Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.47.0-wmf.20 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/359 106 37702 563017 364665 2026-09-16T23:48:10Z Junglk 34905 /* Revista */ 563017 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||DOM JOÃO VI NO BRAZIL|337}}</noinclude>Regencia, correspondendo-se com deputados e geraes das ordens religiosas a tal respeito,e a tudo se comprommettendo em cartas ''tocaditas'' como ella dizia, isto é, repassadas de amabilidade e de persuasão. A proposta do deputado D. Pablo Valiente concernente a esta candidatura, formulada no seio da assembléa nacional em meados de 1811, foi porém recebida com morras, sendo alto e bom som relembradas as vergonhas domesticas e politicas associadas com o nome da Rainha Mãi Maria Luiza, e tendo o representante popular de sahir do edificio escoltado pela tropa e ir para bordo de um navio, afim de escapar á sanha dos contrarios. Muitos eram os interesses que pelejavam contra a regencia hespanhola da Princeza do Brazil: a propria reputação da Pretendente, as ambições individuaes despertadas pela nova ordem de cousas entre os politicos partidarios do constitucionalismo radical que implantaram, as illusões republicanas, o partido dos Bourbons de Napoles, a facção ingleza e a anti-ingleza que, uma e outra, denunciavam aquella candidatura como contraria ás suas preferencias oppostas. Mais que tudo o governo britannico, si bem que acabando por se não oppor ao reconhecimento platonico dos incontestaveis direitos de successão ao throno de seus maiores reivindicados pela Infanta, não achava opportuna nem conveniente a sua regencia, sendo em principio infenso á união iberica sob qualquer forma. E tal união sabemos que em algum tempo constituio o pensamento dominante do governo do Rio e que foi a mola occulta, mas que a cada momento bolia fazendo mover o machinismo da sua politica para beneficio de Portugal. Linhares chegava claramente a insinuar, n’uma memoria destinada ao gabinete de Saint-James, que se não inventaria melhor contrapeso para o poder alarmante da<noinclude></noinclude> 94fwsbcxp0l7uba1ydzf7chljt6m5g2 Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/360 106 37703 563018 364667 2026-09-16T23:51:44Z Junglk 34905 /* Revista */ 563018 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh|338|DOM JOÃO VI NO BRAZIL|}}</noinclude>França imperialista do que a fundação no futuro de uma monarchia peninsular unida e pujante. A Inglaterra soccorria-se comtudo de quanto pretexto engendrava a imaginação dos seus diplomatas e estadistas para obviar á extensão do dominio portuguez no Novo Mundo, directa, por aggressão no Rio da Prata, ou indirecta, pela installação de Dona Carlota como auctoridade propria e constituida. A D. Domingos de Souza Coutinho explicava por exemplo lord Wellesley que, acceitando mesmo como contraria ás leis fundamentaes da monarchia castelhana a lei salica, introduzida por Philippe V com as usanças e idéas francezas apezar de se haver obrigado por juramento a observar e guardar as tradições nacionaes, o reconhecimento dos direitos eventuaes da Princeza do Brazil representava um ponto muito delicado, com o qual se podia dar offensa á côrte de Palermo <ref>Corresp. da Leg. em Londres, anno de 1810, no Arch. do Min. das Rel. Ext.</ref>, intimamente alliada á de Londres pelos seus interesses communs. As Côrtes de Cadiz admittiriam aliás a boa procedencia dos direitos dos Bourbons de Napoles, collocando em terceiro lugar na linha de successão, depois dos Infantes e de Dona Carlota Joaquina, a Infanta Dona Maria Izabel, herdeira das Duas Sicilias. Um episodio interessante e caracteristico da confusão do momento é que, ligado por matrimonio á Casa de Napoles e descendente de Luiz XIV tanto quanto Fernando VII, machinou o duque d’Orleans, depois Rei dos Francezes, aquillo que mais tarde machinaria seu filho, o duque de Montpensier: subir ao throno da Hespanha. Chamara-o a<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> 3nggtxyaeyffl42pu9v5kagccl5ero0 Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/361 106 37704 563019 364668 2026-09-16T23:56:54Z Junglk 34905 /* Revista */ 563019 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||DOM JOÃO VI NO BRAZIL|339}}</noinclude>Regencia hespanhola, antes da reunião das Côrtes, como militar de certo renome que tomara parte nas primeiras victorias francezas da Revolução — Valmy e Jemmapes — e se achava fóra da actividade, e tambem como inimigo natural e pessoal de Napoleão para, servindo de bandeira de guerra contra o invasor, attrahir a si desertores do exercito imperial e pôr-se á testa d’essas forças estrangeiras, para elle nacionaes, podendo por isso sobre ellas exercer prestigio. Este acto da Regencia soffreu decidida impugnação da parte do ministro inglez Wellesley, irmão do ministro dos Negocios Estrangeiros da Grã Bretanha e de lord Wellington, constituindo uma anticipação, até com o personagem principal, do caso dos casamentos hespanhoes. Arrependeu-se porém a Regencia quando já era tarde. Luiz Philippe chegou a Cadiz em Agosto de 1810 e, em correspondencia ao appello que lhe fôra dirigido, solicitou logo o commando de uma divisão, iniciando, emquanto aguardava a commissão militar, as suas intrigas civis em prol dos direitos do ramo dynastico bourbonico a que se unira pelo casamento. Portugal se não descurou de juntar os proprios esforços aos da Inglaterra afim de desviar esse novo concorrente que começava trabalhando pela familia napolitana e nomeadamente pelo cunhado, o Principe das Duas Sicilias, para, quando houvesse alcançado ascendencia guerreira, trabalhar pela sua candidatura pessoal. O resultado da acção combinada dos enviados britannico e portuguez foi que, reunidas as Côrtes na ilha de Leão aos 24 de Setembro, deram ordem de partida ao duque d’Orleans, o qual embarcou para Palermo a 3 de Outubro a bordo de uma embarcação hespanhola <ref>Corresp. de D. Pedro de Souza Holstein, Cadiz. 1810-11, no Arch. do Min. das Rel. Ex.</ref>. {{nop}}<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> 2yxe9i6m7957yfi51b9u5l9sa6a8nbr Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/362 106 37705 563020 364669 2026-09-17T00:00:20Z Junglk 34905 /* Revista */ 563020 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh|340|DOM JOÃO VI NO BRAZIL|}}</noinclude>O empenho do futuro conde de Palmella em arredar hospede tão importuno, cuja intelligencia, valor e ardileza a historia sufficientemente registra, tanto maior devia resultar quanto era analoga sua missão, d’ella dependendo o seu futuro diplomatico, pois foram os talentos patenteados em Cadiz que o levaram rapidamente ao Congresso de Vienna e á embaixada de Londres. Pugnava Souza Holstein quasi publicamente em prol da candidatura da Princeza do Brazil. Recommendara-a a Linhares á sua habilidade ao mesmo tempo que, tendo já conseguido seduzir em meio lord Strangford, procurava com sua habitual insistencia convencer o governo britannico das vantagens indiscutiveis da combinação que offerecia. Naturalmente asseverava elle nos documentos diplomaticos endereçados para Cadiz e para Londres, que a regencia de Dona Carlota seria eminentemente favoravel aos interesses britannicos de todo genero, permittindo uma acção militar conjuncta, efficaz e talvez decisiva contra Napoleão; e garantindo facilidades para os arranjos financeiros impostos pelas despezas de guerra que, avultadas como eram, estavam mercê do descalabro e miseria dos reinos peninsulares recahindo quasi que exclusivamente sobre o thesouro inglez. Aos Hespanhoes tentavam Linhares e Palmella persuadir de que seus interesses corriam identicos aos dos Portuguezes, advertindo quanto lhes seria util receberem subsidios e soccorros da Grã Bretanha para debellar o inimigo commum e, de accordo as trez potencias, pacificarem a America Hespanhola revolta, em troca do commercio livre que as colonias por seu lado igualmente reclamavam e contavam legalizar. A Hespanha com seus unicos recursos não lograria fazer frente a uma tão complicada e desanimadora situação,<noinclude></noinclude> kq1jbp9a1pg60qk9s5decy4vli6d7ji Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/363 106 37706 563021 364670 2026-09-17T00:04:30Z Junglk 34905 /* Revista */ 563021 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||DOM JOÃO VI NO BRAZIL|341}}</noinclude>em casa e no ultramar. Os officios de Palmella no decorrer da sua missão pintavam com côres bem negras o estado da metropole: a falta completa de dinheiro, a desorganização do exercito, o Francez imperando insolente do Ebro ao Guadalquivir, mau grado a resistencia nacional, as Côrtes perdendo tempo e gastando-se com debates academicos emquanto as colonias se separavam e fragmentavam. O governo da Regencia, anti-estrangeira como era, tinha-se impopularizado. Governos desta natureza, em epochas tão agitadas, consomem-se muito depressa, rapidamente perdem o prestigio, para o qual lhes falta a auctoridade da tradição, e o federalismo basico da Hespanha, denunciando-se pela formação das multiplas juntas regionaes, não ajudava mesmo a consolidação de um poder central que não fosse fundado sobre o direito divino, sobre a seducção da religião ou, á moda renovada, sobre o consenso politico das vontades livremente representadas. Tratava-se pois para Palmella de jogar com essas disposições e alliciar os deputados ás Côrtes, que iam decidir das reformas e dos destinos do grande imperio hespanhol, para propugnarem pelas pretenções de Dona Carlota Joaquina, indicando-as e fazendo-as valer e acceitar como o meio unico de salvar a monarchia e principalmente resgatar as provincias da America. No anno anterior já o plenipotenciario portuguez, conquistando as boas graças do primeiro Secretario d’Estado D. Francisco de Saavedra, chamara ás idéas do seu governo a Junta Central de Sevilha, a qual, reconhecendo a legitimidade dos direitos da Princeza do Brazil, virtualmente revogara a lei salica. Não poderia caber tanto em suas prerogativas revolucionarias, si se não houvesse dado o facto, primeiro revelado pelo conde de Florida Blanca na proclamação da<noinclude></noinclude> 2vwe00jq9jbdd6mzy7vbaz6xfakkhlb Utilizador:Erick Soares3 2 184902 562929 562310 2026-09-16T14:55:20Z Erick Soares3 19404 562929 wikitext text/x-wiki {{página de usuário}} {{#babel:pt-br|en-3}} {{Userbox/Idade|dia=24|mes=12|ano=1999}} [[W:Usuário:Erick Soares3|Página na Wikipédia]]. [https://xtools.wmflabs.org/pages/pt.wikisource.org/Erick%20Soares3/all#106 Meu trabalho feito aqui] ;Trabalhos que desejo adicionar {| class="wikitable sortable mw-collapsible mw-collapsed" |- ! WS !! Livro !! 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Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.1-2]] |50 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.3]] |43 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis V.4-5]] |56 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.6-7]] |42 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.8]] |114 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 1]] |128 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 2]] |170 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miserávei VII.1-2]] |64 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseráveis VII.3-4]] |52 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseráveis VII-5-6]] |67 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseravis VII/VIII-7-8]] |69 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/200|Miseravis VIII-9-13]] |104 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/200|Miseravis VIII-14-15]] |69 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/619|Miseraveis IX-1]] |119 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/619|Miseraveis IX-2-4]] |82 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/620|Miseraveis X-5-biografia]] |157 |} <div style="clear:both;"></div> <div style="box-shadow: 0 0 .3em #999; border-radius: .2em; margin: 1em 0 2em 0; padding: 1px;"> <div style="background: #ffe6a7; border-radius: .2em; color: #282828; font-size:125%; padding: .4em .8em .5em;"><span style="opacity: .7;">[[File:Icons8 flat approval.svg|25px|link=|alt=]]</span> &nbsp; '''Projetos Finalizados''' </div> <div title="Projets en chantier" style="padding: 1em;font-size:80%"> <gallery heights="240px" widths="180px" mode="packed" class="center"> <!--2026--> Ficheiro:Júlio_Verne_-_À_Roda_da_Lua_(1886)_(page_1_crop).jpg|thumb|'''[[Á Roda da Lua (5ª edição)|Á Roda da Lua]]''' Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=103|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Assedio do Recife em 1821|O Assedio do Recife em 1821]]''' Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=663|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Cometa de 1652|O Cometa de 1652]]''' Ficheiro:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf|page=1|thumb|'''[[Lusitania sacra/Número 49/Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?|"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?"]]''' Ficheiro:Campos-Traduccaoebreve.pdf|page=2|thumb|'''[[Traducção e breve analyse sobre M. Pasteur e M. Renan]]''' Ficheiro:Da Terra á Lua.pdf|page=3|thumb|'''[[Da Terra á Lua]]''' Ficheiro:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|page=1|thumb|'''[[Narizinho Arrebitado (1ª edição)]]''' Ficheiro:O Legado de Aaron Swartz.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação/Volume 21/O Legado de Aaron Swartz|O Legado de Aaron Swartz]]''' Ficheiro:Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Archai/Volume 34/Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão]] Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=214|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|O Recife de Grês do Porto de Pernambuco]]''' Ficheiro:O Cruzeiro (1928 - N001).pdf|page=29|thumb|'''[[O Cruzeiro (Revista)/Ano I/Nº I/10 de novembro de 1928/A Éra das Forças Hydraulicas|A Éra das Forças Hydraulicas]]''' <!--2025--> Ficheiro:Historia das invenções.pdf|page=7|thumb|'''[[Historia das invenções (4ª edição)]]''' File:Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf|page=3|thumb|'''[[A Sciencia do Bom Homem Ricardo]]''' File:Apontamentos de Psychologia.pdf|page=1|thumb|'''[[Apontamentos de Psychologia]]''' File:Vida Ociosa Capa (Restored).jpg|thumb|link=Galeria:Vida Ociosa (2ª edição).pdf|'''[[Vida Ociosa (2ª edição)]]''' File:Byron-Giaurpoema.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Byron-Giaurpoema.pdf|'''[[O Giaur]]''' File:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|thumb|link=Galeria:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|'''[[Representação de José Bonifácio sobre a escravatura]]''' File:Byron, Parisina (1905).pdf|link=Galeria:Byron, Parisina (1905).pdf|thumb|page=2|'''[[Parisina (1905)|Parisina]]''' File:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|link=Galeria:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|page=2|thumb|'''[[A Verdade]]''' File:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|thumb|link=Galeria:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|'''[[Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China]]''' File:Lisboa no anno três mil.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Lisboa no anno três mil.pdf|'''[[Lisboa no anno três mil]]''' File:A Nova Aurora.pdf|thumb|link=Galeria:A Nova Aurora.pdf|'''[[A Nova Aurora]]''' File:Em direção à paz.pdf|thumb|link=Galeria:Em direção à paz.pdf|'''[[Em direção à paz]]''' File:Credo de Liberdade.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Credo de Liberdade.pdf|'''[[Credo de Liberdade]]''' File:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|thumb|link=Galeria:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|page=2|'''[[Dois discursos]]''' File:Poesias de Dom Pedro II.pdf|thumb|link=:oldwikisource:Index:Poesias de Dom Pedro II.pdf|page=6|'''[[:oldwikisource:Poesias de Dom Pedro II|Poesias de D. Pedro II]]''' File:Dialogo entre dous mortos.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous mortos.pdf|'''[[Dialogo entre dous mortos]]''' File:Os Noivos (filme de 1913).pdf|thumb|link=Galeria:Os Noivos (filme de 1913).pdf|page=2|'''[[Os Noivos (filme de 1913)]]''' File:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|link=Galeria:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|thumb|page=2|'''[[Os ultimos dias de Pompeia]]''' File:Combate de Oscar e Dermid.pdf|thumb|link=Galeria:Combate de Oscar e Dermid.pdf|page=2|'''[[Combate de Oscar e Dermid]]''' File:Congratulação brasileira pela independência.pdf|thumb|link=Galeria:Congratulação brasileira pela independência.pdf|page=2|'''[[Congratulação brasileira pela ratificação do tratado da independencia do Brasil]]''' File:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|thumb|link=Galeria:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|page=2|'''[[A Constituição Americana]]''' File:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|'''[[Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico]]''' File:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|'''[[Terceiro Discurso de Investidura do Senhor Franklin D. Roosevelt]]''' File:Discurso de Pearl Harbor.pdf|thumb|link=Galeria:Discurso de Pearl Harbor.pdf|page=2|'''[[Discurso de Pearl Harbor]]''' File:Pushkin-Semtitulo.pdf|thumb|link=Galeria:Pushkin-Semtitulo.pdf|page=2|'''[[Sem titulo]]''' File:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|thumb|link=Galeria:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|page=14|'''[[Ultimo adeos de J. Washington à nação americana]]''' File:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 8|O Beija-Flor, N° 8]]''' File:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 7|O Beija-Flor, N° 7]]''' File:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 6|O Beija-Flor, N° 6]]''' File:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 5|O Beija-Flor, N° 5]]''' File:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 4|O Beija-Flor, N° 4]]''' File:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 3|O Beija-Flor, N° 3]]''' File:Byron-MazeppaLord.pdf|thumb|link=Galeria:Byron-MazeppaLord.pdf|page=2|'''[[Mazeppa]]''' File:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|link=Galeria:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|thumb|page=2|'''[[O descobrimento do Brasil]]''' File:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra]]''' File:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 2|O Beija-Flor, N° 2]]''' File:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|thumb|link=Galeria:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre Bonaparte, seu irmão José, Berthier e Lasnnes]]''' File:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 1|O Beija-Flor, N° 1]]''' File:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|thumb|link=Galeria:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|'''[[Machado de Assis em linha/Volume 6/Número 11/Nosso primo americano, Machado de Assis|Nosso primo americano, Machado de Assis]]''' File:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|thumb|link=Galeria:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|'''[[José de Anchieta à Luz da Historia Patria]]''' File:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|thumb|link=Galeria:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|'''[[A Historia do Fantasma Inexperiente]]''' File:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|thumb|link=Galeria:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|'''[[Descripçaõ do novo invento aerostatico]]''' File:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|link=Galeria:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|thumb|page=2|'''[[Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d՚America]]''' File:Poesias.pdf|page=3|link=Galeria:Poesias.pdf|thumb|'''[[Poesias (Zaluar)|Poesias]]''' File:Patente brasileira n.3279.pdf|thumb|link=Galeria:Patente brasileira n.3279.pdf|'''[[Patente brasileira 3279]]''' File:Democracia (Wells).pdf|link=Galeria:Democracia (Wells).pdf|thumb|'''[[Correio da Manhã/19 de fevereiro de 1928/Democracia|Democracia]]''' File:O Teleforo.pdf|link=Galeria:O Teleforo.pdf|thumb|'''[[Jornal do Commercio/1899/O Teleforo|O Teleforo]]''' File:Pau Brasil (Andrade, 1925) (page 7 crop).jpg|link=Galeria:Pau Brasil (Andrade, 1925).pdf|thumb|'''[[Pau Brasil]]''' <!--2024--> File:O escândalo do petroleo.pdf|thumb|link=Galeria:O escândalo do petroleo.pdf|page=7|'''[[O Escandalo do Petroleo]]''' File:Cartas tupis dos Camarões.pdf|thumb|page=2|link=:oldwikisource:Index:Cartas tupis dos Camarões.pdf|'''[[: oldwikisource:Cartas tupis dos Camarões|Cartas tupis dos Camarões]] File:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|'''[[Revista do Instituto Historico e Geographico de S. Paulo/Volume 9/Restauração historica|Restauração histórica]]''' File:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|thumb|link=Galeria:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|page=5|'''[[Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido]]''' File:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|thumb|link=Galeria:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|page=11|'''[[Sonetos do Exilio]]''' File:Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|thumb|link=Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|page=3|'''[[Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal]]''' File:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|thumb|link=Galeria:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|page=11|'''[[:oldwikisource:Retrato do Imperador Marco Aurélio|Retrato do Imperador Marco Aurélio]]''' File:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|thumb|link=Galeria:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|page=5|'''[[Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865]]''' File:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|'''[[Ballada do Enforcado]]''' File:Fabulas (9ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Fabulas (9ª edição).pdf|'''[[Fabulas (9ª edição)]]''' File:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|thumb|link=Galeria:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|page=5|'''[[A Sensibilidade nacional e estrangeira]]''' File:Vidas seccas.pdf|link=Galeria:Vidas seccas.pdf|thumb|page=5|'''[[Vidas seccas]]''' File:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|thumb|link=Galeria:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|'''[[Tudo o que você sempre quis saber sobre a urna eletrônica brasileira]]''' File:As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|thumb|link=As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|'''[[As Caçadas de Pedrinho]]''' File:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|link=Galeria:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|thumb|page=7|'''[[O precursor do abolicionismo no Brasil]]''' File:Memórias de um Negro (1940).pdf|thumb|page=1|'''[[Memorias de um Negro]]''' File:Exaltação (1916).pdf|thumb|link=Galeria:Exaltação (1916).pdf|page=5|'''[[Exaltação (1916)|Exaltação]]''' File:O Saci (8ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:O Saci (8ª edição).pdf|'''[[O Saci (8ª edição)]]''' File:Alice no País das Maravilhas (Trad. 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1916-12-15.pdf|thumb|link=Galeria:O Dia (SC) - 1916-12-15.pdf|page=1|'''[[O Dia (Santa Catarina)/Ano XVI/Número 8453/Os sub-productos do café|Os sub-productos do café]]''' File:A Sempre Viva (Paraná) - 1925-01-15.pdf|page=7|link=Galeria:A Sempre Viva (Paraná) - 1925-01-15.pdf|'''[[A Sempre Viva (Paraná)/Ano 1/Número 9/A suprema viagem|A suprema viagem]]''' File:O Dia (Paraná) - 1924-04-25.pdf|link=Galeria:O Dia (Paraná) - 1924-04-25.pdf|page=5|thumb|'''[[O Dia (Paraná)/1924/Número 256/Página 5/Os Felizes|Os Felizes]]''' File:Biographia do senador Diogo Antonio Feijó.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Biographia do senador Diogo Antonio Feijó.pdf|'''[[Biographia do senador Diogo Antonio Feijó]]''' File:Cypherpunks-manifestos WEB.pdf|thumb|page=1|'''[[Manifestos Cypherpunks]]''' File:Ideologia-californiana revisado1.pdf|thumb|link=Galeria:Ideologia-californiana revisado1.pdf|page=1|'''[[A Ideologia Californiana]]''' File:Páginas Tímidas.pdf|link=Galeria=Páginas Tímidas.pdf|page=3|thumb|'''[[Paginas Timidas]]''' File:O Reino de Kiato.pdf|link=Galeria:O Reino de Kiato.pdf|thumb|'''[[O Reino de Kiato]]''' <!--2022--> File:O homem que subiu de aeroplano até a Lua.pdf|link=Galeria:O homem que subiu de aeroplano até a Lua.pdf|thumb|page=1|'''[[O Homem que Subiu em Aeroplano até a Lua]]''' File:Os Esquecidos no Processo de Independência.pdf|thumb|link:Galeria:Os Esquecidos no Processo de Independência.pdf|page=1|'''[[Almanack/Número 25/Os Esquecidos no Processo de Independência|Os Esquecidos no Processo de Independência]]''' File:Traços biographicos da heroina brasileira Jovita Alves Feitosa.pdf|page=7|link=Galeria:Traços biographicos da heroina brasileira Jovita Alves Feitosa.pdf|thumb|'''[[Traços Biographicos da Heroina Brasileira Jovita Alves Feitosa]]''' File:40 anos no interior do Brasil.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:40 anos no interior do Brasil.pdf|'''[[40 anos no interior do Brasil]]''' File:Benjamin Constant, fundador da Republica brasileira.pdf|link=Galeria:Benjamin Constant, fundador da Republica brasileira.pdf|thumb|page=1|'''[[Benjamin Constant]]''' File:Deodoro da Fonseca (jornal).pdf|link=Galeria:Deodoro da Fonseca (jornal).pdf|thumb|page=1|'''[[Deodoro da Fonseca (número único)|Deodoro da Fonseca]]''' File:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|'''[[Carta posthuma de D. Pedro, Duque de Bragança aos Brasileiros]]''' File:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|thumb|link=Galeria:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|'''[[Decreto de 13 de agosto de 1822]]''' File:O Ganso das Neves.pdf|link=Galeria:O Ganso das Neves.pdf|thumb|page=2|'''[[O Ganso das Neves]]''' File:A Estrella do Sul.pdf|page=9|link=Galeria:A Estrella do Sul.pdf|thumb|'''[[A Estrella do Sul]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|page=483|link=Galeria=Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 20/Volume 5/Cavalleria rusticana|Cavalleria rusticana]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=204|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 18/Volume 5/Pollice Verso|Pollice Verso]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|page=135|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Sambinha|Sambinha]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=27|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Duas Figuras|Duas figuras]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=16|thumb|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Capitulo|Capitulo]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=151|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Os Caprichos da Sorte|Os Caprichos da Sorte]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|page=95|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 2/O Carteiro|O Carteiro]]''' File:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|'''[[A saga de Apsû no Enūma eliš]]''' File:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|link=Galeria:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|page=7|thumb|'''[[Descobrimento Prodigioso e suas Incalculaveis Consequências para o Futuro da Humanidade]]''' File:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|'''[[Invenção dos Aeróstatos Reivindicada]]''' File:Os Ovos de Paschoa.pdf|page=7|thumb|link=Galeria:Os Ovos de Paschoa.pdf|'''[[Os Ovos de Paschoa]]''' File:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|link=Galeria:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|page=5|thumb|'''[[Cinco de Maio (1885)|Cinco de Maio]]''' File:Os Negros (1921).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Os Negros (1921).pdf|'''[[Os Negros]]''' File:Meu amor! adoro-te!.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Meu amor! adoro-te!.pdf|'''[[Meu amor! adoro-te!]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=94|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Vida ociosa|Vida ociosa]] File:Petição.pdf|link=Galeria:Petição.pdf|thumb|page=5|'''[[Petição do Pe. Bartholomeu de Gusmão]]''' File:A lavoura e a guerra.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A lavoura e a guerra.pdf|'''[[A lavoura e a guerra]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=113|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Cartas Inéditas|Cartas Inéditas]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=60|thumb|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/O Corvo|O Corvo]]''' File:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|link=Galeria:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|thumb|page=1|'''[[Scientiae Studia/Volume 11/Número 3/As biografias históricas de Santos Dumont|As biografias históricas de Santos Dumont]]''' File:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|link=Galeria:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|thumb|page=1|'''[[A toponímia indígena artificial no Brasil]]''' File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=264|thumb|'''[[A Novella Semanal/O Avô|O Avô]]''' <!--2021--> File:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|link=Galeria:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|thumb|page=1|'''[[Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro]]''' File:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|link=Galeria:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|thumb|page=1|'''[[Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu]]''' File:Como se faz um Herói.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Como se faz um Herói.pdf|'''[[Como se faz um Herói]]''' File:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|'''[[Santos Dumont: o vôo que mudou a história da aviação]]''' File:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|link=Galeria:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|thumb|page=1|'''[[Primeiras Trovas Burlescas de Getulino]]''' File:Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|link=Galeria=Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Certidão de Óbito de Alberto Santos Dumont]]''' Ficheiro:Cadu_Simões.jpg|thumb|'''[[Sobre Domínio Público e Cultura Livre]]''' File:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|link=Galeria:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Concedendo um conto de réis a Santos Dumont]]''' <!--2020--> <!--[[Discurso do Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante Cerimônia de Posse no Congresso Nacional (1 de janeiro de 2019)|Discruso]]--> File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=9|thumb|'''[[A Novella Semanal/O 22 da "Marajó"|O 22 da Marajó]]''' File:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|'''[[A Nação (Rio de Janeiro)/1874/08-13/«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos|«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos]]''' File:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|link=Galeria:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|thumb|page=25|'''[[Revista Luso-Brasileira/1860/2/Lembranças de minha mãi|Lembranças de minha mãi]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|thumb|page=309|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1877/Charitas|Charitas]]''' File:Marmota Fluminense n830.pdf|link=Galeria:Marmota Fluminense n830.pdf|thumb|page=4|'''[[Marmota Fluminense/830/Beijos|Beijos]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|thumb|page=394|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1878/Job|Job]]''' File:O Jequitinhonha (1862).pdf|link=Galeria:O Jequitinhonha (1862).pdf|thumb|'''[[A historia do Brasil escripta pelo Dr. Jeremias no anno de 2862]]''' File:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|link=Galeria:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|thumb|page=7|'''[[Fantina]]''' <!--2019--> File:A propósito da exposição Malfatti.jpg|link=Galeria:A propósito da exposição Malfatti.jpg|thumb|'''[[O Estado de S. Paulo/A propósito da exposição Malfatti|A propósito da exposição Malfatti]]''' File:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|link=Galeria:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|thumb|'''[[Aventuras de Alice em Baixo da Terra]]''' File:畫麗珠萃秀 Gathering Gems of Beauty (梁木蘭) 2.jpg|link=A Balada de Mulan|thumb|'''[[A Balada de Mulan]]''' Ficheiro%3AA_Menina_do_Narizinho_Arrebitado_(Capa).png|link=Galeria:A Menina do Narizinho Arrebitado (1920).pdf|thumb|'''[[A Menina do Narizinho Arrebitado]]''' File:Machado de Assis aos 57 anos.jpg|link=Hynno Nacional|thumb|'''[[Hynno Nacional]]''' File:Negrinha- Contos (1920).pdf|link=Galeria:Negrinha- Contos (1920).pdf|thumb|page=3|'''[[Negrinha (4º milheiro)]]''' File:Monteiro Lobato.jpg|link=Rabiscando|thumb|'''[[Rabiscando]]''' File:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|link=Galeria:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|thumb|'''[[Meteorito de Bendegó: relatorio (1888)]]''' File:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|link=Galeria:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|thumb|page=1|'''[[Jéca Tatuzinho]]''' <!--2018--> File:Aaron Swartz at Boston Wikipedia Meetup, 2009-08-18.jpg|link=Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso|thumb|'''[[Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso]]''' </gallery> </div> </div> pm9t223cm745axn2i05i0u7wiop9cg8 563014 562929 2026-09-16T22:25:46Z Erick Soares3 19404 563014 wikitext text/x-wiki {{página de usuário}} {{#babel:pt-br|en-3}} {{Userbox/Idade|dia=24|mes=12|ano=1999}} [[W:Usuário:Erick Soares3|Página na Wikipédia]]. [https://xtools.wmflabs.org/pages/pt.wikisource.org/Erick%20Soares3/all#106 Meu trabalho feito aqui] ;Trabalhos que desejo adicionar {| class="wikitable sortable mw-collapsible mw-collapsed" |- ! WS !! Livro !! Páginas |- |en |[[:en:Index:Machado of Brazil (Machado).djvu|Machado of Brazil]] |246 |- |pt |[https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/66332 Luiz Gama] |49 |- |pt |[[Galeria:Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar - A.R.T.S - 1868.pdf|tratado]] |128 |- |en |[[:en:Index:The Spitting Image of a Man.pdf|The Spitting Image of a Man]] |36 |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_nas_cataratas.pdf 1] |127 |- |en |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_at_the_falls.pdf 2] |126 |- |es |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_en_las_cataratas.pdf 3] |126 |- |pt |[[:File:VLS-1 V01 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V01]], [[:File:VLS-1 V02 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V02]] e [[:File:Acidente de Alcântara (Diário do Congresso Nacional).pdf|V03]] [[:File:Acidente de Alcântara (Anais do Senado Federal).pdf|V03]] |103 |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Direitos_das_mulheres_e_injusti%C3%A7a_dos_homens.pdf direitos] ([https://piaui.folha.uol.com.br/travessura-revolucionaria/ ler também]) |78 |- |en |[https://www.scielo.br/j/bjr/a/9H85ZdP37xWMh6QPcCgDzSy/?lang=en scandal] ([https://bjr.sbpjor.org.br/bjr/article/view/1673 1]) | 37 |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Theophilo e Sodré]] |161 |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Problema]] |106 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 1]] |79 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768877 Evolução] |52 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 local no ws] |244 |- |pt |[[Galeria:Lara, tr. T. A. Craveiro (1837).pdf|Lara]] |59 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 2]] |71 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/hnUlAQAAMAAJ América] |254 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 Revo] |244 |- |pt |[https://www.google.com.br/books/edition/O_minotauro/4N3uAAAAMAAJ?hl=pt-BR&gbpv=0&bsq=%22Monteiro%20Lobato%22 Minotauro] |220 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|VIII-XI]] |40 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XII-XIX]] |70 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XX-XXIII]] |38 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf|XXIVV-XXVIII]] |37 |- |pt |[[:File:Muito além de Leonel Brizola.pdf|Brizola]] |215 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/2Qu6Ve1nPdwC Memorias] |144 |- |pt |[https://web.archive.org/web/20240305091556/https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/wp-content/uploads/tainacan-items/2868/8629/mml_obr0025.pdf Viagem ao Céu] |152 |- |pt |[https://www.google.com.br/books/edition/_/AjzuAAAAMAAJ?hl=pt-BR Robin Hood] |245 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos II-III]] |42 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos IV-VI]] |63 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos VII-IX]] |85 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos X-XII]] |77 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos XIII-XV]] |68 |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos XVI-XIX]] |89 |- |pt |[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont|IX-X]] |54 |- |pt |[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont|XI-fim]] |63 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.1]] |80 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.2-3]] |83 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.4-IV.5]] |62 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.6]] |42 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.7-8]] |278 |- |pt |[[Galeria:Jean de Léry - História de uma Viagem Feita à Terra do Brasil (trad. Monteiro Lobato, 1926).pdf|Terra do Brasil]] |285 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (II).pdf|Napoleão 2]] |499 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/QiA_AAAAIAAJ Pommery] |210 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768246 Constituição paulista] |43 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8872 estrella] |209 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 5]] |53 |- |pt |[https://books.google.ch/books?id=p8BLAQAAIAAJ&hl=pt-BR&source=gbs_navlinks_s Exilio] |200 |- |en |[[:s:en:Index:Youth and children’s adaptations to COVID-19 in Brazil.pdf|youth]] |108 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. IV]] |103 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. V]] |33 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. VI-IX]] |55 |- |pt ||[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. 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Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Goals of Stellar Navigation]] |36 |- |pt | [[:File:Diretas já (Pedro Simon, 1984).pdf|Diretas já]] |66 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Fundamentos]] |141 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Audacias]] |73 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Vitória]] |53 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 8-10]] |91 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 11-13]] |71 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 14]] |40 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 15]] |51 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros Trd/Ref]] |56 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 7]] |81 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/768199 Mon to Rep] |303 |- |pt |[[Galeria:Efêmero Revisitado.pdf]] |193 |- |pt |[[Galeria:Revista da Exposição Anthropologica Brazileira (1882).pdf|Revista da exposição]] |145 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8913 Barão] |142 |- |pt |[[Galeria:Os Noivos (v.2).pdf]] |472 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 2).pdf|Federalista 2]] |282 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38769569 O cerco do corintho] |50 |- |pt |[[Galeria:Cronicas-de-um-Tetranacional-do-Software-Livre.pdf]] |119 |- |pt |[[Galeria:Openldap Ultimate.pdf|Openldap]] |199 |- |pt |[[Galeria:Idéas de Géca Tatú.pdf|Géca]] |211 |- |pt |[[Galeria:Contos Escolhidos.pdf|Contos]] |239 |- |pt |[[Galeria:A Cultura é Livre.pdf]] |254 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|2-5]] |35 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|6-10]] |49 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|11-15]] |45 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|Restante]] |64 |- |pt |[[:File:Preito a Camões.pdf|Camões]] |51 |- |en |[https://www.jstor.org/stable/community.38767573 Minor Camões] |33 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 3).pdf]] |243 |- |pt |[[Galeria:O Senhor D. Pedro II, imperador do Brasil, biographia, por Joaquim Pinto de Campos ; e com uma advertencia por Camillo Castello Branco.pdf|Biografia do Senhor D. Pedro II]] |96 |- |pt |[[:File:Statira e Zoroastes.pdf|Statira]] |56 |- |en |[https://archive.org/details/sweetmiracle00quei The sweet miracle] |37 |- |pt |[[:File:Da vida e feitos de Alexandre de Gusmão e de Bartholomeu Lourenço de Gusmão.pdf|Da vida]] |117 |- |pt |{{livro digitalizado|Os Sabios Illustres|Os Sabios Illustres.pdf}} |162 |- |pt |{{livro digitalizado|Galeria Illustre (Mulheres Célebres)|Galeria Illustre (Mulheres Célebres).pdf|Galeria Illustre}} |173 |- |pt |{{livro digitalizado|A Genealogia da Moral|A genealogia da moral.pdf}} |176 |- |pt |[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/memorias-da-emilia/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&search=Mem%C3%B3rias&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Memorias da Emilia] |122 |- |pt |{{livro digitalizado|Diario de um Soldado (Vol. 1)|Diario de um Soldado Vol. 1.pdf|Diário de um soldado}} |189 |- |pt |{{livro digitalizado|Vida e viagens de Fernão de Magalhães|Vida e viagens de Fernão de Magalhães, por Diego de Barros Arana; traducção do hespanhol de Fernando de Magalhães Villas-Boas. Com um appendice original.pdf}} |206 |- |pt |[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/o-picapau-amarelo/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&paged=1&search=picapau%20amarelo&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Amarelo] |178 |- |pt |[[Galeria:Quem trabalha tem alfaia.pdf|Quem trabalha tem alfaia]] |242 |- |pt |[https://permalinkbnd.bnportugal.gov.pt/records/item/92629-resumo-do-systema-de-medicina-e-traduccao-da-materia-medica-do-doutor-erasmo-darwin Erasmo] |408 |- |pt |[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/603 justiniano] |138 |- |pt |[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/497 Ferdinand] |452 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 1] |570 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 2] |730 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.1-2]] |50 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.3]] |43 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis V.4-5]] |56 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.6-7]] |42 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.8]] |114 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 1]] |128 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 2]] |170 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miserávei VII.1-2]] |64 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseráveis VII.3-4]] |52 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseráveis VII-5-6]] |67 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseravis VII/VIII-7-8]] |69 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/200|Miseravis VIII-9-13]] |104 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/200|Miseravis VIII-14-15]] |69 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/619|Miseraveis IX-1]] |119 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/619|Miseraveis IX-2-4]] |82 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/620|Miseraveis X-5-biografia]] |157 |} <div style="clear:both;"></div> <div style="box-shadow: 0 0 .3em #999; border-radius: .2em; margin: 1em 0 2em 0; padding: 1px;"> <div style="background: #ffe6a7; border-radius: .2em; color: #282828; font-size:125%; padding: .4em .8em .5em;"><span style="opacity: .7;">[[File:Icons8 flat approval.svg|25px|link=|alt=]]</span> &nbsp; '''Projetos Finalizados''' </div> <div title="Projets en chantier" style="padding: 1em;font-size:80%"> <gallery heights="240px" widths="180px" mode="packed" class="center"> <!--2026--> Ficheiro:Júlio_Verne_-_À_Roda_da_Lua_(1886)_(page_1_crop).jpg|thumb|'''[[Á Roda da Lua (5ª edição)|Á Roda da Lua]]''' Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=103|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Assedio do Recife em 1821|O Assedio do Recife em 1821]]''' Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=663|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Cometa de 1652|O Cometa de 1652]]''' Ficheiro:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf|page=1|thumb|'''[[Lusitania sacra/Número 49/Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?|"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?"]]''' Ficheiro:Campos-Traduccaoebreve.pdf|page=2|thumb|'''[[Traducção e breve analyse sobre M. Pasteur e M. Renan]]''' Ficheiro:Da Terra á Lua.pdf|page=3|thumb|'''[[Da Terra á Lua]]''' Ficheiro:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|page=1|thumb|'''[[Narizinho Arrebitado (1ª edição)]]''' Ficheiro:O Legado de Aaron Swartz.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação/Volume 21/O Legado de Aaron Swartz|O Legado de Aaron Swartz]]''' Ficheiro:Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Archai/Volume 34/Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão]] Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=214|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|O Recife de Grês do Porto de Pernambuco]]''' Ficheiro:O Cruzeiro (1928 - N001).pdf|page=29|thumb|'''[[O Cruzeiro (Revista)/Ano I/Nº I/10 de novembro de 1928/A Éra das Forças Hydraulicas|A Éra das Forças Hydraulicas]]''' <!--2025--> Ficheiro:Historia das invenções.pdf|page=7|thumb|'''[[Historia das invenções (4ª edição)]]''' File:Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf|page=3|thumb|'''[[A Sciencia do Bom Homem Ricardo]]''' File:Apontamentos de Psychologia.pdf|page=1|thumb|'''[[Apontamentos de Psychologia]]''' File:Vida Ociosa Capa (Restored).jpg|thumb|link=Galeria:Vida Ociosa (2ª edição).pdf|'''[[Vida Ociosa (2ª edição)]]''' File:Byron-Giaurpoema.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Byron-Giaurpoema.pdf|'''[[O Giaur]]''' File:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|thumb|link=Galeria:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|'''[[Representação de José Bonifácio sobre a escravatura]]''' File:Byron, Parisina (1905).pdf|link=Galeria:Byron, Parisina (1905).pdf|thumb|page=2|'''[[Parisina (1905)|Parisina]]''' File:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|link=Galeria:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|page=2|thumb|'''[[A Verdade]]''' File:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|thumb|link=Galeria:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|'''[[Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China]]''' File:Lisboa no anno três mil.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Lisboa no anno três mil.pdf|'''[[Lisboa no anno três mil]]''' File:A Nova Aurora.pdf|thumb|link=Galeria:A Nova Aurora.pdf|'''[[A Nova Aurora]]''' File:Em direção à paz.pdf|thumb|link=Galeria:Em direção à paz.pdf|'''[[Em direção à paz]]''' File:Credo de Liberdade.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Credo de Liberdade.pdf|'''[[Credo de Liberdade]]''' File:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|thumb|link=Galeria:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|page=2|'''[[Dois discursos]]''' File:Poesias de Dom Pedro II.pdf|thumb|link=:oldwikisource:Index:Poesias de Dom Pedro II.pdf|page=6|'''[[:oldwikisource:Poesias de Dom Pedro II|Poesias de D. Pedro II]]''' File:Dialogo entre dous mortos.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous mortos.pdf|'''[[Dialogo entre dous mortos]]''' File:Os Noivos (filme de 1913).pdf|thumb|link=Galeria:Os Noivos (filme de 1913).pdf|page=2|'''[[Os Noivos (filme de 1913)]]''' File:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|link=Galeria:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|thumb|page=2|'''[[Os ultimos dias de Pompeia]]''' File:Combate de Oscar e Dermid.pdf|thumb|link=Galeria:Combate de Oscar e Dermid.pdf|page=2|'''[[Combate de Oscar e Dermid]]''' File:Congratulação brasileira pela independência.pdf|thumb|link=Galeria:Congratulação brasileira pela independência.pdf|page=2|'''[[Congratulação brasileira pela ratificação do tratado da independencia do Brasil]]''' File:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|thumb|link=Galeria:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|page=2|'''[[A Constituição Americana]]''' File:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|'''[[Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico]]''' File:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|'''[[Terceiro Discurso de Investidura do Senhor Franklin D. Roosevelt]]''' File:Discurso de Pearl Harbor.pdf|thumb|link=Galeria:Discurso de Pearl Harbor.pdf|page=2|'''[[Discurso de Pearl Harbor]]''' File:Pushkin-Semtitulo.pdf|thumb|link=Galeria:Pushkin-Semtitulo.pdf|page=2|'''[[Sem titulo]]''' File:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|thumb|link=Galeria:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|page=14|'''[[Ultimo adeos de J. Washington à nação americana]]''' File:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 8|O Beija-Flor, N° 8]]''' File:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 7|O Beija-Flor, N° 7]]''' File:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 6|O Beija-Flor, N° 6]]''' File:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 5|O Beija-Flor, N° 5]]''' File:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 4|O Beija-Flor, N° 4]]''' File:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 3|O Beija-Flor, N° 3]]''' File:Byron-MazeppaLord.pdf|thumb|link=Galeria:Byron-MazeppaLord.pdf|page=2|'''[[Mazeppa]]''' File:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|link=Galeria:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|thumb|page=2|'''[[O descobrimento do Brasil]]''' File:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra]]''' File:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 2|O Beija-Flor, N° 2]]''' File:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|thumb|link=Galeria:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre Bonaparte, seu irmão José, Berthier e Lasnnes]]''' File:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 1|O Beija-Flor, N° 1]]''' File:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|thumb|link=Galeria:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|'''[[Machado de Assis em linha/Volume 6/Número 11/Nosso primo americano, Machado de Assis|Nosso primo americano, Machado de Assis]]''' File:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|thumb|link=Galeria:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|'''[[José de Anchieta à Luz da Historia Patria]]''' File:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|thumb|link=Galeria:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|'''[[A Historia do Fantasma Inexperiente]]''' File:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|thumb|link=Galeria:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|'''[[Descripçaõ do novo invento aerostatico]]''' File:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|link=Galeria:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|thumb|page=2|'''[[Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d՚America]]''' File:Poesias.pdf|page=3|link=Galeria:Poesias.pdf|thumb|'''[[Poesias (Zaluar)|Poesias]]''' File:Patente brasileira n.3279.pdf|thumb|link=Galeria:Patente brasileira n.3279.pdf|'''[[Patente brasileira 3279]]''' File:Democracia (Wells).pdf|link=Galeria:Democracia (Wells).pdf|thumb|'''[[Correio da Manhã/19 de fevereiro de 1928/Democracia|Democracia]]''' File:O Teleforo.pdf|link=Galeria:O Teleforo.pdf|thumb|'''[[Jornal do Commercio/1899/O Teleforo|O Teleforo]]''' File:Pau Brasil (Andrade, 1925) (page 7 crop).jpg|link=Galeria:Pau Brasil (Andrade, 1925).pdf|thumb|'''[[Pau Brasil]]''' <!--2024--> File:O escândalo do petroleo.pdf|thumb|link=Galeria:O escândalo do petroleo.pdf|page=7|'''[[O Escandalo do Petroleo]]''' File:Cartas tupis dos Camarões.pdf|thumb|page=2|link=:oldwikisource:Index:Cartas tupis dos Camarões.pdf|'''[[: oldwikisource:Cartas tupis dos Camarões|Cartas tupis dos Camarões]] File:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|'''[[Revista do Instituto Historico e Geographico de S. Paulo/Volume 9/Restauração historica|Restauração histórica]]''' File:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|thumb|link=Galeria:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|page=5|'''[[Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido]]''' File:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|thumb|link=Galeria:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|page=11|'''[[Sonetos do Exilio]]''' File:Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|thumb|link=Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|page=3|'''[[Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal]]''' File:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|thumb|link=Galeria:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|page=11|'''[[:oldwikisource:Retrato do Imperador Marco Aurélio|Retrato do Imperador Marco Aurélio]]''' File:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|thumb|link=Galeria:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|page=5|'''[[Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865]]''' File:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|'''[[Ballada do Enforcado]]''' File:Fabulas (9ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Fabulas (9ª edição).pdf|'''[[Fabulas (9ª edição)]]''' File:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|thumb|link=Galeria:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|page=5|'''[[A Sensibilidade nacional e estrangeira]]''' File:Vidas seccas.pdf|link=Galeria:Vidas seccas.pdf|thumb|page=5|'''[[Vidas seccas]]''' File:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|thumb|link=Galeria:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|'''[[Tudo o que você sempre quis saber sobre a urna eletrônica brasileira]]''' File:As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|thumb|link=As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|'''[[As Caçadas de Pedrinho]]''' File:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|link=Galeria:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|thumb|page=7|'''[[O precursor do abolicionismo no Brasil]]''' File:Memórias de um Negro (1940).pdf|thumb|page=1|'''[[Memorias de um Negro]]''' File:Exaltação (1916).pdf|thumb|link=Galeria:Exaltação (1916).pdf|page=5|'''[[Exaltação (1916)|Exaltação]]''' File:O Saci (8ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:O Saci (8ª edição).pdf|'''[[O Saci (8ª edição)]]''' File:Alice no País das Maravilhas (Trad. 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Pedro Duque de Bragança.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|'''[[Carta posthuma de D. Pedro, Duque de Bragança aos Brasileiros]]''' File:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|thumb|link=Galeria:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|'''[[Decreto de 13 de agosto de 1822]]''' File:O Ganso das Neves.pdf|link=Galeria:O Ganso das Neves.pdf|thumb|page=2|'''[[O Ganso das Neves]]''' File:A Estrella do Sul.pdf|page=9|link=Galeria:A Estrella do Sul.pdf|thumb|'''[[A Estrella do Sul]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|page=483|link=Galeria=Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 20/Volume 5/Cavalleria rusticana|Cavalleria rusticana]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=204|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 18/Volume 5/Pollice Verso|Pollice Verso]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|page=135|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Sambinha|Sambinha]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=27|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Duas Figuras|Duas figuras]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=16|thumb|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Capitulo|Capitulo]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=151|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Os Caprichos da Sorte|Os Caprichos da Sorte]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|page=95|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 2/O Carteiro|O Carteiro]]''' File:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|'''[[A saga de Apsû no Enūma eliš]]''' File:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|link=Galeria:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|page=7|thumb|'''[[Descobrimento Prodigioso e suas Incalculaveis Consequências para o Futuro da Humanidade]]''' File:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|'''[[Invenção dos Aeróstatos Reivindicada]]''' File:Os Ovos de Paschoa.pdf|page=7|thumb|link=Galeria:Os Ovos de Paschoa.pdf|'''[[Os Ovos de Paschoa]]''' File:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|link=Galeria:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|page=5|thumb|'''[[Cinco de Maio (1885)|Cinco de Maio]]''' File:Os Negros (1921).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Os Negros (1921).pdf|'''[[Os Negros]]''' File:Meu amor! adoro-te!.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Meu amor! adoro-te!.pdf|'''[[Meu amor! adoro-te!]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=94|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Vida ociosa|Vida ociosa]] File:Petição.pdf|link=Galeria:Petição.pdf|thumb|page=5|'''[[Petição do Pe. Bartholomeu de Gusmão]]''' File:A lavoura e a guerra.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A lavoura e a guerra.pdf|'''[[A lavoura e a guerra]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=113|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Cartas Inéditas|Cartas Inéditas]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=60|thumb|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/O Corvo|O Corvo]]''' File:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|link=Galeria:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|thumb|page=1|'''[[Scientiae Studia/Volume 11/Número 3/As biografias históricas de Santos Dumont|As biografias históricas de Santos Dumont]]''' File:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|link=Galeria:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|thumb|page=1|'''[[A toponímia indígena artificial no Brasil]]''' File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=264|thumb|'''[[A Novella Semanal/O Avô|O Avô]]''' <!--2021--> File:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|link=Galeria:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|thumb|page=1|'''[[Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro]]''' File:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|link=Galeria:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|thumb|page=1|'''[[Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu]]''' File:Como se faz um Herói.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Como se faz um Herói.pdf|'''[[Como se faz um Herói]]''' File:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|'''[[Santos Dumont: o vôo que mudou a história da aviação]]''' File:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|link=Galeria:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|thumb|page=1|'''[[Primeiras Trovas Burlescas de Getulino]]''' File:Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|link=Galeria=Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Certidão de Óbito de Alberto Santos Dumont]]''' Ficheiro:Cadu_Simões.jpg|thumb|'''[[Sobre Domínio Público e Cultura Livre]]''' File:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|link=Galeria:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Concedendo um conto de réis a Santos Dumont]]''' <!--2020--> <!--[[Discurso do Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante Cerimônia de Posse no Congresso Nacional (1 de janeiro de 2019)|Discruso]]--> File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=9|thumb|'''[[A Novella Semanal/O 22 da "Marajó"|O 22 da Marajó]]''' File:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|'''[[A Nação (Rio de Janeiro)/1874/08-13/«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos|«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos]]''' File:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|link=Galeria:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|thumb|page=25|'''[[Revista Luso-Brasileira/1860/2/Lembranças de minha mãi|Lembranças de minha mãi]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|thumb|page=309|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1877/Charitas|Charitas]]''' File:Marmota Fluminense n830.pdf|link=Galeria:Marmota Fluminense n830.pdf|thumb|page=4|'''[[Marmota Fluminense/830/Beijos|Beijos]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|thumb|page=394|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1878/Job|Job]]''' File:O Jequitinhonha (1862).pdf|link=Galeria:O Jequitinhonha (1862).pdf|thumb|'''[[A historia do Brasil escripta pelo Dr. Jeremias no anno de 2862]]''' File:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|link=Galeria:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|thumb|page=7|'''[[Fantina]]''' <!--2019--> File:A propósito da exposição Malfatti.jpg|link=Galeria:A propósito da exposição Malfatti.jpg|thumb|'''[[O Estado de S. Paulo/A propósito da exposição Malfatti|A propósito da exposição Malfatti]]''' File:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|link=Galeria:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|thumb|'''[[Aventuras de Alice em Baixo da Terra]]''' File:畫麗珠萃秀 Gathering Gems of Beauty (梁木蘭) 2.jpg|link=A Balada de Mulan|thumb|'''[[A Balada de Mulan]]''' Ficheiro%3AA_Menina_do_Narizinho_Arrebitado_(Capa).png|link=Galeria:A Menina do Narizinho Arrebitado (1920).pdf|thumb|'''[[A Menina do Narizinho Arrebitado]]''' File:Machado de Assis aos 57 anos.jpg|link=Hynno Nacional|thumb|'''[[Hynno Nacional]]''' File:Negrinha- Contos (1920).pdf|link=Galeria:Negrinha- Contos (1920).pdf|thumb|page=3|'''[[Negrinha (4º milheiro)]]''' File:Monteiro Lobato.jpg|link=Rabiscando|thumb|'''[[Rabiscando]]''' File:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|link=Galeria:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|thumb|'''[[Meteorito de Bendegó: relatorio (1888)]]''' File:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|link=Galeria:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|thumb|page=1|'''[[Jéca Tatuzinho]]''' <!--2018--> File:Aaron Swartz at Boston Wikipedia Meetup, 2009-08-18.jpg|link=Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso|thumb|'''[[Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso]]''' </gallery> </div> </div> escbud0tw7fk084hz3j0j0jvjrzysfz 563015 563014 2026-09-16T22:29:28Z Erick Soares3 19404 563015 wikitext text/x-wiki {{página de usuário}} {{#babel:pt-br|en-3}} {{Userbox/Idade|dia=24|mes=12|ano=1999}} [[W:Usuário:Erick Soares3|Página na Wikipédia]]. [https://xtools.wmflabs.org/pages/pt.wikisource.org/Erick%20Soares3/all#106 Meu trabalho feito aqui] ;Trabalhos que desejo adicionar {| class="wikitable sortable mw-collapsible mw-collapsed" |- ! WS !! Livro !! Páginas |- |en |[[:en:Index:Machado of Brazil (Machado).djvu|Machado of Brazil]] |246 |- |pt |[https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/66332 Luiz Gama] |49 |- |pt |[[Galeria:Tratado sobre emancipação politica da mulher e direito de votar - A.R.T.S - 1868.pdf|tratado]] |128 |- |en |[[:en:Index:The Spitting Image of a Man.pdf|The Spitting Image of a Man]] |36 |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_nas_cataratas.pdf 1] |127 |- |en |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_at_the_falls.pdf 2] |126 |- |es |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_en_las_cataratas.pdf 3] |126 |- |pt |[[:File:VLS-1 V01 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V01]], [[:File:VLS-1 V02 (Diário da Câmara dos Deputados).pdf|V02]] e [[:File:Acidente de Alcântara (Diário do Congresso Nacional).pdf|V03]] [[:File:Acidente de Alcântara (Anais do Senado Federal).pdf|V03]] |103 |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Direitos_das_mulheres_e_injusti%C3%A7a_dos_homens.pdf direitos] ([https://piaui.folha.uol.com.br/travessura-revolucionaria/ ler também]) |78 |- |en |[https://www.scielo.br/j/bjr/a/9H85ZdP37xWMh6QPcCgDzSy/?lang=en scandal] ([https://bjr.sbpjor.org.br/bjr/article/view/1673 1]) | 37 |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Theophilo e Sodré]] |161 |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Problema]] |106 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 1]] |79 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768877 Evolução] |52 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 local no ws] |244 |- |pt |[[Galeria:Lara, tr. T. A. Craveiro (1837).pdf|Lara]] |59 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. 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Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.1]] |80 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.2-3]] |83 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis III.4-IV.5]] |62 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.6]] |42 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf|Miseraveis IV.7-8]] |278 |- |pt |[[Galeria:Jean de Léry - História de uma Viagem Feita à Terra do Brasil (trad. Monteiro Lobato, 1926).pdf|Terra do Brasil]] |285 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (II).pdf|Napoleão 2]] |499 |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/QiA_AAAAIAAJ Pommery] |210 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768246 Constituição paulista] |43 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8872 estrella] |209 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 5]] |53 |- |pt |[https://books.google.ch/books?id=p8BLAQAAIAAJ&hl=pt-BR&source=gbs_navlinks_s Exilio] |200 |- |en |[[:s:en:Index:Youth and children’s adaptations to COVID-19 in Brazil.pdf|youth]] |108 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. IV]] |103 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. V]] |33 |- |pt |[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. VI-IX]] |55 |- |pt ||[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1 Cap. 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Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Goals of Stellar Navigation]] |36 |- |pt | [[:File:Diretas já (Pedro Simon, 1984).pdf|Diretas já]] |66 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Fundamentos]] |141 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Audacias]] |73 |- |pt |[[Lincoln: narração de sua vida pessoal|Vitória]] |53 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 8-10]] |91 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 11-13]] |71 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 14]] |40 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros 15]] |51 |- |pt |[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros Trd/Ref]] |56 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 7]] |81 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/768199 Mon to Rep] |303 |- |pt |[[Galeria:Efêmero Revisitado.pdf]] |193 |- |pt |[[Galeria:Revista da Exposição Anthropologica Brazileira (1882).pdf|Revista da exposição]] |145 |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8913 Barão] |142 |- |pt |[[Galeria:Os Noivos (v.2).pdf]] |472 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 2).pdf|Federalista 2]] |282 |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38769569 O cerco do corintho] |50 |- |pt |[[Galeria:Cronicas-de-um-Tetranacional-do-Software-Livre.pdf]] |119 |- |pt |[[Galeria:Openldap Ultimate.pdf|Openldap]] |199 |- |pt |[[Galeria:Idéas de Géca Tatú.pdf|Géca]] |211 |- |pt |[[Galeria:Contos Escolhidos.pdf|Contos]] |239 |- |pt |[[Galeria:A Cultura é Livre.pdf]] |254 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|2-5]] |35 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|6-10]] |49 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|11-15]] |45 |- |pt |[[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf|Restante]] |64 |- |pt |[[:File:Preito a Camões.pdf|Camões]] |51 |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 3).pdf]] |243 |- |pt |[[Galeria:O Senhor D. Pedro II, imperador do Brasil, biographia, por Joaquim Pinto de Campos ; e com uma advertencia por Camillo Castello Branco.pdf|Biografia do Senhor D. Pedro II]] |96 |- |pt |[[:File:Statira e Zoroastes.pdf|Statira]] |56 |- |en |[https://archive.org/details/sweetmiracle00quei The sweet miracle] |37 |- |pt |[[:File:Da vida e feitos de Alexandre de Gusmão e de Bartholomeu Lourenço de Gusmão.pdf|Da vida]] |117 |- |pt |{{livro digitalizado|Os Sabios Illustres|Os Sabios Illustres.pdf}} |162 |- |pt |{{livro digitalizado|Galeria Illustre (Mulheres Célebres)|Galeria Illustre (Mulheres Célebres).pdf|Galeria Illustre}} |173 |- |pt |{{livro digitalizado|A Genealogia da Moral|A genealogia da moral.pdf}} |176 |- |pt |[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/memorias-da-emilia/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&search=Mem%C3%B3rias&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Memorias da Emilia] |122 |- |pt |{{livro digitalizado|Diario de um Soldado (Vol. 1)|Diario de um Soldado Vol. 1.pdf|Diário de um soldado}} |189 |- |pt |{{livro digitalizado|Vida e viagens de Fernão de Magalhães|Vida e viagens de Fernão de Magalhães, por Diego de Barros Arana; traducção do hespanhol de Fernando de Magalhães Villas-Boas. Com um appendice original.pdf}} |206 |- |pt |[https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/o-picapau-amarelo/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&paged=1&search=picapau%20amarelo&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F Amarelo] |178 |- |pt |[[Galeria:Quem trabalha tem alfaia.pdf|Quem trabalha tem alfaia]] |242 |- |pt |[https://permalinkbnd.bnportugal.gov.pt/records/item/92629-resumo-do-systema-de-medicina-e-traduccao-da-materia-medica-do-doutor-erasmo-darwin Erasmo] |408 |- |pt |[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/603 justiniano] |138 |- |pt |[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/497 Ferdinand] |452 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 1] |570 |- |pt |[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Paraguai 2] |730 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.1-2]] |50 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/435|Miseráveis V.3]] |43 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis V.4-5]] |56 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.6-7]] |42 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 2 (1862).pdf/436|Miseráveis VI.8]] |114 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 1]] |128 |- |en |[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature part 2]] |170 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miserávei VII.1-2]] |64 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseráveis VII.3-4]] |52 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseráveis VII-5-6]] |67 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/199|Miseravis VII/VIII-7-8]] |69 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/200|Miseravis VIII-9-13]] |104 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/200|Miseravis VIII-14-15]] |69 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/619|Miseraveis IX-1]] |119 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/619|Miseraveis IX-2-4]] |82 |- |pt |[[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf/620|Miseraveis X-5-biografia]] |157 |} <div style="clear:both;"></div> <div style="box-shadow: 0 0 .3em #999; border-radius: .2em; margin: 1em 0 2em 0; padding: 1px;"> <div style="background: #ffe6a7; border-radius: .2em; color: #282828; font-size:125%; padding: .4em .8em .5em;"><span style="opacity: .7;">[[File:Icons8 flat approval.svg|25px|link=|alt=]]</span> &nbsp; '''Projetos Finalizados''' </div> <div title="Projets en chantier" style="padding: 1em;font-size:80%"> <gallery heights="240px" widths="180px" mode="packed" class="center"> <!--2026--> Ficheiro:Júlio_Verne_-_À_Roda_da_Lua_(1886)_(page_1_crop).jpg|thumb|'''[[Á Roda da Lua (5ª edição)|Á Roda da Lua]]''' Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=103|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Assedio do Recife em 1821|O Assedio do Recife em 1821]]''' Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=663|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Cometa de 1652|O Cometa de 1652]]''' Ficheiro:"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?".pdf|page=1|thumb|'''[[Lusitania sacra/Número 49/Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?|"Olha a terra, meu amigo, como é que ela é?"]]''' Ficheiro:Campos-Traduccaoebreve.pdf|page=2|thumb|'''[[Traducção e breve analyse sobre M. Pasteur e M. Renan]]''' Ficheiro:Da Terra á Lua.pdf|page=3|thumb|'''[[Da Terra á Lua]]''' Ficheiro:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|page=1|thumb|'''[[Narizinho Arrebitado (1ª edição)]]''' Ficheiro:O Legado de Aaron Swartz.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação/Volume 21/O Legado de Aaron Swartz|O Legado de Aaron Swartz]]''' Ficheiro:Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão.pdf|page=1|thumb|'''[[Revista Archai/Volume 34/Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão|Tradução do discurso de Fedro no Banquete de Platão]] Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=214|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|O Recife de Grês do Porto de Pernambuco]]''' Ficheiro:O Cruzeiro (1928 - N001).pdf|page=29|thumb|'''[[O Cruzeiro (Revista)/Ano I/Nº I/10 de novembro de 1928/A Éra das Forças Hydraulicas|A Éra das Forças Hydraulicas]]''' <!--2025--> Ficheiro:Historia das invenções.pdf|page=7|thumb|'''[[Historia das invenções (4ª edição)]]''' File:Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf|page=3|thumb|'''[[A Sciencia do Bom Homem Ricardo]]''' File:Apontamentos de Psychologia.pdf|page=1|thumb|'''[[Apontamentos de Psychologia]]''' File:Vida Ociosa Capa (Restored).jpg|thumb|link=Galeria:Vida Ociosa (2ª edição).pdf|'''[[Vida Ociosa (2ª edição)]]''' File:Byron-Giaurpoema.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Byron-Giaurpoema.pdf|'''[[O Giaur]]''' File:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|thumb|link=Galeria:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|'''[[Representação de José Bonifácio sobre a escravatura]]''' File:Byron, Parisina (1905).pdf|link=Galeria:Byron, Parisina (1905).pdf|thumb|page=2|'''[[Parisina (1905)|Parisina]]''' File:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|link=Galeria:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|page=2|thumb|'''[[A Verdade]]''' File:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|thumb|link=Galeria:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|'''[[Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China]]''' File:Lisboa no anno três mil.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Lisboa no anno três mil.pdf|'''[[Lisboa no anno três mil]]''' File:A Nova Aurora.pdf|thumb|link=Galeria:A Nova Aurora.pdf|'''[[A Nova Aurora]]''' File:Em direção à paz.pdf|thumb|link=Galeria:Em direção à paz.pdf|'''[[Em direção à paz]]''' File:Credo de Liberdade.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Credo de Liberdade.pdf|'''[[Credo de Liberdade]]''' File:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|thumb|link=Galeria:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|page=2|'''[[Dois discursos]]''' File:Poesias de Dom Pedro II.pdf|thumb|link=:oldwikisource:Index:Poesias de Dom Pedro II.pdf|page=6|'''[[:oldwikisource:Poesias de Dom Pedro II|Poesias de D. Pedro II]]''' File:Dialogo entre dous mortos.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous mortos.pdf|'''[[Dialogo entre dous mortos]]''' File:Os Noivos (filme de 1913).pdf|thumb|link=Galeria:Os Noivos (filme de 1913).pdf|page=2|'''[[Os Noivos (filme de 1913)]]''' File:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|link=Galeria:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|thumb|page=2|'''[[Os ultimos dias de Pompeia]]''' File:Combate de Oscar e Dermid.pdf|thumb|link=Galeria:Combate de Oscar e Dermid.pdf|page=2|'''[[Combate de Oscar e Dermid]]''' File:Congratulação brasileira pela independência.pdf|thumb|link=Galeria:Congratulação brasileira pela independência.pdf|page=2|'''[[Congratulação brasileira pela ratificação do tratado da independencia do Brasil]]''' File:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|thumb|link=Galeria:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|page=2|'''[[A Constituição Americana]]''' File:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|'''[[Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico]]''' File:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|'''[[Terceiro Discurso de Investidura do Senhor Franklin D. Roosevelt]]''' File:Discurso de Pearl Harbor.pdf|thumb|link=Galeria:Discurso de Pearl Harbor.pdf|page=2|'''[[Discurso de Pearl Harbor]]''' File:Pushkin-Semtitulo.pdf|thumb|link=Galeria:Pushkin-Semtitulo.pdf|page=2|'''[[Sem titulo]]''' File:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|thumb|link=Galeria:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|page=14|'''[[Ultimo adeos de J. Washington à nação americana]]''' File:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 8|O Beija-Flor, N° 8]]''' File:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 7|O Beija-Flor, N° 7]]''' File:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 6|O Beija-Flor, N° 6]]''' File:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 5|O Beija-Flor, N° 5]]''' File:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 4|O Beija-Flor, N° 4]]''' File:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 3|O Beija-Flor, N° 3]]''' File:Byron-MazeppaLord.pdf|thumb|link=Galeria:Byron-MazeppaLord.pdf|page=2|'''[[Mazeppa]]''' File:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|link=Galeria:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|thumb|page=2|'''[[O descobrimento do Brasil]]''' File:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra]]''' File:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 2|O Beija-Flor, N° 2]]''' File:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|thumb|link=Galeria:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre Bonaparte, seu irmão José, Berthier e Lasnnes]]''' File:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 1|O Beija-Flor, N° 1]]''' File:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|thumb|link=Galeria:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|'''[[Machado de Assis em linha/Volume 6/Número 11/Nosso primo americano, Machado de Assis|Nosso primo americano, Machado de Assis]]''' File:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|thumb|link=Galeria:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|'''[[José de Anchieta à Luz da Historia Patria]]''' File:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|thumb|link=Galeria:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|'''[[A Historia do Fantasma Inexperiente]]''' File:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|thumb|link=Galeria:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|'''[[Descripçaõ do novo invento aerostatico]]''' File:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|link=Galeria:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|thumb|page=2|'''[[Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d՚America]]''' File:Poesias.pdf|page=3|link=Galeria:Poesias.pdf|thumb|'''[[Poesias (Zaluar)|Poesias]]''' File:Patente brasileira n.3279.pdf|thumb|link=Galeria:Patente brasileira n.3279.pdf|'''[[Patente brasileira 3279]]''' File:Democracia (Wells).pdf|link=Galeria:Democracia (Wells).pdf|thumb|'''[[Correio da Manhã/19 de fevereiro de 1928/Democracia|Democracia]]''' File:O Teleforo.pdf|link=Galeria:O Teleforo.pdf|thumb|'''[[Jornal do Commercio/1899/O Teleforo|O Teleforo]]''' File:Pau Brasil (Andrade, 1925) (page 7 crop).jpg|link=Galeria:Pau Brasil (Andrade, 1925).pdf|thumb|'''[[Pau Brasil]]''' <!--2024--> File:O escândalo do petroleo.pdf|thumb|link=Galeria:O escândalo do petroleo.pdf|page=7|'''[[O Escandalo do Petroleo]]''' File:Cartas tupis dos Camarões.pdf|thumb|page=2|link=:oldwikisource:Index:Cartas tupis dos Camarões.pdf|'''[[: oldwikisource:Cartas tupis dos Camarões|Cartas tupis dos Camarões]] File:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|'''[[Revista do Instituto Historico e Geographico de S. Paulo/Volume 9/Restauração historica|Restauração histórica]]''' File:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|thumb|link=Galeria:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|page=5|'''[[Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido]]''' File:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|thumb|link=Galeria:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|page=11|'''[[Sonetos do Exilio]]''' File:Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|thumb|link=Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|page=3|'''[[Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal]]''' File:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|thumb|link=Galeria:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|page=11|'''[[:oldwikisource:Retrato do Imperador Marco Aurélio|Retrato do Imperador Marco Aurélio]]''' File:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|thumb|link=Galeria:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|page=5|'''[[Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865]]''' File:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|'''[[Ballada do Enforcado]]''' File:Fabulas (9ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Fabulas (9ª edição).pdf|'''[[Fabulas (9ª edição)]]''' File:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|thumb|link=Galeria:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|page=5|'''[[A Sensibilidade nacional e estrangeira]]''' File:Vidas seccas.pdf|link=Galeria:Vidas seccas.pdf|thumb|page=5|'''[[Vidas seccas]]''' File:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|thumb|link=Galeria:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|'''[[Tudo o que você sempre quis saber sobre a urna eletrônica brasileira]]''' File:As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|thumb|link=As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|'''[[As Caçadas de Pedrinho]]''' File:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|link=Galeria:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|thumb|page=7|'''[[O precursor do abolicionismo no Brasil]]''' File:Memórias de um Negro (1940).pdf|thumb|page=1|'''[[Memorias de um Negro]]''' File:Exaltação (1916).pdf|thumb|link=Galeria:Exaltação (1916).pdf|page=5|'''[[Exaltação (1916)|Exaltação]]''' File:O Saci (8ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:O Saci (8ª edição).pdf|'''[[O Saci (8ª edição)]]''' File:Alice no País das Maravilhas (Trad. 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1916-12-15.pdf|thumb|link=Galeria:O Dia (SC) - 1916-12-15.pdf|page=1|'''[[O Dia (Santa Catarina)/Ano XVI/Número 8453/Os sub-productos do café|Os sub-productos do café]]''' File:A Sempre Viva (Paraná) - 1925-01-15.pdf|page=7|link=Galeria:A Sempre Viva (Paraná) - 1925-01-15.pdf|'''[[A Sempre Viva (Paraná)/Ano 1/Número 9/A suprema viagem|A suprema viagem]]''' File:O Dia (Paraná) - 1924-04-25.pdf|link=Galeria:O Dia (Paraná) - 1924-04-25.pdf|page=5|thumb|'''[[O Dia (Paraná)/1924/Número 256/Página 5/Os Felizes|Os Felizes]]''' File:Biographia do senador Diogo Antonio Feijó.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Biographia do senador Diogo Antonio Feijó.pdf|'''[[Biographia do senador Diogo Antonio Feijó]]''' File:Cypherpunks-manifestos WEB.pdf|thumb|page=1|'''[[Manifestos Cypherpunks]]''' File:Ideologia-californiana revisado1.pdf|thumb|link=Galeria:Ideologia-californiana revisado1.pdf|page=1|'''[[A Ideologia Californiana]]''' File:Páginas Tímidas.pdf|link=Galeria=Páginas Tímidas.pdf|page=3|thumb|'''[[Paginas Timidas]]''' File:O Reino de Kiato.pdf|link=Galeria:O Reino de Kiato.pdf|thumb|'''[[O Reino de Kiato]]''' <!--2022--> File:O homem que subiu de aeroplano até a Lua.pdf|link=Galeria:O homem que subiu de aeroplano até a Lua.pdf|thumb|page=1|'''[[O Homem que Subiu em Aeroplano até a Lua]]''' File:Os Esquecidos no Processo de Independência.pdf|thumb|link:Galeria:Os Esquecidos no Processo de Independência.pdf|page=1|'''[[Almanack/Número 25/Os Esquecidos no Processo de Independência|Os Esquecidos no Processo de Independência]]''' File:Traços biographicos da heroina brasileira Jovita Alves Feitosa.pdf|page=7|link=Galeria:Traços biographicos da heroina brasileira Jovita Alves Feitosa.pdf|thumb|'''[[Traços Biographicos da Heroina Brasileira Jovita Alves Feitosa]]''' File:40 anos no interior do Brasil.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:40 anos no interior do Brasil.pdf|'''[[40 anos no interior do Brasil]]''' File:Benjamin Constant, fundador da Republica brasileira.pdf|link=Galeria:Benjamin Constant, fundador da Republica brasileira.pdf|thumb|page=1|'''[[Benjamin Constant]]''' File:Deodoro da Fonseca (jornal).pdf|link=Galeria:Deodoro da Fonseca (jornal).pdf|thumb|page=1|'''[[Deodoro da Fonseca (número único)|Deodoro da Fonseca]]''' File:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|'''[[Carta posthuma de D. Pedro, Duque de Bragança aos Brasileiros]]''' File:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|thumb|link=Galeria:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|'''[[Decreto de 13 de agosto de 1822]]''' File:O Ganso das Neves.pdf|link=Galeria:O Ganso das Neves.pdf|thumb|page=2|'''[[O Ganso das Neves]]''' File:A Estrella do Sul.pdf|page=9|link=Galeria:A Estrella do Sul.pdf|thumb|'''[[A Estrella do Sul]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|page=483|link=Galeria=Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 20/Volume 5/Cavalleria rusticana|Cavalleria rusticana]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=204|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 18/Volume 5/Pollice Verso|Pollice Verso]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|page=135|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Sambinha|Sambinha]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=27|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Duas Figuras|Duas figuras]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=16|thumb|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Capitulo|Capitulo]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=151|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Os Caprichos da Sorte|Os Caprichos da Sorte]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|page=95|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 2/O Carteiro|O Carteiro]]''' File:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|'''[[A saga de Apsû no Enūma eliš]]''' File:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|link=Galeria:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|page=7|thumb|'''[[Descobrimento Prodigioso e suas Incalculaveis Consequências para o Futuro da Humanidade]]''' File:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|'''[[Invenção dos Aeróstatos Reivindicada]]''' File:Os Ovos de Paschoa.pdf|page=7|thumb|link=Galeria:Os Ovos de Paschoa.pdf|'''[[Os Ovos de Paschoa]]''' File:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|link=Galeria:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|page=5|thumb|'''[[Cinco de Maio (1885)|Cinco de Maio]]''' File:Os Negros (1921).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Os Negros (1921).pdf|'''[[Os Negros]]''' File:Meu amor! adoro-te!.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Meu amor! adoro-te!.pdf|'''[[Meu amor! adoro-te!]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=94|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Vida ociosa|Vida ociosa]] File:Petição.pdf|link=Galeria:Petição.pdf|thumb|page=5|'''[[Petição do Pe. Bartholomeu de Gusmão]]''' File:A lavoura e a guerra.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A lavoura e a guerra.pdf|'''[[A lavoura e a guerra]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=113|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Cartas Inéditas|Cartas Inéditas]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=60|thumb|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/O Corvo|O Corvo]]''' File:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|link=Galeria:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|thumb|page=1|'''[[Scientiae Studia/Volume 11/Número 3/As biografias históricas de Santos Dumont|As biografias históricas de Santos Dumont]]''' File:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|link=Galeria:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|thumb|page=1|'''[[A toponímia indígena artificial no Brasil]]''' File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=264|thumb|'''[[A Novella Semanal/O Avô|O Avô]]''' <!--2021--> File:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|link=Galeria:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|thumb|page=1|'''[[Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro]]''' File:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|link=Galeria:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|thumb|page=1|'''[[Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu]]''' File:Como se faz um Herói.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Como se faz um Herói.pdf|'''[[Como se faz um Herói]]''' File:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|'''[[Santos Dumont: o vôo que mudou a história da aviação]]''' File:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|link=Galeria:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|thumb|page=1|'''[[Primeiras Trovas Burlescas de Getulino]]''' File:Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|link=Galeria=Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Certidão de Óbito de Alberto Santos Dumont]]''' Ficheiro:Cadu_Simões.jpg|thumb|'''[[Sobre Domínio Público e Cultura Livre]]''' File:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|link=Galeria:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Concedendo um conto de réis a Santos Dumont]]''' <!--2020--> <!--[[Discurso do Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante Cerimônia de Posse no Congresso Nacional (1 de janeiro de 2019)|Discruso]]--> File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=9|thumb|'''[[A Novella Semanal/O 22 da "Marajó"|O 22 da Marajó]]''' File:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|'''[[A Nação (Rio de Janeiro)/1874/08-13/«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos|«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos]]''' File:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|link=Galeria:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|thumb|page=25|'''[[Revista Luso-Brasileira/1860/2/Lembranças de minha mãi|Lembranças de minha mãi]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|thumb|page=309|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1877/Charitas|Charitas]]''' File:Marmota Fluminense n830.pdf|link=Galeria:Marmota Fluminense n830.pdf|thumb|page=4|'''[[Marmota Fluminense/830/Beijos|Beijos]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|thumb|page=394|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1878/Job|Job]]''' File:O Jequitinhonha (1862).pdf|link=Galeria:O Jequitinhonha (1862).pdf|thumb|'''[[A historia do Brasil escripta pelo Dr. Jeremias no anno de 2862]]''' File:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|link=Galeria:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|thumb|page=7|'''[[Fantina]]''' <!--2019--> File:A propósito da exposição Malfatti.jpg|link=Galeria:A propósito da exposição Malfatti.jpg|thumb|'''[[O Estado de S. Paulo/A propósito da exposição Malfatti|A propósito da exposição Malfatti]]''' File:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|link=Galeria:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|thumb|'''[[Aventuras de Alice em Baixo da Terra]]''' File:畫麗珠萃秀 Gathering Gems of Beauty (梁木蘭) 2.jpg|link=A Balada de Mulan|thumb|'''[[A Balada de Mulan]]''' Ficheiro%3AA_Menina_do_Narizinho_Arrebitado_(Capa).png|link=Galeria:A Menina do Narizinho Arrebitado (1920).pdf|thumb|'''[[A Menina do Narizinho Arrebitado]]''' File:Machado de Assis aos 57 anos.jpg|link=Hynno Nacional|thumb|'''[[Hynno Nacional]]''' File:Negrinha- Contos (1920).pdf|link=Galeria:Negrinha- Contos (1920).pdf|thumb|page=3|'''[[Negrinha (4º milheiro)]]''' File:Monteiro Lobato.jpg|link=Rabiscando|thumb|'''[[Rabiscando]]''' File:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|link=Galeria:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|thumb|'''[[Meteorito de Bendegó: relatorio (1888)]]''' File:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|link=Galeria:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|thumb|page=1|'''[[Jéca Tatuzinho]]''' <!--2018--> File:Aaron Swartz at Boston Wikipedia Meetup, 2009-08-18.jpg|link=Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso|thumb|'''[[Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso]]''' </gallery> </div> </div> 4u4i2pl2v48qpvtxl0mzfoqjk7xa84o Predefinição:Parâmetro 10 189261 562945 469425 2026-09-16T16:59:04Z Épico 12904 lógica antiga (e igual à da Wikipédia) 562945 wikitext text/x-wiki <includeonly><templatestyles src="Predefinição:Parâmetro/styles.css" /><code class="nowrap wst-doc-parameter{{#if:{{{plain|}}}| wst-doc-parameter-plain|}}">&#124;{{#if:{{{1|}}}|{{{1}}}&#61;}}{{{2|}}}</code></includeonly> <noinclude> {{Documentação}}</noinclude> 2jl2l9eju21e2ad7hspp9qaq6wxrcen Predefinição:Parâmetro/doc 10 189426 562948 402593 2026-09-16T17:02:33Z Épico 12904 562948 wikitext text/x-wiki {{Subpágina de documentação}} <!-- Por favor coloque categorias onde indicado na parte inferior desta página e interwikis no Wikidata --> {{Utiliza TemplateStyles|Predefinição:Parâmetro/styles.css}} Esta predefinição é utilizada principalmente na documentação de outras predefinições; ela propicia uma aparência padronizada para a apresentação dos parâmetros nos exemplos de uso da predefinição. ===Exemplos=== # &nbsp;&nbsp;{{tlx|parâmetro|nome}} #: aparece como #: {{Parâmetro|nome}} # &nbsp;&nbsp;{{tlx|parâmetro|título|<nowiki>{{var|título de livro}}</nowiki>}} #: aparece como #: {{Parâmetro|título|{{var|título de livro}}}} # &nbsp;&nbsp;{{tlx|parâmetro|3=seção|2=<span style="font-size: 1pt;">&nbsp;</span>}} #: aparece como #: {{Parâmetro||seção}} #: (para exemplos de parâmetros não nomeados; note o primeiro campo vazio) # &nbsp;&nbsp;{{tlx|parâmetro|{{var|parâmetro}}}|<nowiki>{{var|valor}}</nowiki>}} #: aparece como #: {{Parâmetro|{{var|parâmetro}}|{{var|valor}}}} Para valores literais, pré-especificados, use a forma dos exemplos 1 ou 3. Ao ilustrar valores hipotéticos, variáveis ou definidos pelo usuário, use {{mono|<nowiki>{{var|valor}}</nowiki>}} (como no exemplo 2), e o mesmo deve ser feito para parâmetros não literais (como no exemplo 4). <includeonly><!-- Categorias abaixo desta linha, por favor; interwikis no Wikidata --> [[Categoria:!Predefinições para o wikimarkup]] </includeonly> 4kzo8wflij3e27mwb7njprsbb8yc3cy Módulo:Utiliza TemplateStyles 828 189715 562994 403429 2026-09-16T20:50:47Z Épico 12904 Página da Wikipédia em português traduzida e corrigida. 562994 Scribunto text/plain -- This module implements the {{Utiliza TemplateStyles}} template. local yesno = require('Módulo:Yesno') local mList = require('Módulo:Lista') local mTableTools = require('Módulo:TableTools') local mMessageBox = require('Módulo:Message box') local p = {} function p.main(frame) local origArgs = frame:getParent().args local args = {} for k, v in pairs(origArgs) do v = v:match('^%s*(.-)%s*$') if v ~= '' then args[k] = v end end return p._main(args) end function p._main(args) local tStyles = mTableTools.compressSparseArray(args) local box = p.renderBox(tStyles) local trackingCategories = p.renderTrackingCategories(args, tStyles) return box .. trackingCategories end function p.renderBox(tStyles) local boxArgs = {} if #tStyles < 1 then boxArgs.text = '<strong class="error">Erro: TemplateStyles não especificado</strong>' else local tStylesLinks = {} for i, ts in ipairs(tStyles) do local sandboxLink = nil local tsTitle = mw.title.new(ts) if tsTitle then local tsSandboxTitle = mw.title.new(string.format('%s:%s/sandbox/%s', tsTitle.nsText, tsTitle.baseText, tsTitle.subpageText)) if tsSandboxTitle and tsSandboxTitle.exists then sandboxLink = string.format(' ([[:%s|sandbox]])', tsSandboxTitle.prefixedText) end end tStylesLinks[i] = string.format('[[:%s]]%s', ts, sandboxLink or '') end local tStylesList = mList.makeList('bulleted', tStylesLinks) boxArgs.text = 'Ess' .. (mw.title.getCurrentTitle():inNamespaces(828,829) and 'e módulo' or 'a predefinição') .. ' utiliza [[:w:Wikipedia:TemplateStyles|TemplateStyles]]:\n' .. tStylesList end boxArgs.type = 'notice' boxArgs.small = true boxArgs.image = '[[Arquivo:Farm-Fresh css add.svg|32px|alt=CSS]]' return mMessageBox.main('mbox', boxArgs) end function p.renderTrackingCategories(args, tStyles, titleObj) if yesno(args.nocat) then return '' end local cats = {} -- Error category if #tStyles < 1 then cats[#cats + 1] = '!Predefinições com caixas de uso do TemplateStyles com erros' end -- TemplateStyles category titleObj = titleObj or mw.title.getCurrentTitle() local subpageBlacklist = { doc = true, sandbox = true, sandbox2 = true, testcases = true } if (titleObj.namespace == 10 or titleObj.namespace == 828) and not subpageBlacklist[titleObj.subpageText] then local category = args.category if not category then category = category or '!Predefinições com TemplateStyles' end cats[#cats + 1] = category if not yesno(args.noprotcat) then local currentProt = titleObj.protectionLevels["edit"] and titleObj.protectionLevels["edit"][1] or nil local addedLevelCat = false local addedPadlockCat = false for i, ts in ipairs(tStyles) do local tsTitleObj = mw.title.new(ts) local tsProt = tsTitleObj.protectionLevels["edit"] and tsTitleObj.protectionLevels["edit"][1] or nil if tsProt ~= currentProt and not addedLevelCat then cats[#cats + 1] = "!Predefinições utilizando TemplateStyles com diferentes níveis de proteção" end end end end for i, cat in ipairs(cats) do cats[i] = string.format('[[Categoria:%s]]', cat) end return table.concat(cats) end return p 8slpu5btynn700f6kroz6fmttd8l2s9 Wikisource:GUS2Wiki 4 217577 563027 562116 2026-09-17T08:49:01Z Alexis Jazz 29519 Updating gadget usage statistics from [[Special:GadgetUsage]] ([[phab:T121049]]) 563027 wikitext text/x-wiki {{#ifexist:Project:GUS2Wiki/top|{{/top}}|This page provides a historical record of [[Special:GadgetUsage]] through its page history. 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[[Categoria:Monteiro Lobato]] 3mwvuihhukywgwpxoaxzjb9gjsgt4n3 Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/346 106 253032 562917 556867 2026-09-16T14:37:32Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562917 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh||DOS VOCÁBULOS PORTUGUESES|249}}</noinclude>{{c|{{larger|TÚLU}}}} <poem> Aia Ama Ananás Apóstolo Arco Armário Arrátel Arrear Bacia Baixel Balde Batata Bilimbim Bomba Bordo Botão Café Cafre Camisa Católico Chá Chapéu Chave Colher Compadre Confessar Copo Corja Coronel Couve Cozinha Cruz Damasco Dobrado Doce Estirar ? Foguete Folha ? Fulano Granada Gudão Hospital Igreja Jalapa Jangada Jogar Lanterna Leilão Lista Machila Madre Maná Mangual Meirinho Mestre Mulato Padre ? Palangana Pangaio Papuzes Pato Pena Pera Picão Pistola Prancha Prato Querubim Recibo Renda Rial Ripa Ronda Sabão ? Sagu Setim Sorte Tabaco Tambaca ? 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Tanto Tardar Tarde Tartaruga Tempo Tenda Testamento Tinta Tio Tira Toalha Topa Torto Touca Traidor Tranqueira Traquete Trato Trigo Trocar Tronco ? Tufão Valer Vara Vaso Velho Veludo Verde Vésperas Vidro Viola Viso-rei Voltar </poem> {{c|{{larger|MALAYÁLAM}}}} <poem> Acafelar Ádem Almadia Âmbar Amora Âncora Anjo Anona Apóstolo Armário Arrátel Arruda Ata Bacia Balão Barcaça ? Basta Batata Bateria Bilimbim Bruça Bucha Cabo Cadeira Café Cafre Cairel Católico Cópia Calção Camisa Capa Capar Capitão </poem><noinclude></noinclude> fw61srobv4v4atqasioxy213imnupbn Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/330 106 255111 562889 556851 2026-09-16T14:10:44Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562889 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh||DOS VOCÁBULOS PORTUGUESES|233}}</noinclude><poem> Cepilho Chá ? Chapa Chapinha ? Chiripos Cinzel Colher Confessar Contas Copo Cordão Corja ? Cravado Cravo Cristão Crítico Cruz Couve Dedal Diabo Doce Esponja Estirar Fita Foguete Forno Garfo General Governador Grade Guarda Gudão Horta Hospital Inglês Janela Lanterna Leilão Lenço Lião Lista Mesa ? Mesquinho Mestre Navalha Padre Pangaio Papa Papaia Pataca Patacho Pateca Pato Padeiro Pena Pera Picão Pinho Pintar Pintura Pipa Porcelana Porco Praga Presidente Querubim Rabeca Recibo Réis Relójio Rial Ronda Sabão Saco ? Sagu Sorte Tabaco Tambaca Tarifa Tenaz ? Tesouraria Três Toalha Tranca Tronco Tropa Vara Varanda Veludo Verruma Vinho Visagra Viso-rei </poem> {{c|{{larger|MALGACHE}}}} <poem> Ananás ? Apóstolo Araca Bacia Baptismo ? Barrica Batata Bola ? Bomba ? Bruça ? Café ? Capote Cozinha ? Gamela Ganso Goiaba Elefante Emplastro Histórico Hora Indiano ? Maná Manga ? Marca ? Matar </poem><noinclude></noinclude> c1okhz88bvhmcdu0jjckw0m8xxry2kf Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/331 106 255112 562890 556852 2026-09-16T14:12:27Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562890 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh|234|LISTAS PARTICULARES|}}</noinclude><poem> Música Palanquim ? Papa Papaia ? Pipa ? Rupia Sacramento Soldado Tabaco </poem> {{c|{{larger|MARATHA}}}} <poem> Abóbora Achar Afonsa Aia Ama Âmbar Ananás Arco Armada Armário Arrátel Bacia Bafo Baixel Balde Banco Baptismo Baralho Barqueta Barquinha Batelão Bilimbim Bomba Bordo Botão Bote Bucha Buraco Cabaia Café Caju Camisa Campo Carreira Casa Católico Chá ? Chapa Chapéu Colaça Contrato Coronel Cotonia Couve Cruz Custar Damasco ? Enxêrto Estado Estirar Falso Falto Fazendeiro Fidalgo Fita ? Foguete Folha Fonte Forma Fragata ? Fulano Gamela Gergelim Grade Granada Guarda Gudão Inglês Jogar Leilão Louvado Mama Mesa ? Mesquinho Mestre Milagre Mostra Natal Órgão Padre Paga Pâmpano Papa Papá ? Parceiro Passear Passeio Passo Pedreiro Pena Pera Picadeira Picão Pipa Pires Pistola Ponta Prancha Prato Renda Resma Rial Ripa Ronda Sabão ? Sagu Sorte Tabaco </poem><noinclude></noinclude> 0dkpezkghz0qam76czl8ccw18ehzvch Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/332 106 255113 562891 556853 2026-09-16T14:13:39Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562891 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh||DOS VOCÁBULOS PORTUGUESES|235}}</noinclude><poem> ? Tanque Toronja Tronco ? Tufão Tumor ? Umbreira ? Varanda Visagra </poem> {{c|{{larger|MOLUCANO}}}} <poem> Barriga Cabeça Cadeira Carta Engenho Espera Gralha Lenço Ler Mainato Mamã Martelo Milho Papá Pés Tacho </poem> {{c|{{larger|NEPALI}}}} <poem> ? Bafo Chá ? Chapa Chave Falto Gudão Jogar Leilão Martelo Mesa Pipa Sabão Tabaco </poem> {{c|{{larger|NICOBARÊS}}}} <poem> Arroz Batata Biscoito Cabra Cadeira Chá Chapéu Chumbo Deus ? Elefante ? Goiaba Lebre Lenço Livro Mesa Papaia Pipa Pistola Prata Rei Sabão ? Saco Sal Santa Maria Sapato Vidro Vinho </poem><noinclude></noinclude> 2pk1fc6wlbn2epk2jzij9a77yakd9xd Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/333 106 255114 562892 556854 2026-09-16T14:14:57Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562892 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh|236|LISTAS PARTICULARES|}}</noinclude>{{c|{{larger|ORIYA}}}} <poem> Achar Aia Ananás Ata Bacia ? Bafo ? Café Calafate Câmara Chá ? Chapa Chave Couve Estirar Fita ? Fulano Gudão Igreja Jogar Leilão ? Limão Mastro Mesa Papaia Pato Peru Recibo Sabão ? Sagu Sapato Tabaco ? Tufão </poem> {{c|{{larger|PANJABI}}}} <poem> Achar Armário Bacia ? Bafo ? Botelha Bucha ? Carabina Cartucho Chá Comandante Espada Estirar Fita Forma ? Fulano Igreja Jogar Leilão ? Mármore Mastro ? Mesquinho Mestre Peru Pipa Pistola Recibo Sabão ? Sagu Tabaco ? Tambor ? Tufão ? Varanda Verruma </poem> {{c|{{larger|PERSA}}}} <poem> ? Aia Âncora ? Basta Chá ? Chapa Chita Forno Mesa ? Mármore Música Órgão </poem><noinclude></noinclude> f52s9by4svduzr4lma4wlobkdzec89b Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/334 106 255115 562895 556855 2026-09-16T14:16:20Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562895 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh||DOS VOCÁBULOS PORTUGUESES|237}}</noinclude><poem> Ponta ? Recibo Rial Sabão ? Sagu Sapato ? Satan ? Sigilo Tabaco Vapor Verruma </poem> {{c|{{larger|PIDGIN-ENGLISH}}}} <poem> Ama Bangue ? Canga Capitão ? Chapa Comprador ? Cônsul Deus Grande Mas que Mouro Não ? Ocupação Padre Saber </poem> {{c|{{larger|RABINO}}}} <poem> Câmara Escola Espada Forno </poem> {{c|{{larger|SIAMÊS}}}} <poem> Açafrão ? Anis ? Apa ? Bote Café Capa Carreta ? Carta ? Cavalo ? Chá ? Chapa Chapinha Cônsul Cravo Cristão Dado ? Garça Grade Leilão Limão Missa Monção Padre Pateca Pato ? Pelouro ? Petardo Pipa Rial ? Rinoceronte ? Rupia Sabão ? Sagu ? Toalha Tronco </poem><noinclude></noinclude> acpsbemozrpsq100ioa13ez04zieujz Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/335 106 255116 562896 556856 2026-09-16T14:17:30Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562896 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh|238|LISTAS PARTICULARES|}}</noinclude>{{c|{{larger|SINDHI}}}} <poem> Achar Âmbar Ananás ? Bafo ? Basta Batel ? Botelha Bucha Cadeira Caju ? Carabina Chá ? Chapa Estirar Falto Fita ? Foguete ? Fulano Janela Jogar Leilão Limão Mesa Padre Pagar ? Página Pipa Pistola Recibo Rial Sabão Tabaco ? Tiro Tronco ? Tufão ? Varanda Verruma </poem> {{c|{{larger|SINGALÊS}}}} <poem> Abano Acafelar Açúcar Adula Agosto Aia Alavanca Alfinete Algoz Almoço Ama Amen Ananás Anona Arco Armário Arrátel Ata Atalaia Bacia Baioneta Balão Balde Banco Bandeja Baptismo Bastão Batata Bêbado Biscoito Boião Bola Bomba Boneca Bôrra Botão ? Botelha Braçal Bucha Bule Burro Cabaia Cabouco ? Café Cafre Caju Calafate Calção Caldeirão Caldo Câmara Camisa Canada Canapé ? Candelabro Cano Capado Capitão Cardamomo Carreta Casado Catecismo Católico Ceroilas Chão Chinelas Chita ? Chocolate Cidrão Citação Coche Colchão Coluna Contas Copo </poem><noinclude></noinclude> o4bsl4hc0gbffck2j9p2ljray5i26av Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/336 106 255117 562897 556857 2026-09-16T14:19:08Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562897 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh||DOS VOCÁBULOS PORTUGUESES|239}}</noinclude><poem> Coronel Cotão Couve Cozinha Cravo Cruz Cunha Dado Dedal Diamante Doce Dom Dona Escola Espírito Estola Estirar Fatia Fita Forca Forno Funil Gasto Gelosia Globo Gorgoleta Grade Guitarra Gudão Hissope Hora Hospital Indiano Inglês Janela Lâmpada Lança Lanterna Lazeira Lázaro Lenço Lestes Lingùiça Listra Lotaria Maçã ? Mala Marcar Medula Meia Mesa Mostra Munição Natal Número Oco Órgão Padre Palangana Pão Papa<sup>1</sup> Papa<sup>2</sup> Papaia PapusesPáscoa Passaporte Pateca Pato Peão Pedreiro Peneira Pena Pepino Picão Pintura Pipa Pires Pistola Porcelana Prancha Pregão Profeta Púcaro Purgatório Queijo Rábão Rancho Relójio Renda<sup>1</sup> Renda<sup>2</sup> Roda Rolão Rosa Sabão Saco ? Sagu Sala Salada Santo Sapateiro Sapato Sarampo Satan Saúde Sêda Semana Setim Sino Sofá Soldado Sopa Sorte ? Taberna Tacho Tambaca Tambor Temperado Tinta Tira Toalha Tombo Tranca Trigo Uvas ? Vagem Varanda Varrão Veludo Vendas Verruma Vidro Vinagre Vinho </poem><noinclude></noinclude> 9zwc82vnm75ngnsx53hpol9flfvk1e6 Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/337 106 255118 562898 556858 2026-09-16T14:20:14Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562898 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh|240|LISTAS PARTICULARES|}}</noinclude>{{c|{{larger|SUNDANÊS}}}} <poem> Achar Alfinete Âmbar Amen Ananás Anona Armário Bacia Bailar Banco Bandeira Bola Boneca Cabaia Café Caju Calçado Caldo Câmara Camisa Campo Capitão Carapuça Carreta Carta ? Cavalo Ceroilas ? Chapa Chapéu Chinela Chita Costa ? Cotão Cravo Dado Dedal Dona Escôva Falso Feitor Festa Fita ? Fuzil Gage Ganso Garfo História Igreja Inglês Lâmpada Lanterna Leilão Limão Mainato Mainel Mandador Manteiga Mas Meirinho Mesa Mister Mouro Padre Palangana ? Pantalona ? Passe Pastel Pelouro Penhor Pires Pistola Prata Queijo Renda Rial Roda Ronda ? Rupia Sábado Sabão Saco * Sagu Salada Sapato ? Sátan ? Secar Sêda Sela Senhor Separado ? Serão Tabaco Tambor Tempo Trigo Trocar Varanda Vaso Veludo Viola </poem> {{c|{{larger|TAMUL}}}} <poem> Adro ''Advento'' Aia Alavanca Alfinete Almôndega Altar Alva </poem><noinclude></noinclude> r7sbucg44f2i00ep9oikuoyfzkww0mj Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/338 106 255119 562900 556859 2026-09-16T14:21:31Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562900 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh||DOS VOCÁBULOS PORTUGUESES|241}}</noinclude><poem> Amancebado Amarra Âmbar Amen ''Amito'' Ananás Apóstolo Armário Arrátel Assado Ata Bacia Balchão Balde Banco Barrete Benzer Bife Biscoito Bispo Bôlo Bôlsa Botão Bule Cabaia Cadeira Café Caju Calafate Calção ''Caldeirinha (kaderin')'' Camisa Canhão Capa Capela ''Casula (kasulei)'' Castiçal Católico Cemitério Chá Chamador Chave Chinela ? Chiripos Cidade Comadre Comunhão Compadre Confissão Cópia Copo Cordão ''Corporal'' ''Cota (t. ecl.)'' Cotão Couve Cozido Cozinha ? Cravado Cravo Crisma Cristão Cruz Dalmática Damasco Doce Escrivão Espírito Santo Estante Escola ''Estola (stolei)'' Festa ? Foguete Frontal Galheta Gancho Gaveta Globo Goiaba Gola Grade Gudão Harmónio Hissope Hospital Hóstia Janela Jogar Lanterna Leilão Lenço Loba ''Manipulo (manipel)'' Meia Meirinho Mesa Missal Missão Missionário Môlho Natal ''Naveta'' Novena Opa Órgão Padre Padroado ''Pala'' (do cálix) Palangana Pálio Papa Papaia ''Partícula'' Páscoa Pateca ''Patena'' Pato Pena Pera Pia Pipa Pires Presidente Púlpito Quaresma Querubim Relójio Renda ''Ritual'' Rolão Rosa Sabão Sacramento Sacrário Sacristão Sacristia ? Sagu Salada </poem><noinclude></noinclude> p7k98tgq1cbrlayyji9he8pc1kcxij6 Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/339 106 255120 562902 556860 2026-09-16T14:24:18Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562902 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh|242|LISTAS PARTICULARES|}}</noinclude><poem> ''Sanguinho'' Sapato ''Seminário'' ''Sobrepeliz'' ''Sopa'' Sotaina Tambor Tabernáculo Tambaca Temperado Terço Tesoureiro Tinta Toalha Tocha Trave Tronco Tumba ''Turíbulo (turivel)'' Vara Varanda Vésperas Véu Vigário Vinha de alhos </poem> {{c|{{larger|TELÚGU}}}} <poem> Aia Amarra Ananás Ano Armário Bacia Balde Banco ? Baptismo Baralho Barrote Bateria Biscoito Boião Bordo Botão ? Café Cafre Calafate Câmara Camisa Canal Capa Capado Cartucho Católico Chave Comandante Comando Compadre Copo Cozinha Crisma Estado Estirar Espírito Santo Esponja Fita ? Foguete ? Fulano Galão Granadeiro Guitarra Gudão Hospital Hóstia Janela Leilão Limão Madeira Major Maná Maria Meia Melão Mesa Novena Padre Palangana Papa Papaia Papuses Páscoa Pato Pena Pipa Poial ? Polícia Prancha Prova Recibo Sabão ? Sagu Sacristão Sacristia Sapato Tara Toalha Toronja ? Tufão Varanda Verruma Vinho </poem><noinclude></noinclude> 5fbjpjdpowgmaj1gnd1qhvcxeb728zv Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/340 106 255121 562904 556861 2026-09-16T14:25:56Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562904 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh||DOS VOCÁBULOS PORTUGUESES|243}}</noinclude>{{c|{{larger|TETO}}}} <poem> Abril ''Abusar («bô-sok»)'' Achar ''Aço (aparo)'' Acudir Ádem Adeus ''Admirar («sa-rébak»)'' ''Adoração («a-kruúku»)'' Adorar ''Adultério («sé-luku»)'' Advogado ''Africano («ma-lai metan»)'' ''Agora («oras-néi»)'' Agosto ''Agradar («ako-nôku»)'' Agradecer Ajudar Alcatifa Alfaite Alfândega Alferes Alfinete ''Algema («uen-liman»)'' Almôndegas Altar Alva Alvorada ''Amar («adómi, dóben»)'' ''Ambição («kí-rak»)'' Amen Amora Amostra Ananás Andor Animal Anjo Aniversário ''Antigo («kleur»)'' Apa ''Apito («fúi»)'' ''Aprender («aié-ni»)'' ''Apresentar («ha-túdu»)'' Arado Arame ''Arcabuz («ki-láti bôti»)'' Argola Argolinha Armada Arsenal Arte Assistir Atenção ''Auxiliar («tú-lun»)'' ''Avestruz'' Avisar Aviso Azeitona Azul Bacalhau Bacia Banda Bandeja Bando Baralhar Barrete Barril Batalhão Bátega Batina Bazar ''Benedito («kniâ-nek»)'' Bênção Bentinhos Beringela Bife ''Bilhete («súrati kikí»)'' Binóculo Biscoito ''Bispado'' ''Bispo'' ''Boa noite'' ''Boa tarde'' Bobo Bolacha Bôlo Bôlsa ''Bôlso'' Bom dia Bomba Boneca Borla Borrão Bota Botão ? Botelha Botija Bouba ''Breve'' (subst.) Bula Bule Burro Cabaia Cabide Cabo ''Cabresto («kabā-rési»)'' Cacau ''Cada'' ''Cadeado («hé-nu»)'' ''Cadeia'' Cadeira Café Caju Cális ''Camelo'' Camisa Camisola Campainha Campo Canapé </poem><noinclude></noinclude> s3hoar2s9t1l190lyx1398pvaopa2vq Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/341 106 255122 562905 556862 2026-09-16T14:26:44Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562905 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh|244|LISTAS PARTICULARES|}}</noinclude><poem> ''Candieiro'' Canela ''Caneta'' Cânfora Canivete ''Canudo'' (V. cigarro) Capa Capado Capar Capaz Capela Capitão Capote ''Capricho («de-hur»)'' Caril ''Caro («dóben»)'' Carreta Cartucho Caso Castelo («kota») Castiçal ''Castidade'' Castigo Catana Catarro ''Catana'' ''Cedo («san»)'' Cemitério ''Centeio'' ''Centopeia («sentopè, «lá-lyan»)'' Cepilho Cerimónia Cerveja Chá Chapa Charuto Chave ''Chávena'' Chícara Chinela Chita Chocolate Chouriço ''Cidadão'' Cidade Cifra ''Cifrão'' Cigarro ''Cilha'' Cinturão Clima Cocheiro Coelho Cofre Colchão Colchete Colégio Comadre Comandante ''Cominho'' ''Comparação'' ''Comparar («ód-dan»)'' Compasso Comungar Concelho Condenado Confessar-se ''Cónego'' Confeito Confiança Conforme («si-mú») ''Consagração'' ''Consagrar («sa-ráni»)'' Conselho Consentir ''Consolar («hak sótok»)'' Cônsul Conta Contas Contente Contra Contrato Contra vontade ''Convite'' ''Copa'' Cópia Copo Côr ''Coral («môr-ten»)'' Corneta ''Coro'' Coroa Coronel Corrente Cortesia Cortina Corveta ''Costumado'' Costume Côvado Couve Cravo ''Crédito'' Criado ''Criatura («ha-kálak»)'' Crisma Cruz Cuidado Cuidar ''Culpa («sala»)'' ''Cumprir («há-lu»)'' ''Cura («bálin»)'' Custar ''Custódia'' ''Daia'' Decreto Dedal Degrau ''Descobrir («ló-ke»)'' Desconfiar Descontar ''Desculpa («ha-rôhan»)'' ''Desejo («haká-rak»)'' ''Desgostar'' Despacho Despensa Despesa Desprezar ''Desprezo («tôs»)'' ''Desterrado'' Desterrar («phô lákon») Destêrro ''Determinar («ha-mênu, haru-ka»)'' ''Dever (verbo, «hatúsan»)'' Devoção Diabo Diamante </poem><noinclude></noinclude> 8s3ic5k12gqjhwnbwsfvtlx8d77mxnv Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/342 106 255123 562906 556863 2026-09-16T14:27:48Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562906 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh||DOS VOCÁBULOS PORTUGUESES|245}}</noinclude><poem> Dicionário Dispensa Divisa Doce Dom Domingo Dona ''Dormitório'' Dossel Doutor Doutrina ''Dragão'' Durar Dúzia Edição ''Educação'' ''Embaraçar («ha-kahik, hatáu»)'' Empatar Emprôgo Emprestar Então ''Entender («ha-téni»)'' Entendimento Entregar Entrudo ''Enxada'' ''Enxó'' ''Enxofre'' ''Epístola («sú-rati»)'' Ervilha Escaler Escândalo ''Escapulário'' Escola ''Escolante'' Escôva Escrivão Esmola Esperto Espírito Espírito Santo Espoleta Essa Estado Esticar ''Estilo'' Estribo ''Estrondo («ba-láun»)'' Estudar Estudo ''Eternidade'' ''Eucaristia'' Evangelho Exame Excomunhão Exemplo Explicar Falso Faltar Fama Farol Favor Fé ''Fechadura'' Feira Feriado Festa ''Fiado'' (adj.) Fiador Figura ''Filtro'' Finta Fita Fivela Flanela Fôrça Forma Forno Forrar Forte Fortuna Fraco Frade Fragata Frasco Frasqueira Freio Freguesia ''Frontal'' Funil ''Gaiola'' ''Gala'' Galão Galheta Gaveta Genebra General Gentio Geração ''Glória'' Goma ''Golilha'' Gorgoleta Govêrno Graça Graxa Grude Guarda ''Guarnecer («hu-diak»)'' ''Guia'' Guisado Herdar História Honra Hora Hospital Hóstia Igreja ''Importar-se («klétak»)'' Incenso ''Indigestão (in-distã, «túan móras»)'' ''Indigno'' Indulgência Inferno Injustiça Inocência ''Inspiração'' ''Instante («láis ôan»)'' Instrumento ''Intentar («ha-kárak»)'' ''Intérprete (intrépiti, «dú-ru bása»)'' Inveja ''Janeiro'' Janela Jantar ''Jardim'' Jarra ''Jarro'' </poem><noinclude></noinclude> 68gfhegz7c5xll3iyuj0t7a4o8qymgd Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/343 106 255124 562907 556864 2026-09-16T14:30:33Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562907 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh|246|LISTAS PARTICULARES|}}</noinclude><poem> Jejum Jogador Jogar Jornal Juiz ''Juízo (siso, «néon»)'' ''Julgar (júlga, dúlga, dúlka)'' Julho Junho Juramento Jurar Juro Justiça Laço Lacre Ladainha ''Lagosta («kná-se»)'' Lâmpada Lampião ''Lancha («ró-ôan»)'' Lápis Lata Lei Leilão Lenço Lençol Letra Lião Lição Licença ''Limar'' ''Linho («fúka»)'' Lírio Lista Livrar Livre Livro ''Lobo'' ''Logo («ôri-lái»)'' Lona Luminária Luto Luva ''Machado («ba-líun»)'' Machila Major ''Mal («aáti»)'' Mala Malcriado Maldição Malícia Mangação Manha Manteiga Marca Marchar Março Marfim Martelo Mártir Mas Mas que Matraca ''Meda («boún»)'' Medalha ''Médico'' Meias ''Meio (adj., «na-knótak»)'' ''Meio dia'' Meirinho Mercê Merecer Mesa Mestre Milagre Militar Ministro Minuto Missa Missal Missão ''Mitra'' ''Moleiro'' ''Momento («lȧis-ȯan»)'' Mostarda Multa ''Mundo'' Munição Música ''Nabo'' ''Nação'' Natal ''Nora'' ''Nossa Senhora'' Nota Notícia ''Novembro'' Número ''Obedecer («há-lu-ktúir»)'' ''Obediência'' Obrigação Obrigado Obrigar Ocasião Óculos Ofender Oferecer Oficial Ofício Opa Oração Ordem Órgão ''Ostra («tiran»)'' Paciência Padre ''Padre Nosso'' Pagode ''Paiol'' Palmatória Pão Papa ''Papo («kakalú-kun»)'' Para Parabém Parente Pasto Páscoa Passe Passear Pataca Patarata Pateca Patena Pato ''Pátria'' ''Patriarca'' Patrono ''Pavio (baviu)'' ''Paz («dámi»)'' Peça ''Pecado'' </poem><noinclude></noinclude> dbj3e4wxh7g5gan0eai8kfnf81wul8a Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/344 106 255125 562909 556865 2026-09-16T14:33:25Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562909 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh||DOS VOCÁBULOS PORTUGUESES|247}}</noinclude><poem> ''Pelo sinal'' Penitência Pena Perdão Perdição Perdido ''Perdoar'' Peste Pia ''Pico'' Piloto ''Pimenta («ai manas»)'' ''Pinta («tádan»)'' ''Pião («lúru»)'' Pires Pistola ''Plantação («ai kúda»)'' Polícia Polvorinho Pomba ''Ponte («iambá-ta»)'' Ponto Português Pôsto ''Povo (pôvos, «éma, dátu»)'' ''Praça'' Praga ''Prática'' Preço ''Precisar'' ''Preciso'' ''Pregar («hédi»)'' Prògar ''Prègação («ha-téten»)'' Prego Prémio ''Prender'' Preparar Presente Presidente Processo Procissão Procuração Procurador Promessa Pronto Próprio Proposta Protestante Protesto ''Província'' ''Pudim'' Púlpito ''Pulso (púrsu, coragem)'' Purga Purgatório ''Quando («bai-húra»)'' Quaresma Quartel Queijo Questão Quintal Rabeca Ração Razão Recado Recibo Rêde ''Refogado (fogádu)'' ''Refogar (fúkar, «réko, régo»)'' Reformado ''Regente («nai úlun»)'' Registo Regra ''Régua'' ''Reino'' Relação Religião Relógio Repique Requerimento ''Rematar («hô-tu»)'' Renda ''Renovar'' Reposta Reprovar Respeito ''Retiro'' Retrato Responsável Reunião ''Reza'' ''Resina'' ''Rico'' ''Risca'' Romã Ronda Rosa Rosário ''Rosca'' Roupa ''Rude («aáti»)'' ''Rufo'' Rupia Sábado Sabão Saca-rolhas Sacramento Sacrário Sacrifício Sacrilégio Sacristão Sacristia Sagu Saguate Sala Salada ''Salsa'' Salva Salvação ''Sangrar'' ''Santa Cruz'' ''Santíssimo'' ''Santíssimo Sacramento'' Santo Sapateiro Sapato ''Sardinha («íkan»)'' Sargento ''Saudar'' Saúde Sé ''Secreta («la-kló»)'' Secretaria Secretário Sêda ''Segundo'' Sela </poem><noinclude></noinclude> 3jt1ac4nicaj9zgmaa6zssvb0ec7yrq Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/345 106 255126 562911 556866 2026-09-16T14:35:29Z Leonordeoliveiramartins 41055 /* Validada */ 562911 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Leonordeoliveiramartins" />{{rh|248|LISTAS PARTICULARES|}}</noinclude><poem> Sêlo Semana Semana Santa Seminário Sentença Sentido Sentinela Sentir Sério Sermão ''Servente («ata»)'' ''Significar (ká-tak)'' ''Silêncio («no-nókun»)'' Sinal Sino Soberba Sobremesa ''Sobrescrito'' Sobrinho Sociedade ''Socorro (si-kóuru, «tú-lun»)'' Sofrer ''Soldada («sê-lu-kóli»)'' Soldado Sombreiro Sopa Sorte Sossegado Suberbo ''Suceder'' ''Sumo Pontífice'' Superior Suspender Tabaco Tacho ''Taco'' Talento Talher Tapete Tarde Tempêro Tempo Tenda ''Tenente'' Tentação Tentar. Terço Terrina Testamento ''Tia'' ''Tigre'' Tinta Tio Tiras Tiro Toalha Tomate ''Torcida'' Torre Traição Tratamento Tratar ''Tribunal'' Trigo Trocar Trombeta Tronco Tropa Tumba ''Uniforme'' Urinol ''Uso'' Uvas Vacina ''Vapor («rô áhi»)'' Varanda ''Vassalo'' Vaso ''Venera'' Verniz Verónica Verruma Verso Vésperas Véu Vidro Vigário («nai-lúlik») ''Vila'' ''Vintêm'' Viola Virtude Visita ''Vitória («má-nan»)'' Viva ''Vizinho («málu-ku, bésik»)'' ''Vontade («ha-kárak»)'' Voto ''Zelador'' ''Zinco («kálen»)'' </poem> {{c|{{larger|TIBETANO}}}} <poem> ? Chá Couve ? Pão </poem> {{c|{{larger|TONKINÊS}}}} <poem> ? Bátega Café ? Chá ? Chave * Chocolate Copo Pão ? Tabaco </poem><noinclude></noinclude> qvmoe3lktwqtgn0oie359h8tjcivkc6 Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/235 106 257179 562916 562054 2026-09-16T14:36:35Z Erick Soares3 19404 562916 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>{{dhr|5}} {{c|INDICE|fs=180%}} {{dhr|2}} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção={{smaller|Capitulos}} |título= |página={{smaller|Pag.}} |nodots }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/I|'''I''']] |título=Em que Phileas Fogg e Passeparteut mutualmente se acceitam, o primeiro na qualidade de amo, o segundo na de creado |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/9|5]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/II|'''II''']] |título=Em que Passepartout se convence de que por fim achou o seu ideal |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/14|10]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/III|'''III''']] |título=Trava-se uma conversa que poderá custar caro a Phileas Fogg |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/18|14]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/IV|'''IV''']] |título=Em que Phileas Fogg faz pasmar o seu creado Passepartout |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/26|22]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/V|'''V''']] |título=Em que apparece na praça de Londres um novo valor |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/30|26]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/VI|'''VI''']] |título=Em que o agente Fix mostra uma impaciencia bem justificada |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/33|29]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/VII|'''VII''']] |título=Que prova mais uma vez a inutilidade dos passaportes em assumptos de policia |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/38|34]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/VIII|'''VIII''']] |título=Em que Passepartout falla talvez um pouco mais do que convem |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/41|37]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/IX|'''IX''']] |título=Em que o mar Roxo e o mar das Indias se mostram propicios aos designios de Phileas Fogg |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/45|41]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/X|'''X''']] |título=Em que Passepartout tem a fortuna de sair de uma situação embaraçosa só com a perda de um sapato |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/51|47]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XI|'''XI''']] |título=Em que Phileas Fogg compra uma cavalgadura por preço fabuloso |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/56|52]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 |seção=[[A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/XII|'''XII''']] |título=Em que Phileas Fogg e os companheiros se aventuram através das florestas da India, e o mais que dʼahi se segue |página=[[Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/65|61]] }} {{nop}}<noinclude></noinclude> mfj6rl1x0dqdrzipx19lptfvl6fqaxy Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/549 106 257853 562838 2026-09-16T13:10:25Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: APE pertadas aufteridades, que &c. TELL. Chr. 1, 1, 6. n. 13 Na Religião mais apertada do gloriofo Patriarca S. Fran- cifco. CARDOS. Agiol. 2, 277 Os jejuns, com que fe mortificava, mui apertados, e frequentes. -Efcago, avarento, nimiamente poupado, ANDRAD. Inftit. 89 Se por ventura o tiveres por apertado, Ali- beralidade louva fempre Aos Reis conveniente e necef- faria. TELL. Chr. 12, 14. n. 1 Tinha dito [o Rei] que não foffe apertad... 562838 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>APE pertadas aufteridades, que &c. TELL. Chr. 1, 1, 6. n. 13 Na Religião mais apertada do gloriofo Patriarca S. Fran- cifco. CARDOS. Agiol. 2, 277 Os jejuns, com que fe mortificava, mui apertados, e frequentes. -Efcago, avarento, nimiamente poupado, ANDRAD. Inftit. 89 Se por ventura o tiveres por apertado, Ali- beralidade louva fempre Aos Reis conveniente e necef- faria. TELL. Chr. 12, 14. n. 1 Tinha dito [o Rei] que não foffe apertado em admittir fugatos, que elle feria liberal em os fuftentar. M. FERNAND. Alm. 33, 2. n. 45 p. 270 Havia hum Bifpo chamado Troilo mui- to apertado, e efcaço. Nefte fèntido fe diz: Apertado de bolfa, Apertado nos bens, Ter a mão apertada, c. CEIT. Serm. 2, 248, 102 Como são largos de lingoa os apertados de bolfa Feo, Tr. Quadr. 1, 121, 1 No que toca aos bens d'alma, que lhe caftarão caros, feja elle [Deos] táo liberal; e tão apertado nos bens do corpo, que lhe cuftavão tão pouco. L. BRAND. Medit. 1, 2, 50. p. 317 Muitos of- ferecem ao Senhor os bens, que elle mifericordiofamen- te lhe concedeo, porém he com a mão tão aperiada, que eftando os thefouros cheios, elles os deixão fechados. Tambem fe diz das coufas dadas, ou obradas com efcaceza, ou fobeja parcimonia. VEIG. Laur. Ded. Com apertado pão, com agoa breve. Apoucado, aranhado, de fracos efpiritos. Fro, Tr. 2, 35, 3 Contar honras, e defcobrir façanhas he de animo apertado, no qual não cabe coufa boa, que fa- ça. TELL. Chr. 1, 2, 27. n. 5 Os Portuguezes em cer- to modo accrecentarão o mundo, e o fizerão maior do que os homens imaginavão ein feus errados, e apertados conceitos. Difficultofo, cuftolo, o contrario de franco. Luc. Vid. 7, 6 As entradas nenhum Principe da Europa as dá mais apertadas. Fechado, que pende mais para efcuro, do que para claro. Das cores. BARR. Clarim. 1, 15 Trazia húas ar- mas de roxo apertado. CONST. DO PORT. 50 Nem roxo, falvo fe for muito apertado. CONST. DE GOA, 13, 2 E o veftido, que poderão trazer por efta noffa conftituição, não ferá vermelho, amarello, verde, nem roxo, falvo Ligar, atar, fe for apertado. Apurado. Dos medicamentos. Azev. Correcç. 1, 3, 14. p. 371 As ptizanas fe faraó de cozimento de ceva- da bem apertado. Tempo apertado. O em que fe padecem grandes mi- ferias, penurias, opprefsões, &c. Sous. Hift. 1, 2, 3 Faziafelhes difficultofo em tempos apertados pedir efmó- las pera comer. CASTR. Uly, 6, 10 Não foffre dilações tempo apertado. D. FERN. DE MEN. Hift. 3, 106, 217 Eftas razões.. tocavão a elte povo por particulares mo- tivos, pois o fuftentou, e defendeo em tempos tão aper- tados. Adag. Mais quero pedir a minha peneira hum pão apertado, que a minha vizinha empreftado. DEL C. Adag. 66. {{lema|APERTADOIRO}}. s. m. antiq. Cinto ou coufa fcmelbante para apertar o corpo. no propr. e met. VIT. CHRIST. 3, 57, 112 E cada huns lombos fon apertadoiros, s. re- freadoiros das cuidações illicitas, e das obras nom boas. {{lema|APERTADOR}}. s. m. O que aperta. BET. PER. The Ornato das mulheres para tomar os cabellos, cingin- do principalmente a téfta, e fegurandolhes os topetes. Sovs. Vid. 6, 11 O cabello recolhido na cabeça debaixo de hum fino volante, prezo de hum apertador de pedraria com força por meio de algum inftrumento, como corda, atacador, botões, &c. DESCO BR. DA FROLID. 87 Com a preffa fe havia mal apreta- do a cilha, e cahio do cavallo. BRIT. Elog. 9 Quando o veftião,coftumava dizer [elRei D. Pedro] que lhe apertaffem muito a petrina. CASTR. Ulyff. 4, 13 As rou- pas apertando paffeava Por antre as triftes fombras ani- mofo. Met. Ros. Hift. 2, 191, 3 Vendo Santo Hilario o fervor de São Martinho, querendoo mais apertar, e atar às coufas divinas, o quiz ordenar em Diacono. Ajutar, unir eftreitamente, e com força duas con- fas, comprimindo huma com outra, ou buma contra a ou- tra. CAM. Luf. 2, 43 E com o feu apertando o rofto amado. Leño, Orthogr. 3 O p pronunciafe apertando os beiços. Sous. Hift. 1, 1, 15 Juntou as rafgaduras, tomou lodo da eftrada, e apertonas com elle. Opprimir, carregar fobre alguem, ou alguma coufa por falta de lugar, en que commodamente caiba. L. BRAND. Medit. 2, 5, 204. p. 606 Diffelhe Pedro, e os que hião em fua companhia: Meltre, efta multidão vos aperta, e afflige; e vós perguntais quem vos tocou Abbreviar, refumir, reduzir a menor efpaço. Sous. Hift. 2, 2, 16. Em breve lon- de infinito valor. GALHEG. Templ. 1, 34 Não fique as ga vida. m breve efcritura apertareinos ha lo- Adftringir. De certos medicamentos. D. HILAR. a Voz, 16, 99 O' mezinha, que a todos he proveito fa, que efpreme, e aperta rodos os inchamentos. Azev. Deofas tela, nem brocado, Annel, apertador, nem col- lar fique, Que &c. PER. D'AFOS. Poder. 6, 167 Os ca- bellos em tranças apanhados com hum apertador de ouro. Mer. CAG. Ramilh. 8, 15 Porque appetites fem (Correcç. 2, 2, 117. Diz Galeno que as lentilhas apei- 2; 117. 19iz Grajeno, que avec la apertador mini defcompoftos andão. {{lema|APERTAMENTO}}. s. m. ant. Acção e effeito de apertar. Vir. Acorar, perfeguir, opprimir com mais vigor, on pon- CHRIST. 9 Alli ferá choro,...e apertamento de dentes. BARR. Cartinh. E por apertamento das fuas entra- nhas, e pola grande dor das fuas chagas. FR. MARC. Exerc. 14, 66 Os mut crueis apertamentos das cordas. Acção de estarem muitas peffoas em lugar para ellas eftreito. VIT. CHRIST. 1, 29, 90 E co o apertamen- to da gente não podendo eftar em terra &c. FR. MARC. Chr. 2, 6, 9 Tanto era o concurfo, e apertamento pe- lo ouvir. Met. Aufteridade, feveridade, exacta obfervancia. FR. SIM. COELH. Chr. 1, 2, 7 O Moefteiro... cafa he de choro, porque nelle fe acha cinza, cilicio, filen- cio, apertamento, e apartamento {{lema|APERTÃO}}. s. m. Multidão de gente entre fi muito unida em lugar para ella eftrcito. BARRET. Flos Sanct. 1, 94, 1 Foife dalli ao mar de Galiléa, entra em húa barca pelo apertão da muita gente. L. Arv. Serm. 2, 7, 2. n. 6 Pois heide entrar por efte apertão até lhe tocar a capa. M. BERк. Exerc. 2, 4, 6. p. 99 Haverá tal aper- tão, que muitos quererão, e não poderão entrar. Affalto, combate apertado, ou arrifcado. CASTANH. Hift, 2, 52 Com favor dos caftellos tornarão a dar ou- tro apertão aos noffos, de que por derradeiro levárão o cpeor. Acção de reftringir, coarctar, ou abbreviar o tempo. S. ANN. Chr. 2, 14; 359 Manifeita tentação do Demo- nio, que com huns apertos de poucos dias, e menos frui- to pretende fazelos inhabeis para os outros exercicios. CHAG. Cart. 2, 167 Mas entre o apertão deftas preffas. farei por não faltar a efte negocio. {{lema|APERTAR}}. v. a. Comprimir alguma coufa com a mão, fazendo força nella, e' como querendo reduzila a menor ef spaço. ant. Apretar. COAT. R. Naufr. 9, 89 E na direi- ta mão com força aperta A rutilante, clara, aguda ef pada. SANT. Ethiop. 1, 1, 16 Virão efte homem, fo- bre apoftas, e porfias, que outros fazião, fe tinha lei- te, ou não, apertar o peito co' a mão, e lançar leite delle. VILL. Boas, Nobiliarch. 1 O primeiro Rei do Mexico... tinha por infignia e divifa huma mão apertan- do muitas fettas de canna. Comprimir alguma coufa de forte que as fuas partes redão e fe concheguem. FR. GASP. DA CRUZ, Tr. 15, 1 Defde meninas lhe apertão muito os pés com pannos, pera que lhe fiquem os pés muito pequenos. F. DE ME Doç. Serm. I, 18, 3 O medo mundano congéla a mui- tos as palavras, apertalbe a garganta &c. Cerrar, unir fortemente comfigo nos braços. CAM. Luf. 5, 56 Eltando c'hum penedo fronte a fronte, Que eu pelo rofto angelico apertava. FR. MARC. Exerc. 13, 58. Huns o apertavão por os peitos, outros por o pef coço. LOBAT. Palm. 5, 57 Aperton comfigo ao famofo Clarifol tão poderofamente, que as armas fe lhe mettião pelas carnes. que as armas fe the me tao. do em inaior perigo. COUT. Dec. 5, 4, 10 Os Mouros forãono apertando de feição, que vendofe tão perfegui do remettes.com os de diante. BRIT. Chr. 2, 19 Ajun tandofe os campos de genro, e logro, tão cruelmente apertárão os dous irmãos, que fe virão em termos de fer perdidos. FREIX. Vid. 2, 78, Onde os apertou tanto, que os fez precipitar da rocha abaixo. Reg. com. MEMOR. DAS PROxz. 1, 25 E quiz aper tar com feu inimigo antes que entraffe em mais fraque- za. ALBUQ. Comm. 1, 14 Os noffos com efte foccorro apertárão tão rijo com elles, que virárão as coftas. MAUS, -Af Afr. 12, 184 Apcrtei co leão hum pouco oufado. Moleftar, vexar, affligir, incommodar com exceffo.<noinclude></noinclude> 6ozh2ae5dr4opodxilza0cv2gkatgkt Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/550 106 257854 562839 2026-09-16T13:11:33Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 342 APE Das coufas incommodas a refpeito das peffoas. CORR. Comm. 2, 36 Apertandoo hum dia a calma e sêde, fe recolheo a hum valle. BRIT. Chr. 1, 20 De tal modo. o apertárão as dores, que de todo ponto perdeo es fen- tidos. CEIT. Serm. 2, 252, 4 E como os apertou a fo- me, colherão das efpigas, e debulhandoas em as mãos, comião. Reg. com. FERNAND. Palm. 4, 22 Efte penfamen- to, e dor apertou com elle tanto, que &c. Gouv. Rel. I, 3 Ap... 562839 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>342 APE Das coufas incommodas a refpeito das peffoas. CORR. Comm. 2, 36 Apertandoo hum dia a calma e sêde, fe recolheo a hum valle. BRIT. Chr. 1, 20 De tal modo. o apertárão as dores, que de todo ponto perdeo es fen- tidos. CEIT. Serm. 2, 252, 4 E como os apertou a fo- me, colherão das efpigas, e debulhandoas em as mãos, comião. Reg. com. FERNAND. Palm. 4, 22 Efte penfamen- to, e dor apertou com elle tanto, que &c. Gouv. Rel. I, 3 Apertando a enfermidade com elle, mandou chamar hum dos Portuguezes. Luz, Serm. I, 40, 3 Apertando tanto a fome com o pobre mancebo, que &c. Inftar, fazer força a alguem para que diga, ou fa- ça alguma confa. CASTILH. Comm. 1, 5 Apertavão o Viforrei que falvafle na cidade efta gente. CoRT. R. Naufr. 14, 162 Outra vez os aperta com eftreito Ro- go. Luc. Vid. 1, 6 Apertandoo elle [S. Jeronimo, a S. Gregorio] pela declaração de hum paffo difficultofo de S. Lucas. Met. A refpeito de coufas. Luc. Vid. 2, 21 Ha enfermidades, que fe curão melhor diffimulandoas, que apertandoas. Reg. com alg. Mon. Palm. 2, so Alguns apertá- Palm. 2, s rão com Daliarte, que o quizeffe dizer, mas nunca fe pôde acabar com elle. Cour. Dec. 5, 5, 8 Como Mi- guel Ferreira apertaffe com elle que lhos entregaffe &c. GUERREIR. Rel. 5, 2, 1 Por mais que os miniftros da fua corte... apertaffem rijamente com elle, que &c. Com ou em alg. c. RESEND. Chr. 17 Apertando el Rei muito niffo, e por muitas vezes. Sous. Hift. 3, 4, 21 Atavão as mãos aos Padres para poderem apertar nas materias cfpirituaes com a feveridade, que entendião cumprir. S. ANN. Chr. 2, 24, 436 Fugindo á opinião de engenhofo, não apertava com o argumento quanto po- dia, Avivar, inftigar, excitar, dar mais força, ou ca- lor a alguma confa. BRIT: Elog. 10 Mandou [el Rei de Caftella] commetter a el Rei D. Fernando cafamento de D. Fradique... com... D. Brites o que fe fez então por procurações, e não teve effeito, quando fe quiz apertar. Sous. Hift. 1, 1, 20 E logo fe começou à apertar mais a pratica pelos que a trazião entre, mãos. GUERREIR. Rel. 4, 2, I Determinárão de apertar mais a bataria. Reftringir, averiguar mais miudamente, tratar com mais exacção. CEIT. Quadrag. 1, 53, 1 Se quizermos apertar ainda mais ifto, havemos de achar fer doutrina de todos os Santos. Luz, Serm. 1, 171, A Sáo taes as riquezas, que veio Chrifto noffo Senhor a apertar efte negocio de maneira, que diffe fer impoflivel falvaremfe os ricos. L. BRAND. Medit. 2, 5, 203. p. 599 S. Chry- foftomo, apertando mais efte ponto, acha falla o Pro- pheta em cfpirito do Diviniffimo íacramento. Fraf. Apertar a bolfa. (poupar, moderar a defpe- za. Sous. Vid. 1, 19. a cnxada. (trabalhar com el- la.) Sous. Hift. 2, 2, 8.a efpada (empunhala.com valor.) MAUS. Aff. Afr. 11, 165. Sous. Hift. 2, 2, 20. a ferida, chaga, &c. Cefpermerlhe o fangue pizado ou materia, ou unirlhe os labios ou ligalos.) BARR. Cla- rim. 1, 21 Apertou as feridas de Belifonte com alguns pannos. Maus. Aff. Afr. 9, 145 Amorofo beneficio. Te fizera na chaga, eu ta apertára. a mão. (fer efca- ço, e avarcnto.) BARRET. Flos Sanct. 1, 313,1 Pere- ciáo muitos pobres, e os ricos apertavão a mão, e os deixavão morrer. a alg. (Fazfe ou em final de amizade, ou para dar a entender alguma confa occulta mente.) BERNARD. RIE. Menin. 2, 5. as pernas ao cavallo. (inftigalo, fazelo correr.) LOBAT. Palm. 5, Z- com os amigos. (fer importuno para com os outros.) LOBAT. Palm. 5, 10 Não aperteis tanto com os amigos. ; efporas. (o mefmo que apertar as pernas, ao cavallo. ) ARAUJ. Succeff. 1, 38 Tomáráo [os cavalleiros por bom acordo virar coftas, e apertar efporas, o caval- lo. (o mesmo que apertarlhe as pernas.) Maus. Aff. Afr. 12, 184 . o palo. (dar a andar depreffa.) Sous. Vid. 2, 28. o pe. (o mefmo que apertar o paffe.) M. BERN, Floreft. 1, 6, 275, A Antes apertarias mais o pé.. a ração. (diminuila.) CE1x. Quadrag. 2., 151, 2% o remo. (remar .com força.) BARR. Dec. 3, 8, 4. BERN. Lim. Cart. 6. os cordeis. met. (reduzir ao ultimo ponto, chegar ao maior extremo.) Reg. abf. á alg. c., ou a alg. de alg. c. L. ALv. Serm. 3, 11, 1. n. z Vendo que a aufencia durava, e que a força das fau- dades apertava os cordeis, desfaziafe em lagrimas. Vi EIR. Serm. 12, 15, 3. n. 409 A neceffidade da redem- pção, da liberdade, e de Rei natural era a que mais apertava os cordeis a efte tormento. CHAG. Efcól. 3, 180 Apertandolbe [Deos] os cordeis da morte, e da extrema neceflidade, Te confefsão com muitas lagrimas, t fuf- piros. Apertar. neutr. Comprimirfe, eftreitarfe, reduzirfe a menos. No propr. c met. Maus. Aff. Afr. 2, 18 Quan- tas vezes trabalha confolarfe Tantas mais fe entrifte- ce, e vê que aperta Alma dentro, como que quer cer-. rarfe A's razões, que ella por feu bem concerta. Com pron. peff. VIT. CHRIST. 2, 72 A porta baixa, á qual os foberbos fe ferem, ropão, ou efma- gão e o paftor humildofo nom fe aperta, nem topa em ella. Luc. Vid. 2, .12 Muitos fe cingem, e apertão for- temente com cilicios. SANT. Ethiop. 1, 1, 15 Depois que parem váofe as lagoas, ou, rio, e nelle fe lavão, ... e dalli fe tornão para fuas cafas com elles [meninos] nos braços, fem fe apertarem. Adag. Quanto mais gêa, mais aperta. DeLic.Adag. 13. {{lema|APERTO}}. s. m. Acção e effeito de apertar, ataudo, Oz cingindo. SovER. Hift. 2, 25 Nifto eftá o bom aperto do cinto. Sous. Hift. 1, 2, 26 Sente o doente refolverfe- the toda a inchação, e aperto da garganta com huma leve toffe, que the acudio. CARDOs. Agiol. 3., 413 Lo- go tornou ao aperto de garganta, que dantes. Multidão de gente, que opprime buma a ontra por falta de lugar, em que commodamente caiba. Leão, Chr. de D. Aff. Henr. 51 E ao entrar de Triana, foi tan- ta a preffa e aperto dos Mouros, que não puderão cer- rar as portas. TELL. Chr. 1, 1, 6. n. 8 Entre grandes apertos de gente... bradavão a grandes vozes: Milagre, milagre. PROV, DA HIST. GEN. 4, 6, 13. P. 744. Pa- ra que S. Mageftade não entre [na Igreja ] com aperto. O mefmo lugar apertado, eftreito, e de pequeno espaço. Luc. Vid. 1, II Na corrupção dos mantimentos na li- nha, no aperto continuo dos gafalhados. TELL. Chr. 2, 4, 19 n. 5 Alli fe recolheo o Beato Padre no aperto daquellas calas. Breve efpaço de tempo. FERNAND. GALV. Serm. 1, 100, 1 Com tudo fe Deos falva outros ladrões nefte a- perto de tempo, ... itfo he em fegredo. El Da efcriptura. LoE. Cort. 3, 27 y E chegando a alguma [carta que com menos aperto faça fua relação &c. Opprefsão, confternação, acção de fe ver reduzido a grave perigo, ou trabalho CASTILH. Comm. I, 3 Rei dos Achens, que o anno paffado pufera em aperto Malaca. FERNAND. Palm. 4, 6 Nunca os trabalhos da terra podem chegar a tanto aperto, que o foccorro, do céo não tenha lugar para remedialos. Ris. DE MAC. Rel. 1, 12 Portugal duvidava foccorrer França nos apertos da guerra domeftica. Verb. Chegar alg. c. a... FERNAND. Palm. 4, 6. ES- tar em... Maus. Aff. Afr. 5, 72 . Metter alg. em... LEM. Cerc, 1, 7.. Metteife em... CEIT. Quadrag. 1, 268, 3. Por alg. em... Can. Luf. 3, 138. SANT, Ethiop. 2, 2, 10. Soffrer... Pip. Chr. de D. Sanch. II. 10. Ter alg. em... PAEZ, Serm. 2, 126. 2. Verfe em... FERNAND. Palm. 3, 55: Necesidade urgente, confternação occafionada pela fal- ta de alguma coufa. Luc. Vid. 1, 10 Eu vi alli... gran- diffimos trabalhos, fadigas, e apertos de fomes, sèdes, &c. SANT. Ethiop. 2, 2, 10 Puferão em tanto aperto de fome [a fortaleza,] que o capitão della tha entregou. TELL. Chr. 1, 2, 9. n. 3 Vierãolhe offerecer o fermão por caufa do aperto e falta, em que fe viáo Angustia, affição, pena, agonia nafcida de caufa, allim phyfica, como moral. FERNAND. Palni. 2, 70 Quan- do o coração está em aperto, elles [olhos] são fempre os que dão o primeiro teftemunho de feus males. D. G. COUTINH. Jorn. 6 Caufadores [os ventos Boreaes ] dos pleurizes, dores, e apertos do peito. M. FERNAND. Alm. 3, 2, 5. n. 341 ElRei David tocado da pena de huma anguftia, a qué chamão aperto do coração, no qual fe vê a morte diante dos olhos, defafogava neftas pala- vras &c. Inftancia, efficacia, força a fim de que fe diga, on faça alguma confa. PINHEIR. Oraç. Quando os recados erão de maior aperto, e mór perigo, &c. Rigor, intensão, maior força. CARDOS. Agiol. 39 Ufava de roupa fomente no maior aperto do inverno. Indigencia, penuria, falta do necefario. Sous. Hift. -2, 2, 2 Não tenho por menor indicio do aperto, com que eftes Padres vivião, duas coufas, que agora diremos.<noinclude></noinclude> cnne5f2f39wh9e1dkvow23hfo1l3y4g Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/551 106 257855 562840 2026-09-16T13:17:05Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: APE TELL. Hift. 2, 38, 197 E conforme o aperto da meza era o enxoval da cafa. Aufteridade, exacção, obfervancia rigida. Fr. Tx. DE JEs. Trab. 1, 11, 257 A fanta Igreja approva por mais eftreitas as religiões, que mais aperto, e eftreiteza profeísão na feparação do ufo das coufas do mundo. Sous. Hift. 1,1,2 Segnia hum aperto eftranho de pobreza comfigo. TEL. Chr. 2, 4, 3. n. 6 Metteolhe o diabo na cabeça, que bufcaffe ourra religião ma... 562840 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>APE TELL. Hift. 2, 38, 197 E conforme o aperto da meza era o enxoval da cafa. Aufteridade, exacção, obfervancia rigida. Fr. Tx. DE JEs. Trab. 1, 11, 257 A fanta Igreja approva por mais eftreitas as religiões, que mais aperto, e eftreiteza profeísão na feparação do ufo das coufas do mundo. Sous. Hift. 1,1,2 Segnia hum aperto eftranho de pobreza comfigo. TEL. Chr. 2, 4, 3. n. 6 Metteolhe o diabo na cabeça, que bufcaffe ourra religião mais apertada, fendo affim que não podia foffrer o aperto da Companhia, Efcaceza, avareza, nimia parcimonia. CEIT. Qua- drag. 1, 260, L. A liberalidade de Deos não corre pe- los apertos da humana. L. BRAND. Medit. 3, 6, 281. p. 502 Não para as guardar as riquezas] com aperto, e avareza, obimg Modeftia, bumildade, acanbamento. TELL. Chr. z, 4, 24. n. 6 Conforme a cfta humildade, e aperto de animo do P. Diogo Mirão fe mandou logo fazer hum corredorzinho estreito. {{lema|APERTO, A}}. adj. pouc. uf. Claro, manifefto, patente. Do Lat. Apertus. CEIT. Quadrag. 1, 106, 4 Mas a el- le por creatura não implica mentir, e enganar; a mi por creador he aperta repugnancia. {{lema|APERTURA}}. s. f. pouc. uf. Acção de apertar, comprimir eftreitar. VIEIR. Voz. 15, 3, 1. p. 75 O trio, e rigor do inverno, a apertura das faxas, com que eftava ata- do de pés, e mãos. Pequeno efpaço de lugar. LEIT. D'ANDR. Mifc. 16, 453 Defejavão cftas [damas] no extremo daquellas aper-rifmos de Galeno. Vies. Serm. 1o. do Rol. 15, 2, turas, e folidão &c. Anguftia, afficção, confternação. M. BERN. Exerc. 4, 2, 1. p. 23 Oh valhame Deos! Que afflicção, que apertura, que ancia ferá a tua nefte lance? reft. 5, 4, 404, C Coftumãofe 2 trazer o feu interior defcanfado, fimples, e fem aquella turbulencia, e apertura, que causão os defejos, de dar boa conta de fi. Pouc. ul. Clareza, evidencia. VIEIR. Serm. I, II, 3. col. 778 Notai a apertura dos termos. {{lema|A PE SEPELO}}. fórm. adv. Vej. Pé. {{lema|APESSOADO, A}}. adj. De eftatura mais que ordinaria, e -de bom talbe. BARR. Dec. 2, 2, 3 O 'Mouro alem de fer homem ap:oado, e viftofo &c. LOB. Cort. 4 Con- vêm alem diffo que feja o embaixador homem apeffondo. M. BERN. Floreft. 3, 5, 195, C O primeiro era apef- foado, o fegundo de pequena eftatura. Antepoefelhe alguns adv. para mais expreffamen- te lhe determinar a fignificação. FERNAND. Palm. 3, 7 Atraz vinhão alguns Cavalleiros altos, e bem apeffondos Luc. Vid. 3, IO companheiro melhor apeloado, c mais ancião. VIEIR. Serm. 8, 240 E logo efcolhendo de en- tre os doze irmãos os cinco menos bem apcfondos, c da feição mais ruftica, &c. Dizfe da figura do mefmo corpo. MENOR, DAS PROEZ. I, 47 Com tão viftofa, e apeffonda difpofição, que &c. {{lema|APESTADO, A}}. p. p. de Apeftar. Soes. Hift. 2, 2, 15. CEIT. Serm. I, 209, 2. VIEIR. Serm. 14, 2, 6. n. 66. {{lema|APESTANADO, A}}. adj. Que tem pestana. Applicafe ás vestidoras. CANCION. 216 , 2 Bons e mãos, todos já trazem Os rabos alevantados, Em lobas frifadas jazem, Capuzes apeftanados Pola ponta do pé trazem. {{lema|APESTAR}}. v. a. O mefmo que Empeftar, e he como ho- je fe diz. CEIT. Quadrag. 2, 13, 2 Ficavão [os mor- tos] com o máo cheiro apéftando os que ficavão. F. DE MEDOÇ. Serm. 2, 275, 12 Em huma cidade, como efta, ardendo cm pefte, quem poderá entrar, que fe não apéfte tambem nella? VIEIR. Serm. 14, 2, 6. n. 69 Podia inficionar, e apéftar a outros. Mer. MONTEIR. Art. 15, 1 Com o peftilente ba- fo de meus peccados, c chéiro intoleravel do mão exem- plo enjoei, e apeftei quantos comigo tratárão, c con- verfárão. F. DE MENDOÇ. Serm. 2, 186, 2 Converterfe- ha hum David de feu adulterio.... huma Magdalena de apéftar o mundo. Lise. Sanctor.. 31, 3.Os. efcanda lofos não fó apefião as peffoas, com que trarão, mas os cargos e lugares, que occupão. {{lema|APEX}}. s. m. O mefimo que Apice. Lat. Apex. CARV. Cho- rogr. 8, 2, 8. c. 33. P. 498 Obfervou a regra da Ter- ceira ordem tanto à rifca e com tal primor, que nem hum apex, ou hum jota fc lhe efcondeo. {{lema|A PEZAR}}. fórm. adv. Vej. Pezar. {{lema|APEZARADO, A}}. adj. Affigido, magoado, a quem fe canfou pezar, dor, &c. Mox, Palm. 2, 153 Dizendolhe que não fe havião de fazer tamanhos extremos, pois com clles matava a fi mefmo, trazia apezerados e def. contentes feus amigos. {{lema|A PEZO}}. fórm. adv. Vej. Pezo. {{lema|APHELIO}}. ou {{lema|APHELION}}. s. m. Aftton, CARV. Aftron. 3, I, 134 Aphelion he o ponto da circunferencia do Orbe Planeta- rio, que difta mais do centro do Sol. {{lema|APHERESIS}}. s. f Gramm. Figura pela qual fe tira algama letra on fillaba do principio da palavra; como ma ginar por imaginar. Do Greg. Apaís. acc. na antepenulr. BARR. Gramm. 162 Apherefis quer dizer cortamento, por que do principio d'alguma dicção cortamos, c tiramos alguma letra, ou fillaba... como defta dicção, deter- minar, tiramos, de, e dizemos, terminar que he o fimples. LEON. DA COST. Ecl. 5, 23 y. not. h Onde ufou da figura chamada Apherefis, que he o mefmo que cor-tamento. {{lema|APHONIA}}. s. f. Med. Privação da voz, mudez. Do Greg. Apwiz. {{Uso|acc. na penult.}} CuRv. Atal. 25 Aphonia, ou falra de fallar fuccede pela maior parte de affecto efpafmodico das veias recurrentes. {{lema|APHORISMO}}. s. m. Doutrina de muitas cousas reduzida a compendio, e fegundo a exacção das regras. Dizfe, par- ticularmenre dos axiomas, e proloquios de Hippocrates, e de ourros femelhantes aos feus. Do Greg. Apopos SA DE MIR. Vilhalp. I, I Antes a poder d'apborifmos tudo tribuião aos feus remedios. TELL. Chr. 2, 5, 18. n. 3 Enfermidades da alma não fe governão pelos aphorismos de Galeno. VIER. Serm. 10 do Rol. 15, 2, 208 Lá diz o aphorifino vulgar da Medicina &c. Conceito breve, e fentenciofo, moral, ou politico. A- CAD. DOS SING. 1, 6, Oraç. A fentença mediana fe cftima Platonico aphorifmo no erudito. ESPER. Hift. 1, 2, 18. n. 2 Ufava tambem de aphorifmos devoros, os quaes -explicava com muita propriedade. VIEIR Cart. 3, 27 Ule Voffa Excellencia daquelle aphorifmo do Anjo Ra- fael a Tobias, que &c. Axioma, maxima, documento, que em poucas pala- vras comprehende a cffencia das coufas. PINT. RIB. Elog. 116 Não pallou pot alto cfte aphorifino de bom gover- no a Seneca. M. FERNAND. Alm. 3, 2, 5. n. 335 Efte aphorifmo enfinou o Senhor Jefus diante do Juiz Pilatos. M. BERN. Florcft. 2, 4, 144, A Colhemfe defte cafo os feguintes aphorifmos ou maximas na materias de be- neficios e cfmólas. {{lema|APHTA}}. s. f. Med. Pequena chaga fuperficial, e redonda, que nafce n bocca, principalmente das crianças de peito, por caufa do demafiado calor do leite. Lat. Aphia. Conv. Atal. 26 A raiz de funcho queimada por fi, c unrada com mel, he muito efficaz para as aphtas, ou chagui- nhas da lingoa, das gengivas, e céo da bocca. 14 {{lema|APIADADO, A}}. p. p. de Apiadar. FR. MARC. Chr..2, 10. cant. 41. Sovs. Hift. 1, 2, 35. FR. F. BRAND. Oraç. 22. {{lema|APIADAR}}. v. a. Mover a piedade , caufar compaixão. (Apedar) Efte verbo, e feus cognatos deverião efcre- verie com e attendendo a etymologia do Lat. Pietas; mas como os noffos ainda no nome Piedade mudarão fre- quentemente o e em 4, póde prevalecer o ufo, e tam- bem por caufa da conjugação em algumas peffoas. GIL Vic. Obr. 4, 239 Afi hc meu pai fenhor, Que tem dôres d'almorráas, Que he coufa d'apiadar. EUFROS. 1, I Apiadando com a razão de meus fentimentos Ditis, e Hecate. FR. THOM. DA VRIQ. Evang. I, 121, 1 Mas fobre tudo apiadou a Deos ver tal defemparo. Tratar com piedade, caritativamente, e con cuidado. Dizfe particularmente a refpeito dos doentes. ARR. Dial. 8, 23 Sua natureza he bondade, e proprio lhe he o apialar, e o perdoar. CARDOS. Agiol. 2, 405 E fe a não apiadário a toda a hora, efpiraria. Com pron. peff. Compadccerfe, laftimarfe, ter pie- dade. Reg. abf. de, ou com alg..ou d alg. c. GALV. Chr. 10 Por efta mulher, e pot eftes moços, a cuja fraqueza, cidade a ira dos inimigos fóe apiadarfe. M MOR. DAS PROEZ. 1, 37 O Cavalleiro dava gritos tão doridos, que não houvera tão bruto, e duro coração, que delle fe não apiaddra. ESPER, Hift. 2, 10, 50. n. 5 Apiedaivos, Senhor, cont eftes pobres feridos. {{lema|APIAHA}}. s. m. Certo tom antigo, que fe tocava nos inf trumentos músicos. EurRos. 3, 2 Vos, tocaftes em feu tempo o apiaha, vejovos geito pera o fazerdes bem. {{lema|APIASTRO}}. s. m. O mefino que Madre filva. Do Lat. Apiaftrum. LEON. DA COST. Ecl. 7, 29. not. c Efta, como diz Servio, he femelhante ao apiaftro, ou madre filva, como nós lhe chamamos.<noinclude></noinclude> fcda5doftpr2kefnhusilmbm69jsil2 Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/552 106 257856 562841 2026-09-16T13:24:22Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 344 API {{lema|APICAÇADO, A}}. p. p. de Apicaçar. CANCION. 164 ; 1. CIT. Quadrag. 2, 379, 2. {{lema|APICAÇAR}}. v. a. ant. O mesmo que Efpicaçat, e he co- mo hoje fe diz. JER. CARDOS. Dict. {{lema|APICE}}. s. m. Cume, parte mais alta de alguma coufa. Do Lat. Apex. M. BERN. Floreft. 1, 4, 134, A Onde eſta va preparada huma alta pira; e em feu apice collo- cado hum como throno. Met. Ponto mais fubido, e extremo de perfeição. VIEIR. S... 562841 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>344 API {{lema|APICAÇADO, A}}. p. p. de Apicaçar. CANCION. 164 ; 1. CIT. Quadrag. 2, 379, 2. {{lema|APICAÇAR}}. v. a. ant. O mesmo que Efpicaçat, e he co- mo hoje fe diz. JER. CARDOS. Dict. {{lema|APICE}}. s. m. Cume, parte mais alta de alguma coufa. Do Lat. Apex. M. BERN. Floreft. 1, 4, 134, A Onde eſta va preparada huma alta pira; e em feu apice collo- cado hum como throno. Met. Ponto mais fubido, e extremo de perfeição. VIEIR. Serin. II, 15, 5. n. 618 Remontandofe o feu efpirito aos apices altiflimos dos confelhos Evangelicos. M. FERNAND. Alm. 1, 2, 2. n. 11 Daquelles apices da Igreja [S. Pedro e S. Paulo] mellor differa olhos del- la, que &c. M. BERN. Floreft. 2, 5, 194, C No fum- mo Pontifice Romano toda a grandeza, e mageftade af- fenta bem, por fer a fua dignidade o apice de todas as da terra. Orthogr. LEÃO, Orthogr. 77 São huns apices, ou cimalhas, das quaes ufamos, quando fe ajuntão duas vogaes, que fe podião lér de duas maneitas, ou jun- tas em huma fillaba, ou feparadas em duas. Polo que quando queremos moltrar, que as vogacs fe hão de lér divididas, poemos os apices nefta maneira &c. BENT. PER. Orthogr. 19 Apices, por outro nome Dierefis ou ci- malhas, são dous pontos, que ufamos por fobre a vogal que queremos dividir da outra immediata, e pronunciar dividida: v. g. neftas palavras faúde, alaide, poeta.. E ifto particularmente le faz nos nomes, que fe equi- vocão com os diphthongos, para que fe entenda que não são diphthongos, e que cada húa daquellas vogaes faz por fi fillaba particular. BARRET. Orthogr. 54 Apices são dous pontos, que usamos nefta forma.. hum antes do outro. Pocfe fobre a vogal, que queremos dividir da ontra immediata, e pronunciala dividida, principalmente em os nomes que fe equivocão com os diphthongos, co- mo neftas pilavras faüde, alaide, poeta, painco, tabia, e outros muitos. Apices da lei, da juftiça, &c. Todo o rigor, até onde ella póde abranger; ou as fuas fubtilezas. CEIT. Serm. 1, 166, 4 Da muito que fazer aos Doutores Theologos averiguar hum pleito da divina juftiça, e os apices do feu rigor. VIEIR. Cart. 1, 122 Entende Italia fe fará a paz com as condições do feu refpeiro, fem fe attender aos apices da juftiça. M. FERNAND. Alm. 3, 3, Mer. Dizfe a refpeito de coufas moraes. ARR. Dial.. 2. n. 425. p. 963 Caftigar coufa, inclue crueldade, por ayices de direito alguma {{lema|APICHOLADO, A}}. adj. Paov. DA HIST. GEN. 1, 3, 55. yp. 646. ann. 1452 Com bum caparazão de velludo api- cholado de muitas cores. {{lema|APIEDAR}}. v. a. e feus derivados. Vej. Apiadar. {{lema|APINCELAR}}. v. a. pouc. uf. Caiar, cobrir de cal. CARY. Chrorogr. 1, 1, 1 c. 17 E devendo os Religiofos do dito mofteiro confervar: efta memoria, e não confentir que fe apagaffe, a fizerão cobrir de cal ao tempo, que cal ao tempo, que fe apincelou o mosteiro. {{lema|APINHADO, A}}. p. p. de Apinhar. Sous. Vid. 2, 33. M. Tuos. Infel. 5, 21. M. BERN. Floreft. 5, 1, 33, C. {{lema|APINHAR}}. v. a. O inefino que Apinhoar. Sous. Hift. z, 2,20 Dão de novo rijamente fobre elles, e fazemnos apinbar rodos fobre as portas. Com pron. peff. Unirfe, apertarfe muito. Sous. Cou- TINH. Cerc. 2, 4 Quanto mais fe apinhaffen, menos fe poderião lograr das armas. Met. CEIT, Serm. 2, 276, 1 Aflim que quem bem olhar ou ao natural, ou fobrenatural, verá que todo-el- le difperfo, e dividido per muitos, fe vai apinbar, e ajuntar em hum ente fó, que o conrém. {{lema|APINHOADO, A}}. p. p. de Apinhoar. BARR. Dec. 1, 5, 2. CAMP. Receb. 92 . Sous. Hift. 2. 1, 14. {{lema|APINHOAR}}. v. a. Ajuntar y unir, apertar como formando buma pinha. Azev. Correcç. 2, 2, 120 Apinhoandofe neftas partes as bexigas. Com pron. pell. CASTANH. Hift. 7, 89 Que fe api nhoaffem, e fizetfem fortes pera fe defenderem dos imi- gos fe os commeteffem. BARR. Déc. 1, 1, 6 Sahirãofe do caminho pera hum tezo e alli fe apinboarão todos a olhar tamanha novidade. SovER. Hift. 3, 6 Só caberia foldadefca] quando, conio d'abelhas, huns boticairos {{lema|APIO}}. s.m. antiq. O mefimo que Opio. Leão, Report. 5 Apio não pode ninguem ter em fua cafa, fenão os examinados. {{lema|A PIQUE}}. fórm, adv. Em dircitura, de alto a baixo, como a'prumo, ou perpendicularmente. Govy. Jotn. 3, 5 Por fer [fetra] fobte modo alta, e ingreme, e quafi a pique por rodas as partes. Sous. Vid. 2, 4 A defcida, que ha, he tão ingreme, que parece talhada a pique. M. DE FI- GUEIR. Hidrogr. Rot. de Angol. 27 y Vereis hum morro cortado a pique de longo do mar. Direitamente ao fundo, e com o perigo de naufra- gar. Dizfe das embarcações. LOBAT. Palm. 5, 140 O navio fe foi a pique ao fundo, fummergindofe nas profun- das agoas. CASTк. Ulyff. 7, 104 Que em Baticala tan- tas nãos a pique Ao centro manda, e rende juntamen- te. CARDOS. Agiol. 2, 687 E em lugar de emproar a não, que o levava, na rica ilha de Goa, fe foi a pique .com desfeita tormenta. ...Quafi a ponto. CARDOS. Agiol. 2, 289 Tinha o tof- tro cheio de chagas, e o nariz corcomido todo, a pique de o perder. Verb. Eftar... de naufragar. Das embarcações. VIEIR. Serm. 4, 4; 2. n. 113. Irfe... (perderfe de to- do. PER. Elegiad. 4, 55 y. CARDOS. Agiol. 2, 687. Met. ACAD. DOS SING. 2, 10, Silv. Que fe parar de mãos, birmebei a pique. Pôr. LOBAT. Palm. 5, 49. A pique. Preftes, prontamente, a ponto. BARR. Dec. 1, 4, 6 Affentou Valco da Gama ... ficaffem em os navios a bom recado, e tanto a pique, que pudeffem acudir a qualquer neceflidade. PINT. PER. Hift. 1, 2, 18 E Itimicão, que tambem eftava com a fua [gente] muito a pique, pera tanto que &c. FERNAND. Palm. 3, 47 Como eftiveffem já a pique com as efpadas nas mãos. {{lema|APISOADO, A}}. p. p. de Apifoar. REGIM. DA FAZEND 240, 11 y. Sous. Hift. 2, 49. {{lema|APISOADOR}}. s. m. O que apifoa. Jer. CARDOS. Dict. {{lema|APISOAR}}. v. a. Apertar com o pisão. JER. CARDOS. Dict. {{lema|APISTEIRO}}. s. m. Vafo pequenò com hum, ou dous bicos, pelo qual fe dá o apifto do doente. Azev. Correcc. 13 12. p. 357 Ou deftillações de gallinha por apifteiros. {{lema|APISTO}}. s. m. Caldo de fubftancia, feito da carne picada; muito cozida, e efpremida. Cerr. Quadrag. 1, 95, 4 Se não tem dentes pera comer, vai tudo em apiftos. Luz, Serm. 2, 2, 35. col. 4 Como quem toma húa fubftan- cia, ou hum apifto. Sous. Vid. 4, 30 Mandavão os Me- dicos acudirlhe com apiftos, e fubftancias amiude peta o esforçarem. 9, 15 Ajudaivos, Antiocho, defte antidoto, defte apif- to, e conforto poderofo pera esforçar, e confortar húa alma quafi perfuadida a que defefpere de fua falva- ção. VIEIR. Cart. 1, 30 Folguei de ver o conceito, que Voffa Senhoria faz dos feus intentos nos foccorros, que nos dá por apiftos. CHAG. Cart. 1, 80 Sua Divina Ma- geftade fabe, que hei mifter todos eftes foccorros para a batalha, em que ando e todos eftes fraqueza, cin que vivo. vous etes apiſtos para a {{lema|APITAR}}. v. n. Afobiar com o apito. CASTANH. Hift. 2, 80 Logo os noffos capitáes começárão de mandar levar ancora, e aparelharfe pera a partida. Tem as nãos api- tarem, nem çalamearem, por não ferem fentidos dos Ru- mes. PER. Elegiad. 4, 54 Que vendo tal furor bradan- do apitão, E d'hua, e outra parte à lerta gritão. Affobiar de qualquer modo; chiar, on piar, cantar em tom agudo. BARR. Dec. 4, 5, 1 As quaes [aves] por hum inftincto natural... be tanta a gralhada e apitar, que fazem, fugindo todas pera a terra &c. {{lema|APITO}}. s. m. Inftrumento para affobiar, com que principalmente os meftres nos navios, e os comitres nas galés fazem finaes, e dão as ordens á gente do ferviço. RESEND. Chr. 126 E com muiras gritas, e alvoroços de muitos apitos de meftres, contrameftres marinheitos &c. Sous. COUTINH: Cerc. 1, 12 Sendo falvados de todos os navios d'apitos, e gritas. CAM. Luf. 6, 71 Eis o mef- tre, que olhando os ares anda, O apito toca. Met. Sinal, indicio, prova, aceno. D. HILAR. Voz, 33, 182 Certo fe a bondade he apito do amor, onde fe achar a fonte de todo o bem, fein falta algúa, alli ferá devido todo o amor. FERNAND. GALV. Serm. 1, 89, 1A palavra Sibillabit quer dizer, que a hum ace- no, ou apito de Chrifto crucificado acuditão de todo a mundo valcrofos foldados. foldados pera outras de chemale, callipino. and Verb. Der dados tocalo. ) CASTANH. Hift. 5, 17. Soar o... Mox. Palm. 2, 157. Tanger o... F. ALv. Inform. 2. Tocar o... CAM. Luf. 6, 71. A. DE. VASC. Anj. 2, 5, 4. part. 5. p. 494. {{lema|APLACAÇÃO}}. s. f. pouc. uf. Acção de aplacar. CEIT. Qua dtag. 1, 287, 1 Aflim a coufá que fe hade offerecer<noinclude></noinclude> 8v8yi71dv3tbclsjr2oh9o1hnsgsrfd Galeria:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf 104 257857 562842 2026-09-16T13:25:09Z Castelobranco 2790 +1 562842 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=journal |Título=Brazila Revuo Esperantista |Subtítulo= |Language=pt; eo |Autor=Alberto Álvares Fernandes Vieira; Reynaldo Frederico Geyer; Everardo Backheuser |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora=M. Piedade & C. |Gráfica= |Local=Rio de Janeiro |Ano=1907 |ISBN= |Fonte= |Imagem=Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf |Capa=1 |Progresso=X |Páginas=<pagelist /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário= |Epígrafe= |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=N }} 4oylmfi281zbv4ea3g0widubc5fpvb1 562924 562842 2026-09-16T14:49:06Z Castelobranco 2790 562924 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=journal |Título=[[Brazila Revuo Esperantista]] |Subtítulo= |Language=pt; eo |Autor=Alberto Álvares Fernandes Vieira; Reynaldo Frederico Geyer; Everardo Backheuser |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora=M. 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Uma parte de seu conteúdo está no [[:eo:Indekso:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf|Wikisource em esperanto]]. [[eo:Indekso:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf]] |Sumário= |Epígrafe= |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=N }} [[Categoria:Brazila Esperantisto]] 3rknj31sccddbai19h8g5vjgz53yy02 Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/1 106 257858 562843 2026-09-16T13:26:07Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562843 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/2 106 257859 562844 2026-09-16T13:28:49Z Castelobranco 2790 +1 562844 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" /></noinclude>BRAZILA REVUO ESPERANTISTA Assignatura annual (12 numeros). Jarabono. (12 numeroj ). Um exemplar, 100 réis. 3$000 6 frs. Este 1o numero é excepcionalmente vendido, por motivos de despezas extraordinarias, a 500 réis. Fóra do Brazil assigna-se a nossa Revista, em Tra la mondo, 15, Boulevard des Deux Gares, Meudon (França). A lista dos nossos agentes appa- recerá em o nosso proximo nu- mero. Para todos os assumptos; colla- boração, annuncios, assignaturas, directamente á Redacção noticias, informações, etc., dirigir-se da Brazila Revuo Esperantista Rua da Assembléa, 46 Rio de Janeiro - Brazil A Brazila Revuo conta com a assidua collaboração dos mais nota- veis esperantistas brazileiros de todos os Estados. O seu texto é variado, dando agasalho a toda a collaboração en- viada, desde que seja de interesse geral. E' nosso desejo publicar aqui traducções de contos, historietas, poesias, etc., de autores nacionaes e para isso pedimos a todos os samideanoj de envial-as á nossa redacção. Serão publicadas as melhores, e a Brazila Revuo Esperantista offe- recerá ao autor daquella que för julgada, no fim de um anno, isto é, em Abril de 1908, a melhor entre as melhores, um valioso mimo. Não precisamos encarecer o valor desse trabalho, já para o des- envolvimento do Esperanto no Brazil, já para o conhecimento da nossa patria no estrangeiro. Esta meritoria obra fica entregue ao patriotismo e esclarecida intelligencia dos nossos leitores. Acceitamos tambem de bom grado trabalhos originaes, principal- mente se tratarem de usos e costumes brazileiros. ---- Chamamos a attenção dos leitores para o boletim de adhesão ao Esperanto (aliĝilo) publicado na pagina ao lado. Todo aquelle que approvar a creação do «Esperanto », como lingua inter- nacional auxiliar, queira cortar o Boletim e envial-o á nossa re- dacção. Pede-se escrever com boa letra. - Todos os nomes enviados serão publicados na B. R. E. e enviados para a Livraria Hachette, afim de figurarem no Tutmonda Jarlibro Esperantista (Annuario Uni- versal Esperantista) do proximo anno. A Brazila Revuo Esperantista respeita religiosamente as crenças e opiniões de todos os seus redactores e collaboradores, e até mesmo conserva, sem tocar, nos seus systemas de graphar as palavras.<noinclude></noinclude> odzjqh3ukfjqb1vffq6dlowbbf96e9s 562957 562844 2026-09-16T18:41:05Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562957 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/553 106 257860 562845 2026-09-16T13:28:57Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: APL pera effeito defta aplacação, ha de fer coufa; que to dos em certo modo com elle [Sacerdote] hão de offe. recer. {{lema|APLACADO, A}}. p. p. de Aplacar. CORT. R. Naufr. 4, 42. CART. DE JAP. 1, 192, 3. Sous. Hift. 1, 1, 7. {{lema|APLACADOR, ORA}}. adj. pouc, uf. Que aplaca. Luz, Tr. do Defej. 2, 1 E affi conclue S. Paulo, fallando delle electo pera fer o Pontifice, que por nós havia de fazer aquelle facrificio aplacador da irà de... 562845 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>APL pera effeito defta aplacação, ha de fer coufa; que to dos em certo modo com elle [Sacerdote] hão de offe. recer. {{lema|APLACADO, A}}. p. p. de Aplacar. CORT. R. Naufr. 4, 42. CART. DE JAP. 1, 192, 3. Sous. Hift. 1, 1, 7. {{lema|APLACADOR, ORA}}. adj. pouc, uf. Que aplaca. Luz, Tr. do Defej. 2, 1 E affi conclue S. Paulo, fallando delle electo pera fer o Pontifice, que por nós havia de fazer aquelle facrificio aplacador da irà de Deos em o monte Calvario. {{lema|APLACAR}}. v. a. Soccgar, aquietar, fercnar, fazer tran- quillo. ant. Apracar. Do Lat. Placare. CORT. R. Naufr. 2, 21 Procurando aplacar o peito ardente. FR. MARC. Exerc. 18, 89 Em mi aplacai a voffa ardente fede. Sous. DE MAC. Ev. 1, 23, 113. n. 6 Ella [ Mufica] aplaca os impulfos colericos. Neutr. Acalmar, abrandarfe, ceder da força ou acti- vidade. Sous. Hift. 1, 2, 18 Aplacou o mar, não co- mo he coftume, ceffando pouco a pouco. AzEv. Correcç. I, 1, 6. p. 98 Póde fucceder ... aplaque a febre. Adag. As dadivas aplacão os homens, e os deo- fes. Dias, Paix. Confid. 4, t Conforme ao prover- bio antigo, as dadivas aplacão os homens, e os deo- fcs. {{lema|APLACAVEL}}. adj. de hum. term. pouc. uf. Que facilmen- te fe aplaca. SABELL. Eneid. 2, 2, 24 Sendo aquella [loba] húa alimaria tão fera, e não aplacavel pera o homem, &c. {{lema|APLAINADO, A}}. p. p. de Aplainar. MONTEIR. Art. 15, 1. VIEIR. Serm. 11, 2, 9. n. 17. {{lema|APLAINAR}}. v. a. Alizar, fazer igual com plaina, ou qualquer outra coufa. ant. Aprainar. AzEv. Correcç. 2, 2, 123 Unguento... afamado para adelgaçar o carão, c apagar as manchas, que nelle ficão das bexigas; a- plainando, c igualando a péle. Met. ARR. Dial. z, 5 Confeffo que cffa fó con- fideração bafta para adoçar todos os amargozes defta vi- da, e aplainar todas fuas difficuldades. M. FERNAND. Alm. 3, 2, 2. n. 273 Ontra diligencia: Aplainar o coração, que feja igual e lizo. M. BERN. Luz e Cal. 2, 3, 339 Aplainainte as taboas defte coração de fuas afperezas c desigualdades. Achanar, fazer plano, rafo, igual, direito. Sous. Hift. 2, 1, 2 Forão os Anjos, os que apraindrão os caminhos, e compuferão, como gaftadotes, a praça. F. DE MENDOÇ. Serm. 1, 48, 10 Quem nos ha de arra- far aquelles montes, e aplainar aquelles outeiros, L. BRAND. Medit. 1, 3, 79. p. 482 Não diz o Propheta mais fenão que preparemos os caminhos ao Senhor direitando, igualando, e aplainando. Desfazer, defembarazar, facilitar. Dizie a refpeito das duvidas, obftaculos, difficuldades, &c. VIEIR. Serm. II, 2, 1. n. 54 Para aplainar todas as difficuldades, que póde ter a mefma verdade. {{lema|APLANADO, A}}. p. p. de Aplanar. VIT. CHRIST. 3, 42, 104. {{lema|APLANAR}}. v. a. Albanar, fazer plano, por igual a fu- perficie de qualquer confa. ant. Apranar. CORT. R. Nau- fr. 7, 78 Ambos [os ventos] com força, e fúria, que baftára... a ntil montes Desfazer, e aplanar em pouco cfpaço. FR. L. Dos Ars. Jard. 142 E porque o caminho era afpero, mandouo aplanar. CEIT. Serm. 2, 42, 4 Em fim como cidades, que, fundadas em alto, se não pódem acanhar, ou aplanar. Met. Ros. Hift. 2, 41, 1 E affi he notorio que pola virtude de Jefu Chrifto apranou o mundo. ARR. Dial. 6, 4 Quanto mais que cm ifto fe enxergão as ti- quezas da bondade;, e mifericordia de noflo Deos, em nos aplanar a chamma, e facilitar tanto o caminho do céo. CHAG. Serm. Genuin. Pratic. 1, 362 Se quereis que Deos aplanc voffas prefumpções, e altivezes. Facilitar, desfazer defembaraçar os obftaculos, que fe encontrão em qualquer confa. GREGOR. DE ALMEID. Ref- taut. 1, 1 Mas queremos aplanar as difficuldades, e des- fazer as duvidas apparentes. {{lema|APOCALYPSE}}. s. m. O ultimo dos livros fagrados do No- vo Teftamento, em que fe contém as myfteriofas revelações, que teve S. João Evangelifta em Pathmos. Do Greg." A.- xavls, revelação. FR. MARC. Exerc. 4, 21 Ouve a el- le mefmo, que no Apocalypfe diz &c. BRIT. Mon. 2, 5. tit. 2 Como foi o defterro de Pathmos, e onde efcre- veo o feu Apocalypfe. Sovs. Vid. 1; 12 Devião notar o que o angelico Doutor S. Thomás diz fobre aquelle lugar do Apocalypfe. {{lema|APOCOPA}}. s. f. ou {{lema|APOCOPE}}. s. f. Gramm. Figura, pela qual fe tira a huma palavra a ultima fillaba, ou letra. Do Greg. ATO- xon, cortamento. BARR. Gramm. 163 Apocopa quer di- zer cortamento do fim,... como quando dizemos, fi- dalgo, por filho de alguem, a mó de fallar, por a nio- do de fallar. {{lema|APOCRIPHAMENTE}}. adv. mod. Faljamente, feni conftar da verdade. Sous. DE MAC. Ev. 1, 17, 82. n. 6 Ou- tros dizem que apocripbamente fe attribue tal revelação a S. Methodio. {{lema|APOCRIPHO, A}}. adj. Falso, incerto, de má fé, que não merece credito. Do Greg. Arxpupe;; efcondido, occulto. (Apocrifo.) PAIV. Serm. 1, 47 Os livros não fe cha- mão apocriphos por ferem fabulofos, fenão por não re- rem autoridade da Igreja bem póde o livro fer apocri- pho, e a hiftoria verdadeira. BRIT. Mon. i, 1. c. 1 Da- do que S. Jeronimo, e S. Agostinho os tenhão [os li- vros de Enoch] per apocripbos. GUERREIR. Rel. 5, 5, 12 Algumas coufas notoriamente apocriphas e talfas. {{lema|APODA}}. s. f. pouc. uf. mefmo que Apodo. Loe. Cort. II, ito Pareceme (diffe Solino) que vos ficou por tratar huma espécie de ditos glaciofos... que são os de feme- lhanças, a que commummente chamão apodas. {{lema|APODADEIRA}}. s. f. Mulber, que ufa de apodos. JER. CARDOS. Dich {{lema|APODADO, A}}. p. p. de Apodar. CANCION. 67; 3: {{lema|APODADOR}}. s. m. O que ufa de apodos. Sous. DE MAC. Ev. 1, 45, 239. n. 20 Da imaginitiva nafcem todos os officios mechanicos... fer hum homem apodador, agu- do nos ditos, &c. {{lema|APODADURA}}. s. f. O mefimo que Apodo. FERR. DE VASC. Uly flip. 2, 6 E [com] hunia duzia d'apodaduras faço guerra a todo o mundo. Sous. Hift. 1, 5, 4 Efte gene- ro de vestido era caufa de o fazer hum alvo de apoda- duras de quantos o viño. Los. Cort. 3, 31 E humas, c outras cartas] tem a galantaria no pintar, e defcrever as peffoas, e as coufas com apodaduras graciofas. {{lema|APODAR}}. v. a. Dizer apodos, deferever as cousas, ou pef- foas com jocofas, e agudas comparações, fentenças, &c. Reg. abf. {{Uso|alg. ou alg. c.}} com alg. ou alg. c. SA' DE MIR. Eftrang. Prol. Foi grão dita, que não apodais já, mas não ha de falecer quem me arremede. EUPROS. 5, 9 Pois fe o tu viras antes diffo zombar, e desdenhar della, apodar a fo gra, e cufpir do fogro &c. Comparar, affemelbar de qualquer modo. CANCION. 2, 2 Pois fede bem confelhado, Não àpodes o cuida- do Com fufpiros, que são morte. CEIT. Serm. 2, 214, 3 Que por iffo o Senhor em outra parabola nos apodou com os cavóes da vinha, cujo officio &c. Contar, calcular, computar pela eftimativa, ou pe- lo groffo, FERN. Loe. Chr. de D. J. I. 2, so De gui- fa que apodavom com os que hiom com o Méftre até tres mil de cavallo, afóra muitos de pé. CANCION. 104 2 Que eftava o campo de Mourbs tão cheio, Que dos de cavallo tres mil s'apodou. F. ALv. Inform. 47 Apoda- vão os da nofla companhia a cincoenta mil vaccas. {{lema|APODE}}. s. f. Certa ave da India. CuAG. Rámilh. 7, 87 Trata Eufebio Nieremberg de humas aves chamadas Apodes, a quem os Indios chamão Manucodiatas. {{lema|A PODER}}. fórm. adv. Vej. Poder. {{lema|APODERADO, A}}. p. p. de Apoderar. Pix. Chř. de D. Sanch. II. 9. SA' DE MIR. Cart: 6. CASTANH. Hift. 8, 92. {{lema|APODERAMENTO}}. s. m. pouc. uf. Acção de fe apoderar. Prov. DA HIST. GEN. 1, 2, 18. p. 129. ann. 1437 Nem poffa hi tomar tamanho apoderamento, que o orde- ne de outta guifa. {{lema|APODERAR}}. v. a. Apofar, dar poffe, on dominio. Reg. alge de alg. c. CoND. D. PEDR. Nobil. 4, 13 E o Principe apoderon a EIRei do Reino. Met. Aztv. Correç. 1, 3, 5. p. 327 Deixando a- poderar [a moleftia] de qualquer membro. Com pron. poff. Apofarfe, fenborcarfe, tomar pof- fe, ou dominio. Dizfe a refpeito de coufas. BARR. Cli rin. 1, 8 Começou d'entrar pela terra, apoderandofe della. BRIT, Mon., 1, 2. c. 2 Se hião manholamente a- poderando de Andaluzia. FR. BERNARD, DA SILV. Defenf. 1, 28 Apoderandofe Italo do imperio da Italia. A refpeito de peffoas. Reg. de alg. ou fobre alg. ANDR. DE RESEND, Hift. 12 E des que fe apoderou fobre os Mouros, &c. Met. SA DE MIR. Catt. 6 De quem fe elle a- mor] apodera, entrando logo A liberdade perde. Fro,<noinclude></noinclude> nc14aiy4edcubetvr084ay3pe9bl0rg Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/3 106 257861 562846 2026-09-16T13:29:03Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562846 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/4 106 257862 562847 2026-09-16T13:30:16Z Castelobranco 2790 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Grammatica da Lingua Esperanto PELO DR. ALBERTO ALVARES F. VIEIRA e LEONEL GONZAGA P. DA FONSECA Segunda edição augmentada Preço em todo o Brazil: 1$500 réis Este importante livro que tanto successo tem alcançado em todo o Brazil, é um estudo completo da Lingua Internacional, contendo grande numero de exercicios de applicação e dous pequenos diccio- narios portuguez-esperanto e esperanto-portuguez, e illustrado com um bellissimo... 562847 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" /></noinclude>Grammatica da Lingua Esperanto PELO DR. ALBERTO ALVARES F. VIEIRA e LEONEL GONZAGA P. DA FONSECA Segunda edição augmentada Preço em todo o Brazil: 1$500 réis Este importante livro que tanto successo tem alcançado em todo o Brazil, é um estudo completo da Lingua Internacional, contendo grande numero de exercicios de applicação e dous pequenos diccio- narios portuguez-esperanto e esperanto-portuguez, e illustrado com um bellissimo retrato do Dr. Zamenhof, auctor do Esperanto. ---- O INFERNO Primeira parte da epopéa catholica de Dante Alighieri -A DIVINA COMEDIA, tra- duzida em tercetos rimados, tal qual o original italiano, com annotações com- pletas, quasi que para cada verso, pelo poeta brazileiro José Pedro XAVIER PINHEIRO. A segunda parte (Purgatorio) será exposta á venda em principio do mez de Maio, e a terceira e ultima parte (Paraiso) ficará concluida até Junho do corrente anno. Essa traducção que surgirá depois de 25 annos da morte do seu egregio interprete, que levou 8 annos a passal-a para o vernaculo, de um sabor classico, está julgada como uma das mais perfeitas, da que mais se approxima do original, tendo um critico italiano, homem de letras notavel, ao lel-a, dito que se D.mte escrevesse a Divina Co- media em portuguez, seria a traducção feita pelo poeta bahiano Xa- vier Pinheiro». A publicação dos tres volumes, que contém cada um. cerca de 400 paginas, deve-se ao esforço, á tenacidade de seu filho, jornalista e homem de letras, o Sr. Xavier Pinheiro, que tudo tem feito para glorificar o nome do seu muito amado progenitor. Cada volume terá uma capa illustrada pelo artista brasileiro Raul Peder- neiras, bastante conhecido nas rodas onde se cultiva a Arte. O appa- recimento desta traducção completa, 100 cantos, ou 34 do Inferno, 33 do Purgatorio e 33 do Paraiso, vae ser um acontecimento. O saudoso homem de letras, que tão bem soube interpretar o sagrado poema, deixou um Estudo critico, philosophico e litterario, sob o titulo de Dante e a Divina Comedia, para umas 600 paginas, que deve apparecer até o fim do corrente anno, o mais tardar. Esse trabalho e completo, minuciosissimo, detalhado e o poeta florentino e a sua obra são estu- dados à luz de uma critica desapaixonada, independente, sabia e cri- teriosa Annunciando o proximo apparecimento da divina trilogia dantesca e do bello estudo sobre a obra e o seu autor, damos, temos certeza, uma noticia que encherá de jubilo, de intenso contentamento aos amantes das boas letras. Acceitamos, desde já, encommendas para os quatro volumes, podendo os pretendentes adquirirem o To volume Inferno pelo preço de 6000 brochado ou 10 000 encadernação de luxo, livre de porte, ou 25 pela obra completa em brochura e 305000 encadernada. Pedidos aos editores M. Piedade & C. Rua da Assembléa, 46 Rio de Janeiro Remessas LIVRE DE PORTE<noinclude></noinclude> hxx8kaeymryhidr6d42dzyamh1v7wn8 562958 562847 2026-09-16T18:41:27Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562958 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/5 106 257863 562848 2026-09-16T13:30:34Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ +1 562848 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562959 562848 2026-09-16T18:43:03Z Castelobranco 2790 +iwpage 562959 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/6 106 257864 562849 2026-09-16T13:32:19Z Castelobranco 2790 +1 562849 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" /></noinclude>AOS NOSSOS LEITORES A Brazila Revuo Espe- rantista é um combatente a mais na imprensa espe- rantista. Tem em vista propagar e disseminar a idéa de uma lingua internacional no Brazil, e como os seus redactores pensam que a extraordinaria descoberta do Dr. L. L. Zamenhof convem perfeitamente a esse fim, ella é esperantista. Possa ella vencer! De Babel ao Esperanto Conferencia de Medeiros e Albuquerque, realisada no salão nobre da Associação dos Empregados no Commercio do Rio de Janeiro (7a da série organisada pelo BRAZILA KLUBO ESPERANTO>> O ORADOR (que é saudado por prolongada salva de palmas do se- lecto e numeroso auditorio que enchia o salão) começa declarando que sente que os conferencistas que o precederam na serie organisada pelo Brazila Klubo já haviam de ter dito as coisas que elle vae dizer; o essencial em certos casos não é porém, o de descobrir novidades; é de repetir trivialidades. E' o que occorre com certos argumentos muito corriqueiros e faceis, mas que a rotina e velhos preconceitos injustifi- caveis impedem de deital-os abaixo ao primeiro impulso; é preciso batel-os, repisal-os. E' por isso que acceitou o encargo de vir juntar mais um esforço aos outros esforços da propaganda, lembrando-se que foi elle que, ha quasi dez annos, fez a primeira ou uma das primeiras apologias do Esperanto, pela imprensa, na Revista Brazileira. Nesse tempo, a tentativa do Dr. Zamenhof não tinha todos os 20 a altos apoios com que hoje conta. Nesse tempo, ninguem pensava que o Papa, do alto do sólio pontificio, enviasse a sua benção ao Esperanto, como fez por occasião do recente Congresso de Genebra.<noinclude></noinclude> 1s0w361axoay6npewulqwddydy3r40w 562981 562849 2026-09-16T19:06:25Z Castelobranco 2790 /* Problemática */ 562981 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="2" user="Castelobranco" /></noinclude>AOS NOSSOS LEITORES A ''Brazila Revuo Esperantista'' é um combatente a mais na imprensa esperantista. Tem em vista propagar e disseminar a idéa de uma lingua internacional no Brazil, e como os seus redactores pensam que a extraordinaria descoberta do Dr. L. L. Zamenhof convem perfeitamente a esse fim, ella é esperantista. Possa ella vencer! De Babel ao Esperanto Conferencia de Medeiros e Albuquerque, realisada no salão nobre da Associação dos Empregados no Commercio do Rio de Janeiro (7a da série organisada pelo BRAZILA KLUBO ESPERANTO>> O ORADOR (que é saudado por prolongada salva de palmas do selecto e numeroso auditorio que enchia o salão) começa declarando que sente que os conferencistas que o precederam na serie organisada pelo Brazila Klubo já haviam de ter dito as coisas que elle vae dizer; o essencial em certos casos não é porém, o de descobrir novidades; é de repetir trivialidades. E' o que occorre com certos argumentos muito corriqueiros e faceis, mas que a rotina e velhos preconceitos injustificaveis impedem de deital-os abaixo ao primeiro impulso; é preciso batel-os, repisal-os. E' por isso que acceitou o encargo de vir juntar mais um esforço aos outros esforços da propaganda, lembrando-se que foi elle que, ha quasi dez annos, fez a primeira ou uma das primeiras apologias do Esperanto, pela imprensa, na Revista Brazileira. Nesse tempo, a tentativa do Dr. Zamenhof não tinha todos os altos apoios com que hoje conta. Nesse tempo, ninguem pensava que o Papa, do alto do sólio pontificio, enviasse a sua benção ao Esperanto, como fez por occasião do recente Congresso de Genebra.<noinclude></noinclude> 1uss1l9dqu2owkkurj3xqn6hsck63n8 563012 562981 2026-09-16T22:14:54Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 563012 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" /></noinclude>{{Início destaque|alinhamento=center}} {{centralizado|'''AOS NOSSOS LEITORES'''|fs=2em}} A ''Brazila Revuo Esperantista'' é um combatente a mais na imprensa esperantista. Tem em vista propagar e disseminar a idéa de uma lingua internacional no Brazil, e como os seus redactores pensam que a extraordinaria descoberta do Dr. L. L. Zamenhof convem perfeitamente a esse fim, ella é esperantista. Possa ella vencer! {{Fim destaque}} {{centralizado|'''De Babel ao Esperanto'''|fs=2em}} '''Conferencia de Medeiros e Albuquerque, realisada no salão nobre da Associação dos Empregados no Commercio do Rio de Janeiro (7<sup>a</sup>. da série organisada pelo BRAZILA KLUBO « ESPERANTO »''' O ORADOR (que é saudado por prolongada salva de palmas do selecto e numeroso auditorio que enchia o salão) começa declarando que sente que os conferencistas que o precederam na serie organisada pelo Brazila Klubo já haviam de ter dito as coisas que elle vae dizer; o essencial em certos casos não é porém, o de descobrir novidades; é de repetir trivialidades. E' o que occorre com certos argumentos muito corriqueiros e faceis, mas que a rotina e velhos preconceitos injustificaveis impedem de deital-os abaixo ao primeiro impulso; é preciso batel-os, repisal-os. E' por isso que acceitou o encargo de vir juntar mais um esforço aos outros esforços da propaganda, lembrando-se que foi elle que, ha quasi dez annos, fez a primeira ou uma das primeiras apologias do Esperanto, pela imprensa, na ''Revista Brazileira''. Nesse tempo, a tentativa do Dr. Zamenhof não tinha todos os altos apoios com que hoje conta. Nesse tempo, ninguem pensava que o Papa, do alto do sólio pontificio, enviasse a sua benção ao Esperanto, como fez por occasião do recente Congresso de Genebra.<noinclude></noinclude> 79d0p95g6a1doslwy8u82b0d488jdwx Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/7 106 257865 562850 2026-09-16T13:34:30Z Castelobranco 2790 +1 562850 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />-3-</noinclude>Dir-se-á talvez, que, ao menos do ponto de vista scientifico, essa benção não é um argumento muito forte. Mas precisamente o Espe- ranto nada tem a temer dos argumentos realmente scientificos. O que se oppôe ao seu triumpho mais rapido são apenas os preconceitos. E nenhum preconceito é mais forte que o religioso. Que o chefe da religião que creou e vulgarisou o velho mytho da torre de Babel applauda os esforços feitos em favor de uma lingua universal, é um facto consideravel. Todos sabem que as bençãos do Papa, são expedidas por uma das numerosas dependencias do Vaticano sem que elle tenha disso um conhecimento exacto. Compram-se. Tem uma tarifa marcada - e, por signal, é uma tarifa moderada. Variam os preços, não com a maior ou menor somma de direitos que dé no céu, permittindo que os que pagam mais vão, no paraiso, para melhor logar. O preço sobe ou desce com o papel em que a benção é escripta. Em pergaminho custa 11 liras em papel menos bom custa 8. Assim, é perfeitamente licito não tomar muito a sério esse ramo de commercio. Mas, quando o Papa abençôa uma corporação ou um congresso internacional, o caso é differente. Elle não pode deixar de ter disso co- nhecimento. De mais, os papeis que chegam às suas mãos transitam por altos dignitarios da igreja. Passam pelo Secretario de Estado da Santa Sé. Si, por conseguinte, esgotados todos esses tramites, o pontifice concorda em abençoar um congresso, presidido por um pastor pro- testante, um congresso internacional, pode-se ter como certo que no minimo isso quer dizer que o alto governo da igreja catholica acha que não se trata de uma tentativa extravagante e ridicula. E', pelo menos, um attestado de seriedade, passado por espiritos cultos, más em geral -e isto é que importa notar-profundamente re- trogrados. A benção do Papa tem, pois, neste caso especial um grande valor terá sido talvez o primeiro exemplo de animação dado pelo Va- ticano a uma iniciativa audaciosa. Os que tem medo de comprometter a sua sisudez austera pare- cendo interessar-se por futilidades, por fantasias, por tolices de des- occupados, podem abrigar-se por traz deste grande exemplo. Pode parecer triste que, em pleno seculo XX, em vez de razões, a favor de qualquer cousa, nós procuremos primeiro nomes proprios, parecendo voltar ao regimen antigo em que o essencial era a palavra dos mestres. Mas infelizmente muitos se recusam a acceitar certas idéas, emquanto não se lhes prova que homens eminentes adheriram a ellas. Por isso, vale a pena, tratando do Esperanto, começar por ati- rar-lhes em cima, alguns nomes de peso, em todos os ramos dos conhe- cimentos humanos. Felizmente, elles não faltam. Quando se ouvem objecções que se presumem doutas sobre a possibilidade de uma lingua internacional, ha sempre o desejo de perguntar a esses sabiosinhos de meia-tijella,<noinclude></noinclude> jhi9lczjcsmuvsdm0ya0gigfrjvcdvu 562982 562850 2026-09-16T19:36:52Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 562982 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{rvh|-3-}}</noinclude>Dir-se-á talvez, que, ao menos do ponto de vista scientifico, essa benção não é um argumento muito forte. Mas precisamente o Esperanto nada tem a temer dos argumentos realmente scientificos. O que se oppôe ao seu triumpho mais rapido são apenas os preconceitos. E nenhum preconceito é mais forte que o religioso. Que o chefe da religião que creou e vulgarisou o velho mytho da torre de Babel applauda os esforços feitos em favor de uma lingua universal, é um facto consideravel. Todos sabem que as bençãos do Papa, são expedidas por uma das numerosas dependencias do Vaticano sem que elle tenha disso um conhecimento exacto. Compram-se. Tem uma tarifa marcada - e, por signal, é uma tarifa moderada. Variam os preços, não com a maior ou menor somma de direitos que dé no céu, permittindo que os que pagam mais vão, no paraiso, para melhor logar. O preço sobe ou desce com o papel em que a benção é escripta. Em pergaminho custa 11 liras em papel menos bom custa 8. Assim, é perfeitamente licito não tomar muito a sério esse ramo de commercio. Mas, quando o Papa abençôa uma corporação ou um congresso internacional, o caso é differente. Elle não pode deixar de ter disso conhecimento. De mais, os papeis que chegam às suas mãos transitam por altos dignitarios da igreja. Passam pelo Secretario de Estado da Santa Sé. Si, por conseguinte, esgotados todos esses tramites, o pontifice concorda em abençoar um congresso, presidido por um pastor protestante, um congresso internacional, pode-se ter como certo que no minimo isso quer dizer que o alto governo da igreja catholica acha que não se trata de uma tentativa extravagante e ridicula. E', pelo menos, um attestado de seriedade, passado por espiritos cultos, más em geral - e isto é que importa notar - profundamente retrogrados. A benção do Papa tem, pois, neste caso especial um grande valor terá sido talvez o primeiro exemplo de animação dado pelo Vaticano a uma iniciativa audaciosa. Os que tem medo de comprometter a sua sisudez austera parecendo interessar-se por futilidades, por fantasias, por tolices de desoccupados, podem abrigar-se por traz deste grande exemplo. Pode parecer triste que, em pleno seculo XX, em vez de razões, a favor de qualquer cousa, nós procuremos primeiro nomes proprios, parecendo voltar ao regimen antigo em que o essencial era a palavra dos mestres. Mas infelizmente muitos se recusam a acceitar certas idéas, emquanto não se lhes prova que homens eminentes adheriram a ellas. Por isso, vale a pena, tratando do Esperanto, começar por atirar-lhes em cima, alguns nomes de peso, em todos os ramos dos conhecimentos humanos. Felizmente, elles não faltam. Quando se ouvem objecções que se presumem doutas sobre a possibilidade de uma lingua internacional, ha sempre o desejo de perguntar a esses sabiosinhos de meia-tijella,<noinclude></noinclude> le700po4gcttkhxxt7nxn066r3rk0jj 562983 562982 2026-09-16T19:40:42Z Castelobranco 2790 562983 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|- 3 -}}</noinclude>Dir-se-á talvez, que, ao menos do ponto de vista scientifico, essa benção não é um argumento muito forte. Mas precisamente o Esperanto nada tem a temer dos argumentos realmente scientificos. O que se oppôe ao seu triumpho mais rapido são apenas os preconceitos. E nenhum preconceito é mais forte que o religioso. Que o chefe da religião que creou e vulgarisou o velho mytho da torre de Babel applauda os esforços feitos em favor de uma lingua universal, é um facto consideravel. Todos sabem que as bençãos do Papa, são expedidas por uma das numerosas dependencias do Vaticano sem que elle tenha disso um conhecimento exacto. Compram-se. Tem uma tarifa marcada - e, por signal, é uma tarifa moderada. Variam os preços, não com a maior ou menor somma de direitos que dé no céu, permittindo que os que pagam mais vão, no paraiso, para melhor logar. O preço sobe ou desce com o papel em que a benção é escripta. Em pergaminho custa 11 liras em papel menos bom custa 8. Assim, é perfeitamente licito não tomar muito a sério esse ramo de commercio. Mas, quando o Papa abençôa uma corporação ou um congresso internacional, o caso é differente. Elle não pode deixar de ter disso conhecimento. De mais, os papeis que chegam às suas mãos transitam por altos dignitarios da igreja. Passam pelo Secretario de Estado da Santa Sé. Si, por conseguinte, esgotados todos esses tramites, o pontifice concorda em abençoar um congresso, presidido por um pastor protestante, um congresso internacional, pode-se ter como certo que no minimo isso quer dizer que o alto governo da igreja catholica acha que não se trata de uma tentativa extravagante e ridicula. E', pelo menos, um attestado de seriedade, passado por espiritos cultos, más em geral - e isto é que importa notar - profundamente retrogrados. A benção do Papa tem, pois, neste caso especial um grande valor terá sido talvez o primeiro exemplo de animação dado pelo Vaticano a uma iniciativa audaciosa. Os que tem medo de comprometter a sua sisudez austera parecendo interessar-se por futilidades, por fantasias, por tolices de desoccupados, podem abrigar-se por traz deste grande exemplo. Pode parecer triste que, em pleno seculo XX, em vez de razões, a favor de qualquer cousa, nós procuremos primeiro nomes proprios, parecendo voltar ao regimen antigo em que o essencial era a palavra dos mestres. Mas infelizmente muitos se recusam a acceitar certas idéas, emquanto não se lhes prova que homens eminentes adheriram a ellas. Por isso, vale a pena, tratando do Esperanto, começar por atirar-lhes em cima, alguns nomes de peso, em todos os ramos dos conhecimentos humanos. Felizmente, elles não faltam. 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Todos sabem que as bençãos do Papa, são expedidas por uma das numerosas dependencias do Vaticano sem que elle tenha disso um conhecimento exacto. Compram-se. Tem uma tarifa marcada - e, por signal, é uma tarifa moderada. Variam os preços, não com a maior ou menor somma de direitos que dé no céu, permittindo que os que pagam mais vão, no paraiso, para melhor logar. O preço sobe ou desce com o papel em que a benção é escripta. Em pergaminho custa 11 liras em papel menos bom custa 8. Assim, é perfeitamente licito não tomar muito a sério esse ramo de commercio. Mas, quando o Papa abençôa uma corporação ou um congresso internacional, o caso é differente. Elle não pode deixar de ter disso conhecimento. De mais, os papeis que chegam às suas mãos transitam por altos dignitarios da igreja. Passam pelo Secretario de Estado da Santa Sé. Si, por conseguinte, esgotados todos esses tramites, o pontifice concorda em abençoar um congresso, presidido por um pastor protestante, um congresso internacional, pode-se ter como certo que no minimo isso quer dizer que o alto governo da igreja catholica acha que não se trata de uma tentativa extravagante e ridicula. E', pelo menos, um attestado de seriedade, passado por espiritos cultos, más em geral - e isto é que importa notar - profundamente retrogrados. A benção do Papa tem, pois, neste caso especial um grande valor terá sido talvez o primeiro exemplo de animação dado pelo Vaticano a uma iniciativa audaciosa. Os que tem medo de comprometter a sua sisudez austera parecendo interessar-se por futilidades, por fantasias, por tolices de desoccupados, podem abrigar-se por traz deste grande exemplo. Pode parecer triste que, em pleno seculo XX, em vez de razões, a favor de qualquer cousa, nós procuremos primeiro nomes proprios, parecendo voltar ao regimen antigo em que o essencial era a palavra dos mestres. Mas infelizmente muitos se recusam a acceitar certas idéas, emquanto não se lhes prova que homens eminentes adheriram a ellas. Por isso, vale a pena, tratando do Esperanto, começar por atirar-lhes em cima, alguns nomes de peso, em todos os ramos dos conhecimentos humanos. Felizmente, elles não faltam. Quando se ouvem objecções que se presumem doutas sobre a possibilidade de uma lingua internacional, ha sempre o desejo de perguntar a esses sabiosinhos de meia-tijella,<noinclude></noinclude> 370p4adyyzql3tingjlegfrkng9om1g Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/8 106 257866 562851 2026-09-16T13:35:36Z Castelobranco 2790 +1 562851 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />-4-</noinclude>si elles conhecem ao menos de nome Max Müller e Michel Bréal. São homens que não fizeram outra cousa durante sua vida sinão estudar a sciencia das linguas. Max Müller é morto. Sua obra foi, porem, col- lossal e subsiste ainda hoje. Conhecia, alem das linguas classicas e das da Europa contemporanea, as da India antiga, das quaes a mais celebre é o sanskrito. Era, de mais a mais, um espirito de philosopho. Pois bem: Max Müller proclamou que se podia perfeitamente fazer uma lingua internacional, lingua artificial e por isso mesmo sim- ples, flexivel e sonora. Declarou a esse proposito que não conhecia tentativa alguma superior ao Esperanto. Michel Bréal, que é outro linguista notavel, o systematisador de uma verdadeira sciencia nova, a Semantica, tambem affirmou categori- camente essa possibilidade, embora achasse preferivel outra solução. Antes de saber qual era essa outra solução, o que primeiro se deve mencionar é que tambem esse homem notavel, que deve entender mais de linguas do que qualquer de nós, não descobre uma impossi- bilidade qualquer na instituição e diffusão de uma lingua internacio- nal artificial. E si fosse preciso ir pedir a outros dominios da sciencia grandes nomes, parece que a chimica, não tem nenhum maior que o de Ber- thelot; parece que a electricidade não tem maior que o de d'Arsonval; parece que a medicina não tem maior que o de Bouchard. São ho- mens que têm raros emulos de igual valor; mas que não têm compe- tidores que os offusquem. Pois bem esses homens já foram alem da simples adhesão theo- rica: estão na da propaganda activa. Ainda uma vez é o caso de lembrar aos que têm medo de compro- metter a sua chocha e inutil gravidade, que já podem se esconder por traz de grandes nomes de homens de alto valor. Esses homens comprehenderam que uma lingua internacional é o complemento fatal da facilidade de communicações cada vez maior entre os diversos povos. Já se tem muitas vezes mostrado que pouco adianta o poder se percorrer hoje, em algumas horas, numa viagem em caminho de ferro tres ou quatro paizes distinctos, si em cada um delles se falla uma lingua nova que não entendemos. Pouco adianta a reunião frequente de congressos internacionaes si os membros delles tem cada vez mais uma difficuldade maior em se entenderem. Na ultima exposição internacional de Paris, em 1900, se deu um facto que ficou celebre: em um congresso de naturalistas um norue- guez para ser um pouco mais entendido fez um discurso em inglez. Esse discurso foi logo após resumido em francez por um allemão. Calculem esta viagem; uma exposição em inglez, feita por um no- rueguez e traduzida para francez por um allemão! Assim este e outros muitos factos que o conferencista cita, mos- tram a incontestavel vantagem de uma lingua commum que sirva ao commercio, á sciencia e á diplomacia,<noinclude></noinclude> rzeq1jgc4o0tnkk7pftywt5uoh0rpv9 562985 562851 2026-09-16T19:44:19Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 562985 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 4 —}}</noinclude>si elles conhecem ao menos de nome Max Müller e Michel Bréal. São homens que não fizeram outra cousa durante sua vida sinão estudar a sciencia das linguas. Max Müller é morto. Sua obra foi, porem, collossal e subsiste ainda hoje. Conhecia, alem das linguas classicas e das da Europa contemporanea, as da India antiga, das quaes a mais celebre é o sanskrito. Era, de mais a mais, um espirito de philosopho. Pois bem: Max Müller proclamou que se podia perfeitamente fazer uma lingua internacional, lingua artificial e por isso mesmo simples, flexivel e sonora. Declarou a esse proposito que não conhecia tentativa alguma superior ao ''Esperanto''. Michel Bréal, que é outro linguista notavel, o systematisador de uma verdadeira sciencia nova, a ''Semantica'', tambem affirmou categoricamente essa possibilidade, embora achasse preferivel outra solução. Antes de saber qual era essa outra solução, o que primeiro se deve mencionar é que tambem esse homem notavel, que deve entender mais de linguas do que qualquer de nós, não descobre uma impossibilidade qualquer na instituição e diffusão de uma lingua internacional artificial. E si fosse preciso ir pedir a outros dominios da sciencia grandes nomes, parece que a chimica, não tem nenhum maior que o de Berthelot; parece que a electricidade não tem maior que o de d'Arsonval; parece que a medicina não tem maior que o de Bouchard. São homens que têm raros emulos de igual valor; mas que não têm competidores que os offusquem. Pois bem esses homens já foram alem da simples adhesão theorica: estão na da propaganda activa. Ainda uma vez é o caso de lembrar aos que têm medo de comprometter a sua chocha e inutil gravidade, que já podem se esconder por traz de grandes nomes de homens de alto valor. Esses homens comprehenderam que uma lingua internacional é o complemento fatal da facilidade de communicações cada vez maior entre os diversos povos. Já se tem muitas vezes mostrado que pouco adianta o poder se percorrer hoje, em algumas horas, numa viagem em caminho de ferro tres ou quatro paizes distinctos, si em cada um delles se falla uma lingua nova que não entendemos. Pouco adianta a reunião frequente de congressos internacionaes si os membros delles tem cada vez mais uma difficuldade maior em se entenderem. Na ultima exposição internacional de Paris, em 1900, se deu um facto que ficou celebre: em um congresso de naturalistas um norueguez para ser um pouco mais entendido fez um discurso em inglez. Esse discurso foi logo após resumido em francez por um allemão. Calculem esta viagem; uma exposição em inglez, feita por um norueguez e traduzida para francez por um allemão! Assim este e outros muitos factos que o conferencista cita, mostram a incontestavel vantagem de uma lingua commum que sirva ao commercio, á sciencia e á diplomacia,<noinclude></noinclude> obl5plrpt0pa8hxl6x4ormo94pcooyy Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/9 106 257867 562852 2026-09-16T13:36:30Z Castelobranco 2790 +1 562852 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />-5-</noinclude>Aliás os accordos entre as nações têm sido nesses ultimos tempos tantos e tão variados que se pode dizer que já ha verdadeiras lingua- gens internacionaes, como por exemplo o codigo de signaes mariti- mos, que com quatro bandeiras permitte formar 78.642 signaes. Mas é uma lingua de gestos; os dois commandantes podem depois nem se entender si se encontrarem sem as bandeirolas. Mas só gestos não bastam. Contam, e o orador repetiu, uma historia de dois sujeitos que tinham tido a pretenção de se entender por meio de gestos. Eram dois homens do povo, dos quaes um fôra soldado. O primeiro levantou um dedo para o alto. O soldado replicou-lhe, apontando-lhe para a terra. O primeiro fez um gesto de assentimento e apontou para o soldado. O soldado apontou tambem para elle mas com dois dedos. O primeiro voltou a sorrir, achando justa a resposta e alargou os dois braços, com as mãos espalmadas. O soldado avançou então para elle e começou a bater-lhe. Tiveram de o arrancar dalli. Mas o interlocutor batido achou que elle havia ganho a aposta e pa- gou-lhe o que era devido. Os dois se apartaram e cada um contou então aos circumstantes o que tinha entendido e o que tinha dito. O soldado explicava elle apontou para o alto, como a significar que eu merecia ser enforcado. «E tu enterrado!»-disse-lhe eu, apontando para a terra. Não contente com o primeiro desaforo, mos- trou um dos meus olhos para exprimir que era capaz de m'o arrancar. Eu lhe repliquei logo: «E eu te arranco os dois !» Por fim, elle abriu os braços, mostrando que eu devia ser crucificado. Então não pude mais me conter: cahi-lhe em cima, de bordoada, que era o que elle estava a precisar. E tanto elle reconheceu que eu tinha razão que me pagou a aposta. Ora, durante esse tempo, o outro estava tambem contando a con- versa: Apontei, dizia elle, para o alto afim de lhe dizer: «Deus creou o céu ». Elle me respondeu muito bem; mostrando o chão, para com- pletar meu pensamento: «e tambem a terra ». « Creou a ti », voltei eu, apontando-o com um dedo; « a nós dois » emendou o soldado, sempre sagaz, indicando-me com dois dedos. Abri então os braços para expri- mir, que apezar disso, o Senhor tinha sido crucificado. O soldado quiz então me lembrar que além de crucificado o Senhor fora açoitado. E começou a bater-me. Acho que não precisava dar-me com tanta força; mas evidentemente foi habil. Por isso lhe paguei a aposta.. Eis ahi como os dois julgavam se ter entendido! Cada um tinha dito, cada um tinha comprehendido cousas muito diversas. Mas ninguem propõe que se adopte uma linguagem de gestos, para uso das relações internacionaes. (Continúa)<noinclude></noinclude> q0kba2eb69dl38ib98u3121ere55fcz 562986 562852 2026-09-16T19:48:57Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 562986 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 5 —}}</noinclude>Aliás os accordos entre as nações têm sido nesses ultimos tempos tantos e tão variados que se pode dizer que já ha verdadeiras linguagens internacionaes, como por exemplo o codigo de signaes maritimos, que com quatro bandeiras permitte formar 78.642 signaes. Mas é uma lingua de gestos; os dois commandantes podem depois nem se entender si se encontrarem sem as bandeirolas. Mas só gestos não bastam. Contam, e o orador repetiu, uma historia de dois sujeitos que tinham tido a pretenção de se entender por meio de gestos. Eram dois homens do povo, dos quaes um fôra soldado. O primeiro levantou um dedo para o alto. O soldado replicou-lhe, apontando-lhe para a terra. O primeiro fez um gesto de assentimento e apontou para o soldado. O soldado apontou tambem para elle mas com dois dedos. O primeiro voltou a sorrir, achando justa a resposta e alargou os dois braços, com as mãos espalmadas. O soldado avançou então para elle e começou a bater-lhe. Tiveram de o arrancar dalli. Mas o interlocutor batido achou que elle havia ganho a aposta e pagou-lhe o que era devido. Os dois se apartaram e cada um contou então aos circumstantes o que tinha entendido e o que tinha dito. O soldado explicava elle apontou para o alto, como a significar que eu merecia ser enforcado. « E tu enterrado! » - disse-lhe eu, apontando para a terra. Não contente com o primeiro desaforo, mostrou um dos meus olhos para exprimir que era capaz de m'o arrancar. Eu lhe repliquei logo: « E eu te arranco os dois! » Por fim, elle abriu os braços, mostrando que eu devia ser crucificado. Então não pude mais me conter: cahi-lhe em cima, de bordoada, que era o que elle estava a precisar. E tanto elle reconheceu que eu tinha razão que me pagou a aposta. Ora, durante esse tempo, o outro estava tambem contando a conversa: Apontei, dizia elle, para o alto afim de lhe dizer: « Deus creou o céu ». Elle me respondeu muito bem; mostrando o chão, para completar meu pensamento: « e tambem a terra ». « Creou a ti », voltei eu, apontando-o com um dedo; « a nós dois » emendou o soldado, sempre sagaz, indicando-me com dois dedos. Abri então os braços para exprimir, que apezar disso, o Senhor tinha sido crucificado. O soldado quiz então me lembrar que além de crucificado o Senhor fora açoitado. E começou a bater-me. Acho que não precisava dar-me com tanta força; mas evidentemente foi habil. Por isso lhe paguei a aposta. Eis ahi como os dois julgavam se ter entendido! Cada um tinha dito, cada um tinha comprehendido cousas muito diversas. Mas ninguem propõe que se adopte uma linguagem de gestos, para uso das relações internacionaes. {{d|(''Continúa'')}} {{rule|12em}}<noinclude></noinclude> 4r9a06dciqn2d7sh36uaxq3gg2f1flo Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/10 106 257868 562853 2026-09-16T13:37:29Z Castelobranco 2790 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Para mostrar aos leitores os primeiros passos da nossa lingua no Brasil, nada podemos escrever de melhor que traduzir o artigo que o Sr. Hernani Mendes, o joven c muito activo secretario do Brajla Klubo « Esperanto publicou na Renascença (Dezembro de 1906), a im­ portante e conhecida revista illustrada. Por esse motivo deixamos de reproduzir o artigo em portuguez. RED 562853 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" /></noinclude> Para mostrar aos leitores os primeiros passos da nossa lingua no Brasil, nada podemos escrever de melhor que traduzir o artigo que o Sr. Hernani Mendes, o joven c muito activo secretario do Brajla Klubo « Esperanto publicou na Renascença (Dezembro de 1906), a im­ portante e conhecida revista illustrada. Por esse motivo deixamos de reproduzir o artigo em portuguez. RED<noinclude></noinclude> 1kjav5hvmbwxeols07wy8s6pf90x9t7 562960 562853 2026-09-16T18:46:05Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 562960 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}} ---- Para mostrar aos leitores os primeiros passos da nossa lingua no Brasil, nada podemos escrever de melhor que traduzir o artigo que o Sr. Hernani Mendes, o joven e muito activo secretario do ''Brazila Klubo « Esperanto publicou na ''Renascença'' (Dezembro de 1906), a im­portante e conhecida revista illustrada. Por esse motivo deixamos de reproduzir o artigo em portuguez. RED<noinclude></noinclude> 4w2dm63lu2dydyzjel3jv7ioqh149rs 562961 562960 2026-09-16T18:46:51Z Castelobranco 2790 562961 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}} ---- Para mostrar aos leitores os primeiros passos da nossa lingua no Brasil, nada podemos escrever de melhor que traduzir o artigo que o Sr. Hernani Mendes, o joven e muito activo secretario do ''Brazila Klubo « Esperanto '' publicou na ''Renascença'' (Dezembro de 1906), a im­portante e conhecida revista illustrada. Por esse motivo deixamos de reproduzir o artigo em portuguez. 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Por esse motivo deixamos de reproduzir o artigo em portuguez. {{d|RED}}<noinclude></noinclude> lj70pe90tv23mu0r63fgrskc1r813jz Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/11 106 257869 562854 2026-09-16T13:39:06Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562854 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562963 562854 2026-09-16T18:47:55Z Castelobranco 2790 562963 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/12 106 257870 562855 2026-09-16T13:39:21Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562855 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562964 562855 2026-09-16T18:48:05Z Castelobranco 2790 562964 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/13 106 257871 562856 2026-09-16T13:39:34Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562856 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562965 562856 2026-09-16T18:48:17Z Castelobranco 2790 562965 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/14 106 257872 562857 2026-09-16T13:39:48Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562857 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562966 562857 2026-09-16T18:48:51Z Castelobranco 2790 562966 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/15 106 257873 562858 2026-09-16T13:41:38Z Castelobranco 2790 +1 562858 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />- 11 -</noinclude>Brazila Klubo « Esperanto >> (Fundado a 29 de Junho de 1906) Pres. honorarios: Lazaro Luiz Zamenhof, Marquez de Beaufront e Murillo Furtado. Directoria actual - Pres. Medeiros e Albuquerque, deputado; 1° vice-pres. Dr. Nerval de Gouvêa, professor e medico; 2° vice-pres. Laurianno das Trinas, empregado publico; sec. Hernani Mendes, estudante; thes.: Honorio Leal, tele- graphista. Sede: rua dos Ourives, 85 (1° andar). - Contri- buição annual: 105000. CONCURSO: Depois da longa descripção, acima transcripta, feita pelo Sr. Hernani Mendes nada mais precisamos dizer sobre este club. Sem descanço tem elle batalhado pela victoria da nossa Idéa. Ha um mez abrio um concurso entre todos os esperantistas brasileiros para a traducção do interesssante conto de Coelho Netto o BAPTISMO. Premios são dados aos tres melhores traductores: 1° a publi- cação da traducção na nossa Revista e um exemplar da Sintaxe do Esperanto de P. Fruictier; 2° um exemplar da Chrestomathia fundamental, do Dr. Zamenhof; 3° uma assignatura, annual, á vontade, da Revue, Lingvo Internacia ou Tra la Mondo. O concurso será fechado a 30 de Abril. Para maiores informações devem se dirigir ao secretario do B. K. E. G. E. «Constellação do Sul >> ((Fundado a 17 de Março de 1906) Pres. Dr. João Keating, professor; vice-pres. Tobias A. Rabello Leite, engenheiro; sec: Carlos Steventon, engenheiro; thes Jorge Berggreu, empregado de estrada de ferro. Este grupo foi o primeiro fundado no Brasil, graças aos es- forços de seu presidente. A primeira directoria eleita era: pres: Dr. João Keating; vice-pres: Tobias Rabello Leite; sec: Henri- que Serra e thes: Arthur Levy. Tem cincoenta socios dos quaes dois terços frequentam os dois cursos dirigidos pelo pres. e vice- pres. do grupo.<noinclude></noinclude> 3k571x9eqzukfn0vmez1tgyqty0x6sl 562989 562858 2026-09-16T20:10:36Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 562989 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 11 —}}</noinclude>;Brazila Klubo « Esperanto >> :(Fundado a 29 de Junho de 1906) :Pres. honorarios: Lazaro Luiz Zamenhof, Marquez de Beaufront e Murillo Furtado. :Directoria actual - Pres. Medeiros e Albuquerque, deputado; 1° vice-pres. Dr. Nerval de Gouvêa, professor e medico; 2° vice-pres. Laurianno das Trinas, empregado publico; sec. Hernani Mendes, estudante; thes.: Honorio Leal, telegraphista. Sede: rua dos Ourives, 85 (1° andar). - Contribuição annual: 10$000. CONCURSO : Depois da longa descripção, acima transcripta, feita pelo Sr. Hernani Mendes nada mais precisamos dizer sobre este club. Sem descanço tem elle batalhado pela victoria da nossa Idéa. Ha um mez abrio um concurso entre todos os esperantistas brasileiros para a traducção do interesssante conto de ''Coelho Netto'': o BAPTISMO. Premios são dados aos tres melhores traductores: 1° a publicação da traducção na nossa Revista e um exemplar da ''Sintaxe do Esperanto'' de P. Fruictier; 2° um exemplar da ''Chrestomathia fundamental'', do Dr. Zamenhof; 3° uma assignatura, annual, á vontade, da ''Revuo'', ''Lingvo Internacia'' ou ''Tra la Mondo''. O concurso será fechado a 30 de Abril. Para maiores informações devem se dirigir ao secretario do ''B. K. E.'' ;G. E. «Constellação do Sul >> :((Fundado a 17 de Março de 1906) :Pres. Dr. João Keating, professor; vice-pres. Tobias A. Rabello Leite, engenheiro; sec: Carlos Steventon, engenheiro; thes : Jorge Berggreu, empregado de estrada de ferro. Este grupo foi o primeiro fundado no Brasil, graças aos esforços de seu presidente. A primeira directoria eleita era: pres: Dr. João Keating; vice-pres: Tobias Rabello Leite; sec: Henrique Serra e thes: Arthur Levy. Tem cincoenta socios dos quaes dois terços frequentam os dois cursos dirigidos pelo pres. e vice-pres. do grupo.<noinclude></noinclude> dlx4wfpgqwou0y0f6fxit9nlptf8w8b Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/16 106 257874 562859 2026-09-16T13:41:50Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562859 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562967 562859 2026-09-16T18:49:21Z Castelobranco 2790 562967 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/17 106 257875 562860 2026-09-16T13:42:41Z Castelobranco 2790 +1 562860 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />- 13 -</noinclude>O Dr. J. Keating é incansavel no seu trabalho pelo esperanto; está sempre prompto a auxiliar os seus correligionarios e a idéa do futuro congresso foi logo por elle acceita e espalhada pelos jornaes do progressista Estado de São Paulo. Sociedade Esperantista do Rio Grande do Sul Fundada a 2 de Setembro de 1906 em Porto Alegre Presidentes honorarios: Dr. L. L. Zamenhof e L. de Beaufront; presidente effectivo: Christiano Kræmer; vice-presidente: Dr. Joaquim A. Ribeiro; 1° secretario: Reynaldo F. Geyer; 2° se- cretario: Hellemuth Pohlmann; thesoureiro: Illidio Augusto; thesoureiro auxiliar: tenente Mario Cruz; bibliothecario: Al- berto Goetze ; directores: Emilio Altmeyer Champignelle, Dr. João Plinio de Castro Menezes; Dr. José Rafael Alves de Azambuja, Stefan Michalski, Ulisses Cabral e Dr. Manoel da Conceição Montojos. No dia da reunião para fundação desta sociedade foi organi- zada uma pequena exposição de coisas esperantistas, que impres- sionaram muito favoravelmente os presentes entre os quaes jornalistas, que deram boas descripções, principalmente o Correio do Povo, Deutsche Zeitung e Riograndenser Vaterland. A subscripção para telegrammas attingiu a 108$ e o Brazila Klubo foi informado telegraphicamente da nossa sociedade. Em resposta recebemos o seguinte telegramma: «Agradecemos com- municação, abraçamos caros samideanos. Vivu Zamenhof! Vivu nia lingvo ! » Como os nossos amigos do Chile soffressem então as conse- quencias de terrivel terremoto a E. S. S. enviou á Soc. Esp. Chi- lena telegramma de condolencias, recebendo como resposta as seguintes palavras de Santiago: «Agradecimento cordeal; pa- rabens. » Outro telegramma, sobre o qual nada mais soubemos, foi enviado ao 2º Congresso Universal de Esperanto em Genebra. Eis o texto: «A Soc. Esperantista do Rio Grande do Sul hoje fundada, saúda ao proveitoso Congresso e aos seus presidentes honorarios Zamenhof e Beaufront 122 socios. » Em vão procuramos nas actas completas uma simples allusão a elle; os nomes de «Brazil » e «Brazileiro» não se vêm sequer<noinclude></noinclude> ddcqato2bjl8mbou08vnn2svkqffovv 562990 562860 2026-09-16T20:14:52Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 562990 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 13 —}}</noinclude>O Dr. J. Keating é incansavel no seu trabalho pelo esperanto; está sempre prompto a auxiliar os seus correligionarios e a idéa do futuro congresso foi logo por elle acceita e espalhada pelos jornaes do progressista Estado de São Paulo. ;Sociedade Esperantista do Rio Grande do Sul :Fundada a 2 de Setembro de 1906 em Porto Alegre :Presidentes honorarios: Dr. L. L. Zamenhof e L. de Beaufront; presidente effectivo: Christiano Kræmer; vice-presidente: Dr. Joaquim A. Ribeiro; 1° secretario: Reynaldo F. Geyer; 2° secretario: Hellemuth Pohlmann; thesoureiro: Illidio Augusto; thesoureiro auxiliar: tenente Mario Cruz; bibliothecario: Alberto Goetze ; directores: Emilio Altmeyer Champignelle, Dr. João Plinio de Castro Menezes; Dr. José Rafael Alves de Azambuja, Stefan Michalski, Ulisses Cabral e Dr. Manoel da Conceição Montojos. No dia da reunião para fundação desta sociedade foi organizada uma pequena exposição de coisas esperantistas, que impressionaram muito favoravelmente os presentes entre os quaes jornalistas, que deram boas descripções, principalmente o ''Correio do Povo'', ''Deutsche Zeitung'' e ''Riograndenser Vaterland''. A subscripção para telegrammas attingiu a 108$ e o ''Brazila Klubo'' foi informado telegraphicamente da nossa sociedade. Em resposta recebemos o seguinte telegramma: « Agradecemos communicação, abraçamos caros samideanos. Vivu Zamenhof! Vivu nia lingvo! » Como os nossos amigos do Chile soffressem então as consequencias de terrivel terremoto a E. S. S. enviou á Soc. Esp. Chilena telegramma de condolencias, recebendo como resposta as seguintes palavras de Santiago: «Agradecimento cordeal; parabens. » Outro telegramma, sobre o qual nada mais soubemos, foi enviado ao 2º Congresso Universal de Esperanto em Genebra. Eis o texto: «A Soc. Esperantista do Rio Grande do Sul hoje fundada, saúda ao proveitoso Congresso e aos seus presidentes honorarios Zamenhof e Beaufront 122 socios. » Em vão procuramos nas actas ''completas'' uma simples allusão a elle; os nomes de «Brazil » e «Brazileiro» não se vêm sequer<noinclude></noinclude> lpqcsozzk8urn2altqitq2dgetub9zl Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/554 106 257876 562861 2026-09-16T13:42:48Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 346 APO Tr. Quadr. 1, 129, 2 O melhor remedio para não che- garmos a efte eftado, e os vicios fe não apoderarem nef- ta forma de nós... he atalharlhes logo no principio. D. F. MAN. Epan. 3, 287 O vento... Je apoderava iem lei alguma das velas do navio. Apoderarfe o cavallo do freio. Tomalo nos dentes. TR. DA GINET. 1, 2 y Mas o cavallo... apoderonfe do freio, para que não pudeffe fer com elle pelo cavalleiro refreado. VILL. Boss, Nob... 562861 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>346 APO Tr. Quadr. 1, 129, 2 O melhor remedio para não che- garmos a efte eftado, e os vicios fe não apoderarem nef- ta forma de nós... he atalharlhes logo no principio. D. F. MAN. Epan. 3, 287 O vento... Je apoderava iem lei alguma das velas do navio. Apoderarfe o cavallo do freio. Tomalo nos dentes. TR. DA GINET. 1, 2 y Mas o cavallo... apoderonfe do freio, para que não pudeffe fer com elle pelo cavalleiro refreado. VILL. Boss, Nobiliarch. 2 Cheio de indignação [o cavallo] fe apodercu do freio, e fe lançou de huma rocha abaixo. {{lema|APODO}}. s. m. Comparação engenhofa, e ridicula; dito fa- ceto, e picante. Talvez do Greg. Arredor. ou Anodesis. LOB. Cort. 11, 40 Ditos engraçados, apodos rifonhos. VIEIR. Serm. 8, 231 Forão taes as rifadas, e zombarias, tacs as injurias, nomes, e apodos affrontofos, que &c. Comparação, e dito agudo, ainda fem fer picante, e ridiculo CEIT. Serm. 23 59, 4 Notou bem: Santo Am. brofio naquelle apodo, que o fabio deo a alma Santa. ACAD. DOS SING. I, I, Decim. Mil gloriofos apodos. M. BERN. Floreft. 1, 4, 136, A E o mefmo apodo... deo Theodoro, Diacono da Igreja Romana, a hum Eu- nuco de Victor Tribuno. {{lema|APODRECER}}. v. a. Corromper, tornar podre. VERCIAL, Sacrain. 3, 117, 143 O que rem hum dente apodre- cido... o tira, porque nou apodreça os outros. A. DA CRUZ, Recop. 2, i Alem de fe accrefcentar a apofte- ma, ha de apodrecer as parres vizinhas da carne. FR. THOM. DA VEIG. Confid. 1, 15, 1. n. 1 Tenha [a terra] baftante humidade para poder agafalhar, capo- drecer a femenre. Met. Luc. Vid. 5, 21 Afli tem por efta compa- nhia a vida, o efpirito, a prudencia,, a efficacià... os que fóra della tudo perderião, e apodreceriño. Neutr. Cotromperfe, fazerfe podre, ou corrupto. VIT. CHRIST. 2, 10 y Porque he coufa corruptivel, e apo- drefce. HEIT. PINT. Dial. 2, 4, 15 Como foi poffivel... durar tanto effa não fem apodrecer? ARR. Dial. 1, 15 Primeiro olhão de que terra hão de fiar fuas fementes, e que não apodreção com muito humor. Met. Reg. abf., de, em, on com alg. c. D. CATH. INF. Regr. 1, 8 E nom digo que apodreção com pegri- cia, nem fejão confumidos com ociofidade. Feo, Tr. 2, 75, 4 Dizia Santo Agoftinho, fazendo queixume de fi a Deos, por quanto chegára a apodrecer de culpas, de ma- neira que &c. CHAG. Serm. Genuin. 2, 36 Apodrecem os ricos nos bens temporaes. Com pron. peff. ORT. Colloq. 16, 65 y Não fe apodrece a cordoalha de Cairo ] na agoa falgada. A. DA CRUZ, Recop. 3, 3 Porque à parte saa, que toca a podre, fe apodrece. Met. FR. MARC. Vid. 2, 5 E fugindo do traba- lho de ler, fe deixão apodrecer da ociofidade, e priguiça. {{lema|APODRECIDO, A}}. p. p. de Apodrecer. VERCIAL, Sa- cram. 3, 117, 143. ARR. Dial. 8, 13. M. BERN. Paraif. {{lema|APODRECIMENTO}}. s. m. ant. Acção e cffcito de apodrecer. VIT. CHRIST. 1, 38, 118 E em efto fe toca a corru- pcom, e apodrcciniento, que fe faz das riquezas natu- raes. D. CATH. INF. Regr. 2, 16 Então efpantofamen- te nos propõe o temor da morte, o apodrecimento do corpo, o efpirito do juizo. {{lema|APODRENTADO, A}}. p. p. de Apodrentar. JER. CARDOS. Dict. BARBOS. Dict. BENT. PER. Thef. {{lema|APODRENTAMENTO}}. s. m. O mefmo que Apodrecimen- to. JER. CARDOs. Dict. BENT. PER. Thef. {{lema|APODRENTAR}}. v. a. ant. Cerromper, tornar podre. J. DE BARR. Efpelh. 3, 53 Huma uva podre apodrenta a outra saa, GRA. Comp. 2, 6 Como fetta, que deixa o ferro na ferida, que em quanto não fabe fóra, fem- pre eftá apodrentando, c_afiftulando a chaga. MADEIR. Meth. 35, 30 qual [cauftico] não fomente cobre, mas acaba de apodrcitar. {{lema|APOGEO}}. s. m. Aftron. O ponto, em que qualquer plane- ta está na fua maior diftancia do centro da terra: acc. na penult. Do Greg. Anoyo. CARY. Aftron. 2, 7, 74 Como fe achará o movimento do apogéo [da Lua] e a fua longitud. Via, 1, 1, 1. c. 20 Apogeo he o ponto, em que o planeta difta mais do centro da terra, e fe chama Auge, ou Aphelio. {{lema|APOIADO, A}}. p. p. de Apoiar. A. DE VASC. Anj. 2, 6, 7. parr. 8. p. 950. TELL. Chr. I, I, II. n. 3. S. ANN. Chr. 2, 11, 339. {{lema|APOIAR}}. v. a. Fundamentar, firmar, fegurar, fuftentar, eftribar. Reg. alg. c. cm, ou fobre alg. c. Met. NUN. DA Six.v. Poef. 134 Nova defenfa ven- turofo apoia Nos foccorros de França, e de Saboia. Patrocinar, proteger favorecer. Dizfe a refpeito de peffoas. D. G. COUTINH. Jorn. 55 Começou a fer odiofo aos meímos Mouros, que dances o apoiavão com feu Rei. PINT. RIB. Luftr. 2, 29 Não pelos rogos, e interpre- tações dos que o favorecião, e apoiavão. VIEIR. Serm. 3, 10, 11. n. 437 Todos os vêm roubar, e o mesmo, que os confente, e apoia, o eftá vendo. A refpeito de coufas. TELL. Hift. 3, 5, 220 De tal maneira apoiou o negocio, que o Baxá despachou a petição. M. THом. Inful. 7, 17 Que Amor começa hu- milde, e com Mayorte Os fins de feus intentos fem- pre apoia. Provar, confirmar, convencer, verificar com palavras on acções. Sous. DE MAC. Ev. 2, 15, 358. n. 26 O que então diffe, apoia e prova. TELL. Chr. 1. Prol. Nem com fuas muitas letras fe atrevéra o P. Meftre Fr. Leão defender, ou apoiar efta fua propofição. ART. DE FURT. 3 Pata moftrar... a illusão, com que alguma gente a- poia feus erros. Neutr. Firmarfe, fundarfe, fuftentarfe. Ufafe no propr. e met. PINT. RIB. Ufurp. 3 Trazia elle os reca- dos dobrados para o tio, em cuja fuccefsão apoiavão fuas esperanças. Com pron. peff. CANCION. 9, 2 E quem s'apoia, mal caça. {{lema|APOIO}}. s. m. Fundamento, fobre que fe firma, fuftenta, eftriba, on eftabelece alguma coufa. Met. PINT. RIB. Ufurp. 28 O fegredo promettia fegurança, celeridade, reputação, que he o maior apoio de huma obra heroica. ACAD. DOS SING. I, 5, Oraç. Sejão as Hiftorias os maiores apoios de feus panegyricos. Amparo, arrimo, protecção. Paiv. Serm. 3, 36 O' Padre, fe aflim he, porque me não acabo eu de quie- tar em Deos, e ando bufcando outros apoios, em que confie, e em que me arrime. F. DE MENDOÇ. Serm. 2, 347, 26 Aquelle filho, que tinheis com vofco pera apoio de voffa familia, que he delle ? Argumento, prova, ou qualquer outra coufa, com que fe faz ver a verdade. GREGOR, DE ALMEID. Reftaur. 1, 3 São tantos os apoios de conveniencias, para efta visão fe explicar de noffos Reis Portuguezes, e feus fucceffores que &c. CARDOs. Agiol. 3, 759 Mas firvãonos de apoio domefticos exemplos. Sous. DE MAC. Ev. licenç. Sem o apoio dos Santos Padres. Alveit. GALV. DE ANDRAD. Art. 1, 11 Não mof- trando o potro, ou cavallo bom apoio na bocca, fe lhe continuarão algumas lições com o canhão. {{lema|APOJADO, A}}. adj. Cheio de algum licor. Dizfe particu- larmente dos peitos das mulheres. CANCION. 224 y, z Se tangeis por becoadrado, Inflammado como chamma, Pareceis odre apojado, Como mamma. {{lema|APOJADURA}}. s. f. uf. Grande cópia de hum leite mais li quido, que as vezes fobrevem aos peitos das mulberes, que crião. {{lema|APOLAZAR}}. v. a. Correr as prégas, v. g. do veftido, faia, ou outra qualquer coufa com a agulha. BENT. PER. Thef. Apolazar. Acu replicare puneta, ou puncta duplicare. {{lema|APOLENTADEIRA}}. s. f. BENT. PER. Thef. Apolentadei- ra. Nutrix 'celeris. {{lema|APOLENTADO, A}}. p. p. de Apolentar. BENT. PER. Thef. {{lema|APOLENTADOR}}. s. m. O que apolenta. BENT. PER. Thef. {{lema|APOLENTAR}}. v. a. Do Lat. Polenta. JER. CARDOS. Dict. Celeriter nutrire vel educare. {{lema|APOLLEGADO, A}}. p. p. de Apollegar. JER. CARDOS. Dict. BARBOS. Dict. BENT. PER. Thci. {{lema|APOLLEGADOR}}. s. m. O que apollega. JER. CARDOS. Dict. BENT. PER. Thef. {{lema|APOLLEGADURA}}. s. f. Acção e effeito de apollegar. JER. CARDOS. Dict. BARBOS. Dict. BENT. PER. Thel. {{lema|APOLLEGAR}}. v. a. Manuzear, mover com os dedos, ou ainda com as naus alguma confa. Do Lat. Pollex. JER. CARDOS. Dict. BARBOS. Dict. BENT. PER. Thef. {{lema|APOLLINEO, A}}. adj. De Apollo, pertencente a Apollo. acc. na antepenult. Do Lat. Apollineus. CAM. Luf. 1, 84 Já o raio Apollineo vifitava Os montes Nabatheos accen- dido. CORR. Comm. Raio Apollineo, raio do Sol, cha- mado afli, porque entre outros nomes, que o Sol tem, hum delles he Apollo. MATT. Jeruf. 15, 36 Que o Zephyro e orvalho, quando ardião Os Appollineos raios, mitigaya.. M. BERN. Floreft. 4, 15, 227 Tripode Apol- linea.<noinclude></noinclude> ezf65c527kf7kiy4mtlqp41sy19onxs Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/18 106 257877 562862 2026-09-16T13:42:54Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562862 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562968 562862 2026-09-16T18:49:47Z Castelobranco 2790 562968 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g 562991 562968 2026-09-16T20:15:32Z Castelobranco 2790 562991 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" />{{c|— 14 —}}</noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> qm7avozof7l2vm7aypa3j6l5st1hhoo Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/19 106 257878 562863 2026-09-16T13:43:49Z Castelobranco 2790 +1 562863 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />- 15 -</noinclude>uma vez nos dois fasciculos da Lingvo Internacia. Esforcemo-nos para que no 3º Congresso ouça-se algo sobre o nosso movi- mento. Do glorioso Mestre e do L. de Beanfront, a E. S. S. recebeu as seguintes respostas ás cartas que lhes davam sciencia da presidencia honoraria. - Varsovia, 28-X-06- Caros senhores-A' Soc. Espe- rantista do Rio Grande do Sul envio cordeal saudação e o desejo dos melhores successos - Vosso - Zamenhof. P. S. O titulo de presidente honorario gentilmente offere- cido a mim, eu o accito com cordeal agradecimento. -Louviers, 24-10-1906-Caro senhor - De coração agra- deço á Soc. Esperantista do Rio Grande do Sul a honra, que me fez e de boa vontade acceito o titulo de «Presidente honorario >> desta nova familia ésperantista. Que vença ella brilhantemente e constantemente cresça na bella terra do Brazil, que eu visitei ha muitos annos. Com amistosa saudação á vossa sociedade e a vós mesmo, VOSSO- L. de Beanfront. Em circular, a E. S. S. informou a todas as folhas esperan- tistas e a grande numero de sociedades e grupos da sua fundação e propoz relações de amizade. Outrosim todos os jornaes e revistas do Rio Grande do Sul e mesmo do estrangeiro receberam muito favoravelmente a nossa communicação. E' de notar que os importantes jornaes de Montevidéo El Siglo e La Razon agradeceram por carta e em Esperanto, dese- jando-nos o maior exito. E' secretario dessas duas folhas o nosso samideano Henrique Munoz. No nosso Estado, O Dever, de Bagé, imprimiu o agradecimento em esperanto. Infelizmente a E. S. S. ainda não poude abrir cursos por di- versas difficuldades e principalmente pela pouquissima folga do nosso muito activo presidente. Todavia reflicta-se que a abertura de cursos não é o unico meio de proqaganda e como provam as cartas recebidas, a E. S. S. deu um impulso não sem valor, á nossa causa do Brazil. - R.<noinclude></noinclude> p6bvtajcxowdtbvpdvwflbpcldphs1v 562993 562863 2026-09-16T20:36:07Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 562993 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 15 —}}</noinclude>uma vez nos dois fasciculos da ''Lingvo Internacia''. Esforcemo-nos para que no 3º Congresso ouça-se algo sobre o nosso movimento. Do glorioso Mestre e do L. de Beanfront, a E. S. S. recebeu as seguintes respostas ás cartas que lhes davam sciencia da presidencia honoraria. - Varsovia, 28-X-06 - Caros senhores - A Soc. Esperantista do Rio Grande do Sul envio cordeal saudação e o desejo dos melhores successos - Vosso - ''Zamenhof''. P. S. O titulo de presidente honorario gentilmente offerecido a mim, eu o accito com cordeal agradecimento. - Louviers, 24-10-1906 - Caro senhor - De coração agradeço á Soc. Esperantista do Rio Grande do Sul a honra, que me fez e de boa vontade acceito o titulo de « Presidente honorario » desta nova familia esperantista. Que vença ella brilhantemente e constantemente cresça na bella terra do Brazil, que eu visitei ha muitos annos. Com amistosa saudação á vossa sociedade e a vós mesmo, vosso - ''L. de Beanfront''. Em circular, a E. S. S. informou a todas as folhas esperantistas e {{sic|a|o}} grande numero de sociedades e grupos da sua fundação e propoz relações de amizade. Outrosim todos os jornaes e revistas do Rio Grande do Sul e mesmo do estrangeiro receberam muito favoravelmente a nossa communicação. E' de notar que os importantes jornaes de Montevidéo ''El Siglo'' e ''La Razon'' agradeceram por carta e em Esperanto, desejando-nos o maior exito. E' secretario dessas duas folhas o nosso ''samideano'' Henrique Munoz. No nosso Estado, ''O Dever'', de Bagé, imprimiu o agradecimento em esperanto. Infelizmente a E. S. S. ainda não poude abrir cursos por diversas difficuldades e principalmente pela pouquissima folga do nosso muito activo presidente. Todavia reflicta-se que a abertura de cursos não é o unico meio de proqaganda e como provam as cartas recebidas, a E. S. S. deu um impulso não sem valor, á nossa causa do Brazil. - R.<noinclude></noinclude> 3p7axqmik8va6xa9ntf6kqe2x36hnyn Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/20 106 257879 562864 2026-09-16T13:44:00Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562864 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562969 562864 2026-09-16T18:50:00Z Castelobranco 2790 562969 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/21 106 257880 562865 2026-09-16T13:44:51Z Castelobranco 2790 +1 562865 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />- 17 -</noinclude>Grupo Esperantista do Operariado Prez. hon. Dr. L. L. Zamenhof; dir. secr. Francisco Ramos; dir.-thez.: José-Ferreira. Séde: Rua do Hospicio, 145. Rio. Este grupo foi fundado a 15 de Dezembro de 1906, quando o Sr. Francisco Ramos começou um curso de Esperanto especial- mente feito para o operariado. O Sr. Ramos é um activo propa- gandista e começou o estudo da nossa lingua no Uruguay com o muito conhecido professor Carlos Charrier. As licções são dadas no syndicato de Pedreiros e Carpinteiros e cerca de 50 alumnos ahi se instruem. A propaganda do Esperanto entre os operarios é muito boa para elles pois permittirá que elles se correspondam com os seus companheiros extrangeiros, o que não seria por certo possivel por meio de outras linguas, todas muito difficeis. Continuae, Sr. Ramos; a victoria nos pertence! Grupo Estrella Verde», filiado ao B. K. E. Directoria Prez.: Hernani Mendes; sec.: Raul Gitahy de Alen- castro; thez.: Francisco Varzea. Séde: Rua dos Ourives, 85. (1º andar). Mensalidade: 1$000. A 28 de Agosto proximo passado, o Brazila Klubo abrio por intermedio do Sr. Hernani Mendes o seu segundo curso oral na Associação dos Empregados no Commercio. Alguns dos me- lhores alumnos fundaram a 1° de Dezembro do anno passado um pequeno grupo, especialmente para a propaganda entre os empre- gados no commercio e o filiaram ao Brazila Klubo. Grupo Verda Stelo assim foi chamado o novo e esperançoso grupo que já faz funccionar um curso semanal, nocturno e gratuito em sua séde. O Esperanto no Telegrapho Como se leu na chronica do nosso devotado amigo Hernani Mendes o governo brazileiro tem auxiliado a divulgação da nossa lingua entre os brazileiros, permittindo a abertura de alguns cur- sos nas escolas officiaes. Todavia o mais importante auxilio é por certo o obtido pelo Sr. Medeiros e Albuquerque, presidente do Brazila Klubo. 2 R. E.<noinclude></noinclude> gbnqseme7n78frghbkv6hh83jq7v4an 562995 562865 2026-09-16T20:53:00Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 562995 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 17 —}}</noinclude>;Grupo Esperantista do Operariado :Prez. hon. Dr. L. L. Zamenhof; dir. secr. Francisco Ramos; dir.-thez.: José-Ferreira. Séde: Rua do Hospicio, 145. Rio. Este grupo foi fundado a 15 de Dezembro de 1906, quando o Sr. Francisco Ramos começou um curso de Esperanto especialmente feito para o operariado. O Sr. Ramos é um activo propagandista e começou o estudo da nossa lingua no Uruguay com o muito conhecido professor Carlos Charrier. As licções são dadas no syndicato de Pedreiros e Carpinteiros e cerca de 50 alumnos ahi se instruem. A propaganda do Esperanto entre os operarios é muito boa para elles pois permittirá que elles se correspondam com os seus companheiros extrangeiros, o que não seria por certo possivel por meio de outras linguas, todas muito difficeis. Continuae, Sr. Ramos; a victoria nos pertence! ;Grupo Estrella Verde», filiado ao B. K. E. :Directoria Prez.: Hernani Mendes; sec.: Raul Gitahy de Alencastro; thez.: Francisco Varzea. Séde: Rua dos Ourives, 85. (1º andar). Mensalidade: 1$000. A 28 de Agosto proximo passado, o ''Brazila Klubo'' abrio por intermedio do Sr. Hernani Mendes o seu segundo curso oral na Associação dos Empregados no Commercio. Alguns dos melhores alumnos fundaram a 1° de Dezembro do anno passado um pequeno grupo, especialmente para a propaganda entre os empregados no commercio e o filiaram ao ''Brazila Klubo''. ''Grupo Verda Stelo'' assim foi chamado o novo e esperançoso grupo que já faz funccionar um curso semanal, nocturno e gratuito em sua séde. ;O Esperanto no Telegrapho Como se leu na chronica do nosso devotado amigo Hernani Mendes o governo brazileiro tem auxiliado a divulgação da nossa lingua entre os brazileiros, permittindo a abertura de alguns cursos nas escolas officiaes. Todavia o mais importante auxilio é por certo o obtido pelo Sr. Medeiros e Albuquerque, presidente do ''Brazila Klubo''. {{d|R. E.}}<noinclude></noinclude> 3zsh1ui2q68q2hfxh17bzcjepywn9ob Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/22 106 257881 562866 2026-09-16T13:45:13Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562866 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562970 562866 2026-09-16T18:50:12Z Castelobranco 2790 562970 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g 562996 562970 2026-09-16T20:53:27Z Castelobranco 2790 562996 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" />{{c|— 18 —}}</noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> ergpftia5f6at3sz3gdrylgg1c9dzqy Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/23 106 257882 562867 2026-09-16T13:46:01Z Castelobranco 2790 +1 562867 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />- 19 -</noinclude>Nosso activo correligionario pediu a S. Ex. o Sr. Ministro das Obras Publicas à inscripção do Esperanto entre as linguagens que o nosso telegrapho chama claras. As linguas claras para o telegrapho brazileiro eram até agora sómente o portuguez, o francez, o inglez, o allemão, o italiano, o hespanhol, o holandez e o latim. Hoje graças á permissão dada pelo Sr. Lauro Müller, Minis- tro das Obras Publicas, o Esperanto está inscripto nesta lista e por isso os telegrammas escriptos em esperanto pagarão menos que anteriormente. O Sr. Director do Telegrapho enviou circular a todos os telegraphistas e hoje nenhum delles poderá ignorar a existencia da nossa lingua. Consules e consulados. Só no Rio de Janeiro os esperantistas brazileiros, conforme o desejo do segundo congresso, escolheram os seus consules, que são os Srs. Everardo Backheuser (Escola Polytechnica) e Ray- mundo Cantão (rua dos Ourives, 107), mas acreditamos ser con- veniente para o augmento da nossa causa a eleição de consules em toda a cidade ou villa onde se encontrem esperantistas, porque os consules facilmente podem mostrar aos que não são esperan- tistas a utilidade e praticabilidade do Esperanto. Por outro lado, nós brazileiros devemos utilizar o Esperanto para mostrar ao mundo, principalmente aos europeus, que não somos selvagens como alguns imaginam e para tal os consulados, isto é locaes onde os esperantistas estrangeiros encontrem pelo menos uma pessoa que falle Esperanto, serão excellentes para nós, pois deste modo poderemos mostrar a todos as nossas riquezas mineraes, a nossa florescente agricultura e os nossos progressos de todo o genero. Pede-se aos consules já escolhidos ou aos que forem eleitos, dirigirem-se ao Sr. Rousseau, Place Carriat, 6, Bourg (Ain) França, informando-o dos assumptos consulares ou pedindo-lhe informações.<noinclude></noinclude> q3h0cospu5sia1qh8kab2lgdba93nqu 562997 562867 2026-09-16T20:55:29Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 562997 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 19 —}}</noinclude>Nosso activo correligionario pediu a S. Ex. o Sr. Ministro das Obras Publicas à inscripção do Esperanto entre as linguagens que o nosso telegrapho chama ''claras''. As linguas claras para o telegrapho brazileiro eram até agora sómente o portuguez, o francez, o inglez, o allemão, o italiano, o hespanhol, o holandez e o latim. Hoje graças á permissão dada pelo Sr. Lauro Müller, Ministro das Obras Publicas, o Esperanto está inscripto nesta lista e por isso os telegrammas escriptos em esperanto pagarão menos que anteriormente. O Sr. Director do Telegrapho enviou circular a todos os telegraphistas e hoje nenhum delles poderá ignorar a existencia da nossa lingua. ;Consules e consulados. Só no Rio de Janeiro os esperantistas brazileiros, conforme o desejo do segundo congresso, escolheram os seus consules, que são os Srs. Everardo Backheuser (Escola Polytechnica) e Raymundo Cantão (rua dos Ourives, 107), mas acreditamos ser conveniente para o augmento da nossa causa a eleição de consules em toda a cidade ou villa onde se encontrem esperantistas, porque os consules facilmente podem mostrar aos que não são esperantistas a utilidade e praticabilidade do Esperanto. Por outro lado, nós brazileiros devemos utilizar o Esperanto para mostrar ao mundo, principalmente aos europeus, que não somos selvagens como alguns imaginam e para tal os consulados, isto é locaes onde os esperantistas estrangeiros encontrem pelo menos uma pessoa que falle Esperanto, serão excellentes para nós, pois deste modo poderemos mostrar a todos as nossas riquezas mineraes, a nossa florescente agricultura e os nossos progressos de todo o genero. Pede-se aos consules já escolhidos ou aos que forem eleitos, dirigirem-se ao Sr. Rousseau, Place Carriat, 6, Bourg (Ain) França, informando-o dos assumptos consulares ou pedindo-lhe informações.<noinclude></noinclude> 7m0oueoh9moyv1ol4522qwtsbxrsras Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/24 106 257883 562868 2026-09-16T13:46:18Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562868 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562971 562868 2026-09-16T18:50:24Z Castelobranco 2790 562971 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/25 106 257884 562869 2026-09-16T13:49:57Z Castelobranco 2790 +1 562869 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" /></noinclude>Congresso Brazileiro de Esperanto ---- CIRCULAR Rio de Janeiro, 30 de Março de 1907. Estimado correligionário ! A necessidade de systematisar a propaganda e o ensino da » lingua internacional Esperanto, até agora feita no Brazil sem £ nenhum methodo e mais ou menos por iniciativa individual H de alguns mais ardorosos batalhadores, fez com que fosse pro- posta, e aceita, pelos principaes esperantistas brazileiros, a reu- nião no corrente anno, de um Congresso Brazileiro de Esperanto. Além deste ha outros assumptos que desde já figuram no programma provisorio ou que ainda nelle poderão entrar por proposta de qualquer congressista, apresentada até 31 de Maio. Entre os que já constam delle, pode se citar a organisação do diccionario portuguez-esperanto. E’ de facto um trabalho de alta relevância que tem sido no estrangeiro tentado por indivi- duos isolados, o que ia succeder no nosso paiz onde varios espe- rantistas abalisados tentavam sosinhos esse meritorio trabalho, que, por falta de um accordo, poderia produzir uma porção de pequenos trabalhos imperfeitos. O esforço conjuncto de todos os esperantistas brazileiros é pois considerável. A commissão que organisará o diccionario é formada do que ha de mais abalisado no nosso mundo esperantista. No congresso porem todos, mes- mo os mais modestos, o discutirão e assim — pensamos nós — apresentaremos ao mundo um exemplo digno de ser imitado: a producção por tal modo do diccionario nacional. Esperamos, Snr., que queiraes adherir a este congresso e honral-o assistindo. O programma abaixo transcripto mostrar- vos-á que além dos trabalhos de ordem intellectual, foi organi-<noinclude></noinclude> hmmzysualq97vi4o9dzbtii6glra2af 563011 562869 2026-09-16T22:06:40Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 563011 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" /></noinclude>{{c|'''Congresso Brazileiro de Esperanto'''|fs=1.5em}} {{linha horizontal|25%}} {{c|CIRCULAR|fs=1em}} Rio de Janeiro, 30 de Março de 1907. {{d|Estimado correligionário !}} A necessidade de systematisar a propaganda e o ensino da lingua internacional Esperanto, até agora feita no Brazil sem nenhum methodo e mais ou menos por iniciativa individual de alguns mais ardorosos batalhadores, fez com que fosse proposta, e aceita, pelos principaes esperantistas brazileiros, a reunião no corrente anno, de um Congresso Brazileiro de Esperanto. Além deste ha outros assumptos que desde já figuram no programma provisorio ou que ainda nelle poderão entrar por proposta de qualquer congressista, apresentada até 31 de Maio. Entre os que já constam delle, pode se citar a organisação do diccionario portuguez-esperanto. E’ de facto um trabalho de alta relevância que tem sido no estrangeiro tentado por individuos isolados, o que ia succeder no nosso paiz onde varios esperantistas abalisados tentavam sosinhos esse meritorio trabalho, que, por falta de um accordo, poderia produzir uma porção de pequenos trabalhos imperfeitos. O esforço conjuncto de todos os esperantistas brazileiros é pois considerável. A commissão que organisará o diccionario é formada do que ha de mais abalisado no nosso mundo esperantista. No congresso porem todos, mesmo os mais modestos, o discutirão e assim — pensamos nós — apresentaremos ao mundo um exemplo digno de ser imitado: a producção por tal modo do diccionario nacional. Esperamos, Snr., que queiraes adherir a este congresso e honral-o assistindo. O programma abaixo transcripto mostrar-vos-á que além dos trabalhos de ordem intellectual, foi organi-<noinclude></noinclude> 31ffqvhjfsq9py69sslrq470mcdl909 Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/26 106 257885 562870 2026-09-16T13:50:16Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562870 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562972 562870 2026-09-16T18:50:38Z Castelobranco 2790 562972 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g 562998 562972 2026-09-16T20:56:10Z Castelobranco 2790 562998 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" />{{c|— 22 —}}</noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m1uiwgb893dbvv6xcydsfjhgnr3357e Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/27 106 257886 562871 2026-09-16T13:51:05Z Castelobranco 2790 +1 562871 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />- 23 -</noinclude>sada uma pequena serie de diversões e passeios onde os esperan- tistas deste vasto paiz poderão iniciar relações de amizade mais duradouras. Cremos que nos será possivel levar a bom caminho esta parte, graças á boa vontade dos nossos correligionarios do Rio e Niteroi, sempre tão devotados á nossa causa. Ficam tambem, escolhidas á falta de melhor e mais pratico meio, por designação nossa, as diversas commissões especiaes que em tempo opportuno farão publicos os seus relatorios, afim de que os congressistas melhor se possam preparar para a dis- cussão. Toda a pessoa, esperantista ou não, que des ejar tomar parte no congresso ou ao menos apresentar trabalhos á discussão, de- verá, até 15 de Junho, enviar á commissão organisadora a quan- tia de 10$000, recebendo immediatamente o seu titulo em cartão verde, ricamente impresso. A commissão organisadora envidará esforços para obter do governo e companhias de vapor ou estradas de ferro reducção nas passagens. Os congressistas que se quizerem valer deste favor devem pedil-o ao presidente da commissão até o dia 31 de Maio. Ha tenção tambem de organisar uma pequena exposição esperantista e para tal pede-se a todo o mundo, brazileiros ou estrangeiros, enviar o mais cedo possivel, toda a especie de documentos concernentes ao assumpto. Toda a correspondencia deve ser dirigida á Commisssão do Congresso Brasileiro de Esperanto, rua dos Ourives, 85, 1º andar. COMMISSÕES DE ORGANISAÇÃO DE PROPAGANDA E ENSINO Dr. João Keating, relator, (Campinas). Lauriano Trinas (Rio de Janeiro). Christiano Kramer (Porto Alegre). Severino de Freitas (Niteroi). Emilio Rouede (Santos). Dezembargador Baggi de Araujo.<noinclude></noinclude> r6d87zqy5iefmls9i0djxyaur7mtfag 562999 562871 2026-09-16T20:59:17Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 562999 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 23 —}}</noinclude>sada uma pequena serie de diversões e passeios onde os esperantistas deste vasto paiz poderão iniciar relações de amizade mais duradouras. Cremos que nos será possivel levar a bom caminho esta parte, graças á boa vontade dos nossos correligionarios do Rio e Niteroi, sempre tão devotados á nossa causa. Ficam tambem, escolhidas á falta de melhor e mais pratico meio, por designação nossa, as diversas commissões especiaes que em tempo opportuno farão publicos os seus relatorios, afim de que os congressistas melhor se possam preparar para a discussão. Toda a pessoa, esperantista ou não, que des ejar tomar parte no congresso ou ao menos apresentar trabalhos á discussão, deverá, até 15 de Junho, enviar á commissão organisadora a quantia de 10$000, recebendo immediatamente o seu titulo em cartão verde, ricamente impresso. A commissão organisadora envidará esforços para obter do governo e companhias de vapor ou estradas de ferro reducção nas passagens. Os congressistas que se quizerem valer deste favor devem pedil-o ao presidente da commissão até o dia 31 de Maio. '''Ha tenção tambem de organisar uma pequena exposição esperantista e para tal pede-se a todo o mundo, brazileiros ou estrangeiros, enviar o mais cedo possivel, toda a especie de documentos concernentes ao assumpto.''' Toda a correspondencia deve ser dirigida á ''Commisssão do Congresso Brasileiro de Esperanto'', rua dos Ourives, 85, 1º andar. {{c|'''COMMISSÕES'''}} {{c|DE ORGANISAÇÃO DE PROPAGANDA E ENSINO}} :Dr. João Keating, ''relator'', (Campinas). :Lauriano Trinas (Rio de Janeiro). :Christiano Kramer (Porto Alegre). :Severino de Freitas (Niteroi). :Emilio Rouede (Santos). :Dezembargador Baggi de Araujo.<noinclude></noinclude> moe9cvy13l5cv0vjibo20gpnsc6a7yu Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/28 106 257887 562872 2026-09-16T13:51:19Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562872 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562973 562872 2026-09-16T18:50:51Z Castelobranco 2790 562973 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g 563000 562973 2026-09-16T20:59:38Z Castelobranco 2790 563000 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" />{{c|— 24 —}}</noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> nuv9xnhtpirgl5sorfgte0j3izff53x Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/30 106 257888 562873 2026-09-16T13:51:34Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562873 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562974 562873 2026-09-16T18:51:02Z Castelobranco 2790 562974 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g 563003 562974 2026-09-16T21:03:07Z Castelobranco 2790 563003 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" />{{c|— 26 —}}</noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> ng4fu6axtyzrm0qpizhsaec0nc69y9m Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/32 106 257889 562874 2026-09-16T13:51:49Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562874 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm 562975 562874 2026-09-16T18:51:15Z Castelobranco 2790 562975 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude>{{iwpage|eo}}<noinclude></noinclude> m9yplhjq9r7uyuudh674j3i0krpgg9g Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/37 106 257890 562875 2026-09-16T13:52:18Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562875 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/38 106 257891 562876 2026-09-16T13:52:28Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562876 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/39 106 257892 562877 2026-09-16T13:52:36Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562877 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/40 106 257893 562878 2026-09-16T13:52:46Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562878 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/41 106 257894 562879 2026-09-16T13:52:55Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562879 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/42 106 257895 562880 2026-09-16T13:53:06Z Castelobranco 2790 /* Sem texto */ 562880 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Castelobranco" /></noinclude><noinclude></noinclude> 51qwvn4nixcukh4qry5867ii8vl8enm Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/29 106 257896 562881 2026-09-16T13:56:01Z Castelobranco 2790 +1 562881 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />- 25 -</noinclude>DE ORGANISAÇÃO DO DICCIONARIO Arlindo de Souza, relator, (Rio de Janeiro). Caetano Coutinho (Minas Geraes). Dr. J. Avellar (Minas Geraes). Benjamin Camozato (Santa Catharina). Murillo Furtado (Rio Grande do Sul). Leonel Fonseca (Rio de Janeiro). SOBRE A REVISTA OFFICIAL Reynaldo Geyer, relator, (Porto Alegre). Alberto Vieira (Rio de Janeiro). Daltro Santos (Rio de Janeiro). Haroldo Amaral (S. Paulo). AS DEMAIS PROPOSTAS Alberto Couto Fernandes, relator, (Rio de Janeiro). Arno Ernst (Rio Grande do Sul). E. S. Hunter (Santos). Menezes Wanderley (Nova Friburgo). PROGRAMMA DE 12 A 19 DE JULHO DE 1907 Dia 12 - Sessão preparatoria para eleição da mesa e apre- sentação dos relatorios. Dia 13 - Sessão publica inaugural - Conferencia sobre a lingua Esperanto. Dia 14 - Discussão do relatorio sobre « Organisação da pro- paganda e ensino. Dia 15 - Discussão do relatorio sobre o < Orgão Official». A' noite, festa dos Esperantistas de Niteroi, precedido de passeio áquella cidade. Dia 16 - Discussão do relatorio sobre «o Diccionario » Pas- seio a um arrabalde pittoresco do Rio. Dia 17 - Discussão sobre as demais theses apresentadas.<noinclude></noinclude> n8kwfjhoeawszk10yzhuo209mfvayyf 563002 562881 2026-09-16T21:02:43Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 563002 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 25 —}}</noinclude>{{c|DE ORGANISAÇÃO DO DICCIONARIO}} :Arlindo de Souza, relator, (Rio de Janeiro). :Caetano Coutinho (Minas Geraes). :Dr. J. Avellar (Minas Geraes). :Benjamin Camozato (Santa Catharina). :Murillo Furtado (Rio Grande do Sul). :Leonel Fonseca (Rio de Janeiro). {{c|SOBRE A REVISTA OFFICIAL}} :Reynaldo Geyer, relator, (Porto Alegre). :Alberto Vieira (Rio de Janeiro). :Daltro Santos (Rio de Janeiro). :Haroldo Amaral (S. Paulo). {{c|AS DEMAIS PROPOSTAS}} :Alberto Couto Fernandes, relator, (Rio de Janeiro). :Arno Ernst (Rio Grande do Sul). :E. S. Hunter (Santos). :Menezes Wanderley (Nova Friburgo). {{c|'''PROGRAMMA'''}} {{c|DE 12 A 19 DE JULHO DE 1907}} :Dia 12 - Sessão preparatoria para eleição da mesa e apresentação dos relatorios. :Dia 13 - Sessão publica inaugural - Conferencia sobre a lingua Esperanto. :Dia 14 - Discussão do relatorio sobre « ''Organisação da propaganda e ensino''. :Dia 15 - Discussão do relatorio sobre o « ''Orgão Official'' ». A' noite, festa dos Esperantistas de Niteroi, precedido de passeio áquella cidade. :Dia 16 - Discussão do relatorio sobre « o ''Diccionario'' » Passeio a um arrabalde pittoresco do Rio. :Dia 17 - Discussão sobre as demais theses apresentadas.<noinclude></noinclude> 7j8mtfy5l7hqr2txw7dp90yvmeuoiz7 Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/31 106 257897 562882 2026-09-16T13:57:14Z Castelobranco 2790 +1 562882 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />- 27 -</noinclude>Dia 18 - Discussão final e votação de todos os relatorios e conclusões que devam ser levadas ao conhecimento do Congresso de Cambridge. A' noite, festa dos Esperan- tistas do Rio. Dia 19 - Sessão solemne de encerramento. ---- Deixa a commissão organizadora de fixar horas precisas de trabalho porque ficará, a juizo do Congresso, assim como não figuram os locaes de reunião pois ainda, apezar dos seus esforços, não foram escolhidos todos. Pode apenas a commissão garantir que o Congresso funccionará nos melhores salões do Rio de Ja- neiro e os passeios serão feitos com o maximo conforto. Commissão organisadora: EVERARDO BACKHEUSER, presidente. HERNANI MENDES, secretario. HONORIO LEAL, thesoureiro. FRANCISCO RAMOS. MANOEL T. DE PAIVA ARAUJO. RAUL JITAHY DE ALENCASTRO. ---- MURILLO FURTADO Nos fins de Março chegou ao Rio o nosso muito caro amigo Sr. Murillo Furtado, presidente honorario do Brazila Klubo, o qual assistio com Medeiros e Albuquerque o segundo congresso de Esperanto e que é autor de uma boa grammatica. O Sr. M. Furtado já partio para o Rio Grande, antes disso porém encantou-nos com uma conversa intima sobre as festas, banquetes, etc. que tiveram lugar em Genebra. Infelizmente não poude fazer uma conferencia publica, pois ainda estava adoentado.<noinclude></noinclude> 6n47jijsg47vjj4guped9ems8wqgo8l 563004 562882 2026-09-16T21:40:50Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 563004 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 27 —}}</noinclude>:Dia 18 - Discussão final e votação de todos os relatorios e conclusões que devam ser levadas ao conhecimento do Congresso de Cambridge. A' noite, festa dos Esperantistas do Rio. :Dia 19 - Sessão solemne de encerramento. {{linha horizontal|25%}} Deixa a commissão organizadora de fixar horas precisas de trabalho porque ficará, a juizo do Congresso, assim como não figuram os locaes de reunião pois ainda, apezar dos seus esforços, não foram escolhidos todos. 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Apenas em quatro annos fundaram-se no Reino Unido 73 grupos, alguns delles contando centenas de socios todos afiliados á British Esperanto Association, cujo órgão oficial The British Esperantist levou a notícia da nova língua universal a todos os paízes em que o inglês domina comercial ou politicamente : Australia, India, Nova Zelandia, Colonia do Cabo, Japão e China... O III Congresso Internacional Esperantista, a realizar-se na cidade universitaria de Cambridge durante a segunda semana de Agosto do corrente, com o apoio da Union Society e das autori- dades locaes, pode predizer-se desde já, vai ser a consagração pomposa desse facto: o Esperanto conquistou o mundo. La trio por la Tria, desejando garantir monetariamente o con- gresso, abriu uma subscrição que em dois meses atingiu a soma de £ 1.200, cerca de 18:000$000, sendo de £10 a menor contri- buição. Como no Brasil, também na Inglaterra o professorado é par- ticularmente favorável ao Esperanto, e, há pouco, constituiu-se em Londres a Teachers' Section da B. E. A. que fará propaganda entre as crianças e os professores, A opinião é geralmente simpática ao nosso movimento e até as majestades começam a interessar-se pela causa do Es- peranto. Eduardo VII aceitou e agradeceu pessoalmente ao<noinclude></noinclude> 5d77s5gdrz4lbbi2wnzehxbeijddzk7 563009 562883 2026-09-16T22:00:50Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 563009 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" /></noinclude>{{c|'''O ESPERANTO NO ESTRANGEIRO'''}} '''Inglaterra'''. A adesão dos ingleses ao Esperanto tem para nós a mesma importancia de uma vitoria decisiva, graças á qual nossa língua rapidamente se difundirá em todo Oriente, onde é mais intensa a necessidade de um meio simples de comprensão internacional. Além disso é notável que elles o adoptaram com o entusiamo peculiar aos anglo-saxões, tão fértil em resultados positivos quanto pobre na expressão. Apenas em quatro annos fundaram-se no Reino Unido 73 grupos, alguns delles contando centenas de socios todos afiliados á ''British Esperanto Association'', cujo órgão oficial ''The British Esperantist'' levou a notícia da nova língua universal a todos os paízes em que o inglês domina comercial ou politicamente : Australia, India, Nova Zelandia, Colonia do Cabo, Japão e China... O III Congresso Internacional Esperantista, a realizar-se na cidade universitaria de Cambridge durante a segunda semana de Agosto do corrente, com o apoio da ''Union Society'' e das autoridades locaes, pode predizer-se desde já, vai ser a consagração pomposa desse facto: o Esperanto conquistou o mundo. ''La trio por la Tria'', desejando garantir monetariamente o congresso, abriu uma subscrição que em dois meses atingiu a soma de £ 1.200, cerca de 18:000$000, sendo de £10 a menor contribuição. Como no Brasil, também na Inglaterra o professorado é particularmente favorável ao Esperanto, e, há pouco, constituiu-se em Londres a ''Teachers' Section'' da B. E. A. que fará propaganda entre as crianças e os professores, A opinião é geralmente simpática ao nosso movimento e até as majestades começam a interessar-se pela causa do Esperanto. Eduardo VII aceitou e agradeceu pessoalmente ao<noinclude></noinclude> hp6r1cucm510flv5n1k9w25plvzxa0j Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/34 106 257899 562884 2026-09-16T13:59:27Z Castelobranco 2790 +1 562884 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />- 30 -</noinclude>Dr. 0’Connor a remessa da gramática e vocabulario de sua lavra, desejando-lhe prosperidade em seus esforços. O nababo de Radampure agradece aos gefratoj esperantistas, por intermedio do British Esperantista pelas horas aprazíveis que entre elles viveu no Congresso de Genebra, as melhores em toda a sua viagem através da Europa. A bordo do « Marmora», em Porto Said, êsse mesmo nababo e mais o duque e a duquesa de Connaught, da familia real, assistiram interessados a uma confe­ rencia do coronel John Pollen, presidente da B. E. A. Os reis da Noruega aprendem o Esperanto e ensiná-lo-ão ao príncipe herdeiro, o que é influencia directa da propaganda na Inglaterra, onde a língua do Dr. Zamenhof apaixonou todas as classes sociaes. França. — Durante muitos annos a França foi o único país em que se fazia propaganda do Esperanto, e L' Esperantiste redi­ gido por L. de Beaufront, muito antes do Esperanto penetrar na Inglaterra, já espalhara pelo mundo as sementes que vimos ger­ minar no Canadá, no Brasil, nas repúblicas da costa do Pacifico, na Espanha e na Hungria, sendo ainda hoje o centro do movi­ mento esperantista. A Associação francesa para a propaganda do Esperanto conta mais de oitenta grupos. Os cursos são innúmeros, funcionando mais de 50, contemporaneamente, só em Paris. Há sociedades especiaes de todo genero : científicas, literarias, comerciaes, ope­ rarias, de estudantes, etc., as quaes absolutamente não se ocupam de propaganda mas se utilizam do Esperanto como de um meio para a realização de seus intuitos. Em França, a pouco a pouco, vai a língua internacional to­ mando conta de todos os terrenos. No exército foi, bem cedo, permitido e recomendado o estudo do Esperanto, e hoje há mi­ lhares de oficiaes esperantistas. Ultimamente o Tenente Bayol recebeu ordem de apresentar ao ministro da Guerra um relatorio sóbre os seus progressos. Numa brochura intitulada Esperanto kaj Ruĝa-Kruco, êsse tenente, instruetor na Escola de Saint-Cyr, estudara a conveniência da introdução do Esperanto nos corpos<noinclude></noinclude> 1v1p5cftll79clj7cp5rhv76pgvkm8c 563005 562884 2026-09-16T21:47:17Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 563005 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 30 —}}</noinclude>Dr. O’Connor a remessa da gramática e vocabulario de sua lavra, desejando-lhe prosperidade em seus esforços. O nababo de Radampure agradece aos ''gefratoj'' esperantistas, por intermedio do ''British Esperantist'' pelas horas aprazíveis que entre elles viveu no Congresso de Genebra, as melhores em toda a sua viagem através da Europa. A bordo do « Marmora », em Porto Said, êsse mesmo nababo e mais o duque e a duquesa de Connaught, da familia real, assistiram interessados a uma confe­rencia do coronel John Pollen, presidente da B. E. A. Os reis da Noruega aprendem o Esperanto e ensiná-lo-ão ao príncipe herdeiro, o que é influencia directa da propaganda na Inglaterra, onde a língua do Dr. Zamenhof apaixonou todas as classes sociaes. '''França.''' — Durante muitos annos a França foi o único país em que se fazia propaganda do Esperanto, e ''L' Espérantiste'' redi­gido por L. de Beaufront, muito antes do Esperanto penetrar na Inglaterra, já espalhara pelo mundo as sementes que vimos germinar no Canadá, no Brasil, nas repúblicas da costa do Pacifico, na Espanha e na Hungria, sendo ainda hoje o centro do movi­mento esperantista. A Associação francesa para a propaganda do Esperanto conta mais de oitenta grupos. Os cursos são innúmeros, funcionando mais de 50, contemporaneamente, só em Paris. Há sociedades especiaes de todo genero : científicas, literarias, comerciaes, ope­rarias, de estudantes, etc., as quaes absolutamente não se ocupam de propaganda mas se utilizam do Esperanto como de um meio para a realização de seus intuitos. Em França, a pouco a pouco, vai a língua internacional to­mando conta de todos os terrenos. No exército foi, bem cedo, permitido e recomendado o estudo do Esperanto, e hoje há milhares de oficiaes esperantistas. Ultimamente o Tenente Bayol recebeu ordem de apresentar ao ministro da Guerra um relatorio sôbre os seus progressos. Numa brochura intitulada ''Esperanto kaj Ruĝa-Kruco'', êsse tenente, instruetor na Escola de Saint-Cyr, estudara a conveniência da introdução do Esperanto nos corpos<noinclude></noinclude> tpfsxoqjfucg2szgtqi9nm0uu6wzrxc Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/35 106 257900 562885 2026-09-16T14:00:13Z Castelobranco 2790 +1 562885 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" /></noinclude>da Cruz Vermelha e é possivel que dentro de pouco tempo essa instituição o adopte oficialmente. O ensino do Esperanto consta do programa de trinta e pou­ cos gimnasios franceses, e professores de varias universidades e escolas superiores são ardorosos propagandistas, dando o apoio de seus nomes ilustres a nossa causa. Cogita-se já de uma lei que torne obrigatorio o ensino da língua internacional, tendo sido apresentado á Câmara um projecto nesse sentido assinado por doze deputados. Publicam-se em França as revistas mais importantes de nossa língua, salientando se Tra la Mondo, ilustrada, La Revuo, puramente literaria, e Lingvo Internada, órgão central dos espe­ rantistas, as quaes usam esclusivamente o Esperanto. Os pacifistas publicam a Espero Pacifista, para a propaganda da Paz e, com o mesmo desideratum, os revolucionarios socialis­ tas e anarquistas criaram a Socia Revuo, periódico de estudos sociaes. A « Presa Esperantista Societo » edita a revista para cegos, Esperanta Ligilo, sob a direcção de Th. Cart, incansável em sua dedicação aos infelizes privados da vista. Além dêstes periódicos, veem á luz em França: Foto Revuo, In­ ternada Medicina Revuo, Juna Esperantisto (para crianças e pro­ fessores) e Espero Katolika, cujo rcdactor, o abade Peltier, recebeu a benção papal. Grande número de sociedades aceita o Esperanto para a cor­ respondencia internacional, e em seu último congresso resolveram os pintores que no próssimo será usada a língua internacional. Tomando a serio esse voto do congresso as associações de pintores, de Paris abriram varios cursos, os quaes são animadora­ mente frequentados. O congresso internacional dos dentistas tratou da organiza­ ção de um vocabulario técnico e as revistas odontológicas france­ sas esortam seus assinantes a estudarem o Esperanto, sendo que uma delas publica estudos nessa lingua. A imprensa pronuncia-se francamente em favor da « segunda lingua para todos», grande número de jornaes e periódicos da<noinclude></noinclude> frwtltj78mncy3qw4ablh6ubpvkqqqu 563006 562885 2026-09-16T21:52:00Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 563006 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 31 —}}</noinclude>da Cruz Vermelha e é possivel que dentro de pouco tempo essa instituição o adopte oficialmente. O ensino do Esperanto consta do programa de trinta e pou­cos gimnasios franceses, e professores de varias universidades e escolas superiores são ardorosos propagandistas, dando o apoio de seus nomes ilustres a nossa causa. Cogita-se já de uma lei que torne obrigatorio o ensino da língua internacional, tendo sido apresentado á Cámara um projecto nesse sentido assinado por doze deputados. Publicam-se em França as revistas mais importantes de nossa língua, salientando se ''Tra la Mondo'', ilustrada, ''La Revuo'', puramente literaria, e ''Lingvo Internacia'', órgão central dos espe­rantistas, as quaes usam esclusivamente o Esperanto. Os pacifistas publicam a ''Espero Pacifista'', para a propaganda da Paz e, com o mesmo ''desideratum'', os revolucionarios socialis­tas e anarquistas criaram a ''Socia Revuo'', periódico de estudos sociaes. A « Presa Esperantista Societo » edita a revista para cegos, ''Esperanta Ligilo'', sob a direcção de Th. Cart, incansável em sua dedicação aos infelizes privados da vista. Além dêstes periódicos, veem á luz em França: ''Foto Revuo'', ''Internacia Medicina Revuo'', ''Juna Esperantisto'' (para crianças e pro­fessores) e ''Espero Katolika'', cujo redactor, o abade Peltier, recebeu a benção papal. Grande número de sociedades aceita o Esperanto para a correspondencia internacional, e em seu último congresso resolveram os pintores que no próssimo será usada a língua internacional. Tomando a serio esse voto do congresso as associações de pintores, de Paris abriram varios cursos, os quaes são animadora­mente frequentados. O congresso internacional dos dentistas tratou da organiza­ção de um vocabulario técnico e as revistas odontológicas france­sas esortam seus assinantes a estudarem o Esperanto, sendo que uma delas publica estudos nessa lingua. A imprensa pronuncia-se francamente em favor da « segunda lingua para todos », grande número de jornaes e periódicos da<noinclude></noinclude> icy74y3j7fwoctvcm5dn0zykznfi5t2 Página:Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf/36 106 257901 562887 2026-09-16T14:01:40Z Castelobranco 2790 +1 562887 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />-32-</noinclude>capital e dos departamentos mantendo secções regulares de Espe- ranto, muitos inserindo artigos nelle redigidos. Entre êstes devemos lembrar a revista Concordia, uma das primeiras que aderiu a nossa causa, num tempo em que éramos ridicularizados por todos, a qual predisse, então, a vitoria infa- lível de que hoje ninguém mais duvida. Os poderes públicos simpatizam com o Esperanto e por ocasião do memorável I Congresso, de Bolonha-sobre-Mar, o Dr. Zamenhof recebeu do governo francês a cruz da Legião de Honra. - G. (Continúa) --- NOTA.- Desejamos publicar nesta secção a traducção em espe- ranto de anedoctas, annexins, adagios, etc. portuguezes e especial- mente brazileiros. Seriamos muito gratos aos nossos leitores si elles nos quizessem auxiliar enviando-nos essas traducções, as quaes ante- cipadamente agradecemos. Publicaremos as traducções, dando o nome ou pseudonymo do tra- ductor.RED.<noinclude></noinclude> euzdr7ydbil41fx3qhasknxepgtwnlw 562976 562887 2026-09-16T18:51:57Z Castelobranco 2790 562976 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Castelobranco" />-32-</noinclude>capital e dos departamentos mantendo secções regulares de Espe- ranto, muitos inserindo artigos nelle redigidos. Entre êstes devemos lembrar a revista Concordia, uma das primeiras que aderiu a nossa causa, num tempo em que éramos ridicularizados por todos, a qual predisse, então, a vitoria infa- lível de que hoje ninguém mais duvida. Os poderes públicos simpatizam com o Esperanto e por ocasião do memorável I Congresso, de Bolonha-sobre-Mar, o Dr. Zamenhof recebeu do governo francês a cruz da Legião de Honra. - G. (Continúa) --- {{iwpage|eo}} NOTA.- Desejamos publicar nesta secção a traducção em espe- ranto de anedoctas, annexins, adagios, etc. portuguezes e especial- mente brazileiros. Seriamos muito gratos aos nossos leitores si elles nos quizessem auxiliar enviando-nos essas traducções, as quaes ante- cipadamente agradecemos. Publicaremos as traducções, dando o nome ou pseudonymo do tra- ductor.RED.<noinclude></noinclude> 3k1bq2lfw68bslrn0zhuw6bhn7dxzv1 563007 562976 2026-09-16T21:57:46Z Castelobranco 2790 /* Revista */ 563007 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 32 —}}</noinclude>capital e dos departamentos mantendo secções regulares de Esperanto, muitos inserindo artigos nelle redigidos. Entre êstes devemos lembrar a revista ''Concordia'', uma das primeiras que aderiu a nossa causa, num tempo em que éramos ridicularizados por todos, a qual predisse, então, a vitoria infalível de que hoje ninguém mais duvida. Os poderes públicos simpatizam com o Esperanto e por ocasião do memorável I Congresso, de Bolonha-sobre-Mar, o Dr. Zamenhof recebeu do governo francês a cruz da Legião de Honra. - G. {{d|(''Continúa'')}} --- {{iwpage|eo}} '''NOTA'''.- Desejamos publicar nesta secção a traducção em esperanto de anedoctas, annexins, adagios, etc. portuguezes e especialmente brazileiros. Seriamos muito gratos aos nossos leitores si elles nos quizessem auxiliar enviando-nos essas traducções, as quaes antecipadamente agradecemos. Publicaremos as traducções, dando o nome ou pseudonymo do traductor. - RED.<noinclude></noinclude> 669qje65tvtlpwyx7vj7s9317s1pnr5 563013 563007 2026-09-16T22:18:20Z Castelobranco 2790 563013 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Castelobranco" />{{c|— 32 —}}</noinclude>capital e dos departamentos mantendo secções regulares de Esperanto, muitos inserindo artigos nelle redigidos. Entre êstes devemos lembrar a revista ''Concordia'', uma das primeiras que aderiu a nossa causa, num tempo em que éramos ridicularizados por todos, a qual predisse, então, a vitoria infalível de que hoje ninguém mais duvida. Os poderes públicos simpatizam com o Esperanto e por ocasião do memorável I Congresso, de Bolonha-sobre-Mar, o Dr. Zamenhof recebeu do governo francês a cruz da Legião de Honra. - G. {{d|(''Continúa'')}} {{linha horizontal|50%}} {{iwpage|eo}} '''NOTA'''.- Desejamos publicar nesta secção a traducção em esperanto de anedoctas, annexins, adagios, etc. portuguezes e especialmente brazileiros. Seriamos muito gratos aos nossos leitores si elles nos quizessem auxiliar enviando-nos essas traducções, as quaes antecipadamente agradecemos. Publicaremos as traducções, dando o nome ou pseudonymo do traductor. - RED.<noinclude></noinclude> tt6jvyz2arv7fks9m5ovqcrik9jxf3r Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/30 106 257902 562893 2026-09-16T14:15:30Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 562893 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|26|{{sc|a volta do mundo em oitenta dias}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>{{t2|{{sc|Em que apparece na praça de londres um novo valor}}|CAPIVULO V}} {{dhr|2}} Ao sair de Londres, estava de certo Phileas Fogg longe de imaginar o grande ruido que a sua partida ía produzir. A noticia da aposta espalliou-se a principio no Reform-Club, e causou verdadeira commoçāo nʼaquelle respeitavel circulo. Em seguida esta commoção propagou-se até aos jornaes, por intermedio dos fornecedores de noticias, e dʼahi ao publico de Londres e de todo o Reino Unido. Esta questāo da volta do mundo foi commentada, discutida, dissecada, com tanta vehemencia e ardor como se fôsse uma nova questāo do ''Alabama''. Uns tomaram o partido de Phileas Fogg, outros — e formaram depressa uma maioria consideravel — pronunciaram-se contra elle. Realisar o giro do mundo, de maneira que nāo fôsse em theoria e no papel, nʼeste minimo de tempo, com os meios de communicaçāo de que actualmente se dispōe, nāo só era impossivel, era disparatado! O ''Times'', o ''Standard'', o ''Evening-Star'', o ''Morning Chronicle'', e muitos outros jornaes de grande publicidade, declararam-se contra mr. Fogg. Só o ''Daily-Telegraph'' o defendeu até certo ponto. Phileas Fogg foi geralmente alcunhado de maniaco, de louco, e os seus collegas do Reform-Club foram censurados por terem acceitado uma tal aposta, que denunciava enfraquecimento das faculdades mentaes do auctor. Sobre este thema appareceram varios artigos extremamente acalorados, mas logicos. É geralmente sabido o interesse que se toma em Inglaterra por tudo quanto diz respeito á geographia. Por isso nāo havia leitor, de qualquer classe que fôsse, que nāo devorasse as columnas consagradas á questão de Phileas Fogg. Nos primeiros dias,alguns espiritos arrojados,—as mulheres principalmente — mostraram-se a favor dʼelle, sobretudo quando<noinclude></noinclude> 631zvsa9it4k04ntfmmxukhdqk2dbst 562894 562893 2026-09-16T14:15:50Z Erick Soares3 19404 562894 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|26|{{sc|a volta do mundo em oitenta dias}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>{{t2|{{sc|em que apparece na praça de londres um novo valor}}|CAPITULO V}} {{dhr|2}} Ao sair de Londres, estava de certo Phileas Fogg longe de imaginar o grande ruido que a sua partida ía produzir. A noticia da aposta espalliou-se a principio no Reform-Club, e causou verdadeira commoçāo nʼaquelle respeitavel circulo. Em seguida esta commoção propagou-se até aos jornaes, por intermedio dos fornecedores de noticias, e dʼahi ao publico de Londres e de todo o Reino Unido. Esta questāo da volta do mundo foi commentada, discutida, dissecada, com tanta vehemencia e ardor como se fôsse uma nova questāo do ''Alabama''. Uns tomaram o partido de Phileas Fogg, outros — e formaram depressa uma maioria consideravel — pronunciaram-se contra elle. Realisar o giro do mundo, de maneira que nāo fôsse em theoria e no papel, nʼeste minimo de tempo, com os meios de communicaçāo de que actualmente se dispōe, nāo só era impossivel, era disparatado! O ''Times'', o ''Standard'', o ''Evening-Star'', o ''Morning Chronicle'', e muitos outros jornaes de grande publicidade, declararam-se contra mr. Fogg. Só o ''Daily-Telegraph'' o defendeu até certo ponto. Phileas Fogg foi geralmente alcunhado de maniaco, de louco, e os seus collegas do Reform-Club foram censurados por terem acceitado uma tal aposta, que denunciava enfraquecimento das faculdades mentaes do auctor. Sobre este thema appareceram varios artigos extremamente acalorados, mas logicos. É geralmente sabido o interesse que se toma em Inglaterra por tudo quanto diz respeito á geographia. Por isso nāo havia leitor, de qualquer classe que fôsse, que nāo devorasse as columnas consagradas á questão de Phileas Fogg. Nos primeiros dias,alguns espiritos arrojados,—as mulheres principalmente — mostraram-se a favor dʼelle, sobretudo quando<noinclude></noinclude> 7jxen1phcdbvl76atf5k73shzq5dycg Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/31 106 257903 562899 2026-09-16T14:20:35Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 562899 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|27|{{sc|a volta do mundo em oitenta dias}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>o ''Illustrated London News'' publicou o seu retrato copiado da photographia depositada nos archivos do Reform-Club. Certos ''gentlemans'' aventuravam-se a dizer: Ora! ora! a final porque nāo? Téem-se visto cousas mais extraordinarias! Eram principalmente os leitores do ''Daily-Telegraph'' que assim fallavam. Mas depressa se reconheceu que este mesmo jornal começava a fraquejar na argumentaçāo. Effectivamente, a 7 de outubro, appareceu um extenso artigo no ''Boletim da Sociedade Real de Geographia''. Este jornal tratou a questāo sob todos os pontos de vista, e demonstrou claramente a loucura da empreza. Segundo demonstrava este artigo: tudo era contra o viajante, os obstaculos dos homens e os obstaculos da natureza. Para o exito dʼeste projecto tornava-se necessario admittir uma concordancia milagrosa das horas da partida e da chegada, concordancía que nāo existia, que nāo podia existir. Em rigor, na Europa, onde as vias de communicaçāo sāo de uma extensāo relativamente mediocre, póde-se contar com a chegada dos trens a hora fixa; mas quando esses trens gastam tres días a atravessar a India, sete dias a atravessar os Estados Unidos, podiam-se com rigor basear sobre a sua exactidāo os elementos de um tal problema? E os accidentes das machinas, os descarrilamentos, os choques entre os comboios, o mau tempo, a accumulaçāo da neve, tudo isto nāo era contra Phileas Fogg? Nos paquetes, nāo se havia elle de achar, durante o inverno, á mercé dos pés de vento ou dos nevoeiros ? Será raro terem os navios mais velozes das linhas transoceanicas atrazos de dois ou tres dias? Ora, bastava um atrazo, um só, para que a cadeia de communicaçōes fôsse irremediavelmente interrompida. Se Phileas Fogg perdia, por poucas horas que fôsse, a partida de algum paquete, seria obrigado a esperar o paquete seguinte, e a sua viagem ficava por isso mesmo infallivelmente compromettida. O artigo fez ruido. Quasi todos os jornaes o reproduziram, e as acçōes de Phileas Fogg desceram bastante. Nos primeiros dias que se seguiram á partida do ''gentleman'',<noinclude></noinclude> d39y0fhn40d18hi6o5kitqmy3wjxeha Brazila Esperantisto/Abril de 1907 0 257904 562901 2026-09-16T14:22:11Z Castelobranco 2790 +1 562901 wikitext text/x-wiki <pages index="Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf" header=1 /> <pages index="Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf" from=5 to=8 /> <pages index="Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf" from=15 to=31 step=2 /> <pages index="Brazila Revuo Esperantista - Aprilo 1907.pdf" from=33 to=36 /> [[Categoria:Brazila Esperantisto|190704]] [[Categoria:Obras publicadas em 1907]] myoe613pkqepvno5rawao2v5kzxz2mr Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/32 106 257905 562903 2026-09-16T14:25:53Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 562903 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|28|{{sc|a volta do mundo em oitenta dias}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>importantes apostas se haviam feito sobre o exito da tentativa. Sabe-se o que é a classe dos apostadores em Inglaterra, classe mais intelligente, mais esclarecida que a dos jogadores. O apostar está no temperamento inglez. Por esta rasāo, nāo só os diversos membros do Reform-Club fizeram apostas consideraveis a favor de Plileas Fogg e contra elle, mas o publico em massa participou do movimento. Phileas Fogg foi inscripto, como qualquer cavallo de corridas, nʼuma especie de ''studbook'' ou livro de registo. Fizeram dʼelle tambem um valor de bolsa, que immediatamente foi cotado na praça de Londres. Procurava-se, offerecia-se — Phileas Fogg — firme ou com premio, como qualquer papel de credito, e fizeram-se com elle transacçōes enormes. Mas cinco dias depois da partida do ''gentleman'', em vista do artigo do ''Boletim da Sociedade de Geographia'', a offerta começou a augmentar. O Phileas Fogg desceu. Offereceram-nʼo aos maços. Tomado a principio a cinco, depois a dez, nāo o tomaram a final senāo a vinte, a cincoenta, a cem! Só lhe restou um partidario. Foi o velho paralytico, lord Albermale. O honrado ''gentleman'', pregado na sua poltrona, daria de boa vontade a fortuna para fazer a volta do mundo mesmo em dez annos, e apostou cinco mil libras em favor de Phileas Fogg. E quando ao mesmo tempo que lhe demonstravam a insensatez do projecto lhe mostravam a sua inutilidade, contentava-se em responder: — Se a cousa é factivel, convem que um inglez seja o primeiro a fazel-a! Ora, estavam as cousas nʼeste pé, os partidarios de Phileas Fogg cada vez se tornavam mais raros; toda a gente, e nāo sem rasāo, punha-se contra elle; já nāo o tomavam senāo a cento e cincoenta, a duzentos contra um, quando, sete dias depois dʼelle ter partido, um incidente completamente inesperado, fez com que já o nāo tomassem por cousa alguma. Effectivamente, pela volta das nove horas da noite, o director da policia metropolitana recebeu um despacho telegraphico concebido nos seguintes termos: {{nop}}<noinclude></noinclude> j8fjke9oot6w40cycg3j4lrt90an10w Página:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf/187 106 257906 562908 2026-09-16T14:31:31Z JppBr98 28173 /* Revista */ 562908 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{c|{{--}} 181 {{--}}}}</noinclude>formosos palacios d’Hespanha erigidos durante um mez, á custa da mirifica dinheirama, fizeram-se taperas sombrias, como nas magicas. D. Izaura chorou os bolinhos, a manteiga, os frangos. Quanto a Zilda o desastre operou como pé de vento atravez de paineira florida. Cahiu de cama, febricitante. Encovaram-se-lhe as faces. Todas as passagens tragicas dos romances lidos desfilaram-lhe na memoria; reviu-se na victima de todas ellas. Pensou dias a fio no suicidio. Por fim habituou-se com a idéa e continuou a viver. Teve azo de verificar que isto de morrer d’amores só no Escrich. {{dhr}} Acaba-se aqui a historia — para a platéa; para as galerias segue inda por meio palmo. As platéas costumam impar umas taes finuras de bom gosto e tom muito de rir; entram no theatro depois de começada a peça, e saem mal as ameaça o Epilogo. Já as galerias querem a coisa pelo comprido, a geito de aproveitar o dinheirinho até ao derradeiro real. Nos romances e contos pedem esmiuçamento completo do enredo, e se o autor, levado por formulas de escola, lhes arruma para cima, no melhor da festa, com a caudinha reticenciada, a que chamam nota impressionista, franzem o nariz. Querer saber, e fazem muito bem, se Fulano morreu, se a menina casou e foi feliz, se a homem afinal vendeu a fazenda, a quem, e por quanto. — Vendeu a fazenda o pobre Moreira? {{nop}}<noinclude></noinclude> ldyijmzint5lkff2vfcf9uciq3v076l Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/33 106 257907 562910 2026-09-16T14:35:19Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 562910 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|29|{{sc|a volta do mundo em oitenta dias}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude><section begin="Cap. V"/><div style="width:500px;margin:0 auto"> {{c|{{sc|suez a londres}}}} {{dhr}} {{c|''Rowan, director da policia, administração central<br>praça de Scotland''}} {{dhr}} «Estou no rasto do ladrāo do Baneo, Phileas Fogg. Mande quanto antes ordem de prisāo para Bombaim (India ingleza). {{right|«Fix, agente de polícía.»}} </div> {{dhr}} Foi rapido o effeito dʼeste despacho. O respeitavel ''gentleman'' desapparecia para dar logar ao ladrāo das notas do Banco. A sua photographia depositada no Reform-Club, conjunctamente com as dos collegas, foi examinada. Reproduzia feiçāo por feiçāo o homem cujos signaes o inquerito fornecera. Lembraram-se entāo do que offerecia de mysterioso o viver de Phileas Fogg, do seu isolamento, da sua partida subita, e pareceu evidente que este personagem, dando por pretexto uma viagem á roda do mundo, e apoiando-a nʼuma aposta insensata, só tinha por fim fazer perder a pista aos agentes da policia ingleza. {{dhr|3}} <section end="Cap. V"/> <section begin="Cap. VI"/>{{c|{{sc|Em que o agente Fiz mostra uma impaciencia bem justificada}}|CAPITULO VI}} {{dhr|3}} Eis as circumstancias em que fora expedido o despacho que dizia respeito a mr. Phileas Fogg. Na quarta feira, 9 de outubro, esperava-se que chegasse ás onze horas da manhā a Suez o paquete ''Mongolia'', pertencente á companhia peninsular e oriental, vapor de ferro, com helice e falsa coberta, de duas mil e oitocentas toneladas de porte e da força nominal de quinhentos cavallos. O ''Mongolia'' fazia regularmente as viagens de Brindisi a Bombaim pelo canal de Suez. Era um dos barcos mais velozes da companhia, e o andamento regularmente de dez milhas por hora entre Brindisi e<section end="Cap. VI"/><noinclude></noinclude> m35rd0x01z5y2zpu3nkbzrnimkai18i 562913 562910 2026-09-16T14:35:35Z Erick Soares3 19404 562913 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|29|{{sc|a volta do mundo em oitenta dias}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude><section begin="Cap. V"/><div style="width:500px;margin:0 auto"> {{c|{{sc|suez a londres}}}} {{dhr}} {{c|''Rowan, director da policia, administração central<br>praça de Scotland''}} {{dhr}} «Estou no rasto do ladrāo do Baneo, Phileas Fogg. Mande quanto antes ordem de prisāo para Bombaim (India ingleza). {{right|«Fix, agente de polícía.»}} </div> {{dhr}} Foi rapido o effeito dʼeste despacho. O respeitavel ''gentleman'' desapparecia para dar logar ao ladrāo das notas do Banco. A sua photographia depositada no Reform-Club, conjunctamente com as dos collegas, foi examinada. Reproduzia feiçāo por feiçāo o homem cujos signaes o inquerito fornecera. Lembraram-se entāo do que offerecia de mysterioso o viver de Phileas Fogg, do seu isolamento, da sua partida subita, e pareceu evidente que este personagem, dando por pretexto uma viagem á roda do mundo, e apoiando-a nʼuma aposta insensata, só tinha por fim fazer perder a pista aos agentes da policia ingleza. {{dhr|3}} <section end="Cap. V"/> <section begin="Cap. VI"/>{{t2|{{sc|Em que o agente Fiz mostra uma impaciencia bem justificada}}|CAPITULO VI}} {{dhr|3}} Eis as circumstancias em que fora expedido o despacho que dizia respeito a mr. Phileas Fogg. Na quarta feira, 9 de outubro, esperava-se que chegasse ás onze horas da manhā a Suez o paquete ''Mongolia'', pertencente á companhia peninsular e oriental, vapor de ferro, com helice e falsa coberta, de duas mil e oitocentas toneladas de porte e da força nominal de quinhentos cavallos. O ''Mongolia'' fazia regularmente as viagens de Brindisi a Bombaim pelo canal de Suez. Era um dos barcos mais velozes da companhia, e o andamento regularmente de dez milhas por hora entre Brindisi e<section end="Cap. 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Lembraram-se entāo do que offerecia de mysterioso o viver de Phileas Fogg, do seu isolamento, da sua partida subita, e pareceu evidente que este personagem, dando por pretexto uma viagem á roda do mundo, e apoiando-a nʼuma aposta insensata, só tinha por fim fazer perder a pista aos agentes da policia ingleza. {{dhr|3}} <section end="Cap. V"/> <section begin="Cap. VI"/>{{t2|{{sc|em que o agente fix mostra uma impaciencia bem justificada}}|CAPITULO VI}} {{dhr|3}} Eis as circumstancias em que fora expedido o despacho que dizia respeito a mr. Phileas Fogg. Na quarta feira, 9 de outubro, esperava-se que chegasse ás onze horas da manhā a Suez o paquete ''Mongolia'', pertencente á companhia peninsular e oriental, vapor de ferro, com helice e falsa coberta, de duas mil e oitocentas toneladas de porte e da força nominal de quinhentos cavallos. O ''Mongolia'' fazia regularmente as viagens de Brindisi a Bombaim pelo canal de Suez. 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E não a vendeu por artes do mais estranho, absurdo, inconcebivel e fanttastico de quantos qui-pró-quós tem armado neste mundo o diabo — sim, porque afóra o tinhoso quem é capaz de intrincar os fios da meada com laços e nós cegos justamente quando vae a feliz remate o croché? {{dhr}} O acaso deu a Trancoso uma sorte de cincoenta contos na loteria. Não se riam. Porque motivo não havia Trancoso de ser o escolhido, se a sorte é cega e elle trazia no bolso um bilhete? Ganhou os 50 contos, dinheiro para um pé-atraz d’aquella marca significativo de grande riqueza. [[File:Urupês (3ª Edição) Página 188 Imagem 0002.png|centro|300px]] De posse da maquia, após os dias de tonteira, deliberou afazendar-se. Queria tapar a bocca ao<noinclude></noinclude> pwiqthzn9cye9c92pfra5zei5j3tgm4 A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/V 0 257910 562918 2026-09-16T14:38:47Z Erick Soares3 19404 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf" from=30 to=33 tosection="Cap. V" header=1/> {{Modernização}} {{DP-3}} [[en:Around the World in Eighty Days (Towle)/Chapter 5]] [[es:La vuelta al mundo en ochenta días/Capítulo V]] [[id:Mengelilingi Doenia Dalam 80 Hari/Bab V]] [[sv:Jorden rundt på åttio dagar/5]] [[fr:Le Tour du monde en quatre-vingts jours/Chapitre 5]] [[he:סביב הארץ בשמונים יום/פרק ה]] it... 562918 wikitext text/x-wiki <pages index="Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf" from=30 to=33 tosection="Cap. V" header=1/> {{Modernização}} {{DP-3}} [[en:Around the World in Eighty Days (Towle)/Chapter 5]] [[es:La vuelta al mundo en ochenta días/Capítulo V]] [[id:Mengelilingi Doenia Dalam 80 Hari/Bab V]] [[sv:Jorden rundt på åttio dagar/5]] [[fr:Le Tour du monde en quatre-vingts jours/Chapitre 5]] [[he:סביב הארץ בשמונים יום/פרק ה]] [[it:Il giro del mondo in ottanta giorni/Capitolo V]] [[pl:Podróż naokoło świata w 80-ciu dniach/Rozdział V]] [[uk:Подорож довкола землї в 80 днях/V]] knqvwgtmjqzr3km8up97j1s2yflz6an Categoria:Brazila Esperantisto 14 257911 562919 2026-09-16T14:39:42Z Castelobranco 2790 +1 562919 wikitext text/x-wiki [[Categoria:Revistas]] [[Categoria:Esperanto]] 4t2mqvbazk96brzdd6kyd7d3otj7j3j 562922 562919 2026-09-16T14:44:29Z Castelobranco 2790 +eo 562922 wikitext text/x-wiki [[Categoria:Revistas]] [[Categoria:Esperanto]] [[eo:Kategorio:Brazila Esperantisto]] q26n6u75kuwlei9kkjazw6c6pjwf588 562931 562922 2026-09-16T15:03:19Z Castelobranco 2790 562931 wikitext text/x-wiki [[Categoria:Revistas]] [[Categoria:Esperanto]] 4t2mqvbazk96brzdd6kyd7d3otj7j3j Página:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf/189 106 257912 562920 2026-09-16T14:40:35Z JppBr98 28173 /* Revista */ 562920 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{c|{{--}} 183 {{--}}}}</noinclude>mundo realisando uma cousa que jamais lhe passara pela cabeça: comprar fazenda. Correu em revista quantas visitára nos annos de malandragem, propendendo afinal para a Espiga. Ia nisso, sobretudo, a lembrança da menina, dos bolinhos da velha, e a ideia de metter na administração ao sogro, de geito a folgar-se uma vida de regalos, embalada pelo amor da Zilda e os requintes culinarios da sogra. Escreveu pois ao Moreira annunciando a sua volta afim de fecharem o negocio. Ai! Quando tal carta penetrou na Espiga houve rugidos de colera entremeiados de bufos de vingança. — E’ agora! disse o velho. O ladrão gostou da pandega e quer repetir a dose, mas desta vez curo-lhe a balda, ora se! — concluiu esfregando as mãos no antegozo da vingança. No murcho coração da pallida Zilda bateu um relampago de esperança; a noite de su’alma alvorejou ao luar de um «Quem sabe?» Não se atreveu, todavia, a arrostar a colera do pae e do irmão, concertados ambos n’um tremendo ajuste de contas. Confiou no milagre. Accendeu outra velinha ao Santo Antonio. {{dhr|300%}} O grande dia chegou. Trancoso rompeu pela fazenda caracolando o Rosilho. Desceu Moreira a esperal-o em baixo, de mãos ás costas. Antes de<noinclude></noinclude> ob3m8z740uldxtdt9jzo56ytx3jv7tz Página:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf/509 106 257913 562921 2026-09-16T14:44:17Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 562921 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|490|{{sc|capitulo .}}|{{sc|historia de napoleão bonaparte.}}}}</noinclude>Rendeo-se a este parecer Bonaparte , e imaginou um meio termo que foi adoptado : consistia elle em se apresentar o acto ao Senado , para que elle examinasse se era ou nāo conforme com a Constituiçāo do anno 8°. O Senado nāo tinha a iniciativa nem votava as leis, mas podia cassál-as, quando as julgava contrarias á Constituiçāo. A lembrança de Bonaparte foi de todos approvada. Fouché foi encarregado de fazer a lista dos principaes terroristas, que deviāo ser deportados , e as duas secções a redacçāo dos motivos. Bonaparte devia assignar a resoluçāo , e o Senado declarar, que era conforme com a Constituiçāo. Esta determinaçāo , illegal e arbitraria de sua natureza , nāo tinha nem ao menos aquella apparencia de justiça, que tem as decisões arbitrarias, quando sāo applicadas a pessoas que hāo realmente commettido crimes , pois que na realidade os terroristas nāo tinhāo de modo algum participado , nem erāo cumplices do horrivel attentado da rua de Saint-Nicaise. O ministro da policia Fouché, posto que nāo soubesse ao certo quaes fossem os autores do attentado, tinha dʼelles suspeitas, porêm contrariado por todos , teve a fraqueza de prestar-se a uma medida violenta , empregada , verdade é, contra homens que haviāo ensopado as māos em rios de sangue , mas que nāo erāo os autores do crime que naquella occasiāo se tratava de castigar. Assim que de todos quantos forāo cumplices dʼeste acto de proscripçāo<noinclude></noinclude> 9okd6w8n8s718pj8ycgk7njjenppf2v Brazila Revuo Esperantista 0 257914 562923 2026-09-16T14:48:30Z Castelobranco 2790 +1 562923 wikitext text/x-wiki #REDIRECIONAMENTO [[Brazila Esperantisto]] 8z35npcxdc0fno64q2m0vtntidpfovf Página:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf/510 106 257915 562926 2026-09-16T14:51:25Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 562926 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|491|{{sc|capitulo xiii.}}|{{sc|historia de napoleão bonaparte.}}}}</noinclude>era elle o que menos desculpa tinha ; mas via-se atacado por todos, accusado de ter condescendencia para com os revolucionarios, e nāo se achou com valor sufficiente, para se contentar com o testemunho de sua propria consciencia. Fez-se uma lista de cento e trinta individuos, que forāo condemnados á deportaçāo. Havia entre elles alguns deputados da Convençāo ; muitos dos membros da antiga municipalidade ; alguns dos assassinos do mez de Setembro , e o celebre Rossignol , antigo general do exercito revolucionario. Nenhuma duvida há que semelhantes homens, e pelo menos grande parte dʼelles , nāo mereciāo grande contemplaçāo , mas violavāo-se, para mandál-os a desterro, todas as formalidades e principios de justiça. Era mister uma grande força moral para ousar fazer a menor reclamaçāo em favor dʼum dʼestes proscriptos , e todavia houvérāo pessoas que o fizérāo , e que conseguirāo que se riscasse da fatal lista o nome dʼalguns dʼelles. Entretanto veio Fouché a descobrir os verdadeiros autores da maquina infernal , e erāo elles os cha- mados Limoëlan , Carbon e Saint-Rejant. O primeiro evadio-se passando a paiz estrangeiro, e os dous outros forāo justiçados. No meio de immensas e importantes occupações politicas e militares nāo se descuidava Bonaparte , como já tivemos occasiāo de observar, de applicar-se ao concerto das estradas , abrimento de canaes , construcçāo de novas pontes, e de tudo quanto podia<noinclude></noinclude> ags83ourqhequ71571pvq9mwnwt8a32 Página:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf/511 106 257916 562927 2026-09-16T14:53:30Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 562927 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|492|{{sc|capitulo .}}|{{sc|historia de napoleão bonaparte.}}}}</noinclude>contribuir para promover a industria e o commercio. Mandou abrir o canal de Sāo-Quintino, a estrada do Simplon ; fundou nos Alpes dous hospicios filiaes do convento do Grande-Sāo-Bernardo, e varios outros estabelecimentos que deviāo delatar aos seculos futuros que por ali havia passado o moderno Annibal. Por esse mesmo tempo teve principio a redacçāo do Codigo civil , de que forāo encarregados varios jurisconsultos eminentes, Portalis, Tronchet , Bigot de Préameneu. Tudo se organizava ao mesmo tempo com a harmonia e promptidāo que acompanhavāo a execuçāo de todas as obras e interprezas concebidas por aquelle espirito vasto, aquella vontade firme que entāo presidia aos destinos da França. {{dhr|5}} {{c|{{sc|'''fim do primeiro tomo.'''}}}} {{nop}}<noinclude></noinclude> 8tfhdzmd35099idmximfo74b5azvyss Historia de Napoleão Bonaparte (Tomo I)/13 0 257917 562928 2026-09-16T14:54:20Z Erick Soares3 19404 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="História de Napoleão Bonaparte (I).pdf" from=479 to=511 header=1/> {{DP-1}} {{Modernização}} {{Controle de autoridade}} 562928 wikitext text/x-wiki <pages index="História de Napoleão Bonaparte (I).pdf" from=479 to=511 header=1/> {{DP-1}} {{Modernização}} {{Controle de autoridade}} 808yxeykln5ifcfd93s5sbn2pqlpmyl Página:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf/190 106 257918 562932 2026-09-16T15:15:51Z JppBr98 28173 /* Revista */ 562932 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{c|{{--}} 184 {{--}}}}</noinclude>soffrear as redeas já o amavel patife abriu-se em exclamações. — Ora viva, caro Moreira! Chegou emfim o dia do negocio. Desta feita compro-lhe a fazenda. Moreira tremia. Esperou que o biltre apeasse, e mal Trancoso, lançando as redeas, dirigiu-se-lhe de braços abertos, todo risos, o velho saca de sob o jaleco um rabo de tatú e rompe-lhe para cima com impeto de queixada. — Queres fazenda, grandessissimo tranca! toma, toma fazenda, ladrão! — e ''lepte, lepte,'' finca-lhe rijas rabadas colericas. O pobre rapaz, tonteado pelo imprevisto da aggressão, corre ao cavallo e monita ás cegas, de passo que Zico, avançando com um grande relho, lhe sacode no lombo nova serie de lambadas de aggravadissimo ex-cunhado. D. Izaura atiça-lhe cães: — Pega, Brinquinho! Ferra, Joli! O mal azarado comprador de fazendas, acuado como raposa em terreiro, dá de esporas e foge a toda, sob um chuveiro de insultos e pedras. Ao cruzar a porteira inda teve ouvidos para distinguir dentre a grita os desaforos esganicados da velha: — Comedor de bolinhos! Papa-manteiga! Toma, que em outra não has de cair, ladrão de ovo e cará! {{dhr}} — E Zilda? Atraz da vidraça, com os olhos pisados do muito chorar, a triste menina viu desapparecer para {{hífen|sem|sempre}}<noinclude></noinclude> o0g8fws0cdes67ybc5ijrws1xaglayo 562934 562932 2026-09-16T15:17:13Z JppBr98 28173 562934 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{c|{{--}} 184 {{--}}}}</noinclude>soffrear as redeas já o amavel patife abriu-se em exclamações. — Ora viva, caro Moreira! Chegou emfim o dia do negocio. Desta feita compro-lhe a fazenda. Moreira tremia. Esperou que o biltre apeasse, e mal Trancoso, lançando as redeas, dirigiu-se-lhe de braços abertos, todo risos, o velho saca de sob o jaleco um rabo de tatú e rompe-lhe para cima com impeto de queixada. — Queres fazenda, grandessissimo tranca! toma, toma fazenda, ladrão! — e ''lepte, lepte,'' finca-lhe rijas rabadas colericas. O pobre rapaz, tonteado pelo imprevisto da aggressão, corre ao cavallo e monita ás cegas, de passo que Zico, avançando com um grande relho, lhe sacode no lombo nova serie de lambadas de aggravadissimo ex-cunhado. D. Izaura atiça-lhe cães: — Pega, Brinquinho! Ferra, Joli! O mal azarado comprador de fazendas, acuado como raposa em terreiro, dá de esporas e foge a toda, sob um chuveiro de insultos e pedras. Ao cruzar a porteira inda teve ouvidos para distinguir dentre a grita os desaforos esganicados da velha: — Comedor de bolinhos! Papa-manteiga! Toma, que em outra não has de cair, ladrão de ovo e cará! {{dhr}} — E Zilda? Atraz da vidraça, com os olhos pisados do muito chorar, a triste menina viu desapparecer para {{hífen|sem|sempre,}}<noinclude></noinclude> l3a2l177zso3a94imzfsejq1izs7av6 Página:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf/191 106 257919 562933 2026-09-16T15:16:59Z JppBr98 28173 /* Revista */ 562933 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{c|{{--}} 185 {{--}}}}</noinclude>{{hífen-fim|pre,|sempre,}} envolto em nuvens de pó, o cavalleiro gentil dos seus dourados sonhos. Moreira, o caipora, perdia, assim, naquelle dia, o unico negocio bom que durante a vida lhe deparara a Fortuna: o duplo descarte da filha e da Espiga… {{nop}}<noinclude></noinclude> 859i611z12rtgxfbhy3ob66fw1zitao Urupês (3ª edição)/O comprador de fazendas 0 257920 562935 2026-09-16T15:19:28Z JppBr98 28173 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf" from=171 to=191 header="1" notas="{{versões|Anexo:Versões/O comprador de fazendas}}"/> {{PD-old-70-BR}} [[Categoria:Monteiro Lobato]] 562935 wikitext text/x-wiki <pages index="Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf" from=171 to=191 header="1" notas="{{versões|Anexo:Versões/O comprador de fazendas}}"/> {{PD-old-70-BR}} [[Categoria:Monteiro Lobato]] 0eqe60ijs68p5jk6jl3we05xjhc0mkb Página:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf/94 106 257921 562937 2026-09-16T16:29:14Z JppBr98 28173 /* Sem texto */ 562937 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="JppBr98" /></noinclude><noinclude></noinclude> rldsui2aafkmkayqcjgir6gixvbaoys Página:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf/95 106 257922 562938 2026-09-16T16:46:00Z JppBr98 28173 /* Não revista */ 562938 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="JppBr98" />{{c|{{--}} 89 {{--}}}}</noinclude>“O meu conto de Maupassant” {{capitular|C|ficheiro=Urupês (3ª Edição) Página 95 Imagem 0002.png}}ONVERSAVAM no trem dois sujeitos. Approximei-me e ou vi: — A vida anda cheia de contos de Maupassant; infelizmente ha pouquissimos Guys… — Porque de Maupassant e não de Kipling, por exemplo? — Porque a vida é amor e morte e a arte de Maupassant é simplesmente isto: um enquadramento engenhoso do amor e da morte. Mudam-se os scenarios, variam os actores, mas a substancia persiste — o amor sob a unica face impressionante, a que culmina n’uma posse violenta de fauno incendido de luxuria, e a morte, o estertor da vida em transe, o quinto acto, o epilogo physiologico. A morte, meu caro, e o amor — entendes em que sentido tomo as palavras… os vocabulos andam tão desvirtuados do sentido proprio que é mister grifal-os quando<noinclude></noinclude> oucet2aacpo3anbxnb2vejc8h9476go Página:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf/100 106 257923 562939 2026-09-16T16:46:33Z JppBr98 28173 /* Sem texto */ 562939 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="JppBr98" /></noinclude><noinclude></noinclude> rldsui2aafkmkayqcjgir6gixvbaoys Página:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf/96 106 257924 562940 2026-09-16T16:50:28Z JppBr98 28173 /* Revista */ 562940 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{c|{{--}} 90 {{--}}}}</noinclude>nos reportamos á significação original — são os dois unicos momentos em que a jogralice da vida arranca a mascara e freme num delirio tragico. — ? — Não te rias. Não componho frases. Justifico-me. Na vida só deixamos de ser uns palhaços inconscientes a macaquear-nos uns aos outros, a copiar gestos de civilisações, a mentir á natureza, quando esta, reagindo, põe a nú o instincto hirsuto, ou acena o basta final da morte, recolhendo o ruim actor ao pó. Em summa, só ha grandeza, e «seriedade», quando cessa de agir o pobre jogral que é o homem feito, guiado e dirigido pelos codigos, religiões, moraes, modas e mais postiços de sua invenção, e entra em scena a natureza bruta. — Tanta filosofia, com este calor de Janeiro… O comboio corria entre S. José e Quiririm. Plena região arrozeira. As varzeas iam na faina do córte. Grandes medas de palha amarella davam aos campos em séga o aspecto de cabellos louros tosados á escovinha. Pura paizagem europea, de trigaes. A espaços feriam nossos olhos quadros de Millet em fuga, lenta se longe, rapida, se perto. Vultos de mulheres de cesta á cabeça, que paravam a ver passar o trem. Vultos de homens ensilando feixes de espigas, para a malhação do dia seguinte. Carroções, tirados a bois, recolhendo o cereal ensaccado. E como cahia a tarde, e a Mantiqueira era já uma pincelada opaca de indigo a barrar a imprimadura {{hífen|evanes|evanescente}}<noinclude></noinclude> 7yv74oqoxhmdqxa7gdss0635gvufgt6 562941 562940 2026-09-16T16:51:06Z JppBr98 28173 562941 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{c|{{--}} 90 {{--}}}}</noinclude>nos reportamos á significação original — são os dois unicos momentos em que a jogralice da vida arranca a mascara e freme num delirio tragico. — ? — Não te rias. Não componho frases. Justifico-me. Na vida só deixamos de ser uns palhaços inconscientes a macaquear-nos uns aos outros, a copiar gestos de civilisações, a mentir á natureza, quando esta, reagindo, põe a nú o instincto hirsuto, ou acena o ''basta'' final da morte, recolhendo o ruim actor ao pó. Em summa, só ha grandeza, e «seriedade», quando cessa de agir o pobre jogral que é o homem feito, guiado e dirigido pelos codigos, religiões, moraes, modas e mais postiços de sua invenção, e entra em scena a natureza bruta. — Tanta filosofia, com este calor de Janeiro… O comboio corria entre S. José e Quiririm. Plena região arrozeira. As varzeas iam na faina do córte. Grandes medas de palha amarella davam aos campos em séga o aspecto de cabellos louros tosados á escovinha. Pura paizagem europea, de trigaes. A espaços feriam nossos olhos quadros de Millet em fuga, lenta se longe, rapida, se perto. Vultos de mulheres de cesta á cabeça, que paravam a ver passar o trem. Vultos de homens ensilando feixes de espigas, para a malhação do dia seguinte. Carroções, tirados a bois, recolhendo o cereal ensaccado. E como cahia a tarde, e a Mantiqueira era já uma pincelada opaca de indigo a barrar a imprimadura {{hífen|evanes|evanescente}}<noinclude></noinclude> mr3kga0txzdh2s7v029ye8gsm1tw9h7 Página:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf/97 106 257925 562942 2026-09-16T16:54:39Z JppBr98 28173 /* Revista */ 562942 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{c|{{--}} 91 {{--}}}}</noinclude>{{hífen-fim|cente|evanescente}} do azul, vimos, em certo trecho, o original do ''Angelus''… — Já te digo a proposito do que vem a minha filosofia. E, enfiando os olhos pela janella, calou-se. Houve uma pausa de minutos. Subito, apontando um velho saraguari, avultado á margem da linha e logo sumido para traz, disse: — A proposito desta arvore. Ella foi comparsa do «meu conto de Maupassant». — Conta lá, se é curto. O primeiro sujeito não se ageitou no banco, nem limpou o pigarro, como é de estylo. Sem transição, foi logo narrando: — Havia um italiano morador destas bandas, com vendola na estrada. Typo mal encarado e ruim. Bebia, jogava, e por varias vezes andou ás voltas com as autoridades. Certo dia — eu era delegado de policia — vieram uns piraquáras annunciar que em tal parte estava «o corpo morto» de uma velha, picada {{corr|e|a}} machado. Organisei a diligencia e acompanhei-os. «E’ lá, naquelle saraguagi», disseram, ao approximarmo-nos da arvore que passou. Espectaculo repellente! Ainda tenho na pelle o arrepio de horror que me correu pelo corpo ao dar uma topada balofa num corpo molle. Era a cabeça da velha, semi-occulta sob folhas seccas. Porque o malvado a decepara do tronco, lançando-a a alguns metros de distancia. Como por systema desconfiava do italiano, prendi-o. Havia indicios vagos. Viram-no sair de<noinclude></noinclude> 52fi96w9ps0jlvrer03hojd9fxca9fz Predefinição:Parâmetro/styles.css 10 257926 562943 2026-09-16T16:56:42Z Épico 12904 importado da [[:en:Template:Parameter/styles.css|versão anglófona]] 562943 sanitized-css text/css .wst-doc-parameter { color: var(--color-icon-success, #099979); background-color: var(--background-color-neutral-subtle, #f8f9fa); font-weight: bold; } @media screen { html.skin-theme-clientpref-night .wst-doc-parameter { color: var(--color-icon-success, #24ebbf); background-color: var(--background-color-neutral-subtle, #202122); } } @media screen and (prefers-color-scheme: dark) { html.skin-theme-clientpref-os .wst-doc-parameter { color: var(--color-icon-success, #24ebbf); background-color: var(--background-color-neutral-subtle, #202122); } } 2m045c3c6cypmxpt1uedu4ez2hucmat 562946 562943 2026-09-16T16:59:52Z Épico 12904 562946 sanitized-css text/css .wst-doc-parameter { color: var(--color-icon-success, #099979); background-color: var(--background-color-neutral-subtle, #f8f9fa); font-weight: bold; } .wst-doc-parameter.wst-doc-parameter-plain { color: inherit; background-color: inherit; border: 0; font-weight: inherit; } @media screen { html.skin-theme-clientpref-night .wst-doc-parameter { color: var(--color-icon-success, #24ebbf); background-color: var(--background-color-neutral-subtle, #202122); } } @media screen and (prefers-color-scheme: dark) { html.skin-theme-clientpref-os .wst-doc-parameter { color: var(--color-icon-success, #24ebbf); background-color: var(--background-color-neutral-subtle, #202122); } } @media screen { html.skin-theme-clientpref-night .wst-doc-parameter.wst-doc-parameter-plain, html.skin-theme-clientpref-os .wst-doc-parameter.wst-doc-parameter-plain { color: inherit; background-color: inherit; } } 6tm6ktynfz2kza5siyxot84fgy8seaw Página:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf/98 106 257927 562944 2026-09-16T16:58:45Z JppBr98 28173 /* Revista */ 562944 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{c|{{--}} 92 {{--}}}}</noinclude>machado, a lenhar, na tarde do crime. Entretanto, por falta de provas, foi restituido á liberdade; máu grado meu, pois cada vez mais me capacitava da sua culpabilidade. Eu presentia naquelle sordido typo — e negue-se valor ao presentimento! — o miseravel matador da pobre velhinha. — Que interesse tinha elle no crime? Nenhum. Era o que allegava. Era como argumentava a logicasinha normal de toda gente. Não obstante, eu o trazia d’olho, certo de que era o criminoso. O patife, não demorou muito, traspassou o negocio e sumiu-se. Eu, do meu lado, deixei a policia, e, breve, do crime só me ficou nitida a sensação da topada molle na cabeça da velha. Annos depois, o caso resuscitou. A policia colheu indicios vehementes contra o italiano, que andava por S. Paulo n’um grau extremo de decadencia moral, pensionista do xadrez por furtos e bebedices. Prenderam-n’o e remetteram-n’o para cá onde o jury iria decidir da sua sorte. — Os teus presentimentos… O sujeito riu-se com malicia velhaca, e contitinuou: — Não resistiu, não reagiu, não protestou. Tomou o trem no Braz e veio de cabeça baixa, sem proferir palavra, até S. José; d’ahi para diante (quem o conta é um soldado da escolta) mettia os olhos pela janella, preoccupado em descobrir qualquer cousa, até que defrontou o saguaragi. Nesse ponto armou um pincho de gato, e despejou-se pela janella afora. Apanharam-n’o {{hífen|mor|morto,}}<noinclude></noinclude> au3dz53n3qug637kmgzulas41qsqtb6 Página:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf/99 106 257928 562949 2026-09-16T17:03:18Z JppBr98 28173 /* Revista */ 562949 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{c|{{--}} 93 {{--}}}}</noinclude>{{hífen-fim|to,|morto,}} de craneo rachado, a escorrer miolos, perto da arvore fatal. — O remorso! — Está aqui o «meu conto de Maupassant». Tive a impressão delle nas palavras do soldado da escolta: «veiu de cabeça baixa até S. José, d’ahi para diante enfiou os olhos pela janella até enxergar o saguaragi. Ao frontear a arvore, pinchou-se». Na progressão ingenua da narrativa li toda a tragedia intima daquelle cerebro, senti todo um drama psychologico que nunca será escripto… — E’ curioso! commentou o outro, pensativamente. — O curioso, concluiu o primeiro sujeito, com pausada lentidão, é que mais tarde, um dos piraquáras denunciadores do crime, e filho da velha, preso por um horrivel assassinato a foiçadas, ''confessou-se tambem o assassino da velhinha, sua mãe…'' — ? — Meu caro, aquelle pobre Oscar Fingall O’ Flahertie Wills Wilde disse muita coisa, quando disse que a vida sabe melhor imitar a arte do que a arte sabe imitar a vida… {{nop}}<noinclude></noinclude> 402clonatxi2h1474eewlm8z3drja6e Urupês (3ª edição)/“O meu conto de Maupassant” 0 257929 562950 2026-09-16T17:05:36Z JppBr98 28173 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf" from=95 to=99 header="1" notas="{{versões|Anexo:Versões/Meu conto de Maupassant}}"/> {{PD-old-70-BR}} [[Categoria:Monteiro Lobato]] 562950 wikitext text/x-wiki <pages index="Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf" from=95 to=99 header="1" notas="{{versões|Anexo:Versões/Meu conto de Maupassant}}"/> {{PD-old-70-BR}} [[Categoria:Monteiro Lobato]] j7rvkfp2v80wavn6uvr7xk02uzlcpys Ficheiro:Regimento dos qualificadores do Santo Ofício.jpg 6 257930 562953 2026-09-16T18:09:20Z Herveba 43643 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{Texto | autor = [[Autor:Santo Ofício|Santo Ofício]] | título = Regimento dos qualificadores do Santo Ofício | ano = 16-- | local = Lisboa | notas = Transcrição de documento de página única. | fonte = [[commons:File:Regimento dos qualificadores do Santo Ofício.jpg|Wikimedia Commons]] }} {| style="width:100%;" | style="width:50%; vertical-align:top;" | Ficheiro:Regimento dos qua... 562953 wikitext text/x-wiki {{Texto | autor = [[Autor:Santo Ofício|Santo Ofício]] | título = Regimento dos qualificadores do Santo Ofício | ano = 16-- | local = Lisboa | notas = Transcrição de documento de página única. | fonte = [[commons:File:Regimento dos qualificadores do Santo Ofício.jpg|Wikimedia Commons]] }} {| style="width:100%;" | style="width:50%; vertical-align:top;" | [[Ficheiro:Regimento dos qualificadores do Santo Ofício.jpg|thumb|center|500px|Documento original.]] | style="width:50%; vertical-align:top; padding-left:25px; font-family:serif; font-size:1.1em; line-height:1.6;" | cya9y7lhd9wtcy5sfdy4hxu0wlw33ze Regimento dos qualificadores do Santo Ofício 0 257931 562954 2026-09-16T18:22:15Z Herveba 43643 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{Texto | autor = [[Autor:Inquisição de Lisboa|Inquisição de Lisboa]] | título = Regimento dos qualificadores do Santo Ofício | subtítulo = | ano = 16-- | editora = | local = Lisboa | tradutor = | ilustrador = | notas = Transcrição de documento de página única da Biblioteca Nacional de Portugal. | fonte = commons:File:Regimento dos qualificadore... 562954 wikitext text/x-wiki {{Texto | autor = [[Autor:Inquisição de Lisboa|Inquisição de Lisboa]] | título = Regimento dos qualificadores do Santo Ofício | subtítulo = | ano = 16-- | editora = | local = Lisboa | tradutor = | ilustrador = | notas = Transcrição de documento de página única da Biblioteca Nacional de Portugal. | fonte = [[commons:File:Regimento dos qualificadores do Santo Ofício.jpg|Wikimedia Commons]] | progresso = corrigido | navegação = não | anterior = | próximo = }} {| style="width:100%;" | style="width:50%; vertical-align:top;" | [[Ficheiro:Regimento dos qualificadores do Santo Ofício.jpg|thumb|center|500px|Documento original.]] | style="width:50%; vertical-align:top; padding-left:25px; font-family:serif; font-size:1.1em; line-height:1.6;" | <!-- TAPEZ VOTRE TRANSCRIPTION CI-DESSOUS (Ligne par ligne) --> REGIMENTO DOS QUALIFICADORES... |} aogwmmviqcd0s6bnrube1ald6ol7857 562955 562954 2026-09-16T18:23:25Z Herveba 43643 562955 wikitext text/x-wiki {{Texto | autor = [[Autor:Inquisição de Lisboa|Inquisição de Lisboa]] | título = Regimento dos qualificadores do Santo Ofício | subtítulo = | ano = 16-- | editora = | local = Lisboa | tradutor = | ilustrador = | notas = Transcrição de documento de página única da Biblioteca Nacional de Portugal. | fonte = [[commons:File:Regimento dos qualificadores do Santo Ofício.jpg|Wikimedia Commons]] | progresso = corrigido | navegação = não | anterior = | próximo = }} {| style="width:100%;" | style="width:50%; vertical-align:top;" | [[Ficheiro:Regimento dos qualificadores do Santo Ofício.jpg|thumb|center|500px|Documento original.]] | style="width:50%; vertical-align:top; padding-left:25px; font-family:serif; font-size:1.1em; line-height:1.6;" | <!-- TAPEZ VOTRE TRANSCRIPTION CI-DESSOUS (Ligne par ligne) --> REGIMENTO DOS QUALIFICADORES DO S. 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OFICIO |} naegevo0aslovpzex64o8wt3d3menet Página:Pégadas.pdf/100 106 257932 563022 2026-09-17T00:29:45Z Épico 12904 /* Revista */ 563022 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho|86|PÉGADAS||borda_inferior=sim}}</noinclude>caminho adeante brancos phantasmas que soluçam correndo pelas aguas, surgindo e desapparecendo com as suas mortalhas de prata, n'uma agonia de morte, como se fossem as almas afflictas dos afogados. Tinhamos já passado Vinhaes havia muito e iamos agora deixando atraz de nós, uma por uma, todas as velhas quintas do Caminho-Grande, que dão um lado para o Anil. D. Marianna toscanejava como de costume, recostada numa almofada, o rosto pousado na palma da mão; Rosinha, com um braço fóra da canôa, brincava pensativa, com as pontas dos dedos na orla phosphorescente que se fazia nas aguas a cada rumorosa braceagem dos remos; Luiz cantarolava distrahido; e o velho Cunha, vergado sobre o braço do leme, com o seu grande chapéo de carnahuba derreado para a nuca, a camisa e o casaco de brim pardo abertos sobre o peito, fitava as praias que iamos percorrendo, como se a belleza daquella noite do Norte e a solidão d'aquelle formoso rio azul lhe enleassem traiçoeiramente o espirito burguez, fazendo o milagre de arrebatal-o para um devaneio contemplativo e poetico. Qual! No fim de longo recolhimento, quando passavamos em certa altura do rio, disse-me elle com um suspiro de lastima: — Que desperdicio de dinheiro e quanta incuria vae por aqui!... Vês aquellas ruinas cobertas de matto? aquillo foi principiado ha bem quarenta<noinclude></noinclude> ii782nems8tzq8rw9x5t1n3khyewmqe Página:Pégadas.pdf/101 106 257933 563024 2026-09-17T03:24:14Z Épico 12904 /* Revista */ 563024 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Épico" />{{cabeçalho||NO MARANHÃO|87|borda_inferior=sim}}</noinclude>annos para um grande armazem de alfandega... nunca passou do começo! Teve a mesma sorte do caes da Sagração e do dique das Mercês! Que gente! E eu puz-me a considerar as ruinas, que pareciam crescer á luz do luar; e o Cunha, possuido de uma febre de censura, continuava a derramar pelas tristes aguas do Anil a sua cansada indignação contra os maldictos presidentes de provincia, que tão mal cuidavam da nossa pobre e querida capital. E, á marcha monotona e vagarosa da canôa, ia-se desdobrando lentamente ao lado de nós todo o flanco alcantilado da cidade. Surgiu á distancia o largo dos Remedios, elevando-se da praia como um velho baluarte dos tempos guerreiros. Ouvia-se já um rumor tristonho de casuarinas. — Está alli! exclamou o Cunha, extendendo o braço para o lado de terra. Para que esbanjar dinheiro com uma estatua daquella ordem, quando ha por ahi tanta cousa de necessidade séria de que se não cuida?... Olhei na direcção que o Cunha indicava e vi a estatua de Gonçalves Dias, erguida no meio do largo dos Remedios, toda branca, muito alta, riste ao luar como a solitaria columna de um tumulo. Não achei animo nem palavras para protestar contra o que dizia o velho Cunha. De Gonçalves<noinclude></noinclude> 50fl8lgsedjrdnh5zhwvz9qo6f3pvgr Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/555 106 257934 563025 2026-09-17T08:22:19Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: APO Arte Apollinea. A Mufica. VEIG. Laur. Ecl. 3 Os dous mais conhecidos Na Apollinea arte, De novo a novo canto fe incitavão. {{lema|APOLLO}}. s. m. Certo Deos do Paganifmo. Tomafe entre os Poetas pelo Sol. CAM. Luf. 2, 105 Tu fó de todos, quan- tos queima Apollo, Nos recebefte em paz do mar pro- fundo. CORR. Comm. 5, 15 Apollo he o Sol, chama- do affi da particula A privativa que quer dizer, fem, e poli, muitos, porque fó elle dá l... 563025 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>APO Arte Apollinea. A Mufica. VEIG. Laur. Ecl. 3 Os dous mais conhecidos Na Apollinea arte, De novo a novo canto fe incitavão. {{lema|APOLLO}}. s. m. Certo Deos do Paganifmo. Tomafe entre os Poetas pelo Sol. CAM. Luf. 2, 105 Tu fó de todos, quan- tos queima Apollo, Nos recebefte em paz do mar pro- fundo. CORR. Comm. 5, 15 Apollo he o Sol, chama- do affi da particula A privativa que quer dizer, fem, e poli, muitos, porque fó elle dá luz ás terras, e toda a que tem os outros planetas, c eftrellas a recebem del- le. Maus. Aff. Afr. 2, 23 N'huma alta cova, onde não chega Apollo, Por mais que avive o raio rutilante. {{lema|APOLOGAÇÃO}}. s. f. pouc. uf. O mefmo que Apologo. M. FERNAND. Alm. 2, 1, 6. n. 27 O que fe declara com evidencia pelas feguintes apologações. {{lema|APOLOGETICAMENTE}}. adv. uf. Em fórma, ou á ma neira de apologia. {{lema|APOLOGETICO, A}}. adj. Que contém apologia. Do Lat. Apologeticus. BARR. Dec. 4. Apolog. Como fe queixava Terencio nos feus prologos apologeticos. SOAR. DE BRIT. Apolog. 1, 58 E accrecenta o commentador Annibal Ca- ro, no feu Pradella, ou Invectiva apologetica &c. Vi- EIR. Serm. 12, 2, 3. n. 43 O Santo, e o que refta do Evangelho, tomarão e fatisfarão por fua conta a parte a- pologetica. Subft. CEIT. Serm. I, 127, 4 Como bem diz Ter- tulliano no feu Apologetico contra gentes. BARTH. GUER- REIR. Cor. 4, 69, 629 Refolvemfe as diligencias, e Apologeticos em ferezas de hum, e paciencia de outro. M. BERN. Floreft. 5, 3, 229, C Logo imprimem c di- vulgão Apologeticos, que mais propriamente são fatyras. {{lema|APOLOGIA}}. s. f. Defenfa, juftificação, refpofta ás objur- gações, criticas, cenfuras, &c. Lat. Apologia. BARR. Dec. 4. Apolog. Em lugar de prologo detta quarta, e ulti- ma Decada façamos Apologia, e defensão noffa pera to- das, HEIT. PINT. Dial. 1, 3, 8 E na apologia vitupe- ra a eloquencia de feus adverfarios. BRIT. Mon. 2, 5. ...tit. 4 He bem verdade que "S. Pamphilo Martyr em hu- na apologia, que fez em defensão de Origenes, &c. Epith. Douta. ESPER. Hift. 2, 10, 1. n. 3. Elegan- te. A. DE VASc. Anj. 2, 5, 2. part. 5. p. 403. Famo- fa. VIEIR. Serm. 10. do Rof. 16, 3, 11. Valente, VIEIR. Cart. 2, 111. Valerofa. BARTH. GUERREIR. Cor. 1, 6, 29. {{lema|APOLOGICO, A}}. adj. ant. O mefmo que Apologetico. FR. G. DA SILV. Vid. 1, 61 A ella tambem efcrevco, e di- rigio o livro apologico, que fe chama Apologia Sandi Ber- Inardi. {{lema|APOLOGISTA}}. s. m. uf. Autor de apologia. {{lema|APOLOGO}}. s. m. Fabula, em que fe introduzem a fallar irracionaes, ou ainda coufas infenfiveis, para della fe tirar alguma moralidade. Do Lat. Apologus. PAEZ, Serm. I 291 No apologo, que feu irmão Joathan fez acerca def- ta eleição, chamoulhe efpinheiro [a Abimelech.] L. ALV. Serm. 1, 6, 4. n. 10 O' quanta doutrina, tem efte a- pologo! VIEIR. Serm. 4, 9, 2. n. 317 Efta he a fubftan- cia do apologo, nem mal formado, nem mal repartido. Epith. Difcreto. M. BERN. Floreft. 5, 7, 421, A. Doutrinal. M. BERN. Floreft. 1, 4, 107, B. Engraçado. M. BERN. Floreft. 4, 1, 430. {{lema|APONTADAMENTE}}. adv. mod. Diftinétamente, ponto por ponto. RESEND. Chr. 43 Repartindo logo apontadamente as commarcas, villas, e fortalezas. CONST. DO PORT. 59 E digão as horas diftinéta e apontadamente, e não de preffa. CONST. DE EVOR. 33, 2 E mandamos a to- dos Priores... que em todos os Domingos do anno, à miffa da terça, à eftação publiquem, leão, e notifiquem ao povo em alta voz, declarada e apontadamente duas conftituições. Met. Perfeitamente, exactamente, a ponto. RESEND, Chr. 77 E affi refpondeo ás [coufas] que lhe pergun- tava, mui apontadamente, como homem mui fabido. Sous Vid. 6, 17 Afli tomárão o negocio á fua conta tão de vontade, que fe não pudera fazer com mais cuidado, nem mais apontadamente em tempo de guerra. {{lema|APONTADINHO, A}}. adj. dim. de Apontado. Luz, Serm. 3, 61, 2 Alguns ha, que enxergão fuas faltas, e deixáofe andar afli çujos, e feios, de fóra mui precio- fos, e apontadinhos em tudo. {{lema|APONTADO, A}}. p. p. de Apontar. SANT. Ethiop. 2, 2, 3. LOB. Cort. 15, 147 y. VIEIR. Cart. 1, 12. Ufafe como adj. Cozido com pontos, ou para ornato e enfeite, ou fomente para unir e ajuftar. ORDIN. DOS CA- NON. REGUL. I, 50, 107 y E lhe poc huma carapuça de láa branca em a cabeça, à qual pode fer apontada com huma linha no dito panno. FEST. NA CANON, 194 Com barretes vermelhos, apontados de ouro. FR. LEÃO, Bened. 2, 2. part. ult. Hum ctccente de vermelho apon- tado. {{lema|APONTADOR}}. s. m. O que aponta, olheiro, o que tem a feu cargo apontar os que faltão á fua obrigação. Sous. Hift. 2,2, 2 tinhão por olheiros ou apontadores, até dos argueiros dos feus procedimentos, todos os do mefmo ha- bito. FR. NIC. DE OLIV. Grandez. 7, 5 Ha mais hum apontador da ribeira das náos, que tem de ordenado vin- te mil reis. CARV. Chorogr. 3, 2, 8. c. 36. tit. 6 Ha tambem hum Vedor Geral da Fortificação... com feu Efcrivão e Apontador. Particularmente fe diz do Beneficiado, que tem á fua conta apontar os que faltão ao Coro, ou a qualquer hora canonica. CONST. DE EVOR. 13, 4 Seja clegido ás mais vozes hum apontador, que aponte aquelles, que não vierem ás horas. CONST. LE GOA, 8, 2 E manda- mos ao apontador em virtude de obediencia, e fob pe- na de o pagar trezdobrado, que o cumpra alli. UI. O que eftá recitando o papel do orador, ou do a- tor, para lhe ajudar a memoria. Alumiador, lançarote, o que tem o torpe officio de ajudar a inercia do cavallo para a propagação da fua ef- pecie. BLUT. Vocab. {{lema|APONTAMENTO}}. s. m. Minuta, lembrança, breve efcri- tura para ajudar a memoria. REGIM. DE EVOR. 7, 4 E quando os forem vendo [os feitos] farão fuas lembran- ças, e apontamentos, não fe fiando fómente da memo- ria. BRIT. Chr. 3, 7 Tirou hum apontamento, em que fe continhão os pontos erroncos. VIEIк. Serm. 1. Prol. Mas como ferião neceffarios muitos dias para... eften- der, e veftir os [fermões] que eftão fó em apontamen- tos, &c. Declaração breve, e por cferito de qualquer confa, que cumpre fazer, ou dizer. Leão, Chr. de D. Att. IV. 157 Os procuradores de Caftella trouxerão outros aponta- mentos, que erão mais para rit, que para outorgar. CEIT. Serm. 1., 190, 2 Dizem que forão os Anjos a cafa de Abrahão deixar em apontamento, e quafi como em item, a fanta communhão. Sous. Vid. 4, 16 Efcreveo elRei D. Henrique húa larga carta fobre o eftado do Reino, e ajuntoulhe huns apontamentos, em que declarava &c. {{lema|APONTAR}}. v. a. Fazer pontaria, dirigir o tiro a algum alvo. CASTILH. Comm. 2, 44 E fez algum damno; cm quanto os Mouros apontarão defronte algumas peças mais gtoffas. CoRT. R. Cerc. 6, 67 Aponta bum bombardei- ro o groffo tiro A efta verde totre. Gavi, Cerc. II, 37 E efmeroufe tanto no tirar, e apontar a bombar- da, que &c. Neutr. Reg. a, para, ou em alg. ou alg. c. BARR. Dec. 3, 2, 2 Sem ter conta com a fumaça das fuas bombardas, nem olhar onde apontavão. Sous. Hift. J, 2, 15 Outra vez tomando [o demonio] a figura dé hum monftruofo Centauro, armado de arco, e frechas, embebia huma no arco ... c apontava em Frei Gil. Met. BARPEIE. Chorogr. 16 Attribuindo a Lisboa por cognome o feu nome de Salacia, por não apontar bem a lição de Plinio. HEIT. PIET. Dial. 1, 4, 7 Ef- ta he a propriedade do mundo, apontar no alvo das prof peridades, e desfechar na barreira das defaventuras. M. .FERNAND, Am. 3, 2, 3. n. 312 Que mais fe póde ex- primir o mal da perturbação pera hum coração, que quet apontar direito em Deos. Adag. Failar fem cuidar, he tirar fem apontar. DE- Lic. Adag. Ico. Ainda que João Vaz tem bêfta, não deixão de lhe apou- tar à tefta. HERS. NUN. Refran. 55 Y. Apontar a vifta. Por a vifta, fitar os olhos. CASTR. Ulyff. 2, 67 Chega [a. fetta onde a vifta aponta, e mata a fede No fangue de hum grão touro. Apontat. act. Acenar, moftrar com o dedo, ou com outra alguma confa. Ann. Dial. 3, 2 Apontando com o dedo aos Magos o lugar da fua nafcença. Lob. Condeft. 14, 60 Apontando os lugares vai com o dedo. Neutr. Reg. para, em, ou contra alg. c. GOES, Chr. do Princ. 9 Os dedos da mão encolhidos, falvo o fegundo, a que os Latinos chamão index, com que apon- tava contra o poente. Fro, Tr. 3, 44, i E foi a re- prehensão diante do povo, c quafi apontando com o de- do nos Pharifeos. Sous. Hift. 1, 1, 17 Não valendo nada para o esforçar, apontoulhe para hua arvore. A&t. Nomcar, affinalar, indicar individualmente. As pefloas. FERN. Lor. Chr. de D: J. I. 1, 109 Então man-<noinclude></noinclude> ar30yes4q1hr99e2fnvxhpvkue98pw0 Página:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf/556 106 257935 563026 2026-09-17T08:23:33Z MLReis 41056 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 348 APO dou apontar alguns que forão prezos. FR. MARC. Chr. 1, 1, 55 Refpondeo o menino apontando onze frades, efte, e efte &c. Sous. Hift. 1, 2, 13 Logo lhe foi apontando alguns homens, que &c. Ncurr. BARR. Dec. 1, 4, 9 Devia tomar parecer de outras pelloas, apontandolhe logo em alguns de feus officiaes. MENDoç. Jorn. 2, 16 E fendolhe para efte ef- fcito moftrados todos, apoutafe logo em Antonio de Moura. Act. As coufas. BRIT. Chr.... 563026 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>348 APO dou apontar alguns que forão prezos. FR. MARC. Chr. 1, 1, 55 Refpondeo o menino apontando onze frades, efte, e efte &c. Sous. Hift. 1, 2, 13 Logo lhe foi apontando alguns homens, que &c. Ncurr. BARR. Dec. 1, 4, 9 Devia tomar parecer de outras pelloas, apontandolhe logo em alguns de feus officiaes. MENDoç. Jorn. 2, 16 E fendolhe para efte ef- fcito moftrados todos, apoutafe logo em Antonio de Moura. Act. As coufas. BRIT. Chr. 1, 17 Tendo todos acabados alguns negocios... apontarão o dia pera a partida, FERNAND. GALV. Serm. 1, 46, 1 Affim havia- mes de tratar com Deos, deixalo guiar, como quem fa- be bem o caminho do céo, e cftar aparelhados pera to- mar aquelle, que nos apontar; e não tratar de o querer efcolher. Efcult. Defenhar, notar rifcando. Feo, Tr. 2, 179, 4 Particulariza o Philofopho todas as operações ne- ceffarias para lhe fahir da mão huma imagem perfeita, como he cottar o madeiro, de que a quer fabricar, apon- tala, para faber o que, hade desbaftar, &c. Act. Suggerir, fubminiftrar, lembrar, Goes, Chr. de D. Man. 3, 53 Os Xeques, e povos de Xarquia nos apontarão algumas coufas fundadas em noffo ferviço. Mencionar, dizer de paffagem, ou brevemente. Ev- FROS. 1, 3 Como elle aponia huma coufa, vou logo em hum pé. HEIT. PINT. Dial. 2, 2, 11 São exemplos, como os que apontafte de Ifaac, Jofeph, e Job. Luc. Vid. 1, 10 Mas tinha particular obrigação ao menos de apontar em breve certas coufas. Neutt. Reg. em alg, ou alg. c. PIN. Chr. de D. Din. 2. E afli requerido por parte do Reino de Portu- gal, que cafaffe... logo lhe foi apontado na Infante Ifa- bel d'Aragão, que eftava por cafar. BARR. Dec. 3. Prol. Nto apontamos nas fciencias de profissão. MEND, PINT. Peregr. 22 Porque me apontou em algumas coufas affas feias e criminofas. Act. Jurifpr. Allegar. Reg. alg. c. on de alg. c. OR- DEN. DE D. MAN. 1, 1 E no dito aggravo apontar al- gua coufa, que traga infamia ao dito official &c. REG M. D'EVOR. 4, 189 E fe pedirem vifta pera nefta inftancia apontarem de fua juftiça, o Vigatio geral lha mandará dar. Marcar, notar com final. TELL. Chr. I, 2, 20. n. I l'or iffo os Romanos antigamente coftumavão no. tar, e apontar os dias alegres com pedras brancas. Aliftar gente para a guerra. BARR. Dec. 3, 10, 7 E mandou apontar todolos moradores de Cochii, que foffem a efta armada. Barr. Mon. 1, 3. c. 6 Ao qual [Conful] fe concedeo livre licença pera poder apontar nova gente de guerra. Notar, por ponto aos que faltão ao officio, traba- Ibo, lição, coro, &c. CONST. DE LISB. 13, 4 E não ha- vendo na Igreja mais de hum Beneficiado, ou dous, apon- tará o Prior, Rector, ou Cura os que não fervirem. Sous. Hift. 1, 3, 27 Com ordem que houveffe quem os apontaffe, e rambem quem tiveffe o poder de multar os defcuidados. ORDEN. DE D. PEDR. I, 15, 2 Aos que forem negligentes, apontalusba o dito Sollicitador, e di- loha ao Regedor. Por Pontaletes. Pin. Chr. de D. Sanch. I. 10 E fa- ziáo fua obra como era feu propofito, minando ao lon- go, e apontando o muro, e enchendo os vazios delle com lenha. Apontar á banca. uf. Jogar parando, e fazendo Mufic. Efcrever ou compor em mufica, reduzir ds re- gras de contraponto. ESTAT. Dos CONEG. AZUES, 26, 23 E fempre fe trabalhe por tomar peffoas, que faibão algúas boas manhas de cantar, e tanger; bem efcrever, e apontar, e que fejão grammaticos. A. DE VASc. Anj. 2, 5, 3. part. 11. p. 469 Como fe coftuma compôr pri- meiro o more, e letra avifada, e depois encommendar ao mufico mais déftro, que a aponte a boa folfa, &c. Com pron. peff. Enfeitarfe, porfe n'hum ponto, on n'bum pontinho, como vulgarmente fe diz. FERR. DE VASC. Ulyffip. 2, 1 Eilo lá affoma, e apontafe de maneira, que vos rides da mais poftura. Pórfe em pontos, caprichar. FERR. DE Vase. Ulyflip. 4, 1 Então leixai vós cabrões, que degenerão, apontar fe em foberba c vaidade. v. g. da Apontar. Dirigir a ponta de alguma arma lança, efpada, &c. a alguma parte, v. g. ao peito, pefco- ço, &c. MEMOR. DAS PROEZ. 1, 40 E ao apontar da lança o porco fez força, e tiroulhe &c Moftrar as horas. Dizfe do ponteiro do relogio. D. MAN. DE PORTUG. Tr. 477. Façamos conta que a noffa memoria he huma ponta de agulha de relogio, que n'hum mefmo tempo não póde apontar a duas partes. HEIT. PINT. Dial. I, 1, 8 Mas a mão, que as moftra [as horas] as aponta fem errar, e anda conforme o compaffo do re- logio e do Sol. CARV. Comp. 1, 3, 5 No qual tempo 0 relogio apontava oito horas. Apontar a ferida. Efgrim. Tocar levemente.com a ponta da efpada e fem querer fazer maior impressão CHAG. Cart. 2, 178 Na deftreza da efgrima, apontar a ferida, não he querer dala. Met. Indicar ligeiramente alguma materia. Pir. Ring Injuft. Succeff. 6, 86 Bafta apontar as feridas. CHAGA Cart. 2, 178 Apontei cfta ferida &c. Apontar algum lugar. Começar a defcobrilo on a ve- lo. Luc. Vid. 1, 15 Aquelles reinos, e lugares, que pela cófta do Oriente fomos apontando. Neutr. Apontar alguem, ou alguma coufa em_al- gum lugar. Começar a apparecer, on a entrar nelle. Eu- PROS. 2,5 E defte perro, grão Turco, me temo mui- ro, fe apontar na Italia. FERNAND. Palm. 3, 70 E o que mais os efpantou, foi ver que tanto que apontarão, fe alargou de junto delle [galeão] hum pequeno batel. MAUS. Aff. Afr. 5, 80 y Porém juntos n'hum corpo ve que apontão Mais de cem mil de pé. Met. Se diz de qualquer coufa, que principia a defcobrirle ou a vêrfc. BRIT. Mon. 1, 2. c. 25 Tanto que apontou a primavera. Los. Primav. 1, 2 Via fugir correndo a clara eftrella Do Sol, que já apontava_no Oriente. TELL. Chr. 1, 1, 10. n. 6 Hia porém paffan do o inverno, e apontando a primavera. Das plantas. Luc. Vid. 8, 5 Pera baixo, cnterran- dofe [a femente] mais, lança as raizes; e fóbe junta- mente pera cima té apontar, e apparecer fobre a terra. Tambem fe diz de coufas nforaes. FERR. DE VASC. Ulyffip. Evitai por tanto taes converfações em apontando. CEIT. Quadrag. 1, 72, 1 Ainda não aponta a doença, já pomos o baraço na garganta à penitencia. Luz, Serm 1, 13, 4 Logo em apontando o gofto, e melhoria do eftado, aponta juntamente a trifteza, e a occafião de a perder. Apontar a barba a alguem: Nafcerlhe a primeira barba. CAM. Ecl. 2, 35 A barba então nas faces me apontava. FERNAND. Palm. 4, 18 Com os primeiros finacs da barba, que lhe apontava. CEIT. Serm. 2, 144, F Nafcer hum homem, e logo em dous dias apontarlbe a barba, he nafcer homem feito. Sabir föra on defcobrirfe a ponta de alguma arma FERN. LOP. Chr. de D. J. 1. 1, 139 O qual [dardo] entrando fob o braço, lhe aponton dentro da bocca. MAUS. Aff. Afr. 9, 143 Fez volta, e vê paffado o charo amante Por hum troço de lança, que apontava. {{lema|APONTEAR}}. v. a. pouc. uf. O mefmo que Apontoar, GAVI, Cerc. 13, 44 Logo tocárão a repiqne, onde acudio gente com tanta preffa, que fe houvera de abater a praça, fei- ta fobre madeira, que logo fe mandou apontear com groffas vigas. {{lema|A PONTO}}. fórm. adv. Vej. Ponto. {{lema|APONTOADO, A}}. p. p. de Apontoar. FERNAND. GALV Serm. 3, 243, 1. MATT. Jeruf. 11, 85. {{lema|APONTOAR}}. v. 2. Efpécar, Juftentar com pontaletes. FER- NAND. GALV. Serm. 3, 123, 2 Hota apontoando as pa redes, hora concertando os telhados. Mct. FR. SIM. COELH. Chr. 2, 10, 139 Apontoe com o bordão da cortezia o moço a fraqueza do anciáo. HEIT. PINT. Dial. 2, 5, 26 Mas peçovos que quando eu for pera cahir, apontocis o muro de minha fraqueza com os efteios da reprehensão, e confelho, e doutrina. D. F. MAN. Carr. 3, 20 Pera com fcus confelhos e ra- zoes apontoar efte fraco edificio de fracas e velhas tai- pas (Falla dos prudentes.) {{lema|APOPHTHEGMA}}. s. m. Vej. Apothegma. {{lema|APOPLETICO, A}}. adj. Med. Pertencente á apoplexia. Do Lag. Apopleticus. acc. na antepenult. CARDOS. Agiol. 2, 404 Sobrevindolhe... hum tetrivel accidente apopletico. VIEIR. Serm. 10. do Rof. 26, 8, 427 Que dirci de chagas encanceradas de feridas penerrantes nas partes mais vitaes, e de accidentes fubitos e apopleticos. CURV. Polyanth. 2, 90, 7 E porque eftes accidentes uterinos fe patecem muito... com os apopleticos: porque &c. Doente ou accommettido de apoplexia. BARTH. GUER- REIR. Cor. 4, 87, 734 O Emperador Antonino pagou<noinclude></noinclude> ho62hm9pcfmntnemj52ehx7uhywywyn Índice:Formulários pré-impressos.pdf 0 257936 563028 2026-09-17T11:10:57Z Herveba 43643 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{Edição | tipo = livro | título = Formulários pré-impressos | subtítulo = | autor = Inquisição de Portugal | tradutor = | ilustrador = | ano = séc. 17-18 | editora = | local = | idioma = pt | fonte = commons | progresso = por corrigir | páginas = <pagelist /> | notas = }} 563028 wikitext text/x-wiki {{Edição | tipo = livro | título = Formulários pré-impressos | subtítulo = | autor = Inquisição de Portugal | tradutor = | ilustrador = | ano = séc. 17-18 | editora = | local = | idioma = pt | fonte = commons | progresso = por corrigir | páginas = <pagelist /> | notas = }} ih80t57k16nhumxm49h5rbrqzee1u14 563029 563028 2026-09-17T11:12:25Z Herveba 43643 563029 wikitext text/x-wiki {{Edição | tipo = livro | título = Formulários pré-impressos.pdf | subtítulo = | autor = Inquisição de Portugal | tradutor = | ilustrador = | ano = séc. 17-18 | editora = | local = | idioma = pt | fonte = commons | progresso = por corrigir | páginas = <pagelist /> | notas = }} gbj1nek5r3fzgx3q1mf3412qopz8jaf Galeria:Formulários pré-impressos.pdf 104 257937 563030 2026-09-17T11:23:18Z Herveba 43643 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 563030 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=Conjunto de formulários pré-impressos |Subtítulo= |Language=pt |Autor=Inquisição de Portugal |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora= |Gráfica= |Local= |Ano=séc. 17-18 |ISBN= |Fonte=Colecção de papeis impressos e manuscriptos originaes, mui interessantes para conhecimento da histor... / [compil.] por Antonio Joaquim Moreira. - 1863. - 3 vol. 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