <dd id="aI-s3-c4"><p> O Vice Presidente dos Estados Unidos deverá ser Presidente do Senado, mas não deverá ter Voto, salvo se eles estiverem igualmente divididos.</p></dd> <dd id="aI-s3-c5"><p> O Senado deverá escolher seus outros Oficiais, e também um Presidente temporário, na Ausência do Vice Presidente, ou quando ele dever exercer o Ofício de Presidente dos Estados Unidos.</p></dd> <dd id="aI-s3-c6"><p> O Senado deverá ter o único Poder para julgar todos os Impeachments. Quando se sentarem para aquele Propósito, eles deverão estar sob Juramento ou Afirmação. Quando o Presidente dos Estados Unidos for julgado, o Chefe de Justiça deverá presidir: E nenhuma Pessoa deverá ser condenada sem a Concordância de dois terços dos Membros presentes.</p></dd> <dd id="aI-s3-c7"><p> Sentença em Casos de Impeachment não deverá extender-se além de remoção do Cargo, e desqualificação para deter e usufruir qualquer Cargo de honra, Confiança ou Lucro sob os Estados Unidos: mas a Parte condenada poderá não obstante ser obrigada e sujeita a Indiciamento, Julgamento, Sentença e Punição, em acordo com a Lei.</p></dd> <dt id="aI-s4" style="font-weight:normal;"><span id="Section_4">Seção. 4.</span></dt><dd id="aI-s4-c1"><p> As Ocasiões, Lugares e Maneira de celebrar Eleições para Senadores e Representantes, deverão ser proscritas em cada Estado pela Legislatura de lá; mas o Congresso poderá a qualquer ocasião por Lei fazer ou alterar tais Regulações, exceto quanto aos Lugares de escolha de Senadores.</p></dd> <dd id="aI-s4-c2"><p> O Congresso deverá reunir-se ao menos uma vez a cada Ano, e tal Reunião deverá ser na primeira Segunda-Feira em Dezembro, a menos que eles apontem por Lei um Dia diferente.</p></dd> <dt id="aI-s5" style="font-weight:normal;"><span id="Section_5">Section. 5.</span></dt><dd id="aI-s5-c1"><p> Cada Casa deverá ser o Juiz das Eleições, Retornos e Classificações de seus próprios Membros, e uma Maioria de cada [Casa] deverá constituir um Quorum para Trabalhar; mas um menor Número poderá adiar [o trabalho] a cada dia, e poderá ser autorizado a forçar o Comparecimento de Membros ausentes, de tal Maneira, e sob tais Penalidades como cada Casa decidir.</p></dd> <dd id="aI-s5-c2"><p> Cada Casa poderá determinar as Regras de seus Procedimentos, punir seus Membros por Comportamento desordeiro, e, com a Concordância de dois terços, eliminar um Membro.</p></dd> <dd id="aI-s5-c3"><p> Cada Casa deverá manter um Registro de seus Procedimentos, e de tempo em tempo publicá-lo, excetuando em tais Partes que poderão em seu Juízo requerer Segredo; e as Concordâncias e Discordâncias dos Membros de cada Casa sobre qualquer assunto deverão, sob desejo de um quinto dos Presentes, ser incluídas no Registro.</p></dd> <dd id="aI-s5-c4"><p> Nenhuma Casa, durante a Sessão do Congresso, deverá, sem o Consentimento da outra, adiar-se por mais de três dias, nem [deslocar-se] para algum outro Lugar que aquele no qual as duas Casas deverão se reunir.</p></dd> <dt id="aI-s6" style="font-weight:normal;"><span id="Section_6">Seção. 6.</span></dt><dd id="aI-s6-c1"><p> Os Senadores e Representantes deverão receber uma Compensação por seus Serviços, a ser acertada por Lei, e paga pelo Tesouro dos Estados Unidos. Eles deverão em todos os Casos, exceto Traição, Ilicitude e Brecha da Paz, ser liberados de Prisão durante sua Presença na Sessão das suas respectivas Câmaras, e ao ir e retornar das mesmas; e por qualquer Discurso ou Debate em qualquer Câmara, eles não deverão ser questionados em qualquer outro Lugar.</p></dd> <dd id="aI-s6-c2"><p> Nenhum Senador ou Representante pode, durante o período para o qual foi eleito, ser nomeado para qualquer cargo público do Governo dos Estados Unidos que tenha sido criado ou cuja remuneração for aumentada nesse período; e nenhuma pessoa ocupando cargo no Governo dos Estados Unidos poderá ser membro de qualquer das Câmaras enquanto permanecer no cargo.</p></dd> <dt id="aI-s7" style="font-weight:normal;"><span id="Section_7">Seção. 7.</span></dt><dd id="aI-s7-c1"><p> Todos os projetos de lei relativos ao aumento da receita deve se iniciar na Câmara dos representantes; o Senado, porém, poderá propor ou contribuir com emendas, como nos demais projetos de lei.</p></dd> <dd id="aI-s7-c2"><p> Todo projeto de lei aprovado pela Câmara dos Representantes e pelo Senado deverá, antes de se tornar lei, ser apresentado ao Presidente dos Estados Unidos. Se aprovar, ele o assinará; se não, o devolverá junto de suas objeções à Câmara em que teve origem, a qual, então, colocará em ata as objeções do Presidente, e submeterá o projeto a uma nova discussão. Se, mesmo após ter feito a reconsideração, o projeto for mantido por mais de dois terços dos membros dessa Câmara, será enviado, com as objeções, à outra Câmara, a qual também o discutirá novamente, e, se essa também obtiver dois terços dos votos, o projeto passará a ser considerado lei. Nesse caso, em ambas as Câmaras, os votos serão indicados pelo "Sim" ou "Não", escrevendo-se no livro de atas das respectivas Câmaras os nomes dos membros que votaram a favor ou contra o projeto de lei. Todo projeto que não for devolvido pelo Presidente no prazo de dez dias a contar da data de seu recebimento (excetuando-se os domingos) será considerado lei, como se ele o tivesse assinado, a menos que o Congresso, estando em recesso, torne impossível a devolução do projeto, assim, neste caso ele não passará a ser lei.</p></dd> <dd id="aI-s7-c3"><p> Toda ordem, resolução, ou voto, para o qual seja necessária a colaboração do Senado e da Câmara dos Representantes (salvo questões de suspensão das sessões), será apresentado ao Presidente dos Estados Unidos; e antes da mesma efetuar-se - seja ela aprovada, seja ela desaprovada por ele - ela deve ser repassada por dois terços do Senado e da Câmara dos Representantes conforme as regras previstas aos projetos de lei.</p></dd> <dt id="aI-s8" style="font-weight:normal;"><span id="Section_8">Seção. 8.</span></dt><dd id="aI-s8-c1"><p> O Congresso deverá ter o Poder para instituir e coletar Taxas e Impostos, para pagar as Dívidas e prover para a Defesa comum e o Bem Estar em geral; mas todos Impostos e Taxas deverão ser uniformes por todos os Estados Unidos;</p></dd> <dd id="aI-s8-c2"><p> Emprestar Dineiro no crédito dos Estados Unidos;</p></dd> <dd id="aI-s8-c3"><p> Regular o comércio com Nações estrangeiras, e entre os diversos Estados, e com as Tribos Índias;</p></dd> <dd id="aI-s8-c4"><p> Estabelecer uma Regra de Naturalização uniforme, e Leis sobre Falências uniformes por todos os Estados unidos;</p></dd> <dd id="aI-s8-c5"><p> Cunhar Dinheiro, regular o Valor deste, e de Moeda estrangeira, e fixar o Padrão de Pesos e Medidas;</p></dd> <dd id="aI-s8-c6"><p> Providenciar pela Punição de falsificar as Seguranças e Moeda corrente dos Estados Unidos;</p></dd> <dd id="aI-s8-c7"><p> Estabelecer Escritórios e Estradas de Correio;</p></dd> <dd id="aI-s8-c8"><p> Promover o progresso da ciência e das artes úteis, garantindo, por tempo limitado, aos autores e inventores o direito exclusivo aos seus escritos ou descobertas;</p></dd> <dd id="aI-s8-c9"><p> Constituir tribunais inferiores à Suprema Corte;</p></dd> <dd id="aI-s8-c10"><p> Definir e punir pirataria e crimes hediondos cometidos em alto mar, e ofenças contra a Lei da Nação;</p></dd> <dd id="aI-s8-c11"><p> Declarar Guerra, conceder Cartas de Marca e Represália, e fazer Regras sobre Capturas em Terra e Água;</p></dd> <dd id="aI-s8-c12"><p> Para formar e apoiar Exércitos, mas nenhuma Apropriação de Dinheiro para esse Uso será por um Prazo superior a dois Anos;</p></dd> <dd id="aI-s8-c13"><p> Fornecer e manter uma Marinha;</p></dd> <dd id="aI-s8-c14"><p> Elaborar o Regulamento de Governo e Regulamentação das Forças Terrestres e Navais;</p></dd> <dd id="aI-s8-c15"><p> Providenciar a convocação da Milícia para executar as Leis da União, reprimir Insurreições e repelir Invasões;</p></dd> <dd id="aI-s8-c16"><p> Organizar, armar e disciplinar a milícia e governar a parte dela que possa ser empregada a serviço dos Estados Unidos, reservando aos Estados, respectivamente, a nomeação dos oficiais e a autoridade para treinar os Milícia de acordo com a disciplina prescrita pelo Congresso;</p></dd> <dd id="aI-s8-c17"><p> Exercer legislação exclusiva em todos os casos, sobre o distrito (não superior a dez milhas quadradas) que, por Cessão de Estados particulares e Aceitação do Congresso, se torne a Sede do Governo dos Estados Unidos e exercer a mesma Autoridade sobre todos os locais adquiridos pelo consentimento da legislatura do estado em que o mesmo será, para a construção de fortes, paióis, arsenais, estaleiros e outros edifícios necessários; - e</p></dd> <dd id="aI-s8-c18"><p> Fazer todas as leis necessárias e apropriadas para executar os poderes anteriores e todos os outros poderes conferidos por esta Constituição ao Governo dos Estados Unidos ou a qualquer departamento ou funcionário do mesmo.</p></dd> <dt id="aI-s9" style="font-weight:normal;"><span id="Section_9">Seção. 9.</span></dt><dd id="aI-s9-c1"><p> A Migração ou Importação de Pessoas que qualquer um dos Estados agora existentes julgar apropriado admitir, não será proibida pelo Congresso antes do ano de mil oitocentos e oito, mas um Imposto ou taxa poderá ser cobrado sobre tal Importação, não superior a dez dólares para cada pessoa.</p></dd> <dd id="aI-s9-c2"><p> O Privilégio do Mandado de Habeas Corpus não será suspenso, exceto quando em Casos de Rebelião ou Invasão, a Segurança pública pode exigir.</p></dd> <dd id="aI-s9-c3"><p> Nenhum Projeto de Lei ou ex post facto será aprovado.</p></dd> <dd id="aI-s9-c4"><p> Nenhuma taxa de capitação ou outro imposto direto será cobrado, a menos que em proporção ao censo ou enumeração aqui indicada antes de ser feita.</p></dd> <dd id="aI-s9-c5"><p> Nenhum Imposto ou Taxa será cobrado sobre os Artigos exportados de qualquer Estado.</p></dd> <dd id="aI-s9-c6"><p> Nenhuma preferência será dada por qualquer regulamento de comércio ou receita aos portos de um Estado sobre os de outro: nem os navios com destino a, ou de um Estado, serão obrigados a entrar, desembaraçar ou pagar taxas em outro.</p></dd> <dd id="aI-s9-c7"><p> Nenhum dinheiro será sacado do Tesouro, exceto em consequência de apropriações feitas por lei; e uma Demonstração regular e Conta das Receitas e Despesas de todo o Dinheiro público serão publicadas de tempos em tempos.</p></dd> <dd id="aI-s9-c8"><p> Nenhum Título de Nobreza será concedido pelos Estados Unidos: E nenhuma Pessoa que ocupe qualquer Cargo de Lucro ou confiança sob eles, deverá, sem o Consentimento do Congresso, aceitar qualquer presente, Emolumento, Cargo ou Título, de qualquer tipo. , de qualquer Rei, Príncipe ou Estado estrangeiro.</p></dd> <dt id="aI-s10" style="font-weight:normal;"><span id="Section_10">Seção. 10.</span></dt><dd id="aI-s10-c1"><p> Nenhum Estado entrará em nenhum Tratado, Aliança ou Confederação; conceder Cartas de Marca e Represália; cunhar Moeda; emitir Letras de Crédito; fazer qualquer coisa, exceto moedas de ouro e prata, em pagamento de dívidas; aprovar qualquer Projeto de Lei, Lei ex post facto ou Lei que prejudique a Obrigação de Contratos, ou conceder qualquer Título de Nobreza.</p></dd> <dd id="aI-s10-c2"><p> Nenhum Estado deverá, sem o consentimento do Congresso, estabelecer quaisquer impostos ou taxas sobre importações ou exportações, exceto o que for absolutamente necessário para a execução de suas Leis de inspeção: e o Produto líquido de todos os Direitos e Impostos, cobrados por qualquer Estado sobre Importações ou Exportações, será para Uso do Tesouro dos Estados Unidos; e todas essas Leis estarão sujeitas à Revisão e Controle<!-- "Controle" é a ortografia atual usada na Constituição; por favor, não o "corrija" para a ortografia moderna--> do Congresso.</p></dd> <dd id="aI-s10-c3"><p> Nenhum Estado deverá, sem o consentimento do Congresso, estabelecer qualquer Dever de Arqueação, manter Tropas ou Navios de Guerra em tempos de Paz, entrar em qualquer Acordo ou Pacto com outro Estado, ou com uma Potência estrangeira, ou se envolver em Guerra, a menos que realmente invadido ou em perigo iminente que não admite atraso.</p></dd> </dl> <h2 id="aII" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_II">Artigo. II.</span></h2> <dl> <dt id="aII-s1" style="font-weight:normal;"><span id="Section_1_2">Seção. 1.</span></dt><dd id="aII-s1-c1"><p> O Poder Executivo será conferido ao Presidente dos Estados Unidos da América. Ele deverá exercer seu mandato durante o período de quatro anos, e, junto com o Vice Presidente escolhido para o mesmo mandato, ser eleito da seguinte forma:</p></dd> <dd id="aII-s1-c2"><p> Cada Estado deverá indicar, da forma em que a própria legislatura estabelecer, um número de Eleitores, igual ao número total de Senadores e de Representantes a que o Estado tiver direito no Congresso: porém nenhum Senador ou Representante, ou pessoa que exerça função de confiança ou remunerada nos Estados Unidos, poderá ser indicado Eleitor.</p></dd> <dd id="aII-s1-c3"><p> Os Eleitores se reunirão em seus respectivos Estados e votarão por Boletim para duas Pessoas, das quais pelo menos uma não será Habitante do mesmo Estado que eles. E eles devem fazer uma lista de todas as pessoas votadas e do número de votos para cada uma; qual Lista eles devem assinar e certificar, e transmitir lacrado à Sede do Governo dos Estados Unidos, dirigido ao Presidente do Senado. O Presidente do Senado, na presença do Senado e da Câmara dos Deputados, abrirá todas as Certidões, procedendo-se à apuração dos Votos. A Pessoa com o maior Número de Votos será o Presidente, se tal Número for a Maioria de todo o Número de Eleitores nomeados; e se houver mais de um que tenha tal maioria, e tenha um número igual de votos, então a Câmara dos Representantes deverá imediatamente escolher por votação de um deles para presidente; e se nenhuma Pessoa tiver a Maioria, então, das cinco mais altas na Lista, a referida Casa deverá votar para Presidente da mesma maneira. Mas ao votar para Presidente, os Votos serão dados pelos Estados, a Representação de cada Estado tendo um Voto; um quórum para este propósito consistirá de um Membro ou Membros de dois terços dos Estados, e a maioria de todos os Estados será necessária para uma Escolha. Em todos os casos, após a escolha do presidente, a pessoa com o maior número de votos dos eleitores será o vice-presidente. Mas se restarem dois ou mais que tenham votos iguais, o Senado escolherá entre eles, por votação, o vice-presidente.</p></dd> <dd id="aII-s1-c4"><p> O Congresso pode determinar o momento para escolha dos Eleitores, e o Dia em que eles darão seus Votos; esse dia será o mesmo em todos os Estados Unidos.</p></dd> <dd id="aII-s1-c5"><p> Nenhuma pessoa, exceto um cidadão nato ou um cidadão dos Estados Unidos, no momento da adoção desta Constituição, será elegível para o cargo de presidente; nem será elegível para esse cargo qualquer pessoa que não tenha atingido a idade de trinta e cinco anos e tenha catorze anos como residente nos Estados Unidos.</p></dd> <dd id="aII-s1-c6"><p> No caso de destituição do Presidente do cargo, ou de seu falecimento, renúncia ou incapacidade de exercer os poderes e deveres do referido cargo, o mesmo recairá sobre o vice-presidente, podendo o Congresso, por lei, prever o caso de Destituição, Morte, Renúncia ou Incapacidade, tanto do Presidente quanto do Vice-Presidente, declarando qual Diretor deverá então atuar como Presidente, e tal Diretor deverá agir de acordo, até que a Incapacidade seja removida, ou um Presidente seja eleito.</p></dd> <dd id="aII-s1-c7"><p> O Presidente receberá, em Momentos determinados, por seus Serviços, uma Remuneração, que não poderá ser aumentada nem diminuída durante o Período para o qual ele foi eleito, e ele não receberá dentro desse Período qualquer outro Emolumento dos Estados Unidos, ou qualquer um dele</p></dd> <dd id="aII-s1-c8"><p> Antes de iniciar a Execução de seu Cargo, ele deverá prestar o seguinte Juramento ou Afirmação: - “Juro solenemente (ou afirmo) que desempenharei fielmente o Cargo de Presidente dos Estados Unidos e darei o melhor de mim. Capacidade, preservar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos.”</p></dd> <dt id="aII-s2" style="font-weight:normal;"><span id="Section_2_2">Seção. 2.</span></dt><dd id="aII-s2-c1"><p> O Presidente será o chefe supremo do Exército e da Marinha dos Estados Unidos, e também da Milícia dos diversos estados, quando convocadas ao serviço ativo dos Estados Unidos. Poderá pedir a opinião, por escrito, do chefe de cada uma das secretarias do Executivo sobre assuntos relativos às respectivas atribuições. Terá o poder de indulto e de graça por delitos contra os Estados Unidos, exceto nos casos de impeachment.</p></dd> <dd id="aII-s2-c2"><p> Ele poderá, mediante parecer e aprovação do Senado, concluir tratados, desde que dois terços dos senadores presentes assim o decidam. Nomeará, mediante o parecer e aprovação do Senado, os embaixadores e outros ministros e cônsules, juízes do Supremo Tribunal, e todos os funcionários dos Estados Unidos cujos cargos, criados por lei, não têm nomeação prevista nesta Constituição, O Congresso poderá, por lei, atribuir ao Presidente, aos tribunais de justiça, ou aos chefes das secretarias a nomeação dos funcionários subalternos, conforme julgar conveniente.</p></dd> <dd id="aII-s2-c3"><p> O Presidente poderá preencher as vagas ocorridas durante o recesso do Senado, fazendo nomeações que expirarão no fim da sessão seguinte.</p></dd> <dt id="aII-s3" style="font-weight:normal;"><span id="Section_3_2">Seção. 3.</span></dt><dd id="aII-s3-c1"><p> O Presidente deverá prestar ao Congresso, periodicamente, informações sobre o estado da União, fazendo ao mesmo tempo as recomendações que julgar necessárias e convenientes. Poderá, em casos extraordinários, convocar ambas as Câmaras, ou uma delas, e, havendo entre elas divergências sobre a época da suspensão dos trabalhos, poderá suspender as sessões até a data que julgar conveniente. Receberá os embaixadores e outros diplomatas; zelará pelo fiel cumprimento das leis, e conferirá as patentes aos oficiais dos Estados Unidos.</p></dd> <dt id="aII-s4" style="font-weight:normal;"><span id="Section_4_2">Seção. 4.</span></dt><dd id="aII-s4-c1"><p> O Presidente, o Vice-Presidente, e todos os funcionários civis dos Estados Unidos serão afastados de suas funções quando indiciados e condenados por traição, suborno, ou outros delitos ou crimes graves.</p></dd> </dl> <h2 id="aIII" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_III">Artigo. III.</span></h2> <dl> <dt id="aIII-s1" style="font-weight:normal;"><span id="Section_1_3">Seção. 1.</span></dt><dd id="aIII-s1-c1"><p> O Poder Judiciário dos Estados Unidos será investido em uma Suprema Corte e nos tribunais inferiores que forem oportunamente estabelecidos por determinações do Congresso. Os juízes, tanto da Suprema Corte como dos tribunais inferiores, conservarão seus cargos enquanto bem servirem, e perceberão por seus serviços uma remuneração que não poderá ser diminuída durante a permanência no cargo.</p></dd> <dt id="aIII-s2" style="font-weight:normal;"><span id="Section_2_3">Seção. 2.</span></dt><dd id="aIII-s2-c1"><p> A competência do Poder Judiciário se estenderá a todos os casos de aplicação da Lei e da Eqüidade ocorridos sob a presente Constituição, as leis dos Estados Unidos, e os tratados concluídos ou que se concluírem sob sua autoridade; a todos os casos que afetem os embaixadores, outros ministros e cônsules; a todas as questões do almirantado e de jurisdição marítima; às controvérsias em que os Estados Unidos sejam parte; às controvérsias entre dois ou mais Estados, entre um Estado e cidadãos de outro Estado, entre cidadãos de diferentes Estados, entre cidadãos do mesmo Estado reivindicando terras em virtude de concessões feitas por outros Estados, enfim, entre um Estado, ou os seus cidadãos, e potências, cidadãos, ou súditos estrangeiros.</p></dd> <dd id="aIII-s2-c2"><p> Em todas as questões relativas a embaixadores, outros ministros e cônsules, e naquelas em que se achar envolvido um Estado, a Suprema Corte exercerá jurisdição originária. Nos demais casos supracitados, a Suprema Corte terá jurisdição em grau de recurso, pronunciando-se tanto sobre os fatos como sobre o direito, observando as exceções e normas que o Congresso estabelecer.</p></dd> <dd id="aIII-s2-c3"><p> O julgamento de todos os crimes, exceto em casos de impeachment, será feito por júri, tendo lugar o julgamento no mesmo Estado em que houverem ocorrido os crimes; e, se não houverem ocorrido em nenhum dos Estados, o julgamento terá lugar na localidade que o Congresso designar por lei.</p></dd> <dt id="aIII-s3" style="font-weight:normal;"><span id="Section_3_3">Seção. 3.</span></dt><dd id="aIII-s3-c1"><p> A traição contra os Estados Unidos consistirá, unicamente, em levantar armas contra eles, ou coligar-se com seus inimigos, prestando-lhes auxílio e apoio. Ninguém será condenado por traição se não mediante o depoimento de duas testemunhas sobre o mesmo ato, ou mediante confissão em sessão pública do tribunal.</p></dd> <dd id="aIII-s3-c2"><p> O Congresso terá o poder de fixar a pena por crime de traição, mas não será permitida a morte civil ou o confisco de bens, a não ser durante a vida do condenado.</p></dd> </dl> <h2 id="aIV" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_IV">Artigo. IV.</span></h2> <dl> <dt id="aIV-s1" style="font-weight:normal;"><span id="Section_1_4">Seção. 1.</span></dt><dd id="aIV-s1-c1"><p> Em cada Estado se dará inteira fé e crédito aos atos públicos, registros e processos judiciários de todos os outros Estados. E o Congresso poderá, por leis gerais, prescrever a maneira pela qual esses atos, registros e processos devam ser provados, e os efeitos que possam produzir.</p></dd> <dt id="aIV-s2" style="font-weight:normal;"><span id="Section_2_4">Seção. 2.</span></dt><dd id="aIV-s2-c1"><p> Os cidadãos de cada Estado terão direito nos demais Estados a todos os privilégios e imunidades que estes concederem aos seus próprios cidadãos.</p></dd> <dd id="aIV-s2-c2"><p> A pessoa acusada em qualquer Estado por crime de traição, ou outro delito, que se evadir à justiça e for encontrada em outro Estado, será, a pedido da autoridade executiva do Estado de onde tiver fugido, presa e entregue ao Estado que tenha jurisdição sobre o crime.</p></dd> <dd id="aIV-s2-c3"><p> Nenhuma pessoa sujeita a regime servil sob as leis de um Estado que se evadir para outro Estado poderá, em virtude de lei ou normas deste, ser libertada de sua condição, mas será devolvida, mediante pedido, à pessoa a que estiver submetida.</p></dd> <dt id="aIV-s3" style="font-weight:normal;"><span id="Section_3_4">Seção. 3.</span></dt><dd id="aIV-s3-c1"><p> O Congresso pode admitir novos Estados à União, mas não se poderá formar ou criar um novo Estado dentro da Jurisdição de outro; nem se poderá formar um novo Estado pela união de dois ou mais Estados, ou de partes de Estados, sem o consentimento das legislaturas dos Estados interessados, assim como o do Congresso.</p></dd> <dd id="aIV-s3-c2"><p> O Congresso poderá dispor do território e de outras propriedades pertencentes ao Governo dos Estados Unidos, e quanto a eles baixar leis e regulamentos. Nenhuma disposição desta Constituição se interpretará de modo a prejudicar os direitos dos Estados Unidos ou de qualquer dos Estados.</p></dd> <dt id="aIV-s4" style="font-weight:normal;"><span id="Section_4_4">Seção. 4.</span></dt><dd id="aIV-s4-c1"><p> Os Estados Unidos garantirão a cada Estado desta União a forma republicana de governo e defende-lo-ão contra invasões; e, a pedido da Legislatura, ou do Executivo, estando aquela impossibilitada de se reunir, o defenderão em casos de comoção interna.</p></dd> </dl> <h2 id="aV" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_V">Artigo. V.</span></h2> <dl> <dd id="aV-c1"><p> Sempre que dois terços dos membros de ambas as Câmaras julgarem necessário, o Congresso proporá emendas a esta Constituição, ou, se as legislaturas de dois terços dos Estados o pedirem, convocará uma convenção para propor emendas, que, em um e outro caso, serão válidas para todos os efeitos como parte desta Constituição, se forem ratificadas pelas legislaturas de três quartos dos Estados ou por convenções reunidas para este fim em três quartos deles, propondo o Congresso uma ou outra dessas maneiras de ratificação. Nenhuma emenda poderá, antes do ano de 1808, afetar de qualquer forma as cláusulas primeira e quarta da Seção 9, do Artigo I, e nenhum Estado poderá ser privado, sem seu consentimento, de sua igualdade de sufrágio no Senado.</p></dd> </dl> <h2 id="aVI" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_VI">Artigo. VI.</span></h2> <dl> <dd id="aVI-c1"><p> Todas as dividas e compromissos contraídos antes da adoção desta Constituição serão tão válidos contra os Estados Unidos sob o regime desta Constituição, como o eram durante a Confederação.</p></dd> <dd id="aVI-c2"><p> Esta Constituição e as leis complementares e todos os tratados já celebrados ou por celebrar sob a autoridade dos Estados Unidos constituirão a lei suprema do país; os juízes de todos os Estados serão sujeitos a ela, ficando sem efeito qualquer disposição em contrário na Constituição ou nas leis de qualquer dos Estados.</p></dd> <dd id="aVI-c3"><p> Os Senadores e Representantes acima mencionados, os membros das legislaturas dos diversos Estados, e todos os funcionários do Poder Executivo e do Judiciário, tanto dos Estados Unidos como dos diferentes Estados, obrigar-se-ão por juramento ou declaração a defender esta Constituição. Nenhum requisito religioso poderá ser erigido como condição para a nomeação para cargo público.</p></dd> </dl> <h2 id="aVII" style="text-align:center; border-bottom:none; font-size:132%; font-weight:normal;"><span id="Article_VII">Artigo. VII.</span></h2> <dl> <dd id="aVII-c1"><p> A ratificação, por parte das convenções de nove Estados será suficiente para a adoção desta Constituição nos Estados que a tiverem ratificado.</p></dd> </dl> {| |- | style="width:30%; vertical-align:top; text-align:justify;"| <span style="float:right; padding-right:1em; line-height:1.5; font-size:90%;"> A palavra, "o", estando entrelinhada entre o sétimo e o oitavas linhas da primeira página, sendo a palavra "trinta" parcialmente escrito em uma rasura na décima quinta linha da primeira página, As palavras "é provado" sendo intercaladas entre o trigésimo segundo e trigésima terceira linhas da primeira página e a palavra "the" sendo entrelinhado entre a quadragésima terceira e a quadragésima quarta linhas do segunda página.</span> <div style="text-align:right; padding-right:1em;">Atest&nbsp;{{Small-caps|William&nbsp;Jackson}}&nbsp;Secretário</div> | style="padding:0 1em 0 0em;"|<div style="padding-left:1em;"><span style="display:normal;">dado</span> em Convenção, com a aprovação unânime dos Estados presentes, a 17 de setembro do ano de Nosso Senhor de 1787, e décimo segundo da Independência dos Estados Unidos. <span style="display:normal;">Em testemunho</span> do que, assinamos abaixo os nossos nomes, </div> <div style="text-align:right; margin-right:2ex;">G<sup>o</sup>. {{sc|Washington}}—Presidente <br> e representante da Virginia</div> {| align="center" style="clear:right; border-collapse:collapse; border:0; margin:1.0em 0.5em 0.0em 0.5em; text-indent:0em;" |nowrap| {| align="right" style="border:0;" |- |{{ts|ar}}|Delaware |{{ts|ar}}|{{brace2|5|l}} |{{ts|sc}}|Geo: Read<br/>Gunning Bedford jun<br/>John Dickinson<br/>Richard Bassett<br/>Jaco: Broom |- |{{ts|ar}}| Maryland |{{ts|ar}}|{{brace2|3|l}} |{{ts|sc}}|James McHenry<br/>Dan of S<sup>t</sup> Tho<sup>s</sup> Jenifer<br/>Dan<sup>l</sup> Carroll |- |{{ts|ar}}|Virgínia |{{ts|ar}}|{{brace2|2|l}} |{{ts|sc}}|John Blair—<br/>James Madison Jr. |- |{{ts|ac}}| Carolina do Norte |{{ts|ar}}|{{brace2|3|l}} |{{ts|sc}}|W<sup>m</sup> Blount<br/>Rich<sup>d</sup> Dobbs Spaight<br/>Hu Williamson |- |{{ts|ac}}|Carolina do Sul |{{ts|ar}}|{{brace2|4|l}} |{{ts|sc}}|J. Rutledge<br/>Charles&nbsp;Cotesworth&nbsp;Pinckney<br/>Charles Pinckney<br/>Pierce Butler |- |{{ts|ar}}|Geórgia |{{ts|ar}}|{{brace2|2|l}} |{{ts|sc}}|William Few<br/>Abr Baldwin |} |style="width:4ex;"|&nbsp; |nowrap| {| align="right" style="border:0;" |- |{{ts|ac}}|New Hampshire |{{ts|ar}}|{{brace2|2|l}} |{{ts|sc}}|John Langdon<br/>Nicholas Gilman |- |{{ts|ac}}|Massachusetts |{{ts|ar}}|{{brace2|2|l}} |{{ts|sc}}|Nathaniel&nbsp;Gorham<br/>Rufus King |- |{{ts|ar}}|Connecticut |{{ts|ar}}|{{brace2|2|l}} |{{ts|sc}}|W<sup>m</sup> Sam<sup>l</sup> Johnson<br/>Roger Sherman |- |{{ts|ar}}| Nova Iorque . . . |colspan="2" {{ts|sc|al}}|Alexander&nbsp;Hamilton |- |{{ts|ar}}| Nova Jersey |{{ts|ar}}|{{brace2|4|l}} |{{ts|sc}}|Wil: Livingston<br/>David Brearley.<br/>W<sup>m</sup> Paterson.<br/>Jona: Dayton |- |{{ts|ar}}| Pensilvânia |{{ts|ar}}|{{brace2|8|l}} |{{ts|sc}}|B Franklin<br/>Thomas Mifflin<br/>Rob<sup>t</sup> Morris<br/>Geo. Clymer<br/>Tho<sup>s</sup> FitzSimons<br/>Jared Ingersol<br/>James Wilson<br/>Gouv Morris |} |} |} <br /> 1gboe8q6hdw4caplnvpt6nrhi1llcia Translations:Em Tradução:Constitution of the United States of America (en)/59/pt 1198 225231 561365 483873 2026-09-02T21:39:26Z ~2026-47637-31 43716 561365 wikitext text/x-wiki Nenhum dinheiro será sacado do Tesouro, exceto em consequência de apropriações feitas por lei; e uma Demonstração regular e Conta das Receitas e Despesas de todo o Dinheiro público serão publicadas de tempos em tempos. b6e1yjuwa4bf1m0sltto7t912ugobep Translations:Em Tradução:Constitution of the United States of America (en)/62/pt 1198 225252 561363 483935 2026-09-02T21:37:14Z ~2026-47637-31 43716 561363 wikitext text/x-wiki Nenhum Estado entrará em nenhum Tratado, Aliança ou Confederação; conceder Cartas de Marca e Represália; cunhar Moeda; emitir Letras de Crédito; fazer qualquer coisa, exceto moedas de ouro e prata, em pagamento de dívidas; aprovar qualquer Projeto de Lei, Lei ex post facto ou Lei que prejudique a Obrigação de Contratos, ou conceder qualquer Título de Nobreza. ij2ma9no8ocag6l8rbupm27wr1id8lx Boletim das Missões Civilizadoras n.o 23/A educação dos indigenas nas colonias e as suas vantagens 0 243299 561391 524802 2026-09-02T22:54:58Z BlitzkriegBoop 37692 adicionou [[Categoria:Discursos]] usando [[Wikipedia:Software/Scripts/HotCat|HotCat]] 561391 wikitext text/x-wiki <pages index="Boletim das Missões Civilizadoras n.o 23 (1925).pdf" from=15 to=19 autor="{{A|Domingas Lazary do Amaral}}" notas="Artigo concluído em «[[Boletim das Missões Civilizadoras n.o 24/A educação dos indigenas nas colonias e as suas vantagens|A educação dos indígenas nas colónias e suas vantagens]]» no [[Boletim das Missões Civilizadoras n.o 24|número seguinte]] deste boletim" header=1 /> [[Categoria:Boletim das Missões Civilizadoras n.o 23| 03]] [[Categoria:Discursos]] 54a0xbmfiyyc9nnr9maxedseuoh40u3 561392 561391 2026-09-02T22:55:13Z BlitzkriegBoop 37692 adicionou [[Categoria:Domingas Lazary do Amaral]] usando [[Wikipedia:Software/Scripts/HotCat|HotCat]] 561392 wikitext text/x-wiki <pages index="Boletim das Missões Civilizadoras n.o 23 (1925).pdf" from=15 to=19 autor="{{A|Domingas Lazary do Amaral}}" notas="Artigo concluído em «[[Boletim das Missões Civilizadoras n.o 24/A educação dos indigenas nas colonias e as suas vantagens|A educação dos indígenas nas colónias e suas vantagens]]» no [[Boletim das Missões Civilizadoras n.o 24|número seguinte]] deste boletim" header=1 /> [[Categoria:Boletim das Missões Civilizadoras n.o 23| 03]] [[Categoria:Discursos]] [[Categoria:Domingas Lazary do Amaral]] mzriuxz153i3n75amr2a8su1azqu2ie Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/181 106 250525 561352 557022 2026-09-02T17:51:55Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 561352 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh||GASTO GENTIO|{{sc|84}}}}</noinclude>cro; juro. — Mak. (adj.) ''gánhu'' (termo de jôgo), ganho, ganhado. — Bug. ''gánho'' (idem). '''[[:d:Lexeme:|? Ganso.]]''' Mal. ''gánsa'', ''gása''. — Batt. ''kánsa''. — Sund. ''gánsa''. — Day. ''gása''. — Jap. ''gan'', ganso bravo; ''gacho'', ganso domesticado. — Malg. ''gisa''. Term. vern. ''vorombe''<ref>«Pauoens, '''ganços''', adens, e todas as aves domesticas». Lucena, liv. X, cap. 18.</ref>. «''Angsa'' e ''gangsa'' são as palavras usuais, em todo o Arquipélago, para ganso, as quais são evidentemente do sânscrito ''hansa''». Rigg. '''[[:d:Lexeme:|? Garça.]]''' Camb. ''cărsa'', ''crâsa''. — Siam. ''kra-sá'', ''ka-sá''. O cambojano e o siamês não teem ''g''. Cf. camb. ''casêt'' = franc. ''gazette''; siam. ''khru'' = sânsc. ''guru'', ''khiri'' = sânsc. ''giri''. Parece que ''cărsa'', ''krasá'' são corrupção de ''gansa'', que se encontra nas línguas malaio-polinésias. Moura dá a ''cărsa'' o significado de «grou». '''[[:d:Lexeme:|Garfo.]]''' Conc. ''gárph'' (mais us. ''kānṭó'', lit. «espinho»). — Sing. ''gárpuva'', ''gúrppuva'', ''ge̤rpuva'', ''gáruppuva''. — Malayál. ''kárpu'' (us. em Cochim). — Mal. ''gárfu'', ''gárpu''. — Sund. ''gárpu''. '''[[:d:Lexeme:|Gasto.]]''' Conc. ''gást'' (p. us.). Term. vern. ''kharts'', ''vets''. Mais usado o verbo ''gāstár-karunk'', concorrentemente com ''khartsunk'', ''sārunk''. — Sing. ''gástuva'', honorário, propina. '''[[:d:Lexeme:|Gávea.]]''' Guj., L.-Hindust. ''gāvi''. — Mal. ''gávei''. — Ár. ''gabia''<ref>«Leuauão muytas lanças de fogo, e panelas de polvora, que lhe deitauão das '''gaveas'''». Gaspar Correia, I, p. 512.</ref>. '''[[:d:Lexeme:|Gaveta.]]''' Conc. ''gavét''. Term. vern. ''khaṇ''. — Tam. ''gavêtei''. — Tet., Gal. ''gavêta''. '''[[:d:Lexeme:|Gaxeta]]''' (naut.). L.-Hindust. ''ghāset'', ''ghaseth'', ''ghānset'', ''ghansít''. '''[[:d:Lexeme:|Gelosia.]]''' Sing. ''jalúsi''<ref>«Auia muitas janelas de sacadas pera fóra, com '''gelozias'''». Diogo do Couto, Déc. VI, IV, 7.</ref>. '''[[:d:Lexeme:|Genebra.]]''' Conc. ''jenebr''. — Tet., Gal. ''jenebra''. '''[[:d:Lexeme:L477290|General.]]''' Conc. ''jenerál''; ''jernel'' (do ingl.). Term. vern. ''senāpati'', ''dalpati''. — Malayál. ''janarál''. — Mal. ''jendral''. ''Jendrál laut'' (''laut'' = mar), general do mar, almirante. — Ach. ''jendral''. — Bug. ''jinerála''. — Tet. ''jeneral''<ref>«Mandou o '''general''' vm Bernardo de la Torre por capitão de vm Galeãosinho». Diogo do Couto, Déc. V, VIII, 10.</ref>. '''[[:d:Lexeme:|Gentio.]]''' Conc. ''jintú'' (us. como sinónimo junto com ''konkṇó'', ou como depreciativo). Term. vern. ''anbhāvārthi'' (lit. «infiel»), ''konkṇó'' (lit. «concani»). — Indo-ingl. ''gentoo'', pagão; hindu; telúgu. — Tet. ''jentiu''. — Gal. ''jentiu'', ''sentiu''. A palavra ''gentoo'' só se usa actualmente em Madrasta, no sentido de «telúgu» ou «telinga». Mas outrora tinha significação mais ampla; o primeiro digesto da legis- == Notas == <references /><noinclude></noinclude> lokrq2x2xwp4fxaan5m90v9ac8t80bp Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/182 106 250526 561353 557023 2026-09-02T17:56:36Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 561353 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh|{{sc|85}}|GOIABA GOVÊRNO|}}</noinclude>lação indígena, mandado compilar por Warren Hastings e publicado em 1776, tem o título de ''A Code of Gentoo Law''. '''[[:d:Lexeme:L450529|Geração.]]''' Conc. ''jerasámv''. Term. vern. ''piṇḍká'', ''pilgi''. — Tet., Gal. ''jerasã''. '''[[:d:Lexeme:|Gergelim.]]''' Mar., Hindust. ''jinjali'' (termo comercial, segundo ''Hobson-Jobson''). Term. vern. ''til'', ''tiḷ''. — Indo-ingl. ''gingeli'', ''gingelly''<ref>«Servem-se muyto dazeite de '''gergelim'''». Duarte Barbosa, p. 336. «Cheias de arroz, azeite, e jerzilim». Bocarro, Déc. XIII, p. 478.</ref>. O vocábulo é de origem arábica (''juljulán''). '''[[:d:Lexeme:L46843|Gêsso.]]''' Conc. ''jês''. Term. vern. ''xêḍ'', ''khêḍ''. — Ár. ''chess'', ''chiss''. '''[[:d:Lexeme:L448215|Globo]]''' (de vidro, para alumiar). Conc. ''glôb'', ''galôb''. — Sing. ''golôva''. — Tam. ''galobei''. O singalês tem ''gôla'' (sânsc.), «globo em geral, esfera», que podia dar ''gôlava'', mas não ''golôva'', onde o ''v'' está por ''b''. '''[[:d:Lexeme:|Goiaba]]''' (''Psidium guyava''). ? Tam. ''goyá palam'' (lit. «fruta goiaba ou fruta de Goa»?). Diz-se tambêm ''pêrá''. — ? Tel. ''gōvā-panḍu'' (''panḍu'' = fruta). — ? Indo-ingl. ''guava''. — ? Indo-franc. ''gouave'', ''goyave'', ''goyavier''. — ? Nic. ''koyanva''. — Tet., Gal. ''koyabas''. — Malg. ''guavy''. Assim como os portugueses chamaram «figos» às bananas, assim deram o nome de «pera» à goiaba, quando a introduziram na Índia; e assim como entrou posteriormente o vocábulo ''banana'', quási do mesmo modo deve ter entrado o vocábulo ''goiaba'' ou ''goiava''. ¿Mas teriam ''banana'' e ''goiaba'' de facto passado do português ao indo-inglês e ao indo-francês? Parece que o tam. ''goyá'' e o tel. ''gōvā'' estão por «Goa». Vid. ''pera'' e ''banana''<ref>Algumas das línguas indianas dão à goiaba o nome de ''jambo''.</ref>. '''[[:d:Lexeme:|Gola.]]''' Conc. ''gól''. Term. vern. ''gaḷó''. — Tam. ''golla''. '''[[:d:Lexeme:|Goma.]]''' Conc. ''góm''. Term. vern. ''bôḷ'', ''chík''. — Tet. ''goma''. — Jap. ''gomu'' (talvez do ingl. ''gum''). ''Arabíya gomu'', goma arábica. '''[[:d:Lexeme:|Gorgoleta.]]''' Conc. ''gurgulét''. Term. vern. ''kuzó''. — Sing. ''guruléttuva''. — Indo-ingl. ''goglet'', ''guglet''. — Mal. ''gargalét'', ''bargalét''. — Mak., Bug. ''guléta''. — Tet. ''gorgoleta'', ? ''gargó''. Term. vern. ''dardón''. — Gal. ''gorgoleta''<ref>«Por lançarmos entre elles muitas panellas, e '''gorgoletas''' de poluora». João Ribeiro, ''Fatalidade hist.'', liv. II, cap. 25.</ref>. '''[[:d:Lexeme:|Gôsto.]]''' Conc. ''gôst''. Term. vern. ''rúts'', ''svád''. — Gal. ''gôstu''. '''[[:d:Lexeme:L477273|Governador.]]''' Conc. ''governādor'' (vulgarmente «''rāzá''»). — Malayál. ''gōverṇṇador'' (ant.; agora ''gavarnar'', do inglês). — Mal. ''gubernadúr'', ''gubernúr'', ''gurnadúr'', ''gurundúr''. — Bug. ''goronádora''. '''[[:d:Lexeme:L477158|Govêrno.]]''' Conc. ''govêrn''. Term. vern. ''sarkár''. — Tet., Gal. ''govêrnu''. == Notas == <references /><noinclude></noinclude> qvxggxl4cczlvgc9addywwtw8n0zdzv Histórias maravilhosas da tradição popular portuguesa/A menina curiosa ou a luta do bem e do mal 0 256745 561350 561109 2026-09-02T15:40:35Z Mt516 43586 561350 wikitext text/x-wiki {{navegar | título = [[../]] | autor = Ana de Castro Osório | tradutor = | seção = A menina curiosa ou a luta do bem e do mal | anterior = [[../História da Princesa adormecida ou das treze fadas/]] | posterior = [[../A feia que se faz bonita/]] | notas = }} '''<big>A MENINA CURIOSA OU A LUTA DO BEM E DO MAL</big>''' UM bom homem, que era casado e vivia muito satisfeito com a mulher, foi um dia para o seu campo trabalhar. No meio da estrada encontrou uma galinha a lutar com uma enorme cobra, que se enroscava e sibilava cercando a adversária, de modo que difícil lhe seria escapar. O homem, que isto viu, deu com o cajado uma formidável pancada na cobra. Instantâneamente ela se transformou numa rata pelada. A galinha transformou-se numa senhora ricamente vestida, coroada de rosas e com uma pequenina vara na mão direita, e agradecendo ao homem o auxílio que lhe dera, disse: — Eu sou o Génio do Bem, e aquela que a tua pancada transformou em rata pelada é o Génio do Mal. Porque me auxiliaste nesta luta, a que me provocou, pede o que quiseres, que tudo te farei. — Só desejo que meu filho, ou filha, que está para nascer fique sob a vossa protecção, Senhora e Génio do Bem. — Há-de ser uma menina formosa como a luz do dia, prendada e... — Muito curiosa... — atalhou a rata pelada, ansiando por fazer mal e vingar-se do homem. A boa fada tocou-lhe com a varinha, impossibilitando-a de falar para não fazer maior mal. Depois continuou para o homem: — Tem de ser curiosa a tua pobre filha, porque não tenho poder para anular completamente o mal feito pela minha mortal inimiga. Sei que ficas desgostoso, apesar da tua filha vir a ser bela entre as mais belas, alegre, elegante, muito esperta e sabedora. Porque não há mais danoso vício que esse da curiosidade. Mas a sentença está dada e só me é permitido modificá-la favoràvelmente. Agarra nessa maldita rata pelada e mete-a em lugar seguro de que tenhas a chave. Tem toda a cautela para que tua filha nunca a veja. Porque a menina terá três épocas perigosas na sua vida: aos doze, aos quinze e aos dezoito anos. Passada que seja essa idade estará livre, se ao menos uma vez se puder vencer. E tem esperança, que eu nunca abandono os que se entregam à minha protecção. Desapareceu a fada e o homem agarrou na rata, levou-a para casa e mandou fazer um cofre de ferro onde a fechou, trazendo a chave sempre consigo. Poucos dias depois nasceu uma menina linda como tudo que há de mais lindo. Cresceu, e com ela a formosura, a graça e a inteligência. Mas também o seu defeito crescia. Cada vez se tornava mais curiosa a ponto de toda a gente embirrar com ela. Não podia ver nada fechado que não fosse abrir; não se podia falar que não quisesse saber o que se dizia; não havia coisa que não espreitasse. Os pais tinham um desgosto enorme com isso e muitas vezes dizia o homem para a mulher: — Prouvera a Deus que eu não tivesse encontrado nunca os dois Génios, pois antes queria a nossa filha menos bonita e esperta, mas sem o defeito horrendo que tem! Quando a pequena chegou à idade de compreender, proibiu-a de jamais tocar na caixa de ferro que tinha no seu quarto. Tanto bastou para ela andar nos ares e não dormir nem descansar, sempre com a maldita caixa no pensamento. Mas porque seu pai não largava nunca a chave, nada podia fazer. No dia em que a menina fazia doze anos, o homenzinho esqueceu-se da chave sobre a mesa do quarto. Ela, que por ali andava sempre a rondar, descobriu-a logo. Doida de contente por poder satisfazer a sua curiosidade, correu para a caixa e abriu-a. Salta de lá a rata pelada que avançou para a morder. A menina pegou numa vassoura para lhe bater, mas a vassoura transformou-se em pão e leite e a rata fugiu pela porta fora. Cheia de remorso pelo que tinha feito, a pobre criança correu atrás da rata para ver se a apanhava. Seguiu por caminhos que nunca tinha visto, cheios de pedras e de mato bravo. Tanto andou, tanto andou, que caiu quase morta de cansaço no meio dum descampado. Vendo-se naquele abandono e sem saber para onde ir nem que fazer, pôs-se a chorar a sua triste sorte. Tanto chorou que adormeceu. E tão profundamente foi que não deu por uma grande tropeada que faziam os cavalos dum Príncipe e sua comitiva, que de volta de caçar ali passavam. O Príncipe, vendo uma criança tão bela adormecida naquele descampado, ficou admiradíssimo. Apeou-se e com ele todos os cavaleiros, e, acordando a menina, perguntou-lhe o que estava fazendo ali. Respondeu-lhe a criança que se tinha perdido e que não sabia voltar para casa. — Bem, irá para o nosso palácio — disse o Príncipe, ordenando a um dos criados que escolhesse o cavalo mais manso e dele seguisse ao lado, não fosse a menina cair. Quando chegaram ao palácio entregou-a à Rainha, que ficou contente, pois tanto ela como o Rei tinham tido sempre desgosto de não terem uma menina. Vestiram-na como Princesa, e em todas as festas a apresentavam como filha. Disseram-lhe que andasse por todo o palácio e fizesse de conta que tudo era seu. Só não fosse nunca a uma sala do rés-do-chão que tinham sempre fechada. Não foi preciso mais nada para a menina ficar morta de curiosidade e andar sempre a espreitar a ocasião de ver o que lhe escondiam. No dia em que fazia quinze anos, e por esse motivo havia grande festa no palácio, esqueceram-se de fechar a janela. A curiosa logo se chegou para espreitar. A primeira coisa que viu foi uma romã muito bonita. Ao deitar-lhe a mão a romã caiu e na queda arrastou muitos vidros que se partiram e fizeram uma grande traquinada. Cheia de vergonha fugiu pelos jardins, saiu da cerca e andou, andou, até que já quase noite deparou com uma casita de campo onde vivia uma boa velhinha. Bateu e pediu agasalho. A velha, que a viu vestida como uma Princesa, perguntou-lhe quem era, porque decerto era de grande família e fácil lhe seria encontrar os pais. — Ai não, minha amiga! — respondeu a menina entre soluços. — Eu não quero voltar para onde estava e onde tão bem me tratavam. Pelo contrário, o que desejo é vestir-me com um fato de camponesa e esconder-me aqui. Não me ponha fora, minha senhora, que eu farei de sua criada. — Não aporei fora, querida filha, há-de ficar aqui como em sua casa. Daí começaram a viver em grande sossego e alegria, ajudando-se uma à outra nos arranjos caseiros, passeando a menina pelos campos nas horas vagas, pensando e estudando muito. Todos os dias se ia sentar defronte da porta debaixo duma grande árvore, e ali estava a costurar e a ler. Nunca houve mãe e filha que tão felizes fossem e que mais tranquilas vivessem. Passou-se tempo, e no dia em que a menina fazia dezoito anos a velhinha levantou-se muito cedo, varreu, limpou e arrumou tudo, como se esperasse visitas, e deu à menina um bonito cofre de vidro, mas com a recomendação de só o abrir depois do meio-dia. A menina agradeceu muito e pegando no cofrezinho foi para debaixo da sua árvore predilecta esperar que desse a hora marcada para o abrir. Cheia de curiosidade, a sua vontade era ver o que continha. Mas já por duas vezes tinha sofrido tanto por seguir os conselhos da sua triste paixão, que se coibia. Olhava para o pequenino cofre e pensava: — Talvez que ninguém me visse nem acontecesse mal nenhum... E se eu levantasse um bocadinho só da tampa!?... Oh, mas também eu pensava que não fazia mal ver a caixa de ferro que meu pai lá tinha, e dela é que saiu a rata pelada, origem das minhas desventuras. Também eu imaginava que não fazia mal ver o que estava na sala do palácio, e por não me saber vencer é que tive de fugir de quem me tratava tão bem. Não e não, desta vez não hás-de vencer, curiosidade maldita! Neste propósito desviava os olhos do cofre e contava as horas com ansiedade. Quase ao meio-dia apareceu um bezouro a zumbir em volta dela e só lhe parecia ouvi-lo dizer que abrisse o cofre! — Não tenhas medo da velha, que nada pode! Abre o cofre e verás jóias preciosas, riquezas sem par, coisas mais lindas do que viste no palácio do Rei!... A menina, apesar de todo o desejo de satisfazer a curiosidade que a atormentava, resistiu sempre. Então o bezouro foi com toda a força cair sobre o cofre, que se fez em pedaços; ela soltou um grito de angústia, mas ao mesmo tempo dava o relógio meio-dia. Com grande espanto seu começaram a sair do cofrezinho despedaçado muitas damas e cavaleiros, carruagens, coches, criados, enfim, toda a comitiva do Rei, da Rainha e do Príncipe, que andavam à sua procura. Juntamente veio o pai e a mãe, que se tinham reunido aos reis, pois havia seis anos que dia e noite a procuravam sem descanso. Apareceu a velhinha transformada numa bela senhora, que lhes disse: — Aqui está a vossa filha, livre enfim do poder do Génio do Mal! Venceu o vício que a tornava desgraçada e agora a podeis levar com toda a confiança. O Príncipe pediu logo aos pais que os deixassem casar, o que eles consentiram com alegria. Casaram, e porque se venceu, protegida pela Fada e Génio do Bem, a menina foi sempre feliz e espalhou a felicidade em seu redor. [[Categoria:Histórias maravilhosas da tradição popular portuguesa|A menina curiosa ou a luta do bem e do mal]] slajb9zvco54wadblqvdrlc6qz4es0h Hino do município de Cássia dos Coqueiros 0 256954 561354 560822 2026-09-02T17:58:06Z SNAK4E 43685 561354 wikitext text/x-wiki {{hino |obra=Hino do município de [[w: Cássia dos Coqueiros|Cássia dos Coqueiros]] |letra por=Oscar Felix Vianna |melodia por=Oscar Felix Vianna |notas=Hino oficializado pelo [[Lei Orgânica de Cássia dos Coqueiros |Decreto de Lei Orgânica]], de 04 de abril de 1990 }} <poem> ''Em busca de novas terras, aventurar era virtude,'' ''Deparou-se com este planalto com mil metros de altitude.'' ''O homem surpreendeu-se com o ar puro e o solo misto,'' ''Verdes matas com palmeiras e coqueiros jamais vistos.'' ''Ouçamos de madrugada a passarada a cantar,'' ''As cachoeiras dos Itambés e o Cubatão a murmurar.'' ''O sol no horizonte já começa a clarear,'' ''Vão os vaqueiros as invernadas e os colonos aos cafezais;'' ''Entre os mais lindos rincões da natureza,'' ''Este planalto ao longe se vê primeiro,'' ''Adorna o vale de majestosa beleza,'' ''Nossa querida Cássia dos Coqueiros.'' ''Montanhas se elevam altaneiras, verdejantes,'' ''Abraçando o céu azul, desta terra, no horizonte,'' ''Eternas lindas fontes d`água cristalina e fria.'' ''Cresce e flora e a fauna, no bom clima, em harmonia.'' ''Nossas crianças vão para a escola,'' ''Formando o povo heróico brasileiro.'' ''Se no futuro viverem noutros prados,'' ''Nunca se esqueçam Cássia dos Coqueiros e Santa Rita'' ''A padroeira- hó- Cássia dos Coqueiros.'' </poem> [[Categoria:1990]] [[Categoria:Hinos de São Paulo|Cássia dos Coqueiros]] nimg8plhyayq8g1o1tp977eltqgh9v3 561355 561354 2026-09-02T17:59:56Z SNAK4E 43685 561355 wikitext text/x-wiki {{hino |obra=Hino do município de [[w: Cássia dos Coqueiros|Cássia dos Coqueiros]] |letra por=Oscar Felix Vianna |melodia por=Oscar Felix Vianna |notas=Hino oficializado pelo [[Lei Orgânica de Cássia dos Coqueiros |Decreto de Lei Orgânica]], de 04 de abril de 1990 }} <poem> ''Em busca de novas terras, aventurar era virtude,'' ''Deparou-se com este planalto com mil metros de altitude.'' ''O homem surpreendeu-se com o ar puro e o solo misto,'' ''Verdes matas com palmeiras e coqueiros jamais vistos.'' ''Ouçamos de madrugada a passarada a cantar,'' ''As cachoeiras dos Itambés e o Cubatão a murmurar.'' ''O sol no horizonte já começa a clarear,'' ''Vão os vaqueiros as invernadas e os colonos aos cafezais;'' ''Entre os mais lindos rincões da natureza,'' ''Este planalto ao longe se vê primeiro,'' ''Adorna o vale de majestosa beleza,'' ''Nossa querida Cássia dos Coqueiros.'' ''Montanhas se elevam altaneiras, verdejantes,'' ''Abraçando o céu azul, desta terra, no horizonte,'' ''Eternas lindas fontes d`água cristalina e fria.'' ''Cresce e flora e a fauna, no bom clima, em harmonia.'' ''Nossas crianças vão para a escola,'' ''Formando o povo heróico brasileiro.'' ''Se no futuro viverem noutros prados,'' ''Nunca se esqueçam Cássia dos Coqueiros e Santa Rita'' ''A padroeira- hó- Cássia dos Coqueiros.'' </poem> [[Categoria:1990]] [[Categoria:Hinos de São Paulo|Cássia dos Coqueiros]] 4j4tm4evo7378kbplh8ot32jsl7ubhh 561357 561355 2026-09-02T18:00:27Z SNAK4E 43685 561357 wikitext text/x-wiki {{hino |obra=Hino do município de [[w: Cássia dos Coqueiros|Cássia dos Coqueiros]] |letra por=Oscar Felix Vianna |melodia por=Oscar Felix Vianna |notas=Hino oficializado pelo [[Lei Orgânica de Cássia dos Coqueiros |Decreto de Lei Orgânica]], de 04 de abril de 1990 }} <poem> ''Em busca de novas terras, aventurar era virtude,'' ''Deparou-se com este planalto com mil metros de altitude.'' ''O homem surpreendeu-se com o ar puro e o solo misto,'' ''Verdes matas com palmeiras e coqueiros jamais vistos.'' ''Ouçamos de madrugada a passarada a cantar,'' ''As cachoeiras dos Itambés e o Cubatão a murmurar.'' ''O sol no horizonte já começa a clarear,'' ''Vão os vaqueiros as invernadas e os colonos aos cafezais;'' ''Entre os mais lindos rincões da natureza,'' ''Este planalto ao longe se vê primeiro,'' ''Adorna o vale de majestosa beleza,'' ''Nossa querida Cássia dos Coqueiros.'' ''Montanhas se elevam altaneiras, verdejantes,'' ''Abraçando o céu azul, desta terra, no horizonte,'' ''Eternas lindas fontes d`água cristalina e fria.'' ''Cresce e flora e a fauna, no bom clima, em harmonia.'' ''Nossas crianças vão para a escola,'' ''Formando o povo heróico brasileiro.'' ''Se no futuro viverem noutros prados,'' ''Nunca se esqueçam Cássia dos Coqueiros e Santa Rita'' ''A padroeira- hó- Cássia dos Coqueiros.'' </poem> [[Categoria:1990]] [[Categoria:Hinos de São Paulo|Cássia dos Coqueiros]] nimg8plhyayq8g1o1tp977eltqgh9v3 561358 561357 2026-09-02T18:01:31Z SNAK4E 43685 561358 wikitext text/x-wiki {{hino |obra=Hino do município de [[w: Cássia dos Coqueiros|Cássia dos Coqueiros]] |letra por=Oscar Felix Vianna |melodia por=Oscar Felix Vianna |notas=Hino oficializado pelo [[Lei Orgânica de Cássia dos Coqueiros |Decreto de Lei Orgânica]], de 04 de abril de 1990 }} <poem> ''Em busca de novas terras, aventurar era virtude,'' ''Deparou-se com este planalto com mil metros de altitude.'' ''O homem surpreendeu-se com o ar puro e o solo misto,'' ''Verdes matas com palmeiras e coqueiros jamais vistos.'' ''Ouçamos de madrugada a passarada a cantar,'' ''As cachoeiras dos Itambés e o Cubatão a murmurar.'' ''O sol no horizonte já começa a clarear,'' ''Vão os vaqueiros as invernadas e os colonos aos cafezais;'' ''Entre os mais lindos rincões da natureza,'' ''Este planalto ao longe se vê primeiro,'' ''Adorna o vale de majestosa beleza,'' ''Nossa querida Cássia dos Coqueiros.'' ''Montanhas se elevam altaneiras, verdejantes,'' ''Abraçando o céu azul, desta terra, no horizonte,'' ''Eternas lindas fontes d`água cristalina e fria.'' ''Cresce e flora e a fauna, no bom clima, em harmonia.'' ''Nossas crianças vão para a escola,'' ''Formando o povo heróico brasileiro.'' ''Se no futuro viverem noutros prados,'' ''Nunca se esqueçam Cássia dos Coqueiros e Santa Rita'' ''A padroeira- hó- Cássia dos Coqueiros.'' </poem> [[Categoria:1990]] [[Categoria:Hinos de São Paulo|Cássia dos Coqueiros]] s4q4nuv4pjm4tu5gdvvy05spidw5xbr 561359 561358 2026-09-02T18:08:10Z SNAK4E 43685 561359 wikitext text/x-wiki {{hino |obra=Hino do município de [[w: Cássia dos Coqueiros|Cássia dos Coqueiros]] |letra por=Oscar Felix Vianna |melodia por=Oscar Felix Vianna |notas=Hino oficializado pelo [[Lei Orgânica de Cássia dos Coqueiros de 04 de abril de 1990 |Decreto de Lei Orgânica Art 2°]], de 04 de abril de 1990 }} <poem> ''Em busca de novas terras, aventurar era virtude,'' ''Deparou-se com este planalto com mil metros de altitude.'' ''O homem surpreendeu-se com o ar puro e o solo misto,'' ''Verdes matas com palmeiras e coqueiros jamais vistos.'' ''Ouçamos de madrugada a passarada a cantar,'' ''As cachoeiras dos Itambés e o Cubatão a murmurar.'' ''O sol no horizonte já começa a clarear,'' ''Vão os vaqueiros as invernadas e os colonos aos cafezais;'' ''Entre os mais lindos rincões da natureza,'' ''Este planalto ao longe se vê primeiro,'' ''Adorna o vale de majestosa beleza,'' ''Nossa querida Cássia dos Coqueiros.'' ''Montanhas se elevam altaneiras, verdejantes,'' ''Abraçando o céu azul, desta terra, no horizonte,'' ''Eternas lindas fontes d`água cristalina e fria.'' ''Cresce e flora e a fauna, no bom clima, em harmonia.'' ''Nossas crianças vão para a escola,'' ''Formando o povo heróico brasileiro.'' ''Se no futuro viverem noutros prados,'' ''Nunca se esqueçam Cássia dos Coqueiros e Santa Rita'' ''A padroeira- hó- Cássia dos Coqueiros.'' </poem> [[Categoria:1990]] [[Categoria:Hinos de São Paulo|Cássia dos Coqueiros]] g0rzin3snv099rh5znb2vece9iugaio 561360 561359 2026-09-02T18:23:15Z SNAK4E 43685 561360 wikitext text/x-wiki {{hino |obra=Hino do município de [[w: Cássia dos Coqueiros|Cássia dos Coqueiros]] |letra por=Oscar Felix Vianna |melodia por=Oscar Felix Vianna |notas=Hino oficializado pelo [[Lei Orgânica de Cássia dos Coqueiros de 04 de abril de 1990 |Decreto de Lei Orgânica Art 2°]], de 04 de abril de 1990 }} <poem> ''Em busca de novas terras, aventurar era virtude,'' ''Deparou-se com este planalto com mil metros de altitude.'' ''O homem surpreendeu-se com o ar puro e o solo misto,'' ''Verdes matas com palmeiras e coqueiros jamais vistos.'' ''Ouçamos de madrugada a passarada a cantar,'' ''As cachoeiras dos Itambés e o Cubatão a murmurar.'' ''O sol no horizonte já começa a clarear,'' ''Vão os vaqueiros as invernadas e os colonos aos cafezais;'' ''Entre os mais lindos rincões da natureza,'' ''Este planalto ao longe se vê primeiro,'' ''Adorna o vale de majestosa beleza,'' ''Nossa querida Cássia dos Coqueiros.'' ''Montanhas se elevam altaneiras, verdejantes,'' ''Abraçando o céu azul, desta terra, no horizonte,'' ''Eternas lindas fontes d`água cristalina e fria.'' ''Cresce e flora e a fauna, no bom clima, em harmonia.'' ''Nossas crianças vão para a escola,'' ''Formando o povo heróico brasileiro.'' ''Se no futuro viverem noutros prados,'' ''Nunca se esqueçam Cássia dos Coqueiros e Santa Rita'' ''A padroeira- hó- Cássia dos Coqueiros.'' </poem> [[Categoria:1990]] [[Categoria:Hinos de São Paulo|Cássia dos Coqueiros]] gkqkb1gx831bbkox7dt64e13m5nbm32 Galeria:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf 104 257178 561386 561265 2026-09-02T22:46:04Z BlitzkriegBoop 37692 adicionado índice e epígrafe 561386 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[A Mulher Moderna]] |Subtítulo= |Language=pt |Autor=[[Autor:Josefina Álvares de Azevedo|Josefina Álvares de Azevedo]] |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição=1 |Volume= |Editora=Typ. Montenegro |Gráfica= |Local=Rio de Janeiro |Ano=1891 |ISBN= |Fonte= |Imagem= |Capa=1 |Progresso=OCR |Páginas=<pagelist 1="capa" 2="folha de rosto" 3to4="-" 5="6" 6to7="-" 8="10" 29="-" 72to73="-" 74="78" 103to104="-" 105="110" 109="-" 110="116" 112="-" 113="120" 114="-" 115="122" 116="-" 118="-" 120="-" 123to124="-" 125="134" 135="-" 136="146" 140="-" 141="152" 142="contracapa" /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário={{índice auxiliar|título=Sumário| * [[A Mulher Moderna/Introducção|Introducção]] * [[A Mulher Moderna/Primeira parte|Primeira parte - O voto feminino]] * [[A Mulher Moderna/Segunda parte|Segunda parte - Emancipação da mulher]] * [[A Mulher Moderna/Terceira parte|Terceira parte - Assumptos diversos]] * [[A Mulher Moderna/Quarta parte|Quarta parte - Respostas]] }} |Epígrafe={{Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/1}} {{page break|label=}} {{Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/2}} {{page break|label=}} {{Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/3}} {{page break|label=}} |Width= |Css= |Header={{rh|{{{pagenum}}}|{{uc|A mulher moderna}}|}}{{lh}} {{rh||{{uc|A mulher moderna}}|{{{pagenum}}}}}{{lh}} |Footer= |Modernização=N }} [[Categoria:Originais de edições impressas em 1891]] ncqckzzcdtc9t59gf996qmpfxv8y22g Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/181 106 257225 561339 2026-09-02T12:03:22Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 561339 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{c|177}}</noinclude>—Nós somos sobrios, accrescentou Listolier. —Tholomyès, disse Blachevelle, contempla a minha calma. —Tu és della o marquez, respondeu Tholomyès. Este mediocre trocadilho produziu o effeito de uma pedra cahida em um charco. O marquez de Montecalma era um realista então celebre. Todas as rãs se calaram. —Amigos, exclamou Tholomyès no tom de um homem que reassume a autoridade, socegae. Não acolhaes com demasiado pasmo este trocadilho cahido do céu. Nem tudo o que assim cahe é necessariamente digno de enthusiasmo e de respeito. O trocadilho é o excremento do espirito que voa. A pilheria cahe onde quer que fôr; e o espirito, depois da postura de uma parvoice, perde-se nas regiões ethereas. A mancha esbranquiçada que se esparrama sobre o rochedo não tolhe ao condor o ardido vôo. Longe de mim insultar o trocadilho! Acato-o na proporção do seu merecimento, e nada mais. O que ha mais augusto, mais sublime e mais formoso na humanidade, e quiçá fóra da humanidade, tem feito trocadilhos de palavras. Jesus-Christo fez um trocadilho a respeito de SanʼPedro , Moyses a respeito de Isaac, Eschylo a respeito de Polynice, Cleopaira a respeito de Octavio. E notae que o trocadilho de Cleopatra precedeu á batalha dʼActium, e que, se não fôra elle, ninguem se lembraria da cidade de Toryne, nome grego que significa colher grande. Supposto isto, volvo à minha exhortação. Irmãos, eu o repito, nada de zelo, nada de confusão, nada de excesso, nem mesmo em pilherias, alegrias, comezainas e trocadilhos. Attendei-me, eu tenho a prudencia de Amphiarão e a calvicie de Cesar. Tudo deve ter o seu limite, até mesmo os ''rebus'' (enigmas pittorescos.) ''Est modus in rebus''. Tudo deve ter o seu limite, até mesmo os jantares. Vós, senhoras, que gostaes de tortas de maçans, não abuseis dellas. Até mesmo as tortas precisam de juizo e arte. A golodice castiga o guloso. A indigestão recebeu do bom Deus a missão de prégar moral aos estomagos. E, ponderae bem isto, cada uma das nossas paixões, até mesmo o amor, tem o seu estomago que não deve encher-se de mais. Em todas as cousas é bom sabermos escrever a tempo a palavra ''finis'', é bom contermo-nos,<noinclude>{{left|23}}</noinclude> 8rjeh7bwbioysf3saud4u17i3xnty3j 561340 561339 2026-09-02T12:04:51Z Erick Soares3 19404 561340 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{c|177}}</noinclude>—Nós somos sobrios, accrescentou Listolier. —Tholomyès, disse Blachevelle, contempla a minha calma. —Tu és della o marquez, respondeu Tholomyès. Este mediocre trocadilho produziu o effeito de uma pedra cahida em um charco. O marquez de Montecalma era um realista então celebre. Todas as rãs se calaram. —Amigos, exclamou Tholomyès no tom de um homem que reassume a autoridade, socegae. Não acolhaes com demasiado pasmo este trocadilho cahido do céu. Nem tudo o que assim cahe é necessariamente digno de enthusiasmo e de respeito. O trocadilho é o excremento do espirito que voa. A pilheria cahe onde quer que fôr; e o espirito, depois da postura de uma parvoice, perde-se nas regiões ethereas. A mancha esbranquiçada que se esparrama sobre o rochedo não tolhe ao condor o ardido vôo. Longe de mim insultar o trocadilho! Acato-o na proporção do seu merecimento, e nada mais. O que ha mais augusto, mais sublime e mais formoso na humanidade, e quiçá fóra da humanidade, tem feito trocadilhos de palavras. Jesus-Christo fez um trocadilho a respeito de SanʼPedro , Moyses a respeito de Isaac, Eschylo a respeito de Polynice, Cleopaira a respeito de Octavio. E notae que o trocadilho de Cleopatra precedeu á batalha dʼActium, e que, se não fôra elle, ninguem se lembraria da cidade de Toryne, nome grego que significa colher grande. Supposto isto, volvo à minha exhortação. Irmãos, eu o repito, nada de zelo, nada de confusão, nada de excesso, nem mesmo em pilherias, alegrias, comezainas e trocadilhos. Attendei-me, eu tenho a prudencia de Amphiarão e a calvicie de Cesar. Tudo deve ter o seu limite, até mesmo os ''rebus'' (enigmas pittorescos.) ''Est modus in rebus''. Tudo deve ter o seu limite, até mesmo os jantares. Vós, senhoras, que gostaes de tortas de maçans, não abuseis dellas. Até mesmo as tortas precisam de juizo e arte. A golodice castiga o guloso. A indigestão recebeu do bom Deus a missão de prégar moral aos estomagos. E, ponderae bem isto, cada uma das nossas paixões, até mesmo o amor, tem o seu estomago que não deve encher-se de mais. Em todas as cousas é bom sabermos escrever a tempo a palavra ''finis'', é bom contermo-nos,<noinclude>{{left|23}}</noinclude> ol13sm24ehuppxgnn414hh03ih7mn8w 561341 561340 2026-09-02T12:05:54Z Erick Soares3 19404 561341 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{c|177}}</noinclude>—Nós somos sobrios, accrescentou Listolier. —Tholomyès, disse Blachevelle, contempla a minha calma. —Tu és della o marquez, respondeu Tholomyès. Este mediocre trocadilho produziu o effeito de uma pedra cahida em um charco. O marquez de Montecalma era um realista entāo celebre. Todas as rās se calaram. —Amigos, exclamou Tholomyès no tom de um homem que reassume a autoridade, socegae. Nāo acolhaes com demasiado pasmo este trocadilho cahido do céu. Nem tudo o que assim cahe é necessariamente digno de enthusiasmo e de respeito. O trocadilho é o excremento do espirito que voa. A pilheria cahe onde quer que fôr; e o espirito, depois da postura de uma parvoice, perde-se nas regiōes ethereas. A mancha esbranquiçada que se esparrama sobre o rochedo nāo tolhe ao condor o ardido vôo. Longe de mim insultar o trocadilho! Acato-o na proporçāo do seu merecimento, e nada mais. O que ha mais augusto, mais sublime e mais formoso na humanidade, e quiçá fóra da humanidade, tem feito trocadilhos de palavras. Jesus-Christo fez um trocadilho a respeito de SanʼPedro , Moyses a respeito de Isaac, Eschylo a respeito de Polynice, Cleopaira a respeito de Octavio. E notae que o trocadilho de Cleopatra precedeu á batalha dʼActium, e que, se nāo fôra elle, ninguem se lembraria da cidade de Toryne, nome grego que significa colher grande. Supposto isto, volvo à minha exhortaçāo. Irmāos, eu o repito, nada de zelo, nada de confusāo, nada de excesso, nem mesmo em pilherias, alegrias, comezainas e trocadilhos. Attendei-me, eu tenho a prudencia de Amphiarāo e a calvicie de Cesar. Tudo deve ter o seu limite, até mesmo os ''rebus'' (enigmas pittorescos.) ''Est modus in rebus''. Tudo deve ter o seu limite, até mesmo os jantares. Vós, senhoras, que gostaes de tortas de maçans, nāo abuseis dellas. Até mesmo as tortas precisam de juizo e arte. A golodice castiga o guloso. A indigestāo recebeu do bom Deus a missāo de prégar moral aos estomagos. E, ponderae bem isto, cada uma das nossas paixōes, até mesmo o amor, tem o seu estomago que nāo deve encher-se de mais. Em todas as cousas é bom sabermos escrever a tempo a palavra ''finis'', é bom contermo-nos,<noinclude>{{left|23}}</noinclude> nng548ie1ubby9gu6ntckpwacpxpb2m Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/182 106 257226 561342 2026-09-02T12:10:15Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 561342 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{c|178}}</noinclude>quando é preciso aferrolhar o nosso appetite, prender a nossa fantasia e livrarmo-nos nós mesmos de toda a tentaçāo. O mais sabio dos homens é aquelle que nʼum momento dado póde triumphar de si mesmo. Tende confiança em mim. Por eu ter estudado um poucachinho de direito, ao que dizem os meus exames, por saber a differença que ha entre lide proposta e lide pendente, por ter sustentado uma these em latim sobre o modo porque os réus eram postos a tormento no tempo em que Munatius Demens exercia a questura do parricidio, por estar para receber, ao que parece, o gráu de doutor, nāo se segue que seja necessariamente um parvo. Recommendo-vos moderaçāo nos vossos desejos. Tam certo como eu chamar-me Felix Tholomyès, a prudencia falla pela minha boca. Feliz aquelle que, ao soar-lhe a hora, toma um expediente heroico, e abdica como Sylla ou Origenes! Favorita escutava com attençāo profunda: —Felix! disse ella, que bonita palavra! Gosto deste nome. Eʼ em latim. Quer dizer prospero. Tholomyès continuou : —''Quirites'' , gentlemen , caballeros , meus amigos ! Quereis livrar-vos de todo o aguilhāo, nāo sentir a falta de leito nupcial e afrontar o amor ? Nada mais facil. Eis aqui a receita : limonada, exercicio excessivo, trabalho forçado, estafae-vos, arrastae penedos, nāo durmaes, velae, tomae a maior quantidade possivel de bebidas nitrosas e de tizamas de nenuphar, saboreae emmolsōes de papoulas e de agno-casto, ajuntae a tudo isto uma dieta rigorosa, morrei de fome, e nāo dispenseis os banhos frios , as cintas de ervas , a applicaçāo de chapas de chumbo , os lavatorios de licor de saturno nem as fumentaçōes de oxycrato. —Eu prefiro uma mulher, disse Listolier. —A mulher ! proseguiu Tholomyès, desconfiae dellas. Ai daquelle que pōe toda a sua esperança no coraçāo versatil da mulher ! A mulher è perfida e dessimulada. A borrece a serpente porque vê nella uma rival. A serpente é a loja defronte. —Tholomyès, gritou Blachevelle, tu estas bebado. —Boa duvida! disse Tholomyès. —Pois entāo mostra-te alegre, tornou Blachevelle. —Topo, respondeu Tholomyès. E, tendo enchido o<noinclude></noinclude> e5hvtnhhzu32jv0s8rw1oa9kjfxq4hy Página:Novellas extraordinarias.pdf/227 106 257227 561343 2026-09-02T12:14:38Z Albertoleoncio 17561 /* Revistas e corrigidas */ 561343 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Albertoleoncio" />{{rh |1= |2=O ESCARAVELHO DE OURO |3=219 }}</noinclude>Legrand, extenuado pela excitação, disse apenas algumas palavras. Quanto a Jupiter, a sua physionomia empallideceu, o mais que a physionomia de um negro póde empallidecer. Estupefacto, fulminado pelo espanto, cahiu de joelhos dentro do fôsso, mergulhando no ouro os braços nús até ao cotovello, e deixando-se assim ficar longo tempo, como se gosasse das voluptuosidades d'um banho. Emfim, deu um suspiro e exclamou: {{--}} E tudo isto é o escaravelho de ouro que nol-o dá! o pobre escaravelhinho de ouro, que eu tive a infamia de injuriar, de calumniar! Ah! negro villão, não tens vergonha do que disseste? Entretanto fazia-se tarde; se quizessemos transportar tudo, com segurança, antes do dia, precisariamos de desenvolver alguma actividade. Accordei, por assim dizer, o amo e o creado, para lles fazer comprehender que era urgente tirar d'alli o thesouro. Depois de termos perdido muito tempo em deliberações (tão desordenadas estavam as nossas idéas!) acabámos por alliviar o cofre de dois terços do seu conteúdo e pudemos emfim, mas não ainda sem custo, arrancal-o do buraco. Os objectos que tirámos, depositámol-os entre os espinheiros, depois confiámol-os á guarda do cão, a quem Jupiter prescreveu estrictamente não se mover d'alli por caso nenhum, e não abrir a bocca até ao nosso regresso. Então puzemo-nos depressa a caminho, com o cofre, e chegámos á cabana sem accidente, mas horrorosamente cançados, a uma hora da manhã. Exhaustos como estávamos, era de todo impossivel tornarnos a partir immediatamente. Repousámos pois até às duas horas, ceámos e em seguida encaminhano-nos outra vez para as montanhas, munidos de tres grandes saccos. A's quatro horas da manhã, chegavamos ao nosso fôsso. Dividimos o resto do espolio, com a maior egualdade<noinclude></noinclude> lagmfh6bx7orxviozvhh7vhnzfug87l Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/715 106 257228 561345 2026-09-02T13:50:20Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: A TU que até come atuns pequenos: nada muito rapidamen- te. e póde feguir muitos dias a fio o navio mais veleiro. Dizfe que nenhum eftrondo o póde apartat das embarca- ções, que fegue, o que não he conforme com o natural medo, que fe lhe attribue. Dizem tambem que o atum viaja de hum para outro mat; mas efta opinião parece unicamente fundada em que no inverno. habita o fundo do mar, e na primavera procura as cóftas para defovar, e que... 561345 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A TU que até come atuns pequenos: nada muito rapidamen- te. e póde feguir muitos dias a fio o navio mais veleiro. Dizfe que nenhum eftrondo o póde apartat das embarca- ções, que fegue, o que não he conforme com o natural medo, que fe lhe attribue. Dizem tambem que o atum viaja de hum para outro mat; mas efta opinião parece unicamente fundada em que no inverno. habita o fundo do mar, e na primavera procura as cóftas para defovar, e que por ifto fe faz invifivel huma parte do anno, e fe The fuppóe migrações, o que defmente a fua continua- da affittencia no Meditarraneo. He o. acum para as cóf- tas do Meditarraneo o que he o arenque para as do Nor- te, e junto à Ilha de Sardenha he a pefca delle abundan- tiflima. A carne do atum he dura ou branda, e o feu gof- to femelhante ao de vitella ou porco, fegundo as par tes do corpo de que ella he. EurROS. I, 1 Eu tenho certos fios pera tomar homens ou conhecelos, que vos ride de mais cerco de atuns. ORT. Colloq. 43, 161 Affi como em Hefpanha dos atuns, que fe pefcão, tem el- Rei grandes direitos &c. M. THом. Iñful. 4, 87 Zom- bando hum marinheiro da façanha, Se os atuns (diffe aos dous femidefuntos). Nadão no mar aflim, que à La- gos banha, Não he muito que tantos morrão juntos. {{lema|ATUPIDO, A}}. p. p. de Atupir. FERN. Lor. Chr. de D. J. I. 2, 138. CASTANH. Hift. 3, 31. BARR. Dec. 2, 2, 5. {{lema|ATUPIR}}. v. a. ant. O mesmo que Entupit, e he como hoje fe diz. CASTANH. Hift. 2, 30 Querião atupir a ca- va com os pés. BARR. Dec. 1, 7, 4. Sem tomarem mais agoas, por os Mouros logo em chegando atupirem os pó- ços. ALBUQ. Comm. 3, 34 Mandou... derribar as tran- queiras, e atupir as cavas, que Utemata Raja na fua povoação tinha feitas. Met. Vir. CHRIST. 3, 19, 51 He [a ingratidão] vento, que queima e fecca todo bem, e que arrunha ou atupe a fonte da mifericordia divinal fobre o homem. FR. SIM. COELH. Chr. 2, 10, 139 Porque. fe não atu- pa o porto com tantos males como acodem á velhice. {{lema|ATURADAMENTE}}. adv. mod. Coni prefeverança ou per- fiftencia. Pin. Chr. de D. Aff. IV. 48 Alguns dias cof- tumou ir mais aturadamente a fua cafa. P.NT. PER Hift. 1, 18, 75 Por ter naquelles dias trabalhado nella [For- taleza] toda a forte de peffoas mui aturadamente. Sous. Vid. 5, 3. Caminhou aturadamente toda a noite. {{lema|ATURADO, A}}. p. p. de Aturar. Ufafe como adj. Conti- nuado, profeguido, em que fe perfifte ou prefevera. CAS- TANH. Hift. 2, 51 Efte combate foi mui rijo e aturado. PINT. PER. Hift. 2, 24, 64 y Os Mouros fizerão mui- tos mui denodados e aturados commettimentos. Sous. Vid. 2, 33 Aqui quiz o Arcebispo dar algum allivio ao ef- pirito, como deo em Barcelona ao cançaço corporal de tantas e tão aturadas jornadas. Seguido, fem interrupção. Do tempo. MAGALH, Hift. 6 Ainda que ande [a Priguiça] quinze dias aturados, não vencerá distancia de hum tiro de pedra. Permanente, perfiftente em algum exercicio ou traba- Ibo. Das peffoas.. Sous. Vid 1,3 Pezandofe tudo, pare- ce que nem o mais aturado estudante defta Ordem póde dizer que eftuda muito. Hift. 1, 3, 38 Na cella mo- rador tão aturado, que quafi nunca fe achava fóra del- 1. COMM. DE RUI FREIR. 22. O Capitão Dom Francif- co de Soufa, como o mais aturado official, affiftio a to- da 2 obra. {{lema|ATURADOR, ORA}}. adj. Soffredor, Supportador, que continúa ou perfifte em algum exercicio. BARR. Dec. 3, 2, 5 Porém mui rijos [cavallos] e aturadores de trabalho. Czs. Summ. 1, 1 Com tudo o faz engenhofo, parco, calado c aturador do governo. M. GoDINH. Rel. 18, 105 Não fe cançando [os Alarves] com mais, que com terem bons cavallos, e egoas aturadoras de trabalhos, fornes, e sêde. {{lema|ATURAMENTO}}. s. m. pouc. uf. Acção de aturar. PINT. PER. Hift. 2, 39, 115 Nefta idade fe moftrou pera tanto, quanto pudera fer no melhor della, não fómen- te no esforço, fenão nas forças e aturamento de traba- Ihos, {{lema|ATURAR}}. v. a. Soffrer, Jupportar com paciencia, confiancia, ou fortaleza, principalmente o trabalho. CASTANH. Hift. 1, 14 Porque não tendo elles mulheres... pudef- fem aturar a guerra. BARR. Dec. 1, 4, 8 Onde Vafco da Gama efperou pelos feus, que não podião aturar o curfo daquelles, que levavão o andor. Luc. Vid. 4, 2 Punha cfpanto a todo o homem poder hum fó aturar táo grande e continuo trabalho. Met. Das coufas. CEIT. Quadrag. 2, 14, 2 Não póde [a cidade] já com neceffidades aturar o cerco FEO, Tr. Quadr. 1, 141, 1 Dizvos a renda e a poíle que tendes, que vos não pode fuftentar mais que, hum pagem... nem póde aturar tantos veftidos e banquetes, &c. SEVER. Difc. 3, 141 Perdefe a fazenda porque não ha renda, que ature os exceffivos galtos dos cáes, aves, cavallos, e caçadores. Aturar alguem. Perfiftir com elle em alguma acção ou ferlbe igual em algum exceffo, como combatendo, caminhan- do, &c. LEão, Chr. de D. Fern. 213 E alli efperou os feus, porque o não aturdrão mais que feis de cavallo. Luc. Vid. 2, 8 Qual confiança baftará, não digo a pretender convertelos, mas a efperar aturalos. CEIT. Qua drag. 2, 236, 1 A victoria deite inimigo não fe alcan- ça aturandoo, mas fugindolhe. 45Confervar, fazer que dure alguma coufa. Azur. Chr. 3, 10 Mas os infieis por nenhuma guifa devemos confentir, em quanto pertinazmente aturarem fua perver- fa intenção. Pin. Chr. de D. Aff. IV. 48 E rogárão 2 Deos, que affim o aturaffe e confervaffe. Neutr. Prefeverar, perfiftir com conftancia, e conti nuar com firmeza no que fe começou até e levar ao cabo. SA DE MIR. Ecl. 8, 6 Como corre, e como atura Quem vai após o feu gofto. Mon. Palm. 2, 111 Por tanto.nefte cafo ninguem defcance do que quer, que no aturar vai tudo. TELL. Chr. 1, 2, 24. n. 5 Aturando muitas vezes o dia inteiro nas confissões. Durar, continuar a exiftir em alguma fituação ou eftado. Das peffoas. AzUR. Chr. 3, 12 No qual defejo viveo e aturou toda fua vida. Fro, Tr. 2, 292, 4 E por tanto fe que reis que, ature neffe leito &c. Sous. Hift. 1, 1, 27 Nefte purgatorio aturou oito annos e meio fem nunca fe queixar. Confervarfe, ter duração. Das peffoas. Reg. abf. ou a alg. MEMOR. DAS PROEZ. I 30 Seu imigo fente de the elle aturar tanto havendofe niffo por affrontado &c. Fzo, Tr. Quadr. 1, 157 4 He finat, que elles [ho- mens] medrárão com ella [Samaritana] e ella os peitava ..por The aturarem. TELL. Hift. 3, 7, 226 Não podia já hum cançado velho... aturar com tantos trabalhos, que &c. Das coufas. CANCION. 31, 3 Sobre mui grande bondade Sempre já mais vos atura Continuada mefura. Los. Ecl. E pera arredar o viço Burel he fempre o . melhor, Porque he todo de huma côr, E atura mais no ferviço. ORIENT. Lufit. 88 Se o bem da vida, e o mal tão pouco atura &c. Adag. Quem em cafa da Mái não atura, na da madrafta não elpere ventura. DELIC. Adag. 116. {{lema|ATURDIDO, A}}. p. p. de Aturdir. Fa. G. DA StLv. Vid. 4, 49. MoR. Palm. 2, 111. ARAUJ. Succeff. 4, 9. ATURDIR. v. a. af. Perturbar os fentidos á alguem. Met. Alfombrar, caufar grande admiração e efpan- to. BLUT. Vocab. {{lema|ATURGIR}}. v. a. vulg. e uf. O mefmo que Eſturgir. {{lema|A TUTE}}. form. adv. vulg. Abundantemente, de fobejo. SAL-. GAD. Dial. Efteja em Badajoz brindando a tute. {{c|'''A V'''}} As vozes, que agora fe efcrevem por Av, pela maior parte os Antigos as efcrevêrão por Ab, onde fe bufcarão as que na fua ordem deixarem aqui de fer col- locadas. {{lema|AVACHA}}. ou {{lema|AVACHE}}. antiq. Voz de quem diz a outro que receba o que lhe dá, e tanto val como: toma ou tome. A's vezes parece fervir de interjeição admirativa. GIL Vic. Obr. 4, 198 Avacha chão, Náo hei d'ir a França, não, Que efta moça he Portugueza. PREST. AUT. 138 Eu já fabem, e tambem D'hum avache lançar mão; E opila- ção, Como não tomo, me vem. Adag. Avacha a ti, avacha a ti, não ficará nada para mim. HERN. NUN. Refran. 16. Mais val hum avache, que dous te darei. EurROS. I, 3. FERR. DE VASc. Ulyflip. 1, 7. {{lema|AVACUAR}}. v. a. antiq. O mefmo que Evacuar. FR. A. DE S. DOM. Vid. 191, 1. MORAT. Luz, 1, 16. {{lema|A'VALENTONA}}. fórm. adv. Como valentão. M. BERN. Floreft. 4, 15, 208 Nos milagres e acções defte pro- digiofo Thaumaturgo fobrefahem huns, como reffaltos, que parece (ſe aflim foffre dizerfe que) o Santo obrava d valentona. {{lema|AVALIA}}. s. f. ant. Vej. Avaria. Luc. Vid. 9, 17 COUT. Dec. 6, 9, 5.<noinclude></noinclude> 0785sqr0cthfbsoxmxhgl4082lpdva1 Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/716 106 257229 561346 2026-09-02T13:54:41Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 508 A VA {{lema|AVALIAÇAO}}. s. f. Aeção e effeito de avaliar. ORDEN. DE D. MAN. 1, 5 E quando fe houverem de fazer as ava- liações fobreditas &c. Leão, Report. 9 Avaliação dos bens, que o pai doa ao filho, como fe fará. Sous. Hift. 35, 12 Importa por avaliação 380 xarafins. Met. Eftimativa, arbitrio, juizo, que fe forma de alguma confa. CEIT. Serm. 2, 218, 1 D'amor e ava- liação no que fe arrifca e fe perde, fe enxerga. FEO, Tr. 1,... 561346 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>508 A VA {{lema|AVALIAÇAO}}. s. f. Aeção e effeito de avaliar. ORDEN. DE D. MAN. 1, 5 E quando fe houverem de fazer as ava- liações fobreditas &c. Leão, Report. 9 Avaliação dos bens, que o pai doa ao filho, como fe fará. Sous. Hift. 35, 12 Importa por avaliação 380 xarafins. Met. Eftimativa, arbitrio, juizo, que fe forma de alguma confa. CEIT. Serm. 2, 218, 1 D'amor e ava- liação no que fe arrifca e fe perde, fe enxerga. FEO, Tr. 1, 184, z Ordinariamente as avaliações e affeiçoes do mundo são de extremos, que ou vos eftimão muito ou nada, fem faberem por meio nem no odio, nem no amor.aberem por com {{lema|AVALIADO, A}}. p. p. de Avaliar, REGIM. DA FAZEND. -166, 69. CART. DE JAP. 1, 175, 4. Sous. Vid. 1, 12. Ufafe como adj. e fe ihe antepõe os adv. Bem ou Mal para lhe determinat a fignificação a refpeito da reputação ou crédito das peffoas, ou do valor das cou- fas. TELL, Chr. 1, 1, 11. n. 3 Os fentimentos da al- -ma... quando d'antes foffem mui juftificados, já não po- dião ficar bem avaliados. FREIK. Vid. 1, 27 Enrenden- do que dos Principes era melhor fer bem avaliado, que bem vifto. L. BRAND. Medit. 4, 7; 323. p. 124 Ha ho- mens tão preverfos, e mal inclinados, que bufcáo occa- fiões para que os outros fejão mal avaliados. {{lema|AVALIADOR}}. s. m. O que avalia. ORDEN. DE D. MAN. 3, 62 E bem afli fe alguns partidores ou avaliadores... fizerem alguma partição ou avaliação &c. PROV. DA HIST. GEN. 3, 4, 161. p. 377. ann. 1456 E os dous avalia. dores, que hão de fer póftos por parte do Coudel &c. FERNAND. GALY. Scrm. 1, 82, 3 Quando fe quer por preço a huma peça rica, chamãofe avaliadores, que po- nhão o preço jufto della. Met. CALV. Homil. 2, 95 O' peccadores, até quan- do fereis máos avaliadores dos bens divinos? Feo, Tr. Quadr. 2, 102, 1 E tão bom avaliador foi nefta mate- rit, que &cc. Sous. Hitt. 2, 2, 3 Afli o fintio c publi- con o bom efpirito do noffo Geral, Juftiniano, fabio a- valiador... das coufas, que vio nefta Provincia. {{lema|AVALIAMENTO}}. s. m. pouc. uf. O mefmo que Avaliação. ORDEN. DE D. Man. 3, 62 Se a parte aggravada per a dira partição ou avaliamento nom quizer appellar. D. MIG. DA SILV. Conft, de Vifeu, 74 E para elte avalia- mento fejão tomados por as partes de feu prazer dous ou tres homens bons, que fegundo Deos e fuas con- fciencias o fação juftamente. CoNH. Hift. de Brag. 2, 23, 104 Daria a fatisfação, que jufto för a juizo e ava liamento de D. Suciro Prior dos Frades. {{lema|AVALIANÇA}}. s. f. antiq. O mefmo que Avaliação. PROV. DA HIST. GEN. 3, 4, 161. p. 247. ann. 1574 Náo he ainda feita a avaliança das fazendas para effeito das ar- mas, que &c. {{lema|AVALIAR}}.. Por preço, dar valor certo a alguna cou muitas peter as RDS, A Biol. 2; 200 E quando não podia fa. PROV, DA HIST. GEN. 3, 4, 149. p. 168. ann. 1544 Avalioufe a feitura da dita cruz &c. Sous. Hift. 3, 6, 2 Em coufa tão anriga não ferá de espanto faltarnos no- ticia do que erão os modios, com que o Infante avalia as peças, que recebeo, podendo fer algum genero de moeda. ORDEN. EE D. PEDR. II. 1, 7, 36 Lho faça a- valiar o damno] por dous officiaes juramentados. Met. Eftimar, julgar, reputar. Cert. Serm. 1, 233, boninas e flores, de que hia femeado o efquife. L. AL- VAR. Serm. 1,7, 5. n. 16 Quem pede com reccio e defconfiança nada avança. EsPER. Hift. 1, 3, 34. n. 7 Faz efpanto o que nellas [obras] avançou o braço dos Guardiães. Milic. Accommetter, inveftir. Reg. à ou com alg. MERCUR. de Fever. de 666 Os noffos oirenra avançarão as ovelhas, que eftavão junto à muralha, e as rrouxe- fender a feu Meftre, avance aos efquadrões armados, en- vifta e matafe com elles. 2 Porque como o corpo, confiderado elle em fi, nem fairão. VIEIR. Serm. 4, 13, 5. n. 479 Se Pedro quer de- ba, nem poffa avaliar injurias, que ifto faz o entendimen- ro, porencia da alma &c. FREIR. Vid. 1, 30 Ou tão mo- defto, ou tão altivo, que não avaliava fuas acções por dignas de fi mefmo. VIEIR. Serm. 4, 14, 6. n. 517 Os homens, quando pagão, ou cuidão que pagão os fervi- ços, que lhe fizeites, clles são os que os avalião. Com pron. peff. Sous. Vid. 4, 27 Afli dizia o fanto velho, avaliandofe em fua imaginação em muito menos preço do que eftas palavras foavão. TELL. Chr: 2, 4, 30. n. 6 Como hum S. Paulo, que fe avaliava pelo primeiro entre os peccadores, a quem Chrifto veio remir. Avaliar, antiq. Gritar. JER. CARDOs. Dict. BARBOS. Dict. {{lema|AVALUAR}}. v. a. e os feus derivados. O mefmo que Ava- fiat. Leão, Orthogr. emenda Avaluar, &c. por Avaliar. BENT. PER. Orthogr. e BARRET. Orthogr. póe entre os erios do vulgo Avaluar &c. por Avaliar. {{lema|AVANAMENTO}}. s. m. antiq. O mefmo que Abanadura. VIT. CHRIST. 1, 16, 54 {{lema|AVANAR}}. v. a. antiq. e os feus derivados. Vej. Abanar. {{lema|AVANÇADA}}. s. f. Milic. Accommettimento fubito contra o. de forte, que em algumas avançadas, que o inimigo fez, perdeo tres capirães de Infanteria. VIEIR. Cart. 2, 89 Morto de huma bala na avançada de Badajoz. M. BERN. Arm. 17, O primeiro no atrevimento, e máo de- fejo, o foi tambem na avançada, não fem prevenção de armas. inimigo. MERCUR. de Dezembr. de 66; Dalli fe pelėjou Met. L. ALv. Serm. 2, 1 4. n. 13 Lá continúa [nas fronteiras o foldado aré fe cobrir de cáas para avançar à commenda. CHAG. Serm. Genuin. 2, 31 Avan- çai com o céo, e levaio á força. M. BERN. Arm. 7, Ha rentações, que fe vencem, fazendo roftro ao ini- migo, e avançando a clle &c. Met. M. BERN.. Floreft. 1, 4, 122, BO Santo Job quando na primeira avançada de feu inimigo perdeo toda a paciencia &c. {{lema|AVANÇADO, A}}. p. p. de Avançar. ARAUJ. Succeff. 3, 33. MEN. Portug. 1, 11, 710. Mo Avançado em idade, ou idade avançada. uf. Diz- fe das pelfoas velhas ou da fua mefma idade. Jos Avançado. Archir. Que fabe fora no edificio. PENT. Meth. 1, 1, 7. p. 16 Obras cornutas, Cornas, Hor- naveques, a mefma coufa com diverfos nomes, são obras exteriores avançadas na campanha. A Centinellas, partidas, tropas, 8cc. avançadas. Mi- lic. As que eftão poftas em diftancia do corpo principal do exercito para obfervar. os movimentos do inimigo ou para outros quaefquer fins. D. FERN. DE MEN. Vid. 3, 238 Já nefte tempo começavão a pelejar as vanguardas dos dous exercitos, em particular as alas, que eftavão hum pouco avançadas dos corpos principacs. MEN. Portug. 1, 8, 533 João Fernandes. Vieira, e os que o acompanhavão, eftavão prevenidos, e com centinellas avançailas em lu- gares competentes, que os avifarão &c. {{lema|AVANÇAMENTO}}. s. m. Archit. Sacada em qualquer par- te do edificio. BLVT. Vocab. {{lema|AVANÇAR}}. v. a. Adiantar, fazer paffar avante. MARI- NH. Comm. 1, 22. E que o Mestre de Campo avançale algumas mangas de mofqueteiros para anticipar a enibof- cada. MEN. Portug. 1, 3, 128 No dia feguinte avançarão os Caftelhanos duas mangas de mosqueteiros. Profeguir, continuar, levar avante alguma confa. TELL. Hift. 3, 11, 235 Porque eftavão expoftos [os Je- fuitas a romper todas as difficuldades, havendo qual- quer efperança de poder avançar efta conquifta [da E- thiopia.] Exceder, fobrepujar, levar vantajem.. MATT. Jeruf. 4, 24 A minha fciencia a tua em muito avança. Neutr. Adiantarfe, paffar, avanie. Ufafe tambem com pron. peff. D. FERN. DE MEN, Hift. 3, 58, 139 O Conde General o foccorreo avançando até a Horta com o refto da cavallaria e infanteria. MEN. Portug. 1, 8, 504 O primeiro, que fe avançon, antes de fer foccorrido o marárão. PIMENT. Rot. do Mediterr. 50 Sem embargo de que ralvez algumas delas [alteras ] fe achem affim na Carta, fe fe lhe fizer a conta peloque fe diminue na altura por cada hum dos rumos. ou Met. CARDOS. 2, podião Com pron. poff. FREIR. Vid. 2, 134 De longe fe avançarão ao baluarte S. Thomé. VIEIR. Voz. 15, !, 11. p. 7 Metre mão a efpada, avançafe ao inimigo.. -Adag. Carro, que canra, a feu dono avança. De- LIC. Adag. 5. {{lema|AVANCE}}. s. m. Milic. Acommettimento, acção de inveftir contra o inimigo. MERCUR. de Outubr. de 66; Mas an- res que elles Caftelhanos] o occupaffem [certo paffo] achandofe defcuidados da infanteria, lhes derão os nol- fos hum avance, em que lhes tomátão feis bons caval- los, e fe recolherão. CARV. Chorogr. 1, 3, 3 Em mui- ras occafióes obrou com valor, achandofe nos avances com huma efpada degollando os inimigos, como o me- ando os inimigos, como o me lhor foldado. {{lema|AVANÇO}}. s. m. Lucro, vantajem, ganio, intereffe, que<noinclude></noinclude> n262v1h1ydms73j8y4djudbxg2hzjgd Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/717 106 257230 561347 2026-09-02T13:57:18Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: AVA refalta de negociação ou fobra do capital. MERCUR. de Se- tembr. de 664 De que fe fegue à fazenda Real o gran- de avanço, que ja diffemos no provimento do exercito c. Praças do Alemtejo. VIEIR. Serm. 8, 284 Tambem fe não obrigão [os affeguradores] a introduzir as cadorias, onde os avanços, a que ellas vão encaminha- das, fe podem lucrar. CAR v. Chorogr. 1, 2, 1 Tem hum celleiro, que reparte por empreftimo por lavradores ou femelha... 561347 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>AVA refalta de negociação ou fobra do capital. MERCUR. de Se- tembr. de 664 De que fe fegue à fazenda Real o gran- de avanço, que ja diffemos no provimento do exercito c. Praças do Alemtejo. VIEIR. Serm. 8, 284 Tambem fe não obrigão [os affeguradores] a introduzir as cadorias, onde os avanços, a que ellas vão encaminha- das, fe podem lucrar. CAR v. Chorogr. 1, 2, 1 Tem hum celleiro, que reparte por empreftimo por lavradores ou femelhantes pobres, que depois o reftituem [o trigo] com avanço que cada hum quer, fem que le the li- mire. Met. TELL. Hift. 5, 24, 469. O que principalmen- te atiçava efte fogo, eta o Principe Faciladas, o qual ardia com invejas, vendo os grandes avanços na fama e gloria militat de feu tio Raz. MATT. Jerul. 9, 96 Re- tira a genre, o Rei a fua encerra, Não pouco avanço da infelice guerra. M. BERN. Floreft. 1, 6, 265, C Que onaugnientos ou avanços te rendem a ti na graça de Deos viveres dez, ou cem, ou mil annos? {{lema|AVANGUARDA}}. s. f. antiq. Milic. O mefmo que Van- - guarda, e he como hoje fe diz. BARR. Dec. 4, 7, 2. PINT. PER. Hift. 2, 8, 21 v. BRIT. Mon. 2, 7. c. 29. {{lema|AVANGELHO}}. s. m, antiq. O mefmo que Evangelho. HIST. DO COMEC, 2. ORDEN, DE D. MAN. 3, 16. DESCOBR. DA FROLID. 50. {{lema|AVANGELICO, A}}. adj. antiq. O mefmo que Evangelico. BARR. Viciof. Vergonh. 27 {{lema|AVANGELISTA}}. s. m. antiq. O mesmo que Evangelifta. CANCION. 53. {{lema|AVANTAGEM}}. s. f. ant. O mefmo que Vantagem, e he como hoje ordinatiamente fe diz. (Avantage Aventa- gem.) Sovs. COUTINH. Cerc. 2, 13, 60 y Com ifto si tinhão elles huma avantagem, que pelejavão de lugar mais alro. CORT. R. Naufr. 1, 3 Elle que ali te fez entre as mais bellas, Com tantas avantages efcolhida &c. GAVI, Cerc., 10, 35 zo aventagem lhe pagavão nos mettião. Virão os inimigos com quanta os pelouros, que na Fortaleza Verb. Dar a alg. em alg. c. Azpa. Chr. 3 11. HEIT. PINT. Dial, 1, 1, 8 Fazer, d alg. ou á alg, c. Goes, Chr. do Princ. 15. CART. DE JAP. 1, 184, 4. Levard alg. ou à alg., FR. MARC. Exerc. 8, 43. LEño, Defcripç. 23. Reconhecer a alg. (re- derlhe) HEIT. PINT. Dial. 1, 5, 3 Ter abf ou al gumma abf. Sous. COUTINH. Cerci 2, 13, 60, Y. 5. GAVI, Cercs em alg. c. abf. CORT.-R. 33 Naufr. 12, 127. algab. CASTANH. Hift. 8, 187. GAVI, Cerc. 14, 55 dalg. de alg, c. Sa' DE MIR. Eftrang. 3, 53 &. de alg. (excedelo) Sa' DE MIR. Ecl. 865 huma confa ante outra. (fer- the fuperior) VIT. CHRIST, 1, 346. Coufa d'avantagem on de, avantagem. Aquella, em que fe dá exceffo, fuperioridade ou excellencia. CANCION. 26., 2 Somos tacs, como quem fonha, Grandes feitos d'avantagem Sem poder. SADE MIR Vilhalp. 5 2 Vou- -me, que não he tempo de ter pontos, comtigo, que tens citaes armas d'aventagem. CART. DE JAP. 1, 165, 4 Além deftas tres portas efta hum fetmofo. páteo, com outra crafta d'avantagem das duas primeiras.a De avantagem. fórm, adv. Com preferencia, ou fu- perioridade. Mos. Dial. 1, 5 Em fim queriavos ver de aventagem dos outros homens. {{lema|AVANTAJAR}}. v. a. e os feus derivados. Vej. Avantejat. {{lema|AVANTAIRO}}. s. m. antiq. O mefmo que Inventario. GIL. Vic. Obr. 1, 51. {{lema|AVANTAL}}. s. m. Vej. Avental. JER, CARDOS. Dist. BARBOS. Dict {{lema|AVANTANTE}}. BARR. Gramm. 91 Soberano [fe deriva] de fobre, avantante, de avante. {{lema|AVANTE}}. adv. lug. Diante, adiante, para diante. BAR- PEIR.. Chorogr. 161 Onde fe agafalha a gente, que não póde fazer a fua jornada mais avante. CASTILH. Comm. -1, 7 Ficou Dom Miguel de Caftro com cem Portu- guezes no Paffo fecco: Dom Pedro de Caftro. e Diogo Barradas dahi avante. Luc. Vid. 2, 17 Ameaçaos.com xco caftigo fe dão hum paffo avante ongev 5: Verb. Caminbar Met. ( adiantarfe, fazer pro- ingreffos) BRIT. Chr. 15 Eftar abf Met. (acharfe adiantado, ter feito progreffon, DE JAP. 50. Fro, Tr. 2, 65% 3 en alg. ESPER Hift. :6, 17. n. 1. alg, em alg, s. avantejarfelbe on oferlbe fuperior nella) CEIT. Ficar em alg. c. Met. (melborarfe FRO, T35, 3. Ir...abf. (caminhar, paflar adiante Agua. Comm. 1; 27, Fro, Tr. 2, 281, 1. Mer. (profeguir, con- tinuar alguma materia on difcurfo) SA DE MIK. Vi lhalp. 34. ARR. Dial. 3, 17. (crefcer, augmentarfe. Das coufas.) PAIV. Serm. 3, 70 y. Luc. Vid. 2, 19. em ou por alg. c. profeguila, não defiftir della) FERR. Poem. Hift. de S. Comb. FR. MARC. Chr. 1, 1, 8. de alg: lug, (télo palado, deixalo atraz) TELL. Hift. 3, 2, 212. Levar... alg. c. (augmentala, melho- rala) CRIT. Serm. 1, 80, 2. (profeguir, ir por diante com a coufa emprehendida ou comecada) Can. Luf. 3, 75- ALBUQ. Comm. 4, 14. a fua. (não defiftir da ten- ção formada até não confeguir o intento; teimar ou infiftir fobre alg. c.) FR. TH. DE JEs. Trab. 1, 2, 498 v. Fr. BERNARD. DA SILv. Defenl. 1, 34. Paffar... abf. (con- tinuar o caminho deixando atraz alg. lug.) Goss, Chr. do Princ. 8. CAM. Luf. 2, 29. Met. (avantejarfe. Das coufas) GRAN, Comp. 1, 9. TELL. Chr. I, I, 13. n. 5. (Tambem, fe, diz quando alg. larga huma coufa, de que efta tratando, para fallar de outra, que quer continuar) Heir. Pint, Dial, 1, 1, 8. TELL. Chr. 2, 6, 43. n. 4. Proceder... Das coufas. BRIT. Chr. 6, 5. Profeguir com alg. c. CART. DE JAP. I, 447, 4- Romper abf. ou por alg. c. paffar adiante impetuo- famente) FERR. Poem. Cart. 1, 3. TELL. Chr. 1, 1, 6. n. 7. Ser tanto como alg. Ing. Marinh. (acharfe na- vegando na referida paragem) CASTANH. Hift. 2, 117. ALBUQ. Comm. 1, 11. Avante on avante, avante. Voz ou vozes de quem exhorta ou anima ou manda paar adiante. FERN. Lor. Chr. de D. J. I. 1, 114 E Pero Fernandes de Velhaf- co começou de dizer a altas vozes: Avante, Senhores, avante, que nolla he a cidade. FERR. DE VASC. Ulyffip. 4, 2 Avante c'os fogutcos, e Deos vos de boa mão di- reita. CORT. R. Naufr. 3, 35 Avante, avante, an- demos , que, já os paços Da bellicofa Furia eftão pre- fentes. BRIT, Mon. 1, 4. tit. 1 Avante, Cavalleiros, que já fe lançou o dado. Avante. adv. temp. Para o futuro ou tempo vindon- ro. Ufafe commummente precedendo a particula de, co- mo de hoje avante, dalli ou daqui avante, &c. Bex- NARD. RIs. Menin, 1, 14 E quizfe chamar afli dalli avan- te. BARR. Dec. 1, 1, 11 Eu de hoje avante fico fem aquella fuperioridade, que o Senhor Infante me tinha dada. LOBAT. Palm. 5,20 Sendo afli teteis daquiavan te em mim hum particular amigo, Avante. prep. No lugar anterior ou precedente. Reg. Tr. 35 de. A. Ca. 9 Avante defias Ilhas dizem que ha outras de gente mais alva. FR. GASP. DA CRUZ, Tr. 3, 8 Laos, que após os Cauchinfchinas confinem com a China: feguefe avante deftes os Brames, que h the mul ta gente, e muito rica. Cass. Ulyff, 3, 119 E a ver- de Europa mais avante De Tanais ate o largo mar de Atlante.. Palante ou mais. A respeito da quantidade. AN- DRAD. Cerc. 9, 42, 3 Deixa o Cunhá d'avante de feif- centos Homens a Fortaleza, acompanhada. BARTH. GUER REIR. Jorn. 14 Huma armada de 26 velas, e avante de quatro mil homens de mat e guerra. D'avante. Defronte ou diante. FERN. Lof. Chr. de D. J. I. 2, 16 Em efto chegarão as galés d'avante da cidade. Por d'avante. Pela parte dianteira. CORT. R R. Nau- fr. 775 Vem com grande furor Boreas raivofo, Com- mette por d'avante. Maus. Aff. Aft. 4, 69 y Já Tan- ger por d'avante Te moftrava E os levantados muros defcobria. Anticipadamente. Carr. Serm. 2, 115, E cui- dando que por mimos o homem faria a vontade ao Rei, elle por d'avante, é por mais que o Rei lho pedio, ou lho deo a entender, alli Te ficou Tem querer ir a cala. TELL. Chr. 2, 6, 31. n. 1 A debaterfe com tão pode- tofas difficuldades, como fe lhe offerecião por d'avante. Verb. Eftar alg. c." Fraf. met. Eftar primeiro on dever preferir. TELL. Chr. 1, 2, 36. n. 5 Muito ef- timou o Padre cita embaixada, e de melhor vontade fe partiria a darlhe o cumprimento, fenão estiveffe por d'avante a obediencia do feu P. Francifco de Xavier, Irabl. Caminhar, Maus. Aff. Afr. 11, 166 Inda vão por d'avante, inda pelejão. Met. Crefcer, augmentarfe. Das coufas. LEIT. D'AN- DRAD. Mifc. 16, 464 E crecia o mal, e hia tanto por d'avante, que temeo muito a Princeza Te lhe acaballe a 819 Ter alguma coufa. Télà préfente, on contra fi.<noinclude></noinclude> bzb2jkao5kw9vyyfrtv850c5xft6gfp Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/718 106 257231 561348 2026-09-02T14:06:25Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 510 A VA PAIV Serm. 1, 178 Ah Pedro, Pedro, fe foubef- feis os perigos, que vós, e voffos companheiros tendes por d'avante. Luc: Vid. 3, 9 E ifto ainda quando não tiveramos por d'avante o exemplo do Senhor. TELL. Chr. 11, 7 n. 3 Empreza rão trabalhofa, que tinha por d'avante tão arduas difficuldades. (Tomar algum ou alguma confa. Fro, T. 2, 33, 1A alma, que tenia a Deos por d'avante não he poflivel haver perturbações, que a divirtão... 561348 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>510 A VA PAIV Serm. 1, 178 Ah Pedro, Pedro, fe foubef- feis os perigos, que vós, e voffos companheiros tendes por d'avante. Luc: Vid. 3, 9 E ifto ainda quando não tiveramos por d'avante o exemplo do Senhor. TELL. Chr. 11, 7 n. 3 Empreza rão trabalhofa, que tinha por d'avante tão arduas difficuldades. (Tomar algum ou alguma confa. Fro, T. 2, 33, 1A alma, que tenia a Deos por d'avante não he poflivel haver perturbações, que a divirtão delle. 2, 71, 1 Os quaes [Judeos fempre tomdrão por avante encontrarem as divinas traças acerca de feu re- medio. A VA {{lema|AVANTEJADAMENTE}}. adv. mod. Com vantagem. Azur. Chr. 374 Aquelles em aquella hora devem pelajar avantajadamente. CART: DE JAP: 2, 130, 1 A cltes pa- rece que fe communicou noffo Senhor mais aventajada- mente. Gavi, Cerc. 8, 22-Trabalhando aventajadamente de alguns, que lhe parecia fazelo muito bem. {{lema|AVANTEJADISSIMO, A}}. fuperl. de Avantejado. AMA- RAL, Serm. 398, 8. S. ANN: Chr. 1, 6345. {{lema|AVANTEJADO, A}}. p. p. de Avantejar. Bar. Chr. I, 12. FEO, Tr. Quadr. 1, 77, 3. M. Tnok. Inful. 2, 13. Ufafe como adj. Superior, que excede ou leva van- tagem. Das peffoas. Reg. a, de, entre alguns em alg. G. PAIV. Serm. 1, 190 Quem fe fentir qventajado dos ourros em muitas partes boas e exercicios efpirituses, tarito haja, que efta aquem de todos, quanto tiver me- nos de defprezo de fi. MARIZ, Dial. 4, 2 O qual, co- mo Principe nas coufas da paz e da guerra, antre to- dos os do feu tempo mui aventajado, &c. Luc. Vid. 2, 18 Varão perfeito aventajado a quantos alguma hora fo- rão, na autoridade, na graça, na fermofura &c.t Diftincto, excellente extraordinario. Das coufas. GOES, Chr. do Princ. 47 Ratificou. todos os pode- resc atcrecentou de novo outros muitos mais aven- tajados. Luc. Vid. 1,9 Tornarão os Padres aos excici- cios com aventajado fervor. BRIT. Cht 6 20 E como Deos não deixa obra feita em feu ferviço falta de ga- lardão e premio mul ventajado &cquisi {{lema|AVANTEJAMENTO}}. . antiq. O mefmo que Vanta- gem. VIT. CHRIST. 1 20 Se alevanta [a alma] per efperança, e defeja comprimento de graça, ca pre- fença do Senhor, e haver hum avantejamento de ben- ções antic todas as creaturas. {{lema|AVANTEJAR}}. v. 2. Exceder, levar vantagem. Reg. alg. abf ou alg. en afg. t. (Avantajar, Aventajar. TEIV. Sent. 41 De Reis exemplos principacs e infignes Ante teus olhos fempre trazer deves, Peraque em tudo fi- gas os melhores, E inda fe póder fer, os aventajes. BRIT. Mon. 1, 2. tit. 5 Tão dotado de forças corpo- raes, que ninguem o aventaja na luta. Cona. Hift. de Brag 48 Tanto feu valor e esforc [de Epi- tacio aventajon a todos os mais [Bifpos Melhorar, fazer fuperior ou mais excellente. Reg. alg, abf. ou alg. a ou de outro em alg: MEND, PINT. Peregr. 68 Na liberalidade o punhão acima de Alexandre 5. e no esforço o aventajão de Scipião, Annibal &c. Luc. Vid. O que máis valeo a Jofué, e o aven- tajou a Moyfes... foi &c. CEIT. Serm. 1, 30, 1 Affi herdando o reinado remporal de feus, progenitores ò fu- blimou e aventajou tanto mais, quanto vai das creaturas a Deos. Fazer diftinéto, 1150-19 Excellente, extraordinario. As cou- fas. Sous Vid. Trabalhando todos ein hum fo ponto, que era aventajar partidos, e fazer proveitos. M. THOM. Inful. Ded. Avantaja V. S. entre os maiores del- la filha o credire da Lufitania. Avantejar alguém, a alguma coula como a cargo, dignidade, &c. Elévalo, conflituilo T. RIB. Elog, 126 He coufà indigna, que os Republica aventajon a grandes a não ajudem e favoreção. Cargos alguem a on fobre outro. Preferirlho, anteporlho. TELL. Hift. 4, 34393 E feguindofe pera ler Philofophia em Coimbra be aventajarão ao Padre Diogo Secco]... outro Padre que dre que ainda estudava Theologia. L. ALv. Serm. 29, 3. n. 9 Effe parece que os avantaja fo- bre todos os Santos, Avantejar, neutr. Adiantarfe, ir ou continuar por diante com alguma confa. Reg. com alg. c. PINT. PER. Hift. 2, 26, 71 Cortando os Mouros as cáfas ermas de parte a parte, aventajando muito com a obta dos vale los, tantoque os começarão. Com pron. peff. Paffar adiante, ir mais avante. BARR. Dec. 1, 1, 14 Alvaro Fernandes como fe que- ria aventajar dos outros defcobridores &c. DESCOBR. DA FROLID. 167 Dizendo, como já tinha dito, que fe aven- tajava muito e fe abbreviava fua viagem. ALBUQ) Comm. 1, 50 E nefta volta matárão tres Mouros de cavallo, que fe quizerão aventajar dos outros.diabet d-Diftinguirfe, fingularizarfe, fazerfe mais excellence. CAM. Son. I, 4 Ella porque do amor fe aventajafe Na pena &c. LEIT. D'ANDRAD. Mifc. 18, 564 Sendo os homens todos huns, nafcidos de hum pai Adam, os que *fe aventajarão em virtude, fe fizerão nobres. Luc. Vid. 2, 19 Nhuma coufa porém fe aventajou a divina pro- videncia. Tomar... ncutt. Das embarcações! Vini. Serm. 6, 10, 5. n. 305 A não, que não dá pelo leme, e toma por d'avante, mui arrifcada vai a encalhar em hum baixo, ou. fe rompr cm hum Recife. Melborarfe, aperfeiçoarfe, fazer progreffos. BRIT. Chr. 1, Ajuntandofe muitas vezes, e praticando no modo de profeguir a empreza começada, na qual fe aven- tájárão tanto, que &c. CARDOS: Agiol. 2 264 No ca- minho da perfeição fe julga defeito não fe aventajar ca- da hora no efpirito. Exceder, levar vantagem, fer fuperior. Reg. a ou de alg. ou entre alguns em alg. c. CA. Luf. 5,5 Mas nem por fer [ilha] a derradeira, Se the avantajão quan- Venus ama. PAIV. Serm. 3, 76, Ordinariamente acontece não fómente na outra vida, mas nefta tambem veremfe os foberbos em grandiffimas affrontas polas pro- Prias coufas, com que fe quizerão aventajar dos outros. FR. BERNARD. DA SILV. Defenf. 2, 22 Hum bom Re- público, principalmente fe fe aventaja aos outros im le- tras, riquezas, e fidalguia, deve amar os feus naturaes por extremo. Mavs. Aft. Afr. 6, 99 Huma Nynfa tão fermofa, Qué entre todas as mais fe aventaja. {{lema|AVARAMENTE}}. adv. mod: Com avareza. D. HILAR. Voz, Prol. Tambem Te póde applicar aos que tendo do Senhor recebido algum talento efpiritual pera proveito dos irmãos o efcondem fem fructo na terra de feu coração, conten- randofe de o poffuit avaramente, ao modo do priguiço- fo fervo do Evangelho. Mats: Aff. Aft. 83 122 Sáo muitos, e crucis, e avaramente O querem defender da pobre gente. So us. Vid. 4, 5 Com razão o podemos ef- tender ao male avaramente poupado. {{lema|AVARENTAMENTE}}. adv. mod. pouc. uf. O mesmo que Avaramente, M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n. 138. p. 78; Acabem de conhecer os avarentamente iminerifericordes que eftas coufas, que bs homens tem, que vêm, e nas quaes eftà aferrada a faa cobiça, são caducas, e pela efmóla fe fazem eternas. {{lema|AVARENTO, A}}. Adj. Que tem avareza. CAM. Luf. 10, 24 Mas vingome que os bens mal repartidos Por quem fó doces fombras aprefenta Senão os dão a fabios ca- valleiros, Dáoos logo à avarentos Illonjeiros. HEIT. PINT. Dial. 7 O Principe cobiçofo e avarento, "além de fer malquifto dos homens, efta mal com Deos. MEND. PINT. Peregr. 81 O mundo [he] fenfual ecava- Tento, e Deos liberal e limpo, fobre toda a limpeza do Sol e das eftrellas.otos Met. Das cóufas inanimadas. CAM. Ecl. 1, 26 Por- negado: Cont. R Naufr? 14, 177 Tudo vence a cobi- que o tempo avarento Tambem o largo humor the tem ça, tudo póde O defejo avarento, infaciavel, TELL. Hift. 1, 12, 31 A pez tits afff as CLARYA defta tão apertada e avarenta opinião!nsvi Avarento de alguma coufa. Exceffivamente parco no feu ufo, ou em a communicar aos outros. FERR. DE VASC Ulyffip. 3, 6 Dos olhos, em que me vejo, cada vez mais avarenta MuD PINT. Peregr. 45 Após ifto elle e os outros, que trazia comfigo,fedefpedirão do Ca- pitão e dos Portuguezes com niuitas palavras de compri- mento, de que commummente não são nada avarentos. MARIZ, Dial 212 As mais coufas que nos outros reinos paffirão, não forão os feus naturaes tão avaren- tos da fama dellas que em feus eferitos as não celebraf- Temanava idab sch Avarento. fubft. O que temavareza. FR. TH. ODE Jes. Trab. 262 O pródigo tem mais amigos, he mais luftrofo, faz mais primores; ed avarénto he mais racanho e baixo em tudo O pródigo lografe do feu, eo avarcnto vive fempre mifero. Sous. Vid. 4, 5 Affi como crefcem os bens a quem liberalmente os reparte com os neceffitados afli fe perdem e minguão nas mãos paralíticas do avárento. PIN RTB. Luftr. 2, 147 Junio Te todos os vicios e maldades em hum avarento; na dva- reza tem fua raiz todos os peccados.<noinclude></noinclude> 24xhf7h56ur2qhx768sqzez8ggr5wmp 561349 561348 2026-09-02T14:06:43Z MLReis 41056 561349 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>510 A VA PAIV Serm. 1, 178 Ah Pedro, Pedro, fe foubef- feis os perigos, que vós, e voffos companheiros tendes por d'avante. Luc: Vid. 3, 9 E ifto ainda quando não tiveramos por d'avante o exemplo do Senhor. TELL. Chr. 11, 7 n. 3 Empreza rão trabalhofa, que tinha por d'avante tão arduas difficuldades. (Tomar algum ou alguma confa. Fro, T. 2, 33, 1A alma, que tenia a Deos por d'avante não he poflivel haver perturbações, que a divirtão delle. 2, 71, 1 Os quaes [Judeos fempre tomdrão por avante encontrarem as divinas traças acerca de feu re- medio. {{lema|AVANTEJADAMENTE}}. adv. mod. Com vantagem. Azur. Chr. 374 Aquelles em aquella hora devem pelajar avantajadamente. CART: DE JAP: 2, 130, 1 A cltes pa- rece que fe communicou noffo Senhor mais aventajada- mente. Gavi, Cerc. 8, 22-Trabalhando aventajadamente de alguns, que lhe parecia fazelo muito bem. {{lema|AVANTEJADISSIMO, A}}. fuperl. de Avantejado. AMA- RAL, Serm. 398, 8. S. ANN: Chr. 1, 6345. {{lema|AVANTEJADO, A}}. p. p. de Avantejar. Bar. Chr. I, 12. FEO, Tr. Quadr. 1, 77, 3. M. Tnok. Inful. 2, 13. Ufafe como adj. Superior, que excede ou leva van- tagem. Das peffoas. Reg. a, de, entre alguns em alg. G. PAIV. Serm. 1, 190 Quem fe fentir qventajado dos ourros em muitas partes boas e exercicios efpirituses, tarito haja, que efta aquem de todos, quanto tiver me- nos de defprezo de fi. MARIZ, Dial. 4, 2 O qual, co- mo Principe nas coufas da paz e da guerra, antre to- dos os do feu tempo mui aventajado, &c. Luc. Vid. 2, 18 Varão perfeito aventajado a quantos alguma hora fo- rão, na autoridade, na graça, na fermofura &c.t Diftincto, excellente extraordinario. Das coufas. GOES, Chr. do Princ. 47 Ratificou. todos os pode- resc atcrecentou de novo outros muitos mais aven- tajados. Luc. Vid. 1,9 Tornarão os Padres aos excici- cios com aventajado fervor. BRIT. Cht 6 20 E como Deos não deixa obra feita em feu ferviço falta de ga- lardão e premio mul ventajado &cquisi {{lema|AVANTEJAMENTO}}. . antiq. O mefmo que Vanta- gem. VIT. CHRIST. 1 20 Se alevanta [a alma] per efperança, e defeja comprimento de graça, ca pre- fença do Senhor, e haver hum avantejamento de ben- ções antic todas as creaturas. {{lema|AVANTEJAR}}. v. 2. Exceder, levar vantagem. Reg. alg. abf ou alg. en afg. t. (Avantajar, Aventajar. TEIV. Sent. 41 De Reis exemplos principacs e infignes Ante teus olhos fempre trazer deves, Peraque em tudo fi- gas os melhores, E inda fe póder fer, os aventajes. BRIT. Mon. 1, 2. tit. 5 Tão dotado de forças corpo- raes, que ninguem o aventaja na luta. Cona. Hift. de Brag 48 Tanto feu valor e esforc [de Epi- tacio aventajon a todos os mais [Bifpos Melhorar, fazer fuperior ou mais excellente. Reg. alg, abf. ou alg. a ou de outro em alg: MEND, PINT. Peregr. 68 Na liberalidade o punhão acima de Alexandre 5. e no esforço o aventajão de Scipião, Annibal &c. Luc. Vid. O que máis valeo a Jofué, e o aven- tajou a Moyfes... foi &c. CEIT. Serm. 1, 30, 1 Affi herdando o reinado remporal de feus, progenitores ò fu- blimou e aventajou tanto mais, quanto vai das creaturas a Deos. Fazer diftinéto, 1150-19 Excellente, extraordinario. As cou- fas. Sous Vid. Trabalhando todos ein hum fo ponto, que era aventajar partidos, e fazer proveitos. M. THOM. Inful. Ded. Avantaja V. S. entre os maiores del- la filha o credire da Lufitania. Avantejar alguém, a alguma coula como a cargo, dignidade, &c. Elévalo, conflituilo T. RIB. Elog, 126 He coufà indigna, que os Republica aventajon a grandes a não ajudem e favoreção. Cargos alguem a on fobre outro. Preferirlho, anteporlho. TELL. Hift. 4, 34393 E feguindofe pera ler Philofophia em Coimbra be aventajarão ao Padre Diogo Secco]... outro Padre que dre que ainda estudava Theologia. L. ALv. Serm. 29, 3. n. 9 Effe parece que os avantaja fo- bre todos os Santos, Avantejar, neutr. Adiantarfe, ir ou continuar por diante com alguma confa. Reg. com alg. c. PINT. PER. Hift. 2, 26, 71 Cortando os Mouros as cáfas ermas de parte a parte, aventajando muito com a obta dos vale los, tantoque os começarão. Com pron. peff. Paffar adiante, ir mais avante. BARR. Dec. 1, 1, 14 Alvaro Fernandes como fe que- ria aventajar dos outros defcobridores &c. DESCOBR. DA FROLID. 167 Dizendo, como já tinha dito, que fe aven- tajava muito e fe abbreviava fua viagem. ALBUQ) Comm. 1, 50 E nefta volta matárão tres Mouros de cavallo, que fe quizerão aventajar dos outros.diabet d-Diftinguirfe, fingularizarfe, fazerfe mais excellence. CAM. Son. I, 4 Ella porque do amor fe aventajafe Na pena &c. LEIT. D'ANDRAD. Mifc. 18, 564 Sendo os homens todos huns, nafcidos de hum pai Adam, os que *fe aventajarão em virtude, fe fizerão nobres. Luc. Vid. 2, 19 Nhuma coufa porém fe aventajou a divina pro- videncia. Tomar... ncutt. Das embarcações! Vini. Serm. 6, 10, 5. n. 305 A não, que não dá pelo leme, e toma por d'avante, mui arrifcada vai a encalhar em hum baixo, ou. fe rompr cm hum Recife. Melborarfe, aperfeiçoarfe, fazer progreffos. BRIT. Chr. 1, Ajuntandofe muitas vezes, e praticando no modo de profeguir a empreza começada, na qual fe aven- tájárão tanto, que &c. CARDOS: Agiol. 2 264 No ca- minho da perfeição fe julga defeito não fe aventajar ca- da hora no efpirito. Exceder, levar vantagem, fer fuperior. Reg. a ou de alg. ou entre alguns em alg. c. CA. Luf. 5,5 Mas nem por fer [ilha] a derradeira, Se the avantajão quan- Venus ama. PAIV. Serm. 3, 76, Ordinariamente acontece não fómente na outra vida, mas nefta tambem veremfe os foberbos em grandiffimas affrontas polas pro- Prias coufas, com que fe quizerão aventajar dos outros. FR. BERNARD. DA SILV. Defenf. 2, 22 Hum bom Re- público, principalmente fe fe aventaja aos outros im le- tras, riquezas, e fidalguia, deve amar os feus naturaes por extremo. Mavs. Aft. Afr. 6, 99 Huma Nynfa tão fermofa, Qué entre todas as mais fe aventaja. {{lema|AVARAMENTE}}. adv. mod: Com avareza. D. HILAR. Voz, Prol. Tambem Te póde applicar aos que tendo do Senhor recebido algum talento efpiritual pera proveito dos irmãos o efcondem fem fructo na terra de feu coração, conten- randofe de o poffuit avaramente, ao modo do priguiço- fo fervo do Evangelho. Mats: Aff. Aft. 83 122 Sáo muitos, e crucis, e avaramente O querem defender da pobre gente. So us. Vid. 4, 5 Com razão o podemos ef- tender ao male avaramente poupado. {{lema|AVARENTAMENTE}}. adv. mod. pouc. uf. O mesmo que Avaramente, M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n. 138. p. 78; Acabem de conhecer os avarentamente iminerifericordes que eftas coufas, que bs homens tem, que vêm, e nas quaes eftà aferrada a faa cobiça, são caducas, e pela efmóla fe fazem eternas. {{lema|AVARENTO, A}}. Adj. Que tem avareza. CAM. Luf. 10, 24 Mas vingome que os bens mal repartidos Por quem fó doces fombras aprefenta Senão os dão a fabios ca- valleiros, Dáoos logo à avarentos Illonjeiros. HEIT. PINT. Dial. 7 O Principe cobiçofo e avarento, "além de fer malquifto dos homens, efta mal com Deos. MEND. PINT. Peregr. 81 O mundo [he] fenfual ecava- Tento, e Deos liberal e limpo, fobre toda a limpeza do Sol e das eftrellas.otos Met. Das cóufas inanimadas. CAM. Ecl. 1, 26 Por- negado: Cont. R Naufr? 14, 177 Tudo vence a cobi- que o tempo avarento Tambem o largo humor the tem ça, tudo póde O defejo avarento, infaciavel, TELL. Hift. 1, 12, 31 A pez tits afff as CLARYA defta tão apertada e avarenta opinião!nsvi Avarento de alguma coufa. Exceffivamente parco no feu ufo, ou em a communicar aos outros. FERR. DE VASC Ulyffip. 3, 6 Dos olhos, em que me vejo, cada vez mais avarenta MuD PINT. Peregr. 45 Após ifto elle e os outros, que trazia comfigo,fedefpedirão do Ca- pitão e dos Portuguezes com niuitas palavras de compri- mento, de que commummente não são nada avarentos. MARIZ, Dial 212 As mais coufas que nos outros reinos paffirão, não forão os feus naturaes tão avaren- tos da fama dellas que em feus eferitos as não celebraf- Temanava idab sch Avarento. fubft. O que temavareza. FR. TH. ODE Jes. Trab. 262 O pródigo tem mais amigos, he mais luftrofo, faz mais primores; ed avarénto he mais racanho e baixo em tudo O pródigo lografe do feu, eo avarcnto vive fempre mifero. Sous. Vid. 4, 5 Affi como crefcem os bens a quem liberalmente os reparte com os neceffitados afli fe perdem e minguão nas mãos paralíticas do avárento. PIN RTB. Luftr. 2, 147 Junio Te todos os vicios e maldades em hum avarento; na dva- reza tem fua raiz todos os peccados.<noinclude></noinclude> adblrhzjrm9xxglucqcf8iq4aoepb07 Histórias maravilhosas da tradição popular portuguesa/A feia que se faz bonita 0 257232 561351 2026-09-02T16:01:27Z Mt516 43586 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{navegar | título = [[../]] | autor = Ana de Castro Osório | tradutor = | seção = A feia que se faz bonita | anterior = [[../A menina curiosa ou a luta do bem e do mal/]] | posterior = [[../A rainha invejosa/]] | notas = }} '''<big>A FEIA QUE SE FAZ BONITA</big>''' EM tempos remotos existiu uma velha que tinha por única família uma neta, a qual era tão feia, tão feia, que metia horror. A avó não a deixava sair de c... 561351 wikitext text/x-wiki {{navegar | título = [[../]] | autor = Ana de Castro Osório | tradutor = | seção = A feia que se faz bonita | anterior = [[../A menina curiosa ou a luta do bem e do mal/]] | posterior = [[../A rainha invejosa/]] | notas = }} '''<big>A FEIA QUE SE FAZ BONITA</big>''' EM tempos remotos existiu uma velha que tinha por única família uma neta, a qual era tão feia, tão feia, que metia horror. A avó não a deixava sair de casa para que se não rissem da sua fealdade, mas quando alguém lhe perguntava pela neta dizia sempre que era uma formosura nunca vista e não queria que ela saísse à rua para que a sua delicada pele se não estragasse com o ar. A pobre pequena chorava que se fartava por se saber tão desastradinha, e quanto mais se via ao espelho mais convencida ficava de que não havia outra pessoa que menos devesse à formosura. Ao lado delas moravam umas raparigas, que não eram muito mais bonitas, mas, em compensação, eram muito tolas e apareciam em toda a parte. Ora essas eram causa de riso e mofa para toda a gente pois andavam cheias de arrebiques e de vistosas cores, o que mais ainda torna feias as pessoas que não são bonitas. A velha tinha-lhes muita raiva pela troça que faziam à pobre da neta, e sempre dizia a esta, para a consolar: — Deixa, não te apoquentes! Ainda pode ser que tu sejas respeitada e feliz, e elas não passarão sempre dumas feias tolas. E tanto se lhe meteu em cabeça tornar ditosa a pequena, que não fazia senão cogitar na maneira de realizar o seu intento. Um dia viu por ali passar o Rei, que andava disfarçado a passear pela cidade para conhecer bem os seus súbditos. Foi a correr buscar uma bacia com água de Colónia e, deitando-a à rua, gritou: — É tão linda a minha neta que até a água em que se lava cheira bem. O Rei ouviu aquele dito e pediu à velha que lhe mostrasse a menina. — Oh, isso não pode ser — respondeu — porque a minha neta é tão envergonhada que não aparece a ninguém e jurou que nenhum homem a veria senão depois de casada. Isto encheu de tal curiosidade o Rei, que logo resolveu casar com a neta da velha, ordenando que lha levasse ao palácio na noite seguinte, para que ninguém a visse antes de casada. A velha assim fez; cobriu-a com um véu e uma capa, e foram para a igreja onde o noivo as esperava já. Até aqui correu tudo muito bem. O pior foi quando o Rei chegou ao palácio e mandou levantar o véu à nova Rainha, vendo-a feia como noite de trovões. Agora imagine-se como ficaria, julgando encontrar uma cara muito bonita e deparando com uma tal fealdade! Cheio de raiva por se ver enganado, fê-la despir, bateu-lhe e obrigou-a a ir para a varanda para que morresse de frio e assim se livrasse de a apresentar aos seus súbditos. A triste feia chorava, chorava, e de si para si dizia que bem mal andara a avó em a querer engrandecer à força, porque mais vale o pouco em nossa casa com sossego e honra do que o muito comprado à custa de maus tratos e desprezos. Estava a pobre na varanda a tremer de frio e de vergonha quando passou pela rua um rancho de fadas cantando e dançando ao som de violas de ouro. Parou de chorar a pobrezita, porque ver e ouvir coisas belas também consola a alma e faz esquecer as dores do corpo, e embasbacada seguia a dança das fadas, tão vaporosas e leves que, a distância, só pareciam feitas de luar. Na sua companhia andava um Príncipe, o mais poderoso e belo de quantos então existiam, que por um desgosto muito grande perdera o riso e que as boas fadas andavam a distrair. Debalde o tinham passeado por todo o Mundo e levado a todas as festas e espectáculos, porque ele, sempre triste e indiferente, a coisa alguma dava apreço. Desde a China até Lisboa, não havia funâmbulo, actor, cantor ou imitador, que não tivesse sido chamado à corte do jovem Príncipe para o fazer sorrir, que outra coisa já não se esperava. De tudo se aborrecia e cada vez mais triste, só pensava na morte. E as fadas não descansavam, cantando e dançando ao som das violas de ouro, para lhe dar um ar de graça ao rosto sombrio. Nisto, eis que passam outra vez por baixo das janelas do palácio, e o Príncipe olhando para cima desatou a rir como um perdido. Achou coisa tão extraordinária ver uma mulher nua, feia como a noite e posta à janela, que não pôde deixar de rir. E foi desta maneira que se curou daquele estranho mal, que lhe ia minando a saúde e lentamente o levava à sepultura. As fadas, boas e reconhecidas como sempre, quiseram agradecer à pobre feia o serviço que involuntàriamente lhes prestara e, voltando-se para cima, disseram: — Porque foste boa e paciente, porque nos prestaste um grande serviço, embora sem o pensar, nós te fadamos para que deste momento em diante sejas a cara mais linda destes reinos — disse uma. — Para que te volvas na mais elegante, prendada e ajuizada de quantas rainhas existem — tornou outra. — Para que te cubras dos mais ricos trajes — terminaram todas. Quando veio a manhã, foi o Rei à varanda ver se a mulher já tinha morrido; e qual não foi o seu espanto encontrando, em lugar da feia que lá deixara lavada em lágrimas e completamente nua, uma senhora linda como os amores e vestida como a mais sumptuosa rainha. Tinha adormecido encostada às grades da varanda e mais parecia a estátua da formosura do que uma pessoa de carne e osso. Acordou-a logo, pediu mil perdões por quanto a maltratara e mandou preparar tudo para as festas esplêndidas que se deviam fazer a solenizar o casamento. A avó da nova Rainha andava como doida de contente e a todos dizia da beleza da sua netinha, a melhor e mais caridosa senhora do Mundo. As vizinhas logo trataram de se paramentar com os fatos de ver a Deus e dirigiram-se ao palácio a dar os parabéns à nova Rainha. Diziam elas isto, mas em verdade o que as chamava lá era saberem coma se dera aquela transformação. Logo que chegaram, perguntaram: — O que fizeste para estar tão bonita? — Não fiz nada, fadaram-me — respondeu a nova Rainha com simplicidade. — Esfolaram-te?! — volveram as outras, espantadíssimas. — Não! Fadaram-me. — Ah! Esfolaram-te?! Já impaciente com tanta estupidez, ainda repetiu: — Já lhes disse que me fadaram, fadaram, fadaram! As tolas ainda assim não perceberam e foram logo dali a casa dum barbeiro para que as esfolasse. O homem não queria fazer tal, mas tanto teimaram que não teve mais remédio senão obedecer, visto que lhe pagavam bem e adiantado. Ele com uma navalha e o aprendiz com outra, começaram a tarefa. De quando em quando paravam e perguntavam: — Então não lhes dói?! — Dói, dói, mas esfole sempre — respondiam as tolas, na fúria de se fazerem bonitas. Daí a pouco tornavam a perguntar, com mais dó do que mereciam: — Então não lhes dói?! — Dói, dói, mas esfole sempre. Tais foram, porém, as dores que não puderam resistir e morreram no meio da operação, vítimas do louco desejo de quererem igualar-se às mais formosas. Isto é história de fadas, mas na vida real também muitas mulheres morrem com a mesma tola mania, que as leva a fazerem desatinos e perderem a saúde. A avó da feia que se fez bonita foi levada para o palácio e, sempre muito bem tratada pela neta e pelo Rei, era considerada por todos. E foram todos ditosos e por largo tempo viveram. [[Categoria:Histórias maravilhosas da tradição popular portuguesa|A feia que se faz bonita]] 0lojskyx52xoozpaktoxq23yxzsykn4 Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/1 106 257233 561367 2026-09-02T21:51:13Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561367 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{| style="margin: auto;background: #197a79; padding:2em 1em 2em 1em" |<div style="font-family:serif;border:solid 2px black; padding:2em 0 2em 0">{{C|{{uc|Josephina Alvares de Azevedo}}|style=transform:scale(.9,1)}}{{lh|30em}} {{dhr|3em}} {{C|{{uc|A Mulher Moderna}}|fs=300%|style=transform:scale(.8,1)}} {{dhr|3em}} {{cr|w|40|w|40|w|40}} {{dhr|3em}} {{C|{{uc|Trabalhos de propaganda}}|style=transform:scale(1,.8)}} {{Dhr|5em}} {{C|[[file:Enfant-du-plaisir-separateur.png|100px]]}} {{dhr|5em}} {{C|{{sc|Rio de Janeiro}}|fs=90%}} {{C|Typ. Montenegro rua Nova do Ouvidor n. 141 16|fs=90%}} {{lh|2em}} {{C|'''1891'''|fs=90%}} </div> |} {{nop}}<noinclude></noinclude> bu0cv8zz6zh0opeafk0dd02zhfa0ubt Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/2 106 257234 561368 2026-09-02T21:53:49Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561368 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude><div style="font-family:serif">{{C|{{uc|Josephina Alvares de Azevedo}}|style=transform:scale(.9,1)}}{{lh|30em}} {{dhr|3em}} {{C|{{uc|A Mulher Moderna}}|fs=300%|style=transform:scale(.8,1);padding=0}} {{dhr|3em}} {{cr|w|40|w|40|w|40}} {{dhr|3em}} {{C|{{uc|Trabalhos de propaganda}}|style=transform:scale(1,.8)}} {{Dhr|5em}} {{C|[[file:Enfant-du-plaisir-separateur.png|100px]]}} {{dhr|5em}} {{C|{{sc|Rio de Janeiro}}|fs=90%}} {{C|Typ. Montenegro rua Nova do Ouvidor n. 141 16|fs=90%}} {{lh|2em}} {{C|'''1891'''|fs=90%}} </div> {{nop}}<noinclude></noinclude> gag03kk3xoqc4qk0tkjzectx07dvkbl Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/3 106 257235 561370 2026-09-02T22:02:18Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561370 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|-|{{uc|A mulher moderna}}|}}{{lh}} {{rh||{{uc|A mulher moderna}}|-}}{{lh}}</noinclude>{| style="margin: auto;border:solid 2px black; padding:2em 1em 2em 1em" |<div style="font-family:serif>{{C|{{uc|A's Exmas. Sras.}}|fs=130%|style=transform:scale(.9,1)}}{{lh|30em}} {{dhr|3em}} {{C|{{sc|Viscondessa de Leopoldina}}|fs=200%|style=transform:scale(.8,1);padding=0}} {{dhr|3em}} {{C|{{uc|e}}}}</div> {{dhr|3em}} {{C|{{Blackletter|D. Maria José Paranhos Magrink}}|fs=150%}} {{dhr|3em}} <div style="font-family:serif>{{C|Em signal de admiração e respeito}} {{Dhr|8em}} {{D|{{sc|A autora}}|offset=3em}} {{dhr|3em}} </div> |} {{nop}}<noinclude></noinclude> jwax7tj8dim2yth03p6pzqt6r1a6ymt 561371 561370 2026-09-02T22:02:34Z BlitzkriegBoop 37692 561371 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{| style="margin: auto;border:solid 2px black; padding:2em 1em 2em 1em" |<div style="font-family:serif>{{C|{{uc|A's Exmas. Sras.}}|fs=130%|style=transform:scale(.9,1)}}{{lh|30em}} {{dhr|3em}} {{C|{{sc|Viscondessa de Leopoldina}}|fs=200%|style=transform:scale(.8,1);padding=0}} {{dhr|3em}} {{C|{{uc|e}}}}</div> {{dhr|3em}} {{C|{{Blackletter|D. Maria José Paranhos Magrink}}|fs=150%}} {{dhr|3em}} <div style="font-family:serif>{{C|Em signal de admiração e respeito}} {{Dhr|8em}} {{D|{{sc|A autora}}|offset=3em}} {{dhr|3em}} </div> |} {{nop}}<noinclude></noinclude> e5d8tkoz3b465g1dlkal1z6va3eitxh Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/4 106 257236 561372 2026-09-02T22:05:50Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561372 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{ch|Introducção}} {{dhr}} {{lh|3em}} {{dhr}} Não é este um livro inteiramente novo. Quem tenha acompanhado de começo a propaganda por mim iniciada na imprensa, neste livro encontrará quasi todos os artigos que, sob o titulo — ''Emancipação da mulher'' e correlativos, tenho pu- blicado no meu periodico ''A Familia''. Novo tambem não é o trabalho dramatico que, sob o titulo — ''Voto feminino'', tive a ventura de vêr aproveitado em scena. Entretanto, quer uma parte como outra, de algo póde servir á quem tenha o desejo de possuir colleccionados esses meus trabalhos, e muito mais ainda áquellas pessoas que ou de todo os não conheça ou em parte não os tenha tido sob os olhos. O que ahi se póde lêr é aquillo a que eu chamarei ― ''a minha obra''. Posso dizer com orgulho que ninguem com mais enthusiasmo e amor tem tratado do meu assumpto no Brazil ― ''A emancipação da mulher''. Vai nisso, sei bem, o maior merecimento do meu trabalho. O assumpto por sua natureza é grande. Pennas mais vigorosas, mais adextradas, tel-o-hiam esplanado com maior vantagem para a causa em si. Não o fariam com mais dedicação. E' que ninguem estará mais convicta do que eu de quanto é justa a causa que defendo, do quanto é forte a razão que está do meu lado, de quanto é sagrado o direito que eu peço aos homens que reconheçam em nós ― as mulheres. Neste presupposto, quero reconhecer em todos, mais talento, mais aptidão, mais illustração e clareza, nunca maior enthusiasmo, mais acrysolado amor. {{nop}}<noinclude></noinclude> lsuuegjnur8sg88lym48lqdat1rhun5 Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/5 106 257237 561373 2026-09-02T22:08:52Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561373 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|6|{{uc|A mulher moderna}}|}}{{lh}}</noinclude> Um livro que nasce d'alma e do coração, posso dizel-o, quando mesmo fosse um livro repetido, mereceria sempre a complacencia dos leitores. Eu sei que a maioria dos homens odeiam estas questões, e detestam as mulheres que escrevem; que mulheres ha que não nos applaudem, do mesmo modo que as escravas do sultão não applaudem a liberdade e a autonomia das mulheres do Occidente. Que importa!? Ha além de todas estas creaturas alguma cousa que lhe é superior — é esta vasta aspiração, tão grande, que pôde chegar um dia a ser um ideal inspirador até de poetas como Hugo. Diante dessas creaturas de espirito apoucado, eu não pousarei o pensamento de um instante, porque nada lucraria com isso. Preconceitos vãos são sempre fragilidades que se aniquilam pela propria fraqueza: consome-os o tempo. A emancipação da mulher é um ideal. — A elle foram consagradas todas essas paginas que se seguem. Boas ou más, ellas são sem duvida uma revelação — a de que eu creio num futuro melhor para a mulher brazileira e de regeneração para a humanidade. {{dhr|3em}} {{D|{{Sc|Da autora.}}|offset=2em}} {{nop}}<noinclude></noinclude> 0o4graucgm90vejllk160rufont0zdr Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/6 106 257238 561374 2026-09-02T22:11:26Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561374 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude><div style="font-family:serif;">{{C|{{uc|Primeira parte}}|fs=150%|style=transform:scale(.8,1)}} {{dhr|3em}} {{lh|4em}} {{dhr|3em}} {{C|{{uc|O voto feminino}}|fs=150%|style=transform:scale(1,.8)}}</div><noinclude></noinclude> e4t3devz8bsu2iibb9e905spgx73a28 Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/7 106 257239 561375 2026-09-02T22:13:18Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561375 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" /></noinclude>{{Ch|O voto feminino}} {{Dhr|2em}} {{lh|3em}} {{ch|I}} No fundo escuro e triste do quadro de provações a que votaram a mulher na sociedade, brilhará, com a fulgente aurora da Republica Brazileira, a luz deslumbradora da nossa emancipação? Eis, no momento presente, o problema quasi vago que perpassa por nossa mente, como uma ideal aspiração. A patria é livre, a sociedade brazileira vai reconstituir-se sob as bases de uma promettida politica liberrima, de vistas amplas, de principios victoriosos. Mas em meio de tudo isso o que ficará, sendo a mulher brazileira? Qual o destino que lhe reservam no conflicto da vida nacional? O regimen de escravidão legal e moral, que nos premia, como uma massa formidavel sobre um corpo, não era um regimen de igualdade, não dava á mulher vasto campo ao exercicio da sua actividade<noinclude></noinclude> siyi088jrdqz8zej0jjvhnd2hohymvl Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/8 106 257240 561376 2026-09-02T22:14:51Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561376 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|10|{{uc|A mulher moderna}}|}}{{lh}}</noinclude>em todas as espheras; aos seus pulsos ligava as cadeias do preconceito, vendava-lhe os olhos da intelligencia, com o negro capuz da ignorancia. Esse regimen cahiu, atirando os seus destroços para o accumulo do passado. Mas deixará por ventura após o seu cataclismo, uma columna só, de pé, desafiando a razão e o sentimento, columna que será a representação da nossa condição social oriunda do regimen passado? Eis o que convém saber. O paiz vai, sob a nova phase de existencia inaugurada a 15 do corrente, consultar os espiritos emancipadores sobre as leis sociaes que hão de preparar o advento de todas as grandezas patrias. E' necessario que a mulher, tambem como ser pensante, como parte importantissima da grande alma nacional, como uma individualidade emancipada, seja admittida ao pleito em que vão ser postos em jogo os destinos da patria. A liberdade e a igualdade são sempre umas. A' mulher como ao homem deve competir a faculdade de preponderar na representação da sua patria. Queremos o direito de intervir nas eleições, de eleger e ser eleitas, como os homens, em igualdade de condições. Ou estaremos fóra do regimen das leis creadas pelos homens, ou teremos também o direito de legislar para todas. Fóra d'isso, a igualdade é uma utopia, senão um sarcasmo atirado a todas nós. {{nop}}<noinclude></noinclude> mqagjn9mkhm1ec38x6rfwuxog3jpjjc Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/9 106 257241 561377 2026-09-02T22:16:40Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561377 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|A mulher moderna}}|11}}{{lh}}</noinclude>No empenho de conquistarmos a nossa completa emancipacão social, consintamos ás nossas briosas e denodadas collegas, afim de empenharem os seus esforços terçando as suas armas, n'uma luta, que será, além de tudo, a nossa liberdade e a gloria da America. {{ch|II}} Nas sociedades modernas, em que a democracia tem solapado as bases do feudalismo extincto, o direito de voto é a primeira e mais elevada affirmação da supremacia do individuo. Salvas as restricções rasoaveis da incapacidade legal, outra razão não ha que inhiba o individuo de affirmar o poder soberano da sua vontade, da sua inspiração, da sua consciencia. Mas se em geral assim é em relação aos homens, não o é em relação ás mulheres. A nosso respeito as leis são de uma estultice implacavel, de uma anomalia injusta e dolorosa. Não temos nem mantemos na sociedade o poder discricionario da consciencia em materia que não seja, pela condição inferior, do nosso exclusivo dominio. Não temos a amplitude desassombrada das funcções exteriores; não nos consentem como seres completos, moralmente fallando, não nos permittem o livre arbitrio em as sumptos da competencia commum. Porque? Seremos por ventura na ordem dos phenomenos humanos uns monstros de natureza a não<noinclude></noinclude> 2zcn4uq2h8w3gpnkdsnpenjskvtwp06 Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/10 106 257242 561378 2026-09-02T22:18:20Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561378 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|12|{{uc|A mulher moderna}}|}}{{lh}}</noinclude>podermos utilisar a supremacia das nossas faculdades moraes e intellectuaes? Formidavel absurdo! A mulher que é e tem sido em todos os tempos um ser igual ao homem, como elle capaz de todos os heroismos, de todas as dedicações, de todas as funcções do espirito e do coração, não pode ser considerada a elle inferior em caso algum. Se a natureza da sua organisação diverge na concepção da sua moralidade, não a incompatibilisa por isso com a vida social em todas as suas manifestações. Já hoje, pela conquista da civilisação, temos demonstrado que não somos em nada inferiores ao homem nos accidentes da educação intellectual. No aproveitamento das nossas aptidões em todos os ramos da actividade outr'ora relegadas aos homens, da mesma fórma temos provado que não somos a elle inferiores. As medicas, as advogadas, as mathematicas dos nossos tempos em nada têm desmerecido nas relações sociaes com o homem; as funccionarias publicas, as operarias, as que se empregam no commercio, do mesmo modo não têm feito senão adduzir provas em favor da nossa compatibilidade em todos os misteres da vida. Na governação dos estados regidos por monarchias, são ainda, como se vê modernamente, as rainhas que melhor têm guiado os destinos dos seus povos. E na confabulação intima dos ministros e grandes<noinclude></noinclude> fwx29tx3cgh5bsi6mkwwo3fip8lt6iu Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/11 106 257243 561379 2026-09-02T22:19:39Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561379 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|A mulher moderna}}|13}}{{lh}}</noinclude>dos estados, que têm á sua guarda graves responsabilidades nos destinos dos seus povos, são ainda as mulheres as melhores, as mais sensatas, dedicadas e intelligentes conselheiras. Porque, pois, ainda e sempre este estado de inferioridade em que nos conservam, recalcitrantemente? Não querem os homens que intervenhamos nos negocios do estado. Um homem qualquer em maioria de casos, notavel pelo desequilibrio de faculdades, é o supremo arbitro dos destinos da mulher, o seu legislador; nós, porém, não temos nem siquer o direito de repudial-o, de negar-lhe a confiança que não merece. Não será a nossa em tal caso uma condição horrivel? Se pelos attributos, que, de ha tempos, se tem reconhecido na mulher, hoje já podemos adquirir uns, tantos fóros sociaes, exteriores, claro está que as nossas aptidões não podem ser delimitadas pelos preconceitos de sexo, principalmente nos casos em que tenhamos de affirmar a nossa soberania pelo direito do voto. O direito de votar não póde, não deve, não é justo que tenha outra restricção além da emancipação intellectual, da consciencia do acto, da faculdade de descriminação. Ainda mesmo (o que não admitto) que não tenhamos o direito de ser votadas, devemos possuir o do voto, isto é, o da livre e conscienciosa escolha d'aquelles que sejam chamados a reger os destinos da sociedade em que vivemos, e que alentamos com a vida e a educação de nossos filhos. {{nop}}<noinclude></noinclude> 731a5f738q426cbvvpp2iyew03m87wp Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/12 106 257244 561380 2026-09-02T22:21:02Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561380 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|14|{{uc|A mulher moderna}}|}}</noinclude>{{ch|III}} Longa e muito debatida tem sido esta questão do direito de voto ás mulheres. Jámais deixou ella de impressionar os espiritos adiantados, aos reformadores sociaes, ás consciencias rectas e esclarecidas. E todavia permanece no mesmo pé que sempre. Provada a competencia da mulher para as funcções da vida publica, ainda assim prevalece a estulta theoria da inferioridade de sexo! De modo que a este respeito, estamos no mesmo pé que as sociedades antigas, em que o problema singular era debatido como hoje, pelos espiritos mais cultos desses tempos. Agora mesmo agitada esta questão em Minas, em vista de requerimento de duas senhoras, que pretenderam a inclusão de seus nomes no alistamento da parochia de Barbacena, e que, depois de favoravel despacho do juiz de direito da comarca, foram mandadas excluir do alistamento, em acordão da Relação de Ouro Preto. Para dar uma idéa nitida das razões futeis dessa decisão, e da singular e absurda doutrina em que se funda, transcreverei em seguida os considerandos apresentados: «Considerando que, comquanto pareça, á primeira vista, que todos devem ter o voto activo, a faculdade eleitoral, o direito de intervir no exercicio dos poderes delegados, a razão e o interesse publico<noinclude></noinclude> 9b2241z3vfbcy0abufvd1f9cffyyhsu Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/13 106 257245 561381 2026-09-02T22:23:54Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561381 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|A mulher moderna}}|15}}{{lh}}</noinclude>não podem deixar de necessariamente admittir as incapacidades resultantes do sexo, da menoridade, da demencia, e da ausencia das habilitações que convertessem o voto em um perigo social ({{Sc|MArquez de S. Vicente. Dir. pub. vol. 1°, tit. 4º, § 2º, n. 252); «Considerando que as mulheres pelas nossas instituições constitucionaes não têm capacidade politica, e seria uma grave contradicção conceder-lhes o gozo de direitos politicos, quando ellas não têm a plenitude da capacidade civil; «Considerando que, se as mulheres pudessem ser eleitoras, poderiam ser juizes de paz, vereadores, deputados, senadores, uma vez que reunissem os demais requisitos legaes, o que é absurdo, porque nenhuma lei reconheceu-lhes jámais esse direito; « Considerando que, se as mulheres fossem admittidas á inclusão do alistamento eleitoral, tambem o seriam ao exercicio de quaesquer funcções publicas, o que é igualmente absurdo, sendo certo que segundo as leis em vigor, sómente por excepção exercem algumas, que não repugnam á sua condição, nem têm caracter politico; «Considerando que o exercicio dos direitos politicos como os dos civis,a capacidade politica, com a civil, presuppõe lei que a conceda, e nenhuma ha que ainda que concedesse aquella ás mulheres, como confere esta com restricção o que reconheceu o governo em aviso de 25 de Janeiro de 1881, expedido em virtude do parecer da secção de justiça do conselho de estado, decidindo que a mulher commerciante {{hífen|ma|matriculada}}<noinclude></noinclude> r9yci0h33qqoyh5qnv2wwx4hfwx240b 561382 561381 2026-09-02T22:24:07Z BlitzkriegBoop 37692 561382 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|A mulher moderna}}|15}}{{lh}}</noinclude>não podem deixar de necessariamente admittir as incapacidades resultantes do sexo, da menoridade, da demencia, e da ausencia das habilitações que convertessem o voto em um perigo social ({{Sc|MArquez de S. Vicente}}. Dir. pub. vol. 1°, tit. 4º, § 2º, n. 252); «Considerando que as mulheres pelas nossas instituições constitucionaes não têm capacidade politica, e seria uma grave contradicção conceder-lhes o gozo de direitos politicos, quando ellas não têm a plenitude da capacidade civil; «Considerando que, se as mulheres pudessem ser eleitoras, poderiam ser juizes de paz, vereadores, deputados, senadores, uma vez que reunissem os demais requisitos legaes, o que é absurdo, porque nenhuma lei reconheceu-lhes jámais esse direito; « Considerando que, se as mulheres fossem admittidas á inclusão do alistamento eleitoral, tambem o seriam ao exercicio de quaesquer funcções publicas, o que é igualmente absurdo, sendo certo que segundo as leis em vigor, sómente por excepção exercem algumas, que não repugnam á sua condição, nem têm caracter politico; «Considerando que o exercicio dos direitos politicos como os dos civis,a capacidade politica, com a civil, presuppõe lei que a conceda, e nenhuma ha que ainda que concedesse aquella ás mulheres, como confere esta com restricção o que reconheceu o governo em aviso de 25 de Janeiro de 1881, expedido em virtude do parecer da secção de justiça do conselho de estado, decidindo que a mulher commerciante {{hífen|ma|matriculada}}<noinclude></noinclude> qvappn8e6mx8osccdayx5ptqlpihz22 561383 561382 2026-09-02T22:24:20Z BlitzkriegBoop 37692 561383 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|A mulher moderna}}|15}}{{lh}}</noinclude>não podem deixar de necessariamente admittir as incapacidades resultantes do sexo, da menoridade, da demencia, e da ausencia das habilitações que convertessem o voto em um perigo social ({{Sc|Marquez de S. Vicente}}. Dir. pub. vol. 1°, tit. 4º, § 2º, n. 252); «Considerando que as mulheres pelas nossas instituições constitucionaes não têm capacidade politica, e seria uma grave contradicção conceder-lhes o gozo de direitos politicos, quando ellas não têm a plenitude da capacidade civil; «Considerando que, se as mulheres pudessem ser eleitoras, poderiam ser juizes de paz, vereadores, deputados, senadores, uma vez que reunissem os demais requisitos legaes, o que é absurdo, porque nenhuma lei reconheceu-lhes jámais esse direito; « Considerando que, se as mulheres fossem admittidas á inclusão do alistamento eleitoral, tambem o seriam ao exercicio de quaesquer funcções publicas, o que é igualmente absurdo, sendo certo que segundo as leis em vigor, sómente por excepção exercem algumas, que não repugnam á sua condição, nem têm caracter politico; «Considerando que o exercicio dos direitos politicos como os dos civis,a capacidade politica, com a civil, presuppõe lei que a conceda, e nenhuma ha que ainda que concedesse aquella ás mulheres, como confere esta com restricção o que reconheceu o governo em aviso de 25 de Janeiro de 1881, expedido em virtude do parecer da secção de justiça do conselho de estado, decidindo que a mulher commerciante {{hífen|ma|matriculada}}<noinclude></noinclude> kclc57nrapawndgtjtwkyv651rm2y3b Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/14 106 257246 561384 2026-09-02T22:26:13Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561384 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh|16|{{uc|A mulher moderna}}|}}{{lh}}</noinclude>{{Hífen-fim|triculada|matriculada}} não podia votar e nem ser votada para o logar de deputado commercial; «Considerando que não ha muitos annos, discutindo-se a reforma eleitoral, indicou-se e não se venceu que se tornasse extensivo ás mulheres o gozo dos direitos politicos, o que demonstra a não existencia de lei que lh'as conceda; «Considerando que as disposições concernentes á incapacidade eleitoral, as restricções do direito, de voto, não contemplam a mulher, porque jámais lhe foi reconhecido esse direito, não sendo licito ainda por este motivo concluir-se dessa exclusão a existencia da capacidade politica; «Considerando, finalmente, que nos paizes os mais adiantados não foram ainda as mulheres admittidas a tomar parte no governo da sociedade, exercendo o direito de voto; e assim decidindo, pague a recorrida as custas da lei.» Estes considerandos encerram doutrina tão insensata, que não poderiam prevalecer em um tribunal qualquer, se a intelligencia dos julgadores não estivera obscurecida pelo preconceito arraigado, filho do preconceito secular que nos tem mantido em um estado de dependencia affrontosa do criterio dos homens em todas as nossas relações sociaes. Em certa parte funda-se nas determinações constitucionaes, o que agora deixará de prevalescer quando a constituinte fizer para este povo a lei fundamental dos Estados Unidos do Brazil dando á sociedade brazileira toda a amplitude de que {{hífen|ca|carece}}<noinclude></noinclude> k8gymaze4ouj1mwsq8vtwrdqi51vb85 Página:A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf/15 106 257247 561385 2026-09-02T22:28:05Z BlitzkriegBoop 37692 /* Revista */ 561385 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="BlitzkriegBoop" />{{rh||{{uc|A mulher moderna}}|17}}{{lh}}</noinclude>{{hífen-fim|rece|carece}} para o seu brilhante futuro e grande prosperidade. A lei em caso algum cogitou de negar á mulher o direito de voto. E' certo que não temos exercido esse direito, mas tambem é certo que elle não tem base de nullidade, senão em presumpções futeis e egoisticas. Mas o que é logico é que a mulher emancipada pela intelligencia e pela razão é igual ao homem, em valor moral, e portanto a elle igual perante a lei. {{ch|IV}} Expostas como ficaram, no passado artigo, as especiosas razões em que se fundaram os desembargadores de Minas para negar ás suas patricias o direito descripcionario do voto, devo attestar que em geral são ellas as mesmas que prevalecem em todos os casos de restricções de nossos direitos. O fundamento universal de todos os que opinam contra a nossa emancipação é esse que a mulher não tem capacidade politica. Porque? perguntamos nós, e a essa pergunta não nos dão resposta cabal. Em geral, os casos de incapacidade politica são estes menoridade, demencia, inhabilitações, restricção de liberdade por pena cominada, etc., etc. A esses adduzem os legisladores a «differença do sexo.» Mas em que essa differença póde constituir razão de incapacidade eleitoral? {{nop}}<noinclude>{{D|2}}</noinclude> qz8mg9wckugy56fpqf3zab9djm01apt A Mulher Moderna 0 257248 561387 2026-09-02T22:49:30Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 561387 wikitext text/x-wiki <pages index="A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf" header=1/> {{controle de autoridade}} {{DP-2}} [[Categoria:Josefina Álvares de Azevedo]] [[Categoria:Obras publicadas em 1891]] [[Categoria:A Mulher Moderna| ]] [[Categoria:Feminismo]] e7g3nvuhuyc1qxof3bxktgsjus0dytt A Mulher Moderna/Introducção 0 257249 561388 2026-09-02T22:51:21Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 561388 wikitext text/x-wiki <pages index="A Mulher Moderna - Josefina Alvares de Azevedo - 1891.pdf" from=4 to=5 header=1/> [[Categoria:A Mulher Moderna| 01]] brwp6we46el1998dttget26euqmii4i Categoria:Josefina Álvares de Azevedo 14 257250 561389 2026-09-02T22:53:01Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 561389 wikitext text/x-wiki {{categoria-autor |autor-original=1 |pessoa=Josefina Álvares de Azevedo<!-- Nome da página do autor sem o prefixo "Autor:" --> }} euo3r3kg989wxthhtmgv841wz1z3rqr Categoria:A Mulher Moderna 14 257251 561390 2026-09-02T22:53:50Z BlitzkriegBoop 37692 Página criada 561390 wikitext text/x-wiki [[Categoria:Josefina Álvares de Azevedo]] 3f7o1aggtebbciwuq4k65agd0k6ubuu Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/236 106 257252 561394 2026-09-02T23:15:24Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 561394 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção={{smaller|Capitulos}} |título= |página={{smaller|Pag.}} |nodots }}</noinclude>{{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XIII|'''XIII''']] |título=Em que Passepartout prova mais uma vez que a fortuna sorri aos audaciosos |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/73|69]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XIV|'''XIV''']] |título=Em que Phileas Fogg desce todo o valle admiravel doGanges sem pensar sequer em lhe deitar um golpe de vista |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/80|76]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XV|'''XV''']] |título=Em que o saco das notas fica alliviado de alguns milhares de libras |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/87|83]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XVI|'''XVI''']] |título=Em que Fiz nāo dá ares de perceber a mais pequena cousa do que se passa |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/94|90]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XVII|'''XVII''']] |título=Em que se trata de varias cousas durante a viagem de Singapura para Hong-Kong |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/99|95]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XVIII|'''XVIII''']] |título=Em que Phileas Fogg, Passepartout, Fiz, cada qual para seu lado, vāo tratar dos seus negocios |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/106|102]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XIX|'''XIX''']] |título=Em que Passepartout vivamente se interessa pelo amo e o que dʼahi se segue |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/111|107]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XX|'''XX''']] |título=Em que Fix entra directamente em relaçōes com Phileas Fogg |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/120|114]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XXI|'''XXI''']] |título=Em que o mestre da ''Tankadére'' corre grande perigo de perder uma gratificaçāo de duzentas libras |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/127|121]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XXII|'''XXII''']] |título=Em que Passepartout reconhece que, mesmo nos antipodas, é prudente ter algum dinheiro na bolsa |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/135|129]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XXIII|'''XXIII''']] |título=Em que o nariz de Passepartout toma avantajadas proporçōes |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/143|137]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XXIV|'''XXIV''']] |título=Durante o qual se atravessa o Pacifico |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/149|143]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XXVI|'''XXVI''']] |título=Em que se dá uma idéa de San Francisco em dia de ''meeting'' |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/155|149]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XXVI|'''XXVI''']] |título=Em que se toma o comboio expresso do caminho de ferro do Pacifico |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/162|156]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XXVII|'''XXVII''']] |título=Em que Passepartout segue, com uma velocidade de vinte milhas por hora, um curso de historia mormon |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/168|162]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XXVIII|'''XXVIII''']] |título=Em que Fiz entra directamente em relaçōes com Phileas Fogg |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/174|168]] }} {{nop}}<noinclude></noinclude> 2rz8pgzkcpfmx1r0fesmd065vhlt2lg Utilizador:~2026-47821-87 2 257253 561398 2026-09-03T00:12:56Z ~2026-47821-87 43717 nova página hino obra a Águas de Chapecó Estrofe I À margem esquerda do rio Uruguai, Surgiu uma joia de grande esplendor. A tua grandeza, ó terra querida, Reflete a beleza de um povo de amor. Estrofe II O verde das matas, o azul do teu céu, As águas que brotam curando a aflição. Ó Águas de Chapecó, terra amada, Tu bates mais forte em meu coração. Estrofe III Teus filhos trabalham com fé e união, Buscando o progresso com muito vigor. Da agricultura à estância termal, Tu és nossa força, org 561398 wikitext text/x-wiki SC ah2cd0sb36cpj6ao5agb1437ikp7k9n Discussão:Boa-noite 1 257254 561404 2026-09-03T01:11:13Z André Koehne 260 /* Notas de Afrânio Peixoto */ nova secção 561404 wikitext text/x-wiki == Notas de Afrânio Peixoto == : Em ''Obras Completas de Castro Alves, 1º Tomo - Introdução e notas Afrânio Peixoto - Companhia Editora Nacional, São Paulo, 3ª edição, 1944'' - temos as seguintes notas ao poema em tela, à página 106 (conservando-se a grafia original): Pbl. n'"O Academico", de S. Paulo, n. 14, de 24 de Outubro de 1868. 1) ''Maria, Julieta, Marion, Consuelo''... são, nesta mesma poesia, nomes de caricia a Eugenia Camara, uma e a mesma "mulher de meu amor", diz-lhe o Poeta. 2) ''Mas não digas assim por entre beijos'' (estancia 2ª v. 2). E não como está na Edição original, e em todas as outras, das ''Espumas Fluctuantes'': "Mas não m'o digas assim...", etc. Castro Alves corrigiu-o no exemplar da 1ª Edição, offerecido a José de Alencar, que pude conferir, cm. por Mario de Alencar. 3) ''Capuleto''... (estancia 4ª v. 2) era a familia nobre de Julieta, na lenda, ou na historia, dos Amantes de Verona. A allusão aos jardins, onde se deveram encontrar os namorados, é trazida pela comparação da amada de Castro Alves com a de Romeu, na estrophe anterior e na segunda subsequente. 4) ''Consuelo''... (estancia 10ª v. 4) é a personagem principal, homonyma, do romance de George Sand (1842). 5) Desta formosa poesia "Bôa-Noite", viria a Olavo Bilac inspirações e reminiscencias nos seus "Tercetos", Poesia, p. 67, Rio, 1909. Foi como o "lyrico" das ''Espumas Fluctuantes'' se vingou, trinta annos antes, do "lyrico" da ''Alma inquieta'', que um dia haveria de blasphemar do outro, aliás confundidos hoje em nossa admiração. : Edição anterior desta obra jaz [[Galeria:Obras completas de Castro Alves (1921, v 1).djvu|aqui]] ainda por ser transcrita, e não nos foi possível conferir em qual página está esse poema. De qualquer forma, deixo aqui estas notas para elucidar parte das modificações que fiz ao revisar a página. Espero, finalmente, haver minimamente contribuído. [[Utilizador:André Koehne|André Koehne]] ([[Utilizador Discussão:André Koehne|discussão]]) 01h11min de 3 de setembro de 2026 (UTC) 9okcn5wdpundix5mqae2f5t8kuhqxus 561408 561404 2026-09-03T01:41:14Z Junglk 34905 /* Notas de Afrânio Peixoto */ Resposta 561408 wikitext text/x-wiki == Notas de Afrânio Peixoto == : Em ''Obras Completas de Castro Alves, 1º Tomo - Introdução e notas Afrânio Peixoto - Companhia Editora Nacional, São Paulo, 3ª edição, 1944'' - temos as seguintes notas ao poema em tela, à página 106 (conservando-se a grafia original): Pbl. n'"O Academico", de S. Paulo, n. 14, de 24 de Outubro de 1868. 1) ''Maria, Julieta, Marion, Consuelo''... são, nesta mesma poesia, nomes de caricia a Eugenia Camara, uma e a mesma "mulher de meu amor", diz-lhe o Poeta. 2) ''Mas não digas assim por entre beijos'' (estancia 2ª v. 2). E não como está na Edição original, e em todas as outras, das ''Espumas Fluctuantes'': "Mas não m'o digas assim...", etc. Castro Alves corrigiu-o no exemplar da 1ª Edição, offerecido a José de Alencar, que pude conferir, cm. por Mario de Alencar. 3) ''Capuleto''... (estancia 4ª v. 2) era a familia nobre de Julieta, na lenda, ou na historia, dos Amantes de Verona. A allusão aos jardins, onde se deveram encontrar os namorados, é trazida pela comparação da amada de Castro Alves com a de Romeu, na estrophe anterior e na segunda subsequente. 4) ''Consuelo''... (estancia 10ª v. 4) é a personagem principal, homonyma, do romance de George Sand (1842). 5) Desta formosa poesia "Bôa-Noite", viria a Olavo Bilac inspirações e reminiscencias nos seus "Tercetos", Poesia, p. 67, Rio, 1909. Foi como o "lyrico" das ''Espumas Fluctuantes'' se vingou, trinta annos antes, do "lyrico" da ''Alma inquieta'', que um dia haveria de blasphemar do outro, aliás confundidos hoje em nossa admiração. : Edição anterior desta obra jaz [[Galeria:Obras completas de Castro Alves (1921, v 1).djvu|aqui]] ainda por ser transcrita, e não nos foi possível conferir em qual página está esse poema. De qualquer forma, deixo aqui estas notas para elucidar parte das modificações que fiz ao revisar a página. Espero, finalmente, haver minimamente contribuído. [[Utilizador:André Koehne|André Koehne]] ([[Utilizador Discussão:André Koehne|discussão]]) 01h11min de 3 de setembro de 2026 (UTC) :Muito obrigado pela contribuição @[[Utilizador:André Koehne|André Koehne]], toda ajuda é válida! A título de curiosidade, esse poema está na seguinte página: [[Página:Obras completas de Castro Alves (1921, v 1).djvu/136]] [[Utilizador:Junglk|Junglk]] ([[Utilizador Discussão:Junglk|discussão]]) 01h41min de 3 de setembro de 2026 (UTC) cyvthl9lurevmt4rz203m1h657emk0y 561410 561408 2026-09-03T02:05:15Z André Koehne 260 /* Notas de Afrânio Peixoto */ Resposta 561410 wikitext text/x-wiki == Notas de Afrânio Peixoto == : Em ''Obras Completas de Castro Alves, 1º Tomo - Introdução e notas Afrânio Peixoto - Companhia Editora Nacional, São Paulo, 3ª edição, 1944'' - temos as seguintes notas ao poema em tela, à página 106 (conservando-se a grafia original): Pbl. n'"O Academico", de S. Paulo, n. 14, de 24 de Outubro de 1868. 1) ''Maria, Julieta, Marion, Consuelo''... são, nesta mesma poesia, nomes de caricia a Eugenia Camara, uma e a mesma "mulher de meu amor", diz-lhe o Poeta. 2) ''Mas não digas assim por entre beijos'' (estancia 2ª v. 2). E não como está na Edição original, e em todas as outras, das ''Espumas Fluctuantes'': "Mas não m'o digas assim...", etc. Castro Alves corrigiu-o no exemplar da 1ª Edição, offerecido a José de Alencar, que pude conferir, cm. por Mario de Alencar. 3) ''Capuleto''... (estancia 4ª v. 2) era a familia nobre de Julieta, na lenda, ou na historia, dos Amantes de Verona. A allusão aos jardins, onde se deveram encontrar os namorados, é trazida pela comparação da amada de Castro Alves com a de Romeu, na estrophe anterior e na segunda subsequente. 4) ''Consuelo''... (estancia 10ª v. 4) é a personagem principal, homonyma, do romance de George Sand (1842). 5) Desta formosa poesia "Bôa-Noite", viria a Olavo Bilac inspirações e reminiscencias nos seus "Tercetos", Poesia, p. 67, Rio, 1909. Foi como o "lyrico" das ''Espumas Fluctuantes'' se vingou, trinta annos antes, do "lyrico" da ''Alma inquieta'', que um dia haveria de blasphemar do outro, aliás confundidos hoje em nossa admiração. : Edição anterior desta obra jaz [[Galeria:Obras completas de Castro Alves (1921, v 1).djvu|aqui]] ainda por ser transcrita, e não nos foi possível conferir em qual página está esse poema. De qualquer forma, deixo aqui estas notas para elucidar parte das modificações que fiz ao revisar a página. Espero, finalmente, haver minimamente contribuído. [[Utilizador:André Koehne|André Koehne]] ([[Utilizador Discussão:André Koehne|discussão]]) 01h11min de 3 de setembro de 2026 (UTC) :Muito obrigado pela contribuição @[[Utilizador:André Koehne|André Koehne]], toda ajuda é válida! A título de curiosidade, esse poema está na seguinte página: [[Página:Obras completas de Castro Alves (1921, v 1).djvu/136]] [[Utilizador:Junglk|Junglk]] ([[Utilizador Discussão:Junglk|discussão]]) 01h41min de 3 de setembro de 2026 (UTC) ::Salve, {{U|Junglk}}! Eu até tentei encontrar, mas não há equivalência das páginas - pelo visto teria que avançar mais 30 páginas até encontrar! (na verdade, 31, a nota começa na página seguinte, he, he...) Gostaria conseguir me desdobrar para poder ajudar mais aqui - após quase 20 anos "enterrado" na Wikipédia, há uns 3 comecei a me dedicar ao Wikcionário onde, sempre que posso, venho aqui "caçar" boas citações para as entradas... Muitas vezes achava algum errinho, mas tive dificuldades para entender como editar - sei lá por quê não me apareciam as caixas de edição com o original ao lado - até que cliquei em algo e elas passaram a ficar visíveis: então, sim, volta e meia estarei por cá! he, he... <br>Ah, antes de ir-me: dá uma olhada no artigo da wiki sobre o Castro Alves - mesmo o "sistema" tendo mutilado meu trabalho, ele ainda está bastante completo... Um abraço, e nos visite no Wikcionário! Descobri que ali talvez esteja uma das razões para a pouca leitura que vemos - as pessoas não entendem o que as palavras dizem! he, he... [[Utilizador:André Koehne|André Koehne]] ([[Utilizador Discussão:André Koehne|discussão]]) 02h05min de 3 de setembro de 2026 (UTC) cicu7ujkz4d6pa93sf1mhecp20m7n8e Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/719 106 257255 561412 2026-09-03T10:53:26Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Adag. Ao avarento tanto lhe falta o que rem, co- mo, o que não tem. Ros. Summ. 33: Máo ou ruim he o rico avarento, mas pĉor he o pobre foberbo. HERN. NUN. Refran. 107. DELic. Adag. 28. Na arca do avarento o diabo jaz dentro. DeLic. Adag. 28. O avarento por hum real perde cento. SA DE MIR. Vi- lhalp. 5, 7. DELIC. Adag. 28. O avarento rico não tem parente, nem amigo. EUFROS. 1, 3. DeLic. Adag. 28. O dinheiro do avarento duas vezes vai à... 561412 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>Adag. Ao avarento tanto lhe falta o que rem, co- mo, o que não tem. Ros. Summ. 33: Máo ou ruim he o rico avarento, mas pĉor he o pobre foberbo. HERN. NUN. Refran. 107. DELic. Adag. 28. Na arca do avarento o diabo jaz dentro. DeLic. Adag. 28. O avarento por hum real perde cento. SA DE MIR. Vi- lhalp. 5, 7. DELIC. Adag. 28. O avarento rico não tem parente, nem amigo. EUFROS. 1, 3. DeLic. Adag. 28. O dinheiro do avarento duas vezes vai à feira. DeLic. Adag. 28. {{lema|AVAREZA}}. s. f. Appetite defordenado de acquirir e confer- var riquezas. Do Lat. Avaritia. GRAN. Comp. 2, 1 Avareza he defordenado de fejo da fazenda. LEIT. D'AN- DRAD. Mifc. 18, 553 Táo occafionada he a pobreza pe- ra obrar mal, como a avareza. SEVER. Notic. 2, 17, 81 A avareza... he a caufa e raiz de todos os males. Epith. Cega. ALV. DA CUNH. Efcól. 23, 6. Cruel. Luc. Vid. 2, 12. Demafiada. FERNAND. GALY. Serm. 1, 43, 1. Defaforado. CALV. Homil. 1, 86. Diligente. CA- THEC. ROM. 303. Dura. Per. Elegiad. 7, 96. Incrivel. ARK. Dial. 3, 30. Ingrata. Estaç. Antig. 56, 1. Infa- ciavel. SABELL. Eneid. 1, 7, 96. Nefcia. ESTAÇ. Antig. 56, 1. Pallida. CASTR. Ulyff. 4, 36. Pura. CoRT. R. Nauft. 230. Sequiofa. ALV. DA CUNH. Efcól. 21, 10. Sordida ALV. DA CUNI. Efcol. 17, 14. Adag. A avareza he fumma da virtude. DELIC Adag. 28. {{lema|AVARGAR}}. v. a. pouc, ul. Encurvar como fe faz a huma vara ou verga. PER. Elegiad. 17, 243 Que qual o curvo Iris, ou innervado Arco, a que o Turquefco bra- ço avarga, Parece que pretende o povo immundo Defte modo abraçar o largo mundo. {{lema|AVARIA}}. s. f. Prejuizo ou damno fuccedido a huma em- barcação ou à fazenda, que nella fe embarcou. ant. Ava- lia. BLUT. Vocab. Avarias fimples são os damnos occa- fionados do vicio das proprias mercadorias como podri- dão, &c. Avarias commuas he todo o detrimento caufa- do da tormenta, ou por falta de quem governa, ou os gaftos da pilotajem, ancoragem &c. LEIS EXTRAV. I, 12, 1. n. 1 Item conhecerá de quaefquer fretes, ava- rias, cuftos, e dados. Luc. Vid. 9, 17 A fazenda tão enxuta e condi- Vidos, que perante elle forem deman- cionada, que de toda fe entregarão feus donos, fem lhe fer neceffario fazer nenhumas avalias, das que fe cof- tumão no cabo das jornadas. Veis. Serm. 8, 221 Com toda a carga tão enxuta, e fem avarias, como fe o va- fo da não fora o mais bem calefetado e eftanque. 2 Tributo, que fe paga para conftrucção ou reftaura- ção do porto, em que fe lança ferro. BLUT. Vocab. {{lema|AVARICIA}}. s. f. ant. O mefimo que Avareza. Do Lat. Ava- ritia. BARR. Dec. 3, 7, 11 Porém havia tanta avaricia nettes Bifpos Armenios &c. Goss, Chr. de D. Man. I, 21 A-defordenada avaricia dos vendedores. ORT. Col- loq, 17, 69 Das outras [efpecies de cófto] fe caref- cemos, he por defcuido & avaricia. {{lema|AVARISSIMO, A}}. fuperl. de Avato. Luc. Vid. 9, 7. ARR. Dial. 31. BARRET. Flos Sanct. 1, 276, 1. {{lema|AVARO, A}}. adj. O mefmo ile Avarento. Do Lat. Avarus. MEMDR. DAS PROEZ. 1, 31 Eu fou mais avaro do que Das confié inanimadas. BARR. Dec. '1', 2. Ao qual cicreveo huma carta de fua propria mão, e ito não com palavras taxadas e avaras, fegundo o ulo dos Principes &c. CAM. Lul. 10, 101 Mas attenta já cá deftoutra banda De Roçalgata, e praias fempre avaras Sec. P Rel. 24 Em tempos tão avaros, fe uiar de tanta liberalidade. su Avaro de alguma coula. O mefnto que Avatento de alg EROS, 5, 10 O homem avaro da fazenda, he Prodiga honra. HEIT PINT. Dial. 1, 5, 8 E daqui veio Pythagoras, aquelle que foi tão avaro de pafa- como pródigo de obras, a enfinar a calat. Maus. on Aff. Aft4 59 Mas ella [Zara] he defta glotia tão 。 avara &c. Met. Das coufás inanimadas. BARR. Dec. 3, 1, 1 A feveridade avara de autos e palavras fempre perdeo com todos. CAM, Luf A. Luf. 2, 37 Porém nem tudo efconde, nem defcobre O véo de toxos lirios pouco dvaro Regem no méfmo fentido, tanto proprio como el metaphorico. Sous. Hift. 1, 1, 20 Forão elles [Padres] em nolas dar da fua mão efcritas tão avaros, que he neceffario andarmos mendigando muitas confas. ORIENT. Lu- fit. 36 Minha eftrella Agora efcura, e trifte, em-tu- do avara. CASTR. Ulyff. 4, 107 Larga fortuna nos 4. 107 Larga a fort males, fó nos bens avara. Avaro. Subft. O que tem avareza. FERR. Poem. Cart. 1, 10 Ajunta o preciofo ouro, que adoras, Ava- ro cobiçofo. ARR. Dial. 5, 7 A ninguem e nunca faz bem o avaro, lenão quando morre. MEND. DE VASC. Sit. 1, 33 E o avaro não foge ás occafioes de peccar, aindaque niffo perca a honra? Adag. Ao avaro tanto the faltà o que tem como o que não tem. DELIC. Adag. 28. O avaro não tem, e o pródigo não terá. HERN. NUN. Refran. 54. {{lema|AVASSALLADO, A}}. p. p. de Avaffallar. Aax. Dial. 4, 5. LEIT. D'ANDRAD. Mifc. I, 20. SEVER. Notic. 3, 1, 87- {{lema|AVASSALLAR}}. v. a. Reduzir, & obediencia e fugeição de vafallos, as nações; povos, c. MAus. Aff. Afr. 10, 155 E de forte os enfreia e avaffalle, Que fó tem de Africanos traje e falla. ESPER. Hift. 2, 7, 19. n. 1 De- pois de avalallar a Tripole, Tyro, Berytho e Sidonia &c. VIEIR. Serm. 3, 14, 1. n. 571 Porque não foi a força do feu braço, nem a da fua efpada, que lhe fugeitou as terras, que pofluiráo; e as gentes e Reis, que avaffallarão. Mer. Render, fugeitar, AMARAL, Serm. 218, 6 Pois he certo que com as armas, que defta meza tirou o bom Jefu, venceo e avaffallou a fi o mundo. PINT. Ris. Prefer. 183 O fabio cfcalon a cidade dos fortes, e rendeoa, avaffallon fuas forças, e feu poder. M. BERN. Luz e Cal. 2, 2, 321 Tal he a fuave violencia, com que o myfterio de Deos menino avaffalla corações ain- da os mais barbaros. Com pron. peff. Fazerfe vafallo. FR. Nic: DE OLIV. Grandez. 8, 2 E fe avafalldrão à Coroa de Portugal cinco Reis. Met. F. DE MENDOÇ. Serm. 2, 240, 36 A efte nome [de Jefu] fe avaffallou o mundo. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 22. n. 246 E forão eftes tres Reis fabios, os pro- curadores , porque a Gentilidade fe começou avaffallar a Chrifto. M. BERN. Serm. I, 17, 3 Oh bemaventu- rado o homem, que fe não deixa avafallar do ouro. {{lema|AUÇÃO}}. s. f. antiq. O mesmo que Acção. FERR. DE VASc. Ulyip. 2, 2. Luc. Vid. 4, 6. FERNAND. GALV. Serm. act I, 23, 2. {{lema|AUCTO, A}}. adj. antiq. O mefimo que Apro. Sous. Court- NH. Cerc. I, II, z Dizem ter em fuas cafas (que pe- ra iffo erão mui auctas) muita gente. D. FR. BR. DE BARR. Efpeth, 3, 21 Porque quanto mais longamente efte exer- cicio for tido em coftume, ferá mais adelgaçado, e tor- nado mais auto pera exercitar os impetos efpirituaes. {{lema|AUCTO}}. s. m. antiq. O mesmo que Acto ou Auto. D. CA- TH. INF. Regr. 2, 14. BARR. Clarim. 2, 68. D. HIEAR. Voz, ip, 120 y. {{lema|AUCTOR}}. s. m. e os feus derivados. Vej. Autor. {{lema|AUCTUAL}}. adj. de huma term. ant. Vej. Actual. {{lema|AUDACE}}. adj. de huma term. O mefmo que Audaz. ARAUS. Succeff. 1, 16. {{lema|AUDACIA}}. s. f. Atrevimento, oufadia, inconfideração, no obrar ou dizer alguma confa. Lat, Audacia. BARR. Dec. Pezando bem fuas obras, nelle havia mais auquiça vos pareci. CAM. Luf. 19, 25 E tu nifto culpadocia, Ninguem mal por avaro. FERNAND. GALV. Serm. I - cuida de fi que he avaro e ambiciofo, Met. que fortaleza. Fr. Marc. Chr. 1, 2, 14 Não poffo foffrer a audacia de alguns atrevidos. PER. Elegiad. 147 E hum, que entre todos mais audacia tinha, Se enlege. re, todos ma Esforço, valor interpidez, fortaleza de animo. D. FR: BR. DE BARR. Efpelh. He certamente per- feição da natureza, chrcio ciclarecido chute aos e Dees; que nos dá liberdade e andacia pera nos a elle chegar. Rus: Summ. 33 Audacia ou oufadia chamão os Phi- lofophos huma das paixões humanas. MONTEIR. Art. 3, Audacia, intenção, ou refolução he paixão afouta, que accommette meios neceffarios, e accommodados pe- ra alcançat o bem difficultofo.\ Epith. Atrevida. Luz, Serm. 2, 2, 173. col. 4. Barbara. M. FERNAND Alm. 2, 1, 24. n. 4. Bea. Ev- PROS: 2, 3. Cega. M. FERNAND. Alm. 3, 2, 5. n. 54. P. 227. Defaforada. CaAG. Efcól. 6, 437. Defattenta- da. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 17. n. 44. Heroica. CAR- Dos. Agiol. 2, 731. Hamana. HEIT. PINT. Dial. 2, 3, 20. Impudica. CHAG. Efcól. 6, 437. Juvenil. MATT. Je- ruf. 6, 29. Maligna. Gavi, Cerc. I, 5. Notavel. Vi- FIR. Serm. 7, 6, 7. n. 188. Singular. Axx. Dial. 10, 17. Sobeja. Leão, Chr. de D. Duart. 8. Soberbiffinia. M.<noinclude></noinclude> 3cb0b1mqnd2o72vhyw41ypcxhtr5cec Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/720 106 257256 561413 2026-09-03T10:57:51Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 532 AUD M. BERN. Floreft. 1, 7, 304, A. Summa. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 13. n. 6. {{lema|AUDACISSIMO, A}}. fuperl. de Audaz. SABELL. Eneid. 1, 1, 6. MATT. Jeruf. 11, 34. {{lema|AUDAZ}}. adj. de huma term. Atrevido, oufado, intrépido. Em boa parre. Das peffoas. Do Lat. Audax. BARR. Dec. 49, 21 Hum Clerigo per nome Fernáo Vinagre, ho- mem andaz e de bons efpiritos. FR. SIM. COELH. Chr. 1, 10, 38 Aquella certo, que a dourada vergonha pe... 561413 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>532 AUD M. BERN. Floreft. 1, 7, 304, A. Summa. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 13. n. 6. {{lema|AUDACISSIMO, A}}. fuperl. de Audaz. SABELL. Eneid. 1, 1, 6. MATT. Jeruf. 11, 34. {{lema|AUDAZ}}. adj. de huma term. Atrevido, oufado, intrépido. Em boa parre. Das peffoas. Do Lat. Audax. BARR. Dec. 49, 21 Hum Clerigo per nome Fernáo Vinagre, ho- mem andaz e de bons efpiritos. FR. SIM. COELH. Chr. 1, 10, 38 Aquella certo, que a dourada vergonha pe- la visão fez riimida, o ardor da fé, e conftancia da lim- pez fez audaz pera lhe perguntar pela razão da coufa. CAS. Luf. 6, 37 Contra os vatões audaces e animofos. Do animo, paixões, actos, &c. BARR. Dec. 4, 6, 5 ElRei afli como pera commetter qualquer coufa at- dua, feu efpiriro era audaz, e fem medo &c. CASTR. Ulyff. 8, 141 De coração andaz, nunca domado. M. THOM. Inful, 2, 55 Que com andaz e livre atrevimen- to, Se reus olhos me derem confiança, Seguro vivirci comtigo em França. Temerario, inconfiderado no fallar on obrar. Em má parte. Das peffoas. CART. DE JAr. 2, 145, 3 Entre ef- tes eftava hum hum Bonzo mui livre e audaz, que &c. LEÃO, Chr. de. D. Aff. V. 2 Como homem, que era mais audaz e defenvolto. Em que ha temeridade e inconfideração. Das coufas. LEño, Defcript. 91 E ranto invalefceo efta audaz re- meridade. Chr. de D. Aff. Henr. 1 Quão audaz e temerario negocio parecerá condemnar eu por apocryphas coufas ráo fabidas de todos. Luz, Serm. 2, 1, 109. col. I A foberba fenhora de todos os feitos audazes. {{lema|AUDAZMENTE}}. adv. mod. Com audacia. SABELL. Eneid. {{lema|AUDIÇAO}}. s. f. Acção de ouvir. Do Lat. Auditio. Mox. TEIR. Art. 29, z Daqui fe deixa bem ver, que actos fe ao locução e audição. VIEIR. Serm. 2. do Rof. 32 131 Deos era o que fallava, e elle fomente ouvia: e por iffo a fua oração era audição. M. FERNAND. Alm, 7. Introd. Que favores intervém algumas vezes na-ora- ção? Os feguintes, locução de Deos, audição, collo- quio, e filencio &c. T. da Sagrada Efcritura. Doutrina, coufa ouvida da bocca do mefire. Vis:R. Serm. 9. do Rof. 3, 7, 131 Senhor, eu ouvi a voffa audição (digamolo am, pois, a nolla lingoa não tem outra palavra, com que expli- car a do Prophers) Senhor, eu ouvi a volla audição, e temi. diencia, que paffa dentro nas conciencias, em quo os mefmos homens dão fentença contra fi. GRAN. Comp. 1. 9 Intercedendolhe, e rogandolhe por nós como procu rador e avogado nofo na audiencia do Padre. SEVER. Prom- pr. 19, 69 Diz o Efpirito Santo, que tenhamos mife- ricordia de noffa alma, dandolhe huma hota de audien- cia. T. da antiga Lithurgia. M. BERN. Floret. 3, 6, diena: aqui os penitentes eftavão no portico junto á 309, AO fegundo eftado [dos ces fe chama Au- Penitentes rox 40 porta da Igreja, juntamente com os Cathecúmenos; e fe The permitia ouvir a palavra de Deos, mas, ao tempo da confagração erão excluidos. {{lema|AUDIENCIA}}. s. f. Año de ouvir, attenção on applicação M, FERNAND. Alm, 2, 1, 13. n. 30 A Fé, que he ao que fe efcuta. Do Lat. Audientia. Ana. Dial. I, 24 Grandemente impugna a caridade, que he Deos todo que desfaz em feu proximo, pois pretende que venha em odio e vilipendio de todos, os que lhe dão audiencia. BRIT. Mon. 2, 7. c. 24 E quando a neceffidade da ca- fa, e bem commem conftrangia a dar audiencia a feme lhantes coufas &c. GUERREIR. Rel. 5, 116 bre ifto muitas práticas, fallando huns de huma parte, outros da outra, aos quaes rodos elRei daya audiencia. raiz e fundamento de todo o bem efpirirual, nafce, fal- Temos ailim, do atidito da palavra de Deos. Mec. (efcutalo, darlbe ouvidos. Ufafe patricularmente no eftilo jocofo) EUFROS. 2, 6. FERR. DE VASC. Aulegr. 1, 14. Fazer... a alg. (darlba) FR. GAST, DA CRUZ, Tr. 17, 3. Luc. Vid. 2, 2. Negar... d alg. FERNAND. GALV. Serm. 2, 73, 3. Pedir. 4 alg. Tavor. Hift. 167. Pretender... TALL. Cht. 1, 2, 29. n. 4. Ter... de alg. Luc. Vid. 1, 4. Audiencia. Auditorio, lugar deftinado para as par- tes requerem fua justiça ao Juiz. FR. TH. DE JES. Trab. 1, 2, 399 Não teve pleitos, nem demandas: mas an- dou por cafas e audiencias de mãos juízes, onde nenhu- ma juftiça fe lhe guardou. Leão, Chr. de D. Din. 129 E rezão hoje em dia na audiencia de giolhos hum pater nofter por fua alma. Feo, Tr. 1, 2, 2 Mas andando a caufa do Senhor, nas audiencias e tribunaes &c. Cafa da audiencia. O mefmo que Audiencia no fo bredito fenrido. PAIX. DE JES. CHRIST. 12, 17 E elles [Judeos] não entrarão na caja da audiencia. FR. MARC. Exerc. 27, 124 E logo junta toda a companhia da juftiça em a cafa da audiencia &c. ESPER. Hift.. 2, 9, 3. n. 2 A qual [albergaria] eftá convertida em cafa de audiencia. Audiencia. Ato de ouvir em juizo as partes, ou o tempo, em que fe exercita efte mefmo acto. ORDEN. DE D. MAN. O Regedor fe informará... fe os efcrivães de cada huma audiencia vão continuadamente primeiro que o Defembargador. SA DE MIR. Eftrang. 5, 63 Não 2- charemos hoje éfte Doutor, e faremos efta demanda mais curta que a das fuas audiencias. Luc. Vid. 2, 20 mefmo Governador Martim Affonfo de Soufa tomou en- tão por devação... fazer audiencia geral aos prezos. 2, 8, 127 Os Romãos punhão todas fuas forças em fe Met, PAIV. Serm. 1, 6 E ifto prova pola au- com ellos ajuntarem tão audazmente que lhe quebraffem as forças. Luz, Serm. 2, 2, 95. col. 4. Não, refpon- de Santo Agoftinho audazmente. M. FERNAND. Alm. 3, z 5. n. 156 Eftando os exercitos Romanos muito aper tados dos inimigos, que audazmente com elles forão en- trando &c., que anazmen {{lema|AUDITIVO, A}}. adj. pouc. ul. Pertencente ao ouvido, CEIT. Serm. 1, 269, 1, Porque inda que não Teja da effencia da mefma peffoa, a mefma potencia ac- cidental, pois ficando eu mefmo, me poderá Deos' dar outra potencia vifiva e auditiva &c. {{lema|AUDITO}}. s. m. pouc. uf. Año de ouvir. Do Lat. Audi- {{lema|AUDITOR}}. m. antiq. Ouvinte, o que ouve. Fa. G. DA SILY. Vid. 3, 8 Nem the parecia que era muito nem demandar, nem receber de feus auditores ouro, prata, nem outra nenhuma coufa tranfitoria. FR MARC, Cht, 1, Com que 10. cant. 26, Que não acho quafi auditor, cu polla difto tazaar. Dizfe particularmente da que os Reis e Principes Soberanos dão aos vaffallos, ou os Miniftros e peffoas conftituidas em dignidade as partes e a todos, que fo- bre dependencias lhes vão fallar, de ordinario em dias para ifto affignalados, ou em acto de, folemnidade.. ME- MOR. DAS PROEZ. 1, 41 Briantes, Duque de Saxonia , pedia a el Rei Sagramor, que lhe deffe huma audiencia anre feus alros homens. BRIT. Chr. 2, 21 E por feu moha alcançátão do Emperador audiencia pera fe tratar de pa- zes. VIEIR. Serm. 10. do Rof. 17, 4, 6 Os Principes dão dous generos de audiencia, huma geral e pública, outra particular e fecreta. Epith. Benigna, ANDRAD. Cerc. 3, 10, 1. CUNH. Catal. 2, 19. Bon. Luc. Vid. 1, 4. Geral. Sous. Vid. 1, 11. Grata. Sous. Vid. 4, 1. Interior. VIEIR. Serm. 10. do Rof. 17, 4, 70. Larga. Tavon. Hift. 206. Li- beral. TELL. Chr. 2, 5, 35. n. 6. Particular. VIEIR. Serm. 10. do Rof. 17, 4, 6. Publica. Ris. DE MAC. Rel. 1, 3. Real. ESPER. Hift. 1, 1, 1. n. 3. Secreta. Vicia. Serm. 10. do Rof. 17, 4, 6. Verb. Alcançar...de alg. Bair. Chr. 2, 21. Dar... alg. Sous. Vid. 4, 1. TELL. Chr. 1, 2, 6. n. 2. Miniftro Real e Letrado, gae conhece das catifas em primeira inftancia no foro militar. Anrigamenre cada Pro- vincia do Reino teve hum Auditor, que Te nomeava Au- ditor Geral da Gente de guerra, e fambem houve Au- ditor Geral do exercito. Modernamente cada Regimento tem feu Auditor, que na fua inftituição fazia hum lugar fobre fi de Magiftrarura; mas ao prefenre he Auditor fó- da corte o Juiz de Fora, que ferve na terra, onde hum ou mais Regimentos. MEND, DE VASC. Art. 107 Agora fe dão a cada Terço hum Meftre de campo; hum Sargento maior hum Ajudante, e hum Auditor K UR. de Novembr. de 666 O Doutor Ignacio de Guc- vara, Auditor Geral do exerciro. CARV. Chorog 3, 8, 2. c. 36. tit. 11. P. 584 Tem o Confelho de Guerra] hum Porteito e Eferivão da Auditoria Tohum Auditor Geral, que fentencea em primeira inftancia Reſta Conte [de Lisboa] que também ha em cada Provincia, Reino do Algarve, e dão appellação e aggravo para o Confelho. Auditor da Marinha ou da Almada, Juiz He letras, que conhece das caufas pertencententes & marinha Real e Almazens em primeira inftantia. MEN. Portug. 78 Remetteo [Francifco Dias Pimenta ao Conde de Cafte- tho-Melhor] ao Auditor da armada com dous Quvida- tes por adjuntos.<noinclude></noinclude> 6gxeog7zk7b6i4tdf1qn6gt2788xyf9 Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/721 106 257257 561415 2026-09-03T11:01:21Z MLReis 41056 /* Problemática */ 561415 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="2" user="MLReis" /></noinclude>AUD Auditor da Camera Apoftolica ou Ecclefiaftica. Pre- lado, o qual como Juiz, Ordinario tem jurifdicção amplif fima na Corte de Roma fobre todos os cortezãos, merca- dores, e forafteiros, que alli fe achão, e ainda fobre os graudes de qualquer ordeni, e igualmente conhece de todas as appellações do Estado Ecclefiaftico, &c. FR. LEÃO, Bened. i, 1, 5. c. 3 Como cettificão Geminiano, A- -ditor da Camera Apoftolica &c. Auditor da Legacia on da Nunciatura. Affeffor do Nuncio em Portugal, Juiz fubdlegado, que por nomeação do. Papa, con bece das caufas ecclefiafticas, que vem por ap- pellação dos Ordinarios e Metropolitanos ao Tribunal da Nunciatura. MEN. Portug. 1, 10, 636 Que os Miniftros Reaes fe fugeitaffem ao Anditor do Vicecolleitor, elhe pediffem abfolvição. Auditor da Rota. Hum dos doze Prelados, que no Tribunal Romano, chamado Rota, tem jurifdicção para co- nhecer das caufas ecclefiafticas de todo o mundo catholico. S. MAR. Chr. I, 1, 6. n. 5 Em confirmação, difto traz o noffo Pennoto....huma decisão dos Senhores Auditores -da Rota. VizIR. Serm. 8, 416 Nos proceffos das cane- -nizações, depois de approvadas pelos, Anditores, da fa- grada Rota as caufas &c. {{lema|AUDITORIA}}. s. f. Tribunal ou emprego de Auditor. MER- icus. de Junh. de 664 E eu Francifco Lopez, Efcrivão -da anditoria, que o efcrevi. CARV. Chorogr. 3, 8, 2. c. 36. tit. 11. p. 584 Tem o Confelho [de Guerra] hum Porteiro...e Efcrivão da auditoria, hum Auditor Ge- zotal &c. {{lema|AUDITORIO, A}}. adj. Med. Pertencente ao fentido de ou- ovir. CuRv. Aral. 342 Tudo fe coza em duas canadas de agoa, e fe tomem eftes bafos por hum, funil, eftando a peffua maftigando favas feccas, ou, caftanhas piladas, Epith. Agrefte. CAM. Luf. 2, 126. Alta. CAM. Od. para fe abrirem melhor os, caminhos auditorios. A. FERK. Luz, 1, 36. O quinto par são os [nervos] auditorios, que vão parar ao ouvido. {{lema|AUDITORIO}}. s. m. Ajuntamento, concurfo, congreffo de gente para ouvir, como nas praças, nas igrejas, &c. Do Lat. Auditorium. CART. DE JAP. 1, 41, 1 Havia, huma fendemoninhada, e quando havia maior auditorio, então ef- torvava &c. Luc. Vid. 2, 4 Facilmente ferá, e fora em qualquer outro, aquella forte de pronunciação fefta eri- fo ao auditorio. Sous. Vid. 1,014 Accendiafe, excla- mava de maneira, que fazia temer e tremer o audito- rio, Epith. Copiofo. CALV. Homil. 1, 4. Commum. Fr. SIM. COELH. Chr. 1, 2, 10. Douto. CHAG. Serm. Ge- nuin. 7, 14. Grande. CEIT. Serm. 1, 1, 1. Grave. Es- PEN. Hift. 28, 28. n. 2. Illuftre. Vies. Serm. 1, 1, 1. col. 1 Immenfo. VIEIR. Serm. 6, 8, 5, n. 241. Luzi- do. CHAO. Efcól. 6, 431. Nobiliffimo. CALV. Homil.. 2, 610. Nobre. FEST. NA CANON. 164. Numerofo. VIEIR. Serm. 2010, 1. col. 1. Pio. L. ALVAR. Serm. 3., 12., 1. n. 2. -"Religiofo. TELL. Chr.1, 1, 31. n. 9. Sabio. CHAG. Serm. Genuin. 7, 141, Univerfal. Fa. SIM. COELH. (Chr. 1, Tribunal ou Lugar, onde os Miniftros da justiça dão diencia ás partes, e correm as demandas e pleitos. Pav. Serm 35 E aflim mandaváo ceffar os auditorios, as -demandas 8cc. Sous. Vid. I, 12. Foi efpreitando... que qualidade de caufas corrião nos auditorios. TELL. Chr. 17. n. 1 Pelo que brafonava e bradava pelos au- ditorios da Rota.io fearest of a up Antiq. Capitulo das cafas Religiofas. Fr. G. DA SILV. Vid 7342 Acabadas as matinas, que fegundo regra po- odem fallar, chamou per final ao fanto Abbade, e o le-. Vou ab auditorio e lançoufe aos feus pés com muitas Fagrimas, moftrando bem por efta trifteza de fóra a dôr, que fentia dentro em feu coração. {{lema|AUDIVEL}}. adj. de huma term. pouc. uf. Que fe ouve, que fere o ouvido. CEIT. Serm. 2, 185, 1 Em fim o que mapenas he intelligivel, e ainda com ajuda fua ficou pe- Co defcenfo da encarnação tão campeftre e humilde, que oficou vilivet, audivel, goftavel, c palpavel &c. 6, 8. Aquatica. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 1. n. 11. A- quatil. FERNAND. GALV. Serm. 3, 51, 4. Atrevida. CAS- TR. Ulyff. 2, 31. Aurea. (formofa) Can. Luf. 10, 132. Bella. Los. Condeft. 20, 24. Branda. CASTR. Ulyff. 5, 85. Brava. B. ESTAÇ. Rim. 19. Bruta. CoкT. R. Nau- fr. 13, 140. Cantora. MONTEIR. Art. 14, 19. Carniceira (a de rapina) CORT. R. Naufr. 9, 87 . CEIT. Serm. 1, 42, 2. Carnivora (a de rapina ) F. DE MENDOÇ. Serm. 1, 3, 1. Cafeira. A. Ds Vasc. Anj. 2, 4, 10. part. 6. p. 291. Contente. CoRT. R. Naufr. 9, 94. Crif- tada. ANDRAb. Cerc. 16, 82, 3. Cruel. CORT. R. Nau- fr. 9, 87 y. Deleitofa. BERNARD, RIB. Menin, I, z. Diurna (o contrario de nocturna ) Maus. Aff. Afr. 4, 56. Doce. BERNARD. RIB. Menin. I, 2. Domeftica. HEIT. PINT. Dial. 2, 4, 11. Enipennada (bem) SA DE MIR. Vilhalp, Prol. Formofa. Mereis. Art. 24, 11. Funefta. (de mão agouro) ANDRAD. Cerc. 5, 20, 4. Garrida. D. CATH. INF. Regr. 1, 17. Gáriula. CAK. Ecl. 1, 8. M. FERNAND, Alm. 3, 2, 3. n. 26. p. 329. Generofa. S. MAR. Chr. 1., 4, 5. n. 7. Graciofa. AMARAL, Serm. 516, 2. Immortal da Arabia (a phenix ) CASTR. Ulyff. 3, 93. Immunda. HEIT. PINT. Dial, 2, 2, 8. Imperial (a aguia) CASTR, Ulyff, 1, 86. Indomita. BARTH. GUERREIR. Cor. 1, 20, 150, Infaufta. CASTR. Uly. 7, 23. Inquieta. ROLL. Noviffim., 5. Ladrante. CORT. R. Naufr. 9, 87 y. Lafciva. CASTE. Ulyff. 1, 72. Léda. CORT. R. Naufr. 15, 181. Ligeira. FERR. Poem. Son. 2, 3. Man- fa. A. DE VASc. Anj. 2, 4, 10. part. 6. p. 291. Ma- rinha. BARR. Dec. 1, 1, 7. Maritima. PER. Elegiad. 1, 15. Montana, MORAT. Pratic. 3, 3, 3. Montaubeza. A. FERR, Luz. 3, 152. Nadante. Poct. (a ndo ) CAM. Lyf 4, 49, Namorada. ORIENT. Lufit. 1, 2. Negra. CORT. R. Naufr. 16, 189. Nocturna (a que voa de noi- te) CORT, R. Naufr. 3, 33. Luc. Vid, 3, 1. Nova. Sa DE MIR. Vilhalp. Prol. Pacifica (o cifne) ORIENT. Lufit. 68. Palreira. MATT, Jeruf. 11, 13. Pintada. FERNAND. Palm. 4. 44. Prodigiofa. CoRT. R. Naufr. 4, 45. Quie- ta. Maus. Aff. Afr. 4, 67. Rapace. PER. Elegiad. 16, -238. Real, que a Jupiter levou o bello moço. Poet. (a aguia ) CORT. K. Nauft. 15, 139. Silveftre Ca que num- ca ou raras vezes fe domeftica, e foge de povoado) CAM. Luf. A, 60. Trifte. CORT, R. Naufr. 7, 71. Valida de Jupiter. Poet. (a aguia) Cax. Luf. 8, 8. Variada. Cax, Luf. 10, 133. Vigilante. ANDRAD. Cerc. 16, 82, 3. Voadora. ROLL. Noviff. 1, 24. M. FERNAND. Alm. 2,2, 1. 11. 26. Volante. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 17. n. 74. Volatil. CASTR. Ulyfl. 1, 77. Todas as palavras, que os Antigos efcrevião por Ave e não estiverem na fua ordem, bufquem por 22 Adve.Alun og {{lema|AVE}} s. f. Certo genero de animal, que tem o corpo coberto de pennas, dous pés e hum bico de fubftancia cornea. As Avés formáo huma claffe muito numerofa no Reino Ani- mal. Todas ellas tem dous pés e hum bico de fubftancia scornea algumas tem o corpo todo coberto de pennas, outras em parte: duas azas mais ou menos proprias pa-te das aves; não he o feu caracter diftinctivo; pois que nem todas as aves vöáo, nem he fó proprio das aves exclufivamente o vôar; mas os outros caracteres lhe são de tal maneira proprios, que em nenhum outro animal fe encontrão. As aves diftinguemfe diverfamente: séo Diurnas ou Nocturnas: Granivoras, Infectivoras, Fru- givoras, Carnivoras ou de rapina: são tambem Terref- tres, ou Aquateis. e finalmente são Sedentarias, e de arribação ou Errantes. Do Lat. Avis. Can. Luf. 5, 6 Onde as aves no ventre o ferro gaftáo. HEIT. PINT. Dial. 21, 1, 2 Não ha aves por ligeiras, que fejão, que com tanto impeto e ligeireza váo ferindo os inconftantes ven tos com os remos de fuas azas, que fe pofsão com o velociflimo curfo de noffa vida comparar. Feo, Tr. 2, 233, 1 A ave aos filhos, quando pequenos, pouco a pouco os vai en finando a voar, para depois voarem bem. Ave, da noite. A que voa de noite, e fem cantar da buns como gemidos. SA DE Min. Vilhalp, 5, 1. de bico revolto. O mefino que Ave de rapina. LEIT. DE AN- DRAD. Mifc. 13, 370. de Juno. Poet. O pavão. Soys. DE MAC. Ulyffip. 154. de penna. A domeftica, e que fe cria para fe comer. GIL Vic. Obr. 1., 36 y. de rapina. A que tem bico revolto e garras, com que aferra outras aves e animaes, de cuja carne fe. fuftenta. CRUZ, Poef. Ecl. 5. SEVER. Difc. 3, 139. de ribei ra. A que fe cria em lagos, rios, c. BARR. Dec. 4, 9, 1. de Venus.. Poet. O pombo cu a pomba. Sous. DE Mac. Ulyffp. 1, 54; do ar. A que voa livremente fem fer domeftica. S DE MIR. Cart. 3, 21. Sous. Hift. do céo. O mefmo que Ave do ar. FERR. DE VASC. Ulyflip. 1, 2. PAIV. Serm. 3, 24. do Sol. Poet. A phenix. Sous. DE MAC. Ulyflip. 1, 54. I, I, 18.efquerdo entrei ivoat ydporque, ainda que o vôo pertença á maior pare quantos fantafici. Com boas aves. Com bom agouro ou feliz aufpicio CANCION. 149, 1 Não parti com boas aves, E com pé Pois achei males mais graves De<noinclude></noinclude> oy1c3ykc6pcnybxxwfogc3ivmeliqum Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/722 106 257258 561416 2026-09-03T11:06:10Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 514 AVE Adag. Aquella ave he ma, que em feu minho çuja. DELIC. Adag. 31. Ave de cafa mais come, do que val. DELIC. Adag. 31: Ave de bico encurvado, guarte della, como do diabo. HERR. NUN. Reftant. 9. DELIC. Adag. 160. Ave por ave o carneiro fe voaffe. Detic. Adag. 31. Duas aves de rapina não fe guardão companhia. DELIC. Adag. 21. O leão he as vezes manjar de pequenas aves. DELIC. Adag. 23. Pelo canto fe conhece à ave. HEIT. PINT. Dia... 561416 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>514 AVE Adag. Aquella ave he ma, que em feu minho çuja. DELIC. Adag. 31. Ave de cafa mais come, do que val. DELIC. Adag. 31: Ave de bico encurvado, guarte della, como do diabo. HERR. NUN. Reftant. 9. DELIC. Adag. 160. Ave por ave o carneiro fe voaffe. Detic. Adag. 31. Duas aves de rapina não fe guardão companhia. DELIC. Adag. 21. O leão he as vezes manjar de pequenas aves. DELIC. Adag. 23. Pelo canto fe conhece à ave. HEIT. PINT. Dial. 1, 5, 8. {{lema|AVE}}. Segunda peffoa do imperativo do verbo Aver. Vej. Haver. CANCION. 63 y, 2. GIL Vic. Obr. 5, 250. BARR. Clarim. 1, 28. {{lema|AVE}}. Voz de Jaudação entre os Romanos. Ufavão della pe- la manhãa, affim como de Salve para de tarde. He pa- lavra puramente Latina. FR. TH. DE JES. Trab. z, 40, 198 Alli vinha ao Senhor hum e hum, e punha o gio- lho no chão por efcarneo, dizendo: Ave, Rei dos Ju- deus. ARR. Dial. 10, 25 Ave era a faudação de pola manháa, e falve a de tarde. M. FERNAND. Alm. 1, 5, 2. n. 2 Ave he palavra Latina, que quer dizer falve, tenhais muitos goftos, alegraivos, paz feja com vofco. Subft. m. Primeira palavra da faudação Angelica, e fe toma pela mefma faidação e tambem por aquella, de que ufavão os Romanos. GIL Vic. Obr. 1, 30 Dizen- dote ave o Embaixador, O nome de Eva te fignificou. M. FERNAND. Alm. I, 5, 2. n. 2 E os pobres coftuma- vão pela manháa ir a cafa dos ricos, e ahi efperavão pera the dar o Ave falutativo. M. BERN. Medit. I, I Gloriofa tu, em cujo Ave da celeftial embaixada fe mu- dou felizmente o funefto nome de Eva. {{lema|AVEA}}. s. f. Certa planta graminea. Dividefe efta planta em diverfas efpecies; a de que fe faz mais ufo, ca mais ordinaria he a Avena Sativa de Linneo. Tem a raiz delgada e fibrofa, e lança troncos direitos, articulados, folheados, e de altura de dous até tres pés. As folhas são verdes, baftantemente compridas, de largura de-qua- tro ou cinco linhas, glabras e algum tanto afperas ao toque as flores nafcem em panniculo froxo, terminal, algumas vezes unilateral, hum tanto fechado, e de com- primento de feis até ferte poliegadas. As efpigueras são de comprimento de feis até des linhas, inclinadas ou pen- dentes fobre o pedunculo, e rem a fua pragana compof- ta de duas efcamas efverdinhadas, lizas, cftriadas, es branquiçadas nas fuas margens, muito agudas, e mais compridas, que as flores, que involvem. As flores são duas em cada efpigueta, e tem cada huma dellas huma barba muito comprida, vermelhada na bafe, a qual perde muitas vezes com a cultura. As fementes são al- longadas, lizas, negras ou brancas, fegundo as varieda- des da planta. Crefce à Avèa no campo, e julgafe ori- ginaria da Ilha de João Fernandes no mar do Sul, jun- to a Chili. A fua femente, a que particularmente fe dá o nome de Avèa, he farinhenta e mucilaginofa. Em muitas partes he o melhor e principal alimento dos ca- vallos; ferve para o mefmo a toda a forte de paffaros, e faz parte do fuftento de muitos outros animaes. Del- la fe faz pão no tempo da efterilidade fazemfe della rambem caldos muito faudaveis: geralmente a Avea he reputada frefca, adoçante e refolutiva. Do Lat. Avena. FEKR, DE VASC. Ulyllip. 1, 7 Vós failais nella täbola, que não joga, trigo fem avea. Bens. Lim. Ecl. 10 Ve- jo o trigo em avea convertido. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 12. n. 78 Semcou efte no feu campo trigo efcolhi- do, fem joio, avea, nem zizania alguma. Adag. De trigo e de avea minha cafa chêa. DE- 11c. Adag. 64, Sega fua avea quem ganhar defeja. DELIC. Adag. 15. {{lema|AVEADO, A}}. adj. Adoudado, que tem vêa de doudo. JER. CARDOS. Dict. BENT, PER. Thef. {{lema|AVECAS}}. s. f. pl. (do arado) O mefmo que Aivecas. BARBOS. Diet. BERN. Eftim. 23, {{lema|AVEDOURO, A}}. adj. antiq. Que fe ha de haver ou pof- fuir. (Avedoiro) VIT. CHRIST. 1, 32, 96 E cftava de nocte em contemplaçom e oraçom, nom do mundo, mas de Deos, por as coufas efpiritudes, e por os bens verdadeiros avedoiros, nom pera li, mas pera nós. {{lema|AVEJÃO}}. s. m. vulg. He voz corrupta de Visão. BLtr. Vocab. {{lema|AVELA}}. s. f. T. da India. Anoz torrado. Cour. Dec, 6, 31 Não levava outra coufa mais que avela, que he arroz torrado. Luc. Vid. ; 23 Chainão avela aos grãos de arroz não cozidos, mas mal torrados ao fogo. {{lema|AVELHACADO, A}}. p. p. de Avelhacar. VIT. CHRIST. 157, 171 Mas porque a lei natural foi avelbata- da e feita vil por a ufança e coftume de peccár &c. {{lema|AVELHACAR}}. v. a. anriq Envilecer. VIT. CHRIST. I, 36, 112 E defenhãonas [fuas faces].e avelbacão feus corpos com habitos e veftidos cujos. ilaga {{lema|AVELHENTADO, A}}. p. p. de Avelhanrar Ufafe.com- mummente como adj. Em que fe conhece velhice anticipa- da á idade. LoB. Cor. 11, 105 y Porque fazem os ef- pelhos tão mão rofto, e tão avelbentado, que fe não póde hum homem de bem ver a elles. TELL. Chr. I, 3, 29. n. 2 Ha mais huma imagem de S. João Bautif ta, muito antiga, mal feita, e avelhentada. CARDOS. A- giol. 3, 588 Orofto macilento e fraco, ali por fer muito penitente e avelbantado, como &c. {{lema|AVELHENTAR}}. v. a. Envelhecer, adiantara velbice. BLUT. Vocab. una lava {{lema|AVELLÃA}}. s. f. Fruto da Avelleira. Do Lat. Avellana. ORT. Colloq. 13, 47 O maior [cardamomo]he quafi como bolota, e o menor, quafi como avellia. A. GALV. Tr. 39 Em que entravão algumas [dellas pérolas, co- mo avelläas. BERN. Lim. Ecl to Belotas te darei e avel- laas. Avelláa da India. Certo fruto da India. Oriental. A arvore, que o produz he denominada por Linco Gui- landina Moringa. Efta arvore he de huma grandezazor- dinaria; o tronco, que he baftantemente. direito, he.co- que berto de huma cortiça exteriormente trigueira ou negra, e tem hum cheiro, e fabor quafi femelhante ao dos maftruços. A cafea da raiz tem o mefmo fabór que o do tronco os ramos rem o pão esbranquiçado, coberto de capa verde guarnecidos de folhas alternas, amplas, duas ou tres vezes aladas, compoftas de pinnulas oppof- tas, que cada huma dellas tem de cinco até nove folio- los ovacs, defiguacs, verdes, glabros, pequenos, e pe- ciolados: as flores são esbranquiçadas hermaphroditas, ou polygamas e difpoftas em panniculo na fummidade dos ramos fobre pedunculos pubefcentes, munidos de hu- ma muito pequena efcama junto a bafe das fuas divi- soes. Cada flor tem hum caliz dividido quafi até a ba- fe em cinco foliolos oblongos; alinguetados our lineares, ondulados nas fuas margens, pubefcentes no exterior e -commummente revirados para o pedunculo, mas irregu- larmente e de hum melmo lado. Tema cinco pétalas li- neares, rentes, inferidas fobre o receptaculo e em tu- do femelhantes aos foliolos do caliz, dez eftames, cin- co efteréis, ou Tem antheras, e cinco. ferteis, e cujos filamentos são eftendidos e villofos na fua margem. Cin- co delles fuftentão antheras amarellas com huma cabe- ça orbicular, convexa por cima e algum tanto achata- da por baixo, e hum ovario fuperior coblongo, pubef- cente, que fe termina em hum eftilo filiforme, curva- do, algum tahto villofo e apenas tão comprido como os eftames, e cuja extremidade the hum eftigma muito fim- ples. O fructo, de que aqui principalmente fe trata, he huma efpecie de filiqua de comprimento de hum pó c cás vezes de mais, obtufamente triangular, pontuda, al- gum ranto mais groffa que hum dedo, tendo tres lados ariongitudinaes fobre cada face, unilocular e que fe abre em tres valvulas inteiramente diftinétas: a fubftancia in- terior de cada valvula he esbranquiçada e fungofa, Os "grãos ou bagos são efpecies de nozes ovaes, triangula- res, do tamanho de huma avelláa (donde the vem o nome) guarnecidas de tres azas. membranofas, que fe feparão facilmente, e difpoftas fegundo todo o comprimento da filiqua, dezoito ou vinte n'huma fó ordem. Por esbaixo da cafca dura e cartilaginofa de cada avelláa efti huma amendoa esbranquiçada e muito oleofa. Efta arvo- re crefce nos lugares areentos do Malabar, Ceilão,, c Outras Regiões da India Oriental. As flores principalmen site de tarde, efpirão hum cheiro muito fuave e grato. -Dos fructos fe tira por exprefsão hum oleo, que tem a propriedade de fe não fazer rançofo com o tempo. O fucco deftal arvore paffa por antifpafmodico. But. Vo cab. ivit gian {{lema|AVELLADO, A}}. p. p. de Avellar. Ufafe commummente como adj. Enxuto ou endurecido como avellaa. Applicale as bolotas, caftanhas, &c. quando enxutas e defpegadas da cafea chocalhão dentro. OKT. Colloq. 11, 38.E de- -pois que för feeca [a fructa] fabem a caftanhas avella das. (aviladas eftá efcrito, tal vez erro da imprefsão) SANT. Ethiop. 1, 3, 10 Efte miolo de coco, depois de afecco e avellado, fe chama coprab paq Mer, Applicafe ás peffoas que, lográo huma velbi<noinclude></noinclude> hz1qvgulvlbbjtisylfx6se2uz4s0r4 Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/723 106 257259 561417 2026-09-03T11:09:35Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: A V E ce sia, rija, e agil, ceftio engilhadas e feccas; co. mo a avellia, que dura affim muito tempo. FERR. DE Vasc. Ulyffip. 2, 6 Haveis de ir fallar a huma dona engorlada, mulher de meia idade, deftas, a que cha- mais avelladas, grande alforge da cafa e de grande cré- dito pera tudo, 250 bay of stad speed {{lema|AVELLANA}}. s. f. ant. e pouc. uf. O mefmo que Avelláa. ORT. Colloq. 25, 115 Na ilha de São Lourenço em huma certa parte... 561417 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A V E ce sia, rija, e agil, ceftio engilhadas e feccas; co. mo a avellia, que dura affim muito tempo. FERR. DE Vasc. Ulyffip. 2, 6 Haveis de ir fallar a huma dona engorlada, mulher de meia idade, deftas, a que cha- mais avelladas, grande alforge da cafa e de grande cré- dito pera tudo, 250 bay of stad speed {{lema|AVELLANA}}. s. f. ant. e pouc. uf. O mefmo que Avelláa. ORT. Colloq. 25, 115 Na ilha de São Lourenço em huma certa parte della ha huma fruita muito redonda maior que avellana com cafca.if all {{lema|AVELLANADO, A}}. adj. De cor de avellña. PROV. DA HIST: GEN. 1, 3, 47. p. 570 Quinze toucas avellana- das. Junça avellanada. Vej. Junça. ORT. Colloq. 25, 115 Que fruita he aquella, que eftà aparando aquel ola moça, porque parece junca avellanada ou junco odo- rato. 57, 218 He herva femelhante ao cipero ou junça avellanada. {{lema|AVELLANEIRA}}, s. fcant. O mefmo que Avelleira. ORT. Colloq. 7, 22 A feição da folha, a qual the debuxáráo fer como o das noflas avellaneiras. Cerro da imprefsão avaldueiras) M. DE FIGUEIR. Chronogr: 5, 22 Metter deftacas d'oliveiras, falgueiros, avellaneiras, &cc. {{lema|AVELLÃAZINHA}}. s. f. dim. de Avellaa. CкAG. Rami- lk. 7 ggf. OGATAVA {{lema|AVELLAR}}. v. a. Engilhar, endurecer, enxugar como avel- laa. Tambem fe ufa com pron. peff. Das caftanhas, que -reftando quafi. feccas, fe foltão da cafca. JER. CARDOS. Dict. BARBOS. Dict. BENT. PER. Thef. cail Met. Das peffoas, que com a velhice engilhão e onfeccáo como a avellaa, e affim vivem muito. BLUT. Vo- socab: topinedem conloftto al med {{lema|AVELLEIRA}}. s. f. Certa arvore fructifera. He denominada por Linneo Corylus Avellana. Tem a raiz comprida, grof- fabeaforte, enterrada profundamente na terra, e eftendi- oda ao fargo, lançando groffos troncos, direitos, que fe dividem em muitos ramos, e em varas dobradiças, fem nós, cujo páo he branco e ten roo Quando novas são co- sbertas eftis varas de felpa. As folhas são pecioladas, fat- gas arredondadas, algum tanto astugadas, e denteadas, -a côr the verde, pallida, e são levemente felpudas por baixo. Tem por flotes huns folhelhos delgados, ablon gos, cylindricos, que tem flores mafculas, os quaes rem huns fios vermelhos, que são os piftilos das flores fe- meas. Eftes folhelhos são efverdinhados, depois amarel- -ilados, elcamafos, e que não produzem fructo algum. Os ofractos nafcem fobre a mefma arvore, mas em lugares feparados e unidos muiro juntos, e são as avelláas bem sconhecidas de todos. Cada huma dellas he coberta de hu- ina drupa membranofa 3 franjada pelas margens; e carnu- da na bafe: o fructo he redondo ou oval, com huma -Reafca lignofa, Ilza de cor amarella avermelhada, e in- chue Ihruma amendoa, de que fe tira fucco lacteo, cober. eta a amendoa de huma pellicula avermelhada nas avellei- ràs cultivadas, e ruiva nas filveftres e he boa para co- mer Cultivafe efta arvore nos jardins, vinhas e poma- obres da maior patte da Europa, e crefce naturalmente nos albofques, e caminhos; mas as filveftres são muito mais -avagarofas no feu crefcimento. BERN. Lim. Eol: 5 Quão docemente agora aqui cantava Hum ruifinol antre eftas siavelleiras. Leit. D'ANDRAD, Mifc. cry8y. Aqui ao lon- go do ribeiro, que parece que o éltáo efcondendo .com To fua fria, e delicada fombra muitas avelleiras. MEND. DE Vasc. Sit, z,207 Ameniflimos bofques de caftanhei- rostavelleiras, e madtonheiros.pt clones Epith. Copada. Los. Primav. 3, 8. Frefca. ORIENT. Lafit 54. Sombria. SOTTOM. Ribeir. 17. Verde. Los. Primav. 1, olois ollo {{lema|AVELLEIRAL}}. s. m. Campo ou lugar plantado de avel- eshtinas Jex. GARDOS. Dict. BARCOS. Dict: BEXTA PER. Has odio:mado, com {{lema|AVELLORIOS}}. s. m. pl. Grãoszinhos de vidro redondos, comb cabeças de alfinetes, e furados na meio, de que fa zem contas, fios e meadinhas, que fervem de ornato as mu- Theres para trazerem no pescoço, e nos braços. BLUT! Vo- cub. con pas OTAVA ano Saber bem vender os feus avellorios. Fraf. proverb. Encarecer e fazer valer qualquer confa propria, hindäque seja de pouco ou nenhum valor. Beer. Vocab, {{lema|AVELUTADO, A}}. adj. Que tem pelo alto. Applicafe a certos tecidos de sêda, como ao veludo, ao cerim, &c. -RESEND, Entrad. delRei D. Man. em Cattell Eella veftida em hum habito de veludo avelutado preto. BARR. Dec. 1, 3, y Com lavores altos e baixos. a maneira que acerca de nós he a tecedura de cerim avelutado. FEST. INA CANON. 87 O Capitão veftia ricamente à franceza a com o camelho avelutado e golpeado.. Tambem metaphoricamente fe applica a coufas an- tigas e que tem durado muito. CHAG. Cart. 2, 66 As cartas, que eftão em Viana, ainda eftão de conferva, cme parece que as queimarei fem as ler, porque além Tambem fe applica a algumas flores. MONTEIR. de eftarem ja avelladas, en não tenho tempo para ref ponder á terça parte Art. 17, 20z. Os cravos de inverno de vestido avelutado. {{lema|AVE MARIA}}. f. A faudação Angelica. Otação compof- .ta das palavras, com que o Archanjo. São Gabriel-fau- -dou a Virgem Santiffima, Senhora noffa, e das que lhe diffe Santa Ifabel, com outras, que a Igreja lhe accrefcen- tou, em forma de deprecação. Dizfe affim das duas pri- meiras palavras da faudação. FERR. DE VASc. Ulyflip. 3, E nem pera dizer huma Ave Maria tenho espaço. .FA. MARC. Chr. 1, 1, 77 E com muita rezão huma Ave Maria de hum obediente he mais afinha ouvida, que mil de hum defobediente. CART. IDE JAP. 1148, 24 Vai agora todos os dias à Igreja, aonde diz que reza trezentas Ave Marias. 33 tonConta de menor graudeza, que a do Padre noo. M. BERN. Medit. 2, 3 Ha nas Indias pérolas, que em ra- zão de fua differente grandeza, e figura, fe chamão pé- rolas Ave Marias, e pérolas Padres nollos.mo Ave Marias. pl. Sinal, que fe faz ao toque dos fi- nos d prima noite, e tambem no romper da manhã e ao meio dia. Commmummente fó fe toma pela ultima ho- ra da carde ou bocca da noite, tempo, em que fe faz o referido final. Chamafe aflim em razão do louvavel coftume de fe rezar então tres vezes a faudação Ange- [lica em memoria do gloriofiffimo myfterio da Encarnação. RO CART. DO JAP. I, 76, 3 Aconteceo que eftandoo me- dindo o vinho] rangerão as Ave Marias, Leño, Re- port. 81 Penas dos que trazem béftas depois das avema- rias.. BRAND. Mon. 4, 14, 22 Introduzio, na Igreja [o Papa Gregorio IX.] o fanto e louvavel coftume de fe Atanger ao pôr do Sol ás Ave Marias. {{lema|AVENA}}. s. f. {{Uso|Poet}}. Certo inftrumento nufico de maneira de flauta, do qual ufavão os paftores. Lat. Avena. CAM. Luf. 1,5 Daime huma fúria grande e fonorofa, 1.não de agrefte avena, ou frauta rúda. CORR. Comm. i, 1215 Huma certa frauta dos paftores fe chama avena em la- tim: do nome de huma herva, a que nós em vulgar cha- obmamos avèa, da qual os paftores antigamente coftuma- vão fazer frautas, com que tangião. E ha differença en- atré avena centibia, que avena fe fazia delta hetva, e ti- bia e fiftula fe fazia de pão ou de canna. Paz., Elegiad. 15,61 Outro alli com tenra avena Não inveja de Ty- tiro a camena. SYLV. DE Liz. 71 Os olhos levantai, que em rude avena Vos. cantarei por tom no mundo raro. Epirh. Agrefte: ORIENT. Lufic. 36. Doce. Maus. Aff. Afr. 4; 59. Rude. SYLV. DE LIZ. 71. Ruftica. CAN. Luf. 5,63. Tenra. PER. Elegiad. 5, 61. {{lema|AVENADO, A}}. adj. ant. e pouc. uf. O mefmo que Avêa- do. FERR. DE VASc. Ulyffip. 3, 6 E fabeis porque di- go ifto porque a rapariga he avenada, tomalhe logo hu- ma continua, que nunca fahe da janella. {{lema|AVENCA}}. s. f. Certa planta medicinal, a que tambem cha- mio Adianto branco. Vejafe Adianto GIL Vic. Obr. 4, 248 Agoa cozida lhe dareis com avenca. LEIT. D'AN- DRAD. Mifc. 1, 22. Por cima [das fontes] a avenca, a dou- fadinha, a ferpentina, &c. Lov. Primav., 10 Eftila- dás [as agons] pela verde avenca. {{lema|AVENÇÃO}}. s. m. Certa planta da familia dos fetos. He denominada por Linneo Afplenium Trichomanies. Tem a raiz fibrofa, vivace, e trigueira. Lança muitos peque- -Anos troncos delgados, vermelhos, luzidios, e quebra- obradiços: As folhas tem o comprimento de tres até qua- tro pollegadas, compoftas de mais de trinta foliolos pe- quenos, ovaes, arredondados, denteados, rentes, collo- cados em duas ordens oppoftas pelo comprimento de hum - peciolo scommum, pe de cor de purputa efcura. As fo- Thas são tenras, cobertas pelo dorfo de pequenas femi- .mencias cfcamofas, formadas de muitas capfulas membra inofas, quafitefphericas, guámecidas de hum annel elaf- sbcapfulas, que contém fementes efcuras em forma de tico, que pela contracção fe folta, e faz arrebentar as poeira muito fina, Dáfe efta planta em muitas partes da Europa,pa fombra, nos lugares bevantadas, fobre muros velhos nas fendas bumidas dos rochédos, e permanece, durante o inverno. He apperitiva e peitoral. GRISL. De-<noinclude></noinclude> t7gxzfxrzsvq2r470m923oyxvrtvxlv