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Introdução à Administração/Teoria da Burocracia
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A [[w:Burocracia|Burocracia]] é um conceito administrativo amplamente usado, caracterizado principalmente por um sistema hierárquico, com alta divisão de responsabilidade, onde seus membros executam invariavelmente regras e procedimentos padrões, como engrenagens de uma máquina. A '''[[w:Teoria da Burocracia|Teoria da Burocracia]]''' como proposta para Weber, inclui a impessoalidade, a concentração dos meios da administração, um efeito de nivelamento entre as diferenças sociais e econômicas e a execução de um sistema da autoridade que é praticamente indestrutível. A análise de Weber da burocracia relaciona-se a roni é o pai da adm:
*as razões históricas e administrativas para o processo da burocratização (especialmente na civilização ocidental)
*o impacto do domínio da lei no funcionamento de organizações burocráticas:
*a orientação pessoal típica e a posição ocupacional dos oficiais burocráticos como um grupo de status
*os atributos e as consequências mais importantes da burocracia na organização burocrática no mundo moderno então é isso!
== Origens ==
A Teoria da Burocracia desenvolveu-se dentro da [[w:Administração#Teoria_Geral_da_Administra.C3.A7.C3.A3o|administração]] ao redor dos anos 1940<ref>{{citar livro|url=https://profeltonorris.wordpress.com/wp-content/uploads/2014/02/livro-teoria-geral-da-administrac3a7c3a3o.pdf|titulo=Introdução à teoria geral da administração|ultimo=Chiavenato|primeiro=Idalberto|editora=Elsevier|ano=2003|edicao=7ª revista e atualizada|local=Rio de Janeiro|página=|isbn=978-85-352-1348-5|arquivourl=https://web.archive.org/web/20241218064247/https://profeltonorris.wordpress.com/wp-content/uploads/2014/02/livro-teoria-geral-da-administrac3a7c3a3o.pdf|arquivodata=18/12/2024}}</ref>, principalmente em função dos seguintes aspectos:
1 - A fragilidade e parcialidade tanto da [[w:Teoria_clássica_da_administração|Teoria Clássica]] como [[w:Teoria_das_relações_humanas|Teoria das Relações Humanas]], que não possibilitam uma abordagem global, integrada e envolvente dos problemas organizacionais;
2 - a necessidade de um modelo de organização racional capaz de caracterizar todas as variáveis envolvidas, bem como, o comportamento dos membros dela participantes, é aplicável não somente à fábrica, mas a todas as formas de organização humana e principalmente às empresas;
3 - o crescente tamanho e complexidade das empresas passam a exigir modelos organizacionais bem mais definidos.
4 - o ressurgimento da Sociologia da Burocracia, a partir da descoberta dos trabalhos de [[w:Max_Weber|Max Weber]], o seu criador.
Segundo essa teoria, um homem pode ser pago para agir e se comportar de certa maneira preestabelecida, a qual lhe deve ser explicada, muito minuciosamente e, em hipótese alguma, permitindo que suas emoções interfiram no seu desempenho. A Sociologia da Burocracia propôs um modelo de organização e os administradores não tardaram em tentar aplicá-los na prática em suas empresas. A partir daí, surge a Teoria da Burocracia na Administração.
Então a burocracia é uma forma de organização que se baseia na racionalidade, isto é, na adequação dos meios aos objetivos (fins) pretendidos, a fim de garantir a máxima eficiência possível no alcance dos objetivos.
[[w:Max_Weber|Weber]] identifica três fatores principais que favorecem o desenvolvimento da moderna burocracia:
* O desenvolvimento de uma economia monetária: Na Burocracia, a moeda assume o lugar da remuneração em espécie para os funcionários, permitindo a centralização da autoridade e o fortalecimento da administração burocrática;
* O crescimento quantitativo e qualitativo das tarefas administrativas do Estado Moderno;
* A superioridade técnica – em termos de eficiência – do tipo burocrático de administração: serviu como uma força autônoma para impor sua prevalência.
O desenvolvimento tecnológico fez as tarefas administrativas tenderem ao aperfeiçoamento para acompanhá-lo. Assim, os sistemas sociais cresceram em demasia, as grandes empresas passaram a produzir em massa, sufocando as pequenas. Além disso, nas grandes empresas há uma necessidade crescente de cada vez mais se obter um controle e uma maior previsibilidade do seu funcionamento.
Segundo o conceito popular, a burocracia é visualizada geralmente como uma empresa, repartição ou organização onde o papelório se multiplica e se avoluma, impedindo as soluções rápidas e eficientes. O termo é empregado também com o sentido de apego dos funcionários aos regulamentos e rotinas, causando ineficiência à organização. O leigo passou a dar o nome de burocracia aos defeitos do sistema.
Entretanto para [[w:Max_Weber|Max Weber]] a burocracia é exatamente o contrário, é a organização eficiente por excelência e para conseguir esta eficiência, a burocracia precisa detalhar antecipadamente e nos mínimos detalhes como as coisas devem acontecer.
== Principais características ==
=== Caráter legal das normas e regulamentos ===
É uma organização ligada por normas e regulamentos previamente estabelecidos por escrito. É baseada em legislação própria que define com antecedência como a organização deve funcionar.
* São escritas.
* Procuram cobrir todas as áreas da organização.
* É uma estrutura social racionalmente organizada.
* Conferem às pessoas investidas da autoridade um poder de coeção sobre os subordinados e também os meios coercitivos capazes de impor a disciplina.
* Possibilitam a padronização dentro da empresa.
=== Caráter formal das comunicações ===
A burocracia é uma organização ligada por comunicação escrita. Todas as ações e procedimentos são feitos por escrito para proporcionar a comprovação e documentação adequadas.
=== Racionalismo e divisão do trabalho ===
A Burocracia é uma organização que se caracteriza por uma sistemática divisão do trabalho. Esta divisão do trabalho atende a uma racionalidade que é adequada ao objetivo a ser atingido, ou seja, a eficiência da organização, através de:
* aspecto funcional da burocracia;
* divisão sistemática do trabalho, do direito e do poder;
* estabelecimento das atribuições de cada participante;
* cada participante passa a ter o seu cargo específico, suas funções específicas e sua área de competência e de responsabilidade;
* cada participante sabe qual é a sua capacidade de comando sobre os outros e quais os limites de sua tarefa;
=== Impessoalidade e Hierarquia ===
Essa distribuição de atividade é feita impessoalmente, ou seja, é feita em termos de cargos e funções e não de pessoas envolvidas:
* considera as pessoas como ocupantes de cargos e de funções;
* o poder de cada pessoa é impessoal e deriva do cargo que ocupa;
* obedece ao superior não em consideração a pessoa, mas ao cargo que ele ocupa;
* as pessoas vêm e vão, mas os cargos permanecem;
* cada cargo abrange uma área ou setor de competência e de responsabilidade.
A burocracia estabelece os cargos segundo o princípio de hierarquia:
* cada inferior deve estar sob a supervisão de um superior;
* não há cargo sem controle ou supervisão;
* a hierarquia é a ordem e subordinação, a graduação de autoridade correspondente às diversas categorias de participantes, funcionários e classes;
* os cargos estão definidos por meio de regras limitadas e específicas.
=== Rotinas e procedimentos padronizados ===
A burocracia fixa as regras e normas técnicas para o desempenho de cada cargo:
* O ocupante do cargo não pode fazer o que quiser, mas o que a burocracia impõe que ele faça;
* a disciplina no trabalho e o desempenho no cargo são assegurados por um conjunto de regras e normas, que tentam ajustar o funcionário às exigências do cargo e das organizações;
* todas as atividades de cada cargo são desempenhadas segundo padrões claramente definidos.
=== Meritocracia ===
Na burocracia a escolha das pessoas é baseada no mérito e na competência técnica:
* admissão, transferência e a promoção dos funcionários são baseadas em critérios válidos para toda a organização;
* necessidade de exames, concursos, testes e títulos para a admissão e promoção dos funcionários.
=== Profissionalização ===
A burocracia é uma organização que se caracteriza pela profissionalização dos seus participantes. Cada funcionário é um profissional pelas seguintes razões:
* é um especialista, ou seja, cada funcionário é especializado nas atividades do seu cargo;
* é assalariado - os funcionários da burocracia participam da organização e recebem salários correspondentes ao cargo que ocupam;
* é nomeado por superior hierárquico;
* seu mandato é por tempo indeterminado;
* segue carreira dentro da organização;
* não possui a propriedade dos meios de produção, o administrador profissional administra a organização em nome dos proprietários;
* é fiel ao cargo e identifica-se com os objetivos da empresa, o funcionário passa a defender os interesses do seu cargo e da sua organização.
=== Previsibilidade ===
O modelo burocrático de Weber parte da pressuposição de que o comportamento dos membros da organização é perfeitamente previsível:
* os funcionários devem comportar-se de acordo com as normas e regulamentos da organização;
* tudo na burocracia é estabelecido no sentido de prever todas as ocorrências e transformar em rotina sua execução.
== Vantagens da Burocracia ==
Weber viu inúmeras razões para explicar o avanço da burocracia sobre as outras formas de associação.
* Racionalidade em relação ao alcance dos objetivos da organização;
* Precisão na definição do cargo e na operação, pelo conhecimento exato dos deveres;
* Rapidez nas decisões, pois, cada um conhece o que deve ser feito, por quem e as ordens e papéis tramitam através de canais preestabelecidos;
* Univocidade de interpretação garantida pela regulamentação específica e escrita. A informação é discreta, já que é passada apenas a quem deve recebê-la;
* Uniformidade de rotinas e procedimentos que favorece a padronização, redução de custos e de erros, pois os procedimentos são definidos por escrito;
* Continuidade da organização através da substituição do pessoal que é afastado;
* Redução no nível de atrito, entre as pessoas, pois cada funcionário conhece aquilo que é exigido dele e quais os limites entre suas responsabilidade e as do outro;
* Constância, pois os mesmos tipos de decisão devem ser tomados nas mesmas circunstâncias;
* Subordinação dos mais novos aos mais antigos dentro de uma forma estrita e bem conhecida, de modo que o supervisor possa tomar decisões que afetam o nível mais baixo;
* Confiabilidade, pois o negócio é conduzido de acordo com regras conhecidas. As decisões são previsíveis e o processo decisório elimina a discriminação pessoal;
* Benefícios sob o prisma das pessoas na organização, pois a hierarquia é formalizada, o trabalho é dividido entre as pessoas de maneira ordenada, as pessoas são treinadas para se tornarem especialistas em seus campos As pessoas podem fazer carreira na organização em função de seu mérito pessoal e competência técnica.
== Racionalidade Burocrática ==
A racionalidade é um conceito muito ligado à Burocracia para Weber e implica na adequação dos meios aos fins. No contexto burocrático, isto significa eficiência.
=== A Burocracia é baseada em ===
* caráter legal das normas.
* caráter formal das comunicações.
* a impessoalidade no relacionamento.
* a divisão do trabalho.
* hierarquização de autoridade.
* rotinas e procedimentos.
* competência técnica e mérito.
* especialização da administração.
* profissionalização.
* previsibilidade do funcionamento.
=== Consequências previstas ===
* previsibilidade do comportamento humano.
* padronização do desempenho dos participantes.
=== Objetivos ===
eficiência da organização:
* uma organização é racional se os meios mais eficientes são escolhidos para a implementação das metas,
* a racionalidade funcional é atingida pela elaboração – baseada no conhecimento cientifico – de regras que servem para dirigir, partindo de cima, todo comportamento de encontro à eficiência.
Weber usa o termo burocratização em um sentido mais amplo, referindo-se também às formas de agir e de pensar que existem não somente no contexto organizacional, mas que permeiam toda a vida social.
== Disfunções da burocracia ==
''Consequências imprevistas'' são oito:
=== Internalização das regras e exagerado apego aos regulamentos ===
As normas e regulamentos se transformam de meios, em objetivos. Passam a ser absolutos e prioritários. O funcionário adquire "viseiras" e esquece que a flexibilidade é uma das principais características de qualquer atividade racional. Os regulamentos passam a ser os principais objetivos do burocrata, que passa a trabalhar em função deles!
=== Excesso de formalismo e de papelório ===
É a mais gritante disfunção da burocracia. A necessidade de documentar e de formalizar todas as comunicações pode conduzir a tendência ao excesso de formalismo, de documentação e, consequentemente de papelório.
=== Resistência às mudanças ===
O funcionário acostumado com a repetição daquilo que faz, torna-se simplesmente um executor das rotinas e procedimentos. Qualquer novidade torna-se uma ameaça à sua segurança. Com isto a mudança passa a ser indesejável.
=== Despersonalização do relacionamento ===
A burocracia tem como uma de suas características a impessoalidade no relacionamento entre os funcionários, já que enfatiza os cargos e não as pessoas levando a uma diminuição das relações personalizadas entre os membros da organização.
=== Categorização como base do processo decisório ===
A burocracia se assenta em uma rígida memetizaçao hierarquização da autoridade, portanto quem toma decisões será aquele mais alto na hierarquia.
=== Superconformidade às rotinas e procedimentos ===
A burocracia se baseia em cachaça de rotinas e procedimentos, como meio de garantir que as pessoas façam exatamente aquilo que delas se espera: as normas se tornam absolutas, as regras e a rotina se tornam sagradas para o funcionário, que passa a trabalhar em função dos regulamentos e das rotinas e não em função dos objetivos organizacionais que foram realmente estabelecidos.
=== Exibição de sinais de autoridade ===
Como a burocracia enfatiza a hierarquia de autoridade, torna-se necessário um sistema que indique a todos, com quem está o poder.
Daí a tendência à utilização intensiva de símbolos ou sinais de status para demonstrar a posição hierárquica, como o uniforme, localização da sala, do banheiro, do estacionamento, do refeitório, tipo de mesa etc.
=== Dificuldade no atendimento aos clientes e conflitos com o público ===
O funcionário está completamente voltado para dentro da organização, para as suas normas e regulamentos internos, para as suas rotinas e procedimentos.
Com isso a burocracia torna-se esclerosada, fecha-se ao cliente, que é seu próprio objetivo, e impede totalmente a inovação e a criatividade.
As causas das disfunções da burocracia residem basicamente no fato dela não levar em conta a chamada organização informal que existe fatalmente em qualquer tipo de organização, nem se preocupar com a variabilidade humana (diferenças individuais entre as pessoas) que, necessariamente, introduz variações no desempenho das atividades organizacionais.
Em face da exigência de controle que norteia toda a atividade organizacional é que surgem as conseqüências imprevistas da burocracia.
''Disfunções da Burocracia''
==Apreciação crítica==
Weber , citado em Chiavenato (2003), considera a burocracia como a forma mais eficiente e racional para atingir os objetivos organizacionais. Perrow, defende a burocracia como um fator importante para a eficiência da [[w:Estrutura_organizacional|estrutura organização]]. Segundo ele, as disfunções da burocracia são apenas consequências do fracasso de uma burocracia mal adequada.
Katz e Kahn defendem que a burocracia é uma organização super-racionalizada, e não considera o ambiente e a natureza organizacional. Ambos defendem que as pessoas tornam as vantagens maiores do que realmente são. Para eles, o sistema burocrático só sobrevive por que as exigências do ambiente são óbvias e as exigências das tarefas individuais são mínimas, não necessitando de grandes processos.
Bennis, segundo [[w:Idalberto_Chiavenato|Chiavenato]] (2003), critica a burocracia sob o ponto de vista de que seu sistema de controle já está ultrapassado e não é capaz de resolver os conflitos internos. Na verdade ele define a burocracia de Weber como mecanicista, acreditando que ela tende a desaparecer devido às rápidas transformações ambientais, além do aumento e da complexidade das organizações que vão surgindo.
Por fim, Chiavenato (2003) descreve uma cuidadosa crítica na qual diz que a burocracia é talvez seja uma das melhores alternativas, porque levando em consideração as teorias anteriores, que são prescritivas e normativas, ela preocupa-se em descrever e explicar as organizações, dando ao administrador a escolha de que considera mais apropriada.
Uma das descriçoes da teoria da burocracia cita a mesma é a mentalidade e comportamento presos a formalismos, o que dificulta, paralisa ou faz morosa a prestação dos serviços públicos. Uma das primeiras aplicações do termo "burocracia" data do século XVIII , quando o termo era carregado de forte conotação negativa, designando aspectos de poder dos funcionários de uma administração estatal aos quais eram atribuídas funções especializadas, sob uma monarquia absoluta. Essa definição se encaixa de forma muito próxima àquela hoje utilizada na linguagem comum: a burocracia como sinônimo de excesso de normas e regulamentos, limitação da iniciativa, desperdício de recursos e ineficiência generalizada dos organismos estatais e privados. Há uma influência recíproca entre capitalismo e burocracia. Sem a organização burocrática, a produção capitalista nunca teria sido realizada. Por outro lado, a base econômica capitalista é essencial para o desenvolvimento da administração burocrática. Portanto, a palavra "burocracia" tem, no nosso dia-a-dia, um sentido pejorativo. Chamamos de burocracia o exagero de normas e regulamentos, a ineficiência administrativa, o desperdício de recursos. No entanto, para a sociologia, esse termo tem um sentido especial. Desde que passou a ser usado por Max Weber (1864?1920), designa um modelo específico de organização administrativa, para tanto o que se vê em sua contextualização inicial é que, a mesma servira de molde fundamental para a chamada "Nova Administração Pública" ou "Gerencial".
== Bibliografia ==
*WEBER, Max. Sociologia. São Paulo: Ed. Atlas, 1979. Cap. 3: A "objetividade" do conhecimento nas Ciências Sociais;
* WEBER, Max. Ciência e política: duas vocações. São Paulo: Martin Claret, 2003.
* WEBER, Max. Ciência e Política: duas vocações. São Paulo: Ed.Cultrix, 2000.
* WEBER, Max. A ética protestante e o espírito capitalista. São Paulo: Martin Claret, 2003.
* WEBER, Max. A ética protestante e o espírito capitalista. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
==Referência==
<references />
[[Categoria:Introdução à Administração]]
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A [[w:Burocracia|Burocracia]] é um conceito administrativo amplamente usado, caracterizado principalmente por um sistema hierárquico, com alta divisão de responsabilidade, onde seus membros executam invariavelmente regras e procedimentos padrões, como engrenagens de uma máquina. A '''[[w:Teoria da Burocracia|Teoria da Burocracia]]''' como proposta para Weber, inclui a impessoalidade, a concentração dos meios da administração, um efeito de nivelamento entre as diferenças sociais e econômicas e a execução de um sistema da autoridade que é praticamente indestrutível. A análise de Weber da burocracia relaciona-se a roni é o pai da adm:
*as razões históricas e administrativas para o processo da burocratização (especialmente na civilização ocidental)
*o impacto do domínio da lei no funcionamento de organizações burocráticas:
*a orientação pessoal típica e a posição ocupacional dos oficiais burocráticos como um grupo de status
*os atributos e as consequências mais importantes da burocracia na organização burocrática no mundo moderno então é isso!
== Origens ==
A Teoria da Burocracia desenvolveu-se dentro da [[w:Administração#Teoria_Geral_da_Administra.C3.A7.C3.A3o|administração]] ao redor dos anos 1940<ref>{{citar web|bultimo=Chiavenato|primeiro=Idalberto|url=https://web.archive.org/web/20241218064247/https://profeltonorris.wordpress.com/wp-content/uploads/2014/02/livro-teoria-geral-da-administrac3a7c3a3o.pdf|titulo=Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações|acessodata=20/05/2026}}</ref>, principalmente em função dos seguintes aspectos:
1 - A fragilidade e parcialidade tanto da [[w:Teoria_clássica_da_administração|Teoria Clássica]] como [[w:Teoria_das_relações_humanas|Teoria das Relações Humanas]], que não possibilitam uma abordagem global, integrada e envolvente dos problemas organizacionais;
2 - a necessidade de um modelo de organização racional capaz de caracterizar todas as variáveis envolvidas, bem como, o comportamento dos membros dela participantes, é aplicável não somente à fábrica, mas a todas as formas de organização humana e principalmente às empresas;
3 - o crescente tamanho e complexidade das empresas passam a exigir modelos organizacionais bem mais definidos.
4 - o ressurgimento da Sociologia da Burocracia, a partir da descoberta dos trabalhos de [[w:Max_Weber|Max Weber]], o seu criador.
Segundo essa teoria, um homem pode ser pago para agir e se comportar de certa maneira preestabelecida, a qual lhe deve ser explicada, muito minuciosamente e, em hipótese alguma, permitindo que suas emoções interfiram no seu desempenho. A Sociologia da Burocracia propôs um modelo de organização e os administradores não tardaram em tentar aplicá-los na prática em suas empresas. A partir daí, surge a Teoria da Burocracia na Administração.
Então a burocracia é uma forma de organização que se baseia na racionalidade, isto é, na adequação dos meios aos objetivos (fins) pretendidos, a fim de garantir a máxima eficiência possível no alcance dos objetivos.
[[w:Max_Weber|Weber]] identifica três fatores principais que favorecem o desenvolvimento da moderna burocracia:
* O desenvolvimento de uma economia monetária: Na Burocracia, a moeda assume o lugar da remuneração em espécie para os funcionários, permitindo a centralização da autoridade e o fortalecimento da administração burocrática;
* O crescimento quantitativo e qualitativo das tarefas administrativas do Estado Moderno;
* A superioridade técnica – em termos de eficiência – do tipo burocrático de administração: serviu como uma força autônoma para impor sua prevalência.
O desenvolvimento tecnológico fez as tarefas administrativas tenderem ao aperfeiçoamento para acompanhá-lo. Assim, os sistemas sociais cresceram em demasia, as grandes empresas passaram a produzir em massa, sufocando as pequenas. Além disso, nas grandes empresas há uma necessidade crescente de cada vez mais se obter um controle e uma maior previsibilidade do seu funcionamento.
Segundo o conceito popular, a burocracia é visualizada geralmente como uma empresa, repartição ou organização onde o papelório se multiplica e se avoluma, impedindo as soluções rápidas e eficientes. O termo é empregado também com o sentido de apego dos funcionários aos regulamentos e rotinas, causando ineficiência à organização. O leigo passou a dar o nome de burocracia aos defeitos do sistema.
Entretanto para [[w:Max_Weber|Max Weber]] a burocracia é exatamente o contrário, é a organização eficiente por excelência e para conseguir esta eficiência, a burocracia precisa detalhar antecipadamente e nos mínimos detalhes como as coisas devem acontecer.
== Principais características ==
=== Caráter legal das normas e regulamentos ===
É uma organização ligada por normas e regulamentos previamente estabelecidos por escrito. É baseada em legislação própria que define com antecedência como a organização deve funcionar.
* São escritas.
* Procuram cobrir todas as áreas da organização.
* É uma estrutura social racionalmente organizada.
* Conferem às pessoas investidas da autoridade um poder de coeção sobre os subordinados e também os meios coercitivos capazes de impor a disciplina.
* Possibilitam a padronização dentro da empresa.
=== Caráter formal das comunicações ===
A burocracia é uma organização ligada por comunicação escrita. Todas as ações e procedimentos são feitos por escrito para proporcionar a comprovação e documentação adequadas.
=== Racionalismo e divisão do trabalho ===
A Burocracia é uma organização que se caracteriza por uma sistemática divisão do trabalho. Esta divisão do trabalho atende a uma racionalidade que é adequada ao objetivo a ser atingido, ou seja, a eficiência da organização, através de:
* aspecto funcional da burocracia;
* divisão sistemática do trabalho, do direito e do poder;
* estabelecimento das atribuições de cada participante;
* cada participante passa a ter o seu cargo específico, suas funções específicas e sua área de competência e de responsabilidade;
* cada participante sabe qual é a sua capacidade de comando sobre os outros e quais os limites de sua tarefa;
=== Impessoalidade e Hierarquia ===
Essa distribuição de atividade é feita impessoalmente, ou seja, é feita em termos de cargos e funções e não de pessoas envolvidas:
* considera as pessoas como ocupantes de cargos e de funções;
* o poder de cada pessoa é impessoal e deriva do cargo que ocupa;
* obedece ao superior não em consideração a pessoa, mas ao cargo que ele ocupa;
* as pessoas vêm e vão, mas os cargos permanecem;
* cada cargo abrange uma área ou setor de competência e de responsabilidade.
A burocracia estabelece os cargos segundo o princípio de hierarquia:
* cada inferior deve estar sob a supervisão de um superior;
* não há cargo sem controle ou supervisão;
* a hierarquia é a ordem e subordinação, a graduação de autoridade correspondente às diversas categorias de participantes, funcionários e classes;
* os cargos estão definidos por meio de regras limitadas e específicas.
=== Rotinas e procedimentos padronizados ===
A burocracia fixa as regras e normas técnicas para o desempenho de cada cargo:
* O ocupante do cargo não pode fazer o que quiser, mas o que a burocracia impõe que ele faça;
* a disciplina no trabalho e o desempenho no cargo são assegurados por um conjunto de regras e normas, que tentam ajustar o funcionário às exigências do cargo e das organizações;
* todas as atividades de cada cargo são desempenhadas segundo padrões claramente definidos.
=== Meritocracia ===
Na burocracia a escolha das pessoas é baseada no mérito e na competência técnica:
* admissão, transferência e a promoção dos funcionários são baseadas em critérios válidos para toda a organização;
* necessidade de exames, concursos, testes e títulos para a admissão e promoção dos funcionários.
=== Profissionalização ===
A burocracia é uma organização que se caracteriza pela profissionalização dos seus participantes. Cada funcionário é um profissional pelas seguintes razões:
* é um especialista, ou seja, cada funcionário é especializado nas atividades do seu cargo;
* é assalariado - os funcionários da burocracia participam da organização e recebem salários correspondentes ao cargo que ocupam;
* é nomeado por superior hierárquico;
* seu mandato é por tempo indeterminado;
* segue carreira dentro da organização;
* não possui a propriedade dos meios de produção, o administrador profissional administra a organização em nome dos proprietários;
* é fiel ao cargo e identifica-se com os objetivos da empresa, o funcionário passa a defender os interesses do seu cargo e da sua organização.
=== Previsibilidade ===
O modelo burocrático de Weber parte da pressuposição de que o comportamento dos membros da organização é perfeitamente previsível:
* os funcionários devem comportar-se de acordo com as normas e regulamentos da organização;
* tudo na burocracia é estabelecido no sentido de prever todas as ocorrências e transformar em rotina sua execução.
== Vantagens da Burocracia ==
Weber viu inúmeras razões para explicar o avanço da burocracia sobre as outras formas de associação.
* Racionalidade em relação ao alcance dos objetivos da organização;
* Precisão na definição do cargo e na operação, pelo conhecimento exato dos deveres;
* Rapidez nas decisões, pois, cada um conhece o que deve ser feito, por quem e as ordens e papéis tramitam através de canais preestabelecidos;
* Univocidade de interpretação garantida pela regulamentação específica e escrita. A informação é discreta, já que é passada apenas a quem deve recebê-la;
* Uniformidade de rotinas e procedimentos que favorece a padronização, redução de custos e de erros, pois os procedimentos são definidos por escrito;
* Continuidade da organização através da substituição do pessoal que é afastado;
* Redução no nível de atrito, entre as pessoas, pois cada funcionário conhece aquilo que é exigido dele e quais os limites entre suas responsabilidade e as do outro;
* Constância, pois os mesmos tipos de decisão devem ser tomados nas mesmas circunstâncias;
* Subordinação dos mais novos aos mais antigos dentro de uma forma estrita e bem conhecida, de modo que o supervisor possa tomar decisões que afetam o nível mais baixo;
* Confiabilidade, pois o negócio é conduzido de acordo com regras conhecidas. As decisões são previsíveis e o processo decisório elimina a discriminação pessoal;
* Benefícios sob o prisma das pessoas na organização, pois a hierarquia é formalizada, o trabalho é dividido entre as pessoas de maneira ordenada, as pessoas são treinadas para se tornarem especialistas em seus campos As pessoas podem fazer carreira na organização em função de seu mérito pessoal e competência técnica.
== Racionalidade Burocrática ==
A racionalidade é um conceito muito ligado à Burocracia para Weber e implica na adequação dos meios aos fins. No contexto burocrático, isto significa eficiência.
=== A Burocracia é baseada em ===
* caráter legal das normas.
* caráter formal das comunicações.
* a impessoalidade no relacionamento.
* a divisão do trabalho.
* hierarquização de autoridade.
* rotinas e procedimentos.
* competência técnica e mérito.
* especialização da administração.
* profissionalização.
* previsibilidade do funcionamento.
=== Consequências previstas ===
* previsibilidade do comportamento humano.
* padronização do desempenho dos participantes.
=== Objetivos ===
eficiência da organização:
* uma organização é racional se os meios mais eficientes são escolhidos para a implementação das metas,
* a racionalidade funcional é atingida pela elaboração – baseada no conhecimento cientifico – de regras que servem para dirigir, partindo de cima, todo comportamento de encontro à eficiência.
Weber usa o termo burocratização em um sentido mais amplo, referindo-se também às formas de agir e de pensar que existem não somente no contexto organizacional, mas que permeiam toda a vida social.
== Disfunções da burocracia ==
''Consequências imprevistas'' são oito:
=== Internalização das regras e exagerado apego aos regulamentos ===
As normas e regulamentos se transformam de meios, em objetivos. Passam a ser absolutos e prioritários. O funcionário adquire "viseiras" e esquece que a flexibilidade é uma das principais características de qualquer atividade racional. Os regulamentos passam a ser os principais objetivos do burocrata, que passa a trabalhar em função deles!
=== Excesso de formalismo e de papelório ===
É a mais gritante disfunção da burocracia. A necessidade de documentar e de formalizar todas as comunicações pode conduzir a tendência ao excesso de formalismo, de documentação e, consequentemente de papelório.
=== Resistência às mudanças ===
O funcionário acostumado com a repetição daquilo que faz, torna-se simplesmente um executor das rotinas e procedimentos. Qualquer novidade torna-se uma ameaça à sua segurança. Com isto a mudança passa a ser indesejável.
=== Despersonalização do relacionamento ===
A burocracia tem como uma de suas características a impessoalidade no relacionamento entre os funcionários, já que enfatiza os cargos e não as pessoas levando a uma diminuição das relações personalizadas entre os membros da organização.
=== Categorização como base do processo decisório ===
A burocracia se assenta em uma rígida memetizaçao hierarquização da autoridade, portanto quem toma decisões será aquele mais alto na hierarquia.
=== Superconformidade às rotinas e procedimentos ===
A burocracia se baseia em cachaça de rotinas e procedimentos, como meio de garantir que as pessoas façam exatamente aquilo que delas se espera: as normas se tornam absolutas, as regras e a rotina se tornam sagradas para o funcionário, que passa a trabalhar em função dos regulamentos e das rotinas e não em função dos objetivos organizacionais que foram realmente estabelecidos.
=== Exibição de sinais de autoridade ===
Como a burocracia enfatiza a hierarquia de autoridade, torna-se necessário um sistema que indique a todos, com quem está o poder.
Daí a tendência à utilização intensiva de símbolos ou sinais de status para demonstrar a posição hierárquica, como o uniforme, localização da sala, do banheiro, do estacionamento, do refeitório, tipo de mesa etc.
=== Dificuldade no atendimento aos clientes e conflitos com o público ===
O funcionário está completamente voltado para dentro da organização, para as suas normas e regulamentos internos, para as suas rotinas e procedimentos.
Com isso a burocracia torna-se esclerosada, fecha-se ao cliente, que é seu próprio objetivo, e impede totalmente a inovação e a criatividade.
As causas das disfunções da burocracia residem basicamente no fato dela não levar em conta a chamada organização informal que existe fatalmente em qualquer tipo de organização, nem se preocupar com a variabilidade humana (diferenças individuais entre as pessoas) que, necessariamente, introduz variações no desempenho das atividades organizacionais.
Em face da exigência de controle que norteia toda a atividade organizacional é que surgem as conseqüências imprevistas da burocracia.
''Disfunções da Burocracia''
==Apreciação crítica==
Weber , citado em Chiavenato (2003), considera a burocracia como a forma mais eficiente e racional para atingir os objetivos organizacionais. Perrow, defende a burocracia como um fator importante para a eficiência da [[w:Estrutura_organizacional|estrutura organização]]. Segundo ele, as disfunções da burocracia são apenas consequências do fracasso de uma burocracia mal adequada.
Katz e Kahn defendem que a burocracia é uma organização super-racionalizada, e não considera o ambiente e a natureza organizacional. Ambos defendem que as pessoas tornam as vantagens maiores do que realmente são. Para eles, o sistema burocrático só sobrevive por que as exigências do ambiente são óbvias e as exigências das tarefas individuais são mínimas, não necessitando de grandes processos.
Bennis, segundo [[w:Idalberto_Chiavenato|Chiavenato]] (2003), critica a burocracia sob o ponto de vista de que seu sistema de controle já está ultrapassado e não é capaz de resolver os conflitos internos. Na verdade ele define a burocracia de Weber como mecanicista, acreditando que ela tende a desaparecer devido às rápidas transformações ambientais, além do aumento e da complexidade das organizações que vão surgindo.
Por fim, Chiavenato (2003) descreve uma cuidadosa crítica na qual diz que a burocracia é talvez seja uma das melhores alternativas, porque levando em consideração as teorias anteriores, que são prescritivas e normativas, ela preocupa-se em descrever e explicar as organizações, dando ao administrador a escolha de que considera mais apropriada.
Uma das descriçoes da teoria da burocracia cita a mesma é a mentalidade e comportamento presos a formalismos, o que dificulta, paralisa ou faz morosa a prestação dos serviços públicos. Uma das primeiras aplicações do termo "burocracia" data do século XVIII , quando o termo era carregado de forte conotação negativa, designando aspectos de poder dos funcionários de uma administração estatal aos quais eram atribuídas funções especializadas, sob uma monarquia absoluta. Essa definição se encaixa de forma muito próxima àquela hoje utilizada na linguagem comum: a burocracia como sinônimo de excesso de normas e regulamentos, limitação da iniciativa, desperdício de recursos e ineficiência generalizada dos organismos estatais e privados. Há uma influência recíproca entre capitalismo e burocracia. Sem a organização burocrática, a produção capitalista nunca teria sido realizada. Por outro lado, a base econômica capitalista é essencial para o desenvolvimento da administração burocrática. Portanto, a palavra "burocracia" tem, no nosso dia-a-dia, um sentido pejorativo. Chamamos de burocracia o exagero de normas e regulamentos, a ineficiência administrativa, o desperdício de recursos. No entanto, para a sociologia, esse termo tem um sentido especial. Desde que passou a ser usado por Max Weber (1864?1920), designa um modelo específico de organização administrativa, para tanto o que se vê em sua contextualização inicial é que, a mesma servira de molde fundamental para a chamada "Nova Administração Pública" ou "Gerencial".
== Bibliografia ==
*WEBER, Max. Sociologia. São Paulo: Ed. Atlas, 1979. Cap. 3: A "objetividade" do conhecimento nas Ciências Sociais;
* WEBER, Max. Ciência e política: duas vocações. São Paulo: Martin Claret, 2003.
* WEBER, Max. Ciência e Política: duas vocações. São Paulo: Ed.Cultrix, 2000.
* WEBER, Max. A ética protestante e o espírito capitalista. São Paulo: Martin Claret, 2003.
* WEBER, Max. A ética protestante e o espírito capitalista. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
==Referência==
<references />
[[Categoria:Introdução à Administração]]
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/* Referência */
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wikitext
text/x-wiki
A [[w:Burocracia|Burocracia]] é um conceito administrativo amplamente usado, caracterizado principalmente por um sistema hierárquico, com alta divisão de responsabilidade, onde seus membros executam invariavelmente regras e procedimentos padrões, como engrenagens de uma máquina. A '''[[w:Teoria da Burocracia|Teoria da Burocracia]]''' como proposta para Weber, inclui a impessoalidade, a concentração dos meios da administração, um efeito de nivelamento entre as diferenças sociais e econômicas e a execução de um sistema da autoridade que é praticamente indestrutível. A análise de Weber da burocracia relaciona-se a roni é o pai da adm:
*as razões históricas e administrativas para o processo da burocratização (especialmente na civilização ocidental)
*o impacto do domínio da lei no funcionamento de organizações burocráticas:
*a orientação pessoal típica e a posição ocupacional dos oficiais burocráticos como um grupo de status
*os atributos e as consequências mais importantes da burocracia na organização burocrática no mundo moderno então é isso!
== Origens ==
A Teoria da Burocracia desenvolveu-se dentro da [[w:Administração#Teoria_Geral_da_Administra.C3.A7.C3.A3o|administração]] ao redor dos anos 1940<ref>{{citar web|bultimo=Chiavenato|primeiro=Idalberto|url=https://web.archive.org/web/20241218064247/https://profeltonorris.wordpress.com/wp-content/uploads/2014/02/livro-teoria-geral-da-administrac3a7c3a3o.pdf|titulo=Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações|acessodata=20/05/2026}}</ref>, principalmente em função dos seguintes aspectos:
1 - A fragilidade e parcialidade tanto da [[w:Teoria_clássica_da_administração|Teoria Clássica]] como [[w:Teoria_das_relações_humanas|Teoria das Relações Humanas]], que não possibilitam uma abordagem global, integrada e envolvente dos problemas organizacionais;
2 - a necessidade de um modelo de organização racional capaz de caracterizar todas as variáveis envolvidas, bem como, o comportamento dos membros dela participantes, é aplicável não somente à fábrica, mas a todas as formas de organização humana e principalmente às empresas;
3 - o crescente tamanho e complexidade das empresas passam a exigir modelos organizacionais bem mais definidos.
4 - o ressurgimento da Sociologia da Burocracia, a partir da descoberta dos trabalhos de [[w:Max_Weber|Max Weber]], o seu criador.
Segundo essa teoria, um homem pode ser pago para agir e se comportar de certa maneira preestabelecida, a qual lhe deve ser explicada, muito minuciosamente e, em hipótese alguma, permitindo que suas emoções interfiram no seu desempenho. A Sociologia da Burocracia propôs um modelo de organização e os administradores não tardaram em tentar aplicá-los na prática em suas empresas. A partir daí, surge a Teoria da Burocracia na Administração.
Então a burocracia é uma forma de organização que se baseia na racionalidade, isto é, na adequação dos meios aos objetivos (fins) pretendidos, a fim de garantir a máxima eficiência possível no alcance dos objetivos.
[[w:Max_Weber|Weber]] identifica três fatores principais que favorecem o desenvolvimento da moderna burocracia:
* O desenvolvimento de uma economia monetária: Na Burocracia, a moeda assume o lugar da remuneração em espécie para os funcionários, permitindo a centralização da autoridade e o fortalecimento da administração burocrática;
* O crescimento quantitativo e qualitativo das tarefas administrativas do Estado Moderno;
* A superioridade técnica – em termos de eficiência – do tipo burocrático de administração: serviu como uma força autônoma para impor sua prevalência.
O desenvolvimento tecnológico fez as tarefas administrativas tenderem ao aperfeiçoamento para acompanhá-lo. Assim, os sistemas sociais cresceram em demasia, as grandes empresas passaram a produzir em massa, sufocando as pequenas. Além disso, nas grandes empresas há uma necessidade crescente de cada vez mais se obter um controle e uma maior previsibilidade do seu funcionamento.
Segundo o conceito popular, a burocracia é visualizada geralmente como uma empresa, repartição ou organização onde o papelório se multiplica e se avoluma, impedindo as soluções rápidas e eficientes. O termo é empregado também com o sentido de apego dos funcionários aos regulamentos e rotinas, causando ineficiência à organização. O leigo passou a dar o nome de burocracia aos defeitos do sistema.
Entretanto para [[w:Max_Weber|Max Weber]] a burocracia é exatamente o contrário, é a organização eficiente por excelência e para conseguir esta eficiência, a burocracia precisa detalhar antecipadamente e nos mínimos detalhes como as coisas devem acontecer.
== Principais características ==
=== Caráter legal das normas e regulamentos ===
É uma organização ligada por normas e regulamentos previamente estabelecidos por escrito. É baseada em legislação própria que define com antecedência como a organização deve funcionar.
* São escritas.
* Procuram cobrir todas as áreas da organização.
* É uma estrutura social racionalmente organizada.
* Conferem às pessoas investidas da autoridade um poder de coeção sobre os subordinados e também os meios coercitivos capazes de impor a disciplina.
* Possibilitam a padronização dentro da empresa.
=== Caráter formal das comunicações ===
A burocracia é uma organização ligada por comunicação escrita. Todas as ações e procedimentos são feitos por escrito para proporcionar a comprovação e documentação adequadas.
=== Racionalismo e divisão do trabalho ===
A Burocracia é uma organização que se caracteriza por uma sistemática divisão do trabalho. Esta divisão do trabalho atende a uma racionalidade que é adequada ao objetivo a ser atingido, ou seja, a eficiência da organização, através de:
* aspecto funcional da burocracia;
* divisão sistemática do trabalho, do direito e do poder;
* estabelecimento das atribuições de cada participante;
* cada participante passa a ter o seu cargo específico, suas funções específicas e sua área de competência e de responsabilidade;
* cada participante sabe qual é a sua capacidade de comando sobre os outros e quais os limites de sua tarefa;
=== Impessoalidade e Hierarquia ===
Essa distribuição de atividade é feita impessoalmente, ou seja, é feita em termos de cargos e funções e não de pessoas envolvidas:
* considera as pessoas como ocupantes de cargos e de funções;
* o poder de cada pessoa é impessoal e deriva do cargo que ocupa;
* obedece ao superior não em consideração a pessoa, mas ao cargo que ele ocupa;
* as pessoas vêm e vão, mas os cargos permanecem;
* cada cargo abrange uma área ou setor de competência e de responsabilidade.
A burocracia estabelece os cargos segundo o princípio de hierarquia:
* cada inferior deve estar sob a supervisão de um superior;
* não há cargo sem controle ou supervisão;
* a hierarquia é a ordem e subordinação, a graduação de autoridade correspondente às diversas categorias de participantes, funcionários e classes;
* os cargos estão definidos por meio de regras limitadas e específicas.
=== Rotinas e procedimentos padronizados ===
A burocracia fixa as regras e normas técnicas para o desempenho de cada cargo:
* O ocupante do cargo não pode fazer o que quiser, mas o que a burocracia impõe que ele faça;
* a disciplina no trabalho e o desempenho no cargo são assegurados por um conjunto de regras e normas, que tentam ajustar o funcionário às exigências do cargo e das organizações;
* todas as atividades de cada cargo são desempenhadas segundo padrões claramente definidos.
=== Meritocracia ===
Na burocracia a escolha das pessoas é baseada no mérito e na competência técnica:
* admissão, transferência e a promoção dos funcionários são baseadas em critérios válidos para toda a organização;
* necessidade de exames, concursos, testes e títulos para a admissão e promoção dos funcionários.
=== Profissionalização ===
A burocracia é uma organização que se caracteriza pela profissionalização dos seus participantes. Cada funcionário é um profissional pelas seguintes razões:
* é um especialista, ou seja, cada funcionário é especializado nas atividades do seu cargo;
* é assalariado - os funcionários da burocracia participam da organização e recebem salários correspondentes ao cargo que ocupam;
* é nomeado por superior hierárquico;
* seu mandato é por tempo indeterminado;
* segue carreira dentro da organização;
* não possui a propriedade dos meios de produção, o administrador profissional administra a organização em nome dos proprietários;
* é fiel ao cargo e identifica-se com os objetivos da empresa, o funcionário passa a defender os interesses do seu cargo e da sua organização.
=== Previsibilidade ===
O modelo burocrático de Weber parte da pressuposição de que o comportamento dos membros da organização é perfeitamente previsível:
* os funcionários devem comportar-se de acordo com as normas e regulamentos da organização;
* tudo na burocracia é estabelecido no sentido de prever todas as ocorrências e transformar em rotina sua execução.
== Vantagens da Burocracia ==
Weber viu inúmeras razões para explicar o avanço da burocracia sobre as outras formas de associação.
* Racionalidade em relação ao alcance dos objetivos da organização;
* Precisão na definição do cargo e na operação, pelo conhecimento exato dos deveres;
* Rapidez nas decisões, pois, cada um conhece o que deve ser feito, por quem e as ordens e papéis tramitam através de canais preestabelecidos;
* Univocidade de interpretação garantida pela regulamentação específica e escrita. A informação é discreta, já que é passada apenas a quem deve recebê-la;
* Uniformidade de rotinas e procedimentos que favorece a padronização, redução de custos e de erros, pois os procedimentos são definidos por escrito;
* Continuidade da organização através da substituição do pessoal que é afastado;
* Redução no nível de atrito, entre as pessoas, pois cada funcionário conhece aquilo que é exigido dele e quais os limites entre suas responsabilidade e as do outro;
* Constância, pois os mesmos tipos de decisão devem ser tomados nas mesmas circunstâncias;
* Subordinação dos mais novos aos mais antigos dentro de uma forma estrita e bem conhecida, de modo que o supervisor possa tomar decisões que afetam o nível mais baixo;
* Confiabilidade, pois o negócio é conduzido de acordo com regras conhecidas. As decisões são previsíveis e o processo decisório elimina a discriminação pessoal;
* Benefícios sob o prisma das pessoas na organização, pois a hierarquia é formalizada, o trabalho é dividido entre as pessoas de maneira ordenada, as pessoas são treinadas para se tornarem especialistas em seus campos As pessoas podem fazer carreira na organização em função de seu mérito pessoal e competência técnica.
== Racionalidade Burocrática ==
A racionalidade é um conceito muito ligado à Burocracia para Weber e implica na adequação dos meios aos fins. No contexto burocrático, isto significa eficiência.
=== A Burocracia é baseada em ===
* caráter legal das normas.
* caráter formal das comunicações.
* a impessoalidade no relacionamento.
* a divisão do trabalho.
* hierarquização de autoridade.
* rotinas e procedimentos.
* competência técnica e mérito.
* especialização da administração.
* profissionalização.
* previsibilidade do funcionamento.
=== Consequências previstas ===
* previsibilidade do comportamento humano.
* padronização do desempenho dos participantes.
=== Objetivos ===
eficiência da organização:
* uma organização é racional se os meios mais eficientes são escolhidos para a implementação das metas,
* a racionalidade funcional é atingida pela elaboração – baseada no conhecimento cientifico – de regras que servem para dirigir, partindo de cima, todo comportamento de encontro à eficiência.
Weber usa o termo burocratização em um sentido mais amplo, referindo-se também às formas de agir e de pensar que existem não somente no contexto organizacional, mas que permeiam toda a vida social.
== Disfunções da burocracia ==
''Consequências imprevistas'' são oito:
=== Internalização das regras e exagerado apego aos regulamentos ===
As normas e regulamentos se transformam de meios, em objetivos. Passam a ser absolutos e prioritários. O funcionário adquire "viseiras" e esquece que a flexibilidade é uma das principais características de qualquer atividade racional. Os regulamentos passam a ser os principais objetivos do burocrata, que passa a trabalhar em função deles!
=== Excesso de formalismo e de papelório ===
É a mais gritante disfunção da burocracia. A necessidade de documentar e de formalizar todas as comunicações pode conduzir a tendência ao excesso de formalismo, de documentação e, consequentemente de papelório.
=== Resistência às mudanças ===
O funcionário acostumado com a repetição daquilo que faz, torna-se simplesmente um executor das rotinas e procedimentos. Qualquer novidade torna-se uma ameaça à sua segurança. Com isto a mudança passa a ser indesejável.
=== Despersonalização do relacionamento ===
A burocracia tem como uma de suas características a impessoalidade no relacionamento entre os funcionários, já que enfatiza os cargos e não as pessoas levando a uma diminuição das relações personalizadas entre os membros da organização.
=== Categorização como base do processo decisório ===
A burocracia se assenta em uma rígida memetizaçao hierarquização da autoridade, portanto quem toma decisões será aquele mais alto na hierarquia.
=== Superconformidade às rotinas e procedimentos ===
A burocracia se baseia em cachaça de rotinas e procedimentos, como meio de garantir que as pessoas façam exatamente aquilo que delas se espera: as normas se tornam absolutas, as regras e a rotina se tornam sagradas para o funcionário, que passa a trabalhar em função dos regulamentos e das rotinas e não em função dos objetivos organizacionais que foram realmente estabelecidos.
=== Exibição de sinais de autoridade ===
Como a burocracia enfatiza a hierarquia de autoridade, torna-se necessário um sistema que indique a todos, com quem está o poder.
Daí a tendência à utilização intensiva de símbolos ou sinais de status para demonstrar a posição hierárquica, como o uniforme, localização da sala, do banheiro, do estacionamento, do refeitório, tipo de mesa etc.
=== Dificuldade no atendimento aos clientes e conflitos com o público ===
O funcionário está completamente voltado para dentro da organização, para as suas normas e regulamentos internos, para as suas rotinas e procedimentos.
Com isso a burocracia torna-se esclerosada, fecha-se ao cliente, que é seu próprio objetivo, e impede totalmente a inovação e a criatividade.
As causas das disfunções da burocracia residem basicamente no fato dela não levar em conta a chamada organização informal que existe fatalmente em qualquer tipo de organização, nem se preocupar com a variabilidade humana (diferenças individuais entre as pessoas) que, necessariamente, introduz variações no desempenho das atividades organizacionais.
Em face da exigência de controle que norteia toda a atividade organizacional é que surgem as conseqüências imprevistas da burocracia.
''Disfunções da Burocracia''
==Apreciação crítica==
Weber , citado em Chiavenato (2003), considera a burocracia como a forma mais eficiente e racional para atingir os objetivos organizacionais. Perrow, defende a burocracia como um fator importante para a eficiência da [[w:Estrutura_organizacional|estrutura organização]]. Segundo ele, as disfunções da burocracia são apenas consequências do fracasso de uma burocracia mal adequada.
Katz e Kahn defendem que a burocracia é uma organização super-racionalizada, e não considera o ambiente e a natureza organizacional. Ambos defendem que as pessoas tornam as vantagens maiores do que realmente são. Para eles, o sistema burocrático só sobrevive por que as exigências do ambiente são óbvias e as exigências das tarefas individuais são mínimas, não necessitando de grandes processos.
Bennis, segundo [[w:Idalberto_Chiavenato|Chiavenato]] (2003), critica a burocracia sob o ponto de vista de que seu sistema de controle já está ultrapassado e não é capaz de resolver os conflitos internos. Na verdade ele define a burocracia de Weber como mecanicista, acreditando que ela tende a desaparecer devido às rápidas transformações ambientais, além do aumento e da complexidade das organizações que vão surgindo.
Por fim, Chiavenato (2003) descreve uma cuidadosa crítica na qual diz que a burocracia é talvez seja uma das melhores alternativas, porque levando em consideração as teorias anteriores, que são prescritivas e normativas, ela preocupa-se em descrever e explicar as organizações, dando ao administrador a escolha de que considera mais apropriada.
Uma das descriçoes da teoria da burocracia cita a mesma é a mentalidade e comportamento presos a formalismos, o que dificulta, paralisa ou faz morosa a prestação dos serviços públicos. Uma das primeiras aplicações do termo "burocracia" data do século XVIII , quando o termo era carregado de forte conotação negativa, designando aspectos de poder dos funcionários de uma administração estatal aos quais eram atribuídas funções especializadas, sob uma monarquia absoluta. Essa definição se encaixa de forma muito próxima àquela hoje utilizada na linguagem comum: a burocracia como sinônimo de excesso de normas e regulamentos, limitação da iniciativa, desperdício de recursos e ineficiência generalizada dos organismos estatais e privados. Há uma influência recíproca entre capitalismo e burocracia. Sem a organização burocrática, a produção capitalista nunca teria sido realizada. Por outro lado, a base econômica capitalista é essencial para o desenvolvimento da administração burocrática. Portanto, a palavra "burocracia" tem, no nosso dia-a-dia, um sentido pejorativo. Chamamos de burocracia o exagero de normas e regulamentos, a ineficiência administrativa, o desperdício de recursos. No entanto, para a sociologia, esse termo tem um sentido especial. Desde que passou a ser usado por Max Weber (1864?1920), designa um modelo específico de organização administrativa, para tanto o que se vê em sua contextualização inicial é que, a mesma servira de molde fundamental para a chamada "Nova Administração Pública" ou "Gerencial".
== Bibliografia ==
*WEBER, Max. Sociologia. São Paulo: Ed. Atlas, 1979. Cap. 3: A "objetividade" do conhecimento nas Ciências Sociais;
* WEBER, Max. Ciência e política: duas vocações. São Paulo: Martin Claret, 2003.
* WEBER, Max. Ciência e Política: duas vocações. São Paulo: Ed.Cultrix, 2000.
* WEBER, Max. A ética protestante e o espírito capitalista. São Paulo: Martin Claret, 2003.
* WEBER, Max. A ética protestante e o espírito capitalista. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
==Referências==
<references />
[[Categoria:Introdução à Administração]]
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2026-05-20T16:03:27Z
Ricardosdag
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wikitext
text/x-wiki
A [[w:Burocracia|Burocracia]] é um conceito administrativo amplamente usado, caracterizado principalmente por um sistema hierárquico, com alta divisão de responsabilidade, onde seus membros executam invariavelmente regras e procedimentos padrões, como engrenagens de uma máquina. A '''[[w:Teoria da Burocracia|Teoria da Burocracia]]''' como proposta para Weber, inclui a impessoalidade, a concentração dos meios da administração, um efeito de nivelamento entre as diferenças sociais e econômicas e a execução de um sistema da autoridade que é praticamente indestrutível. A análise de Weber da burocracia relaciona-se a roni é o pai da adm:
*as razões históricas e administrativas para o processo da burocratização (especialmente na civilização ocidental)
*o impacto do domínio da lei no funcionamento de organizações burocráticas:
*a orientação pessoal típica e a posição ocupacional dos oficiais burocráticos como um grupo de status
*os atributos e as consequências mais importantes da burocracia na organização burocrática no mundo moderno então é isso!
== Origens ==
A Teoria da Burocracia desenvolveu-se dentro da [[w:Administração#Teoria_Geral_da_Administra.C3.A7.C3.A3o|administração]] ao redor dos anos 1940<ref>Chiavenato, Idalberto. {{citar web|bultimo=Chiavenato|primeiro=Idalberto|url=https://web.archive.org/web/20241218064247/https://profeltonorris.wordpress.com/wp-content/uploads/2014/02/livro-teoria-geral-da-administrac3a7c3a3o.pdf|titulo=Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações|acessodata=20/05/2026}}</ref>, principalmente em função dos seguintes aspectos:
1 - A fragilidade e parcialidade tanto da [[w:Teoria_clássica_da_administração|Teoria Clássica]] como [[w:Teoria_das_relações_humanas|Teoria das Relações Humanas]], que não possibilitam uma abordagem global, integrada e envolvente dos problemas organizacionais;
2 - a necessidade de um modelo de organização racional capaz de caracterizar todas as variáveis envolvidas, bem como, o comportamento dos membros dela participantes, é aplicável não somente à fábrica, mas a todas as formas de organização humana e principalmente às empresas;
3 - o crescente tamanho e complexidade das empresas passam a exigir modelos organizacionais bem mais definidos.
4 - o ressurgimento da Sociologia da Burocracia, a partir da descoberta dos trabalhos de [[w:Max_Weber|Max Weber]], o seu criador.
Segundo essa teoria, um homem pode ser pago para agir e se comportar de certa maneira preestabelecida, a qual lhe deve ser explicada, muito minuciosamente e, em hipótese alguma, permitindo que suas emoções interfiram no seu desempenho. A Sociologia da Burocracia propôs um modelo de organização e os administradores não tardaram em tentar aplicá-los na prática em suas empresas. A partir daí, surge a Teoria da Burocracia na Administração.
Então a burocracia é uma forma de organização que se baseia na racionalidade, isto é, na adequação dos meios aos objetivos (fins) pretendidos, a fim de garantir a máxima eficiência possível no alcance dos objetivos.
[[w:Max_Weber|Weber]] identifica três fatores principais que favorecem o desenvolvimento da moderna burocracia:
* O desenvolvimento de uma economia monetária: Na Burocracia, a moeda assume o lugar da remuneração em espécie para os funcionários, permitindo a centralização da autoridade e o fortalecimento da administração burocrática;
* O crescimento quantitativo e qualitativo das tarefas administrativas do Estado Moderno;
* A superioridade técnica – em termos de eficiência – do tipo burocrático de administração: serviu como uma força autônoma para impor sua prevalência.
O desenvolvimento tecnológico fez as tarefas administrativas tenderem ao aperfeiçoamento para acompanhá-lo. Assim, os sistemas sociais cresceram em demasia, as grandes empresas passaram a produzir em massa, sufocando as pequenas. Além disso, nas grandes empresas há uma necessidade crescente de cada vez mais se obter um controle e uma maior previsibilidade do seu funcionamento.
Segundo o conceito popular, a burocracia é visualizada geralmente como uma empresa, repartição ou organização onde o papelório se multiplica e se avoluma, impedindo as soluções rápidas e eficientes. O termo é empregado também com o sentido de apego dos funcionários aos regulamentos e rotinas, causando ineficiência à organização. O leigo passou a dar o nome de burocracia aos defeitos do sistema.
Entretanto para [[w:Max_Weber|Max Weber]] a burocracia é exatamente o contrário, é a organização eficiente por excelência e para conseguir esta eficiência, a burocracia precisa detalhar antecipadamente e nos mínimos detalhes como as coisas devem acontecer.
== Principais características ==
=== Caráter legal das normas e regulamentos ===
É uma organização ligada por normas e regulamentos previamente estabelecidos por escrito. É baseada em legislação própria que define com antecedência como a organização deve funcionar.
* São escritas.
* Procuram cobrir todas as áreas da organização.
* É uma estrutura social racionalmente organizada.
* Conferem às pessoas investidas da autoridade um poder de coeção sobre os subordinados e também os meios coercitivos capazes de impor a disciplina.
* Possibilitam a padronização dentro da empresa.
=== Caráter formal das comunicações ===
A burocracia é uma organização ligada por comunicação escrita. Todas as ações e procedimentos são feitos por escrito para proporcionar a comprovação e documentação adequadas.
=== Racionalismo e divisão do trabalho ===
A Burocracia é uma organização que se caracteriza por uma sistemática divisão do trabalho. Esta divisão do trabalho atende a uma racionalidade que é adequada ao objetivo a ser atingido, ou seja, a eficiência da organização, através de:
* aspecto funcional da burocracia;
* divisão sistemática do trabalho, do direito e do poder;
* estabelecimento das atribuições de cada participante;
* cada participante passa a ter o seu cargo específico, suas funções específicas e sua área de competência e de responsabilidade;
* cada participante sabe qual é a sua capacidade de comando sobre os outros e quais os limites de sua tarefa;
=== Impessoalidade e Hierarquia ===
Essa distribuição de atividade é feita impessoalmente, ou seja, é feita em termos de cargos e funções e não de pessoas envolvidas:
* considera as pessoas como ocupantes de cargos e de funções;
* o poder de cada pessoa é impessoal e deriva do cargo que ocupa;
* obedece ao superior não em consideração a pessoa, mas ao cargo que ele ocupa;
* as pessoas vêm e vão, mas os cargos permanecem;
* cada cargo abrange uma área ou setor de competência e de responsabilidade.
A burocracia estabelece os cargos segundo o princípio de hierarquia:
* cada inferior deve estar sob a supervisão de um superior;
* não há cargo sem controle ou supervisão;
* a hierarquia é a ordem e subordinação, a graduação de autoridade correspondente às diversas categorias de participantes, funcionários e classes;
* os cargos estão definidos por meio de regras limitadas e específicas.
=== Rotinas e procedimentos padronizados ===
A burocracia fixa as regras e normas técnicas para o desempenho de cada cargo:
* O ocupante do cargo não pode fazer o que quiser, mas o que a burocracia impõe que ele faça;
* a disciplina no trabalho e o desempenho no cargo são assegurados por um conjunto de regras e normas, que tentam ajustar o funcionário às exigências do cargo e das organizações;
* todas as atividades de cada cargo são desempenhadas segundo padrões claramente definidos.
=== Meritocracia ===
Na burocracia a escolha das pessoas é baseada no mérito e na competência técnica:
* admissão, transferência e a promoção dos funcionários são baseadas em critérios válidos para toda a organização;
* necessidade de exames, concursos, testes e títulos para a admissão e promoção dos funcionários.
=== Profissionalização ===
A burocracia é uma organização que se caracteriza pela profissionalização dos seus participantes. Cada funcionário é um profissional pelas seguintes razões:
* é um especialista, ou seja, cada funcionário é especializado nas atividades do seu cargo;
* é assalariado - os funcionários da burocracia participam da organização e recebem salários correspondentes ao cargo que ocupam;
* é nomeado por superior hierárquico;
* seu mandato é por tempo indeterminado;
* segue carreira dentro da organização;
* não possui a propriedade dos meios de produção, o administrador profissional administra a organização em nome dos proprietários;
* é fiel ao cargo e identifica-se com os objetivos da empresa, o funcionário passa a defender os interesses do seu cargo e da sua organização.
=== Previsibilidade ===
O modelo burocrático de Weber parte da pressuposição de que o comportamento dos membros da organização é perfeitamente previsível:
* os funcionários devem comportar-se de acordo com as normas e regulamentos da organização;
* tudo na burocracia é estabelecido no sentido de prever todas as ocorrências e transformar em rotina sua execução.
== Vantagens da Burocracia ==
Weber viu inúmeras razões para explicar o avanço da burocracia sobre as outras formas de associação.
* Racionalidade em relação ao alcance dos objetivos da organização;
* Precisão na definição do cargo e na operação, pelo conhecimento exato dos deveres;
* Rapidez nas decisões, pois, cada um conhece o que deve ser feito, por quem e as ordens e papéis tramitam através de canais preestabelecidos;
* Univocidade de interpretação garantida pela regulamentação específica e escrita. A informação é discreta, já que é passada apenas a quem deve recebê-la;
* Uniformidade de rotinas e procedimentos que favorece a padronização, redução de custos e de erros, pois os procedimentos são definidos por escrito;
* Continuidade da organização através da substituição do pessoal que é afastado;
* Redução no nível de atrito, entre as pessoas, pois cada funcionário conhece aquilo que é exigido dele e quais os limites entre suas responsabilidade e as do outro;
* Constância, pois os mesmos tipos de decisão devem ser tomados nas mesmas circunstâncias;
* Subordinação dos mais novos aos mais antigos dentro de uma forma estrita e bem conhecida, de modo que o supervisor possa tomar decisões que afetam o nível mais baixo;
* Confiabilidade, pois o negócio é conduzido de acordo com regras conhecidas. As decisões são previsíveis e o processo decisório elimina a discriminação pessoal;
* Benefícios sob o prisma das pessoas na organização, pois a hierarquia é formalizada, o trabalho é dividido entre as pessoas de maneira ordenada, as pessoas são treinadas para se tornarem especialistas em seus campos As pessoas podem fazer carreira na organização em função de seu mérito pessoal e competência técnica.
== Racionalidade Burocrática ==
A racionalidade é um conceito muito ligado à Burocracia para Weber e implica na adequação dos meios aos fins. No contexto burocrático, isto significa eficiência.
=== A Burocracia é baseada em ===
* caráter legal das normas.
* caráter formal das comunicações.
* a impessoalidade no relacionamento.
* a divisão do trabalho.
* hierarquização de autoridade.
* rotinas e procedimentos.
* competência técnica e mérito.
* especialização da administração.
* profissionalização.
* previsibilidade do funcionamento.
=== Consequências previstas ===
* previsibilidade do comportamento humano.
* padronização do desempenho dos participantes.
=== Objetivos ===
eficiência da organização:
* uma organização é racional se os meios mais eficientes são escolhidos para a implementação das metas,
* a racionalidade funcional é atingida pela elaboração – baseada no conhecimento cientifico – de regras que servem para dirigir, partindo de cima, todo comportamento de encontro à eficiência.
Weber usa o termo burocratização em um sentido mais amplo, referindo-se também às formas de agir e de pensar que existem não somente no contexto organizacional, mas que permeiam toda a vida social.
== Disfunções da burocracia ==
''Consequências imprevistas'' são oito:
=== Internalização das regras e exagerado apego aos regulamentos ===
As normas e regulamentos se transformam de meios, em objetivos. Passam a ser absolutos e prioritários. O funcionário adquire "viseiras" e esquece que a flexibilidade é uma das principais características de qualquer atividade racional. Os regulamentos passam a ser os principais objetivos do burocrata, que passa a trabalhar em função deles!
=== Excesso de formalismo e de papelório ===
É a mais gritante disfunção da burocracia. A necessidade de documentar e de formalizar todas as comunicações pode conduzir a tendência ao excesso de formalismo, de documentação e, consequentemente de papelório.
=== Resistência às mudanças ===
O funcionário acostumado com a repetição daquilo que faz, torna-se simplesmente um executor das rotinas e procedimentos. Qualquer novidade torna-se uma ameaça à sua segurança. Com isto a mudança passa a ser indesejável.
=== Despersonalização do relacionamento ===
A burocracia tem como uma de suas características a impessoalidade no relacionamento entre os funcionários, já que enfatiza os cargos e não as pessoas levando a uma diminuição das relações personalizadas entre os membros da organização.
=== Categorização como base do processo decisório ===
A burocracia se assenta em uma rígida memetizaçao hierarquização da autoridade, portanto quem toma decisões será aquele mais alto na hierarquia.
=== Superconformidade às rotinas e procedimentos ===
A burocracia se baseia em cachaça de rotinas e procedimentos, como meio de garantir que as pessoas façam exatamente aquilo que delas se espera: as normas se tornam absolutas, as regras e a rotina se tornam sagradas para o funcionário, que passa a trabalhar em função dos regulamentos e das rotinas e não em função dos objetivos organizacionais que foram realmente estabelecidos.
=== Exibição de sinais de autoridade ===
Como a burocracia enfatiza a hierarquia de autoridade, torna-se necessário um sistema que indique a todos, com quem está o poder.
Daí a tendência à utilização intensiva de símbolos ou sinais de status para demonstrar a posição hierárquica, como o uniforme, localização da sala, do banheiro, do estacionamento, do refeitório, tipo de mesa etc.
=== Dificuldade no atendimento aos clientes e conflitos com o público ===
O funcionário está completamente voltado para dentro da organização, para as suas normas e regulamentos internos, para as suas rotinas e procedimentos.
Com isso a burocracia torna-se esclerosada, fecha-se ao cliente, que é seu próprio objetivo, e impede totalmente a inovação e a criatividade.
As causas das disfunções da burocracia residem basicamente no fato dela não levar em conta a chamada organização informal que existe fatalmente em qualquer tipo de organização, nem se preocupar com a variabilidade humana (diferenças individuais entre as pessoas) que, necessariamente, introduz variações no desempenho das atividades organizacionais.
Em face da exigência de controle que norteia toda a atividade organizacional é que surgem as conseqüências imprevistas da burocracia.
''Disfunções da Burocracia''
==Apreciação crítica==
Weber , citado em Chiavenato (2003), considera a burocracia como a forma mais eficiente e racional para atingir os objetivos organizacionais. Perrow, defende a burocracia como um fator importante para a eficiência da [[w:Estrutura_organizacional|estrutura organização]]. Segundo ele, as disfunções da burocracia são apenas consequências do fracasso de uma burocracia mal adequada.
Katz e Kahn defendem que a burocracia é uma organização super-racionalizada, e não considera o ambiente e a natureza organizacional. Ambos defendem que as pessoas tornam as vantagens maiores do que realmente são. Para eles, o sistema burocrático só sobrevive por que as exigências do ambiente são óbvias e as exigências das tarefas individuais são mínimas, não necessitando de grandes processos.
Bennis, segundo [[w:Idalberto_Chiavenato|Chiavenato]] (2003), critica a burocracia sob o ponto de vista de que seu sistema de controle já está ultrapassado e não é capaz de resolver os conflitos internos. Na verdade ele define a burocracia de Weber como mecanicista, acreditando que ela tende a desaparecer devido às rápidas transformações ambientais, além do aumento e da complexidade das organizações que vão surgindo.
Por fim, Chiavenato (2003) descreve uma cuidadosa crítica na qual diz que a burocracia é talvez seja uma das melhores alternativas, porque levando em consideração as teorias anteriores, que são prescritivas e normativas, ela preocupa-se em descrever e explicar as organizações, dando ao administrador a escolha de que considera mais apropriada.
Uma das descriçoes da teoria da burocracia cita a mesma é a mentalidade e comportamento presos a formalismos, o que dificulta, paralisa ou faz morosa a prestação dos serviços públicos. Uma das primeiras aplicações do termo "burocracia" data do século XVIII , quando o termo era carregado de forte conotação negativa, designando aspectos de poder dos funcionários de uma administração estatal aos quais eram atribuídas funções especializadas, sob uma monarquia absoluta. Essa definição se encaixa de forma muito próxima àquela hoje utilizada na linguagem comum: a burocracia como sinônimo de excesso de normas e regulamentos, limitação da iniciativa, desperdício de recursos e ineficiência generalizada dos organismos estatais e privados. Há uma influência recíproca entre capitalismo e burocracia. Sem a organização burocrática, a produção capitalista nunca teria sido realizada. Por outro lado, a base econômica capitalista é essencial para o desenvolvimento da administração burocrática. Portanto, a palavra "burocracia" tem, no nosso dia-a-dia, um sentido pejorativo. Chamamos de burocracia o exagero de normas e regulamentos, a ineficiência administrativa, o desperdício de recursos. No entanto, para a sociologia, esse termo tem um sentido especial. Desde que passou a ser usado por Max Weber (1864?1920), designa um modelo específico de organização administrativa, para tanto o que se vê em sua contextualização inicial é que, a mesma servira de molde fundamental para a chamada "Nova Administração Pública" ou "Gerencial".
== Bibliografia ==
*WEBER, Max. Sociologia. São Paulo: Ed. Atlas, 1979. Cap. 3: A "objetividade" do conhecimento nas Ciências Sociais;
* WEBER, Max. Ciência e política: duas vocações. São Paulo: Martin Claret, 2003.
* WEBER, Max. Ciência e Política: duas vocações. São Paulo: Ed.Cultrix, 2000.
* WEBER, Max. A ética protestante e o espírito capitalista. São Paulo: Martin Claret, 2003.
* WEBER, Max. A ética protestante e o espírito capitalista. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
==Referências==
<references />
[[Categoria:Introdução à Administração]]
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Introdução ao Jornalismo Científico/MoocIndex
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--MoocIndex for MOOC @ Introdução ao Jornalismo Científico
=lesson|Metodologia e Filosofia da Ciência=
*furtherReading=
Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades.
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'''Antes de começar'''
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Você precisa estar logado na Wikiversidade e cadastrado no painel de controle do curso. Se tiver dúvidas, consulte as instruções disponíveis na própria página do módulo. Sem esse cadastro, não há como validar sua atividade.
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Você pode consultar atividades de alunos das edições anteriores para visualizar o formato esperado das respostas e o padrão de organização do exercício.
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A expectativa de tempo para esta tarefa é: 5 horas
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'''1. Escolha da matéria.''' Selecione uma matéria da revista Pesquisa FAPESP. Ela deve tratar de um tema de pesquisa, isto é, baseada em pelo menos uma publicação científica. Os artigos estão disponíveis na página principal da revista. Coloque o título, autoria, data de publicação, link da matéria.
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'''2. Resumo.''' Elabore um resumo objetivo da matéria, com até 300 caracteres.
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'''3. Identificação do objeto e da metodologia.''' A partir da reportagem, identifique e analise: O objeto de pesquisa; A metodologia científica utilizada (observação, hipótese, experimentação, análise e/ou publicação).
#
'''4. Consulta às pesquisas originais.''' Acesse as pesquisas que embasam o artigo. ''Analise especialmente a seção metodológica'': analise se o artigo da Pesquisa FAPESP documenta bem o processo de pesquisa; analise o que está claro e o que ficou de fora.
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'''5. Metáforas e estratégias de comunicação.''' Releia o conteúdo da aula sobre metáforas e estratégias do jornalismo científico. ''No artigo da Pesquisa FAPESP, identifique'': Quais metáforas científicas ou inspiradas na ciência foram usadas; Por que elas aparecem; Como ajudam (ou atrapalham) a compreensão da informação científica.
#
'''6. O que é ciência e mediação crítica.''' Com base na aula [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]], analise: Em que medida a matéria funciona como um mediador crítico; Apresente exemplos concretos extraídos do texto.
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'''7. Como publicar.''' Digite seu nome de usuário no campo indicado na página do módulo e clique em "Registrar atividade". Escreva suas respostas, salve e publique.
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'''8. Aviso IMPORTANTE: fontes.''' Todas as fontes consultadas, especialmente a matéria e as pesquisas originais, devem ser registradas corretamente na caixa de informações que aparecerá ao final do exercício. Sem essa indicação, sua atividade não poderá ser validada.
#
'''9. Inclua também as palavras-chave presentes na matéria escolhida.''' Se a matéria não apresentar palavras-chave, você deve criar de 2 a 5 termos que representem os principais assuntos abordados, como por exemplo: "meio ambiente", "saúde", "educação científica", "tecnologia", etc.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo você irá saber:
# Alguns dos critérios que diferenciam ciência e filosofia
# O que caracteriza a ciência
# Como é construído o conhecimento científico
# Quais os elementos que norteiam a metodologia científica
# Filósofos da ciência e suas respectivas linhas de pensamento
# O método específico adotado pelas pesquisas na área da comunicação
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
==unit|Ciência e Filosofia==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia/]]
*learningGoals=Esta unidade, intitulada “Ciência e Filosofia”, convida a pensar as bases conceituais que sustentam a própria ideia de ciência. Antes de abordar o jornalismo científico, é necessário compreender como diferentes tradições filosóficas moldaram o modo de pensar o conhecimento e a verdade. É a partir dessa reflexão que se entende por que o jornalismo não pode tratar a ciência como um catálogo de certezas, mas como uma prática histórica, social e em constante revisão.
*numThreads=1
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*video=
==unit|Níveis de entendimento==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Níveis de entendimento/]]
*learningGoals=Falar em “níveis de entendimento” é reconhecer que a ciência pode ser compreendida em múltiplas camadas, que vão do método à cultura, do dado à interpretação. Esta unidade propõe justamente percorrer esses níveis, mostrando que o conhecimento científico não nasce de um único método, mas de tradições e estratégias diversas que se articulam historicamente. E entender essas diferenças é preciso para comunicar ciência de forma crítica e contextualizada.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|A metáfora científica==
*furtherReading=https://www.scielo.br/j/rbef/a/D6PZ4gRrDXtWvRsVpd5dwSQ/?format=pdf&lang=pt
*image=[[File:Módulo 1 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A Metáfora Científica/]]
*learningGoals=A expressão “metáfora científica” sintetiza um dos aspectos mais fascinantes e complexos da comunicação da ciência: o poder da linguagem. Nesta unidade, o foco se amplia para pensar como as metáforas, analogias e escolhas discursivas moldam o modo como o público entende o conhecimento científico. Entender as metáforas é, portanto, entender como o jornalismo constrói sentidos e traduz o pensamento científico para diferentes audiências.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=[[Arquivo:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 2.mp3|500px]] Podcast NeuroMat
==unit|Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação/]]
*learningGoals=Esta unidade, dedicada aos elementos da metodologia científica (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação), revisita essas etapas para compreender como elas se articulam na prática e como chegam até o público por meio do jornalismo. Ao acompanhar esse percurso, veremos que o chamado “método científico” não é linear nem uniforme, mas um processo vivo, revisável e profundamente humano.
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*numThreadsOpen=2
*video=[[Arquivo:Faísca NeuroMat - A importância de ensaios clínicos na medicina-iiGzHnOQd8o.webm|500px]]
==unit|Metodologia e comunicação==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Metodologia e comunicação/]]
*learningGoals=Ao tratar de Metodologia e Comunicação, esta unidade amplia a reflexão sobre como o conhecimento científico é construído e compartilhado. Hoje, comunicar ciência envolve não apenas relatar métodos e resultados, mas também lidar com a confiança pública, as redes digitais e os desafios de um ecossistema informacional fragmentado. Discutir metodologia é, portanto, discutir também as condições contemporâneas da comunicação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
=lesson|História da Ciência e da Tecnologia=
*furtherReading=
Neste módulo, você viu que o conhecimento se constrói em rede por meio de trocas, revisões e interpretações. Agora é hora de colocar isso em prática. A tarefa final convida você a contribuir com verbetes da Wikipédia, participando ativamente da produção e difusão do conhecimento aberto.
#
A proposta é simples. Primeiro, realize o [https://outreachdashboard.wmflabs.org/training/editing-wikipedia/editing-basics/ treinamento básico de edição] e certifique-se de entrar na sua conta wiki para que suas edições sejam registradas. Depois, leia a [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/Wikip%C3%A9dia_de_A_a_Z.pdf brochura de orientação da Wikimedia Brasil], que explica como a comunidade funciona e quais são as principais regras de edição.
#
'''Antes de avançar, esteja ciente de que toda edição feita por você na Wikipédia é pública, fica registrada no histórico dos verbetes e poderá ser vista, acompanhada e revisada por qualquer usuário da plataforma. Suas contribuições têm impacto real e responsabilidade direta na circulação de conhecimento.'''
#
Você também pode assistir a um [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Como_usar_a_p%C3%A1gina_de_testes.webm vídeo de demonstração] e praticar na sua página de testes, um espaço seguro para experimentar antes de editar de fato.
#
Em seguida, acesse a [[w:Categoria:História da ciência|lista de artigos sobre História da Ciência]] e escolha um ou mais verbetes que possam ser aprimorados, '''especialmente os que estão curtos, desatualizados ou mal referenciados'''. Você pode acrescentar novas informações, revisar textos, incluir fontes confiáveis ou traduzir trechos de outras Wikipedias para o português.
#
O objetivo é contribuir com '''pelo menos 15 mil caracteres''' no total.
#
A plataforma do curso, o [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] realiza a contagem automática das edições e pode ser usado para verificação. Faça o login nessa plataforma e, estando logado, acesse [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|essa página]] para verificar suas edições.
#
Ao editar, siga sempre as regras básicas da Wikipédia: [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Verificabilidade/ verificabilidade], [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Princ%C3%ADpio_da_imparcialidade/ princípio da imparcialidade] e [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Nada_de_pesquisa_in%C3%A9dita/ nada de pesquisa inédita]. Ou seja,
#
1. Toda informação precisa ter fonte verificável.
#
2. O texto deve manter imparcialidade e clareza.
#
3. Não inclua pesquisa inédita.
#
'''ATENÇÃO: o plágio é terminantemente proibido. Não copie trechos de nenhum lugar sem citação apropriada. Violações de direitos autorais levam à remoção imediata do conteúdo pela comunidade e podem resultar na exclusão da sua participação no curso. As regras de verificação, imparcialidade e respeito às fontes são rigorosamente aplicadas na Wikipédia. Siga-as com cuidado.'''
#
Essa atividade é um convite para viver, na prática, o espírito da ciência aberta. Contribuir com a Wikipedia é participar de uma rede global de produção e circulação do saber, a mesma rede que o jornalismo científico ajuda a manter viva, ao adaptar o conhecimento de forma ética, acessível e pública.
#
Quando concluir suas edições, [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|verifique na plataforma, estando logado, se atingiu o número de caracteres]], volte à área do curso e clique em [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia#nextStep|Próximos passos]] para seguir para o próximo módulo.
*learningGoals=
# Compreender a definição de ciência e sua construção histórica a partir de diferentes perspectivas
# Identificar técnicas da pré-história que abriram caminho para o desenvolvimento científico
# Conhecer noções científicas presentes nas civilizações antigas da Mesopotâmia, Egito, China e Índia
# Relacionar filosofia e ciência no contexto da Grécia antiga e do Império Romano
# Verificar a orientação da ciência praticada por muçulmanos e em que medida se diferenciava de outras ciências
# Perceber o papel inquisidor da Igreja católica nas produções científicas da Idade Média
# Analisar criticamente o Renascimento Científico e alguns de seus componentes, como as grandes navegações e a corrente filosófica do humanismo
*numThreads=9
*numThreadsOpen=9
==unit|Introdução==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Nesta unidade, o aluno é convidado a compreender o que significa estudar a história da ciência e da tecnologia. Mais do que uma linha do tempo de invenções, trata-se de reconhecer que o conhecimento é uma construção social, atravessada por disputas, contextos e transformações técnicas. O comunicador científico aprende aqui a olhar para a ciência como uma narrativa histórica que é feita de vozes, interesses e modos de traduzir o mundo.
*numThreads=5
*numThreadsOpen=5
*video=
==unit|Antes da Ciência, veio a Técnica==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Antes da ciência se tornar método e instituição, ela foi prática e necessidade. Esta unidade mostra como a técnica é a base do pensamento científico. A partir de autores que discutem o tema, o aluno é levado a perceber que toda ciência nasce da experiência material e que o jornalismo científico, ao narrar descobertas, também revela o elo entre o trabalho, a invenção e o conhecimento.
*numThreads=1
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*video=
==unit|A Técnica nas Primeiras Grandes Civilizações==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Egito, Mesopotâmia e China foram sociedades que transformaram a técnica em saber organizado e em instrumento de poder. Nesta unidade, o estudante analisa como práticas de observação e registro deram origem às primeiras formas de ciência e como o domínio técnico moldava hierarquias e legitimidades. O paralelo com o jornalismo científico aparece na ideia de mediação, onde traduzir e registrar o conhecimento é, desde então, uma forma de construir autoridade.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Grécia Antiga e Império Romano: a Ciência como a conhecemos==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O pensamento grego introduziu a razão como caminho para compreender o mundo, e Roma transformou esse saber em ferramenta de organização e poder. Esta unidade apresenta a origem da ideia de método, argumento e prova, elementos que ainda sustentam o discurso científico. Para o jornalismo científico, entender essa herança é entender que comunicar ciência é também praticar retórica, isto é, construir sentido e credibilidade por meio da linguagem.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|O Islã e a Ciência grega==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Durante os séculos VIII a XIII, o mundo islâmico foi o principal elo na transmissão e reinvenção do saber grego. Ao traduzir e reinterpretar obras antigas, estudiosos árabes criaram novas formas de compreender a natureza e fundaram uma tradição científica própria. A unidade propõe ao aluno refletir sobre a tradução como prática criativa. Tanto no Islã medieval quanto no jornalismo científico, traduzir é recriar e tornar o conhecimento acessível a novos públicos.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
==unit|Idade Média e o caminho para o Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=A Idade Média foi marcada pelo controle do conhecimento e pela centralização da autoridade intelectual nas instituições religiosas. Poucos avanços científicos ocorreram, mas a técnica e a curiosidade prática resistiram nas margens do poder. Esta unidade propõe pensar como o isolamento do saber pode gerar estagnação e como o jornalismo científico, ao democratizar o acesso à informação, cumpre o papel de romper o silêncio e manter viva a circulação das ideias.
*video=
==unit|O Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 7.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O Renascimento reabriu o mundo à curiosidade e à experimentação. A observação, a técnica e a imprensa criaram as bases da ciência moderna e da comunicação pública do conhecimento. Nesta unidade, o aluno reflete sobre o nascimento da ciência como empreendimento coletivo e da comunicação como parte essencial desse processo. O jornalismo científico é apresentado aqui como herdeiro direto desse espírito renascentista de investigar, questionar e compartilhar o saber como forma de emancipação.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
=lesson|Ética da Ciência=
*furtherReading=
'''Entrevista sobre Ética na Ciência'''
#
Entrevistar pesquisadores faz parte do cotidiano do jornalismo científico e costuma exigir preparo. Quem entrevista precisa compreender minimamente o tema estudado pelo cientista e, ao mesmo tempo, apresentar esse conteúdo de forma clara para o público. Nesta tarefa, você vai conversar com um pesquisador ou pesquisadora sobre ética na ciência, tomando como ponto de partida o próprio trabalho da pessoa entrevistada. O objetivo é perceber como as questões éticas aparecem na prática científica e como cada pesquisador lida com elas no dia a dia.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Compreender as regras, escritas ou consensuais, respeitadas pelos cientistas e que garantem o avanço do conhecimento científico
# Conhecer e entender as Normas de Merton
# Entender alguns dos mecanismos usados por "cientistas" para burlar essas regras e suas consequências
#* Publicações em nichos
#* Periódicos predatórios
# Ethos científico: cientistas e jornalistas na divulgação científica
*numThreads=4
*numThreadsOpen=4
==unit|Protocolos éticos em pesquisas experimentais==
*furtherReading=Recomendamos a leitura da página [https://pt.wikipedia.org/wiki/Vacina_contra_a_COVID-19 Vacina contra a COVID-19] para a compreensão do processo que orienta o desenvolvimento de uma vacina.
*image=[[File:Módulo 3 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Protocolos éticos em pesquisas experimentais/]]
*learningGoals=Este conteúdo apresenta como funcionam pesquisas experimentais com humanos e animais, o que os comitês de ética avaliam e por que esses cuidados importam para quem escreve sobre ciência. Mostra problemas recorrentes em protocolos, explica direitos de participantes e indica pontos que o comunicador deve observar antes de transformar um estudo em notícia. Também aborda riscos de divulgação apressada e como isso afeta a confiança do público.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Reprodutibilidade==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Reprodutibilidade/]]
*learningGoals=Aqui se explica por que a possibilidade de repetir um estudo com resultados próximos reforça a consistência de uma pesquisa. O conteúdo discute fatores que dificultam essa verificação, como métodos incompletos e ausência de dados, e mostra o papel da ciência aberta na descrição clara de procedimentos. A unidade ajuda o comunicador científico a identificar limites, lacunas e sinais de que um achado ainda precisa de novos testes antes de ganhar destaque na imprensa.
*video=
==unit|Revisão por pares==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Revisão por pares/]]
*learningGoals=Esta unidade apresenta o que acontece no processo de revisão por pares, como avaliadores analisam métodos e interpretações e por que pareceres divergem. O texto discute formatos tradicionais e abertos de avaliação, apontando vantagens e limites de cada prática. Também orienta o comunicador científico a diferenciar estudos revisados de materiais preliminares, como preprints, e a ajustar o tom da cobertura conforme o estágio em que a pesquisa se encontra.
*video=
==unit|Práticas anticientíficas==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Prática anticientíficas/]]
*learningGoals=Este conteúdo mostra como surgem ações que imitam ciência sem seguir seus procedimentos básicos e como elas circulam em ambientes digitais. A unidade diferencia ciência, pseudociência e práticas que distorcem resultados ou ampliam conclusões de forma indevida. Também apresenta sinais de alerta para o comunicador cientifico, como ausência de método, apelos emotivos e comparações inadequadas entre estudos. O objetivo é ajudar o leitor a reconhecer quando um argumento se apoia em dados reais e quando apenas assume aparência de rigor.
*video=
*quiz=sim
=lesson|Temas Centrais da Ciência Contemporânea=
*furtherReading=
Selecione uma notícia sobre um tema científico publicada em qualquer veículo jornalístico. Pode ser de jornal impresso, revista, portal de notícias, blog jornalístico ou site especializado. Depois disso, localize outra matéria sobre o mesmo tema em um segundo veículo e compare como cada um tratou o assunto.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Conhecer a conjectura do cérebro estatístico bem como os conceitos de construção de memórias, predições e modelos
# Entender como a modelagem de neurônios é baseada pelas noções de tradução matemática e estocasticidade
# Perceber como o comportamento de usuários nas redes sociais afetam decisões da esfera pública e como esse comportamento pode ser analisado por um modelo matemático
# Identificar as múltiplas abordagens de ciência aberta, preceitos do ethos científico e de código aberto
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
==unit|Cérebro estatístico==
*furtherReading=
O Cérebro Estatístico
#
[[Arquivo:O Cérebro Estatístico - NeuroMat.webm|500px]]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Cérebro estatístico/]]
*learningGoals=Nesta aula, a pesquisadora Claudia Vargas explica a conjectura do cérebro estatístico, que vem sendo estudada pelo CEPID NeuroMat. A construção de memórias, as predições feitas por esse órgão e a construção de modelos são alguns dos tópicos abordados.
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
*video=Podcast A Matemática do Cérebro - Ep. Cérebro, predições e mágica [[File:Cérebro, predições e mágica.wav]]
==unit|Modelagem de neurônios==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Modelagem de neurônios/]]
*learningGoals=A pesquisadora Aline Duarte cita a tradução matemática, comportamentos estocásticos e o modelo Galves-Löcherbach como aspectos fundamentais para compreender o que é modelagem de neurônios. Nesta aula, esses conceitos são aprofundados.
*furtherReading=Fla-Flu no Cérebro [[File:Fla-Flu no Cérebro.webm|500px]]
*video=Faísca Neuromat: A Matemática do Contágio - Modelo Matemático [[File:Faísca Neuromat A Matemática do Contágio - Modelo Matemático.webm| 500 px]]
==unit|Redes sociais==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Redes sociais/]]
*learningGoals=Esta aula é baseada na apresentação de Antonio Galves no Faísca NeuroMat. A partir de estudos de caso das eleições de 2018, é proposto um modelo que define o comportamento das pessoas nas redes sociais.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Redes sociais e a influencia da imprensa - um modelo matematico.webm|500 px]]
==unit|Ciência aberta==
*furtherReading=
#HEINZ, Michele; MIRANDA, Angélica. Ciência Aberta: argumentos e desafios para sua legitimação científica. Em Questão, Porto Alegre, v. 30, e-135618, 2024. DOI: [https://doi.org/10.1590/1808-5245.30.135618]
#SILVEIRA, Lúcia da et al. Taxonomia da Ciência Aberta: revisada e ampliada. Encontros Bibli, v. 28, p. e91712, 2023. DOI: [https://doi.org/10.5007/1518-2924.2023.e91712]
#Silva, F.C.C.; Silveira, L. O ecossistema da Ciência Aberta. Transinformação, v.31, e190001, 2019. DOI: [http://dx.doi.org/10.1590/2318-0889201931e190001]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Ciência Aberta/]]
*learningGoals=A tese de Jean Carlos Ferreira dos Santos é o ponto de partida para esta aula que trata sobre as múltiplas abordagens da ciência aberta. O conteúdo ainda desenvolve os tópicos de ethos científico, privatização do conhecimento e código aberto.
*video=[[File:NeuroMat - Ciência Aberta (completo)-kNfkSUcedoY.webm| 500 px]]
=lesson|Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior=
*furtherReading=
A atividade final deste módulo envolve realizar uma contribuição individual baseada em uma informação atualizada ou complementar sobre algum dos temas abordados nas unidades do módulo. Essa contribuição será publicada em uma seção específica ao final da página principal do módulo, intitulada “Contribuições de atualização”.
#
'''Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa, reajustes de valores, políticas de financiamento, atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs, desigualdades de acesso à ciência, entre outros.
#
'''Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': localize uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs), agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori), comunicados de entidades como SBPC, ANPG, entre outros.
#
'''Produção de síntese informativa''': redija um texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada; a relação com o conteúdo do módulo; a fonte citada com hiperlink; e assinatura com nome ou nome de usuário na Wikiversidade.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo, você irá saber:
# O que é pesquisa e desenvolvimento
# O investimento no Brasil: as origens e os destinos do dinheiro
# O panorama mundial de investimento em pesquisa e desenvolvimento
# Como e quando começou o investimento em pesquisa científica
# As instituições responsáveis pela pesquisa e pela distribuição da verba
# Quem são, onde estão e em que área atuam os pesquisadores do Brasil
==unit|Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimentos/]]
*learningGoals=É traçado um comparativo entre o investimento em Pesquisa & Desenvolvimento em diversos países e a origem desses recursos (privada ou pública). Para esta análise, considera-se o PIB de cada nação e a percentagem destinada a esse setor.
*video=[[File:Pesquisa e desenvolvimento.webm|500px]]
==unit|Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil/]]
*learningGoals=A partir de uma recuperação histórica, são comentadas iniciativas que direcionaram investimentos à pesquisa. A começar pelo exemplo de Johannes Kepler e Tycho Brahe até a criação de periódicos científicos durante o século XIX.
*video=[[File:Tycho Brahe, Johannes Kepler e a questão da Ciência Aberta-wyh9lkYLyOU.webm| 500 px]]
==unit|O estabelecimento da pesquisa no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/O estabelecimento da pesquisa no Brasil/]]
*learningGoals=Seguindo a cronologia dos investimentos no setor científico, esta aula dedica-se ao estudo da criação das agências e institutos de pesquisa. Tais como: Instituto Oswaldo Cruz, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
*video=
==unit|A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil/]]
*learningGoals=O sistema de financiamento de pesquisa brasileiro opera em nível nacional e estadual. Neste tópico, são indicados centros e agências de financiamento de pesquisa e a forma como atuam.
*video=
==unit|Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação/]]
*learningGoals=Nesta aula, é apresentada a distribuição de pesquisadores no Brasil em relação a gênero, área de conhecimento e região do país
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=.
==unit|As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas/]]
*learningGoals=Por meio de uma abordagem bem objetiva, são descritas as diversas bolsas oferecidas em âmbito nacional. São incluídos níveis de aprofundamento, duração e valores.
*video=
=lesson|Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico=
*furtherReading=
Nesta atividade, você irá produzir seu próprio episódio de podcast científico, colocando em prática os conceitos discutidos ao longo do módulo. A proposta é experimentar o podcast como formato de comunicação da ciência, pensando tanto no conteúdo quanto na forma como ele é apresentado ao público.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
#Conhecer como o jornalismo científico se constituiu e como é praticado
#Entender estratégias de difusão científica digital
#Verificar como a desinformação científica se perpetua e como pode ser combatida
#Compreender o uso da imagem como recurso explicativo no jornalismo científico
#Traçar um panorama histórico sobre ''podcasts'' e entender como o formato tem sido usado para divulgação científica
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
==unit|O jornalismo e a Ciência==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O jornalismo e a Ciência]]
*learningGoals=Será apresentado o percurso histórico do jornalismo científico, considerando a relação com o público e com a comunidade científica. Retirar o público de uma posição de passividade e envolvê-lo em uma ideia de compartilhamento de conhecimento exprime um dos pontos principais de análise.
*video=[[File:Ernst W. Hamburger - uma vida dedicada à ciência 3.webm|500px]]
==unit|Difusão digital==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Difusão digital]]
*learningGoals=A intersecção entre ciências da computação e jornalismo, o uso da Wikipédia e do YouTube como ferramentas de divulgação científica e as problemáticas e oportunidades de uma difusão sincrônica são temas desta aula.
*video=[[File:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 3.mp3]]
==unit|Desinformação científica==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Desinformação científica]]
*learningGoals=A disseminação de fake news, movimento antivacina e abordagens ambíguas são discutidos neste tópico como exemplos de desinformação científica. Além disso, são indicadas algumas alternativas que podem ser adotadas pelo jornalismo científico para conter esse fluxo.
*video=
==unit|O uso da imagem no jornalismo científico==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O uso da imagem no jornalismo científico]]
*learningGoals=A imagem como um recurso complexo e explicativo e não apenas ilustrativo pode ser um aliado para o jornalismo científico. Conhecer as bases teóricas dessa ideia e as aplicações práticas dela são objetos de interesse desta aula.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Ecologias digitais e divulgacao cientifica.webm|500px]]
==unit|Podcasts e ciência==
*furtherReading=
# MARQUES, F. Microfones abertos para a ciência. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.brRede/microfones-abertos-para-a-ciencia/>. Acesso em: 13 jan. 2023.
# Rede Ressoa. Maré favorável para podcasts que comunicam o oceano. Disponível em: <https://oeco.org.br/colunas/mare-favoravel-para-podcasts-que-comunicam-o-oceano/>. Acesso em 26 de janeiro de 2026.
*image=[[File:Módulo 6 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Podcasts e ciência]]
*learningGoals=Será explicada a origem do formato podcast, passando por uma contextualização do mercado na atualidade até uma interpretação crítica de programas especificamente voltados à divulgação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica [[File:Podcast NeuroMat curso Wikiversidade.wav|Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica]]
9pkx82pg1cojru2d2np2g06u670f5qm
182749
182747
2026-05-20T13:25:15Z
~2026-30079-51
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new thread in item discussion
182749
wikitext
text/x-wiki
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User:Sebschlicht/moocIndex.js
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--MoocIndex for MOOC @ Introdução ao Jornalismo Científico
=lesson|Metodologia e Filosofia da Ciência=
*furtherReading=
Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades.
#
'''Antes de começar'''
#
Você precisa estar logado na Wikiversidade e cadastrado no painel de controle do curso. Se tiver dúvidas, consulte as instruções disponíveis na própria página do módulo. Sem esse cadastro, não há como validar sua atividade.
#
Você pode consultar atividades de alunos das edições anteriores para visualizar o formato esperado das respostas e o padrão de organização do exercício.
#
A expectativa de tempo para esta tarefa é: 5 horas
#
'''1. Escolha da matéria.''' Selecione uma matéria da revista Pesquisa FAPESP. Ela deve tratar de um tema de pesquisa, isto é, baseada em pelo menos uma publicação científica. Os artigos estão disponíveis na página principal da revista. Coloque o título, autoria, data de publicação, link da matéria.
#
'''2. Resumo.''' Elabore um resumo objetivo da matéria, com até 300 caracteres.
#
'''3. Identificação do objeto e da metodologia.''' A partir da reportagem, identifique e analise: O objeto de pesquisa; A metodologia científica utilizada (observação, hipótese, experimentação, análise e/ou publicação).
#
'''4. Consulta às pesquisas originais.''' Acesse as pesquisas que embasam o artigo. ''Analise especialmente a seção metodológica'': analise se o artigo da Pesquisa FAPESP documenta bem o processo de pesquisa; analise o que está claro e o que ficou de fora.
#
'''5. Metáforas e estratégias de comunicação.''' Releia o conteúdo da aula sobre metáforas e estratégias do jornalismo científico. ''No artigo da Pesquisa FAPESP, identifique'': Quais metáforas científicas ou inspiradas na ciência foram usadas; Por que elas aparecem; Como ajudam (ou atrapalham) a compreensão da informação científica.
#
'''6. O que é ciência e mediação crítica.''' Com base na aula [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]], analise: Em que medida a matéria funciona como um mediador crítico; Apresente exemplos concretos extraídos do texto.
#
'''7. Como publicar.''' Digite seu nome de usuário no campo indicado na página do módulo e clique em "Registrar atividade". Escreva suas respostas, salve e publique.
#
'''8. Aviso IMPORTANTE: fontes.''' Todas as fontes consultadas, especialmente a matéria e as pesquisas originais, devem ser registradas corretamente na caixa de informações que aparecerá ao final do exercício. Sem essa indicação, sua atividade não poderá ser validada.
#
'''9. Inclua também as palavras-chave presentes na matéria escolhida.''' Se a matéria não apresentar palavras-chave, você deve criar de 2 a 5 termos que representem os principais assuntos abordados, como por exemplo: "meio ambiente", "saúde", "educação científica", "tecnologia", etc.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo você irá saber:
# Alguns dos critérios que diferenciam ciência e filosofia
# O que caracteriza a ciência
# Como é construído o conhecimento científico
# Quais os elementos que norteiam a metodologia científica
# Filósofos da ciência e suas respectivas linhas de pensamento
# O método específico adotado pelas pesquisas na área da comunicação
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
==unit|Ciência e Filosofia==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia/]]
*learningGoals=Esta unidade, intitulada “Ciência e Filosofia”, convida a pensar as bases conceituais que sustentam a própria ideia de ciência. Antes de abordar o jornalismo científico, é necessário compreender como diferentes tradições filosóficas moldaram o modo de pensar o conhecimento e a verdade. É a partir dessa reflexão que se entende por que o jornalismo não pode tratar a ciência como um catálogo de certezas, mas como uma prática histórica, social e em constante revisão.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Níveis de entendimento==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Níveis de entendimento/]]
*learningGoals=Falar em “níveis de entendimento” é reconhecer que a ciência pode ser compreendida em múltiplas camadas, que vão do método à cultura, do dado à interpretação. Esta unidade propõe justamente percorrer esses níveis, mostrando que o conhecimento científico não nasce de um único método, mas de tradições e estratégias diversas que se articulam historicamente. E entender essas diferenças é preciso para comunicar ciência de forma crítica e contextualizada.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|A metáfora científica==
*furtherReading=https://www.scielo.br/j/rbef/a/D6PZ4gRrDXtWvRsVpd5dwSQ/?format=pdf&lang=pt
*image=[[File:Módulo 1 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A Metáfora Científica/]]
*learningGoals=A expressão “metáfora científica” sintetiza um dos aspectos mais fascinantes e complexos da comunicação da ciência: o poder da linguagem. Nesta unidade, o foco se amplia para pensar como as metáforas, analogias e escolhas discursivas moldam o modo como o público entende o conhecimento científico. Entender as metáforas é, portanto, entender como o jornalismo constrói sentidos e traduz o pensamento científico para diferentes audiências.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=[[Arquivo:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 2.mp3|500px]] Podcast NeuroMat
==unit|Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação/]]
*learningGoals=Esta unidade, dedicada aos elementos da metodologia científica (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação), revisita essas etapas para compreender como elas se articulam na prática e como chegam até o público por meio do jornalismo. Ao acompanhar esse percurso, veremos que o chamado “método científico” não é linear nem uniforme, mas um processo vivo, revisável e profundamente humano.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=[[Arquivo:Faísca NeuroMat - A importância de ensaios clínicos na medicina-iiGzHnOQd8o.webm|500px]]
==unit|Metodologia e comunicação==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Metodologia e comunicação/]]
*learningGoals=Ao tratar de Metodologia e Comunicação, esta unidade amplia a reflexão sobre como o conhecimento científico é construído e compartilhado. Hoje, comunicar ciência envolve não apenas relatar métodos e resultados, mas também lidar com a confiança pública, as redes digitais e os desafios de um ecossistema informacional fragmentado. Discutir metodologia é, portanto, discutir também as condições contemporâneas da comunicação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
=lesson|História da Ciência e da Tecnologia=
*furtherReading=
Neste módulo, você viu que o conhecimento se constrói em rede por meio de trocas, revisões e interpretações. Agora é hora de colocar isso em prática. A tarefa final convida você a contribuir com verbetes da Wikipédia, participando ativamente da produção e difusão do conhecimento aberto.
#
A proposta é simples. Primeiro, realize o [https://outreachdashboard.wmflabs.org/training/editing-wikipedia/editing-basics/ treinamento básico de edição] e certifique-se de entrar na sua conta wiki para que suas edições sejam registradas. Depois, leia a [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/Wikip%C3%A9dia_de_A_a_Z.pdf brochura de orientação da Wikimedia Brasil], que explica como a comunidade funciona e quais são as principais regras de edição.
#
'''Antes de avançar, esteja ciente de que toda edição feita por você na Wikipédia é pública, fica registrada no histórico dos verbetes e poderá ser vista, acompanhada e revisada por qualquer usuário da plataforma. Suas contribuições têm impacto real e responsabilidade direta na circulação de conhecimento.'''
#
Você também pode assistir a um [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Como_usar_a_p%C3%A1gina_de_testes.webm vídeo de demonstração] e praticar na sua página de testes, um espaço seguro para experimentar antes de editar de fato.
#
Em seguida, acesse a [[w:Categoria:História da ciência|lista de artigos sobre História da Ciência]] e escolha um ou mais verbetes que possam ser aprimorados, '''especialmente os que estão curtos, desatualizados ou mal referenciados'''. Você pode acrescentar novas informações, revisar textos, incluir fontes confiáveis ou traduzir trechos de outras Wikipedias para o português.
#
O objetivo é contribuir com '''pelo menos 15 mil caracteres''' no total.
#
A plataforma do curso, o [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] realiza a contagem automática das edições e pode ser usado para verificação. Faça o login nessa plataforma e, estando logado, acesse [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|essa página]] para verificar suas edições.
#
Ao editar, siga sempre as regras básicas da Wikipédia: [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Verificabilidade/ verificabilidade], [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Princ%C3%ADpio_da_imparcialidade/ princípio da imparcialidade] e [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Nada_de_pesquisa_in%C3%A9dita/ nada de pesquisa inédita]. Ou seja,
#
1. Toda informação precisa ter fonte verificável.
#
2. O texto deve manter imparcialidade e clareza.
#
3. Não inclua pesquisa inédita.
#
'''ATENÇÃO: o plágio é terminantemente proibido. Não copie trechos de nenhum lugar sem citação apropriada. Violações de direitos autorais levam à remoção imediata do conteúdo pela comunidade e podem resultar na exclusão da sua participação no curso. As regras de verificação, imparcialidade e respeito às fontes são rigorosamente aplicadas na Wikipédia. Siga-as com cuidado.'''
#
Essa atividade é um convite para viver, na prática, o espírito da ciência aberta. Contribuir com a Wikipedia é participar de uma rede global de produção e circulação do saber, a mesma rede que o jornalismo científico ajuda a manter viva, ao adaptar o conhecimento de forma ética, acessível e pública.
#
Quando concluir suas edições, [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|verifique na plataforma, estando logado, se atingiu o número de caracteres]], volte à área do curso e clique em [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia#nextStep|Próximos passos]] para seguir para o próximo módulo.
*learningGoals=
# Compreender a definição de ciência e sua construção histórica a partir de diferentes perspectivas
# Identificar técnicas da pré-história que abriram caminho para o desenvolvimento científico
# Conhecer noções científicas presentes nas civilizações antigas da Mesopotâmia, Egito, China e Índia
# Relacionar filosofia e ciência no contexto da Grécia antiga e do Império Romano
# Verificar a orientação da ciência praticada por muçulmanos e em que medida se diferenciava de outras ciências
# Perceber o papel inquisidor da Igreja católica nas produções científicas da Idade Média
# Analisar criticamente o Renascimento Científico e alguns de seus componentes, como as grandes navegações e a corrente filosófica do humanismo
*numThreads=9
*numThreadsOpen=9
==unit|Introdução==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Nesta unidade, o aluno é convidado a compreender o que significa estudar a história da ciência e da tecnologia. Mais do que uma linha do tempo de invenções, trata-se de reconhecer que o conhecimento é uma construção social, atravessada por disputas, contextos e transformações técnicas. O comunicador científico aprende aqui a olhar para a ciência como uma narrativa histórica que é feita de vozes, interesses e modos de traduzir o mundo.
*numThreads=5
*numThreadsOpen=5
*video=
==unit|Antes da Ciência, veio a Técnica==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Antes da ciência se tornar método e instituição, ela foi prática e necessidade. Esta unidade mostra como a técnica é a base do pensamento científico. A partir de autores que discutem o tema, o aluno é levado a perceber que toda ciência nasce da experiência material e que o jornalismo científico, ao narrar descobertas, também revela o elo entre o trabalho, a invenção e o conhecimento.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|A Técnica nas Primeiras Grandes Civilizações==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Egito, Mesopotâmia e China foram sociedades que transformaram a técnica em saber organizado e em instrumento de poder. Nesta unidade, o estudante analisa como práticas de observação e registro deram origem às primeiras formas de ciência e como o domínio técnico moldava hierarquias e legitimidades. O paralelo com o jornalismo científico aparece na ideia de mediação, onde traduzir e registrar o conhecimento é, desde então, uma forma de construir autoridade.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Grécia Antiga e Império Romano: a Ciência como a conhecemos==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O pensamento grego introduziu a razão como caminho para compreender o mundo, e Roma transformou esse saber em ferramenta de organização e poder. Esta unidade apresenta a origem da ideia de método, argumento e prova, elementos que ainda sustentam o discurso científico. Para o jornalismo científico, entender essa herança é entender que comunicar ciência é também praticar retórica, isto é, construir sentido e credibilidade por meio da linguagem.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|O Islã e a Ciência grega==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Durante os séculos VIII a XIII, o mundo islâmico foi o principal elo na transmissão e reinvenção do saber grego. Ao traduzir e reinterpretar obras antigas, estudiosos árabes criaram novas formas de compreender a natureza e fundaram uma tradição científica própria. A unidade propõe ao aluno refletir sobre a tradução como prática criativa. Tanto no Islã medieval quanto no jornalismo científico, traduzir é recriar e tornar o conhecimento acessível a novos públicos.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
==unit|Idade Média e o caminho para o Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=A Idade Média foi marcada pelo controle do conhecimento e pela centralização da autoridade intelectual nas instituições religiosas. Poucos avanços científicos ocorreram, mas a técnica e a curiosidade prática resistiram nas margens do poder. Esta unidade propõe pensar como o isolamento do saber pode gerar estagnação e como o jornalismo científico, ao democratizar o acesso à informação, cumpre o papel de romper o silêncio e manter viva a circulação das ideias.
*video=
==unit|O Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 7.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O Renascimento reabriu o mundo à curiosidade e à experimentação. A observação, a técnica e a imprensa criaram as bases da ciência moderna e da comunicação pública do conhecimento. Nesta unidade, o aluno reflete sobre o nascimento da ciência como empreendimento coletivo e da comunicação como parte essencial desse processo. O jornalismo científico é apresentado aqui como herdeiro direto desse espírito renascentista de investigar, questionar e compartilhar o saber como forma de emancipação.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
=lesson|Ética da Ciência=
*furtherReading=
'''Entrevista sobre Ética na Ciência'''
#
Entrevistar pesquisadores faz parte do cotidiano do jornalismo científico e costuma exigir preparo. Quem entrevista precisa compreender minimamente o tema estudado pelo cientista e, ao mesmo tempo, apresentar esse conteúdo de forma clara para o público. Nesta tarefa, você vai conversar com um pesquisador ou pesquisadora sobre ética na ciência, tomando como ponto de partida o próprio trabalho da pessoa entrevistada. O objetivo é perceber como as questões éticas aparecem na prática científica e como cada pesquisador lida com elas no dia a dia.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Compreender as regras, escritas ou consensuais, respeitadas pelos cientistas e que garantem o avanço do conhecimento científico
# Conhecer e entender as Normas de Merton
# Entender alguns dos mecanismos usados por "cientistas" para burlar essas regras e suas consequências
#* Publicações em nichos
#* Periódicos predatórios
# Ethos científico: cientistas e jornalistas na divulgação científica
*numThreads=4
*numThreadsOpen=4
==unit|Protocolos éticos em pesquisas experimentais==
*furtherReading=Recomendamos a leitura da página [https://pt.wikipedia.org/wiki/Vacina_contra_a_COVID-19 Vacina contra a COVID-19] para a compreensão do processo que orienta o desenvolvimento de uma vacina.
*image=[[File:Módulo 3 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Protocolos éticos em pesquisas experimentais/]]
*learningGoals=Este conteúdo apresenta como funcionam pesquisas experimentais com humanos e animais, o que os comitês de ética avaliam e por que esses cuidados importam para quem escreve sobre ciência. Mostra problemas recorrentes em protocolos, explica direitos de participantes e indica pontos que o comunicador deve observar antes de transformar um estudo em notícia. Também aborda riscos de divulgação apressada e como isso afeta a confiança do público.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Reprodutibilidade==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Reprodutibilidade/]]
*learningGoals=Aqui se explica por que a possibilidade de repetir um estudo com resultados próximos reforça a consistência de uma pesquisa. O conteúdo discute fatores que dificultam essa verificação, como métodos incompletos e ausência de dados, e mostra o papel da ciência aberta na descrição clara de procedimentos. A unidade ajuda o comunicador científico a identificar limites, lacunas e sinais de que um achado ainda precisa de novos testes antes de ganhar destaque na imprensa.
*video=
==unit|Revisão por pares==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Revisão por pares/]]
*learningGoals=Esta unidade apresenta o que acontece no processo de revisão por pares, como avaliadores analisam métodos e interpretações e por que pareceres divergem. O texto discute formatos tradicionais e abertos de avaliação, apontando vantagens e limites de cada prática. Também orienta o comunicador científico a diferenciar estudos revisados de materiais preliminares, como preprints, e a ajustar o tom da cobertura conforme o estágio em que a pesquisa se encontra.
*video=
==unit|Práticas anticientíficas==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Prática anticientíficas/]]
*learningGoals=Este conteúdo mostra como surgem ações que imitam ciência sem seguir seus procedimentos básicos e como elas circulam em ambientes digitais. A unidade diferencia ciência, pseudociência e práticas que distorcem resultados ou ampliam conclusões de forma indevida. Também apresenta sinais de alerta para o comunicador cientifico, como ausência de método, apelos emotivos e comparações inadequadas entre estudos. O objetivo é ajudar o leitor a reconhecer quando um argumento se apoia em dados reais e quando apenas assume aparência de rigor.
*video=
*quiz=sim
=lesson|Temas Centrais da Ciência Contemporânea=
*furtherReading=
Selecione uma notícia sobre um tema científico publicada em qualquer veículo jornalístico. Pode ser de jornal impresso, revista, portal de notícias, blog jornalístico ou site especializado. Depois disso, localize outra matéria sobre o mesmo tema em um segundo veículo e compare como cada um tratou o assunto.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Conhecer a conjectura do cérebro estatístico bem como os conceitos de construção de memórias, predições e modelos
# Entender como a modelagem de neurônios é baseada pelas noções de tradução matemática e estocasticidade
# Perceber como o comportamento de usuários nas redes sociais afetam decisões da esfera pública e como esse comportamento pode ser analisado por um modelo matemático
# Identificar as múltiplas abordagens de ciência aberta, preceitos do ethos científico e de código aberto
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
==unit|Cérebro estatístico==
*furtherReading=
O Cérebro Estatístico
#
[[Arquivo:O Cérebro Estatístico - NeuroMat.webm|500px]]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Cérebro estatístico/]]
*learningGoals=Nesta aula, a pesquisadora Claudia Vargas explica a conjectura do cérebro estatístico, que vem sendo estudada pelo CEPID NeuroMat. A construção de memórias, as predições feitas por esse órgão e a construção de modelos são alguns dos tópicos abordados.
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
*video=Podcast A Matemática do Cérebro - Ep. Cérebro, predições e mágica [[File:Cérebro, predições e mágica.wav]]
==unit|Modelagem de neurônios==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Modelagem de neurônios/]]
*learningGoals=A pesquisadora Aline Duarte cita a tradução matemática, comportamentos estocásticos e o modelo Galves-Löcherbach como aspectos fundamentais para compreender o que é modelagem de neurônios. Nesta aula, esses conceitos são aprofundados.
*furtherReading=Fla-Flu no Cérebro [[File:Fla-Flu no Cérebro.webm|500px]]
*video=Faísca Neuromat: A Matemática do Contágio - Modelo Matemático [[File:Faísca Neuromat A Matemática do Contágio - Modelo Matemático.webm| 500 px]]
==unit|Redes sociais==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Redes sociais/]]
*learningGoals=Esta aula é baseada na apresentação de Antonio Galves no Faísca NeuroMat. A partir de estudos de caso das eleições de 2018, é proposto um modelo que define o comportamento das pessoas nas redes sociais.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Redes sociais e a influencia da imprensa - um modelo matematico.webm|500 px]]
==unit|Ciência aberta==
*furtherReading=
#HEINZ, Michele; MIRANDA, Angélica. Ciência Aberta: argumentos e desafios para sua legitimação científica. Em Questão, Porto Alegre, v. 30, e-135618, 2024. DOI: [https://doi.org/10.1590/1808-5245.30.135618]
#SILVEIRA, Lúcia da et al. Taxonomia da Ciência Aberta: revisada e ampliada. Encontros Bibli, v. 28, p. e91712, 2023. DOI: [https://doi.org/10.5007/1518-2924.2023.e91712]
#Silva, F.C.C.; Silveira, L. O ecossistema da Ciência Aberta. Transinformação, v.31, e190001, 2019. DOI: [http://dx.doi.org/10.1590/2318-0889201931e190001]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Ciência Aberta/]]
*learningGoals=A tese de Jean Carlos Ferreira dos Santos é o ponto de partida para esta aula que trata sobre as múltiplas abordagens da ciência aberta. O conteúdo ainda desenvolve os tópicos de ethos científico, privatização do conhecimento e código aberto.
*video=[[File:NeuroMat - Ciência Aberta (completo)-kNfkSUcedoY.webm| 500 px]]
=lesson|Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior=
*furtherReading=
A atividade final deste módulo envolve realizar uma contribuição individual baseada em uma informação atualizada ou complementar sobre algum dos temas abordados nas unidades do módulo. Essa contribuição será publicada em uma seção específica ao final da página principal do módulo, intitulada “Contribuições de atualização”.
#
'''Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa, reajustes de valores, políticas de financiamento, atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs, desigualdades de acesso à ciência, entre outros.
#
'''Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': localize uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs), agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori), comunicados de entidades como SBPC, ANPG, entre outros.
#
'''Produção de síntese informativa''': redija um texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada; a relação com o conteúdo do módulo; a fonte citada com hiperlink; e assinatura com nome ou nome de usuário na Wikiversidade.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo, você irá saber:
# O que é pesquisa e desenvolvimento
# O investimento no Brasil: as origens e os destinos do dinheiro
# O panorama mundial de investimento em pesquisa e desenvolvimento
# Como e quando começou o investimento em pesquisa científica
# As instituições responsáveis pela pesquisa e pela distribuição da verba
# Quem são, onde estão e em que área atuam os pesquisadores do Brasil
==unit|Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimentos/]]
*learningGoals=É traçado um comparativo entre o investimento em Pesquisa & Desenvolvimento em diversos países e a origem desses recursos (privada ou pública). Para esta análise, considera-se o PIB de cada nação e a percentagem destinada a esse setor.
*video=[[File:Pesquisa e desenvolvimento.webm|500px]]
==unit|Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil/]]
*learningGoals=A partir de uma recuperação histórica, são comentadas iniciativas que direcionaram investimentos à pesquisa. A começar pelo exemplo de Johannes Kepler e Tycho Brahe até a criação de periódicos científicos durante o século XIX.
*video=[[File:Tycho Brahe, Johannes Kepler e a questão da Ciência Aberta-wyh9lkYLyOU.webm| 500 px]]
==unit|O estabelecimento da pesquisa no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/O estabelecimento da pesquisa no Brasil/]]
*learningGoals=Seguindo a cronologia dos investimentos no setor científico, esta aula dedica-se ao estudo da criação das agências e institutos de pesquisa. Tais como: Instituto Oswaldo Cruz, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
*video=
==unit|A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil/]]
*learningGoals=O sistema de financiamento de pesquisa brasileiro opera em nível nacional e estadual. Neste tópico, são indicados centros e agências de financiamento de pesquisa e a forma como atuam.
*video=
==unit|Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação/]]
*learningGoals=Nesta aula, é apresentada a distribuição de pesquisadores no Brasil em relação a gênero, área de conhecimento e região do país
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=.
==unit|As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas/]]
*learningGoals=Por meio de uma abordagem bem objetiva, são descritas as diversas bolsas oferecidas em âmbito nacional. São incluídos níveis de aprofundamento, duração e valores.
*video=
=lesson|Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico=
*furtherReading=
Nesta atividade, você irá produzir seu próprio episódio de podcast científico, colocando em prática os conceitos discutidos ao longo do módulo. A proposta é experimentar o podcast como formato de comunicação da ciência, pensando tanto no conteúdo quanto na forma como ele é apresentado ao público.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
#Conhecer como o jornalismo científico se constituiu e como é praticado
#Entender estratégias de difusão científica digital
#Verificar como a desinformação científica se perpetua e como pode ser combatida
#Compreender o uso da imagem como recurso explicativo no jornalismo científico
#Traçar um panorama histórico sobre ''podcasts'' e entender como o formato tem sido usado para divulgação científica
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
==unit|O jornalismo e a Ciência==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O jornalismo e a Ciência]]
*learningGoals=Será apresentado o percurso histórico do jornalismo científico, considerando a relação com o público e com a comunidade científica. Retirar o público de uma posição de passividade e envolvê-lo em uma ideia de compartilhamento de conhecimento exprime um dos pontos principais de análise.
*video=[[File:Ernst W. Hamburger - uma vida dedicada à ciência 3.webm|500px]]
==unit|Difusão digital==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Difusão digital]]
*learningGoals=A intersecção entre ciências da computação e jornalismo, o uso da Wikipédia e do YouTube como ferramentas de divulgação científica e as problemáticas e oportunidades de uma difusão sincrônica são temas desta aula.
*video=[[File:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 3.mp3]]
==unit|Desinformação científica==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Desinformação científica]]
*learningGoals=A disseminação de fake news, movimento antivacina e abordagens ambíguas são discutidos neste tópico como exemplos de desinformação científica. Além disso, são indicadas algumas alternativas que podem ser adotadas pelo jornalismo científico para conter esse fluxo.
*video=
==unit|O uso da imagem no jornalismo científico==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O uso da imagem no jornalismo científico]]
*learningGoals=A imagem como um recurso complexo e explicativo e não apenas ilustrativo pode ser um aliado para o jornalismo científico. Conhecer as bases teóricas dessa ideia e as aplicações práticas dela são objetos de interesse desta aula.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Ecologias digitais e divulgacao cientifica.webm|500px]]
==unit|Podcasts e ciência==
*furtherReading=
# MARQUES, F. Microfones abertos para a ciência. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.brRede/microfones-abertos-para-a-ciencia/>. Acesso em: 13 jan. 2023.
# Rede Ressoa. Maré favorável para podcasts que comunicam o oceano. Disponível em: <https://oeco.org.br/colunas/mare-favoravel-para-podcasts-que-comunicam-o-oceano/>. Acesso em 26 de janeiro de 2026.
*image=[[File:Módulo 6 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Podcasts e ciência]]
*learningGoals=Será explicada a origem do formato podcast, passando por uma contextualização do mercado na atualidade até uma interpretação crítica de programas especificamente voltados à divulgação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica [[File:Podcast NeuroMat curso Wikiversidade.wav|Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica]]
m2o2iydx45fbp4y3omb7d588hqg0wvf
Discussão:Introdução ao Jornalismo Científico
1
23096
182754
182607
2026-05-20T16:33:21Z
Mia Schezaro-Ramos
42167
/* Finalização do curso */ Resposta
182754
wikitext
text/x-wiki
{{:Introdução ao Jornalismo Científico/header}}
'''Envie sua dúvida por meio do botão abaixo.'''
{{arquivo-índice|hlist=sim|
* '''[[/Arquivo 1|1]]'''
}}
{{IJC/DúvidaBotão}}
== Resistência ou Cautela? Os Limites da Inovação na Ciência ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Ciência e Filosofia
|}
Em que medida a resistência da comunidade científica a ideias inovadoras — como ocorreu com Boltzmann — é um obstáculo ao progresso da ciência, e em que medida ela funciona como um mecanismo necessário de proteção contra erros e fraudes? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 17h43min de 29 de maio de 2025 (UTC)
== Metáforas científicas no jornalismo: esse recurso de aproximação pode causar distorção conceitual? ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| A metáfora científica
|}
No exercício cotidiano de tornar a ciência acessível ao grande público, são utilizadas metáforas como “pêndulo político” ou “buraco negro fiscal”. Esses recursos linguísticos ajudam a traduzir conceitos complexos de forma envolvente — mas até que ponto esse uso facilita a compreensão, e quando passa a reforçar interpretações equivocadas ou pré-concepções sobre o significado científico original dos termos?
Como equilibrar clareza comunicacional e rigor conceitual no uso de metáforas cientificamente inspiradas no discurso jornalístico? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 19h11min de 29 de maio de 2025 (UTC)
== sobre tarefa final ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Gostaria de saber como faço para visualizar as tarefas que realizei. Além disso, a tarefa do módulo 2 foi realizada, mas infelizmente o Wikipédia entendeu que era spam e me bloqueou. Não sei exatamente o que fiz de errado. Por conta disso, não consigo mais editar página alguma. [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 13h08min de 6 de novembro de 2025 (UTC)
== Não estou conseguindo finalizar o curso ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Boa tarde, eu não estou conseguindo finalizar o curso. Não consigo ver as minhas atividades que foram entregues. Alguém consegue me ajudar? [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 17h08min de 12 de novembro de 2025 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]], pode usar [[Introdução ao Jornalismo Científico/Verificação de atividades/Camargo.fmc|essa página]] para verificar as suas atividades realizadas. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h04min de 4 de março de 2026 (UTC)
== Peters (2013) ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Metodologia e comunicação
|}
Aponto que no texto da aula, não foi citado Peters (2013) diretamente, mas, sim, Oliveira e Mendonça (2025). E houve uma pergunta no quiz sobre uma citação direta de Peters (2013), apenas pontuando para que não haja confusões para outros alunos...Ainda que no contexto geral da pergunta fique clara a resposta. --[[Utilizador:Maria Clara Rodriguez Sosa|Maria Clara Rodriguez Sosa]] ([[Utilizador Discussão:Maria Clara Rodriguez Sosa|discussão]]) 14h05min de 3 de dezembro de 2025 (UTC)
== Acompanhamento tarefa final ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Por favor, não entendi como verificar se atingi 15 mil caracteres de edição para completar a tarefa. Alguém pode me ajudar com um passo a passo? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 22h37min de 9 de dezembro de 2025 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Lyxavier&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia, basta ver o número em verde escuro, que é o número de bytes=caracteres adicionados a cada edição. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h57min de 4 de março de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], agora na ferramenta no toolforge é possível verificar a contagem de caracteres. Logue em [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] e [https://ijc.toolforge.org/wikipedia_edit_count acesse esse link]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 18h59min de 24 de março de 2026 (UTC)
== Dúvida sobre contagem de caracteres - Módulo 2 ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Boa tarde! Estou realizando a tarefa do módulo 2 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico e fiquei com um pouco de dúvida sobre por onde, eu realmente vejo a contagem de caracteres. Outra dúvida é, todas as edições feitos por mim são contabilizadas? --[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]]) 15h42min de 15 de janeiro de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]], veja [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Maria_Ang%C3%A9lica_Santos&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia. Toda edição não-revertida e com referências válidas será contabilizada, seguindo o padrão da wikipédia, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h59min de 4 de março de 2026 (UTC)
== Como de fato conseguir permissao para editar na wikipedia ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Estou tentando fazer essa tarefa e toda vez barram minhas edições, mesmo colocando fontes de referencia e fazendo apenas traduções de outras wikis. --[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]]) 18h40min de 13 de fevereiro de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antonia_L%C3%B3pez_Gonz%C3%A1lez&diff=prev&oldid=71552839 na sua edição realizada], não há referências embasando o texto inserido. Lembre-se de usar referências. E também de não remover conteúdo original sem motivo. Sugiro reler as [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h01min de 4 de março de 2026 (UTC)
== Cumprir tarefa ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
para a tarefa deste módulo posso criar um verbete ao invés de atualizar os já existentes? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 21h01min de 18 de fevereiro de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], pode sim! Normalmente criar um verbete normalmente é mais difícil do que editar um verbete já existente, mas se você vai cumprir as políticas da Wikipédia, vá em frente. Caso o artigo seja eliminado, as edições não poderão mais ser visualizadas pela equipe do curso. Então, recomendo se assegurar de que o verbete está bem referenciado, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h03min de 4 de março de 2026 (UTC)
== CERTIFICADO JORNALISMO CIENTÍFICO ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Olá. Há cerca de dois meses, solicitei a emissão do meu certificado de conclusão do curso de Jornalismo Científico, mas ainda não obtive retorno. Anteriormente, já havia feito uma solicitação e, de forma rápida, fui orientado a adequar a tarefa final de um dos módulos. Realizei as correções indicadas e, em seguida, encaminhei um novo pedido de certificado. No entanto, desde então, o processo tem levado mais tempo do que o esperado. Gostaria, se possível, de verificar o que pode estar ocasionando essa demora. Ressalto que preciso do certificado para inseri-lo em um relatório de bolsa de pesquisa da FAPESP, o que torna a agilidade neste momento especialmente importante. Agradeço desde já pela atenção e fico no aguardo de um retorno..
[[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]] ([[Utilizador Discussão:Marco Vinicius Ropelli|discussão]]) 16h34min de 20 de março de 2026 (UTC)
:Oi, @[[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]]. A correção demora pelo menos três meses a partir da data de solicitação. Verifique se todas as tarefas foram feitas adequadamente, para agilizar o processo. Bons estudos. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h03min de 25 de março de 2026 (UTC)
== Atividade Final do Módulo 2 ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Eu fiz a atividade 2, mas não sei se ela ficou certa, porque não consegui, por exemplo, anexar o documento e tive muitos problemas na página de adicionar o vídeo, podem verificar, por favor se está tudo certo? .
[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] ([[Utilizador Discussão:Mayllon.lyggon|discussão]]) 15h03min de 29 de março de 2026 (UTC)
:@[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]], a correção de suas atividades foi finalizada. Conseguiu recuperar o certificado? Algum comentário sobre o curso? [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h06min de 29 de abril de 2026 (UTC)
== Certificado requisitado sem querer ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Sem querer requisitei o certificado, mas ainda faltam duas atividades. Peço perdão!
[[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]]) 14h55min de 29 de abril de 2026 (UTC)
:Obrigado por avisar. A correção foi interrompida. Quando finalizar o curso, solicite o certificado de novo, por favor. Bons estudos! [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h07min de 29 de abril de 2026 (UTC)
::Obrigado, Joalpe! Agora finalizei de fato o curso e solicitei de novo o certificado. Abraços! [[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]]) 15h07min de 4 de maio de 2026 (UTC)
== Finalização do curso ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Olá! Acabei de entregar a última tarefa. Gostaria de saber como posso verificar se todas as tarefas foram entregues corretamente para acompanhar quando ficará pronto o Certificado. Muito obrigada!
[[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]]) 13h28min de 15 de maio de 2026 (UTC)
:Desconsiderem a pergunta acima. Acabei de ver que eu precisava solicitar o certificado. Quando fiz isso, tive acesso a todas as tarefas feitas. Já consegui ver que tudo estava enviado certinho. Ufa! Muito obrigada. Agora é aguardar a correção. [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]]) 13h34min de 15 de maio de 2026 (UTC)
::Acabei de receber meu certificado do curso. Gostaria de agradecer demais o NeuroMat, a FAPESP e a Wikipedia. Iniciei a pouco tempo minha atuação como jornalista científica e com certeza o curso foi muito valioso nesse processo. Ele possibilitou o aprendizado de diversos aspectos que eu nem imaginava que seriam tão importantes para eu trabalhar na área. Ampliou muito minha visão e já está me ajudando a definir projetos futuros para eu implementar no Programa de Pós-Graduação onde trabalho. Muito obrigada mesmo! [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]]) 16h33min de 20 de maio de 2026 (UTC)
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Discussão:Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação
1
24676
182748
180431
2026-05-20T13:25:15Z
~2026-30079-51
44315
q:Veracidade
182748
wikitext
text/x-wiki
{{IJC/DúvidaBotão}}
== Veracidade ==
Se um estudo científico pode ser corrigido ou até retratado depois de publicado, como as pessoas podem saber em quais pesquisas confiar? --[[Especial:Contribuições/~2026-30079-51|~2026-30079-51]] ([[Utilizador Discussão:~2026-30079-51|discussão]]) 13h25min de 20 de maio de 2026 (UTC)
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== Veracidade ==
Se um estudo científico pode ser corrigido ou até retratado depois de publicado, como as pessoas podem saber em quais pesquisas confiar? --[[Especial:Contribuições/~2026-30079-51|~2026-30079-51]] ([[Utilizador Discussão:~2026-30079-51|discussão]]) 13h25min de 20 de maio de 2026 (UTC)
:Oi, @[[Utilizador:~2026-30079-51|~2026-30079-51]]. A possibilidade de revisão é exatamente o que faz da ciência algo diferente de um dogma. A ciência não promete verdades definitivas, promete um método para se aproximar do conhecimento de forma sistemática e transparente. Assim, a crítica e de certo modo a desconfiança são uma parte integral da prática científica, inclusive para as pessoas que recebem conteúdo produzido por cientistas. Dito isso: excelente pergunta! [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 21h46min de 20 de maio de 2026 (UTC)
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Sociologia e Comunicação Cásper/Sociedade de Vigilância
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Variações sobre o tema do Panóptico [[File:Aula 8 - Variações sobre o tema do "Panóptico".ogg|thumb|Aula 8 - Variações sobre o tema do "Panóptico"]]
Regimes de vigilância: sistemas panópticos, escópicos e de rastreamento
{{collapse top|title= O que é um dispositivo?}}
Nesta postagem vamos apresentar a ideia de dispositivo em [[w:Michel_Foucault|MIchel Foucault]] (1926-1984) para podermos pensar um tema muito particular de sua obra “Vigiar e Punir”: o [[w:Pan-óptico|PANÓPTICO]].
O poder gerado no dispositivo não delimita apenas uma forma de repressão ou interdição, não se trata, somente, de uma obrigação, mas de um regime de produção de saberes e controles, um poder que se apoia nos agentes sociais por ele mesmo investidos, que também os incitam, induzem e seduzem. Esse poder não é propriamente possuído, mas exercido em meio a um campo de posições e relações estratégicas dispersas pelo mundo social.
Para Foucault, os dispositivos são “operadores materiais do poder”. Eles estão presentes no discurso, nas instituições, nas tecnologias, organizações arquitetônicas, regulamentos e nas práticas cotidianas. Eles são “diagramas” de forças que produzem tipos particulares de “assujeitamento”, uma tecnologia do poder.
O dispositivo tem por função responder a um certo tipo de urgência.
A doença, a loucura, o trabalho, a pobreza, a racionalidade, a sexualidade etc. só aparecem a partir dos dispositivos que a configuram.<ref>Michel Foucault. ''Microfísica do Pode''r p. 244</ref>
Para o filósofo italiano [[w:Giorgio_Agamben|Giorgio Agamben]] o dispositivo pode ser qualquer coisa capaz de “capturar, orientar, determinar, interceptar, modelar, controlar e assegurar os gestos, as condutas, as opiniões e os discursos dos seres viventes.”<ref>Giorgio Agamben. ''O que é um dispositivo?'' p.13</ref>
Para ele, não somente as prisões, os manicômios, as escolas e as fábricas podem ser dispositivos, mas, também, uma caneta, um livro, a agricultura, celulares, códigos de programação. Até a linguagem poderia ser considerada um dispositivo.
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=O Panóptico}}
O Panóptico, tema da nossa aula, é um tipo particular de dispositivo.
[[File:Jeremy Bentham by Henry William Pickersgill detail.jpg | thumb| Jeremy Bentham]]
[[File:Michel Foucault 1974 Brasil.jpg|thumb|Michel Foucault 1974 Brasil]]
Vamos desenvolver um pouco mais o modo pelo qual Foucault descobre essa ideia em uma obra do século XVIII do filósofo e jurista [[w:Jeremy_Bentham|Jeremy Bentham]]. Seu título: “O panóptico”.
Nos anos 60, Foucault fazia parte de uma comissão que avaliava as condições dos presídios na França e, nesse período, passa a se interessar cada vez mais por um tema que culminará na sua obra “Vigiar e Punir”. Em um de seus capítulos, “O Panoptismo”, ele procura entender como surgiram as novas formas de vigilância e punição modernas.
“O princípio é: na periferia, uma construção em anel; no centro, uma torre; esta possui grandes janelas que se abrem para a parte interior do anel. Basta então colocar um vigia na torre central e em cada cela trancafiar um louco, um doente, um condenado, um operário ou um estudante.”<ref>Michel Foucault. ''Microfísica do Poder'' p. 210</ref> <ref>Jogo ''Panopticon Pandemonium'' do ''Bentham Project'' UCL https://www.ucl.ac.uk/bentham-project/who-was-jeremy-bentham/panopticon/panopticon-pandemonium-bringing-life-benthams-unrealised-prisoɳ</ref> <ref> ''What does the panopticon mean in the age of digital surveillance?'' - Thomas McMullan. The Guardian. 23/07/2015</ref><ref> Pandemônio panóptico: com Bentham em um simulador disciplinar - 05/08/2016 · by Thiago Mota </ref>
Foucault observa que o século XVIII é marcado por uma profunda aversão à escuridão (dos lugares, das coisas, das pessoas, da verdade). Um novo regime de visibilidade vai ser produzido. O Panóptico é o contrário das masmorras. Ele controla pela expansão da transparência, uma tecnologia que a tudo ilumina e torna visível.
O dispositivo panóptico faz com que tenhamos sempre a sensação de estarmos sendo vigiados. Essa sensação, por incrível que pareça, faz com que seja produzida por nós mesmos uma espécie de auto-vigilância.
Para isso, esse dispositivo produz uma dúvida fundamental: “Tem alguém olhando?”
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{{collapse top|title=Regimes panópticos, escópicos e de rastreamento}}
[[w:Lucia_Santaella|Lucia Santaella]] identifica três regimes de vigilância contemporâneos que se complementam de diversas formas:
1. o regime panóptico já foi identificado acima
2. o regime escópico é marcado pelo avanço das tecnologias eletrônicas e tem mudado radicalmente a paisagem urbana e, até mesmo, os espaços internos das casas, fábricas, escolas etc.: as câmeras de vigilância. Esse regime escópico recebeu um novo aliado: os drones.
3. o regime de rastreamento ou ''tracking'' é a marca das chamadas mídias digitais e caracteriza o regime de vigilância típico da internet. Ele está sob o domínio de especialistas em programação (hackers), monitoramento de redes sociais (SEO – ''Search Engine Optimization'') e todos os debates sobre o direito ao uso da criptografia como um modo de se proteger do rastreamento de todos os nossos passos nas mídias e plataformas digitais.
Para Santaella: “O tratamento dos dados coletados engloba uma gama de procedimentos, potencializados pela digitalização, que se distribuem pela gravação, estocagem, transmissão, recuperação, verificação, comparação, análise, categorização e pelo monitoramento, processamento e uso, envolvendo sempre mais manipulação que coerção” [...] Numa sociedade de fluxos, a própria vigilância é parte do fluxo.Ela é invisível, mas torna tudo visível, é anônima e onipresente.” (Lucia Santaella. A Ecologia Pluralista da Comunicação. P. 162)
Vamos avançar um pouco mais nessa discussão.
A sociedade atual é marcada pela coleta constante de dados comportamentais, graças à expansão de infraestruturas de plataformas, como aplicativos, plugins, rastreadores e sensores ativos e passivos. Essas infraestruturas são integradas a uma variedade crescente de dispositivos, desde smartphones e smartwatches até eletrodomésticos e carros autônomos. Essa coleta de dados é parte de uma sociedade centrada no monitoramento constante, conhecida como "sociedade de sensores" ou "sociedade de vigilância" (Zuboff, 2020), que se desenvolve na onda de uma crise econômica e política que afeta profundamente o modo como vivemos.
A solução para essa crise seria um mundo de objetos "inteligentes", como ''self-monitoring analysis and reporting technology'' (o que chamamos de tecnologia SMART), que combinados com o uso de big data e inteligência artificial, poderiam trazer bem-estar social para todos. No entanto, essa solução também implica o que Zuboff chama de "renderização" da vida humana
Ao mesmo tempo, tudo isso é amarrado em um discurso que enfatiza o empreendedorismo, a desintermediação, a autonomia e a colaboração.
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=Bibliografia}}
AGAMBEN, Giorgio. O que é um dispositivo. In: ______. O que é o contemporâneo? E outros ensaios. Chapecó: Argos, 2009, p. 27-51.
BAUMAN, Zygmunt. Tempos líquidos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007.
CARIBÉ, João Carlos R. Ética na sociabilização mediada por algoritmos. IBICT, UFRJ, junho 2017 [sobre o Panspectro]
CHIGNOLA, Sandro. Sobre o dispositivo: Foucault, Agamben, Deleuze. Humanitas ano 12 · nº 214 · vol. 12 · 2014
DOYLE, A. Revisiting the synopticon: Reconsidering Mathiesen’s ‘The Viewer Society’ in the age of Web 2.0. Theoretical Criminology. V.15, N.3, P. 283-299, 2011.
FOUCAULT, Michel. ''Vigiar e Punir''. Petrópolis, Vozes, 1987.(Capítulo: O Panoptismo)
MACHADO, Arlindo. Máquinas de Vigiar. Revista USP set/out/nov. 1990
MATHIESEN, Thomas, (1997) “The viewer society: Michel Foucault’s ‘Panopticon’ revisited” from Theoretical criminology : an international journal 1 (2) pp.215-232, London: Sage (Artigo de Mathiesen sobre o Sinóptico)
SANTAELLA, Lucia. ''Ecologia Pluralista da Comunicação''. São Paulo: Paulus, 2010
ZUBOFF, S. A era do capitalismo de vigilância: a luta por um futuro humano na nova
fronteira do poder. Tradução: George Schlesinger. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2020.
'''OUTRAS REFERÊNCIAS'''
‘Despreparada para a era digital, a democracia está sendo destruída’, afirma guru do ‘big data’ – Gerardo Lissardy – BBC Brasil, 09/04/2017
What Synthetic Biology Has in Common With Queer Theory -Deciding what organisms (and people!) are “related” to each other is more complicated than it seems. – By Sophia Roosth, Slate, 25/04/2017
Aniversário de George Orwell é comemorado com chapéus de festa em câmeras de vigilância (Ideia da dupla holandesa Front404 é chamar a atenção para a quantidade de câmeras que nos vigiam sem que percebamos)
Para pensar a ideia de dispositivo ver esta reportagem:The Subtle Sexism Of Your Open Plan Office (A remarkable new study documents the experiences of women in an open office designed by men) By Katharine Schwab, Co.Design, 05/07/2018
Sobre a Palantir: https://www.instagram.com/p/DXdHplXkc_U/?igsh=MXE4MnpidWpsdjFzYg==
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{{Referências}}
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Mineracao de Dados
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/* Local e período */
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text/x-wiki
== <big>Sobre</big> ==
Disciplina eletiva dos Programas de Pós-Graduação em Gestão Urbana (PPGTU) e de Cidades Inteligentes e Sustentáveis (PPGCIS) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) destinada a estudantes de mestrado e doutorado desta e outras instituições (ouvintes). Áreas de interesse: engenharias, ciência de dados, ciências da saúde, ciências ambientais, informática, arquitetura e urbanismo, planejamento urbano, comunicação, geografia, sociologia, e outras disciplinas das ciências sociais e humanas.
Responsáveis: [http://lattes.cnpq.br/8336038202048887 Fábio Teodoro de Souza] e [http://lattes.cnpq.br/7223117894053703 Demian Barcellos]
== <big>Local e período</big> ==
Onde: Campus Curitiba. Sala: a definir. As aulas serão realizadas unicamente de forma '''presencial'''.
Quando: 2<sup>o</sup> semestre de 2026, 5 sessões, primeiro trimestre de 2027, 1 sessão:
2026
* Setembro: 2, 16 é 30
* Outubro: 14 e 28
2027
* Março: 7
Quarta-feira das 14:00 às 17:00h.
== Carga horária: ==
30 horas (2 créditos).
== <big>Ementa e objetivos</big> ==
Estatística básica: parâmetros estatísticos (média, mediana, percentis etc). Estatística multivariada: matriz de correlação, análise fatorial, dendrograma e k-means. Especificidades na obtenção de dados. Preparação dos dados: tratamento de inconsistências (falsos valores de zero, preenchimento de dados ausentes, avaliação de outliers, criação de novas variáveis etc) e transformação dos valores numéricos em categóricos usando métricas estatísticas e geração de regras de associação e classificação. Os objetivos são apresentar aos acadêmicos os conceitos fundamentais de mineração de dados. Desenvolver um projeto usando as ferramentas computacionais aplicado em um banco de dados com variáveis temporais de uma temática urbana.
== <big>Metodologia</big> ==
A disciplina será desenvolvida presencial e os acadêmicos trabalham em base de dados com os softwares de extração de conhecimento. Portanto, as aulas terão maior teor prático desde a preparação dos dados nas planilhas eletrônicas até o uso dos softwares de modelagem. Os acadêmicos são capacitados para construir os modelos de regras de associação/classificação.
== <big>Conteúdo</big> ==
* Apresentação da metodologia: Desastres Naturais e Saúde Urbana
* Consistência dos dados, discretização de valores numéricos e preparação de variáveis categóricas.
* Estatística multivariada (matriz de correlação, análise fatorial, dendrograma e K-means).
* Regras de Associação e Regras de Classificação e aplicações.
* Estratégia para a elaboração dos artigos.
== <big>Avaliação</big> ==
O acadêmico deve entregar um artigo científico com os resultados da mineração de dados.
== <big>Bibliografia</big> ==
===Básica===
AGRAWAL, R., SRIKANT, R. Fast algorithms for mining association rules, VLDB-94, 1994.
AGRAWAL, R., IMIELINKSI, T., SWAMIZ, A. Mining Association Rules between Sets of Ítems in Large Databases. Proc. SIG-MOD-93, ACM Press, New Cork, 1993, pp. 207-216, 1993.
BARCELLOS, D. S.; SCHIMALESKI, A. P. C.; SOUZA, F. T. Downsizing water quality monitoring programs in river basins in Brazil. Urban Water Journal, v. 18, p. 223-236, 2021.
HAN, J.; KAMBER, M. e PEI, J. Data mining: concepts and techniques. Second ed. San Francisco: Morgan Kaufmann Publishers, 2006.
MATHYS, T. ; SOUZA, F. T. ; BARCELLOS, D. S. ; MOLDEREZ, I. . The relationship among air pollution, meteorological factors and COVID-19 in the Brussels Capital Region. Science of the Total Environment, v. 857, p. 158933, 2023.
PYLE, D. Data Preparation for Data Mining, Morgan Kaufmann Publishers, San Francisco, 1999.
WITTEN, I.H., FRANK, E., HALL, M.A., PAL, C.J.. Data Mining. Elsevier. 2017. https://doi.org/ 10.1016/c2015-0-02071-8.
===Complementar===
LIU, B., HSU, W., CHEN, S., MA, Y. Integrating Classification and Association Rule Mining. KDD-98, August, New York, 1998.
SOUZA, F. T. Morbidity Forecast in Cities: A Study of Urban Air Pollution and Respiratory Diseases in the Metropolitan Region of Curitiba, Brazil. Journal of Urban Health, 1-14, 2018.
SOUZA, F. T., KOENER, T. C., & CHLAD, R. A data-based model for predicting wildfires in Chapada das Mesas National Park in the State of Maranhão. Environmental Earth Sciences, 74(4), 3603-3611, 2015.
SOUZA, F. T. A data-based model to locate mass movements triggered by seismic events in Sichuan, China. Environmental monitoring and assessment, 186(1), 575-587, 2014.
SOUZA, F. T., & EBECKEN, N. F. A data based model to predict landslide induced by rainfall in Rio de Janeiro city. Geotechnical and geological engineering, 30(1), 85-94, 2012.
SOUZA, F. T. Predição de Escorregamentos das Encostas do Município do Rio de Janeiro Através de Técnicas de Mineração de Dados. Tese (DSc - Engenharia Civil) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2004: http://www.coc.ufrj.br/index.php/teses-de-doutorado/148-2004/976-fabio-teodoro-de-souza
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/* Local e período */
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text/x-wiki
== <big>Sobre</big> ==
Disciplina eletiva dos Programas de Pós-Graduação em Gestão Urbana (PPGTU) e de Cidades Inteligentes e Sustentáveis (PPGCIS) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) destinada a estudantes de mestrado e doutorado desta e outras instituições (ouvintes). Áreas de interesse: engenharias, ciência de dados, ciências da saúde, ciências ambientais, informática, arquitetura e urbanismo, planejamento urbano, comunicação, geografia, sociologia, e outras disciplinas das ciências sociais e humanas.
Responsáveis: [http://lattes.cnpq.br/8336038202048887 Fábio Teodoro de Souza] e [http://lattes.cnpq.br/7223117894053703 Demian Barcellos]
== <big>Local e período</big> ==
Onde: Campus Curitiba. Sala: a definir. As aulas serão realizadas unicamente de forma '''presencial'''.
Quando: 2<sup>o</sup> semestre de 2026, 5 sessões, primeiro trimestre de 2027, 1 sessão:
2026
* Setembro: 2, 16 é 30
* Outubro: 14 e 28
2027
* Março: 3
Quarta-feira das 14:00 às 17:00h.
== Carga horária: ==
30 horas (2 créditos).
== <big>Ementa e objetivos</big> ==
Estatística básica: parâmetros estatísticos (média, mediana, percentis etc). Estatística multivariada: matriz de correlação, análise fatorial, dendrograma e k-means. Especificidades na obtenção de dados. Preparação dos dados: tratamento de inconsistências (falsos valores de zero, preenchimento de dados ausentes, avaliação de outliers, criação de novas variáveis etc) e transformação dos valores numéricos em categóricos usando métricas estatísticas e geração de regras de associação e classificação. Os objetivos são apresentar aos acadêmicos os conceitos fundamentais de mineração de dados. Desenvolver um projeto usando as ferramentas computacionais aplicado em um banco de dados com variáveis temporais de uma temática urbana.
== <big>Metodologia</big> ==
A disciplina será desenvolvida presencial e os acadêmicos trabalham em base de dados com os softwares de extração de conhecimento. Portanto, as aulas terão maior teor prático desde a preparação dos dados nas planilhas eletrônicas até o uso dos softwares de modelagem. Os acadêmicos são capacitados para construir os modelos de regras de associação/classificação.
== <big>Conteúdo</big> ==
* Apresentação da metodologia: Desastres Naturais e Saúde Urbana
* Consistência dos dados, discretização de valores numéricos e preparação de variáveis categóricas.
* Estatística multivariada (matriz de correlação, análise fatorial, dendrograma e K-means).
* Regras de Associação e Regras de Classificação e aplicações.
* Estratégia para a elaboração dos artigos.
== <big>Avaliação</big> ==
O acadêmico deve entregar um artigo científico com os resultados da mineração de dados.
== <big>Bibliografia</big> ==
===Básica===
AGRAWAL, R., SRIKANT, R. Fast algorithms for mining association rules, VLDB-94, 1994.
AGRAWAL, R., IMIELINKSI, T., SWAMIZ, A. Mining Association Rules between Sets of Ítems in Large Databases. Proc. SIG-MOD-93, ACM Press, New Cork, 1993, pp. 207-216, 1993.
BARCELLOS, D. S.; SCHIMALESKI, A. P. C.; SOUZA, F. T. Downsizing water quality monitoring programs in river basins in Brazil. Urban Water Journal, v. 18, p. 223-236, 2021.
HAN, J.; KAMBER, M. e PEI, J. Data mining: concepts and techniques. Second ed. San Francisco: Morgan Kaufmann Publishers, 2006.
MATHYS, T. ; SOUZA, F. T. ; BARCELLOS, D. S. ; MOLDEREZ, I. . The relationship among air pollution, meteorological factors and COVID-19 in the Brussels Capital Region. Science of the Total Environment, v. 857, p. 158933, 2023.
PYLE, D. Data Preparation for Data Mining, Morgan Kaufmann Publishers, San Francisco, 1999.
WITTEN, I.H., FRANK, E., HALL, M.A., PAL, C.J.. Data Mining. Elsevier. 2017. https://doi.org/ 10.1016/c2015-0-02071-8.
===Complementar===
LIU, B., HSU, W., CHEN, S., MA, Y. Integrating Classification and Association Rule Mining. KDD-98, August, New York, 1998.
SOUZA, F. T. Morbidity Forecast in Cities: A Study of Urban Air Pollution and Respiratory Diseases in the Metropolitan Region of Curitiba, Brazil. Journal of Urban Health, 1-14, 2018.
SOUZA, F. T., KOENER, T. C., & CHLAD, R. A data-based model for predicting wildfires in Chapada das Mesas National Park in the State of Maranhão. Environmental Earth Sciences, 74(4), 3603-3611, 2015.
SOUZA, F. T. A data-based model to locate mass movements triggered by seismic events in Sichuan, China. Environmental monitoring and assessment, 186(1), 575-587, 2014.
SOUZA, F. T., & EBECKEN, N. F. A data based model to predict landslide induced by rainfall in Rio de Janeiro city. Geotechnical and geological engineering, 30(1), 85-94, 2012.
SOUZA, F. T. Predição de Escorregamentos das Encostas do Município do Rio de Janeiro Através de Técnicas de Mineração de Dados. Tese (DSc - Engenharia Civil) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2004: http://www.coc.ufrj.br/index.php/teses-de-doutorado/148-2004/976-fabio-teodoro-de-souza
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Utilizador Discussão:Tatiana Soares Araujo
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2026-05-20T20:45:40Z
Tatiana Soares Araujo
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/* Tarefa 1 */ Resposta
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text/x-wiki
{{Discussão de usuário do outreachdashboard.wmflabs.org | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }}
== Tarefa 1 ==
Boa noite, @[[Utilizador:Tatiana Soares Araujo|Tatiana Soares Araujo]]. Falo em nome da equipe de correção do curso de jornalismo científico do CEPID NeuroMat, com apoio da Wikimedia Brasil e da FAPESP. A correção de seu trabalho foi pausada, pois foi considerado que a tarefa 1 teve um desenvolvimento insuficiente. Há uma expectativa de mais aprofundamento nas seções de análise e seguintes. A correção foi portanto arquivada e você deverá solicitar novamente a certificação, quando tiver ajustado os problemas identificados. Recomendamos a leitura de trabalhos realizados por outros estudantes, para que veja bons modelos. Bons estudos. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 21h41min de 5 de maio de 2026 (UTC)
:Olá. Tudo bem. Vou refazer com mais profundidade. Muito obrigada! [[Utilizador:Tatiana Soares Araujo|Tatiana Soares Araujo]] ([[Utilizador Discussão:Tatiana Soares Araujo|discussão]]) 20h45min de 20 de maio de 2026 (UTC)
aszwtj9dxukqxeitxxgurxrh9714j4a
CCT-UFCA/Engenharia Civil
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2026-05-20T18:46:37Z
Hiôsten Abraão Sampaio de Lacerda Henrique
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Teste de criação de aba para a cadeira de mecânica geral
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text/x-wiki
== Engenharia Civil ==
Profissionais de '''Engenharia Civil''' devem ser capazes de projetar, gerenciar e executar obras e construções, considerando fatores socioambientais – como insolação, ventilação local, tipo de solo, história e impacto econômico. Além de atuar no desenvolvimento de projetos estruturais e na criação de edificações, eles podem trabalhar com inspeção e fiscalização de obras, perícia, saneamento e transportes. Em constante desenvolvimento, o mercado da construção civil é um ramo repleto de oportunidades.
O curso de Graduação em Engenharia Civil é presencial e funciona no período diurno, sendo sábado também considerado dia letivo. Ele tem duração de 5 (cinco) anos, equivalentes a 10 (dez) semestres, com tempo máximo de integralização de nove anos, ou dezoito semestres, perfazendo uma carga horária total de 3.888h (três mil e oitocentos e oitenta e oito horas), constituída por disciplinas obrigatórias, optativas, optativas livres, atividades complementares, atividades de extensão, atividades de estágio e atividades de trabalho de conclusão de curso. O número de vagas ofertado anualmente é de 100 (cem), com ingresso por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), instituída pela Portaria Normativa nº 21, de 05/11/212 (Dispõe sobre o Sistema de Seleção Unificada – Sisu).
== Histórico do Curso ==
O Curso de Graduação em Engenharia Civil foi criado por meio da Resolução nº. 05/CEPE/UFC, de 03/02/2006 que aprovou o projeto de criação do Curso de Graduação em Engenharia Civil – Campus da UFC, no Cariri. Referido reconhecimento se deu pela publicação da Portaria SERES/MEC Nº 576, de 02/10/2014 (D.O.U. 3/10/14), fruto das ações de expansão da UFC para municípios localizados fora da Região Metropolitana de Fortaleza. O primeiro PPC – Projeto Pedagógico do Curso foi elaborado em consonância com os parâmetros estabelecidos na Lei nº 9.394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), art. 12, com o Regimento Geral Geral da Universidade Federal do Ceará – UFC (aprovado pelo Parecer CNE nº 218/82, de 04/05/1982. Documenta no 258, p. 58 e atualizações) e com o Estatuto da Universidade Federal do Ceará – UFC (Portaria MEC nº 592, de 23/03/1999, D.O.U. de 26/03/99 e atualizações).
== Integração Curricular do Curso ==
{| class="wikitable"
|+
! colspan="11" |1º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
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! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
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lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0079
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Engenharia Civil|Introdução à Engenharia Civil]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|CAR0008
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo I|Cálculo I]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|CAR0001 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Diferencial e Integral I|CC0002]] OU MC0001
|6
|96
|0
|96
|-
|CAR(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Álgebra Vetorial e Geometria Analítica|Álgebra Vetorial e Geometria Analítica]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|CAR0009
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0088
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Química Geral para Engenharias|Química Geral para Engenharias]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
|ECI0089
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0089
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Laboratório de Química Geral para Engenharias|Laboratório de Química Geral para Engenharias]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
|ECI0088
| -
|2
|0
|32
|32
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|16
|233
|32
|256
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |2º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|CAR0002
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Física Fundamental I|Física Fundamental I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008 E CAR0009
| -
|CC0008 OU MC0009
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0078
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Física Experimental para Engenharia|Física Experimental para Engenharia]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008
| -
|EM0048
|2
|0
|32
|32
|-
|CAR0011
|Cálculo II
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008
| -
|[[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Diferencial e Integral II|CC0007]] OU MC0005
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0002
|Álgebra Linear
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR(NOVO) Álgebra vetorial e geometria analítica
| -
|EM0010 OU CC0009 OU MC0006
|4
|64
|0
|64
|-
|CAR0003
|Probabilidade e Estatística
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008
| -
|[[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Probabilidade e Estatística|CC0010]] OU MC0007
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0009
|Desenho para a Engenharia
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|EM0002
|4
|0
|64
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|256
|96
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |3º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0025
|Física Fundamental II
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0002 E CAR0011
| -
|ECI0097 OU EM0015
|4
|64
|0
|64
|-
|CAR0012
|Cálculo III
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0011 E ECI0002
| -
|[[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Vetorial|CC0013]] OU MC0011
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0098
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica para Engenharia Civil I|Mecânica para Engenharia Civil I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0002
| -
|ECI0013 OU EM0017
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0099
|Introdução à Programação
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|ECI0007 OU EM0006 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Introdução à Programação|CC0001]] OU MC0004
|4
|16
|48
|64
|-
|CAR(NOVO)
|Equações diferenciais ordinárias
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0011
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0100
|Topografia
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0009
| -
|ECI0012
|4
|32
|32
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|272
|80
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |4º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0080
|Cálculo Numérico
|Disciplina
|Obrigatório
|(CAR(NOVO) Equações diferenciais ordinárias E ECI0099 ) OU (ECI0007 E ECI0015)
| -
|EM0014 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Numérico|CC0018]] OU MC0014
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0011
|Eletromagnetismo
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0012 E (ECI0025 OU ECI0097)
| -
|ECI0101 OU EM0020 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Fundamentos de Eletromagnetismo|CC0014]] OU MC0010
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0016
|Fundamentos da Economia
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|EM0031 OU ECI0102
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0103
|Mecânica das Estruturas
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0013 OU ECI0098
| -
|ECI0017
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0023
|Mecânica dos Fluidos
|Disciplina
|Obrigatório
|(CAR0012 E ECI0098) OU (ECI0013 E CAR0005)
| -
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0104
|Materiais de Construção Civil I
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0079 E ECI0088 E ECI0089
| -
|ECI0014
|4
|48
|16
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|320
|32
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |5º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0105
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Materiais de Construção Civil II|Materiais de Construção Civil II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0014 ou ECI0104
|
|ECI0018
|4
|3
|1
|64
|-
|ECI0028
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Resistência dos Materiais II|Resistência dos Materiais II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0017 ou ECI0103
|
|EM0023
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0021
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Fundamentos da Administração|Fundamentos da Administração]]
|Disciplina
|Obrigatório
|
|
|EM0029
|2
|2
|0
|32
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Hidráulica Aplicada|Hidráulica Aplicada]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0023
|
|ECI0032
|4
|3
|1
|64
|-
|ECI0031
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica dos Solos I|Mecânica dos Solos I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0013 ou ECI0098
|
|
|4
|3
|1
|64
|-
|ECI0106
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Análise e Planejamento de Sistema de Transportes|Análise e Planejamento de Sistema de Transportes]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0020 e ECI0021) ou;
(CAR0003 e ECI0102) ou; (CAR0003 e ECI0016)
|
|ECI0030
|4
|4
|0
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|19
|3
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |6º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0107
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção de Edifícios I|Projeto e Construção de Edifícios I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0012 E ECI0018 E ECI0022) OU (ECI0100 E ECI0105
| -
|ECI0029
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0034
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/CCT-UFCA/Engenharia Civil|Resistência dos Materiais II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0028
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0036
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção da infraestrutura|Projeto e Construção da Infraestrutura Viária]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0012 OU ECI0100) E (ECI0030 OU ECI0106)
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0037
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica dos Solos II|Mecânica dos Solos II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0031
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0044
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/hidrologia|Hidrologia]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(CAR0003) E
ECI(NOVO)Hidráulica
Aplicada
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0045
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Higiene e Segurança do Trabalho|Higiene e Segurança do Trabalho]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0105
|
|EM0013
|2
|2
|
|32
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|22
|0
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |7º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0109
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção de Edifícios II|Projeto e Construção de Edifícios II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0029 OU ECI0107)
| -
|ECI0035
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0090
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Saneamento I|Saneamento I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0088 E ECI0089 E ECI(NOVO) Hidráulica Aplicada) OU (ECI0020 E ECI0032)
| -
|ECI0043
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção da Superestrutura Viária|Projeto e Construção da Superestrutura Viária]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0036
| -
|ECI0042 OU ECI0110
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Fundações|Fundações]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0037
| -
|ECI0060 OU ECI0111
|3
|48
|0
|48
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Análise de Estruturas|Análise de Estruturas]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0034
| -
|(ECI0039 E ECI0046) OU (ECI0112 E ECI0114)
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0113
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Concreto I|Estruturas de Concreto I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0034
| -
|ECI0040
|4
|64
|0
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|23
|336
|32
|368
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |8º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0087
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Metodologia Científica|Introdução à Metodologia Científica]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0107)
|
|ECI0061
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0117
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Concreto II|Estruturas de Concreto II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|( ECI0039 E ECI0040) OU (ECI0112 E ECI0113) OU (ECI0113 E ECI(NOVO)Análise de Estruturas)
|
|ECI0047
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0118
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Aço I|Estruturas de Aço I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|( ECI0039 OU ECI0112 OU ECI(NOVO)Analise de Estruturas)
|
|ECI0048
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0091
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Saneamento II|Saneamento II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0043 OU ECI0090)
|
|ECI0051
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0050
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Operação de Sistemas de Transportes|Operação de Sistemas de Transportes]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0042 OU ECI0110 OU ECI(NOVO) Projeto e Construção da Superestrutura Viária
|
|ECI0119
|3
|48
|0
|48
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Instalações Elétricas|Instalações Elétricas]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0011 OU ECI0101) E ECI0109
|
|(ECI0022 OU EM0028 OU ECI0115)
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Instalações Hidrossanitárias|Instalações Hidrossanitárias]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0032 OU ECI(NOVO)Hidráulica Aplicada) E (ECI0109)
|
|ECI0038 OU ECI0116
|3
|48
|0
|48
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|240
|208
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |9º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0053
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estágio Supervisionado|Estágio Supervisionado]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
| -
|10
|0
|160
|160
|-
|ECI0054
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto de Graduação I|Projeto de Graduação I]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0120
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Pontes I|Pontes I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0039 E ECI0040) OU (ECI0117)
| -
|ECI0049
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0092
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Sistema e Adequação Ambiental|Sistema e Adequação Ambiental]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0091
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0041
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Gerenciamento na Construção Civil I|Gerenciamento na Construção Civil I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0021 E ECI0033 E ECI0035) OU (ECI0109)
| -
|ECI0041 OU ECI0121
|3
|48
|0
|48
|-
|ECI0122
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Barragens de Terra|Barragens de Terra]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0020 E ECI0037 E ECI0044) OU (ECI0037 E ECI0044 E ECI0100)
| -
|ECI0052
|4
|64
|0
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|25
|240
|160
|400
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |10º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0055
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto de Graduação II|Projeto de Graduação II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0054
| -
|ECI0132
|2
|32
|0
|32
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|2
|32
|0
|32
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |Optativas
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0093
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Métodos numéricos para equações diferenciais|Métodos numéricos para equações diferenciais]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0080 Cálculo Numérico, CAR0012 Cálculo III
| -
| -
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0082
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Transferência de Calor|Transferência de Calor]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0023 - Mecânica dos Fluidos
| -
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0125
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Hidráulica de Canais|Hidráulica de Canais]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0023 - Mecânica dos Fluidos
| -
|ECI0065 - Hidráulica de Canais
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0127
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Drenagem Urbana|Drenagem Urbana]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0044 - Hidrologia
| -
|ECI0070 - Drenagem Urbana
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0081
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/ÁGUA SUBTERRÂNEA|ÁGUA SUBTERRÂNEA]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0044 – Hidrologia
| -
|ECI0041 OU ECI0121
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Alvenaria Estrutural|Alvenaria Estrutural]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto II
| -
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto Estrutural de Edifícios de Concreto|Projeto Estrutural de Edifícios de Concreto]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto II
|
|
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Madeira|Estruturas de Madeira]]
|Disciplina
|Optativa
|Resistência dos Materiais II
|
|
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0129
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Concreto Protendido|Estruturas de Concreto Protendido]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto I
|
|ECI0068
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estrutura de Fundação|Estrutura de Fundação]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto II
|
|
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0094
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Ensaios de Solos e Instrumentação|Ensaios de Solos e Instrumentação]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0037: Mecânica dos Solos II
|
|
|4
|0
|64
|64
|-
|ECI0133
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Geologia|Introdução à Geologia]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0100 - Topografia
|
|
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0128
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Riscos Ambientais Urbanos|Riscos Ambientais Urbanos]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0037 - Mecânica dos Solos II
|
|
|4
|48
|16
|64
|-
|
|
|Disciplina
|Optativa
|
|
|
|
|
|
|
|-
|
|
|Disciplina
|Optativa
|
|
|
|
|
|
|
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|24
|342
|48
|390
|}
== Referências Bibliográficas ==
Preciso adicionar as referências...
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CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo I
0
29291
182767
167029
2026-05-20T19:00:34Z
Wagner melo batista
44319
/* Programa do Componente Curricular */
182767
wikitext
text/x-wiki
== Programa do Componente Curricular ==
[editar | editar código-fonte]
{| class="wikitable"
|+
|'''Código:'''
| colspan="9" |CAR0008
|-
|'''Componente Curricular:'''
| colspan="9" |Cálculo I
|-
|'''Semestre de Oferta:'''
| colspan="2" |1º
|'''Tipo:'''
|Disciplina
|'''Caráter:'''
| colspan="4" |Obrigatória
|-
|'''Unidade Acadêmica Responsável:'''
| colspan="9" |Centro de Ciências e Tecnologia - CCT
|-
|'''Regime:'''
| colspan="9" |Semestral
|-
|'''Créditos:'''
|6
|'''Carga horária:'''
|96
|'''Teórica:'''
|96
|'''Prática'''
| -
|'''Extensão:'''
| -
|-
|'''Pré-requisito:'''
| colspan="9" |
|-
|'''Co-requisito:'''
| colspan="9" |
|-
|'''Equivalência:'''
| colspan="9" |
|}
== Ementa ==
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Rápida Revisão De Pré Cálculo, Números reais e funções. Limite e Continuidade. Derivada. Regras de Derivação. Funções Inversas. Teorema do Valor Médio. Máximos e Mínimos e Aplicações. Construção de Gráficos. Regra de L’Hôspital. Fórmula de Taylor. Primitivas. Integral definida. Teorema Fundamental do Cálculo. Teorema da Mudança de Variável.
a depender do professor(a), ele(a) podem seguir o conteúdo de cálculo até integral, ou de pré cálculo até derivadas, e integração será visto em cálculo 2.
== Objetivos ==
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Ao final da disciplina espera-se que os discentes:
* Apresentar a introdução ao cálculo diferencial e integral 1 e aborda-lo por completo de modo a preparar os alunos recém matriculados para as matérias futuras do curso, servindo como a base e pré requisito para estudar diversas outras matérias do curso de engenharia.
== Conteúdo ==
[editar | editar código-fonte] Rápida Revisão De Pré Cálculo, Números reais e funções. Limite e Continuidade. Derivada. Regras de Derivação. Funções Inversas. Teorema do Valor Médio. Máximos e Mínimos e Aplicações. Construção de Gráficos. Regra de L’Hôspital. Fórmula de Taylor. Primitivas. Integral definida. Teorema Fundamental do Cálculo. Teorema da Mudança de Variável.
a depender do professor(a), ele(a) podem seguir o conteúdo de cálculo até integral, ou de pré cálculo até derivadas, e integração será visto em cálculo 2.
== Metodologia ==
[editar | editar código-fonte]
== Avaliação ==
[editar | editar código-fonte]
== Bibliografia ==
[editar | editar código-fonte]
=== Bibliografia básica ===
[editar | editar código-fonte]
# BAZZO, W.A.; PEREIRA, L.T. D do V. Introdução à Engenharia. 4 ed. Florianópolis: UFSC, 2013;
# HOLTZAPPLE, M. T. Introdução a Engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2006; BROCKMAN, J. B.
# Introdução à Engenharia: Modelagem e Solução de Problemas. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
=== Bibliografia complementar ===
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# DYM, C. et al. Introdução à Engenharia: uma Abordagem Baseada em Projeto, 3 ed. São Paulo: Bookman, 2010;
# CNE. Diretrizes curriculares nacionais (DCN’s) dos cursos de graduação em engenharia. Resolução CNE/CES 02, de 24 de abril de 2019 e atualizações;
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Discussão:Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A metáfora científica
1
30317
182746
180435
2026-05-20T13:17:49Z
~2026-30079-51
44315
q:Metáforas
182746
wikitext
text/x-wiki
{{IJC/DúvidaBotão}}
== Metáforas ==
Se as metáforas podem distorcer conceitos científicos, como o público pode saber quando uma explicação científica está realmente correta ou apenas simplificada demais? --[[Especial:Contribuições/~2026-30079-51|~2026-30079-51]] ([[Utilizador Discussão:~2026-30079-51|discussão]]) 13h17min de 20 de maio de 2026 (UTC)
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INCT-Adapta/Cabeçalho
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32771
182757
181381
2026-05-20T17:27:47Z
Tiago da Mota e Silva
43916
Criação da aba 'Reuniões'
182757
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text/x-wiki
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INCT-Adapta/Pesquisas
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2026-05-20T18:03:07Z
Tiago da Mota e Silva
43916
Criação da aba 'Reuniões' no cabeçalho
182760
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text/x-wiki
<templatestyles src="Calibra/styles.css" />__NOEDITSECTION____NOTOC__
{| style="height:1px; font-family: 'Avenir', 'Montserrat', sans-serif; display: table; background-color: #E9EEF9;"
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|-
|
== Adaptações fisiológicas ==
Investigar o que abriga a biodiversidade aquática quanto às adaptações fisiológicas, bioquímicas e moleculares. Analisar as adaptações que permitem a resiliência da biota aquática em ambientes variados (águas pretas, claras e brancas) e com condições naturais extremas (águas ácidas, hipoxia e temperaturas altas).
<div style="display:grid; grid-template-columns:repeat(auto-fill, minmax(320px, 1fr)); gap:1rem; padding:1rem 0;">
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1976d2;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Impactos das altas temperaturas sobre microRNAs mitocôndrias no cérebro do tambaqui (Colossoma macropomum)|Impactos das altas temperaturas sobre microRNAs mitocôndrias no cérebro do tambaqui (Colossoma macropomum)]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q139099257}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1565c0;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Efeitos do microplástico polietileno dietético no crescimento, neurotoxicidade, digestibilidade e histologia intestinal do tambaqui (Colossoma macropomum)|Efeitos do microplástico polietileno dietético no crescimento, neurotoxicidade, digestibilidade e histologia intestinal do tambaqui (Colossoma macropomum)]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683884}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #0288d1;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Desafios Climáticos Futuros: Avaliação dos Impactos na Osmorrespiração do Tambaqui (Colossoma macropomum)|Desafios Climáticos Futuros: Avaliação dos Impactos na Osmorrespiração do Tambaqui (Colossoma macropomum)]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q96306603}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #0277bd;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Compromisso energético e ajustes metabólicos no desenvolvimento de Leptodactylus knudseni expostos cronicamente a cenários de mudanças climáticas|Compromisso energético e ajustes metabólicos no desenvolvimento de Leptodactylus knudseni expostos cronicamente a cenários de mudanças climáticas]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683856}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #00838f;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Há reversibilidade da expressão de microRNAs em Colossoma macropomum exposto a cenário extremo de mudanças climáticas?|Há reversibilidade da expressão de microRNAs em Colossoma macropomum exposto a cenário extremo de mudanças climáticas?]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 Carlos Eduardo da Silva Sanches</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #00695c;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Estressores Ambientais e Plasticidade Fenotípica: O Futuro dos Ciclídeos Nativos e exóticos na Era do Antropoceno na Amazônia|Estressores Ambientais e Plasticidade Fenotípica: O Futuro dos Ciclídeos Nativos e exóticos na Era do Antropoceno na Amazônia]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683858}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #2e7d32;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Expressão de microRNAs como indicador de contaminação por mercúrio em sangue de tambaqui (Colossoma macropomum)|Expressão de microRNAs como indicador de contaminação por mercúrio em sangue de tambaqui (Colossoma macropomum)]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683883}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #388e3c;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Efeitos das mudanças climáticas sobre a expressão de microRNAs mitocondriais em fígado de Colossoma macropomum|Efeitos das mudanças climáticas sobre a expressão de microRNAs mitocondriais em fígado de Colossoma macropomum]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q61161363}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1976d2;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[Laboratório_de_Ensino_e_Pesquisa_em_Biofísica,_Fisiologia_Animal_e_Ecotoxicologia|BioFisio]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ensino e Pesquisa em Biofísica, Fisiologia Animal e Ecotoxicologia/Pesquisas#Uso de biomarcadores bioquímicos em bagres marinhos (Siluriformes: Ariidae) como ferramenta de biomonitoramento na Praia do Goiabal, Calçoene, Amapá|Uso de biomarcadores bioquímicos em bagres marinhos (Siluriformes: Ariidae) como ferramenta de biomonitoramento na Praia do Goiabal, Calçoene, Amapá]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 Flávio Raíque Nunes da Silva</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #0288d1;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#MicroRNAs como reguladores na resposta ao estresse térmico de Macrobrachium amazonicum (Heller, 19862) frente às mudanças climáticas.|MicroRNAs como reguladores na resposta ao estresse térmico de Macrobrachium amazonicum (Heller, 19862) frente às mudanças climáticas.]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683879}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1565c0;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Impactos das mudanças climáticas na regulação iônica de Paracheirodon axelrodi e Apistogramma agassizii em águas pretas da bacia do Rio Negro|Impactos das mudanças climáticas na regulação iônica de Paracheirodon axelrodi e Apistogramma agassizii em águas pretas da bacia do Rio Negro]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683885}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #00838f;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[Laboratório_de_Ensino_e_Pesquisa_em_Biofísica,_Fisiologia_Animal_e_Ecotoxicologia|BioFisio]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ensino e Pesquisa em Biofísica, Fisiologia Animal e Ecotoxicologia/Pesquisas#Análise comparativa dos perfis iônicos plasmáticos e das células de cloreto branquiais em duas espécies simpátricas do gênero Anableps (Teleostei: Cyprinodontiformes)|Análise comparativa dos perfis iônicos plasmáticos e das células de cloreto branquiais em duas espécies simpátricas do gênero Anableps (Teleostei: Cyprinodontiformes)]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 Raylana da Silva Bastos</p>
</div>
</div>
== Impactos climáticos ==
Investigar o impacto das mudanças climáticas e de eventos extremos (estiagens, incêndios) em espécies aquáticas e de áreas úmidas. Avaliar os efeitos das mudanças climáticas previstas para o ano 2100 por meio de experimentos em salas climáticas, e das estiagens e incêndios em campo, para compreender o efeito de condições extremas sobre a biologia e resiliência de espécies aquáticas, arbóreas de áreas úmidas e vetores de doenças amazônicas, incluindo subsídios para as análises do próximo eixo.
<div style="display:grid; grid-template-columns:repeat(auto-fill, minmax(320px, 1fr)); gap:1rem; padding:1rem 0;">
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #0288d1;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Desafios Climáticos Futuros: Avaliação dos Impactos na Osmorrespiração do Tambaqui (Colossoma macropomum)|Desafios Climáticos Futuros: Avaliação dos Impactos na Osmorrespiração do Tambaqui (Colossoma macropomum)]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q96306603}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #0277bd;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Compromisso energético e ajustes metabólicos no desenvolvimento de Leptodactylus knudseni expostos cronicamente a cenários de mudanças climáticas|Compromisso energético e ajustes metabólicos no desenvolvimento de Leptodactylus knudseni expostos cronicamente a cenários de mudanças climáticas]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683856}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #00838f;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Há reversibilidade da expressão de microRNAs em Colossoma macropomum exposto a cenário extremo de mudanças climáticas?|Há reversibilidade da expressão de microRNAs em Colossoma macropomum exposto a cenário extremo de mudanças climáticas?]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 Carlos Eduardo da Silva Sanches</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #00695c;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Estressores Ambientais e Plasticidade Fenotípica: O Futuro dos Ciclídeos Nativos e exóticos na Era do Antropoceno na Amazônia|Estressores Ambientais e Plasticidade Fenotípica: O Futuro dos Ciclídeos Nativos e exóticos na Era do Antropoceno na Amazônia]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683858}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #2e7d32;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Expressão de microRNAs como indicador de contaminação por mercúrio em sangue de tambaqui (Colossoma macropomum)|Expressão de microRNAs como indicador de contaminação por mercúrio em sangue de tambaqui (Colossoma macropomum)]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683883}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1976d2;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Impactos das altas temperaturas sobre microRNAs mitocôndrias no cérebro do tambaqui (Colossoma macropomum)|Impactos das altas temperaturas sobre microRNAs mitocôndrias no cérebro do tambaqui (Colossoma macropomum)]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q139099257}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #388e3c;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Dinâmica ambiental ao longo do contínuo rio-áreas alagáveis da Amazônia|Dinâmica ambiental ao longo do contínuo rio-áreas alagáveis da Amazônia]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683887}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #e65729;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[Laboratório de Ecofisiologia Comportamental|LEFisC]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia Comportamental/Pesquisas#Tolerância térmica ao longo da ontogenia das larvas de anuros: uma abordagem experimental|Tolerância térmica ao longo da ontogenia das larvas de anuros: uma abordagem experimental]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683877}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #e65729;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[Laboratório de Ecofisiologia Comportamental|LEFisC]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia Comportamental/Pesquisas#A tolerância térmica varia ao longo do desenvolvimento ontogenético de girinos?|A tolerância térmica varia ao longo do desenvolvimento ontogenético de girinos?]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 Antonio Cauã da Cunha Sousa </p>
</div>
</div>
== Genética molecular e de populações ==
Explorar a estrutura genética e ecológica de populações de peixes para entender a conectividade entre habitats e microrregiões da bacia amazônica. Estudar a distribuição, a estrutura genética de populações de peixes e a interação com a microbiota associada, mapeando os efeitos das mudanças climáticas e pressões antropogênicas na conectividade ambiental.
<div style="display:grid; grid-template-columns:repeat(auto-fill, minmax(320px, 1fr)); gap:1rem; padding:1rem 0;">
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1976d2;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Impactos das altas temperaturas sobre microRNAs mitocôndrias no cérebro do tambaqui (Colossoma macropomum)|Impactos das altas temperaturas sobre microRNAs mitocôndrias no cérebro do tambaqui (Colossoma macropomum)]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q139099257}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #388e3c;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Efeitos das mudanças climáticas sobre a expressão de microRNAs mitocondriais em fígado de Colossoma macropomum|Efeitos das mudanças climáticas sobre a expressão de microRNAs mitocondriais em fígado de Colossoma macropomum]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q61161363}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1565c0;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Avaliação de microRNAs como ferramentas para identificação de efeito carcinogênico em brânquias de Danio rerio e Apistogramma agassizii|Avaliação de microRNAs como ferramentas para identificação de efeito carcinogênico em brânquias de Danio rerio e Apistogramma agassizii]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683878}}</p>
</div>
</div>
== Contaminação aquática ==
Analisar o impacto de contaminantes aquáticos e avaliar os riscos de exposição da biota a poluentes. Realizar análises de campo e experimentos para avaliar os efeitos de metais essenciais/não essenciais, incluindo mercúrio, POPs, microplásticos e resíduos farmacêuticos sobre organismos aquáticos da Amazônia. Limites de segurança para os contaminantes nos diferentes tipos de água da Amazônia e cenários climáticos futuros serão definidos.
<div style="display:grid; grid-template-columns:repeat(auto-fill, minmax(320px, 1fr)); gap:1rem; padding:1rem 0;">
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #00838f;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[Laboratório de Fisiologia Animal|LAFISA]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Fisiologia Animal/Pesquisas#Avaliação morfofuncional de órgãos de Tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus) exposta a microplásticos|Avaliação morfofuncional de órgãos de Tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus) exposta a microplásticos]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683874}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1976d2;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[Laboratório_de_Ensino_e_Pesquisa_em_Biofísica,_Fisiologia_Animal_e_Ecotoxicologia|BioFisio]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ensino e Pesquisa em Biofísica, Fisiologia Animal e Ecotoxicologia/Pesquisas#Uso de biomarcadores bioquímicos em bagres marinhos (Siluriformes: Ariidae) como ferramenta de biomonitoramento na Praia do Goiabal, Calçoene, Amapá|Uso de biomarcadores bioquímicos em bagres marinhos (Siluriformes: Ariidae) como ferramenta de biomonitoramento na Praia do Goiabal, Calçoene, Amapá]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 Flávio Raíque Nunes da Silva</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1565c0;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Efeitos do microplástico polietileno dietético no crescimento, neurotoxicidade, digestibilidade e histologia intestinal do tambaqui (Colossoma macropomum)|Efeitos do microplástico polietileno dietético no crescimento, neurotoxicidade, digestibilidade e histologia intestinal do tambaqui (Colossoma macropomum)]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683884}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1565c0;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Entre o fogo e a água: efeitos das cinzas de incêndios florestais sobre parâmetros fisiológicos e histopatológicos do tambaqui (Colossoma macropomum)|Entre o fogo e a água: efeitos das cinzas de incêndios florestais sobre parâmetros fisiológicos e histopatológicos do tambaqui (Colossoma macropomum)]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683876}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1565c0;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Estabelecimento de Protocolos e Parâmetros para Monitoramento Ambiental de CorposAquáticos Amazônicos|Estabelecimento de Protocolos e Parâmetros para Monitoramento Ambiental de CorposAquáticos Amazônicos
]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683887}}</p>
</div>
</div>
== Aquicultura sustentável ==
Promover a segurança alimentar e o manejo sustentável dos recursos pesqueiros amazônicos. Avaliação dos estoques de peixes nas principais áreas de pesca com desenvolvimento de diretrizes para práticas de manejo sustentável que reduzam a pressão sobre as espécies nativas mais exploradas. Definição de medidas de monitoramento e capacitação de pescadores para a pesca sustentável e uso racional de recursos naturais, contribuindo com a segurança alimentar e a conservação dos ecossistemas aquáticos.
<div style="display:grid; grid-template-columns:repeat(auto-fill, minmax(320px, 1fr)); gap:1rem; padding:1rem 0;">
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1565c0;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[Laboratório_de_Fisiologia_de_Peixes|LAFIPE]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Fisiologia de Peixes/Pesquisas#Óleo essencial de Dizygostemon riparius: toxicidade, efeito anestésico e como aditivo na dieta de tambaqui|Óleo essencial de Dizygostemon riparius: toxicidade, efeito anestésico e como aditivo na dieta de tambaqui]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q42713081}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1565c0;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#854; margin-bottom:0.25rem;">[[Laboratório_de_Fisiologia_de_Peixes|LAFIPE]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Fisiologia de Peixes/Pesquisas#Toxicidade e efeito comportamental do extrato aquoso do caroço de açaí em zebrafish (Danio rerio)|Toxicidade e efeito comportamental do extrato aquoso do caroço de açaí em zebrafish (Danio rerio)]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#300;">👤 {{Q|Q42713081}}</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1565c0;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Efeitos do microplástico polietileno dietético no crescimento, neurotoxicidade, digestibilidade e histologia intestinal do tambaqui (Colossoma macropomum)|Efeitos do microplástico polietileno dietético no crescimento, neurotoxicidade, digestibilidade e histologia intestinal do tambaqui (Colossoma macropomum)]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683884}}</p>
</div>
</div>
== Formação de pessoal ==
Contribuir com a capacitação de mestres, doutores e pós-doutores e oferecer oportunidades de aperfeiçoamento científico e técnico sobre a biota aquática amazônica e sua resiliência a mudanças ambientais. Este objetivo visa capacitar novos profissionais em diversas áreas de pesquisa relacionadas ao projeto, com o intuito de ampliar o conhecimento e a expertise sobre conservação, sustentabilidade e manejo e aproveitamento de recursos naturais da Amazônia
<div style="display:grid; grid-template-columns:repeat(auto-fill, minmax(320px, 1fr)); gap:1rem; padding:1rem 0;">
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1976d2;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[LINK_LABORATÓRIO|SIGLA]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[LINK_PESQUISA|TÍTULO DA PESQUISA]]</h3>
👤 {{Q|QXXXXXXX}}
</div>
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1565c0;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[LINK_LABORATÓRIO|SIGLA]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[LINK_PESQUISA|TÍTULO DA PESQUISA]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|QXXXXXXX}}</p>
</div>
</div>
== Comunicação da ciência ==
Divulgar e popularizar a ciência sobre a biota aquática amazônica e os impactos ambientais junto a comunidades locais, estudantes, gestores e o público em geral, utilizando mídias digitais, eventos educativos, materiais didáticos. Esse objetivo ampliará a consciência da importância dos ambientes aquáticos amazônicos, incentivará a participação social na conservação e apoiará políticas de conservação que promovam a resiliência ecológica e a sustentabilidade socioeconômica da região amazônica.
<div style="display:grid; grid-template-columns:repeat(auto-fill, minmax(320px, 1fr)); gap:1rem; padding:1rem 0;">
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1565c0;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Estratégia de Divulgação Científica para o INCT ADAPTA|Estratégia de Divulgação Científica para o INCT ADAPTA]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683848}}</p>
</div>
</div>
== Cooperação científica ==
Fortalecer a cooperação científica com países amazônicos e não amazônicos, promovendo intercâmbios de conhecimento, recursos e tecnologias para aprimorar o estudo da biota aquática amazônica. Este objetivo busca expandir a rede de colaboração já estabelecida nas versões I&II do INCT ADAPTA promovendo o compartilhamento de dados, a capacitação mútua e o desenvolvimento de soluções inovadoras para a sustentabilidade e resiliência dos ecossistemas aquáticos amazônicos em um contexto global.
<div style="display:grid; grid-template-columns:repeat(auto-fill, minmax(320px, 1fr)); gap:1rem; padding:1rem 0;">
<div style="background-color:#ffffff; border-radius:12px; padding:1.2rem 1.4rem; box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08); border-top:4px solid #1565c0;">
<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#888; margin-bottom:0.25rem;">[[INCT-Adapta/Laboratório_de_Ecofisiologia_e_Evolução_Molecular|LEEM]]</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em; line-height:1.4;">[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular/Pesquisas#Estratégia de Divulgação Científica para o INCT ADAPTA|Estratégia de Divulgação Científica para o INCT ADAPTA]]</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">👤 {{Q|Q138683848}}</p>
</div>
</div>
|}
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INCT-Adapta/Grupos
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2026-05-20T18:00:27Z
Tiago da Mota e Silva
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Criação da aba 'Reuniões' no cabeçalho
182759
wikitext
text/x-wiki
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LEEM
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<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular|Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Laboratório dedicado a estudar as adaptações dos peixes da Amazônia aos seus ambientes.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LEBP
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Ecologia e Biologia de Peixes|Laboratório de Ecologia e Biologia de Peixes]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Laboratório do IDSM dedicado à ecologia e biologia de peixes amazônicos.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
lafisa
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Fisiologia Animal|Laboratório de Fisiologia Animal]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Laboratório da UFBA voltado à fisiologia animal e adaptações a ambientes tropicais.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LAFIPE
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Fisiologia de Peixes|Laboratório de Fisiologia de Peixes]]
</h3>
O Laboratório de Fisiologia de Peixes da UFSM desenvolve pesquisas relacionadas com o efeito de extrativos vegetais como anestésicos e promotores do crescimento em peixes.
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Ecologia Pesqueira|Laboratório de Ecologia Pesqueira]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Laboratório da UFAM dedicado à ecologia pesqueira na Amazônia.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LEFisc
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Ecofisiologia Comportamental|Laboratório de Ecofisiologia Comportamental]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Laboratório da Universidade Estadual Vale do Acaraú que investiga como anfíbios e peixes interagem com ambientes da Caatinga e Amazônia, abordando adaptações, interações ecológicas e vulnerabilidade a impactos antrópicos, com foco em conservação da biodiversidade.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Genética Animal|Laboratório de Genética Animal]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Desde a década de 1980, o Laboratório de Genética Animal do INPA pesquisa peixes,
pequenos mamíferos, mamíferos aquáticos e quelônios, diferenciando populações,
espécies e híbridos e investigando processos evolutivos em níveis cromossômicos
e moleculares, além de formar profissionais qualificados para a região amazônica.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Fisiologia Aplicada à Piscicultura|Laboratório de Fisiologia Aplicada à Piscicultura]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Produz conhecimento científico sobre espécies amazônicas com potencial aquícola,
buscando soluções inovadoras e sustentáveis para o setor e difundindo esse
conhecimento para estudantes, produtores rurais e profissionais da área.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
CEPARD
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Centro de Pesquisa em Avaliação, Reabilitação e Desempenho Humano (CePARD)|Centro de Pesquisa em Avaliação, Reabilitação e Desempenho Humano (CePARD)]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Centro de pesquisa do FMT dedicado à avaliação, reabilitação e desempenho humano.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[GRUPO 11|GRUPO 11]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Grupo sem título, vinculado à Universidade de São Paulo (USP).
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Ecofisiologia e ecotoxicologia de organismos aquáticos|Ecofisiologia e ecotoxicologia de organismos aquáticos]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Grupo de pesquisa da Unisanta focado em ecofisiologia e ecotoxicologia de organismos aquáticos.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LEAP
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Economia e Administração Pesqueira|Laboratório de Economia e Administração Pesqueira]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
O LEAP, da Faculdade de Ciências Agrárias, desenvolve pesquisas em gestão de
recursos pesqueiros, socioeconomia, bioeconomia, economia pesqueira, manejo de
recursos naturais, governança e sistemas socioecológicos.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
MAUA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Grupo de Pesquisas de Ecologia, Monitoramento e Uso Sustentável de Áreas Úmidas|Grupo de Pesquisas de Ecologia, Monitoramento e Uso Sustentável de Áreas Úmidas]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Grupo do INPA dedicado a estudar e gerar conhecimento sobre áreas úmidas
brasileiras, especialmente amazônicas, subsidiando políticas públicas que
conciliem conservação e uso dessas áreas.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[GRUPO19|GRUPO19]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Grupo sem título, vinculado à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LACIA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Citotaxonomia e Insetos Aquáticos|Laboratório de Citotaxonomia e Insetos Aquáticos]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
O LACIA, coordenado pela Dra. Neusa Hamada, reúne cerca de 30 pessoas em
pesquisas sobre insetos aquáticos, inventariando a fauna amazônica e
contribuindo para estudos de biologia, ecologia, genética, impacto ambiental
e interesse médico-legal.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Rede de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal|Rede de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Rede de pesquisa brasileira focada em biodiversidade e biotecnologia na Amazônia Legal.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Grupo de Pesquisa em Biologia Evolutiva dos Campos Gerais|Biologia Evolutiva dos Campos Gerais]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Grupo de pesquisa da UEPG dedicado à biologia evolutiva dos Campos Gerais.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LMD
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório dos Vetores da Malária e da Dengue|Laboratório dos Vetores da Malária e da Dengue]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Avalia impactos de mudanças ambientais e climáticas na transmissão de malária
e arboviroses na Amazônia, investiga moléculas da biodiversidade para controle
de vetores e forma recursos humanos e gestores para o controle de endemias.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LABGAMA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Geoprocessamento Aplicado ao Meio Ambiente|Laboratório de Geoprocessamento Aplicado ao Meio Ambiente]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
O LabGAMA, da UFAC, aplica técnicas de geoprocessamento e sensoriamento remoto
para compreender melhor o ambiente, com foco especial na região amazônica.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LABECO
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Ecologia e Conservação|Laboratório de Ecologia e Conservação]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Fundado em 2013 na UFPA, o LABECO estuda padrões de distribuição da biodiversidade
amazônica e como mudanças naturais ou antrópicas afetam organismos e ecossistemas.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
EcoMEvo
</div>
=== [[Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução|Ecologia Molecular & Evolução]] ===
O EcoMEvo, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), estuda a ictiofauna dos biomas Caatinga e Amazônia diante dos desafios das mudanças climáticas e ambientais, contribuindo para estudos de adaptação, evolução, genômica populacional, metabarcoding, taxonomia integrativa e DNA ambiental, com foco na conservação e preservação da ictiofauna local.
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
BIOFISIO
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Ensino e Pesquisa em Biofísica, Fisiologia Animal e Ecotoxicologia|Laboratório de Ensino e Pesquisa em Biofísica, Fisiologia Animal e Ecotoxicologia]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Criado em 2023 na UNIFAP, o BioFisio investiga efeitos de fatores ambientais
sobre a fisiologia de organismos aquáticos na interface entre ecofisiologia,
ecotoxicologia e conservação, realizando coletas de campo e ensaios toxicológicos.
</p>
</div>
</div>
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INCT-Adapta/Notícias
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}}
== Pesquisas do Adapta são destaque no Mongabay Brasil: 4 histórias que expõem a crise dos peixes na Amazônia ==
Manaus, 5 de maio de 2026.
O portal de notícias ambientais, Mongabay Brasil, publicou nesta terça (5/5) um compilado com reportagens em destaque sobre os peixes da Amazônia. Nele, três das quatro reportagens trazem pesquisas desenvolvidas no âmbito do INCT-Adapta.
Nas matérias, o pesquisador Adriano Quaresma comenta sobre as transformações na Volta Grande do Xingu, a partir da operação da usina hidrelétrica de Belo Monte. Já Helen Sadauskas compartilha os resultados de sua pesquisa sobre danos genéticos em peixes após derramamento de petróleo, em Manaus. Por fim, Rafael Duarte e Susana Braz Mota são os persongens de reportagem sobre os impactos da seca extrema do lago Tefé, em 2024.
[https://brasil.mongabay.com/2025/05/como-secas-extremas-podem-redefinir-o-futuro-dos-peixes-na-amazonia/ Saiba mais clicando aqui.]
== Pesquisa sobre águas da Amazônia leva Maria Teresa Fernandez Piedade ao Prêmio Almirante Álvaro Alberto 2026 ==
Manaus, 27 de abril de 2026.
A bióloga [[w:Maria_Teresa_Piedade|Maria Teresa Fernandez Piedade]] e líder do INCT-Adapta foi anunciada como vencedora do Prêmio Almirante Álvaro Alberto 2026, a principal honraria científica do país, concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Com quase cinco décadas de atuação na Amazônia, a pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia construiu uma trajetória dedicada à ecologia de ecossistemas alagáveis, investigando especialmente o papel do pulso de inundação na dinâmica da biodiversidade.
Seus estudos também contribuíram para o manejo sustentável e o monitoramento de áreas inundáveis, consolidando sua relevância para a ciência amazônica e para o entendimento dos impactos ambientais na região. O prêmio reconhece essa produção de longo prazo e o impacto de suas pesquisas na compreensão dos ecossistemas da Amazônia, considerados estratégicos diante das mudanças climáticas e das pressões sobre os ambientes aquáticos.
[https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2026/04/pesquisa-sobre-aguas-da-amazonia-leva-maria-teresa-fernandez-piedade-ao-premio-almirante-alvaro-alberto-2026 Saiba mais clicando aqui.]
== INCT-Adapta marca presença no XI Encontro de Ideias Rios da Vida, sobre sustentabilidade no uso de recursos hídricos ==
Manaus, 27 de março de 2026.
Entre os dias 26 e 28 de março, o Programa de Pós-Graduação em Gestão e Reguflação de Recursos Hídricos da Universidade do Estado do Amazonas (ProfÁgua/UEA) promoveu o XI Encontro de Ideias Rios da Vida. O tema desse ano foi "Caminhos para Sustentabilidade no uso dos recursos hídricos da Amazôia e do Brasil".
O encontro contou com palestras, mesas-redondas para troca de ideias e oficinas voltadas à capacitação ambiental e análise de dados para tomadas de decisão.
Coordenador do Laboratório de Fisiologia e Biofísica da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), o Prof. Dr Tiago Gabriel Correia participou de mesa redonda do evento compartilhando sobre as pesquisas do grupo acerca da qualidade das águas no estado.
[https://www.instagram.com/biofisio_unifap/ Saiba mais clicando aqui.]
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INCT-Adapta/Oportunidades
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Tiago da Mota e Silva
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}}
|-
|
== 21ª Programa Para Mulheres na Ciência 2026, Academia Brasileira de Ciências ==
'''Resumo da chamada''': Todo ano, oito pesquisadoras das áreas de Ciências da Vida, Ciências Físicas, Ciências Químicas e Matemática recebem uma bolsa de R$ 50 mil cada para serem investidos em suas pesquisas. O programa é uma parceria do Grupo L'Oréal no Brasil, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e UNESCO.
===Informações===
* Valor do financiamento: R$ 50 mil.
* Data limite: 30 de junho de 2026.
* Saiba mais [https://www.abc.org.br/2026/04/13/inscricoes-abertas-21a-edicao-do-para-mulheres-na-ciencia/ aqui].
'''Objetivos relacionados''':
* [[INCT-Adapta/Pesquisas#Adaptações fisiológicas|Adaptações fisiológicas]]
* [[INCT-Adapta/Pesquisas#Impactos%20clim%C3%A1ticos|Impactos Climáticos]]
* [[INCT-Adapta/Pesquisas#Genética molecular e de populações|Genética molecular e de populações]]
* [[INCT-Adapta/Pesquisas#Contaminação aquática|Contaminação aquática]]
* [[INCT-Adapta/Pesquisas#Aquicultura sustentável|Aquicultura sustentável]]
* [[INCT-Adapta/Pesquisas|Pesca Sustentável]]
* [[INCT-Adapta/Pesquisas#Formação de pessoal|Formação de Pessoal]]
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{| style="height:1px; font-family: 'Avenir', 'Montserrat', sans-serif; display: table; background-color: #E9EEF9;"
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== Early-Career Award, Wellcome ==
'''Resumo da chamada''': Este programa oferece financiamento para pesquisadores em início de carreira de qualquer disciplina. Por meio de projetos inovadores, esses jovens pesquisadores/as devem buscar promover mudanças no conhecimento que conduzam à melhorias no bem-estar humano.
===Informações===
* Valor do financiamento: Salário + até £ 400.000 para despesas de pesquisa.
* Duração do financiamento: Até 5 anos, podendo ser mais para projetos realizados em regime de tempo parcial.
* Data limite: 21 de julho de 2026, 15h (BST).
* Saiba mais [https://wellcome.org/research-funding/schemes/wellcome-early-career-awards aqui].
'''Objetivos relacionados''':
* [[INCT-Adapta/Pesquisas#Adaptações fisiológicas|Adaptações fisiológicas]]
* [[INCT-Adapta/Pesquisas#Impactos%20clim%C3%A1ticos|Impactos Climáticos]]
* [[INCT-Adapta/Pesquisas#Genética molecular e de populações|Genética molecular e de populações]]
* [[INCT-Adapta/Pesquisas#Contaminação aquática|Contaminação aquática]]
* [[INCT-Adapta/Pesquisas#Aquicultura sustentável|Aquicultura sustentável]]
* [[INCT-Adapta/Pesquisas|Pesca Sustentável]]
* [[INCT-Adapta/Pesquisas#Formação de pessoal|Formação de Pessoal]]
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Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro
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2026-05-20T13:08:44Z
~2026-29797-80
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/* CUBATÃO - CELEIRO DE ARTISTAS! */ nova secção
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wikitext
text/x-wiki
== IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão ==
O IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão é uma associação cultural sem fins lucrativos idealizada para atuar como braço institucional, artístico, educacional e de preservação patrimonial da tradicional Banda Sinfônica de Cubatão, conjunto histórico fundado a partir do movimento musical iniciado pelo Maestro Roberto Farias na década de 1970.
Sua proposta é reunir, organizar e profissionalizar ações ligadas à música sinfônica para sopros e percussão, promovendo:
temporadas oficiais de concertos;
formação musical e artística;
festivais, simpósios e seminários;
intercâmbios nacionais e internacionais;
preservação da memória musical de Cubatão;
pesquisas musicológicas;
produção de espetáculos;
apoio à participação da Banda Sinfônica de Cubatão em eventos como a WASBE Conference Rio 2026;
desenvolvimento de projetos via leis de incentivo e parcerias públicas e privadas.
Dentro da concepção institucional desenvolvida pelo Maestro Roberto Farias, o IC-BASIC funciona como o eixo artístico e administrativo da atividade sinfônica cubatense, enquanto o MUSICAD Seminário Permanente de Regência atua mais fortemente no campo acadêmico e pedagógico da regência e da formação superior em música.
O instituto também nasce com a missão de:
defender a continuidade histórica da Banda Sinfônica de Cubatão;
fortalecer sua autonomia institucional após a perda da tutela pública municipal;
ampliar a valorização da banda como patrimônio cultural imaterial;
criar mecanismos permanentes de sustentabilidade artística e financeira.
Entre as áreas previstas para atuação do IC-BASIC destacam-se:
Banda Sinfônica;
Música de Câmara;
Música Antiga;
Pesquisa e Acervo;
Formação de Regentes e Compositores;
Laboratório de Composição e Transcrição;
Produção Cultural;
Ações Educacionais e Comunitárias.
A identidade do instituto busca unir:
excelência artística;
valorização da tradição bandística brasileira;
inovação estética;
inserção internacional;
impacto cultural e social em Cubatão e região.
A própria Banda Sinfônica de Cubatão possui reconhecimento histórico e cultural na cidade, tendo surgido do trabalho iniciado pelo Maestro Roberto Farias no antigo movimento da Banda Municipal Afonso Schmidt. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h06min de 12 de maio de 2026 (UTC)
:A Banda Sinfonica realizou aonlongos dos anos um extraordinário trabalho social com formação de importantes educadores oriundos da Escola de Musica da Banda , o Projeto BEC formou e garantiu a continuidade de músicos inclusive formando educadores que estão espalhados por todo o Brasil .. Viva a Banda Sinfonica de Cubatão [[Especial:Contribuições/~2026-30137-99|~2026-30137-99]] ([[Utilizador Discussão:~2026-30137-99|discussão]]) 16h44min de 19 de maio de 2026 (UTC)
::Sim, nobre Professor! A nossa missão é a preservação e a valorização desse legado que certamente terá reflexos nas futuras gerações. Sigamos perseverantes! [[Especial:Contribuições/~2026-30072-04|~2026-30072-04]] ([[Utilizador Discussão:~2026-30072-04|discussão]]) 16h48min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== MUSICAD - Seminário Permanente de Regência ==
O MUSICAD – Seminário Permanente de Regência é uma associação cultural e acadêmica idealizada e dirigida pelo maestro Roberto Farias, voltada à formação, pesquisa e difusão da arte da regência musical, com ênfase especial na regência de bandas sinfônicas, conjuntos de sopros e percussão, orquestras e práticas interpretativas contemporâneas.
A instituição é concebida como um espaço permanente de:
formação de maestros e regentes;
cursos de extensão e pós-graduação lato sensu;
masterclasses, simpósios e seminários;
pesquisa em análise musical, instrumentação e transcrição;
intercâmbio acadêmico e artístico;
produção de repertório brasileiro para banda sinfônica;
reflexão estética, filosófica e pedagógica sobre a regência.
Entre os princípios centrais do MUSICAD destacam-se:
a valorização da excelência artística;
a profissionalização da prática de banda sinfônica;
o incentivo à música brasileira contemporânea;
a integração entre tradição e inovação;
a aproximação entre prática artística e pesquisa acadêmica.
O projeto frequentemente adota a identidade institucional:
“MUSICAD – A excelência na arte da regência”
e mantém forte diálogo com universidades, festivais, instituições culturais e projetos de formação musical.
O MUSICAD também aparece associado a iniciativas como:
cursos de regência;
laboratórios de composição e transcrição;
projetos acadêmicos em parceria com instituições de ensino superior;
simpósios e congressos de música;
ações ligadas à Banda Sinfônica de Cubatão e ao IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
Dentro de sua proposta filosófica e artística, o MUSICAD entende a regência não apenas como técnica gestual, mas como uma forma de liderança artística, pensamento musical e construção humana coletiva. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h10min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== FRASES DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ÂMBITO DO MUSICAD ==
Algumas frases institucionais e conceituais atribuíveis ao pensamento artístico-pedagógico do Maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“Reger é a arte de induzir.”
“A técnica conduz o gesto; a consciência musical conduz a arte.”
“O regente não produz o som: ele desperta consciências sonoras.”
“A verdadeira autoridade do regente nasce do conhecimento e da escuta.”
“Toda grande interpretação começa no silêncio interior.”
“A regência é o encontro entre pensamento, emoção e organização sonora.”
“O gesto deve ser claro ao olhar e inevitável ao ouvido.”
“A excelência na arte da regência exige disciplina intelectual e sensibilidade humana.”
“A batuta não simboliza poder; simboliza responsabilidade artística.”
“A música coletiva é a mais elevada experiência de convivência humana.”
“Uma banda sinfônica não é apenas um conjunto instrumental — é um organismo cultural.”
“O regente educa quando ensaia e inspira quando interpreta.”
“A tradição não deve aprisionar a arte, mas servir de fundamento para sua evolução.”
“Toda leitura musical deve transformar-se em experiência estética.”
“O ensaio é o laboratório da interpretação.”
“A formação do regente deve unir técnica, filosofia, história e consciência estética.”
“Não há grande performance sem profundo respeito ao compositor.”
“A arte da regência consiste em transformar múltiplas individualidades em uma única intenção musical.”
“A música de banda possui grandeza estética própria e identidade artística autônoma.”
“O MUSICAD nasce do compromisso com a excelência, a reflexão e a valorização da regência.”
Frases institucionais mais voltadas à identidade do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“MUSICAD — A excelência na arte da regência.”
“Formando pensamento artístico para o futuro da música.”
“Tradição, conhecimento e excelência em regência.”
“Regência como ciência, arte e consciência.”
“Um espaço permanente de reflexão sobre a arte de reger.”
“Onde a técnica encontra a estética.”
“A formação do regente além da batuta.”
“MUSICAD — excelência acadêmica e sensibilidade artística.”
E frases mais filosóficas:
“O regente é, antes de tudo, um mediador de sensibilidades.”
“Toda música possui uma arquitetura invisível que o regente deve revelar.”
“A interpretação não é imposição da vontade, mas construção de sentido.”
“A arte de reger exige equilíbrio entre racionalidade e intuição.”
“Uma grande execução musical acontece quando a técnica deixa de ser percebida e resta apenas a arte.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h13min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== REGER É A ARTE DE INDUZIR ==
“Regência é a arte de induzir.”
— Roberto Farias
Na visão do Maestro Roberto Farias, o ato de reger transcende a simples marcação métrica ou coordenação técnica de uma execução musical. O regente não “impõe” mecanicamente a música; ele induz artisticamente a realização sonora através de gestos, intenção, conhecimento estético, liderança humana e capacidade de inspirar.
A “indução” na regência manifesta-se em diferentes dimensões:
Indução sonora — o gesto conduz a qualidade do som, a articulação, a dinâmica e a expressividade;
Indução psicológica — o regente desperta confiança, concentração e envolvimento emocional dos músicos;
Indução estética — orienta a compreensão estilística da obra e sua arquitetura musical;
Indução coletiva — transforma indivíduos em organismo artístico único;
Indução filosófica — conduz o intérprete à compreensão do sentido humano e espiritual da música.
Segundo essa concepção, o verdadeiro regente não é apenas um “marcador de compassos”, mas um catalisador de energias artísticas. Sua autoridade nasce menos da imposição e mais da capacidade de convencer musicalmente através da inteligência interpretativa, da clareza gestual e da profundidade artística.
A frase também dialoga com a visão pedagógica frequentemente associada ao MUSICAD — Seminário Permanente de Regência, no qual a formação do regente envolve:
técnica;
análise musical;
psicologia da liderança;
filosofia da arte;
comunicação verbal e não verbal;
consciência estética e humanística.
Em síntese, para o Maestro Roberto Farias, reger é:
“Induzir músicos a transformar símbolo em emoção, organização sonora em arte e execução coletiva em experiência estética.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h17min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== PROPOSTA DE DESMILITARIZAÇÃO DAS BANDAS ESTUDANTIS ==
Proposta de “Desmilitarização” das Bandas Estudantis
Uma visão do Maestro Roberto Farias
A proposta de “desmilitarização” das bandas estudantis, defendida pelo Maestro Roberto Farias, não significa a negação da disciplina, da organização ou da tradição histórica das bandas. Trata-se, antes, de uma redefinição estética, pedagógica e artística dessas formações, aproximando-as do universo da performance musical contemporânea e da expressão cultural.
Segundo essa visão, as bandas estudantis brasileiras, historicamente influenciadas pelo modelo militar — sobretudo nos concursos e desfiles cívicos — passaram, nas últimas décadas, por profundas transformações musicais. O repertório deixou de restringir-se às marchas militares e dobrados tradicionais, incorporando obras sinfônicas, trilhas cinematográficas, música popular elaborada, repertório contemporâneo e composições originais para sopros e percussão.
Com essa mudança de linguagem musical, torna-se inadequado manter modelos excessivamente rígidos de movimentação, postura e avaliação estética baseados exclusivamente na lógica militar.
Principais fundamentos da proposta
1. Valorização da Arte acima da Rigidez Marcial
A banda estudantil deve ser compreendida prioritariamente como organismo artístico e educacional, e não como extensão de estruturas paramilitares.
A música passa a ocupar o centro da apresentação, substituindo o excesso de formalismo coreográfico.
2. Ampliação do Repertório
As novas exigências musicais incluem:
mudanças constantes de andamento;
métricas complexas (5/8, 7/8, 9/8 etc.);
fermatas e suspensões;
contrastes expressivos;
recursos cênicos e performáticos.
Esses elementos tornam incompatível a manutenção de uma movimentação rígida baseada exclusivamente na marcha militar tradicional.
3. Banda como Espetáculo Artístico
A apresentação deve assumir caráter de espetáculo musical, integrando:
interpretação artística;
expressão corporal;
teatralidade;
iluminação;
identidade visual contemporânea;
interação com o público.
A banda deixa de ser apenas “corpo de desfile” para tornar-se agente cultural.
4. Formação Humana e Sensível
A proposta busca substituir modelos excessivamente autoritários por práticas pedagógicas mais:
criativas;
colaborativas;
inclusivas;
musicalmente conscientes.
A disciplina continua existindo, mas vinculada ao compromisso artístico coletivo e não ao temor hierárquico.
5. Aproximação do Modelo de Banda Sinfônica
Roberto Farias propõe que as bandas estudantis se aproximem conceitualmente das bandas sinfônicas modernas, valorizando:
qualidade sonora;
refinamento interpretativo;
afinação;
equilíbrio tímbrico;
compreensão estética da obra.
Impactos Esperados
A proposta visa:
modernizar o movimento de bandas;
estimular maior interesse dos jovens;
elevar o nível artístico das corporações;
aproximar as bandas do ambiente cultural e acadêmico;
fortalecer a identidade musical brasileira para sopros e percussão.
Síntese Conceitual
“A banda estudantil do século XXI deve formar artistas, não apenas marchadores.
Disciplina e excelência continuam essenciais, mas agora subordinadas à expressão artística e à comunicação musical.”
— Roberto Farias [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h21min de 12 de maio de 2026 (UTC)
:Cresce de importante, em tempos atuais, o olhar artístico sobre as bandas juvenis (estudantis). Obviamente que, como dito pelo Maestro, não há uma necessidade de abandono de repertórios clássicos como Dobrados (que aliás são a marca histórica de nossas bandas). Almeja-se, por outro lado, como muito é reforçado pelo MUSICAD, que tenhamos um olhar mais aprofundado par a arte da regência e as funções amplas que o regente assume no século XXI, principalmente como formador cultural/educador musical dos participantes de bandas juvenis. O aspecto militar da disciplina se impõe para os músicos de forma orgânica se o fazer artístico for realmente enriquecedor, afinal quem não quer apresentar uma música com grau de dificuldade mais elaborado e ser desafiado a fazer o que parece muito difícil musicalmente. O prazer em alcançar o resultado artístico de alta qualidade (dentro do nível de maturidade musical em que se está) é algo surpreendente tanto para o regente, quanto para os músicos executantes. Voltando aos Dobrados, por que eles não podem ser tratados para além do aspecto funcional (conduzir a marcha), passando a administrá-los musical por outro ponto de vista. Há Dobrados que carregam em si a complexidade de obras de grande vulto estético. Isso sim, deveria ser elaborado no processo de educação musical das bandas juvenis. [[Utilizador:Tiago Teixeira Ferreira|Tiago Teixeira Ferreira]] ([[Utilizador Discussão:Tiago Teixeira Ferreira|discussão]]) 12h09min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== ROBERTO FARIAS: UM STRAVINSKYANO CONVICTO ==
O Maestro Roberto Farias: um Stravinskyano convicto
Roberto Farias pode ser definido como um ''“stravinskyano convicto”'' sobretudo pela maneira como compreende a banda sinfônica como organismo moderno, rítmico, plástico e intelectualmente ativo — muito próximo da estética de Igor Stravinsky.
Essa aproximação manifesta-se em diversos aspectos de seu pensamento artístico:
valorização do ritmo como força estruturante da música;
interesse por métricas assimétricas e pulsação irregular;
defesa da clareza arquitetônica da interpretação;
recusa do sentimentalismo excessivo;
compreensão da regência como indução energética e não mera marcação métrica;
visão da banda sinfônica como laboratório contemporâneo de timbres.
A afinidade com Stravinsky aparece especialmente na defesa que o Maestro Roberto Farias faz da modernização estética das bandas estudantis e sinfônicas. Sua proposta de “desmilitarização” das bandas aproxima-se diretamente da ruptura stravinskyana com modelos rígidos e mecanizados do fazer musical. Ao admitir repertórios com compassos 5/8, 7/8, alternâncias agógicas, fermatas e caráter cênico-espetacular, ele desloca a banda do universo exclusivamente marcial para uma dimensão artística mais sofisticada e teatral — algo profundamente coerente com obras como:
Symphonies of Wind Instruments
The Rite of Spring
L'Histoire du soldat
Há também uma afinidade filosófica. Stravinsky defendia disciplina intelectual, precisão e objetividade sonora. Roberto Farias frequentemente trata a regência não como exibição emocional, mas como organização consciente da energia musical coletiva. Sua máxima:
“Reger é a arte de induzir”
dialoga fortemente com a concepção stravinskyana do regente como organizador de tensões, planos sonoros e impulsos rítmicos.
Além disso, o interesse do Maestro Roberto Farias por:
análise estrutural;
instrumentação para sopros;
repertório contemporâneo;
transparência tímbrica;
construção de identidade moderna para bandas sinfônicas,
aproxima-o muito mais da linhagem Stravinsky–Hindemith–Holst do que da tradição romântica tardia baseada apenas em expansão emocional.
Pode-se dizer, portanto, que o “stravinskyanismo” de Roberto Farias não é mera preferência repertorial, mas uma postura estética e pedagógica:
a defesa da banda sinfônica como espaço de modernidade artística, sofisticação rítmica e inteligência sonora. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h25min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== O Triangulo, o instrumento mais importante da Orquestra ==
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao 1º violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
O impacto da afirmação do Maestro Roberto Farias reside justamente na quebra de uma hierarquia tradicionalmente cristalizada no imaginário musical. Ao declarar que “o instrumento mais importante da orquestra é o triângulo”, ele não diminui o papel do 1º violino, mas desloca o foco da ideia de prestígio para a ideia de responsabilidade coletiva.
A justificativa apresentada é profundamente pedagógica e musical. O 1º violino, embora exerça função de liderança dentro do naipe das cordas e da própria orquestra, atua cercado por outros músicos que compartilham a mesma linha musical. Um eventual erro isolado — como a troca de um si bemol por um si natural — pode até ser percebido por colegas próximos ou pelo maestro, dependendo do contexto sonoro, mas muitas vezes passará despercebido ao público.
Já o triângulo ocupa uma condição completamente distinta. Trata-se de um instrumento de extrema exposição tímbrica. Seu som metálico e brilhante corta a massa orquestral inteira. Em muitas obras, o percussionista permanece dezenas ou até centenas de compassos em silêncio, enfrentando mudanças métricas, alterações de andamento, fermatas, rubatos e transições complexas. Basta um instante de distração para que a entrada aconteça um ou dois tempos antes, ou um compasso depois, comprometendo imediatamente a estrutura perceptiva da obra.
E justamente por ser um instrumento tão exposto, o erro torna-se público e evidente. Numa obra conhecida, a plateia percebe instantaneamente a quebra do fluxo musical. É nesse ponto que a reflexão do maestro ganha força filosófica: a importância de um músico não está na quantidade de notas que executa, nem no status histórico do instrumento, mas na função estrutural que desempenha dentro do organismo sonoro.
A metáfora extrapola a música e alcança dimensões humanas e institucionais. Dentro de uma orquestra — como dentro de qualquer sociedade — não existem funções pequenas. Há funções diferentes, todas indispensáveis ao equilíbrio do conjunto. O triângulo passa então a simbolizar o músico aparentemente “secundário”, mas cuja precisão, consciência e responsabilidade podem sustentar ou comprometer um momento decisivo da obra.
A ideia sintetiza uma visão artística frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias: a orquestra como organismo coletivo, onde excelência não significa protagonismo individual, mas integração consciente entre todas as partes [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h26min de 13 de maio de 2026 (UTC)
:Excelente reflexão, Maestro! Ao que tudo indica, há uma "sociologia" dos instrumentos musicais também, considerando a importância, significado cultural e histórico que foram dados a eles ao longo dos tempos. Inverter esse ponto de vista, como o Sr propõe sumariamente no texto, é olhar com olhos do século XXI. Como dizia Saramago, é preciso sair da ilha para ver a ilha. [[Especial:Contribuições/~2026-28739-26|~2026-28739-26]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28739-26|discussão]]) 11h54min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen ==
A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen
A visão da regência em Elizabeth A. H. Green e Hermann Scherchen representa dois polos complementares da arte do maestro: de um lado, a objetividade técnica e pedagógica; de outro, a dimensão filosófica, expressiva e quase transcendental da interpretação musical.
Elisabeth Green — A técnica clara e funcional
The Modern Conductor tornou-se uma das obras pedagógicas mais importantes da regência moderna, especialmente nos Estados Unidos. Green organiza a regência como uma disciplina técnica racional, sistemática e objetiva.
Princípios fundamentais de Green
Clareza gestual absoluta
O gesto do regente deve ser compreendido instantaneamente pelo músico. O movimento precisa indicar:
pulso;
dinâmica;
caráter;
articulação;
entradas e cortes.
Economia de movimento
O gesto não deve ser teatral ou excessivo. Cada movimento precisa ter função musical.
Precisão métrica
Elisabeth Green enfatiza os diagramas tradicionais de compasso e a estabilidade do ictus.
Exemplo de organização métrica: 7/4 (4+3) e 7/4 (3+4)
Na visão de Green, o compasso deve ser “sentido” corporalmente e transmitido com absoluta regularidade.
Preparação (prep beat)
A anacruse gestual é essencial:
respiração;
intenção;
tempo;
caráter.
O gesto preparatório já “faz soar” a música antes do primeiro ataque.
Independência das mãos
A mão direita normalmente define:
tempo;
subdivisão;
estabilidade rítmica.
A mão esquerda:
fraseado;
dinâmica;
expressão;
equilíbrio.
Filosofia implícita
Para Green, o regente é:
“um comunicador técnico-musical”.
O maestro existe para tornar a execução:
segura;
coesa;
eficiente;
musicalmente inteligível.
Há forte influência do ambiente das:
bandas;
orquestras acadêmicas;
universidades norte-americanas.
Seu pensamento é extremamente útil para:
formação inicial;
bandas sinfônicas;
orquestras jovens;
pedagogia da regência.
Hermann Scherchen — O regente como criador espiritual
Já Handbook of Conducting apresenta uma visão muito mais filosófica, psicológica e artística da regência.
Para Scherchen, reger não é apenas marcar compassos:
é revelar a essência interior da música.
Princípios fundamentais de Scherchen
A música acima da mecânica
Scherchen criticava a regência meramente “metronômica”.
O gesto não deve apenas indicar:
pulsação;
entradas;
dinâmica.
Ele deve transmitir:
tensão;
arquitetura;
energia;
densidade emocional;
direção espiritual da obra.
O regente como intérprete intelectual
Na visão de Scherchen:
o maestro precisa compreender profundamente:
forma;
harmonia;
contraponto;
estrutura;
estética;
contexto filosófico da obra.
A regência nasce do pensamento musical.
Elasticidade do tempo
Ao contrário da rigidez excessiva:
o tempo musical é orgânico;
flexível;
respirado.
O rubato e a agógica são partes essenciais da interpretação.
O gesto como energia
Para Scherchen:
o gesto possui força psicológica;
transmite vontade musical;
influencia emocionalmente a orquestra.
O maestro não “manda”:
ele induz.
Essa ideia aproxima-se profundamente da concepção frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias:
“Reger é a arte de induzir.”
Dimensão humana e coletiva
Scherchen via a orquestra como:
organismo vivo;
coletivo pensante;
comunidade sonora.
O maestro não deveria ser um tirano, mas:
um catalisador artístico.
Comparação entre Green e Scherchen
Elisabeth Green Hermann Scherchen
Técnica objetiva Filosofia interpretativa
Clareza gestual Expressividade profunda
Precisão métrica Flexibilidade agógica
Pedagogia sistemática Reflexão estética
Regência funcional Regência transcendental
Ênfase na comunicação visual Ênfase na energia musical
Método acadêmico Pensamento artístico-humanista
Convergências
Apesar das diferenças, ambos concordam que:
o gesto deve nascer da música;
a técnica nunca é um fim em si;
o regente precisa dominar profundamente a partitura;
a comunicação com o conjunto é essencial;
reger exige síntese entre intelecto e sensibilidade.
Síntese contemporânea
A regência moderna normalmente procura unir:
a clareza técnica de Green;
a profundidade interpretativa de Scherchen.
Em outras palavras:
técnica sem expressão produz mecanização;
expressão sem técnica produz confusão.
O grande maestro é aquele capaz de transformar:
análise;
gesto;
emoção;
liderança;
sonoridade
num único fenômeno artístico vivo. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h35min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A BANDA SINFÔNICA COMO ORGANISMO ARTÍSTICO AUTÔNOMO ==
'''A Banda Sinfônica como Organismo Artístico Autônomo'''
Pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias
A banda sinfônica, durante muito tempo, viveu à sombra da orquestra sinfônica, sobretudo no que diz respeito ao repertório. Durante décadas, abasteceu-se de arranjos, transcrições e adaptações de obras originalmente concebidas para orquestra: aberturas de ópera, suítes, movimentos de sinfonias, valsas, polcas e outras peças que, embora dialogassem com gêneros populares, passaram a integrar o universo da chamada música clássica — como é o caso das célebres valsas vienenses.
Entretanto, a partir do século XX, esse extraordinário organismo instrumental de sopros e percussão passou a ganhar vida própria. A banda sinfônica consolidou-se como uma formação autônoma, dotada de identidade sonora, repertório específico, linguagem própria e grande flexibilidade artística.
Diferentemente da orquestra sinfônica, cuja constituição instrumental é mais fixa e cuja atuação geralmente depende de salas apropriadas, condições acústicas controladas e maior proteção contra as variações climáticas, a banda sinfônica apresenta maior adaptabilidade. Sua potência sonora permite atuações em espaços abertos, muitas vezes prescindindo de amplificação, além de suportar com maior eficiência determinadas condições ambientais.
Hoje, a banda sinfônica é detentora de vasto repertório original, composto especificamente para o grande conjunto de sopros e percussão. Ao mesmo tempo, apropria-se de maneira eficaz de parte significativa do repertório orquestral por meio de transcrições consagradas. O movimento inverso — da banda para a orquestra — ocorre em escala muito menor, embora existam exemplos relevantes.
Podem ser citados casos emblemáticos como a Sinfonia Fúnebre e Triunfal, de Hector Berlioz, originalmente concebida para grande conjunto de sopros e percussão, com cordas opcionais; as Suítes para Banda Militar, de Gustav Holst; e o Tema e Variações Op. 43A, de Arnold Schoenberg, escrito para banda, cuja versão Op. 43B foi destinada à orquestra sem alteração estrutural significativa. Também Aaron Copland e outros compositores contribuíram para essa afirmação da banda sinfônica como organismo artístico de primeira grandeza.
Outro aspecto fundamental é o caráter pedagógico da banda sinfônica. Por ser um organismo cujo desenvolvimento pleno se dá sobretudo a partir do século XX, seu repertório passou a ser organizado em níveis de dificuldade, sem que isso implique perda de interesse artístico. Essa característica possibilita o acesso progressivo de instrumentistas em formação ao universo dos sopros e da percussão, cumprindo simultaneamente uma função didática, pedagógica e artística.
Na orquestra sinfônica, essa gradação ocorre em menor escala. Muitas vezes, a formação inicial de jovens músicos recorre a versões facilitadas, arranjos e adaptações de obras consagradas, o que nem sempre contribui de modo efetivo para uma futura carreira musical em nível profissional.
Na banda sinfônica, por outro lado, desde os primeiros estágios, instrumentos como glockenspiel, xilofone, vibrafone, marimba e campanas já podem estar presentes, naturalmente em grau compatível com o desenvolvimento técnico dos instrumentistas. Isso amplia a vivência musical dos jovens músicos e favorece uma formação mais abrangente no campo dos sopros e da percussão.
Não se trata, portanto, de estabelecer uma hierarquia entre banda sinfônica e orquestra sinfônica, nem de desconsiderar a importância de um ou outro organismo. Trata-se, antes, de compreender adequadamente suas naturezas, funções, potencialidades e especificidades dentro do universo instrumental.
O pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias aponta justamente para essa necessidade: reconhecer a banda sinfônica não como uma formação secundária ou derivada da orquestra, mas como um organismo artístico autônomo, historicamente legítimo, pedagogicamente relevante e esteticamente pleno. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 02h14min de 14 de maio de 2026 (UTC)
== A orquestração de Berlioz na Sinfonia Fantástica, por Roberto Farias ==
A orquestração de Berlioz na ''Sinfonia Fantástica'' não apenas seguiu os padrões, como revolucionou completamente o papel da orquestra, sendo considerada o marco zero da instrumentação moderna.
Aqui estão as principais inovações que romperam com a tradição de 1830:
1. Tamanho e Variedade do Efetivo
Enquanto as orquestras da época eram menores e mais padronizadas, Berlioz exigiu um contingente massivo (mais de 90 músicos) e instrumentos raros para a sala de concerto:
* Ophicleides e Tubas: Introduziu metais graves potentes para dar um peso "infernal" ao ''Dies Irae''.
* Corno Inglês: Usado no terceiro movimento para criar uma atmosfera bucólica e melancólica, dialogando com o oboé (que toca fora do palco).
* Harpa: O uso de duas harpas no segundo movimento ("Um Baile") foi uma inovação luxuosa, já que o instrumento era restrito à ópera.
2. Timbres e Efeitos Estendidos
Berlioz tratou o timbre como um elemento tão importante quanto a melodia ou a harmonia:
* Col Legno: No quinto movimento, as cordas batem na madeira do arco para imitar o som de ossos batendo (esqueletos dançando). Isso era inédito em uma sinfonia.
* Sinos de Igreja: O uso de sinos reais em cena (ou chapas de metal) para o funeral parodiado.
* Tímpanos afinados: No terceiro movimento, ele usa quatro timpanistas para criar o som de um trovão distante, explorando a afinação precisa para gerar acordes na percussão.
3. A Orquestra como Narradora
A maior inovação foi usar a instrumentação para "pintar" a cena (pintura sonora):
* O Clarinete em Mib: No final, a ''idée fixe'' (o tema da amada) é tocada por um clarinete pequeno, que tem um som estridente e ácido, transformando a amada em uma bruxa vulgar.
* Espacialização: Colocar o oboé fora do palco para simular o eco de um pastor nas montanhas.
Berlioz publicou anos depois o seu ''Tratado de Instrumentação'', que se tornou a "bíblia" para compositores como Wagner, Mahler e Strauss. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h44min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Dies Irae na Sinfonia Fantástica de Berlioz ==
O uso do ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Dies+Irae&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAQ Dies Irae]'' no quinto movimento ("Sonho de uma Noite de Sabá") da ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Sinfonia+Fant%C3%A1stica&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAg Sinfonia Fantástica]'' (1830) de Hector Berlioz é um dos momentos mais icônicos da música romântica, transformando um canto fúnebre medieval em uma paródia grotesca e diabólica.
Aqui está uma análise detalhada dessa seção:
1. Contexto Narrativo
No quinto movimento, o artista (protagonista da sinfonia) envenenado por ópio sonha que está no seu próprio funeral, cercado por fantasmas, feiticeiros e monstros em um Sabá de bruxas. O ''Dies Irae'' (Dia da Ira), tradicional canto fúnebre da Missa dos Mortos, é introduzido para simbolizar a morte e o juízo final, mas de forma parodiada.
A harmonia na ''Sinfonia Fantástica'' é conduzida por uma abordagem experimental e dramática que rompeu com as normas estritas do Classicismo, priorizando a expressão da narrativa (o "programa") sobre as regras tradicionais.
Aqui estão os pontos principais da condução harmônica:
* Uso Dramático do Cromatismo: Berlioz utiliza amplamente o cromatismo para gerar tensão e instabilidade emocional, refletindo o estado psicológico do protagonista. Isso é evidente no primeiro movimento, onde a harmonia "flutua" para representar os delírios e paixões do artista.
* Progressões e Acordes Incomuns: Para a época, a obra apresentava progressões harmônicas consideradas "monstruosas" ou bizarras por críticos conservadores. Berlioz frequentemente utilizava acordes de sétima e diminutos de formas não convencionais para criar atmosferas sombrias ou surpresas bruscas.
* Relações de Tonalidade Expandidas: Embora a obra mantenha centros tonais (como Dó Maior no primeiro movimento), as modulações são frequentes e, por vezes, abruptas para sublinhar mudanças repentinas na história, como a interrupção da valsa pela ''idée fixe'' no segundo movimento.
* Texturas Polifônicas e Choques Harmônicos: No quinto movimento, Berlioz sobrepõe diferentes temas (como o ''Dies Irae'' e a ''Dança das Bruxas'') em uma polifonia imitativa que gera choques harmônicos propositais, evocando o caos do Sabá.
* Unificação via Ideia Fixa: A harmonia é muitas vezes subordinada à ''idée fixe'' (o tema da amada). Conforme esse tema se transforma melodicamente em cada movimento, o acompanhamento harmônico ao seu redor também muda — de um suporte lírico e nobre para uma harmonia vulgar e distorcida no final.
Na época da estreia (1830), Berlioz escreveu a obra em um período de transição tecnológica. Ele utilizou uma combinação de ambos, mas com estratégias específicas para cada grupo:
* Trompas: Berlioz utilizou trompas naturais (sem válvulas). Para conseguir tocar em diferentes tonalidades, os músicos precisavam trocar os "corpos de substituição" (''crooks'') e usar a técnica de "mão fechada" na campana para obter notas cromáticas. No entanto, ele inovava ao pedir quatro trompas em tons diferentes simultaneamente, o que permitia que a orquestra tivesse acesso a uma gama maior de notas abertas e sonoras.
* Trompetes e Cornetas: Aqui está a grande diferença. Ele usou dois tipos de instrumentos de metal agudo:
*# Trompetes Naturais: Dois trompetes tradicionais, limitados à série harmônica.
*# Cornetas a Pistão (''Cornets à pistons''): Berlioz foi um dos primeiros a introduzir este novo instrumento, que já possuía válvulas (pistões). Elas eram totalmente cromáticas e ágeis, permitindo que ele escrevesse melodias complexas que os trompetes naturais não conseguiam executar. [[https://www.facebook.com/corpomusicalpmesp/videos/b-o-a-t-a-r-d-es%C3%A9rie-instrumentos-musicais-trompetedentre-os-instrumentos-da-fam/346430623271603/?locale=sw_KE 1]]
Essa mistura permitia a Berlioz manter o brilho heroico dos instrumentos naturais enquanto aproveitava a flexibilidade melódica das novas cornetas, algo que se tornou uma marca registrada da sua sonoridade. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h58min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A Grande Sinfonia Funebre e Triunfal de Berlioz e sua importância no repertório da banda sinfônica ==
A Grande Sinfonia Fúnebre e Triunfal (''Grande symphonie funèbre et triomphale'', Op. 15), composta em 1840, <mark>é a quarta e última sinfonia de Hector Berlioz e se estabeleceu como um dos marcos fundadores mais importantes de todo o repertório de banda sinfônica moderna</mark>. [[https://translate.google.com/translate?u=https://en.wikipedia.org/wiki/Grande_Symphonie_fun%25C3%25A8bre_et_triomphale&hl=pt&sl=en&tl=pt&client=sge 1]
Ao contrário de suas sinfonias anteriores, esta obra foi encomendada pelo governo francês para celebrar o décimo aniversário da Revolução de Julho de 1830. Ela foi projetada especificamente para ser executada ao ar livre por uma monumental banda militar de 200 músicos. [
A importância histórica e artística da obra reside nos seguintes pontos:
1. Estrutura e Inovação Musical
A sinfonia quebra o molde orquestral tradicional ao transferir o peso da forma "sinfonia" inteiramente para os instrumentos de sopro e percussão:
* Movimento I: ''Marche funèbre'' (Marcha Fúnebre): Uma procissão melancólica e grandiosa em Fá menor que conduz a estrutura com extrema solenidade harmônica.
* Movimento II: ''Oraison funèbre'' (Oração Fúnebre): Berlioz substitui a voz humana por um trombone tenor solo. O instrumento atua como um orador discursando em memória dos heróis mortos, um uso solístico totalmente inovador para a época.
* Movimento III: ''Apothéose'' (Apoteose): Uma marcha triunfal brilhante em Si bemol maior. Posteriormente, Berlioz adicionou um coro e seções de cordas opcionais para apresentações em salas de concerto.
2. Importância para o Repertório de Banda Sinfônica
Antes do século XIX, a música para conjuntos de sopros era predominantemente utilitária (marchas militares curtas, hinos ou transcrições de óperas). A obra de Berlioz mudou esse paradigma:
* Pioneirismo na Forma Séria: É um dos primeiríssimos exemplos de uma sinfonia de grandes proporções intelectuais e estruturais escrita originalmente para instrumentos de sopro. Ela provou que a banda militar poderia atingir o mesmo status artístico e expressivo de uma orquestra sinfônica tradicional.
* Aclamação de Grandes Compositores: Richard Wagner assistiu a uma das execuções em Paris e declarou a Robert Schumann que os trechos do último movimento eram tão "magníficos e sublimes que nunca poderão ser superados". Wagner admitiu que a obra influenciou diretamente sua abordagem para instrumentos de metal.
* Resgate e Consolidação Moderna: No século XX, o maestro e compositor Richard Franko Goldman realizou uma readaptação moderna da partitura. Esse resgate transformou a obra em um pilar obrigatório e definitivo no repertório das principais bandas sinfônicas e ''wind ensembles'' universitários do mundo.
* Expansão da Instrumentação: A partitura exige uma paleta tímbrica massiva, incluindo dezenas de clarinetes (incluindo em Mi bemol e baixos), oboés, fagotes, e o uso de instrumentos hoje substituídos por tubas, como os antigos oficleides. Ela pavimentou o caminho para que compositores posteriores (como Holst, Hindemith e Schoenberg) escrevessem diretamente para essa formação.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h12min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A presença do oficleide e sarrussofone na instrumentação da banda sinfônica ==
Presença no Repertório AtualHoje em dia, o oficleide e o sarrussofone são considerados instrumentos históricos. Nas raras ocasiões em que são utilizados, cumprem um papel de reconstrução histórica (performance informada).Nas edições e performances modernas das obras de Berlioz, Sousa ou Florent Schmitt por bandas sinfônicas, as partes desses instrumentos são universalmente substituídas:As linhas de oficleide são executadas por tubas ou bombardinos.As linhas de sarrussofone são cobertas pelo contrafagote ou pelo saxofone barítono/baixo.
* tanta tração devido à concorrência direta com o saxofone, o sarrussofone contrabaixo tornou-se extremamente popular em bandas sinfônicas francesas, italianas e espanholas, servindo como a fundação grave da seção de palhetas.
* Declínio: Apesar de sua excelente projeção ao ar livre, o sarrussofone pecava no refinamento tímbrico necessário para salas de concerto fechadas. À medida que as bandas militares evoluíram para o formato de concerto das bandas sinfônicas modernas, os compositores passaram a preferir o contrafagote e o clarinete contrabaixo, que ofereciam uma sonoridade mais aveludada e precisa. Presença no Repertório Atual Hoje em dia, o oficleide e o sarrussofone são considerados instrumentos históricos. Nas raras ocasiões em que são utilizados, cumprem um papel de reconstrução histórica (''performance informada''). Nas edições e performances modernas das obras de Berlioz, Sousa ou Florent Schmitt por bandas sinfônicas, as partes desses instrumentos são universalmente substituídas:
** As linhas de oficleide são executadas por tubas ou bombardinos.
** As linhas de sarrussofone são cobertas pelo contrafagote ou pelo saxofone barítono/baixo.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h22min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A tuba tenor e o euphonium são o mesmo intrumento? ==
<mark>Sim, na prática musical moderna o termo "tuba tenor" e o "euphonium" (popularmente conhecido no Brasil como bombardino) referem-se ao mesmo instrumento</mark>. No entanto, há nuances históricas e de nomenclatura que diferenciam a classificação técnica do nome comercial do instrumento.
Aqui estão os pontos para compreender essa relação:
1. Classificação Técnica vs. Nome Popular
* Tuba Tenor: É a classificação científica e técnica do instrumento dentro da árvore genealógica dos metais graves. Assim como a família das tubas possui a tuba contrabaixo (em Si bemol ou Dó) e a tuba baixo (em Mi bemol ou Fá), o euphonium é o membro tenor dessa mesma família.
* Euphonium / Bombardino: São os nomes comerciais e populares mais utilizados no dia a dia por músicos, construtores e partituras.
2. Sutil Distinção Histórica nas Orquestras
Historicamente, o termo "tuba tenor" foi por vezes associado a variações específicas exigidas por compositores europeus:
* Modelo de Válvulas Rotativas: No repertório orquestral clássico (como nas obras de Richard Strauss ou Gustav Mahler), o termo ''tuba tenor'' frequentemente designava um instrumento construído em formato oval com chaves rotativas, muito comum na Alemanha.
* O Euphonium Padrão: Refere-se ao design britânico/americano mais comum hoje, com pistões verticais e calibre cônico largo, que acabou padronizando o mercado mundial.
3. Características Compartilhadas
Independentemente do nome utilizado na partitura, ambos os termos compartilham exatamente os mesmos fundamentos estruturais:
* Afinação: Ambos são tradicionalmente afinados em Si bemol (\(B\flat\)), soando uma oitava acima da tuba contrabaixo tradicional e na mesma extensão do trombone.
* Calibre Cônico: Possuem o tubo que se expande gradualmente desde o bocal até a campana, o que confere ao instrumento o seu som característico "aveludado", escuro e redondo. O Grande Alerta de Confusão: O "Tenor Horn" Britânico. É preciso ter muito cuidado com a tradução literal:
** O Tenorhorn (junto, termo alemão) é o instrumento em Si bemol descrito acima.
** O Tenor Horn (separado, termo britânico usado em ''Brass Bands'') é um instrumento completamente diferente, afinado em Mi bemol (\(E\flat\)), que nas Américas e no resto da Europa é chamado de Alto Horn (Trompa Alto).
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h43min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A Sinfonia em Si bemol de Paul Hindemith, um marco do repertório da banda sinfônics ==
Uma visão análitica da Symphony in B-flat for concert band by Paul Hindemith
A Symphony in B-flat for Concert Band, composta por Paul Hindemith em 1951, representa um dos grandes marcos da literatura original para banda sinfônica no século XX. Escrita para a U.S. Army Band “Pershing’s Own”, a obra consolidou definitivamente a banda de concerto como organismo artístico autônomo, dotado de linguagem própria, profundidade estrutural e sofisticação tímbrica comparável à da grande orquestra sinfônica.
== Contexto histórico e estético ==
Hindemith já era reconhecido como um dos grandes arquitetos da escrita contrapontística moderna quando recebeu o convite para compor uma obra de grande porte para banda. Até então, grande parte do repertório das bandas sinfônicas era constituído de transcrições orquestrais, marchas e música funcional. A ''Symphony in B-flat'' surge como afirmação estética: a banda não precisava mais viver à sombra da orquestra.
A obra sintetiza características fundamentais do pensamento hindemithiano:
* contraponto linear;
* independência das vozes;
* clareza formal;
* tonalidade expandida;
* forte lógica motívica;
* exploração orgânica das famílias instrumentais.
Mais do que uma “sinfonia para banda”, trata-se de uma obra genuinamente concebida a partir da identidade sonora dos sopros e percussão.
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= Estrutura Geral =
A obra divide-se em três movimentos:
# Moderately fast
# Andantino grazioso
# Fugue: Moderately broad
Cada movimento possui identidade própria, mas todos derivam de células motívicas interligadas, numa concepção cíclica típica de Hindemith.
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= I MOVIMENTO — Moderately Fast =
== Forma ==
O primeiro movimento aproxima-se de uma forma-sonata livre.
=== Elementos principais: ===
* exposição de material motívico compacto;
* desenvolvimento contrapontístico intenso;
* reexposição transformada;
* forte unidade rítmica.
== Aspectos motívicos ==
O material principal nasce de intervalos simples — quartas, quintas e movimentos conjuntos — algo muito típico da escrita hindemithiana.
O motivo inicial funciona como “DNA” estrutural da obra.
A sensação melódica não depende de lirismo romântico, mas de:
* direção intervalar;
* tensão linear;
* articulação rítmica.
== Harmonia ==
Hindemith evita funcionalismo tonal tradicional.
A obra gravita em torno de Si bemol, mas utiliza:
* polaridade intervalar;
* sobreposição modal;
* acordes quartais;
* dissonâncias controladas.
O centro tonal é perceptível mais pela gravitação sonora do que por cadências clássicas.
== Orquestração ==
Aqui está um dos maiores méritos da obra.
Hindemith compreende profundamente:
* projeção sonora dos metais;
* elasticidade dos saxofones;
* função conectiva das madeiras;
* importância estrutural da percussão.
A escrita evita duplicações excessivas. Cada voz possui função própria.
A textura frequentemente opera em:
* blocos antifonais;
* linhas imitativas;
* estratificação tímbrica.
== Regência ==
O maior desafio do maestro está em:
* equilíbrio horizontal das linhas;
* transparência contrapontística;
* controle de densidade sonora;
* precisão métrica.
A obra exige regência arquitetônica, não apenas gestual.
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= II MOVIMENTO — Andantino grazioso =
O segundo movimento constitui o núcleo lírico da sinfonia.
== Caráter ==
Não há sentimentalismo romântico.
A expressão é contida, elegante e profundamente introspectiva.
A atmosfera lembra:
* coral renascentista;
* lirismo modal;
* serenidade bachiana filtrada pela modernidade.
== Escrita contrapontística ==
As vozes movem-se com independência absoluta.
Frequentemente:
* o acompanhamento possui relevância temática;
* contracantos tornam-se protagonistas;
* pequenos fragmentos se entrelaçam continuamente.
== Timbre ==
Hindemith explora:
* clarinetes em regiões médias;
* saxofones como ponte tímbrica;
* trompas como sustentação harmônica;
* madeiras em diálogos camerísticos.
O resultado é uma sonoridade quase de música de câmara ampliada.
== Fraseado ==
O fraseado deve evitar excessos românticos.
A interpretação ideal privilegia:
* fluxo contínuo;
* direção linear;
* respiração estrutural;
* clareza de vozes internas.
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= III MOVIMENTO — Fugue: Moderately broad =
O último movimento é uma monumental demonstração de arquitetura contrapontística.
== A fuga ==
O sujeito da fuga é claro, objetivo e extremamente maleável.
Hindemith demonstra:
* domínio bachiano do contraponto;
* adaptação moderna da técnica fugada;
* capacidade de expansão sinfônica da textura.
A fuga nunca soa acadêmica.
Ela possui impulso dramático contínuo.
== Desenvolvimento ==
O movimento cresce progressivamente:
* entradas sucessivas;
* acumulação de tensão;
* ampliação da massa sonora;
* intensificação rítmica.
O clímax final possui enorme imponência.
== Construção formal ==
Apesar da complexidade contrapontística, a obra mantém:
* clareza arquitetônica;
* direção inevitável;
* lógica orgânica.
Nada soa episódico.
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= A Banda Sinfônica como organismo autônomo =
A ''Symphony in B-flat'' talvez seja uma das maiores afirmações históricas da banda sinfônica como linguagem independente.
Hindemith demonstra que:
* a banda possui identidade tímbrica própria;
* os sopros podem sustentar grande arquitetura sinfônica;
* a escrita original supera o paradigma da mera transcrição.
Nesse sentido, a obra dialoga profundamente com o pensamento defendido por Roberto Farias acerca da emancipação estética da banda sinfônica enquanto organismo artístico autônomo.
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= Desafios interpretativos =
== Para os músicos ==
* independência rítmica;
* afinação intervalar;
* leitura contrapontística;
* controle dinâmico refinado.
== Para o maestro ==
* transparência das linhas;
* equilíbrio vertical/horizontal;
* planejamento arquitetônico;
* gestão de clímax;
* compreensão estrutural profunda.
A obra não admite interpretação superficial.
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= Importância histórica =
A sinfonia de Hindemith abriu caminho para:
* Vincent Persichetti;
* Karel Husa;
* Clifton Williams;
* Alfred Reed;
* James Barnes;
* David Maslanka;
* Johan de Meij;
* e toda a moderna literatura sinfônica para banda.
Ela ajudou a redefinir definitivamente o status artístico da banda de concerto no século XX.
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= Síntese estética =
A ''Symphony in B-flat'' une:
* rigor intelectual;
* energia rítmica;
* monumentalidade arquitetônica;
* refinamento tímbrico;
* densidade contrapontística;
* modernidade sem ruptura com a tradição.
É música de construção, de pensamento estrutural e de profunda consciência sonora.
Mais do que uma obra “para banda”, ela é uma declaração estética sobre o potencial artístico da banda sinfônica moderna. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 10h08min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Hammersmith de Gustav Holst, uma obra emblemática do repertório da banda sinfônica ==
Ao lado da ''Sinfonia em Si bemol'', de Paul Hindemith, ''Hammersmith: Prelude and Scherzo'', de Gustav Holst, ocupa lugar de destaque entre as obras mais emblemáticas do repertório original para banda sinfônica, pela densidade de sua linguagem, pela sofisticação formal e pelo tratamento altamente expressivo dos sopros e da percussão.
Hammersmith, de Gustav Holst, e a Sinfonia em Si bemol para Banda de Concerto, de Paul Hindemith, figuram entre as obras mais icônicas do repertório da banda sinfônica.
Ambas representam um marco de emancipação artística do gênero: deixam de tratar a banda apenas como veículo de transcrições orquestrais e afirmam o conjunto de sopros e percussão como organismo autônomo, capaz de sustentar linguagem própria, densidade formal, refinamento timbrístico e profundidade expressiva.
Holst, em Hammersmith, explora uma escrita de grande sutileza poética e atmosférica, inspirada no fluxo do rio Tâmisa e na paisagem humana de Londres. Hindemith, por sua vez, constrói uma sinfonia de arquitetura rigorosa, energia contrapontística e clareza estrutural, elevando a banda ao plano da grande forma sinfônica.
Ao lado uma da outra, essas obras constituem pilares fundamentais da literatura original para banda sinfônica no século XX.
Que contribuição trazem Hammersmith de Gustav Holst e a Sinfonia em Si bemol de Paul Hindemith ao repertório da banda sinfônica
Ao lado da Hammersmith, a Symphony in B-flat for Concert Band representa um dos mais altos marcos de consolidação estética da banda sinfônica como organismo artístico autônomo. Ambas as obras transcendem o caráter utilitário ou meramente cerimonial historicamente associado às bandas e projetam o conjunto de sopros e percussão ao mesmo patamar de complexidade, profundidade e refinamento reservado à grande literatura orquestral do século XX.
== Hammersmith — Gustav Holst ==
Gustav Holst escreveu ''Hammersmith'' em 1930 subtitulando-a “Prelude and Scherzo”. A obra constitui uma revolução sonora no universo das bandas por diversas razões:
=== 1. A banda como linguagem original ===
Holst não trata a banda como substituta da orquestra, mas como um meio expressivo próprio. Isso foi decisivo para a emancipação estética do repertório sinfônico para sopros.
A escrita explora:
* transparência tímbrica;
* independência entre planos sonoros;
* policromia instrumental;
* texturas móveis e fluidas;
* contraponto de grande sofisticação.
=== 2. Expansão da paleta tímbrica ===
A obra revela possibilidades até então pouco exploradas:
* graves profundos e escuros;
* combinações camerísticas;
* uso refinado das madeiras;
* metais integrados ao tecido harmônico, não apenas como força sonora.
Holst cria uma sonoridade urbana, atmosférica e quase impressionista, evocando o distrito londrino de Hammersmith e o fluxo do rio Tâmisa.
=== 3. Superação do modelo militar ===
Embora proveniente da tradição britânica de bandas, ''Hammersmith'' rompe com:
* a marcha tradicional;
* o virtuosismo exibicionista;
* a retórica patriótica convencional.
A banda passa a ser veículo de poesia sonora, densidade psicológica e abstração musical.
----
== Symphony in B-flat — Paul Hindemith ==
A Paul Hindemith compôs sua sinfonia para banda em 1951, consolidando definitivamente a legitimidade artística da banda sinfônica no século XX.
== Contribuições fundamentais ==
=== 1. Consagração da banda como grande organismo sinfônico ===
Hindemith escreve para banda com o mesmo rigor estrutural utilizado em suas obras orquestrais e camerísticas.
A banda deixa de ser vista como:
* agrupamento pedagógico;
* organismo secundário;
* formação “popular” em oposição à orquestra.
Ela assume caráter plenamente sinfônico.
=== 2. Arquitetura formal monumental ===
A obra apresenta:
* desenvolvimento motívico rigoroso;
* contraponto denso;
* equilíbrio formal clássico;
* linguagem harmônica moderna, porém acessível.
A construção lembra a solidez arquitetônica de Brahms aliada ao pensamento linear do século XX.
=== 3. Integração orgânica dos naipes ===
Hindemith elimina a visão hierárquica tradicional dos instrumentos.
Cada naipe possui função estrutural:
* saxofones deixam de atuar apenas como “cor intermediária”;
* euphoniums e tubas tornam-se pilares discursivos;
* madeiras participam intensamente do tecido contrapontístico;
* percussão assume função arquitetônica.
=== 4. Elevação técnica e intelectual do repertório ===
A obra exige:
* maturidade interpretativa;
* precisão rítmica;
* consciência harmônica;
* domínio contrapontístico;
* grande refinamento de equilíbrio sonoro.
Ela redefine o conceito de excelência para bandas sinfônicas em todo o mundo.
----
== A contribuição conjunta das duas obras ==
Tanto ''Hammersmith'' quanto a ''Symphony in B-flat'' ajudaram a estabelecer três pilares fundamentais da moderna banda sinfônica:
=== A banda como organismo autônomo ===
Não mais dependente de:
* transcrições orquestrais;
* aberturas de ópera;
* repertório adaptado.
Passa a existir uma literatura concebida especificamente para sopros e percussão.
=== A banda como laboratório tímbrico ===
As duas obras demonstram que:
* a banda possui identidade tímbrica própria;
* sua flexibilidade supera, em muitos aspectos, a da orquestra;
* os sopros permitem extraordinária variedade de articulações, massas e transparências.
=== A banda como veículo de alta arte ===
Ambas legitimam a banda sinfônica como espaço para:
* pensamento sinfônico avançado;
* elaboração formal complexa;
* profundidade estética;
* repertório de concerto de alto nível.
----
== Legado histórico ==
Sem ''Hammersmith'' e a ''Symphony in B-flat'', dificilmente o repertório moderno para banda teria alcançado o nível posteriormente desenvolvido por compositores como:
* Vincent Persichetti
* Karel Husa
* Alfred Reed
* Johan de Meij
* David Maslanka
* José Vicente Asuar
* Edmundo Villani-Côrtes
Essas obras abriram caminho para a consolidação da banda sinfônica como um dos mais versáteis e sofisticados organismos instrumentais da contemporaneidade. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 10h24min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Artigo sobre as célebres frases de Roberto Farias no âmbito do NUSICAD ==
As Frases do Maestro Roberto Farias no Âmbito do MUSICAD:
Pensamento Estético, Pedagógico e Filosófico da Regência Musical
Resumo
O presente artigo propõe uma reflexão analítica acerca das principais formulações conceituais do maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD – Seminário Permanente de Regência, considerando suas implicações estéticas, pedagógicas e filosóficas no campo da regência musical e da música para sopros. Partindo de frases emblemáticas difundidas em cursos, palestras e escritos institucionais, investiga-se a construção de um pensamento que compreende a regência não apenas como técnica gestual, mas como fenômeno humano, psicológico, simbólico e indutivo. O artigo dialoga com conceitos da fenomenologia, da semiótica musical e da pedagogia da interpretação, evidenciando a contribuição do MUSICAD para a formação crítica do regente contemporâneo.
Palavras-chave: Regência; MUSICAD; Roberto Farias; fenomenologia musical; pedagogia da regência; banda sinfônica.
1. Introdução
Nas últimas décadas, a atividade do regente passou por significativa ampliação conceitual. Se outrora predominava uma visão essencialmente técnica da regência, centrada no gesto métrico e na coordenação rítmica, o pensamento contemporâneo passou a reconhecer o maestro como mediador de processos simbólicos, psicológicos e estéticos.
Nesse contexto, o MUSICAD – Seminário Permanente de Regência surge como importante espaço de reflexão artística e formação crítica, sob direção do maestro Roberto Farias. Entre os diversos elementos que estruturam a identidade intelectual do MUSICAD, destacam-se as frases e formulações conceituais de seu diretor, muitas das quais passaram a circular entre alunos, músicos e pesquisadores como sínteses filosóficas sobre a arte de reger.
2. “Reger é a arte de induzir”
A frase mais emblemática do pensamento de Roberto Farias talvez seja:
“Reger é a arte de induzir.”
Tal formulação desloca radicalmente a compreensão tradicional da regência. O maestro deixa de ser visto como mero marcador de pulsação para assumir a condição de agente indutor de comportamento sonoro coletivo.
Sob perspectiva fenomenológica, a indução aqui não se restringe ao aspecto mecânico do gesto, mas envolve:
indução psicológica;
indução energética;
indução expressiva;
indução temporal;
indução respiratória;
indução afetiva.
A regência passa, assim, a operar como fenômeno de transferência de intenção musical.
Pode-se relacionar essa ideia ao conceito husserliano de intencionalidade, segundo o qual toda consciência dirige-se a algo. O gesto do maestro torna-se, portanto, vetor de intenção sonora compartilhada.
3. O maestro como catalisador coletivo
Outra formulação recorrente no ambiente do MUSICAD afirma que:
“O maestro não produz som; produz condições para que o som aconteça.”
Tal pensamento aproxima a função do regente da figura do catalisador. A música deixa de ser produto individual para constituir-se como experiência coletiva mediada.
Essa concepção rompe com modelos autoritários historicamente associados à figura do regente, propondo uma liderança fundamentada em:
escuta;
empatia;
consciência coletiva;
comunicação não verbal;
indução simbólica.
Nesse aspecto, percebe-se forte aproximação com abordagens contemporâneas da liderança artística colaborativa.
4. “Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao primeiro violino”
Entre as frases mais difundidas de Roberto Farias encontra-se:
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao primeiro violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
A frase emerge como reação crítica ao tradicional hierarquismo instrumental herdado do sinfonismo europeu oitocentista.
Ao utilizar o triângulo como metáfora, Farias evidencia que a relevância musical não decorre da quantidade de notas executadas, mas da responsabilidade estrutural de cada intervenção.
A ideia possui profundas implicações pedagógicas:
valorização da consciência coletiva;
combate à cultura de protagonismo excessivo;
desenvolvimento da escuta horizontal;
responsabilização individual dentro do conjunto.
No âmbito da banda sinfônica, tal pensamento adquire importância ainda maior, dada a complexidade tímbrica e a interdependência entre os naipes.
5. A banda sinfônica como organismo artístico autônomo
O pensamento de Roberto Farias também contribui para a consolidação epistemológica da banda sinfônica enquanto organismo artístico independente.
Segundo sua linha conceitual, a banda contemporânea deixou de existir “à sombra da orquestra”, conquistando identidade própria a partir do século XX.
Essa visão encontra respaldo histórico na produção de compositores como:
Gustav Holst;
Paul Hindemith;
Igor Stravinsky;
Vincent Persichetti.
A defesa da autonomia estética da banda sinfônica constitui uma das bases ideológicas do MUSICAD e do IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
6. Fenomenologia, gesto e símbolo
Diversas frases atribuídas ao maestro revelam aproximação com abordagens fenomenológicas da música. Quando afirma que:
“O gesto só existe plenamente quando carregado de intenção sonora”,
Farias aproxima-se da compreensão do gesto como signo expressivo e não apenas movimento físico.
A regência, nessa perspectiva, torna-se linguagem simbólica.
O gesto do maestro passa a conter:
direção;
peso;
densidade;
caráter;
tensão;
respiração;
expectativa temporal.
Trata-se de uma concepção que dialoga diretamente com a semiótica musical e com a teoria da comunicação não verbal.
7. Implicações pedagógicas no âmbito do MUSICAD
No ambiente pedagógico do MUSICAD, essas formulações conceituais contribuem para um modelo formativo baseado em:
7.1 Escuta analítica
O regente é treinado para compreender estruturas profundas da obra antes da construção gestual.
7.2 Consciência estrutural
O gesto nasce da análise musical e não da mera repetição técnica.
7.3 Liderança artística
A autoridade do maestro decorre da clareza conceitual e não apenas da imposição hierárquica.
7.4 Formação humanística
A regência é compreendida como atividade interdisciplinar envolvendo estética, filosofia, psicologia e sociologia da música.
8. Considerações finais
As frases de Roberto Farias ultrapassam o caráter meramente retórico, constituindo verdadeiros núcleos conceituais de uma filosofia da regência musical.
No âmbito do MUSICAD – Seminário Permanente de Regência, tais formulações consolidam uma pedagogia voltada à consciência artística, à escuta coletiva e à compreensão fenomenológica do fazer musical.
Mais do que ensinar padrões gestuais, o pensamento desenvolvido por Roberto Farias propõe uma redefinição do papel do maestro contemporâneo: não como simples coordenador técnico, mas como indutor de consciência sonora coletiva.
Referências Bibliográficas
Edmund Husserl. Ideias para uma Fenomenologia Pura.
Jean-Jacques Nattiez. Music and Discourse.
Arnold Schoenberg. Fundamentals of Musical Composition.
Heinrich Schenker. Free Composition.
Leonard Bernstein. The Infinite Variety of Music.
Pierre Boulez. Points de repère.
Documentos institucionais e materiais pedagógicos do MUSICAD – Seminário Permanente de Regência. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 01h12min de 17 de maio de 2026 (UTC)
== REGER É A ARTE DE INDUZIR, por Roberto Farias ==
As Frases do Maestro Roberto Farias no Âmbito do MUSICAD:
Pensamento Estético, Pedagógico e Filosófico da Regência Musical
Resumo
O presente artigo propõe uma reflexão analítica acerca das principais formulações conceituais do maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD – Seminário Permanente de Regência, considerando suas implicações estéticas, pedagógicas e filosóficas no campo da regência musical e da música para sopros. Partindo de frases emblemáticas difundidas em cursos, palestras e escritos institucionais, investiga-se a construção de um pensamento que compreende a regência não apenas como técnica gestual, mas como fenômeno humano, psicológico, simbólico e indutivo. O artigo dialoga com conceitos da fenomenologia, da semiótica musical e da pedagogia da interpretação, evidenciando a contribuição do MUSICAD para a formação crítica do regente contemporâneo.
Palavras-chave: Regência; MUSICAD; Roberto Farias; fenomenologia musical; pedagogia da regência; banda sinfônica.
1. Introdução
Nas últimas décadas, a atividade do regente passou por significativa ampliação conceitual. Se outrora predominava uma visão essencialmente técnica da regência, centrada no gesto métrico e na coordenação rítmica, o pensamento contemporâneo passou a reconhecer o maestro como mediador de processos simbólicos, psicológicos e estéticos.
Nesse contexto, o MUSICAD – Seminário Permanente de Regência surge como importante espaço de reflexão artística e formação crítica, sob direção do maestro Roberto Farias. Entre os diversos elementos que estruturam a identidade intelectual do MUSICAD, destacam-se as frases e formulações conceituais de seu diretor, muitas das quais passaram a circular entre alunos, músicos e pesquisadores como sínteses filosóficas sobre a arte de reger.
2. “Reger é a arte de induzir”
A frase mais emblemática do pensamento de Roberto Farias talvez seja:
“Reger é a arte de induzir.”
Tal formulação desloca radicalmente a compreensão tradicional da regência. O maestro deixa de ser visto como mero marcador de pulsação para assumir a condição de agente indutor de comportamento sonoro coletivo.
Sob perspectiva fenomenológica, a indução aqui não se restringe ao aspecto mecânico do gesto, mas envolve:
indução psicológica;
indução energética;
indução expressiva;
indução temporal;
indução respiratória;
indução afetiva.
A regência passa, assim, a operar como fenômeno de transferência de intenção musical.
Pode-se relacionar essa ideia ao conceito husserliano de intencionalidade, segundo o qual toda consciência dirige-se a algo. O gesto do maestro torna-se, portanto, vetor de intenção sonora compartilhada.
3. O maestro como catalisador coletivo
Outra formulação recorrente no ambiente do MUSICAD afirma que:
“O maestro não produz som; produz condições para que o som aconteça.”
Tal pensamento aproxima a função do regente da figura do catalisador. A música deixa de ser produto individual para constituir-se como experiência coletiva mediada.
Essa concepção rompe com modelos autoritários historicamente associados à figura do regente, propondo uma liderança fundamentada em:
escuta;
empatia;
consciência coletiva;
comunicação não verbal;
indução simbólica.
Nesse aspecto, percebe-se forte aproximação com abordagens contemporâneas da liderança artística colaborativa.
4. “Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao primeiro violino”
Entre as frases mais difundidas de Roberto Farias encontra-se:
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao primeiro violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
A frase emerge como reação crítica ao tradicional hierarquismo instrumental herdado do sinfonismo europeu oitocentista.
Ao utilizar o triângulo como metáfora, Farias evidencia que a relevância musical não decorre da quantidade de notas executadas, mas da responsabilidade estrutural de cada intervenção.
A ideia possui profundas implicações pedagógicas:
valorização da consciência coletiva;
combate à cultura de protagonismo excessivo;
desenvolvimento da escuta horizontal;
responsabilização individual dentro do conjunto.
No âmbito da banda sinfônica, tal pensamento adquire importância ainda maior, dada a complexidade tímbrica e a interdependência entre os naipes.
5. A banda sinfônica como organismo artístico autônomo
O pensamento de Roberto Farias também contribui para a consolidação epistemológica da banda sinfônica enquanto organismo artístico independente.
Segundo sua linha conceitual, a banda contemporânea deixou de existir “à sombra da orquestra”, conquistando identidade própria a partir do século XX.
Essa visão encontra respaldo histórico na produção de compositores como:
Gustav Holst;
Paul Hindemith;
Igor Stravinsky;
Vincent Persichetti.
A defesa da autonomia estética da banda sinfônica constitui uma das bases ideológicas do MUSICAD e do IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
6. Fenomenologia, gesto e símbolo
Diversas frases atribuídas ao maestro revelam aproximação com abordagens fenomenológicas da música. Quando afirma que:
“O gesto só existe plenamente quando carregado de intenção sonora”,
Farias aproxima-se da compreensão do gesto como signo expressivo e não apenas movimento físico.
A regência, nessa perspectiva, torna-se linguagem simbólica.
O gesto do maestro passa a conter:
direção;
peso;
densidade;
caráter;
tensão;
respiração;
expectativa temporal.
Trata-se de uma concepção que dialoga diretamente com a semiótica musical e com a teoria da comunicação não verbal.
7. Implicações pedagógicas no âmbito do MUSICAD
No ambiente pedagógico do MUSICAD, essas formulações conceituais contribuem para um modelo formativo baseado em:
7.1 Escuta analítica
O regente é treinado para compreender estruturas profundas da obra antes da construção gestual.
7.2 Consciência estrutural
O gesto nasce da análise musical e não da mera repetição técnica.
7.3 Liderança artística
A autoridade do maestro decorre da clareza conceitual e não apenas da imposição hierárquica.
7.4 Formação humanística
A regência é compreendida como atividade interdisciplinar envolvendo estética, filosofia, psicologia e sociologia da música.
8. Considerações finais
As frases de Roberto Farias ultrapassam o caráter meramente retórico, constituindo verdadeiros núcleos conceituais de uma filosofia da regência musical.
No âmbito do MUSICAD – Seminário Permanente de Regência, tais formulações consolidam uma pedagogia voltada à consciência artística, à escuta coletiva e à compreensão fenomenológica do fazer musical.
Mais do que ensinar padrões gestuais, o pensamento desenvolvido por Roberto Farias propõe uma redefinição do papel do maestro contemporâneo: não como simples coordenador técnico, mas como indutor de consciência sonora coletiva.
Referências Bibliográficas
Edmund Husserl. Ideias para uma Fenomenologia Pura.
Jean-Jacques Nattiez. Music and Discourse.
Arnold Schoenberg. Fundamentals of Musical Composition.
Heinrich Schenker. Free Composition.
Leonard Bernstein. The Infinite Variety of Music.
Pierre Boulez. Points de repère.
Documentos institucionais e materiais pedagógicos do MUSICAD – Seminário Permanente de Regência. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 10h12min de 17 de maio de 2026 (UTC)
== INSTRUMENTOS TRANSPOSITORES ==
'''INSTRUMENTOS TRANSPOSITORES'''
São chamados '''instrumentos transpositores''' aqueles cuja nota escrita soa em altura diferente do som real, isto é, diferente do som produzido ao piano.
Exceções importantes: '''trombone, euphonium/bombardino e tuba''', embora possam estar construídos em Si♭, Mi♭ ou Fá, geralmente são escritos em '''som real'''.
'''Transpositores de oitava'''
Mesmo afinados em Dó, alguns instrumentos soam em oitava diferente da escrita:
{| class="wikitable"
|'''Instrumento'''
|'''Soa'''
|-
|Piccolo / flautim
| 8ª acima
|-
|Flauta-baixo em Dó
| 8ª abaixo
|-
|Contrafagote
| 8ª abaixo
|-
|Contrabaixo de cordas
| 8ª abaixo
|}
'''Principais transposições'''
{| class="wikitable"
| valign="top" |'''Instrumento'''
| valign="top" |'''Afinação'''
| valign="top" |'''Soa'''
|'''Para escrever em uníssono com o piano'''
|-
|Flauta contralto
|Sol
|4ª j. inf.
|escrever 4ª justa acima
|-
|Corne-inglês
|Fá
|5ª j. inf.
|escrever 5ª justa acima
|-
|Trompa
|Fá
|5ª j. inf.
|escrever 5ª justa acima
|-
|Requinta
|Mi♭
|3ª m. sup.
|escrever 3ª menor abaixo
|-
|Clarinete
|Si♭
|2ª M inf.
|escrever 2ª maior acima
|-
|Clarinete
|Lá
|3ª m. inf.
|escrever 3ª menor acima
|-
|Trompa
|Si♭
|2ª M. inf.
|escrever 2ª maior acima
|-
|Requinta
|Mi♭
|6ª M. inf.
|escrever 6ª maior acima
|-
|Clarinete
|Si♭
|9ª M. inf.
|escrever 9ª maior acima
|-
|Clarinete
|Lá
|3ª m. inf.
|escrever 3ª menor acima
|-
|Sax soprano
|Si♭
|2ª M. inf.
|escrever 2ª maior acima
|-
|Sax alto
|Mi♭
|6ª M. inf.
|escrever 6ª maior acima
|-
|Sax tenor
|Si♭
|9ª M. inf.
|escrever 9ª maior acima
|-
|Sax barítono
|Mi♭
|13ª M inf.
|escrever 13ª maior acima
|-
|Trompete
|Si♭
|2ª M. inf.
|escrever 2ª maior acima
|-
|Trompete
|Dó
|som real
|não transpõe
|}
{| class="wikitable"
|
|
|
|
|-
|
|
|
|
|-
|
|
|
|
|-
|
|
|
|
|-
|
|
|
|
|-
|
|
|
|
|-
|
|
|
|
|-
|
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|
|
|-
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|
|
|
|-
|
|
|
|
|-
|
|
|
|
|-
|
|
|
|
|}
'''Observação didática'''
Regra prática:
'''se o instrumento soa abaixo, escreve-se acima; se soa acima, escreve-se abaixo.'''
Exemplo:
O clarinete em Si♭ soa uma 2ª maior abaixo. Portanto, para que ele soe um Dó real, deve-se escrever Ré.
'''Método de leitura em som real por aplicação de claves'''
Para ler rapidamente o '''som real''' de uma partitura escrita para instrumentos transpositores, pode-se recorrer à substituição mental da clave, associada ao ajuste da armadura conforme a afinação do instrumento.
{| class="wikitable"
|
|
|
|
|-
|
|
|
|
|}
'''1. Saxofone Alto em Mi♭'''
Ler a parte escrita em '''Clave de Fá na 4ª linha''', considerando o resultado '''uma oitava acima'''.
Além disso, deve-se acrescentar à armadura os '''três bemóis correspondentes à afinação em Mi♭'''.
Assim, a escrita do saxofone alto pode ser convertida ao som real por meio da leitura em clave de fá, com a devida compensação da transposição.
'''2. Corne-Inglês e Trompa em Fá'''
Ler a parte escrita em '''Clave de Dó na 2ª linha''', acrescentando à armadura '''um bemol correspondente à afinação em Fá'''.
Esse procedimento permite visualizar diretamente o som real desses instrumentos, sem necessidade de transpor nota por nota.
'''Síntese prática:'''
{| class="wikitable"
|'''Instrumento'''
|''' Afinação'''
|'''Clave para leitura em som real'''
| ''' Ajuste de armadura'''
|-
|Saxofone Alto
| Mi♭
|Clave de Fá 4ª linha, soando 8ª ac.
| + 3 bemóis
|-
|Corne-Inglês
| Fá
|Clave de Dó 2ª linha, soando real
| + 1 bemol
|-
|Trompa
| Fá
|Clave de Dó 2ª linha, soando real
| + 1 bemol
|}
'''3. Clarinete em Si♭, Saxofone Soprano em Si♭ e Trompete em Si♭'''
Ler em '''clave de Dó na 4ª linha''', pensando o resultado '''uma 8ª acima''', e acrescentar '''2 bemóis''' referentes à afinação do instrumento em Si♭.
'''4. Clarinete Baixo em Si♭ e Saxofone Tenor em Si♭'''
Ler em '''clave de Dó na 4ª linha''', em posição '''justa''', sem deslocamento de oitava, e acrescentar '''2 bemóis''' referentes à afinação do instrumento em Si♭.
Em síntese:
{| class="wikitable"
|'''Instrumentos'''
|'''Clave aplicada'''
|'''Oitava'''
|'''Alteração da armadura'''
|-
|Clarinete Si♭, Sax Soprano Si♭, Trompete Si♭
|Dó 4ª linha
|8ª acima
|<nowiki>+ 2 bemóis</nowiki>
|-
|Clarinete Baixo Si♭, Sax Tenor Si♭
|Dó 4ª linha
|Justa
|<nowiki>+ 2 bemóis</nowiki>
|}
'''4. Saxofone Barítono em Mi♭ / Clarinete Contra-Alto em Mi♭'''
Usa-se a '''clave de Fá na 4ª linha''', em leitura justa, acrescentando-se '''3 bemóis''' à armadura original, correspondentes à afinação em '''Mi♭''' do instrumento.
'''5. Requinta em Mi♭ / Saxofone Sopranino em Mi♭'''
Usa-se a '''clave de Fá na 4ª linha''', porém pensando o som '''duas oitavas acima''', isto é, em '''15ª''', acrescentando-se também '''3 bemóis''' à armadura original, correspondentes à afinação em '''Mi♭''' do instrumento.
Em síntese: os instrumentos em '''Mi♭''' exigem o acréscimo de '''três bemóis'''; a diferença está no registro mental da leitura, especialmente entre os instrumentos graves e os agudos.
'''SÉRIE HARMÔNICA'''
Sabemos que os instrumentos de metal — trompa, trompete, trombone, euphonium e tuba — têm sua construção baseada na '''série harmônica'''. Cada instrumento, seja transpositor ou não, fará soar, em sua '''1ª posição''', a série harmônica correspondente à sua afinação.
É importante lembrar que o '''1º harmônico''', em geral, não é empregado. Além disso, '''trompas e trompetes''' apresentam sua série harmônica escrita ou organizada, na prática pedagógica, '''uma oitava acima''' em relação aos instrumentos graves, como trombone, euphonium e tuba.
'''A tuba, independentemente de sua afinação — Bb, C, Eb ou F — é tratada, na prática da escrita sinfônica e da banda sinfônica, como instrumento não transpositor.''' Sua parte é escrita em '''som real''', geralmente na '''clave de Fá''', e a nota escrita corresponde à nota que efetivamente soa.
O que muda entre as tubas em diferentes afinações não é a escrita musical, mas sim a '''digitação''', a resposta acústica, a extensão confortável, o timbre e a função prática do instrumento. Assim, uma mesma nota escrita exigirá combinações de válvulas diferentes conforme a tuba seja em '''Bb, C, Eb ou F'''.
Exemplo didático:
{| class="wikitable"
|'''Nota escrita'''
|'''Tuba em C'''
|'''Tuba em Bb'''
|'''Tuba em Eb'''
|'''Tuba em F'''
|-
|Dó
|aberta
|1-3
|1-2
|1-3
|}
Portanto, ao ler a partitura, o tubista lê '''som real'''; a adaptação ocorre internamente pela técnica do instrumento. [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 02h08min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== DISCURSO DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ATO SOLENE DE OFICIALIZAÇÃO DO IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão ==
DISCURSO DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ATO SOLENE DE OFICIALIZAÇÃO DO IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão
Senhoras e senhores, autoridades constituídas, representantes da sociedade civil, membros fundadores do IC-BASIC, músicos, maestros, professores, estudantes, amigos da arte e da cultura,
Recebam o meu mais profundo agradecimento pela presença neste momento que, para mim, possui um significado que transcende a formalidade de um ato institucional. Hoje não oficializamos apenas uma entidade jurídica. Hoje afirmamos um compromisso histórico, artístico, pedagógico e humano com a música, com Cubatão e com as futuras gerações.
O nascimento do IC-BASIC — Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão — representa a continuidade de um sonho construído ao longo de décadas. Um sonho que começou ainda nos anos setenta, quando a música de banda em Cubatão começou a ganhar identidade própria, disciplina artística e consciência estética. Naquele tempo, talvez poucos imaginassem que aquela semente lançada entre ensaios, partituras, dificuldades e idealismo pudesse atravessar o tempo e alcançar a dimensão que hoje testemunhamos.
A Banda Sinfônica de Cubatão não nasceu apenas como um agrupamento musical. Ela nasceu como um movimento cultural. Uma força educativa. Um espaço de transformação humana.
Ao longo de aproximadamente cinquenta e cinco anos de história, a Banda Sinfônica de Cubatão formou músicos, maestros, professores e cidadãos. Levou arte onde muitas vezes havia silêncio. Levou esperança onde frequentemente existia apenas a dureza da realidade cotidiana. E talvez exatamente por isso sua existência tenha se tornado patrimônio afetivo do povo cubatense.
A música possui esse poder extraordinário: transformar o abstrato em algo concreto. Costumo dizer que “música é o abstrato que se faz concreto”. E quando uma comunidade abraça a arte, ela também redefine a própria identidade.
Cubatão, conhecida nacionalmente por sua força industrial, também possui uma vocação artística profunda. Existe aqui uma alma cultural que resiste, floresce e se reinventa continuamente. O IC-BASIC nasce justamente para preservar, fortalecer e projetar essa vocação.
Este Instituto não surge apenas para administrar atividades musicais. Surge para construir pensamento. Para promover formação. Para estimular pesquisa, criação, intercâmbio artístico e desenvolvimento humano. Surge para consolidar uma visão moderna da banda sinfônica como organismo artístico de excelência.
E quando falamos em excelência, não falamos em elitismo. Falamos em compromisso. Compromisso com a qualidade, com o estudo, com a disciplina, com o respeito à arte e com a valorização do músico.
A Banda Sinfônica de Cubatão atravessou tempos difíceis. Após mudanças estruturais ocorridas nos últimos anos, especialmente a partir de 2018, passamos a viver um cenário de enormes desafios institucionais e financeiros. Muitas vezes sobrevivemos graças ao esforço coletivo, ao espírito de resistência e ao apoio de pessoas que compreenderam que preservar a banda era preservar parte da memória cultural de Cubatão.
E é exatamente nesse contexto que o IC-BASIC se apresenta como um novo capítulo. Um capítulo de reorganização, profissionalização e projeção institucional.
Hoje damos um passo fundamental para assegurar que a Banda Sinfônica de Cubatão continue viva, ativa e artisticamente relevante nas próximas décadas.
E é impossível falar deste momento sem mencionar um acontecimento histórico que se aproxima: a participação da Banda Sinfônica de Cubatão na WASBE Conference Rio 2026.
Estaremos presentes na Conferência Mundial de Bandas Sinfônicas, um dos mais importantes encontros internacionais dedicados à música para sopros e percussão. Trata-se de um acontecimento de dimensão mundial, reunindo maestros, compositores, pesquisadores e grupos artísticos de diversos países.
E o que significa Cubatão estar presente nesse cenário?
· Significa que a nossa cidade dialogará com o mundo através da arte.
· Significa que uma história construída com perseverança atravessará fronteiras.
· Significa que músicos formados aqui representarão não apenas uma instituição, mas a identidade cultural de um povo.
A presença da Banda Sinfônica de Cubatão na WASBE não é um gesto de vaidade institucional. É um ato de afirmação cultural. É dizer ao Brasil e ao mundo que Cubatão também produz excelência artística.
Por isso, esta caminhada necessita do apoio da sociedade, do poder público, das empresas, da iniciativa privada e de todos aqueles que compreendem que investir em cultura não é gasto: é construção de civilização.
A arte não é acessória. A arte é essencial.
Tenho repetido ao longo da vida uma frase que sintetiza profundamente meu pensamento: “Arte é vida e a vida é essencial.”
· Sem arte, a sociedade perde sensibilidade.
· Sem cultura, perde memória.
· Sem educação estética, perde humanidade.
O IC-BASIC nasce para defender exatamente isso: a permanência da arte como instrumento de elevação humana.
Desejo também registrar minha gratidão aos músicos da Banda Sinfônica de Cubatão, aos colaboradores, aos membros fundadores, aos parceiros culturais, aos amigos que nunca deixaram de acreditar neste projeto, e a todos aqueles que compreenderam que sonhos coletivos exigem coragem coletiva.
Nenhuma instituição nasce sozinha. Instituições nascem da união de consciências.
Hoje iniciamos oficialmente uma nova etapa.
Uma etapa que pretende ampliar horizontes, estabelecer convênios acadêmicos, incentivar jovens músicos, promover temporadas artísticas, fomentar pesquisas, criar oportunidades e fortalecer o papel da banda sinfônica brasileira dentro do cenário contemporâneo.
Queremos que o IC-BASIC seja referência artística, pedagógica e cultural.
Queremos que Cubatão seja reconhecida não apenas pela força de sua indústria, mas também pela força de sua inteligência artística.
E, acima de tudo, queremos que as futuras gerações compreendam que vale a pena acreditar na arte.
Porque quando um povo preserva sua cultura, ele preserva sua própria alma.
Muito obrigado a todos.
Vida longa ao IC-BASIC.
Vida longa à Banda Sinfônica de Cubatão.
E que a música continue sendo nossa mais elevada forma de esperança.
''ODE A CUBATÃO – Roberto Farias''
Nasci entre montanhas feridas e chaminés que rasgavam o céu.
Nasci em Cubatão — não apenas como quem recebe uma pátria, mas como quem recebe um destino.
E se outrora quiseram reduzir esta terra ao estigma da fumaça, do aço e da fuligem, eu a reconheci desde cedo como um território de resistência, de trabalho e de renascimento.
Porque Cubatão jamais foi somente o retrato da poluição.
Cubatão sempre foi o retrato da superação humana.
Foi aqui, na terra do visionário Afonso Schmidt, criador da utopia luminosa da Zanzalá — a Cubatão do Futuro — que aprendi que o homem só se realiza plenamente quando é capaz de sonhar coletivamente.
E talvez tenha sido exatamente entre operários, trilhos, sirenes e morros que compreendi a verdadeira natureza da arte: transformar cicatrizes em linguagem de esperança.
Sou filho de origem humilde, como tantos meninos desta cidade.
Menino que viu a dureza das ruas, o peso do trabalho e o silêncio das oportunidades negadas.
Mas também menino que ouviu, ao longe, o chamado misterioso da música — esse sopro invisível capaz de reorganizar a alma humana.
A arte a muitos salvou.
E, por isso, transformei minha vida numa missão: devolver através da música aquilo que Cubatão me deu como identidade, força e pertencimento.
Se hoje ergo a batuta diante de uma banda sinfônica, não o faço apenas para reger sons.
· Rego memórias.
· Rego sonhos coletivos.
· Rego a dignidade cultural de um povo.
Cada concerto da Banda Sinfônica de Cubatão representa mais do que uma apresentação artística.
· Representa a afirmação de que Cubatão produz beleza.
· Produz inteligência.
· Produz sensibilidade.
· Produz civilização.
E é por isso que vejo na caminhada do IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão não apenas um projeto institucional, mas um gesto histórico de reconstrução simbólica da cidade.
Uma cidade que venceu o próprio fantasma.
Que reaprendeu a respirar.
Que trocou o cinza pela consciência ecológica.
E que agora deseja ser reconhecida também por sua vocação artística e humanista.
Quando a Banda Sinfônica de Cubatão se projeta para o cenário internacional, rumo à WASBE Conference Rio 2026, não é apenas um grupo musical que viaja.
É Cubatão que sobe ao palco do mundo.
É a voz de uma cidade inteira dizendo:
''“Sobrevivemos. Evoluímos. Criamos beleza.”''
Tenho convicção de que a transformação pela arte não é uma utopia romântica.
É um ato concreto de reconstrução humana.
Porque a música educa o espírito.
A música reorganiza sensibilidades.
A música devolve ao homem a capacidade de perceber o outro.
E um povo que aprende a ouvir talvez esteja mais próximo de aprender também a coexistir.
Carrego comigo esta consciência:
· não pertenço apenas à minha biografia.
· Pertenço a uma missão.
· Missão de semear consciência estética onde houver brutalidade.
· Missão de construir pontes entre cultura e cidadania.
· Missão de provar que mesmo uma cidade marcada pelas dores do passado pode converter-se em símbolo de esperança.
E se um dia perguntarem o que significa amar Cubatão, responderei sem hesitar:
''Amar Cubatão é acreditar que a arte pode devolver futuro a uma terra que jamais deixou de sonhar.'' [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 02h14min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== A FILOSOFIA NA MÚSICA ==
'''A FILOSOFIA E MÚSICA'''
A relação entre Filosofia e Música constitui um dos campos mais profundos da reflexão estética, artística e humana. Desde a Antiguidade, pensadores buscaram compreender o significado da música, sua função social, espiritual, ética e sua capacidade de expressar aquilo que muitas vezes ultrapassa a linguagem verbal.
'''Filosofia da Música'''
A Filosofia da Música investiga questões fundamentais como:
* O que é música?
* A música possui significado?
* A música expressa emoções ou apenas as representa?
* Existe uma beleza objetiva na música?
* Qual a relação entre música, sociedade e espiritualidade?
* A música pode transformar o ser humano?
Trata-se, portanto, de uma reflexão sobre a essência da experiência musical.
----'''A Música na Antiguidade'''
'''Pitágoras e a harmonia do universo'''
Pitágoras compreendia a música como manifestação da ordem cósmica. Ao estudar as proporções matemáticas dos intervalos musicais, formulou a ideia da “harmonia das esferas”, segundo a qual o universo seria regido por relações numéricas semelhantes às da música.
A música, nesse contexto, não era apenas arte, mas reflexo da estrutura do cosmos.
----'''Platão: música e formação moral'''
Platão considerava a música essencial na educação do cidadão ideal. Para ele, determinados modos musicais influenciavam diretamente o caráter humano.
Na obra ''A República'', Platão defendia que:
* músicas equilibradas formariam espíritos virtuosos;
* músicas excessivamente passionais poderiam corromper a alma.
A música possuía, portanto, função ética e política.
----'''Aristóteles e a catarse'''
Aristóteles amplia essa visão ao afirmar que a música provoca catarse — uma purificação emocional.
Segundo Aristóteles:
* a música educa;
* a música emociona;
* a música libera tensões interiores.
Essa ideia permanece extremamente atual na musicoterapia e na pedagogia musical contemporânea.
----'''Filosofia Medieval: música e transcendência'''
Na Idade Média, a música passa a ser entendida como expressão da ordem divina.
'''Santo Agostinho'''
Agostinho de Hipona via a música como caminho espiritual. Em seus escritos, refletia sobre:
* ritmo;
* tempo;
* memória;
* beleza sonora.
A música aproximaria o homem do eterno.
----'''Filosofia Moderna e Romântica'''
'''Schopenhauer: a música como essência do mundo'''
Arthur Schopenhauer atribuiu à música uma posição superior entre as artes.
Enquanto as outras artes representariam imagens do mundo, a música expressaria diretamente a própria essência da existência — a “Vontade”.
Para Schopenhauer:
* a música não imita;
* a música revela.
Essa visão influenciou profundamente compositores como Richard Wagner.
----'''Nietzsche e o espírito dionisíaco'''
Friedrich Nietzsche via na música a manifestação do impulso vital, irracional e trágico da existência.
Em O Nascimento da Tragédia, distingue:
* o apolíneo → ordem, equilíbrio, racionalidade;
* o dionisíaco → êxtase, emoção, intensidade.
A música seria uma das mais poderosas expressões do elemento dionisíaco.
----'''Filosofia Contemporânea e Música'''
'''Fenomenologia'''
A fenomenologia procura compreender a experiência musical vivida.
Edmund Husserl e Maurice Merleau-Ponty influenciaram abordagens segundo as quais:
* a música é experiência temporal;
* ouvimos a música com o corpo;
* percepção e consciência são inseparáveis.
Nesse sentido, a música não é apenas objeto sonoro, mas experiência existencial.
----'''Semiótica Musical'''
Pensadores como Jean-Jacques Nattiez investigaram como a música produz sentido.
A semiótica musical analisa:
* símbolos;
* estruturas;
* significados culturais;
* relações entre compositor, obra e ouvinte.
----'''Música, Sociedade e Cultura'''
A filosofia também investiga:
* o papel político da música;
* a música como identidade cultural;
* música e ideologia;
* indústria cultural;
* arte e consumo.
'''Adorno'''
Theodor W. Adorno criticou a padronização da música produzida pela indústria cultural.
Defendia que a arte musical profunda deveria:
* provocar reflexão;
* resistir à banalização;
* preservar a autonomia estética.
----'''Filosofia da Regência e da Performance'''
No universo da regência, a filosofia manifesta-se na reflexão sobre:
* gesto;
* tempo;
* silêncio;
* liderança;
* indução interpretativa;
* consciência coletiva sonora.
A regência transcende a técnica:
ela envolve fenomenologia do gesto, ética da liderança artística e construção de sentido musical coletivo.
Nesse contexto, ideias como:
“Reger é a arte de induzir”
aproximam-se de concepções fenomenológicas e existenciais da música, nas quais o maestro não apenas marca compassos, mas conduz consciências sonoras em direção a uma experiência estética comum.
----'''Questões centrais da Filosofia da Música'''
'''A música possui significado objetivo?'''
Alguns filósofos defendem que:
* a música comunica emoções universais;
outros afirmam que:
* seu significado depende da cultura e da experiência individual.
----'''A música é linguagem?'''
Há correntes que entendem a música como:
* linguagem simbólica;
* linguagem afetiva;
* linguagem abstrata.
Outras sustentam que ela ultrapassa qualquer linguagem verbal.
----'''Por que a música emociona?'''
Uma das grandes perguntas filosóficas permanece:
como estruturas abstratas de sons conseguem provocar emoções tão profundas?
----'''Conclusão'''
A Filosofia da Música busca compreender não apenas a arte sonora, mas o próprio ser humano através do fenômeno musical.
A música:
* organiza o tempo;
* expressa emoções;
* constrói identidades;
* simboliza culturas;
* conduz experiências espirituais;
* transforma percepções.
Mais do que entretenimento, a música revela modos de existir, sentir e compreender o mundo [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 02h17min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== A FENOMENOLOGIA APLICADA À MÚSICA ==
A fenomenologia aplicada à música constitui uma abordagem filosófica voltada à compreensão da experiência musical tal como ela se manifesta à consciência. Em vez de analisar apenas estruturas técnicas — harmonia, forma, contraponto ou instrumentação — a fenomenologia busca compreender como a música é vivida, percebida e significada pelo ouvinte, intérprete ou compositor.
A fenomenologia nasce com Edmund Husserl, sendo posteriormente desenvolvida por pensadores como Martin Heidegger, Maurice Merleau-Ponty e Roman Ingarden. No campo musical, destaca-se especialmente Ingarden, que procurou compreender a obra musical enquanto objeto intencional.
A música como fenômeno vivido
Para a fenomenologia, a música não é apenas um objeto físico constituído por sons mensuráveis. Ela existe como experiência temporal da consciência.
Quando ouvimos uma melodia, por exemplo, cada nota não é percebida isoladamente. A consciência conserva o que acabou de soar (retenção), vive o presente sonoro e antecipa o que virá (protensão). Assim, a percepção musical é um fluxo contínuo de temporalidade.
Uma simples sequência melódica só faz sentido porque a mente integra passado, presente e expectativa futura.
A temporalidade musical
A fenomenologia atribui enorme importância ao tempo musical.
Uma sinfonia de Ludwig van Beethoven, uma obra de Igor Stravinsky ou uma peça de Claude Debussy não são percebidas como “quadros estáticos”, mas como acontecimentos em permanente transformação.
O sentido musical nasce:
da memória do que já ocorreu;
da tensão criada pelo presente;
da expectativa do que ainda virá.
Por isso, a fenomenologia aproxima-se profundamente da regência e da interpretação musical, pois o regente trabalha precisamente sobre:
direção temporal;
tensão;
repouso;
expectativa;
continuidade do discurso.
A intencionalidade na música
Outro conceito central é a intencionalidade.
Para Husserl, toda consciência é consciência de algo. Aplicado à música:
o ouvinte dirige sua consciência ao fenômeno sonoro;
o intérprete projeta intenções expressivas;
o compositor estrutura significados perceptivos.
A obra musical deixa então de ser apenas “partitura” e passa a existir como:
experiência;
percepção;
vivência estética.
Roman Ingarden e a obra musical
Roman Ingarden desenvolveu uma das mais importantes fenomenologias da música.
Segundo ele:
a partitura não é a obra em si;
ela é apenas um esquema potencial;
a obra musical concretiza-se na execução e na percepção.
Assim, cada interpretação realiza parcialmente a obra, sem jamais esgotá-la completamente.
Essa visão possui enorme impacto na prática interpretativa:
duas execuções da mesma obra jamais serão idênticas;
o fenômeno musical depende do intérprete, da acústica, do público e da consciência perceptiva.
Fenomenologia e interpretação musical
Na prática interpretativa, a fenomenologia conduz o músico a pensar:
o fraseado como respiração;
o tempo como fluxo orgânico;
o silêncio como elemento expressivo;
a sonoridade como presença;
a escuta como construção de sentido.
O maestro deixa de ser apenas um “marcador de compassos” para tornar-se organizador da experiência temporal coletiva.
Sob essa ótica, reger significa:
induzir percepção;
organizar tensões;
modelar expectativas;
conduzir consciências através do tempo sonoro.
Fenomenologia e corpo
Com Maurice Merleau-Ponty, a fenomenologia enfatiza também o corpo como mediador da experiência.
Na música:
o gesto do regente;
a respiração do instrumentista;
a resistência física do som;
a sensação tátil do instrumento;
a espacialidade acústica
tornam-se elementos essenciais da compreensão musical.
A música deixa então de ser apenas “intelectual” para tornar-se corporeidade sonora.
Fenomenologia versus análise estrutural
Enquanto abordagens estruturalistas concentram-se na organização objetiva da obra, a fenomenologia pergunta:
Como a música aparece à consciência?
Como ela é experimentada?
Que tipo de temporalidade produz?
Como gera expectativa, tensão e sentido?
Ela não substitui a análise harmônica, formal ou motívica, mas amplia sua dimensão estética e perceptiva.
Fenomenologia na banda sinfônica
No universo da banda sinfônica, a fenomenologia possui aplicação particularmente rica:
espacialidade dos metais;
projeção sonora;
massas tímbricas;
impacto acústico dos sopros;
percepção do movimento harmônico através da cor instrumental.
Obras como:
Hammersmith de Gustav Holst;
Symphony in B-flat for Concert Band de Paul Hindemith;
Symphonies of Wind Instruments
mostram como a percepção fenomenológica do timbre e da espacialidade torna-se central à interpretação.
Síntese
A fenomenologia da música procura compreender:
a música enquanto experiência;
o som enquanto presença;
o tempo enquanto fluxo vivido;
a interpretação enquanto concretização;
a escuta enquanto construção de sentido.
Ela desloca o foco:
da música como objeto → para a música como acontecimento vivido.
Sob essa perspectiva, a arte musical deixa de ser apenas arquitetura sonora e transforma-se numa experiência existencial do tempo, da escuta e da consciência. [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 02h21min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== A SEMIÓTICA APLICADA À MUSICA ==
A semiótica aplicada à música consiste no estudo dos processos de significação musical — isto é, de como a música produz sentido, comunica ideias, desperta imagens, constrói expectativas e estabelece relações simbólicas, culturais e emocionais. Trata-se de uma área interdisciplinar situada entre a musicologia, a filosofia, a linguística, a estética e a análise musical.
O que é semiótica?
A semiótica é a ciência dos signos. Seu objeto central é compreender como algo passa a significar outra coisa dentro de um determinado contexto cultural.
Os três grandes referenciais da semiótica moderna são:
Ferdinand de Saussure — concepção estrutural do signo (significante e significado);
Charles Sanders Peirce — teoria triádica do signo;
Jean-Jacques Nattiez — aplicação sistemática da semiótica ao campo musical.
A música como linguagem de signos
Embora a música não possua significados fixos como a linguagem verbal, ela organiza sons capazes de gerar relações simbólicas, afetivas, narrativas e culturais.
Na música, os signos podem manifestar-se através de:
motivos melódicos;
ritmos;
timbres;
harmonias;
instrumentações;
gestos expressivos;
tópicas musicais;
citações;
relações formais;
convenções estilísticas.
Por exemplo:
trompetes e ritmos marciais frequentemente remetem ao universo militar;
uma melodia cromática descendente pode sugerir dor ou lamentação;
determinadas combinações harmônicas evocam tensão, mistério ou transcendência;
o sino tubular pode remeter ao religioso ou ao fúnebre.
Esses sentidos não são absolutos: dependem do contexto histórico, cultural e estético.
A tríade de Peirce aplicada à música
Segundo Charles Sanders Peirce, o signo envolve três elementos:
Representamen — aquilo que aparece;
Objeto — aquilo a que o signo se refere;
Interpretante — o sentido produzido na mente do ouvinte.
Na música:
um acorde dissonante pode funcionar como representamen;
a ideia de tensão dramática como objeto;
a sensação percebida pelo ouvinte como interpretante.
Peirce também classifica os signos em:
Ícone
Há semelhança com o objeto.
Exemplo:
flautas imitando canto de pássaros.
Índice
Há relação causal ou indicativa.
Exemplo:
crescendo indicando aproximação ou intensificação.
Símbolo
O sentido depende de convenção cultural.
Exemplo:
marcha fúnebre associada à morte.
Jean-Jacques Nattiez e a tripartição semiótica
Jean-Jacques Nattiez propõe uma das teorias mais importantes da semiótica musical.
Ele divide o fenômeno musical em três níveis:
1. Nível Poiético
Refere-se ao processo de criação:
intenções do compositor;
contexto histórico;
técnicas composicionais;
estética.
2. Nível Neutro
É a obra em si:
partitura;
estrutura sonora;
organização formal;
material musical observável.
3. Nível Estésico
Relaciona-se à recepção:
percepção do ouvinte;
interpretação;
emoção;
construção de sentido.
Uma mesma obra pode produzir interpretações diferentes em ouvintes distintos.
Semiótica e análise musical
A semiótica amplia a análise tradicional porque não observa apenas:
forma;
harmonia;
contraponto;
instrumentação.
Ela investiga:
o que os gestos musicais significam;
como a música produz narratividade;
como certos elementos evocam imagens ou arquétipos culturais;
relações entre música e sociedade.
Assim, uma análise semiótica pode abordar:
símbolos;
tópicas;
intertextualidade;
retórica musical;
dramaturgia sonora;
semântica do timbre;
espacialidade;
gesto musical.
Tópicas musicais
Um conceito central da semiótica musical moderna é o das “tópicas”, desenvolvido especialmente por Leonard Ratner e aprofundado por Raymond Monelle.
Tópicas são estilos ou figuras musicais reconhecíveis culturalmente:
marcha;
pastoral;
fanfarra;
caça;
dança cortesã;
estilo militar;
coral religioso.
Em Gustav Mahler, por exemplo, a marcha militar frequentemente assume caráter irônico ou trágico.
Semiótica na banda sinfônica
No universo da banda sinfônica, a semiótica revela-se especialmente rica devido:
à forte presença de tópicas militares;
ao simbolismo cerimonial;
ao impacto tímbrico dos metais e percussão;
à relação histórica entre banda, praça pública e identidade coletiva.
Obras como:
First Suite in E-flat for Military Band;
Symphony in B-flat for Concert Band;
Hammersmith
podem ser analisadas semioticamente a partir:
das relações entre timbre e espacialidade;
dos gestos heroicos;
da retórica ceremonial;
da transformação do discurso militar em linguagem artística autônoma.
Semiótica e regência
Para o regente, a semiótica é fundamental porque:
ajuda a compreender os significados implícitos do discurso musical;
orienta escolhas interpretativas;
define caráter, gesto, articulação e agógica;
aproxima análise estrutural e expressão artística.
O regente passa a compreender não apenas “como” a música é construída, mas “o que” ela comunica simbolicamente.
Síntese
A semiótica musical busca compreender:
como a música produz sentido;
como os sons se transformam em signos;
como a cultura interfere na escuta;
como o discurso musical comunica ideias, emoções e símbolos.
Ela constitui uma ponte entre:
análise;
estética;
interpretação;
percepção;
cultura;
filosofia da música.
Em síntese, a semiótica aplicada à música procura responder à pergunta:
“De que maneira a música significa?” [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 02h24min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== ALFRED REED E SUA CONTRIBUIÇÃO AO UNIVERSO DA BANDA SINFÔNICA ==
Alfred Reed ocupa um lugar central na consolidação da banda sinfônica como organismo artístico autônomo no século XX. Sua produção representa uma síntese rara entre refinamento técnico, comunicabilidade estética, domínio orquestral e profunda compreensão das possibilidades tímbricas dos sopros e da percussão. Ao lado de figuras como Paul Hindemith, Gustav Holst, Karel Husa e Vincent Persichetti, Reed ajudou decisivamente a elevar o repertório para banda ao patamar de linguagem artística plena, afastando-o da mera função utilitária ou da dependência de transcrições orquestrais.
Sua contribuição pode ser compreendida sob diversos aspectos:
1. A valorização da banda sinfônica como linguagem própria
Até meados do século XX, grande parte do repertório das bandas era constituída por:
marchas;
aberturas de ópera;
transcrições orquestrais;
música ceremonial;
peças funcionais.
Alfred Reed compreendeu que a banda possuía:
identidade tímbrica própria;
enorme flexibilidade de cores;
potência rítmica singular;
capacidade lírica comparável à orquestra;
possibilidades arquitetônicas autônomas.
Sua escrita jamais tenta “imitar” a orquestra. Pelo contrário: ela explora aquilo que apenas a banda pode oferecer:
massa harmônica homogênea;
brilho metálico dos metais;
elasticidade dos saxofones;
mobilidade das madeiras;
protagonismo da percussão.
Nesse sentido, Reed foi um dos grandes arquitetos da moderna estética bandística.
2. O legado pedagógico e técnico
Poucos compositores escreveram tão inteligentemente para diferentes níveis de banda quanto Alfred Reed.
Sua produção contempla:
bandas escolares;
conjuntos universitários;
bandas militares;
bandas profissionais.
Entretanto, mesmo em obras pedagógicas, jamais há empobrecimento musical. Reed acreditava que:
“música educativa não precisa ser artisticamente inferior.”
Seu domínio da instrumentação tornou-se referência mundial:
equilíbrio vertical impecável;
clareza contrapontística;
distribuição inteligente de respirações;
uso idiomático dos registros;
grande eficiência acústica.
Por isso suas obras permanecem entre as mais executadas do repertório internacional.
3. A “First Suite for Band” e o pensamento estrutural
First Suite for Band representa um dos primeiros grandes marcos de sua produção.
Embora o título remeta inevitavelmente à tradição inaugurada por First Suite in E-flat for Military Band, Reed não produz uma continuação estilística literal. Sua linguagem:
é mais expansiva harmonicamente;
apresenta maior fluidez cinematográfica;
incorpora vitalidade rítmica tipicamente americana;
utiliza texturas mais densas e colorísticas.
A obra evidencia:
extraordinário senso formal;
organicidade temática;
domínio das transições;
equilíbrio entre lirismo e energia motora.
A “First Suite” demonstra como Reed entendia a banda como um grande laboratório sinfônico de sopros.
4. “Armenian Dances”: a universalização do repertório folclórico
Se há uma obra que eternizou Alfred Reed no repertório mundial, esta é:
Armenian Dances.
Nela, Reed transforma melodias recolhidas por Komitas Vardapet em uma monumental construção sinfônica.
A importância da obra reside em vários fatores:
sofisticação harmônica;
monumentalidade formal;
riqueza modal;
exuberância tímbrica;
exploração magistral da percussão;
profunda dimensão espiritual.
“Armenian Dances” mostrou ao mundo que a banda sinfônica poderia produzir obras de densidade emocional e arquitetônica comparáveis às grandes sinfonias orquestrais.
5. “El Camino Real” e a teatralidade sonora
El Camino Real tornou-se uma das obras mais emblemáticas do repertório bandístico moderno.
Aqui Reed explora:
ritmos afro-hispânicos;
energia percussiva;
exuberância festiva;
dramaticidade quase operística.
A peça tornou-se um paradigma de:
virtuosismo coletivo;
impacto concertístico;
espetáculo tímbrico.
Sua escrita evidencia o entendimento da banda como organismo de grande teatralidade sonora.
6. “Canto e Candombe”: síntese latino-americana
Entre suas obras mais emblemáticas está:
A Festival Prelude, mas sobretudo:
Canto y Candombe.
Nesta obra, Reed aproxima-se profundamente da identidade latino-americana, especialmente das tradições afro-uruguaias do candombe.
“Canto y Candombe” revela:
sensualidade rítmica;
sofisticação polirrítmica;
lirismo melancólico;
exuberância percussiva;
extraordinária exploração dos metais.
A obra possui quase uma dimensão coreográfica:
os ritmos parecem corporificados;
a percussão deixa de ser mero suporte;
o tecido musical pulsa de maneira orgânica.
O “Canto” inicial apresenta atmosfera contemplativa e quase nostálgica, enquanto o “Candombe” explode em vitalidade ritualística.
Aqui Reed demonstra:
abertura multicultural;
assimilação respeitosa de elementos folclóricos;
universalização artística da música latino-americana.
7. Alfred Reed e a estética da comunicação
Diferentemente de certos modernismos excessivamente herméticos, Alfred Reed jamais rompeu o elo com o público.
Sua música consegue conciliar:
sofisticação;
clareza;
impacto emocional;
acessibilidade.
Isso explica sua permanência:
em salas de concerto;
festivais;
concursos;
universidades;
bandas militares;
repertórios pedagógicos.
Reed entendia que a complexidade artística não precisava afastar a audiência.
8. O impacto histórico de Alfred Reed
A importância histórica de Alfred Reed para a banda sinfônica pode ser resumida em alguns pontos fundamentais:
consolidou a escrita idiomática moderna para banda;
ampliou o repertório original de concerto;
universalizou o repertório bandístico;
valorizou tradições folclóricas internacionais;
aproximou técnica e comunicação estética;
contribuiu para a legitimação acadêmica da banda sinfônica;
influenciou gerações de compositores e regentes.
Seu legado permanece vivo porque suas obras unem:
inteligência estrutural;
força expressiva;
refinamento tímbrico;
humanidade musical.
Da “First Suite” à monumentalidade multicultural de “Canto y Candombe”, Alfred Reed ajudou a transformar a banda sinfônica em um dos mais ricos e sofisticados organismos instrumentais da música contemporânea. [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 02h34min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== BEC - BANDA ESCOLA DE CUBATÃO, mais do que uma escola de música, uma ACADEMIA ==
O BEC – Banda Escola de Cubatão constitui-se muito mais do que uma escola livre de música: é, em sua essência, uma verdadeira academia de formação artística, humana e cultural. Com raízes profundamente ligadas à histórica Banda Sinfônica de Cubatão, o programa surgiu na década de 1980 com a missão de promover a formação, o desenvolvimento e o aperfeiçoamento de músicos destinados àquele emblemático organismo artístico, que há mais de meio século integra a identidade cultural da cidade de Cubatão.
Inicialmente voltado às áreas de sopros e percussão, o BEC expandiu gradativamente seu campo de atuação, incorporando o ensino das cordas — violino, viola, violoncelo e contrabaixo —, além do canto, da dança e do violão. Em sua constante busca pela excelência e pela diversidade artística, implementou também um importante Núcleo de Música Antiga, destinado ao suporte artístico e pedagógico do Grupo Rinascita, dedicado à pesquisa, preservação e difusão do repertório medieval e renascentista, utilizando inclusive réplicas de instrumentos históricos.
Ao longo de sua trajetória, o BEC tornou-se um dos mais relevantes polos de formação artística do país, não apenas preparando instrumentistas, cantores e bailarinos, mas também impulsionando carreiras de regentes, compositores, pesquisadores, coreógrafos, educadores e gestores culturais, muitos dos quais hoje atuam profissionalmente no Brasil e no exterior.
Sua filosofia pedagógica sempre transcendeu os limites do ensino convencional. Fundamentado na prática artística coletiva, na excelência técnica, na formação humanística e na vivência profissional cotidiana, o BEC consolidou uma metodologia singular, cuja profundidade e eficiência superam, em muitos aspectos, modelos acadêmicos tradicionais ainda presos a paradigmas por vezes estagnados e distantes das transformações contemporâneas do fazer artístico.
A interrupção abrupta de suas atividades em 2018, em decorrência de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) promovida pelo Ministério Público — medida que afetou todos os Grupos Artísticos de Cubatão — representou uma das maiores perdas culturais da história recente do município. Tal situação tornou-se ainda mais grave diante do fato de que esses organismos artísticos haviam sido reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial pela Lei Municipal nº 3.944, de 9 de outubro de 2018, legislação que, lamentavelmente, jamais foi efetivamente aplicada.
A lacuna deixada pelo BEC permanece irreparável. Entretanto, o IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão assume, em sua missão institucional, o compromisso de resgatar, preservar e projetar para o futuro esse extraordinário legado artístico, pedagógico e humanístico, reafirmando a cultura como instrumento de transformação social, identidade coletiva e esperança para as novas gerações. [[Especial:Contribuições/~2026-30072-04|~2026-30072-04]] ([[Utilizador Discussão:~2026-30072-04|discussão]]) 17h50min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== CUBATÃO - CELEIRO DE ARTISTAS! ==
CUBATÃO – CELEIRO DE ARTISTAS
Cubatão, ao longo de mais de meio século, consolidou-se como uma cidade de notável vocação artística, projetando-se nacionalmente nas áreas da música, do teatro e da dança. Sua história cultural revela um território fértil, onde talentos foram formados, sonhos foram construídos e importantes organismos artísticos nasceram como expressão viva da identidade cubatense.
Na década de 1970, o surgimento da Banda Musical Afonso Schmidt, por iniciativa do jovem maestro cubatense Roberto Farias, impulsionou de maneira decisiva o movimento musical da cidade, servindo de inspiração para a criação e oficialização de diversos grupos que marcaram profundamente a vida cultural do município, entre eles a Banda Musical de Cubatão, atual Banda Sinfônica de Cubatão, a Banda Marcial de Cubatão, o Coral Zanzalá, o Grupo Rinascita, a Cia. de Dança de Cubatão e o Coral Raízes da Serra, todos declarados Patrimônio Cultural Imaterial pela Lei nº 3.944, de 9 de outubro de 2018.
Reconhecida como um dos mais importantes polos de formação artística e musical do país, Cubatão revelou, ao longo de sua trajetória, regentes, compositores, instrumentistas, cantores, bailarinos, atores, pesquisadores e gestores culturais que hoje integram relevantes organismos artísticos no Brasil e no exterior, incluindo mestres e doutores vinculados a conceituadas instituições acadêmicas nacionais.
Terra natal do célebre escritor Afonso Schmidt — criador da utopia luminosa “Zanzalá – Cubatão do Futuro” —, a cidade carrega em sua memória a imagem poética de uma terra plena de arte, orquestras e maestros, simbolizada pelo imaginário Maestro Flanela. Essa vocação artística caminha lado a lado com a história de superação de Cubatão, que, após enfrentar o estigma do chamado “Vale da Morte” nas décadas de 1970 e 1980, transformou-se em referência mundial de recuperação ambiental, tornando-se cidade-símbolo da ecologia e vendo retornar o exuberante Guará-Vermelho, ave símbolo do município.
Ao lado da música, destaca-se também a força do teatro, representada pelas 55 edições ininterruptas do espetáculo A Paixão de Cristo, protagonizado por artistas locais, bem como a expressiva tradição da dança, especialmente pela atuação da Cia. de Dança de Cubatão, vencedora de importantes festivais internacionais, entre eles o Festival de Dança de Joinville e o Festival Valentina Kozlova, em Nova Iorque.
Mesmo com a paralisação oficial dos Grupos Artísticos em 2018, por força de uma ADIN do Ministério Público, seus integrantes permaneceram firmes no compromisso de preservar essa história. O idealismo, a resistência e o amor à arte continuam sustentando a chama cultural cubatense, por meio da atuação de nomes como Roberto Farias, Marcos Sadao Shirakawa, Ulysses Damacena, Alexandre Felipe Gomes, William Duarte, André Farias, Nailse Machado, Maria Fernanda Tavares, Vanessa Toledo, Zeca Rodrigues e Sandra Diogo, entre tantos outros.
Nesse contexto, o surgimento, em 2026, do IC-BASIC – Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão representa mais que uma iniciativa institucional: é o prenúncio de um novo tempo para a cultura cubatense. Um tempo de reconstrução, valorização da memória, fortalecimento artístico e retomada da esperança.
Cubatão é, e continuará sendo, um verdadeiro celeiro de artistas. [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 13h08min de 20 de maio de 2026 (UTC)
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Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Atividade/AnaCristinaADS
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AnaCristinaADS
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 6 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <...
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== Nome da atividade ==
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Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 6 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
</div>
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== Nome de usuário(a) ==
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AnaCristinaADS
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Análise ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Escolha dois programas de podcasts de divulgação científica, nacional ou internacional, e escute 3 episódios de cada (podendo ser trechos ou o episódio completo). Em seguida, publique na sua página de atividades as respostas das questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
'''Podcast 1:''' Papo de Fungo
'''Podcast 2:''' InfectoCast
* Qual você acha que é o público-alvo do podcast
*: Resposta 1: O público-alvo são pessoas interessadas em micologia, tanto da comunidade acadêmica interna quanto externa.
*: Resposta 2: O público-alvo são médicos, enfermeiros, estudantes de medicina e todos os interessados na área da saúde.
* Como você acha que ele é feito
*: Resposta: Em ambos os podcasts, os apresentadores pesquisam e escolhem temas principais para cada episódio, elaborando um roteiro prévio que guia as entrevistas e conversas com especialistas da área.
* Qual é a principal força e a principal fragilidade do programa
*: Resposta 1: O programa abrange diversos temas dentro da macroárea, contando com uma produção mais simples, embora bem estruturada. Muitos episódios são longos (>30 min), o que pode afastar determinados públicos, porém isso não se configura como um problema dentro do âmbito do projeto.
*: Resposta 2: O programa conta com uma produção mais elaborada, incluindo set de filmagem fixo, com entrevistas bem robustas. Tal como o Papo de Fungo, os episódios principais são longos, mas há alguns vídeos especiais curtos.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Preparação ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Feita sua análise, agora é hora de produzir o seu próprio episódio de podcast científico. Ele deverá ter entre 10 e 40 minutos e ser publicado no [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 Wikimedia Commons]. Como o episódio será publicado em licença livre, não se esqueça de pedir aos convidados que assinem e lhe enviem um termo de cessão de direitos, tal qual o [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Termo|deste modelo]].
Antes de elaborar o roteiro é necessário definir alguns pontos do seu podcast. Responda às questões abaixo.
</div>
* Qual será o assunto?
*: Ensino, Pesquisa e Extensão de Micologia no Brasil.
* Qual será o formato (narrativo, entrevista, debate, roda de conversa)?
*: O formato do podcast será uma roda de conversa com um momento narrativo.
* Quem serão os apresentadores e os convidados?
*: Ana Cristina Almeida e Sarah da Silva Rocha serão as apresentadoras do podcast.
* Qual é o público-alvo?
*: Educadores e pessoas com interesse, acadêmico ou social, em micologia.
* Qual é a identidade sonora do podcast?
*: A proposta do primeiro episódio do podcast é uma conversa mais descontraída sobre experiências de ensino, pesquisa e extensão na área de micologia, integradas à vivências pessoais e extroversão de conteúdos produzidos dentro do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo.
== Produção ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Com a preparação realizada, você já pode partir para o roteiro. Aqui, disponibilizamos uma estrutura básica de um podcast de entrevista:
# Vinheta de abertura
# Apresentador cumprimenta o ouvinte
# Apresentador comenta o tema do episódio
# Apresentador introduz os convidados
# Apresentador faz perguntas para os convidados
# Convidados falam livremente
# Encerramento
# Vinheta de encerramento
Anotar as perguntas para os convidados antes da gravação facilitará este processo. Durante a conversa, podem surgir outras questões, mas ter organizado os principais pontos a serem discutidos ajuda a direcionar a entrevista. Grave o conteúdo com equipamentos pessoais, tais como computador, celular e fone de ouvido. A qualidade de som é a base do podcast, por isso opte por ambientes silenciosos e, se necessário, regrave as perguntas depois da entrevista já feita. Caso realize a gravação por videochamada, o software livre [https://pt.wikipedia.org/wiki/Open_Broadcaster_Software/ OBS] pode te ajudar na gravação da tela.
Na edição, procure remover ruídos, pausas longas e sons de hesitação. Intercalar vozes e adicionar efeitos sonoros são recursos que ajudam a dinamizar o episódio. Para efeitos sonoros, certifique-se de usar arquivos de bibliotecas de som livres. Algumas sugestões são: [https://commons.wikimedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal/ Wikimedia Commons], YouTube Library, [https://sound-effects.bbcrewind.co.uk/ BBC Sound Effects], [https://freesound.org/ Freesound], Facebook Sound Collection e [https://freesfx.co.uk/ freeSFX]. Para editar, recomendamos o software livre Audacity e o Reaper.
Depois de editado, o seu podcast está pronto para ser publicado na Wikimedia Commons, na categoria ''[[c:Category:Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6|Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6]]''.
<center>
[https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 '''Clique aqui para carregar o arquivo na categoria correta.''']
</center>
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e6/PodFungar_-_EP1.ogg
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para verificar todas as atividades concluídas do curso.
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[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 6]]
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Introdução ao Jornalismo Científico/Verificação de atividades/AnaCristinaADS
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2026-05-20T17:04:01Z
AnaCristinaADS
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INCT-Adapta/Reuniões
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Tiago da Mota e Silva
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Criação da página 'Reuniões'
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== Pesquisas do Adapta são destaque no Mongabay Brasil: 4 histórias que expõem a crise dos peixes na Amazônia ==
Manaus, 5 de maio de 2026.
O portal de notícias ambientais, Mongabay Brasil, publicou nesta terça (5/5) um compilado com reportagens em destaque sobre os peixes da Amazônia. Nele, três das quatro reportagens trazem pesquisas desenvolvidas no âmbito do INCT-Adapta.
Nas matérias, o pesquisador Adriano Quaresma comenta sobre as transformações na Volta Grande do Xingu, a partir da operação da usina hidrelétrica de Belo Monte. Já Helen Sadauskas compartilha os resultados de sua pesquisa sobre danos genéticos em peixes após derramamento de petróleo, em Manaus. Por fim, Rafael Duarte e Susana Braz Mota são os persongens de reportagem sobre os impactos da seca extrema do lago Tefé, em 2024.
[https://brasil.mongabay.com/2025/05/como-secas-extremas-podem-redefinir-o-futuro-dos-peixes-na-amazonia/ Saiba mais clicando aqui.]
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Tiago da Mota e Silva
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Criação da aba 'Reuniões' no cabeçalho
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== Pesquisas do Adapta são destaque no Mongabay Brasil: 4 histórias que expõem a crise dos peixes na Amazônia ==
Manaus, 5 de maio de 2026.
O portal de notícias ambientais, Mongabay Brasil, publicou nesta terça (5/5) um compilado com reportagens em destaque sobre os peixes da Amazônia. Nele, três das quatro reportagens trazem pesquisas desenvolvidas no âmbito do INCT-Adapta.
Nas matérias, o pesquisador Adriano Quaresma comenta sobre as transformações na Volta Grande do Xingu, a partir da operação da usina hidrelétrica de Belo Monte. Já Helen Sadauskas compartilha os resultados de sua pesquisa sobre danos genéticos em peixes após derramamento de petróleo, em Manaus. Por fim, Rafael Duarte e Susana Braz Mota são os persongens de reportagem sobre os impactos da seca extrema do lago Tefé, em 2024.
[https://brasil.mongabay.com/2025/05/como-secas-extremas-podem-redefinir-o-futuro-dos-peixes-na-amazonia/ Saiba mais clicando aqui.]
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Tiago da Mota e Silva
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CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica para Engenharia Civil I
0
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Hiôsten Abraão Sampaio de Lacerda Henrique
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Preenchimento da tabela sobre informaçôes de mecânica geral
182765
wikitext
text/x-wiki
== Programa do Componente Curricular ==
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|+
|'''Código:'''
| colspan="9" |ECI0098
|-
|'''Componente Curricular:'''
| colspan="9" |Mecânica para Engenharia Civil I
|-
|'''Semestre de Oferta:'''
| colspan="2" |3º
|'''Tipo:'''
|Disciplina
|'''Caráter:'''
| colspan="4" |Obrigatória
|-
|'''Unidade Acadêmica Responsável:'''
| colspan="9" |Centro de Ciências e Tecnologia - CCT
|-
|'''Regime:'''
| colspan="9" |Semestral
|-
|'''Créditos:'''
|4
|'''Carga horária:'''
|64
|'''Teórica:'''
|64
|'''Prática'''
| -
|'''Extensão:'''
| -
|-
|'''Pré-requisito:'''
| colspan="9" |
|-
|'''Co-requisito:'''
| colspan="9" |
|-
|'''Equivalência:'''
| colspan="9" |
|}
== Ementa ==
A escrever
== Objetivos ==
A escrever
== Conteúdo ==
A escrever
== Metodologia ==
A escrever
== Avaliação ==
A escrever
== Bibliografia ==
A escrever
=== Bibliografia básica ===
A escrever
=== Bibliografia complementar ===
A escrever
q3x1rawul56z044fh0w0l8hvjkhpb6w
Utilizador:Laravfernandes/projeto
2
33341
182769
2026-05-20T20:57:31Z
Laravfernandes
44114
Criação de projeto fictício para finalizar tarefa obrigatória do curso do WikiConecta.
182769
wikitext
text/x-wiki
== Conhecendo a cultura de cidades do interior do Brasil ==
* '''Nome do professor responsável:''' Ana Maria Caramelo
* '''Área temática do projeto:''' Artes, fotografia e história
* '''Projetos Wikimedia envolvidos:''' Wikimedia Commons
* '''Número de estudantes participantes:''' 15 alunos
(As informações adicionadas são fictícias e foram inventadas apenas para concluir uma tarefa obrigatória do curso WikiConecta). Este usuario resolveu fazê-lo porque prefere manter sua anonimidade nas edições).
== Estrutura do projeto ==
=== '''Resumo do projeto de extensão''' ===
Os estudantes participantes compartilharam na plataforma do WikiCommons fotografias autorais de eventos, espaços e programações culturais de cidades do interior brasileiro.
=== '''Objetivos do projeto de extensão''' ===
Expandir o conhecimento da diversidade da cultura nacional por meio da fotografia.
=== '''Metodologia do projeto de extensão''' ===
O projeto será realizado por meio da atuação em conjunto dos estudantes, que irão partilhar imagens autorais de espaços e eventos culturais de suas cidades. A ação será feita por meio de ferramentas dos próprios alunos, como seus celulares (câmeras, tablets, notebooks).
=== '''Atividades a serem desenvolvidas''' ===
Os alunos terão que enviar as fotografias para o WikiCommons e adicionar descrições informativas da atividade cultural retratada.
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