Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.47.0-wmf.20 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Hino do município de Santo André (São Paulo) 0 7178 563309 181427 2026-09-19T19:59:20Z Didacus21 18931 563309 wikitext text/x-wiki {{hino |obra=Hino do município de [[w:Santo André (São Paulo)|Santo André]] |letra por=Professor José Amaral Wagner |melodia por=Luiz Carlos da Fonseca e Castro |notas=Hino oficializado pela [[Lei Municipal de Santo André 541 de 1950|Lei Municipal nº 541]], de 16 de fevereiro de 1950 }} <pages index="Hino de Santo André (SP).pdf" from="1" to="3"/> {{PD-Brasil-Gov}} [[Categoria:1950]] [[Categoria:Hinos de São Paulo|Santo André]] e6yz7bcbqn1ka4tqf8mn2i3eka1fy3z Hino do município de Magé 0 11906 563314 108788 2026-09-19T23:10:30Z ~2026-50707-22 43833 563314 wikitext text/x-wiki {{hino |obra=Hino do município de [[w:Magé|Magé]] |letra por=Eraldo de Miranda Telles, Laércio Lindey Agra e Renato Peixoto dos Santos |melodia por=João Galvão Garcia |notas= }} <poem> Mageenses escutai, a voz que sai do coração Ao nosso canto atentai, que eleva o nosso torrão Nossa terra é querida, tem heróis e tradições É ela que dá garrida e amor, e glória aos corações Magé linda Magé Terra de tradição Magé linda Magé Terra do coração A serra se eleva e mostra o Dedo de Deus O mar reflete o lindo céu de anil Seus filhos abençoados pelo senhor Tecem os mais lindos cantos de amor A Magé e ao Brasil </poem> [[Categoria:Hinos do Rio de Janeiro|Magé]] k09ya21yjuj66imk3gpcx1bc17xpe8t Hino do município de Cruz das Almas 0 22896 563313 506912 2026-09-19T22:42:42Z J. Kassio 40175 Adicionando as repetições em cada verso do hino, segundo o áudio; e deixando mais claro onde é o refrão 563313 wikitext text/x-wiki {{hino | obra = Hino do município de [[w:Cruz das Almas|Cruz das Almas]]|letra por Floriano Mendonça | melodia por = | notas = |cantado por Meire Caldas | Cantado por = Meire Caldas }} <poem> Cruz das Almas, recanto formoso, terra forte, aprazível, feraz, a pujança da Pátria nos lembra teu ardor de progresso e de paz. a pujança da Pátria nos lembra teu ardor de progresso e de paz. ''Eu me orgulho de ti, Cruz das Almas,'' ''pois teu nome nos lembra o madeiro'' ''que, benzendo o Brasil na Bahia,'' ''trouxe à pátria o Sinal do Cruzeiro.'' Município de escol, dos primeiros que rebrilham ao sol da Bahia teu sorriso de luz nos encanta e enternece de amor, dia a dia! teu sorriso de luz nos encanta e enternece de amor, dia a dia! ''Eu me orgulho de ti, Cruz das Almas,'' ''pois teu nome nos lembra o madeiro'' ''que, benzendo o Brasil na Bahia,'' ''trouxe à pátria o Sinal do Cruzeiro.'' Cruz das Almas, torrão abençoado, que do viço das flores te enfeitas respondendo aos trabalhos nos campos, com riqueza de tuas colheitas! respondendo aos trabalhos nos campos, com riqueza de tuas colheitas! ''Eu me orgulho de ti, Cruz das Almas,'' ''pois teu nome nos lembra o madeiro'' ''que, benzendo o Brasil na Bahia,'' ''trouxe à pátria o Sinal do Cruzeiro.'' Amo ver-te sorrindo vaidosa, verdejante com as chuvas de abril! No teu solo, entre as belas culturas, cresce o fumo melhor do Brasil! No teu solo, entre as belas culturas, cresce o fumo melhor do Brasil! ''Eu me orgulho de ti, Cruz das Almas,'' ''pois teu nome nos lembra o madeiro'' ''que, benzendo o Brasil na Bahia,'' ''trouxe à pátria o Sinal do Cruzeiro.'' Tabuleiro de frutos coberto Vais crescendo em vigor e riqueza! Cruz das Almas! Teus filhos ditosos também crescem com tua grandeza! Cruz das Almas! Teus filhos ditosos também crescem com tua grandeza! ''Eu me orgulho de ti, Cruz das Almas,'' ''pois teu nome nos lembra o madeiro'' ''que, benzendo o Brasil na Bahia,'' ''trouxe à pátria o Sinal do Cruzeiro.'' </poem> [[Categoria:Hinos da Bahia|Cruz das Almas]] mcht8tmr914ol5z7cipj55ffr9tc1p9 Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/368 106 37711 563261 364675 2026-09-19T12:07:59Z Junglk 34905 /* Revista */ 563261 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh|346|DOM JOÃO VI NO BRAZIL|}}</noinclude>Bretanha com a preservação da monarchia hespanhola em ambos os hemispherios. As Côrtes Constituintes pareciam aliás dominadas por grandes ideaes, e Palmella acompanhava assiduamente e sympathicamente a sua obra de regeneração politica, financeira e militar. Sobre as proprias sessões secretas andava elle excellentemente informado, bem como sobre a marcha dos negocios que lhe estavam particularmente confiados, sendo os agentes do Brazil, a quem o Principe Regente mandou para tal fim escrever, o conselheiro d’Estado D. Benito Hermida e o decano do Conselho de Castella D. José Colon <ref>Corresp. de D. Pedro de Souza Holstein, Cadiz 1810-11, no Arch. do Min. das Rel. Ext.</ref>. E’ evidente que, trabalhando por Portugal, trabalhava Palmella pela Princeza do Brazil, que era o pretexto e todo o fundamento da acção portugueza, na qual ao Principe Regente não coube o papel inglorio e inepto que lhe anda attribuido, entre outros par Groussac ao pintal-o tão destituido de intenção quanto de vontade. Muito pelo contrario o fito de Dom João VI foi constantemente um, o de engrandecer o seu dominio, pelo menos até o Prata, e para o conseguir intrigou, tergiversou, labutou e até, em 1816, se libertou diplomaticamente de Strangford, o qual desde começo, no intuito de melhor servir a Inglaterra, favorecia a causa dos emigrados platinos, ou por outra a causa da independencia, que alguns d’elles já então perseguiam sob color da defeza dos direitos de Dona Carlota. Saturnino Rodriguez Peña entrava por exemplo no numero <ref>P. Groussac, Est. cit., sobre Santiago Liniers.</ref> e, por descobril-o, o quiz a Princeza remetter preso para Buenos Ayres, consignado a Liniers, pouco depois d’elle a haver<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> oykb9m8m0mvsvnr4kywpakrkeakysvv Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/369 106 37712 563262 364676 2026-09-19T12:11:29Z Junglk 34905 /* Revista */ 563262 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||DOM JOÃO VI NO BRAZIL|347}}</noinclude>hyperbolica e enganosamente appellidado de heroina da America. A Inglaterra não protegia ainda assim tanto a causa platina das aggressões portuguezas, convem notar, como se precavia contra os Americanos, temendo que estes, naturalmente sympathicos a uma revolução da mesma natureza da sua, fizessem cabedal de um prompto reconhecimento da independencia da nova republica, para firmarem na America Latina o seu predominio moral, antagonico aos interesses do commercio britannico. Dona Carlota contava todavia partidarios mais directos e mais desinteressados do que os que no Prata especulavam com o seu nome, pondo a mira n’outro objectivo. As instrucções do Ayuntamiento da cidade de Monterey, no novo reino de Leão no Mexico, dadas ao seu deputado ás Côrtes, foram terminantemente em favor da regencia da Infanta d’Hespanha; outras instrucções as imitaram, e não faltava sobre tudo n’aquella e nas outras colonias quem se rejubilasse com a perspectiva da final mudança para o seu seio da séde da secular monarchia popular. Não bastavam entretanto, para vingar a empreza, boas vontades isoladas, sem união ou linha directriz. Faltaram-lhe ou combateram-na outros elementos poderosissimos. Faltou-lhe o concurso de sir Sidney Smith, que com o enthusiasmo do seu temperamento e o prestigio dos seus serviços instigava o Regente, acenando-lhe com a perspectiva de uma melhor fronteira no Sul, no que a Princeza concordava, como concordava sem maior sinceridade em tudo quanto, sem quebra manifesta da vaidade, fosse de molde a concorrer para a satisfacção da sua aspiração immediata de poder. {{nop}}<noinclude></noinclude> mqzots6e8egk7q0qt8ux5tws9ovis74 Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/370 106 37713 563263 364678 2026-09-19T12:15:15Z Junglk 34905 /* Revista */ 563263 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh|348|DOM JOÃO VI NO BRAZIL|}}</noinclude>Faltou-lhe cada dia mais o apoio das communidades coloniaes hespanholas, que se iam desligando da metropole sem se aggregarem umas ás outras, e cujos proceres se iam transformando todos em precursores na lucta contra a resistencia conservadora, não sendo de surprehender que a muitos dignitarios locaes não sorrisse despojarem-se de boa mente das posições occupadas por mercê, como as dos vice-reis, ou adquiridas nas perturbações nacionaes, como as das juntas ou audiencias investidas do governo, para permittirem a ascensão de uma Infanta já meio alheiada da dynastia e sem talentos especiaes de administração. Faltou-lhe por fim o apoio decidido das Côrtes de Cadiz, onde era antes consideravel o numero dos que a hostilizavam, mesmo entre aquelles que chegaram até ao ponto de lhe reconhecerem os direitos incontestaveis, e uteis para se poder repellir toda intrusão dynastica, sem todavia quererem tornal-os effectivos <ref>P. Groussac, ''est. cit.''</ref>. Preferiam esses deixar governar os inexperientes homens d’Estado que, desembaraçados da ultima imbecil tutela real e de todos os entraves do obsoleto regimen alterado, estavam comtudo conduzindo a barca publica atravez de tantas tormentas com felicidade cada dia mais palpavel á medida que se ia fortalecendo a fortuna das armas hespanholas, quasi perdida em principios de 1810, depois da invasão da Andaluzia, e que as exigencias de outras campanhas européas, julgadas mais urgentes ou formidaveis, iam determinando a retirada dos melhores regimentos francezes. Devem igualmente ser contados, como elementos a contrariarem Dona Carlota e o ministro Souza Holstein, afóra<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> r2l17fjsppdefozf2a8c5lhos7po8qh Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/371 106 37714 563264 364679 2026-09-19T12:18:52Z Junglk 34905 /* Revista */ 563264 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh||DOM JOÃO VI NO BRAZIL|349}}</noinclude>os ciumes patrioticos, os ciumes interesseiros dos que tambem ambicionavam, e com ardor não menor, a regencia da Hespanha, tanto mais quanto o provisorio podia tornar-se definitivo. Era então o tempo dos grandes planos, das grandes chimeras e das grandes partidas, quando se jogavam corôas, povos e raças sobre o taboleiro politico. Nada parecia impossivel, nada improvavel, nada difficil. Um tenente corso estava feito Imperador da Europa; os seus irmãos, havia poucos annos esfomeados, os seus marechaes, havia poucos annos soldados rasos, repimpados em thronos seculares; as nações passavam de mão para mão como notas de banco, creavam-se federações e fragmentavam-se continentes. Todos os obstaculos enumerados, desde o isolamento da Princeza até as miragens dos constituintes de 1812, por poderosos que apparecessem, eram no emtanto venciveis, e Palmella nutria mesmo a opinião que os levantados em Cadiz se teriam galgado, si não fosse a opposição da Inglaterra. Esta era que guardava em suas mãos a organização da regencia nacional e, sem poder oppor embargos propriamente ao reconhecimento dos direitos da primogenita de Carlos IV, tampouco o ajudando, adoptara uma reserva hostil no tocante á realização do que semelhante reconhecimento comportava como deducção n’aquelle momento. A posição do ministro Wellesley acha-se definida com exactidão nas seguintes palavras de um dos officios de Palmella: “Devo porém fazer-lhe a justiça de dizer, que elle não tem feito relativamente aos direitos de successão, nenhuma opposição official, nem manifesta; mas devo igualmente dizer, por amor a verdade, que a minima palavra que elle tivesse pronunciado a favor deste negocio, ainda sem ser officialmente, teria provavelmente já decedido o seu<noinclude></noinclude> bfrn3ggs13zb86yuvgc28b7u20ajo1h Página:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu/372 106 37715 563265 364680 2026-09-19T12:22:49Z Junglk 34905 /* Revista */ 563265 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Junglk" />{{rh|350|DOM JOÃO VI NO BRAZIL|}}</noinclude>bom exito, pois entre muitos, o seu silencio a este respeito pode passar por huma tacita desapprovação” <ref>Officio a Linhares, de 24 de Abril de 1811, no Arch. do Min. das Rel. Ext.</ref>. Não era que a frieza quasi inimiga do Inglez no assumpto que tanto tinha D. Pedro de Souza Holstein a peito, o fizesse desanimar, antes o incitava a proseguir no que elle chamava a ''guerra literaria'', a saber, influir pelos escriptos de propaganda sobre a opinião publica, no sentido de desfazer prejuizos nacionaes e populares; e por outro lado insistir na campanha mais efficaz da corrupção, distribuindo presentes para se informar do que ocorria nas sessões secretas, obter copias dos papeis importantes e predispor a votação de harmonia com os interesses de Portugal e Brazil. Para Dona Carlota a chave da situação passara por esse tempo a encontrar-se em Hespanha. Ahi é que seus interesses precisavam ser promovidos e sustentados. No Rio da Prata, desde o 25 de Maio de 1810, a partida estava senão perdida, gravemente compromettida. Assim o comprehendera o atilado Contucci e o expuzera n’uma memoria dirigida ao conde de Linhares, valendo-se dos seguintes termos: <ref>Esta memoria, sem data, encontra-se entre os Pap. Av. do Min. das Rel. Ext. Deve ser de 1810, pois que 1808 e 1809 foram os annos em que a candidatura da Princeza do Brazil maiores probabilidades teve de vingar.</ref> “Houve hum tempo em que o partido favoravel aos interesses de S. A. R. a Princeza Nossa Senhora era o mais numeroso, não por reflexão, ou por amor á antiga e veneravel Constituição Hespanhola; porem por hum conjuncto feliz de circumstancias que fazião coincidir os interesses de S. A. R. com os interesses, e paixoens dos particolares então violentamente agitadas. As intrigas do novo Vice Rey (Cisneros), e de Ruiz Huidobro, e as desgraças da Peninsula<noinclude>{{lh|5em|align=left}}{{Smallrefs|fs=95%}}</noinclude> d04d53iroc9c8kfgrz3reys012on0kc Hino do município de Macuco 0 161053 563315 291905 2026-09-19T23:11:34Z ~2026-50707-22 43833 563315 wikitext text/x-wiki {{hino |obra =Hino do município de [[w:Macuco (Rio de Janeiro)|Macuco]] |letra por =Marcelo Romeiro Julliano |melodia por =Alexandre Souza Lima |notas = }} <poem> Surgem nascentes, mananciais, Rios, correntes, trens, cafezais. Voa, MACUCO, paira no ar Teus filhos, teus ninhos, nossos tesouros. MACUCO, cidade do coração, Pulsando no horizonte azul. Das fazendas, do sol, Natureza, animais, Eu te amo... Te deixo jamais! MACUCO, cidade do coração, Buscando a paz de norte a sul. Das florestas, em prol, Fauna, flora, ideais. Eu te amo... Te deixo jamais! Garra de um principiante, Pés no chão de um sábio lavrador, Que olha por nós, Segue veloz E espera o amanhecer. Força, união, Cooperação, História, tradição. </poem> [[Categoria:Hinos do Rio de Janeiro|Macuco]] j5gcbj67wypc6s51uelfiv4pts25xap Predefinição:Progressos recentes 10 220893 563276 563251 2026-09-19T13:00:12Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 563276 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|83|3|15|-1}} | [[Index:A infanta D. Maria de Portugal e suas damas.djvu|A infanta D. Maria de Portugal e suas damas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|1|99}} | [[Index:Bibliotheca lusitana - Tomo I (1741).djvu|Bibliotheca lusitana]] |- | {{Barra de progresso|0|0|93|7|0|-8.8817841970013E-16}} | [[Index:Da Terra á Lua.pdf|Da Terra á Lua]] |- | {{Barra de progresso|45|1|1|2|2|49}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|37|0|57|2|5|-0.99999999999999}} | [[Index:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu|Dom João VI no Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|16|0|5|79}} | [[Index:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf|A Volta do Mundo em Oitenta Dias]] |- | {{Barra de progresso|24|0|1|0|17|58}} | [[Index:Paulicea desvairada (1922).pdf|Paulicea Desvairada]] |- | {{Barra de progresso|0|1|40|0|13|46}} | [[Index:Pégadas.pdf|Pégadas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|94|6|0}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|2|0|37|1|5|55}} | [[Index:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf|Urupês]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> 123uzz6txz645djibzbntr4ju8ag3lo 563283 563276 2026-09-19T15:00:12Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 563283 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|83|3|15|-1}} | [[Index:A infanta D. Maria de Portugal e suas damas.djvu|A infanta D. 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Maria de Portugal e suas damas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|1|99}} | [[Index:Bibliotheca lusitana - Tomo I (1741).djvu|Bibliotheca lusitana]] |- | {{Barra de progresso|0|0|93|7|0|-8.8817841970013E-16}} | [[Index:Da Terra á Lua.pdf|Da Terra á Lua]] |- | {{Barra de progresso|45|1|1|2|2|49}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|37|0|57|2|5|-0.99999999999999}} | [[Index:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu|Dom João VI no Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|18|0|5|77}} | [[Index:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf|A Volta do Mundo em Oitenta Dias]] |- | {{Barra de progresso|28|0|1|0|17|54}} | [[Index:Paulicea desvairada (1922).pdf|Paulicea Desvairada]] |- | {{Barra de progresso|0|1|40|0|13|46}} | [[Index:Pégadas.pdf|Pégadas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|94|6|0}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|2|0|37|1|5|55}} | [[Index:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf|Urupês]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> 9f4y73xfb0fpzabo620zk95mvb9wyui 563296 563294 2026-09-19T17:00:12Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 563296 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|83|3|15|-1}} | [[Index:A infanta D. Maria de Portugal e suas damas.djvu|A infanta D. 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Maria de Portugal e suas damas]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|1|99}} | [[Index:Bibliotheca lusitana - Tomo I (1741).djvu|Bibliotheca lusitana]] |- | {{Barra de progresso|0|0|93|7|0|-8.8817841970013E-16}} | [[Index:Da Terra á Lua.pdf|Da Terra á Lua]] |- | {{Barra de progresso|45|1|1|2|2|49}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|37|0|57|2|5|-0.99999999999999}} | [[Index:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu|Dom João VI no Brasil]] |- | {{Barra de progresso|67|0|0|0|0|33}} | [[Index:Hino de Santo André (SP).pdf|Hino do município de Santo André (SP)]] |- | {{Barra de progresso|0|0|18|0|5|77}} | [[Index:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf|A Volta do Mundo em Oitenta Dias]] |- | {{Barra de progresso|29|0|1|0|17|53}} | [[Index:Paulicea desvairada (1922).pdf|Paulicea Desvairada]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|94|6|0}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|2|0|37|1|5|55}} | [[Index:Urupês 1918 (ed.3, 4º milheiro).pdf|Urupês]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> kc38q1oall4cbt99jyvedkfj7g04saz 563307 563304 2026-09-19T19:00:13Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 563307 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|83|3|15|-1}} | [[Index:A infanta D. 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R. GONÇALVES VIANA}}}} {{dhr}} {{c|'''sôbre a obra manuscrita «Influência do vocabulário português em línguas asiáticas», do Sr. Dr. Sebastião Rodolfo Dalgado'''}} Monsenhor Sebastião Rodolfo Dalgado apresenta à nossa Academia um trabalho de largo fôlgo, que talvez nenhum outro sábio português, ou mesmo estranjeiro, poderia levar a cabo satisfatóriamente. O tema dêste laborioso estudo é o exame individualizado e sistemático dos vocábulos portugueses adoptados num grande número de idiomas da Ásia, falados por povos com quem temos estado em contacto, mais ou menos íntimo e directo, desde a época dos nossos descobrimentos e conquistas, a contar do século {{sc|xv}} até o presente, com relação ao tempo, e de Ceilão ao Japão, pelo que respeita a espaço. É uma especialização glotológica de que o seu benemérito autor não encontrou exemplo, e para cujo desempenho teve de criar êle próprio o método, acomodado à exposição clara e persuasiva dos factos. Na realidade, até agora os orientalistas, os profissionais da sciência, teem de preferência aplicado as suas investigações aos vocabulários exóticos, de várias proveniências, trazidos às línguas europeias, e não à influência por estas exercida nos idiomas vernáculos das outras partes do mundo. Perfeitamente preparado por diuturna leitura e assimilação completa dos processos rigorosos da filologia comparada, revela o autor em todo o seu trabalho o conhecimento da literatura scientífica apropriada ao assunto, e o aproveitamento consciencioso dos factos tendentes a demonstrar cabalmente a sua tese—a considerável influência da civilização portuguesa nas várias manifestações das civilizações indígenas, quer estacionárias, quer progressivas. É tão avultado, com efeito, o número de palavras portuguesas adoptadas em tantos idiomas, de índoles diversas, como pertencentes a famílias diferentes e de variadíssimas estruturas gramaticais, que não podemos deixar de concluir que, pondo de parte gregos e romanos, nunca talvez povo algum, a não serem os árabes, logrou disseminar uma parcela do seu vocabulário por tão diversos campos, e por tal forma, sem prejuízo da integridade dêsses idiomas, quer as palavras neles recebidas o<noinclude></noinclude> pj1lrvgplldsckfow8kbbvz1u02xj7i Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/16 106 249631 563268 540534 2026-09-19T12:34:11Z Junglk 34905 563268 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="HendrikWBK" /></noinclude>{{dhr|2}} {{center|{{x-larger|PREFÁCIO}}}} {{dhr|1.5}} {{rule|3em}} {{dhr|1.5}} A alta conveniência e a grande importância de se coligirem num corpo os numerosos vocábulos portugueses, muitos dêles de uso quotidiano, adoptados pela maior parte das línguas cultas, e algumas incultas, da Asia meridional, foram mais duma vez reconhecidas e muito inculcadas por autoridades de indiscutível competência. Há uns vinte anos, um diário de Bombaim, de vasta circulação, ''The Times of India'', encarecia o valor de semelhante trabalho com relação à Índia, e apontava o finado Dr. Gérson da Cunha como pessoa apta para tratar do assunto. Posteriormente, o Dr. Hugo Schuchardt, romanista de reputação universal, que tantos opúsculos valiosos tem publicado sôbre os crioulos portugueses da Ásia e da África e sôbre a difusão da nossa língua no Oriente, insistia na utilidade e na urgência de se elaborar um glossário das palavras portuguesas introduzidas nos idiomas asiáticos. O Dr. Adolfo Coelho, apreciando uma interessante monografia do Sr. Gonçalves Viana acêrca da influência do português no malaio, declarava que essa monografia lhe impunha a obrigação de completar o seu estudo abrangendo outras línguas do Arquipélago, para o que certamente lhe não faltava proficiência. {{nop}}<noinclude></noinclude> 1pbtv7jekl8mx3fq9bsd6wq0yeducmc Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/20 106 249649 563269 542499 2026-09-19T12:37:27Z Junglk 34905 563269 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Tigr3tao" /></noinclude>{{center|{{x-larger|INTRODUÇÃO}}}} {{dhr|1.5}} {{rule|3em}} {{dhr|1.5}} <section begin=int1 /> {{center| '''I. — Influência de Portugal no Oriente''' }} A influência de Portugal no Oriente não tem sido até hoje devidamente apreciada num conjunto, em toda a sua extensão e em toda a sua intensidade. Tem-se escrito muito sôbre os feitos gloriosos dos seus navegadores e conquistadores, sôbre os actos heróicos dos seus capitães e governadores. Tem-se descrito graficamente o seu largo trato comercial, os seus vastos empórios, os labores penosos e o luxo deslumbrante de seus filhos nas colónias. Tambêm se tem criticado severamente, pela orientação moderna, a sua política de crueldade e intolerância e os excessos do seu zelo religioso. E geralmente se julga que essa influência foi restrita, superficial e efémera. A verdade, porêm, é que a acção civilizadora de Portugal nos seus antigos domínios e nos povos com que esteve em contacto foi, em vários sentidos, muito dilatada, muito funda e muito duradoura, do que ainda presentemente há vestígios numerosos e evidentes, e argumentos irrefragáveis <ref>«No campo dos princípios Portugal foi, pois, o primeiro país que os soube formular de modo a conseguir-se, por uma política de assimilação entre os conquistadores e os conquistados e sem violências ou tiranias inúteis, o progredimento e a civilisação das regiões mais atrasadas. E no campo da prática não démos provas menos brilhantes nem menos decisivas». Parecer da Sub-commissão (Política Colonial) da Sociedade de Geografia de Lisboa.</ref>. O Dr. Heyligers reconhece «que a influência do elemento português exercida no Arquipélago Indiano» — e o mesmo se pode dizer de diversas outras partes — «foi de uma fôrça absolutamente particular», e abrange essa influência em três capítulos: população e raça,<noinclude>{{rule|6em|align=left}} <references /></noinclude> 7bimoc1cwrsniow2d2w6sf9x5c7idau 563270 563269 2026-09-19T12:37:41Z Junglk 34905 563270 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Tigr3tao" /></noinclude>{{dhr|2}} {{center|{{x-larger|INTRODUÇÃO}}}} {{dhr|1.5}} {{rule|3em}} {{dhr|1.5}} <section begin=int1 /> {{center| '''I. — Influência de Portugal no Oriente''' }} A influência de Portugal no Oriente não tem sido até hoje devidamente apreciada num conjunto, em toda a sua extensão e em toda a sua intensidade. Tem-se escrito muito sôbre os feitos gloriosos dos seus navegadores e conquistadores, sôbre os actos heróicos dos seus capitães e governadores. Tem-se descrito graficamente o seu largo trato comercial, os seus vastos empórios, os labores penosos e o luxo deslumbrante de seus filhos nas colónias. Tambêm se tem criticado severamente, pela orientação moderna, a sua política de crueldade e intolerância e os excessos do seu zelo religioso. E geralmente se julga que essa influência foi restrita, superficial e efémera. A verdade, porêm, é que a acção civilizadora de Portugal nos seus antigos domínios e nos povos com que esteve em contacto foi, em vários sentidos, muito dilatada, muito funda e muito duradoura, do que ainda presentemente há vestígios numerosos e evidentes, e argumentos irrefragáveis <ref>«No campo dos princípios Portugal foi, pois, o primeiro país que os soube formular de modo a conseguir-se, por uma política de assimilação entre os conquistadores e os conquistados e sem violências ou tiranias inúteis, o progredimento e a civilisação das regiões mais atrasadas. 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Mas há outros pontos de não somenos valia e que são factores importantes de civilização: o comércio de novos objectos, a flora, a fauna, a agricultura e indústrias. Nenhuma nação colonial tem menos egoísmo de raça e mais tendência à identificação com os indígenas do que a portuguesa<ref>«Os portuguezes têem sido sempre n'este ponto muito tolerantes — e é esta uma das suas grandes qualidades de colonizadores — e não podiam considerar desdouro a alliança com as castas nobres da India, do mais puro sangue aryano». Conde de Ficalho, ''Garcia da Orta e o seu tempo'', p. 169.</ref>. O perspicaz estadista Afonso de Albuquerque não achou melhor meio de enlaçar o Oriente com o Ocidente e de consolidar o império que ia adquirindo do que a fusão dos conquistadores com os conquistados, e para isso envidou os seus esforços<ref>Vid. João de Barros, Déc. II, v, 11: «E já a este tempo haveria em Goa quatrocentos e cincoenta casados, todos criados delRey, o da Rainha, e dos Senhores do Portugal, e eram tantos os homens que queriam casar, que se não podia Afonso do Albuquerque valer com requerimentos, e elle não dava licença se não a homens honrados». ''Commentarios de Afonso de Albuquerque'', III, cap. 9. «Os Portuguezes tiram um espantoso lucro em toda a parte da India, onde tem entrada. Associam-se com os naturaes, que os acompanham em suas navegações, e até todos os seus marinheiros e pilotos são indios, ou gentios ou mouros». Pyrard de Lavai, ''Viagem'', I, p. 313.</ref>. E se a sua atilada política não foi persistentemente seguida ou topou com graves dificuldades, nem por isso deixou de produzir consideráveis resultados. Ainda ao presente existem em várias regiões asiáticas grupos, mais ou menos numerosos, dos que se gloriam de descendentes dos primeiros civilizadores europeus dos tempos modernos, da denominação de portugueses e de nomes e apelidos lusitanos; e teem por êste motivo direitos e regalias superiores aos de outras classes indígenas, ou os mesmos que os europeus, como em Maluco<ref>«Os holandeses e os seus feitos cessaram de ser lembrados pelos singaleses da região baixa; mas os chefes do sul e do oeste perpetuam com orgulho o honorífico título de ''dom'' que lhes foi concedido pelos primeiros conquistadores, e ainda antepõem aos seus antigos patronímicos os sonoros nomes cristãos dos portugueses». Sir James Emerson Tennent, ''{{lang|en|Ceylon, an account of the Island}}''. «Servião nos nossos arraiaes quatro Modeliares naturaes, todos christãos, e filhos de Columbo dos principaes da Ilha… e se chamavão D. Aleixo, D. Cosme, D. Balthazar, e D. Theodozio». João Ribeiro, ''Fatalidade Histórica da Ilha de Ceilão'', liv. II, cap. I.</ref>.<noinclude> {{rule|6em|align=left}} <references /></noinclude> n0l3zn3wxas3n51j52p3s0v3sfwi6wf Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/22 106 249658 563272 542485 2026-09-19T12:42:50Z Junglk 34905 563272 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Tigr3tao" />{{rh||INTRODUÇÃO|{{sc|xvii}}}}</noinclude>Até hoje não se descobriu veículo mais poderoso de civilização de gentes incultas do que o cristianismo e a acção missionária; e todas as nações coloniais, mais ou menos, o empregam e o promovem. Ora os colonizadores portugueses serviram-se, de preferência, da propaganda religiosa, como de meio mais eficaz e perdurável de cultura<ref name="p22-1" />. E se houve alguns abusos, agora avolumados por hipercríticos, os povos convertidos não admitem que devam à Europa maior ou melhor benefício do que a religião que professam, recordam-se com profunda gratidão dos seus primeiros evangelizadores, e desculpam de boa vontade a nação portuguesa de quaisquer desmandos que haja cometido<ref name="p22-2" />. E entre os hindus ilustrados, propugnadores da autonomia nacional, há quem sinta, como eu mesmo tive ocasião de ouvir, que Portugal não tivesse convertido à sua religião a maior parte da Índia. Tambêm os portugueses concorreram para a civilização do Oriente com o seu imenso tráfico, levando da Europa novos artigos, introduzindo-os no uso doméstico, e transportando muitíssimos de umas <ref follow="p22-1">«Os Reys de Portugal sempre pretenderão nesta conquista do Oriente vnír tanto os dous poderes, spiritual e temporal, que em nenhum tempo se exercitasse vm sem o outro». Diogo do Couto, Déc. VI, iv, 7. <p>«Em Cochim achey hũa arca de cartinhas por onde insynam os meninos, e pareceo me que voss alteza as nam mandara pera apodrecerem estando na arca, e ordeney huum homem casado aquy, que insynase os moços a ler e escrever, e averá na escolla perto de cem moços, e sam delles filhos de panicaees e de omeens honrrados; sam muito agudos e tomam bem o que lh ensynam e em pouco tempo, e sam todos cristãos». Afonso de Albuquerque, ''Cartas'', I, p. 45.</p> <p>«Os quaes (meninos) Antonio Galvão mandava doutrinar nas cousas da religião, e ensinalos a ler e escrever». Fernão Lopes de Castanheda, ''Historia do Descobrimento e Conquista da India'', liv. VIII, cap. 203.</p></ref><!-- --><ref follow="p22-2"> «Pelo que respeita à influência da colonização portuguesa sobre os costumes dos habitantes indígenas, bastará dizer que desde o princípio os missionários portugueses prègaram o cristianismo e fundaram escolas cristãs... Inútil é acrescentar que a obra dos missionários introduziu ao mesmo tempo os primeiros elementos da civilização europeia e as ideas dos conquistadores, emquanto os costumes começaram a abrandar-se sob o influxo do cristianismo». Dr. Heyligers, ''op. cit.'' <p>«Essas populações catholicas, que ainda por lá estão, em terras onde ha longos annos perdemos o domínio, e ainda unem á veneração pela sua crença o respeito pelo nome do nosso paiz, provam quão fundo haviam penetrado a palavra e o influxo do padre portuguez». Conde de Ficalho, ''op. cit.'', p. 160.</p></ref><noinclude>{{rule|6em|align=left}} <references /></noinclude> q3bo96oa7fl88arf8d3rhgcqg8cbzpx 563273 563272 2026-09-19T12:43:43Z Junglk 34905 563273 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Tigr3tao" />{{rh||INTRODUÇÃO|{{sc|xvii}}}}</noinclude>Até hoje não se descobriu veículo mais poderoso de civilização de gentes incultas do que o cristianismo e a acção missionária; e todas as nações coloniais, mais ou menos, o empregam e o promovem. Ora os colonizadores portugueses serviram-se, de preferência, da propaganda religiosa, como de meio mais eficaz e perdurável de cultura<ref name="p22-1" />. E se houve alguns abusos, agora avolumados por hipercríticos, os povos convertidos não admitem que devam à Europa maior ou melhor benefício do que a religião que professam, recordam-se com profunda gratidão dos seus primeiros evangelizadores, e desculpam de boa vontade a nação portuguesa de quaisquer desmandos que haja cometido<ref name="p22-2" />. E entre os hindus ilustrados, propugnadores da autonomia nacional, há quem sinta, como eu mesmo tive ocasião de ouvir, que Portugal não tivesse convertido à sua religião a maior parte da Índia. Tambêm os portugueses concorreram para a civilização do Oriente com o seu imenso tráfico, levando da Europa novos artigos, introduzindo-os no uso doméstico, e transportando muitíssimos de umas <ref follow="p22-1">«Os Reys de Portugal sempre pretenderão nesta conquista do Oriente vnír tanto os dous poderes, spiritual e temporal, que em nenhum tempo se exercitasse vm sem o outro». Diogo do Couto, Déc. 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Inútil é acrescentar que a obra dos missionários introduziu ao mesmo tempo os primeiros elementos da civilização europeia e as ideas dos conquistadores, emquanto os costumes começaram a abrandar-se sob o influxo do cristianismo». Dr. Heyligers, ''op. cit.'' <p>«Essas populações catholicas, que ainda por lá estão, em terras onde ha longos annos perdemos o domínio, e ainda unem á veneração pela sua crença o respeito pelo nome do nosso paiz, provam quão fundo haviam penetrado a palavra e o influxo do padre portuguez». 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Dr. Heyligers, ''op. cit.'' <p>«Essas populações catholicas, que ainda por lá estão, em terras onde ha longos annos perdemos o domínio, e ainda unem á veneração pela sua crença o respeito pelo nome do nosso paiz, provam quão fundo haviam penetrado a palavra e o influxo do padre portuguez». Conde de Ficalho, ''op. cit.'', p. 160.</p></ref>. E entre os hindus ilustrados, propugnadores da autonomia nacional, há quem sinta, como eu mesmo tive ocasião de ouvir, que Portugal não tivesse convertido à sua religião a maior parte da Índia. Tambêm os portugueses concorreram para a civilização do Oriente com o seu imenso tráfico, levando da Europa novos artigos, introduzindo-os no uso doméstico, e transportando muitíssimos de umas<noinclude>{{rule|6em|align=left}} <references /></noinclude> 9frjnzrvf88tn9ex0ie40060zeq0vct Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/23 106 249659 563274 542504 2026-09-19T12:56:05Z Junglk 34905 563274 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Tigr3tao" />{{rh|{{sc|xviii}}|INTRODUÇÃO}}</noinclude>regiões asiáticas para outras remotas, como indicam os nomes com que andam vinculados <ref>«O nosso antigo trato, todavia, deixou traços indeléveis na língua, ''Bengara-Ijima'', ''Chaujima'' e ''Santomejima'' são tecidos importados das cidades indianas de ''Bengal'' (port. Bengala), ''Chaul'' e St. Thomas (port. ''San Tomé''). ''Amakawa-sango'' são corais de Macau (outrora chamado Amacao); ''Indengawa'', coiro da Índia; e ''Perusyagawa'', o da Pérsia». Dr. N. Murakámi, ''{{lang|en|The Influence of Early Intercourse with Europe}}'', etc. <p>«Muyta soma de panos de Cambaya, de Chaul, e Dabul; e de Bengala lhe trazem muytos synabasos, que saom sortes de panos». Duarte Barbosa, ''Livro'', p. 261.</p></ref>. A flora asiática e, em particular, a indiana devem a Portugal a introdução de numerosas plantas, maiormente de origem americana, muitas das quais crescem espontâneamente, cobrem vastas áreas e são de notável utilidade <ref>Vid. Dr. D. G. Dalgado, ''Flora de Goa e Savantvadi''. Vid. tambêm Conde de Ficalho, ''Memorias sobre a influencia dos descobrimentos portugueses no conhecimento das plantas.''</ref>. Igualmente a fauna oriental adquiriu por via dos portugueses alguns espécimes até então desconhecidos ou pouco generalizados, do que se encontram provas no presente trabalho. A cultura de campos e de palmares tambêm deveu grandes benefícios aos portugueses, especialmente às suas ordens religiosas, que possuíam grandes herdades modelares<ref>«The excellence of the Goa mangoes is stated to be due to the care and skill of the Jesuits». ''Hobson-Jobson.''</ref>. E o mesmo se pode afirmar com respeito a vários ramos de indústria.<section end=int1 /> <section begin=int2 />{{center| '''II. — Influência da língua portuguesa''' }} É sobretudo pela influência que a língua portuguesa exerceu, e ainda exerce, em grande parte da Ásia que se aquilata o alto valor da acção civilizadora de Portugal, toda especial e sem paralelo. É bem natural que a língua do conquistador seja a língua oficial, e os indígenas se vejam na necessidade de a aprender e falar. Mas isto dura emquanto o país verga sob o jugo estrangeiro. Assim notamos que a Holanda, que dominou em diversas partes da Índia, não deixou quási nenhuns vestígios da sua língua, a não ser uma ou outra palavra em algum idioma.{{nop}}<noinclude>{{rule|6em|align=left}} <references /></noinclude> 1al8kg1c27cmmp5sem4zv7ykburj0f6 Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas/Parecer 0 249779 563266 540427 2026-09-19T12:27:10Z Junglk 34905 Adicionando mapa linguístico 563266 wikitext text/x-wiki <pages index="Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf" header=1 from=11 to=13 /> {{Padded page break}} <pages index="Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf" include=14 /> seku11py0vo0ntioy3wswc4vtny2mo6 Página:Paulicea desvairada (1922).pdf/9 106 257622 563285 562344 2026-09-19T15:43:17Z Didacus21 18931 563285 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude><div style="font-family:serif"> <div style="text-align:center"> {{xx-larger|'''Prefácio Interessantíssimo'''}} </div> <div style="text-align:right"> {{smaller|''« Dans mon pays de fiel et d'or j'en suis la loi »''<br>{{small caps|E. Vernhaeren}}}} {{dhr}} {{rule|3em}} </div> <div style="text-align:left"> ''Leitor:'' Está fundado o Desvairismo <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Este prefácio, apesar de interessante, inútil. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Alguns dados. Nem todos. Sem conclusões. Para quem me aceita são inúteis ambos. Os curiosos terão prazer em descobrir minhas conclusões, {{nop}} </div> </div><noinclude></noinclude> 8o9cqcqch0a8ds7c384lk5wlvth8hwd Página:Paulicea desvairada (1922).pdf/10 106 257631 563286 562345 2026-09-19T15:43:38Z Didacus21 18931 563286 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude><div style="text-align:left; font-family:serif"> confrontando obra e dados. Para quem me regeita trabalho perdido explicar o que, antes de ler, já não aceitou. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Quando sinto a impulsão lírica escrevo sem pensar tudo o que meu inconsciente me grita. Penso depois: não só para corrigir, como para justificar o que escrevi. D’aí a razão dêste Prefácio Interessantíssimo. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Aliás muito difícil nesta prosa saber onde termina a ''blague'', onde principia a seriedade. Nem eu sei. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> E desculpe-me por estar tão atrasado dos movimentos artísticos actuais. Sou passadista, {{nop}} </div><noinclude></noinclude> fvtn4ib1c0vne68s723bknzavowby80 Página:Paulicea desvairada (1922).pdf/11 106 257632 563287 562346 2026-09-19T15:43:51Z Didacus21 18931 563287 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude><div style="text-align:left; font-family:serif"> confesso. Ninguém pode se libertar duma só vez das teorias-avós que bebeu; e o autor deste livro seria hipócrita si pretendesse representar orientação moderna que ainda não compreende bem. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Livro evidentemente impressionista. Ora, segundo modernos, êrro grave o Impressionismo. Os arquitectos fogem do gótico como da arte nova, filiando-se, para alem dos tempos históricos, nos volumes elementares: cubo, esfera, etc. Os pintores desdenham Delacroix como Whistler, para se apoiarem na calma constructiva de Rafael, de Ingres, do Grecco. Na escultura Rodin é ruim, os imaginários africanos são bons. Os músicos despresam Debussy, genuflexos deante da polifonia catedralesca de Palestrina e João Sebastião Bach. A poesia... « tende a despojar o homem de todos os seus {{nop}} </div><noinclude></noinclude> 8v8p8t0j89mfqltea5wckxyjq3ngflr Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/40 106 258005 563277 2026-09-19T14:23:08Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 563277 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|36|{{sc|a volta do mundo em oitenta dias}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>— Bem, senhor. Sabe que a formalidade do visto é inutil, e que já nāo se exige a apresentaçāo dos passaportes? — Bem sei, respondeu Phileas Fogg, mas desejo provar com a sua assignatura que passei pelo canal de Suez. — Seja assim. E o consul assignou e datou o passaporte, e poz nʼelle o seu sinete. Mr. Fogg pagou os respectivos direitos, e depois de ter comprimentado com toda a frieza, saíu, seguido do seu creado. — Entāo? perguntou o agente. — Entāo, respondeu o consul, tem cara de um homem honrado! — É possivel que seja, volveu Fix, mas nāo é dʼisso que se trata. Nāo acha, senhor consul, que este fleugmatico ''gentleman'' nāo se parece feiçāo por feiçāo com o homem cujos signaes recebi? — Sou dʼessa opiniāo, mas bem sabe que isto de signaes... — Nāo quero ficar com escrupulos, tornou Fix. O creado parece menos indecifravel que o amo. Demais, é um francez que nāo deixará de fallar. Até já. Dito isto, o agente saiu e poz-se á procura de Passepartout. Entretanto mr. Fogg, saindo da casa consular, encaminhara-se para o caes. Ahi deu algumas ordens ao creado; depois embarcou nʼum batel, voltou para bordo do ''Mongolia'' e metteu-se no beliche. Pegou entāo no seu livrinho de lembranças, que tinha as notas seguintes: «Saida de Londres, quarta feira 2 de outubro, ás 8 horas e 45 minutos da noite. «Chegada a Paris, quinta feira 3 de outubro, ás 8 horas e 40 minutos da manhā. « Chegada a Turin pelo monte Cenis, sexta feira 4 de outubro, ás 6 horas e 35 minutos da manhā. «Saida de Turin, sexta feira, ás 7 horas e 20 minutos. «Chegada a Brindisi, sabbado 5 de outubro, ás 4 horas da noite. «Embarque no ''Mongolia'', sabbado, ás 5 horas da noite. {{nop}}<noinclude></noinclude> kv69p9eapjxnwpbm2as69w9wqxwhd5w 563278 563277 2026-09-19T14:23:20Z Erick Soares3 19404 563278 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|36|{{sc|a volta do mundo em oitenta dias}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>— Bem, senhor. Sabe que a formalidade do visto é inutil, e que já nāo se exige a apresentaçāo dos passaportes? — Bem sei, respondeu Phileas Fogg, mas desejo provar com a sua assignatura que passei pelo canal de Suez. — Seja assim. E o consul assignou e datou o passaporte, e poz nʼelle o seu sinete. Mr. Fogg pagou os respectivos direitos, e depois de ter comprimentado com toda a frieza, saíu, seguido do seu creado. — Entāo? perguntou o agente. — Entāo, respondeu o consul, tem cara de um homem honrado! — É possivel que seja, volveu Fix, mas nāo é dʼisso que se trata. Nāo acha, senhor consul, que este fleugmatico ''gentleman'' nāo se parece feiçāo por feiçāo com o homem cujos signaes recebi? — Sou dʼessa opiniāo, mas bem sabe que isto de signaes... — Nāo quero ficar com escrupulos, tornou Fix. O creado parece menos indecifravel que o amo. Demais, é um francez que nāo deixará de fallar. Até já. Dito isto, o agente saiu e poz-se á procura de Passepartout. Entretanto mr. Fogg, saindo da casa consular, encaminhara-se para o caes. Ahi deu algumas ordens ao creado; depois embarcou nʼum batel, voltou para bordo do ''Mongolia'' e metteu-se no beliche. Pegou entāo no seu livrinho de lembranças, que tinha as notas seguintes: «Saida de Londres, quarta feira 2 de outubro, ás 8 horas e 45 minutos da noite. «Chegada a Paris, quinta feira 3 de outubro, ás 8 horas e 40 minutos da manhā. «Chegada a Turin pelo monte Cenis, sexta feira 4 de outubro, ás 6 horas e 35 minutos da manhā. «Saida de Turin, sexta feira, ás 7 horas e 20 minutos. «Chegada a Brindisi, sabbado 5 de outubro, ás 4 horas da noite. «Embarque no ''Mongolia'', sabbado, ás 5 horas da noite. {{nop}}<noinclude></noinclude> 5mtghquyuq9r7v0keof7efgq6h0nrlk Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/41 106 258006 563279 2026-09-19T14:27:36Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 563279 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|37|{{sc|a volta do mundo em oitenta dias}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude><section begin="Cap. VII"/>«Chegada a Suez, quarta feira 9 de outubro, ás 11 horas da manhā. «Total das horas gastas até aqui: 158 ½ ou 6 ½ dias.» Mr. Fogg insereveu estas datas sobre um itinerario disposto em columnas, o qual indicava—desde 2 de outubro até 21 de dezembro—o mez, a data, o dia, as chegadas regulamentares e as chegadas effectivas a cada ponto principal, Paris, Brindisi, Suez, Bombaim, Calcuttá, Singapura, Hong-Kong, Yokohama, San Francisco, New-York, Liverpool, Londres, o que lhe permittia calcular o ganho obtido ou a perda soffrida em cada logar do transito. Este methodico itinerario tomava nota de tudo, e mr. Fogg ficava sabendo se tinha avanço ou demora na viagem. Nʼaquelle dia, quarta feira 2 de outubro, insereven a sua chegada a Suez, a qual concordava com a chegada regulamentar, e portanto nāo dava ganho nem perda. Mandou que lhe servissem de almoçar no seu beliche. Quanto a ver a cidade, nem mesmo pensava nʼisso, porque era dʼessa raça de inglezes que fazem visitar pelos seus creados o paiz que atravessam. {{dhr|2}} <section end="Cap. VII"/> <section begin="Cap. VIII"/>{{t2|{{sc|em que passepartout falla talvez um pouco mais<br>o que convem}}|CAPITULO VIII}} {{dhr}} Em poucos instantes Fix reuniu-se no caes a Passepartout, que vagueava e observava a cidade, nāo se julgando obrigado a deixar de a ver como seu amo. — Ora bem, meu amigo, disse-lhe Fix chegando-se a elle, o seu passaporte já está referendado? — Ah! é o senhor, respondeu o francez. Muito obrigado. Estamos em regra. — E anda a ver a terra? — Ando, mas nós vamos tāo depressa que parece que viajamos em sonho. Assim mesmo estamos em Suez? {{nop}}<section end="Cap. VIII"/><noinclude></noinclude> bnxm1ewwyll5ujze7u70ttjn3kvhrey Página:Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf/42 106 258007 563280 2026-09-19T14:30:52Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 563280 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rvh|38|{{sc|a volta do mundo em oitenta dias}}|{{sc|viagens maravilhosas}}}}{{rule}}</noinclude>— Em Suez. — No Egypto? — No Egypto, exacto. — Na Africa? — Na Africa. — Na Africa! repetiu Passepartout. Custa a acreditar. Ora imagine que eu fazia de conta nāo passar de Paris, e a final vi essa famosa cidade, exactamente no espaço que vae das sete horas e vinte minutos da manhā até ás oito e quarenta, entre a estaçāo do Norte e a estaçāo de Lyon, através das vidraças de uma carruagem, e no meio de uma chuva torrencial. Tenho pena! Nāo desgostava de tornar a ver o cemiterio do Père Lachaise e o circo dos Campos Elyseos! — Com que então téem muita pressa? perguntou o agente de policia... — Eu, não, mas meu amo. A proposito, é preciso comprar pingas e camisas! Partimos sem malas, apenas com um saco de viagem. — Vou leval-o a um bazar, onde acha tudo o que lhe é preciso. — Oh! redarguiu Passepartout, é de uma tal complacencia!... E ambos se pozeram a caminho. Passepartout continuava a conversar. — Sobretudo, disse elle, é preciso muito cuidado em nāo perder o paquete. — Tem tempo, exclamou Fix, ainda nāo é meio dia. Passepartout puxou de um grande relogio. — Meio dia, disse elle. Ora essa! sāo nove horas e cincoenta e dois minutos! — O seu relogio está atrazado. — O meu relogio! Um relogio de familia, que me veiu do meu bisavô! Nāo faz differença cinco minutos por anno! É um verdadeiro chronometro. — Bem vejo o que é, redarguiu Fix. Regulou-o pela hora de Londres, que faz quasi duas horas de differença da de Suez.<noinclude></noinclude> c56mrxo8liynpjrh77vhjbur7tvhj8g A Volta do Mundo em Oitenta Dias (3ª edição)/VII 0 258008 563281 2026-09-19T14:32:21Z Erick Soares3 19404 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf" from=38 to=41 fromsection="Cap. VII" tosection="Cap. VII" header=1/> {{Modernização}} {{DP-3}} [[en:Around the World in Eighty Days (Towle)/Chapter 7]] [[es:La vuelta al mundo en ochenta días/Capítulo VII]] [[id:Mengelilingi Doenia Dalam 80 Hari/Bab VII]] [[sv:Jorden rundt på åttio dagar/7]] [[fr:Le Tour du monde en quatre-vingts jours/Chapitre 7]] he:סביב הארץ בשמו... 563281 wikitext text/x-wiki <pages index="Júlio Verne - A Volta do Mundo em Oitenta Dias (1886).pdf" from=38 to=41 fromsection="Cap. VII" tosection="Cap. VII" header=1/> {{Modernização}} {{DP-3}} [[en:Around the World in Eighty Days (Towle)/Chapter 7]] [[es:La vuelta al mundo en ochenta días/Capítulo VII]] [[id:Mengelilingi Doenia Dalam 80 Hari/Bab VII]] [[sv:Jorden rundt på åttio dagar/7]] [[fr:Le Tour du monde en quatre-vingts jours/Chapitre 7]] [[he:סביב הארץ בשמונים יום/פרק ז]] [[it:Il giro del mondo in ottanta giorni/Capitolo VII]] [[pl:Podróż naokoło świata w 80-ciu dniach/Rozdział VII]] [[uk:Подорож довкола землї в 80 днях/VII]] ny2karn47kwifu1ao2r5z3ldd9p9kag Galeria:Processo de André Luis.jpg 104 258009 563282 2026-09-19T14:55:27Z Herveba 43643 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 563282 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=Processo de André Luis |Subtítulo= |Language=pt |Autor=Inquisição de Lisboa |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora= |Gráfica= |Local= |Ano=1577 |ISBN= |Fonte=ANTT processo nº 1056 |Imagem= |Capa= |Progresso=T |Páginas=<pagelist 1-1 /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário= |Epígrafe= |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=N }} dynf8aqwqkpjxiu1pcbsfl7bedrqnml Página:Paulicea desvairada (1922).pdf/65 106 258010 563284 2026-09-19T15:41:49Z Didacus21 18931 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <div style="font-family:serif"> <div style="text-align:center"> {{xx-larger|{{Small caps|'''Tietê'''}}}} </div> {{dhr|4}} <div style="text-align:left> <poem> Era uma vez um rio... Porém os Borbas-Gatos dos ultra-nacionais esperia- <div style="text-align:right> [mente </div> {{dhr|2}} Havia nas manhãs cheias de Sol do entusiasmo as monções da ambição... E as giganteas vitórias ! As embarcações singravam rumo do abismal Desca- <div styl... 563284 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude><div style="font-family:serif"> <div style="text-align:center"> {{xx-larger|{{Small caps|'''Tietê'''}}}} </div> {{dhr|4}} <div style="text-align:left> <poem> Era uma vez um rio... Porém os Borbas-Gatos dos ultra-nacionais esperia- <div style="text-align:right> [mente </div> {{dhr|2}} Havia nas manhãs cheias de Sol do entusiasmo as monções da ambição... E as giganteas vitórias ! As embarcações singravam rumo do abismal Desca- <div style="text-align:right> [minho... </div> {{dhr}} Arroubos... Lutas... Setas... Cantigas... Povoar ! Ritmos de Brecheret !... E a santificação da morte ! Foram-se os ouros !... E o hoje das turmalinas !... </poem> </div> </div><noinclude></noinclude> 356w1nt6rq2ul470aq3l55o30e85l64 Página:Paulicea desvairada (1922).pdf/22 106 258011 563288 2026-09-19T15:46:47Z Didacus21 18931 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <div style="font-family:serif; text-align:left"> não se ressentirá da ridícula fraqueza da fotografia... colorida. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Não acho mais graça nenhuma nisso da gente submeter comoções a um leito de Procusto para que obtenham, em ritmo convencional, número convencional de sílabas. Já, primeiro livro, usei indiferentemente, sem obrigação de retorno periódico, os diversos metros pares... 563288 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude><div style="font-family:serif; text-align:left"> não se ressentirá da ridícula fraqueza da fotografia... colorida. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Não acho mais graça nenhuma nisso da gente submeter comoções a um leito de Procusto para que obtenham, em ritmo convencional, número convencional de sílabas. Já, primeiro livro, usei indiferentemente, sem obrigação de retorno periódico, os diversos metros pares. Agora liberto-me também dêsse prèconceito. Adquiro outros. Razão para que me insultem ? <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Mas não desdenho baloiços dansarinos de redondilhas e decassílabos. Acontece a comoção caber nêles. Entram pois ás vezes no cabaré rítmico dos meus versos. Nesta questão de metros não sou aliado ; sou como a Argentina: enriqueço-me. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Sobre a ordem ? « Repugna-me, com efeito, o que Musset chamou : {{nop}} </div><noinclude></noinclude> mk68trvv1pi413lqo8fufikoul7dtz0 Página:Paulicea desvairada (1922).pdf/23 106 258012 563289 2026-09-19T15:48:20Z Didacus21 18931 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <div style="font-family:serif; text-align:left"> «L’art de servir à point un dénoument bien cuit». <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Existe a ordem dos colegiais infantes que saem das escolas de mãos dadas, dois a dois. Existe uma ordem nos estudantes das escolas superiores que descem uma escada de quatro em quatro degraus, chocando-se lindamente. Existe uma ordem, inda mais alta, na fúria desencadeada dos... 563289 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude><div style="font-family:serif; text-align:left"> «L’art de servir à point un dénoument bien cuit». <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Existe a ordem dos colegiais infantes que saem das escolas de mãos dadas, dois a dois. Existe uma ordem nos estudantes das escolas superiores que descem uma escada de quatro em quatro degraus, chocando-se lindamente. Existe uma ordem, inda mais alta, na fúria desencadeada dos elementos. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Quem leciona Historia do Brasil obedecerá a uma ordem que, certo, não consiste em estudar a guerra do Paraguai antes do ilustre acaso de Pedro Alvares. Quem canta seu subconsciente seguirá a ordem imprevista das comoções, das associações de imagens, dos contactos exteriores. Acontece que o tema ás vezes descaminha. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> O impulso lírico clama dentro de nós como turba enfuriada. Seria engraçadíssimo que a esta {{nop}} </div><noinclude></noinclude> k2hcn8jza9vusz118kkqahy7wkwfaw8 Página:Paulicea desvairada (1922).pdf/24 106 258013 563290 2026-09-19T15:51:11Z Didacus21 18931 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <div style="font-family:serif; text-align:left"> se dissesse:<br> « Alto lá ! Cada qual berre por sua vez ; e quem tiver o argumento mais forte, guarde-o para o fim ! » A turba é confusão aparente. Quem souber afastar-se idealmente dela, verá o imponente desenvolver-se dessa alma colectiva, falando a retórica exacta das reivindicações. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Minhas reivindicações ? Liberdade. Uso... 563290 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude><div style="font-family:serif; text-align:left"> se dissesse:<br> « Alto lá ! Cada qual berre por sua vez ; e quem tiver o argumento mais forte, guarde-o para o fim ! » A turba é confusão aparente. Quem souber afastar-se idealmente dela, verá o imponente desenvolver-se dessa alma colectiva, falando a retórica exacta das reivindicações. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Minhas reivindicações ? Liberdade. Uso dela ; não abuso. Sei embrida-la nas minhas verdades filosóficas e religiosas ; porquê verdades filosóficas, religiosas, não são convencionais como a Arte, são verdades. Tanto não abuso ! Não pretendo obrigar ninguém a seguir-me. Costumo andar sózinho. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Virgilio, Homero, não usaram rima. Virgilio, Homero, têm assonáncias admiráveis. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> A lingua brasileira é das mais ricas e sonoras. {{nop}} </div><noinclude></noinclude> j07c2wjcx0i0c8uhj5ln0in7du10npk Página:Paulicea desvairada (1922).pdf/25 106 258014 563291 2026-09-19T15:53:45Z Didacus21 18931 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <div style="font-family:serif; text-align:left"> E possúi o admirabilíssimo « ão ». <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Marinetti foi grande quando redescobriu o poder sugestivo, associativo, simbólico, universal, musical da palavra em liberdade. Aliás: velha como Adão. Marinetti errou: fez dela sistema. E' apenas auxiliar poderosíssimo. Uso palavras em liberdade. Sinto que o meu copo é grande demais para mim... 563291 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude><div style="font-family:serif; text-align:left"> E possúi o admirabilíssimo « ão ». <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Marinetti foi grande quando redescobriu o poder sugestivo, associativo, simbólico, universal, musical da palavra em liberdade. Aliás: velha como Adão. Marinetti errou: fez dela sistema. E' apenas auxiliar poderosíssimo. Uso palavras em liberdade. Sinto que o meu copo é grande demais para mim, e inda bebo no copo dos outros. <div style="text-align:center">''<nowiki>''</nowiki>''</div> Sei construir teorias engenhosas. Quer ver ? A poética está muito mais atrasada que a música. Esta abandonou, talvez mesmo antes do século 8, o regime da melodia quando muito oitavada, para enriquecer-se com os infinitos recursos da harmonia. A poética, com rara excepção até meados do século 19 francês, foi essencialmente melódica. Chamo de verso melódico o mesmo que melodia musical: {{nop}} </div><noinclude></noinclude> kqc81t0xqlr41kxtdvycwarns68w9jm Página:Paulicea desvairada (1922).pdf/26 106 258015 563292 2026-09-19T15:59:13Z Didacus21 18931 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <div style="font-family:serif; text-align:left"> arabesco horisontal de vozes (sons) consecutivas, contendo pensamento inteligível. Ora, si em vez de unicamente usar versos melódicos horisontais:<br> Mnezarete, a divina, a pálida Phrynea<br> Comparece ante a austera e rígida assemblea<br> Do Areópago supremo . . . »<br> fizermos que se sigam palavras sem ligação imediata entre si: estas palavras, pelo facto mesmo de se não seguirem in... 563292 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude><div style="font-family:serif; text-align:left"> arabesco horisontal de vozes (sons) consecutivas, contendo pensamento inteligível. Ora, si em vez de unicamente usar versos melódicos horisontais:<br> Mnezarete, a divina, a pálida Phrynea<br> Comparece ante a austera e rígida assemblea<br> Do Areópago supremo . . . »<br> fizermos que se sigam palavras sem ligação imediata entre si: estas palavras, pelo facto mesmo de se não seguirem intelectual, gramaticalmente, se sobrepõem umas ás outras, para a nossa sensação, formando, não mais melodias, mas harmonias.<br> Explico milhor:<br> Harmonia: combinação de sons simultâneos.<br> Exemplo:<br> « Arroubos... Lutas... Setas... Cantigas.. . Povoar !... »<br> Estas palavras não se ligam. Não formam enumeração. Cada uma é frase, período elíptico, reduzido ao mínimo telegráfico. Si pronuncio «Arroubos», como não faz parte {{nop}} </div><noinclude></noinclude> gwqsbjaulpcrcl60hm724hhsps02vhc 563293 563292 2026-09-19T15:59:29Z Didacus21 18931 563293 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude><div style="font-family:serif; text-align:left"> arabesco horisontal de vozes (sons) consecutivas, contendo pensamento inteligível. Ora, si em vez de unicamente usar versos melódicos horisontais:<br> « Mnezarete, a divina, a pálida Phrynea<br> Comparece ante a austera e rígida assemblea<br> Do Areópago supremo . . . »<br> fizermos que se sigam palavras sem ligação imediata entre si: estas palavras, pelo facto mesmo de se não seguirem intelectual, gramaticalmente, se sobrepõem umas ás outras, para a nossa sensação, formando, não mais melodias, mas harmonias.<br> Explico milhor:<br> Harmonia: combinação de sons simultâneos.<br> Exemplo:<br> « Arroubos... Lutas... Setas... Cantigas.. . Povoar !... »<br> Estas palavras não se ligam. Não formam enumeração. Cada uma é frase, período elíptico, reduzido ao mínimo telegráfico. Si pronuncio «Arroubos», como não faz parte {{nop}} </div><noinclude></noinclude> nvjk3qplvhy41ueqkhmcukiy8uqssra Página:Paulicea desvairada (1922).pdf/58 106 258016 563295 2026-09-19T16:09:41Z Didacus21 18931 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{dhr|7}} <div style="font-family:serif"> <poem> Não tenho navios de vela para mais naufrágios ! Faltam-me as fôrças ! Falta-me o ar ! Mas qual ! Não ha siquer um pôrto môrto ! «Can you dance the tarantella ?» — «Ach ! ya.» São as califórnias duma vida milionária numa cidade arlequinal... {{dhr|2}} O Clube Comercial... A Padaria Espiritual... Mas a desilusão dos sombrais amorosos põe ''majoration temporaire'', 100 % <sup>nt</sup> !...... 563295 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude>{{dhr|7}} <div style="font-family:serif"> <poem> Não tenho navios de vela para mais naufrágios ! Faltam-me as fôrças ! Falta-me o ar ! Mas qual ! Não ha siquer um pôrto môrto ! «Can you dance the tarantella ?» — «Ach ! ya.» São as califórnias duma vida milionária numa cidade arlequinal... {{dhr|2}} O Clube Comercial... A Padaria Espiritual... Mas a desilusão dos sombrais amorosos põe ''majoration temporaire'', 100 % <sup>nt</sup> !... {{dhr}} Minha Loucura, acalma-te ! Veste o ''water-proof'' dos tambens ! </poem><noinclude></noinclude> q1ydatn3xf55s5h8vmpl8z4kop3j4vr Galeria:Hino de Santo André (SP).pdf 104 258017 563297 2026-09-19T17:31:27Z Didacus21 18931 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: 563297 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Hino do município de Santo André (SP)]] |Subtítulo= |Language=pt |Autor= |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora= |Gráfica= |Local=Santo André |Ano=1950 |ISBN= |Fonte={{Commons|Hino de Santo André (SP).pdf}} |Imagem= |Capa=1 |Progresso=X |Páginas=<pagelist 1="Capa" 2="1" 3="2" /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário= |Epígrafe= |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=N }} 3j6r0dz26sd68da3mewc3oqmrzqz52a 563298 563297 2026-09-19T17:32:34Z Didacus21 18931 Didacus21 moveu [[Galeria:File:Hino de Santo André (SP).pdf]] para [[Galeria:Hino de Santo André (SP).pdf]]: Errei ao colocar o "File:" antes do nome do artigo 563297 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Hino do município de Santo André (SP)]] |Subtítulo= |Language=pt |Autor= |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora= |Gráfica= |Local=Santo André |Ano=1950 |ISBN= |Fonte={{Commons|Hino de Santo André (SP).pdf}} |Imagem= |Capa=1 |Progresso=X |Páginas=<pagelist 1="Capa" 2="1" 3="2" /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário= |Epígrafe= |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=N }} 3j6r0dz26sd68da3mewc3oqmrzqz52a 563306 563298 2026-09-19T18:17:14Z Didacus21 18931 563306 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=[[Hino do município de Santo André (São Paulo)]] |Subtítulo= |Language=pt |Autor= |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição= |Volume= |Editora= |Gráfica= |Local=Santo André |Ano=1950 |ISBN= |Fonte={{Commons|Hino de Santo André (SP).pdf}} |Imagem= |Capa=1 |Progresso=C |Páginas=<pagelist 1="Capa" 2="1" 3="2" /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário= |Epígrafe= |Width= |Css= |Header= |Footer= |Modernização=N }} b1zxkbvywxkk63m169g88zxke5ypqw3 Galeria:File:Hino de Santo André (SP).pdf 104 258018 563299 2026-09-19T17:32:34Z Didacus21 18931 Didacus21 moveu [[Galeria:File:Hino de Santo André (SP).pdf]] para [[Galeria:Hino de Santo André (SP).pdf]]: Errei ao colocar o "File:" antes do nome do artigo 563299 proofread-index text/x-wiki #REDIRECT [[Galeria:Hino de Santo André (SP).pdf]] dp3cjivwk3rk2ks3agtwtwtf4k7udc9 Página:Hino de Santo André (SP).pdf/1 106 258019 563300 2026-09-19T17:42:00Z Didacus21 18931 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: [[File:Hino de Santo André (SP) - Capa.jpg|centro|400px]] {{nop}} 563300 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude>[[File:Hino de Santo André (SP) - Capa.jpg|centro|400px]] {{nop}}<noinclude></noinclude> qowkpliywzo4vuw7d7led2x8zfrwue1 Página:Hino de Santo André (SP).pdf/3 106 258020 563301 2026-09-19T17:49:00Z Didacus21 18931 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <div style="font-family:serif"> <poem> ''Santo André, livre terra querida,'' ''Forja ardente de amor e trabalho,'' ''Em teu solo semeias a vida,'' ''Em teus lares ha pão e agasalho.'' ''(Estribilho)'' <span style="display:inline-block; vertical-align:top; margin-left: 2em;">''Salve, salve, torrão Andrèense'' ''Gigantesco viveiro industrial!'' ''Teu formoso destino pertence'' ''Aos que lutam por um ideal!'' </span> ''Três figuras de h... 563301 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude><div style="font-family:serif"> <poem> ''Santo André, livre terra querida,'' ''Forja ardente de amor e trabalho,'' ''Em teu solo semeias a vida,'' ''Em teus lares ha pão e agasalho.'' ''(Estribilho)'' <span style="display:inline-block; vertical-align:top; margin-left: 2em;">''Salve, salve, torrão Andrèense'' ''Gigantesco viveiro industrial!'' ''Teu formoso destino pertence'' ''Aos que lutam por um ideal!'' </span> ''Três figuras de heróis bandeirantes'' ''Isabel, o cacique e o reinól'' ''Constituíram os troncos gigantes'' ''Das famílias paulistas de escól.'' ''(Estribilho)'' <span style="display:inline-block; vertical-align:top; margin-left: 2em;">''Salve, salve, etc.''</span> ''Se tu fôste, no início, um castigo'' ''Hoje és benção dos céus sobre nós.'' ''Santo André , o teu nome bendigo,'' ''Berço e tumba de nossos avós.'' ''(Estribilho)'' <span style="display:inline-block; vertical-align:top; margin-left: 2em;">''Salve, salve, etc.''</span> ''Eia, pois, a caminho da glória,'' ''Santo André do herói quinhentista!'' ''Tu serás para sempre na história'' ''Marco zero da História Paulista!'' ''(Estribilho)'' <span style="display:inline-block; vertical-align:top; margin-left: 2em;">''Salve, salve, etc.''</span> </poem><noinclude></noinclude> my3njpyzs67jq6f8gmcwkuiei9me8od 563303 563301 2026-09-19T17:56:41Z Didacus21 18931 563303 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Didacus21" /></noinclude><div style="font-family:serif"> {{C|{{Digitalizar partitura}}}} <poem> ''Santo André, livre terra querida,'' ''Forja ardente de amor e trabalho,'' ''Em teu solo semeias a vida,'' ''Em teus lares ha pão e agasalho.'' ''(Estribilho)'' <span style="display:inline-block; vertical-align:top; margin-left: 2em;">''Salve, salve, torrão Andrèense'' ''Gigantesco viveiro industrial!'' ''Teu formoso destino pertence'' ''Aos que lutam por um ideal!'' </span> ''Três figuras de heróis bandeirantes'' ''Isabel, o cacique e o reinól'' ''Constituíram os troncos gigantes'' ''Das famílias paulistas de escól.'' ''(Estribilho)'' <span style="display:inline-block; vertical-align:top; margin-left: 2em;">''Salve, salve, etc.''</span> ''Se tu fôste, no início, um castigo'' ''Hoje és benção dos céus sobre nós.'' ''Santo André , o teu nome bendigo,'' ''Berço e tumba de nossos avós.'' ''(Estribilho)'' <span style="display:inline-block; vertical-align:top; margin-left: 2em;">''Salve, salve, etc.''</span> ''Eia, pois, a caminho da glória,'' ''Santo André do herói quinhentista!'' ''Tu serás para sempre na história'' ''Marco zero da História Paulista!'' ''(Estribilho)'' <span style="display:inline-block; vertical-align:top; margin-left: 2em;">''Salve, salve, etc.''</span> </poem><noinclude></noinclude> h1t4k4wwpjoxuqpws3evgqw2bcz64k2 Predefinição:Digitalizar partitura 10 258021 563302 2026-09-19T17:55:58Z Didacus21 18931 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <includeonly><span class="quality2" style="font-size: 83%;">Esta página contém uma partitura. É necessário transcrevê-la no lugar deste aviso.</span></includeonly><!--- Categorizar apenas as NS:PAGE --------------->{{#switch: {{NAMESPACE}} | Página = [[Categoria:!Páginas com partituras a serem digitalizadas]] | #default = &nbsp; }}<noinclude>{{Documentação}}</noinclude> 563302 wikitext text/x-wiki <includeonly><span class="quality2" style="font-size: 83%;">Esta página contém uma partitura. 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