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Oração de Manassés
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~2026-48878-60
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Palavras em hebraico e mandamento da Torá de não profanar o nome de D'us.
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{{navegar
|obra=Oração de Manassés
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|notas=A ''Oração de Manassés'' é um texto apócrifo atruibuído ao rei Manassés, ímpio governante que se arrependeu após um cativeiro ([[Ferreira de Almeida Atualizada/2 Reis/XXI|2 Reis 21:1-18]], [[Ferreira de Almeida Atualizada/2 Crônicas/XXXIII|2ª Crônicas 33:1-20]]). Este texto apareceu em edições da [[w:Septuaginta|Septuaginta]] e em apêndices da [[w:Vulgata|Vulgata]]. O texto é aceito como deuterocanônico pelos cristãos ortodoxos do Sínodo de Jerusalém e aparece junto a 2ª Crônicas na Bíblia etíope.
}}
{{versículo|1|1|Ó יהוה, Poderoso אלהא de nossos pais, Abraham, Yitzchak e Yakov, e de sua justa semente;}}
{{versículo|1|2|Que fizestes os céus e a terra, com tudo aquilo que estão neles;}}
{{versículo|1|3|Que separaste o mar com a palavra de teu mandamento; que prendestes nas profundezas, e selastes com seu temível e glorioso nome;}}
{{versículo|1|4|Que todos os homens tenham temor, e tremam diante de teu poder;}}
{{versículo|1|5|Porque niguém pode agüentar perante a majestade de tua glória, e tua ira contra os pecadores é insuportável;}}
{{versículo|1|6|Mas tua promessa misericordiosa é imensurável e insondável;}}
{{versículo|1|7|Porque tu és o maior Deus, de grande compaixão, paciente, muito misericordioso e perdoa as maldades dos homens. Tu, ó יהוה, de acordo com a grande bondade prometestes o perdão àqueles que pecaram contra ti: e de tuas infinitas misericórdias conferistes o arrpendimento aos pecadores, para que possam ser salvos.}}
{{versículo|1|8|Tu portanto, ó יהוה, que é o Deus dos justos, não conferistes arrependimento aos justos, assim como a Abraham, Yitzchak e Yakov, que não pecaram contra ti; mas tu conferistes arrependimento a mim, pecador;}}
{{versículo|1|9|Porque eu pequei tanto quanto o número das areias do mar. Minhas transgressões, ó יהוה, são multiplicadas: são multiplicadas, e eu não sou digno de contemplar os altos céus por causa da multidão das minhas iniquidades.}}
{{versículo|1|10|Estou preso por correntes de ferro, não posso levantar a minha cabeça, ninguém me libertou: porque eu provoquei tua ira, e fiz o que era mau perante ti: eu não fiz tua vontade, nem guardei teus mandamentos: eu levantei abominações, e multipliquei ofensas.}}
{{versículo|1|11|Assim, agora eu dobro os joelhos de meu Lev e imploro pela tua graça.}}
{{versículo|1|12|Eu pequei, ó יהוה, eu pequei, e eu reconheço minhas iniqüidades;}}
{{versículo|1|13|Por isso eu humildemente imploro, perdoa-me, ó יהוה, perdoa-me e não me destrua com as minhas iniqüidades. Não te ires comigo para sempre, com o mal para mim; nem me condene às partes mais baixas da terra. Porque tu és יהוה, o Deus daqueles que se arrependem;}}
{{versículo|1|14|E em mim derrama tua bondade: porque tu me salvastes, apesar de eu não merecer, de acordo com tua grande misericórdia.}}
{{versículo|1|15|Por isso eu o louvarei em todos os dias da minha vida: porque todos os poderes dos céus louvam a ti, e tua é a glória para sempre e sempre. אמן.}}
{{GFDL}}
[[Categoria:Textos da Antiguidade]]
[[Categoria:Judaísmo]]
[[Categoria:Cristianismo]]
[[Categoria:Apócrifa]]
[[en:Bible (King James)/Prayer of Manasseh]]
[[ja:マナセの祈禱]]
[[sv:De apokryfiska böckerna (1921)/Manasses' bön]]
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Autor:Júlio Verne
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Erick Soares3
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/* Viagens Extraordinárias */
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{{Autor/v2
| InicialUltimoNome = V
| nome = Júlio Verne
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| data_nascimento = {{dni|8|2|1828|si}}
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| Wikipedia = Júlio Verne
| Wikiquote = Júlio Verne
| Wikicommons = Jules Verne
| MiscBio = Júlio Verne foi o filho mais velho dos cinco filhos de Pierre Verne, advogado (avoué), e Sophie Allote de la Fuÿe, esta de uma família burguesa de Nantes. É considerado por críticos literários o precursor do género de ficção científica, tendo feito predições em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como os submarinos, máquinas voadoras e viagem à Lua.
}}
== Obras ==
=== Viagens Extraordinárias ===
{{Lista de documentos início|tn}}
{{Documento|data=1863|título=Cinco Semanas em Balão|tn=Cinq Semaines en ballon|galeria=Júlio Verne - Cinco Semanas em Balão (1886).pdf|progresso=|gênero=|notas=}}
{{Documento|data=1864|título=Viagem ao Centro da Terra|tn=Voyage au centre de la Terre|galeria=Júlio Verne - Viagem ao Centro da Terra (1886).pdf|progresso=|gênero=|notas=}}
{{Documento|data=1865|título=[[Da Terra á Lua|Da Terra à Lua]]|tn=De la Terre à la Lune|galeria=Da Terra á Lua.pdf|progresso=4|exportar=Da Terra á Lua|gênero=|notas=}}
{{Documento|data=1866|título=[[Aventuras do Capitão Haterras]]|tn=Les Aventures du capitaine Hatteras |galeria=Júlio Verne - Aventuras do Capitão Hatteras, Parte 1 - Os Ingleses no Polo Norte (1886).pdf|progresso=|gênero=|notas=dois volumes}}
{{Documento|data=1868|título=[[Os Filhos do Capitão Grant]]|tn=Les Enfants du capitaine Grant|galeria=Júlio Verne - Os Filhos do Capitão Grant, Parte 1 - América do Sul (1886).pdf|progresso=|gênero=|notas=3 volumes}}
{{Documento|data=1870|título=[[Á Roda da Lua (5ª edição)|Á Roda da Lua]]|tn=Autour de la Lune|galeria=Júlio Verne - À Roda da Lua (1886).pdf|progresso=|gênero=|notas=}}
{{Documento|data=1870|título=[[Vinte Mil Léguas Submarinas]]|tn=Vingt mille lieues sous les mers|galeria=Júlio Verne - Vinte Mil Léguas Submarinas, Parte 1 - O Homem das Águas (1887).pdf|progresso=|gênero=|notas=Dois volumes}}
{{Documento|data=1871|título=Uma Cidade Fluctuante|tn=Une ville flottante|galeria=Júlio Verne - Uma Cidade Flutuante (1887).pdf|progresso=|gênero=|notas=2ª edição}}
{{Documento|data=1872|título=Aventuras de Três Russos e Três Ingleses|tn=Aventures de trois Russes et de trois Anglais|galeria=Júlio Verne - Aventuras de Três Russos e Três Ingleses (1886).pdf|progresso=|gênero=|notas=}}
{{Documento|data=1873|título=[[O País das Peles]]|tn=Le Pays des fourrures|galeria=|progresso=|gênero=|notas=}}
{{Documento|data=1873|título=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)|A Volta do Mundo em 80 Dias]]|tn=Le Tour du monde en quatre-vingts jours|galeria=Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf|progresso=|gênero=|notas=3ª edição}}
{{Documento|data=1874|título=O Doutor Ox|tn=Le Docteur Ox|galeria=Júlio Verne - O Doutor Ox (1888).pdf|progresso=|gênero=|notas=2ª edição}}
{{Documento|data=1874|título=[[Em Tradução:The Mysterious Island|A Ilha Misteriosa]]|tn=L’Île mystérieuse|galeria=|progresso=|gênero=|notas=}}
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{{Documento|data=1878|título=[[A Descoberta da Terra]]|tn=Découverte de la Terre|galeria=|progresso=|gênero=|notas={{smaller|''As Grandes Viagens e os Grandes Viajantes''}}}}
{{Documento|data=1878|título=[[Um Herói de Quinze Anos]]|tn=Un capitaine de quinze ans|galeria=|progresso=|gênero=|notas=}}
{{Documento|data=1879|título=Atribulações de um Chinez na China|tn=Les Tribulations d’un Chinois en Chine|galeria=Júlio Verne - Atribulações de um Chinês na China (1888).pdf|progresso=|gênero=|notas=2ª edição}}
{{Documento|data=1879|título=[[A Descoberta da Terra|Os Navegadores do Século XVIII]]|tn=Les grands navigateurs du XVIII<sup>e</sup> siècle|galeria=|progresso=|gênero=|notas={{smaller|''As Grandes Viagens e os Grandes Viajantes''}}}}
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{{Documento|data=1880|título=[[A Casa a Vapor]]|tn=La Maison à vapeur|galeria=|progresso=|gênero=|notas=}}
{{Documento|data=1880|título=[[A Descoberta da Terra|Os Exploradores do Século XIX]]|tn=Les voyageurs du XIX<sup>e</sup> siècle|galeria=|progresso=|gênero=|notas={{smaller|''As Grandes Viagens e os Grandes Viajantes''}}}}
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{{Documento|data=1882|título=A Escola dos Robinsons|tn=L’École des Robinsons|galeria=Júlio Verne - A Escola dos Robinsons (1889).pdf|progresso=|gênero=|notas=2ª edição}}
{{Documento|data=1882|título=O Raio Verde|tn=Le rayon vert|galeria=|progresso=|gênero=|notas=}}
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{{Documento|data=1884|título=Os Piratas do Arquipélago|tn=L’Archipel en feu|galeria=|progresso=|gênero=|notas=}}
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{{Documento|data=1885|título=Mathias Sandorf|tn=Mathias Sandorf|galeria=|progresso=|gênero=|notas=}}
{{Lista de documentos final}}
=== Atribuição desmentida ===
* {{livro digitalizado|Descobrimento Prodigioso e suas Incalculaveis Consequências para o Futuro da Humanidade|Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf}}, traduzido por [[Autor:Salvador de Mendonça|Salvador de Mendonça]]
===Gutenberg===
* [https://www.gutenberg.org/ebooks/62101 Robur, O Conquistador] (1890)
{{autor-idioma
| idioma = fr
| página = Auteur:Jules Verne
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{{autor-traduções}}
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[[Categoria:Júlio Verne| ]]
[[Categoria:Autores franceses]]
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<section begin="I"/>{{d|Eu conto o caso como o caso foi...
:(''Canção maranhense.'')}}
Era um dia abafadiço e aborrecido.
A cidade de S. Luiz do Maranhão parecia adormecida em um forno quente—as paredes tinham reverberações argentinas; as pedras das ruas escaldavam; as vidraças faiscavam ao sol, como enormes diamantes; as folhas das arvores nem se mexiam; as carroças d'agoa, pezadas e ruidosas, passavam com grandes e sonoros estalos nas pedras da rua, e os aguadeiros, em mangas de camisa e pernas arregaçadas, invadiam sem ceremonia as casas para encher as banheiras e os potes.
Em certos pontos não se via viva alma na rua—estava tudo concentrado, adormecido; só os pretos faziam as compras para o jantar ou andavam no ganho.
A praça d'Alegria tinha um aspecto funebre e hypocondriaco—estava solitaria, triste; de um casebre miseravel, de porta e janella, ouviam-se gemer armadores enferrujados de rede, e uma voz tisica e {{hífen|aflan|aflantada}}<section end="I"/><noinclude>
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<noinclude><pagequality level="4" user="Trooper57" />{{rh||'''B. L. GARNIER, livreiro-editor. Rua do Ouvidor 71, Rio de Janeiro'''|borda_inferior=1}}</noinclude>{{c|'''OBRAS DE ALUIZIO AZEVEDO'''}}
{{c|ROMANCES}}
{{Tabela|título='''[[Uma Lágrima de Mulher|Uma lagrima de mulher]]''' — {{ano|1879}}. Maranhão.|página=Ediçao esgotada.}}
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{{Tabela|título='''[[Girândola de Amores|Mysterio da Tijuca]]''' — {{ano|1882}}. Rio de Janeiro. 1 vol. in-4* enc. 3$, br.|página=2$000}}
{{Tabela|título='''[[Casa de Pensão|Casa de pensão]]''' — {{ano|1883}}. Rio de Janeiro. 1 vol. in-8* enc. 3$, br.|página=2$000}}
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{{ch|THEATRO}}
'''[[O Mulato]].''' — Drama em 3 actos. Representado no theatro ''Recreio Dramatico'', {{ano|1884}}.
'''[[Casa de orates]].''' — Comedia em 3 actos, {{ano|1882}}, de collaboração com Arthur Azevedo. Theatro ''Sant’Anna''.
'''[[Flor-de-liz|Flôr de liz]].''' — Opereta em 3 actos, de collaboraçao com [[Autor:Artur de Azevedo|Arthur Azevedo]], {{ano|1882}}. Theatro ''Sant’Anna''.
'''[[Filomena Borges|Philomena Borges]].''' — Comedia em 1 acto, {{ano|1884}}. Theatro ''Príncipe Imperial''.
'''[[Venenos que curam]].''' — Comedia em 4 actos, de collaboraçao com Emilio Rouède, {{ano|1885}}. Theatro ''Lucinda''.
'''[[O Caboclo]].''' — Drama cm 3 actos, de collaboraçao com Emilio Rouède, {{ano|1886}}. Theatro ''Sant’Anna''.
'''[[Os Sonhadores]].''' — Comedia em 3 actos, {{ano|1887}}. Representada com o titulo Macaquinhos no sotão. Theatro ''Sant’Anna''.
'''[[Fritzmak]].''' — Revista dos acontecimentos do anno de {{ano|1888}}, de collaboraçao com [[Autor:Artur de Azevedo|Arthur Azevedo]]. Theatro ''Variedades Dramaticas''.
{{ch|A PUBLICAR}}
'''Thriboulet.''' — Traducção em verso rimado do drama em 5 actos de [[Autor:Victor Hugo|Victor Hugo]] [[:fr:Le Roi s’amuse|{{sc|Le roi s’amuse}}]], de collaboraçao com [[Autor:Olavo Bilac|Olavo Bilac]], {{ano|1887}}.
'''Fóra d’horas.''' — Um volume de contos.<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="4" user="Trooper57" /></noinclude>{{Justificado|«{{lang|la|Periculum dicendi non recuso}}.»}}
{{d|({{sc|[[:la:Scriptor: Marcus Tullius Cicero|Cicero]]}}.)}}
{{Justificado|«{{lang|fr|La vérité, toute la vérité, rien que la vérité}}.»}}
{{d|(''Droit Criminel''.)}}
{{Justificado|«Os meus honrados collegas do jornalismo, e todos esses grandes publicistas que fatigam o céo e a terra para provar que esta em que estamos e a verdadeira época de transição, esses nos dirão se a Providencia andaria bem ou mal se hoje suscitasse um novo Timon da verdadeira raça das furias, que com as pontas viperinas do azorrague vingador lacerasse sem piedade os crimes e os vicios que a deshonram.»}}
{{Bloco direito|({{sc|{{a|João Francisco Lisboa}}}}, ''[[Portal:Jornal de Timon|Jornal de Timon]]''. Prospecto. Obras completas, 1º vol., pag. 12.)}}
{{Justificado|«{{lang|fr|Ung oyseau qui se nomme cigale estoit en un nguier, et François tendit sa main et appella celluy oyseau, et tantost il obeyt et vint sur sa main. Et il lui deist: Chante, ma seur, et loue’nostre Seigneur. Et adoncques chanta incontinent, et ne sen alia devant quelle eust congé}}.»}}
{{d|({{sc|[[:fr:Auteur:Jacques de Voragine|Jacques de Voragine]]}}, ''La Legende Dorée''. Traduction française.)}}<noinclude></noinclude>
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Castelobranco
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Boas-vindas à Wikisource, um projeto colaborativo livre voltado para a construção de um '''acervo digital de livros e textos em domínio público, ou em [[Wikisource:GNU Free Documentation License|licença aberta]] ''' que sejam relevantes para o público geral, utilizando uma comunidade [[w:wiki|wiki]].
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<br>
Boa estadia e bom trabalho!
</div> --[[Utilizador:Luan|Luan]] ([[Utilizador Discussão:Luan|discussão]]) 13h04min de 22 de novembro de 2017 (UTC)
== Editor ou Administrador? ==
Ola ... o teu pedido é para ser apenas um editor ou um Sysop? Não é mencionado sysop nele. [[Utilizador:DARIO SEVERI|DARIO SEVERI]] ([[Utilizador Discussão:DARIO SEVERI|discussão]]) 00h10min de 4 de dezembro de 2022 (UTC)
:@[[Utilizador:DARIO SEVERI|DARIO SEVERI]]: Editor (e revisor) mesmo. Tenho interessante em pedir o de sysop para ajudar nas tarefas administrativas, mas seria algo precipitado neste momento. [[Utilizador:Albertoleoncio|Albertoleoncio]] ([[Utilizador Discussão:Albertoleoncio|discussão]]) 02h34min de 4 de dezembro de 2022 (UTC)
== Dúvida ==
Olá, Alberto. Você sabe me dizer se há alguma predefinição ou comando para adicionar sinais diacríticos em letras? Pergunto isso porque preciso encaixar um ^ e ~ em ị (i com ponto embaixo). Abraços. [[Utilizador:RodRabelo7|RodRabelo7]] ([[Utilizador Discussão:RodRabelo7|discussão]]) 19h32min de 16 de dezembro de 2022 (UTC)
:@[[Utilizador:RodRabelo7|RodRabelo7]]: ị̑ ị͂ [[Utilizador:Albertoleoncio|Albertoleoncio]] ([[Utilizador Discussão:Albertoleoncio|discussão]]) 19h44min de 16 de dezembro de 2022 (UTC)
== [[Estatuto do PCC]] ==
Olá, Alberto, na página acima voce rejeitou as últimas 3 alterações do texto, incluindo a ultima minha (ver [https://pt.wikisource.org/w/index.php?title=Estatuto_do_PCC&action=history]), porém ela estava correta. Se voce observar o texto como voce colocou falta o paragrafo 15 ([https://pt.wikisource.org/wiki/Estatuto_do_PCC]). Atenciosamente. [[Utilizador:DARIO SEVERI|DARIO SEVERI]] ([[Utilizador Discussão:DARIO SEVERI|discussão]]) 05h30min de 11 de janeiro de 2023 (UTC)
:{{ping|DARIO SEVERI}} Olá! O problema é que a fonte original também não tem o item 15, e o ideal é reproduzir tal como está na fonte. Eu coloquei uma nota de rodapé no texto para explicar a ausência do item. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 12h25min de 11 de janeiro de 2023 (UTC)
::Obrigado pelo aviso, eu não tinha conferido o original. [[Utilizador:DARIO SEVERI|DARIO SEVERI]] ([[Utilizador Discussão:DARIO SEVERI|discussão]]) 13h24min de 11 de janeiro de 2023 (UTC)
== Eita... ==
Como foi que tu fez [https://pt.wikisource.org/w/index.php?title=Bandeiras_e_Sertanistas_Bahianos/Governo_do_4._vice-rei_D._Vasco_Cezar_de_Menezes&action=history isso]? Fiquei um tempão copiando... Não seria melhor, então, fazer um redirect daquela página que criei para essa? (eu tinha colocado meu nome porque copiei de outro que fiz a tradução, achei que fosse o certo a fazer... [[Utilizador:André Koehne|André Koehne]] ([[Utilizador Discussão:André Koehne|discussão]]) 15h27min de 30 de janeiro de 2023 (UTC)
:@[[Utilizador:André Koehne|André Koehne]]: É que o Wikisource tem todo um sistema próprio, um ''workflow'' ideal para adicionar novos textos:
:#Baixar o PDF (ou djvu) da fonte de origem (O site onde esse livro estava não tinha PDF, apenas imagens, então eu baixei todas e converti para PDF).
:#Subir o arquivo para o commons ([[:c:File:Bandeiras e Sertanistas Bahianos.pdf]]).
:#Criar um ''index'' do livro aqui no wikisource. Um ''index ''é tipo uma ficha, mas aqui traduziram para "galeria" ([[Galeria:Bandeiras e Sertanistas Bahianos.pdf]]).
:#Ir em cada página do livro, transcrever o texto usando o Google OCR e revisar o resultado (Eu só transcrevi 6 páginas, a folha de rosto e o índice. Ainda falta o resto do livro. Tem interesse? :-D ).
:#Transcluír os conteúdos para o domínio principal usando <nowiki><pages></nowiki>.
:Em relação à página, acho que não. Esse texto lá é apenas uma nota de rodapé, então até faz sentido manter em uma página separada.
:Em relação ao nome... [[Wikisource:Seu suor não gera direitos autorais|não]] :-/ ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 16h06min de 30 de janeiro de 2023 (UTC)
::Eita, eu bem sei que não dá para reclamar "direitos autorais" ali... Pensei que fosse exigência para "responsabilizar" quem era que tinha mudado "mucamba" por "mucama", he, he... Quanto ao arquivo, não conhecia a digitalização. Tentei aqui baixar o PDF pelo Commons, mas não descobri como - e nem como ajudar na digitalização: aquilo vai além da minha compreensão! Snif... Mesmo que o interesse seja grande, ainda tem muita coisa desarrumada na uíque - tu sabes! he, he... Nossa, o Source tá bom demais! Eu fiz uma xerox da obra, muitos anos atrás, emprestada pelo [[w:Dário Teixeira Cotrim|Dário]] e depois ele sumiu o livro. Resultado: até hoje me pergunta se não ficou comigo! E vendo essa cópia da Brasiliana da UFRJ, nossa! Não tem ideia de como lutei aqui para entender algumas palavras que haviam ficado quase ilegíveis, e ali está facinho, facinho! Ah, tem um errinho na pág. 80 que digitalizou aqui (está "cento e trinta ''batefas''", é "bateias", pode ter sido erro na versão que foi digitalizada - na minha cópia aparece o "i" cortado...) Forte abraço, [[Utilizador:André Koehne|André Koehne]] ([[Utilizador Discussão:André Koehne|discussão]]) 17h42min de 30 de janeiro de 2023 (UTC)
==[[O Imperio brazileiro]]==
Olá, Alberto! Vi as alterações que você fez. Imagino que deve ter dado certo trabalho para organizar a galeria. Agradeço por ter me dado esse auxílio. Li alguns documentos e acho que entendi a lógica de inserção de textos. Espero que possa me ajudar caso surja alguma dúvida! Obrigado novamente! [[Utilizador:Liejo Gruz|Liejo Gruz]] ([[Utilizador Discussão:Liejo Gruz|discussão]]) 23h23min de 1 de fevereiro de 2023 (UTC)
== Commons para Wikisource ==
Olá de novo Alberto!
Seguindo a ideia de manter material [[Especial:Lista_de_ficheiros|localmente]], teria alguma forma de mover/copiar os ficheiros [[:commons:File:Os Negros (1921).pdf|File:Os Negros (1921).pdf]] e [[:commons:File:Meu amor! adoro-te!.pdf|File:Meu amor! adoro-te!.pdf]] para cá? No primeiro caso é devido a ilustrações que somente cairão em domínio público no Brasil em 2055 e o segundo é devido a um prefácio que somente cairá em DP em 2045.
Devido a essas questões, trabalhar com as demais obras do [[Autor:Monteiro Lobato|Lobato]] aqui se torna complicado: muitos [http://ameninacentenaria.bbm.usp.br/index.php/ilustradores/ ilustradores] só faleceram várias décadas depois dele e há mesmo um caso em que nem sabemos quando faleceu. A princípio acreditei que a predefinição [[:commons:Template:De minimis|''De minimis'']] serviria nestes casos, mas agora não tenho certeza... [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 22h59min de 17 de maio de 2023 (UTC)
:@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: De minimis? Não... isso só vale para algumas imagens onde o elemento com copyright teria uma remoção muito difícil ou o próprio elemento é insignificante, o que não é nenhum desses casos. O ideal mesmo é remover as imagens do PDF, fazer o upload da versão "censurada" e solicitar a eliminação da versão anterior. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 11h09min de 18 de maio de 2023 (UTC)
::Vou dar uma olhada em como fazer a censura então. Acha que algo deveria ser feito com [[Jéca Tatuzinho]]? A [[Galeria Discussão:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|discussão]] pensa na questão da lei brasileira, mas [[:w:en:Kurt Wiese|Kurt Wiese]] era um alemão que após [https://kids.britannica.com/students/article/Kurt-Wiese/340424 1927] virou cidadão dos EUA. Considerando que as ilustrações foram feitas antes da mudança de cidadania, que lei valeria? [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 11h48min de 18 de maio de 2023 (UTC)
:::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: No nosso contexto, o que vale é a lei do Brasil. Independentemente de onde o autor é nacional, o importante é notar onde o texto foi publicado inicialmente. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 07h39min de 19 de maio de 2023 (UTC)
::::Consegui que [[:commons:Commons:Village_pump/Copyright#Request_and_question|ocultassem]] as versões com material protegido no Commons e outro usuário também compartilha de sua opinião sobre isso - de toda forma já estaria em domínio público pela falta de herdeiros do autor, seguindo a discussão que citei acima (isso levanta a questão de ver se outros ilustradores estariam no mesmo caso). [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 09h35min de 19 de maio de 2023 (UTC)
== Constituição dos Estados Unidos da América ==
Olá. Tentei mover a página [[Em Tradução:Constituição dos Estados Unidos da América]] para "Constituição dos Estados Unidos da América" mas á página estava protegida. O senhor poderias fazer isso por mim? [[Utilizador:Saturnow|Saturnow]] ([[Utilizador Discussão:Saturnow|discussão]]) 23h31min de 12 de junho de 2023 (UTC)
:@[[Utilizador:Saturnow|Saturnow]]: Eu havia movido e começado a fazer algumas formatações, mas descobri que faltavam alguns pedaços do texto e alguns comentários que faltavam ser esclarecidos.
:Pensando bem, essa página é uma ótima candidata para a nova ferramenta de tradução... Vamos esperar uma semaninha e depois a gente conclui com a ferramenta nova. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 01h13min de 13 de junho de 2023 (UTC)
== . ==
Agora com as nova forma de tradução seria mais adequado passa as obras do [[Autor:Herbert George Wells]] para a [[Wikisource:Tradução espelho|Tradução espelho]]. Concorda? [[Utilizador:Saturnow|Saturnow]] ([[Utilizador Discussão:Saturnow|discussão]]) 19h55min de 23 de junho de 2023 (UTC)
:@[[Utilizador:Saturnow|Saturnow]]: Sim, claro! Mas acho que é melhor fazer uma obra de cada vez. Quer começar por qual? ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 02h04min de 28 de junho de 2023 (UTC)
::A Máquina do Tempo me parece interessante para começar. [[Utilizador:Saturnow|Saturnow]] ([[Utilizador Discussão:Saturnow|discussão]]) 15h31min de 28 de junho de 2023 (UTC)
:::@[[Utilizador:Saturnow|Saturnow]]: Como são várias subpáginas, vou fazendo uma de cada vez (descobri inclusive que {{tl|Tradução espelho}} tem um bug). Se quiser começar: [[Em Tradução:The Time Machine (Holt text)/The Inventor (en)]]. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 17h35min de 28 de junho de 2023 (UTC)
::::Quando fui editar aparece: A língua de origem deste grupo é português. Selecione outra língua, para a qual irá traduzir, por favor. [[Utilizador:Saturnow|Saturnow]] ([[Utilizador Discussão:Saturnow|discussão]]) 17h55min de 28 de junho de 2023 (UTC)
:::::@[[Utilizador:Saturnow|Saturnow]]: Tinha esquecido de mudar o idioma padrão da página. Agora foi. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 18h18min de 28 de junho de 2023 (UTC)
::::::Outro ponto, [[Em Tradução:Constitution of the United States of America (en)/pt]] já está concluída. Agora deve-se tirar o avisa e tradução e mover a página, não? [[Utilizador:Saturnow|Saturnow]] ([[Utilizador Discussão:Saturnow|discussão]]) 19h27min de 28 de junho de 2023 (UTC)
:::::::@[[Utilizador:Saturnow|Saturnow]]: Não dá e, ao mesmo tempo, não precisa. O sistema de tradução funciona de modo parecido com o de transcrição, onde cada "trecho" traduzido gera uma página independente ([https://pt.wikisource.org/wiki/Especial:%C3%8Dndice_por_prefixo?prefix=Em+Tradu%C3%A7%C3%A3o%3AConstitution+of+the+United+States+of+America+%28en%29%2F&namespace=1198&stripprefix=1 exemplo]), enquanto as transcrições geram uma página independente por cada página transcrita de um PDF/DjVu. Então, do mesmo modo que é feito com as transcrições, a gente pode fazer o mesmo com as traduções: transcluir para o domínio principal, tal como [[Constituição dos Estados Unidos da América]]. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 19h47min de 28 de junho de 2023 (UTC)
::::::::Terminei de traduzir o capítulo. Quer que eu avise-lhe a cada vez que terminar um capítulo? [[Usuário:Saturnow|<span style="color:#FFB56B;font-family:Poor Richard;">Saturnow</span>]] <sup>([[Usuário Discussão:Saturnow|<span style="color:#BFBFFF">Mensagem?</span>]]) </sup> 16h56min de 18 de julho de 2023 (UTC)
:::::::::@[[Utilizador:Saturnow|Saturnow]]: Hum... me avisa toda vez que precisar que eu ative uma tradução em uma nova página :-D
:::::::::Na verdade, apenas na [https://pt.wikisource.org/w/index.php?title=Em_Tradu%C3%A7%C3%A3o:The_Time_Machine_(Holt_text)/The_Time_Traveler_Returns_(en)&action=history ultima edição] é que é necessário o estatuto de administrador de traduções, mas as outras edições anteriores você mesma pode fazer. Inclusive me ajudaria muito pq esse último passo eu posso fazer em alguns segundos via celular.
:::::::::O primeiro passo, que é obter o código-fonte da página, é mais complexo mas eu fiz uma ferramenta para facilitar: https://alberobot.toolforge.org/transource.php, basta preencher os dados como [https://alberobot.toolforge.org/transource.php?lang=en&index=The+Time+Machine+%281st+edition%29.djvu&from=37&to=49 nesse exemplo]. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 13h08min de 19 de julho de 2023 (UTC)
::::::::::Se eu entendi, devo criar a página botar o texto em inglês e mais uns ajustes... e você marca para a tradução. Por mim tudo bem :). Estava até receosa de deixar todo o trabalho com vc. [[Usuário:Saturnow|<span style="color:#FFB56B;font-family:Poor Richard;">Saturnow</span>]] <sup>([[Usuário Discussão:Saturnow|<span style="color:#BFBFFF">Mensagem?</span>]]) </sup> 15h41min de 19 de julho de 2023 (UTC)
== Adicionar página em branco ==
Olá Alberto!
Enquanto organizava a [[Galeria:As Reinações de Narizinho.pdf]] eu percebi um erro: o arquivo não tem a página 249 (a abertura do conto ''Penna de Papagaio''). Tentei adicionar uma página em branco no PDF, para assim garantir que a parte final do livro estará com as páginas corretas, mas meu computador simplesmente não consegue fazer isso. Pode tentar do seu lado? Não gostaria de sacrificar essa galeria só devido a uma página, ainda mais que é quase impossível achar essas edições. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 20h28min de 5 de julho de 2023 (UTC)
:Bom dia! Eu consegui criar um [https://mega.nz/file/rhA2HYpR#np-0bVINPM5pCy2duT7xa3TNLTQH-S6lFSW0X6-onuI arquivo] com a página em branco no lugar certo, mas não consigo enviá-lo (a página carrega, mas por fim acusa "manutenção nos servidores" - um erro que não ocorre no resto do Wikisource -, e não salva). Pode dar uma olhada? [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 12h33min de 6 de julho de 2023 (UTC)
::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Tá subindo... deve levar uns minutinhos =D ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 12h41min de 6 de julho de 2023 (UTC)
:::Vlw! Então suspeito que o problema deva estar no meu navegador hahaha. O pior é que devido às mudanças que o texto sofreu no decorrer das décadas de 30 e 40 (além das atualizações ortográficas), nem daria para colocar o texto de uma versão atual. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 13h15min de 6 de julho de 2023 (UTC)
::::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Nem há muito o que fazer nesse caso. O jeito é pegar qualquer versão disponível do texto, "adaptar" a grafia do jeito que for possível, inserir na página correspondente e marcar a transcrição como problemática (roxo). ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 20h01min de 6 de julho de 2023 (UTC)
:::::Entendido e obrigado! Fiz [[Página:As Reinações de Narizinho.pdf/260|aqui]] e procurei seguir melhor possível o estilo das demais aberturas. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 20h48min de 6 de julho de 2023 (UTC)
::::::Olá de novo! Repentinamente o [[:Ficheiro:As Reinações de Narizinho.pdf]] ficou com zero pixels. Isso seria um erro no arquivo ou algo momentâneo no Wikisource? Obrigado, [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 20h42min de 7 de julho de 2023 (UTC)
:::::::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: É um surto do servidor. Parece que é um problema que vai e vem... [[:phab:T301291]] ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 23h03min de 7 de julho de 2023 (UTC)
::::::::Entendi, obrigado! Foi a primeira vez que vi isso, tanto que até estranhei (ainda mais que no [[Galeria:Meu captiveiro entre os selvagens do Brasil.pdf|outro livro]] que trabalhei não chegou a ter erro). [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 10h23min de 8 de julho de 2023 (UTC)
:::::::::Olá de novo Alberto!
:::::::::Eu não queria ficar pedindo ajuda nessas coisas tão simples, mas estou a mais de uma hora tentando arrumar por mim mesmo sem o menor sucesso: descobri hoje cedo que é necessário outro placeholder após a página [[Página:As Reinações de Narizinho.pdf/293|293]] do PDF. Pode dar uma ajuda? Em todos os sites que entro, ou causam um crash no navegador, ou não aguentam o tamanho do PDF. Acabei de checar o restante: apesar da numeração parecer estranha, parece mais seguir o estilo da época (pula 1 ou 2 números sem cortar a história - algo como em [[Galeria:O Reino de Kiato.pdf|o Reino de Kiato]]) do que não ter partes da história. Obrigado, [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 14h20min de 9 de julho de 2023 (UTC)
::::::::::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: {{done}} ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 01h14min de 10 de julho de 2023 (UTC)
:::::::::::Obrigado! Esse tipo de coisa só é possível fazer de forma externa ao Wikisource, ou teria algum gadget interno? Acho que se tiver alguma forma interna (como o "crop" no Wikimedia Commons), facilitaria bastante. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 11h13min de 10 de julho de 2023 (UTC)
{{outdent|:::::::::::}} {{ping|Erick Soares3}} Pra documentos desse tamanho nenhuma ferramenta online deve funcionar e, até onde sei, não existe nenhuma ferrenta no Toolforge que sirva para esse propósito. Eu uso o pdftk para Windows, não é tão bom mas ao menos anda quebrando o galho. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 11h37min de 10 de julho de 2023 (UTC)
:Entendi! No outro dia eu até tentei usar de alguma compressão antes de editar o arquivo, mas já que no fim você publicou uma versão sem compressão, suspeitei que nem valesse a pena. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 10h41min de 11 de julho de 2023 (UTC)
::Olá de novo!
::Tem alguma ideia de como fazer a [[Galeria:As Reinações de Narizinho.pdf]] voltar a funcionar? Supondo que fosse um problema temporário, dei um tempo, mas nunca mais voltou a funcionar. :/ [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 23h07min de 22 de julho de 2023 (UTC)
:::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Mandei pra [[:phab:T342510|T342510]], vamos ver no que dá. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 19h51min de 23 de julho de 2023 (UTC)
::::Valeu, mas pelo visto fecharam o pedido por ser o mesmo problema no Commons. Agora é esperar pra ver e enquanto isso vou dando uma olhada em outros arquivos. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 10h39min de 24 de julho de 2023 (UTC)
== Tradução espelho ==
Não seria melhor criar um canal especialmente para pedir traduções espelho, ao invés de ter que pedir a um administrador de traduções para que ative a tradução na página. Qualquer coisa posso abrir esse tópico na esplanada. [[Utilizador:Saturnow|Saturnow]] ([[Utilizador Discussão:Saturnow|discussão]]) 18h08min de 9 de julho de 2023 (UTC)
:Seria, se tivéssemos outros administradores... XD
:O ideal seria pedir em [[Wikisource:Pedidos a administradores]], mas entre pedir lá e pedir aqui, aqui pelo menos é melhor porque eu recebo um e-mail quando eu recebo uma mensagem na minha página de discussão.
:De todo modo... qual é a página? ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 18h45min de 9 de julho de 2023 (UTC)
::Foi só uma sugestão. A WS carece de administradores (igual todos outros projetos em PT sem ser a WP). [[Usuário:Saturnow|<span style="color:#FFB56B;font-family:Poor Richard;">Saturnow</span>]] <sup>([[Usuário Discussão:Saturnow|<span style="color:#BFBFFF">Mensagem?</span>]]) </sup> 15h41min de 10 de julho de 2023 (UTC)
== Domínio público/Copyright ambíguo ==
Oi de novo!
Ontem encontrei o site [https://www.baixelivros.com.br/licenca/gratuito BaixeLivros] (que tem entre seus apoios o Senado Federal e o Governo de SP) e encontrei um punhado de livros que poderiam ser aplicáveis ao Wikisource, mas existem dúvidas:
1-) [https://5ca0e999-de9a-47e0-9b77-7e3eeab0592c.usrfiles.com/ugd/5ca0e9_6425d2cf235b4c97afc0d7e739510f7c.pdf Essa] diz estar sob domínio público, mas excluí uso comercial (o que toma precedente? A lei brasileira?);
2-) [https://web.archive.org/web/20201026221745/http://revistaliteraria.com.br/PlataoOBanquete.pdf Essa] tem um caso parecido: diz ser de domínio público, libera distribuição em um aparente [[:commons:Template:Attribution only license|Attribution only license]], mas o uso comercial não é claro;
3-) [https://memoria.ebc.com.br/sites/_portalebc2014/files/atoms/files/-a_volta_ao_mundo_em_80_dias_-_julio_verne.pdf Esse] diz ser de "livre distribuição e domínio público", mas é baseada [http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/voltamundo.html nesse site] que proíbe uso comercial;
4-) Outro punhado são obras de {{w|Nelson Jahr Garcia}} ([https://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/erros.pdf exemplo]), que liberava suas obras no argumento "Todas as obras são de acesso gratuito. Estudei sempre por conta do Estado, ou melhor, da Sociedade que paga impostos; tenho a obrigação de retribuir ao menos uma gota do que ela me proporcionou.", o que deixa a questão do uso comercial em aberto. Tentei acessar o site dele pelo Wayback Machine, mas é praticamente inacessível.
Somente adicionei [[Galeria:Fiodor Dostoievski-1.pdf|Crime e Castigo]], cujos tradutores expressamente abriram mão dos direitos autorais. Tudo isso me lembra o caso do Scielo Books: tem vários casos onde o [https://books.scielo.org/id/9k9jc site] diz que a obra seria "não comercial" (algo que o [https://books.scielo.org/faq/ FAQ] concorda), mas o [https://books.scielo.org/id/9k9jc/pdf/lent-9788575416402.pdf PDF] discorda na primeira página. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 13h12min de 24 de julho de 2023 (UTC)
:Acabei de ver que posso ter feito besteira com o "Crime e Castigo": levei a licença deles no literal, mas pesquisando descobri que seria uma reprodução de tradução protegida (algo que o grupo costumava fazer). Pra não dar dor de cabeça, requisitarei a remoção. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 13h38min de 24 de julho de 2023 (UTC)
:@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] Então...
:#Não é [[Eurico, o Presbítero|esse livro]]? Infelizmente ainda falta um PDF do original escaneado, mas texto por texto nós já temos.
:#Muito esquisito. Não está descrito nem no PDF e [https://web.archive.org/web/20030310112246/http://virtualbooks.terra.com.br/freebook/didaticos/O_Banquete.htm nem no site] quem foi o autor da tradução e pede que sejam atribuídos os créditos [[Wikisource:Seu suor não gera direitos autorais|da digitalização]] para eles. Para todo o resto, é preferível considerar como "Todos os direitos reservados".
:#Já estava no meu radar também, mas é [https://www.ebooksbrasil.org/ não-comercial] com certeza absoluta.
:#Se fosse assim fácil... hihihi. Acesso é diferente de permissão. Eu posso assistir tranquilamente a Torre Eiffel de noite, de graça, mas não posso tirar fotos porque a iluminação é protegida por direitos autorais.
:━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 13h41min de 24 de julho de 2023 (UTC)
::1. Tem um djvu, mas não [[Página:Collecção de autores portuguezes (Tomos I-IV).djvu/503|parece]] ser uma transcrição fiel;
::2 e 3: Melhor mesmo.
::4. Por isso que me frustrei pelo site no WaybackMachine ser tão estranho, pois lá seria o melhor lugar para lidar com esse problema.
::Teria alguma ideia de como lidar com o Scielo Books? Também me pergunto se seria viável trabalhar com a {{Q|Q120754485}}: o PDF não tem um "Todos os deireitos reservados", mas o CNJ [https://www.cnj.jus.br/termos-de-uso/ não aceita] uso comercial de seu material, porém seria de se imaginar que esse tipo de material cairia em [[:commons:Template:PD-Brazil-Gov|PD-Brazil-Gov]] (tal como a Constituição em Português). [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 13h51min de 24 de julho de 2023 (UTC)
:::1) Ahh, então tá tudo certo. Pode até não ser uma transcrição fiel, mas é domínio público para todos os efeitos. No dia que surgir outra versão, é só colocar uma desambiguação de versões :-)
:::5) Eu vejo a Scielo como confiável. Se a licença do livro estiver compatível, pode vir para cá sem problemas.
:::6) Então, a constituição em si é domínio público, mas esse caso aqui é mais complicado porquê é uma tradução sem força oficial (afinal, oficial mesmo somente a versão em português). Está mais para uma tradução encomendada pelo CNJ para divulgação. Aí considerando que o PDF não abre a permissão para a reutilização e o site barra qualquer uso não-comercial... eu diria que não. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 14h09min de 24 de julho de 2023 (UTC)
:::PS: A discussão até que é interessante... será que o @[[Utilizador:555|555]] está online para comentar? hehehe ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 14h11min de 24 de julho de 2023 (UTC)
== Ajudinha ==
Primeiramente, Bom Dia. Estou querendo marcar uma série de textos para a tradução, e ir traduzindo quando tiver tempo. Como posso fazer para n deixar todo o serviço a você? Não entendi direito o processo para marcar como tradução... [[Usuário:Saturnow|<span style="color:#FFB56B;font-family:Poor Richard;">Saturnow</span>]] <sup>([[Usuário Discussão:Saturnow|<span style="color:#BFBFFF">Mensagem?</span>]]) </sup> 15h16min de 3 de agosto de 2023 (UTC)
:@[[Utilizador:Saturnow|Saturnow]]: Boa tarde! =D
:Eu fiz um passo-a-passo em [[Wikisource:Tradução espelho#Passos para iniciar uma tradução espelho]].
:''(Com voz de professor)'' Qual parte você está com dificuldade? ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 15h54min de 3 de agosto de 2023 (UTC)
::Bom... pelo oque entendi no texto trouxe o texto bruto pra cá [[Em Tradução:Salut aux Soviets (fr)]] (peguei esse pequeno pois caso haja erros nnn seriam tão expressivos). Qualquer erro ou algo que tenha faltado avise-me. :) [[Usuário:Saturnow|<span style="color:#FFB56B;font-family:Poor Richard;">Saturnow</span>]] <sup>([[Usuário Discussão:Saturnow|<span style="color:#BFBFFF">Mensagem?</span>]]) </sup> 16h14min de 3 de agosto de 2023 (UTC)
:::@[[Utilizador:Saturnow|Saturnow]]: Isso mesmo! Agora falta fazer tal como {{dif|485593|nessa edição}}: envolver o conteúdo da página com <code><nowiki><translate>...</translate></nowiki></code> e colocar {{tlx|tradução espelho}} no topo. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 16h40min de 3 de agosto de 2023 (UTC)
::::Agradeço a ajuda. Quero trazer outros textos e artigos, chamar-te-ei em breve haha [[Usuário:Saturnow|<span style="color:#FFB56B;font-family:Poor Richard;">Saturnow</span>]] <sup>([[Usuário Discussão:Saturnow|<span style="color:#BFBFFF">Mensagem?</span>]]) </sup> 16h45min de 3 de agosto de 2023 (UTC)
:::::@[[Utilizador:Saturnow|Saturnow]]: Esteja a vontade! Se quiser/puder dar uma revisada no [[Wikisource:Tradução espelho|passo-a-passo]] também, agradeceria =D ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 16h50min de 3 de agosto de 2023 (UTC)
::::::Opa opa; já criei a página [[Em Tradução:The Time Machine (Holt text)/The Story Begins (en)]], só falta mudar o idioma e tals.. :) daqui uns meses eu termino de traduzir tudo haha. [[Usuário:Saturnow|<span style="color:#FFB56B;font-family:Poor Richard;">Saturnow</span>]] <sup>([[Usuário Discussão:Saturnow|<span style="color:#BFBFFF">Mensagem?</span>]]) </sup> 22h46min de 5 de agosto de 2023 (UTC)
:::::::@[[Utilizador:Saturnow|Saturnow]]: {{done}} ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 01h57min de 6 de agosto de 2023 (UTC)
::::::::Mais um capítulo [[Em Tradução:The Time Machine (Holt text)/The Golden Age (en)]] :) [[Usuário:Saturnow|<span style="color:#FFB56B;font-family:Poor Richard;">Saturnow</span>]] <sup>([[Usuário Discussão:Saturnow|<span style="color:#BFBFFF">Mensagem?</span>]]) </sup> 22h40min de 17 de agosto de 2023 (UTC)
:::::::::@[[Utilizador:Saturnow|Saturnow]]: {{feito}}! ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 23h45min de 17 de agosto de 2023 (UTC)
== Dúvida ==
Olá de novo Alberto!
Eu estava pensando: como forma de organizar as categorias [[:Categoria:Obras que entraram em domínio público pela lei 5988 de 1973|Obras que entraram em domínio público pela lei 5988 de 1973]] e [[:Categoria:Obras que entraram em domínio público pela lei 9610 de 1998|Obras que entraram em domínio público pela lei 9610 de 1998]] em subcategorias por ano, seria possível modificar as predefinições para algo como <nowiki>{{PD-old-70-BR|ano de domínio público=}}</nowiki> e colocar algum bot para fazer as devidas atualizações? Por mais que eu tenha feito algo assim para os [[:Categoria:Autores brasileiros por data de entrada em domínio público|autores]] (que bem que merece uma predefinição específica), acho que seria bom organizar as categorias das obras em si.
Algo mais experimental que pensei (assim tirando a necessidade de 2 predefinições separadas) seria algo no estilo "PD-Old-BR|ano=" e, com base no ano indicado, a predefinição calcularia se a obra entrou em domínio público durante a lei de 1973 ou durante a lei de 1998 (indicando a legislação em questão), mas pode ser muito trabalhoso organizar algo assim. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 14h58min de 10 de agosto de 2023 (UTC)
:@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Eu ''acho'' que não precisa... ou que pelo menos não deveríamos. Fazendo um paralelo com, por exemplo, [[:c:Category:CC-BY-SA-3.0]], a impressão que eu tenho é que essa categoria não deveria ser subcategorizada.
:Agora me surgiu uma questão também: deveríamos colocar essa tag nas subpáginas de uma obra, tal como [[Negrinha (4º milheiro)/Fitas da vida]]? A lógica de PD e a tag em sí é uma anotação que se refere à obra como um todo, e não às suas "sub-obras". Me parece redundante. Eu fiz um ajuste temporário nas predefinições para "clarear" um pouco as categorias, mas... o que você acha? ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 15h24min de 10 de agosto de 2023 (UTC)
::Ficou bom! Acho que a tag em si deveria estar tanto nas páginas principais quanto na subpágina desde algo que me ocorreu: uma vez fui sugerir no forum do Librivox a leitura do [[O que eu vi, o que nós veremos]] e um usuário (imagino que adm) chegou a alegar que o Wikisource estaria cometendo algum tipo de "fraude" ao liberar textos em domínio público em um site que diz "Este texto é disponibilizado nos termos da licença (CC-By-SA 4.0)" e que a tag não mudaria isso ou que a transcrição "criaria um novo direito autoral" e os usuários poderiam reclamar com o Librivox. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 10h46min de 11 de agosto de 2023 (UTC)
:::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Achei a [https://forum.librivox.org/viewtopic.php?p=2024250 discussão]:
:::*{{citação|A transcrição, sim, pois pode-se argumentar que houve trabalho a mais (sweat of the brow), que pode estar sob licença.}} Nossa política própria ([[Wikisource:Seu suor não gera direitos autorais]]) já deixa isso bem afastado.
:::*{{citação|essa indicação não modifica o fato de que a wikisource como um todo está sob atribuição CC}}. Não lembro onde eu vi mas há o entendimento que, quando se trata de conceções de direitos autorais, sempre vale aquela que é mais liberal. Se em algum canto é afirmado que algo é CC mas em outro é afirmado que é PD, vale a informação que é PD.
:::Direito autoral nunca é algo muito simples, mas acho que esse caso não deveria ser um problema... O commons tem uma informação a mais na descrição dos arquivos que eu acho que seria apropriado copiar: {{citação|Os ficheiros são disponibilizados com as licenças especificadas nas suas páginas de descrição}}, mas isso é uma discussão que deveria ser feita no escopo da WMF. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 12h25min de 11 de agosto de 2023 (UTC)
::::Voltando após um tempo: de fato poderia ser interessante copiar a citação do Commons, mas vale a pena também ver se essa discussão (seja no Source em Inglês ou noutros projetos) não ocorreu no passado.
::::Não relacionado: a @[[Utilizador:Saturnow|Saturnow]] fez a [[:Categoria:Autores por era|Categoria:Autores por era]] e eu gostaria de saber: é possível organizar alguma categorização automática? Acho que seria uma organização interessante (e não valeria a pena categorizar tudo manualmente). Por muito acho que a categoria "Autores contemporâneos" deveria ser uma subcategoria dos "Autores modernos" (imagino que não devam existir muitas páginas de autores vivos aqui em português). [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 17h07min de 17 de agosto de 2023 (UTC)
:::::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Sim, é só modificar {{tlx|dni}}, eu posso fazer, mas não posso negar que eu não gostei da ideia. Tudo bem que a Wikisource em inglês faz assim, mas é uma classificação com faixas subjetivas. A classificação por séculos que é feita na Wikisource em francês, italiano e espanhol é mais adequada na minha opinião. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 17h25min de 17 de agosto de 2023 (UTC)
== Transcrição de vídeo ==
Bom dia. Estava dando uma olhada na ws en e deparei-me com a transcrição de filmes por lá (ver [[en:Index:TheLostWorldSilent.webm]]). Como isso poderia ser feito por aqui? [[Usuário:Saturnow|<span style="color:#FFB56B;font-family:Poor Richard;">Saturnow</span>]] <sup>([[Usuário Discussão:Saturnow|<span style="color:#BFBFFF">Mensagem?</span>]]) </sup> 19h14min de 23 de agosto de 2023 (UTC)
:@[[Utilizador:Saturnow|Saturnow]]: Hum... não sei, eles fazem umas coisa [[:en:The Ten Commandments (film)|bem fora da caixa]]. Talvez seja só copiar as predefinições mesmo. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 01h09min de 24 de agosto de 2023 (UTC)
== Categoria:Geraldo Lapenda (Sobre) ==
Opa Alberto, a quanto tempo. Bom.. poderia dar uma olhada nos textos da Categoria:Geraldo Lapenda (Sobre). Desconfio que a mesma pessoa publicou estes textos sobre alguém que ele admirava e disse que os autores permitiram a publicação aqui [[Usuário:Saturnow|<span style="color:#FFB56B;font-family:Poor Richard;">Saturnow</span>]] <sup>([[Usuário Discussão:Saturnow|<span style="color:#BFBFFF">Mensagem?</span>]]) </sup> 19h04min de 10 de outubro de 2023 (UTC)
:Muito estranho... tudo bem que 2006/2007 era outro tempo, mas não achei nenhuma comprovação do copyleft exceto pela própria palavra do editor. Normalmente eu mandaria pra eliminação, mas se passou pela revisão do [[Utilizador:555|Tio Lugusto]] então deve estar ok. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 02h50min de 11 de outubro de 2023 (UTC)
== Infinite ==
Acho que tem alguém pedindo block infinite [https://pt.m.wikisource.org/wiki/Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/Steuermann_III] [[Usuário:555|Lugusto]] • [[Usuário Discussão:555|※]] 20h19min de 23 de outubro de 2023 (UTC)
:@[[Utilizador:555|555]]: Bloqueado e excluído em massa! =D ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif;color:#444f53;">ALBERTOLEONCIO</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font-family:cursive;color:#444f53a3;font-style:italic;font-size:x-small;">Who, me?</span>]] 20h32min de 23 de outubro de 2023 (UTC)
== LAI ==
Opa Alberto!
Vou deixar aqui uma dúvida que surgiu tem um tempo e recentemente deixei com o [[:commons:User_talk:DarwIn#Dúvida|DarwIn]] no Commons: os materiais liberados pela [[:w:pt:Lei de Acesso à Informação|LAI]] estariam em domínio público ou no mínimo teriam um uso livre para a Wikimedia? O máximo que encontrei foi o Cap 2. Art. 4 do [https://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2015-2018/2016/Decreto/D8777.htm Decreto nº 8777] que diz "Os dados disponibilizados pelo Poder Executivo federal e as informações de transparência ativa são de '''livre utilização pelos Poderes Públicos e pela sociedade'''.", mas que é necessário ter atenção a materiais de terceiros. Tem um usuário que está levando fotos do [[:w:pt:VS-50|VS-50]] que ele conseguiu pela LAI e daqui alguns dias eu devo receber a resposta sobre meu pedido relacionado ao Programa Espacial Brasileiro (me enrolei pedindo especificamente materiais de uso livre, mas acredito que com base nesse decreto, me enrolei sem motivo). Relacionado: tem um tempo que sinto vontade de adicionar aqui o [https://www.aereo.jor.br/downloads/VLS-1_V03_Relatorio_Final.pdf relatório] do Acidente de Alcântara, mas nunca tive certeza se cairia em PD-Brazil-Gov. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 20h59min de 11 de março de 2024 (UTC)
:E complica o fato que os sites [https://www.gov.br/pt-br gov.br] tem uma licença Creative Commons não derivativa. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 21h03min de 11 de março de 2024 (UTC)
::Levantei a questão no Commons [[:commons:Commons:Village_pump/Copyright#Open_Data_(Brazil)|aqui]] (achei que seria uma boa se os adms de lá ficassem sabendo dessa informação). [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 22h08min de 11 de março de 2024 (UTC)
::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Isso é uma discussão complicadíssima. Rodando pela internet, eu vi que o [[Utilizador:Fgnievinski|Fgnievinski]] já levantou uma discussão parecida em [https://dadosabertos.social/t/governo-federal-esta-proibido-de-utilizar-cc-nc/375 outro lugar]. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 12h22min de 12 de março de 2024 (UTC)
:::Vou deixar esse link no Commons, pois seria necessário que a comunidade decida se o decreto 8777 teria precedência sobre qualquer indicação de uso não comercial, considerando que a lei imporia o uso irrestrito. Já o [https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D9756.htm D9756], que criou o domínio gov.br, não menciona qualquer tipo de licença. Já no caso da Lei de Acesso à Informação, no mínimo seria interessante algum tipo de predefinição que ligue o protocolo. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 13h46min de 12 de março de 2024 (UTC)
::::*Uso não comercial e não derivativo. Afinal, "livre utilização" libera tudo, em tese... [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 14h14min de 12 de março de 2024 (UTC)
== Wikidata ==
Olá Alberto!
Sabe se algum bot disponível no Wikisource poderia fazer ligação com o Wikidata? Às vezes acabam criando alguma categoria dentro de [[:Categoria:Autores por data de falecimento|Autores por data de falecimento]], [[:Categoria:Autores por data de nascimento|Autores por data de nascimento]] e [[:Categoria:Obras por data de publicação|Obras por data de publicação]] e esquecem de realizar a conexão com o Wikidata. Algum bot poderia fazer essa vigília e conexões? PS: hoje acabei [[Exaltação (1916)|Exaltação]], recém entrada em domínio público (mas ainda não achei nada novo do Graciliano...). Obrigado, [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 19h49min de 29 de março de 2024 (UTC)
:@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Robô, até onde sei, não. Mas eu fiz essa busca via petscan e deu [[petscan:27475442|56 categorias]]. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 22h06min de 29 de março de 2024 (UTC)
::Pelo menos o fato de serem 56 demonstra algo que facilmente poderemos arrumar manualmente... [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 11h07min de 30 de março de 2024 (UTC)
== PDF ==
Olá Alberto, tudo bem?
Estou tentando adicionar [[:commons:File:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|esse livro]] aqui, mas o pagelist dá como "intervalo inválido". Poderia dar uma olhada do seu lado? Considerando o ano eleitoral, acredito que seja uma obra pertinente de ter aqui (e sugiro que a leia se tiver interesse, pois é muito boa). Eu adicionei uma "censura" nas poucas imagens "non-free" do livro (recortes de jornais dos anos 90/2000, algumas fotos de outras fontes e uma "stock image"). Acho que daria para usar o [[Utilizador:Giro bot|Giro bot]] em livros assim (o bot não é usado desde 2021...). Obrigado, [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 00h13min de 27 de julho de 2024 (UTC)
:Consegui arrumar! [[Galeria:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf]]. A autora do livro [https://sindct.org.br/sindct/jornalista-do-sindct-cede-direitos-autorais-de-livro-ao-tse/ cedeu] o copyright ao TSE de forma permanente e eles o liberaram num CC livre. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 15h23min de 27 de julho de 2024 (UTC)
::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Oi! Que bom que resolveu =D
::Não entendi a parte sobre o bot. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 20h07min de 27 de julho de 2024 (UTC)
:::Oi! Obrigado! Sei que o Giro bot é para importação de textos e na hora fiquei curioso se seria mais fácil para o bot importar o texto de um PDF moderno do que da digitalização de um livro antigo. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 20h10min de 27 de julho de 2024 (UTC)
::::Entendi. Aparentemente o Giro fazia de um [https://pt.wikisource.org/w/index.php?title=Wikisource:Esplanada&oldid=45041#Bot modo semi-manual]. Entretanto, ele não deixou disponível o código-fonte do script e o operador anda meio sumido... ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 20h20min de 27 de julho de 2024 (UTC)
:::::Pena :/ Noutros assuntos, depois pode apagar essa bagunça que fizeram em [[Categoria Discussão:2100]]? Eu apagaria, mas acabei de descobrir que meus privilégios de administrador acabaram dia 3 haha [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 11h37min de 6 de agosto de 2024 (UTC)
::::::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Eita! Hora de abrir o pedido de novo! =D ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 16h13min de 6 de agosto de 2024 (UTC)
:::::{{ping|Erick Soares3|Albertoleoncio}} o Giro720 deixou os scripts dele disponíveis sim, eu inclusive os usei muito no 555.bot. Não os uso a anos, mas lembro de algumas coisas sobre usar eles. Esse que vocês procuram está no [[Utilizador:Giro720/Scripts#source_prosa.py]], que requer que [[Utilizador:Giro720/Scripts#num_romano.py]] esteja salvo na mesma pasta que ambos e o <code>_entrada.txt</code>.
:::::Nesse txt, a primeira linha precisa ser o nome da página de destino aqui (<code>Nome da Obra (1898)</code>, por exemplo), a segunda o nome do autor da obra (atenção, pode ser que seja o inverso, não lembro). Deixe uma linha em branco. Comece a quarta linha com <code><nowiki>* Título do subcapítulo</nowiki></code>. Comece a quinta linha com o primeiro parágrafo do texto, já formatado com wikimarkup ou não. Troque de parágrafos normalmente com as quebras de linha usuais. Para o próximo subcapítulo, repita o mesmo da quarta linha e assim sucessivamente.
:::::Estando com seu <code>_entrada.txt</code>, rode <code>source_prosa.py</code>. Não se preocupe, nada será editado, apenas dois novos txts surgirão na mesma pasta. O <code>lista.txt</code> contém o que você colocará manualmente em <code>Nome da Obra (1898)</code>, o <code>dic.txt</code> o que você colocará o módulo [[mw:Manual:Pywikibot/pagefromfile.py]] para colocar no Wikisource. Nós deixávamos a segunda parte para a conta com flag de bot fazer e a primeira para nossa conta regular fazer, de jeito que servisse para anunciar nas mudanças recentes o que acabou de subir.
:::::Subcapítulos com um mesmo título precisarão de intervenções manuais ainda no <code>_entrada.txt</code>, na hora de os nomear, ou se dará um grande caos.
:::::Olhem essa subpágina dele, tem mais coisas relacionadas por lá.
:::::Ah, havia alguma coisa sobre a codificação dos arquivos txt precisar ser de acentuação meio estranha, por limitação do que o pywikipedia suportava de codificação de caracteres. Ou era no <code>_entrada.txt</code> que isso precisava se dar, não me lembro direito. Aconselho rodar primeiro num wiki de testes antes de surgir com ele rodando aqui. Aconteceram muitas mudanças de códigos nesses anos que o script não acompanhou. [[Usuário:555|Lugusto]] • [[Usuário Discussão:555|※]] 15h41min de 1 de setembro de 2024 (UTC)
== phetools ==
Olá, sabe o que pode ter acontecido ao https://phetools.toolforge.org/? Qualquer uma das páginas dele retorna 404... [[Usuário:555|Lugusto]] • [[Usuário Discussão:555|※]] 18h36min de 31 de agosto de 2024 (UTC)
:@[[Utilizador:555|555]]: É uma longa história. O Phetools foi desenvolvido no Toolforge usando o [[:wikitech:Obsolete:Toolforge/Grid|Grid]], mas recentemente o Grid foi desativado em favor do sistema de Kubernetes e o Phe não reapareceu para atualizar o sistema. O @[[Utilizador:Sohom Datta|Sohom Datta]] esteve recentemente trabalhando com um fork do [[:toolforge:matchandsplit]], mas eu não sei como ficou a situação do painel de estatísticas. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 01h55min de 1 de setembro de 2024 (UTC)
::Obrigado. Ontem eu tinha olhado brevemente e por isso que não havia encontrado ninguém falando no fr.wikisource do script ter caído, como de outras vezes. Eles já sabiam que ia cair e não voltar. Vou experimentar esse novo. [[Usuário:555|Lugusto]] • [[Usuário Discussão:555|※]] 15h10min de 1 de setembro de 2024 (UTC)
:::@[[Utilizador:555|555]], Aproveitando que você está por aqui, e estendendo o convite ao [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Abriram as inscrições para a [[:m:Wikisource Conference 2025/Scholarships|conferência do Wikisource]]. Vamos? Eu quero muito ir. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 15h16min de 1 de setembro de 2024 (UTC)
::::Hmm, não estou nada sociável rs. Espero que consiga ir. Aliás, vi a seção mais acima e o Giro720 deixou os scripts disponíveis sim, até os usei muito no 555.bot. Vou logo mais responder lá. [[Usuário:555|Lugusto]] • [[Usuário Discussão:555|※]] 15h21min de 1 de setembro de 2024 (UTC)
== Transclusão vazia ==
Sabe o que pode estar acontecendo em páginas como [[Outras Reliquias (Machado de Assis, 1910)/Proza]]? Aqui no mostrar previsão nem o método descrito em [[:en:Help:Transclusion#When_the_section_begins_and_ends_on_the_same_page]] funciona. [[Usuário:555|Lugusto]] • [[Usuário Discussão:555|※]] 16h43min de 7 de setembro de 2024 (UTC)
:@[[Utilizador:555|555]]: Por algum motivo esquisito, o fato das tags de seções estarem dentro de uma predefinição estavam impedindo a transclusão. Fiz a substituição de {{tlx|índice auxiliar}} e deu certo. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 18h53min de 7 de setembro de 2024 (UTC)
== Graciliano Ramos ==
Olá! [[Galeria:Graciliano Ramos - Vidas seccas (1938).pdf|Vidas Secas]] finalmente apareceu aqui, além de vários livros do Graciliano no [[:commons:Category:Works by Graciliano Ramos|Category:Works by Graciliano Ramos]] - se bem que suspeito ser melhor mover todo esse material para cá, devido à idade. Que acha? Suspeito que nenhum dos romances caia numa brecha que o torne em domínio público nos EUA... [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 11h57min de 26 de setembro de 2024 (UTC)
:@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Topa uma força-tarefa para transcrever e validar Vidas Secas o mais rápido possível? =D
:Sobre a questão do direito autoral, eu acho melhor deixar como está pelo menos por enquanto. Acho o risco da biblioteca sumir com os PDFs muito difícil caso dê problema no Commons. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 14h03min de 26 de setembro de 2024 (UTC)
::Se tiver mais gente, todo! Com essas ondas de calor, meu notebook tem dificuldade de fazer qualquer coisa (tanto que me afastei daqui por um tempo).
::No caso, acho que no mínimo vale a pena verificar se as ilustrações das capas (e outras que eventualmente existam) estão em domínio público no Brasil. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 14h08min de 26 de setembro de 2024 (UTC)
:::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: O único problema é que algumas partes ficaram cortadas por causa da lombada, mas dá para verificar usando o [https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8142/tde-13092024-164541/pt-br.php próprio manuscrito]. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 18h20min de 26 de setembro de 2024 (UTC)
:::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Fiz a troca do PDF para um diferente, escaneado pelo Google. Infelizmente em preto em branco, mas ainda assim sem as palavras cortadas.
:::Sobre a capa, só daqui a uns 2 anos. É de autoria de [[:w:Santa Rosa (artista plástico)]] (descobri [https://repositorio.ufsm.br/handle/1/30057 aqui]). ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 19h24min de 27 de setembro de 2024 (UTC)
::::Acho que fica melhor assim! Só não entendi bem o que fazer com a página da galeria: apaga uma e cria o do novo PDF? Ou é só mover a antiga para a nova versão? [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 12h30min de 28 de setembro de 2024 (UTC)
:::::Correção: vi agora que [[Galeria:Vidas seccas.pdf]] já foi criado! [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 12h41min de 28 de setembro de 2024 (UTC)
::::::Olá [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]], notei na Galeria de Vidas Seccas que o título de um dos capítulos está com grafia contemporânea, "Sinhá Vitória", em vez da original "Sinha Victoria". Tentei arrumar, mas aí o capítulo todo sumiu, então desfiz minha mudança. [[Utilizador:Wuopisht|Wuopisht]] ([[Utilizador Discussão:Wuopisht|discussão]]) 11h44min de 30 de setembro de 2024 (UTC)
:::::::Olá @[[Utilizador:Wuopisht|Wuopisht]]! Arrumado! [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 11h58min de 30 de setembro de 2024 (UTC)
== Request ==
Hey :)
Please take a look at [[:Categoria:!Páginas para eliminação rápida]]
Thanks, [[Utilizador:TenWhile6|TenWhile6]] ([[Utilizador Discussão:TenWhile6|discussão]]) 14h58min de 22 de outubro de 2024 (UTC)
:@[[Utilizador:TenWhile6|TenWhile6]]: {{done}}. Thanks! ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 15h40min de 22 de outubro de 2024 (UTC)
== Obras com vários idiomas ==
Olá Alberto! Tudo bem?
Eu estava aqui pensando sobre as obras bilíngues ou que envolvem mais de um idioma, que estão aqui no Wikisource em Português (exemplos: [[O Dialecto Mirandez|1]], [[Galeria:Diccionario da lingua tupy.djvu|2]], [[Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil|3]], [[Arte de Grammatica da Lingoa mais Vsada na Costa do Brasil|4]], [[De Magistro|5]], [[Galeria:Sambahsa - Gramática Completa (pt-br) v. 20.09.0.pdf|6]] e provavelmente outros casos) e me perguntei: não seria interessante mover esses casos para o wikisource.org (que aceita obras multilíngues)? Acho que pode ser interessante no caso de idiomas minoritários, ou idiomas indígenas, pois assim será possível popular as categorias para possíveis novos projetos. Aqui tem dois exemplos: [https://wikisource.org/wiki/Cartas_dos_%C3%ADndios_Camar%C3%B5es tupi antigo] e essa tradução [https://wikisource.org/wiki/Index:Retrato_do_Imperador_Marco_Aur%C3%A9lio_(livro_1_das_Reflex%C3%B5es).pdf Português/Grego] que enviei para o Commons hoje. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 19h58min de 10 de novembro de 2024 (UTC)
:Acabei de descobrir que [[Commentarios de Caio Julio Cesar]] tem a mesma questão de ser bilíngue... [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 15h52min de 11 de novembro de 2024 (UTC)
::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Acho que depende muito do material... Eu diria que [[O Dialecto Mirandez]] deveria ficar por aqui, já que é um livro '''em português''' que ''aborda outro idioma''. Já [[Commentarios de Caio Julio Cesar]] poderia ir para lá, já que é de fato um livro bilingue. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 18h45min de 12 de novembro de 2024 (UTC)
:::No caso do Mirandês, talvez daria para deixar nos dois projetos? Afinal: existe um "rascunho" de Wikisource em Mirandês nesse idioma e, pela falta de material livre totalmente escrito em mirandês, muita coisa teria que ser misturada com português no primeiro momento (o mesmo acontece com os idiomas indígenas). (PS: localizei um livro, pelo menos trilíngue, de [https://wikisource.org/wiki/Index:Poesias_de_Dom_Pedro_II.pdf poesias do Pedro II]).
:::Será que vale a pena criar uma categoria de manutenção para obras em situação parecida com a de Júlio César? Também me pergunto se seria interessante criar uma área na página inicial para essas obras multilíngues, pelo menos algo dentro da caixa de obras recentes (assim daria para divulgar essa [https://wikisource.org/wiki/Retrato_do_Imperador_Marco_Aur%C3%A9lio obra] do Marco Aurélio). [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 19h20min de 12 de novembro de 2024 (UTC)
::::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]:
::::{{citação|No caso do Mirandês, talvez daria para deixar nos dois projetos?}}
::::*É meio repetitivo... mas nada impede.
::::{{citação|Será que vale a pena criar uma categoria de manutenção para obras em situação parecida com a de Júlio César?}}
::::*Acho que sim, mas apenas adicionaríamos livros que seja realmente bi/multilíngues (ex: [[De Magistro]], [[Commentarios de Caio Julio Cesar]], ...)
::::{{citação| Também me pergunto se seria interessante criar uma área na página inicial para essas obras multilíngues}}
::::* Talvez não uma área própria, mas "incorporar" essas obras como se estivessem aqui. Talvez redirecionamentos com {{tl|Soft redirect}} seja suficiente.
::::━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 20h55min de 15 de novembro de 2024 (UTC)
:::::Por algum motivo o ping não funcionou.
:::::Então acho que vale a pena ir coletando as páginas. Lá no meta estou participando numa discussão sobre o projeto do [[:meta:Requests for new languages/Wikisource Old Tupi|Wikisource em Tupi Antigo]], mas tô suspeitando que seja mais fácil um Wikisource em Guarani aparecer (já que é co-idioma oficial do Paraguai e constantemente usado pela população até hoje). De toda forma, já vi material aqui que deve ajudar a popular essas propostas.
:::::No caso do "Novidade no Acervo", imagino se não daria para adicionar uma opção para reconhecer a página no :oldwikisource:... [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 12h55min de 16 de novembro de 2024 (UTC)
::::::Acabei de descobrir que já temos a [[:Categoria:!Textos não-portugueses|Categoria:!Textos não-portugueses]]. Vou fazer uma busca para ver o que mais deve se aplicar aqui. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 17h25min de 16 de novembro de 2024 (UTC)
:::::::Quanto às novidades no acervo, consegui [https://pt.wikisource.org/w/index.php?title=Predefini%C3%A7%C3%A3o:Novidades_no_acervo&oldid=520629 adicionar] uma obra de lá. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 20h48min de 16 de novembro de 2024 (UTC)
::::::::Parece que o material em Latim (nos casos em que os idiomas estão separados por páginas), pode ser aceito no [[:la:Vicifons:Scriptorium#Bilingual_works|Vicifons]] (até pq é capaz de ter mais utilidade lá), com o restante podendo ir pro Wikisource Multilingue - mas sempre colocando ligações entre projetos aqui. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 00h34min de 19 de novembro de 2024 (UTC)
== Como renomear arquivos ==
Olá @[[Utilizador:Albertoleoncio|Albertoleoncio]],
Gostaria de saber se há alguma forma de renomear o nome dos arquivos .pdf ou .dvju na galeria? Por exemplo, percebi que esse arquivo está com o seguinte nome na Galeria: [[Galeria:Catalogo da Exposição de Historia do Brazil (Volume 1).pdf]], mas o correto seria [[Galeria:Annaes da Bibliotheca Nacional do Rio de Janeiro (Volume IX).pdf]] (como está na folha de rosto). Há como eu mudar isso de alguma forma? Grato desde já! [[Utilizador:Junglk|Junglk]] ([[Utilizador Discussão:Junglk|discussão]]) 11h36min de 23 de dezembro de 2024 (UTC)
:@[[Utilizador:Junglk|Junglk]]: Nesse caso, é mais simples criar a nova galeria e marcar a antiga para eliminação. Se a galeria já tivesse um histórico longo, com muito conteúdo de vários editores, seria outra história. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 22h27min de 28 de dezembro de 2024 (UTC)
== Caso transwiki... ==
Salve, meu caro Alberto. Há já alguns dias me deparei com um editor que criara um artigo para um "município povoado" - em verdade um distrito de uma cidadezinha cá do Nordestão brasileiro. No começo, até pensei em ajudar - mas foi então que vimos ter o sujeito transformado - por conta própria e em sua cabecinha - um distrito em "município": desenhou a bandeira e o brasão (que levou ao Commons) e, aqui, sacou o brilhante [[Hino do município de Povoado São João dos Teixeiras]] - de sua lavra. Pensei em colocar para ER, mas não compreendi sob qual regra; a votação também me pareceu complexa, e sem muita eficácia. Abri uma notificação de incidentes na pt-wiki, mas não sei como proceder aqui, então... Deixo ao vosso cuidado. Um abraço. [[Utilizador:André Koehne|André Koehne]] ([[Utilizador Discussão:André Koehne|discussão]]) 16h21min de 15 de janeiro de 2025 (UTC)
:@[[Utilizador:André Koehne|André Koehne]]: hahahahahahahaha. É cada uma que aparece... Eliminei como impróprio, tá de bom tamanho. Abraços! ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 16h41min de 15 de janeiro de 2025 (UTC)
::Pois... O danadinho preparou tudo para "municipalizar" o tal distrito e mandou bronca! Obrigado, meu caro. [[Utilizador:André Koehne|André Koehne]] ([[Utilizador Discussão:André Koehne|discussão]]) 09h29min de 16 de janeiro de 2025 (UTC)
== Dúvida ==
Opa Alberto, tudo bem? Eu gostaria de saber: seria possível adicionar o [[:mw:Extension:DynamicPageList3|Extension:DynamicPageList3]] aqui, ou se a [[:mw:Extension:DynamicPageList|versão antiga]] está instalada, mas não funcionando? Há um tempo que estou pensando em criar uma versão lusófona do [[:fr:Portail:Nouveautés|Portail:Nouveautés]], pois parece ser uma forma interessante de atrair a curiosidade do público, junto do ''Novidades no acervo''. Acho que seria interessante criar algumas listas gerais para autores recém adicionados, gêneros literários, galerias, a comunidade lusófona e obras/autores dos EUA ([https://stats.wikimedia.org/#/pt.wikisource.org já] que é o país que mais acessa o site após o Brasil). Por muito eu espero que esse DynamicPageList3 consiga ler as subcategorias, pois isso não acontece no source em Francês. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 21h39min de 5 de fevereiro de 2025 (UTC)
:@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Infelizmente não. A versão 3 não está instalada em nenhuma wiki, e a aprovação de novas extensões nas wikis da Wikimedia está... quase impossível. A versão antiga funciona em algumas wikis, mas ela está listada como [[:m:Limits_to_configuration_changes#forbidden-extensions|extensões proibidas para novas ativações]]. Nossas únicas opções são:
:*Via bot, mais ou menos igual ao meu
:*Via módulo, embora eu nem sei se isso é possível (creio que não)
:*Via Javascript, que tenha que ser ativado para todos os usuários (que eu não acho que vale o esforço)
:━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 11h27min de 6 de fevereiro de 2025 (UTC)
::Que pena :/ Eu estava até pensando em unir esse possível Portal com alguma lista/linha do tempo de livros do projeto, agora que descobri o [[Especial:Páginas_inactivas|Especial:Páginas mais antigas]] - eu estava quase inventando de organizar as ''Rootpages'' de forma manual (algo [[:en:Wikisource:Works/2025|nesse estilo]], mas indo desde o começo do projeto até a criação daquela predefinição da página inicial). [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 12h26min de 6 de fevereiro de 2025 (UTC)
:::Não relacionado: descobri a [[Predefinição:Categorias por data|Categorias por data]]. Fiz algumas edições (pois ela estava seguindo as ordens da versão em inglês), mas não consegui arrumar totalmente, pois os títulos ficam por extenso e ele não reconhece que no começo deveria estar a ''década de'' ([[:Categoria:Obras publicadas em 1375|exemplo]]). Quando tiver tempo, pode dar uma olhada? Teria alguma forma automática de adicionar esta predefinição nas categorias "Falecimentos/Nascimentos/Obras publicadas" por data? [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 14h11min de 6 de fevereiro de 2025 (UTC)
::::@[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]]: Talvez seja mais fácil pegar via PetScan: [[:petscan:31778964]] ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 11h33min de 7 de fevereiro de 2025 (UTC)
== Tradução ==
Olá Albertoleoncio! Eu estou a tentar iniciar a tradução do texto "Le Portugal, Pays de Rêve et de Poésie" que foi inserido na Wikisource em francês. Procurei seguir até agora as instruções que recebi de Erick Soares3, mas não sei se as segui corretamente: [https://pt.wikisource.org/wiki/Em_Tradu%C3%A7%C3%A3o:Le_Portugal,_Pays_de_R%C3%AAve_et_de_Po%C3%A9sie_(fr)]. Pode verificar e corrigir se for o caso? Agradecido, [[Utilizador:GualdimG|GualdimG]] ([[Utilizador Discussão:GualdimG|discussão]]) 08h58min de 6 de fevereiro de 2025 (UTC)
:@[[Utilizador:GualdimG|GualdimG]]: Fiz alguns ajustes lá e cá, agora a página já está habilitada para tradução. ━ [[User:Albertoleoncio|<span style="font:15px serif; color: #445; text-transform: uppercase;">Albertoleoncio</span>]] [[User talk:Albertoleoncio|<span style="font:italic x-small cursive;color: #777;">Who, me?</span>]] 13h09min de 6 de fevereiro de 2025 (UTC)
== Meu "desaparecimento" ==
Olá Alberto, tudo bem?
Desapareci do projeto nos últimos meses pois o meu notebook pifou e, em raras ocasiões, estou conseguindo conectar o HDMI na televisão. Infelizmente o editor do proofreading não tem uma versão mobile.
Entretanto, ainda estou buscando material para o source. Recentemente achei no Gallica uma tradução (século 19) de um texto do [[Autor:Benjamin Franklin|Benjamin Franklin]] e mandei um email sugerindo que a Biblioteca Nacional da França digitalizasse a tradução de Os Miseráveis (fora ela, só a Library of Congress possui) e quase 50 livros traduzidos do Júlio Verne (tirando 1, é tudo anterior a 1900). Também fiquei sabendo que [https://landelldemoura.org/manuscritos-portugues/ aqui] tem um monte de materiais do [[Autor:Roberto Landell de Moura|Padre Landell]] - desenhos de seus projetos, cartas (inglês e português) e manuscritos (alguns contém transcrições da equipe do site, que não estou certo se estariam em domínio público ou "uso não comercial"). Se achar interessante pro Commons (pelo menos as ilustrações e as cartas, já que os manuscritos são complicados de transcrever).
Abraços,
[[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 02h24min de 29 de setembro de 2025 (UTC)
:Olá!
:Adicionei o texto do Franklin [[Galeria:Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf|aqui]] e estou, aos poucos, enviando o material do Padre Landell para o Commons. [[Utilizador:Erick Soares3|Erick Soares3]] ([[Utilizador Discussão:Erick Soares3|discussão]]) 13h45min de 23 de outubro de 2025 (UTC)
== E-mail ==
Se possível, cheque o e-mail! [[Utilizador:Yacàwotçã|Yacàwotçã]] ([[Utilizador Discussão:Yacàwotçã|discussão]]) 08h06min de 18 de novembro de 2025 (UTC)
== Notice of expiration of your sysop right ==
<div dir="ltr">Hi, as part of [[:m:Special:MyLanguage/Global reminder bot|Global reminder bot]], this is an automated reminder to let you know that your permission "sysop" (Administradores) will expire on 2026-01-25 04:38:00. Please renew this right if you would like to continue using it. <i>In other languages: [[:m:Special:MyLanguage/Global reminder bot/Messages/default|click here]]</i> [[Utilizador:Leaderbot|Leaderbot]] ([[Utilizador Discussão:Leaderbot|discussão]]) 19h42min de 18 de janeiro de 2026 (UTC)</div>
== Mentoria de Wikisource? ==
Olá, Alberto, tudo bem? Eu estou construindo uma parceria de conteúdo com um grande acervo (mais de mil livros e periódicos em domínio público). Parte do conteúdo é bilíngue (pt/eo) e parte tem múltiplos autores. Queria saber como lidar com isso no ''proofreading'', se devemos pular páginas, dividir entre dois projetos, etc. Enfim, estava precisando de uma orientação de alguém com mais experiência no Wikisource, e o @[[Utilizador:Sturm|Sturm]] me recomendou conversar contigo. Será que você teria uma horinha para trocar uma ideia? Se preferir, a gente pode marcar uma chamada que eu te mostro/passo mais detalhes, ok? Acho que até otimizaria o seu tempo. Agradeço de antemão! [[Usuário:Castelobranco|<font color="#778899" face="Verdana" size="2">CasteloBranco</font>]]<sup>[[Usuário Discussão:Castelobranco|<font color="#00008b">msg</font>]]</sup> 01h07min de 10 de setembro de 2026 (UTC)
8k48hrl2jj6c05fx1re2obflbs6ovup
Utilizador:Erick Soares3
2
184902
562003
561879
2026-09-09T17:45:05Z
Erick Soares3
19404
562003
wikitext
text/x-wiki
{{página de usuário}}
{{#babel:pt-br|en-3}}
{{Userbox/Idade|dia=24|mes=12|ano=1999}}
[[W:Usuário:Erick Soares3|Página na Wikipédia]].
[https://xtools.wmflabs.org/pages/pt.wikisource.org/Erick%20Soares3/all#106 Meu trabalho feito aqui]
;Trabalhos que desejo adicionar
{| class="wikitable sortable mw-collapsible mw-collapsed"
|-
! WS !! Livro !! Páginas
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|en
|[[:en:Index:Machado of Brazil (Machado).djvu|Machado of Brazil]]
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|pt
|[https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/66332 Luiz Gama]
|49
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|pt
|[[Galeria:Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar - A.R.T.S - 1868.pdf|tratado]]
|128
|-
|en
|[[:en:Index:The Spitting Image of a Man.pdf|The Spitting Image of a Man]]
|36
|-
|pt
|[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_nas_cataratas.pdf 1]
|127
|-
|en
|[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_at_the_falls.pdf 2]
|126
|-
|es
|[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_en_las_cataratas.pdf 3]
|126
|-
|pt
|[[:File:VLS-1 V01 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V01]], [[:File:VLS-1 V02 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V02]] e [[:File:Acidente de Alcântara (Diário do Congresso Nacional).pdf|V03]] [[:File:Acidente de Alcântara (Anais do Senado Federal).pdf|V03]]
|103
|-
|pt
|[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Direitos_das_mulheres_e_injusti%C3%A7a_dos_homens.pdf direitos] ([https://piaui.folha.uol.com.br/travessura-revolucionaria/ ler também])
|78
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|en
|[https://www.scielo.br/j/bjr/a/9H85ZdP37xWMh6QPcCgDzSy/?lang=en scandal] ([https://bjr.sbpjor.org.br/bjr/article/view/1673 1])
| 37
|-
|pt
|[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Theophilo e Sodré]]
|161
|-
|pt
|[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Problema]]
|106
|-
|pt
|[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 1]]
|79
|-
|pt
|[https://www.jstor.org/stable/community.38768877 Evolução]
|52
|-
|pt
|[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 local no ws]
|244
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|pt
|[[Galeria:Lara, tr. T. A. Craveiro (1837).pdf|Lara]]
|59
|-
|pt
|[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 2]]
|71
|-
|pt
|[https://www.google.com/books/edition/_/hnUlAQAAMAAJ América]
|254
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|pt
|[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 Revo]
|244
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|pt
|[https://www.google.com.br/books/edition/O_minotauro/4N3uAAAAMAAJ?hl=pt-BR&gbpv=0&bsq=%22Monteiro%20Lobato%22 Minotauro]
|220
|-
|pt
|[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|VIII-XI]]
|40
|-
|pt
|[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XII-XIX]]
|70
|-
|pt
|[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XX-XXIII]]
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|pt
|[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XXIVV-XXVIII]]
|37
|-
|pt
|[[:File:Muito além de Leonel Brizola.pdf|Brizola]]
|215
|-
|pt
|[https://www.google.com/books/edition/_/2Qu6Ve1nPdwC Memorias]
|144
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|pt
|[https://web.archive.org/web/20240305091556/https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/wp-content/uploads/tainacan-items/2868/8629/mml_obr0025.pdf Viagem ao Céu]
|152
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|pt
|[https://www.google.com.br/books/edition/_/AjzuAAAAMAAJ?hl=pt-BR Robin Hood]
|245
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|pt
|[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos II-III]]
|42
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|[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos IV-VI]]
|63
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|pt
|[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos VII-IX]]
|85
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|[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos X-XII]]
|77
|-
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|[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos XIII-XV]]
|68
|-
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|[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos XVI-XIX]]
|89
|-
|pt
|[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont|IX-X]]
|54
|-
|pt
|[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont|XI-fim]]
|63
|-
|pt
|[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.1]]
|80
|-
|pt
|[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.2-3]]
|83
|-
|pt
|[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.4-IV.5]]
|62
|-
|pt
|[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.6]]
|42
|-
|pt
|[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.7-8]]
|278
|-
|pt
|[[Galeria:Jean de Léry - História de uma Viagem Feita à Terra do Brasil (trad. Monteiro Lobato, 1926).pdf|Terra do Brasil]]
|285
|-
|pt
|[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (II).pdf|Napoleão 2]]
|499
|-
|pt
|[https://www.google.com/books/edition/_/QiA_AAAAIAAJ Pommery]
|210
|-
|pt
|[https://www.jstor.org/stable/community.38768246 Constituição paulista]
|43
|-
|pt
|[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8872 estrella]
|209
|-
|pt
|[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 5]]
|53
|-
|pt
|[https://books.google.ch/books?id=p8BLAQAAIAAJ&hl=pt-BR&source=gbs_navlinks_s Exilio]
|200
|-
|en
|[[:s:en:Index:Youth and children’s adaptations to COVID-19 in Brazil.pdf|youth]]
|108
|-
|pt
|[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. IV]]
|103
|-
|pt
|[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. V]]
|33
|-
|pt
|[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. VI-IX]]
|55
|-
|pt
||[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. X]]
|53
|-
|pt
|[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. XII]]
|121
|-
|pt
|[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. XIII]]
|32
|-
|pt
|[https://www.editorafi.org/ebook/534bolsonarismo bolf]
|159
|-
|en
|[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|On the Moon]]
|148
|-
|en
|[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Beyond the Earth]]
|169
|-
|en
|[[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Goals of Stellar Navigation]]
|36
|-
|pt
| [[:File:Diretas já (Pedro Simon, 1984).pdf|Diretas já]]
|66
|-
|pt
|[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Fundamentos]]
|141
|-
|pt
|[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Audacias]]
|73
|-
|pt
|[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Vitória]]
|53
|-
|pt
|[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 8-10]]
|91
|-
|pt
|[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 11-13]]
|71
|-
|pt
|[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 14]]
|40
|-
|pt
|[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 15]]
|51
|-
|pt
|[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros Trd/Ref]]
|56
|-
|pt
|[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 7]]
|81
|-
|pt
|[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/768199 Mon to Rep]
|303
|-
|pt
|[[Galeria:Efêmero Revisitado.pdf]]
|193
|-
|pt
|[[Galeria:Revista da Exposição Anthropologica Brazileira (1882).pdf|Revista da exposição]]
|145
|-
|pt
|[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8913 Barão]
|142
|-
|pt
|[[Galeria:Os Noivos (v.2).pdf]]
|472
|-
|pt
|[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 2).pdf|Federalista 2]]
|282
|-
|pt
|[https://www.jstor.org/stable/community.38769569 O cerco do corintho]
|50
|-
|pt
|[[Galeria:Cronicas-de-um-Tetranacional-do-Software-Livre.pdf]]
|119
|-
|pt
|[[Galeria:Openldap Ultimate.pdf|Openldap]]
|199
|-
|pt
|[[Galeria:Idéas de Géca Tatú.pdf|Géca]]
|211
|-
|pt
|[[Galeria:Contos Escolhidos.pdf|Contos]]
|239
|-
|pt
|[[Galeria:A Cultura é Livre.pdf]]
|254
|-
|pt
|[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|2-5]]
|35
|-
|pt
|[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|6-10]]
|49
|-
|pt
|[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|11-15]]
|45
|-
|pt
|[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|Restante]]
|64
|-
|pt
|[[:File:Preito a Camões.pdf|Camões]]
|51
|-
|en
|[https://www.jstor.org/stable/community.38767573 Minor Camões]
|33
|-
|pt
|[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 3).pdf]]
|243
|-
|pt
|[[Galeria:O Senhor D. Pedro II, imperador do Brasil, biographia, por Joaquim Pinto de Campos ; e com uma advertencia por Camillo Castello Branco.pdf|Biografia do Senhor D. Pedro II]]
|96
|-
|pt
|[[:File:Statira e Zoroastes.pdf|Statira]]
|56
|-
|pt
|[https://www.jstor.org/stable/community.38769995 Portugal, Brasil e Grã-Bretanha]
|53
|-
|en
|[https://www.jstor.org/stable/community.38768623 Portugal, Brazil and United Kingdon]
|32
|-
|pt
|[[:File:Da vida e feitos de Alexandre de Gusmão e de Bartholomeu Lourenço de Gusmão.pdf|Da vida]]
|117
|-
|pt
|{{livro digitalizado|Os Sabios Illustres|Os Sabios Illustres.pdf}}
|162
|-
|pt
|{{livro digitalizado|Galeria Illustre (Mulheres Célebres)|Galeria Illustre (Mulheres Célebres).pdf|Galeria Illustre}}
|173
|-
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|{{livro digitalizado|A Genealogia da Moral|A genealogia da moral.pdf}}
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|-
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|[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/memorias-da-emilia/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&search=Mem%C3%B3rias&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Memorias da Emilia]
|122
|-
|pt
|{{livro digitalizado|Diario de um Soldado (Vol. 1)|Diario de um Soldado Vol. 1.pdf|Diário de um soldado}}
|189
|-
|pt
|{{livro digitalizado|Vida e viagens de Fernão de Magalhães|Vida e viagens de Fernão de Magalhães, por Diego de Barros Arana; traducção do hespanhol de Fernando de Magalhães Villas-Boas. Com um appendice original.pdf}}
|206
|-
|pt
|[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/o-picapau-amarelo/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&paged=1&search=picapau%20amarelo&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Amarelo]
|178
|-
|pt
|[[Galeria:Quem trabalha tem alfaia.pdf|Quem trabalha tem alfaia]]
|242
|-
|pt
|[https://permalinkbnd.bnportugal.gov.pt/records/item/92629-resumo-do-systema-de-medicina-e-traduccao-da-materia-medica-do-doutor-erasmo-darwin Erasmo]
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|-
|pt
|[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/603 justiniano]
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|-
|pt
|[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/497 Ferdinand]
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|-
|pt
|[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 1]
|570
|-
|pt
|[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 2]
|730
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.1-2]]
|50
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.3]]
|43
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis V.4-5]]
|56
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.6-7]]
|42
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.8]]
|114
|-
|en
|[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 1]]
|128
|-
|en
|[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 2]]
|170
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miserávei VII.1-2]]
|64
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseráveis VII.3-4]]
|52
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseráveis VII-5-6]]
|67
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseravis VII/VIII-7-8]]
|69
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/200|Miseravis VIII-9-13]]
|104
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/200|Miseravis VIII-14-15]]
|69
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/619|Miseraveis IX-1]]
|119
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/619|Miseraveis IX-2-4]]
|82
|-
|pt
|[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/620|Miseraveis X-5-biografia]]
|157
|}
<div style="clear:both;"></div>
<div style="box-shadow: 0 0 .3em #999; border-radius: .2em; margin: 1em 0 2em 0; padding: 1px;">
<div style="background: #ffe6a7; border-radius: .2em; color: #282828; font-size:125%; padding: .4em .8em .5em;"><span style="opacity: .7;">[[File:Icons8 flat approval.svg|25px|link=|alt=]]</span> '''Projetos Finalizados''' </div>
<div title="Projets en chantier" style="padding: 1em;font-size:80%">
<gallery heights="240px" widths="180px" mode="packed" class="center">
<!--2026-->
Ficheiro:Júlio_Verne_-_À_Roda_da_Lua_(1886)_(page_1_crop).jpg|thumb|'''[[Á Roda da Lua (5ª edição)|Á Roda da Lua]]'''
Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=103|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Assedio do Recife em 1821|O Assedio do Recife em 1821]]'''
Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=663|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Cometa de 1652|O Cometa de 1652]]'''
Ficheiro:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf|page=1|thumb|'''[[Lusitania sacra/Número 49/Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?|"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?"]]'''
Ficheiro:Campos-Traduccaoebreve.pdf|page=2|thumb|'''[[Traducção e breve analyse sobre M. Pasteur e M. Renan]]'''
Ficheiro:Da Terra á Lua.pdf|page=3|thumb|'''[[Da Terra á Lua]]'''
Ficheiro:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|page=1|thumb|'''[[Narizinho Arrebitado (1ª edição)]]'''
Ficheiro:O Legado de Aaron Swartz.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação/Volume 21/O Legado de Aaron Swartz|O Legado de Aaron Swartz]]'''
Ficheiro:Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Archai/Volume 34/Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão]]
Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=214|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|O Recife de Grês do Porto de Pernambuco]]'''
Ficheiro:O Cruzeiro (1928 - N001).pdf|page=29|thumb|'''[[O Cruzeiro (Revista)/Ano I/Nº I/10 de novembro de 1928/A Éra das Forças Hydraulicas|A Éra das Forças Hydraulicas]]'''
<!--2025-->
Ficheiro:Historia das invenções.pdf|page=7|thumb|'''[[Historia das invenções (4ª edição)]]'''
File:Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf|page=3|thumb|'''[[A Sciencia do Bom Homem Ricardo]]'''
File:Apontamentos de Psychologia.pdf|page=1|thumb|'''[[Apontamentos de Psychologia]]'''
File:Vida Ociosa Capa (Restored).jpg|thumb|link=Galeria:Vida Ociosa (2ª edição).pdf|'''[[Vida Ociosa (2ª edição)]]'''
File:Byron-Giaurpoema.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Byron-Giaurpoema.pdf|'''[[O Giaur]]'''
File:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|thumb|link=Galeria:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|'''[[Representação de José Bonifácio sobre a escravatura]]'''
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File:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|thumb|link=Galeria:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|'''[[Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China]]'''
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File:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 7|O Beija-Flor, N° 7]]'''
File:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 6|O Beija-Flor, N° 6]]'''
File:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 5|O Beija-Flor, N° 5]]'''
File:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 4|O Beija-Flor, N° 4]]'''
File:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 3|O Beija-Flor, N° 3]]'''
File:Byron-MazeppaLord.pdf|thumb|link=Galeria:Byron-MazeppaLord.pdf|page=2|'''[[Mazeppa]]'''
File:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|link=Galeria:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|thumb|page=2|'''[[O descobrimento do Brasil]]'''
File:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra]]'''
File:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 2|O Beija-Flor, N° 2]]'''
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File:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 1|O Beija-Flor, N° 1]]'''
File:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|thumb|link=Galeria:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|'''[[Machado de Assis em linha/Volume 6/Número 11/Nosso primo americano, Machado de Assis|Nosso primo americano, Machado de Assis]]'''
File:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|thumb|link=Galeria:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|'''[[José de Anchieta à Luz da Historia Patria]]'''
File:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|thumb|link=Galeria:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|'''[[A Historia do Fantasma Inexperiente]]'''
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File:Poesias.pdf|page=3|link=Galeria:Poesias.pdf|thumb|'''[[Poesias (Zaluar)|Poesias]]'''
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File:Democracia (Wells).pdf|link=Galeria:Democracia (Wells).pdf|thumb|'''[[Correio da Manhã/19 de fevereiro de 1928/Democracia|Democracia]]'''
File:O Teleforo.pdf|link=Galeria:O Teleforo.pdf|thumb|'''[[Jornal do Commercio/1899/O Teleforo|O Teleforo]]'''
File:Pau Brasil (Andrade, 1925) (page 7 crop).jpg|link=Galeria:Pau Brasil (Andrade, 1925).pdf|thumb|'''[[Pau Brasil]]'''
<!--2024-->
File:O escândalo do petroleo.pdf|thumb|link=Galeria:O escândalo do petroleo.pdf|page=7|'''[[O Escandalo do Petroleo]]'''
File:Cartas tupis dos Camarões.pdf|thumb|page=2|link=:oldwikisource:Index:Cartas tupis dos Camarões.pdf|'''[[: oldwikisource:Cartas tupis dos Camarões|Cartas tupis dos Camarões]]
File:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|'''[[Revista do Instituto Historico e Geographico de S. Paulo/Volume 9/Restauração historica|Restauração histórica]]'''
File:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|thumb|link=Galeria:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|page=5|'''[[Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido]]'''
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Predefinição:Baseada em elemento de bloco
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2026-09-09T17:59:52Z
Épico
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Épico moveu [[Predefinição:Div-based-template]] para [[Predefinição:Baseada em elemento de bloco]]
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text/x-wiki
{{ombox|type = notice
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| style = width: 25em;
| text = Esta predefinição usa elementos de bloco (''e.g.'' <code><nowiki><div></nowiki></code> or <code><nowiki><p></nowiki></code>).<br />
Não deve ser aninhado dentro de um elemento em linha (''e.g.'' <code><nowiki><span></nowiki></code>), de marcações <code><nowiki><p></nowiki></code>, our qualquer outra predefinição que produza tais elementos.<br/>
Veja [[:en:Help:Block and inline elements|H:DIVSPAN]] para detalhes.}}<includeonly>[[Categoria:!Predefinições baseadas em elementos de bloco]]</includeonly><noinclude>{{documentação}}</noinclude>
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{{ombox
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| text = Esta predefinição utiliza elementos de bloco, como <code><div></code> ou <code><p></code>.
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Predefinição:Espacejamento de letras
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Alteração do redirecionamento de [[Predefinição:Letter-spacing]] para [[Predefinição:Espacejamento de letras]]
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Predefinição:Baseada em elemento de bloco/doc
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Épico
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Épico moveu [[Predefinição:Div-based-template/doc]] para [[Predefinição:Baseada em elemento de bloco/doc]]
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wikitext
text/x-wiki
{{Subpágina para documentação}}
<!-- Por favor coloque categorias onde indicado na parte inferior desta página e interwikis no Wikidata -->
Predefinição auxiliar para indicar, na documentação da predefinição, que ela utiliza elementos de bloco (tags div)
=== Uso ===
*<code>{{tl|Div-based-template}}</code> deve ser colocado na subpágina de documentação da predefinição em questão.
=== See also ===
* {{tl|span-based-template}} for span-based (inline) templates
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<!-- PLEASE ADD CATEGORIES BELOW THIS LINE AND INTERWIKIS IN WIKIDATA, THANKS -->
[[Categoria:!Predefinições de documentação]]
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Épico
12904
562019
wikitext
text/x-wiki
{{Subpágina para documentação}}
Predefinição auxiliar usada na documentação para indicar que uma predefinição utiliza elementos HTML de bloco, como <code><div></code> ou <code><p></code>. Serve para alertar sobre limitações de aninhamento com elementos em linha e parágrafos.
== Uso ==
Coloque na subpágina de documentação das predefinições a serem marcadas, preferencialmente perto do topo, o código {{lp|Baseada em elemento de bloco}}.
== Ver também ==
* {{lp|Baseada em elemento em linha}} — para predefinições que utilizam elementos em linha, como <code><span></code>.
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Épico
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text/x-wiki
{{Subpágina para documentação}}
Predefinição auxiliar usada na documentação para indicar que uma predefinição utiliza elementos HTML de bloco, como <code><div></code> ou <code><p></code>. Serve para alertar sobre limitações de aninhamento com elementos em linha e parágrafos.
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Coloque na subpágina de documentação das predefinições a serem marcadas, preferencialmente perto do topo, o código <nowiki>{{baseada em elemento de bloco}}</nowiki>.
== Ver também ==
* {{lp|Baseada em elemento em linha}} — para predefinições que utilizam elementos em linha, como <code><span></code>.
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[[Categoria:!Predefinições de documentação]]
</includeonly>
03xpalxzbezg4lv1fomavv3s554xg9s
Predefinição:Baseada em elemento em linha
10
195926
562008
470188
2026-09-09T17:59:15Z
Épico
12904
Épico moveu [[Predefinição:Span-based-template]] para [[Predefinição:Baseada em elemento em linha]]
470188
wikitext
text/x-wiki
{{ombox|type = notice
| small = yes
| image = [[File:Italic font awesome.svg|35px]]
| style = width: 25em;
| text = <p>Essa predefinição utiliza um elemento <code><span></code> para formatação.<br />
Predefinições baseadas em bloco e quebra de parágrafos não podem ser aninhadas com esta predefinição.</p>
<p>Veja [[:en:H:DIVSPAN|H:DIVSPAN]] para maiores detalhes.</p>
{{#if:{{{class|}}}|{{class notice|class={{{class}}}}}}}
}}<includeonly>[[Categoria:!Predefinições baseadas em elementos em linha]]</includeonly><noinclude>
{{documentação}}</noinclude>
k4gmv41oc60o4zq97p9wa0v1adjsrgs
562017
562008
2026-09-09T18:05:09Z
Épico
12904
562017
wikitext
text/x-wiki
{{ombox
|type = notice
| small = yes
| image = [[Ficheiro:Italic font awesome.svg|35px|link=]]
| style = width: 25em;
| text = <p>Esta predefinição utiliza um elemento em linha (tag <code><span></code>) para formatar o conteúdo.</p>
<p>Não devem ser inseridas dentro dela quebras de parágrafo nem predefinições que gerem elementos de bloco, como <code><div></code> ou <code><p></code>.</p>
<p>Veja [[:en:Help:Block and inline elements|elementos em bloco e em linha]] (em inglês) para mais informações.</p>
{{#if:{{{class|}}}|{{class notice|class={{{class}}}}}}}
}}<includeonly>[[Categoria:!Predefinições baseadas em elementos em linha]]</includeonly><noinclude>
{{documentação}}</noinclude>
s0q9u6kt0h0f7w528f7uzcqlpasmy10
Predefinição:Baseada em elemento em linha/doc
10
195927
562010
423434
2026-09-09T17:59:27Z
Épico
12904
Épico moveu [[Predefinição:Span-based-template/doc]] para [[Predefinição:Baseada em elemento em linha/doc]]
423434
wikitext
text/x-wiki
{{Subpágina para documentação}}
<!-- Por favor coloque categorias onde indicado na parte inferior desta página e interwikis no Wikidata -->
Helper template to indicate in template documentation that a template is span based.
=== Usage ===
*<code>{{tl|Span-based-template}}</code> should be placed on the documentation sub-page for the template concerned.
=== See also ===
* {{tl|div-based-template}} for div-based (block) templates
<includeonly>
<!-- Por favor coloque categorias abaixo dessa linha, e interwikis no Wikidata-->
[[Categoria:!Predefinições de documentação]]
</includeonly>
4932e8kf9n4oqmgemcky0309vbeoqs3
562021
562010
2026-09-09T18:16:43Z
Épico
12904
562021
wikitext
text/x-wiki
{{Subpágina para documentação}}
Predefinição auxiliar usada na documentação para indicar que uma predefinição utiliza um elemento HTML em linha, normalmente <code><span></code>. Serve para alertar sobre limitações de aninhamento com elementos de bloco e quebras de parágrafo.
== Uso ==
Coloque na subpágina de documentação das predefinições a serem marcadas, preferencialmente perto do topo, o código <nowiki>{{Baseada em elemento em linha}}</nowiki>.
== Ver também ==
* {{lp|Baseada em elemento de bloco}} — para predefinições que utilizam elementos de bloco, como <code><div></code> ou <code><p></code>
<includeonly>
[[Categoria:!Predefinições de documentação]]
</includeonly>
o4xpe5mp2njeyaspz00nr74b5hzqb9p
Predefinição:Grande
10
205510
562026
441902
2026-09-09T18:41:12Z
Épico
12904
Alteração do redirecionamento de [[Predefinição:Larger]] para [[Predefinição:Maior]]
562026
wikitext
text/x-wiki
#REDIRECT [[Predefinição:Maior]]
ltg83jnuijp9jzgtekjo6glymyov3gg
Predefinição:Big
10
205511
562025
441903
2026-09-09T18:40:41Z
Épico
12904
Alteração do redirecionamento de [[Predefinição:Larger]] para [[Predefinição:Maior]]
562025
wikitext
text/x-wiki
#REDIRECT [[Predefinição:Maior]]
ltg83jnuijp9jzgtekjo6glymyov3gg
Predefinição:Tabela alinhada
10
212233
562028
453161
2026-09-09T19:30:28Z
Épico
12904
Épico moveu [[Predefinição:Aligned table]] para [[Predefinição:Tabela alinhada]]
453161
wikitext
text/x-wiki
{{<includeonly>safesubst:</includeonly>#invoke:aligned table|table}}<noinclude>
{{documentation}}
<!-- Add categories to the /doc subpage, interwikis to Wikidata, not here -->
</noinclude>
atstqes86pjj6hoiczcmfvhjlawblhx
Predefinição:Tabela alinhada/doc
10
215233
562030
460937
2026-09-09T19:30:50Z
Épico
12904
Épico moveu [[Predefinição:Aligned table/doc]] para [[Predefinição:Tabela alinhada/doc]]
460937
wikitext
text/x-wiki
{{Subpágina para documentação}}<!-- Por favor coloque categorias onde indicado na parte inferior desta página e interwikis no Wikidata -->
{{Lua|Módulo:Aligned table}}
== Known limitations ==
* It is not currently recommended to combine use of this template with conventional table syntax due to differing approaches.
* It is not possible to use a custom header line which contains rowspan elements.
* When used in a multi-page transclusion (see usage notes below) , no indvidual page numbers will be displayed next to the relevant table portions,
(owing to interaction limitations with Proofread Page and LST).
== Full syntax ==
For parameter explanations, see table below.
<pre style="overflow:auto;">
{{Aligned table
| cols =
| fullwidth =
| class =
| style =
| colwidth =
| leftright =
| colstyle =
| colalign =
| rowstyle =
| title =
| titlestyle =
| above =
| abovestyle =
| nobody =
| nofooter =
| noheader =
<!--for Cth column:-->
| colCwidth =
| colwidthC =
| colCclass =
| colclassC =
| classC =
| colCalign =
| alignC =
| colCstyle =
| colstyleC =
| styleC =
| colCnowrap =
| colnowrapC =
| nowrapC =
| colCheader =
<!--for Rth row:-->
| rowRclass =
| rowclassR =
| rowRstyle =
| rowstyleR =
| rowRheader =
| aboveR =
| aboveRnormal =
| aboveRclass =
| aboveRstyle =
<!--for cell R,C:-->
| classR.C =
| styleR.C =
| (cell 1,1) | (cell 1,2) | ... | ...
| (cell 2,1) | (cell 2,2) | ... | ...
}}
</pre>
== Usage over multiple Page: ==
First Page (content) :
<pre style="overflow:auto;">
{{Aligned table
| nofooter=yes <!-- required if data extends over more than one page. -->
| row1header=yes <!-- to mark first row as the headers. -->
| (cell 1,1) | (cell 1,2) | ... | ...
| (cell 2,1) | (cell 2,2) | ... | ...
}}
</pre>
First Page (footer) :
<pre>{{Aligned table|noheader=yes|nobody=yes}}</pre>
Continuing pages (header):
<pre>
{{Aligned table
| nofooter=yes <!-- required if data extends over more than one page.-->
| row1header=yes <!-- to mark first row as the headers. -->
| (header call 1,1) | (header cell 1,2)|... |...
}}
</pre>
Continuing pages (body):
<pre>
{{Aligned table
| noheader=yes; nofooter=yes <!-- required if data extends over more than one page.-->
...
| (data cell x,1) | (data cell x,2)|... |...
| (data cell x+1,1) | (data cell x+1,2)|... |...
}}
</pre>
Continuing pages (footer) as for first page.
Last page header as for continuing pages.
Last page body.
<pre>
{{Aligned table
| noheader=yes; <!-- required if data extends over more than one page. nofooter line is absent -->
...
| (data cell x,1) | (data cell x,2)|... |...
| (data cell x+1,1) | (data cell x+1,2)|... |...
}}
{{nop}}<!-- Optional but needed in some instances to create an appropriate break.-->
</pre>
== Parameters ==
{{Aligned table
|cols=4 |class=wikitable |style=line-height:1.35em;
|colstyle=padding-right:1.0em;
|col2width=40.0em
|col4style=padding-left:1.0em;text-align:center;
|row1header=on
| Parameter
| Description
| Examples
| Default
<!-------Overall-------->
| cols
| Number of columns in the table.
| <code><nowiki> |cols=4 </nowiki></code>
| 2
| fullwidth
| {{nowrap|Set to anything ("on", "true", "yes", etc) to ensure table spans entire width available.}}<br />(Effect is to remove border-spacing and add width:100% to the table's styling.)
| <code><nowiki> |fullwidth=on </nowiki></code>
| ''not set''
| class
| CSS/[[w:en:HTML attribute|HTML class]]/es applied to the table.
| <code><nowiki> |class=wikitable |class=infobox</nowiki><br /><nowiki>|class=sortable nowrap |class=sidebar</nowiki></code>
| ''none''
| style
| [[w:en:CSS styling|CSS styling]] applied to the table.
| <code>{{nowrap|<nowiki> |style=width:80%;background:transparent; </nowiki>}}</code>
| ''none''
| colwidth
| Width of each column (or include "width:...;" in <kbd>colstyle</kbd>).
| <code><nowiki> |colwidth=6.0em |colwidth=25%</nowiki></code>
| ''not set'' (only applied if no relevant col{{var|C}}width or colwidth{{var|C}} present)
| colstyle
| CSS styling applied to each column.
| <code><nowiki> |colstyle=background:transparent; </nowiki></code>
| ''none''
| colalign
| Alignment (left/right/center/justify) applied as "text-align:" prepended to all column stylings.
| <code><nowiki> |colalign=justify </nowiki></code>
| ''none set''
| rowstyle
| CSS styling applied to each row (includes "above{{var|R}}" rows.)
| <code><nowiki> |rowstyle=text-align:center; </nowiki></code>
| ''none''
| title
| text to be applied as overall table caption.
| <code><nowiki> |title=Summary of Data </nowiki></code>
| ''not caption''
| titlestyle
| CSS styling applied to table caption.
| <code><nowiki> |titlestyle=font-style:italic;font-variant:small-caps; </nowiki></code>
| ''empty''
| above
| text to be applied as full span (covers all columns) table header.
| <code><nowiki> |above=Precis discussing the following… </nowiki></code>
| ''no spanning header''
| abovestyle
| CSS styling applied to spanning header cell.
| <code><nowiki> |avovestyle=background:color:grey </nowiki></code>
| ''empty''
<!-------Columns-------->
| leftright
| Set to anything ("on", "true", "yes", etc) in place of <kbd><nowiki>|col1align=left</nowiki></kbd> and <kbd><nowiki>|col2align=right</nowiki></kbd>
| <code><nowiki> |leftright=on </nowiki></code>
| ''not set''
| col{{var|C}}width
| Width of column number {{var|C}} (or include "width:...;" in <kbd>col{{var|C}}style</kbd>).
| <code><nowiki> |col2width=9.0em |col3width=35%</nowiki></code>
| ''none set''
| colwidth{{var|C}}
| Width of column number {{var|C}} (or include "width:...;" in <kbd>col{{var|C}}style</kbd>).
| <code><nowiki> |colwidth4=5em |colwidth5=50%</nowiki></code>
| ''none set''
| col{{var|C}}class
| Class/es applied to column number {{var|C}}.
| <code><nowiki> |col1class=navbox-group </nowiki></code>
| "
| colclass{{var|C}}
| Class/es applied to column number {{var|C}}.
| <code><nowiki> |colclass3=prose </nowiki></code>
| "
| class{{var|C}}
| Class/es applied to column number {{var|C}}.
| <code><nowiki> |class4=redalert </nowiki></code>
| "
| col{{var|C}}align
| Alignment (left\right\center) for column {{var|C}}'s cell contents (or include "text-align:...;" in <kbd>col{{var|C}}style</kbd>).
| <code><nowiki> |col4align=right </nowiki></code>
| ''none set''
| align{{var|C}}
| Alignment (left\right\center) for column {{var|C}}'s cell contents (or include "text-align:...;" in <kbd>col{{var|C}}style</kbd>).
| <code><nowiki> |align4=right </nowiki></code>
| ''none set''
| col{{var|C}}nowrap
| Set to anything ("on", "true", "yes", etc) to add "white-space:nowrap;" to column {{var|C}}'s cell styling (i.e. to prevent lines within its cells from wrapping; or include "nowrap" in <kbd>col{{var|C}}class</kbd> or "white-space:nowrap;" in <kbd>col{{var|C}}style</kbd>).
| <code><nowiki> |col5nowrap=on </nowiki></code>
| "
| colnowrap{{var|C}}
| Set to anything ("on", "true", "yes", etc) to add "white-space:nowrap;" to column {{var|C}}'s cell styling (i.e. to prevent lines within its cells from wrapping; or include "nowrap" in <kbd>col{{var|C}}class</kbd> or "white-space:nowrap;" in <kbd>col{{var|C}}style</kbd>).
| <code><nowiki> |colnowrap2=on </nowiki></code>
| "
| nowrap{{var|C}}
| Set to anything ("on", "true", "yes", etc) to add "white-space:nowrap;" to column {{var|C}}'s cell styling (i.e. to prevent lines within its cells from wrapping; or include "nowrap" in <kbd>col{{var|C}}class</kbd> or "white-space:nowrap;" in <kbd>col{{var|C}}style</kbd>).
| <code><nowiki> |nowrap6=on </nowiki></code>
| "
| col{{var|C}}style
| CSS styling applied to column number {{var|C}}.
| <code><nowiki> |col4style=font-style:italic; </nowiki></code>
| "
| colstyle{{var|C}}
| CSS styling applied to column number {{var|C}}.
| <code><nowiki> |colstyle3=font-weight:bold; </nowiki></code>
| "
| style{{var|C}}
| CSS styling applied to column number {{var|C}}.
| <code><nowiki> |colstyle2=background-color:gold; </nowiki></code>
| "
| col{{var|C}}header
| Set to any value (e.g. <code>Y</code>) to change col's cells from data cells to table headers (headings).
| <code><nowiki> |col1header=on </nowiki></code>
| ''not set''
<!--------Rows---------->
| row{{var|R}}class
| Class/es applied to row number {{var|R}}.
| <code><nowiki> |row10class=navbox-abovebelow </nowiki></code>
| ''none set''
| rowclass{{var|R}}
| Class/es applied to row number {{var|R}}.
| <code><nowiki> |rowclass3=references-small </nowiki></code>
| ''none set''
| row{{var|R}}style
| CSS styling applied to row number {{var|R}}.
| <code><nowiki> |row2style=font-weight:bold; </nowiki></code>
| "
| rowstyle{{var|R}}
| CSS styling applied to row number {{var|R}}.
| <code><nowiki> |rowstyle6=color:green; </nowiki></code>
| "
| row{{var|R}}header
| Set to any value (e.g. <code>Y</code>) to change row's cells from data cells to table headers (headings).
| <code><nowiki> |row1header=on </nowiki></code>
| ''not set''
| above{{var|R}}
| text to be applied as full span (covers all columns) entry above nominated row.
| <code><nowiki> |above5=Section II: A New Start </nowiki></code>
| ''empty/no spanning entry''
| above{{var|R}}normal
| Unset indicates spanning entry will be inserted as a table header cell with all that implies (centred; bold etc.) If set to anything ("on", "true", "yes", etc) spanning entry will be instead inserted as a standard table cell and only explicitly specified CSS classes or styling will be applied.
| <code><nowiki> |above5normal=yes </nowiki></code>
| ''empty''
| above{{var|R}}class
| Class/es to be applied to spanning entry above row number {{var|R}}.
| <code><nowiki> |above5class=quote </nowiki></code>
| ''empty''
| above{{var|R}}class
| CSS styling to be applied to spanning entry above row number {{var|R}}.
| <code><nowiki> |above5style=text-align:center </nowiki></code>
| ''empty''
<!--------Cells--------->
| class{{var|R}}.{{var|C}}
| Class/es applied to cell in row {{var|R}}, column {{var|C}}. Overrides any other class attributions (<kbd>row{{var|R}}class</kbd>, <kbd>col{{var|C}}class</kbd>).
| <code><nowiki> |class1.2=adr </nowiki></code>
| ''none set''
| style{{var|R}}.{{var|C}}
| CSS styling applied to cell in row {{var|R}}, column {{var|C}}. Overrides any more general styling (<kbd>leftright</kbd>, <kbd>col{{var|C}}align</kbd>, <kbd>row{{var|R}}style</kbd>, etc).
| <code><nowiki> |style5.3=text-align:right; </nowiki></code>
| "
<!-- Multi-page handling -->
| noheader
| Used to suppress generation of table header in page namespace
| <code><nowiki> | noheader=yes</nowiki></code>
| <code><nowiki><table></nowiki></code> is included
| nofooter
| Used to suppress generation of a table footer in page namespace
| <code><nowiki> | nofooter=yes</nowiki></code>
| <code><nowiki></table></nowiki></code> is included
| nobody
| Used to suppress generation of a table contents
| <code><nowiki> | nobody=yes</nowiki></code>
| Only <code><nowiki><table></table></nowiki></code> is emitted. This can be used when spanning tables over multiple pages. ( see below)
| {{sans-serif|''Unnamed parameters''}}
| Each unnamed parameter is taken to be the next cell in the table, starting at the table's top left corner and working left to right from top to bottom.
| <code>{{!}} Azerbaijan {{!}} Malta {{!}} Zaire</code>
| empty
}}
== Examples ==
<pre>
{{Aligned table
|cols=3 |class=wikitable
| A | 1 | a
| B | 2 | b
}}
</pre>
{{Aligned table
|cols=3 |class=wikitable
| A | 1 | a
| B | 2 | b
}}
<pre>
{{Aligned table
|cols=4 |class=wikitable
|col1align=center |col2align=center
|col3align=right |col4align=right
| AAA | aa | 123 | 12345
| B | bbbbb | 1234 | 2
}}
</pre>
{{Aligned table
|cols=4 |class=wikitable
|col1align=center |col2align=center
|col3align=right |col4align=right
| AAA | aa | 123 | 12345
| B | bbbbb | 1234 | 2
}}
<pre>
{{Aligned table
|class=wikitable |style=width:20em;
|col1align=center |col2align=right
| AAA | 123
| B | 2
}}
</pre>
{{Aligned table
|class=wikitable |style=width:20em;
|col1align=center |col2align=right
| AAA | 123
| B | 2
}}
<pre>
{{Aligned table
|cols=3 |class=wikitable sortable
|row1header=y
| U | # | l
| A | 1 | a
| B | 2 | b
}}
</pre>
{{Aligned table
|cols=3 |class=wikitable sortable
|row1header=y
| U | # | l
| A | 1 | a
| B | 2 | b
}}
== See also ==
* [[Módulo:Aligned table]], the [[w:en:Help:Lua|Lua module]] that generates this template.
<includeonly><!-- Por favor coloque categorias abaixo dessa linha, e interwikis no Wikidata-->
[[Categoria:!Predefinições de tabela e coluna]]
</includeonly>
451trqr28n0rc9dnvq2v8exjvjk2rre
Wikisource:GUS2Wiki
4
217577
562116
561411
2026-09-10T04:53:15Z
Alexis Jazz
29519
Updating gadget usage statistics from [[Special:GadgetUsage]] ([[phab:T121049]])
562116
wikitext
text/x-wiki
{{#ifexist:Project:GUS2Wiki/top|{{/top}}|This page provides a historical record of [[Special:GadgetUsage]] through its page history. To get the data in CSV format, see wikitext. To customize this message or add categories, create [[/top]].}}
Os seguintes dados estão na cache e foram atualizados pela última vez a 2026-09-07T08:15:02Z. {{PLURAL:5000|Está disponível na cache um máximo de um resultado|Estão disponíveis na cache um máximo de 5000 resultados}}.
{| class="sortable wikitable"
! Gadget !! data-sort-type="number" | Número de utilizadores !! data-sort-type="number" | Utilizadores ativos
|-
|Correlatos || 12 || 3
|-
|CropTool || 16 || 3
|-
|Fill Index || 42 || 6
|-
|FlecheHaut || 56 || 3
|-
|GoogleOCR || 29 || 5
|-
|HotCat || 98 || 8
|-
|Navigation popups || 70 || 2
|-
|NopInserter || 46 || 6
|-
|OcultaBoxE106 || 38 || 4
|-
|OngletPurge || 61 || 4
|-
|Typo || 24 || 7
|-
|UTCLiveClock || 68 || 1
|-
|WEF || 32 || 2
|-
|bottomtabs || 54 || 4
|-
|dictLookup || 24 || 6
|-
|linkclassifier || 33 || 3
|-
|mark-proofread || 45 || 5
|-
|pilcrowMarkers || 9 || 1
|-
|robot || 41 || 4
|-
|specialchars || 31 || 2
|-
|wikEd || 50 || 1
|}
* [[Especial:GadgetUsage]]
* [[m:Meta:GUS2Wiki/Script|GUS2Wiki]]
<!-- data in CSV format:
Correlatos,12,3
CropTool,16,3
Fill Index,42,6
FlecheHaut,56,3
GoogleOCR,29,5
HotCat,98,8
Navigation popups,70,2
NopInserter,46,6
OcultaBoxE106,38,4
OngletPurge,61,4
Typo,24,7
UTCLiveClock,68,1
WEF,32,2
bottomtabs,54,4
dictLookup,24,6
linkclassifier,33,3
mark-proofread,45,5
pilcrowMarkers,9,1
robot,41,4
specialchars,31,2
wikEd,50,1
-->
op1xj27cxw9rp9ti8pmzo6hx7rkxxcy
Predefinição:Espacejamento de letras/doc
10
219557
561999
559557
2026-09-09T17:38:30Z
Épico
12904
Épico moveu [[Predefinição:Letter-spacing/doc]] para [[Predefinição:Espacejamento de letras/doc]]
559557
wikitext
text/x-wiki
{{Subpágina para documentação}}
<!-- Por favor coloque categorias onde indicado na parte inferior desta página e interwikis no Wikidata -->
{{template shortcut|lsp}}
{{span-based-template}}
== Documentation ==
This template simplifies formatting text that has {{letter-spacing|0.15em|letter-spacing}}.
The shorthand of this template is {{tl|lsp}} or {{tl|lp}}.
There is also a shorthand named {{tl|sp}} that only takes one parameter and always uses the spacing .15em.
=== Parameters ===
* {{parameter|1}}: The letter spacing. Can be left blank for the default of 0.15em. Always use text-relative sizes like ''em'', not ''px'', because ''px'' will not adjust itself if the text size changes. (See [[:en:H:PXWIDTH]] for more details).
* {{parameter|2}}: The text to be spaced.
* {{parameter|3}}: Following un-spaced text. Useful for following punctuation that butts up against the last character of the spaced text. Optional.
* {{parameter|4}} and {{parameter|5}}: Another spaced/unspaced pair. Can be useful for certain headings where there are two un-spaced punctuation marks (e.g. "Chap. VII."). If {{parameter|4}} is a space, use <code><nowiki>&nbsp;</nowiki></code>, or it will be removed by the template argument parser.
== Examples ==
=== Spacing ===
{{doc example|title=Default/explicit spacing (0.15em)|content=
<pre>
* {{letter-spacing||your text goes here}}
* {{letter-spacing|0.15em|your text goes here}}
</pre>
* {{letter-spacing||your text goes here}}
* {{letter-spacing|0.15em|your text goes here}}
}}
{{doc example|title=Custom spacing 1.5em)|content=
<pre>
{{letter-spacing|1.5em|your text goes here}}
</pre>
{{letter-spacing|1.5em|your text goes here}}
}}
=== Last characters ===
If you need to exclude the last character(s) of spaced text (usually due to excess padding) but still want these characters to be wrapped (usually for clearer syntax), you can use a third unnamed parameter, which simply passes its input as-is.
Furthermore, you can use the fourth and fifth parameters for a subsequent spaced section (this is sometimes useful for cases like "Chap. II.").
In the following examples, the coloured boxes show the extend of the "spaced" text.
<pre><nowiki>
C.
{{letter-spacing|1.5em|192|2.}}}}
</nowiki></pre>
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'''Compare to...'''
<pre><nowiki>
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}}
'''Comparison of syntax appearance:'''
These examples produce the same output, but the template syntax is clearer in the second:
<pre><nowiki>
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== See also ==
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<noinclude><pagequality level="4" user="MLReis" />{{rh|{{sc|95}}|LAÇO LAGARTO|}}</noinclude>nossos cronistas, é corrupção ou de ''Vijayanagara'' («cidade da vitória») ou de ''Vidyānagara'' («cidade da sabedoria»), sendo ambos os nomes aplicados à capital de Narsinga<ref>«Hũa fermosissima Cidade, a que pôs nome Visaja (em outra parte Vizaia) Nager (leia-se Naguer), que quer dizer, Cidade de victoria: a que nos corruptamente chamamos Bisnaga, e ainda damos della o nome a todo o Reyno». Diogo do Couto, Déc. VI, V, 5.</ref>.
Parece que o singalês ''súdu'' está por ''júdu'' de outras línguas e tem derivação portuguesa. O malayál. ''chūdu'' não oferece grande dificuldade. Cf. ''chenel, chenarel'' = janela, a par de ''janel''. Cf. tambêm o port. ''jaca'' do malayál. ''chakka''; ''jagra'', malayál. ''chakkara'', sânsc. ''çarkarā''.
'''[[:d:Lexeme:L477206|Jornal]]''' («gazeta»). Conc. ''jornál''. Tambêm se diz ''phòl'', do port. ''folha''. Term. vern. ''vartamánpatr''. — Tet. ''jornál''.
'''[[:d:Lexeme:L620494|Juiz.]]''' Conc. ''juyiz''. Term. vern. ''munsubidár'', ''nítidár''. — Tet. ''juiz'', ''duiz''. — Gal. ''juiz'', ''juis'', ''duis''.
'''[[:d:Lexeme:L8754|Julho.]]''' Conc. ''júlh''. — Mal. ''julu''. — Tet., Gal. ''julho''.
'''[[:d:Lexeme:L8753|Junho.]]''' Conc. ''júnh''. — ? Mal. ''jun''. — Tet., Gal. ''junho''.
Favre deriva ''jun'' do ingl. ''June''; mas Marre prefere a proveniência portuguesa.
'''[[:d:Lexeme:L662629|Juramento.]]''' Conc. ''jurāment''. Termos vern. ''pramāṇ'', ''xapūth''. — Tet., Gal. ''juraméntu'', ''duraméntu''.
'''Jurar.''' Conc. ''jurár-zāvunk''. Term. vern. ''pramāṇ'' ou ''xapūth divunk''. — Tet., Gal. ''júra'', jurar, juramento.
'''Juro.''' Conc. ''júr''; ''júri'' (us. no Canará). — Term. vern. ''kalāntar'', ''rādh'', ''vyáz''. — Tet., Gal. ''júru''. Term. vern. ''dānik''.
'''[[:d:Lexeme:L500663|Justiça.]]''' Conc. ''justís'' (us. sómente em Goa). Term. vern. ''nít'', ''nyáy''. — Tet., Gal. ''justisa''.
'''Justo.''' Conc. ''júst'' (adj. e adv.). Term. vern. ''sārkó'', ''sam'kó'', ''barābar'', ''ṭhík''. — Mal. ''lūsto''. Term. vern. ''ādil'' (do ár.), ''pātul'', ''hārus''.
Parece que ''lusto'' passou pela forma intermédia *''dusto''. Cf. ''lidal, didal'', «dedal».
{{center|L}}
'''Laço.''' Conc. ''lás'' (p. us.). Term. vern. ''phās'', ''kat''. — Tet. ''lásu''. Term. vern. ''fafóati''.
'''Lacre.''' Mak. ''lakári''.
'''Ladainha.''' Conc. ''ladín''. — Tet., Gal. ''ladainha''.
'''[[:d:Lexeme:L448657|Lagarto]]''' («jacaré»). Indo-ingl. ''alligator''. — Mal. ''lagárti''<ref>«Ha tambem neste regno (de Cananor) em alguns rios grandes, muy grandes '''lagartos''' que comem hos homens». Duarte Barbosa, p. 344.
«Auia muita quantidade de '''lagartos''', aos quais com mais proprio nome pudera chamar serpentes». Fernão Pinto, ''Peregrinação'', cap. XLV.
«Mui grandes '''lagartos''' que em figura e natureza são os crocodilos do Nilo». João de Barros, Déc. I, XII, 8.
«Em que andão tantos '''lagartos''' que ás vezes soçobrão as almadias e tomão a gente». Gaspar Correia, II.</ref>.
== Notas ==
<references /><noinclude></noinclude>
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Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/193
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="4" user="MLReis" />{{rh||LANÇA LÁZARO|{{sc|96}}}}</noinclude>'''Lais.''' L.-Hindust. ''lás''.
'''[[:d:Lexeme:L447032|Lâmpada.]]''' Conc. ''lâmp't'' (especialmente a da igreja). — Hindust. ''lamp'' (provávelmente do inglês). — ? Sing. ''lâmpuva''. Term. vern. ''pāna''. — Mal., Sund. ''lâmpu'', ''lâmpo''. — ? Ach. ''lampo''. — ? Batt. ''lâmpu''. — Tet., Gal. ''lâmpu''<ref>«Com seus altares, frontais, sobreceos, '''lampadas''' sempre acesas». Lucena, liv. VI, cap. 6.</ref>.
O Dr. Fokker atribui — parece que com fundamento — os termos da Malásia ao hol. ''lamp''<ref>A perda da sílaba final de ''lâmpada'' explicaria em última extremidade a derivação, atenta a impossibilidade de em malaio se «admitir» o grupo ''mpd'' de três consoantes; todavia é mais natural que o étimo seja o holandês ''lamp''. Gonçalves Viana.</ref>. O jap. ''rampu'' creio que é de proveniência inglesa.
'''Lampião.''' Conc. ''lâmpyámv''. — Tet., Gal. ''lampiã''.
'''[[:d:Lexeme:L639959|Lança.]]''' Sing. ''lānsaya'', ''lanse''. Term. vern. ''sellaya'', ''hellaya''. — Gal. ''lansa''.
'''Lanceta.''' Conc. ''lâmset''. — Jap. ''ranseto''.
'''Lancha.''' Conc. ''lánch'' (us. em Goa). — Guj. ''lancha'' (us. em Damão). — Mal. ''láncha''.
'''Lanchão.''' Mal. ''lanchong''.
'''Lençol.''' Sing. ''lansoluva''. — Tet., Gal. ''lensol''.
'''[[:d:Lexeme:L447810|Lanterna.]]''' Conc. ''lântern''. — Beng. ''lantarā''. — Sing. ''lanṭəruma'', ''lanṭerəma''. — Tam., Malayál. ''lāntar''. — Tel. ''lāntaru'', ''lántaru''. — Can. ''lāntaru''. — Tul. ''lāndaru''. — Khas. ''linten'' (talvez do inglês). — Mal. ''lantérna'', ''lantéra''. — Sund., Mak., Bug. ''lantéra''. — Jav., Mad. ''lantérò''.
'''[[:d:Lexeme:L447164|Lápis.]]''' Conc. ''láps''. Term. vern. ''chín''. — Tet., Gal. ''lápis''.
'''[[:d:Lexeme:L1483375|Largo.]]''' L.-Hindust. ''largá''. ''Largá bulin rakhná'', fazer-se ao largo.
'''Lascarim''' («soldado»). — ? Conc. ''laskarí''. — Indo-ingl. ''lascar''<ref>«Myll '''lasquarys''' de pee... '''Lasquarys''' a quaualo». ''Lembranças das Cousas da India'', p. 37.
«Que no dito Reyno não aja omens de guerra, a que chamão '''lascarins''', senão para o seruiço d'elRey». Simão Botelho, ''Tombo'', p. 83.
«O mais, ou fosse vestido, ou calçado, ou a sustentação de cada dia, lhe dauão os '''lascaris''' nos nauios por amor de Deos». Lucena, liv. II, cap. 7.</ref>.
O étimo é o persa ''lashkari'', de ''lashkar'', «exército».
'''Lázaro''' («leproso»). Sing. ''lásuru''. ''Lásuru'', lepra<ref>«Aos '''lazaros''' daua por si mesmo o da santissima Communham». ''Id.'', cap. 2.</ref>.
== Notas ==
<references /><noinclude></noinclude>
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Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/194
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="4" user="MLReis" />{{rh|{{sc|97}}|LEILÃO LENÇO|}}</noinclude>''Lāḍrū'' por «Lázaro» (nome próprio) tambêm em concani.
'''[[:d:Lexeme:L450550|Lebre.]]''' Nic. ''lévere''. Vid. ''cabra''.
'''[[:d:Lexeme:L500595|Lei.]]''' Conc. ''ley''. Term. vern. ''nyáy'', ''kāydó'', ''nem''. — Tet. ''lei''. Term. vern. ''liu fúan''. — Gal. ''lei''. Term. vern. ''limúsan''.
'''Leilão.''' Conc. ''leylámv''. Term. vern. ''pāvni''. — Mar. ''lilámv'', ''lilám'', ''nilám''. — Guj. ''lílám'', ''nilám''. — Hindi ''nilám'', ''nilām''. — Hindust., Or. ''nilám''. — Nep. ''lílám''. — Beng. ''nilám'', ''nílám'', ''nilāmā''. — Ass. ''lilám''. — Sindh. ''nilāmu'', ''nilāmu''. — Panj. ''lalám'', ''nilám''. — Tam. ''élam''<ref>Vid. ''lenço'', nota.</ref>. — Malayál. ''lelam'', ''élam''. — Tel. ''lélām'', ''yálam'', ''yalam'', ''yélamu''. — Can. ''leylam'', ''lilámu'', ''yálam'', ''yélamu''. — Tul. ''leilámu'', ''yélamu'', ''yélamu''. — Indo-ingl. ''leelam'', ''neelam''. — Gar. ''ilam''. — Bir. ''lay-lan''. — Khas. ''lilam'', ''nilam''. ''Dic lilam'', vender em leilão. — Siam. ''lélàng''. — Mal. ''lélan'', ''lélon'', ''lélong''. — Ach., Batt., Sund., Jav., Mak., Bug. ''lélang''. — Day. ''lelang''. — Tet., Gal. ''leilã'', ''lelã''. — Chinês do Cantão ''yélong''. — Amoy ''lélang''. — Swaton ''loylang''.
''Leylámvkár'' (Conc.), ''lilámv-karnārá'', ''lilám-vālā'' (Mar.), ''lilám-karnár'' (Guj.), ''nilám-karná'', ''nílam-vālā'' (Hindi, Hindust.), ''nílangar'' (Hindi), ''nilāvm-karivālā'' (Beng.), ''yālamgāra'', ''yālam-hākucara'' (Can.), pregoeiro do leilão. ''Vālā'' (hindi-hindustani) quere dizer «agente, homem de», equivalente aos sufixos portugueses ''-dor'' e ''-eiro''.
''Lalāmi'', comprado em leilão (Panj.). ''Yālam-chíṭu'', bilhete de lotaria. ''Yālam-vīguta'', vender em leilão (Tel.). ''Nglélong'', ''nglenglang'', pôr a leilão. ''Ngligan gaké'', ''neglélangaken'', mandar vender, dar em venda (Jav.).
Acêrca da troca de ''l'' e ''n'', cf. ''nimbú'' e ''limbū'' (limão), ''nungar'' e ''làngar'' (âncora), ''nāchār'' e ''lāchār'' (indigente, miserável); e o port. ''laranja'' do ár. ''nāranj'', espanh. ''naranja''<ref>Deu-se tambêm êste fenómeno com ''lembrar'' < ''nembrar'', < lat. ''memorare''.</ref>.
O Sr. Cândido de Figueiredo diz que é incerta a origem de ''leilão''. Brown dá como étimo provável o ár. ''al-i'lām'', «proclamação, anúncio, aviso, cartaz», o qual, segundo Belot, significa «marcar, distinguir por um sinal».
O leilão era muito praticado pelos portugueses, pela morte ou pela mudança do sítio. O viajante holandês Linschoten (1598) atesta que assim se dispunha do espólio dos próprios vice-reis. Havia na cidade letreiros com o seguinte dizer: «O Leilão que se faz cada dia pola menhã na rua direita de Goa»<ref>«Gil Fernandes de Carvalho lhos aceitou, e logo se foi pôr na praça (de Cochim) a onde se fazem '''leilões'''». Diogo do Couto, Déc. VI, X, 9.</ref>.
'''Lenço.''' Conc. ''lems''. Term. vern. ''rumál'', ''urmál'' (p. us. nesta acepção
== Notas ==
<references /><noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="4" user="MLReis" />{{rh||LIMÃO LÍNGUA|{{sc|98}}}}</noinclude>em Goa). — Sing. ''lémsuva''. — Term. vern. ''redikadá'', ''indulkadá''. — Tam. ''ilamsi''<ref>«No old Dravidian word can commence with ''l'' or ''r''. Hence ''rājā'', a king, becomes commonly ''erāsā'', ''lōka'', ''ulagam''». Caldwell.</ref>. — Malayál. ''lanchi'', ''lenji''. — Tul. ''lésu'', ''lesu''. — Mol. ''lénsu''. — Nic. ''lenxe''. — Tet., Gal. ''lénsu''.
'''Ler.''' Mol. ''lês'' (Schuchardt). — Tet. ''lê''.
No crioulo de Ceilão ''les'' = ler.
'''Lestes.''' Sing. ''lésti'', ''léstiya''. ''Lésti-karanavā'', aprontar, aparelhar.
'''Lesto.''' Mal. ''listro'' (Schuchardt).
'''[[:d:Lexeme:L447821|Letra.]]''' Conc. ''létr''. Term. vern. ''akshar'' ou ''akher''; ''hunḍi'' (letra comercial). — Tet., Gal. ''letra''. ''Letra konta'', algarismo.
'''Levantar.''' Mal. ''levantar'', «rebellare, seipsum extollere» (Haex)<ref>«Com ha qual gente anda socegando alguns Reys, que se '''levantaom''' ou querem '''aleuantar''' contra seu senhor». Duarte Barbosa, p. 235.</ref>.
'''Lião.''' Malayál. ''léyam'', signo do zodíaco (Gundert). — Mal. ''liao''; dado em um vocabulário manuscrito. Term. vern. ''singa'' (do hindustani). — Tet. ''lião''.
'''Lição.''' Conc. ''lisámv''. Term. vern. ''pāth'', ''dhaḍá''. — Tet., Gal. ''lisã''. Term. vern. ''hanánun''.
'''Licença.''' Conc. ''lisems''. Term. vern. ''rajā''. — Mal. ''licensa'' (Haex). — Tet., Gal. ''lisensa''.
'''[[:d:Lexeme:L448420|Lima]]''' (bot.). Indo-ingl. ''lime''.
'''Limão.''' Conc. ''limbó'', ''nimbó'', ''nimbó''. — Mar. ''limbú'', ''nimbú''. — Guj. ''limbu'', ''limbu''. — Hindi ''nībú''. — Hindust. ''limú'', ''lemú'', ''nimbú''. — Or. ''lemu'', ''nemu'', ''nimu''. — Beng. ''lebu''. — Ass. ''nemú''. — Sindh. ''līmõ''. ''Līmāi'', ''limāõ'' (adj.), o que tem côr de limão. — Panj. ''nimbú''. — Tel. ''nimma''. — Can. ''limbe'', ''nimbe''. — Tul. ''limbe''. — ? Siam. ''manao''. — Mal. ''limon'' (Haex), ''liman'', ''limān'', ''limūn''. — Sund. ''limó''. — Day. ''liman''. — Mak., Bug. ''lémo''<ref>«Figos, laranjas, '''limões''', pepinos». Gaspar Correia, I, p. 505.</ref>.
''Limbi'', ''nimbi'' (Conc.); ''limbún'', ''nimbún'', ''limbuni'', ''nimbuni'', ''limboni'', ''nimboni'' (Mar.); ''limbudi'' (Guj.), limoeiro.
A palavra portuguesa vem do ár. ''leimún'' ou ''limún'' (pers. ''limú''), que, por seu turno, provêm da Índia, sânsc. ''nimbūka''. Parece que dêste último vocábulo procedem quási todas as formas indianas, mudando-se o ''n'' em ''l''.
'''[[:d:Lexeme:L500615|Língua]]''' («intérprete»). Indo-ingl. ''linguist'' (obsol.)<ref>«Prompto a ouuir quanto lhas a '''lingua''' resumia». João de Barros, Déc. I, III, 2.
«A hum '''lingua''' da feitoria dous pardaos cada mês». Simão Botelho, ''Tombo da Índia'', p. 63.
«E por '''lingoa''' hum Antonio de Noronha». Antonio Tenreiro, ''Itinerario'', cap. II.</ref>.
Ainda hoje há em Goa um funcionário chamado «língua do estado».
== Notas ==
<references /><noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="4" user="MLReis" />{{rh|{{sc|99}}|LÔBA LOUVADO|}}</noinclude>'''Linguiça''' («chouriço»). Conc. ''linguis''. — Hindi, Hindust. ''languchá''. Term. vern. ''kulmá''. — Sing. ''linguís'', ''lingus''.
'''[[:d:Lexeme:L448075|Lista]]''' («rol»). Conc. ''list''. Term. vern. ''paṭṭí'', ''xirḍí'', ''patrak'', ''kharḍó''. — Malayál. ''list''. — Tul. ''listu'', ''lixṭu''. — Tet., Gal. ''lista''.
Gundert refere o termo do malayálam ao ingl. ''list''.
'''Livrar.''' Conc. ''livrár-karunk'' (p. us.). Term. vern. ''vāṭavunk''. — Tet. ''livra''. Term. vern. ''sóri''.
'''[[:d:Lexeme:L1119734|Livre.]]''' Conc. ''livr'' (p. us.). Term. vern. ''svādhín'', ''sút'', ''súl''. — Tet. ''lívri''. Term. vern. ''ísin-léeti''.
'''[[:d:Lexeme:L58566|Livro.]]''' Conc. ''livr''. Term. vern. ''pustak'', ''granth''. — Mal. ''libro'' (Haex). Term. vern. ''kitáb'' (ár.). Tambêm se usa ''būku'' do hol. ''boek'' ou do ingl. ''book''. — Nic. ''lébare'', livro, carta, papel. ''Anét-lébare'', pena, lápis. ''Penxíru-anét-lébare'', tinta. ''Karra-lébare'', ler. ''Ét-et-lébare'', escrever<ref>Na nicobarês, desfaz-se a consoante composta por anaptixe ou svarabhacti (cf. ''lévare'' = lebre) e substitui-se o ''o'' final por ''e'' (cf. ''lenxe'' = lenço).</ref>. — Tet., Gal. ''livru''.
'''Loba''' («sotaina»). Conc. ''lób''. — Tam. ''lobei''<ref>«O Padre leuaua hũa '''loba''' de chamelote preto». Fernão Pinto, cap. CCIX.
«Deitar sobre a cama de Nuno da Cunha hum cobertor de cetim avelludado carmesim, e elle tomar hũa '''loba''' aberta de chamelote». João de Barros, Déc. IV, VIII, 5.</ref>.
'''Loiça.''' Conc. ''loys''. — Tet., Gal. ''loisa''.
'''[[:d:Lexeme:L580445|Loja.]]''' Conc. ''loz''. Term. vern. ''kothí'', ''kothár'', ''mānd'', ''pasró'', ''āngāḍ''. — Indo-franc. ''loje''. — Mal., Jav., Mak., Bug. ''lóji'', armazéns, grandes estabelecimentos, fortalezas<ref>«E sem ninguem fallar com elle, e depois o mandou meter na '''logea''' da torre de Banasferim em huma casinha muy pequena». Gaspar Correia, ''Lendas'', II, p. 319. «Toda a gente se recolhia ás '''logias''' das torres, em que estauão muy apertados». ''Id.'', p. 899.</ref>.
Matthes dá por étimo de ''lóji'' o hol. ''loge'', «cabana, quarto, camarote»; mas os significados de ''lóji'' são mais portugueses que holandeses.
'''Lotaria.''' Conc. ''loterí''. — Sing. ''lotereyu'', ''loteriyuva''. Vid. ''sorte''.
'''Louvado''' («perito, árbitro»). Conc. ''lovád''. — Mar., Guj. ''lavád''. Term. neo-árico ''panchatkár'', ''panchādar'', ''madyasth'', ''madesth'', ''ākāri'', ''amin''. — Indo-ingl. ''laucad''<ref>«Pois andauão em concerto de se determinar o seu caso por juizes '''louvados'''». João de Barros, Déc. III, I, 9.</ref>.
''Lavādi'' (subst.), ofício de louvado; (adj.) relativo ao louvado ou ao louvamento. ''Lavādītsá nivāḍā'', laudo, louvamento. ''Lavādi-hukumnāmá'', escritura de louvamento (Mar.).
''Lavádi'', laudo, arbitramento. ''Lavádichu kharó'', louvamento (Guj.).
== Notas ==
<references /><noinclude></noinclude>
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Jin Ping Mei
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{{ER|A1 — Tradução automática clara. Subsidiariamente, G4, por ter sido criado por editor banido.|— [[Usuário:Épico|<span style="color:var(--color-emphasized,#101418); font-family:Times New Roman;serif;">Épico</span>]] <span style="font-size:85%">[[Usuário Discussão:Épico|(disc)]]/[[Especial:Contribuições/Épico|(contrib)]]</span> 00h53min de 10 de setembro de 2026 (UTC)}}
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| obra=Nova Edição ilustrada e Anotada de Jin Ping Mei:
| seção= Introdução e Índice
| autor= Lanling Xiaoxiaosheng
| previous = [[金瓶梅詞話(萬曆本)|Cihua de Jin Ping Mei (edição Wanli)]]
| next =
| notas = “Nova Edição Ilustrada e Anotada de Jin Ping Mei”, também chamada “Edição Chongzhen de Jin Ping Mei”, é o primeiro grande romance vernacular de costumes sociais inteiramente criado por um literato na história da literatura chinesa. O romance deriva de “Margens da Água”, baseado no episódio em que, no [[水滸傳|Margens da Água]], Ximen Qing seduz Pan Jinlian, que mata Wu Dalang, e finalmente é morto por Wu Song. Após leves adaptações, narra-se a história da ascensão de Ximen Qing e sua morte decorrente de seus excessos.
}}
[[File:新刻繡像批評金瓶梅.jpg|thumb|page=1|<br>Documento digitalizado pelo Instituto de Cultura Oriental da Universidade de Tóquio]]
{{tabela-começo}}
*[[/序|Prefácio]] – Prefácio de *Jin Ping Mei*</br>
*[[/第01回|Capítulo 1]] – Ximen Qing forma laços com dez irmãos; Wu Erlang é frio com o irmão e a cunhada</br>
*[[/第02回|Capítulo 2]] – A bela mãe Pan seduz atrás da cortina; a velha Wang revela suas artimanhas na casa de chá</br>
*[[/第03回|Capítulo 3]] – A velha Wang aceita propina; arma-se uma emboscada para seduzir o libertino</br>
*[[/第04回|Capítulo 4]] – Encontro amoroso de Pan no monte Wu; confusão na casa de chá causa indignação de Yun Ge</br>
*[[/第05回|Capítulo 5]] – Yun Ge arma para apanhar os adúlteros; Wu Da morre após beber veneno</br>
*[[/第06回|Capítulo 6]] – He Jiu aceita suborno; a velha Wang se abriga da chuva</br>
*[[/第07回|Capítulo 7]] – A casamenteira Xue propõe o casamento de Meng San’er; a Srta. Yang repreende o tio Zhang</br>
*[[/第08回|Capítulo 8]] – A jovem lê um oráculo sobre o amado; o monge ouve sons indecentes ao velar o morto</br>
*[[/第09回|Capítulo 9]] – Ximen Qing se casa secretamente com Pan Jinlian; Wu acidentalmente agride o oficial Li</br>
*[[/第10回|Capítulo 10]] – O herói é enviado ao exílio; esposas e concubinas divertem-se no Pavilhão de Lótus</br>
*[[/第11回|Capítulo 11]] – Pan Jinlian espanca Sun Xue’e; Ximen Qing corteja Li Guijie</br>
*[[/第12回|Capítulo 12]] – Pan Jinlian humilha o criado; Liu Lixing usa feitiços para ganhar dinheiro</br>
*[[/第13回|Capítulo 13]] – Li Ping’er marca encontro secreto; Yingchun observa escondida</br>
*[[/第14回|Capítulo 14]] – Hua Zixu morre de raiva; Li Ping’er entrega-se ao amante</br>
*[[/第15回|Capítulo 15]] – Belezas apreciam lanternas; libertinos frequentam o bordel Lichun Yuan</br>
*[[/第16回|Capítulo 16]] – Ximen Qing escolhe data auspiciosa; Ying Bojue festeja alegremente</br>
*[[/第17回|Capítulo 17]] – O censor depõe o comandante Yang; Li Ping’er promete-se a Jiang Zhushan</br>
*[[/第18回|Capítulo 18]] – Suborno salva Ximen; Jingji perde-se em paixão</br>
*[[/第19回|Capítulo 19]] – O “solitário da grama” golpeia Jiang Zhushan; Li Ping’er apaixona-se por Ximen Qing</br>
*[[/第20回|Capítulo 20]] – Parasita cria tumulto no banquete; jovens dissolutos competem no bordel</br>
*[[/第21回|Capítulo 21]] – Wu Yueniang varre neve e prepara chá; Ying Bojue convida para beber</br>
*[[/第22回|Capítulo 22]] – Huilian encontra-se secretamente; Chunmei repreende frivolidades</br>
*[[/第23回|Capítulo 23]] – No jogo de xadrez, Ping’er perde dinheiro; Pan Jinlian espiona furtivamente</br>
*[[/第24回|Capítulo 24]] – Jingji diverte-se na Festa das Lanternas; Huixiang insulta a esposa de Laiwang</br>
*[[/第25回|Capítulo 25]] – Wu Yueniang brinca no balanço; Laiwang difama enquanto bêbado</br>
*[[/第26回|Capítulo 26]] – Laiwang é enviado para Xuzhou; Song Huilian suicida-se envergonhada</br>
*[[/第27回|Capítulo 27]] – Li Ping’er conversa secretamente; Pan Jinlian escandaliza-se no parreiral</br>
*[[/第28回|Capítulo 28]] – Jingji conquista Pan Jinlian; Ximen Qing espanca o ferreiro confuso</br>
*[[/第29回|Capítulo 29]] – Mago diagnostica destino; Pan Jinlian convida para banho amoroso</br>
*[[/第30回|Capítulo 30]] – Ministro Cai concede honras; Ximen Qing tem um filho e é promovido</br>
*[[/第31回|Capítulo 31]] – Criado esconde jarra e causa discórdia; Ximen Qing oferece banquete</br>
*[[/第32回|Capítulo 32]] – Li Guijie reconhece filha; Pan Jinlian assusta a criança com ciúmes</br>
*[[/第33回|Capítulo 33]] – Jingji perde a chave e é punido; Han Daoguo deixa esposa criar brigas</br>
*[[/第34回|Capítulo 34]] – Concubina oferece vinho por favores; suborno decide julgamentos</br>
*[[/第35回|Capítulo 35]] – Ximen vinga seu amante favorito; rapaz servo veste-se de mulher</br>
*[[/第36回|Capítulo 36]] – Mordomo Zhai pede auxílio; o laureado Cai oferece hospedagem</br>
*[[/第37回|Capítulo 37]] – Casamenteira Feng organiza união; Ximen monopoliza Wang Liuer</br>
*[[/第38回|Capítulo 38]] – Wang Liuer espanca rivais; Pan Jinlian toca alaúde na noite nevada</br>
*[[/第39回|Capítulo 39]] – Criança recebe nome budista; no aniversário, Jingji visita inimigo</br>
*[[/第40回|Capítulo 40]] – Ping’er busca afeto; Pan Jinlian adquire criada</br>
*[[/第41回|Capítulo 41]] – Duas crianças se comprometem; duas mulheres compartilham suas mágoas</br>
*[[/第42回|Capítulo 42]] – Fogos iluminam a porta; lanternas deslumbram no Festival de Yuanxiao</br>
*[[/第43回|Capítulo 43]] – Ciúmes causam conflitos; Wu Yueniang busca aliança vantajosa</br>
*[[/第44回|Capítulo 44]] – Criada furta ouro; beleza joga xadrez à noite</br>
*[[/第45回|Capítulo 45]] – Ying Bojue aconselha empenho do gongo; Li Ping’er despe a criada Yin</br>
*[[/第46回|Capítulo 46]] – Passeio noturno sob neve; esposas brincam com adivinhações</br>
*[[/第47回|Capítulo 47]] – Miao Qing assassina patrão por ganância; Ximen aceita suborno</br>
*[[/第48回|Capítulo 48]] – Jogo amoroso com ramo de pêssego; investigam sete casos</br>
*[[/第49回|Capítulo 49]] – Visita ao inspetor; monge revela poderes e cura</br>
*[[/第50回|Capítulo 50]] – Criado escuta encontros secretos; Daian passeia no beco das borboletas</br>
*[[/第51回|Capítulo 51]] – Pan Jinlian prova jade; Jingji perde dinheiro no jogo</br>
*[[/第52回|Capítulo 52]] – Ying Bojue diverte-se na caverna; Pan Jinlian seduz o genro</br>
*[[/第53回|Capítulo 53]] – Pan Jinlian interrompe encontro secreto; Wu Yueniang suplica por um filho</br>
*[[/第54回|Capítulo 54]] – Ying Bojue flerta através da cerca; médico diagnostica Ping’er</br>
*[[/第55回|Capítulo 55]] – Ximen celebra aniversário; senhor Miao doa menino cantor</br>
*[[/第56回|Capítulo 56]] – Ximen doa ouro a amigos; Chang despreza esposa e filho</br>
*[[/第57回|Capítulo 57]] – Cem peças de ouro são doadas; um sorriso dissipa irritação</br>
*[[/第58回|Capítulo 58]] – Pan Jinlian fere homem ao bater no cão; Meng Yulou ajuda pobre mulher</br>
*[[/第59回|Capítulo 59]] – Ximen exibe nudez; Ping’er chora pelo filho falecido</br>
*[[/第60回|Capítulo 60]] – Ping’er sucumbe à doença; Ximen promove negócios oficiais</br>
*[[/第61回|Capítulo 61]] – Ximen, bêbado, comete excessos; Ping’er festeja apesar da doença</br>
*[[/第62回|Capítulo 62]] – Sacerdote taoísta expulsa espírito; Ximen chora a morte de Ping’er</br>
*[[/第63回|Capítulo 63]] – Pintor retrata Ping’er; Ximen assiste ópera e se entristece</br>
*[[/第64回|Capítulo 64]] – Yuxiao aceita juramento; criado planeja fuga</br>
*[[/第65回|Capítulo 65]] – Funeral solene; perfume paira à meia-noite</br>
*[[/第66回|Capítulo 66]] – Zhai envia condolências; sacerdote apresenta recomendação espiritual</br>
*[[/第67回|Capítulo 67]] – Ximen aprecia neve na biblioteca; Ping’er aparece em sonho</br>
*[[/第68回|Capítulo 68]] – Ying Bojue morde o braço jade; criado investiga cupido secreto</br>
*[[/第69回|Capítulo 69]] – Nova posição para a Sra. Lin; bordel se assusta com Wang Sanguan</br>
*[[/第70回|Capítulo 70]] – Eunuco participa da corte; dois oficiais recebem promoção</br>
*[[/第71回|Capítulo 71]] – Ping’er aparece em sonho na casa dos He; oficial apresenta relatório ao imperador</br>
*[[/第72回|Capítulo 72]] – Pan Jinlian espanca Ruyi'er; Wang Sanguan jura fidelidade a Ximen</br>
*[[/第73回|Capítulo 73]] – Pan Jinlian relembra tocar flauta; Ximen experimenta cinto de seda</br>
*[[/第74回|Capítulo 74]] – Pan Jinlian busca conforto; freira prega doutrina</br>
*[[/第75回|Capítulo 75]] – Jade adoece de ciúme; Pan Jinlian joga vinagre para proteger honra</br>
*[[/第76回|Capítulo 76]] – Chunmei provoca Ximen; pintor esconde-se chorando</br>
*[[/第77回|Capítulo 77]] – Ximen visita Ai Yue; Sra. Ben seduz amante</br>
*[[/第78回|Capítulo 78]] – Sra. Lin luta na cama; Ruyi'er experimenta prazer sozinha</br>
*[[/第79回|Capítulo 79]] – Ximen morre por excesso de desejo; Wu Yueniang dá à luz filho</br>
*[[/第80回|Capítulo 80]] – Pan Jinlian casa-se novamente; Li Jiao’er rouba e foge</br>
*[[/第81回|Capítulo 81]] – Han Daoguo foge com dinheiro; Tang Laibao trai seu mestre</br>
*[[/第82回|Capítulo 82]] – Jingji trai e vence duas vezes; Pan Jinlian alterna amor e frieza</br>
*[[/第83回|Capítulo 83]] – Qiuju revela segredos; Chunmei troca bilhetes amorosos</br>
*[[/第84回|Capítulo 84]] – Wu Yueniang causa tumulto no templo; mestre budista mendiga na caverna</br>
*[[/第85回|Capítulo 85]] – Wu Yueniang descobre traição; Chunmei não derrama lágrimas</br>
*[[/第86回|Capítulo 86]] – Xue’e incita briga; Pan Jinlian seduz Wang Chao’er</br>
*[[/第87回|Capítulo 87]] – Velha Wang esquece do perigo; Wu Song mata a cunhada</br>
*[[/第88回|Capítulo 88]] – Jingji presta homenagem a Jinlian; Pang enterra o corpo</br>
*[[/第89回|Capítulo 89]] – Viúva visita túmulo no Qingming; dama encontra antigo mestre</br>
*[[/第90回|Capítulo 90]] – Laiwang rapta Sun Xue’e; ela sofre humilhação</br>
*[[/第91回|Capítulo 91]] – Meng Yulou casa-se com Li; Li agride Yuzan’er</br>
*[[/第92回|Capítulo 92]] – Jingji é preso em Yanzhou; Wu Yueniang causa tumulto no tribunal</br>
*[[/第93回|Capítulo 93]] – Wang ajuda pobre menino; sacerdote abusa de discípulo</br>
*[[/第94回|Capítulo 94]] – Liu Er cria escândalo; Xue’e torna-se prostituta</br>
*[[/第95回|Capítulo 95]] – Daian se casa ao roubar jade; Wu Dien’en é humilhado</br>
*[[/第96回|Capítulo 96]] – Chunmei visita casa antiga; Yang traiciona descaradamente</br>
*[[/第97回|Capítulo 97]] – Falsa irmã segue romance; casal verdadeiro casa-se</br>
*[[/第98回|Capítulo 98]] – Jingji reencontra conhecidos; Han Ai’er encontra amante</br>
*[[/第99回|Capítulo 99]] – Liu Er insulta Wang Liuer bêbado; Zhang Sheng espiona Jingji</br>
*[[/第100回|Capítulo 100]] – Han Ai’er encontra dois delinquentes; mestre Pujing salva Xiaoge</br>
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{{ER|A1 — Tradução automática clara. Subsidiariamente, G4, por ter sido criado por editor banido.|— [[Usuário:Épico]] 00h53min de 10 de setembro de 2026 (UTC)}}
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| obra=Nova Edição ilustrada e Anotada de Jin Ping Mei:
| seção= Introdução e Índice
| autor= Lanling Xiaoxiaosheng
| previous = [[金瓶梅詞話(萬曆本)|Cihua de Jin Ping Mei (edição Wanli)]]
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| notas = “Nova Edição Ilustrada e Anotada de Jin Ping Mei”, também chamada “Edição Chongzhen de Jin Ping Mei”, é o primeiro grande romance vernacular de costumes sociais inteiramente criado por um literato na história da literatura chinesa. O romance deriva de “Margens da Água”, baseado no episódio em que, no [[水滸傳|Margens da Água]], Ximen Qing seduz Pan Jinlian, que mata Wu Dalang, e finalmente é morto por Wu Song. Após leves adaptações, narra-se a história da ascensão de Ximen Qing e sua morte decorrente de seus excessos.
}}
[[File:新刻繡像批評金瓶梅.jpg|thumb|page=1|<br>Documento digitalizado pelo Instituto de Cultura Oriental da Universidade de Tóquio]]
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*[[/序|Prefácio]] – Prefácio de *Jin Ping Mei*</br>
*[[/第01回|Capítulo 1]] – Ximen Qing forma laços com dez irmãos; Wu Erlang é frio com o irmão e a cunhada</br>
*[[/第02回|Capítulo 2]] – A bela mãe Pan seduz atrás da cortina; a velha Wang revela suas artimanhas na casa de chá</br>
*[[/第03回|Capítulo 3]] – A velha Wang aceita propina; arma-se uma emboscada para seduzir o libertino</br>
*[[/第04回|Capítulo 4]] – Encontro amoroso de Pan no monte Wu; confusão na casa de chá causa indignação de Yun Ge</br>
*[[/第05回|Capítulo 5]] – Yun Ge arma para apanhar os adúlteros; Wu Da morre após beber veneno</br>
*[[/第06回|Capítulo 6]] – He Jiu aceita suborno; a velha Wang se abriga da chuva</br>
*[[/第07回|Capítulo 7]] – A casamenteira Xue propõe o casamento de Meng San’er; a Srta. Yang repreende o tio Zhang</br>
*[[/第08回|Capítulo 8]] – A jovem lê um oráculo sobre o amado; o monge ouve sons indecentes ao velar o morto</br>
*[[/第09回|Capítulo 9]] – Ximen Qing se casa secretamente com Pan Jinlian; Wu acidentalmente agride o oficial Li</br>
*[[/第10回|Capítulo 10]] – O herói é enviado ao exílio; esposas e concubinas divertem-se no Pavilhão de Lótus</br>
*[[/第11回|Capítulo 11]] – Pan Jinlian espanca Sun Xue’e; Ximen Qing corteja Li Guijie</br>
*[[/第12回|Capítulo 12]] – Pan Jinlian humilha o criado; Liu Lixing usa feitiços para ganhar dinheiro</br>
*[[/第13回|Capítulo 13]] – Li Ping’er marca encontro secreto; Yingchun observa escondida</br>
*[[/第14回|Capítulo 14]] – Hua Zixu morre de raiva; Li Ping’er entrega-se ao amante</br>
*[[/第15回|Capítulo 15]] – Belezas apreciam lanternas; libertinos frequentam o bordel Lichun Yuan</br>
*[[/第16回|Capítulo 16]] – Ximen Qing escolhe data auspiciosa; Ying Bojue festeja alegremente</br>
*[[/第17回|Capítulo 17]] – O censor depõe o comandante Yang; Li Ping’er promete-se a Jiang Zhushan</br>
*[[/第18回|Capítulo 18]] – Suborno salva Ximen; Jingji perde-se em paixão</br>
*[[/第19回|Capítulo 19]] – O “solitário da grama” golpeia Jiang Zhushan; Li Ping’er apaixona-se por Ximen Qing</br>
*[[/第20回|Capítulo 20]] – Parasita cria tumulto no banquete; jovens dissolutos competem no bordel</br>
*[[/第21回|Capítulo 21]] – Wu Yueniang varre neve e prepara chá; Ying Bojue convida para beber</br>
*[[/第22回|Capítulo 22]] – Huilian encontra-se secretamente; Chunmei repreende frivolidades</br>
*[[/第23回|Capítulo 23]] – No jogo de xadrez, Ping’er perde dinheiro; Pan Jinlian espiona furtivamente</br>
*[[/第24回|Capítulo 24]] – Jingji diverte-se na Festa das Lanternas; Huixiang insulta a esposa de Laiwang</br>
*[[/第25回|Capítulo 25]] – Wu Yueniang brinca no balanço; Laiwang difama enquanto bêbado</br>
*[[/第26回|Capítulo 26]] – Laiwang é enviado para Xuzhou; Song Huilian suicida-se envergonhada</br>
*[[/第27回|Capítulo 27]] – Li Ping’er conversa secretamente; Pan Jinlian escandaliza-se no parreiral</br>
*[[/第28回|Capítulo 28]] – Jingji conquista Pan Jinlian; Ximen Qing espanca o ferreiro confuso</br>
*[[/第29回|Capítulo 29]] – Mago diagnostica destino; Pan Jinlian convida para banho amoroso</br>
*[[/第30回|Capítulo 30]] – Ministro Cai concede honras; Ximen Qing tem um filho e é promovido</br>
*[[/第31回|Capítulo 31]] – Criado esconde jarra e causa discórdia; Ximen Qing oferece banquete</br>
*[[/第32回|Capítulo 32]] – Li Guijie reconhece filha; Pan Jinlian assusta a criança com ciúmes</br>
*[[/第33回|Capítulo 33]] – Jingji perde a chave e é punido; Han Daoguo deixa esposa criar brigas</br>
*[[/第34回|Capítulo 34]] – Concubina oferece vinho por favores; suborno decide julgamentos</br>
*[[/第35回|Capítulo 35]] – Ximen vinga seu amante favorito; rapaz servo veste-se de mulher</br>
*[[/第36回|Capítulo 36]] – Mordomo Zhai pede auxílio; o laureado Cai oferece hospedagem</br>
*[[/第37回|Capítulo 37]] – Casamenteira Feng organiza união; Ximen monopoliza Wang Liuer</br>
*[[/第38回|Capítulo 38]] – Wang Liuer espanca rivais; Pan Jinlian toca alaúde na noite nevada</br>
*[[/第39回|Capítulo 39]] – Criança recebe nome budista; no aniversário, Jingji visita inimigo</br>
*[[/第40回|Capítulo 40]] – Ping’er busca afeto; Pan Jinlian adquire criada</br>
*[[/第41回|Capítulo 41]] – Duas crianças se comprometem; duas mulheres compartilham suas mágoas</br>
*[[/第42回|Capítulo 42]] – Fogos iluminam a porta; lanternas deslumbram no Festival de Yuanxiao</br>
*[[/第43回|Capítulo 43]] – Ciúmes causam conflitos; Wu Yueniang busca aliança vantajosa</br>
*[[/第44回|Capítulo 44]] – Criada furta ouro; beleza joga xadrez à noite</br>
*[[/第45回|Capítulo 45]] – Ying Bojue aconselha empenho do gongo; Li Ping’er despe a criada Yin</br>
*[[/第46回|Capítulo 46]] – Passeio noturno sob neve; esposas brincam com adivinhações</br>
*[[/第47回|Capítulo 47]] – Miao Qing assassina patrão por ganância; Ximen aceita suborno</br>
*[[/第48回|Capítulo 48]] – Jogo amoroso com ramo de pêssego; investigam sete casos</br>
*[[/第49回|Capítulo 49]] – Visita ao inspetor; monge revela poderes e cura</br>
*[[/第50回|Capítulo 50]] – Criado escuta encontros secretos; Daian passeia no beco das borboletas</br>
*[[/第51回|Capítulo 51]] – Pan Jinlian prova jade; Jingji perde dinheiro no jogo</br>
*[[/第52回|Capítulo 52]] – Ying Bojue diverte-se na caverna; Pan Jinlian seduz o genro</br>
*[[/第53回|Capítulo 53]] – Pan Jinlian interrompe encontro secreto; Wu Yueniang suplica por um filho</br>
*[[/第54回|Capítulo 54]] – Ying Bojue flerta através da cerca; médico diagnostica Ping’er</br>
*[[/第55回|Capítulo 55]] – Ximen celebra aniversário; senhor Miao doa menino cantor</br>
*[[/第56回|Capítulo 56]] – Ximen doa ouro a amigos; Chang despreza esposa e filho</br>
*[[/第57回|Capítulo 57]] – Cem peças de ouro são doadas; um sorriso dissipa irritação</br>
*[[/第58回|Capítulo 58]] – Pan Jinlian fere homem ao bater no cão; Meng Yulou ajuda pobre mulher</br>
*[[/第59回|Capítulo 59]] – Ximen exibe nudez; Ping’er chora pelo filho falecido</br>
*[[/第60回|Capítulo 60]] – Ping’er sucumbe à doença; Ximen promove negócios oficiais</br>
*[[/第61回|Capítulo 61]] – Ximen, bêbado, comete excessos; Ping’er festeja apesar da doença</br>
*[[/第62回|Capítulo 62]] – Sacerdote taoísta expulsa espírito; Ximen chora a morte de Ping’er</br>
*[[/第63回|Capítulo 63]] – Pintor retrata Ping’er; Ximen assiste ópera e se entristece</br>
*[[/第64回|Capítulo 64]] – Yuxiao aceita juramento; criado planeja fuga</br>
*[[/第65回|Capítulo 65]] – Funeral solene; perfume paira à meia-noite</br>
*[[/第66回|Capítulo 66]] – Zhai envia condolências; sacerdote apresenta recomendação espiritual</br>
*[[/第67回|Capítulo 67]] – Ximen aprecia neve na biblioteca; Ping’er aparece em sonho</br>
*[[/第68回|Capítulo 68]] – Ying Bojue morde o braço jade; criado investiga cupido secreto</br>
*[[/第69回|Capítulo 69]] – Nova posição para a Sra. Lin; bordel se assusta com Wang Sanguan</br>
*[[/第70回|Capítulo 70]] – Eunuco participa da corte; dois oficiais recebem promoção</br>
*[[/第71回|Capítulo 71]] – Ping’er aparece em sonho na casa dos He; oficial apresenta relatório ao imperador</br>
*[[/第72回|Capítulo 72]] – Pan Jinlian espanca Ruyi'er; Wang Sanguan jura fidelidade a Ximen</br>
*[[/第73回|Capítulo 73]] – Pan Jinlian relembra tocar flauta; Ximen experimenta cinto de seda</br>
*[[/第74回|Capítulo 74]] – Pan Jinlian busca conforto; freira prega doutrina</br>
*[[/第75回|Capítulo 75]] – Jade adoece de ciúme; Pan Jinlian joga vinagre para proteger honra</br>
*[[/第76回|Capítulo 76]] – Chunmei provoca Ximen; pintor esconde-se chorando</br>
*[[/第77回|Capítulo 77]] – Ximen visita Ai Yue; Sra. Ben seduz amante</br>
*[[/第78回|Capítulo 78]] – Sra. Lin luta na cama; Ruyi'er experimenta prazer sozinha</br>
*[[/第79回|Capítulo 79]] – Ximen morre por excesso de desejo; Wu Yueniang dá à luz filho</br>
*[[/第80回|Capítulo 80]] – Pan Jinlian casa-se novamente; Li Jiao’er rouba e foge</br>
*[[/第81回|Capítulo 81]] – Han Daoguo foge com dinheiro; Tang Laibao trai seu mestre</br>
*[[/第82回|Capítulo 82]] – Jingji trai e vence duas vezes; Pan Jinlian alterna amor e frieza</br>
*[[/第83回|Capítulo 83]] – Qiuju revela segredos; Chunmei troca bilhetes amorosos</br>
*[[/第84回|Capítulo 84]] – Wu Yueniang causa tumulto no templo; mestre budista mendiga na caverna</br>
*[[/第85回|Capítulo 85]] – Wu Yueniang descobre traição; Chunmei não derrama lágrimas</br>
*[[/第86回|Capítulo 86]] – Xue’e incita briga; Pan Jinlian seduz Wang Chao’er</br>
*[[/第87回|Capítulo 87]] – Velha Wang esquece do perigo; Wu Song mata a cunhada</br>
*[[/第88回|Capítulo 88]] – Jingji presta homenagem a Jinlian; Pang enterra o corpo</br>
*[[/第89回|Capítulo 89]] – Viúva visita túmulo no Qingming; dama encontra antigo mestre</br>
*[[/第90回|Capítulo 90]] – Laiwang rapta Sun Xue’e; ela sofre humilhação</br>
*[[/第91回|Capítulo 91]] – Meng Yulou casa-se com Li; Li agride Yuzan’er</br>
*[[/第92回|Capítulo 92]] – Jingji é preso em Yanzhou; Wu Yueniang causa tumulto no tribunal</br>
*[[/第93回|Capítulo 93]] – Wang ajuda pobre menino; sacerdote abusa de discípulo</br>
*[[/第94回|Capítulo 94]] – Liu Er cria escândalo; Xue’e torna-se prostituta</br>
*[[/第95回|Capítulo 95]] – Daian se casa ao roubar jade; Wu Dien’en é humilhado</br>
*[[/第96回|Capítulo 96]] – Chunmei visita casa antiga; Yang traiciona descaradamente</br>
*[[/第97回|Capítulo 97]] – Falsa irmã segue romance; casal verdadeiro casa-se</br>
*[[/第98回|Capítulo 98]] – Jingji reencontra conhecidos; Han Ai’er encontra amante</br>
*[[/第99回|Capítulo 99]] – Liu Er insulta Wang Liuer bêbado; Zhang Sheng espiona Jingji</br>
*[[/第100回|Capítulo 100]] – Han Ai’er encontra dois delinquentes; mestre Pujing salva Xiaoge</br>
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{{d|295 Ferraz}}<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="4" user="DeCarvalho06" />{{rh|||(44)|}}
{{rh|||Ferraz|}}</noinclude>Termo de Rezuluçáo que a Meza Tomou para Se
fazerem (as) Exequias Funebres, em demonstraçaó
(do) (Sentimento) da Morte do Nosso Rey o s{{abv|r|enhor}} Dom
Joa(m) o quinto que Santa Gloria haja o qual
faleceo em Lx{{abv|a|isboa}} em (31) de (Ju)lho de 1750;
e chegou a (noticia) a esta Cid{{abv|e|dade}} em 31 de outr. do
dito anno
Aos dois dias do mez de Novembro demil
Settecentos Sincoenta annos nesta Cid{{abv|e|ade}} do Salvador
Bahia de todos os Sanctos e Consistorio da Caza
da Santa Miz{{abv|a|ericórdia}} della Estando em Meza o Redon
da o Irmaó Prov{{abv|or|edor}} actual o Ajudante Thenente
Domingos Borges de Barros Cavalheiro profeço
da ordem de Christo commigo, Escrivão, E mais
Ir{{abv|os|mãos}} Concultores da Meza abaixo asignados=
Foi proposto pelo d{{abv|to|ito}} Irmão Prov{{abv|or|edor}} em como
era bem publica e Sabida a morte do noSo Monarca o s{{abv|r|enhor}} Dom Joam quinto pelo qual se haviaó
de fazer por todas as partes do Reino, e Suas Conquistas os Sufragios Custumados, e da mesma Sorte nesta Cidade da Bahia onde com Igual
demonstração de bem Sintida para o q’ Se estavam
preparando em diverças (Igreias) Como
na Sé Religións e freguezias, ia mandandoce dizer miSas, e oraçois em huas, e em outras Le=vantando urnas etc. Cuja obrigaçaõ tem
tambem esta Santa Caza, e antes devia Ser a
primeira por muitas Rezoéns, aSim por Ser
da proteçaõ Real, e como tal emRiquecida de m{{abv|taz|uitas}}
honrras, privilegios e izençois, que lhe ha
via concedido o d{{abv|to|ito}} S{{abv|r|enhor}} e outras muitas Circunstancias que o d{{abv|to|ito}} Irmao. Provedor Ponderou;
o que tudo ouvido por todos uniforme mente acentaraó em que Se mandace
fazer a Custa da Caza todas as demostracois
de Sintimento que Focem pociveis Fazendoce
hum, (mauzoléo) com toda (multilado) a grandeza que premitiSe a Igreia desta Santa Caza, e nesse mesmo dia
Se mandem dizer as misas que se (...) dizer<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="4" user="DeCarvalho06" /></noinclude>Dizer pella Alma do mesmo Senhor, (multilado) ElegeSe o milhor orador para pregar, deixando tudo
a Eleiçaõ do d{{abv|to|ito}} Irmaõ Prov{{abv|or|edor}} para que obre neste <ref>Selebraraõ Se estas ex
ezequias na Igr{{abv|a|eja}} da Miz{{abv|a|ericórdia}}
no dia 22 de Dezr{{abv|o|embro}} de 1750
com aSist{{abv|a|encia}} do s{{abv|r|enhor}} V. Rey e Arcebispo
e toda nobreza (Et{{abv|a|c}})</ref> particular
com aquelle (multilado) e inteligencia
Com que Se tem portado em todas as suas acçoix
de que de tudo Se mandou que eu Escrivam fizece
este termo em que todos comigo aSignaraõ, em
dito dia e era Asima
O P{{abv|or|ortador}} Dom{{abv|os|ingos}} Borges de Barros {{rh|||Pedro Ferz.’ Soutto}}
Jose Jorge da Rocha {{rh|||Manoel Carvalho (...)}}
Semiaõ Roiz Da Silva
Theotonio de Souza Salgado {{rh|||Joaõ de Torres}} Guim{{abv|es|arães}}
Ign{{abv|co|Inácio}} de Ar{{abv|o|aújo}} Castro de Mello {{rh|||Ign{{abv|o|Inácio}} da Costa Barros}}
Joseph Alz. da Sylva {{rh|||Joaõ Pr{{abv|a|para}} da (Essa)}}
Manoel Domingues da Costa
<references/><noinclude></noinclude>
drybkgqqoxddnj54q7iykjd7v2fy9rl
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<noinclude><pagequality level="4" user="DeCarvalho06" /></noinclude>{{c|Acordaõ de Rezoluçaõ, e asento que se tomou}}
{{c|em Meza p.ª se vender ao Recolhim..ᵗº a Crioulla Fran-}}
{{c|cisca escrava da Consign.am desta S.ᵗᵃ Caza com-}}
{{c|pensado p.ᵗᵉ do seu Vallor com a estimaçaõ da negra}}
{{c|Ignacia escrava do mesmo Recolhim.ᵗº e o excesso}}
{{c|pago a dinheyro pelos motivos que abayxo se de-}}
{{c|claraõ.}}
Anno do Nascimento de N. Snr. Jezus Christo
de mil sette centos secenta e hum aos 19 dias do mez de Abril do dito
anno nesta Cidade do Salvador B.ª de todos os Santos e Caza do Consistr.º
da S.ᵗᵃ Miz.ᵃ estando em Meza Capitularm.ᵗᵉ congregados o Ir.° Prov.or ac-
tual Jozé Alvz.ᶻ da Sylva commigo Escr.ᵃᵐ ao diante nomeado, officiaes, e
mais conselhr.ᵒˢ da Meza. Foy proposto pelo dito Ir.° Prov.or; que conservan-
do-se no Serv.ᶜᵒ do Recolhimento da administraçaõ desta dita S.ᵗᵃ Caza huma
escrava Crioulla por nome Fran.ᶜᵃ filha da defunta Crioulla Christina es-
escrava p.a da Consign.ᵃᵐ desta mesma Caza, a qual a Consignaçaô do Cofre
não tinha Satisfeito como devia, visto de se estar servindo da Referida escra-
va Francisca o d.ᵗᵒ Recolhim.ᵗᵒ sendo de diverça Consignaçaô; entendia
elle Prov.ᵒʳ se devia attender a este prejuizo de huá a outra Consign.ᵃᵐ
e que havendo no d.ᵒ Recolhim.ᵗᵒ huá escrava propria do Serv.ᶜᵒ delle por
nome Ignacia do gentio da Costa da mina occupada no exercicio de
Lavandr.ᵃ, mas com taõ pouco expediente por cauza das suas moles-
tias, que por se fazer inutil, e pelos respeitos ponderados no Acordaõ Lan-
çado neste L.° fl. 135 v.°, se havia ajustado Lavandr.ᵃ perpetua para
hum e outro serviço do Recolhimento, e Enfermarias; da mesma sorte lhe
parecia que esta escrava totalm.ᵗᵉ inutil p.ª aquelle exercicio, e ainda
p.ª outro qualquer de carregar pezos, supposta a molestia que padece,
se podia mandar p.ª a fazenda do Snr. Bom Jezus da Saubara p.ª
se occupar em ministerios proprios da Sua capacidade e que arbitrado
o preço a huá e outra escravas por esta Meza se devia inteyrar a parte
prejudicada com o excesso pago a dr.° de contado. E sendo ouvida
a dita propoziçam, e examinada a estimaçaõ que mereciam as referidas
escravas, se rezolveo que com eff.to se adjudicasse a Crioulla Fran.ᶜᵃ p.ª o serviço do<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="4" user="DeCarvalho06" /></noinclude>{{rh||Termo de Rezolução q{{abv|'|ue|p=p}} tomou a Meza p{{abv|a|ra}} q{{abv|'|ue|p=p}} os Irm{{abv|os|aõs}}
Mordomos da Cappella aqui em diante asizta a
destribuiçaõ das missas (mutilado) findarem o quaderno inda
q{{abv|'|ue|p=p}} entrem pello Seguinte mez como abx{{abv|o|ai}} Se declara||}}
Ao primeiro dia do mez de Janeiro de mil Sette centos e cincoenta annos, nesta Cidade do Salvador B{{abv|a|ahia}} de todos e Santos no
Consistorio da Casa da Santa Miz{{abv|a|ericordi}} estando em Meza Redonda
o Sr{{abv||enho}} Prov{{abv|r|edo}} actual o Cap{{abv|m|elao}} Andre Marquez, Cavalr{{abv|º|eio}} profeço da Ordé
de Christo comm{{abv|º|o}} Escrivaõ e mais Irmaons consultores della foi
proposto pello d{{abv|º|o}} Irmao Prov{{abv|r|edo}} q{{abv|'|ue|p=p}} os Irm{{abv|os|aõs}} q{{abv|'|ue|p=p}} Se nomearem p{{abv|a|ra}} Mordomos
da Cap{{abv|la|e}} q{{abv|'|ue|p=p}} tem por obrigaçaõ destribuir as missas q{{abv|'|ue|p=p}} esta Casa da Sancta Miz{{abv|a|Misericordia}} manda dizer pellos testadores instituidores della na
forma dos Quadernos q{{abv|'|ue|p=p}} p{{abv|a|ra}} o d{{abv|º|o}} Effeito Se Entregaõ em cada hú
dos mezes do anno as façaõ dizer e destribuindoas todas athe Se findar
o d{{abv|º|o}} quaderno ainda q{{abv|'|ue|p=p}} p{{abv|a|ra}} isso lhe seja necesario entrar com elle pelos
dias do mez q{{abv|'|ue|p=p}} Se Segue, de Sorte q{{abv|'|ue|p=p}} possa dar (mutilado) geral, pura, clara,
e verdadr{{abv|a|ei}}, de ter mand{{abv|º|ado}} dizer todas as missas contheudas no tal quaderno, por se evitar assim o cuztume q{{abv|'|ue|p=p}} se havia de darem as d{{abv|as|itas}} quitacoens
com m{{abv|tas|uitas}} missas por dizer, e por Riscar do d{{abv|º|o}} quaderno, cujo abuzo he
sem duvida prejudicial, e de consequencias Redundantes, não Som{{abv|te|ente}}
ao Breve da Conceção de S. Santidade p{{abv|a|ra}} a Reduçaõ q{{abv|'|ue|p=p}} Se fes das ditas
missas, mas ainda as mesmas almas dos Instituidores dellas, com as q{{abv|'|ue|p=p}}
se devé conformar os administradores q{{abv|'|ue|p=p}} as aSeitaraõ; por cujos motivos ponderados em Meza p{{abv|lo|e}} d{{abv|º|o}} Ir{{abv|º|o}} Prov{{abv|r|edo}} actual Se conformaraõ
todos em aprovar esta Rezoluçaõ e mandar della fazer este termo q{{abv|'|ue|p=p}}
todos asignaraõ p{{abv|a|ra}} q{{abv|'|ue|p=p}} daqui em diante aSim se pratique, e observe inviolavelm{{abv|te|en}} o qual se a de propor em Junta p{{abv|a|ra}} melhor confirmação
delle. Eu Damião Pinto de Almeyda escrivão
actual da Meza q{{abv|'|ue|}} o sobrescrevi e assignei.
Pr{{abv|or|oved}} Andre Marques {{d1|Damião Pinto de Almeyda}}
Ignacio da Costa Britto {{d1|An{{abv|to|nio}} Fran{{abv|co|Franco}} Ribr{{abv|º|o}}}}
João Dias Guim{{abv|es|arã}} {{d1|João da Costa X{{abv|er|ai}}}}
Rodrigo (…) Teyx{{abv|ra|ei}}
{{rh||Fran{{abv|co|Franco}} Correa Lemos||}}
M{{abv|el|igu}} Dantaz Brand.{{abv|º|o}} {{rh||An{{abv|to|nio}} Pr{{abv|a|eeir}} da Costa||}} {{d1|Joseph de Abreu (Fialho)}}<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="4" user="DeCarvalho06" />{{rh|||26}}
{{rh|||Ferraz}}</noinclude>{{rh||Termo de Rezoluçaõ q{{abv|’|ue}} tomou a Meza p{{abv|a|ara}} nomear}}
{{rh||hu Cappelaõ Supranumarario p{{abv|a|ara}} Suprir o lugar de}}
{{rh||cappelaõ do n{{abv|o|o}} o R.{{abv||everendo}} P{{abv|e|Padre}} Jozé Marq{{abv|’|ues}} Botelho.}}
Aos 24 dias do mez de Dezembro de mil Sette centos e quarenta
e nove annos nesta Cidade do Salvador B{{abv|a|ahia}} de todos os santos
no Consistorio da Casa da Santa Miz{{abv|a|a}} estando em Meza
Redonda o Ir{{abv|o|mão}} Prov{{abv|or|edor}} actual o Cap{{abv|m|pelaõ}} Andre Marquez Cavalr{{abv|o|o}}
profeço de Ordem de Christo commigo Escrivam e mais Irm{{abv|s|ãos}}
consultores della; foi propozto p.ˡᵒ d.ᵒ Irmaõ Prov{{abv|or|edor}} q{{abv||ue}} hera precizo
nomear hú Capellaõ Supranumarario p{{abv|a|ara}} Suprir o lugar
de Cappelaõ do n{{abv|o|o}} que exercia o R{{abv|o|Reverendo}} L{{abv|do|licenciado}} Jozé Marques Bot{{abv|o|inho}}
q{{abv|’|ue}} Se ha no Exercício de Cappelaõ do Esquife de enterrar os escravos
como Se declara no tr{{abv|o|Termo}} de Resolução da Meza q{{abv|’|ue}} Se acha
neste mesmo L{{abv|do|licenciado}} a f.²⁶, e logo apareceo em Meza hua petiçaõ
do R{{abv|o|reverendo}} P{{abv|e|padre}} Antonio dos Santos em q{{abv|’|ue}} pedia queria exercer o lugar
de Cappelaõ Supranumarario com as condiçoens q{{abv|’|ue}} p{{abv|la|pela}} Meza lhe focem
ordenadas, e constam do desp.° lançado na sua p.ᵃᵐ do theor Seg{{abv|te|seguinte}}
Admitimos ao sup{{abv|e|supranumerio}} no lugar da Capelania do Coro supranumarario
p{{abv|a|ara}} o exercer com a condiçaõ de Suprir qualquer empedim{{abv|to|ento}} que
tenha o P{{abv|e|padre}} Jozé Marques no exercicio de enterrar os escravos,
por Se lhe ter conced{{abv|o|ido}} este com as Regalias e privilegios de Cappelam
do mesmo Coro, e de tudo Se fara termo na forma do Estilo praticado,
B{{abv|a|ahia}} 24 de dezembro de 1749,, Prov{{abv|or|edor}} Marques,, Alm{{abv|da|eda}},,
Ribr{{abv|o|Ribeiro}},, Teixr{{abv|a|Teixeira}},, Xavier,, Lima,, Pereira,, em cuja ocupação logrará
o ordenado de 50$000, e todos os mais proes e precalcos q{{abv|’|ue}} tem
os mais cappelaens, de q{{abv|’|ue}} se mandou fazer este tr{{abv|o|Termo}} de Resoluçaõ em q{{abv||ue|p=p}}
todos os aSignaraõ como novo provido de como Se obriga a satisfazer
a Sua obrigaçaõ o qual Se a de propor em Junta p{{abv|la|pela}} milhor confirmaçaõ
delle. Eu Damião Pinto de Almeyda escrivaõ actual
de Meza q{{abv|’|ue}} o sobrescrevi e assignei.
{{rh|Andre Marques|Damião Pinto de Almeyda|}}
{{rh|Ignacio da Costa Britto|An{{abv|to|antonio}} Fran{{abv|co|francisco}} Ribr{{abv|o|Ribeiro}}|}}
{{rh|João Dias Guim{{abv|es|gu8imaroes}}|Rodrigo (…) Teyx{{abv|ra|teyxeira}}|}}
{{rh|João da Costa X{{abv|er|xavier}}|Fran{{abv|co|francisco}} Correa Lemos|}}
{{rh|M.el Dantaz Brand{{abv|o|brandão}}|An{{abv|to|antonio}} Pr{{abv|a|pereira}} da Costa Joseph de Abreu (…)|}}<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="4" user="DeCarvalho06" /></noinclude>{{C|do d.º Recolhimento, como propria que delle fica sendo a que Seg.do a sua idade de Rapariga, e Robusta disposiçaõ se lhe deo o preço de cento e vinte mil reis, e a negra Ign{{abv|ca|orância}}. assim mesmo se apropriasse â consignação da Caza applicada p.ª o Serviço da sobred.ᵃ fazenda, em que sô podia ter algum exercicio, e que attendendo á sua id.e e o achaque com que se acha, se lhe deu o vallor de settenta mil reis, e que conpensada, e abatida esta q.tia da p.ra ficava do excesso, e divida do Cofre â consign.am da Caza em cincoenta mil reis, os quaes deviaõ e com eff.to satisfizessem os Ir.os The{{abv|os|}} da Consig.am do Cofre dos dottes e Depózitos, e bem do Recolhim.to, ao Ir.° Recebedor das Esmollas, como credor esta a outra Consign{{abv|am|ação}}, p.ᵃ o que se passem logo as ordens necessarias. E de como na forma o sobred.ª se houve por bem a d.ª Resoluçaõ, compensaçam, pagamento, e applicaçaõ, se mandou fazer este termo de Contracto, e ajuste com o qual aSignarão o Sobred.º Ir. Prov.or com os mais Ir.os da Meza, e commigo D.or Pedro Paulo Dias Lobatto escr.am actual da Meza, que subscrevi, e assignei.}}
{{C| P.or Joseph Alz. Da Sylva D.or Pedro e Paulo Dias Lobatto
Ant.º Ribr.º (...) Joze Serqr.ª do Coutto
Manoel Rebello de Souza Joze Guedes da Cruz
Agostinho dos Santos Martins João da Costa Gomes
João Pereira da Sylva}}<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="4" user="DeCarvalho06" /></noinclude>Termos de Resolucão q tomou a Mesa (sobre)
ficar exercendo o lugar de Cappelão do Esquife de
enterrar os pretos o R.do L.do Jozê Marquez Bote-
lho como abaixo se declara.
Aos quinze dias do mez de Outubro de mil Settecentos e
quarenta e nove annos, nesta Cidade do Salvador B.a de todos
os Sanctos no Consiztorio da Casa da Sancta Miz.a estando
em Meza Redonda o Ir.o Prov.or actual Cap.m Andre Marqs
Cavalr.o profeço da Ordem de Chizto commigo Escrivão e mais
Irmaons Consultores della, foi admitido o R.do P.e Cappelão do
Coro o L.do Jozê Marquez Botelho ao exercicio de Cappelao doa
esquife de enterrar os escravos, com as mesmas preiminencias de
Cappelaó do n.o do Coro, vencendo porem o Ordenado pello mayor
trabalho que fica tendo de 80$000 em cada Hú anno pagos
aos quarteis como he custume p.a o que haja na folha dos mais cap
pelaens, e Se lhe cominou p.a estar mais prompto ao d.o Serviço do Esq.e
e Seus enterros (mutilado) Casa de moradia dentro da mesma S.ta Casa da
Miz.a, e todos os mais proes e precalços q lhes pertence como Cappelaõ
Do coro asim nos ofícios, doutrinas, (mutilado) das missas de mayor
esmola como em tudo o mays q lhe podia tocar como Cappelão do
N.o, de q sô fica defferindo na Rezão do Ordenado, e ministerio do d.o
Esq.es, e de como asim Se Resolveo uniformem.te por todos os Irm.s da
Mesa por justas concideracoens uteis ao Servico da mesma Casa q
propôz o d.o Iro. Prov.or actual q todos aprovaraõ e mandaraõ fazer este
Tr.o q asignaraõ com o d.o, R.do. P.e o qual Se a de propôr em junta p.a melhor
Confirmação delle. Eu Damiao Pinto de Almeida
escrivão actual da Meza q a sobrescrevi e assignei
Andre Marques Damiao Pinto de Almeida
Ignacio da Costa Britto An.to Franc.co Ribr.º
Joao Dias Guim.es Rodrigo (…) Teyx.ra
João da Costa X.er Franc.co Correa (Lemos)
M.el Dantaz Brand.º An.to Pr.ª da Costa Joseph de Abreu (…)<noinclude></noinclude>
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Autor:Antônio de Castro Lopes
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{{Autor
| InicialUltimoNome = L
| nacionalidade = {{BRAn|o}}
| data_nascimento = {{dni|5|1|1827|si}}
| data_morte = {{morte|11|5|1901|5|1|1827}}
| MiscBio = '''Antônio de Castro Lopes''' foi um médico e escritor brasileiro.}}
==Obras==
{{Lista de documentos início|notas=Notas}}
{{documento|data=1847|título=Abamoacara|gênero=peça}}
{{documento|data=1847|título=Ode saphica em latim por occasião do nascimento do principe imperial dom Affonso}}
{{documento|data=1848|título=Dissertação acerca da utilidade da dôr|gênero=tese}}
{{documento|data=1850|título=Novo systema de estudar a lingua latina}}
{{documento|data=1855|título=O mundo e o progresso}}
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{{documento|data=1860|título=Arte de ganhar dinheiro}}
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{{documento|data=1861|título=Catechismo de agricultura para uzo das escolas da instrucção primaria do Brazil}}
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{{documento|data=1865|título=Theatro}}
{{documento|data=1870|título=Vida e feites do doutor Semana}}
{{documento|data=1873|título=Synopse do estado da empreza predial}}
{{documento|data=1880|título=Acrostico a Luiz de Camões}}
{{documento|data=1881|título=Discurso proferido na 375ª conferencia publica da escola da freguezia da Gloria}}
{{documento|data=1881|título=Memoria sobre a possibilidade e conveniencia da suppressão dos annos bissextos}}
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==Traduções==
{{Lista de documentos início|tn|autor}}
{{documento|data=1856|título=Epitome historiae sacrae|tn=[[s:la:Epitome historiæ sacræ|{{lang|la|Epitome historiae sacrae}}]]|autor=Charles François Lhomond}}
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==Edições==
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{{documento|data=1868|título=O medico do povo|tn=?|autor=Benoît Jules Mure|notas=Joaquim José da Silva Pinto}}
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==Referências==
* {{Link DBB|Antonio de Castro Lopes}}
{{Brasil DP-Autor|morte=1901}}
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[[Categoria:Antônio de Castro Lopes]]
[[Categoria:Autores cariocas]]
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<poem>— Vae de vez acabar de {{lang|fr|''aplomb''}} a moda;
Si é portugueza a lingua, em que escrevemos,
Si patriotas somos e puristas,
D’inuteis francezismos nos deixemos.
Quem a lingua não préza, em que primeiro
De ''Mãe'' balbuciou o nome sancto,
E’ ser excepcional, é filho ingrato,
Não conhece da patria o doce encanto.
— Com que {{lang|fr|''aplomb''}} corrigir nossa linguagem
Quer, meo doutor, por mestre s’inculcando!...
Porventura já tem nome de classico,
Para dizer: «Eu quero, eu posso, eu mando» ?!...
{{lang|fr|''Aplomb''}} não se traduz; esta palavra
D’idéas mil um mundo representa;
Outra mais expressiva, mais suave
Na lingua de Camões não me apresenta.{{nop}}</poem><noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="4" user="Épico" />20</noinclude><poem>Não sei por que fugir todos procuram
D’imitar o francez!... Não sei que mal
Provenha de empregar gallicos termos,
Si é de Racine a lingua universal...
{{lang|fr|''Aplomb''}}!... que lindo termo!... Apósto e juro
Que por melhor que seja o neologismo,
Não ha de a força ter que {{lang|fr|''aplomb''}} encerra,
{{lang|fr|''Aplomb''}} que o doutor diz ser gallicismo.
— Meo illustre francelho, eu não discuto
Com quem só das palavras se namora,
Porque uma ou outra a seos ouvidos duros
Pareceu deleitar por ser sonora.
{{lang|fr|''Aplomb''}} é um cordel, que tem na poncta
De ''{{sic|chumbo|çhumbo, de acordo com a ortografia do autor}}'' uma pyramide pequena;
Que nos mostra si a tábua, si a parede
Estão na vertical, si têm empena:
D’ahi foi que o francez por translação
Ao termo deu sentido figurado,
Dizendo ter {{lang|fr|''aplomb''}} o que se mostra
Direito e firme, emfim, ''desempenado''.
— Sabe muĩto o doutor; eu reconheço;
A sua explicação me satisfaz;
Porém de dar a {{lang|fr|''aplomb''}} equivalente,
’Stou bem certo, doutor, não é capaz.{{nop}}</poem><noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="4" user="Épico" />{{d|21}}</noinclude><poem>— Quer então que eu lhe diga com que termo
Hei de {{lang|fr|''aplomb''}} traduzir?... E’ bem pequeno
O trabalho que dá-me de vertêl-o;
{{lang|fr|''Aplomb''}} em portuguez é ''desempeno''.
{{lang|fr|''Aplomb''}} ''prumo'' se diz, quando instrumento;
Por nome tal conhece-o toda a gente;
— Mas {{lang|fr|''aplomb''}}, meo doutor... — Senhor francelho,
Eu termino a questão incontinente.
{{lang|fr|''Aplomb''}} é ''prumo''; mas si por figura
O emprega falando o que é francez,
Traduzindo em tal caso essa palavra,
''Desempeno'' será em portuguez.
O natural sentido e o figurado
Exprime-os o francez c’uma palavra;
Nós, porém, para ambos possuimos
''Dous'' vocabulos, ''dous''; e de aurea lavra.</poem><noinclude>{{traço}}</noinclude>
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|título=Em que Phileas Fogg e Passeparteut mutualmente se acceitam, o primeiro na qualidade de amo, o segundo na de creado
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|título=Em que Passepartout se convence de que por fim achou o seu ideal
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|título=Trava-se uma conversa que poderá custar caro a Phileas Fogg
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|título=Em que Phileas Fogg faz pasmar o seu creado Passepartout
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|título=Em que o agente Fiz mostra uma impaciencia bem justificada
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|título=Que prova mais uma vez a inutilidade dos passaportes em assumptos de policia
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|título=Em que Passepartout falla talvez um pouco mais do que convem
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Erick Soares3
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<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|469|{{sc|capitulo xiii.}}|{{sc|historia de napoleão bonaparte.}}}}</noinclude>ordens declarou o plenipotenciario austriaco em 31
de Dezembro, que estava prompto para tratar sem o
concurso da Inglaterra , e que assignaria os preliminares da paz , ou um tratado definitivo , conforme
o primeiro consul quizesse , porêm que antes de se
comprometter com a Inglaterra , separando-se dʼella
definitivamente, pedia o seu governo, que se assignasse um armisticio commum á Italia e á Allemanha,
e que houvesse uma explicação geral das condições
da paz ; que elle por parte do seu governo propunha o Oglio por fronteira da Austria na Italia , com
a posse das Legações , e o restabelecimento dos
duques de Módena , e de Toscana em seus antigos
Estados.
Erȃo desarrazoaveis estas condições, e Bonaparte
as nāo teria admittido antes mesmo das victorias,
que o exercito francez havia alcançado na campanha
dʼaquelle inverno ; demais que tinha elle determinado que a Austria pagasse as despezas da sobredita
campanha ; propunha pois pura e simplesmente o
Adige por limites á Austria , e que renunciasse ás
indemnidades , que lhe haviāo sido promettidas na
Allemanha ou na Italia em recompensa dos diversos
territorios por ella cedidos na margem esquerda do
Rheno. Tinha igualmente em vista uma cousa de
certo bem entendida , porêm por extremo ardua de
alcançar da Austria , e era o ver-se desobrigado
a assistir a um congresso , como o fizera depois
da paz de Campo-Formio , com os differentes principes do imperio , para alcançar de cada um dʼelles<noinclude>
{{right|27}}</noinclude>
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Página:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf/489
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Erick Soares3
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|470|{{sc|capitulo xiii.}}|{{sc|historia de napoleão bonaparte.}}}}</noinclude>em particular a cessāo e abandono formal da margem esquerda do Rheno á França ; por conseguinte
pedia, que o Imperador assignasse no tratado como
chefe da Casa dʼAustria pelo que dizia respeito á sua
casa , e como imperador no concernente aos interesses do imperio : nʼuma palavra queria que as
conquistas, que havia feito, fossem reconhecidas, ou
pela casa dʼAustria, ou pela Confederação germanica.
Ordenou pois a seu irmão José de significar ao
plenipotenciario austriaco as seguintes condições,
como definitivas: O Adige por fronteiras á Austria e
á Cisalpina , sem as Legaço︣es.—Estas ao duque de
Toscana.—A Toscana ao duque de Parma.—Parma
á Cisalpina.— A margem esquerda do Rheno por
fronteira á França.—O Brisgau ao duque de Modena.
—Emfim a paz assignada pelo Imperador , em seu
nome , e no do imperio.—Quanto ao armisticio na
Italia, concedêl-o-hia com condiçāo , que se entregaria sem dilaçào a praça de Mantua ás tropas da
republica.
Como conhecesse particularmente o modo de negociar dos Allemāes , e com especialidade o de M.
de Cobentzel, determinou de obviar ás difficuldades
e resistencias , e ás ameaças dʼuma desesperaçāo
fingida, empregando um novo methodo de intimar
o seu ''ultimatum''. O corpo legislativo acabava de
abrir as suas sessōes : a 2 de Janeiro fez-lhe o primeiro consul propor de declarar que os quatro exercitos commandados pelos generaes Moreau , Brune ,
Macdonald e Augereau haviāo merecido a appro-<noinclude></noinclude>
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Página:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf/490
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<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|471|{{sc|capitulo xiii.}}|{{sc|historia de napoleão bonaparte.}}}}</noinclude>vaçāo da republica, e ajuntou a esta proposiçāo
uma mensagem pela qual fazia saber, que M. de Cobentzel acabava finalmente de obrigar-se a tratar
separadamente, e sem o concurso da Inglaterra , e
que as condiço︣es definitivas da paz erão o Rheno por
fronteira da França e o Adige para a republica cisalpina , ajuntando, que se aquellas condições nāo
fossem inmediatamente aceitas, ir-se hia assignar a
paz em Praga, em Vienna , ou em Veneza.
Grande foi a alegria que causou em Pariz esta participaçāo, mas em Luneville foi recebida com grande
sentimento a noticia dʼella. O negociador austriaco
queixou-se altamente da dureza das condições , e
ainda mais do modo insolito com que lhʼas significavāo , dizendo que a França fazia o tratado , segundo lhe parecia , e como se nāo tivesse necessidade de negociar com ninguem , e declarando que a
Austria estava determinada a se nāo sujeitar a todos
aquelles pontos, e a succumbir com as armas na
māo antes que de aceitar semelhantes condiço︣es.
Propunha M. de Cobentzel de recuar do Oglio até o
Chiesa , que corre entre o primeiro dʼestes rios , e
o Mincio, com condiçāo que se lhe daria Peschiera ,
Mantua , e Ferrara sem obrigaçāo de demolir as
fortificações. Consentia em indemnizar o duque de
Módena com o Brisgau , porêm insistia na restituiçāo de seus Estados ao duque de Toscana , e fallava
de garantias formaes, que se deveriāo dar ácerca da
independencia do Piemonte , da Suissa, da Santa-Sé , de Napoles , etc. Pelo que dizia respeito á paz<noinclude></noinclude>
1no7lxl2ttlt36102vhast7agughcxw
Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/9
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<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|5|{{sc|a volta do mundo em oitenta dias}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>{{t2|{{lsp||A VOLTA DO MUNDO}}}}
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{{c|{{sc|em}}}}
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{{c|OITENTA DIAS}}
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{{t2|CAPITULO I}}
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{{c|{{sc|em que phileas fogg e passeparteut mutualmente se acceitam,<br>o primeiro na qualidade de amo, o segundo na de creado}}}}
{{dhr}}
Em 1872, a casa numero 7 de Saville-row, Burlington Gardens,—casa onde Sheridan morreu em 1814,—era habitada
por Phileas Fogg, ''esquire'', membro dos mais singulares e dignos de reparo, do Reform-Club de Londres, apesar de systematicamente, segundo parecia, evitar nos seus actos tudo o
que podesse de algum modo despertar a attenção dos seus compatriotas.
Succedia pois a um dos maiores oradores de que a Inglaterra se honra e ufana, este Phileas Fogg, personagem enygmatico,
a respeito do qual nada se sabia, senão que era pessoa muito
de bem, e um dos mais perfeitos ''gentlemen'' da boa sociedade
ingleza.
Dizia-se que tinha grandes parecenças com Byron — na cabeça, pois quanto aos pés era Phileas Fogg irreprehensivel,—
mas um Byron de bigode e suissa, um Byron impassivel; capaz
de viver mil annos sem apresentar symptomas de velhice.
Inglez de nascimento com toda a certeza, Phileas Fogg não
era talvez londrino. Nunca o tinham visto nem na Bolsa, nem
no Banco, nem em nenhum dos escriptorios da City, isto é, do
bairro commercial da grande metropole do Reino Unido. Este
''gentleman'' não figurava na gerencia de sociedade alguma. Nunca o seu nome soára em nenhuma associação de advogados,
nem no Temple, nem em Lincolnʼs inn, nem em Grayʼs inn.<noinclude></noinclude>
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{{t2|CAPITULO I}}
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{{c|{{sc|em que phileas fogg e passeparteut mutualmente se acceitam,<br>o primeiro na qualidade de amo, o segundo na de creado}}}}
{{dhr}}
Em 1872, a casa numero 7 de Saville-row, Burlington Gardens,—casa onde Sheridan morreu em 1814,—era habitada
por Phileas Fogg, ''esquire'', membro dos mais singulares e dignos de reparo, do Reform-Club de Londres, apesar de systematicamente, segundo parecia, evitar nos seus actos tudo o
que podesse de algum modo despertar a attenção dos seus compatriotas.
Succedia pois a um dos maiores oradores de que a Inglaterra se honra e ufana, este Phileas Fogg, personagem enygmatico,
a respeito do qual nada se sabia, senão que era pessoa muito
de bem, e um dos mais perfeitos ''gentlemen'' da boa sociedade
ingleza.
Dizia-se que tinha grandes parecenças com Byron — na cabeça, pois quanto aos pés era Phileas Fogg irreprehensivel,—
mas um Byron de bigode e suissa, um Byron impassivel; capaz
de viver mil annos sem apresentar symptomas de velhice.
Inglez de nascimento com toda a certeza, Phileas Fogg não
era talvez londrino. Nunca o tinham visto nem na Bolsa, nem
no Banco, nem em nenhum dos escriptorios da City, isto é, do
bairro commercial da grande metropole do Reino Unido. Este
''gentleman'' não figurava na gerencia de sociedade alguma. Nunca o seu nome soára em nenhuma associação de advogados,
nem no Temple, nem em Lincolnʼs inn, nem em Grayʼs inn.<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|6|{{sc|a volta do mundo em oitenta dias}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>Jámais pleiteára no tribunal do chanceller, no da rainha, no Exchequer, ou nʼalgum tribunal ecclesiastico. Nāo era industrial,
negociante, commerciante ou agricultor. Nāo fazia parte nem do
''Instituto real da Gran-Bretanha'', nem do ''Instituto de Londres'',
nem do ''Instituto dos operarios'', nem do ''Instituto Russell'', nem
do ''Instituto litterario do Oeste'', nem do ''Instituto de direito'', nem
do ''das artes e sciencias reunidas'' que está sob a protecção directa de Her Gracious Majesty, ou como diriamos, aportuguezando o tratamento, de Sua Graciosa Magestade. Na︣o pertencia,
em summa, a nenhuma dʼessas sociedades que abundam na capital da Inglaterra, desde a ''Sociedade da Armonica'' até á ''Sociedade entomologica'', fundada principalmente no intuito de promover a destruição dos insectos nocivos.
Phileas Fogg era membro do Reform-Club, e nada mais.
A quem se admirar de que um ''gentleman'' ta︣o mysterioso faça parte dʼesta respeitavel associaçāo, responderemos que deveu a sua entrada á recommendaçāo de mrs. Baring Irmāos,
em cuja casa tinha credito aberto. Demais, Phileas Fogg apresentava uma certa apparencia de respeitabilidade devida á circumstancia de serem os seus cheques pagos á vista pelo debito da sua conta corrente constantemente crédora.
Seria, pois, rico este Phileas Fogg? Incontestavelmente. Porém
a maneira como elle fizera fortuna era o que as pessoas mais
bem informadas não podiam dizer, e mr. Fogg seria de certo o
ultimo individuo a quem conviesse fazer uma tal pergunta. Em
todo o caso, apesar de nāo ser prodigo, ninguem o poderia
qualificar de avaro, porque em toda a parte onde se carecia
de donativos para qualquer flm util, nobre on generoso, Phileas
Fogg concorria com o seu obulo, mas sem ruido e mesmo sob
o mysterioso véu do anonymo.
A final, nāo havia nada de menos communicativo do que este
''gentleman''. Fallava o menos possível, e parecia tanto mais mysterioso quanto mais silencioso se mostrava. Nāo se podia dizer
que a sua vida nāo fôsse publica, mas o que elle fazia era sempre tāo mathematicamente a mesma cousa, que a imaginaçāo,
descontente, procurava alem do que via.
{{nop}}<noinclude></noinclude>
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|7|{{sc|a volta do mundo em oitenta dias}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>Teria viajado? Era provavel, porque ninguem melhor do que
elle dava mais perfeita relação do mappa terrestre. Nāo havia
logar, por afastado que fôsse, de que nāo parecesse ter particular conhecimento. Ás vezes, mas em poucas palavras, breves
e claras, emendava os mil boatos que circulavam no club a proposito de viajantes perdidos ou extraviados; indicava as verdadeiras probabilidades, e as suas palavras vinham muitas vezes a passar como inspiradas por uma especie de dom prophetico, tão plenamente acabava sempre o successo por justifical-as.
Era um homem que devia ter viajado por toda a parte,— quanto
mais nāo fôsse em espirito.
Entretanto, a verdade é que Phileas Fogg havia muitos annos
que nāo saia de Londres. Os que tinham a honra de o conhecer um pouco mais de perto, affirmavam que,— exceptuando
o caminho directo que elle percorria para vir de casa ao club,
— ninguem jámais o encontrára em parte alguma. O seu unico
passatempo consistia em ler os jornaes e jogar o whist. Nʼeste
jogo silencioso, tão adequado á sua indole, ganhava muitas vezes, mas os ganhos nunca lhe entravam na bolsa e figuravam,
pelo contrario, como importante quantia no orçamento da sua
caridade. Demais, é preciso que se note, mr. Fogg jogava evidentemente por jogar, nāo para ganhar. O jogo era para elle
um combate, uma lueta contra a dificuldade, mas lucta sem movimento, sem deslocação, sem fadiga, e isso conformava-se com
o seu caracter.
A Phileas Fogg não se conheciam nem mulher nem filhos, —
o que póde acontecer ás pessoas de melhor reputaçāo, — nem
parentes nem amigos, — o que é na verdade mais raro ainda,
Phileas Fogg vivia só na sua casa de Saville-row, onde pessoa
alguma penetrava. Do seu viver intimo ningnem fazia questāo.
Bastava-lhe um creado. Almoçando e jantando no club a horas
chronometricamente determinadas, na mesma sala, á mesma
mesa, sem banquetear os collegas, sem convidar nenhum estranho para a sua refeiçāo, só se recolhia a casa, para se deitar, á meia noite em ponto, sem nunca se aproveitar dos regalados aposentos que o Reform-Club põe á disposição dos seus<noinclude></noinclude>
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Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/348
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MLReis
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/* Problemática */
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="2" user="MLReis" /></noinclude>140
AFO
enas pelējas do mar muito afortunado, venceo e pren-
deo Carlo com muitos homens de fua companhia. GOES,
Chr. de D. Man. 11, 92 E os noffos com rodolos da parte
del Rei de Cochini tão afontos, que com menos trabalho
do que o fizerão as outras vezes, os desbararárão eftas
.duas. MEND. PINT. Peregr. 56 Os dous Portuguezes tanto
que nos teconhecerão fe vierão mais ajoutos a nós.
emtem.Refoluto, defembaraçado em qualquer acção. CEIT.
Serm. 1,92,1 Muitos fidalgos mentem; poucos são os
-acanhados antes todos libertos e afoutos. ART. DE FURT.
10 Intimidou rodos os lançadores e prendeo alguns,
aque rinha por mais afoutos.
{{lema|AFOUTO}}. form. adv. O mefnto que Afoutamente. CAS-
TANH. Hift. 2, 120 E dava a todos dinheiro, que o ri-
-nha muito, e afli lho dizia por lo que gaftaffem afou-
.to. PAv. Serm. 1, 2010 que elle pertende não he
-remediar o peccado, nem a alma fenão achar quem
oblhe de huma carta de feguro, para poder fer onzeneiro
afouto. DF. MAN Cart. 3, 92 Contaime dellas [feftas]
[cafouto, tem temer que as inveje
{{lema|AFOZILAR}}. n. Vej. Afuzilar. od robhabi fo
{{lema|AFRACADO, A}}. p. p. de Afracar. BAREOs. Dict. BENT. Hift. 2, 4, 2 Tornou a Lisboa brevemente alegre e ven OPER. Thef boys any oues (slab o
cedor, e ganhado o ritulo de Africano. BRAND. Mon. 3,
{{lema|AFRACAR}}. Afroxar, enfraquecer, perder as forças. 9,2 Como tambem hoje chamamos Africanos e India Dec, 10, 4 Por afracar jacviração. MEMOR. ticos, os que eftiverão algum tempo nefta parte do mun-
DAS PROEZ, 1, 25 Nifto foi Jufquibel afrarando, por do.
muito fangue, que lhe fahia. Maus. Aff. Aft. 1, 13 y
{{lema|AFRAMADO, A}}. p. p. de Aframar. JER. CANDOS. Dict.
BENT. PER. Thef.
{{lema|AFRAMAMENTO}}. s. m. antiq. Acção e
effeito de aframar. JER. CARDOS. Dict. BENT. PER. Thef.
{{lema|AFRAMAR}}. v. a. anriq. Abrazar qucimar; ou met. A-
brazear, avermelhar, fazer vermelho. De Frama. ant. flam-
ma. JER. CARDOS. Dict. BENT. PER. Thef. Eftes mefmos
O trazem com pron. peff.
{{lema|AFRAMENGADO, A}}. adj. Alvole louro, femelhante aos
-Flamengos. De Framengo. ant. Brur. Vocab. ATUOTA
{{lema|AFRANCEZADO, A}}. adj. uf. Que imita com affectação
oos costumes ou modas dos Francezes.
{{lema|AFRAQUENTAR}}. v. al anr. e pouc, ul. Enfraquecer, debilitar, quebrar as forças. Pix. Chr. de D. Aff. IV. 59
E nefta grande agonia, e muita fraqueza, em que fe
vião, os afraquentou muito mais defapparecerlhe a ve
ra Cruz, que anrre fi traziáo. (erro da ediç. afrequentou.)
As palavras gr que alguns Antigos efcrevem por
Afre, e aqui fe não acharem, bufquem em Afer.
{{lema|AFREGUEZADO, A}}. p. de Afreguezar. GUERREIR.
{{lema|AFREGUEZAR}}. v. a. Grangear freguezes, fazer que venhão comprar com elle on d fua loja. ant. Afreiguezar.
JER. CARBOs. Dict. BENT. PER: Thef.
Mer. M. BERN. Floreft. 2, 6, 225, A Para attra-
hir com fua freguezia os que paffavão, e afreguezar a-
quelle infame latibulo de peccados.
Com pron. peff Comprar fempre ou de ordinario ao
mefmo vendedor. JER. CARDOs. Diet. BENT. PER. Thef!
Met. M. BERN. Floreft. 5, 6, 176, C Defpeza
[da neve] na verdade, que feria mui rendofa aos ini-
migos Alpes fe eftiveffem mais vizinhos a Madrid,
para fe afreguçzar com elles.
{{lema|AFREIMADO, A}}. p. p. de Afreimar, JER CARDOS Dict.
BENT PER. Thef.
{{lema|AFREIMAR}}. v. a. antiq. Agaftar, encolerizar. De Freima.
Tani. fleuma. JERO CARDOS. Dict. BENT. PER.. Thef. Os mef
mos o trazem com pron. peff. 10.11.
{{lema|AFRESCAR}}. v. a. ant. e pouc. uf. Refrescar. SoVER. Hift.
25 Nem o lume o queimara, mas.aftefcará, como bran
do Zephyro, e freſca viração.
{{lema|AFRICANO, A}}. adj. De Africa pertencente a Africa.
-Do Lar. Africanus. CAM. Canç. 9, QiCabo fe defcobre,
com que a cófta Africana, que do Auftro vem cor-
rendo, Limire faz. Cort. R. Cerc. 20, 1435) Acaba-
odas de vêr as Africanas, Memoraveis victorias., VEIG.
Laur, Ded. Pera á tréva Africana dardes luz. limos
Subft. O natural de Africa. FEBR. Poem. Epitaf. 3
Pranto e terror fatal dos Africanos. PER. Elegiad. 12,
171 Somos nas cores varios, mas parentes, Nafci
dos fó de hum tronco os Africanos GAV, Cerc. I, 2
Deftruindo as famofas Cidades, e Fortalezas, que dos
antigos Africancs, Romanos e Godos forão edificadas.
Denominação, que fe dá a quem afiftio algum tem-
As palavras, que alguns Antigos efcrevem por po em Africae por excellencia a quem nella jez gran-
el Afrg feguindofelhe vogal; bufquemfe por Af com a des cavallarias, e alcançou gloriofas victorias. HIST. DO
-uvogal antepofta ao r. (55
COMEÇ. 46: Afli como Scipiom o Africano e outros. Sovs.
{{lema|AFRICO}}. s. m. Vento, que fopra de Africa, entre o Auf Sem. Vento que for de
Defte fogo do inferno que está perpetuamente ardentro e o Zephyro. Do Lat. Africus. PEDR. Nus. Geogr. 8
indo, Que algum hora afracar ja mais fe efpera.
Como o povo acoftuma dizer ao Auftro, ao Africo, no
Met. GIL Vic. Obr. 1, 49 y Que a cobiça e fi- meando o mais noto polo mais certo. CAM, Luf. 1, 27
mmonia, Inveja e tyrannia, Nenhuma dellas afraca. Não temendo de Africo e Noto as forças. CoRs. Comm.
CFR. MARC. Exerc. 13, 59 E fe me não engano, nefta 21 27 He Africa hum vento, que fopra do Occidente,
oscomparação te faltarão as forças afracard o etendimen- a que os Gregos chamão Lybs, como diz Plinio lib. z.
dimento, desfalecerá o espirito. GUERREIR. Rel. 333,5
-cap. 47, e os marinheiros, Oesfuduefte.mo ant
Mas nem por iffo afracou a paciencia do Padre. A
Epith. Bravo. CORT. R. Cerc. 7, 27. Horrendo.
-o: Das peffoas a refpeito das coufas. Reg. em. ARR. BASKET. Eneid. 121. sy nog ie
Dial 7, Bufcavão com ancia fem afracar nos exercicios
da penitencia, Luz 9 Serni. Ir, 23, I Não defconfia,
onem afraca no ferviço de feu Deos. Sous. Vid. 4; 7
Porque não fómente não afracou no curfo de feus fan-
tos exercicios; mas a olhos viftos crefceráo nelle todas
bas virtudes; arm one at glo en esc
Com pron. peff. No proprio. FR. MARC. Vid. 4,
-To Refpondeo: não fer de tanto valor a vifta dos olhos
corporaes, pera que por a fua, caufa fe afraque a vifta e
força da alma devota. Lise. Jard. 3347 Aos chegados
sa inorte fe the africa a voz.A.OCATUCIA
O Africano, o natural de Africa. GALHEG. Templ.
2, 208 Declarafe a fortuna, e arrogante Já fe reco-
lhe o Africo triunfante...zo
{{lema|AFRO}}. s. m. O Africano, o natural de Africa. Do Lar
Afer. SART. Ethiop. 1, 1, 1 Os Afros ordinariamente fe
fuftentão de féras. M. Tuoa. Inful. 6, 5 Fernando o
Afro o feu valor fufpite...
Adj. Da Africa, que pertence a Africa. BLUT. Vo
cab. Suppl.
{{lema|AFROIXAR}}. v. a. Vej. Afroxar..
{{lema|AFROXADO}}, p. p. de Afroxar, BERNARD. RIB. Menin.
1, 15. CASTANH. Hift. 8, 45. CEIT. Quadrag. 1, 284, 1.
{{lema|AFROXAMENTO}}. s. m. pouc. uf. Acção e effeito de afroxar. PROV. DA HIST. Gen., 3, 41. p. 546 Que já mais
entre nós não fora defacordo, nem afroxamento de gran-
de amor.
{{lema|AFROXAR}}. v. a. Alargar on foltar o que está apertado.
Afroixar, Afrouxar. ant. Afloxar. LOB. Cort. 5, 45 Fiquei tão esquecido, que afloxando as redeas ao cavallo,
o deixei tropeçar entre os ramos. SA DE MEN. Mal.,
85 Vélas afroxa, e fica pofta em calma. GUERREIR. Rel.
3, 1, 80 que o algoz ouvindo, fe enterne-ceo tanto,
que chorou e afroxon as cordas! go
Mer. Mox. Palm. 1, 8. Porque o chorar a caufa,
faz ás vezes afroxar a pena. CASTILH. Elog. 294 Para.
reftituir com feu exemplo de vida a melhores coftumes
os miniftros, que a riqueza daquella Igreja hia afroxan-
do. VEIG. Laur. Od. 3, 8 Só meus efcuros males. Não
fabem afroxar minha rrifteza.
Neuer, met. Entibiarfe, diminuir o fervor ou, appli-
cação, que fe tinba em alguma coufa. Reg. abf. de ou cm.
fr. Quadra 2, 85, 2. F. DE BARR. Dec. 3, 2, 3 Em alguma maneira (aflosos, de mais MENDOÇ. Serm. I, 28, 29,
commetter defcobertamente. GOES, Chr. de D. Man. 2,
43 Com cuja vinda começárão de afloxar de mañeira,
que os noffos fe recolherão com menos perigo aos ba-
teis. Sovs., Vid. 1, 2 E afli não afroxava nos exercicios.
{{lema|AFROXO}}. fórm. adv. A eito, feguidamente. MADEIR. Me-
th. 2, 24, 2 He efta conclusão de todos os autores afro-
xo, M. BERN. Floreft. 1 237, C Se houveffemos de
lançar feus votos, quantos Santos tem o céo.... fahi-
rião afroxo uniformes.
{{lema|AFRUITADO, A}}. adj. pouc. uf. Que dd fructo. De Fruito, ant. Ufafe metaphoricamente. SA DE MIR. Vilhalp.
13 Antonioto. Eftá bem; mas os filhos como os reger.<noinclude></noinclude>
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Histórias maravilhosas da tradição popular portuguesa/A rainha invejosa
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{navegar | título = [[../]] | autor = Ana de Castro Osório | tradutor = | seção = A rainha invejosa | anterior = [[../A feia que se faz bonita/]] | posterior = [[../História da Princesa que se perdeu na floresta/]] | notas = }} '''<big>A RAINHA INVEJOSA</big>''' Em tempos remotos houve, num reino muito grande, um Rei bondoso, inteligente e justo. Era casado com uma senhora formosa como poucas, mas também como poucas so...
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{{navegar
| título = [[../]]
| autor = Ana de Castro Osório
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| seção = A rainha invejosa
| anterior = [[../A feia que se faz bonita/]]
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}}
'''<big>A RAINHA INVEJOSA</big>'''
Em tempos remotos houve, num reino muito grande, um Rei bondoso, inteligente e justo.
Era casado com uma senhora formosa como poucas, mas também como poucas soberba e invejosa. Julgava que não havia em todo o Mundo beleza como a sua, e realmente seria difícil encontrá-la. Mas apesar disso tinha inveja das outras mulheres, sendo por isso muito aborrecida.
O que nem ela nem ninguém sabia, é que na verdade uma pessoa muito mais linda, prendada e virtuosa do que era a Rainha, existia naquele grande reino.
Não a fossem procurar nos palácios que não era lá que habitava a maravilha de graça, modéstia, inteligência e beleza, que a Rainha presumia ser.
Era uma pobre menina filha de modestos lavradores, que no campo tinham sempre vivido e longe do bulício do Mundo a tinham criado e guardado como um tesouro.
Não se pode imaginar nada de mais inocente e puro do que essa rapariguita.
Vivendo na solidão e não conhecendo as vaidades e turbações do Mundo, nada mais desejava que ver nascer o sol para criar as suas flores e ver cair a chuva de quando em quando para fertilizar o campo e ter bom pasto para os seus rebanhos. Os seus companheiros eram os animais e os passaritos do céu, que uns e outros a conheciam muito bem e lhe sabiam mostrar o seu afecto.
Mas, como a desgraça não dorme, no meio desta boa paz surgiu um dia a morte, o único mal que não tem remédio possível, e levou a mãe da menina. Pai e filha continuaram a viver ali, mas a alegria tinha morrido com a boa mulherzinha.
Passado o tempo de luto, o velho chamou a filha e disse-lhe:
— É chegado o tempo de nos separar-mos. Tens de ir viver para a cidade, porque a morte não tardará a vir buscar-me também. Não posso deixar-te só neste descampado.
A menina não se podia conformar com a ideia de deixar o pai e tudo quanto a rodeava e lhe era querido, mas, acostumada desde pequenina a obedecer, nada respondeu.
Foi deitar-se com tenção de arranjar as suas coisas no dia seguinte e seguir viagem.
Grande foi a sua surpresa quando, de manhã, ao abrir os olhos se encontrou no mais rico e luxuoso dos aposentos.
Cheia de assombro, procurou, para se vestir, os modestos fatos de camponesa que até ali tinha usado e não viu senão vestidos de custosas fazendas e riquíssimos enfeites.
Como não tinha outros, vestiu aqueles trajes principescos e foi percorrer o palácio onde se encontrava.
Caminhava de surpresa em surpresa e de maravilha em maravilha.
Nem quem fosse criada nos esplendores duma corte poderia passar por tantas coisas bonitas com indiferença, quanto mais ela que se criara pelos montes sem nada ver nem saber dos faustos do Mundo!
Depois de tudo bem visto, dirigiu-se à sala de jantar, onde encontrou o que era preciso para um bom almoço. Comeu com apetite e, apesar de lhe faltar a companhia do pai, estava tão distraída com as coisas novas de que se via rodeada, que a ausência dele não lhe custou tanto como imaginara.
Acabada a refeição, chegou à varanda e ficou abismada de ver tanta gente, apressada ou vagarosa, homens e mulheres a gritarem, apregoando as suas mercadorias, carruagens e cavalos, enfim, todo o movimento e ruído da rua principal duma grande cidade.
Mas se a menina estava surpresa de tudo quanto via, menos o não estava, por certo, toda aquela gente, a começar pelo Rei, que vira surgir, dum dia para o outro, como por milagre, um tão lindo palácio, mesmo em frente do seu paço real.
Vista que foi a menina, a fama correu logo por toda a parte de que era a mais formosa de quantas mulheres existiam no Mundo. Grandes e pequenos não falavam noutra coisa, até que a notícia chegou aos ouvidos da Rainha, que ficou em felgas por conhecer aquela rara beleza que já lhe parecia vir empanar o brilho da sua formosura.
À noite, sem que a menina soubesse como, acenderam-se as luzes e o pai apareceu. Ficou contentíssima, pois desde que nascera não estivera nunca tanto tempo sem o ver.
Contou-lhe como tinha passado o dia e o velho sorria de todas as suas admirações e graças. Por fim despediu-se, dizendo:
— Olha que a Rainha há-de cá mandar dizer que te quer visitar. Tu responde-lhe que nada podes dizer sem falares comigo.
Mal se levantou, ao outro dia, viu um pagem da Rainha que lhe vinha perguntar se a sua real ama podia ir nessa tarde visitá-la.
— Que não podia responder — disse a menina — sem ouvir seu pai, que só voltava à noite. Depois lá mandaria a resposta.
As horas passaram ràpidamente para ela, que em tudo achava novidade.
Quando o pai chegou correu para ele de braços abertos, querendo contar-lhe o que se tinha passado. Mas ele, sorrindo, respondeu que já sabia.
O velho era um mágico ou feiticeiro — mas dos bons, que também os havia muito maus.
Antes de se ir embora, disse à menina que no dia seguinte respondesse à Rainha que a esperava essa tarde e ensinou-lhe como a devia receber.
— Mas quem terei eu para lá mandar o recado? — perguntou a menina aflita.
— Descansa, que não te há-de faltar quem o faça.
E foi-se embora, sem mais explicações.
Ao outro dia a menina encontrou na ante-câmara um pagem vestido com muita riqueza, o qual se inclinou gravemente pedindo as suas ordens.
Vendo que era quem seu pai lhe mandava, ordenou-lhe que fosse ao palácio real prevenir a Rainha de que a esperaria essa tarde.
A Rainha, que havia dois dias não comia nem dormia, desesperada por conhecer a formosura de quem todos lhe falavam com admiração, tratou logo de chamar as aias para que a vestissem e toucassem com o maior luxo, e, seguida das suas damas e pagens, entrou no palácio da menina.
Recebeu-a ela com a mais natural e grandiosa das maneiras, fazendo todas as honras duma verdadeira dona de casa. A Rainha não podia esconder a sua inveja, não só porque a beleza da jovem era incomparável, mas também por quanto a rodeava e o que fazia e dizia, que tudo nela tinha graça. Pegou a menina, por fim, na mão da Rainha e levou-a para a sala, dizendo com um sorriso que a tornava sobremaneira encantadora:
— Quanto Vossa Majestade deve estar surpreendida pela maneira pouco delicada como tenho procedido, não lhe apresentando a merenda. Não tenho criados e sou eu mesma que faço a cozinha, o que sempre tira algum tempo.
Pediu à Rainha que tomasse a cadeira de honra, à cabeceira da mesa, assentou-se num escabelo mais baixo e gritou:
— Vem cá, fogareiro!
Como por encanto apareceu um fogareiro de cobre, brilhando como ouro.
— Vem cá, carvão! — continuou a menina.
E o carvão apareceu dentro do fogareiro.
Acende-te, lume! — acendeu-se logo o carvão.
— Vem cá, frigideira! — apareceu a frigideira num abrir e fechar de olhos.
Depois gritou ainda:
— Vem cá, azeite! — e a frigideira encheu-se de azeite, que daí a pouco cheirava e fumegava mostrando estar pronto para o que quisessem fazer dele.
Então, com enorme susto, mas não querendo ir contra as ordens do pai, meteu as mãos no azeite a ferver e dando-lhes uma volta gritou:
— Venham cá, salmonetes, para a merenda da Senhora Rainha!
Os salmonetes apareceram imediatamente e a menina ficou contentíssima por ver que nenhum perigo lhe tinha sucedido em ser, como devia, obediente ao pai.
A Rainha fazia-se de mil cores, raivando de ciúmes e inveja, porque, na verdade, não se podia encontrar maior perfeição do que a menina, dotada de mais a mais de tão extraordinárias habilidades. Quando se despediu não deixou de lhe pedir que não demorasse a sua visita porque teria, também, muito prazer em lhe mostrar o seu palácio.
À noite, quando o velho chegou, a filha contou-lhe tudo, ficando ele muito satisfeito.
Passados dias, disse:
— Prepara-te para amanhã ires pagar a visita à Rainha. De manhã cá terás um pagem para lhe mandares perguntar a que horas te recebe.
Assim foi. Ao outro dia apareceu o pagem que foi ao paço real e trouxe a resposta: — Sua Majestade estava ansiosa por tornar a ver a sua querida amiga e então que fosse à hora da merenda.
A menina foi para o seu quarto de vestir e não teve mais do que a dificuldade na escolha entre a quantidade de vestidos, enfeites, jóias e tudo o mais que é necessário ao arranjo duma grande senhora.
Vestiu-se com artística simplicidade e partiu para o palácio real. A Rainha bem queria fingir que a estimava, mas a sua fúria era tanta que todos lhe conheciam a inveja e estavam a rir-se às escondidas, pois não há nada mais consolador do que ver o invejoso castigado.
Depois de estar algum tempo a mostrar-lhe as riquezas do seu palácio, levou-a para a sala e começou a gritar:
— Anda cá, fogareiro! Anda cá, fogareiro! — e o fogareiro, já se vê, não aparecia.
A ponto de já estar rouca de gritar e dizerem as damas, que estavam numa sala vizinha, umas para as outras:
— Senhoras, que será isto? A nossa Rainha estará doida?! Nem que um fogareiro possa ir por seu pé!
— Leva-se lá — lembrou a mais velha — pode ser que seja isso o que ela quer.
Levaram-lhe o fogareiro e logo a Rainha se pôs a gritar, ainda com mais força:
— Anda cá, carvão! Anda cá, carvão!
O carvão não ia, e a velha dama aconselhou:
— É melhor levar-lho. Pode ser que queira fazer alguma coisa.
Quando viu o carvão no fogareiro, continuou a gritar:
— Acende-te, lume! Acende-te, lume!
O lume não se acendeu, e a velha dama disse que era melhor irem lá acendê-lo, porque até fazia mal à Rainha tanto berrar.
Quando viu o carvão aceso, começou a chamar pela frigideira:
— Anda cá, frigideira! Anda cá, frigideira!
É claro, a frigideira só apareceu quando as damas se aborreceram de a ouvir e lha levaram.
Depois de ter a frigideira, pediu o azeite, que da mesma maneira só apareceu quando lho apresentaram.
Quando o viu a ferver, meteu-lhe as mãos, gritando:
— Venham cá, salmonetes, para a merenda da menina!
Mas em lugar de aparecerem salmonetes, queimou a Rainha as mãos e os braços, ficando em mísero estado.
Aos seus gritos e da menina apareceram as damas e aias, que diziam mal à sua vida por lhe terem levado as coisas que pedia e serem, ainda que inconscientemente, a causa da sua desgraça.
As aias levaram-na para os seus aposentos, deitaram-na e foram chamar o médico, enquanto a menina, muito aflita por aquela desgraça, se retirava para o seu palácio.
Quando o pai lhe perguntou à noite se tinha gostado da visita, respondeu:
— Ai, meu Deus, nem me fale nisso! Então a pobre da Rainha não queimou as mãos por minha causa?! Nunca eu lá fora... Tenho tanta pena dela!
— Então que queres? Quem é invejoso é o que lhe sucede.
Passado tempo, a Rainha já estava boa das suas queimaduras e tornou a mandar perguntar à menina se a podia receber.
Ela deu a mesma resposta que dera na primeira vez — que à noite consultaria o pai e depois mandaria a resposta.
À noite veio o velho e ela contou-lhe o sucedido.
— Já sabia que a Rainha estava curada e te queria tornar a visitar. Amanhã manda-lhe recado para vir quando quiser e tu hás-de fazer o que eu te vou explicar.
Deu-lhe as suas instruções e ao outro dia logo de manhã apareceu um pagem para levar o recado à Rainha. Esta, seguida das suas damas e pagens, não tardou a aparecer, trajando com o maior luxo possível.
A menina apareceu-lhe com o cabelo todo caído, pedindo mil desculpas de estar ainda por pentear, mas, como era muito amiga de Sua Majestade, não fazia cerimónia e mesmo na sua presença iria tratar desse serviço.
Sentaram-se na sala e ela disse:
— Vem cá, toucador!
Um magnífico toucador, com espelho de Veneza e incrustações de marfim e ouro, apareceu logo.
Depois chamou:
— Vem cá, penteador!
E um riquíssimo penteador da mais fina holanda guarnecida a rendas das mais delicadas e custosas, lhe cobriu os ombros.
— Vem cá, pente!
Apareceu um pente de ouro guarnecido a pedras preciosas.
Por fim, disse:
— Vem cá, cutelo!
Um cutelo damasquino apareceu imediatamente, e a menina, com muito medo mas tirando coragem da obediência que devia ao pai, deu um golpe no pescoço e decepou a cabeça. Pô-la nos joelhos e começou a penteá-la com todo o esmero.
Quando entendeu que estava bem, pegou outra vez na cabeça, colocou-a sobre os ombros e ficou como antes.
A Rainha estoirava de inveja por ver essa maravilha. De furiosa que estava nem se quis demorar mais tempo.
Passados alguns dias, disse o velho à filha que no dia seguinte mandasse pedir licença à Rainha e lhe fosse pagar a visita.
Como da primeira vez, apareceu um pagem que foi ao Paço e trouxe a resposta: — que Sua Majestade a esperava essa tarde com muito gosto.
Vestiu-se, como costumava, com a maior simplicidade, e foi para o palácio real.
Apareceu-lhe a Rainha de cabelos caídos, e fazendo-lhe muitos cumprimentos levou-a para a sala. Sentaram-se e começou logo a Rainha a gritar:
— Anda cá, toucador! Anda cá, toucador!
O toucador não apareceu e as damas diziam umas para as outras:
— Então não querem lá ver! Sempre que vem cá aquela senhora, parece que a nossa Rainha endoidece.
— É melhor levarem-lhe um toucador — disse a mais velha.
A Rainha viu-se com o toucador, mas continuou logo a gritar:
— Vem cá, penteador! Vem cá, penteador!
— Jesus! — diziam as damas e aias da Rainha — a nossa ama está variada, por força!
Para a não ouvirem, levaram-lhe o penteador.
Começou outra vez:
— Anda cá, pente! Anda cá, pente!
Levaram-lhe também o pente.
Quando se viu senhora do que procurava, ainda berrou com mais força:
— Vem cá, cutelo! Vem cá, cutelo!
— Para que quererá a nossa Rainha o cutelo? — diziam umas para as outras, damas e aias.
— Ela lá sabe. É melhor levar-lho — aconselhou a mais velha.
Foram à cozinha buscar um cutelo, que servia para talhar as grandes peças de carne, e entregaram-lho.
Então deu tal cutilada no pescoço que ficou logo morta.
Aos gritos da menina entraram as damas e aias que apertavam as mãos na cabeça e enchiam a casa de espanto.
O Rei veio logo a correr e ouviu da boca da hóspeda, que chorava com verdadeira mágoa, como se tinha passado aquele caso. Lamentou a sorte da mulher, mas, lá de si para si, entendeu que fora o justo castigo da sua inveja.
À noite, quando a menina viu o pai, correu para ele a chorar, dizendo:
— Ai meu rico pai, nunca eu fora ao palácio! A Rainha quis fazer o mesmo que eu fiz e matou-se!
— Então, que se lhe há-de fazer? Quem tem inveja de tudo e não quer ficar atrás de ninguém, acontece-lhe assim. Prepara-te para veres o enterro, que é daqui a três dias. O Rei é rico e generoso, há-de querer honrar a morta com um enterro como nunca se fez nesta cidade.
Passado o luto, veio o velho dizer à filha:
— O Rei quer casar contigo.
— Casar comigo, para quê? Eu estou assim muito bem, não quero casar.
— Não, minha filha, eu tenho pouco tempo de vida e então quero deixar-te com um companheiro que te saiba estimar, como eu tenho feito.
— Oh, mas eu não quero nem posso deixar o meu paizinho! — dizia lavada em lágrimas.
— Que remédio, filha! Os meus dias estão contados e ninguém pode fazer parar a roda que lhe encurta o tempo de vida. Eu vou para junto de tua mãe e tu hás-de consolar-te, que é assim a lei do Mundo.
Assim como o velho tinha previsto, o Rei mandou pedir à menina para ser sua esposa e ela disse que sim.
Fez-se uma grande festa no palácio e fora dele. Não havia ninguém que não estivesse contente, porque, depois da orgulhosa e invejosa Rainha que tinha morrido, aparecia aquela senhora que era um anjo de perfeição e modéstia.
Quando voltaram da igreja, tinha desaparecido o palácio da noiva, da mesma maneira porque tinha aparecido, sem ninguém saber como.
O velho veio ainda despedir-se da filha e depois não tornou a aparecer.
Mas as suas artes com certeza ficaram a ter efeito, porque a filha foi a melhor e a mais ditosa das mulheres, fazendo igualmente do Rei o mais ditoso dos homens e o melhor dos governantes.
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Histórias maravilhosas da tradição popular portuguesa/O Tio Novelo
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| autor = Ana de Castro Osório
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}}
'''<big>O TIO NOVELO</big>'''
ERA uma vez um homem que vivia com a mulher e uma filhita, longe do povoado, num casal que era seu.
Apesar de não serem ricos viviam felizes porque eram muito amigos, e a pequena, que era bonita como um anjo, enchia-os de alegria.
Num inverno muito frio, a mulher, que andava sempre no campo a labutar, apanhou uma grande doença e morreu. Os dois, pai e filha, ficaram muito penalizados, mas foram vivendo.
Ora, perto dali havia outro casal que pertencia a uma viúva, a qual tinha também uma filha única.
Quando esta viúva soube da morte da mulherzinha foi fazer uma visita ao viúvo, e tão bem tratou a pequena e tão boa se mostrou que ele, imaginando dar uma segunda mãe à sua filhinha, aceitou-a para esposa.
Afinal a mulher era uma fingida, porque logo que se apanhou senhora da casa começou a tratar mal a criança e a mostrar em tudo e por tudo que era uma verdadeira madrasta.
A filha era também má e juntava-se à mãe para fazer sofrer mil torturas à pequena.
O pai, como andava sempre por fora, não sabia de nada, e ela, como era muito boa, não se atrevia a fazer-lhe queixa.
Uma ocasião combinaram ir a uma festa onde passariam a noite, e a madrasta disse logo para a enteada que não pedisse para ir porque a não queria levar, além de que teria de ficar a guardar a casa.
— Sòzinha não posso ficar, que tenho medo — respondeu a pequena.
— Ah, sim? Pois chama o Tio Novelo que te venha fazer companhia, visto que tens medo.
E saiu com a filha, toda taful, seguidas do marido, que não deixava nunca de as acompanhar.
A pobrezita, que ficara só em casa, fechou todas as portas e foi sentar-se ao canto da lareira transida de susto. Ao princípio ainda passou, mas como a noite avançava e não via chegar a família, começou a chorar e a dizer:
— Tio Novelo, venha fazer-me companhia, que tenho medo!... Tio Novelo, venha fazer-me companhia, que tenho medo!... Tio Novelo, venha fazer-me companhia, que tenho medo!...
Nisto sentiu bater muito rijo à porta. Calou-se como um rato, temendo até de se mexer com receio que adivinhassem que estava só.
— Truz, truz, truz — bateram com mais força.
À terceira vez as pancadas eram tão fortes que receou que a porta fosse dentro e não teve remédio senão perguntar quem era:
— É o Tio Novelo que te vem fazer companhia, já que por ele chamaste.
— Não abro a porta porque tenho medo.
Ainda esteve muito tempo à espera, mas como a menina não abriu a porta, foi-se embora, dizendo:
— Então vem cá buscar o que te deixo aqui.
E partiu.
A menina ficou outra vez muito caladinha; mas, como não ouvisse barulho nenhum fora, foi muito de manso, abriu a porta, e, depois de olhar para todos os lados a ver se estava alguém que lhe fizesse mal, deparou com uma grande trouxa que lhe tinha deixado o Tio Novelo.
O Tio Novelo é o génio da noite, que tudo ouve e sabe. É bom para os bons, deixa-os passar sem mesmo lhes perguntar o que querem e para onde vão, e muitas vezes consola os infelizes que chamam pelo seu nome. Mas é mau, é mesmo muito mau para os que são maus. Povoa-lhes o sono de sonhos horríveis, enche-lhes de sombras os caminhos, mata-os muitas vezes...
A menina pegou na trouxa, levou-a para dentro, fechou outra vez a porta, e começou a ver o que continha.
Ficou contentíssima quando se viu senhora de vestidos, lenços, sapatos, camisas, saias, enfim um enxoval magnífico. Ela que pouco mais tinha do que trapinhos!
Quando a família veio e ela contou o que sucedera, ficou a madrasta com uma grande inveja, dizendo logo para a filha que no dia seguinte havia de ficar só em casa.
A rapariga, que era muito senhora da sua vontade e não pensava senão em festas, naquela ocasião prontificou-se a obedecer para apanhar coisas tão bonitas e boas como tinha a irmã.
Em vista disto, na noite seguinte saíram todos e ficou a filha da madrasta em casa sòzinha.
Mal tinham voltado costas começou ela a gritar:
— Tio Novelo, venha fazer-me companhia, que tenho medo!... Tio Novelo, venha fazer-me companhia, que tenho medo!... Tio Novelo, venha fazer-me companhia, que tenho medo!...
Imediatamente sentiu uma fortes pancadas na porta: — truz, truz, truz!
— Quem está lá? — perguntou muito lépida.
— É o Tio Novelo que vem fazer-te companhia.
Ela, ansiosa por possuir muitas coisas bonitas para se enfeitar, foi a correr abrir a porta e viu entrar um homem tão alto, tão alto, como nunca sonhara.
Entrou sem dizer palavra e foi sentar-se à lareira.
A rapariga era tagarela e por isso não podia estar muito tempo em silêncio. Começou:
— Tio Novelo, para que tem as pernas tão grandes?
— É para andar léguas!
Calaram-se. Daí a pouco tornou:
— Tio Novelo, para que tem os braços tão grandes?
— Para abarcar alto!
— Tio Novelo, para tem os olhos tão grandes?
— Para ver melhor!
— Tio Novelo, para que tem os dentes tão grandes?
— Para te comer!!
Deitou-lhe a mão e num abrir e fechar de olhos a devorou.
Quando a mãe, o padrasto e a filha chegaram a casa e viram o triste fim que tem quem só pensa no luxo e na vaidade, tiveram muita pena.
A mulher arrependeu-se de ter sido má para a enteada, porque logo viu que tinha sido castigo do Tio Novelo. Aconselhara-a a chamá-lo para ser comida e quem sofrera a triste sorte fora a sua própria filha.
[[Categoria:Histórias maravilhosas da tradição popular portuguesa|O Tio Novelo]]
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soturnamente,.ao fundo da longa sala e ouvia-se o
çrepitar das azas de um insecto que se debatia
contra as vidraças de uma janella fechada. A casa,
na sua adormecida opulencia coberta de pó, tinha
um duro e profundo aspecto de tristeza.
Dous homens, pae e filho, um eternamente
irresponsável e criança, apezar das suas rugas e
dos seus cabellos falsamente negros, o outro já
desilludido e velho, a despeito dos seus miseraveis
vinte e poucos annos; ambos cançados, ambos
tristes, ambos inuteis e vencidos, quedavam-se,
sem animo para mais nada, assentados um defronte
do outro, olhando o espaço, como que vegetalisados
ambos por um só e mesmo tédio, por um
só e mesmo desgosto de existir, por uma só e
mesma preguiça de viver.<noinclude></noinclude>
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irresponsável e criança, apezar das suas rugas e
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desilludido e velho, a despeito dos seus miseraveis
vinte e poucos annos; ambos cançados, ambos
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sem animo para mais nada, assentados um defronte
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VICIOS — ULTIMO LANCE<br />
O IMPENITENTE — PELO CAMINHO — RESPOSTA<br />
HERANÇAS — A SERPENTE — NO MARANHÃO<br />
FÓRA DE HORAS — INVEJA — DEMÔNIOS — DAS NOTAS<br />
DE UMA VIUVA — INSEPULTOS<br />
O MADEIREIRO — MUSCULOS E NERVOS.
|fs=90%}}
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{{C|
'''RIO DE JANEIRO'''<br />
'''H. GARNIER, LIVREIRO-EDITOR'''<br />
71, RUA MOREIRA-CESAR, 71<br />
e<br />
6, RUE DES SAINTS-PÈRES, 6<br />
'''PARIS'''<br />
Ficam reservados todos os direitos de propriedade.}}<noinclude></noinclude>
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escuras paredes sobrecobertas de ennegrecidos
painéis e desbotadas tapeçarias e naquelle tecto
de estuque já sem côr e naquelles dourados moveis
despolidos pelo tempo, ha muito não echoavam
rir e palrear de crianças ou alegres vozes de
família. Apezar dos dous espectros de homem
que lá permaneciam immoveis, a casa toda
parecia totalmente deshabitada.
O velho de cabellos tintos levantou-se afinal,
bocejando, deu como um somnambulo algumas
tropegas voltas pelo aposento, tomou um calice
de cognac da frasqueira que havia a um canto
sobre um tremó antigo, accendeu um cigaro e
encaminhou-se lentamente para o outro, a quem
tocou no hombro.
— Então?... disse, parando defronte delle.
O rapaz fixpu-o com o seu indifferente olhar
de enfermo sem cura, e balbuciou supplicante :
— Prepara-me uma, injecção de morphina...
Sim?
— Não!
— Ora!
— Não é possível, meu filho,..
— Por amor de Deus!
— Não. Só logo mais, quando eu voltar.
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cópia de toda a sua dolorida contrariedade; e
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bocejando, deu como um somnambulo algumas
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Histórias maravilhosas da tradição popular portuguesa/Os figos maravilhosos
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| autor = Ana de Castro Osório
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| anterior = [[../História da Linda-a-linda/]]
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}}
'''<big>OS FIGOS MARAVILHOSOS</big>'''
UM dia existiu um Rei que tinha dois filhos. Ambos eram bons e generosos, bravos cavaleiros e moços da mais nobre alma. Mas o mais novo era tão infeliz que tudo lhe saía às avessas. O bem que desejava fazer tornava-se em mal e o que podia dar-lhe gosto convertia-se em desgosto.
Um dia indo generosamente apartar uma desordem em que dois homens estavam a ponto de se matar vieram guardas e, não o conhecendo, levaram-no preso para a cadeia, julgando ser ele o provocador e arruaceiro.
O Rei, seu pai, quando o soube preso por desordeiro, teve um grande desgosto e deu-lhe uma repreensão muito áspera.
Daí a tempos, passando o Príncipe de noite por uma rua, viu ladrões entrando numa casa que tinha fama de rica. Para evitar o roubo entrou atrás deles e começou a fazer grande motim, na esperança de fazer acudir a guarda.
Efectivamente a patrulha, que passava na ocasião, entrou e levou os ladrões para a cadeia, mas com eles também o Príncipe infeliz.
No dia seguinte quando o Rei soube da nova e pior aventura do filho teve um desespero imenso e deu-lhe nova e forte reprimenda.
Mas o jovem não se emendava. Em ele vendo qualquer coisa em que pudesse intervir para bem dos outros, não se continha e lá se ia meter. Assim, não passou muito tempo sem que outro caso se desse. Passando uma tarde por uma fonte pública da cidade viu um grande magote de rapazes a insultarem as raparigas que estavam enchendo os cântaros. Indignou-se, puxou da espada e varreu todos os atrevidos. O caso constou na corte e o Rei, desta vez, não quis perdoar ao Príncipe, que, enganado pelas aparências, alcunhava de desordeiro e mau.
Sem mesmo querer ouvir as suas razões, mandou-lhe ordem para sair imediatamente do reino, apesar de todos os pedidos da Rainha, que chorava sem consolação com a ideia de se separar do filho mais novo, que ela sabia ser bom e generoso e apenas perseguido pela má sorte.
O Príncipe, obedecendo às ordens do pai, foi aos aposentos da mãe despedir-se. Ela chorava, mas, confiante no futuro com a esperança de mãe, disse-lhe que se dirigisse à corte de seu avô e se deixasse por lá andar até que passasse a cólera de seu pai.
E na hora do adeus entregou-lhe um colar de pérolas que mostraria ao avô para ser reconhecido como neto.
O moço partiu sòzinho, pois nada quis levar da casa paterna, e andando, andando, sem encontrar ninguém nem coisa com que matasse a fome e a sede, ia já desanimado, quando viu uma rica figueira carregada de belos figos junto a uma fonte de água corrente.
Apanhou um figo e comeu-o com apetite. Mas logo o nariz lhe cresceu tanto e tanto, que não se podia mover dali. Muito desconsolado não sabia que fazer à sua triste vida, quando lhe apareceu uma velhinha. Cumprimentaram-se e o Príncipe pôs-se a contar a sua triste vida e a dizer que ninguém havia no Mundo que mais infeliz fosse; até para cúmulo de desgraça lhe acontecia agora aquele horror!
A velha animou-o com muito boas palavras e disse-lhe que mais adiante havia outra figueira que tinha figos tão bonitos como os que comera, mas possuindo a virtude de desfazer o efeito dos primeiros.
A bondosa velha simpatizou muito com o moço Príncipe e condoeu-se de saber a triste sorte que premiava a sua boa conduta e actos inocentes. Consolou-o daquele novo mal do acaso e disse-lhe para esperar enquanto ela ia buscar alguns figos dos que poderiam curá-lo.
Daí a pouco voltou, e o Príncipe, comendo, confiadamente, um dos novos figos teve a satisfação de se ver livre do grande e feio nariz que lhe nascera.
— Agora — disse-lhe a velhinha — beba uma pinga dessa água.
O Príncipe obedeceu-lhe. E logo começou a falar, a falar, sem descanso nem tino.
— Vá mais adiante — disse a velha — e beba água da outra fonte que ficará a falar como é do seu natural, mas com muita mais eloquência e graça! E leve água das duas fontes e figos das duas figueiras, que tudo lhe há-de ser preciso.
Despediu-se e partiu.
O Príncipe dirigiu-se à corte do avô, mas este não o quis receber por neto dizendo que não era possível ser Príncipe quem assim andava pelo Mundo sem ao menos ser acompanhado pelos seus escudeiros, criados e serviçais.
O moço jurou vingar-se do avô que assim se guiava só pelas aparências em vez de atender ao valor das pessoas e sem curar de saber se elas eram ou não dignas de crédito.
Foi para uma modesta hospedaria e arranjou um fato de camponês com que se disfarçou. Depois levantou-se um dia de manhã cedo e foi passar por diante do palácio real apregoando figos. Como não era tempo deles logo os servidores do paço o chamaram para os comprar e levar ao Rei, que era doido por tal fruto.
O Príncipe disse que só vendia um figo, porque tinha já vendido todos os que trazia, e por esse pediu muito dinheiro.
Os criados não se importaram com isso e compraram o figo que imediatamente apresentaram na mesa real.
O Rei comeu-o sôfregamente e logo lhe cresceu o nariz, tanto e tanto, que não se podia mexer. Desesperado mandou chamar todos os médicos do reino para lhe cortarem aquele enorme nariz. Mas nenhum se atreveu a fazer a perigosa e não conhecida operação.
Cada vez mais aflito, mandou o Rei um pregão pela cidade proclamando que faria o que lhe pedisse a pessoa que daquele monstruoso nariz o livrasse.
O Príncipe, que sabia tudo o que se passava, vestiu-se com o seu fato do costume e foi ao paço dizer que tinha remédio para, sem dor alguma, fazer cair aquele nariz de repente crescido. Mandaram-no logo entrar e como apresentasse um figo da outra figueira, remédio único que havia para curar o mal feito pelo outro, o Rei hesitou. Mas como o Príncipe insistisse, o Rei comeu o novo figo e logo, com grande espanto de todos, o nariz caiu por terra como um fruto podre de maduro.
O soberano, satisfeitíssimo, perguntou ao rapaz que preço queria pelo seu remédio.
Respondeu que só desejava a mão da Princesa Branca, sua neta, a que deveria ser a herdeira do trono, se não tivesse de nascença a desgraça de ser muda.
— Ah, isso não! Pede tudo quanto quiseres, mas a mão da Princesa Branca não ta dou porque tem um grande defeito. Se casasse não me poderia opor a que contigo herdasse a coroa do reino. E uma Rainha com tão grande defeito é impossível. Outro será o herdeiro do meu poder.
— Eu vi-a passeando no jardim e achei-a tão formosa que apesar de todos os defeitos é só o preço que quero pelo remédio. A ela e não à herança do reino.
— A Princesa é muda. Como a podes querer para esposa?!
— Ah, pois se é só esse o seu defeito, bom remédio tenho.
Chamaram a linda e desgraçada Princesa Branca e o Príncipe deu-lhe a beber, por um copo de ouro, um pouco da água da primeira fonte.
Imediatamente a língua da Princesa se desprendeu e ela começou a falar, a falar sem descanso. Parecia um papagaio, repetindo as mesmas palavras e já todos estavam enfastiados de a ouvir. Então, no meio do espanto de toda a corte, o Príncipe deu-lhe a beber um copo da outra água e a menina ficou a falar com muito acerto e inteligência, dizendo coisas que a todos espantavam pela justeza dos conceitos; o que não admira porque tinha estado calada durante tanto ano que tivera tempo de pensar bem o que dizia.
Em vista disso, com grande alegria do Rei seu avô, ficou logo jurada herdeira do trono, juntamente com o moço que a tinha querido para mulher e curado.
Só então o Príncipe mostrou o colar que a mãe lhe dera para ser reconhecido por seu avô, Rei daquele país.
O velho Rei ficou contentíssimo de reconhecer o neto em tão belo cavaleiro e alegre por ser ele quem casaria com a neta que
tanto estimava.
Mandou embaixadores ao reino do genro, que já estava arrependido do que tinha feito ao filho mais povo, pensando que também ele contribuira para a sua má sorte.
Ficou pois satisfeitíssimo com a mensagem e veio com a Rainha assistir ao casamento dos Príncipes.
Diante dos Reis, seus avós e pais, e de toda a corte, contou então o Príncipe todas as suas desgraças passadas. Contou como a sorte o perseguira com a dura e injusta lei de «por bem fazer, mal haver». Mas acrescentou que, por não se emendar e querer o bem, olhando ao sentimento e não tendo as cautelas dos ambiciosos, acabara por ter a melhor sorte de um Príncipe: casar com a mulher a quem tinha amor e herdar um cetro do qual queria servir-se para fazer o bem.
E assim foi. Porque ainda hoje naquele País, se fala da boa sorte do povo no tempo da Rainha Branca e do Rei, seu esposo, que fora o Príncipe Infeliz.
[[Categoria:Histórias maravilhosas da tradição popular portuguesa|Os figos maravilhosos]]
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'''<big>OS FIGOS MARAVILHOSOS</big>'''
UM dia existiu um Rei que tinha dois filhos. Ambos eram bons e generosos, bravos cavaleiros e moços da mais nobre alma. Mas o mais novo era tão infeliz que tudo lhe saía às avessas. O bem que desejava fazer tornava-se em mal e o que podia dar-lhe gosto convertia-se em desgosto.
Um dia indo generosamente apartar uma desordem em que dois homens estavam a ponto de se matar vieram guardas e, não o conhecendo, levaram-no preso para a cadeia, julgando ser ele o provocador e arruaceiro.
O Rei, seu pai, quando o soube preso por desordeiro, teve um grande desgosto e deu-lhe uma repreensão muito áspera.
Daí a tempos, passando o Príncipe de noite por uma rua, viu ladrões entrando numa casa que tinha fama de rica. Para evitar o roubo entrou atrás deles e começou a fazer grande motim, na esperança de fazer acudir a guarda.
Efectivamente a patrulha, que passava na ocasião, entrou e levou os ladrões para a cadeia, mas com eles também o Príncipe infeliz.
No dia seguinte quando o Rei soube da nova e pior aventura do filho teve um desespero imenso e deu-lhe nova e forte reprimenda.
Mas o jovem não se emendava. Em ele vendo qualquer coisa em que pudesse intervir para bem dos outros, não se continha e lá se ia meter. Assim, não passou muito tempo sem que outro caso se desse. Passando uma tarde por uma fonte pública da cidade viu um grande magote de rapazes a insultarem as raparigas que estavam enchendo os cântaros. Indignou-se, puxou da espada e varreu todos os atrevidos. O caso constou na corte e o Rei, desta vez, não quis perdoar ao Príncipe, que, enganado pelas aparências, alcunhava de desordeiro e mau.
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O Príncipe, obedecendo às ordens do pai, foi aos aposentos da mãe despedir-se. Ela chorava, mas, confiante no futuro com a esperança de mãe, disse-lhe que se dirigisse à corte de seu avô e se deixasse por lá andar até que passasse a cólera de seu pai.
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O Príncipe dirigiu-se à corte do avô, mas este não o quis receber por neto dizendo que não era possível ser Príncipe quem assim andava pelo Mundo sem ao menos ser acompanhado pelos seus escudeiros, criados e serviçais.
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O Príncipe, que sabia tudo o que se passava, vestiu-se com o seu fato do costume e foi ao paço dizer que tinha remédio para, sem dor alguma, fazer cair aquele nariz de repente crescido. Mandaram-no logo entrar e como apresentasse um figo da outra figueira, remédio único que havia para curar o mal feito pelo outro, o Rei hesitou. Mas como o Príncipe insistisse, o Rei comeu o novo figo e logo, com grande espanto de todos, o nariz caiu por terra como um fruto podre de maduro.
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Épico
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Épico
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— Sentes-te mal hoje? perguntou o pai.
O interrogado sacudiu os hombros indifferentemente, sem levantar o rosto.
Pobre criança!... pensou aquelle, refranzindo as rugas da sua marmorea e despojada fronte de velho folgazão. Muito caro pagas tu a minha loucura de te haver dado a vida!... Maldicta hora em que consenti, por conveniencias de fortuna, me casassem com tua mãe!...
O enfermo, como se lhe percebera o pensamento, ergueu os olhos para fixar os do pae; e este accrescentou, agora fallando:
— Que falta te fez ella na infancia!... tua mãe!
O moço deu de hombros outra vez com a mesma desdenhosa indifferença.
— Minha mãe... tartamudeou depois, pondo-se a olhar um retrato de mulher que havia na sala. Minha mãe... sei cá!... Nem sequer a conheci!
E, insistindo em contemplar o retrato, disse ainda com um suspiro bocejado: — Era bem bonita minha mãe!...
— Bonita e boa! Não serias, talvez, assim inutil e perdido para a vida, se nos teus primeiros annos ella te inoculasse no espirito, com o seu amor, as idéas do Bem, que eu nunca tive!
E proséguiu, depois de sorver de um trago um novo calice de cognac :<noinclude></noinclude>
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Pégadas
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<noinclude><pagequality level="1" user="Épico" />{{cabeçalho|6|PÉGADAS||borda_inferior=sim}}</noinclude>— Era uma boa creatura; era, não ha duvida! Honesta, friamente virtuosa, muito discreta e
concentrada. Não sei se algum dia me amou,
casou-se por obediência aos pães, foi sempre em
absoluto indifferente ás minhas caricias como ás
irregularidades da minha má conducta de homem
casado! Mas, quem sabe, se ella não morresse logo
depois do parto, se te não deixasse tão cedo
sósinho commigo; quem sabe o que poderias vir
a ser?... A nossa riqueza, o meu temperamento
leviano e a educação ociosa e ^galante que me
deram, tudo isso, meu pobre filho, conspirou
contra ti e fez de teu pae o peior que até hoje
existiu no mundo!...
O rapaz sacudiu novamente òs hombro's, com
desprezo, emquanto o outro ia ainda exgotar, um
cálice de cognac á garrafeira do tremo.
— Ah! se ella não tivesse morrido tão cedo!...
exclamou o velho estroina, lamentosamente. E
accrescentou, como se precisasse descarregar a
consciência n uma humilhante confissão de todo
o seu crime paterno; — Vê tu que desgraça! Fui
eu, eu só, o teu exemplo na infância, o teu guia,
o teu mestre — eu! Eu, que jamais comprehendi
deveres de espécie alguma, nem tive nunca,.esperanças no futuro, nem ambições de qualquer
gênero, nem ao menos confiança e íé na família
ou em Deus! Sei que sou homem, porque ás vezes
sonro! O companheiro fiel que me seguiu pela
existência, meu filho, não foste tu, nem foi tua<noinclude></noinclude>
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O rapaz sacudiu novamente os hombros, com desprezo, emquanto o outro ia ainda exgotar um calice de cognac á garrafeira do tremó.
— Ah! se ella não tivesse morrido tão cedo!... exclamou o velho estroina, lamentosamente. E accrescentou, como se precisasse descarregar a consciencia n'uma humilhante confissão de todo o seu crime paterno; — Vê tu que desgraça! Fui eu, eu só, o teu exemplo na infancia, o teu guia, o teu mestre — eu! Eu, que jamais comprehendi deveres de especie alguma, nem tive nunca esperanças no futuro, nem ambições de qualquer genero, nem ao menos confiança e fé na familia ou em Deus! Sei que sou homem, porque ás vezes soffro! O companheiro fiel que me seguiu pela existencia, meu filho, não foste tu, nem foi tua<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho||VÍCIOS|7|borda_inferior=sim}}</noinclude>mãe ou algum amigo extremecido, foi a forte paixão pelos meus proprios vicios; e, na ausencia destes, foi só o tedio que enxerguei sempre ao meu lado. Ah! como tenho remorsos de te haver feito viver!... Como fui mau, principalmente com relação a ti!...
— É exacto! suspirou o filho.
— Como sou um pae digno da tua inutilidade e da tua degeneração! Como tu, pobre esqueleto gottoso, és bem o filho dos meus ossos!
E, depois de outro calice de cognac, o velho começou a declamar, em uma explosão nervosa, agitando os braços e dando á voz inflexões theatraes:
— Fui na existencia um navio inutil, sem carga, sem destino, sem bandeira e sem munições para nenhum combate! Vaguei, errante e perdido, por todos os mares largos do vicio, succudido por todas as tempestades e por todos os vendavaes da intemperança e da luxuria! Cheguei á velhice como um casco naufragado, com a mastreação partida, as enxarcias estaladas e o cavername arrebentado! Eis o que sou!
O filho afastou-o com a mão, enfastiadamente, a torcer o rosto afflicto em um esgar de repugnancia.
— Vae-te embora!... murmurou. Já estás bebêdo!...
— E é este despojo, continuou a declamar o pae, sem levar em conta aquellas palavras; e é<noinclude></noinclude>
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proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho|8|PÉGADAS||borda_inferior=sim}}</noinclude>este resto de naufragio que ha vinte annos representa para ti, minha querida victima, todo o teu passado e toda a tua familia!... Oh! sem duvida que não serias isso que ahi está prostrado nessa cadeira, a implorar por amor de Deus uma injecção de morphina, se fosses gerado por qualquer outro homem!... Perdôa-me ter sido eu o teu pae, meu filho!
— Mas, vae-te embora! Vae-te embora, por piedade! Para que me has de torturar?!
— Amo-te entretanto, pobre criança! sempre te amei! O meu amor, porém, nunca te serviu de beneficio; fez-te, ao contrario, caminhar até hoje pela minha mão no sombrio e humido caminho da minha loucura, sem me lembrar, desgraçados de nós! que não tinhas tu herdado de mim, como eu herdei de meu pai, a resistencia physica que elle economisára durante a sua vida e que eu prodigamente gastei toda inteira, só commigo, nos meus prazeres egoistas!
— Mas, vae-te embora! São quatro horas. A primeira banca principia no Club ás quatro e meia! Vae-te embora! Vae jogar!
— Queres tu vir commigo..?
— Não.
— Vê se te resolves... Talvez até isso te faça bem...
— Não posso... Sinto-me mal.
— Como tens um pae differente do pae que eu tive!... Aquelle que alli está naquelle quadro,<noinclude></noinclude>
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Página:Pégadas.pdf/23
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho||VÍCIOS|9|borda_inferior=sim}}</noinclude>ao lado de tua avó, ah! esse um homem!...
— Não recomeces por amor de Deus! Vae-te embora!
— Aquelle não conhecia tedios, nem fastios! Não tinha vicios! Trabalhou toda a vida! Triplicou a fortuna que herdou, e que eu desbaratei antes dos trinta annos! Era um justo!
— Já sei de tudo isso! já m'o disseste mil vezes! Vae-te embora! Vae-te embora, se me não queres ver disparatar.
— Se eu tivesse ao menos amado tua mãe... é possivel, se assim fosse, que te salvasses!... E como merecia ella ser amada!... a infeliz senhora!... Ah! se a conhecesses, meu filho!... (E a voz do miseravel começou a estalar, ameaçando abrir em soluços.) Era uma santa creatura! Fria, indifferente, mas resignada e casta!... Imagina que eu...
O outro, porém, ergueu-se possesso e começou a agitar-se por toda a sala, bradando desabridamente:
— Mas que mal fiz eu para me torturarem deste modo?!
— Acalma-te! Acalma-te!
— Arre! É muito! É demais!
— Acalma-te, meu filho!
— Acalmar-me, é boa! Já me não posso conter! Era isso que querias?! Pois aqui o tens! Daqui a pouco estou por terra, espumando!<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho|10|VÍCIOS||borda_inferior=sim}}</noinclude>— Não! Não te apoquentes! Saio já! Saio immediatamente!...
— Agora! Agora pouco me importa que saias ou não! O que eu não queria era cahir neste estado! Vê como tremo todo! Olha como tenho já a lingua! Olha para as minhas mãos!
— Vê se socegas!...
— Que inferno! Que inferno! bramiu o moço. E, depois de puxar pelos cabellos e bater contra a cabeça os punhos contrahidos, exclamou, de braços e olhos arrancados para o tecto: — Mas, meu Deus! meu Deus! porque me fizeram viver?! Que espirito cruel me chamou a esta vida de lama, sem indagar se eu tinha forças para arrastal-a pelo mundo?! Porque me entalaram nesta prisão que me dóe, onde meu pobre espirito offega opprimido e a minha carne geme e os meus ossos estalam?! E para que me deixaram cá dentro do barro podre deste corpo só prestavel para doer, esta maldicta consciencia que marca os segundos da minha agonia como um relogio de medico; esta enfermeira coberta de lucto que ronda a minha insomnia e pesa a minha incalculavel miseria, gramma a gramma, n'uma balança de hospital?! Porque?! Porque?! Que mal fiz eu ao mundo, meu Deus?! Amaldiçoados sejam os creadores de existencias e mais os seus agentes e os seus cumplices! Amaldiçoado sejas tu, velho libertino!
— Meu filho!...<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho||{{sic|ULTIMO LANCE}}|11|borda_inferior=sim}}</noinclude>— Vae-te para o diabo! Se ao menos pudesse eu matar-me! Mas o covarde instincto da vida agarra-me torpemente a esta carcaça epileptica e leva-me de bruços pela existencia, como a lesma rastejando na propria baba!...
— Acalma-te, meu filho!
— Mostra-me então o meu logar nesse alegre banquete, do qual nunca te levantaste! Mostra-me o meu talher e o meu copo! Aponta-me a cama da mulher que tenha labios e braços para me amar! Vamos! O que é do meu quinhão? Devoraste-m'o tu, Falstaff! Choras, hein? mas choras repleto e ainda não saciado! Choras, bem vejo! mas tens rido a vida toda com todas as dissolutas que topaste no caminho! tens palpitado de commoção em todas as bancas de azar! tens te embriagado com todos os vinhos que existem na terra! E continuas a beber, a fumar, a viver noites inteiras no amor e no jogo; e eu?! O que foi que eu gozei até agora?! Deste-me para ama de leite uma das tuas cumplices venereas! desmamaste-me a cognac! levaste-me ainda criança a todos os logares em que te corrompeste! fizeste-me, na edade em que se aprendem as orações, fumar e beber para divertir os teus companheiro de libertinagem e fizeste-me macaquear os libertinos para servir de histrião ás tuas prostitutas! És um monstro! Sahe da minha presença ou eu te mato!
— Não! não, meu filho, não quero que fiques<noinclude></noinclude>
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— Acalma-te, meu filho!
— Mostra-me então o meu logar nesse alegre banquete, do qual nunca te levantaste! Mostra-me o meu talher e o meu copo! Aponta-me a cama da mulher que tenha labios e braços para me amar! Vamos! O que é do meu quinhão? Devoraste-m'o tu, Falstaff! Choras, hein? mas choras repleto e ainda não saciado! Choras, bem vejo! mas tens rido a vida toda com todas as dissolutas que topaste no caminho! tens palpitado de commoção em todas as bancas de azar! tens te embriagado com todos os vinhos que existem na terra! E continuas a beber, a fumar, a viver noites inteiras no amor e no jogo; e eu?! O que foi que eu gozei até agora?! Deste-me para ama de leite uma das tuas cumplices venereas! desmamaste-me a cognac! levaste-me ainda criança a todos os logares em que te corrompeste! fizeste-me, na edade em que se aprendem as orações, fumar e beber para divertir os teus companheiro de libertinagem e fizeste-me macaquear os libertinos para servir de histrião ás tuas prostitutas! És um monstro! Sahe da minha presença ou eu te mato!
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— Morphina?! Ah! dá m'a! d'á-m'a! Perdôo te tudo! Como és bom! como és bom, meu pae! Muito obrigado!<noinclude></noinclude>
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{nota|Aburico|あぶりこ【焙り籠・炙り子】}}. ''Grelhas.'' ¶ ''Item, Hum instrumento tecido de canas em q̃ torra{{Ilegível|õ}} ''cha'', & outras couſas.'' {{nota|Aburicobu|あぶりこぶ【炙り昆布】?}}. ''Certos limos do mar largos aßados.'' B. {{nota|Aburicogaxi|あぶりこがし【炙り焦がし】?}}, ſu, aita. ''Torrar aßando,'' I, ''aßar de maneira q̃ fique eſturrado o q̃ ſe aßa.'' {{nota|Aburifaxiyagaxi|あぶ...
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<noinclude><pagequality level="1" user="Kedymera" /></noinclude>{{nota|Aburico|あぶりこ【焙り籠・炙り子】}}. ''Grelhas.'' ¶ ''Item, Hum instrumento tecido de canas em q̃ torra{{Ilegível|õ}} ''cha'', & outras couſas.''
{{nota|Aburicobu|あぶりこぶ【炙り昆布】?}}. ''Certos limos do mar largos aßados.'' B.
{{nota|Aburicogaxi|あぶりこがし【炙り焦がし】?}}, ſu, aita. ''Torrar aßando,'' I, ''aßar de maneira q̃ fique eſturrado o q̃ ſe aßa.''
{{nota|Aburifaxiyagaxi|あぶりはしやがし【炙り燥がし】}}. ſu, aita. ''Deſecar ao fogo como,'' Cha ''{{Ilegível|meſinhas}}, &c. ou enxugar''
{{nota|Aburifoxi|あぶりほし【炙り干し】}}, ſu, oita. ''Enxugar algũa couſa ao fogo.''
{{nota|Aburimochi|あぶりもち【炙り餅】}}. ''Bolos darroz aßados.''
{{nota|Aburimono|あぶりもの【炙り物】}}. ''Couſa aßada.''
{{c|A ANTES DO C.}}
{{nota|{{dropcap|A}}CA|あか【垢】}} ''çujidade do corpo.'' ¶ {{nota|Acauo caqu|あかをかく【垢を掻く】}}. ''Tirar a çujidade do corpo cõ as vnnhas lauandoſe.'' ¶ {{nota|Acaga tçuqu|あかがつく【垢が付く】}} ''Pegarſe a çujidade.'' {{nota|Acauo votoſu|あかをおとす【垢を落とす】}}. ''Tirar a çujidade do corpo, &c.'' ¶ {{nota|Acano nuqeta|あかのぬけた【垢の抜けた】}}. ''Se diz de hũa obra prima, & bẽ acabada.'' ¶ {{nota|Acano nuqeta te|あかのぬけたて【垢の抜けた手】}}. ''Letra fermoſa, limpa, & bem talhada.''
Aca, I, yu. ''Agoa da bomba.'' ¶ Acauo toru. ''Dar à bomba.'' ¶ Acaga iru. ''Fazer a embarcação agoa.''
{{nota|Aca|あか【閼伽】}}, I, {{nota|Acano mizzu|あかのみず【閼伽の水】}}. ''Certa agoa que {{Ilegível|pollamenha ã cedo}} ſe offerece aos'' {{nota|Fotoqe|ほとけ【仏】}}s. ¶ {{nota|Aca muſubu|あかむすぶ【閼伽結ぶ】}}, I, {{nota|acano mizzuuo muſubu|あかのみずをむすぶ【閼伽の水を結ぶ】}}. ''Tirar, ou tomar esta agoa da fonte, rio, &c.''
{{nota|Acabana|あかばな}}. ''Certo peixe do mar de bom ſabor.''
{{nota|Acabucai|あかぶかい【垢深い】}}. ''Couſa onde ordinariamente ha çujidade.'' ¶ Acabucai fito. ''Homẽ que tem ordinariamente çujidade no corpo ainda que ſe laue muitas vezes, I, muita caſpa na cabeça amda que ſe pentee.''
{{nota|Acada|あかだ}}. ''Huns pilourozinhos darroz fritos.''
{{nota|Acadaicon|あかだいこん【赤大根】}}. ''Rabão vermelho. Melius.'' {{nota|Muraſaqi daicon|むらさきだいこん【紫大根】}}.
{{nota|Acadayen|あかだえん ‥ヱン【阿伽陀円】}}. ''Hũa mezinha.''
{{nota|Acafadaca|あかはだか【赤裸】}}, i, {{nota|mappadaca|まっぱだか【真っ裸】}}. ''Nudeza.'' ¶ Acano fadacani naru. ''Ficar nu.'' ¶ ''Item, Per met. Ficar nu, & deſpojado do {{Ilegível|faio}}, &c.''
{{nota|Acafadacana|あかはだか【赤裸】}}. ''Peßoa nua.'' ¶ ''Per met.'' Acafadacani naſareta. ''Tomarão lhe tudo, & deſpojarão no.''
{{nota|Acafata|あかはた【赤旗】}}. ''Bandeira vermelha.''
{{nota|Acafigue|あかひげ【赤毛】}}. ''Barba ruiua.''
{{nota|Acagai|あかがい【赤貝】?}}. ''Certa laya de {{Ilegível|briguigoĩs|berbigão?}} vermelhos.'' Acagaiuo toru. ''Apanhar estes {{Ilegível|briguigoĩs|berbigão?}}''
{{nota|Acagane|あかがね【赤金】}}. ''Cobre.''
{{nota|Acagari|あかがり【皸・皹】}}. ''Gretas grandes cauſadas do frio, ou de doença nos pees, & mãos.'' ¶ Acagariga qiruru. ''Fazer{{Ilegível|emſe}} eſtas gretas com frio.''
{{nota|Acagauauodoxi|あかがわおどし あかがはをどし【赤革威】}}. ''Certa tecedura de armas em cadeada com correas de pelle vermelha.''
{{nota|Acagauo|あかがお ‥がほ【赤顔】}}. ''Rosto vermelho.'' ¶ {{nota|Acagauono fito|赤顔の人}}. ''Homẽ de roſto vermelho.''
{{nota|Acagaxira|あかがしら【赤頭】}}. ''Cabellos vermelhos, I, ruiuos da cabeça.'' ¶ ''Itẽ, Huns rabos de vacas vermelhos, que chamão comballas que poem na cimeira do capacete.'' ¶ ''Item, Hum paßaro dagoa.''
Acagi. ''Campo vermelho em peças. Vt'' Acagino nixiqi. ''Peça como brocadinho que tem varios lauores em campo vermelho.''
{{nota|Acaguizzuca|あかぎづか【赤木柄】}}. ''Cabos, ou empunhadura de'' Catana ''feitos de pao vermelho.''
{{nota|Acago|あかご【赤子・赤児】}}. ''Menino de {{Ilegível|mama te eſpaço}} de hum mez.''
{{nota|Acagome|あかごめ【赤米】}}. ''Arroz vermelho.''
{{nota|Acai|あか・い【赤い・紅い】}}. ''Couſa vermelha.''
{{nota|Acai|あか・い【明い】}}. ''Couſa clara, I, lucida.'' ¶ {{nota|Acai vchini tçuqu|明いうちに着く}}. ''Chegar {{Ilegível|com dedia}}.''
 Acaſa.
 Acǒ.
{{nota|Acajimi|あかじ・みる【垢染みる】}}, u, jǔda. ''Çujarſe o veſtido com a çujidade ou ſuor do corpo.''
{{nota|Acajimi|あかじみ【垢染み】}}. ''Nodoa, ou çujidade do corpo q̃ fica no vestido.'' ¶ {{nota|Acajimiga xita|垢染みがした}}. ''Fazerſe eſta nodoa, ou pegarſe eſta çujidade no veſtido, &c.''
Acama. ''Lugar na ''Fune'' onde ſe deita, ou cae a agoa q̃ tiraõ da bomba.''
{{nota|Acame, uru, eta|あか・める【赤める】}}. ''Fazer vermelho.'' ¶ Vomoteuo acamuru, I, Acameuo tçuru. ''Enuergonharſe, ou fazerſe vermelho de vergonha.'' ¶ ''Tambem ſe diz no'' Ximo acameuo faru.
{{nota|Acamedai|あかめだい ‥だひ【赤目鯛】}}. ''Hũ peixe vermelho aſsi chamado.''
{{nota|Acami|あか・む【赤む】}}, u, ''Fazerſe vermelho.''<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="3" user="Épico" /></noinclude>{{C|style=font-family:serif;|{{Espacejamento de letra||ULTIMO LANCE}}|fs=150%}}
{{linha horizontal|4em}}
Dez luizes!...
Era tudo que lhe restava!... Eram as ultimas moedas da larga e velha herança que até a elle chegára, escorrendo sonoramente, de degrau em degrau, por uma nobre escadaria de avós. Dez luizes!...
E D. Filippe, depois de agitar na mão fidalga, as derradeiras moedas de ouro, encaminhou-se lentamente para o logar que meia hora antes havia abandonado á banca da roleta.
De pé, apoiado ao espaldar da sua cadeira ainda vazia, deixou cahir sobre o taboleiro verde o seu frio olhar indifferente e altivo. Os numeros desappareciam afogados no ouro e na prata dos outros jogadores.
Permaneceu immovel por longo tempo, sem ver o que olhava. Seus sentidos estavam de todo<noinclude></noinclude>
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Utilizador Discussão:Kedymera
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<div style="background-color: #FFF; border: 1px solid #a7d7f9; border-radius: 10px; padding:1em;">
<span style="font-size: 144%; ">'''Olá, Kedymera'''!</span>
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<br>
Boa estadia e bom trabalho!
</div>— [[Usuário:Épico|<span style="color:var(--color-emphasized,#101418); font-family:Times New Roman;serif;">Épico</span>]] <span style="font-size:85%">[[Usuário Discussão:Épico|(disc)]]/[[Especial:Contribuições/Épico|(contrib)]]</span> 02h10min de 10 de setembro de 2026 (UTC)
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<noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho|16|PÉGADAS||borda_inferior=sim}}</noinclude>occupados pelo pensamento que lhe trabalhava afflicto dentro do cerebro: — Era preciso refazer a fortuna esbanjada, ou parte d'ella... Mas com cem mil francos, apenas cem mil! poderia salvar-se, sem cahir no ridiculo aos olhos do meio em que se arruinára... Com cem mil francos correria, sem perda de tempo, a Pariz, solveria as dividas que ahi deixára garantidas sob palavra, e logo em seguida, a pretexto de qualquer exigencia da saude, simularia uma viagem á Suissa e partiria para a America com o que lhe restasse em dinheiro. Na America engendravam-se rapidas riquezas; descobriam-se dotes fabulosos! Se fosse preciso trabalhar — trabalharia!
Não sabia em que, e como, iria trabalhar, mas a miragem do novo mundo surgia-lhe á imaginação n'um sonho de ouro; n'uma apotheose de milagres de rehabilitação, em que a sua incompetencia para qualquer trabalho productivo encontraria logar entre os vencedores. Nenhum programma, nenhuma idéa acompanhava aquella esperança; confiava na America como confiára nas cartas e na roleta. Era ainda uma esperança de jogador. Era a cega confiança no acaso!
Não seria a America tambem um taboleiro verde, banhado pelo ouro da California?... Elle era a moeda jogada n'um ultimo lance pelo desespero!
Iria!
E, depois?... Como seria bello volver á Europa,<noinclude></noinclude>
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho||ULTIMO LANCE|17|borda_inferior=sim}}</noinclude>muitas vezes millionario, com um resto de mocidade, para continuar a gozar os vicios interrompidos?...
E, emquanto castellavam seus doidos pensamentos, succediam-se os golpes da roleta, e o ouro e a prata dos jogadores perpassavam em rio por defronte dos seus olhos distrahidos.
— Mas, e se eu perder?... interrogou elle á propria consciencia.
E o fidalgo não teve animo de entestar com a solução que esta pergunta exigia, como se temesse abrir de prompto, alli mesmo, um duro e violento compromisso com a sua honra.
Todavia, se perdesse aquelle miseravel punhado de moedas, que lhe restava além do... suicidio?... Que lhe restava no mundo, que não fosse ridiculo e humilhante?...
E viu-se sem vintem, esgueirando-se como uma sombra pelas ruas escuras, com as mãos escondidas nas algibeiras do sobretudo, fugindo de todos, desconfiado de que a sua irremediavel miseria fosse de longe presentida como uma molestia infecta. Teve um calafrio de terror.
As fallazes hypotheses de salvação, que covardemente se lhe apresentavam ao espirito, lembrando amigos ricos e recursos inconfessaveis, eram amargamente repellidas pelo seu orgulho, ainda não vencido.
— ''{{lang|fr|Faites vos jeux, messieurs!}}'' exclamou o banqueiro.<noinclude></noinclude>
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho|18|PÉGADAS||borda_inferior=sim}}</noinclude>E D. Filippe sorriu resignado e triste, como respondendo affirmativamente para dentro de si mesmo á voz que appellava para seus brios, e, depois de sacudir inda uma vez as dez moedas, espalmou a sua linda mão inutil e, com um ar mais do que nunca indifferente e sobranceiro, despejou-as na secção do Vermelho que á mesa lhe ficava em frente.
— ''{{lang|fr|Rien ne va plus!}}''
Uma vertigem toldou-lhe a fingida calma.
A pequena esphera de marfim girava já no quadrante da roleta. Fez-se em toda a sala um silencio que doia de frio.
Se n'aquelle golpe, em vez de um numero vermelho, viesse um numero preto, pensou o desgraçado, qualquer mendigo das ruas seria mais rico do que elle!...
E a bola girava já com menos força, prestes a tombar no numero vencedor.
O fidalgo deixou-se cahir assentado na cadeira, fincando os cotovellos na mesa e escondendo o rosto nas suas duas mãos abertas.
A bola tombou no numero. Vermelho!
Os dez luizes de D. Filippe transformaram-se em vinte. E o fidalgo não teve um gesto; esperou novo golpe, apparentemente imperturbavel.
O taboleiro esvasiou-se e de novo se encheu de reluzentes paradas. O banqueiro fechou o jogo, a bola girou, cahiu.
Veiu outra vez vermelho.<noinclude></noinclude>
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho||ULTIMO LANCE|19|borda_inferior=sim}}</noinclude>D. Filippe continuou immovel, sem tirar as mãos do rosto. Sobre os seus vinte luizes derramaram-se outros vinte.
E o jogo continuou, silenciosamente.
E, no meio do surdo anciar dos que jogavam, um terceiro numero vermelho dobrou a parada de D. Filippe, que conservava a sua immobilidade de pedra.
Tão forte porém era o arfar do seu peito, que todo o corpo lhe acompanhava as pulsações do coração.
Vermelho!
E oitenta luizes despejaram-se sobre os oitenta luizes do jogador immovel.
Vermelho!
E o ouro começou a avultar defronte d'elle.
Vermelho ainda!
E as moedas iam formando já um comoro de ouro defronte d'aquella figura extatica, da qual só se viam distinctamente as duas mãos, muito brancas, ligeiramente veiadas de azul puro.
Ainda vermelho!
E a figura imperturbavel parecia agora de todo petrificada. E as duas mãos brancas pareciam fitar escarninhamente os outros jogadores, rindo por entre os dedos fixos.
A immobilidade e a fortuna do singular parceiro começavam a impressionar a todos.
Vermelho!
E já os olhares dos homens e das mulheres não<noinclude></noinclude>
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Pégadas/Último lance
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<noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho|20|PÉGADAS||borda_inferior=sim}}</noinclude>se podiam despregar d'aquelle mysterioso companheiro de vicio, cuja physionomia nenhum d'elles conhecia ainda, absorvido como até então estivera cada qual no proprio jogo.
Vermelho! Vermelho!
E o monte de ouro ia crescendo, crescendo, defronte d'aquellas duas mãos que pareciam cada vez mais brancas, mais escarninhas, e mais ferradas ao rosto do jogador immovel.
Vermelho! Vermelho! Vermelho!
E as moedas alargavam a zona inteira, escorrendo por entre os cotovellos do jogador de pedra, e cahiam-lhe pelas pernas inalteraveis, e rolavam tinindo pelo chão.
Vermelho! E os jogadores esqueciam-se do proprio jogo para só attentar no jogo do singular conviva; á espera todos que aquellas duas mãos de marmore se affastassem; que aquella escarninha mascara cahisse, revelando alguem.
E a cada golpe uma nova riqueza vinha dobrar a riqueza accumulada defronte do sinistro mascarado de marmore. Em vão, ao lado d'elle, uma formosa creatura, com ares de rainha e olhos de ''{{lang|fr|soubrette}}'', aquecia-lhe havia meia hora a perna esquerda com a sua perna direita; em vão, por detraz da sua cadeira, formára-se um palpitante grupo de mulheres, que riam forte e lhe discutiam a fortuna, apostando, a cada novo golpe da sorte, se o original jogador sustentaria ou não o lance por inteiro.<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho||ULTIMO LANCE|21|borda_inferior=sim}}</noinclude>E já quando o vermelho era ainda uma vez annunciado pelo tremulo banqueiro, partia de toda a sala uma explosiva exclamação de pasmo.
Era preciso tocar a cada instante o tympano, pedindo attenção e silencio.
Mas os commentarios reproduziam-se, fervendo em torno da estatua feliz. Uns protestavam contra a loucura d'aquella pertinacia, pedindo para seu castigo um numero negro; outros se enthusiasmavam com ella e soltavam bravos de applauso; outros ainda calculavam o ouro accumulado, sommando os lances.
E o banqueiro, cada vez mais pallido, tomava com a mão tremula a bola fatidica, e, a tremer, fazia-a girar na gamella dos numeros, e, a tremer, annunciava offegante o numero vencedor, que era sempre vermelho.
Cada numero vinha acompanhado de um côro de pragas e gargalhadas.
Até que, n'um desalento do capitão vencido, o banqueiro, dando ainda o ultimo vermelho, annunciou com uma voz de naufrago sem esperanças:
— Banca... á gloria!
Mas, nem assim, o imperturbavel jogador mysterioso fizera o menor gesto; ao passo que em redor d'elle se acotovelavam os viciosos de ambos os sexos e de todas as nações, formando uma rumorosa e irrequieta muralha, anciosa de curiosidade.<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho|22|PÉGADAS||borda_inferior=sim}}</noinclude>Chamaram-n'o de todos os lados, em todas as linguas e em todos os tons.
Elle se não moveu.
Tocaram-lhe no hombro; tocaram-lhe na cabeça.
Nada!
Sacudiram-lhe o corpo.
A estatua continuou immovel.
Então, dois homens, tomando cada um uma das mãos do fidalgo, arrancaram-lh'as do rosto, emquanto um terceiro lhe levantava a cabeça.
E um só grito de horror partiu d'entre toda aquella gente.
Quem á gloria levára a banca e ali estava immovel a jogar com elles durante a noite, provocado pelas mulheres e invejado pelos homens, era um cadaver frio, de olhos escancarados, a bocca semi-aberta, e com duas lagrimas compridas escorrendo pela algidez das faces contrahidas.
Largaram-n'o espavoridos; e o morto tombou com a cabeça sobre a mesa, collando o rosto e as mãos de marmore sobre o seu ouro, como se o quizesse defender da cobiça dos outros jogadores sobreviventes, que já discutiam aos gritos a legitimidade d'aquella posse.<noinclude></noinclude>
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Georg Simmel
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Página nova sobre o sociólogo Georg Simmel.
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'''Georg Simmel''' foi um filósofo, sociólogo e professor universitário alemão, considerado um dos fundadores da ''sociologia''.
== Obras em língua portuguesa ==
=== Livros ===
* {{Ano|1969}}: Cultura Feminina: Um livro da série Cultura Contemporânea [Philosophische Kultur, 1911]. Trad. A. de Aguiar. Lisboa: Bertrand/Galeria Panorama, Dafundo.
* {{Ano|1970}}: Problemas Fundamentais da Filosofia (Hauptprobleme der Philosophie, 1910). Coimbra: Atlântida.
* {{Ano|1983}}: Sociologia. Organização de Evaristo de Moraes Filho. Coleção "Grandes Cientistas Sociais", vol. 34. São Paulo: Ática.
* {{Ano|1992}}: Filosofia do Amor. São Paulo: Martins Fontes.
* {{Ano|2004}}: Fidelidade e Gratidão e Outros Textos. Trad. M. J. Costa Pereira e M. Knoch. Lisboa: Relógio D'Água.
Fragmento sobre o Amor e Outros Textos. Trad. M. J. Costa Pereira. Lisboa: Relógio d'Água.
* {{Ano|2006}}: Questões Fundamentais da Sociologia: Indivíduo e Sociedade [Grundfragen der Soziologie, 1917]. Trad. P. Caldas, org. C. Castro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
* {{Ano|2008}}: Filosofia da Moda e Outros Escritos. Trad. A. Morão. Lisboa: Texto & Grafia.
* {{Ano|2008}}: Ideias Religiosas Fundamentais e Ciência Moderna. Trad. A. Morão. Covilhã: LusoSofia press.
* {{Ano|2008}}: Psicologia do Dinheiro e Outros Ensaios. Trad. A. Morão. Lisboa: Texto & Grafia.
* {{Ano|2010}}: Religião. Ensaios, 2 vols. Trad. J. C. Ribeiro; prefácios de F. Vandenberghe (vol. 1) e L. Waizbort (vol. 2). São Paulo: Editora Olho D'Água.
* {{Ano|2011}}: Ensaios sobre Teoria da História. Trad. E. dos Santos Abreu. Rio de Janeiro: Contraponto.
* {{Ano|2011}}: Schopenhauer & Nietzsche [Schopenhauer und Nietzsche. Ein Vortragszyklus, 1907]. Trad. C. Benjamin. Rio de Janeiro: Contraponto.
* {{Ano|2013}}: O Conflito da Cultura Moderna e Outros Escritos. Trad. L. Rivas Gagliardi, org. Artur Bueno. São Paulo: Editora Senac.
=== Textos avulsos ===
* {{Ano|1940}}: "As Formas Sociais como Objeto da Sociologia" (excerto do início da Soziologie, 1908), em Leituras Sociológicas, org. Romano Barreto e Emilio Willems. São Paulo: Edições da Revista de Sociologia, 1940, pp. 7-12.
* {{Ano|1961}}: "O Indivíduo e a Díade", em Homem e Sociedade: Leituras Básicas de Sociologia Geral, org. Fernando Henrique Cardoso e Octávio Ianni. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1961.
* {{Ano|1967}}: "A Metrópole e a Vida Mental" [Die Großstädte und das Geistesleben, 1903], em O Fenômeno Urbano, org. Otávio Guilherme Velho. Rio de Janeiro: Zahar, 1967, pp. 13-28. — tradução a partir da versão inglesa de Edward Shils (Chicago, 1936).
* {{Ano|1969}}: "Requisitos Universais e Axiomáticos da Sociedade", em Comunidade e Sociedade: Leituras sobre Problemas Conceituais, Metodológicos e de Aplicação, org. Florestan Fernandes. São Paulo: Companhia Editora Nacional/Edusp, 1969, pp. 62-81.
* {{Ano|1977}}: "O Problema da Sociologia", em Teoria Sociológica, org. P. Birnbaum e F. Chazel. São Paulo: Hucitec/Edusp, 1977, pp. 18-21.
* {{Ano|2001}}: "A Metrópole e a Vida do Espírito" [Die Grossstädte und das Geistesleben, 1903], em Carlos Fortuna (coord.), Cidade, Cultura e Globalização. Oeiras: Celta Editora.
* {{Ano|2005}}: "As Grandes Cidades e a Vida do Espírito" — nova tradução do mesmo texto, feita por L. Waizbort, em Mana, vol. 11, n° 2, Rio de Janeiro, 2005, pp. 577-591.
* {{Ano|2010}}: "'Filosofia da Paisagem' e 'Os Alpes'" [Philosophie der Landschaft, 1913; Die Alpen, 1911], trad. A. Veríssimo Serrão, em Filosofia da Paisagem: Uma Antologia. Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2010, pp. 39-58.
* {{Ano|2010}}: "A Sociologia do Segredo e das Sociedades Secretas" [cap. 5 da Soziologie, 1908], trad. S. Carneiro Maldonado, em Revista de Ciências Humanas, EDUFSC, vol. 43, n° 1, Florianópolis, 2008.
* {{Ano|2010}}: "A Moda" [Die Mode, 1911], trad. A. C. Santos, em IARA – Revista de Moda, Cultura e Arte, vol. 1, n° 1, São Paulo, 2008/2009.
* {{Ano|2010}}: "Mudança das Formas Culturais", trad. P. da Silva Santos, em Revista Plural USP, vol. 20.2, São Paulo, 2013.
=== Sobre o autor ===
* Simmel e a Modernidade. Org. Jessé Souza e Berthold Öelze. Brasília: Editora UnB
* "Introduction. Heritage from Simmel in Latinamerica". Esteban Vernik. Simmel Studies, vol. 24, nº 2, 2020, pp. 9-20.
* "Simmel no Brasil". Leopoldo Waizbort. Dados – Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, vol. 50, nº 1, 2007, pp. 11-48.
* "Translation of Simmel's Works and Writings to Spanish and Portuguese (1915-2018)". Lucía Wegelin. Simmel Studies, vol. 24, n° 2, 2020, pp. 147-179.
{{autores}}
{{controle de autoridade}}
{{Alemanha DP-Autor|morte=1918}}
[[Categoria:Sociologia| ]]
6i3kv8dy0z10s9k1iy2el9d1585xunm
Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/349
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: AFU pattem? Milvo. Não he gente muito afruitada. {{lema|AFUGENTADO, A}}. p. p. de Afugentar. FR. G. DA SILY. Vid. 7, 53. ALBUQ. Comm. 3, 39. ESTAÇ. Antig. 73, 12. {{lema|AFUGENTAMENTO}}. s. m. ant. e pouc. uf. Acção de afu- gentar. D. CATH. INF. Regr. z, 1 Certo a folidão difereta- mente tomada he... afagentamento de peccados. {{lema|AFUGENTADOR, ORA}}. adj. Que afugenta. Vir. CHRIST. 4, 36, 175 Deos dador do prazer e afugentador d...
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<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>AFU
pattem? Milvo. Não he gente muito afruitada.
{{lema|AFUGENTADO, A}}. p. p. de Afugentar. FR. G. DA SILY.
Vid. 7, 53. ALBUQ. Comm. 3, 39. ESTAÇ. Antig. 73, 12.
{{lema|AFUGENTAMENTO}}. s. m. ant. e pouc. uf. Acção de afu-
gentar. D. CATH. INF. Regr. z, 1 Certo a folidão difereta-
mente tomada he... afagentamento de peccados.
{{lema|AFUGENTADOR, ORA}}. adj. Que afugenta. Vir. CHRIST.
4, 36, 175 Deos dador do prazer e afugentador
das lagrimas. M. FERNAND. Alm. 3, 3, 5. n. 238. p. 677
Tem o Pão Euchariftico, que fe chama Pão de confor-
to e roborante o coração, e afugentador e terrificante
aos mefmos demonios.
{{lema|AFUGENTADOR}}. s. m. O que afugenta. D. CATH. INF.
Regr. 1, 18 Afugentador dos demonios. FEST. NA CA-
NON. 33 & Fortifllmo afngentador de innumeraveis de-
DA
{{lema|AFUGENTAR}}. v. a. Por em fugida, fazer fugir. De Fu-
ga. BARR. Dec. 3, 7, 5 Mandou D. Luis a Nuno Fet-
nandez de Macedo, que com fua gente huma menhaa o
afugentaffe dalli. CAM. Luf. 10, 62 Traz efte vem No-
ronha, cujo aufpicio De Dio os Rumes feros afugen-
ta. Gouv. Jorn. 1, 15 Tanto póde o demonio aonde a
Fé de Chrifto o não afugenta."
Met: FERR, Poem. Son. 1, 38 Quando eu vejo fa-
hir a menháa clara Afugentando a fombra. CASTR. U-
lyff. 6, 49 O céo com fuas luzes fcintilava,
Que as
trévas afugentão do Orizonte. MAN. THOM. Inful. I, 117
Sabei que à patria minha e voffa terra Quer Deos com
paz afugentar a guerra.
{{lema|AFUMADO, A}}. p. p. de Afumar. PER. Elegiad, 2, 22.
PAEZ, Setm. 2, 58, 2.
Ufafe como adj. Que fumega ou lança de fi fumo.
BARR. Dec. 1, 1, 3 Sempre a vião afumada [a Ilha da
Madeira daquelles vapores. SANT. Ethiop. 1, 3, 9 A
maior parte do anno ettá [huma ferra] coberta de nu-
vens, è afumada com nevoeiros.
{{lema|AFUMADURA}}. s. f. Acção de afumar. JER. CARDOS. Dict.
BENT. PER. Thef.
{{lema|AFUMAR}}. v. a. Encher de fumo. PER. Elegiad. 12, 164
Lançando o bronzeo cano o raio ardente Com eftrondo
terrivel afumando O ar fereno e claro.
Met. PAEZ, Serm. 2, 264, I Como não póde a-
brazar e desfazer tudo em cinza, quanto fe lhe diz ;
quer ao menos afumar e defcompôr à quem lhe diz o
que convem.
Neutr. Fumegar, lançar de fi fumo. CARN. Rot. do
Braz, 27 E no meio dia duas legoas ao mar a não ve-
reis a terra] porque afuma muito.
{{lema|AFUNDADO, A}}. p. p. de Afundar. JER. CARDOS. Dict.
BARBOS Dict. BENT. PER. Thef.
{{lema|AFUNDAR}}. v. a. Submergir, metter no fundo ou a pique.
MATT. Jetuf. 3, 2 Sendo mais facil tardar no fcio
De Caribdes, a onda furibunda, Ou Boreas enfrear,
quando fem meio O Apennino facode, as nãos afunda.
Met. VIT. CHRIST, 2, 7, 28 O movimento da
paixom do homem muitas vezes alagua e afunda o jui-
zo da razom.
Com pron. peff. Submergirfe, irfe ao fundo. L.
ALv. Serm. 3, 6, 4. n. 10 Não fe chega ao porto, tu-
do fe afunda. VIEIR. Serm. 5, 13, 5. n. 448 Afundarfe-
bão até ós abifmos os mares.
Met. EUFROS. 5, 10 Afundárãofeme todas as mi>
nhas efperanças e fundamentos de tão longe tenteados.
Afundar. Profundar, cavar profundamente, MEND. D#
VASC. Sit. 2, 233 Donde a maté do rio de Sacavem
chega até o de Alcantara, e afundamos efte de modo,
que poffa a maré entrar por elle.
Neutr. met. Adiantarfe ou ir avante no conhecimen-
to ou intelligencia de alguma coufa. M. BERN. Luz e Cal.
1, 4, 91 Do penitente, que por afundar muito na con-
fideração de feus graves exceffos, fe defalenta e perde
a confiança de alcançar perdão, fe pode dizer aquillo,
que &c.
Fazer fundamento. S. ANN. Chr. 2, 11, 338 Por-
que determinava levantar hum alto edificio de perfeição,
deitoulhe bom alicece, afundando em fer humilde tão per-
feitamente, que &c.
{{lema|AFUNDIDO, A}}. p. p. de Afundir. BARRET. Flos Sanct.
2, 127, 2. M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n. 315. p. 889.
{{lema|AFUNDIR}}. v. a. Submergir afogando n'agoa ou debaixo
de alguma ruina. TELL. Cht. 2, 5, 15. n. 1 Acctefcen-
toufe a todos eftes cançaços, que navegando huma vez,
fe afundio a canoa, em que hia. BARRET. Flos Sanét.
1, 511, 2 Mandou Deos hum tremor de terra mui efpantolo e extraordinario, que derrubou edificios, affolou cafas,
e afundio aos que as habitavão. M. BERN. Serm. 2, 3.5
Com cujo pezo [da pedra] logo o pezo fe afundia.
...Met. Sous. Hift. 3, 4, 16 Mas cisque a pou-
cos paffos começa a foar da parte de Tanagarão huma
alarida, que afundia a terra.
{{lema|A FUNDO}}. form. adv. Vej. Fundo.
{{lema|AFUNILADO, A}}. adj. Que fe vai eftreitando para a ponta na forma de funil. M. GODINH. Rel. 18, 105 Os
calções são humas ceroulas afuniladas até o calcanhar.
25, 162 os Judeos veftem humas fotanas compri-
das azues, e na cabeça huns barreres afunilados fem nev
nhumas abas, da mefma cor.
{{lema|A FURTALHE O FATO}}. fórm. adv. e {{Uso|vulg}}. Arrebatadamente, ds furtadelas. BENT. PER. Thef.
{{lema|AFURTO}}. form, adv. Vej. Furto.
{{lema|AFUSAL}}. s. m. Quarta parte da pedra de linho, feita em molbos. Pedra de linho são oito arrateis de linho. BLUT. Vocab.
{{lema|AFUZILADO, A}}. p. p. de Afuzilar. SERR. Difc. 2, 614.
{{lema|AFUZILAR}}. v. a. Langar fogo d maneira das faifcas, que
defpede de fi a pedreneira aos golpes do fuzil. Dizfe das
armas de fogo e particularmente da artilharia. BARR. Dec.
1, 7, 8 Afuzilando [a artilharia] fogo, vaporando fumo,
e atroando os arcs. Luc. Vid. 5, 16 Afli mais moftra-
va que pintava... como fe ordenavão os inimigos] co-
mo difparavão, o afuzilar da artilharia, o eftrondo del-
la. Sous. Vid. 6, 9 O afuzilar da. artilharia ao difparar
feria os olhos como relampado.
Neutr. met. Relampagucar, fcintillar, lançar refplen-
dor. MEMOR. DAS PROEZ, I, 47 Parecião as muitas lu-
minarias] cometas no ar, que afuzilando como relampa-
dos, com feus refprandecentes raios aclaravão a terra. SANT.
Ethiop. 2, 1, 10 Eftando o céo mui fereno, fubitamen-
te fe toldou o tempo, afuzilando com temerofos třovies,'
e delles fahio hum efpantofo raio. Sous. Hift. 1, 1, 19
Notavão muitos, que da tefta e olhos lhe fahiáo algu-
mas vezes huns raios, que afuzilavão na vifta, de quem
o olhava e tratava. Come
Met. GIL Vic. Obr. 3, 179 E aquelle afuzilar
Fere fogo mui vermelho; Tomai lá voffo confelho
Que eu não quero mais fallar. Govv. Jorn. 1, 13 O Ar-
cediago como fagaz, afuzilava cada dia com cartas.
Volat. FERNAND. FERR. Art. 6, 6 Com elle [açor]
matava muitas perdizes, mas não com aquella galhardia,
com que muitos o fazem, moftrando ás vezes as barri-
gas, afuzilando ao defcobrir de algum cabeço.
Todas as palavras que alguns, principalmente An-
tigos, efcrevem por Afy, fe bufquem, por Afi.
{{c|'''A G'''.}}
{{lema|AGABADO, A}}. p. p. de Agabat. FR. TH. De Jes. Trab.
2, 36, 150.
{{lema|AGABADOR}}. s. m. ant. O que agaba. JER. CARDOS. Dict.
{{lema|AGABAMENTO}}. s. m. ant. Acção de agabar. JER. CARDOS. Dict.
{{lema|AGABÃO}}. s. m, ant. Fanfarrão, o vangloriofo. JER. CARDos. Dict.
{{lema|AGABAR}}. v. a. ant. O mesmo que Gabar. F. ALv. Informi.
63 E nós hiamos ledos pera ver efta Igreja, que nos
o Frade agabava.
Com pron. peff JER. CARDOS. Dict
{{lema|AGACHADO, A}}. p. p. de Agachar. CORT. R. Cerc. 8,
39. CART. DE JAP. 2 116, 3. SANT. Ethiop. I, I 20.
{{lema|AGACHAR}}. v. a. que fempre fe ufa com pron. peff. Abaixarfe ou inclinarfe para o chão, encolhendo o corpo.
Do Caftelh. Gacho, enervado ou inclinado para o chão.
MEND. PINT. Peregr. 40 Todos fe agachem porque não
enxerguem elles de longe coufa nenhuma..
Met. Renderfe, fubmetterfe, fujeitarfe. CANCION 35
, Gá de jogar com huma facha Sabemos que não
s'agacha A Troilos ou a Heitor. FERR, DE VASC. Ulyf
fip. 3, 1.A regente das falfadas he minha mulher, e a
outra não fe lhe agacha. PREST. Aut. 59 Eu vou vendo
Comò de ti zomba Mendo, Pois Rodrigo não fe agacha.
{{lema|AGADANHADOR}}. s. m. ORA. f. O que on a que aga
danba. JER. CARDOS. Dict. BENT. PER. THES.
No fem. BENT. PER. Thef
{{lema|AGADANHAR}}. v. n. Aferrar com gadanbo ou gancho. MACHAD. Alfi 2, 78. Aqui he todo o perigo, Faze o final da Cruz bem, Que os dos gadanhos vem, Nem agadanbem comtigo.<noinclude></noinclude>
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 142 AGA {{lema|AGALARDOADO, A}}. p. p. de Agalardoar. BERNARD. RIB. Ecl. 5. BARR. Dec. 2, 2, 8. GOES, Chr. de D. Man. 3. 38. {{lema|AGALARDOADOR, ORA}}. adj. Que agalardoa. BENT. PER. Thef. {{lema|AGALARDOAR}}. v. a. Remunerar, premiar, dar galardão e recompenfa. SA' DE MIR. Eftrang. 5, 66 Promettote que eu te agalardoe, como tal obrigação merece. BARR.. Dec. 1, 3, 12 Aos quaes elle agalardoou de feus fervi- ços. BARRET. Encid. 5,...
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AGA
{{lema|AGALARDOADO, A}}. p. p. de Agalardoar. BERNARD. RIB.
Ecl. 5. BARR. Dec. 2, 2, 8. GOES, Chr. de D. Man.
3. 38.
{{lema|AGALARDOADOR, ORA}}. adj. Que agalardoa. BENT.
PER. Thef.
{{lema|AGALARDOAR}}. v. a. Remunerar, premiar, dar galardão
e recompenfa. SA' DE MIR. Eftrang. 5, 66 Promettote
que eu te agalardoe, como tal obrigação merece. BARR..
Dec. 1, 3, 12 Aos quaes elle agalardoou de feus fervi-
ços. BARRET. Encid. 5, 59 Com tres bezerros, vinho e
com dinheiro Todas as náos da jufta agalardoa.
{{lema|AGALHA}}. s. f. O mesmo que Galha. A. DA. CRUZ, Rc-
cop. 2, 5 De agalhas meia oirava em çumo de romias.
MADEIR. Meth. 1, 27,5 Convem fazer lavatorios adftrin-
gentes de rofas, murtas, maçáas de aciprefte, balauf-
tas, cafcas de román, murta, agalhas em vinho. Mo
RAT. Pratic. 1, 9, 2 O cozimento das agalbas, murtas.
e aroeira, feito em vinha, firma os dentes.
Agalhas. pl. Anat. Aquellas partes, que interiormen-
te eftão na entrada da garganta do homem e outros ani
maes, immediatas á noz, femelhantes á gaiba do cipref-
tc. MADEIR. Meth. 2, 6, 1 Corrosão de campainhas,
agalhas e narizes. MORAT. Pratic. 1, 9, 3 Quando hou-
ver chaga nas agalbas, gargarejarão com cozimento de
rofas, lentilhas &c. Azev. Correcç. 1, 3, 2. p. 264 Com
huma feccura tão grande nas agalhas, que, &c.
{{lema|AGALLEGADAMENTE}}. adv. mod. A maneira dos Galle-
gos. BARR. Gramm, 106 E então os que pouco fentem,
querem remediar feu desfalecimento efcrevendo agalle-
gadamente
{{lema|AGALOCHE}}. s. m. Nome, que fe dá ao cala buco fino e verdadeiro, Curv. Atal. 27 Se deitarão nella [agoa] tres
efcrupulos e meio de hum pão, que chamão agaloche,
que he o calambuco fino e verdadeiro.
{{lema|AGANIPPEO, A}}. adj. De Aganippe on pertencente a Aga-
nippe, fonte da Beocia, confagrada ás Mufas. Do Lat.
Aganippeus. BARRET. Eneid. 9, 185 Grande amigo do
Coro Aganippeo.
{{lema|AGARENO, A}}. {{catgram|adj}}. Mourifco, Mabometano. Bair. Chr.
3, 19 Efpada, que tão conhecido tinha o infame fan-
gue Agareno. Sous. DE MAC. Ulyffip. 14, 11 De Aga-
TcHa cruel e torpe gente. CARDOS. Agiol. 2, 415 A maior
parte de Hefpanha eftava ainda debaixo do jugo Aga-
reno.
{{catgram|Subft}}. O Mouro on Turco, afim dito de Agar, ef-
crava de Abraham, da qual cada huma deftas gentes pre-
fume defcender e do referido Patriarchs. CORR. Comm. 1,
53 Porque os Mouros dizem, que procedem de Abra-
hão e de Agar fua efcrava, da qual houve hum filho,
que fe chamou Ifmael, donde os Mouros fe chamão A-
garenos ou Ifmaclitas. PER. Elegiad. 12, 171 De Agart
dizem que fomos Agarenos. CEIT. Serm. 2, 161, 2 O
que bem fe vio em feus defcendentes [de Ifmael] que
chamamos Agarenos ou Ifmaelitas, que são os Mouros
e Turcos.
{{lema|AGARICO}}. s. m. Certa efpecic de cogumelo. Ha dous Aga-
ricos ou cogumelos lenhofos cfponjofos, crivados de pó-
ros finiffimos na fua face inferior, parafitos horifon-
taes"; e defcaulccidos. Hum delles he denominado por
Linneo Boletus laricis, e o outro Boletus igniarius, dif-
tribuidos pelo dito Botanico na Ordem dos Fangos na
Claffe Cryptogamia do feu Syftema dos Vegetaes. O pri-
meiro he chamado em Pharmacia Agarico de lariço (A-
garicus laricis) tem a face fuperior elevada para a banda
do tronco, a que eftà aferrado, e com algumas pro-
tuberancias; he muito leve, e branco por toda a parte;
póde facilmente partirfe, efmigalharfe, e ainda mefmo
reduzirfe em pó entre os dedos: não tem cheiro algum
noravel; o feu gofto he no principio doce, mas conti-
nuandofe a maftigar por algum tempo, fentefe fer acre,
amargo e naufeofo. Criafe em huma efpecie de Pinhei-
ro, chamado Lariço; o melhor vem de Aleppo, ordina-
riamente privado da fua epiderme parda. Algum dia era
muito ufado na Medicina, como purgante; mas a fua
virtude purgativa lenta e fraca e fer fujeito a caufar
naufeas, vómitos, e dores no canal alimentar, fizerão
que cahiffe em defufo de forte, que hoje quando mui-
to fó fe ajunta por alguns Praticos, como eftimulo a
outros purgantes. O fegundo he chamado em Pharmacia
Agarico de Carvalho (Agaricus quercus) diftinguefe do
precedente, por fer de fubftancia rija e tenace, ter a cor
hum tanto loura, nos feus póros, e o fabor não amar-
gofo, mas adftringente. Crinfe aferrado aos troncos das
arvores velhas, principalmente dos carvalhos, e tem fi-
do recommendado por alguns Medicos para eftancar o
fangue nas hemorrhagias, principalmente depois de rc-
duzido ao eftado de ifca. Efta ilca he a que impropria-
mente chamamos ifca de coiro, a qual fe coftuma pre-
parar tanto entre nós, como em varios paizes da Euro-
pa, amollecendo o Agarico por meio da cocção e ma-
Ihadura, ajuntandolhe hum pouco de falitre ou polvora,.
quando a querem fazer bem combuftivel. Do Lat. Aga-
ricum, FR. BERNARD. DA SILV. Defenf. 1, 25 O agarico
[tem virtude de purgar] a feima. Fzo, Tr. 2, 176, 1
Claro eftá que purgar com mezinha tão leve como
canafiftula quando o humor ha mifter agarico e rui-
bárboc cfcamonca he querer matar o doentc. A, DAL
CRUZ, Recop. 2, 11 E agarico trocifcado
bem fe póde purgar com pirolas de agarico.
{{lema|AGARRADO, A}}. p. p. de Agarrar. CEIT. Serm. 1, 256,2
TELL. Chr., 1, 3, 9. n. 3. BARRET. Eneid.. 11, 183. JA
-Ufafe como adj. Que lançou mão de alguma confa,
e fe aferrou a clla. TeLL. Hift. 3, 28, 280 E logo lar-
gando as redeas da mão, e os pés dos eftribos, foi o
cavallo pelos ares... ficando o Portuguez agarrado no
ramo, e em cal feição, que &c.
{{lema|AGARRAR}}. v. a. Lançar mão de alguma coufa, pegar nella, principalmente fegurandoa com força. De Garra. D. F.
MAN. Apol. 91 Ate que outro, que tinha mais claros
olhos e mais fubtis mãos, facilmente me agarrou [ao vin-
tem]
Prender, fegurar alguem com força e por violencia.
Reg, alg. ou de alg. ART. DE FURT. I Em decendo o Pa-
dre, agarrárão delle grirando &c, M. BERN. Floreft. i,
4, 138, C, Alli me agarrárão os malfins. M. FERNAND.
Alm. 2, 1, 9. n. 44 Å balèa dá gemidos como o touro,
a quem o libréo agarrou da orelha ou do beiço.
Mct. Furtar arrebatadamente. ART. DE FURT. 17
Quem ceve unhas tão farpantes para deftruir hum Rei-
no, que appellidava feu, peores as teria para o agar-
rar, ainda que lhe conftaile que era alhcio. LAUTA
{{lema|AGARROCHADO, A}}. p. p. dc Agarrochar. MEкOR. DAS
PROEZ. 1, 43. PER. Elegiad. 17, 262, TELL. Hift. 3
32, 285.
{{lema|AGARROCHAR}}. v. a. Ferir com garrocha ou outra feme-
Ibante arma. ant. Aguarrochar. CONST. DE EVOR. 15,9
Outro fi defendemos geralmente, que nos ditos adros e
cimiterios fe não corrão, nem aguarrochem touros. ARR.
Dial. 9, 3 Efcapámos do corro acoçados do touro, e
não nos queremos acolher ao palanque, donde o pode-
mos agarrochar feguros.
Met. CASTANH. Hift. 7, 56 E agarrochado D. Jor-
ge deftes confelhos &c. M. FERNAND. Alm. 3, 2, 1. na
7. P. 339 Quando apparecer [o demonio] titado do in-
ferno, temerão os Anjos, ifto he, ainda aquelles, que
vivem a modo de Anjos, e purificarão fuas confciencias
agarrochados do medo, que lhe caufara.
{{lema|AGARRUCHADO, A}}. p. p. de Agarruchar. HIST. TRAGE
MARIT. I, 167.
{{lema|AGARRUCHAR}}. v. a. {{Uso|Marinh}}. Apertar com os garruchos.
CASTANH. Hift. I, 31 E affi forão até o dia feguinte,
que tornou o vento a esforçar, com que todos mefura-
tão as vélas, e agaruchdrão os papafigos.
{{lema|AGASALHADEIRO, A}}. adj. Amigo de agafalhar ou dar
hofpedagem., BENT. PER. Thef.
{{lema|AGASALHADO, A}}. p. p. de Agafalhar. CAM. Luf. 1,95. MEND. PINT. Peregr. 57. BRIT. Chr. 1, 8.
{{lema|AGASALHADO}}. s. m. Acção de agafalbar, bofpedagem,
acolhimento em algm lugar. LoBAT. Palm. 5, 49 Com mui-
tas palavras de agradecimento acccitárão os Principes o
agafalhado que fe lhes offerecia. CALV. Homil. 2, 565
Cobicofo Abrahão] de naquelle goftofo agafalhado
ter, não parte, mas tudo &c. F. DE MENDOÇ. Serm. z,
64, 12 Que peregrino houve . . . que batendo á porta
... não achaffe nella abrigo e agafalbado:
Met. Luz, Serm. 1, 17, 2 E como eftes males
em ti tem agafalhado e morada &c.
Agafalhado. Acolhimento benigno, tratamento bene-
volo e carinhofo. RESEND. Chr. 127 E o defembuçou e abra-
çou com muita honra e agafalhado. BARR. Dec. 1, 5,
80 agafalbado, que achárão em elRei de Cochí. MOR.
Palm. 2 100 Leonarda o recebeo com o agafalhado,
e graça, de que a natureza a dotára.
Hofpedaria, lugar ou apofento onde fe recolhem os
hofpedes, ou alguem he agafalhado. ARR. Dial. 8, 2 São
mal providos os hofpitacs] do ncceffario pera cura dos
enfermos e agafalhado dos peregrinos. ORIENT. Lufit. 47
Offereçote o agafalhado da minha cabana. BARRET. Eneid.<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>AGA
3, 23 Effe mefmo tornandovos jucundo, Vos dará no
feu feio agafalhado.
Lugar onde fe accolhem os animaes. BARR. Pañeg.
45 329 Em lugar de cães, que defaffocegão as alima-
rias, tirandoas de feus agafalhados. Luc. Vid. 2, 12
Tem curraes depurados pera o agafalhado e cura de to-
da a forte de alimarias.
Ant. Convite, banquete. CONST. LE BRAG: 19, 1,
ordenamos, que mandando o teftador, que fe aga-
falhe a confraria, effe agafalbado de comer e beber
não ferá no dia da morte, fenão dous dias depois do
enterramento.
{{lema|AGASALHADOR, ORA}}. adj. Que recebe a outro com a-
gafalbo e bom acolhimento, benigno, affavel. AzuŔ. Chr.
3,83 Foi hum Principe muito maviofo e agafalba-
dor. FR. TH. DE JES. Trab. 1, 19, 451 Sempre fuave,
fempre brando, fempre agafalhador. CEIT. Quadrag. 1,
272; 4 E aquélla honrada mulher de Suna, agafalhado
ra de Elifeu, pedio ao marido, que &c.
{{lema|AGASALHADOR}}. s. m. ORA. f. O que e a que agafa-
Iba e da bofpedagem. CALV. Homil. 1, 497 Caritati-
vo agafalbador de hofpedes. CEIT. Quadrag. 1, 80, 3
Quando Abrahão grande agafalbador de peregrinos, mc-
receo recolher tres Anjos &c. F. DE MENDOÇ. Serm. 2,
352, 15 Por antonomafia. fois o carirativo, e o agafa-
fbador e o hofpedeiro mór: e agora negaes huma gotta
de agoa.
No fem. BENT. PER. "Thef.
{{lema|AGASALHAR}}. v. a. Dar bofpedagem, receber outro em al-
gum apofento FR. MARC. Chr. 1, 1, 45 Se ofrereceo
a fer hofpede, c agafalhar quantos Frades féns por alli
paflaffem. MEND. PINT. Peregr. 22 Com ifto fe recolheo
pera dentro de huma cafa, e me mandon agafalhar.cm
outra de hum mercador. BRIT. Chr. 1, 28 Mais decen-
te fora a tal cargo ir receber os hofpedes; que vem
portaria... e agafalbalos na fórma que ella [regra] or-
dena.
Met. BERN. Lim. Ecl. 15 Defejo, no teu peito a
gafalhavas, Tão torpe, tão infame, táo alheio
puro amor, a que obrigado eftavas. ARR. Dial. 2, 4
E que fe algum tempo acontecer tornarem pera a ter-
ra as virtudes e bons coftumes, em os agafalhar fejão
[os lavradores] tambem os derradeiros: Cout. Dec.
4, 10, 3 Quiz agafalhar os mimos da fortuna..
Adv. Efplendidamente. MEND. PINT. Peregr. 4. Fa-
miliarmente. BARR. Viciof. Verg. 26 y. Honradamente.
Cour. Dec. 7, 46. Nobremente. Azur. Chr. 3, 5.
Com pron. peff. Hofpedarfe, pouzar. Reg com alg.
ou em alg. lugar. CAM. Luf. 2, 61 E outro Rei mais
amigo n'outra parte, Onde podes feguro agafalharte.
FR. MARC. Chr. 2, 2, 48 Vemos no mundo os creados
dos Senhores comerem o pão não feu, agafalbarfe nas
cafas, que não são fuas. Luc. Vid. 37 Agafalhava.
fe elle com Gafpar Coelho, Vigario da mefma Igreja
de S. Thomé.
Recolberfe a defcançar. BERN. Lim. Ecl. 17 Primei-
Vamos co noflo ga-
ro que de todo o Sol trafmonte,
do agafalbarnos. MEND. PINT. Peregt. 23 Alli mos ağa-
falbamos aquella noite mertidos na agoa até o pefcoço.
Luc. Vid. 1, 12 Agafalhavafe na praça da não entre
os marinheiros.
Accommodarfe, morar, ter vivenda. CORT. R. Cerc.
3, 34 Deprefla manda a todos quantos Pedreiros, Car-
pinteiros fe agafalhão Fóra da Fortaleza &c. TELL. Chr.
2, 53 25. n. 5 Cafas accommodadas'; em que fe aga
falbaffem as ditas beatas.
Agafalharfe do frio. Repararfe delle. FR. T. DE
JES. Trab. 1, 6, 125 Não fe recolhia da calma,
nem fe agafalbava mais do frio.
Agafalhar. Fazer bofpedagem a alguem dandolhe me-
za ou de comer. FERR. Ciof. 2, 1 Que mais nos agafa-
lhava com feu rofto, que com iguarias e minios. Luc.
Vid. 9, 17 Algum refrefco, com que agafalbaffe ao Em-
baxador delRei de Bungo. TELL. Chr. 2, 5, 58. n. 7
Nem por iffo com tantos hofpedes faltava com que os
agafalbar.
Aggregar, admittir em bum corpo ou fociedade. Leño,
Chr. de D. Din. 132 Na nova Ordem de Chrifto aga-
falbou alguns Cavalleitos Templarios.
Receber em fi, conter, incluir. Do Lugar. BARR. Dec.
2, 8, 2 Tem huma angra abrigada delle vento] onde
fe póde agafalbar huma grande fróta de nãos. CORT. R.
Naufr. 8, 81 D'alguns fardos d'arroz, de arcos rodea
Quanto efpaço de terra os agafalbe. TELL. Chr. 2, 5,
25. n. 3 Nem por pequeña [a Igreja] deixa de agafá
thar mui grandes auditorios em feu corpo.
Arrecadar, guardar, recolher. Can. Lul, 8; 94 Yem
a fazenda a terra, aonde logo A ag falbou o infame
Carual.. ART. DE FURT. 9 Todos fe difpendem coin do.
nativos e offertas, que dizem com as peffoas, e elles
vão agafalhando tudo.
Met. Furtar, tomar para fi indevidamente. Ant. De
FURT. 6 Duas razões ha... com que fe prova do muito;
que agafalbão dos cabeda es, que paffão por fuas mics.
Agafalhar. Acariciar, acolber benignamente dar
moftras de benevolencia, tratar com agrado. FeRK. DE
VASC. Aulegr. 1, 4 E ella, que o agafalhava com os
olhos &c. Luc. Vid. 1, 9 Chegandoos pera fi, os aga-
falhou com aquellas fuaviffimas palavras. Sous. Vid. 1,
1 Em quanto o pobre fe não delpedio, não defviou os
olhos delle, nem deixou de o eftat agafalhando com a-
quellas innocentes moftras.
Mer. Dos animacз e coufas inanimadas a refpeito
das peloas, ou das peffoas a refpeito das coufas. Luc.
Vid. 10, 6 Ainda o proprio Emperador [Vefpafiano] que
... agafalbon a lifonjeria dos que o reconhecião c no-
meavão por effe [Meflias] SANT. Ethiop. I, 1, 16 Fran
cifco Palha tinha hum grande bode em fua cafa... o qual
tinha huma grande tera, cheia de leite, em que lhe ma-
mavão os cabritos, e elle os confentia e agafalhava,
como fe fora fua propria mái. TELL. Chr. 2, 6, 21. n.
2 Com os quaes [eftrangeiros ] efta terra [Cabo verde]
efpecialmente fe vem em tempo de agoas, moftra mui
pouca benignidade em os agafalbar dar accommo-
Agafalhar. Eftabelecer, procurar:
dação, fubfiftencia, estado ou modo de vida. SA' DE MIR.
Vilhalp. 2, 6 Mas agora a filha me convem d'agafa
lhar o melhor que poder. Gozs, Chr. de D. Man. 1;
10: Amou muiro feus creados, e os agafalbou todos.
LEÃO, Chr. de D. Aff. III. 8z y E por agafalhar aquella
Condella... tratou de os cafar ambos
{{lema|AGASALHO}}. s. m. Acção de agafalbar, hofpedagem. ViELR. Setm. 7, 12, 13. n. 437 Em Bethlem grangeou a
pobreza, o frio, o defemparo, hofpede dos brutos e
fem ngafalbo entre os homens. M. FERNAND. Alm. 3,
2; 3. n. 23. p. 272 Efcufoufe a boa velha com a fua po-
breza, e com a eftreiteza da cafa, e com outras re-
zócs, que aos que pedião agafalho, parecerão forçofas.
M. BERN. Luz e Cal. 2, 2, 318 Regalou o fidalgo ao
Santo com caritativo agafalbo.
Acolhimento benigno e civil, acção de tratar com
agrado e benevolencia. MEND. PIN, Peregr. 48 E com ifto
de nove, que vinhão na almadia, os tres lómente fubi-
rão ao junco, e Antonio de Faria lhes fez muito agafa-
lbo. FREIR. Vid. 1, 12 O qual o recebeo com todas as
honras e agafalhos, que a autoridade foffre. VIEIR. Serm.
7, 8, 8. n: 277 Recebeoo Efaú [a Jacob ] não fó nos
braços como irmão, mas com tal agafalbo de olhos, e
com tal alegria e agrado &c.
Mer. D. F. MAN. Apol. 140 Quando a patria déffe
bom agafalbo aos filhos. M. BERE. Luz e Cal. 1, 4, 8z
Alguns ha, que fenão turbão com as reprehensões, nem
com afpecto rifonho moftrão bom agafalbo aos louvores,
e todavia são foberbiffithos.
{{lema|AGASTADAMENTE}}. {{catgram|adv. mod.}} pouc. uf. Com agaftamen-
to. BERNARD. RIB. Menin. 2, 14 I nefte meio tempo
olhou pera Avalor, e o vio tambem trifte, nem já mais
que dantes; mas mais agaftadamente.
{{lema|AGASTADIÇO, A}}. adj. Que facilmente fe agafta. GIL
Vic. Obr. 4, 239 y. Como fois agaftadiça. SA' DE MIR.
Vilhalp. 35 Se te inquirirem muito, fazete agaftadiço.
{{lema|AGASTADINHO, A}}. adj. dim. de Agaftado. PREST. AUT.
123 Ora; fenhor; vafe a ella; Afague, que a coi-
tadinha, Efta tão agafadinha, Que por certo qu'bei
dó della.
{{lema|AGASTADO, A}}. p. p. de Agaftar. Ufafe como adj. Irado,
encolerizado. Sous: COUTINH. Cerc. 2, 14, 64 Elle
refpondeo agaftado: GOES, Cht. de D. Man. 2, 18 To-
dos muito agaftados pela pouca verdade, que lhes os
Mouros traravão, Cour. Dec. 5, 3, 5 Do que o Baxá fi-
cou muito agaftado.
Met. SANT. Ethiop. 2, 3, 3 Os Caffes: . . diffc-
ráolhe porque erão elles patvos, que fe metrião no mar,
que era doudo, e fempre andava agaftado, e que an-
daffem pola terra.
Agaftado. Agaftadico colérico; que facilmente fe
agafta: Mos. Palm. 2, 105 Ifo tem os corações agafta-
dos, defabafatem com palavras afperas, quando são diras<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>144
AGA
a quem lhas merece. FR. MARC. Vid. 3, 7 Tambem ha-
venios de fugir muito aos agaftados e captivos da ira,
e que por nada coftumão indinarfe e pelêjar. SEVER.
Prompt. 27, 8, 87 O qual [Efpirito Santo ] mora e def-
cança nos humildes e quietos de coração, e foge dos
agaftados.
Affigido, apczarado. BARR. Dec. 3, 10, 3 O qual
vendo elRei de Bintão mui agaftado daquella grande per-
da, que houve em Linga &c. Mos. Palm. 2, 56 Sel-
vião ficou tão agaftado de o ver afli ir, que nenhuma
coula o fazia alegre. MEND. PINT. Peregr. 11 Dizerre,
Senhor Capitão, quão ageftada e trifte eftá a Rainha
pela morte de teu filho... ferá coufa impoflivel.
{{lema|AGASTAMENTO}}. s. m. Colera, ira, enfado. FR. MARC.
Vid. 5, 2 A ferva de Chrifto toda chea de lama, ne-
nhum agaftamento moftrou. Sous. Hift. 2, 5, 9 Nunca
fe ouvio de fua bocca palavra de agastamento. SEVER.
Prompt. 27, 10, 82 Ao principio he coufa facil apagar
a ira, fe fe reprimirem as palavras e os finacs exteriores
de agaftamento.
Anxiedade, afficção por moleftia. RESEND. Chr. 208
E por não poder mais, efteve nas Caldas a troire de
quarra feira. : com grandes agaftamentos. BERNARD,
Kib. Menin. 1, 8 Mas a fenhora Aonia, que via fua ir-
maa cada vez com máis agaftamentos; quereis, fenhora
irmaa, the diffe, que chamemos meu irmão. Sous. Vid.
1,9 Seguiofe logo febre intenfa com agaftamentos e.
defaffocegos.
Agaftamentos de coração. FERS: Brift. 3, 2. Pil.
De que vès tu tanras moças doentes de coração ? ..
Calid. Bom eltá o pai, que deixa criar á filha agafta-
mentos. GUERREIR. Rel. 3, 3, 2 Por ferem as febres como
de péfte com grandiflimos agaftamentos de coração. MA-
DEIR. Apolog. 2, 100 y E logo fentirão grandes ancias
e agaftamentos de coração.
{{lema|AGASTAR}}. v. a. Provocar a ira; mover a cólera. CAM.
Anfitr. Que le com cafo tão vário Folguei de vos a-
gaftar, Foi amor accrecentar. Sous. Hift. 1, 6, 8 Não
me agaftão as dorcs, antes cada momento lhe lanço mil
bençoes. D. F. MAN. Cart. 3, 53 E eu certo não vi cou-
fa mais para agaftar, que as coufas, que me fazem.
Com pron. peff. Encolerizarfe, enfadarfe, conceber
ira, ou moftrala por palavras ou acções. Reg. abf. ou con-
tra alg. GoEs, Chr. de D. Man. 3, 2 Dos quaes entrá-
são tantos na Taforea, que fe agafton Garcia de Soufa
Capitão della, e os lançou fóra a chuçadas. FERR. Brift.
3,
Meu pai fe fe agaflar, defagattarfeha. SEVER.
Prompt. 27, 9, 87 Quem fe agaftar contra leu irmão,,
fera culpado no juizo.
Adv. Grandemente. TELL. Hift. 3, 6; 223. Leve-
mente. BERNARD. RIB. Menin. 1, 8. Terrivelmente, GUER-
REIR. Rel. 3, I, 7.
Affligirse, anguftiarse. FERR. DE VASC. Aulegr. 1,
8 Não vos agafteis, que tanto he homem mefquinho,
quanto fe elle faz. FR. MARC. Vid. 5, 10 Agaftiofe os
Santos de viver muiro rempo aqui, por fe aprellarem
ir á vida, que he em Deos. HEIT. PINT. Dial. 1, 4, 1
Não nos agaftemos logo com a tribulação da vida.
Anciarfe, abafar por opprefsão ou aperto do cor-
po. FERR. Brift. 4, 7 Licife. O que me a mi mais con-
tenta della
he a cintura, que me vai efta fua córa
quebrando os quadris. Brift. Se te lá agaftares muito,
tudo he largar hum colxerc.
Agaftarfe o coração a alguem. GL Vic. Obr. 4,
195 Agaftafemo_coração, Que quero fahir de mim.
LEão, Chr. de D. J. I. 5 Ficando o Conde João Fernan-
dez, agafavafelbe o coração.
{{lema|AGATA}}. s. f. Certa efpecie de pedra. He de natureza quarzoza, femitransparente, de maffa finiflima, capaz de hum
bello polimento, tão dura como criftal, de fractura ef-
camofa ou vitrea, mas nunca laminofa, como he a das
pedras gemmas, vulgarmente chamadas pedras preciofas.
Os ácidos, ainda que concentrados não podem diffol-
ver efta pedra, nem o mais forte fogo a póde derreter
fem o foccorro dos fundentes, e fó lhe faz perder as
fuas côres e a fende em pedaços defiguaes. Ha Agaras
de todas as cores, e em razão dellas, e da fua maior
ou menor rranfparencia, tem recebido differentes nomes,
como fe póde vêr nos Tratados dos Naturaliftas, debai-
xo da palavra Achates ou Agates tacs são por exem-
plo o de Cornalina, Sardonia, Calcedonia, Opala, Gy-
rafol, Enhydra, Hydrophanea, &c. Algumas são pun-
Etuadas, venofas, ou malhadas; outras são herborizadas,
por caufa de conterem em fi lineamentos ferruginofos, fe-
melhantes a troncos e ramos de vegetacs, e ainda mef-
mo pedaços naturaes de mufgo; outras são figuradas,
ou reprefentão diverfas fortes de figuras; outras em fim
são compoftas de zonas ou camadas circulares córadas,
e por iflo denominadas Onix. As Agatas achãofe em to-
das as. quatro partes do noffo Globo, e são empregadas
em diverfos ulos, fazendofe dellas vafos, caixas de ta-
bacco, cabos de facas e terçados, anneis, &c. LEÃO,
Defcripe. 23 Algum tanto são mais denfos e coalhados
[os jalpes] da maneira que são as dgatas. M. Tнox.
Inful. I, 53 Balex e camafcos para emprezas, Sardo-
nicas, ágatas &c. M. BERN. Floreft. 4, 15, 195 E diz
fer o caliz] de pedřa que chamamos ágata, de cor
punicea c. azul.
{{lema|AGATANHAR}}. v. a. Ferir com as unhas. Dizfe propria-
mente dos gatos. BLUT. Vocab. Suppl.
{{lema|AGATES}}. s. f. pouc. uf. O inefmo que Agata. Azɛv. Cotrecc. 1, 3, 5. p. 324 A pedra agates.
{{lema|AGAZELA}}. s. f. antiq. O mesmo que Gazela. F. ALv. Inform. 23 Antas, agazelas, corças.
{{lema|AGEITAR}}, v. a. Por a geito, adaptar. MORAT. Luz, 3,
7 Mal faberá fazer huma náo, o que não fouber efco-
iher a madeira, ferrala, e ageitala.
Com pron. peff. e affim fe ufa mais frequentemen-
te. TELL. Chr. 1, 3, 1. n. 11 Não durou porém mui-
to efta. traça, porque nem. coftumão enganos durar mui-
to, nem clles fe ageitavão, bem com aquelles trajos. M.
BERN. Floreft. 1, 8, 362, C Mas na aula de Mahome-
tes, havendo concorrido muitos Senhores e Capitães a
vela e trarala [a efpada] nenhum fabia ageitarfe a ella.
{{lema|AGETIVAR}}. v. a. ant. e os feus derivados. Vej. Adjeetivar.
{{lema|AGENCIA}}. s. f. Diligencia, actividade ou follicito cuidado, que fe emprega na administração de algum negocio proprio ou alheio, ou na confecução de algum projecto. ALño, Antig. 78 De grande bem ferve a agencia e induftria hu-
mana, quando fe emprega no ferviço de Deos. Sous.
Hift. 2, 1, 4 Confirmafe efte difcurfo, com fabermos,
que foi grande parte pera conclusão da obra e das par-
ticularidades, que nella concorrerão, a diligencia cagen-
cia do Meftre Fr. Vicente de Lisboa. PINT. RIB. Elog!
136 Sobejão merecimentos para o cargo, aonde ha me-
nos agencia para elle.
Induftria, trafego, manejo ou modo de vida, com
que fe procura acquirir a fubfiftencia ou fuftentação. TELL.
Hift. 6, 29, 619 Era efte Padre muito bom Religiofo,
muito bem entendido.. de grande animo e de muita
agencia. SERR. Difc. 1, 48 Lançar mão do anzol da men-
tira... he vergonhofo modo de agencia, e como tal in-
digno de hum entendimento claro, ambiciofo de honra-
da fama. M. BERN. Luz e Cal. 1, 9, 207 Sem dinhei-
ro não ha mercador, aindaque tenha grande agencia e
muira induftria.
{{lema|AGENCIADO. A}}. p. p. de Agenciar. TELL. Chr. 1, 2,
6. n. 3. CARDOS. Agiol. 2, 38.
Agibi.
{{lema|AGENCIANA}}. s. f. O mefmo que Genciana. MORAT. Luz,
5 5 Os contravenenos commús são a pedra.bazar...
a lofna, agenciana, efcorcioneira..
{{lema|AGENCIAR}}. v. a. Sollicitar, diligenciar, procurar com acti-
vidade e cuidado. D. G. COUTINH. Jorn. 56 Homem bem
pratico nas lingoas do Norte, que agenciava então as
pertenções dos Hollandezes em Marrocos. AMARAL, Serm.
460, 1 Quando houvermos de entrar em algum nego-
cio pera o agenciar, bem, ha fe de principiar pela oração.
ESPER. Hift. 1, 2, 3. n. 3 Mas chegando a Lisboa
[o Breve] fem o agenciarmos, nem nos fer dada noti-
čia &c.
Abf. Traficar. ART. DE FURT. 35 E se o vendedor
não tem ardil, nem poder para agenciar e feguir efta tri-
lha, avaliãolhe o que vale trinta em quinze.
Obferv. Alguns efcrevem Agenccar, e não Agen-
ciar; e do primeiro modo diz Madureira, Orthogr. que
deve fer; » porque na conjugação não dizemos: Eu agen-
cio, tu agencias &c. mas: Eu agencèo, tu agencêas &c.
{{lema|AGENTE}}. adj. de huma term. Activo, que obra e tem
faculdade para produzir e caufar algum effeito. Do Lat.
Agens. ORIENT. Lufit. 52 A planta na deveza Tal dif-
tinto cnxergamos, Que porque fe fuftente, Se ache-
ga fempre a feu principio agente. ROLL. Noviflim. 4, 9
Şendo afli, que não fica nifto errando O agente difcur-
fo: M. BERN. Luz e Cal. 1, 3, 39 Efta efpecie pois pro-
duzida por concurfo do entendimento agente, e do fan-
tafma corporeo &c.
{{lema|AGENTE}}, s. m. O que agençêa, follicita e adminiftra ne-<noinclude></noinclude>
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: AGE gocio cu intereffe de alguem. PINT. PER. Hift. 1; 25, 104 Dizendo ainda que obrigava os mercadores, que manda- va na náo por homens de armas, a que levaffem fuas fazendas comfigo, para que não as podeffem encommen- dar, nem negocear per feus agentes. GUERREIR. Rel. 1, 2, 12 E afli paffou huma patente, que os Portuguezes e Padres foffem immediatos agentes em fuas coufas. FR. LEão, Bened. 1, 1, 4. c. 11 Os mais agentes da- quelle ne...
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<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>AGE
gocio cu intereffe de alguem. PINT. PER. Hift. 1; 25, 104
Dizendo ainda que obrigava os mercadores, que manda-
va na náo por homens de armas, a que levaffem fuas
fazendas comfigo, para que não as podeffem encommen-
dar, nem negocear per feus agentes. GUERREIR. Rel. 1,
2, 12 E afli paffou huma patente, que os Portuguezes
e Padres foffem immediatos agentes em fuas coufas. FR.
LEão, Bened. 1, 1, 4. c. 11 Os mais agentes da-
quelle negocio foffem exactores tão rigorofos, que &c.
Met. CEIT. Quadrag. I, 3, 4 Contra os meffagei-
ros [peccou David I fazendoos agentes contra Deos e fua
Lei. Fro, Tr. Quadr. 1, 25, 2 As lagrimas do proprio
Filho [Chrifto quanto melhores agentes noffos ferão?
O que efta encarregado dos negocios de bum Princi-
pe, Republica ou Communidade, principalmente em paiz
eftrangeiro. Luc. Vid. 7, 6 Não ha Rei, nem Senhor,
que não tenha na Corte do Dayri feus Embaxadores e
Agentes em perpetuo requerimento dellas. Sovs. Hift. 1,
I, 22 Foi Agente del Rei em Roma o Bifpo de Lisboa
D. Sueiro, mandado por elle a follicirar a caufa. VIEIR.
Cart. 3, 7 Ao Porto chegou quinta feira navio do Nor-
te, com cartas de Duarte Nunes da Cofta, Agente del-
Rei em Hamburgo.
Forenf. Procurador de caufas, o que follicita em jui-
zo a demanda de alguem. BRIT. Mon. 2, 6. c. 22 Atre-
viãofe a pôr aução contra feu Metropolitano fendo o
feu principal agente Selva, Bilpo da Idanha. CEIT. Serm.
1, 172, Pos os olhos o pertendenre no privado, c
querendo fe fazer feu procurador e agente, quiz accelerar
a demanda. Sous. Vid. 3, 11 Mandou o Arcebifpo efcre-
ver a Luis Guerra feu agente em Lisboa, que não acu-
diffe mais á demanda.
Agente Fifcal. A peoa deftinada para ajudar o
Fifcal nos negocios do feu officio. CARV. Chorogr. 2, 2,
7. c. 15 O Confervador Geral da Religião e do Priora-
do do Crato tem Promotor e Agente Fifcal.
Philof. Caufa efficiente. MEND. DE VASC. Sit. 2, 113
Não he poffivel, que nenhum agente obre effeitos con-
trários à fua natureza. TELL. Chr. 1, 2, 31. n. 6 Na
geração de hum animal, além das caufas geres, como
são os céos, fe requere agente immediato da mefma ef-
pecie. SOAR. DE BRIT. Apolog. 1, 24 Ufurpandofe o que
já era produzido por outro agente.
Mer. CAM. Filod. 149 Os meus amores hão de fer
pela activa, e que ella ha de fer a paciente, e cu agen-
te.
{{lema|AGEOLHAR}}. v. a. ant. e feus derivados. Vej. Ajoclhar.
{{lema|AGERMANADO, A}}. p. p. de Agermanar. FERR. DE VASC.
Ulyflip. 3, 1. Sous. Hift. 1, 6, 19. PER. D'AFONS. Po-
der. 5, 109.
{{lema|AGERMANAR}}. v. a. ant. e pouc. uf. Igualar, irmanar,
conformar e proporcionar huma confa com outra. Do Lat.
Germanus. PER. D'AFONS. Poder. 6, 146 Como não ha
coufa mais propria ao amor, que a perfeverança c per-
petuidade nelle, e efta não póde agermanarfe e unirfe
com o fingimento, não he poflivel que aonde ha efte,
haja amor.
{{lema|AGESTADO, A}}. adj. Que tem bom ou máo gefto ou rofto
bem ou mal encarado. Applicafe ás peffoas, e fempre fe
lhe ajuntão os adverbios Bem ou Mal. HisT. TRAG. MA-
RIT. 2, 258 Erão [os negros] todos fulos, bem agefta-
dos e difpoftos. VILL. BOAS, Nobiliarch. 6 Afli vemos
pelas hiftorias muitos homens famofos mal ageftados. S.
ANN. Chr. 1, 22, 129 Eftando já fóra de perigo, vie-
ráo tes comnofco huns negros da terra, mui bem dif-
Foftos, e os mais bem ageftados, que tenho vifto.
{{lema|AGGLUTINAÇÃO}}. s. f. Acção e effeito de agglutinar. A.
FERR. Tr. Nov. 2, 401 Se a ferida contufa tiver aptitu-
de de agglutinação, e parecer ao. Cirurgião, que cofen-
doa, unira, deve fazelo, curandoa, como fimples.
{{lema|AGGLUTINADO, A}}. p. p. de Agglutinar. M. FERNAND.
Alm. 3, 3, 118. p. 576.
{{lema|AGGLUTINANTE}}. p. a. de Agglutinar. Cirurg. O mefmo
que Agglutinativo. MORAT. Luz, 3, 6 O pöro lhe fer-
ve ao aço de agglutinante e ligadura. A. FERR. Luz, 9,
236 Tambem he muito conveniente tomar bochechas de
cozimento, que tenha virtude agglutinante.
{{lema|AGGLUTINAR}}. v. a. Pegar, umir muito, principalmente
os labios de huma ferida. Do Lat. Agglutinare. MORAT.
Luz, 2, 6 O que fe faz com coftura ou atadura, ou
agglutinando com emplafto. A. FERR. Luz, 3, 119 Di-
verfos remedios, que tem virtude de agglutinar.
{{lema|AGGLUTINATIVO, A}}. adj. Cirurg. Que ajunta os la-
bios de huma ferida, e os conferva unidos. A. FERR. Pra-
tic. 18 As [ataduras] que andão em ufo, são tres: En-
carnativa, ou agglutinativa, retentiva, e expulfiva.
{{lema|AGGRAVAÇÃO}}. s. f. Acção e effeito de aggravar. CONST.
DE BRAG, 25, 1o, 1 E não querendo, não vão por diah-
te com Officios Divinos, e nolo fação a faber, ou 20
noffo Provifor, para procedermos contra elles com ag-
gravação de cenfuras. M. BERN. Luz e Cal. 1, 9, 215
A debilidade e quebramento, que fentimos para as obras
de Deos, procede de aggravação de apperites. A. FEER.
Luz, 8, 211 De dous generos de fraqueza fazem os
Doutores menção, huma por effencia, outra por aggra
vação.
{{lema|AGGRAVADAMENTE}}. adv. mod. Com aggravo. BENT.
PER, Thef.
{{lema|AGGRAVADISSIMO, A}}. fupetl. de Aggravado. BRIT.
Mon. t, 4. c. 12.
{{lema|AGGRAVADO, A}}. p. p. de Aggravar. BARR. Dec. 1, 2,
11. CAM. Luf. 8, 22. ARR. Dial 5, 14.
Ufafe como adj. Que fente ou padece moleftia on
incommodo de algum mal. Reg. com ou de. PAIX. DE JES.
CHRIST. 310 Eftavão os feus olhos aggravados com
o fomno. MENDOÇ. Jorn. 1,5 Molei Moluco fe fentia mui
aggravado de fua enfermidade. Bair. Chr. 1, 12 Como
aggravado da dör adormeceffe fobre os degrãos do
altar &c.
Dizfe particularmente dos olhos inflammados. BARR.
Clarim. 2, 43 E enrtando na camara, vioa eftar antre
os lançoes com os olhos tão aggravados, que &c. CORT.
R. Naufr. 16, 195 y O fembrante lhe vê quafi defun-
Cobertos de
Os olhos aggravados e tranfidos,
tristeza. HEIT. PINT. Dial. 2, 2, 10 Os que tem os olhos
aggravados, melhor vêm nos lugares opacos e obfcuros,
que aos raios do refplandecente Sol.
to,
Confciencia aggravada com peccado. A que reco-
nhece bavelo commet tido. PALAC. Summ. 65 y Que fente
aggravada fua confciencia com peccado mortal &c.
Ser aggravada a mão de Deos fobre alguem. Ser
caftigado por Deos gravemente. FR. MARC. Chr. 2, 4, 6
Foi aggravada a mão de Deos fobre o menino, e naceo
cégo.
Aggravado, Forenf. A que fe fez aggravo ou injuf
tiça por defpacho ou fentença do Juiz. ORDEN. DE D.
MAN. 3, 22 A parte, que fe fentir aggravada, poderá
tirar eftromento d'aggravo. ESTAÇ: Antig. 53, 2 Houve
el Rei o Cabido por aggravado. ORDEN. DE D. PEDR. 1,
18, 66 E as peffoas, que fe fentirem aggravadas do Al-
motacé mór, fe poderão aggravar por petição a nós.
{{lema|AGGRAVAMENTO}}. s. m. antiq. Acção e effeito de aggra-
var. VIT. CHRIST. 1, 58, 175 Afli como aquelles,
que tem os dentes botos, quando começão de comer,
fentem aggravamento &c. D. CATH. INF. Regt. 2, 3 Sa-
cudindo as importunidades e efficacia das tentações tem-
poraes, e os aggravamentos dos vicios, de que he ma-
tador o efpiritual apartamento. PIN. Chr. de D. Aff. IV.
55 Dizendo que por quanto fentira muito os aggrava-
mentos, que nefte tempo recebêřão feus póvos nos foc-
corros e ajudas de dinheiro, que lhe fizerão &c.
{{lema|AGGRAVANTE}}. p. a. de Aggravar. Que aggravou ou of-
fendco. M. FERNAND. Alm. 3, 3 2. n. 435. P. 975 E no
mefmo dia fez foltar ao prezo aggravante.
Que faz a coufa mais notavel fem a tirar da fua ef-
pecie ou claffe. ESPER. Hift. I, 4, 36. n. 5 Exaggerando
defeitos e afeando acções, que por ventura crão menos
aggravantes. SERR. Difc. 1, 24 Porque o não condenaf-
te por caufas tão aggravantes e tão dignas de hum ex-
emplar caftigo.
Theol. e Jurifpr. Que faz o peccado ou culpa mais
grave por fuas circunftancias. D. G. COUTINH. Jor. 106
Nem tambem he circunftancia aggravante de mais con--
demnação entrarem os aggreffores em cafa de hum ho-
mem cafado &c. Feo, Tr. 2, 11, 2 Sendo neftes con-
dição aggravante, a preffa para o peccado. M. FERNANT.
Alm. 3, 3, 136. p. 588 E pera efta inteireza da Con-
fifsão pertence tambem dizer as efpecies e numero des
peccados, fegundo o que lhe he pollivel, e as circun-
ftancias, que mudão efpecie, e rambem em algum cafo
as aggravantes.
Forenf. Que interpõe aggravo em juizo, que requer
do Juiz fuperior reparação da justiça léfa em inftancia
inferior. ORDEN. DE D. MAN. I, 60 E fe alguma das par-
tes appellantes ou aggravantes nom quizerem trazer pro-
cutação de fuas mulheres, o Juiz &c. CAMINH. Form..
dos lib. 35 E achando que aggravante não he aggra-.
vado &c.<noinclude></noinclude>
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AGG
{{lema|AGGRAVANTE}}. s. m. O offenfor, o que aggrava. Nic
PIM. Cart. 64 E eftes aggravos fatisfaz o Camori nef-
ta fefta, ou com dinheiro, que dá aos aggravados, ou
com caftigat os aggravantes. "Lix. Fug. 10, 10, 290.
col. I Muito deve foffrer o aggravado, pot não chegar
a macular as mãos no fangue do aggravante. L. ALV.
Setm. 3, 20, 2. n. 3 E a condição e como propriedade
do Espirito Santo he perdoar aggravos, e convidat com
o perdão e com a paz aos aggravantes.
Forenf. Parte, que inte pe ggravo cm juizo, e
fe queixa ao Juiz fuperior da injuftiça feita por outro n.
ferior. ORDEN. DE D. MAN. 1, 4 Achando que o dito
aggravante ajuntou alguma petição ao dito inftrumento
&c. Anx. Dial. 5, 2 O mefmo Rei João Terceiro, Sc-
nhor noffo, era muito facil e foffrido em ouvir os ag-
gravantes c partes, qne the qucrião failar. CUNH. Catal.
2, 19 Não havia para que foffem ouvidos os aggravan-
tes.
{{lema|AGGRAVAR}}. v. a. Offender, fazer aggravo por obra ou
de palavra. Do Lat. "Aggravare. CAM. Eleg. 10, 5 Sc
vos aggrava quem por vós padece. BRIT. Chr. Prol. Não
he outra [a tenção, que me guia] fenão fervir a to-
dos em commum, e não aggravar a ninguem em parti-
culat. Sous. Vid. 2, 14 Afli convem que façamos, que
não aggravemos a Deos, nem tenhamos de que dar conta.
Mer. A refpeito das confas. FERR. Ciof. 3, 2 Eu
aventuro honra ou perda de alguma coufa Perda he to-
davia aggravar huma vontade tanto minha. TELL., Chr.
1, 3, 12. n. 5 Por não aggravar a fanta pobreza, com
quem ja eftava agafalhado naquelle feu hoipital.
Com pron. peff. Darfe por offendido ou aggravado.
Reg. abf. de alg, ou de alg. c. BARR. Dec. 4, 10, 22
Mui facil em recolher em fna amizade aquelics, que el-
le fabia que fe aggravavão e murmuravão dellc. BERN.
Lim. Cart. 27 Ella do peito feu vos deo a chave,
Vós lha defte tambem do peito voffo, E afli não tem
Amor de que fe aggrave. Sorтox. Ribeir. 5, 154
O que foi caufa de fe aggravarem as outras duas [Deo-
fas
Aggtavat. Gravar, opprimir com pezo ou carga. ONT.
Colloq. 20, 91 y Diz Avicena que o nutrimento def-
te figo he pouco, e que accrecenta colora... e que ag-
grava o cftamego ARR. Dial. 1, 8 Cria [o fomno def-
ordenado] defhoneftidade, aggrava o corpo &c. ORIENT.
Lufit, 16 Agora que do ferro não me aggrava, Dura
prizão &c.
Met. Vexar, moleftar. Das coufas incommodas. CAM.
Luf. 3, 34 Contra o tão raro c ingente Lufitano, A
quem nenhum trabalho aggrava ou peza. ORIENT. Lufit.
76 Nunca mais, Vi de mim longe a dôr, que af-
fi me aggrava, BARRET. Encid.. 6, 24 Nenhum, ó Vir-
gem, novo e defufado, Trabalho já me afflige, ag.
grava ou doc.
Fazer alguma coufa mais grave ou molefta do que
era, como a docuça, a dor, o mal, . Fr. Marc. Cht.
1, 2, 23 E começou logo a enfermar o dito mui gra-
vemente, e lançado em cama aggravandofelbe cada vez
mais a enfermidade &c. ARR. Dial. 2, 7 Não te car-
regues de queixas, não aggraves teus males. Sovs. Vid.
3, 11 Potque affi como aos que padecem enfermidade
de dotes, qualquer rumor, que fe faça na cafa, ainda-
que longe delles, lhes aggrava a dôr &c.
Afanbar com inflammação a chaga, os olhos, &c.
D. HILAR. Voz, 9, 49 O fumo aggrava os olhos, em
que dá, e lhes torva a vifta. CIT. Serm. I, 268,
4 Primeiramente Origenes pondera a rezão, porque Job
alimpando a carne e chagas não ufava antes de hum tra-
po... que de telha, que lhe havia de aggravar mais
a lepra e accender o fangue. PAEZ, Serm. I, I, 569
E com huma telha alimpava [Job] as chagas para as fa
zer maiores e para as aggravar mais.
Fazer alguma confa mais notavel ou exuberante pe-
las fuas circunftancias, como o peccado, a culpa, o efcan-
dalo, &c. CEIT. Serm. I, 312, 4 Ao homem e á mu-
Iher fallou Deos na culpa; porque lhe moftrava o reme-
dio; e aindaque elles a aggravárão mais com a cfcufa,
com tudo &c. FEO, Tr. 1, 54, 2 Quatro coufas tem
efte efcandalo, que o aggravão fobre mancira. F. DE
MENDOÇ. Serm. 2, 382, 2 Huma das circunftancias, que
mais aggrava hum peccado, he fazerfc com fingimen-
to.
Deteriorar, tornar alguma coufa peor do que cfta-
va. ORIENT. Luft. 37 Porque hum cuidado que eu bem
mal cuidava, Nefte eftado me pôs, no qual conhe
Que a mudança do tempo tudo aggrava. Sous.
fin. 1, 4, 14 Apattoufe o Principe dos olhos de feu
Pai, e a aufencia aggravcu os de fabrimentos. TELL. Chr.
2, 5; 34. n. 8 A juftiça moderada emenda, e a de-
mafiada aggrava.
Aggravar as Cenfutas. Direit. Ecclef. Reiterar o que
nellas fe ordena para afim compellir a que fe lhe fugeite
a peffoa, contra quem fe fulminão. Sous. Vid. 3, 10 E por-
que tardava em tornar o preço à Igreja, aggravou as
Cenfuras e pós Interdicto. CUNH. Catal. 2, 1 Mandou
aggravar as Confiras. S. MAR. Chr. 2, 11, 6. n. 8 E
vendo o mefmo Summo Pontifice que el Rei, e feus Mi-
niftros petfeveravão em fua contumacia, aggravou as Cen-
furas.
Aggravar. Fazer valer ou avultar alguma confa, co
mo hum fucceffo, hum delicto, &c. ponderando ou exagge-
rando a fua importancia, enormidade, &c. FERN. Lor. Cht,
de D. J. I. 1, 32 Aggravando em elle algumas leyes
coufas com grande carga de reprensão. BARR. Dec. I,
3, 10 Aggravando tanto efte cafo, que &c. FERNAND.
GALV. Serm. 3, 413, 4 Conhecia Moifés efta condi-
ção de Deos, e por iffo tratava de aggravar o peccado
do poro; porque com ifto ficava muito mais feguro o
perdão.
Forenf. Aggravar alguem em alguma coufa. Fal.
tarlbe nella d juftiça por defpacho ou fentença. Do Juiz.
ORDEN. DE D. MAN I, 46 E fe entender que o em al-
guma coula aggrava, tome eftromento d'aggravo pera
o Juiz de noffos feitos PINT. RIs. Rel. 2, 4 Pois aquel-
les não fó não erão actos em que o Juiz o aggravalle,
mas &c.
Aggravar. neutr. Forenf. Recorrer a Juiz on Tri-
bunal fuperior, para que annulle a fentença ou reforme o
defpacho, que fe fuppse injuftamente dado pelo inferior.
REGR, DA ORD. DE SANTIAG. 31 Coufa fea he haverem
d'appellar e aggravar as paffoas da Ordem. PiNT. RIB.
Rel. 2, 3 Quem neftes cafos quer ufar de aggravo, ha-
fe de governar pelas leis delle [Dircito ] que são ag-
gravar em dez dias, c feguit em trinta. ORDEN. DE D.
PEDR., 24, 6 Salvo fe a patte contraria daquella, que
aggravou, för ptelente.
Com pron. peff. Reg. de alg. ou de alg. c. GALv.
Chr. 53 E como de toda a tetta lhe mandavão cada vez
deffo mais aggravar &c. ORDEN. DE D. MAN. I, 4 Quan-
do alguma parte fe aggravar por informação d'algum Of-
ficial da juftiça da dita cafa &c. ORDEN. DE D. PEDR.
1, 2, 17 E quando alguma parte fe aggravar de fua de-
terminação, nós proveremos quem diflo haja de conhe.
{{lema|AGGRAVATIVO, A}}. adj. pouc. uf. Que aggrava. A.
FERR. Luz, 13, 293 Humas vezes [as dôtes nas cha-
gas são pungitivas, e outras aggravativas.
{{lema|AGGRAVO}}. s. m. Offenfa, injuria, da qual por obra ou
de palavra fe fegue deshonra ou defcredito. CAM. Luf. 6,
49 E fe aggravadas Damas fois fervidas, Pot vós lhe
mandarei Embaixadores, Que por cartas difcreras e
polidas, De voflo aggravo os fação fabedores. ARR.
Dial. 2, 8. Nós parece que lhe fazemos aggravo, fe lhe
não declaramos as palavras em mais são e alto fentido.
PINT. RIB. Luftr. 2, 126 He aggravo de todos a má ref-
pondencia, com que fe ttata hum benemerito do ferviço
do Rei e da Republica.
Epith. Antigos. BRIT. Chr. 3, 4. Commum. EREIR.
Vid. 1, 55. Exorbitante. VIEIR. Voz, 1, 6, 185. Gra-
ve. CEIT. Serm. 1, 257, 2. Jufto. D. HILAR. Voz, 9,45
. Injuftiffimo. FR. T. DE JES. Trab. 2, 29, 27. Intelcra-
vel. ESPER. Hift. I, 1, 42. n. 2. Leve. PINT. PER. Hift.
I, 26, 117. Manifefto. Gouv. Rel. 3, 15. Notavel.
Liss. Jard. 26, 11. Notorio. CuNn. Catal. 2, 16. Público.
VIEIR. Scrm. 3, 9, 5. n. 403. Temicrofo. BARRET. Flos
Sanct. 2, 11, 1. Verdadeiro. D. HILAR. Voz, 9, 45 :
Verb. Atalhar... Luc. Vid. 2, 2. Commetter...
contra alg. VIEIR. Serm. 7, 3, 3. n. 97. Continuar nos
...com alg. FR. F. BRAND. Mon. 5, 16, 54. Demandar...
a alg. JERR. Difc. 1, 107. Desfazer ... MOR. Palm. 1,
13. Fazer...a alg, abf. on a alg. em alg. c. BERN. Lim.
Ecl. 12. Sous. Hift. 1, 1, 9. Fulminar... a alg. ante
outro. PINT. PER. Hift. 2, 33, 93 Y. Levantar... CUNH.
Catal. 2, 16 Levantou [elRei D. Dinis] as aggravos;
que tinha feito à Igreja. Multiplicar... VIEIR. Serm.
73, 1. n. 86. Perdoar... Luz, Serm. 1, 33, 1. Reme-
diar BRIT. Chr. 1, 27. Receber... de alg. GoEs, Cht.
de D. Man. 1, 43. Soffrer... abf. ou de alg. GRAN, Comp.
2, 19. CUNH. Catal. 2, 12. Satisfazer o... MEN. Portug.<noinclude></noinclude>
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: AGG tug. 4, 220. Sentirfe do... SERR. Difc. 2; 485. Ter ::: de alg. CALV. Homil. 2, 72. Tragar... FEO, Tr. Qua- dr. 1, 22, 1. Vingar... CORT. R. Naufr. 2, 22. Adag. Hum aggravo confentido, outro vindo. De- 11c. Adag. 88. Aggravo. Forenf. Requerimento ou fupplica em juizo fuperior contra a injuftiya, que fe prefume feita em outro inferior. ORDEN. DE D. MAN. I, 6 E da fentença defini- tiva, que elle por fi der, a parte, que fe aggravad...
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tug. 4, 220. Sentirfe do... SERR. Difc. 2; 485. Ter :::
de alg. CALV. Homil. 2, 72. Tragar... FEO, Tr. Qua-
dr. 1, 22, 1. Vingar... CORT. R. Naufr. 2, 22.
Adag. Hum aggravo confentido, outro vindo. De-
11c. Adag. 88.
Aggravo. Forenf. Requerimento ou fupplica em juizo
fuperior contra a injuftiya, que fe prefume feita em outro
inferior. ORDEN. DE D. MAN. I, 6 E da fentença defini-
tiva, que elle por fi der, a parte, que fe aggravada
fentir, poderá aggravar, e fejalhe recebido o aggravo,
fe não couber em fua alçada. F. DE MENDOÇ. Serm. 1,
16, 47 Nem alli haverá lugar de appellações, nem ag-
gravos. FR. LEño, Bened. 2, 1, 4. c. 9 E fe comprille
á parte appellar da fentença, que ella déffe.... pudeffe
ir por aggravo a clRei
Sem appellação, nem aggravo. Vej. Appellação.
{{lema|AGGREGAÇÃO}}. s. f. pouc. uf. Acção e effeito de aggregar. BRAND, Mon. 3, 10, 16 A união e aggregação de
Reinos, engrandece o Rei e faz maior a Monarchia.
{{lema|AGGREGADO, A}}. p. p. de Aggregar. FEO, Tr. 1, 285,
4. M. THом. Un. 7, 108 BARRET. Eneid. 2, 188.
{{lema|AGGREGADO}}. s. m. Ajuntamento e união de muitas ou
varias coufas. CEIT. Quadrag. 2, 294, 1. São muitas e
mui varias as rezões mas juntas todas fazem hum ag-
gregado de muita confideração. BRAND. Mon. 3, 10, 22
Nette monte, o qual por caufa dos dous valles e de ou-
tras quebradas parece aggregado de montes &c. VIEIR.
Serm. 6. 1, 7. n. 28 Porque ao aggregado de rodas as
agoas chamou Deos maria.
Met. CALV. Homil. 1, 337 Que feja máo, adul-
tero, murmutador, perjuro, e receptaculo e aggregalo
de todos os vicios, como fe pode foffrer? CEIT. Serm:
2, 227, 10 aggregado de tudo ifto he o ornato da al-
ma. FEO, Tr. 1, 38, 1 Se te perfuades que ha bem-
aventurança, aquelle he hum aggregado de todos os
bens &c.
{{lema|AGGREGAR}}. v. a. Accrefcentar unindo ou ajuntando bi-
mas peffoas ou coufas a outras. Do Lat. Aggregare. Sous.
Hift. 2, 3, 4 E menos tinha poder pera lhes aggregar
novos Conventos. FREIR. Vid. 3, 14 Aggregoulbe quinben-
tos Portuguezes. VIEIR. Serm. 8, 173 Trouxe à obe-
diencia de Chrifto, e aggregon á Igreja... tanta diver-
fidade de gentios e almas fem número &c.
Com pron. peff. TELL. Hift. 2, 17, 139 E os cin-
coenta Portuguezes fe aggregárão aos mais que no exer-
cito eftavão. D. F. MAN. Cart. 2, 17 A gente, que fe
vos quer aggregar &c. FREIA. Vid. 1, 30 E Dom Alvaro
fe tornou a aggregar á armada.
Aggregatle huma coufa a outra. Accrefcerlbe. CAR-
Dos. Agiol. 2, 369 A ifto fe aggregava dormir pouco.
{{lema|AGGREGATIVO, A}}. adj. Pirulas aggregativas. Pirulas
purgantes cephalicas, que fe fupõe ajuntar os humores pa-
ra os purgar. A. FERR. Luz, 3, 87 Purgandofe com can-
na fiftula; e... pirolas aureas, lucidas, ou aggregativas.
{{lema|AGGREGATO}}. s. m. pouc. uf. O mefmo que Aggregado.
CEIT. Quadrag. 1, 298, 3 Podemos ifto chamar hum ag-
gregato e epilogo dos poderes de Deos.
{{lema|AGGRESSÃO}}. s. f. pouc. uf. Acommettimento. Do Lat. Aggreffio. L. ALv. Serm. 3, 5, 1. n. 1 Tudo por ag-
grefsão e impulfos diabolicos.
{{lema|AGGRESSIVO. A}}. adj. Qxe acommette ou de acommetimento. ART. DE FURT. 21 Guerra civil entre partes da mefma Républica nunca he licita da parte aggreffiva. M.
BERN. Floreft. 1, 8, 339, CE fe for guerra] ag-
greffiva, não bafta que feja jufta, fendo puramente hu-
mana.
{{lema|AGGRESSOR, ORA}}. adj. Que acommette. D. F. MAN.
Cart. de Guia, 191 Ifto fe faz melhor tratandofe com
o proprio marido da parenta [fe o tem] ou já offendi-
da ou aggreffora. VIEIR. Serm. 4, 14, 2. n. 489 Em
fim as armas aggrefforas fem oppofição offenfiva cam-
peárão.
{{lema|AGGRESSOR}}. s. m. O que afalta ou aconimente primeiro,
principalmente para ferir ou matar; e até mefmo para exe-
cutar qualquer outro delito. Lat. Agrefor. BARR. Dec. 4,
7, 6 Nefte cerco não fómente Genetechan perdeo gen-
te, mas os aggreffores muito mais. CEIT. Serm. 2, 196,
4 Deixoume na mão a capa, de que eu eftava pegada;
e fe tu eftavas pegada na capa, como dizes tu que el-
la era o aggreffor, que pegava de ti? Sovs. Hift. 1,3,
9 Porque os aggrefores procuravão ter hum amigo em
cafa do valido.
Aggreffor de alguma coufa. O que culpavelmente a
gommette & executa por qualquer modo. GAVI, Cerc. 13,
Mas Vafco Fernandez Homem, e Gomes Freire
. apaziguárão a briga, fem fe caftigarem os aggref-
fores della. LEIT. D'ANDRAD. Mifc. 19, 602 Marco Bruto
principal aggrelor da morte de Cefar.
{{lema|AGIÃO}}. s. m. ant. Vej. Aguião.
{{lema|AGIGANTADO. A}}. p. p. de Agigantar. Ufafe como adj. De figura de gigante, que excede e vence muito a estatu
ra ordinaria dos homens. Applicafe ás peflons, e aos feus
córpos. Cour. Dec. 5, 4, 11 Hum homeni chamado
João Rodriguez, homem quafi agigantado &c. BRIT.
Mon. 2, 6. c. 1. Gentes de córpos robuftos e agiganta-
dos. GUERREIR. Rel. 2, 4, 6 Gente mui bem difpofta
e agigantada.
Met. Extraordinario, que excede a ordem regular.
Applicafe as coufas ou ás fuas qualidades. ESPER. Hift.
2, 10, 43. n. 4. Não ficou muito agigantada a cafa,
nem o Padre Povoa havia de confentilo. VIEIR. Serm. 3
3. n. 331 Não ha valentia, nem foberba táo agigantada,
que fe atreva a fahir a campo mais que hum com hum.
ART. DE FURT. 23 E aflim são as unhas fuas tão agi-
gantadas, que nada lhes pára diante.
Paffos agigantados. Met. Dizfe para exprimir os
actos, que fe obrão com fumma prelleza e á maior
preffa, ou para denotar os grandes progreffos, que alguem
faz em alguma coufa. Vero. Laur. Ecl. 4 Ditofo quem teus
laços Sabe fugir com agigantados paffos. TELL. Chr.
2, 4, 32. n. 2 Caminhava [o Sol] com agigantados
pafos. ESPER. Hift. 1, 2, 18. n. 1 Logo forão agiganta.
dos os paljos, que deo em fua conversão.
{{lema|AGIGANTAR}}. v. a. pouc. uf. Avaltar grandemente, fa-
zer extraordinarimente grande. Só fe acha em fentido me-
taphorico. CHAG. Obr. I, 1, 18 Efta oca foberania, com
que fempte defvanecida fe deixa levat da vangloria, faz com que agigante a menor fombra dos vultos da fua
fortuna. Cart. 1, 89 E ponha hum fifcal na razão,
paraque tema mais o que a razão lhe, agiganta para o mof-
trar.
{{lema|AGIL}}. adj. de huma term. Ligeiro, deftro ou facil a moverfe. Do Lat. Agilis. Feo, Tr. 2, 240, 2 As pernas
c as azas das aves, fazendoas mais corpulentas, as tor-
não mais ageis e ligeiras. Sous. Vid. 6, 19 O jogo da
péla faz o corpo agil. D. F. MAN. Apol. 30 Porque [os
'moços são de ordinatio sãos; ageis e robuftos.
Pl. ant. Agiles. PINHEIR. Summar. 27 Affi que bem
cremos todos, que eftes offos agora efcuros ferão luci-
dos, agora pezados ferão agiles.
{{lema|AGILAVENTO}}. {{catgram|fórm. adv.}} {{Uso|Marinh}}. O niefmo que Ajula-
vento. FERR. DE VASC. Ulyffip. 2, 7 Com tudo em ef-
peranças defefperadas corre agilavento. M. DE FIGUEIR.
Rot. do Braz. 18 y Eftá efte Porto de S. Vicente em
24 gr. da banda do Sul, e indo ter agilavento delles,
vereis outras muiras ilhas.
{{lema|AGILIDADE}}. s. f. Ligeireza, facilidade em fe mover,
deftreza ou expedição para fazer alguna confa. Do Lat.
Agilitas. CASTA. Ulyff. 2, 86 Huma Garça com huma
Aguia do profundo. Sahir verás com grande agilidade.
Sous. Hift. 2, 1, 15 Coftumavão antigamente os Mef-
tres de dançar pera crearem ligeireza e agilidade nos dif-
cipulos, folarlhe os çapatos de pranchas de chumbo. Vis
EIR. Serm. 8, 440 Agilidade de cotrer e faltar.
Met. Do efpirito. D. F. MAN. Cart, de Guia, 80
Por ifto mefmo me parece, que aquella fua agilidade
no perceber e difcorrer., em que nos fazem vantagens
[as mulheres] he neceffario temperala com grande cau-
tela. ARAUJ. Suceff. 1, 32 Pera coufas arduas e perigo-
fas neceflitão [as centinelas] de agilidade, talento e de-
fiberacão.
Theol. Hum dos quatro dotes dos corpos gloriofos.
FEO, Tr. Quadr. 1, 136, 4 Os dotes do corpo são qua-
tro impaffibilidade, fubtileza, agilidade e claridade.
VIEIR. Serm. 7, 1, 7. n. 17 O dote, que chamão de
agilidade, não fo os aligeita [os córpos gloriofos] mas
Ihes tira todo o pezo. M. FERNAND. Alm. 2, 1. Introd.
Que coufa he agilidade? He huma qualidade, pela
qual hum corpo gloriofo em hum abrir e fechar de olhos
fe muda de huma pera outra patte, aindaque muito dif-
tante.
{{lema|AGILISSIMO, A}}. fuperl. de Agil. D. F. MAN. Cart. 4, 62. M. BERN. Medit. 11, 3.
{{lema|AGILITAR}}. v. a. pouc. uf. Fazer agil, habilitar,
far on facilitar expedição em algum exercicio ou qualquer
outra coufa. MEND. DE VASC. Art. 209 A primeira cou-
fa, em que os foldados fe exercitarão, ferá em correr,
agilitando com iffo os pezados membros.<noinclude></noinclude>
dk9aw442nyyb3boyb2urx17i342q5e4
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MLReis
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 148 AGI {{lema|AGINHA}}. adv. mod. antiq. O mefimo que Afinha. CUR. DO CONDEST. 28. VIT. CHRIST. I, II, 39 y. {{lema|A' GINETA}}. fórm. adv. Vej. Gineta. {{lema|AGIOGRAPHO, A}}. adj. Que efcreve dos Santos ou efcrito fautamente. Do Greg. A'yióypapa M. BERN. Floreft. 5, 1, 310, B Porque a lei, os Profetas, os livros agiogra- phos, o Teftamento Novo são como quatro rios do Pa- raifo, em que fe divide a fonte da divina palavra. {{lem...
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AGI
{{lema|AGINHA}}. adv. mod. antiq. O mefimo que Afinha. CUR. DO
CONDEST. 28. VIT. CHRIST. I, II, 39 y.
{{lema|A' GINETA}}. fórm. adv. Vej. Gineta.
{{lema|AGIOGRAPHO, A}}. adj. Que efcreve dos Santos ou efcrito
fautamente. Do Greg. A'yióypapa M. BERN. Floreft. 5, 1,
310, B Porque a lei, os Profetas, os livros agiogra-
phos, o Teftamento Novo são como quatro rios do Pa-
raifo, em que fe divide a fonte da divina palavra.
{{lema|AGIOLHAR}}. v. a. antiq. e os feus derivados. Vej. Ajoc-
lhar.
{{lema|AGIOLOGIO}}. s. m. Tratado dos Santos. Do Greg. A'ya,
funto e Ayos, difcurfo. CARDOS. Agiol. 1. Advert. 1 Ref
ra ultimamente Agiologio, cujo nome fe toma da prin-
cipal materia de que trata, que são os Santos, e por
iffo he mais amplo e univerfal que os dous precedentes
[Martyrologio e Menologio ]... Porque o dito nome fe
compõe de Agios e Logos, aquelle fignifica em Gre-
go Sanctus e efte Sermo, e ambos junto Sermo de San-
tis ou Tratado dos Santos. CARV. Chorogr. 3, 2, 7.
n. 4. p. 319 O noffo intento não he fazer Agiologio, fe-
não dar huma breve noticia defte Convento.
{{lema|AGIRONADO, A}}. adj. pouc. uf. Que tem girocs, ou ga-
lhetas ou ligueiras, ifto be barras ou cercaduras. Applicafe ás vestiduras. De Girão, ant. BARRET. Eneid. 8, 158
Aurea melena, aurea veftidura Tem cada qual, e affi
vão fulgurando, C'os capotes de gráa agironados,
Os lacteos collos de ouro rodeados.
{{lema|AGITAÇÃO}}. s. f. Acção e effeito de agitar. Sous. Hift.
1, 3, 15 Não havia tomar o fangue, nem efperança
de foldar a arteria, refpeiro da agitação continua, com
que fe movem todas, imitando a refpiração de que vive-
mos.
{{lema|AGITADO, A}}. p. p. de Agitar. RIE. DE Mac. Rel. I, 3. Sous. DE MAC. Ulyflip. 6, 39. MARINH. Comm. I,
15.
{{lema|AGITADOR}}. s. m. pouc. uf. Cocheiro, o que governa os cavallos ou coches. Do Lat. Agitator. Leão, Defcripç.
87 A differença, que havia entre eftes curfores ou agi-
tadores. E por elle fer o Principe dos agitadores foi
o primeiro que ajuntou mais hum cavallo aos acoftuma-
dos.
{{lema|AGITAR}}. v. a. Mover com violencia e frequentemente. Do
Lat. Agitare. F. DE MENDOÇ. Serm. 2, 349, Tanto-
que o mar careceo da fuavidade do Jordão, daquellas cor-
rentes doces, que lhe aigtavão e adoçavão as fuas falga-
das: logo perdco o nome anrigo. e tomon o de morto.
M. BERN. Floreft. 2, 4, 148, A E de huns pós [de fa-
rinha] que fahirão a pura diligencia de agitar a peneira,
fez humas papinhas.
Met. LEON. DA Cosr. Ecl. 5, 21, not. a Deos ef-
tá em nós os Poetas, agitandonos e movendonos elle nos
afervoramos.
{{lema|AGITAVEL}}. adj. de huma term. pouc. uf. Que fe agita
ou move facilmente. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 17. n. 74
Ambos eftes corpos [agoa e ar] elemenrares são diafanos, são humidos, são agitaveis, e que facilmente cedem.
{{lema|AGNAÇÃO}}. s. f. {{Uso|Forenf}}. Parentefco de coufanguinidade por linha mafculina entre os varões defcendentes de hum pai commum. Do Lat. Agnatio. VELASC. Acclam. 256 Parece que não pode haver preferencia em razão da agnação.
PINT. RIB. Ufurp. 37 A Infanta D. Catherina, além de
per fi ter a agnação defta fuccefsão, fe achava cafada
com o Sereniffimo Duque de Bragança, agnado da mef-
ma familia dos Reis de Portugal.
{{lema|AGNADO}}, s. m. A. f. Forenf. Parente ou parenta por confanguinidade de outro, procedendo ambos por linha mafculina de hum pai commum, em que fe inclue tambem a fe-
mea, na qual fe acaba, fem que paffe a feus filhos, a
agnação refpectiva á fua afcendencia. VELASC. Acclam.
259 Conforme a Direito... os agnados fe preferem aos
cognados na fuccefsão de feus parentes. 256 Faz pe-
Ja mefma parte, dizer que aindaque a Infanta Duqueza,
feja agnada; com tudo por fer femea, fe acaba nella
a agnação, fem fe poder confervar por ella. PINT. RIB.
Ufurp. 37 E he certo que quando de alguma herança he
excluida a femea a favor do varão, não tem ifto lugar
quando ella he cafada com agnado da mefma familia.
{{lema|AGNIÇÃO}}. s. f. {{Uso|Poet}}. Paffagem improvifa do defconbcci-
mento ao conhecimento de huma peffoa por alguma fua ef-
pecial qualidade ou outro qualquer motivo, do qual reco-
nhecimento refulta amizade ou inimizade dos que são defti-
nados a fer felices on infelices na Tragedia on na Come-
dia. Do Lat. Agnitio. SEVER. Difc. 3, 144 Em que a
feu modo fe vèm com grande alegria as agnições e peri-
pecias das Tragedias.
{{lema|AGNO}}. s. m. pouc. uf. Cordeiro. Do Lat. Agnus. Fr. MARC. Chr. 2, 10 cant. 47 O amor de agno,
Maior que o mar magno. Leño, Defcripç. 34 Hum agno, que he
hum cordeiro ou rezental, valia tres ou quatro obolos.
{{lema|AGNOCASTIL}}. s. m. ou
{{lema|AGNOCASTO}}. s. m. Certa efpecie de arbufculo. Os noffos
Autores the chamão tambem Arvore da caftidade, e Lin-
nco Vitex agnufcaftus, diftribuido por elle na Didynamia
Angiofpermia do feu Syftema dos Vegetaes. As fuas lo-
lhas são digitadas com os foliolos lanceolados c ferrca-
dos, e as flores difpoftas em efpigas verticilladas o ca-
liz da fua flor he terminado em cinco denticulos; a co-
rolla tema orla fendida em feis lacinias; e o feu fru-
to he huma baga, quafi do tamanho de hum grão de
pimenta, com quatro fementes. He indigena dos lugares
apaulados da Sicilia, Italia, e Grecia, e cultivafe em
muitos jardins da Europa. Os feus fructos forão ufados
em Medicina, durante muitos feculos, como antiaphro-
difiacos, ifto he, como capazes de embotar os eft.mu-
los venereos; mas a experiència tem defmentido efte ab-
furdo attributo, o qual da mefma forte que o feu no-
me tiverão origem em hum coftume ceremoniofo, pra-
ticado pelas Damas da antiga Grecia, que confiftia em
efparzir os ramos florentes defta planta nos Templos,
nas feftas da deofa Ceres, chamadas Thefmophorios,
durante as quaes as ditas Damas guardavão huma rigida
continencia. Do Greg. A'yos, e do Lat. Caftus, que am-
bos fignificáo cafto, puro. ORT. Colloq. 19,81 Vitex he
agnes caftus, caffi fe interpreta; as cubebas são ami-
gas de Venus, co agnocafto inhabilenta a Venus, e af-
fi as fuas forças e cftimulos enfraquece. MADEIR. Apolog.
6, 33 Semente de chichoria, de beldroegas, de alface,
de agnocafto. Curv. Atal. 164 De agnocafto, alambre e
coral, de cada coufa deftas tres oitavas.
{{lema|AGNOME}}. s. m. Apellido ou alcunha, que entre os Roma
nos fe accrefcentava ao cognome em razão de alguma vir-
tude, ou qualquer outro motivo tomado do fujeito. Do
Lat. Agnomen. ant. Anhome. .BARA. Gramm. 81 Per fe-
melhante modo, quando, digo Dom, entendo o preno-
me, e per Vafco, o nome, e per Gama, o conhome,
a que nós chamamos appellido, e por Almirante, anbo-
me, per que entendemos alcunha. D. F. MAN. Apol.
433 Paraque he fazerlhe effe cargo fem razão, quando
já os Romanos accumulárão nome, pronomes, cogno-
mes e agnomes. VILL. BOAS, Nobiliarch. 2 E era particular
privilegio dos nobres e patricios de Roma o chamarem-
le de tres e quatro nomes, ufando de prenome, nome,
cognome e agnome. O prenome he o que antecede ao
nome proprio, cognome he o que fe lhe fegue, o ag-
nome o que ultimamente fe accrefcenta.
{{lema|AGNUSDEI}}. s. m. Reliquia, que o Summo Pontifice fo leninemente benze e confagra no primeiro anno do feu Pontificado, e tambem em outros, o que regularmente coftuma fer de fete em fete annos. He, de cera branca, e commummente em figura oval e diverfos tamanhos fe lhe
imprime de meio relevo por huma parte a fórma de
hum cordeiro com a infcripção Agnus Dei; c da outra
a Imagem de Chrifto, ou a da Virgem Santiffima, ou
de algum Santo com o nome do Pontifice, que o ben-
ze. Lat. Agnus e Dei. CART. DE JAP. 2, 42, 3 Moftra-
rão todos grande devação ao Agnus Dei. FEST. NA CA-
NON. 118 Na mão hum Agnus Dei em cuftodia rica. M.
FERNAND. Alm. 3, 2, 4. n. 50. p. 225 Lançandolhe hum
Agnus Dei ao pescoço.
{{lema|AGOA}}. s. f. Certa fubftancia fimples, e hum dos quatro eleintntos dos corpos terreftres, conforme os antigos Philofophos e Chimicos. Segundo Lavoifier, e outros Chimicos modernos da Academia das Sciencias de Paris, não he elemento, mas hum corpo compofto de dous principios denominados Oxygenio Hydrogenio combinados, os
quaes fó podem exiftir feparados hum do outro na form a
de fubftancias aeriformes (chamadas Gazes) no grao da
temperatura athmofpherica, em que vivemos. A agoa
confiderada no eftado de pura he definida por alguns Phy-
ficos: hum fluido infipido, vifivel, tranfparente, fem cör
nem cheiro, que adhere á fuperficie de hum grande nu-
mero de corpos, penetra muitos c he capaz de apagar
as materias inflammadas, fendo lançada fobre ellas em
grande quantidade. Quanto mais pura, menos fujeita he
a corrupção; mas não fe acha já mais perfeitamente pu-
ra no Globo terreftre; poisque fendo hum dos grau-
des diffolventes da natureza, fempre eftà mais ou menos<noinclude></noinclude>
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MLReis
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<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A GO
mixta com fubftancias heterogeneas, e os feus grãos de
impureza variáo infinitamente, bem como o feu pezo ef-
pecifico. He fujeita a buma diminuição continua, redu-
zindofe facilmente a vapores, fendo então fummamente
dilatavel. Hum pequeno frio, ifto he, o primeiro grão
de congelação indicado pelos thermometros ou barome-
tros, balta para a tornar em hum corpo fólido, da mef-
ma forte que hum modico calor acima do dito grão de
congelação, he fufficiente para a reftituit á fua fluidez.
He capaz de tranfmittir os fons, e por confeguinte con-
fiderada não como inteiramente privada de elafticidade,
nem como inteiramente incomprellivel. Achafe tanto nos
mineraes, como nos vegetaes e animaes, aos quaes fub-
miniftra nutrição, entrando na compofição dos feus diffe-
rentes fuccos e humores. As Agoas são divididas em natu-
taes e artificiaes. Das naturaes humas são aereas, outras
terreftres. Entre as aereas, ou agoas do céo, são conta-
das as chuvas, orvalhos, geada, neve e granizo. Das
terreftres humas são denominadas agoas doces, como as
das lagoas, charcos, brejos, regatos, rios, poços, fon-
tes, &c. muitas das quaes fervem tanto melhor aos ufos
ordinarios da vida, quanto mais. moveis ou batidas são,
e menos impuras; outras falgadas, como as dos maics,
as de algumas lagoas, fontes, e poços; ou denominadas
falobras, quando são levemente falgadas; outras em fim
são chamadas mineraes, por terem em diffolução algu-
mas fubftancias mineraes, e ordinariamente cheiro e fa-
bor bem fenfiveis: deftas humas são frjas, ourras quen-
tes, vulgarmente chamadas Caldas ou agoas thermaes.
As agoas artificiaes são as que fe tirão por deftillação
dos productos dos tres reinos da natureza, e por iffo de-
nominadas pelos Chymicos agoas deftilladas. As agoas
naturaes deftilladas são tambem do numero das artificiaes,
eftas, e as da chuva são as mais puras, que fe conhe-
cem, e no feu pezo efpecifico são para a agoa do mar ::
10000: 10263; são para o ouro :: 1: 19 e são para o
ar:: 800: 1; eftando o barometro em 28 po!legadas, e o
thermometro de Reaumur em 14½ grios. Do Lar. Aqua.
ant. Augua, Auguoa. Leão, Orthogt. 31 O decimo di-
phthongo he oa, que vem depois do g em lugar de
líquido, que vinha em vocabulos Larinos depois do q
como de aqua, agoa Sec. BARRET. Orthogr. 23, 106
Delle [diphthongo de ua] ufamos em alguns nomes, co-
mo: agua, egua, fragua....aindaque os noffos Ortho-
graphos efcrevem eftes nomes per oa, porém não confi-
derão ao menos em os dous primeiros que fomente muda-
mos o q em g confervando fempre o u, companheiro
infuparavel do q... que, ainda quando o q defaparece,
fica elle immovel em o proprio lugar, e que affi de aqua,
equa dizemos agua, egun &c. BENT, PER. Orthogr.
prefere agua, e Madurcira, agoa. CAN. Luf. 5,6 Gen-
te, que as agoas frefcas nunca gofta. Laão, Defcripç.
que
12 Aagoa he o elemento mais poderofo de todos os ou-
tros. VIEIR. Scrm. 4, 9, 5. n. 333 As duas coufas mais
-clatas, que ha no mundo he o Sol e agoa. Os noflos
proverbios o dizem: claro como a agoa, claro como a
luz do Sol. T
Met. Luz, Serm. 1, 37, 2 A agoa do divino Ef-
pirito derramada em huma alma fala femelhante a hum
jardim mui ameno e aprazivel. Sous. Hift. 2, 4, 8 Ja
as agoas da afflição chegão ao centro da alma. FERNAND.
GALV. Serm. 1, 9, 3 Os que... fe banhão e engol-
fão nas agoas de feus deleites e refrigerios.
Subit. qué de ordinario fe lhe ajuntão >. denotan-
do huns os lugares ou vafos, em que fe contem ou rece-
be, outros a fua qualidade, quantidade, &c. Abundan-
cia de... HEIT. PINT. Dial. I, 1, 4. Altura de... CAS-
TANH. Hift. I, 73. Annel... (medida da agoa, que nafce,
tomado o nome..da grandeza ordinaria dos anneis dos de-
dos) ARAUJ.. Succeff. 4, 1. Arca de... Vej. Arca. Babu-
gem de... MEND. PINT. Peregr. 23. Bacia de... F. ALV.
oinform. 110. Bacio de .... dsnãos. CASTANH. Hift. 3, 75.
st Balde de ... MEND. PINT. Peregr. 37. Banho de... MEND.
PINT. Peregt. 120. Barril de CASTANH. Hift. 4, 37.
Batega de...ROBOR. Port. 228. Beira de... Leão, Chr.
a de D. J. I. 78. Bica de... CELT. Serm. 2, 355, 2. Boca-
do de... CASTANH. Hift. 4, 13. Bochecha de... SovER..
Hift. 2, 11. Bondade de... LEño, Defcripç. 12. Berbo-
tão de... Cour. Dec. 7, 7, 11. Borbulbão de... MEND.
PINT. Peregr. 96. Borda de...(praia ou margem do mar,
rio, ou lago) GOES, Chr. de D. Man. 1, 89. BRIT. Chr..
-1, 27. (lugar da agoa vizinbo a terra) Hair. PINT.
Dial. 1, 1, 80s que não paísão além defte amor, na-
dão ainda na cortiça á borda d'agoa. Borrifos de... TELL.
Chr. 3, 5, 12. h. 2. Braveža de... ARAU. Succeff. 1;
13. Cabeça de... (o mefmo que agoas vivas) D. G. Cev.
...TINH. Jom. 20 y. Gabedal de... M. THом. Fen. 7, 108.
Cachões de .....FR. GASP. de S. BERNARD. Itin. 8. Caldeira
de... Ros. Vid. 2, 15, 2. Canal de... CHAG. Ramilh.
8, 3. Cano de... CASTANH. Hift. 2, 62. CORT. R. Cerc.
6, 77. Cantaro de... CEIT. Serm. 2, 298, 1. Carga de
...(porque on qual) Fórm. de perguntar, porque razaó
fe ha de ou deve fazer alguma coufa. FERR. DE VASC.
Ulyflip. 1, 5 Nifto ha de eftat a minha vida, e por qual
carga de agoa? Charco de... CASTANH. Hift. 7, 77. Cen-
tro das... SOVER. Hift. 3., 14. Chicara de... CURVI A-
tal. 352. Chorro de... CASTANH. Hift. 2, 96. Chuva de...
F. DE MENDOÇ. Serm. 2, 250, 6. Cifterna de... M. FER-
NAND. Alm. 3, 108. p. 570. Clareza da... MoR.
Palm. 1, 41. Golheita de... BERNARD. RIB. Ecl. 2. Co-
pia de... BRIT. Chr. 1, 23. Copo de... BRIT. Chr. 4, 25.
Gorda de... Da Chuva. CHAG. Obr. 1, 1, 14. Corrente
da... Do mar e rios. MEND, PINT. Peregr. 50. Corrente-
za de... LEIT. D'ANDRAD. Mifc. 6, 152. Corrida das ...
SABELL. Eneid. 2, 4, 44. Curfo das... LEIT. D'ANDRADA
Mifc. 6, 153. Derramamento de... PINHEIR. Summar. 23
. Defcente da... (vafante da mare) CASTANH. Hift. 3,
25. Efusão de... PINHEIR. Sutunar. 32 y. Elemento de...
VIEIR. Serm. 8, 275. Empola de... HEIT. PINT. Dial.
1, 1, 2. Enchurro de ... BARR. Dec. 2, 3, 4. Efguicho
de... MEND. PINT. Peregr. 70. Efpadana de... LEIT.
D'ANDRAD. Mifc. 6, 152. Efpelho da... Poet. (a agoa cla-
ra) CASTR. Ulyff. 3, 2. Efteiro de... ALBUQ. Comm. 23
20 Efterilidade de... Fx. Six. COELH. Chr. 2, 23, 203-
Excellencia de... Leão, Defcrips. 12. Face de... (fiz-
perficie) Goes, Chr. de D. Man. 1, 56. Falta de... Vi-
EIR. Cart. 2, 1. Foute de... FR. T. DE JES. Trab. I, I,
51. Lon. Condeft. 12, 54. Força da...BRIT. Chr. 6, 2.
Formefura da... ALão, Antig. 36. Frafco de... BARTH
GUERREIR Cor. 4, 24. Frefcura, das... LEão, Defcripç
11. Furia das... TELL. Chr. 2, 6, 40. n. 5. Golpe de ou
da... CAM. Luf. 5, 20. FR. MARC. Chr. 1, 3, 6. Gorgo-
lão ou Gorgolhão de... CASTANHOS. Hift. 26 E deitão
[as alimarias pela bocca grandes gorgolões d'agoȧ pera
cima. CARV. Chorogr. 2, 1, 5. c. 5. Gotta, ou Gottas
de. BRIT. Chr. 6, 18. Gotteira de... Da chuva. CASTA
NH. Hift. 8, 97. Gottinha de... VIEIR. Serm. 8, 368. M.
FERNAND. Alm. 3, 2, 4. n. 41. p. 366. Humidade das...
PEDR. NUN. Tr. da Efpher. 1. Jarra de... Cour. Dec. 53
3,2. Farro de... GRAN. Comp. 2, 20. Immenfidade de..
M. BERN. Exerc. 2, 5, 8. p. 326. Impeto de... SABELL.
Eneid. 2, 4, 48. Inundação das... FR. BERNARD. DA SILVE
Defenf. 2, 9. Lago de...SABELL. Eneid. 2, 6, 85. La-
goa de... TENREIR. Itin. 18. Lagrima de... M. BERN. Pão
Myftic. 11. Lanças de... Da chuva. VIEIR. Serm. 7, 14,
4. n. 300. Levada de... CASTANH. Hift. 6, 38. Lingoa
de... (borda do mar ou rio) M. BERN. Floreft. 3, 5,
250, B Morava junto à lingoa da agoa. Lume de
perficie) MEND. PINT. Peregr. 59. Madre de... (veia)
Sous. Hift. 3, 3,7 Vinha atraveflado, e dando tombos
pelo meio da madre d'agoa, hum tronco de arvore. Mai
de.. ACAD. DOS SING. 2, 18. Silv. M. FERNAND. Alm.
3, 3, 2. n. 424. p. 962. Manilha de... CART. DE JAP.
1, 220, 3. Manfidão da... Mon. Palm. 2, 56. Mar
de... BRIT. Chr. 1, 23. B. ESTAÇ. Rim. 149. Maru-
lhos da... Do mat. ALÃO, Antig. 1. Montanhas de... Do
mar, CASTR. Ulyf. 5, 17. CHAG. Ramilh, 6, 45. Mon-
tes de... Do mar, SA DE MEN. Mal. 1, 51. TELL. Chr.
2, 5, 12. n. 3. Montante de... (a encheute da mare) ČAS-
TANH. Hift. 3, 56. Multidão de... CASTANH. Hift. 7, 69.
CORT, R. Naufr. 8, 80 y. Murmuro das.... SA' DE MEN
Mal. 8, 11. Nafcença da... COMM. DE RUI FREIR. 1, 9.
Nuvent de... BRIT. Chr. 6, 17. Olho de... LEIT. D'AN-
DRAD. Mifc. 13, 348. Cour. Dec. 7 7, 11. Odre de...
FR. THOM. DA VEIG. Confid. I, 13, 5. n. 7. Ondas de...
FR. BERNARD, DA SILV. Defenf. 2, 11. Palmo de... GAVI,
Cerc. 2, 7 y No tempo do cerco tinha fa cifterna] cin-
co palmos e meio d'agoa... acabado o cerco.. faltou
hum palmo. Pancada de... Da chuva. D. F. MAN. Apol.
257. Penna de... Vej. Penna. Pequena... Vej. Peque-
no. Pezo das... MEND. PINT. Peregr. 71. ORIENT. Lufir,
80. Pinga de... CEIT. Sern. I, 237, 1. Pipa de...
CASTANH. Hift. 2, 8. Poça de... BERNAKD. RIB. Menir.
2, 39. Poçafinha de... F. DE MENDO. Serm. 2, 312,
13. Poco de... Sous. Hift. 2, 2, 3 M. Tнon. Un. 4,
53. Poder das... MEND. PINT. Peregr. 72. Poma de...
LOBAT. Palm. 5, 57 Lhe mandou dar huma poma de agoa.
Pomo de... (o mefmo que Poma) CHAG. Ramilh. 7, 46.<noinclude></noinclude>
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 150 AGO Pote de F. MARC. Chr. 1, 7, 3. Prato de ás mãos. M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n. 292. p. 873. Preza da... GUERREIR. Rel. I, 1, 17. Profundeza das... FR. ISID. DE BARREIR. Hift. 22. Pucaro de... PAIX. DE JES. CHRIST. 29, 36. Met. (coufa pequena e de pouco pre- ço) FERR. Brift. 2, 5 Não acharcis por ellas [virtudes ] quem vos fie hum pucaro de agoa. Quantidade de... A- Lão, Antig. 36. Quarta de... Luz, Serm. 1, 81, 3. Que- bra da....
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<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>150
AGO
Pote de F. MARC. Chr. 1, 7, 3. Prato de ás
mãos. M. FERNAND. Alm. 3, 3, 2. n. 292. p. 873. Preza
da... GUERREIR. Rel. I, 1, 17. Profundeza das... FR.
ISID. DE BARREIR. Hift. 22. Pucaro de... PAIX. DE JES.
CHRIST. 29, 36. Met. (coufa pequena e de pouco pre-
ço) FERR. Brift. 2, 5 Não acharcis por ellas [virtudes ]
quem vos fie hum pucaro de agoa. Quantidade de... A-
Lão, Antig. 36. Quarta de... Luz, Serm. 1, 81, 3. Que-
bra da... GUERREIR. Kel. 2, 4, 9. Quebrada das...
MONTEIR. Art. 14, 19. Quebrado das... HEIT. PINT. Dial.
2, 1, 16, Quéda das.... Fa. MARC. Chr. 1, 3, 6. Raios
de... Da chuva. Maus. Aff. Afr. 3, 49 y. Real de...
(tributo para os aqueductos públicos.) M. Thom. Fen. 2,
50. D. F. MAN. Apol. 135. Receptaculo da ... LISB. Jard.
378, 2. Regato de... FERN. Lor. Chr. de D. J. I. 1, 49.
Rego de...M. BERN. Arm. 19. Remanfo de aguas. Tr. DE
Giver, Ded. Remoinho da ... Viets. Serm.5, 8, 6. n.
284. Repreza das... TELL. Chr. 2, 6, 40. n. 5. Ressaca
de... CASTANH. Hift. 3, 14. Reveffa de... CASTANH. Hift.
3, 81. Ribeiras de... BERNARD. Rie. Menin. I, 2. Ri-
beiro de... BRAND. Mon. 4, 12, 36. Rio de... MAUS.
Aff. Afr. 5,75 . CALV. Homil. 2, 219. Rogido das...
BERNARD. RIE. Romanç. MEMOR. DAS PROEZ. I, 35. Ro-
lo da... Do mar. CASTR. Ulyff. 2, 65. D. G. COUTINH.
Jorn. 17. Ruido de... MoR. Palm. 2, 58. Rumor das...
MOR. Palm. 2, 120. MATT. Jeruf. 13, 21. Salpica de...
M. BERN. Luz e Cal. 1,9, 235. Salubridade de... LEÃO,
Defcripç. 12. Sede de... (a que fe coftuma beber de hu-
ma vez) VIEIR: Serm. 7, 2, 6. n. 67. Seba de... COUT.
Dec. 7, 8, 1. Serras de... Do mar. CASTR. Ulyff. 8,74.
VIEIR. Serm. 8, 213. Socego de... ACAD. DOS SING. 2,
9. Oraç. Sopa de... Da chuva. CART. DE JAP. I, 294, I
E como hiamos desapercebidos para a chuva, chegámos
huma fopa de agoa. Sorvo de... MORAT. Pratic. Prol. A-
CAD DOS SING. 1, 18. Romanc. Suavidade da... PAEZ,
Serm. 2,93, 3. Sumidouro de... PAEZ, Serm. 2, 121,
3. Superficie da... CORT. R. Naufr. 15, 181 y. Talba
de... ALBUQ. Comm. 1, 39. Tanque de... CASTANH. Hift.
I, 17. Telha de... (medida da agoa, que nafce, tirado
o nome da capacidade ou concavidade da telha) CARV.
Chorogr. 2, 1, 16. Tempestade de... Da chuva. BRIT.
Chr. 1, 23. Tina de... MAND. PINT. Peregr. 97. Tona
da...(fuperficie) VIEIR. Serm. 2, 11, 3. n. 343. Tonel
de... CEIT. Serm. 2, 298, 1. Torno de... BARR. Cla-
rim. 1, 20. Torrente de... D. HILAR. Voz, 39, 215-
MATT. Jeruf. 5, 88. Trago de... VIEIR. Seim. 8, 181.
Vafante das...BRIT. Chr. 6, 18. Vafilba de... GUER-
REIR. Rel. 2, 2, 1: Vafo de CoRT. R. Nauft. 1o,
103 . FERNAND. GALV. Serm. 1, 132, 4. Vedor de...
PREST. Aut. 79 y. Veia de... Luc. Vid. 4, 11. Ferten-
te da... M. BERN. Paraif. 4, 1. Vez de... (o mefmo
que Sede de...) Met. (o mais pequeno favor ou carida-
de) SA DE MIR. Eftrang. 2, 47 Que não achava já
aqui huma vez de agoa. CAN: Anfitr. Virtude da... DIAS,
Paix. 43.
Epith. Abundante. CAM. Luf. 4, 33. Fr. Nic. DE
OLIV. Grandez. 5, 1. Alta. BERNARD. RIB. Menin. 1, 2.
CAM. Luf. 518. Alterada. CAM. Luf. 4, 72. Alva.
LEão, Defcripç. 16. Amara. CAM. Luf. 6, 78. Amarga.
CORT. R. Naufr. I, 1 y. Amargofa. Do mar. CALV. Ho-
mil. 2, 63 Amafada. CARNEIR. Rot. do Braz. 29.
Amorofas. pl. (as lagrimas) FERR. Poem. Caftr. 1. Apau-
lada. M. FERNAND. Alm. 3, 2, 4. n. 38. p. 364. Apref-
fada. Los. Ecl. 5. Artificial. CONST. DE MIR.5, 1. Avara.
CAM. Eleg. 6, 11. Avinagrada. (que tem vinagre miftu-
rado) MORAT. Pratic. I, 3, 5. Avinbada. (que tem vi-
nho misturado.) MORAT. Febr 1, 3. Azulada. Fro, Tr.
1, 38, 2. Baptifmal. MARTYR. Cathec. 1, 104. Barren-
ta. CARNEIR. Rot. do Braz. 29. Batida, D. F. MAN. Epan.
3,328. Bella. CAM. Luf. 9, 63. Sous. Hift. 3, 3, 5.
Bituminofa. MATT. Jeruf. 10, 61. Boa. Sovs. Hift. 3, 4,
13. Branda. FERR. Poem. Ecl. 10. Cdlida. SABELL. Eneid.
1, 2, 7. Cenofa. M. FERNAND. Alm. 1, 1, 2. h. 23. Ceru-
len. Do mar. SA DE MEN. Mal. 10, 1. Cheirofa. CORT.
R. Nauft. 6, 63. Cour. Dec. 8, 1, 13. Chilre. (licôr.
fen gofto, nem fubftancia) D. F. MAN. Apol. 1, 32.
Chovediça. TENREIR. Itin: . Clara. Cax. Luf. 2, 35.
SANT. Ethiop. 1, 3, 9. Congelada. BARTH. GUERREIR. Cor.
4, 50, 55. B. Es raç. Rim. 47. Confagrada. Can. Luf.
1, 19. Copiofa. ARR. Dial. 4., 30. Cordeal. M. FERNAND.
Alm. 33, 5. n. 335. p. 665. Corpulenta. CARV. Comp. 2,
8, 76. Corrente. FR. MARC. Vid. 4, 11. BERN. Lim. Ecl.
17. Corrompida. ESTIM. DO AM. Div. 3, 1. Corrupta. LISB
Jard. 13, 3. Cozida. A. DA CRUZ, Recop. 4, 1. Crafa.
CARY. Comp. 2, 8, 76. Crefpa. CAM. Luf. 2, 20. O-
RIENT. Lufit. 151. Criftalina. CAM. Luf. 5, 63. FERNAND.
Palm. 3, 88. Crúia.(natural) MORAT. Luz, 1, 9. Guja.
CEIT. Quadrag. 1, 15, 2. Da chuva. FR. GASP. DA CRUZ,
Ti. 5. Das caldas. CURV. Polyanth. 2, 16, 112. n. 10. De-
leitofa. FEO, Tr. 1, 38, 2. Delgada. CORT. R. Naufr.
1,8. LEño, Defcripç. 15. Delicadiffima. LEão, Defcripç.
12. De neve. MoRAT. Luz, I, 10. Derivada das afperas
entranhas do rochedo. ORIENT. Luft. 31 y. Defejada. CAM.
Luf. 1, 86. Defgoftofa. SoVER. Hift. i, 1. Defparzida:
CAM. Luf. 6, 12. Deftillada. FERN. LOP. Chr. de D. J. I. 1, 115. B. ESTAÇ. Rim. 47. Detida em alg. parte, MORAT.
Pratic. 3, 3, 3. Diaphana. M. FERNAND. Alm..2, 1, 17.
n. 75. Dece. (a que não he falobra ou falgada) CAM. Luf.
10, 99. MEND. PINT. Peregr. 54. Dourada ou d'ouro. M.
THоx. Fen. 3, 95. Dulciffima. M. BERN. Paraif. 67. Ele-
mental ou elementar. CONST. DE BRAG. 2, 2. VIEIR. Serm.
11, 5, 6. n. 200. Empoladas. Do mar. Sover. Hift. 2,
34. Encbarcada. SA DE MIR. Carr. 4, 21. FERNAND. GALY.
Serm. 1, 67, 4. Encrefpada. RoLi.. Noviflim. 1, 30. En-
todada. Lisa. Jard. 88, 32. Envolta. Luc. Vid. 3, 2. En-
volta em areas de ouro. ORIENT. Lufit. 35. Enxabida. MEND.
DE VASC. Sit. 2, 28. Euxofrenta. Laño, Chr. de D. J.
I. 65. Efcura. CAM. Eleg. 6, 16. BRIT. Mon..1, 2. c.
2. Efpaciofas. MEND. DE VASC. Sit. 2, 198. Efpa ofas do
mar Oceano. BRIT. Mon. 1, 2. c. 2. Efparzida. FR. BER-
NARD. DA SILV. Defenf. 2, 11. Efpeffa. CORT. R. Naufr. 6,
65. Efpumante. ROLL. Noviffim. 2, 57. Efpumofa. CAM.
Oit. 2, 16. Eftanque. Leão, Defcripç. 9. Eftillada. CAS-
TANH. Hift. 2, 14. Eftillada de nuvem. SANT. Ethiop. I,
3, 9. Eftouve. CARNEIR. Rot. do Braz. 50. Eftygia. PER.
Elegiad. 5, 66. Excellente. Liss. Jard. 358, 27. Fatal.
(a lagoa Eftygia) CAM. Od. 10, 2. Fedorenta. Azev. Cor-
recç. 1, 3, 12. P. 455. Ferrenha. Pazz, Serm. 2, 229,
2. Fervente. Kos. Vid. 2, 128, 4. Fétida. M. FERNAND.
Alm. 2, 1, 13. n. 10. Flutuante. Do mar. SA DE MEN.
Mal. 11, 17. Fluctuofas. SA DE MEN. Mal. 5, 20. Fluida.
MONTEIR. Art. 15, 1, 213 y. Formofa. SABELL. Eneid. 2,
8, 118. Fotte. Do rio. F. ALv. Inform, 35. Frefca. CAN-
Luf. 3, 61. Luz, Serm. 2, 86, 1. Fria. Cas. Luf. 6,
16. Sous. Hift. 3, 2, 14. Frigidiffima. M. FERNAND. Alm.
3, 3, 8. n. 71. p. 540. Fructifera. FERNAND. GALV. Serm.
2,59, 4. Fugitiva. ORIENT. LUSIT. 1. Funda. CAM. Luf.
5, 76. Furiofa. BARREIR. Chorog. 97 y. CAM. Luf. 6,
78. Gelada. MATT. Jeruf. 14, 34. Gentil. CASTANH. Hift.
2, 96. Goftofa. LEIT. D'ANDRAD. Mifc. 15, 417. Gracio-
fa. MoR. Palm. 1, 15. Grande. Da embarcação, que a
faz. Sous. Hift. 1, 3, 34. Do rio. F. ALV. Inform.
35. De lago ou coufa femelhante. DESCOBR. DA FRO-
LID. 116 Os Indios dizião, que perto de Autiamque ha-
via huma grande agoa, e fegundo fazião menção, pa-
receolhe ao Govemador, que foffe braço de mar. Graf-
fenta. MEND. DE VASc. Sit. 2, 131. Grofa, CORT. R.
Cerc. 10, 147. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 13. n. 10.
Da embarcação, que a abre. BARR. Dec. 1, 8, 3. Hú-
mida. Can. Luf. 8, 48. HEIT. PINT. Dial. 2, 3, 2. Ja-
cente. Cau. Luf. 5, 22. Immenfas. TELL. Chr. 2, 6, 35.
n. 7. Impetuofa. MEND. PINT. Peregr. 81. Impura. M.
BERN. Parail. 55. Inconftante. Sous. DE MAC. Ulyflip. I,
68. Inferiores. (as da terra) BRIT: Mon. 1, 1. c. 1. In-
quieta. ORIENT. Lufit. 140. Inftavel. MATT. Jeruf. 15, 15.
Intoleravel. Sous. Hift. 3, 4. 13. Inundante. FR. THом.
DA VEIG. Confid. 1, 16, 6. n. 4. Lethea. ARR. Dial. 2
19. Leve. CARV. Comp. 2, 8, 77. Limpa. SABELL. Eneid.
2, 5, 63. Limpida. CAM. Eleg. 6, 4. Liquida. CALV.
Homil. 2, 222. MATT. Jeruf. 14, 34. Longas. Do mar.
CAM. Luf. 5, 59. Lutulenta. M. FERNAND. Alm. I, I,
2. n. 23. Manante. SABELL. Eneid. 1, 3, 14. Manfa. BER-
NARD. RIB. Menin. 1, 2. FERR. Poem. Son. 1, 47. Ma-
ravilhofa. Gouv. Jorn. 3,.12. Marinha. MAGALH. Hift.
2. Maritima. CAM. Canç. 6, 1. SOVER. Hift. 3, 11. Ma-
terial. PAEZ, Serm. 2, 9, 4. Milagrofa. CARDOS. Agiol.
1, 84, 1. Minda. Da chuva. FALC. Crisf. 142. Aar. Dial.
3, 12. Morna. Leão, Defcript. 12. Morta. (encharca-
da, que não corre) CARN. Rot. do Braz. 29. Movedi-
ça. MONTEIR. Art. 15, 1, 213 y. Natidica. CART, DE
JAP. 1, 321, 1. Nadivel. BARR. Dec. 1, 8, 9. Nativa.
BRAND. Mon. 3, 11, 11. Natural. CONST. DE MIR. 5,
1. Negra, CAM. Eleg. 2, 10. Neptunina. Can. Luf. 5, 15.
M. BERN. Paraif. 1, 8. Nitida. CAM. Luf. 3, 63. Noci-
va. LIMP. Fug. 5, 5, 150. col. 1. Odorifera. So us. Hift,
3, 3, 27. Peçonhenta. Feo, Tr. 1, 38, 2. Perennal. SA-
BELL. Eneid. 2, 2, 24. Perenne. CAM CANÇ. 15, 1. FER-
NAND. GALV. Serm. 3, 372, 1. Peftilente. M. FERNAND.<noinclude></noinclude>
q15wljahz2dulh18n5kuq9l6q668oxg
Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/359
106
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<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A GO
Alm. 3, 3, 108. p. 570. Pobre. VID. DE SUS. 35. Do
poço. TELL. Chr. 2, 6, 52. n. 4. Poderofas. TELL. Chr.
2, 6, 31. n. 7. Podre. FERNAND. GALV. Serm. 1, 117,
4. Ponca. CAM. CANÇ. 10, 10. Prateadas. SOTTOM. Ríb.
6, 164 . Primeiras. (as primeiras chuvas) Tr. DE GI-
NET. 5, 13. Pura. Can. Luf. 4, 64. (fem mistura de
tempero, fallando de guizado) BRIT. Chr. 2, 4 Raizes de
hervas cozidas em agoa pura. (natural.) MORAT.
Luz, 1, 9. Vejamos agora aos que fe deve dar a agoa
pura e cria. Queda. CAM. Luf. 9, 67. Quente. SABELL.
Eneid. 1, 2, 7. Quieta. MATT. Jeruf. 7, 45. Refrigeran-
te. Lisa. Jard. 515, 7. Refrigerativa. Luz, Serm. 1, 81.
3. Regelada. SABELL. Encid, 2, 3, 40. Regenerativa.
Do baptifmo. M. BERN. Luz e Cal. 1,3, 44. Reprezada.
CORT. R. Cerc. 1o, 147. FERNAND. GALV, Serm. 1, 36,
2. Refonante. CAM. Luf. 1, 20. Retumbante. TELL. Chr.
2, 6, 31. n. 7. Revolta. CORT. R. Naufr. 5, 51. Revol-
tofa. M. FERNAND. Alm. 1, 7, 2. n. 9. Rofada. FERN.
Lor. Chr. de D. J. I. 1, 94. Ruim. FERNAND. GALV.
Scrm. 1, 136, 4. Saborofa. FERNAND. GALV. Serm. 3,
109; 4. VEIG. Laur. Eci. 2. Sebulofa. MORAT. Pratic. 3,
5, 1. Sadia. CASTANH. Hift. 3, 8. Sagrada. Do baptif-
mo. Luc. Vid. 4, 14. Salgada. CAM. Luf. 5, 73.
Sous. Hift. 1, 3, 7. Salobra. TELL.. Chr. 2, 6, 46. n. 3.
Salobre. Sous. Hift. 3, 4, 13. Salfa. Maus. Aff. Afr. 3,
45. Saluberrima, LEão, Defcripç. 12. Salutifera. ORIENT.
Lufit. 26. Santa. Do baptifmo. Maus. Aff. Afr. 1, 14.
Saudofa. CAM. Luf. 3, 84. FERNAND. Palm. 4, 33. Sere-
na. CAM. Luf. 1o, 1. Serenada. Jen. CARDOS. Diet. BAR-
Bos. Diet. Simples. MORAT. Febr. 1, 3. Singular. CAS-
TANH. Hift. 1, 9. Soberana. CAM. Luf. 3, 2. M. BERN.
Paraif. 28. Soregada. Cax. Eleg. 1, 6. BARREIR. Cho-
rogr. 173. Solta. SANT. Ethiop. 1, 3, 10. Sonora. O-
RIENT. Lufit. 5. Sonorofa. ORIENT. Lufit. 81. Sordida. M.
FERNAND. Alm. 2, 1, 13. n. 10. Suave. CAM. Luf. 9, 67.
ARR. Dial. 7, 20. Sublunar. M. BERN. Paraif. 5, 6. Sub-
terranea. VIEIR. Serm. 4, 12, 5. n. 436. Sulphurea. SABELL.
Eneid. 1, 2, 7. Superabundante. FR. THOM. DA VEIG.
Confid. 1, 16, 6. n. 4. Tal. (pura fem nenhuma mistura)
GIL VIC. Obr. 1, 247. CASTANH. Hift. 3, 69 Os outros
tros não comião mais que pefcado cozido em agoa tal. Tar-
tarea. CAM. Canç. 10, 7. Tepida. MORAT. Febr. 1, 3. Ti-
bia. CURV. Obferv. 59, 1. Toldada CEIT. Serm. I,
111, 4. Trefnoitada. (do dia de bontem) JER. CARDOS.
Dict. Trifte. CAM. Eleg. 6, 7. BRIT. Mon. 1. Geogr. 2.
Turbulenta. CORT. R. Naufr. 5, 51. Turva. CORT. R.
Naufr. 7, 76 . ARR. Dial. 10, 51. Verdes. Do mar.
VEIG. Laur. Od. 4, 4. Verdenegra. Sous. DE MAC. U-
lyflip. 6, 82. ARAUJ. Succeff. 3, 1. Vertentes (que def-
cem dos montes e ferras, onde nafcem) Cour. Dec. 7, 3,
10. Vital. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 6. n. 29. Viva. (cor-
rente, perenne) SA DE MIR: Canç. 7. Luc. Vid. 3, I.
Undofa. Can. Luf. 7, 54. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 17.
n. 75. Untuofa. MEND. DE VASC. Sit. 2, 131.
Verb. Abrir....(tomala per alguma rotura ou fen-
da) Das embarcações. Ajuntafelhe adj, numeral, que de-
termina o numero das aberturas ou agoas. MEND. PINT.
Peregr. 56 Das grandes pancadas, que nos derão [os jun-
cos abrio o noffo buma grande agoa pela roda da proa.
Sous. Hift. 1, 3, 34 Abrio a não huma agoa. Abrir as...
dos rios. (dividilas) Luc. Vid. 10, 19. Acarretar... abf.
SABELL. Eneid. 2, 7, 96. de alg. Ing. Sous. COUTI-
NH. Cerc. 2, 2. para alg. lug. ALBUQ. Comm. 1, 29.
Achar agoas em alg., que faça alg. c. Met. (conbecerlbe
difpofição para a fazer) PREST. Aut. 112 Achovos agons,
fermola Que, fegundo fois teimofa, Mandareis em
teftamento,
Que vos enterrem ciofa. Achar (não)
agoa no mar. Met. (fer negligente ou mal afortunado
EUFROS. 2, 5 Só eu mefquinha não acharei agoa no
mar, pois em vos me faltou piedade. Afogar (não fe)
em ponca agoa. Met. (não fe precipitar, não fe fiar da
primeira apparencia das confas) PREST. Aut. 106. Não
vedes aquillo mana Não me afogo em tão pouca agon.
Amainar a... DESCOBR. DA FROL. 155 . Andar do ci-
mo ou por cima da... Met. (defcobrirfe, fer manifefto)
D. F. MAN. Apol. 266 Que tarde ou cedo a verdade
anda por ciina d'agoa. Apreffarem as...feu camiubo. TELL.
Chr. 2, 6, 40. n. 5. Arrebentar... da fonte, tanque &c.
CALV. Homil. 2, 118. ALAO Antig. 22. Banbar com
fuas... Dos rios. ORIENT. Lufit. 23. Banbarfe ent....
rofada ou de rofas. Met. (ter grande deleite on fatisfa-
ção) M. FERNAND. Alm. 1, 3, 3. n. 67 Adriano eftava
de fóra á porta, ouvindo eftas palavras, e com ellas fe
estava banbando em agoa de rofas. alg. na agoa fanta. (baptizarfe) Maus. Aff. Afr. 1, 14. Beber... CALVI
Homil. 2, 91. M. Tчом. Fеn. 7, 63.na fonte. Met.
(receber na origeni) TELL. Chr. 2, 6, 46. n. 10. Beber na-
quella puriflima fonte as agoas mais criftalinas da virtude.
Beber (poder ons baver de ) o boi alg. na... (cftar mui
to affeado) PREST. Aut. 26 y He a Corte gentil fragoa
Temme tão enfaboado, Que de limpo e espinicado
Me bebeid o boi n'agoa. Botar... em alg. c. Luz, Serm.
I, 82, 1. Brotar... FERNAND. GALV. Setm. 2, 31, 1.
M. FERNAND. Alm. 3, 2, 40. Carregar a... para alg. lug
ALBUQ. Comm. 1, 25. Converterfe alg. c. em... Mer. (def
vanccerfe, não ter effeito) Mon. Palm. 2, 138. Correr a
BERNARD. RIB. Menin. I, 2. M. FERNAND. Alm. 3,
3, 5. n. 234. Cortar as... ( dividilas) MENOR. DAS PROEZ.
1, 47. Crefcer a... na bocca a alg. por, ou a refpeito
de alg. c. (defejala) ART. DE FURT. Soube hum Go-
vernador deftes, que certo negociante tinha hum tran-
celim de diamantes... creceolhe a agoa na bocca, e man-
doulho pedir. D. F. MAN. Apol. 257 Forque a immundi-
cia de l'eus rrajos, a extravagancia de feu gofto, c a corte de ociofos esfarrapados, que fempre the affifte, me tem feito crefcer tanta agoa na bocca por conhecelo, que &c.
Dar... ás mãos a alg. (deiterlba fobre as mãos para fe
lavar) FERN. Lor. Chr. de D. J. 1. 1, 10c. CASTANH.
Hift. 1, 17. Dar a... até a bocca a alg. [o mefmo que
Dar a... pela barba] BARRET, Flos Sanct. 2, 379, 2.
Dar a... pela barba a alg. (eftar proximo a afogarfe)
GAVI, Cerc. 14, 48 . FERNAND. GALY. Serm. 3,
329, 3. Met. (eftar muito perigofo, correr grande rif
co) CHAC. Obr. 1, 1, 7. Dar a... por alg. parte. (che-
gar a tocals) DESCOBR. DA FROL. 50 y. Deitar... Das
fontes. ORIENT. Lufit. 66. TELL. Chr. 2, 6, 46. n. 3.
ás maos a alg. (o mefmo que Dar... ds maos d
alg.) CAL Homil. 2, 294. CEIT. Quadrag. 1, 273
2. cm alg. c. F. DE MENDOÇ. Serm. 2, 215, 20
na fervura ou no fervor a alg. Met. (embaraçarihe a pro-
greffo on complemento de alg. c.) CALV. Homil. 1, 158
Magooufe Deos tanto [fallando a noflo modo] de Moifés
Ibe deitar agoa no fervor de feu defejo, que &c. VIEIRA
Cart. 1, 116 Os progreffos das armas Francezas correm
a paffo mais lento, e não fó porque os Hollandezes the
deitarão agoa na fervura, &c. Demandar mais ou muita
... Das embarcações. (pedir mais ou muito fundo) AL-
BUQ. Comm. 3, 25. PINT. PER. Hift. 1, 22, 87.
Mer. (requerer muito cuidado ou Jaber) EUFROs. 2, 5 E
mais podeivos fiar de mim nefta parte, porque fou mui
efcoimada, e entendo bem quanta agoa demanda huma
mulher de primor. Deniandar pouca... Das embarcações.
PINT. PER. Hift. 2, 30, 82. DESCOBR. DA FROL. 172. De-
rivar as... (dirigilas) Luc. Vid. 10, 19. Derramar....
CALV. Homil. 2, 66. L. BRAND. Medit. 3, 6, 272. p.
444. Defcabezareut as... (abaixarem, defcobrindofe os
oureiros on montes alagados) CEIT. Serm. 1, 42,2 Co-
lhco ella [pomba] hum ramo de oliveira, e tornou
com eftas novas, como quem diz que já defcabeçavão as
agoas. Defcarregar agoas no mar. Do rio. ALBUQ. Comm.
3, 39. ESPER. Hift. 2, 11, 41. n. 6. Defeer a... ORI
ENT. Lufir. 62. Defcobrir abundancia de... TELL. Chr.
2, 6, 56. n. 9. Desfazerfe alg. c. cm... TELL. Chr. 2,
5, 11. 11. 5. Deftemperar a... MioRAT. Luz, 4, 2. Em-
beber alg. panno cm... BRIT. Chr. 6, 13. Empoçarfe
4... F. DE MENDOç. Serm. 2, 2, 4. Empolaremfe as...
Do mar ou rios caudalofos com tempeftade. Luz, Serm.
1, 14, 1. Encharcarfe a... F. DE MENDOÇ. Serm. 2,
2, 4. Encrcfpar as... Do tio. ORIENT. Lufit. 51.
Que tu, ribeiro undofo, As criftalinas agoas encrefpan-
do &c. Entender em alg. agoas de fazer ou não fazer alg.
c. (achar indicios, perceberlbe difpofição) Cour. Dec. 4,
1, 8 Porque parece, que já entendido elle agoas de
não entregar o governo a Pero de Mafcarenhas. Entor-
nar... Liss. Jard. 271, 1. M. BERN. Serm. 1, 10, 5.
Entrar a... em alg. lug. FR. GASP. DA CRUZ, Tr. 7,
5. Efcrever na... ou fobre a... Vej. Efcrever. Elgotar
a... Cour. Dec. 7, 8, 1. Eftancar a... PINT. PER.
Hift. 2, 17, 47 . Eftar como o peixe na... (eftar
commodamente ou a fen gofto) FERK. DR VASC. Uly flip.
5, 8. Eftillarfe a... cn grãos de aljofar. ORIENT. Lufit.
122 . Fartar alg. de... FR. GASP. DA CRUZ, Tr.
12, 2. Fazer... (recolbela em pipas, de terra para as en-
barcações) SANT. Etiop. 2, 4, 23 Deixando em terra mui
tas pipas vazias, outras chèas de agoa, que andavão far.
zendo. Das embarcações (o mefmo que Abrir agoa)
BARK. Dec. 1, 3, 1 Pollo que reve algum trabalho com
huma urca, que fazia muita agon. Cour. Dec. 7, 8,<noinclude></noinclude>
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AGO
1 Abrio [a náo] por muitas partes, e começou a fazer
grandes agoas. Met. Das peffoas (ter alguna fra-
queza on defcio) PAIV. Serm. 1, 142 Se me pare-
cêra que havia aqui muitos officiaes pubricos da juftiça,
da fazenda, e de outra calidade, lembraralhe huma fen-
da, por onde os mais fazem agoa. VIEIR. Carr. 1, 21
Bem fei que pelo bordo de Voffa Senhoria não faz a
não agoa. Fender as... Das embarcações. GALHEG. Tem-
pl. 2, 118. Forcejar contra.. Met. (opporfe à nature-
za ou à razão) PINT. Ris. Defeng. 37. Fornecerfc de...
ALBUQ. Comm. 1, 54. Furtar a... ou as... a alg. Met.
(enganalo, defraudalo) FR. TH. DE JES. Trab. 1,9, 235
Cuidão os fuperiores] que tudo o que fe não faz por
elles, lhe Jurta à agoa, e o fer, e o nome, e'o credi-
to. ART. DE FURT. 13 Teve hum Provedor, que lhe deo
na trilha, e. furtavalhe a agoa com outra treta, abonan-
dolhe os que queria excluir, e desfazendo nos que queria
prover. F. DE MENDOç. Serm. 2, 350, 6. Furtar agoas.
Sous. Hift. 2, 2, 5 A elle fe attribue o confelho, que
a Cidade tomou de tirar os abufos gentilicos... de lan-
çar fortes, furtar agoas, carpir defuntos, &c. Illuftrar
Os corpos com agoas limpas. Met. (baptizarfe) Sous. DE
Mac. Ev. 2, 9, 313. n. 18. Ir a... dos rios. (correr)
F. ALv. Inform. 35 Pola agoa ir grande. Ir contra...
Met. (obrar contra o coftume, on natural inclinação) Luz,
Serm. 2, 29, 2 Fazermos actos humildes he ir contra
agoa, levados mais ás vezes da vergonha do mundo,
que &c. Ir (não) por alli a... 40 mombo. Met. (não a-
tinar com o que je bufca on prefume terfe entendido) Lo-
BAT. Palm. 5, 11 Não vades mais avante, refpondeo el-
la, que não vai por ahi a agoa ao moinho. Irfe a...por
alg. parte. Met. (vir por ella o damno) ART. DE FURT.
10 Não trato... fenão de advertir Miniftros ficis, pa-
raquc faibão por onde fe nos vai a agoa. Irfe alg. c. pc-
la... abaixo. Mer. (deftruirfe, perderfe de todo) CHAG.
Cart. 1.86 Foifeme efte alivio pela agoa abaixo. Lançar...
Das fontes. F. ALv. Informi. 37. M. BEкN. Parais. 28.
a alg. c. (mothala com ella) DESCOBR. DA FROLID..
112.ás mãos. (o mefmo que Dar... ás mãos)
PREST. Aut. 75 . na fervura a alg. (o mefmo que Deitarna fervura) ESPER. Hift. 2,9, 35. n. 3. no mar. Met. (empregar mal o feu tempo, trabalhar de
balde) CANCION, 150, 1. DELIC. Adag. 16. fobre
alg. ou alg. c. Luz, Vid. Contempl. 1, 6, 21. SEFUL-
CHR. Refeiç. 1, 3, 2. p. 45. col. 2. Lançar alg. c. pe-
la... abaixo. Met. (dcitala a perder) M. FERNAND. Aím.
323, 2. n. 164. p. 80. Lançarfe d... BRIT. DE LEM.
Abeced. 1, 5, 47 y. Lavar com... alg. c. M. LEIT. Pra-
tic. 2, 6. Lavar (não fe) com quanta... ha no mar.
Met. (ter grande culpa cu infamia) LISR. Santor. 59, 4
Mas, foi mofina cm porem a bocca nella, já não fe lava
com quanta agoa ha no mar. Levantar torres nas...
(trabalhar de balde) Maus. Rim. Son. 18 Quem quizer
que feus ais o vento leve, Quem quizer levantar nas
agoas torre, Moura por vós. Levar agon on agoas. Dos
rios. ORIENT. Lufit. 7. y. Leño, Chr. de D. Aff. V.
54. Levar...ao mar. Mer. (o mefino que Lançar.....
no mar) ESTAÇ. Antig. Ded. Levar... ho feu incinho.
Mer. e uf. attender à conveniencia propria, encaminhar
tudo ao feu intereffe) Levar... por aig. parte do corpo.
(dar a agoa por effa parte aos que entrão nella ou a atra
vefsão) Luc. Vid. 1, 4 Levando a lugares agoa pelos pei-
tos. Manar... de alg. lug. SABELL. Eneid. 2, 3, 40. ARR.
Dial. 4, 31. Mergulharfe na... FERNAND. GALV. Serm.
3, 51, 4. Metter... dentro. Das embarcações. (o mefmo
que Abrir... LOBAT. Palm. 5, 49. Metter.. em alg. par-
te. TELL. Chr. 2, 3 56. n. 9. alg. c. na... MAR-
TYR. Cathec. 1, 91. Navegar por... docc. Met. (ter a
fortuna favoravel) TELL. Chr. 1, 3, 19. n. 4 È pe-
ra que entendeffem, que nem havia de fer tudo nave-
gar por agoa dore, tiverão logo fcu pedaço de mar falga-
do. Paffar ae não fe malhar. Met. (obrar confas ma-
ravilhofas ou fobrenaturaes) EUFROS. 5, 3. Afli vos to-
me aquelle que pasa a agoa e não fe molba. Provido
(bem) de... FR. GASP. DA CRUZ, Tr. 12. Quebrar as...
Dos rios defpenhados. BARREIR. Chorogr. 73 Que-
brando o rio] com tão precipitofos impetos fuas agoas
de pedra em pedia, que &c. TELL., Chr. 2,5; 12. n. 2.
Rafgar a... Das embarcações. ( dividila navegando) CORT.
R. Naufr. 14, 169. Rebentar a... de alg. lug. ALño, An-
tig. 37. Recolher... em ccfto. Met. (occuparfe inutil on
fruftradamente) FERR. DE VASC. Ulyffip. I, 5. Regara...
Dos rios e fontes. ORIENT. Lufit. 2 A agoa [vejo com
brando fom regando as flores. Reprezar... A. DE VASC.
Anj. 2, 5, 8. part. 3. p. 558. Reter. Da cifterna.
DIAS, Paix. 20. Revolver as... CORT. R. Naufr. 1, 8.
Luz, Serm. I, 34, 2. Sabir... de alg. lug. Dias,
Paix. 3. Sabirem as... da madre. TELL. Chr. 2, 6, 40.
n. 5. Sangrar as... dos rios. (fepararlbes alguna por-
ção) Luc. Vid. 10, 19. Seccar a... Cour. Dec. 7, 8,
1. Sentir em alg. agoas de alg. c. (o mefmo que Enten-
der em alg...) PREST. Aut. 53 Ora não mais, eu vos
finto Agoas de fer namorada. Se agoa de cheiro. (fer.
muito delicado ou inclindrofo) FERR. DE VASC. Ulyilip.
1,3 Todas são agoa de cheiro. Ser... do rio para alg.
(tratalo com franqueza e lizura) EUFROS. 1, Pera
quem heide fer clara, fou agoa do rio. Ser... rofada
ou de rofas para alg. (caufarlbe gofto grande) EuPROS.
3,2 Ifto pcra vos agora be agoa rofada e favores meus.
Ser de... e laa. (fer de pouca ou nenhuma importancia,
de nenhum valor ou apreço) M. BERN. Floreft. 5, 2, 348,
B. Riafe Voffa Senhoria defles efcrupulos: effa Theolo-
gia he de agoa e laa. Ser [não]... nem fal. Gi. Vic.
Obr. 3, 163 E tambem vós fareis mal Em tomar bir-
ra comigo, Que não fou agoa nem fal. Ser a alg. da...
cdo fal ou não fer da... nem do fal (pertencerlhe ou tocar-
the por parentefco ou qualquer outra maneira, ou pelo con-
trario) EUFROS. 2, 3 Mas o eftudante não lhe deve fer
d'agoa nem do fal. D. F. MAN. Cart. 4, 47 Até no ef-
quecerfe que lhe fou eu ainda da agoa e do fal. Soltarfe
a repreza das... TELL. Chr. 2, 6, 40. n. 5. Subirem as
TELL. Chr. 2, 6, 40. n. 5. Submergido na... A-
CAD. DOS SING. 2, 10. Son. Sufpender as... Dos rios.
M. BERN. Myfter da Virg. 1, 2. Ter mão na corrente da
... TELL. Chr. 2, 6, 40. n. 5. Tirar... do poço. FER-
NAND. GALV. Serm. 1, 130, 3. CALV. Homil. 2, 54.
Tirar o pó debaixo da... EUFROS. I, 1 Que eu fou bom
bicho e tiro o po debaixo d'agoa, como me picão. Tomar
(fazer agoada) ALBUQ. Comm. I, 11. SANT. Ethiop.
23 5. (tirala dos poço, rio, &c.) CASTANH.
Hift. 2, 56.com alg. c. SANT. Ethiop. 1, 3, 14. To-
mar a... ás embarcações. (vedartha, taparlbe a fenda por
onde a fazem) CASTANH. Hift. 1, 90. BARR. Dec. 1, 8,
3. Tomar a... em fua fonte. Met. (bufcar a noticia ou
doutrina no feu principio) TELL. Chr. 2, 4, 48. n. 4-
mais acima. (bufcar origem mais alta) Cert. Serm.
2, 402, 1. mais longe ou de mais longe. (o mesmo)
TELL. Chr 2, 12, 2. F. DE MENDOÇ. Serm. 2., 272, 5-
Tomar as...do telhado (recebelas) ORDEN. DE D. Man.
I, 49. Trasbordar a... PAEZ. Serni. 2, 185, 4. M. BERN.
Luz e Cal. 1, 9, 211. Trazer...abf. Das maquinas.
FR. GASP. DA CRUZ, Tr. 10, 5,ao feu moinho. Met.
(fazer o feu partida bom, bufca a fun conveniencia) CAN-
CION. 130. 1. Trazer as agoas à mão de huma para on.
tra coufa (tirar ou aproveitarfe de buna para a outra)
SA' MIR. Cart. 4, 23. Trazer... no bico. Met. (conter
malicia ou excitar defconfiança della) FERK. DE VASC. Au-
legr. 1, 8. CAY. Anfitr. Turvar as... CALV. Homil. I,
458. Varrer as... ORIENT. Lufit. 146. Vedar a... Das
cmbarcações (o mefmo que Tomala) CASTANH. Hift. z,
80. Cour. Dec. 7, 8, 1. Ver em alg... de alg. c. (o
mefmo que Entender &c.) FERR. DE VASC. Ulyffip. 2,
8 E vos me perdoaffeis, agoas lhe vi de lhe parecer,
que ifto quererião fer amores. Vertcr... Dos rios, telha-
dos, &c. ORDEN. DE D. MAN. 1, 49. BARREIR. Chorogr.
140 .10 mar. Dos rios. ARR. Dial. 4, 30. Vir pe-
la... abaixo. (vir na cheia) D. F. MAN. Cart. 4, 90.
Viver como o peixe na... (o mefmo que Eftar be.) Vi-
EIR. Serm. 2, 11, 2. n. 338. CHAG. Obr. 1, 2, 11.
Agoa, agoa. Fórm. de pedir foccorro nos incen-
dios. ACAD. DOS SING. 1, 6. Son. Gritando logo goa,
agoa outra vez, que estou perdido A toda a preffa pi-
que o fino a fogo. o
Agoa, Deos, agoa, que arde a poufada. Form.
de implorar o auxilio Divino nos grandes rifcos e perigos.
GIL VIC, Obr. 1, 21 Agoa, Deos, agoa,
Que lhe
arde a ponfada.
Agoa abaixo. Seguindo a corrente ou curfo natural
da agoa. Sous. Vid. 2, 18 Sahirão de Trento a 18 de
Setembro, aproveitandofe do rio agoa abaixo, quafi vin-
te legoas.
Agon arriba. Contra a corrente ou natural curfo das
agoas. Luc. Vid. 5, 13 Tres balões bem efquipados, que
follem agoa arriba, té faberem &c. ESTAÇ, Antig. 19
4 Que vai da bocca do rio Douro agoa arriba, té quafi
vinte e cinco legoas,
Agoa ás mãos. Agon, com que fe lavão as mãos.
GIL Vic. Obr. 1, 41 Ora fus venha agoa ds mios.<noinclude></noinclude>
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<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>A GO
ALBUQ. Comm. 1, 28 Mandoulhe hum bacio de prata
de agoa às mãos.
Agoa de mão. Agoa de poço, que precifa trabalho
para fe tirar. M. BERN. Floreft, 2, 3, 135, A E o pai
the deo huma [terra] que tinha agoa de pé, e de mão.
Agoa de pé. Agoa de fonte e corrente. M. BERN.
Floreft. 2, 3, 135, A.
Agoa vai. Voz on final, com que fe avifa quem vai
paffando pela rua, de que fe lança fora agoa ou alguma
immundicia. PREST. Aut. 45 Mo. Agoa vai. Es. Pezar
de meu pai Agoa vai, depois de vinda, Não ha hi
dizer guardai, Ora a loba vai bem linda.
A mefma expressão inculca o pouco preço da confa,
a que fe applica. CEIT. Serm. 1, 234, 2 O fangue,
que de preciofo e Divino não tinha preço, tratárão com
tão pouco refpeito, como quem diz, agoa vai.
Interjeição de quem fe admira, de quem zomba, de
quem fe defempulha. BLur. Vocab. Suppl.
Agoa vai (não dizer ou fem dizer) Fórm. que fe
applica aos fucceffos contrarios, fubitos ou inesperados.
MACHAD. Cerc. 1, 21 O pelouro, quando fahe, Não
vai dizendo agoa vai.
Agoas vertentes de hum a ou para outro fitio. To-
do o espaço, que a agoa corre, ou pode correr, de huma
até outra parte. BRIT. Chr. 3, 13 E dahi agoas verten-
tes do Couto para Tavora. 5, 16 Do alto do monte
da Mendiga agoas vertentes ao mar.
Ao longo da agoa. Segundo a mefma direcção da
agoa. MEND. PINT. Peregr. 128 Vendo muitas povoações
e lugares grandes, que cftavão ao longo da agoa. Sous.
Hift. 1, 2, 1 Fabricado [o tumulo de Santa Iria] nas
entranhas do rio, defronte do arrabalde da ribeira". . .
ao longo dagoa.
Ao lume da agoa. Met. Claramente, defcobertamen-
tc. FERR. DE VASc. Ülyflip. 5, 8 fflo, fenhor, vai mais
ao lume d'agoa. FR. BERNARD. DA SILV. Defenf. 1, 9 De
que ferve levantar teftemunhos tanto ao lume d'agua.
Ao fom da agoa. Com a corrente da agoa. Das em-
barcações. ALBUQ. Comm. 3, 25 E deixaváonos ir [os
barcos ao fom da agoa pelo rio abaixo.
Claro como a agoa, ou mais claro que a agoa.
Form. de affeverar, a certeza ou evidencia de alguma cou-
fa. VIEIR. Hift. do Fut. 10, 204 Quando queremos enca-
crecer huma coufa de muito clara, dizemos que he clara
como a agoa, porque não ha coufa mais clara. D. F.MAN.
Apol. 443 Na verdade que mais claro que a agoa, que
la manou da fonte, he o o exemplo, que deffe gracio-
fo fucceffo corre para nós todos.
Como agoa em cefta. Fórm. de intimar a pouca
ou nenhuma fegurança, em que fe julga alguma coufa,
principalmente o fegredo. PREST. Aut. 27. Fe. Não faiba
ninguem de ti, Que he. Es. Como agoa em cefta.
Com ou em agoa e fal (cozido ou feito) Dos gui-
zados. Cozinhado fem o proprio e devido tempero. F. ALV.
Inform. 43 E hi nos derão de comer couves cozidas do
outro dia... fem nenhum outro adubo, fenão cozidas com
agoa e fal. BRIT. Chr. 6, 6 Vendo o monge hum dia
ao Santo Arcebifpo eftar comendo hum pouco de polme
de farinha feito com agoa e fal, e lembrandolhe &c.
Mais neceffario, que a agoa e o fogo. Fórm. de
exprimir a indifpenfavel neceffidade de alguma coufa.
LEão, Defcrip. 12 E como efte elemento feja fempre
táo neceffario a todos os animaes, fe dixe por refrão,
por a coufa, que de nenhuma maneira podemos efcufar,
fer mais neceffaria, que a agoa e o fogo.
Agoa envolta. Mct. Tentpo inquieto e revoltofo. BARR
Dec. 3, 4, 5 Determinou naquella agoa envolta, co
mo dizem, vêr fe dos rendimentos, que tinha recebidos
das terras, the podia ficar alguma coufa na mão. GUER.
REIR. Rel. 3, 1, 5 Os Governadores não fe contentarão
nefta agoa envolta com entenderem fómente com os fol-
dados, mas tambem começárão a entender com os do
povo.
Agoa maior, Preamar. M. DE FIOUEIRED. Hydrogr.
15 Podemos dizer que he preamar, ou maior agoa, a que
os marcantes chamão montante.
Agoa menor. Baixamar. M. DE FIGUEIRED. Hydrog
15 Podemos dizer feguramente, que he baixamar ou me
nor agoa, a que os mareantes chamão jufante,
Agoa. Chuve, GIL Vic. Obr. 3, 170 E trouxeřáo
logo os ventos Agoa, que fe requeria Pera todos man-
timentos. CE:T. Setm. 1, 76, 4 Já verieis ... em tem
po de trovoada vir hum efcuro tão grande, que cuida-
reis que fe desfaz o céo em agoa. ALV. DA CUNH. Cam
panh. 36 Noite rigorofiflima de agoa.
Agoa de trovoada impetuofa. A que coftuma vir a-
companhada com trovões, pafa depreffa. FR. THOM. DA
VEIG. Confid. 1, 1, 14. n. 3. A ira arrebatada he co-
mo agoa de trovoada impetuofa,que pafla logo.
Verb. Chover o ceo lanças de... VIEIR. Serm. 7,
14, 4. n. 500. Chover, fe Deos dá agoa. (chover em grande
abundancia) MoR. Dial. 3, 29. Coar Abril fua...(chover
brando e mindo, como ent Abril acontece) FERR. Poem. Ecl.
Quando Abril fua agoa branda cos. Desfazerfe o ceo em
...(chover copiofamente) S. ANN. Chr. 3, 28, 765. Pu-
RIF. Chr. 1, 3, 1. §. 3. Desfazerfe a nuvem em... FER-
NAND. GALV. Serm. 2, 17, 3. Sobrevir grande cópia de...
BRIT. Chr. 1, 25. Trazerem os ventos... GIL Vic. Obr.
3, 170. Virenfe as nuvens abaixo com... (chover em grau-
de abundancia) BRIT, Chr. 6, 17.
Agoa, Choro, pranto, lagrimas. Azur. Chr. 3, 102'
Que nom fe encheffem feus olhos de agoa. BERN, Lim,
Ecl. Bem fei que falecêra em tanta mingoa A trifte
voz á lingoa, os olhos agoa. LOBAT. Palm. 5, 20 Com
os olhos arrafados d'agoa.
Verb. Arrafaremfe a alg. os olhos de . . . MEND.
PINT. Peregr. 30. Brotarem pelos olhos fontes de... BRIT.
Chr. 4, 4. Cobriremife os olhos de. BRIT. Chr. 5, 21.
Encheremfe a alg. os olhos de .. BERNARD, RIB. Menin.
1, 19. Eftilarem os olhos... Luz, Serm. 1, 83, 3. Fa-
lecer aos olhos. FERR. Poem. Eleg. 9. Fartar (não) os
olhos de... FERR. Poem. Son. 2, 25. Verterem os olhos
S. ANN. Chr. 2, 18, 383. Verter agoas dos olhos. Lo-
BAT. Palm. 5, 38.
Agoa. Suor. CORT. R. Nauft. 9, 90 E na robufta
fronte huma agoa groffa Cahindo the faz fèa a cata-
dura.
Soro, que fe fepara da masa do fangue, on fe ge-
ra por docuça no corpo dos animaes. A. DA CRUZ, Re-
copil. 1, 6 Na qual cavidade] recebem a ourina, que
he a agoa ou foro do fangue. AzEY. Cortecç. 2, 3, 220
Para expellir fóra [do corpo] toda a agoa immunda.
MORAT. Pratic. 3, 3, 3 As rans vivas são remedio admi
ravel para attrahir agod dos hydropicos.
Licôr, que lanção as arvores, quando fe ferem, 016
quando fe poe. ao fogo. A. DA CRUZ, Recop. 2, 11 E
tambem he boa aquella agoa, que chorão as vides, quan-
do fe queimão. SANT, Ethiop. 1, 3, 10 Parece leire de
vaccas mui alvo ou de amendoas, e com cfta agon fe
faz o arroz de leite táo bom, que &c.
Medico de agoa doce. Medico pouco babil, e que Licor artificial efprimido de algumas plantas ou dro-
fó receita remedios communs e de nenhum effeito. Azzv.
Correcc. 2, 3, 202 Porém não deixarei com tudo de
aclarar os olhos a huns certos Mediquinhos d'agoa doce,
que dizem &c.
Poeta de agoa doce. Poeta de pouca habilidade. A-
CAD, DOS SING, I, 1. Romane. Se o conceito não he bom,
E lhe acharem pouca graça, O Poeta he de agoa doce.
Poragoa e fogo. Por grandes perigos e trabalhos.
FERR. Poem. Cart. 2, 9 Que aproveita o que ajunto, o
que edifico, Por agoa e fogo, pondo a vida a preço,
Se quanto ajunto mais, mais pobre fico.
Agoa. Mar. CASTANH. Hift. 1, 68 E certo que cra
coufa de grande efpanto vêr tamanha multidão de imi-
gos por agoa e por terra, que tudo cobriáo. CAN. Luf.
6, 14 Acompanhado [Neptuno] Das Ninfas, que, fe
eftão maravilhando De ver que, commettendo tal ca-
minho,
Entre no reino d'agoa o rei do vinho. VEIG.
Laur. Ecl. 2 As cytharas tocárão Hum da agoa, outro
da terra, gas, ou tirado por deftillação, on compofto. de diverfos fucfos. A. DA CRUZ, Recup. 2, 7 E darlhe agon de pão das Antilhas, ou da falfa. Monar. Pratic. 1, 4, 3 O remedia mais eficaz para tirar do accidente he.agoa eftillada das nozes nofcadas. VIEIR. Serm. 5, 13, 3. n. 439 Que erão as agoas de cordova, ou de ambar daquelle tempo.
Agoa de Angeles. Agoa de cheiro fuavifimo pela
mistura de varias agoas cheirofas com deftillação de an-
bar, almifcar, algalia, &c. GRAN. Comp. 3, 13 Como
agoa d'augeles, a qual afli como he eftillada de diverfas
hervas cheirofas, alli tem diverfas fuavidades e cheiros.
Sous. Hift. 1, 3, 16 Communicavalhe o Rei da gloria
aquelle Divino cheiro dos ambares, e agoa de angeles
das boticas celeftiaes.
Agoa ardente. Vej. Agoardente.
Agoa benedicta. Agod da infusão de Quintilio, e
de crocus metallorum. CABREIR. Tr. Unic. 2 Agoa benedi-
Ha de Rolando, onça e meia. CuRY. Polyanth. 2, 22,<noinclude></noinclude>
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AGO
177. n. 14 Dando primeiro que tudo tres onças de agoa
benedicta vigorada.
Agoa de cevada. A em que fe cozeo cevada até
ficar alvacenta. MADEIR. Meth. 1, 7 As puftulas, fe la-
vem com agoa de cevada, fal e açucar ou mel. MORAT.
Luz, I, 10 Para refrefcar, humedecer, abfterger . . .
agoa de cevada.
Agoa ferrada. A em que fe lançou buma ou mais
vezes hum ferro em vraza. CABREIR. IT. Unic. 2 Se for
primeiro cozida a gallinha] em agoa ferrada. MORAT.
Pratic., 4, 2 A bebida feja agoa ferrada.
Agoa de flor. Agoa deftillada de flor de laranja.
D. F. MAN. Cart. 5, 38 Serão como borrifos de agua de
for. MORAT. Febr. 32 Agoa de for duas onças.
Agoi fórte. Efpirito de nitro corrofivo ou diffolven-
te dos metnes. FILIPP. NUN. Art. de Pintur. 66 Tres onças
de agoa forte. MADEIR. Meth. 2, 38, 2 Como efta agon
[forte] he fogo potencial, faz a meíma obra, que o
actual.
Agoa Imperial. Agoa deftillada de noz nefcada,
cafca de cidra, cravo, folhas de loureiro, comilbo, man-
gerona, falva, alecrim, alfazema, flor de laranja, bc.
BLUT. Vocab. Suppl.
Agoa de Inglaterra. CABREIR. Tr..Unic, I Tornando
a repetir. a fezão com os mefmos fymptomas, fe ufará
nella de agoa de Inglaterra.
Agoa mel. A que fe lança nos favos, depois de fe
the efpremer o mel, ou a em que fe desfaz qualquer por-
ção de mel para fe adoçar. MADEIR. Meth. 1, 7 As puf-
ulas fe lavem... com agoa falgada, ou com agoa mel.
MORAT. Pratic. 3,72 Convem primeiro preparar os
humores acres e vifcofos com agoa mel.
Agoa pé. Licor, que corre do pé da uva repizada
no lagar com miftura de agoa. GIL Vic. Obr. 5, 161 E
irei pois mais não pude N'hum quarto por atafide,
Que não tiveffe agoa pé. CONST. DE MIR. 14, 1 E o
vinho ferá bom, limpo, e que não feja vinagre, mof-
to, nem agon pé.
Agoa da Rainha de Hungria. Agoardente deftillada
com flores de alecrim, inventada para remedio de huma
Rainha de Hungria. BLUT. Vocab. Suppl.
Agoa Regia. Efpirito ácido compofto do de fal ma-
rinho, e de nitro. Diffolve o ouro fem tocar na prata.
BLUT. Vocab.
Agoa rofada. Agoa deftillada de rofas. CABREIR.
Peft. 2 Huma pouca de agoa rofada. Monar. Luz, 2,
70 Oxitodino. fe faz de oleo tofado, e agoa rofada
com humas gottas de vinagre.
Agoa ruça. Subftancia parda, que efcörre da azei-
tona do lagar antes de fe fazer o azeite. MARTYR. Ca-
thec. 1, 26 Procuremos com paciencia, e obediencía, e
amor de Deos fer azeite bello, digno do céo, e não
agoa ruja defprezada e lançada fóra.
Met. FERR. DE VASC. Aulegt. 1, 2 Meu amo naf-
ceo no Planeta Mercurio, que he fer neutral, nem pe-
ga nem gavião, e eu fou agod ruça da fua difcrição.
Agoa fecca, chamão alguns Chimicos ao falitre.
BLUT. Vocab.
Agoa baptifmal ou de baptifmo. Baptifmo facra-
mental. RESEND. Chr. 155 Lhe pedio muito por, mercè,
que the mandaffe logo Frades e Clerigos, e todas as
coufas neceffarias pera elle e os dos feus Reinos receberem
agoa do baptifmo. PAIX. DE JES. CHRIST. 29, 37 Pola obe-
diencia do fegundo Adão todos os que nacem delle po-
la agoa do bamifmo são juftos. CEIT. Serm. 2., 209, 1
Onienino, que lavado na agoa baptifmal, fem mais
ufo de razão foi ao céo.
Verb. Banbar as almas com as...(baptizar) V-
EIR. Serm. 8, 333 Quantas mais erão as almas, que con-
vertia, tanto maiores erão os exceffos, com que o de-
fejo de banhar com as agoas do baptifmo as outras o a-
pertava. Dar a alg.... (baptizalo.) Govv. Jorn. I, 1.
BT. Mon. 7. c. 27. Lavar alg. com a.. (o mesmo)
CARDOS. Agiol. 1. Advert. 8, 35. nd.CEIT.
Serm. 2, 209, 1. Metter na...(o mefmo) MARTYR.
Cathec. 1, 91. Pedir a BRIT. Chr. 4, 14. Receber
a... (baptizarfe) ORDEN. DE D. MAN. 2, 42. BARR.
Dec. 1, 3, 1o. Ter a...(fer baptizado) BARR. Dec. 3,
7, 11. Tomar a... (baptizarfe) GOES, Chr. de D.
Man. 1, zo. BRIT. Mon. 2, 7. c. 25.
Agoa bemdita. O mefmo que Agoa benta. CARDOS.
Agiol. 1, 68.
Agoa benta. A que benze a Igreja com determina-
das ceremoniás, para ufo das fuas fagradas funções e
proveito efpiritual dos fieis. Azuk. Chr. 3, 94 Sobre o
qual [altar] foi feito o final da Cruz com agoa benta.
LEão, Defcrip. 12 Como fazemos com a nofla agoa ben-
ta. FERNAND. GALV. Serm. 1, 33, 4 A Igreja fanta he
bum banho, donde com, agoa beuta fe tirão as indifpofi-
ções mais leves.
Subft. Guinde de... F. ALv. Inform. 11 E affi eftá
de parte outro Sacerdote com hum guinde de agoa benta.
Hyjope de... Sous. Hift. 1, 6, 7. Pia de... BARKEIR.
Chorogr. 31. Vafo de... BRIT. Chr. 2, 5.
Verb. Andar entre cruz e... (correr perigo, achar-
fe em risco. Fraf. met. e uf. tirada do moribundo) Afper-
ger...fobre. BARR. Cartinh. Deitar... a. alg. F. ALv. In-
form. 12. Exorcizar com... Luc. Vid. 4, 11. Lancar...
abf. Sous. Vid. 6, 20.- a. FR. A. DE S. Dom. Vid. 11,
2. cm. GIL Vic. Obr. 561 .fobre. M. FERAND.
Alm. 3, 2 2. n. 12. p. 505. Tomar... CARDOs. Agiol.
1, 66 M. FERNAND. Alm. 3, 2, 4. n. 49. P. 423.
Agoa ou agoa commua. Volat. Efpecie de enfermi-
dade, que coftumão padecer os falcões. FERNAND. FERR.
Art. 4, z Como fe cura a agon communi do falcão, que
não he vidrada. Adoecem [os falcóes] de agoa le-
ve de curar.
Agoa de S. João. Prov. DA HIST. GEN. 2, 446.
Em cima da cobertura huma femente d'alcachofre com
agoa de S. João, péza dez marcos.
Agoa marinha. Certa pedra preciofa. Vej. Beryllo.
Agoa vidrada. Volat. Efpecie de enfermidade dos fal-
coes. FERNAND. FERR. Art. 4, Efta agoa fe gerz na ca-
beça do falcão, e fe chama vidrada, por fer tão groffa,
que tapa as ventas ao falcão, e he como mormo, e hu-
ma das peores enfermidades, que acontece ás aves.
Agoas. pl. Correntes das fontes ou rios, particularmen-
to para regar as terras, pomares, hortas, &c. Sous. Hift.
13, 12 (Provisão de izo0) Faço faber, que eu recebo
em minha guarda e em minha encommenda e fob meu
defendimento o meu molteiro e convento dos Prégado-
res do Porto e feus homens e fuas agoas, e todas as
coufas, que pertencem a efte mofteiro.
1,313
Deo pera a cafa duas agoas de huma herdade faa
Mar. Cax. Luf. 1, 28 Nas agoas tem paffado o
duro inverno. A. GALV. Tr. 2 Por onde não ha ventos
tão deftemperados, que alevantem as agoas, nem as fa-
ção foberbas. CARN. Rot. da Ind. y6 E vereis logo
que as agoas vão muito manfas e ponteadas, que logo
moftráo irem em voffo favor.
64.
Agoas do mar. PAIV. D'ANDRAD. Exam. 7,
Agoas cruzadas. Mar tempeftuofo, e, revolto. MEND.
PINT. Peregr. 53 Como o efcuro era grande, o tempo
muito frio, o mar muito groffo, o vento muito rijo,' as
agoas cruzadas, &c.
Agoas envoltas. Met. Tempo de perturbação. PURIF.
Chr. 1, 3, 2. $: 8 E pera que no meio das agoas en-
voltas o pudeffe fazer mais a feu falvo deo ordem,
dizem; a cfta entrada dos Barbaros no Reino.
Agóas mortas. A menor enchente da maré nos quartos
da lia. CASTANH. Hift. 8, 199 Até ferem agoas vivas,
com que pudeffe nadar [a albetoça ] porque por feu grande
pezo o não podia fazer com agoas mortas, CARR. Rot.
da Ind. 24 Ifto fe entende de preamar de agoas vivas,
porque de agoas mortas, nenhuma embarcação de ga-
vea entra nem fahe. CARV. Via, 2, 1, 17 Defde efte
mez [de Julho] as enchentes vão fendo menores até o
mez de Janeiro, em que he a menor enchente, que he
quando o fol e a lúa fe ajuntão no Signo de Capricor-
nio, e a cíta enchente chamão agoas mortas.
Agoas quebradas. Maré mais pequena. CASTANH.
Hift. 357 E por o jungo fer grande, não pôde paffar
do banco... porque erão já as agoas quebradas, e foi
forçado efperar polas vivas. BARR. Dec. 2, 6, 5 Elfto
por as agoas ferem mui quebradas, de maneira que foi
neceffario efperar que vieffem as vivas com a lúa ho-
va.
vas grande enchente do mar no tempo
Agoas vivas. A
dos equinoccios, e nos novilunios eplenilunios. FERN. Lor.
Chr. de D. J. T. 1, 139 Aos vinte e fete dias daquel-
le mez de Agofto, que ferião as agoas vivas. VAL DE
SA', Regim. 19 Aquellas marés, que em cada mez fo-
brepujão mais, e são mais crefcidas, que todas as ou-
tras, chamão os navegantes agons vivas. CARY. Via 2, 1,
317 Advirtafe que a maior enchente, que acontece no'an-
no, he no mez de Julho, quando o fol e a lúa cftão
no figno Cancro, e a efta enchente chamão agoas vivas.
Agoas. Chuva. F. MARC. Chr. (r, 2,12 Em quan<noinclude></noinclude>
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 20 AGO to era tão grande inverno de tormentas, e agoas, e frios. Sous. Hift. 2, 6, 12 Com efta efcrevo ao Duque de Bam- ba, e ao Capitão D. Lourenço Vieira de ordem com toda a brevidade, pera que antes das agoas fejais nefta Corte. D. F. MAN. Apol. 56 Como a chuva, que chamão mo- lha parvos, faz mais damno, que as agoas groffas. Agoas quentes. Caldas, certas agoas, que paffando por mineraes, contrabem calor ou alguma virtude medicina...
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AGO
to era tão grande inverno de tormentas, e agoas, e frios.
Sous. Hift. 2, 6, 12 Com efta efcrevo ao Duque de Bam-
ba, e ao Capitão D. Lourenço Vieira de ordem com toda
a brevidade, pera que antes das agoas fejais nefta Corte.
D. F. MAN. Apol. 56 Como a chuva, que chamão mo-
lha parvos, faz mais damno, que as agoas groffas.
Agoas quentes. Caldas, certas agoas, que paffando
por mineraes, contrabem calor ou alguma virtude medicinal.
BARREIR. Chorogr. Ded. Achou no deferto as agoas quen-
tes, de que os homens depois fe aproveitárão no ufo da
Medecina contra muitas enfermidades.
Agoas ou Agoas do rofto. Confeições liquidas, com
que as mulheres lavão feus roftos para os aformo fear.
FERR. Brift. 2, z Enfinolhes mezinhas pera os cabellos,
agoas pera o carão. MEMOR. DAS PROEZ. I, 21 Porque
ella feria de cincoenta annos, cafo que com as agoas
e confeições fe refrefcava em modo que parecia de qua-
renta. D. F. MAN. Cart. de Guia, 14 Humas, que
vendem dixes, agoas do rofto, &c.
Agoas. Lagrimas. CAM. Eleg. 10, 5 A quem fe de-
vem Agoas não fó, do damno a recompenfa. Fx. MARC.
Vid.
II Correntes agoas lançavão meus olhos, por-
que não guardáráo a vofla lei. FERNAND. Palm. 3, 70
Começou a paffear a vifta daquellas agoas, alimpando
de quando em quando as que dos olhos the cahião.
Verb. Acudirem... aos olhos a alg. Sous. Lagr.
Alimpar as... FERR. Poem. Caftr. 1. FERNAND.
Palm. 3, 70. Arrebantar em... Dos olhos. ORIENT.
Lufit. 48 y. Deitarem os olhos... CARD. INF. D. HENR.
Medir. 46. Deitar... dos olhos ORIENT. Lufit. 97 .
Derramar... do peito. ORIENT. Lufit. 37. por alg.
Luz, Serm. 1, 113, 2. Deveremfe... a alg. (dever
fer chorado) CAM. Eleg. 10, 5. Efpalhar... Dos olhos.
ORIENT. Lufit. 16. Eftillar... CAM. Eleg. 1, 4. Lança-
rem... os olhos. FR. MARC. Vid. 4, 11. Lançar o cora-
ção desfeito em... OMENT. Lufit. 47 y.
Agoas. Ondas de certas qualidades de fédas, affim em-
prenfadas, que as reprefentão, como: melania, chamalote,
b. FEST. NA CANON. 31 O veftido de chamalote d'a-
goas, ouro, e azul. Liss. Jard. 600, 4 Delles [cabellos
de cabra] fe fazem os chamalótes de agoas. ACAD. DOS
SING. 2, 15. Oraç. Veftia efte de chamalóte de agons.
Dizfe dds cabellos. Luz, Serm. 2, 154., 4 Hu-
ma madexa grande de cabellos lançada polos hombros,
faz humas ondas, humas agoas, huns efcuros e claros,
que fe parece, com os rios.
Das madeiras. FR. GASP. DA CRUZ, Tr. 6, 7 E
ha alguma [middeira em branco tão linda, e tão apra-
zivel a vifta, com humas agoas adamafcadas, quafi côr
douro &c.
Med. Ourinas. GIL Vic. Obr. 4, 248 Mas ha de
faber quem curar Os paffos, que dá huma eftrella,
E ha de fangrar por ella, É ha de faber julgar
agoas n'huma panella. ESTAT. DA UNIV. 3, 55, 3 E alli fa-
Tao Lente de Medicina] a fegunda vifita de todos os
enfermos da Cidade, e fóra della, que acodirem, e lhes
verá as agons. VIEIR. Cart. I, 55 Por não ferem [os
crefcimentos] reconhecidos dos Medicos, e as agoas mof-
rtarem cozimento, me deixárão paffar oito dias fem ap-
plicar remedio.
Epith. Turvas. MADEIR. Apol. 1, 4. Vermelhas. MA-
DEIR. Apol. I, 4.
Ver as agoas. Obfervalas medicamente, para tirar
algum final da enfermidade. CONST. DE EVOR. 2, 10. Ef-
TAT. D. UNIV. 3, 55, 3.
Vener agoas. uf. e vulg. Urinar.
Agoas. Archit. CEIT. Serm. 1, 247, 3 A cafa
diz fer de fete goas, ou de fete naves. Cour. Dec. 8,
1, 33 Que erão os telhados] de quatro agoas.
Agoas furtadas. PIT. PER. Hift. 2, 9, 24 Or-
denandolhe [à Igreja] hun: telhado a meas paredes,
com agoas furtadas, que fe não via de fora.
T. de Ourives. Apparencias de agoas ou ondas, que
fe encontrão nas pedras preciofas, perolas e aljofares.
ORT. Colloq. 35, 139 O aljofare, que de ca vai, c
as perolas, he groffo e. redondo, e em toda perfeição,
e o que de lá vem das Indias de Caftella] são huns
bárrocos, mal afeiçoados. e não redondos, e com agoas
mortas. M. GODINH. Rel. 15, 87 As perolas defta para-
gem fe avantajão a todas as de outras partes, ali na
fineza, como nas agoas, grandeza e proporção.
Adag. A god he fria, mas mais o he quem com
ella convida. DELIC. Adag 60.
A agoa o dá, a agoa o leva. Visin. Serm. 10. do Rof.
26, 8, 424.
A agoa tudo lava. BLUT. Vocab.
155
Abril agoas mil, coadas por hum mandil. Detic. Adag. 4.
Abril agoas mil, e em Maio tres e quatro. DELIC. Adag.
184.
Agca ao figo, e á pera vinho. Der:c. Adag. 120.
Agoa colhe em joeira , quem fe crê de ligeira. Biur.
Vocab.
Agon de Agofto, açafrão, mel e mofto: DeLic. Adag. 4.
Agoa de Fevereiro mata o enzeneiro. DELIC. Adag. 4.
Agoa de Janeiro todo o anno tem concerto. BLUT. Vo
cab.
Agoa de Maio, pão para todo o anno. DeLic. Adag. 4.
Agon de Março peor he que nodoa no fato. DELIC. A
dag. 4.
Agon de S. João tira vinho e não dá pão. DeLic, Adag. 4.
Agea de ferra, e fombra de pedra. DaLic. Adag. 120.
Agoa de rorvão n'huma parte da e n'outra não. HERN.
NUN. Refran. 4.
Agoa e pão comida de cão. BLUT. Vocab.
Agoa fria e pão quente nunca fizerão bom ventţe. DE-
LIC. Adag. 120.
Agon fria farna cria. DELic. Adag. 120.
Agoa molle em pedra dura canto dá até que fura HERNA
NUN. Refran. 4 .
Agoa, que deres a teu fenhor, não a olhes ao Sol. Dr.
LIC. Adag. 120.
Agoa roxa farna efcoxa. DeLic. Adag. 120.
Agoa falobra na terra fecca he doce. DELIC. Adag. 26.
Agoa fobre agoa ncm çuja, nem lava. DELIC. Adag. 61.
Agoa fobre mel fabe mal e não faz bem. DeLic. Adag.
120.
Agoa vertida não he toda colhida. DeLic. Adag. 61.
Ao moinho vai a agoa. HERN. Nur. Refran. 54.
A quem Deos quer dar vida agoa fria on agoa da fon*
te the he mezinha. Cour. Dec. 4, 4, 10.
As agoas defcem ao mar, e todas as coufas ao feu na-
tural. BLUT. Vocab.
Behedice de agoa nunca fe acaba. DELIC. Adag. 44.
Branca geada imenfageira d'agoa. BLUT. Vocab.
Bufcar agoa em fonte fecca. BLUT. Vocab.
Chama huma agoa a outras agoas, hum erro a muitos
erros. BERNARD. RIB. Menin. I, '23.
Com agoa e com fol Dèos he o creador. DELIC. Adag. 5.
Com agua paffada não moc o moinho. DELIC. Adag. 63.
Curuja de terão, agoa na mão. FERR. DE VASC. Ulyip.
1, 1. DELIC. Adag. 6.
Da agoa manfa te guarda, que da rija ella te apertara.
DELIC. Adag. 159.
De longe vem agoa ao moinho. HERN. NUN. Refran: 31.
Dia de S. Vicente toda a agca he quente. DaLic. Adag.
181.
Fazer bem a velhacos he deitar agoa no mar. DELIC.
Adag. 44.
Gato efcaldado d'agoa fria ha medo. EUFROS. 1, 3. FERR.
DE VASC. Ulyflip. 5; 7.
Geada fobre lama agoa demanda. HERN. NUN. Refran.
50 v.
Grande calma, final d'agoc. Brur. Vocab.
Horta fem agoa, cafa fein telhado. BLUT. Vocab.
Huma agoa de Maio, e tres de Abril valem por mil.
DELIC. Adag. 8.
Já que a agoa não vai ao moinho, vá o moinho á agoa.
Dec. Adag. 65.
Jurado tem as agoas, que das negras não fação alvas.
EUFROS. 3, 6: DELIC. Adag. 127.
Levar agoa ao mar. BLUT. Vocab.
Lúa com circo agoa traz no pico. HERN. NUN. Refran.
65.com circo
Mais apaga boa palavra, que caldeira d'agoa. Detic.
Adag. 88.
Mais val agoa do céo, que todo o regado. DELIC. A-
dag. 9.
N'agoa envolta p fca o pefcador. EUFROS. 2, 4.
Não digas defta agoa não beberei, nem defte pão come
rei. EUFROS. 2, 7. LOB. Ecl. 4.
Não poffo ter a bocca chea d'agoa e affoprar o fogo.
BLUT. Vocab.
Não te fics em villão, nem bebas agoa de charqueirão.
DELIC. Adag. 126.
Neve fobre lama agoa demanda. DELIC. Adag. 27.
Onde fobeja a ago, o gofto falta. DeLic. Adag. 127.
Por S. Vicente toda a agoa he quente. DELIC. Adag. 12.
Quando o dio não faz ruido, ou não leva agoa, ou vai
ciefcido. DELIC. Adag. 13.<noinclude></noinclude>
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 256 AGO Quanto mais agoa, mais fede. SA' DE MIR. Cart. 5; 20. Queimada a cafa, acode com agoa. BLUT. Vocab. Quem tanta agoa ha de beber, ha mifter de comer. DE- 11c. Adag. 63. Quem cre de ligeiro, agoa recolhe no feio. BLUT. Vocab. Quem tem vida, a agoa fria lhe he mezinha. DELIC. A- dag. 129. Se queres agoa limpa, tiraa da fonte viva. DELIC. Adag. 127. Sol roxo, agoa a olho. DELIC. Adag. 15. Tanto dá a agoa na pedra, até que quebra....
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AGO
Quanto mais agoa, mais fede. SA' DE MIR. Cart. 5; 20.
Queimada a cafa, acode com agoa. BLUT. Vocab.
Quem tanta agoa ha de beber, ha mifter de comer. DE-
11c. Adag. 63.
Quem cre de ligeiro, agoa recolhe no feio. BLUT. Vocab.
Quem tem vida, a agoa fria lhe he mezinha. DELIC. A-
dag. 129.
Se queres agoa limpa, tiraa da fonte viva. DELIC. Adag.
127.
Sol roxo, agoa a olho. DELIC. Adag. 15.
Tanto dá a agoa na pedra, até que quebra. FERR. DE
Vasc. Ulyllip. 2, 4. GUERREIR. Rel. 1, 1, 18.
Vá o rio por onde vão as agoas. ORIENT. Lufir. 46.
{{lema|AGOACEIRA}}. s. f. Copia de egoa on confa liquida, que
fe mette no estomago, e fe reputa indigefta, ou damnofa.
Azev. Correcç. 2, 1, 8. p. 76 Só para encher os efto-
magos dos pobres enfermos de agoaceiras.
{{lema|AGOACEIRO}}. s. m. Nuvem efcura e prenbe de agoa. VIEIX.
Serm. 4, 9, 5. n. 334 Vedes lá vir hum agoaceiro efcu-
ro mais que a mefma noite: que negrum: he aquelle ?
Não he mais que agoa e nuvem.
Chuva fubita e violenta, porém de pouca duração.
ALBUQ. Comm. 1, 8 Começou o vento a ventar tão ri-
jo, e com tantos agoaceiros, que &c. D. G. COUTINH.
Jorn. 16 Acompanhado [vento] com agoaceiros, tro-
vões, fuzis tantos e táo efpeffos, que &c.
{{lema|AGOACENTO, A}}. adj. Muito liquido, delgado e cheio de
particulas aquofas. Azzv. Correcç. 2, 2, 106 Enchimen-
to de fangue ferofo, agoacento, hychorofo e podre.
{{lema|AGOADA}}. s. Provisão de agoa doce, que fe carrega nas
embarcações. BARR. Dec. 1, 4, 4 Por confelho do Mou-
ro piloto, que prometteo levar de noite a gente a lugar,
aonde fizeffe agoada. Arxuq. Comm. 1, 27 E forão fe
pôr [os Mouros] fobre os poços, que eftavão fóra da
Villa, e dalli lançavão galgas à nofla gente, que andava
fazendo agoada. CASTR. Ulyff. 7, 87 Irá fazer agoada o
grão Saldanha No tormentorio cabo.
Fazerem as fontes e rios agoada a alg. VIETR. Serm.
8, 451 Outras [vezes] os levava a ilhas e cóftas não co-
nhecidas, onde as fontes e os rios lhe fazião agoada.
Pl. BARR. Paneg. 16, 312 Podião tomar muitos re-
frefcos e fazer muitas agoadas.
Agoada. Lugar, onde fe faz provisão de agoa doce
para as embarcações. CASTANH. Hift. 1, 25 E the foi moftrar
huma fermofa agoada, que nafcia antre huns penedos.
PINT. PER. Hift. 2, 29, 78 Entre os quaes [remei-
ros] fe achou hum piloto, que lhe moltrou huma agoada.
CORT. R. Naufr. 1, 103 y Determinão bufcar hum gran-
de rio Que de Lourenço Marquez tinha o nome,
Onde agora ficou já pera fempre, Agoada de boa
aos navegantes.
paz
Pintur. As cores de negro e branco, com que fomente
fe pintão as figuras, fombras e luzes: cu debuxos tira-
dos com outra qualquer tinta fo por fi. BLUT. Vocab. Suppl.
{{lema|AGOADEIRAS}}. s. f. pl. Volat. FERNAND. FERR. Art. Ad-
vert. As agoadeiras fe chamão todas aquellas [pennas] que
acompanhão as azas [do falcão e mais aves de rapina]
até ao cabo.
Capa agoadeira. Vej. Capa.
{{lema|AGOADEIRO}}. s. m. O que tem o officio de acarretar agoa
para ferviço das cafas. FERR. DE Vasc. Aulegr. 5, 3 E
tereis nella hum agoadeiro pera vós, e voffos amigos.
TELL. Chr. I, 2, 22. n. 8 Era muito pera vêr quantos
por fe defprezar fervião de carreiros, e agoadeiros. M.
FERNAND. Alm. 2, 1, 5. n. 39 Efte [caftigo] foi depu-
taremnos pera agoadeiros perpetuos, e cortadores de le-
nha pera o ferviço dos Ifraelitas.
{{lema|AGOADILHA}}. s. f. Sorofidade, fluido linfatico, que fabe
das empolas, bolhas, &c. MADEIK. Meth, 1, 35, 2 E de-
pois que levantar empölas, abriofe [os tumores] pera
que fe vafe aquella agoadilba. Gaist. Defeng. 2, 28 Do
mefmo modo cura tambem almorreimas, que não pur-
gão fenão agoadilha, e materia vifcofa. CURY. Atal. 396
Se na parte efcaldada ou queimada houver já algumas
bolhas, fe piquem primeiro as ditas bolhas com hum al-
finete, para fahir a agoadilha.
{{lema|AGOADO, A}}. p. p. de Agoar: Goes, Chr. de D. MAN. 4,
10. HEIT. PINT. Dial. 2, 4, 19. MARINH. Comm. 2, 27.
Dizfe do cabello fino e ralo, por caufa viciofa de
fuas raizes. GRISL. Defeng. 3, 150 Lavando com elle
[avencão] a cabeça, cnche, e faz crefcer o cabello a-
goado.
{{lema|AGOADOR}}. s. m. Regador vafo para agoar ou regar.
BENT. PER. Thef.
O mefmo que Agoadeiro. MEDEIR. Perf. Sold. 24;
68 Sirva de exemplo João Huniades, que de pobre agoa
dor fe vio Principe de Tranfilvania.
{{lema|AGOAGEM}}. s. f. Corrente do mar, ou movimento das agoas,
quando jogão de buma para outra parte, v. g. do nafcente
para o poente. BARR. Dec. 2, 8, 1 Donde fe caufa fa-
zer [o mar] huma maneira de agoagens. Luc. Vid. 9,
15 Aqui fe derão por perdidos, porque naquellas par
tes, por caufa das correntes, e agoagens, a quem falta
o batel, falta a efperança de falvação. VIEIR. Serm. 8,
212 E até o batel... por caufa das agoagens, c corren-
tes pelo muito vulto e pezo, que fazia no convéz, pa-
recco que foffe antes fóra, que dentro na náo.
Med. CURV. Obferv. 18, 3 Se acontecer que efta
agoa falte por caufa das acerbas agoagens, ou por caufa
dos flatos, e rugidos do ventre &c.
{{lema|AGOAMA}}. s. f. Certo pefcado. Efte nome dão os noffos
pefcadores de Lisboa e Cezimbra a alguns peixes e ver-
mes marinhos, que não são bons para comer, e le def-
fazem em muita agoa expoftos ao Sol como são as
altorrecas, o peixe roda, &c. BLUT. Vocab.
{{lema|AGOAMENTO}}. s. m. {{Uso|Alveit}}. Relaxação ou conftipação,
que dd no peito ao cavallo, cu qualquer outra besta, de
forte que difficultofamente fe pode mover, e andar. Procede
ou de demafiado trabalho, ou de ter bebido, eftando fua-
do, ou de outras muitas caufas. REG. Summul. 88 As
meimas caufas, que fazem os agoamentos, tambem fa-
zem os refriamentos, e infufuras. CURV. Atal. 226 Efte
remedio infallivelmente impede todo o fluxo, que cahe
aos pés, porque nunca faltou nos cavallos, ou beftas,
que começão a ter agoamentos.
{{lema|AGOANTAR}}. v. a. e feus derivados. Vej. Aguantar.
{{lema|AGOAPE}}. s. f. Vej. Agoa.
{{lema|AGOAR}}. v. a. Lançar ou misturar agoa em outro liquido.
[Aguar] ant. Auguar. FK. MARC. Exerc. 42, 198
Darvoshei da minha excellentiffima alma vinho verme-
Iho, que vos agoei ; porque, fe puro foffe, e não agoa-
do, feria mais rijo, do que pudeffeis levar. BRIT, Chr.
1, 19 Vinho bebia mui pouco, e tão agoado, que mais
parecia avinhar agoa, que agoar vinho. Sous. Hift. 3,
35 Pediolhe agod clara, pera que feus fervos não dam-
naffem o que de fua mifericordia bebiáo excellentiffi-
mo vinho, agoandoo com o lodo do rio.
Met. Dizie a refpeito do prazer, ou outro qual-
quer bem convertido em mal. LaBAT. Palm. 5, 71 Bem
quizera Barrocante agoar aos Chriftãos o contentamento
daquelle dia com alguma efcaramuça. Orient. Lufit. 15z
O gofto, que me deo [o mundo mais opportuno
Com lagrimas agoando o efta de forre,. Que &c. Sous.
Vid. 4, 7 Não quizeffem com fuas rèzócs pezadas agoar-
Ibe o gofto, que levava daquella mercè de Deos.
E pelo contrario do mal em bem. FERR. DE VASC..
Aulegr. i,7 E porque a companhia faz a pofição mais
doce, e a fortuna leve, quero agoar os enfadamentos do
Paço com ir em cata de Gradrifel de Abreu, que deve
eftar velando feu quarto. PAIV. Serm. 17. Ora como
todo noffo remedio, e noffa efperança efteja em noffo
Senhor agoar noffos males com fua bondade &c.
Banhar , regar, lavar, borrifar com agoa. BARR.
Dec. 2, 8, 3 Cada dia lhe agoavão o coftado [dos na-
vios por não cfvaccerem. CoNST. DO PORT. 76 Mandan.
do varrer, e agoar cada hum fua Igreja. ORIENT. Lufit.
48 Não vês, Pradelio, que fe fecca o monte,
Que agoando eftás com lagrimas dos olhos.
Neutr. Alveit. Ter agoamento, conftiparfe on rela-
sarfe o peito à cavalgadura de forte, que difficultofamen-
te poffa moverfe, e andar. MARINH. Comm. 2, 17 Porque
emmanquecião os cavallos] augoavão, e morrião. GALV.
D'ANDRAD. Art. 3, 12 Os cavallos... agoarão facilmen-
te, ou fe lhe levantará algum humor. D. FERN. DE MEN.
Hift. 3, 84, 181 Paffou a ribeira mais de duas legoas,
fem achar preza, nem fazer mais que perder dezefete
cavallos, que rebentarão do trabalho, afóra muitos a-
goados.
Met. ACAD. DOS SING. 2, 18. Silv. Com não ter
ago, fei que eftás agoando.
{{lema|AGOARDAR}}. v. a. e feus derivados. Vej. Aguardar.
{{lema|AGOARDENTE}}. s. f. Primeiro produto da deftillação, que fe faz do vinho e fuas borras, ou de outra qualquer coufa, que foffre fermentação espiritofa. Agoa ardente. SANT.
Ethiop. 1, 3, 10 O qual [vinho] he muito melhor, que
o primeiro, mais forte e famofo, quafi como agoa arden-
te e embebeda mais. TELL. Hift. 6, 4, 522 O Abuna,
de que acima fallei, appareceo no Reino de Damores.<noinclude></noinclude>
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