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Introdução ao Jornalismo Científico/MoocIndex
0
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182887
2026-05-29T14:57:01Z
Henrique de Sousa Mathias
43864
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182977
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text/x-wiki
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User:Sebschlicht/moocIndex.js
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--MoocIndex for MOOC @ Introdução ao Jornalismo Científico
=lesson|Metodologia e Filosofia da Ciência=
*furtherReading=
Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades.
#
'''Antes de começar'''
#
Você precisa estar logado na Wikiversidade e cadastrado no painel de controle do curso. Se tiver dúvidas, consulte as instruções disponíveis na própria página do módulo. Sem esse cadastro, não há como validar sua atividade.
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Você pode consultar atividades de alunos das edições anteriores para visualizar o formato esperado das respostas e o padrão de organização do exercício.
#
A expectativa de tempo para esta tarefa é: 5 horas
#
'''1. Escolha da matéria.''' Selecione uma matéria da revista Pesquisa FAPESP. Ela deve tratar de um tema de pesquisa, isto é, baseada em pelo menos uma publicação científica. Os artigos estão disponíveis na página principal da revista. Coloque o título, autoria, data de publicação, link da matéria.
#
'''2. Resumo.''' Elabore um resumo objetivo da matéria, com até 300 caracteres.
#
'''3. Identificação do objeto e da metodologia.''' A partir da reportagem, identifique e analise: O objeto de pesquisa; A metodologia científica utilizada (observação, hipótese, experimentação, análise e/ou publicação).
#
'''4. Consulta às pesquisas originais.''' Acesse as pesquisas que embasam o artigo. ''Analise especialmente a seção metodológica'': analise se o artigo da Pesquisa FAPESP documenta bem o processo de pesquisa; analise o que está claro e o que ficou de fora.
#
'''5. Metáforas e estratégias de comunicação.''' Releia o conteúdo da aula sobre metáforas e estratégias do jornalismo científico. ''No artigo da Pesquisa FAPESP, identifique'': Quais metáforas científicas ou inspiradas na ciência foram usadas; Por que elas aparecem; Como ajudam (ou atrapalham) a compreensão da informação científica.
#
'''6. O que é ciência e mediação crítica.''' Com base na aula [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]], analise: Em que medida a matéria funciona como um mediador crítico; Apresente exemplos concretos extraídos do texto.
#
'''7. Como publicar.''' Digite seu nome de usuário no campo indicado na página do módulo e clique em "Registrar atividade". Escreva suas respostas, salve e publique.
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'''8. Aviso IMPORTANTE: fontes.''' Todas as fontes consultadas, especialmente a matéria e as pesquisas originais, devem ser registradas corretamente na caixa de informações que aparecerá ao final do exercício. Sem essa indicação, sua atividade não poderá ser validada.
#
'''9. Inclua também as palavras-chave presentes na matéria escolhida.''' Se a matéria não apresentar palavras-chave, você deve criar de 2 a 5 termos que representem os principais assuntos abordados, como por exemplo: "meio ambiente", "saúde", "educação científica", "tecnologia", etc.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo você irá saber:
# Alguns dos critérios que diferenciam ciência e filosofia
# O que caracteriza a ciência
# Como é construído o conhecimento científico
# Quais os elementos que norteiam a metodologia científica
# Filósofos da ciência e suas respectivas linhas de pensamento
# O método específico adotado pelas pesquisas na área da comunicação
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
==unit|Ciência e Filosofia==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia/]]
*learningGoals=Esta unidade, intitulada “Ciência e Filosofia”, convida a pensar as bases conceituais que sustentam a própria ideia de ciência. Antes de abordar o jornalismo científico, é necessário compreender como diferentes tradições filosóficas moldaram o modo de pensar o conhecimento e a verdade. É a partir dessa reflexão que se entende por que o jornalismo não pode tratar a ciência como um catálogo de certezas, mas como uma prática histórica, social e em constante revisão.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
==unit|Níveis de entendimento==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Níveis de entendimento/]]
*learningGoals=Falar em “níveis de entendimento” é reconhecer que a ciência pode ser compreendida em múltiplas camadas, que vão do método à cultura, do dado à interpretação. Esta unidade propõe justamente percorrer esses níveis, mostrando que o conhecimento científico não nasce de um único método, mas de tradições e estratégias diversas que se articulam historicamente. E entender essas diferenças é preciso para comunicar ciência de forma crítica e contextualizada.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|A metáfora científica==
*furtherReading=https://www.scielo.br/j/rbef/a/D6PZ4gRrDXtWvRsVpd5dwSQ/?format=pdf&lang=pt
*image=[[File:Módulo 1 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A Metáfora Científica/]]
*learningGoals=A expressão “metáfora científica” sintetiza um dos aspectos mais fascinantes e complexos da comunicação da ciência: o poder da linguagem. Nesta unidade, o foco se amplia para pensar como as metáforas, analogias e escolhas discursivas moldam o modo como o público entende o conhecimento científico. Entender as metáforas é, portanto, entender como o jornalismo constrói sentidos e traduz o pensamento científico para diferentes audiências.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=[[Arquivo:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 2.mp3|500px]] Podcast NeuroMat
==unit|Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação/]]
*learningGoals=Esta unidade, dedicada aos elementos da metodologia científica (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação), revisita essas etapas para compreender como elas se articulam na prática e como chegam até o público por meio do jornalismo. Ao acompanhar esse percurso, veremos que o chamado “método científico” não é linear nem uniforme, mas um processo vivo, revisável e profundamente humano.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=[[Arquivo:Faísca NeuroMat - A importância de ensaios clínicos na medicina-iiGzHnOQd8o.webm|500px]]
==unit|Metodologia e comunicação==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Metodologia e comunicação/]]
*learningGoals=Ao tratar de Metodologia e Comunicação, esta unidade amplia a reflexão sobre como o conhecimento científico é construído e compartilhado. Hoje, comunicar ciência envolve não apenas relatar métodos e resultados, mas também lidar com a confiança pública, as redes digitais e os desafios de um ecossistema informacional fragmentado. Discutir metodologia é, portanto, discutir também as condições contemporâneas da comunicação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
=lesson|História da Ciência e da Tecnologia=
*furtherReading=
Neste módulo, você viu que o conhecimento se constrói em rede por meio de trocas, revisões e interpretações. Agora é hora de colocar isso em prática. A tarefa final convida você a contribuir com verbetes da Wikipédia, participando ativamente da produção e difusão do conhecimento aberto.
#
A proposta é simples. Primeiro, realize o [https://outreachdashboard.wmflabs.org/training/editing-wikipedia/editing-basics/ treinamento básico de edição] e certifique-se de entrar na sua conta wiki para que suas edições sejam registradas. Depois, leia a [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/Wikip%C3%A9dia_de_A_a_Z.pdf brochura de orientação da Wikimedia Brasil], que explica como a comunidade funciona e quais são as principais regras de edição.
#
'''Antes de avançar, esteja ciente de que toda edição feita por você na Wikipédia é pública, fica registrada no histórico dos verbetes e poderá ser vista, acompanhada e revisada por qualquer usuário da plataforma. Suas contribuições têm impacto real e responsabilidade direta na circulação de conhecimento.'''
#
Você também pode assistir a um [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Como_usar_a_p%C3%A1gina_de_testes.webm vídeo de demonstração] e praticar na sua página de testes, um espaço seguro para experimentar antes de editar de fato.
#
Em seguida, acesse a [[w:Categoria:História da ciência|lista de artigos sobre História da Ciência]] e escolha um ou mais verbetes que possam ser aprimorados, '''especialmente os que estão curtos, desatualizados ou mal referenciados'''. Você pode acrescentar novas informações, revisar textos, incluir fontes confiáveis ou traduzir trechos de outras Wikipedias para o português.
#
O objetivo é contribuir com '''pelo menos 15 mil caracteres''' no total.
#
A plataforma do curso, o [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] realiza a contagem automática das edições e pode ser usado para verificação. Faça o login nessa plataforma e, estando logado, acesse [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|essa página]] para verificar suas edições.
#
Ao editar, siga sempre as regras básicas da Wikipédia: [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Verificabilidade/ verificabilidade], [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Princ%C3%ADpio_da_imparcialidade/ princípio da imparcialidade] e [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Nada_de_pesquisa_in%C3%A9dita/ nada de pesquisa inédita]. Ou seja,
#
1. Toda informação precisa ter fonte verificável.
#
2. O texto deve manter imparcialidade e clareza.
#
3. Não inclua pesquisa inédita.
#
'''ATENÇÃO: o plágio é terminantemente proibido. Não copie trechos de nenhum lugar sem citação apropriada. Violações de direitos autorais levam à remoção imediata do conteúdo pela comunidade e podem resultar na exclusão da sua participação no curso. As regras de verificação, imparcialidade e respeito às fontes são rigorosamente aplicadas na Wikipédia. Siga-as com cuidado.'''
#
Essa atividade é um convite para viver, na prática, o espírito da ciência aberta. Contribuir com a Wikipedia é participar de uma rede global de produção e circulação do saber, a mesma rede que o jornalismo científico ajuda a manter viva, ao adaptar o conhecimento de forma ética, acessível e pública.
#
Quando concluir suas edições, [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|verifique na plataforma, estando logado, se atingiu o número de caracteres]], volte à área do curso e clique em [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia#nextStep|Próximos passos]] para seguir para o próximo módulo.
*learningGoals=
# Compreender a definição de ciência e sua construção histórica a partir de diferentes perspectivas
# Identificar técnicas da pré-história que abriram caminho para o desenvolvimento científico
# Conhecer noções científicas presentes nas civilizações antigas da Mesopotâmia, Egito, China e Índia
# Relacionar filosofia e ciência no contexto da Grécia antiga e do Império Romano
# Verificar a orientação da ciência praticada por muçulmanos e em que medida se diferenciava de outras ciências
# Perceber o papel inquisidor da Igreja católica nas produções científicas da Idade Média
# Analisar criticamente o Renascimento Científico e alguns de seus componentes, como as grandes navegações e a corrente filosófica do humanismo
*numThreads=9
*numThreadsOpen=9
==unit|Introdução==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Nesta unidade, o aluno é convidado a compreender o que significa estudar a história da ciência e da tecnologia. Mais do que uma linha do tempo de invenções, trata-se de reconhecer que o conhecimento é uma construção social, atravessada por disputas, contextos e transformações técnicas. O comunicador científico aprende aqui a olhar para a ciência como uma narrativa histórica que é feita de vozes, interesses e modos de traduzir o mundo.
*numThreads=5
*numThreadsOpen=5
*video=
==unit|Antes da Ciência, veio a Técnica==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Antes da ciência se tornar método e instituição, ela foi prática e necessidade. Esta unidade mostra como a técnica é a base do pensamento científico. A partir de autores que discutem o tema, o aluno é levado a perceber que toda ciência nasce da experiência material e que o jornalismo científico, ao narrar descobertas, também revela o elo entre o trabalho, a invenção e o conhecimento.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|A Técnica nas Primeiras Grandes Civilizações==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Egito, Mesopotâmia e China foram sociedades que transformaram a técnica em saber organizado e em instrumento de poder. Nesta unidade, o estudante analisa como práticas de observação e registro deram origem às primeiras formas de ciência e como o domínio técnico moldava hierarquias e legitimidades. O paralelo com o jornalismo científico aparece na ideia de mediação, onde traduzir e registrar o conhecimento é, desde então, uma forma de construir autoridade.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Grécia Antiga e Império Romano: a Ciência como a conhecemos==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O pensamento grego introduziu a razão como caminho para compreender o mundo, e Roma transformou esse saber em ferramenta de organização e poder. Esta unidade apresenta a origem da ideia de método, argumento e prova, elementos que ainda sustentam o discurso científico. Para o jornalismo científico, entender essa herança é entender que comunicar ciência é também praticar retórica, isto é, construir sentido e credibilidade por meio da linguagem.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|O Islã e a Ciência grega==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Durante os séculos VIII a XIII, o mundo islâmico foi o principal elo na transmissão e reinvenção do saber grego. Ao traduzir e reinterpretar obras antigas, estudiosos árabes criaram novas formas de compreender a natureza e fundaram uma tradição científica própria. A unidade propõe ao aluno refletir sobre a tradução como prática criativa. Tanto no Islã medieval quanto no jornalismo científico, traduzir é recriar e tornar o conhecimento acessível a novos públicos.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
==unit|Idade Média e o caminho para o Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=A Idade Média foi marcada pelo controle do conhecimento e pela centralização da autoridade intelectual nas instituições religiosas. Poucos avanços científicos ocorreram, mas a técnica e a curiosidade prática resistiram nas margens do poder. Esta unidade propõe pensar como o isolamento do saber pode gerar estagnação e como o jornalismo científico, ao democratizar o acesso à informação, cumpre o papel de romper o silêncio e manter viva a circulação das ideias.
*video=
==unit|O Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 7.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O Renascimento reabriu o mundo à curiosidade e à experimentação. A observação, a técnica e a imprensa criaram as bases da ciência moderna e da comunicação pública do conhecimento. Nesta unidade, o aluno reflete sobre o nascimento da ciência como empreendimento coletivo e da comunicação como parte essencial desse processo. O jornalismo científico é apresentado aqui como herdeiro direto desse espírito renascentista de investigar, questionar e compartilhar o saber como forma de emancipação.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
=lesson|Ética da Ciência=
*furtherReading=
'''Entrevista sobre Ética na Ciência'''
#
Entrevistar pesquisadores faz parte do cotidiano do jornalismo científico e costuma exigir preparo. Quem entrevista precisa compreender minimamente o tema estudado pelo cientista e, ao mesmo tempo, apresentar esse conteúdo de forma clara para o público. Nesta tarefa, você vai conversar com um pesquisador ou pesquisadora sobre ética na ciência, tomando como ponto de partida o próprio trabalho da pessoa entrevistada. O objetivo é perceber como as questões éticas aparecem na prática científica e como cada pesquisador lida com elas no dia a dia.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Compreender as regras, escritas ou consensuais, respeitadas pelos cientistas e que garantem o avanço do conhecimento científico
# Conhecer e entender as Normas de Merton
# Entender alguns dos mecanismos usados por "cientistas" para burlar essas regras e suas consequências
#* Publicações em nichos
#* Periódicos predatórios
# Ethos científico: cientistas e jornalistas na divulgação científica
*numThreads=4
*numThreadsOpen=4
==unit|Protocolos éticos em pesquisas experimentais==
*furtherReading=Recomendamos a leitura da página [https://pt.wikipedia.org/wiki/Vacina_contra_a_COVID-19 Vacina contra a COVID-19] para a compreensão do processo que orienta o desenvolvimento de uma vacina.
*image=[[File:Módulo 3 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Protocolos éticos em pesquisas experimentais/]]
*learningGoals=Este conteúdo apresenta como funcionam pesquisas experimentais com humanos e animais, o que os comitês de ética avaliam e por que esses cuidados importam para quem escreve sobre ciência. Mostra problemas recorrentes em protocolos, explica direitos de participantes e indica pontos que o comunicador deve observar antes de transformar um estudo em notícia. Também aborda riscos de divulgação apressada e como isso afeta a confiança do público.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Reprodutibilidade==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Reprodutibilidade/]]
*learningGoals=Aqui se explica por que a possibilidade de repetir um estudo com resultados próximos reforça a consistência de uma pesquisa. O conteúdo discute fatores que dificultam essa verificação, como métodos incompletos e ausência de dados, e mostra o papel da ciência aberta na descrição clara de procedimentos. A unidade ajuda o comunicador científico a identificar limites, lacunas e sinais de que um achado ainda precisa de novos testes antes de ganhar destaque na imprensa.
*video=
==unit|Revisão por pares==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Revisão por pares/]]
*learningGoals=Esta unidade apresenta o que acontece no processo de revisão por pares, como avaliadores analisam métodos e interpretações e por que pareceres divergem. O texto discute formatos tradicionais e abertos de avaliação, apontando vantagens e limites de cada prática. Também orienta o comunicador científico a diferenciar estudos revisados de materiais preliminares, como preprints, e a ajustar o tom da cobertura conforme o estágio em que a pesquisa se encontra.
*video=
==unit|Práticas anticientíficas==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Prática anticientíficas/]]
*learningGoals=Este conteúdo mostra como surgem ações que imitam ciência sem seguir seus procedimentos básicos e como elas circulam em ambientes digitais. A unidade diferencia ciência, pseudociência e práticas que distorcem resultados ou ampliam conclusões de forma indevida. Também apresenta sinais de alerta para o comunicador cientifico, como ausência de método, apelos emotivos e comparações inadequadas entre estudos. O objetivo é ajudar o leitor a reconhecer quando um argumento se apoia em dados reais e quando apenas assume aparência de rigor.
*video=
*quiz=sim
=lesson|Temas Centrais da Ciência Contemporânea=
*furtherReading=
Selecione uma notícia sobre um tema científico publicada em qualquer veículo jornalístico. Pode ser de jornal impresso, revista, portal de notícias, blog jornalístico ou site especializado. Depois disso, localize outra matéria sobre o mesmo tema em um segundo veículo e compare como cada um tratou o assunto.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Conhecer a conjectura do cérebro estatístico bem como os conceitos de construção de memórias, predições e modelos
# Entender como a modelagem de neurônios é baseada pelas noções de tradução matemática e estocasticidade
# Perceber como o comportamento de usuários nas redes sociais afetam decisões da esfera pública e como esse comportamento pode ser analisado por um modelo matemático
# Identificar as múltiplas abordagens de ciência aberta, preceitos do ethos científico e de código aberto
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
==unit|Cérebro estatístico==
*furtherReading=
O Cérebro Estatístico
#
[[Arquivo:O Cérebro Estatístico - NeuroMat.webm|500px]]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Cérebro estatístico/]]
*learningGoals=Nesta aula, a pesquisadora Claudia Vargas explica a conjectura do cérebro estatístico, que vem sendo estudada pelo CEPID NeuroMat. A construção de memórias, as predições feitas por esse órgão e a construção de modelos são alguns dos tópicos abordados.
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
*video=Podcast A Matemática do Cérebro - Ep. Cérebro, predições e mágica [[File:Cérebro, predições e mágica.wav]]
==unit|Modelagem de neurônios==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Modelagem de neurônios/]]
*learningGoals=A pesquisadora Aline Duarte cita a tradução matemática, comportamentos estocásticos e o modelo Galves-Löcherbach como aspectos fundamentais para compreender o que é modelagem de neurônios. Nesta aula, esses conceitos são aprofundados.
*furtherReading=Fla-Flu no Cérebro [[File:Fla-Flu no Cérebro.webm|500px]]
*video=Faísca Neuromat: A Matemática do Contágio - Modelo Matemático [[File:Faísca Neuromat A Matemática do Contágio - Modelo Matemático.webm| 500 px]]
==unit|Redes sociais==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Redes sociais/]]
*learningGoals=Esta aula é baseada na apresentação de Antonio Galves no Faísca NeuroMat. A partir de estudos de caso das eleições de 2018, é proposto um modelo que define o comportamento das pessoas nas redes sociais.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Redes sociais e a influencia da imprensa - um modelo matematico.webm|500 px]]
==unit|Ciência aberta==
*furtherReading=
#HEINZ, Michele; MIRANDA, Angélica. Ciência Aberta: argumentos e desafios para sua legitimação científica. Em Questão, Porto Alegre, v. 30, e-135618, 2024. DOI: [https://doi.org/10.1590/1808-5245.30.135618]
#SILVEIRA, Lúcia da et al. Taxonomia da Ciência Aberta: revisada e ampliada. Encontros Bibli, v. 28, p. e91712, 2023. DOI: [https://doi.org/10.5007/1518-2924.2023.e91712]
#Silva, F.C.C.; Silveira, L. O ecossistema da Ciência Aberta. Transinformação, v.31, e190001, 2019. DOI: [http://dx.doi.org/10.1590/2318-0889201931e190001]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Ciência Aberta/]]
*learningGoals=A tese de Jean Carlos Ferreira dos Santos é o ponto de partida para esta aula que trata sobre as múltiplas abordagens da ciência aberta. O conteúdo ainda desenvolve os tópicos de ethos científico, privatização do conhecimento e código aberto.
*video=[[File:NeuroMat - Ciência Aberta (completo)-kNfkSUcedoY.webm| 500 px]]
=lesson|Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior=
*furtherReading=
A atividade final deste módulo envolve realizar uma contribuição individual baseada em uma informação atualizada ou complementar sobre algum dos temas abordados nas unidades do módulo. Essa contribuição será publicada em uma seção específica ao final da página principal do módulo, intitulada “Contribuições de atualização”.
#
'''Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa, reajustes de valores, políticas de financiamento, atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs, desigualdades de acesso à ciência, entre outros.
#
'''Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': localize uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs), agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori), comunicados de entidades como SBPC, ANPG, entre outros.
#
'''Produção de síntese informativa''': redija um texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada; a relação com o conteúdo do módulo; a fonte citada com hiperlink; e assinatura com nome ou nome de usuário na Wikiversidade.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo, você irá saber:
# O que é pesquisa e desenvolvimento
# O investimento no Brasil: as origens e os destinos do dinheiro
# O panorama mundial de investimento em pesquisa e desenvolvimento
# Como e quando começou o investimento em pesquisa científica
# As instituições responsáveis pela pesquisa e pela distribuição da verba
# Quem são, onde estão e em que área atuam os pesquisadores do Brasil
==unit|Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimentos/]]
*learningGoals=É traçado um comparativo entre o investimento em Pesquisa & Desenvolvimento em diversos países e a origem desses recursos (privada ou pública). Para esta análise, considera-se o PIB de cada nação e a percentagem destinada a esse setor.
*video=[[File:Pesquisa e desenvolvimento.webm|500px]]
==unit|Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil/]]
*learningGoals=A partir de uma recuperação histórica, são comentadas iniciativas que direcionaram investimentos à pesquisa. A começar pelo exemplo de Johannes Kepler e Tycho Brahe até a criação de periódicos científicos durante o século XIX.
*video=[[File:Tycho Brahe, Johannes Kepler e a questão da Ciência Aberta-wyh9lkYLyOU.webm| 500 px]]
==unit|O estabelecimento da pesquisa no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/O estabelecimento da pesquisa no Brasil/]]
*learningGoals=Seguindo a cronologia dos investimentos no setor científico, esta aula dedica-se ao estudo da criação das agências e institutos de pesquisa. Tais como: Instituto Oswaldo Cruz, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
*video=
==unit|A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil/]]
*learningGoals=O sistema de financiamento de pesquisa brasileiro opera em nível nacional e estadual. Neste tópico, são indicados centros e agências de financiamento de pesquisa e a forma como atuam.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação/]]
*learningGoals=Nesta aula, é apresentada a distribuição de pesquisadores no Brasil em relação a gênero, área de conhecimento e região do país
*numThreads=1
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*video=.
==unit|As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas/]]
*learningGoals=Por meio de uma abordagem bem objetiva, são descritas as diversas bolsas oferecidas em âmbito nacional. São incluídos níveis de aprofundamento, duração e valores.
*video=
=lesson|Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico=
*furtherReading=
Nesta atividade, você irá produzir seu próprio episódio de podcast científico, colocando em prática os conceitos discutidos ao longo do módulo. A proposta é experimentar o podcast como formato de comunicação da ciência, pensando tanto no conteúdo quanto na forma como ele é apresentado ao público.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
#Conhecer como o jornalismo científico se constituiu e como é praticado
#Entender estratégias de difusão científica digital
#Verificar como a desinformação científica se perpetua e como pode ser combatida
#Compreender o uso da imagem como recurso explicativo no jornalismo científico
#Traçar um panorama histórico sobre ''podcasts'' e entender como o formato tem sido usado para divulgação científica
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
==unit|O jornalismo e a Ciência==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O jornalismo e a Ciência]]
*learningGoals=Será apresentado o percurso histórico do jornalismo científico, considerando a relação com o público e com a comunidade científica. Retirar o público de uma posição de passividade e envolvê-lo em uma ideia de compartilhamento de conhecimento exprime um dos pontos principais de análise.
*video=[[File:Ernst W. Hamburger - uma vida dedicada à ciência 3.webm|500px]]
==unit|Difusão digital==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Difusão digital]]
*learningGoals=A intersecção entre ciências da computação e jornalismo, o uso da Wikipédia e do YouTube como ferramentas de divulgação científica e as problemáticas e oportunidades de uma difusão sincrônica são temas desta aula.
*video=[[File:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 3.mp3]]
==unit|Desinformação científica==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Desinformação científica]]
*learningGoals=A disseminação de fake news, movimento antivacina e abordagens ambíguas são discutidos neste tópico como exemplos de desinformação científica. Além disso, são indicadas algumas alternativas que podem ser adotadas pelo jornalismo científico para conter esse fluxo.
*video=
==unit|O uso da imagem no jornalismo científico==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O uso da imagem no jornalismo científico]]
*learningGoals=A imagem como um recurso complexo e explicativo e não apenas ilustrativo pode ser um aliado para o jornalismo científico. Conhecer as bases teóricas dessa ideia e as aplicações práticas dela são objetos de interesse desta aula.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Ecologias digitais e divulgacao cientifica.webm|500px]]
==unit|Podcasts e ciência==
*furtherReading=
# MARQUES, F. Microfones abertos para a ciência. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.brRede/microfones-abertos-para-a-ciencia/>. Acesso em: 13 jan. 2023.
# Rede Ressoa. Maré favorável para podcasts que comunicam o oceano. Disponível em: <https://oeco.org.br/colunas/mare-favoravel-para-podcasts-que-comunicam-o-oceano/>. Acesso em 26 de janeiro de 2026.
*image=[[File:Módulo 6 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Podcasts e ciência]]
*learningGoals=Será explicada a origem do formato podcast, passando por uma contextualização do mercado na atualidade até uma interpretação crítica de programas especificamente voltados à divulgação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica [[File:Podcast NeuroMat curso Wikiversidade.wav|Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica]]
d6mjpivrsojn3exxl67dmh75v9326xm
182979
182977
2026-05-29T15:22:49Z
Henrique de Sousa Mathias
43864
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182979
wikitext
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--MoocIndex for MOOC @ Introdução ao Jornalismo Científico
=lesson|Metodologia e Filosofia da Ciência=
*furtherReading=
Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades.
#
'''Antes de começar'''
#
Você precisa estar logado na Wikiversidade e cadastrado no painel de controle do curso. Se tiver dúvidas, consulte as instruções disponíveis na própria página do módulo. Sem esse cadastro, não há como validar sua atividade.
#
Você pode consultar atividades de alunos das edições anteriores para visualizar o formato esperado das respostas e o padrão de organização do exercício.
#
A expectativa de tempo para esta tarefa é: 5 horas
#
'''1. Escolha da matéria.''' Selecione uma matéria da revista Pesquisa FAPESP. Ela deve tratar de um tema de pesquisa, isto é, baseada em pelo menos uma publicação científica. Os artigos estão disponíveis na página principal da revista. Coloque o título, autoria, data de publicação, link da matéria.
#
'''2. Resumo.''' Elabore um resumo objetivo da matéria, com até 300 caracteres.
#
'''3. Identificação do objeto e da metodologia.''' A partir da reportagem, identifique e analise: O objeto de pesquisa; A metodologia científica utilizada (observação, hipótese, experimentação, análise e/ou publicação).
#
'''4. Consulta às pesquisas originais.''' Acesse as pesquisas que embasam o artigo. ''Analise especialmente a seção metodológica'': analise se o artigo da Pesquisa FAPESP documenta bem o processo de pesquisa; analise o que está claro e o que ficou de fora.
#
'''5. Metáforas e estratégias de comunicação.''' Releia o conteúdo da aula sobre metáforas e estratégias do jornalismo científico. ''No artigo da Pesquisa FAPESP, identifique'': Quais metáforas científicas ou inspiradas na ciência foram usadas; Por que elas aparecem; Como ajudam (ou atrapalham) a compreensão da informação científica.
#
'''6. O que é ciência e mediação crítica.''' Com base na aula [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]], analise: Em que medida a matéria funciona como um mediador crítico; Apresente exemplos concretos extraídos do texto.
#
'''7. Como publicar.''' Digite seu nome de usuário no campo indicado na página do módulo e clique em "Registrar atividade". Escreva suas respostas, salve e publique.
#
'''8. Aviso IMPORTANTE: fontes.''' Todas as fontes consultadas, especialmente a matéria e as pesquisas originais, devem ser registradas corretamente na caixa de informações que aparecerá ao final do exercício. Sem essa indicação, sua atividade não poderá ser validada.
#
'''9. Inclua também as palavras-chave presentes na matéria escolhida.''' Se a matéria não apresentar palavras-chave, você deve criar de 2 a 5 termos que representem os principais assuntos abordados, como por exemplo: "meio ambiente", "saúde", "educação científica", "tecnologia", etc.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo você irá saber:
# Alguns dos critérios que diferenciam ciência e filosofia
# O que caracteriza a ciência
# Como é construído o conhecimento científico
# Quais os elementos que norteiam a metodologia científica
# Filósofos da ciência e suas respectivas linhas de pensamento
# O método específico adotado pelas pesquisas na área da comunicação
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
==unit|Ciência e Filosofia==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia/]]
*learningGoals=Esta unidade, intitulada “Ciência e Filosofia”, convida a pensar as bases conceituais que sustentam a própria ideia de ciência. Antes de abordar o jornalismo científico, é necessário compreender como diferentes tradições filosóficas moldaram o modo de pensar o conhecimento e a verdade. É a partir dessa reflexão que se entende por que o jornalismo não pode tratar a ciência como um catálogo de certezas, mas como uma prática histórica, social e em constante revisão.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
==unit|Níveis de entendimento==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Níveis de entendimento/]]
*learningGoals=Falar em “níveis de entendimento” é reconhecer que a ciência pode ser compreendida em múltiplas camadas, que vão do método à cultura, do dado à interpretação. Esta unidade propõe justamente percorrer esses níveis, mostrando que o conhecimento científico não nasce de um único método, mas de tradições e estratégias diversas que se articulam historicamente. E entender essas diferenças é preciso para comunicar ciência de forma crítica e contextualizada.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
==unit|A metáfora científica==
*furtherReading=https://www.scielo.br/j/rbef/a/D6PZ4gRrDXtWvRsVpd5dwSQ/?format=pdf&lang=pt
*image=[[File:Módulo 1 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A Metáfora Científica/]]
*learningGoals=A expressão “metáfora científica” sintetiza um dos aspectos mais fascinantes e complexos da comunicação da ciência: o poder da linguagem. Nesta unidade, o foco se amplia para pensar como as metáforas, analogias e escolhas discursivas moldam o modo como o público entende o conhecimento científico. Entender as metáforas é, portanto, entender como o jornalismo constrói sentidos e traduz o pensamento científico para diferentes audiências.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=[[Arquivo:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 2.mp3|500px]] Podcast NeuroMat
==unit|Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação/]]
*learningGoals=Esta unidade, dedicada aos elementos da metodologia científica (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação), revisita essas etapas para compreender como elas se articulam na prática e como chegam até o público por meio do jornalismo. Ao acompanhar esse percurso, veremos que o chamado “método científico” não é linear nem uniforme, mas um processo vivo, revisável e profundamente humano.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=[[Arquivo:Faísca NeuroMat - A importância de ensaios clínicos na medicina-iiGzHnOQd8o.webm|500px]]
==unit|Metodologia e comunicação==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Metodologia e comunicação/]]
*learningGoals=Ao tratar de Metodologia e Comunicação, esta unidade amplia a reflexão sobre como o conhecimento científico é construído e compartilhado. Hoje, comunicar ciência envolve não apenas relatar métodos e resultados, mas também lidar com a confiança pública, as redes digitais e os desafios de um ecossistema informacional fragmentado. Discutir metodologia é, portanto, discutir também as condições contemporâneas da comunicação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
=lesson|História da Ciência e da Tecnologia=
*furtherReading=
Neste módulo, você viu que o conhecimento se constrói em rede por meio de trocas, revisões e interpretações. Agora é hora de colocar isso em prática. A tarefa final convida você a contribuir com verbetes da Wikipédia, participando ativamente da produção e difusão do conhecimento aberto.
#
A proposta é simples. Primeiro, realize o [https://outreachdashboard.wmflabs.org/training/editing-wikipedia/editing-basics/ treinamento básico de edição] e certifique-se de entrar na sua conta wiki para que suas edições sejam registradas. Depois, leia a [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/Wikip%C3%A9dia_de_A_a_Z.pdf brochura de orientação da Wikimedia Brasil], que explica como a comunidade funciona e quais são as principais regras de edição.
#
'''Antes de avançar, esteja ciente de que toda edição feita por você na Wikipédia é pública, fica registrada no histórico dos verbetes e poderá ser vista, acompanhada e revisada por qualquer usuário da plataforma. Suas contribuições têm impacto real e responsabilidade direta na circulação de conhecimento.'''
#
Você também pode assistir a um [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Como_usar_a_p%C3%A1gina_de_testes.webm vídeo de demonstração] e praticar na sua página de testes, um espaço seguro para experimentar antes de editar de fato.
#
Em seguida, acesse a [[w:Categoria:História da ciência|lista de artigos sobre História da Ciência]] e escolha um ou mais verbetes que possam ser aprimorados, '''especialmente os que estão curtos, desatualizados ou mal referenciados'''. Você pode acrescentar novas informações, revisar textos, incluir fontes confiáveis ou traduzir trechos de outras Wikipedias para o português.
#
O objetivo é contribuir com '''pelo menos 15 mil caracteres''' no total.
#
A plataforma do curso, o [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] realiza a contagem automática das edições e pode ser usado para verificação. Faça o login nessa plataforma e, estando logado, acesse [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|essa página]] para verificar suas edições.
#
Ao editar, siga sempre as regras básicas da Wikipédia: [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Verificabilidade/ verificabilidade], [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Princ%C3%ADpio_da_imparcialidade/ princípio da imparcialidade] e [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Nada_de_pesquisa_in%C3%A9dita/ nada de pesquisa inédita]. Ou seja,
#
1. Toda informação precisa ter fonte verificável.
#
2. O texto deve manter imparcialidade e clareza.
#
3. Não inclua pesquisa inédita.
#
'''ATENÇÃO: o plágio é terminantemente proibido. Não copie trechos de nenhum lugar sem citação apropriada. Violações de direitos autorais levam à remoção imediata do conteúdo pela comunidade e podem resultar na exclusão da sua participação no curso. As regras de verificação, imparcialidade e respeito às fontes são rigorosamente aplicadas na Wikipédia. Siga-as com cuidado.'''
#
Essa atividade é um convite para viver, na prática, o espírito da ciência aberta. Contribuir com a Wikipedia é participar de uma rede global de produção e circulação do saber, a mesma rede que o jornalismo científico ajuda a manter viva, ao adaptar o conhecimento de forma ética, acessível e pública.
#
Quando concluir suas edições, [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|verifique na plataforma, estando logado, se atingiu o número de caracteres]], volte à área do curso e clique em [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia#nextStep|Próximos passos]] para seguir para o próximo módulo.
*learningGoals=
# Compreender a definição de ciência e sua construção histórica a partir de diferentes perspectivas
# Identificar técnicas da pré-história que abriram caminho para o desenvolvimento científico
# Conhecer noções científicas presentes nas civilizações antigas da Mesopotâmia, Egito, China e Índia
# Relacionar filosofia e ciência no contexto da Grécia antiga e do Império Romano
# Verificar a orientação da ciência praticada por muçulmanos e em que medida se diferenciava de outras ciências
# Perceber o papel inquisidor da Igreja católica nas produções científicas da Idade Média
# Analisar criticamente o Renascimento Científico e alguns de seus componentes, como as grandes navegações e a corrente filosófica do humanismo
*numThreads=9
*numThreadsOpen=9
==unit|Introdução==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Nesta unidade, o aluno é convidado a compreender o que significa estudar a história da ciência e da tecnologia. Mais do que uma linha do tempo de invenções, trata-se de reconhecer que o conhecimento é uma construção social, atravessada por disputas, contextos e transformações técnicas. O comunicador científico aprende aqui a olhar para a ciência como uma narrativa histórica que é feita de vozes, interesses e modos de traduzir o mundo.
*numThreads=5
*numThreadsOpen=5
*video=
==unit|Antes da Ciência, veio a Técnica==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Antes da ciência se tornar método e instituição, ela foi prática e necessidade. Esta unidade mostra como a técnica é a base do pensamento científico. A partir de autores que discutem o tema, o aluno é levado a perceber que toda ciência nasce da experiência material e que o jornalismo científico, ao narrar descobertas, também revela o elo entre o trabalho, a invenção e o conhecimento.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|A Técnica nas Primeiras Grandes Civilizações==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Egito, Mesopotâmia e China foram sociedades que transformaram a técnica em saber organizado e em instrumento de poder. Nesta unidade, o estudante analisa como práticas de observação e registro deram origem às primeiras formas de ciência e como o domínio técnico moldava hierarquias e legitimidades. O paralelo com o jornalismo científico aparece na ideia de mediação, onde traduzir e registrar o conhecimento é, desde então, uma forma de construir autoridade.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Grécia Antiga e Império Romano: a Ciência como a conhecemos==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O pensamento grego introduziu a razão como caminho para compreender o mundo, e Roma transformou esse saber em ferramenta de organização e poder. Esta unidade apresenta a origem da ideia de método, argumento e prova, elementos que ainda sustentam o discurso científico. Para o jornalismo científico, entender essa herança é entender que comunicar ciência é também praticar retórica, isto é, construir sentido e credibilidade por meio da linguagem.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|O Islã e a Ciência grega==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Durante os séculos VIII a XIII, o mundo islâmico foi o principal elo na transmissão e reinvenção do saber grego. Ao traduzir e reinterpretar obras antigas, estudiosos árabes criaram novas formas de compreender a natureza e fundaram uma tradição científica própria. A unidade propõe ao aluno refletir sobre a tradução como prática criativa. Tanto no Islã medieval quanto no jornalismo científico, traduzir é recriar e tornar o conhecimento acessível a novos públicos.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
==unit|Idade Média e o caminho para o Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=A Idade Média foi marcada pelo controle do conhecimento e pela centralização da autoridade intelectual nas instituições religiosas. Poucos avanços científicos ocorreram, mas a técnica e a curiosidade prática resistiram nas margens do poder. Esta unidade propõe pensar como o isolamento do saber pode gerar estagnação e como o jornalismo científico, ao democratizar o acesso à informação, cumpre o papel de romper o silêncio e manter viva a circulação das ideias.
*video=
==unit|O Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 7.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O Renascimento reabriu o mundo à curiosidade e à experimentação. A observação, a técnica e a imprensa criaram as bases da ciência moderna e da comunicação pública do conhecimento. Nesta unidade, o aluno reflete sobre o nascimento da ciência como empreendimento coletivo e da comunicação como parte essencial desse processo. O jornalismo científico é apresentado aqui como herdeiro direto desse espírito renascentista de investigar, questionar e compartilhar o saber como forma de emancipação.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
=lesson|Ética da Ciência=
*furtherReading=
'''Entrevista sobre Ética na Ciência'''
#
Entrevistar pesquisadores faz parte do cotidiano do jornalismo científico e costuma exigir preparo. Quem entrevista precisa compreender minimamente o tema estudado pelo cientista e, ao mesmo tempo, apresentar esse conteúdo de forma clara para o público. Nesta tarefa, você vai conversar com um pesquisador ou pesquisadora sobre ética na ciência, tomando como ponto de partida o próprio trabalho da pessoa entrevistada. O objetivo é perceber como as questões éticas aparecem na prática científica e como cada pesquisador lida com elas no dia a dia.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Compreender as regras, escritas ou consensuais, respeitadas pelos cientistas e que garantem o avanço do conhecimento científico
# Conhecer e entender as Normas de Merton
# Entender alguns dos mecanismos usados por "cientistas" para burlar essas regras e suas consequências
#* Publicações em nichos
#* Periódicos predatórios
# Ethos científico: cientistas e jornalistas na divulgação científica
*numThreads=4
*numThreadsOpen=4
==unit|Protocolos éticos em pesquisas experimentais==
*furtherReading=Recomendamos a leitura da página [https://pt.wikipedia.org/wiki/Vacina_contra_a_COVID-19 Vacina contra a COVID-19] para a compreensão do processo que orienta o desenvolvimento de uma vacina.
*image=[[File:Módulo 3 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Protocolos éticos em pesquisas experimentais/]]
*learningGoals=Este conteúdo apresenta como funcionam pesquisas experimentais com humanos e animais, o que os comitês de ética avaliam e por que esses cuidados importam para quem escreve sobre ciência. Mostra problemas recorrentes em protocolos, explica direitos de participantes e indica pontos que o comunicador deve observar antes de transformar um estudo em notícia. Também aborda riscos de divulgação apressada e como isso afeta a confiança do público.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Reprodutibilidade==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Reprodutibilidade/]]
*learningGoals=Aqui se explica por que a possibilidade de repetir um estudo com resultados próximos reforça a consistência de uma pesquisa. O conteúdo discute fatores que dificultam essa verificação, como métodos incompletos e ausência de dados, e mostra o papel da ciência aberta na descrição clara de procedimentos. A unidade ajuda o comunicador científico a identificar limites, lacunas e sinais de que um achado ainda precisa de novos testes antes de ganhar destaque na imprensa.
*video=
==unit|Revisão por pares==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Revisão por pares/]]
*learningGoals=Esta unidade apresenta o que acontece no processo de revisão por pares, como avaliadores analisam métodos e interpretações e por que pareceres divergem. O texto discute formatos tradicionais e abertos de avaliação, apontando vantagens e limites de cada prática. Também orienta o comunicador científico a diferenciar estudos revisados de materiais preliminares, como preprints, e a ajustar o tom da cobertura conforme o estágio em que a pesquisa se encontra.
*video=
==unit|Práticas anticientíficas==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Prática anticientíficas/]]
*learningGoals=Este conteúdo mostra como surgem ações que imitam ciência sem seguir seus procedimentos básicos e como elas circulam em ambientes digitais. A unidade diferencia ciência, pseudociência e práticas que distorcem resultados ou ampliam conclusões de forma indevida. Também apresenta sinais de alerta para o comunicador cientifico, como ausência de método, apelos emotivos e comparações inadequadas entre estudos. O objetivo é ajudar o leitor a reconhecer quando um argumento se apoia em dados reais e quando apenas assume aparência de rigor.
*video=
*quiz=sim
=lesson|Temas Centrais da Ciência Contemporânea=
*furtherReading=
Selecione uma notícia sobre um tema científico publicada em qualquer veículo jornalístico. Pode ser de jornal impresso, revista, portal de notícias, blog jornalístico ou site especializado. Depois disso, localize outra matéria sobre o mesmo tema em um segundo veículo e compare como cada um tratou o assunto.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Conhecer a conjectura do cérebro estatístico bem como os conceitos de construção de memórias, predições e modelos
# Entender como a modelagem de neurônios é baseada pelas noções de tradução matemática e estocasticidade
# Perceber como o comportamento de usuários nas redes sociais afetam decisões da esfera pública e como esse comportamento pode ser analisado por um modelo matemático
# Identificar as múltiplas abordagens de ciência aberta, preceitos do ethos científico e de código aberto
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
==unit|Cérebro estatístico==
*furtherReading=
O Cérebro Estatístico
#
[[Arquivo:O Cérebro Estatístico - NeuroMat.webm|500px]]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Cérebro estatístico/]]
*learningGoals=Nesta aula, a pesquisadora Claudia Vargas explica a conjectura do cérebro estatístico, que vem sendo estudada pelo CEPID NeuroMat. A construção de memórias, as predições feitas por esse órgão e a construção de modelos são alguns dos tópicos abordados.
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
*video=Podcast A Matemática do Cérebro - Ep. Cérebro, predições e mágica [[File:Cérebro, predições e mágica.wav]]
==unit|Modelagem de neurônios==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Modelagem de neurônios/]]
*learningGoals=A pesquisadora Aline Duarte cita a tradução matemática, comportamentos estocásticos e o modelo Galves-Löcherbach como aspectos fundamentais para compreender o que é modelagem de neurônios. Nesta aula, esses conceitos são aprofundados.
*furtherReading=Fla-Flu no Cérebro [[File:Fla-Flu no Cérebro.webm|500px]]
*video=Faísca Neuromat: A Matemática do Contágio - Modelo Matemático [[File:Faísca Neuromat A Matemática do Contágio - Modelo Matemático.webm| 500 px]]
==unit|Redes sociais==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Redes sociais/]]
*learningGoals=Esta aula é baseada na apresentação de Antonio Galves no Faísca NeuroMat. A partir de estudos de caso das eleições de 2018, é proposto um modelo que define o comportamento das pessoas nas redes sociais.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Redes sociais e a influencia da imprensa - um modelo matematico.webm|500 px]]
==unit|Ciência aberta==
*furtherReading=
#HEINZ, Michele; MIRANDA, Angélica. Ciência Aberta: argumentos e desafios para sua legitimação científica. Em Questão, Porto Alegre, v. 30, e-135618, 2024. DOI: [https://doi.org/10.1590/1808-5245.30.135618]
#SILVEIRA, Lúcia da et al. Taxonomia da Ciência Aberta: revisada e ampliada. Encontros Bibli, v. 28, p. e91712, 2023. DOI: [https://doi.org/10.5007/1518-2924.2023.e91712]
#Silva, F.C.C.; Silveira, L. O ecossistema da Ciência Aberta. Transinformação, v.31, e190001, 2019. DOI: [http://dx.doi.org/10.1590/2318-0889201931e190001]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Ciência Aberta/]]
*learningGoals=A tese de Jean Carlos Ferreira dos Santos é o ponto de partida para esta aula que trata sobre as múltiplas abordagens da ciência aberta. O conteúdo ainda desenvolve os tópicos de ethos científico, privatização do conhecimento e código aberto.
*video=[[File:NeuroMat - Ciência Aberta (completo)-kNfkSUcedoY.webm| 500 px]]
=lesson|Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior=
*furtherReading=
A atividade final deste módulo envolve realizar uma contribuição individual baseada em uma informação atualizada ou complementar sobre algum dos temas abordados nas unidades do módulo. Essa contribuição será publicada em uma seção específica ao final da página principal do módulo, intitulada “Contribuições de atualização”.
#
'''Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa, reajustes de valores, políticas de financiamento, atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs, desigualdades de acesso à ciência, entre outros.
#
'''Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': localize uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs), agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori), comunicados de entidades como SBPC, ANPG, entre outros.
#
'''Produção de síntese informativa''': redija um texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada; a relação com o conteúdo do módulo; a fonte citada com hiperlink; e assinatura com nome ou nome de usuário na Wikiversidade.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo, você irá saber:
# O que é pesquisa e desenvolvimento
# O investimento no Brasil: as origens e os destinos do dinheiro
# O panorama mundial de investimento em pesquisa e desenvolvimento
# Como e quando começou o investimento em pesquisa científica
# As instituições responsáveis pela pesquisa e pela distribuição da verba
# Quem são, onde estão e em que área atuam os pesquisadores do Brasil
==unit|Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimentos/]]
*learningGoals=É traçado um comparativo entre o investimento em Pesquisa & Desenvolvimento em diversos países e a origem desses recursos (privada ou pública). Para esta análise, considera-se o PIB de cada nação e a percentagem destinada a esse setor.
*video=[[File:Pesquisa e desenvolvimento.webm|500px]]
==unit|Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil/]]
*learningGoals=A partir de uma recuperação histórica, são comentadas iniciativas que direcionaram investimentos à pesquisa. A começar pelo exemplo de Johannes Kepler e Tycho Brahe até a criação de periódicos científicos durante o século XIX.
*video=[[File:Tycho Brahe, Johannes Kepler e a questão da Ciência Aberta-wyh9lkYLyOU.webm| 500 px]]
==unit|O estabelecimento da pesquisa no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/O estabelecimento da pesquisa no Brasil/]]
*learningGoals=Seguindo a cronologia dos investimentos no setor científico, esta aula dedica-se ao estudo da criação das agências e institutos de pesquisa. Tais como: Instituto Oswaldo Cruz, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
*video=
==unit|A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil/]]
*learningGoals=O sistema de financiamento de pesquisa brasileiro opera em nível nacional e estadual. Neste tópico, são indicados centros e agências de financiamento de pesquisa e a forma como atuam.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação/]]
*learningGoals=Nesta aula, é apresentada a distribuição de pesquisadores no Brasil em relação a gênero, área de conhecimento e região do país
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=.
==unit|As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas/]]
*learningGoals=Por meio de uma abordagem bem objetiva, são descritas as diversas bolsas oferecidas em âmbito nacional. São incluídos níveis de aprofundamento, duração e valores.
*video=
=lesson|Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico=
*furtherReading=
Nesta atividade, você irá produzir seu próprio episódio de podcast científico, colocando em prática os conceitos discutidos ao longo do módulo. A proposta é experimentar o podcast como formato de comunicação da ciência, pensando tanto no conteúdo quanto na forma como ele é apresentado ao público.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
#Conhecer como o jornalismo científico se constituiu e como é praticado
#Entender estratégias de difusão científica digital
#Verificar como a desinformação científica se perpetua e como pode ser combatida
#Compreender o uso da imagem como recurso explicativo no jornalismo científico
#Traçar um panorama histórico sobre ''podcasts'' e entender como o formato tem sido usado para divulgação científica
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
==unit|O jornalismo e a Ciência==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O jornalismo e a Ciência]]
*learningGoals=Será apresentado o percurso histórico do jornalismo científico, considerando a relação com o público e com a comunidade científica. Retirar o público de uma posição de passividade e envolvê-lo em uma ideia de compartilhamento de conhecimento exprime um dos pontos principais de análise.
*video=[[File:Ernst W. Hamburger - uma vida dedicada à ciência 3.webm|500px]]
==unit|Difusão digital==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Difusão digital]]
*learningGoals=A intersecção entre ciências da computação e jornalismo, o uso da Wikipédia e do YouTube como ferramentas de divulgação científica e as problemáticas e oportunidades de uma difusão sincrônica são temas desta aula.
*video=[[File:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 3.mp3]]
==unit|Desinformação científica==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Desinformação científica]]
*learningGoals=A disseminação de fake news, movimento antivacina e abordagens ambíguas são discutidos neste tópico como exemplos de desinformação científica. Além disso, são indicadas algumas alternativas que podem ser adotadas pelo jornalismo científico para conter esse fluxo.
*video=
==unit|O uso da imagem no jornalismo científico==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O uso da imagem no jornalismo científico]]
*learningGoals=A imagem como um recurso complexo e explicativo e não apenas ilustrativo pode ser um aliado para o jornalismo científico. Conhecer as bases teóricas dessa ideia e as aplicações práticas dela são objetos de interesse desta aula.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Ecologias digitais e divulgacao cientifica.webm|500px]]
==unit|Podcasts e ciência==
*furtherReading=
# MARQUES, F. Microfones abertos para a ciência. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.brRede/microfones-abertos-para-a-ciencia/>. Acesso em: 13 jan. 2023.
# Rede Ressoa. Maré favorável para podcasts que comunicam o oceano. Disponível em: <https://oeco.org.br/colunas/mare-favoravel-para-podcasts-que-comunicam-o-oceano/>. Acesso em 26 de janeiro de 2026.
*image=[[File:Módulo 6 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Podcasts e ciência]]
*learningGoals=Será explicada a origem do formato podcast, passando por uma contextualização do mercado na atualidade até uma interpretação crítica de programas especificamente voltados à divulgação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica [[File:Podcast NeuroMat curso Wikiversidade.wav|Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica]]
nckfik8a7gzdfpy1ufi8m4kubr0ily8
182981
182979
2026-05-29T15:28:57Z
Henrique de Sousa Mathias
43864
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182981
wikitext
text/x-wiki
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User:Sebschlicht/moocIndex.js
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--MoocIndex for MOOC @ Introdução ao Jornalismo Científico
=lesson|Metodologia e Filosofia da Ciência=
*furtherReading=
Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades.
#
'''Antes de começar'''
#
Você precisa estar logado na Wikiversidade e cadastrado no painel de controle do curso. Se tiver dúvidas, consulte as instruções disponíveis na própria página do módulo. Sem esse cadastro, não há como validar sua atividade.
#
Você pode consultar atividades de alunos das edições anteriores para visualizar o formato esperado das respostas e o padrão de organização do exercício.
#
A expectativa de tempo para esta tarefa é: 5 horas
#
'''1. Escolha da matéria.''' Selecione uma matéria da revista Pesquisa FAPESP. Ela deve tratar de um tema de pesquisa, isto é, baseada em pelo menos uma publicação científica. Os artigos estão disponíveis na página principal da revista. Coloque o título, autoria, data de publicação, link da matéria.
#
'''2. Resumo.''' Elabore um resumo objetivo da matéria, com até 300 caracteres.
#
'''3. Identificação do objeto e da metodologia.''' A partir da reportagem, identifique e analise: O objeto de pesquisa; A metodologia científica utilizada (observação, hipótese, experimentação, análise e/ou publicação).
#
'''4. Consulta às pesquisas originais.''' Acesse as pesquisas que embasam o artigo. ''Analise especialmente a seção metodológica'': analise se o artigo da Pesquisa FAPESP documenta bem o processo de pesquisa; analise o que está claro e o que ficou de fora.
#
'''5. Metáforas e estratégias de comunicação.''' Releia o conteúdo da aula sobre metáforas e estratégias do jornalismo científico. ''No artigo da Pesquisa FAPESP, identifique'': Quais metáforas científicas ou inspiradas na ciência foram usadas; Por que elas aparecem; Como ajudam (ou atrapalham) a compreensão da informação científica.
#
'''6. O que é ciência e mediação crítica.''' Com base na aula [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]], analise: Em que medida a matéria funciona como um mediador crítico; Apresente exemplos concretos extraídos do texto.
#
'''7. Como publicar.''' Digite seu nome de usuário no campo indicado na página do módulo e clique em "Registrar atividade". Escreva suas respostas, salve e publique.
#
'''8. Aviso IMPORTANTE: fontes.''' Todas as fontes consultadas, especialmente a matéria e as pesquisas originais, devem ser registradas corretamente na caixa de informações que aparecerá ao final do exercício. Sem essa indicação, sua atividade não poderá ser validada.
#
'''9. Inclua também as palavras-chave presentes na matéria escolhida.''' Se a matéria não apresentar palavras-chave, você deve criar de 2 a 5 termos que representem os principais assuntos abordados, como por exemplo: "meio ambiente", "saúde", "educação científica", "tecnologia", etc.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo você irá saber:
# Alguns dos critérios que diferenciam ciência e filosofia
# O que caracteriza a ciência
# Como é construído o conhecimento científico
# Quais os elementos que norteiam a metodologia científica
# Filósofos da ciência e suas respectivas linhas de pensamento
# O método específico adotado pelas pesquisas na área da comunicação
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
==unit|Ciência e Filosofia==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia/]]
*learningGoals=Esta unidade, intitulada “Ciência e Filosofia”, convida a pensar as bases conceituais que sustentam a própria ideia de ciência. Antes de abordar o jornalismo científico, é necessário compreender como diferentes tradições filosóficas moldaram o modo de pensar o conhecimento e a verdade. É a partir dessa reflexão que se entende por que o jornalismo não pode tratar a ciência como um catálogo de certezas, mas como uma prática histórica, social e em constante revisão.
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
*video=
==unit|Níveis de entendimento==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Níveis de entendimento/]]
*learningGoals=Falar em “níveis de entendimento” é reconhecer que a ciência pode ser compreendida em múltiplas camadas, que vão do método à cultura, do dado à interpretação. Esta unidade propõe justamente percorrer esses níveis, mostrando que o conhecimento científico não nasce de um único método, mas de tradições e estratégias diversas que se articulam historicamente. E entender essas diferenças é preciso para comunicar ciência de forma crítica e contextualizada.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
==unit|A metáfora científica==
*furtherReading=https://www.scielo.br/j/rbef/a/D6PZ4gRrDXtWvRsVpd5dwSQ/?format=pdf&lang=pt
*image=[[File:Módulo 1 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A Metáfora Científica/]]
*learningGoals=A expressão “metáfora científica” sintetiza um dos aspectos mais fascinantes e complexos da comunicação da ciência: o poder da linguagem. Nesta unidade, o foco se amplia para pensar como as metáforas, analogias e escolhas discursivas moldam o modo como o público entende o conhecimento científico. Entender as metáforas é, portanto, entender como o jornalismo constrói sentidos e traduz o pensamento científico para diferentes audiências.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=[[Arquivo:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 2.mp3|500px]] Podcast NeuroMat
==unit|Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação/]]
*learningGoals=Esta unidade, dedicada aos elementos da metodologia científica (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação), revisita essas etapas para compreender como elas se articulam na prática e como chegam até o público por meio do jornalismo. Ao acompanhar esse percurso, veremos que o chamado “método científico” não é linear nem uniforme, mas um processo vivo, revisável e profundamente humano.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=[[Arquivo:Faísca NeuroMat - A importância de ensaios clínicos na medicina-iiGzHnOQd8o.webm|500px]]
==unit|Metodologia e comunicação==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Metodologia e comunicação/]]
*learningGoals=Ao tratar de Metodologia e Comunicação, esta unidade amplia a reflexão sobre como o conhecimento científico é construído e compartilhado. Hoje, comunicar ciência envolve não apenas relatar métodos e resultados, mas também lidar com a confiança pública, as redes digitais e os desafios de um ecossistema informacional fragmentado. Discutir metodologia é, portanto, discutir também as condições contemporâneas da comunicação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
=lesson|História da Ciência e da Tecnologia=
*furtherReading=
Neste módulo, você viu que o conhecimento se constrói em rede por meio de trocas, revisões e interpretações. Agora é hora de colocar isso em prática. A tarefa final convida você a contribuir com verbetes da Wikipédia, participando ativamente da produção e difusão do conhecimento aberto.
#
A proposta é simples. Primeiro, realize o [https://outreachdashboard.wmflabs.org/training/editing-wikipedia/editing-basics/ treinamento básico de edição] e certifique-se de entrar na sua conta wiki para que suas edições sejam registradas. Depois, leia a [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/Wikip%C3%A9dia_de_A_a_Z.pdf brochura de orientação da Wikimedia Brasil], que explica como a comunidade funciona e quais são as principais regras de edição.
#
'''Antes de avançar, esteja ciente de que toda edição feita por você na Wikipédia é pública, fica registrada no histórico dos verbetes e poderá ser vista, acompanhada e revisada por qualquer usuário da plataforma. Suas contribuições têm impacto real e responsabilidade direta na circulação de conhecimento.'''
#
Você também pode assistir a um [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Como_usar_a_p%C3%A1gina_de_testes.webm vídeo de demonstração] e praticar na sua página de testes, um espaço seguro para experimentar antes de editar de fato.
#
Em seguida, acesse a [[w:Categoria:História da ciência|lista de artigos sobre História da Ciência]] e escolha um ou mais verbetes que possam ser aprimorados, '''especialmente os que estão curtos, desatualizados ou mal referenciados'''. Você pode acrescentar novas informações, revisar textos, incluir fontes confiáveis ou traduzir trechos de outras Wikipedias para o português.
#
O objetivo é contribuir com '''pelo menos 15 mil caracteres''' no total.
#
A plataforma do curso, o [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] realiza a contagem automática das edições e pode ser usado para verificação. Faça o login nessa plataforma e, estando logado, acesse [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|essa página]] para verificar suas edições.
#
Ao editar, siga sempre as regras básicas da Wikipédia: [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Verificabilidade/ verificabilidade], [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Princ%C3%ADpio_da_imparcialidade/ princípio da imparcialidade] e [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Nada_de_pesquisa_in%C3%A9dita/ nada de pesquisa inédita]. Ou seja,
#
1. Toda informação precisa ter fonte verificável.
#
2. O texto deve manter imparcialidade e clareza.
#
3. Não inclua pesquisa inédita.
#
'''ATENÇÃO: o plágio é terminantemente proibido. Não copie trechos de nenhum lugar sem citação apropriada. Violações de direitos autorais levam à remoção imediata do conteúdo pela comunidade e podem resultar na exclusão da sua participação no curso. As regras de verificação, imparcialidade e respeito às fontes são rigorosamente aplicadas na Wikipédia. Siga-as com cuidado.'''
#
Essa atividade é um convite para viver, na prática, o espírito da ciência aberta. Contribuir com a Wikipedia é participar de uma rede global de produção e circulação do saber, a mesma rede que o jornalismo científico ajuda a manter viva, ao adaptar o conhecimento de forma ética, acessível e pública.
#
Quando concluir suas edições, [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|verifique na plataforma, estando logado, se atingiu o número de caracteres]], volte à área do curso e clique em [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia#nextStep|Próximos passos]] para seguir para o próximo módulo.
*learningGoals=
# Compreender a definição de ciência e sua construção histórica a partir de diferentes perspectivas
# Identificar técnicas da pré-história que abriram caminho para o desenvolvimento científico
# Conhecer noções científicas presentes nas civilizações antigas da Mesopotâmia, Egito, China e Índia
# Relacionar filosofia e ciência no contexto da Grécia antiga e do Império Romano
# Verificar a orientação da ciência praticada por muçulmanos e em que medida se diferenciava de outras ciências
# Perceber o papel inquisidor da Igreja católica nas produções científicas da Idade Média
# Analisar criticamente o Renascimento Científico e alguns de seus componentes, como as grandes navegações e a corrente filosófica do humanismo
*numThreads=9
*numThreadsOpen=9
==unit|Introdução==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Nesta unidade, o aluno é convidado a compreender o que significa estudar a história da ciência e da tecnologia. Mais do que uma linha do tempo de invenções, trata-se de reconhecer que o conhecimento é uma construção social, atravessada por disputas, contextos e transformações técnicas. O comunicador científico aprende aqui a olhar para a ciência como uma narrativa histórica que é feita de vozes, interesses e modos de traduzir o mundo.
*numThreads=5
*numThreadsOpen=5
*video=
==unit|Antes da Ciência, veio a Técnica==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Antes da ciência se tornar método e instituição, ela foi prática e necessidade. Esta unidade mostra como a técnica é a base do pensamento científico. A partir de autores que discutem o tema, o aluno é levado a perceber que toda ciência nasce da experiência material e que o jornalismo científico, ao narrar descobertas, também revela o elo entre o trabalho, a invenção e o conhecimento.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|A Técnica nas Primeiras Grandes Civilizações==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Egito, Mesopotâmia e China foram sociedades que transformaram a técnica em saber organizado e em instrumento de poder. Nesta unidade, o estudante analisa como práticas de observação e registro deram origem às primeiras formas de ciência e como o domínio técnico moldava hierarquias e legitimidades. O paralelo com o jornalismo científico aparece na ideia de mediação, onde traduzir e registrar o conhecimento é, desde então, uma forma de construir autoridade.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Grécia Antiga e Império Romano: a Ciência como a conhecemos==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O pensamento grego introduziu a razão como caminho para compreender o mundo, e Roma transformou esse saber em ferramenta de organização e poder. Esta unidade apresenta a origem da ideia de método, argumento e prova, elementos que ainda sustentam o discurso científico. Para o jornalismo científico, entender essa herança é entender que comunicar ciência é também praticar retórica, isto é, construir sentido e credibilidade por meio da linguagem.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|O Islã e a Ciência grega==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Durante os séculos VIII a XIII, o mundo islâmico foi o principal elo na transmissão e reinvenção do saber grego. Ao traduzir e reinterpretar obras antigas, estudiosos árabes criaram novas formas de compreender a natureza e fundaram uma tradição científica própria. A unidade propõe ao aluno refletir sobre a tradução como prática criativa. Tanto no Islã medieval quanto no jornalismo científico, traduzir é recriar e tornar o conhecimento acessível a novos públicos.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
==unit|Idade Média e o caminho para o Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=A Idade Média foi marcada pelo controle do conhecimento e pela centralização da autoridade intelectual nas instituições religiosas. Poucos avanços científicos ocorreram, mas a técnica e a curiosidade prática resistiram nas margens do poder. Esta unidade propõe pensar como o isolamento do saber pode gerar estagnação e como o jornalismo científico, ao democratizar o acesso à informação, cumpre o papel de romper o silêncio e manter viva a circulação das ideias.
*video=
==unit|O Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 7.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O Renascimento reabriu o mundo à curiosidade e à experimentação. A observação, a técnica e a imprensa criaram as bases da ciência moderna e da comunicação pública do conhecimento. Nesta unidade, o aluno reflete sobre o nascimento da ciência como empreendimento coletivo e da comunicação como parte essencial desse processo. O jornalismo científico é apresentado aqui como herdeiro direto desse espírito renascentista de investigar, questionar e compartilhar o saber como forma de emancipação.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
=lesson|Ética da Ciência=
*furtherReading=
'''Entrevista sobre Ética na Ciência'''
#
Entrevistar pesquisadores faz parte do cotidiano do jornalismo científico e costuma exigir preparo. Quem entrevista precisa compreender minimamente o tema estudado pelo cientista e, ao mesmo tempo, apresentar esse conteúdo de forma clara para o público. Nesta tarefa, você vai conversar com um pesquisador ou pesquisadora sobre ética na ciência, tomando como ponto de partida o próprio trabalho da pessoa entrevistada. O objetivo é perceber como as questões éticas aparecem na prática científica e como cada pesquisador lida com elas no dia a dia.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Compreender as regras, escritas ou consensuais, respeitadas pelos cientistas e que garantem o avanço do conhecimento científico
# Conhecer e entender as Normas de Merton
# Entender alguns dos mecanismos usados por "cientistas" para burlar essas regras e suas consequências
#* Publicações em nichos
#* Periódicos predatórios
# Ethos científico: cientistas e jornalistas na divulgação científica
*numThreads=4
*numThreadsOpen=4
==unit|Protocolos éticos em pesquisas experimentais==
*furtherReading=Recomendamos a leitura da página [https://pt.wikipedia.org/wiki/Vacina_contra_a_COVID-19 Vacina contra a COVID-19] para a compreensão do processo que orienta o desenvolvimento de uma vacina.
*image=[[File:Módulo 3 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Protocolos éticos em pesquisas experimentais/]]
*learningGoals=Este conteúdo apresenta como funcionam pesquisas experimentais com humanos e animais, o que os comitês de ética avaliam e por que esses cuidados importam para quem escreve sobre ciência. Mostra problemas recorrentes em protocolos, explica direitos de participantes e indica pontos que o comunicador deve observar antes de transformar um estudo em notícia. Também aborda riscos de divulgação apressada e como isso afeta a confiança do público.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Reprodutibilidade==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Reprodutibilidade/]]
*learningGoals=Aqui se explica por que a possibilidade de repetir um estudo com resultados próximos reforça a consistência de uma pesquisa. O conteúdo discute fatores que dificultam essa verificação, como métodos incompletos e ausência de dados, e mostra o papel da ciência aberta na descrição clara de procedimentos. A unidade ajuda o comunicador científico a identificar limites, lacunas e sinais de que um achado ainda precisa de novos testes antes de ganhar destaque na imprensa.
*video=
==unit|Revisão por pares==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Revisão por pares/]]
*learningGoals=Esta unidade apresenta o que acontece no processo de revisão por pares, como avaliadores analisam métodos e interpretações e por que pareceres divergem. O texto discute formatos tradicionais e abertos de avaliação, apontando vantagens e limites de cada prática. Também orienta o comunicador científico a diferenciar estudos revisados de materiais preliminares, como preprints, e a ajustar o tom da cobertura conforme o estágio em que a pesquisa se encontra.
*video=
==unit|Práticas anticientíficas==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Prática anticientíficas/]]
*learningGoals=Este conteúdo mostra como surgem ações que imitam ciência sem seguir seus procedimentos básicos e como elas circulam em ambientes digitais. A unidade diferencia ciência, pseudociência e práticas que distorcem resultados ou ampliam conclusões de forma indevida. Também apresenta sinais de alerta para o comunicador cientifico, como ausência de método, apelos emotivos e comparações inadequadas entre estudos. O objetivo é ajudar o leitor a reconhecer quando um argumento se apoia em dados reais e quando apenas assume aparência de rigor.
*video=
*quiz=sim
=lesson|Temas Centrais da Ciência Contemporânea=
*furtherReading=
Selecione uma notícia sobre um tema científico publicada em qualquer veículo jornalístico. Pode ser de jornal impresso, revista, portal de notícias, blog jornalístico ou site especializado. Depois disso, localize outra matéria sobre o mesmo tema em um segundo veículo e compare como cada um tratou o assunto.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Conhecer a conjectura do cérebro estatístico bem como os conceitos de construção de memórias, predições e modelos
# Entender como a modelagem de neurônios é baseada pelas noções de tradução matemática e estocasticidade
# Perceber como o comportamento de usuários nas redes sociais afetam decisões da esfera pública e como esse comportamento pode ser analisado por um modelo matemático
# Identificar as múltiplas abordagens de ciência aberta, preceitos do ethos científico e de código aberto
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
==unit|Cérebro estatístico==
*furtherReading=
O Cérebro Estatístico
#
[[Arquivo:O Cérebro Estatístico - NeuroMat.webm|500px]]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Cérebro estatístico/]]
*learningGoals=Nesta aula, a pesquisadora Claudia Vargas explica a conjectura do cérebro estatístico, que vem sendo estudada pelo CEPID NeuroMat. A construção de memórias, as predições feitas por esse órgão e a construção de modelos são alguns dos tópicos abordados.
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
*video=Podcast A Matemática do Cérebro - Ep. Cérebro, predições e mágica [[File:Cérebro, predições e mágica.wav]]
==unit|Modelagem de neurônios==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Modelagem de neurônios/]]
*learningGoals=A pesquisadora Aline Duarte cita a tradução matemática, comportamentos estocásticos e o modelo Galves-Löcherbach como aspectos fundamentais para compreender o que é modelagem de neurônios. Nesta aula, esses conceitos são aprofundados.
*furtherReading=Fla-Flu no Cérebro [[File:Fla-Flu no Cérebro.webm|500px]]
*video=Faísca Neuromat: A Matemática do Contágio - Modelo Matemático [[File:Faísca Neuromat A Matemática do Contágio - Modelo Matemático.webm| 500 px]]
==unit|Redes sociais==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Redes sociais/]]
*learningGoals=Esta aula é baseada na apresentação de Antonio Galves no Faísca NeuroMat. A partir de estudos de caso das eleições de 2018, é proposto um modelo que define o comportamento das pessoas nas redes sociais.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Redes sociais e a influencia da imprensa - um modelo matematico.webm|500 px]]
==unit|Ciência aberta==
*furtherReading=
#HEINZ, Michele; MIRANDA, Angélica. Ciência Aberta: argumentos e desafios para sua legitimação científica. Em Questão, Porto Alegre, v. 30, e-135618, 2024. DOI: [https://doi.org/10.1590/1808-5245.30.135618]
#SILVEIRA, Lúcia da et al. Taxonomia da Ciência Aberta: revisada e ampliada. Encontros Bibli, v. 28, p. e91712, 2023. DOI: [https://doi.org/10.5007/1518-2924.2023.e91712]
#Silva, F.C.C.; Silveira, L. O ecossistema da Ciência Aberta. Transinformação, v.31, e190001, 2019. DOI: [http://dx.doi.org/10.1590/2318-0889201931e190001]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Ciência Aberta/]]
*learningGoals=A tese de Jean Carlos Ferreira dos Santos é o ponto de partida para esta aula que trata sobre as múltiplas abordagens da ciência aberta. O conteúdo ainda desenvolve os tópicos de ethos científico, privatização do conhecimento e código aberto.
*video=[[File:NeuroMat - Ciência Aberta (completo)-kNfkSUcedoY.webm| 500 px]]
=lesson|Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior=
*furtherReading=
A atividade final deste módulo envolve realizar uma contribuição individual baseada em uma informação atualizada ou complementar sobre algum dos temas abordados nas unidades do módulo. Essa contribuição será publicada em uma seção específica ao final da página principal do módulo, intitulada “Contribuições de atualização”.
#
'''Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa, reajustes de valores, políticas de financiamento, atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs, desigualdades de acesso à ciência, entre outros.
#
'''Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': localize uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs), agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori), comunicados de entidades como SBPC, ANPG, entre outros.
#
'''Produção de síntese informativa''': redija um texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada; a relação com o conteúdo do módulo; a fonte citada com hiperlink; e assinatura com nome ou nome de usuário na Wikiversidade.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo, você irá saber:
# O que é pesquisa e desenvolvimento
# O investimento no Brasil: as origens e os destinos do dinheiro
# O panorama mundial de investimento em pesquisa e desenvolvimento
# Como e quando começou o investimento em pesquisa científica
# As instituições responsáveis pela pesquisa e pela distribuição da verba
# Quem são, onde estão e em que área atuam os pesquisadores do Brasil
==unit|Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimentos/]]
*learningGoals=É traçado um comparativo entre o investimento em Pesquisa & Desenvolvimento em diversos países e a origem desses recursos (privada ou pública). Para esta análise, considera-se o PIB de cada nação e a percentagem destinada a esse setor.
*video=[[File:Pesquisa e desenvolvimento.webm|500px]]
==unit|Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil/]]
*learningGoals=A partir de uma recuperação histórica, são comentadas iniciativas que direcionaram investimentos à pesquisa. A começar pelo exemplo de Johannes Kepler e Tycho Brahe até a criação de periódicos científicos durante o século XIX.
*video=[[File:Tycho Brahe, Johannes Kepler e a questão da Ciência Aberta-wyh9lkYLyOU.webm| 500 px]]
==unit|O estabelecimento da pesquisa no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/O estabelecimento da pesquisa no Brasil/]]
*learningGoals=Seguindo a cronologia dos investimentos no setor científico, esta aula dedica-se ao estudo da criação das agências e institutos de pesquisa. Tais como: Instituto Oswaldo Cruz, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
*video=
==unit|A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil/]]
*learningGoals=O sistema de financiamento de pesquisa brasileiro opera em nível nacional e estadual. Neste tópico, são indicados centros e agências de financiamento de pesquisa e a forma como atuam.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação/]]
*learningGoals=Nesta aula, é apresentada a distribuição de pesquisadores no Brasil em relação a gênero, área de conhecimento e região do país
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=.
==unit|As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas/]]
*learningGoals=Por meio de uma abordagem bem objetiva, são descritas as diversas bolsas oferecidas em âmbito nacional. São incluídos níveis de aprofundamento, duração e valores.
*video=
=lesson|Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico=
*furtherReading=
Nesta atividade, você irá produzir seu próprio episódio de podcast científico, colocando em prática os conceitos discutidos ao longo do módulo. A proposta é experimentar o podcast como formato de comunicação da ciência, pensando tanto no conteúdo quanto na forma como ele é apresentado ao público.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
#Conhecer como o jornalismo científico se constituiu e como é praticado
#Entender estratégias de difusão científica digital
#Verificar como a desinformação científica se perpetua e como pode ser combatida
#Compreender o uso da imagem como recurso explicativo no jornalismo científico
#Traçar um panorama histórico sobre ''podcasts'' e entender como o formato tem sido usado para divulgação científica
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
==unit|O jornalismo e a Ciência==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O jornalismo e a Ciência]]
*learningGoals=Será apresentado o percurso histórico do jornalismo científico, considerando a relação com o público e com a comunidade científica. Retirar o público de uma posição de passividade e envolvê-lo em uma ideia de compartilhamento de conhecimento exprime um dos pontos principais de análise.
*video=[[File:Ernst W. Hamburger - uma vida dedicada à ciência 3.webm|500px]]
==unit|Difusão digital==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Difusão digital]]
*learningGoals=A intersecção entre ciências da computação e jornalismo, o uso da Wikipédia e do YouTube como ferramentas de divulgação científica e as problemáticas e oportunidades de uma difusão sincrônica são temas desta aula.
*video=[[File:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 3.mp3]]
==unit|Desinformação científica==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Desinformação científica]]
*learningGoals=A disseminação de fake news, movimento antivacina e abordagens ambíguas são discutidos neste tópico como exemplos de desinformação científica. Além disso, são indicadas algumas alternativas que podem ser adotadas pelo jornalismo científico para conter esse fluxo.
*video=
==unit|O uso da imagem no jornalismo científico==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O uso da imagem no jornalismo científico]]
*learningGoals=A imagem como um recurso complexo e explicativo e não apenas ilustrativo pode ser um aliado para o jornalismo científico. Conhecer as bases teóricas dessa ideia e as aplicações práticas dela são objetos de interesse desta aula.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Ecologias digitais e divulgacao cientifica.webm|500px]]
==unit|Podcasts e ciência==
*furtherReading=
# MARQUES, F. Microfones abertos para a ciência. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.brRede/microfones-abertos-para-a-ciencia/>. Acesso em: 13 jan. 2023.
# Rede Ressoa. Maré favorável para podcasts que comunicam o oceano. Disponível em: <https://oeco.org.br/colunas/mare-favoravel-para-podcasts-que-comunicam-o-oceano/>. Acesso em 26 de janeiro de 2026.
*image=[[File:Módulo 6 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Podcasts e ciência]]
*learningGoals=Será explicada a origem do formato podcast, passando por uma contextualização do mercado na atualidade até uma interpretação crítica de programas especificamente voltados à divulgação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica [[File:Podcast NeuroMat curso Wikiversidade.wav|Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica]]
jkzys9i50ugr6gn4chq75rjttuek9yr
Tecnoceno, Hegemonia Cibernética e Lutas Cosmotécnicas
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2026-05-29T23:19:14Z
Opensocialsciences
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/* Revistas */
183010
wikitext
text/x-wiki
==Sobre==
'''Tĩtulo''': Tecnoceno, Hegemonia Cibernética e Lutas Cosmotécnicas
'''Pesquisador Responsável''': Henrique Zoqui Martins Parra
===Resumo da proposta===
Pretendemos construir uma agenda de pesquisa coletiva sobre as novas formas do extrativismo ampliado face à conjunção do que tem sido chamado plantationoceno/capitaloceno/tecnoceno. Como problemática estruturante da investigação, nos perguntamos tanto sobre a configuração dos novos regimes cibernéticos e tecnologias de extração - impulsionados pelo momento pandêmico de confinamento - como o que poderia ser também uma perspectiva tecnopolítica decolonial que percorra as reflexões sobre "decrescimento", "pós-crescimento", as alternativas às imaginações do "progressismo", do "solucionismo" e do "aceleracionismo" que apresentam-se como horizonte da governamentalidade do capitalismo pós-pandêmico. No percurso investigativo, desejamos delimitar um campo transdisciplinar que faz confluir práticas de conhecimento da produção científica e filosófica junto às lutas sociais em curso e os repertórios de conhecimentos que essas experiências têm produzido. Para além da organização de um campo de embates teóricos e produções de reflexão mais situadas na América Latina, pretendemos também identificar zonas de conflitualidades emergentes nas quais dissensões ontológicas e políticas emergem na defesa e sustentação do Comum a partir de redes heterogêneas entre humanos, outros que humanos, arranjos sociotécnicos, territórios, infraestruturas e o mundo vivo. Naomi Klein vem falando sobre o "capitalismo do desastre" para compreender as ofensivas que reconfiguram radicalmente nosso mundo depois de eventos críticos (ecológicos ou não) e contando com um tecido democrático corroído para apresentar "o desejo declarado por uma pureza intangível, por um espaço vazio onde construir uma sociedade-modelo constantemente reelaborada" (Klein, 2008: 30).
O "capitalismo do desastre" depende, entretanto, de centros de produção de conhecimento e tecnologias - Klein mostra, por exemplo, como a Universidade de Chicago funcionou como uma "ferramenta da política externa dos EUA" durante as décadas de 50/60. Agora, diante da crise pandêmica, segundo Klein, trata-se da escalada de um “Screen New Deal” protagonizado pelas megacorporações da BigTech e novos centros de produção de conhecimento e tecnologias que concorrem na disputa pelas infraestruturas, desenhos, práticas de conhecimento e técnicas de governamentalidade que vão conformando a vida social e as imaginações democráticas em uma aliança inédita entre estados e corporações de tecnologia. Segundo a autora: "o futuro que está surgindo à medida que os cadáveres ainda se acumulam está tratando nossas últimas semanas de isolamento não como uma necessidade dolorosa para salvar vidas, mas como um laboratório vivo para um futuro permanente — e altamente lucrativo — sem contato físico" (Klein, 2020).
===Breve contextualização===
Durante o ano de 2020, investigamos com a Zona de Contágio o acontecimento pandêmico como uma inflexão/bifurcação ontoepistemológica que reconfigura ou evidencia tanto a crise dos regimes de conhecimento (Guerra de Ciências) como também as zonas de conflitualidades (territoriais, ontológicas, cosmológicos, cosmotécnicas) no curso do que Latour chamou de Guerra de Mundos. Entre conversas, leituras compartilhadas e criação coletiva de uma investigação desde o ponto de vista do confinamento, pudemos construir algumas perguntas que gostaríamos de retomar aqui como problemas de pesquisa:
Quais as dissensões que apresentam-se em torno de imaginações/proposições de transformação e transição societal diante da emergência climática/sanitária/ecológica? Quais as "verdades inconvenientes" que emergem com a crise ecológica e sanitária e como elas deslocam as dualidades e separações entre ciência e política, natureza e cultura, biologia e tecnologia? Quais as práticas de conhecimento que hoje estão produzindo evidências, repertoriando alternativas e produzindo possíveis frente às forças e dispositivos do extrativismo ampliado próprios do plantationoceno? Quais as formas pelas quais o Comum é reconhecido, reivindicado, visibilizado ou produzido? Quais são as formas e localizações dessas reconfigurações de conflitualidades e dissensos que partem da constatação de que a Política não é mais apenas domínio dos humanos e a Natureza não é mais exclusivamente o domínio dos não-humanos? Como as zonas de conflitualidades emergentes fabricam seus antagonismos a partir das relações de composição entre humanos e não-humanos (incluindo tanto outras criaturas viventes, como a própria atmosfera, terra, rios e também arranjos sociotécnicos, ciência, tecnologia e infraestruturas)? Quais as formas de expressão dessas conflitualidades em suas tramas heterogêneas e que situam os choques e fricções entre formas do extrativismo ampliado, de um lado, e as formas de invenção ou defesa do Comum, de outro?
Investigar como os arranjos sociotécnicos adquirem força política na sustentação de modos de vida; Analisar as tensões sobre perspectivas tecnológicas e o pluralismo técnico reivindicado por coletividades que interrogam a monocultura tecnocientífica; seja da terra ou do ambiente informacional que hoje conduz nossas vidas e territórios; Refletir sobre a trama saber-poder-tecnologia na atualização das formas coloniais de produção do presente e dos cenários futuros sob disputa. É possível falar em tecnologias do Comum? O que isso significa? Como delinear essas experiências práticas? Como a experiência pandêmica alterou os horizontes/práticas/repertótios de coletividades dissidentes no terreno das lutas?
Cada contexto histórico é marcado por uma configuração entre os tipos de máquinas/tecnologias de comunicação; as formas de conhecer; as formas de exercício de poder e as relações econômicas de produção e trabalho. Mbembe, em seu livro Brutalismo, indica a necessidade de pensarmos a partir do devir-artificial da humanidade. A tecnoesfera (ou o tecnoceno cf. Martins) - a ordem técnica do mundo - hoje adquire uma força descomunal na confluência do capitalismo, da tecnociência, da financeirização, da militarização e do extrativismo.
O plantationoceno parece nos oferecer uma localização geo-histórica que retoma o evento da conquista colonial em seu aparato ontoepistêmico conjugado aos arranjos sócio-técnicos e bioculturais que operam dispositivos de extração, domesticação e conversão do vivo em recurso. Tal configuração, que se constitui como força geológica, logrou associar o excepcionalismo humano com o regime binário e heterossexualista, também com os modos tecno-securitários de cercamento proprietário e vigilantismo racializado, constitutivos da monocultura intensiva e suas formas de governo da vida. Partimos então do plantationoceno para pensar e co-criar uma agenda de pesquisa que renove a investigação sobre os modos de expansão do que chamamos extrativismo ampliado nas interfaces entre tecnologias da extração, cibernética, nos regimes de sexo-gênero e no vigilantismo racializado, por outro lado, pensar como as relações de interdependência que produzem, sustentam e visibilizam o Comum e a vida entre humanos e outros que humanos vem construindo evidências, tecnologias, repertórios de lutas e ações coletivas.
===Equipe===
*Henrique Parra - professor associado Unifesp, doutor educação (Unicamp); mestre em Sociologia (USP); bacharel em Ciências Sociais (USP).
*Alana Moraes - doutora em antropologia UFRJ-Museu Nacional, mestre em Antropologia e bacharel em Ciências Sociais pela UFRJ.
*Bru Pereira - doutoranda em Ciências Sociais, mestre e bacharel em Ciências Sociais pela Unifesp (bolsista CAPES).
*Jéssica Paifer - graduanda em Ciências Sociais na Unifesp (bolsista extensão PIBEX/Unifesp).
*Gustavo Lemos - doutorando (projeto de doutorado para a FAPESP) em Ciências Sociais na Unifesp; mestre e graduado em Música pela Unicamp (bolsista CAPES).
*Silvana Leodoro - doutoranda em Ciências Sociais na Unifesp (bolsista CAPES).
*Rafael Malhão - graduado em Ciências Sociais (UFRGS) mestre e doutor em Sociologia (Unicamp.).
===Atividades===
'''Ciclo de co-formação "Tecnopolíticas, Cosmopolíticas: ciência, tecnologia e práticas de conhecimento na produção de mundos"'''
O ciclo de co-formação é um espaço de compartilhamento de uma bibliografia comum, discussão, delimitação de problemas que elas suscitam e que possam construir uma agenda de pesquisa no percurso. A ideia é que possamos documentar cada encontro, assim como compartilhar os estudos sobre os textos provocando novas conversas e perguntas em um site para divulgação. O ciclo será tanto um espaço de estudo como de adensamento de problemas de pesquisa.
'''Podcast'''
Entrevistas coletivas com convidades que possam trazer tanto reflexões sobre suas pesquisas no que diz respeito à agenda do plantationoceno como também experiências coletivas de lutas e produção de conhecimento do Comum.
'''Publicação web contínua e boletim mensal'''
Textos curtos ou entrevistas produzidos por pesquisadores do Pimentalab e convidades que possam construir diálogos entre as referências teóricas compartilhadas entre nós e problemas/controvérsias práticas e atuais no que diz respeito à agenda do extrativismo ampliado: acompanhamento de movimentações dos atores das Big Tech; acompanhamento dos atores das tecnologias de vigilância, do agronegócio e da chamada "economia de plataforma"; acompanhamento das controvérsias do campo tecno-científico mais ligado à pandemia: vacinas, indústria farmacêutica e políticas sanitárias; acompanhamento das ações coletivas, novos arranjos associativos, movimentos sociais que fazem frente o regime do extrativismo ampliado.
'''Webinar'''
"Criar possíveis no Plantationoceno: ciência, política e as lutas coletivas no tempo das catástrofes"
Produção de um webinar aberto ao público composto por um ciclo de 4 encontros com convidados que possam ser provocados pela agenda da nossa pesquisa.
'''Reuniões de Pesquisa'''
Reuniões de pesquisa para o desenvolvimento, escrita e debate das questões que compõem a agenda de pesquisa, acompanhamento de temas e discussões teóricas.
'''Produção multimídia e audiovisual'''
Produção multimídia que inclui o site e produção audiovisual e documentação do processo e resultados parciais da pesquisa, possíveis cartografias de práticas, zonas de conflitualidades e proposições que delas vem emergindo.
==Pesquisa==
===Levantamento Bibliografico===
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===Eixos Temáticos e Casos Empíricos===
====Bens comuns e bens ambientais====
*Espectro eletromagnético: de elemento natural a elemento sociotécnico. Caso do Movimento Espectro Aberto e Digitalização.
====Educação, Conhecimento, Ciência e Cultura====
*Educação, tecnologias e subjetivação neoliberal
*Ciência, dados e conhecimento tradicionais: ciência aberta, acesso ao conhecimento e os dilemas da abertura.
*Memória, gestão da informação
Bigtechs, Tecnologias Educacionais e Dados Pessoais. Relatório da HRW: https://www.hrw.org/report/2022/05/25/how-dare-they-peep-my-private-life/childrens-rights-violations-governments
Ben Williamson https://orcid.org/0000-0001-9356-3213 Ver o dossie: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/17439884.2023.2167830
Neil Selwyn - @Neil_Selwyn sociology of education + digital | Monash University | current interests: data, automation, AI, facial recognition, digital degrowth & eco-justice - https://research.monash.edu/en/persons/neil-selwyn
Juliana E. Raffaghelli - Investigador – Grupo de Investigación Edul@b - Universitat Oberta de Catalunya:
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Ação Educação e Nucleo de Tecnologias Digitais: https://tecla.org.br/
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MORI, L.; CORDEIRO, M. Distrito Edtech Report 2022. [S. L.]: Distrito, 2022. 49 p. E-book.
====Extrativismo Informacional, Cognitivo====
*Dataficação, produção e coleta de dados de processos naturais em territórios.
*Conhecimentos tradicionais e propriedade intelectual.
https://labs.rs/en/
https://extractivism.online/
====Produção de alimentos, agronegócio e Bigtechs====
Plataformização: coleta de dados + venda de insumos + suporte técnico + financiamento + logística compra-venda.
*Jim Thomas is the research director at ETC Group, which has over 25 years international experience tracking the impact of emerging technologies on human rights, biodiversity, equity and food systems: https://www.etcgroup.org/
Video: Agricultura Digital, Bigtech: https://www.youtube.com/watch?v=snYD7X3edMs
Programa: How Tech is Remaking the Food System: https://open.spotify.com/episode/1NDmz66Vcbq0BoPHmqogaL
*Marijane Lisboa, coordenadora do curso de Ciências Socioambientais da PUC-SP. Transgenicos, plataformização agronegócio, Vinculo com https://www.grain.org
====Ambiente, Tecnologia, twiin transition, natureza como recurso material e energético====
*Cadeia produtiva dos materiais eletrônicos
*Datacenters: energia elétrica e água
*Lixo eletrônico
Criptomoedas e Energia no Paraguai: https://www.tedic.org/lanzamiento-de-investigacion-energia-y-criptomonedas-en-paraguay-a-quienes-beneficia-nuestra-energia-barata/
https://www.terrestres.org/2018/10/09/extraire-consommer-detruire-voyage-geopolitique-en-entropie/
Mapa data center e cabos: http://newcloudatlas.org/#3/39.80/-30.60
Jader Gama, pesquisador do Núcleo de Altos Estudos da Amazônia da UFPA
Entrevista Podcast Tecnopolítica - A Amazônia e o Novo Colonialismo Digital: https://open.spotify.com/episode/2ZhbyKwM7jU2wKYVWjiVBf
Tese Dotorado: ECONOMIA DO CONHECIMENTO E CAPITALISMO DE VIGILÂNCIA:Contribuições amazônicas para a inovação digital: https://www.ppgdstu.propesp.ufpa.br/ARQUIVOS/Dissertacoes/JADER%20RIBEIRO%20GAMA.pdf
*Zane Griffin Talley Cooper: Critical Infrastructure Studies | STS | Mining & Extraction | Global Communication | Environmantal & Energy Humanities | VR Ethnography: https://www.zanegriffintalleycooper.com/
*Sebastián Lehuedé - @s_lehuede - Tech & global social justice. Current research: the geopolitics of digital rights. Postdoc @CGHR_Cambridge
*Clement Marquet
*LOPEZ, Fanny. À bout de flux. Ed.Divergences, 2022. Eletricidade, Digital, Urbano, produção do espaço, recursos, arquitetura sociotécnica: https://ensa-paris-est.academia.edu/FannyLopez
https://lundi.am/Le-pouvoir-des-infrastructures
*DUBEY, Gérard et JOUVANCOURT, Pierre de.
*Alessandra Renzi (Concordia): https://repurposing-research.org/About-1
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*Shannon Mattern: https://wordsinspace.net/
*Gauthier Roussilhe: https://gauthierroussilhe.com/
*Mel Hogan: https://www.melhogan.com/
Critical Studies of the Cloud: https://www.criticalstudiesofthe.cloud/
*Julia Velkova: http://juliavelkova.org/
Bits and Energy: http://juliavelkova.org/megabytes-vs-megawatts-data-vs-energy/
Special Issue: Data centers and the infrastructural temporalities of digital media: https://journals.sagepub.com/toc/nmsa/25/2
====Transição Energética====
The twin green & digital transition: How sustainable digital technologies could enable a carbon-neutral EU by 2050: https://joint-research-centre.ec.europa.eu/jrc-news-and-updates/twin-green-digital-transition-how-sustainable-digital-technologies-could-enable-carbon-neutral-eu-2022-06-29_en
Roussilhe, Gautiher. A Tale of Twin Transitions: How Did We Come to Think That Digitization and Sustainability Go Hand in Hand. IN A. Barichella, J. Yada (eds.), The Palgrave Handbook of Cybersecurity, Technologies and Energy Transitions, Palgrave Studies in Energy Transitions, https://doi.org/10.1007/978-3-031-04196-9_48-1
====Inteligencia Artificial e Bigdata====
Feminismo e IA:
*https://notmy.ai/
*https://www.derechosdigitales.org/wp-content/uploads/Fair_Doc_Esp.pdf
*https://feminismia.com/
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*Feminist AI Research Network - FAIR: https://aplusalliance.org/en
Nuvem:
*Critical Studies of the Cloud: https://www.criticalstudiesofthe.cloud/
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*Algorith Watch Organization: https://algorithmwatch.org/en/
Saúde, SUS, Medicina de Dados
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*Luiz Viana e Leandro Modolo: Um breve ensaio sobre a medicina em devir: https://outraspalavras.net/outrasaude/um-breve-ensaio-sobre-a-medicina-em-devir/
*IA e Políticas Nacionais de Inovação
João Ricardo Penteado Lopes da Silva. Ver dissertação mestrado: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/70938/1/2022_dis_jrplsilva.pdf
*Decolonize AI: https://www.decolonizai.com/
*https://ainowinstitute.org/
====Soberania e Autonomia Informacional/Tecnológica====
Indígena:
*Maori Data Soveireignty Network: https://www.temanararaunga.maori.nz/
https://twitter.com/MaoriDSov
*GIDA - Global Indigenous Data Alliance: https://www.gida-global.org
Soberania Informacional e Imperialismo:
*Afonso de Albuquerque - UFF: https://www.researchgate.net/profile/Afonso-Albuquerque-2
Infraestrutura Digital Democrática: https://thenextsystem.org/democratic-digital-infrastructure
Democracy Collaborative: https://democracycollaborative.org
====Tecnologias Sob outras logicas====
https://computingwithinlimits.org
https://openforfuture.org/
https://opensustain.tech/
http://solarprotocol.net/
https://solar.lowtechmagazine.com/
====Direitos Humanos, Lutas Socioambientais, TICs e Dados====
https://techforforests.org
https://www.digital-democracy.org/blog/security-report
http://lab.digital-democracy.org/storymap-digidem
https://www.digital-democracy.org/mapeo
https://terrastories.app/
https://www.forestpeoples.org/en/partner/chepkitale-indigenous-peoples-development-project-cipdp
https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/
====Arte e Tecnologia====
*Caroline Sinders: I have been examining the intersections of technology’s impact in society, interface design, artificial intelligence, abuse, and politics in digital, conversational spaces. I’m the founder of Convocation Design + Research, an agency focusing on the intersections of machine learning, user research, designing for public good, and solving difficult communication problems: https://carolinesinders.com/
====Ontologias Politicas====
*Emmanuel Biset: https://cordoba.academia.edu/EmmanuelBiset
*Mario Blaser: https://mun.academia.edu/MarioBlaser
===Atores Coletivos, Organizações e Movimentos Sociais===
*Forum das Comunidades Tradicionais: https://www.preservareresistir.org/
*Observatório dos Territórios Saudáveis e Sustentáveis - OTSS: https://www.otss.org.br/
*Futuros Indígenas: http://futurosindigenas.org
*Sursiendo (Chiapas): http://sursiendo.org
*Sulá Batsu Cooperativa (Costa Rica): https://www.sulabatsu.com/
*Tech Works Climate Change: https://climateaction.tech/
*Forum Social Internet - Argentina/Latino America: https://al.internetsocialforum.net/
*Design Justice Network: https://designjustice.org/
*May First Movement Technology: https://mayfirst.coop/en/
*Conexo - América Latina (tecnologias para ativistas e jornalistas investigativos): https://conexo.org/
*TEDIC (América do Sul): trabajamos en la defensa y promoción de derechos humanos en entornos digitales con foco en desigualdades de género y sus intersecciones: https://www.tedic.org/
*Associação Internacional para Cooperação Popular (Baobá): https://baobab.iapc.group/pt/
*Derechos Digitales es una organización de alcance latinoamericano, independiente y sin fines de lucro, fundada en 2005 y que tiene como objetivo fundamental el desarrollo, la defensa y la promoción de los derechos humanos en el entorno digital: https://www.derechosdigitales.org
===Mapeamento de Grupos de Pesquisa===
====Geo, Meio Ambiente e Digitalização====
https://www.tierracomun.net
https://continenteufmg.com
https://www.dataterritories.net/
https://www.territorialagency.com/
Environmental Media Lab: https://environmentalmedialab.com/
Sussex Humanities Lab: tecnologia, meio ambiente: https://twitter.com/SussexHumsLab
UAB (Barcelona): Institute of Environmental Science and Technology (ICTA-UAB) - https://portalrecerca.uab.cat/en/organisations/institute-of-environmental-science-and-technology-icta-uab
Laboratorio Interdisciplinar Ambiente, Bigdata, Inteligencia Artificial: http://ideal.ufpb.br/pt/
Geographies of Digital Wasting: https://www.geographiesofdigitalwasting.com/
Green Screen Coalition: https://greenscreen.network/en/
TIP - Technologies in Practice (Holanda): https://tip.itu.dk/
Geocomunes: https://geocomunes.org/
Source Material - (grupo de jornalismo investigativo sobre Meio Ambiente, Democracia e Corporações): https://www.source-material.org/
Tramas (conflitos socioambientais e tecnologias): https://tramas.digital/pt/
====C&T&I&D====
https://apropiaciondetecnologias.com/
http://www.itd.upm.es/?lang=en
https://steps-centre.org/
http://www.cyted.org
https://redescts.wordpress.com
====Brasil - ESCT====
https://www.laspa.slg.br/
https://www.medialab.ufg.br
https://sociologiassociativa.wordpress.com
https://labtts.wordpress.com
http://antropologiadascoisas.blogspot.com.br
https://cteme.wordpress.com/cteme
https://gregsifch.wordpress.com/
https://medium.com/r-est
https://gtec.substack.com (Grupo de Estudos em Filosofia e História da Técnica)
https://www.geict.com.br/
====Filosofia Tecnologia====
Anthropocene Curriculum: https://www.anthropocene-curriculum.org/
Arqueologias del Porvenis: https://arqueologiasdelporvenir.com.ar/
http://philosophyandtechnology.network
Social Epistemology Review and Reply Collective: https://social-epistemology.com
Institute for Interdisciplinary Research into the Anthropocene: https://iiraorg.com/
====Design e Transição Societal====
*Collectif Internation: https://internation.world/
http://web.emn.fr/x-de/cts-pdl
https://transitionsnetwork.org
https://www.desisnetwork.org
http://ladaesdi.com/index.html
https://ladaesdi.wordpress.com
http://depts.washington.edu/tatlab/blog
====Transição Energética====
Strategic foresight: https://commission.europa.eu/strategy-and-policy/strategic-foresight_en
====Pesquisa-ação====
http://www.redcimas.org
https://www.clacso.org.ar/grupos_trabajo/detalle_gt.php?ficha=1283&idioma=&s=5
====Urbano====
http://www.labcidade.fau.usp.br
http://praxis.arq.ufmg.br
http://eutropian.org
https://jararacalab.org
Comum - Grupo Estudos: https://pt.wikiversity.org/wiki/Comum_-_Grupo_de_Estudos
====Socioambiental====
http://www.nepam.unicamp.br/commons
https://ejatlas.org/
https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/
Geocomunes: https://geocomunes.org/
====Biologia====
The Conservation Culturomics (ConsCult) Working Group: https://conbio.org/groups/working-groups/conservation-culturomics
====Saude Digital====
*Odisseia - Observatório de Desenvolvimento e Desigualdades em Saúde e Inteligência Artificial https://bioeticaediplomacia.org/odisseia/
====Sociedade Informação====
http://www.networkedlabour.net
https://www.giswatch.org
http://www.dcssproject.net
http://www.ucl.ac.uk/global-social-media
https://www.lavits.org
====Ciberpolítica e Políticas do/no Digital====
https://colab-uff.github.io/ddoslab/
====Engenharia Crítica, Ecológica e Justiça Social====
*http://esjp.org
*http://www.unicamp.br/fea/ortega
*Laboratório de Cidadania e Tecnologia Social - ITA: https://www.labcts.org/
*Humanitarian Engineering Program - Colorado School of Mines: https://humanitarian.mines.edu/
*Humanitarian Engineering - Australia: https://cecs.anu.edu.au/current-students/opportunities-and-projects/humanitarian-engineering
====Trabalho, Plataformas, Algoritmos====
*https://cooperativismodeplataforma.com.br/
====Tecnoativismo====
*https://sursiendo.org/
===Podcasts de interesse===
*Vozes do Território: https://open.spotify.com/show/4zq9v5i9pvM3x7B8FNEJZm
*Futuros Indígenas: https://open.spotify.com/user/p7ktc1wallrebfvvgjyx74gd6
*Tecnopolítica: https://open.spotify.com/show/55uTHZA0rs7ue5ajEJN9wp
*Tech Won't Save Us: https://open.spotify.com/show/3UhsI7s4bkH1FcMZI5u9iD?si=b5e391162ae24fa3
*Lundi Soir: https://open.spotify.com/show/0DADpyuEiqa7EV9HAQGzip?si=d7c469499ea94b08
*The Human Show Innovation Through Social Sciences: https://open.spotify.com/show/1Cl0AFBpaHLPjScxzF8hUt?si=97ca37a9658a432d
===Revistas===
*Tapuya: Latin American Science, Technology and Society: https://www.tandfonline.com/toc/ttap20/current
*Technosphere: https://technosphere-magazine.hkw.de/
*Science, Technology, & Human Values: https://journals.sagepub.com/home/sth
*Engaging Science, Technology and Society: https://estsjournal.org/index.php/ests
*Heliotrope: https://www.heliotropejournal.net/
*Shifter (Portugal): https://shifter.pt/
*Lundi Matin: https://lundi.am/
*Terrestres: https://www.terrestres.org/
*Logic: https://logicmag.io/
*Technosphere: https://technosphere-magazine.hkw.de/
*El Salto - https://www.elsaltodiario.com/atenea_cyborg
*E-flux: https://www.e-flux.com
*Revista Supernova: https://revistasupernova.com
2udheyjuq6u6m9eihmy2gmbunanogex
183011
183010
2026-05-29T23:20:53Z
Opensocialsciences
4085
/* Geo, Meio Ambiente e Digitalização */
183011
wikitext
text/x-wiki
==Sobre==
'''Tĩtulo''': Tecnoceno, Hegemonia Cibernética e Lutas Cosmotécnicas
'''Pesquisador Responsável''': Henrique Zoqui Martins Parra
===Resumo da proposta===
Pretendemos construir uma agenda de pesquisa coletiva sobre as novas formas do extrativismo ampliado face à conjunção do que tem sido chamado plantationoceno/capitaloceno/tecnoceno. Como problemática estruturante da investigação, nos perguntamos tanto sobre a configuração dos novos regimes cibernéticos e tecnologias de extração - impulsionados pelo momento pandêmico de confinamento - como o que poderia ser também uma perspectiva tecnopolítica decolonial que percorra as reflexões sobre "decrescimento", "pós-crescimento", as alternativas às imaginações do "progressismo", do "solucionismo" e do "aceleracionismo" que apresentam-se como horizonte da governamentalidade do capitalismo pós-pandêmico. No percurso investigativo, desejamos delimitar um campo transdisciplinar que faz confluir práticas de conhecimento da produção científica e filosófica junto às lutas sociais em curso e os repertórios de conhecimentos que essas experiências têm produzido. Para além da organização de um campo de embates teóricos e produções de reflexão mais situadas na América Latina, pretendemos também identificar zonas de conflitualidades emergentes nas quais dissensões ontológicas e políticas emergem na defesa e sustentação do Comum a partir de redes heterogêneas entre humanos, outros que humanos, arranjos sociotécnicos, territórios, infraestruturas e o mundo vivo. Naomi Klein vem falando sobre o "capitalismo do desastre" para compreender as ofensivas que reconfiguram radicalmente nosso mundo depois de eventos críticos (ecológicos ou não) e contando com um tecido democrático corroído para apresentar "o desejo declarado por uma pureza intangível, por um espaço vazio onde construir uma sociedade-modelo constantemente reelaborada" (Klein, 2008: 30).
O "capitalismo do desastre" depende, entretanto, de centros de produção de conhecimento e tecnologias - Klein mostra, por exemplo, como a Universidade de Chicago funcionou como uma "ferramenta da política externa dos EUA" durante as décadas de 50/60. Agora, diante da crise pandêmica, segundo Klein, trata-se da escalada de um “Screen New Deal” protagonizado pelas megacorporações da BigTech e novos centros de produção de conhecimento e tecnologias que concorrem na disputa pelas infraestruturas, desenhos, práticas de conhecimento e técnicas de governamentalidade que vão conformando a vida social e as imaginações democráticas em uma aliança inédita entre estados e corporações de tecnologia. Segundo a autora: "o futuro que está surgindo à medida que os cadáveres ainda se acumulam está tratando nossas últimas semanas de isolamento não como uma necessidade dolorosa para salvar vidas, mas como um laboratório vivo para um futuro permanente — e altamente lucrativo — sem contato físico" (Klein, 2020).
===Breve contextualização===
Durante o ano de 2020, investigamos com a Zona de Contágio o acontecimento pandêmico como uma inflexão/bifurcação ontoepistemológica que reconfigura ou evidencia tanto a crise dos regimes de conhecimento (Guerra de Ciências) como também as zonas de conflitualidades (territoriais, ontológicas, cosmológicos, cosmotécnicas) no curso do que Latour chamou de Guerra de Mundos. Entre conversas, leituras compartilhadas e criação coletiva de uma investigação desde o ponto de vista do confinamento, pudemos construir algumas perguntas que gostaríamos de retomar aqui como problemas de pesquisa:
Quais as dissensões que apresentam-se em torno de imaginações/proposições de transformação e transição societal diante da emergência climática/sanitária/ecológica? Quais as "verdades inconvenientes" que emergem com a crise ecológica e sanitária e como elas deslocam as dualidades e separações entre ciência e política, natureza e cultura, biologia e tecnologia? Quais as práticas de conhecimento que hoje estão produzindo evidências, repertoriando alternativas e produzindo possíveis frente às forças e dispositivos do extrativismo ampliado próprios do plantationoceno? Quais as formas pelas quais o Comum é reconhecido, reivindicado, visibilizado ou produzido? Quais são as formas e localizações dessas reconfigurações de conflitualidades e dissensos que partem da constatação de que a Política não é mais apenas domínio dos humanos e a Natureza não é mais exclusivamente o domínio dos não-humanos? Como as zonas de conflitualidades emergentes fabricam seus antagonismos a partir das relações de composição entre humanos e não-humanos (incluindo tanto outras criaturas viventes, como a própria atmosfera, terra, rios e também arranjos sociotécnicos, ciência, tecnologia e infraestruturas)? Quais as formas de expressão dessas conflitualidades em suas tramas heterogêneas e que situam os choques e fricções entre formas do extrativismo ampliado, de um lado, e as formas de invenção ou defesa do Comum, de outro?
Investigar como os arranjos sociotécnicos adquirem força política na sustentação de modos de vida; Analisar as tensões sobre perspectivas tecnológicas e o pluralismo técnico reivindicado por coletividades que interrogam a monocultura tecnocientífica; seja da terra ou do ambiente informacional que hoje conduz nossas vidas e territórios; Refletir sobre a trama saber-poder-tecnologia na atualização das formas coloniais de produção do presente e dos cenários futuros sob disputa. É possível falar em tecnologias do Comum? O que isso significa? Como delinear essas experiências práticas? Como a experiência pandêmica alterou os horizontes/práticas/repertótios de coletividades dissidentes no terreno das lutas?
Cada contexto histórico é marcado por uma configuração entre os tipos de máquinas/tecnologias de comunicação; as formas de conhecer; as formas de exercício de poder e as relações econômicas de produção e trabalho. Mbembe, em seu livro Brutalismo, indica a necessidade de pensarmos a partir do devir-artificial da humanidade. A tecnoesfera (ou o tecnoceno cf. Martins) - a ordem técnica do mundo - hoje adquire uma força descomunal na confluência do capitalismo, da tecnociência, da financeirização, da militarização e do extrativismo.
O plantationoceno parece nos oferecer uma localização geo-histórica que retoma o evento da conquista colonial em seu aparato ontoepistêmico conjugado aos arranjos sócio-técnicos e bioculturais que operam dispositivos de extração, domesticação e conversão do vivo em recurso. Tal configuração, que se constitui como força geológica, logrou associar o excepcionalismo humano com o regime binário e heterossexualista, também com os modos tecno-securitários de cercamento proprietário e vigilantismo racializado, constitutivos da monocultura intensiva e suas formas de governo da vida. Partimos então do plantationoceno para pensar e co-criar uma agenda de pesquisa que renove a investigação sobre os modos de expansão do que chamamos extrativismo ampliado nas interfaces entre tecnologias da extração, cibernética, nos regimes de sexo-gênero e no vigilantismo racializado, por outro lado, pensar como as relações de interdependência que produzem, sustentam e visibilizam o Comum e a vida entre humanos e outros que humanos vem construindo evidências, tecnologias, repertórios de lutas e ações coletivas.
===Equipe===
*Henrique Parra - professor associado Unifesp, doutor educação (Unicamp); mestre em Sociologia (USP); bacharel em Ciências Sociais (USP).
*Alana Moraes - doutora em antropologia UFRJ-Museu Nacional, mestre em Antropologia e bacharel em Ciências Sociais pela UFRJ.
*Bru Pereira - doutoranda em Ciências Sociais, mestre e bacharel em Ciências Sociais pela Unifesp (bolsista CAPES).
*Jéssica Paifer - graduanda em Ciências Sociais na Unifesp (bolsista extensão PIBEX/Unifesp).
*Gustavo Lemos - doutorando (projeto de doutorado para a FAPESP) em Ciências Sociais na Unifesp; mestre e graduado em Música pela Unicamp (bolsista CAPES).
*Silvana Leodoro - doutoranda em Ciências Sociais na Unifesp (bolsista CAPES).
*Rafael Malhão - graduado em Ciências Sociais (UFRGS) mestre e doutor em Sociologia (Unicamp.).
===Atividades===
'''Ciclo de co-formação "Tecnopolíticas, Cosmopolíticas: ciência, tecnologia e práticas de conhecimento na produção de mundos"'''
O ciclo de co-formação é um espaço de compartilhamento de uma bibliografia comum, discussão, delimitação de problemas que elas suscitam e que possam construir uma agenda de pesquisa no percurso. A ideia é que possamos documentar cada encontro, assim como compartilhar os estudos sobre os textos provocando novas conversas e perguntas em um site para divulgação. O ciclo será tanto um espaço de estudo como de adensamento de problemas de pesquisa.
'''Podcast'''
Entrevistas coletivas com convidades que possam trazer tanto reflexões sobre suas pesquisas no que diz respeito à agenda do plantationoceno como também experiências coletivas de lutas e produção de conhecimento do Comum.
'''Publicação web contínua e boletim mensal'''
Textos curtos ou entrevistas produzidos por pesquisadores do Pimentalab e convidades que possam construir diálogos entre as referências teóricas compartilhadas entre nós e problemas/controvérsias práticas e atuais no que diz respeito à agenda do extrativismo ampliado: acompanhamento de movimentações dos atores das Big Tech; acompanhamento dos atores das tecnologias de vigilância, do agronegócio e da chamada "economia de plataforma"; acompanhamento das controvérsias do campo tecno-científico mais ligado à pandemia: vacinas, indústria farmacêutica e políticas sanitárias; acompanhamento das ações coletivas, novos arranjos associativos, movimentos sociais que fazem frente o regime do extrativismo ampliado.
'''Webinar'''
"Criar possíveis no Plantationoceno: ciência, política e as lutas coletivas no tempo das catástrofes"
Produção de um webinar aberto ao público composto por um ciclo de 4 encontros com convidados que possam ser provocados pela agenda da nossa pesquisa.
'''Reuniões de Pesquisa'''
Reuniões de pesquisa para o desenvolvimento, escrita e debate das questões que compõem a agenda de pesquisa, acompanhamento de temas e discussões teóricas.
'''Produção multimídia e audiovisual'''
Produção multimídia que inclui o site e produção audiovisual e documentação do processo e resultados parciais da pesquisa, possíveis cartografias de práticas, zonas de conflitualidades e proposições que delas vem emergindo.
==Pesquisa==
===Levantamento Bibliografico===
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===Eixos Temáticos e Casos Empíricos===
====Bens comuns e bens ambientais====
*Espectro eletromagnético: de elemento natural a elemento sociotécnico. Caso do Movimento Espectro Aberto e Digitalização.
====Educação, Conhecimento, Ciência e Cultura====
*Educação, tecnologias e subjetivação neoliberal
*Ciência, dados e conhecimento tradicionais: ciência aberta, acesso ao conhecimento e os dilemas da abertura.
*Memória, gestão da informação
Bigtechs, Tecnologias Educacionais e Dados Pessoais. Relatório da HRW: https://www.hrw.org/report/2022/05/25/how-dare-they-peep-my-private-life/childrens-rights-violations-governments
Ben Williamson https://orcid.org/0000-0001-9356-3213 Ver o dossie: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/17439884.2023.2167830
Neil Selwyn - @Neil_Selwyn sociology of education + digital | Monash University | current interests: data, automation, AI, facial recognition, digital degrowth & eco-justice - https://research.monash.edu/en/persons/neil-selwyn
Juliana E. Raffaghelli - Investigador – Grupo de Investigación Edul@b - Universitat Oberta de Catalunya:
https://jraffaghelli.com/
Ação Educação e Nucleo de Tecnologias Digitais: https://tecla.org.br/
Educação Antiracista e Tecnologias: https://projetoseta.org.br/
Projeto relevante: https://educationdatafutures.digitalfuturescommission.org.uk/
UNESCO. Declaração mundial sobre educação para todos e plano de ação para satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem. Jomtien, Tailândia: UNESCO, 1990.
UNESCO. Consenso de Beijing: sobre a inteligência artificial e a educação. Unesco: Paris, 2019. Disponível em: < https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000372249>. Acesso em: 20 abr. 2022.304
UNESCO. TIC na educação do Brasil. Unesco, 2019. Disponível em: <http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/communication-and-information/digital-transforma-tion-and-innovation/ict-in-education/ >. Acesso em: 27 jul. 2019a.
UNESCO. Educação: do fechamento das escolas à recuperação. Unesco. Disponível em: <https://www.unesco.org/pt/covid-19/education-response>. Acesso em: 20 nov. 2020.
UNESCO. Reimagining our futures together: a new social contract for education. Paris: Unesco, 2021. Disponível em: <https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000379707> .Acesso em: 25 nov. 2021.
BID; HOLONIQ. Relatório Tecnología educativa en América Latina y el Caribe. [S.
L.]: BID e HolonIQ, 2021. 116 p. E-book.
MORI, L.; CORDEIRO, M. Distrito Edtech Report 2022. [S. L.]: Distrito, 2022. 49 p. E-book.
====Extrativismo Informacional, Cognitivo====
*Dataficação, produção e coleta de dados de processos naturais em territórios.
*Conhecimentos tradicionais e propriedade intelectual.
https://labs.rs/en/
https://extractivism.online/
====Produção de alimentos, agronegócio e Bigtechs====
Plataformização: coleta de dados + venda de insumos + suporte técnico + financiamento + logística compra-venda.
*Jim Thomas is the research director at ETC Group, which has over 25 years international experience tracking the impact of emerging technologies on human rights, biodiversity, equity and food systems: https://www.etcgroup.org/
Video: Agricultura Digital, Bigtech: https://www.youtube.com/watch?v=snYD7X3edMs
Programa: How Tech is Remaking the Food System: https://open.spotify.com/episode/1NDmz66Vcbq0BoPHmqogaL
*Marijane Lisboa, coordenadora do curso de Ciências Socioambientais da PUC-SP. Transgenicos, plataformização agronegócio, Vinculo com https://www.grain.org
====Ambiente, Tecnologia, twiin transition, natureza como recurso material e energético====
*Cadeia produtiva dos materiais eletrônicos
*Datacenters: energia elétrica e água
*Lixo eletrônico
Criptomoedas e Energia no Paraguai: https://www.tedic.org/lanzamiento-de-investigacion-energia-y-criptomonedas-en-paraguay-a-quienes-beneficia-nuestra-energia-barata/
https://www.terrestres.org/2018/10/09/extraire-consommer-detruire-voyage-geopolitique-en-entropie/
Mapa data center e cabos: http://newcloudatlas.org/#3/39.80/-30.60
Jader Gama, pesquisador do Núcleo de Altos Estudos da Amazônia da UFPA
Entrevista Podcast Tecnopolítica - A Amazônia e o Novo Colonialismo Digital: https://open.spotify.com/episode/2ZhbyKwM7jU2wKYVWjiVBf
Tese Dotorado: ECONOMIA DO CONHECIMENTO E CAPITALISMO DE VIGILÂNCIA:Contribuições amazônicas para a inovação digital: https://www.ppgdstu.propesp.ufpa.br/ARQUIVOS/Dissertacoes/JADER%20RIBEIRO%20GAMA.pdf
*Zane Griffin Talley Cooper: Critical Infrastructure Studies | STS | Mining & Extraction | Global Communication | Environmantal & Energy Humanities | VR Ethnography: https://www.zanegriffintalleycooper.com/
*Sebastián Lehuedé - @s_lehuede - Tech & global social justice. Current research: the geopolitics of digital rights. Postdoc @CGHR_Cambridge
*Clement Marquet
*LOPEZ, Fanny. À bout de flux. Ed.Divergences, 2022. Eletricidade, Digital, Urbano, produção do espaço, recursos, arquitetura sociotécnica: https://ensa-paris-est.academia.edu/FannyLopez
https://lundi.am/Le-pouvoir-des-infrastructures
*DUBEY, Gérard et JOUVANCOURT, Pierre de.
*Alessandra Renzi (Concordia): https://repurposing-research.org/About-1
https://repurposing-research.org/Digital-Divides-Report-2022
*Shannon Mattern: https://wordsinspace.net/
*Gauthier Roussilhe: https://gauthierroussilhe.com/
*Mel Hogan: https://www.melhogan.com/
Critical Studies of the Cloud: https://www.criticalstudiesofthe.cloud/
*Julia Velkova: http://juliavelkova.org/
Bits and Energy: http://juliavelkova.org/megabytes-vs-megawatts-data-vs-energy/
Special Issue: Data centers and the infrastructural temporalities of digital media: https://journals.sagepub.com/toc/nmsa/25/2
====Transição Energética====
The twin green & digital transition: How sustainable digital technologies could enable a carbon-neutral EU by 2050: https://joint-research-centre.ec.europa.eu/jrc-news-and-updates/twin-green-digital-transition-how-sustainable-digital-technologies-could-enable-carbon-neutral-eu-2022-06-29_en
Roussilhe, Gautiher. A Tale of Twin Transitions: How Did We Come to Think That Digitization and Sustainability Go Hand in Hand. IN A. Barichella, J. Yada (eds.), The Palgrave Handbook of Cybersecurity, Technologies and Energy Transitions, Palgrave Studies in Energy Transitions, https://doi.org/10.1007/978-3-031-04196-9_48-1
====Inteligencia Artificial e Bigdata====
Feminismo e IA:
*https://notmy.ai/
*https://www.derechosdigitales.org/wp-content/uploads/Fair_Doc_Esp.pdf
*https://feminismia.com/
*https://www.feminist.ai/
*Feminist AI Research Network - FAIR: https://aplusalliance.org/en
Nuvem:
*Critical Studies of the Cloud: https://www.criticalstudiesofthe.cloud/
IA and OpenSource
*https://ai.waikato.ac.nz/
*Algorith Watch Organization: https://algorithmwatch.org/en/
Saúde, SUS, Medicina de Dados
*https://ela-ia.org/in%C3%ADcio
*Luiz Viana e Leandro Modolo: Um breve ensaio sobre a medicina em devir: https://outraspalavras.net/outrasaude/um-breve-ensaio-sobre-a-medicina-em-devir/
*IA e Políticas Nacionais de Inovação
João Ricardo Penteado Lopes da Silva. Ver dissertação mestrado: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/70938/1/2022_dis_jrplsilva.pdf
*Decolonize AI: https://www.decolonizai.com/
*https://ainowinstitute.org/
====Soberania e Autonomia Informacional/Tecnológica====
Indígena:
*Maori Data Soveireignty Network: https://www.temanararaunga.maori.nz/
https://twitter.com/MaoriDSov
*GIDA - Global Indigenous Data Alliance: https://www.gida-global.org
Soberania Informacional e Imperialismo:
*Afonso de Albuquerque - UFF: https://www.researchgate.net/profile/Afonso-Albuquerque-2
Infraestrutura Digital Democrática: https://thenextsystem.org/democratic-digital-infrastructure
Democracy Collaborative: https://democracycollaborative.org
====Tecnologias Sob outras logicas====
https://computingwithinlimits.org
https://openforfuture.org/
https://opensustain.tech/
http://solarprotocol.net/
https://solar.lowtechmagazine.com/
====Direitos Humanos, Lutas Socioambientais, TICs e Dados====
https://techforforests.org
https://www.digital-democracy.org/blog/security-report
http://lab.digital-democracy.org/storymap-digidem
https://www.digital-democracy.org/mapeo
https://terrastories.app/
https://www.forestpeoples.org/en/partner/chepkitale-indigenous-peoples-development-project-cipdp
https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/
====Arte e Tecnologia====
*Caroline Sinders: I have been examining the intersections of technology’s impact in society, interface design, artificial intelligence, abuse, and politics in digital, conversational spaces. I’m the founder of Convocation Design + Research, an agency focusing on the intersections of machine learning, user research, designing for public good, and solving difficult communication problems: https://carolinesinders.com/
====Ontologias Politicas====
*Emmanuel Biset: https://cordoba.academia.edu/EmmanuelBiset
*Mario Blaser: https://mun.academia.edu/MarioBlaser
===Atores Coletivos, Organizações e Movimentos Sociais===
*Forum das Comunidades Tradicionais: https://www.preservareresistir.org/
*Observatório dos Territórios Saudáveis e Sustentáveis - OTSS: https://www.otss.org.br/
*Futuros Indígenas: http://futurosindigenas.org
*Sursiendo (Chiapas): http://sursiendo.org
*Sulá Batsu Cooperativa (Costa Rica): https://www.sulabatsu.com/
*Tech Works Climate Change: https://climateaction.tech/
*Forum Social Internet - Argentina/Latino America: https://al.internetsocialforum.net/
*Design Justice Network: https://designjustice.org/
*May First Movement Technology: https://mayfirst.coop/en/
*Conexo - América Latina (tecnologias para ativistas e jornalistas investigativos): https://conexo.org/
*TEDIC (América do Sul): trabajamos en la defensa y promoción de derechos humanos en entornos digitales con foco en desigualdades de género y sus intersecciones: https://www.tedic.org/
*Associação Internacional para Cooperação Popular (Baobá): https://baobab.iapc.group/pt/
*Derechos Digitales es una organización de alcance latinoamericano, independiente y sin fines de lucro, fundada en 2005 y que tiene como objetivo fundamental el desarrollo, la defensa y la promoción de los derechos humanos en el entorno digital: https://www.derechosdigitales.org
===Mapeamento de Grupos de Pesquisa===
====Infraestruturas, Meio Ambiente e Digitalização====
*Critical Infrastructure Lab: https://www.criticalinfralab.net/
https://www.tierracomun.net
https://continenteufmg.com
https://www.dataterritories.net/
https://www.territorialagency.com/
*Environmental Media Lab: https://environmentalmedialab.com/
*Sussex Humanities Lab: tecnologia, meio ambiente: https://twitter.com/SussexHumsLab
*UAB (Barcelona): Institute of Environmental Science and Technology (ICTA-UAB) - https://portalrecerca.uab.cat/en/organisations/institute-of-environmental-science-and-technology-icta-uab
*Laboratorio Interdisciplinar Ambiente, Bigdata, Inteligencia Artificial: http://ideal.ufpb.br/pt/
*Geographies of Digital Wasting: https://www.geographiesofdigitalwasting.com/
*Green Screen Coalition: https://greenscreen.network/en/
*TIP - Technologies in Practice (Holanda): https://tip.itu.dk/
*Geocomunes: https://geocomunes.org/
*Source Material - (grupo de jornalismo investigativo sobre Meio Ambiente, Democracia e Corporações): https://www.source-material.org/
*Tramas (conflitos socioambientais e tecnologias): https://tramas.digital/pt/
====C&T&I&D====
https://apropiaciondetecnologias.com/
http://www.itd.upm.es/?lang=en
https://steps-centre.org/
http://www.cyted.org
https://redescts.wordpress.com
====Brasil - ESCT====
https://www.laspa.slg.br/
https://www.medialab.ufg.br
https://sociologiassociativa.wordpress.com
https://labtts.wordpress.com
http://antropologiadascoisas.blogspot.com.br
https://cteme.wordpress.com/cteme
https://gregsifch.wordpress.com/
https://medium.com/r-est
https://gtec.substack.com (Grupo de Estudos em Filosofia e História da Técnica)
https://www.geict.com.br/
====Filosofia Tecnologia====
Anthropocene Curriculum: https://www.anthropocene-curriculum.org/
Arqueologias del Porvenis: https://arqueologiasdelporvenir.com.ar/
http://philosophyandtechnology.network
Social Epistemology Review and Reply Collective: https://social-epistemology.com
Institute for Interdisciplinary Research into the Anthropocene: https://iiraorg.com/
====Design e Transição Societal====
*Collectif Internation: https://internation.world/
http://web.emn.fr/x-de/cts-pdl
https://transitionsnetwork.org
https://www.desisnetwork.org
http://ladaesdi.com/index.html
https://ladaesdi.wordpress.com
http://depts.washington.edu/tatlab/blog
====Transição Energética====
Strategic foresight: https://commission.europa.eu/strategy-and-policy/strategic-foresight_en
====Pesquisa-ação====
http://www.redcimas.org
https://www.clacso.org.ar/grupos_trabajo/detalle_gt.php?ficha=1283&idioma=&s=5
====Urbano====
http://www.labcidade.fau.usp.br
http://praxis.arq.ufmg.br
http://eutropian.org
https://jararacalab.org
Comum - Grupo Estudos: https://pt.wikiversity.org/wiki/Comum_-_Grupo_de_Estudos
====Socioambiental====
http://www.nepam.unicamp.br/commons
https://ejatlas.org/
https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/
Geocomunes: https://geocomunes.org/
====Biologia====
The Conservation Culturomics (ConsCult) Working Group: https://conbio.org/groups/working-groups/conservation-culturomics
====Saude Digital====
*Odisseia - Observatório de Desenvolvimento e Desigualdades em Saúde e Inteligência Artificial https://bioeticaediplomacia.org/odisseia/
====Sociedade Informação====
http://www.networkedlabour.net
https://www.giswatch.org
http://www.dcssproject.net
http://www.ucl.ac.uk/global-social-media
https://www.lavits.org
====Ciberpolítica e Políticas do/no Digital====
https://colab-uff.github.io/ddoslab/
====Engenharia Crítica, Ecológica e Justiça Social====
*http://esjp.org
*http://www.unicamp.br/fea/ortega
*Laboratório de Cidadania e Tecnologia Social - ITA: https://www.labcts.org/
*Humanitarian Engineering Program - Colorado School of Mines: https://humanitarian.mines.edu/
*Humanitarian Engineering - Australia: https://cecs.anu.edu.au/current-students/opportunities-and-projects/humanitarian-engineering
====Trabalho, Plataformas, Algoritmos====
*https://cooperativismodeplataforma.com.br/
====Tecnoativismo====
*https://sursiendo.org/
===Podcasts de interesse===
*Vozes do Território: https://open.spotify.com/show/4zq9v5i9pvM3x7B8FNEJZm
*Futuros Indígenas: https://open.spotify.com/user/p7ktc1wallrebfvvgjyx74gd6
*Tecnopolítica: https://open.spotify.com/show/55uTHZA0rs7ue5ajEJN9wp
*Tech Won't Save Us: https://open.spotify.com/show/3UhsI7s4bkH1FcMZI5u9iD?si=b5e391162ae24fa3
*Lundi Soir: https://open.spotify.com/show/0DADpyuEiqa7EV9HAQGzip?si=d7c469499ea94b08
*The Human Show Innovation Through Social Sciences: https://open.spotify.com/show/1Cl0AFBpaHLPjScxzF8hUt?si=97ca37a9658a432d
===Revistas===
*Tapuya: Latin American Science, Technology and Society: https://www.tandfonline.com/toc/ttap20/current
*Technosphere: https://technosphere-magazine.hkw.de/
*Science, Technology, & Human Values: https://journals.sagepub.com/home/sth
*Engaging Science, Technology and Society: https://estsjournal.org/index.php/ests
*Heliotrope: https://www.heliotropejournal.net/
*Shifter (Portugal): https://shifter.pt/
*Lundi Matin: https://lundi.am/
*Terrestres: https://www.terrestres.org/
*Logic: https://logicmag.io/
*Technosphere: https://technosphere-magazine.hkw.de/
*El Salto - https://www.elsaltodiario.com/atenea_cyborg
*E-flux: https://www.e-flux.com
*Revista Supernova: https://revistasupernova.com
6b64qvxfwnjvhal89h9hiokp7su6kj2
183012
183011
2026-05-29T23:21:18Z
Opensocialsciences
4085
/* Infraestruturas, Meio Ambiente e Digitalização */
183012
wikitext
text/x-wiki
==Sobre==
'''Tĩtulo''': Tecnoceno, Hegemonia Cibernética e Lutas Cosmotécnicas
'''Pesquisador Responsável''': Henrique Zoqui Martins Parra
===Resumo da proposta===
Pretendemos construir uma agenda de pesquisa coletiva sobre as novas formas do extrativismo ampliado face à conjunção do que tem sido chamado plantationoceno/capitaloceno/tecnoceno. Como problemática estruturante da investigação, nos perguntamos tanto sobre a configuração dos novos regimes cibernéticos e tecnologias de extração - impulsionados pelo momento pandêmico de confinamento - como o que poderia ser também uma perspectiva tecnopolítica decolonial que percorra as reflexões sobre "decrescimento", "pós-crescimento", as alternativas às imaginações do "progressismo", do "solucionismo" e do "aceleracionismo" que apresentam-se como horizonte da governamentalidade do capitalismo pós-pandêmico. No percurso investigativo, desejamos delimitar um campo transdisciplinar que faz confluir práticas de conhecimento da produção científica e filosófica junto às lutas sociais em curso e os repertórios de conhecimentos que essas experiências têm produzido. Para além da organização de um campo de embates teóricos e produções de reflexão mais situadas na América Latina, pretendemos também identificar zonas de conflitualidades emergentes nas quais dissensões ontológicas e políticas emergem na defesa e sustentação do Comum a partir de redes heterogêneas entre humanos, outros que humanos, arranjos sociotécnicos, territórios, infraestruturas e o mundo vivo. Naomi Klein vem falando sobre o "capitalismo do desastre" para compreender as ofensivas que reconfiguram radicalmente nosso mundo depois de eventos críticos (ecológicos ou não) e contando com um tecido democrático corroído para apresentar "o desejo declarado por uma pureza intangível, por um espaço vazio onde construir uma sociedade-modelo constantemente reelaborada" (Klein, 2008: 30).
O "capitalismo do desastre" depende, entretanto, de centros de produção de conhecimento e tecnologias - Klein mostra, por exemplo, como a Universidade de Chicago funcionou como uma "ferramenta da política externa dos EUA" durante as décadas de 50/60. Agora, diante da crise pandêmica, segundo Klein, trata-se da escalada de um “Screen New Deal” protagonizado pelas megacorporações da BigTech e novos centros de produção de conhecimento e tecnologias que concorrem na disputa pelas infraestruturas, desenhos, práticas de conhecimento e técnicas de governamentalidade que vão conformando a vida social e as imaginações democráticas em uma aliança inédita entre estados e corporações de tecnologia. Segundo a autora: "o futuro que está surgindo à medida que os cadáveres ainda se acumulam está tratando nossas últimas semanas de isolamento não como uma necessidade dolorosa para salvar vidas, mas como um laboratório vivo para um futuro permanente — e altamente lucrativo — sem contato físico" (Klein, 2020).
===Breve contextualização===
Durante o ano de 2020, investigamos com a Zona de Contágio o acontecimento pandêmico como uma inflexão/bifurcação ontoepistemológica que reconfigura ou evidencia tanto a crise dos regimes de conhecimento (Guerra de Ciências) como também as zonas de conflitualidades (territoriais, ontológicas, cosmológicos, cosmotécnicas) no curso do que Latour chamou de Guerra de Mundos. Entre conversas, leituras compartilhadas e criação coletiva de uma investigação desde o ponto de vista do confinamento, pudemos construir algumas perguntas que gostaríamos de retomar aqui como problemas de pesquisa:
Quais as dissensões que apresentam-se em torno de imaginações/proposições de transformação e transição societal diante da emergência climática/sanitária/ecológica? Quais as "verdades inconvenientes" que emergem com a crise ecológica e sanitária e como elas deslocam as dualidades e separações entre ciência e política, natureza e cultura, biologia e tecnologia? Quais as práticas de conhecimento que hoje estão produzindo evidências, repertoriando alternativas e produzindo possíveis frente às forças e dispositivos do extrativismo ampliado próprios do plantationoceno? Quais as formas pelas quais o Comum é reconhecido, reivindicado, visibilizado ou produzido? Quais são as formas e localizações dessas reconfigurações de conflitualidades e dissensos que partem da constatação de que a Política não é mais apenas domínio dos humanos e a Natureza não é mais exclusivamente o domínio dos não-humanos? Como as zonas de conflitualidades emergentes fabricam seus antagonismos a partir das relações de composição entre humanos e não-humanos (incluindo tanto outras criaturas viventes, como a própria atmosfera, terra, rios e também arranjos sociotécnicos, ciência, tecnologia e infraestruturas)? Quais as formas de expressão dessas conflitualidades em suas tramas heterogêneas e que situam os choques e fricções entre formas do extrativismo ampliado, de um lado, e as formas de invenção ou defesa do Comum, de outro?
Investigar como os arranjos sociotécnicos adquirem força política na sustentação de modos de vida; Analisar as tensões sobre perspectivas tecnológicas e o pluralismo técnico reivindicado por coletividades que interrogam a monocultura tecnocientífica; seja da terra ou do ambiente informacional que hoje conduz nossas vidas e territórios; Refletir sobre a trama saber-poder-tecnologia na atualização das formas coloniais de produção do presente e dos cenários futuros sob disputa. É possível falar em tecnologias do Comum? O que isso significa? Como delinear essas experiências práticas? Como a experiência pandêmica alterou os horizontes/práticas/repertótios de coletividades dissidentes no terreno das lutas?
Cada contexto histórico é marcado por uma configuração entre os tipos de máquinas/tecnologias de comunicação; as formas de conhecer; as formas de exercício de poder e as relações econômicas de produção e trabalho. Mbembe, em seu livro Brutalismo, indica a necessidade de pensarmos a partir do devir-artificial da humanidade. A tecnoesfera (ou o tecnoceno cf. Martins) - a ordem técnica do mundo - hoje adquire uma força descomunal na confluência do capitalismo, da tecnociência, da financeirização, da militarização e do extrativismo.
O plantationoceno parece nos oferecer uma localização geo-histórica que retoma o evento da conquista colonial em seu aparato ontoepistêmico conjugado aos arranjos sócio-técnicos e bioculturais que operam dispositivos de extração, domesticação e conversão do vivo em recurso. Tal configuração, que se constitui como força geológica, logrou associar o excepcionalismo humano com o regime binário e heterossexualista, também com os modos tecno-securitários de cercamento proprietário e vigilantismo racializado, constitutivos da monocultura intensiva e suas formas de governo da vida. Partimos então do plantationoceno para pensar e co-criar uma agenda de pesquisa que renove a investigação sobre os modos de expansão do que chamamos extrativismo ampliado nas interfaces entre tecnologias da extração, cibernética, nos regimes de sexo-gênero e no vigilantismo racializado, por outro lado, pensar como as relações de interdependência que produzem, sustentam e visibilizam o Comum e a vida entre humanos e outros que humanos vem construindo evidências, tecnologias, repertórios de lutas e ações coletivas.
===Equipe===
*Henrique Parra - professor associado Unifesp, doutor educação (Unicamp); mestre em Sociologia (USP); bacharel em Ciências Sociais (USP).
*Alana Moraes - doutora em antropologia UFRJ-Museu Nacional, mestre em Antropologia e bacharel em Ciências Sociais pela UFRJ.
*Bru Pereira - doutoranda em Ciências Sociais, mestre e bacharel em Ciências Sociais pela Unifesp (bolsista CAPES).
*Jéssica Paifer - graduanda em Ciências Sociais na Unifesp (bolsista extensão PIBEX/Unifesp).
*Gustavo Lemos - doutorando (projeto de doutorado para a FAPESP) em Ciências Sociais na Unifesp; mestre e graduado em Música pela Unicamp (bolsista CAPES).
*Silvana Leodoro - doutoranda em Ciências Sociais na Unifesp (bolsista CAPES).
*Rafael Malhão - graduado em Ciências Sociais (UFRGS) mestre e doutor em Sociologia (Unicamp.).
===Atividades===
'''Ciclo de co-formação "Tecnopolíticas, Cosmopolíticas: ciência, tecnologia e práticas de conhecimento na produção de mundos"'''
O ciclo de co-formação é um espaço de compartilhamento de uma bibliografia comum, discussão, delimitação de problemas que elas suscitam e que possam construir uma agenda de pesquisa no percurso. A ideia é que possamos documentar cada encontro, assim como compartilhar os estudos sobre os textos provocando novas conversas e perguntas em um site para divulgação. O ciclo será tanto um espaço de estudo como de adensamento de problemas de pesquisa.
'''Podcast'''
Entrevistas coletivas com convidades que possam trazer tanto reflexões sobre suas pesquisas no que diz respeito à agenda do plantationoceno como também experiências coletivas de lutas e produção de conhecimento do Comum.
'''Publicação web contínua e boletim mensal'''
Textos curtos ou entrevistas produzidos por pesquisadores do Pimentalab e convidades que possam construir diálogos entre as referências teóricas compartilhadas entre nós e problemas/controvérsias práticas e atuais no que diz respeito à agenda do extrativismo ampliado: acompanhamento de movimentações dos atores das Big Tech; acompanhamento dos atores das tecnologias de vigilância, do agronegócio e da chamada "economia de plataforma"; acompanhamento das controvérsias do campo tecno-científico mais ligado à pandemia: vacinas, indústria farmacêutica e políticas sanitárias; acompanhamento das ações coletivas, novos arranjos associativos, movimentos sociais que fazem frente o regime do extrativismo ampliado.
'''Webinar'''
"Criar possíveis no Plantationoceno: ciência, política e as lutas coletivas no tempo das catástrofes"
Produção de um webinar aberto ao público composto por um ciclo de 4 encontros com convidados que possam ser provocados pela agenda da nossa pesquisa.
'''Reuniões de Pesquisa'''
Reuniões de pesquisa para o desenvolvimento, escrita e debate das questões que compõem a agenda de pesquisa, acompanhamento de temas e discussões teóricas.
'''Produção multimídia e audiovisual'''
Produção multimídia que inclui o site e produção audiovisual e documentação do processo e resultados parciais da pesquisa, possíveis cartografias de práticas, zonas de conflitualidades e proposições que delas vem emergindo.
==Pesquisa==
===Levantamento Bibliografico===
====Bibliografia inicial====
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Bratton, B. H. (2015). The Stack: On Software and Sovereignty. Cambridge: MIT Press.
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====Bibliografia Tecnologias, Extrativismo, Recursos, Meio Ambiente====
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====Bibliografia Antropoceno, Tecnoceno, Capitaloceno, Plantationceno====
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===Eixos Temáticos e Casos Empíricos===
====Bens comuns e bens ambientais====
*Espectro eletromagnético: de elemento natural a elemento sociotécnico. Caso do Movimento Espectro Aberto e Digitalização.
====Educação, Conhecimento, Ciência e Cultura====
*Educação, tecnologias e subjetivação neoliberal
*Ciência, dados e conhecimento tradicionais: ciência aberta, acesso ao conhecimento e os dilemas da abertura.
*Memória, gestão da informação
Bigtechs, Tecnologias Educacionais e Dados Pessoais. Relatório da HRW: https://www.hrw.org/report/2022/05/25/how-dare-they-peep-my-private-life/childrens-rights-violations-governments
Ben Williamson https://orcid.org/0000-0001-9356-3213 Ver o dossie: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/17439884.2023.2167830
Neil Selwyn - @Neil_Selwyn sociology of education + digital | Monash University | current interests: data, automation, AI, facial recognition, digital degrowth & eco-justice - https://research.monash.edu/en/persons/neil-selwyn
Juliana E. Raffaghelli - Investigador – Grupo de Investigación Edul@b - Universitat Oberta de Catalunya:
https://jraffaghelli.com/
Ação Educação e Nucleo de Tecnologias Digitais: https://tecla.org.br/
Educação Antiracista e Tecnologias: https://projetoseta.org.br/
Projeto relevante: https://educationdatafutures.digitalfuturescommission.org.uk/
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UNESCO. Reimagining our futures together: a new social contract for education. Paris: Unesco, 2021. Disponível em: <https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000379707> .Acesso em: 25 nov. 2021.
BID; HOLONIQ. Relatório Tecnología educativa en América Latina y el Caribe. [S.
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MORI, L.; CORDEIRO, M. Distrito Edtech Report 2022. [S. L.]: Distrito, 2022. 49 p. E-book.
====Extrativismo Informacional, Cognitivo====
*Dataficação, produção e coleta de dados de processos naturais em territórios.
*Conhecimentos tradicionais e propriedade intelectual.
https://labs.rs/en/
https://extractivism.online/
====Produção de alimentos, agronegócio e Bigtechs====
Plataformização: coleta de dados + venda de insumos + suporte técnico + financiamento + logística compra-venda.
*Jim Thomas is the research director at ETC Group, which has over 25 years international experience tracking the impact of emerging technologies on human rights, biodiversity, equity and food systems: https://www.etcgroup.org/
Video: Agricultura Digital, Bigtech: https://www.youtube.com/watch?v=snYD7X3edMs
Programa: How Tech is Remaking the Food System: https://open.spotify.com/episode/1NDmz66Vcbq0BoPHmqogaL
*Marijane Lisboa, coordenadora do curso de Ciências Socioambientais da PUC-SP. Transgenicos, plataformização agronegócio, Vinculo com https://www.grain.org
====Ambiente, Tecnologia, twiin transition, natureza como recurso material e energético====
*Cadeia produtiva dos materiais eletrônicos
*Datacenters: energia elétrica e água
*Lixo eletrônico
Criptomoedas e Energia no Paraguai: https://www.tedic.org/lanzamiento-de-investigacion-energia-y-criptomonedas-en-paraguay-a-quienes-beneficia-nuestra-energia-barata/
https://www.terrestres.org/2018/10/09/extraire-consommer-detruire-voyage-geopolitique-en-entropie/
Mapa data center e cabos: http://newcloudatlas.org/#3/39.80/-30.60
Jader Gama, pesquisador do Núcleo de Altos Estudos da Amazônia da UFPA
Entrevista Podcast Tecnopolítica - A Amazônia e o Novo Colonialismo Digital: https://open.spotify.com/episode/2ZhbyKwM7jU2wKYVWjiVBf
Tese Dotorado: ECONOMIA DO CONHECIMENTO E CAPITALISMO DE VIGILÂNCIA:Contribuições amazônicas para a inovação digital: https://www.ppgdstu.propesp.ufpa.br/ARQUIVOS/Dissertacoes/JADER%20RIBEIRO%20GAMA.pdf
*Zane Griffin Talley Cooper: Critical Infrastructure Studies | STS | Mining & Extraction | Global Communication | Environmantal & Energy Humanities | VR Ethnography: https://www.zanegriffintalleycooper.com/
*Sebastián Lehuedé - @s_lehuede - Tech & global social justice. Current research: the geopolitics of digital rights. Postdoc @CGHR_Cambridge
*Clement Marquet
*LOPEZ, Fanny. À bout de flux. Ed.Divergences, 2022. Eletricidade, Digital, Urbano, produção do espaço, recursos, arquitetura sociotécnica: https://ensa-paris-est.academia.edu/FannyLopez
https://lundi.am/Le-pouvoir-des-infrastructures
*DUBEY, Gérard et JOUVANCOURT, Pierre de.
*Alessandra Renzi (Concordia): https://repurposing-research.org/About-1
https://repurposing-research.org/Digital-Divides-Report-2022
*Shannon Mattern: https://wordsinspace.net/
*Gauthier Roussilhe: https://gauthierroussilhe.com/
*Mel Hogan: https://www.melhogan.com/
Critical Studies of the Cloud: https://www.criticalstudiesofthe.cloud/
*Julia Velkova: http://juliavelkova.org/
Bits and Energy: http://juliavelkova.org/megabytes-vs-megawatts-data-vs-energy/
Special Issue: Data centers and the infrastructural temporalities of digital media: https://journals.sagepub.com/toc/nmsa/25/2
====Transição Energética====
The twin green & digital transition: How sustainable digital technologies could enable a carbon-neutral EU by 2050: https://joint-research-centre.ec.europa.eu/jrc-news-and-updates/twin-green-digital-transition-how-sustainable-digital-technologies-could-enable-carbon-neutral-eu-2022-06-29_en
Roussilhe, Gautiher. A Tale of Twin Transitions: How Did We Come to Think That Digitization and Sustainability Go Hand in Hand. IN A. Barichella, J. Yada (eds.), The Palgrave Handbook of Cybersecurity, Technologies and Energy Transitions, Palgrave Studies in Energy Transitions, https://doi.org/10.1007/978-3-031-04196-9_48-1
====Inteligencia Artificial e Bigdata====
Feminismo e IA:
*https://notmy.ai/
*https://www.derechosdigitales.org/wp-content/uploads/Fair_Doc_Esp.pdf
*https://feminismia.com/
*https://www.feminist.ai/
*Feminist AI Research Network - FAIR: https://aplusalliance.org/en
Nuvem:
*Critical Studies of the Cloud: https://www.criticalstudiesofthe.cloud/
IA and OpenSource
*https://ai.waikato.ac.nz/
*Algorith Watch Organization: https://algorithmwatch.org/en/
Saúde, SUS, Medicina de Dados
*https://ela-ia.org/in%C3%ADcio
*Luiz Viana e Leandro Modolo: Um breve ensaio sobre a medicina em devir: https://outraspalavras.net/outrasaude/um-breve-ensaio-sobre-a-medicina-em-devir/
*IA e Políticas Nacionais de Inovação
João Ricardo Penteado Lopes da Silva. Ver dissertação mestrado: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/70938/1/2022_dis_jrplsilva.pdf
*Decolonize AI: https://www.decolonizai.com/
*https://ainowinstitute.org/
====Soberania e Autonomia Informacional/Tecnológica====
Indígena:
*Maori Data Soveireignty Network: https://www.temanararaunga.maori.nz/
https://twitter.com/MaoriDSov
*GIDA - Global Indigenous Data Alliance: https://www.gida-global.org
Soberania Informacional e Imperialismo:
*Afonso de Albuquerque - UFF: https://www.researchgate.net/profile/Afonso-Albuquerque-2
Infraestrutura Digital Democrática: https://thenextsystem.org/democratic-digital-infrastructure
Democracy Collaborative: https://democracycollaborative.org
====Tecnologias Sob outras logicas====
https://computingwithinlimits.org
https://openforfuture.org/
https://opensustain.tech/
http://solarprotocol.net/
https://solar.lowtechmagazine.com/
====Direitos Humanos, Lutas Socioambientais, TICs e Dados====
https://techforforests.org
https://www.digital-democracy.org/blog/security-report
http://lab.digital-democracy.org/storymap-digidem
https://www.digital-democracy.org/mapeo
https://terrastories.app/
https://www.forestpeoples.org/en/partner/chepkitale-indigenous-peoples-development-project-cipdp
https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/
====Arte e Tecnologia====
*Caroline Sinders: I have been examining the intersections of technology’s impact in society, interface design, artificial intelligence, abuse, and politics in digital, conversational spaces. I’m the founder of Convocation Design + Research, an agency focusing on the intersections of machine learning, user research, designing for public good, and solving difficult communication problems: https://carolinesinders.com/
====Ontologias Politicas====
*Emmanuel Biset: https://cordoba.academia.edu/EmmanuelBiset
*Mario Blaser: https://mun.academia.edu/MarioBlaser
===Atores Coletivos, Organizações e Movimentos Sociais===
*Forum das Comunidades Tradicionais: https://www.preservareresistir.org/
*Observatório dos Territórios Saudáveis e Sustentáveis - OTSS: https://www.otss.org.br/
*Futuros Indígenas: http://futurosindigenas.org
*Sursiendo (Chiapas): http://sursiendo.org
*Sulá Batsu Cooperativa (Costa Rica): https://www.sulabatsu.com/
*Tech Works Climate Change: https://climateaction.tech/
*Forum Social Internet - Argentina/Latino America: https://al.internetsocialforum.net/
*Design Justice Network: https://designjustice.org/
*May First Movement Technology: https://mayfirst.coop/en/
*Conexo - América Latina (tecnologias para ativistas e jornalistas investigativos): https://conexo.org/
*TEDIC (América do Sul): trabajamos en la defensa y promoción de derechos humanos en entornos digitales con foco en desigualdades de género y sus intersecciones: https://www.tedic.org/
*Associação Internacional para Cooperação Popular (Baobá): https://baobab.iapc.group/pt/
*Derechos Digitales es una organización de alcance latinoamericano, independiente y sin fines de lucro, fundada en 2005 y que tiene como objetivo fundamental el desarrollo, la defensa y la promoción de los derechos humanos en el entorno digital: https://www.derechosdigitales.org
===Mapeamento de Grupos de Pesquisa===
====Infraestruturas, Meio Ambiente e Digitalização====
*Critical Infrastructure Lab: https://www.criticalinfralab.net/
*Tierra Común: https://www.tierracomun.net
*Environmental Media Lab: https://environmentalmedialab.com/
*Sussex Humanities Lab: tecnologia, meio ambiente: https://twitter.com/SussexHumsLab
*UAB (Barcelona): Institute of Environmental Science and Technology (ICTA-UAB) - https://portalrecerca.uab.cat/en/organisations/institute-of-environmental-science-and-technology-icta-uab
*Laboratorio Interdisciplinar Ambiente, Bigdata, Inteligencia Artificial: http://ideal.ufpb.br/pt/
*Geographies of Digital Wasting: https://www.geographiesofdigitalwasting.com/
*Green Screen Coalition: https://greenscreen.network/en/
*TIP - Technologies in Practice (Holanda): https://tip.itu.dk/
*Geocomunes: https://geocomunes.org/
*Source Material - (grupo de jornalismo investigativo sobre Meio Ambiente, Democracia e Corporações): https://www.source-material.org/
*Tramas (conflitos socioambientais e tecnologias): https://tramas.digital/pt/
https://continenteufmg.com
https://www.dataterritories.net/
https://www.territorialagency.com/
====C&T&I&D====
https://apropiaciondetecnologias.com/
http://www.itd.upm.es/?lang=en
https://steps-centre.org/
http://www.cyted.org
https://redescts.wordpress.com
====Brasil - ESCT====
https://www.laspa.slg.br/
https://www.medialab.ufg.br
https://sociologiassociativa.wordpress.com
https://labtts.wordpress.com
http://antropologiadascoisas.blogspot.com.br
https://cteme.wordpress.com/cteme
https://gregsifch.wordpress.com/
https://medium.com/r-est
https://gtec.substack.com (Grupo de Estudos em Filosofia e História da Técnica)
https://www.geict.com.br/
====Filosofia Tecnologia====
Anthropocene Curriculum: https://www.anthropocene-curriculum.org/
Arqueologias del Porvenis: https://arqueologiasdelporvenir.com.ar/
http://philosophyandtechnology.network
Social Epistemology Review and Reply Collective: https://social-epistemology.com
Institute for Interdisciplinary Research into the Anthropocene: https://iiraorg.com/
====Design e Transição Societal====
*Collectif Internation: https://internation.world/
http://web.emn.fr/x-de/cts-pdl
https://transitionsnetwork.org
https://www.desisnetwork.org
http://ladaesdi.com/index.html
https://ladaesdi.wordpress.com
http://depts.washington.edu/tatlab/blog
====Transição Energética====
Strategic foresight: https://commission.europa.eu/strategy-and-policy/strategic-foresight_en
====Pesquisa-ação====
http://www.redcimas.org
https://www.clacso.org.ar/grupos_trabajo/detalle_gt.php?ficha=1283&idioma=&s=5
====Urbano====
http://www.labcidade.fau.usp.br
http://praxis.arq.ufmg.br
http://eutropian.org
https://jararacalab.org
Comum - Grupo Estudos: https://pt.wikiversity.org/wiki/Comum_-_Grupo_de_Estudos
====Socioambiental====
http://www.nepam.unicamp.br/commons
https://ejatlas.org/
https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/
Geocomunes: https://geocomunes.org/
====Biologia====
The Conservation Culturomics (ConsCult) Working Group: https://conbio.org/groups/working-groups/conservation-culturomics
====Saude Digital====
*Odisseia - Observatório de Desenvolvimento e Desigualdades em Saúde e Inteligência Artificial https://bioeticaediplomacia.org/odisseia/
====Sociedade Informação====
http://www.networkedlabour.net
https://www.giswatch.org
http://www.dcssproject.net
http://www.ucl.ac.uk/global-social-media
https://www.lavits.org
====Ciberpolítica e Políticas do/no Digital====
https://colab-uff.github.io/ddoslab/
====Engenharia Crítica, Ecológica e Justiça Social====
*http://esjp.org
*http://www.unicamp.br/fea/ortega
*Laboratório de Cidadania e Tecnologia Social - ITA: https://www.labcts.org/
*Humanitarian Engineering Program - Colorado School of Mines: https://humanitarian.mines.edu/
*Humanitarian Engineering - Australia: https://cecs.anu.edu.au/current-students/opportunities-and-projects/humanitarian-engineering
====Trabalho, Plataformas, Algoritmos====
*https://cooperativismodeplataforma.com.br/
====Tecnoativismo====
*https://sursiendo.org/
===Podcasts de interesse===
*Vozes do Território: https://open.spotify.com/show/4zq9v5i9pvM3x7B8FNEJZm
*Futuros Indígenas: https://open.spotify.com/user/p7ktc1wallrebfvvgjyx74gd6
*Tecnopolítica: https://open.spotify.com/show/55uTHZA0rs7ue5ajEJN9wp
*Tech Won't Save Us: https://open.spotify.com/show/3UhsI7s4bkH1FcMZI5u9iD?si=b5e391162ae24fa3
*Lundi Soir: https://open.spotify.com/show/0DADpyuEiqa7EV9HAQGzip?si=d7c469499ea94b08
*The Human Show Innovation Through Social Sciences: https://open.spotify.com/show/1Cl0AFBpaHLPjScxzF8hUt?si=97ca37a9658a432d
===Revistas===
*Tapuya: Latin American Science, Technology and Society: https://www.tandfonline.com/toc/ttap20/current
*Technosphere: https://technosphere-magazine.hkw.de/
*Science, Technology, & Human Values: https://journals.sagepub.com/home/sth
*Engaging Science, Technology and Society: https://estsjournal.org/index.php/ests
*Heliotrope: https://www.heliotropejournal.net/
*Shifter (Portugal): https://shifter.pt/
*Lundi Matin: https://lundi.am/
*Terrestres: https://www.terrestres.org/
*Logic: https://logicmag.io/
*Technosphere: https://technosphere-magazine.hkw.de/
*El Salto - https://www.elsaltodiario.com/atenea_cyborg
*E-flux: https://www.e-flux.com
*Revista Supernova: https://revistasupernova.com
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183012
2026-05-29T23:27:23Z
Opensocialsciences
4085
/* Revistas */
183013
wikitext
text/x-wiki
==Sobre==
'''Tĩtulo''': Tecnoceno, Hegemonia Cibernética e Lutas Cosmotécnicas
'''Pesquisador Responsável''': Henrique Zoqui Martins Parra
===Resumo da proposta===
Pretendemos construir uma agenda de pesquisa coletiva sobre as novas formas do extrativismo ampliado face à conjunção do que tem sido chamado plantationoceno/capitaloceno/tecnoceno. Como problemática estruturante da investigação, nos perguntamos tanto sobre a configuração dos novos regimes cibernéticos e tecnologias de extração - impulsionados pelo momento pandêmico de confinamento - como o que poderia ser também uma perspectiva tecnopolítica decolonial que percorra as reflexões sobre "decrescimento", "pós-crescimento", as alternativas às imaginações do "progressismo", do "solucionismo" e do "aceleracionismo" que apresentam-se como horizonte da governamentalidade do capitalismo pós-pandêmico. No percurso investigativo, desejamos delimitar um campo transdisciplinar que faz confluir práticas de conhecimento da produção científica e filosófica junto às lutas sociais em curso e os repertórios de conhecimentos que essas experiências têm produzido. Para além da organização de um campo de embates teóricos e produções de reflexão mais situadas na América Latina, pretendemos também identificar zonas de conflitualidades emergentes nas quais dissensões ontológicas e políticas emergem na defesa e sustentação do Comum a partir de redes heterogêneas entre humanos, outros que humanos, arranjos sociotécnicos, territórios, infraestruturas e o mundo vivo. Naomi Klein vem falando sobre o "capitalismo do desastre" para compreender as ofensivas que reconfiguram radicalmente nosso mundo depois de eventos críticos (ecológicos ou não) e contando com um tecido democrático corroído para apresentar "o desejo declarado por uma pureza intangível, por um espaço vazio onde construir uma sociedade-modelo constantemente reelaborada" (Klein, 2008: 30).
O "capitalismo do desastre" depende, entretanto, de centros de produção de conhecimento e tecnologias - Klein mostra, por exemplo, como a Universidade de Chicago funcionou como uma "ferramenta da política externa dos EUA" durante as décadas de 50/60. Agora, diante da crise pandêmica, segundo Klein, trata-se da escalada de um “Screen New Deal” protagonizado pelas megacorporações da BigTech e novos centros de produção de conhecimento e tecnologias que concorrem na disputa pelas infraestruturas, desenhos, práticas de conhecimento e técnicas de governamentalidade que vão conformando a vida social e as imaginações democráticas em uma aliança inédita entre estados e corporações de tecnologia. Segundo a autora: "o futuro que está surgindo à medida que os cadáveres ainda se acumulam está tratando nossas últimas semanas de isolamento não como uma necessidade dolorosa para salvar vidas, mas como um laboratório vivo para um futuro permanente — e altamente lucrativo — sem contato físico" (Klein, 2020).
===Breve contextualização===
Durante o ano de 2020, investigamos com a Zona de Contágio o acontecimento pandêmico como uma inflexão/bifurcação ontoepistemológica que reconfigura ou evidencia tanto a crise dos regimes de conhecimento (Guerra de Ciências) como também as zonas de conflitualidades (territoriais, ontológicas, cosmológicos, cosmotécnicas) no curso do que Latour chamou de Guerra de Mundos. Entre conversas, leituras compartilhadas e criação coletiva de uma investigação desde o ponto de vista do confinamento, pudemos construir algumas perguntas que gostaríamos de retomar aqui como problemas de pesquisa:
Quais as dissensões que apresentam-se em torno de imaginações/proposições de transformação e transição societal diante da emergência climática/sanitária/ecológica? Quais as "verdades inconvenientes" que emergem com a crise ecológica e sanitária e como elas deslocam as dualidades e separações entre ciência e política, natureza e cultura, biologia e tecnologia? Quais as práticas de conhecimento que hoje estão produzindo evidências, repertoriando alternativas e produzindo possíveis frente às forças e dispositivos do extrativismo ampliado próprios do plantationoceno? Quais as formas pelas quais o Comum é reconhecido, reivindicado, visibilizado ou produzido? Quais são as formas e localizações dessas reconfigurações de conflitualidades e dissensos que partem da constatação de que a Política não é mais apenas domínio dos humanos e a Natureza não é mais exclusivamente o domínio dos não-humanos? Como as zonas de conflitualidades emergentes fabricam seus antagonismos a partir das relações de composição entre humanos e não-humanos (incluindo tanto outras criaturas viventes, como a própria atmosfera, terra, rios e também arranjos sociotécnicos, ciência, tecnologia e infraestruturas)? Quais as formas de expressão dessas conflitualidades em suas tramas heterogêneas e que situam os choques e fricções entre formas do extrativismo ampliado, de um lado, e as formas de invenção ou defesa do Comum, de outro?
Investigar como os arranjos sociotécnicos adquirem força política na sustentação de modos de vida; Analisar as tensões sobre perspectivas tecnológicas e o pluralismo técnico reivindicado por coletividades que interrogam a monocultura tecnocientífica; seja da terra ou do ambiente informacional que hoje conduz nossas vidas e territórios; Refletir sobre a trama saber-poder-tecnologia na atualização das formas coloniais de produção do presente e dos cenários futuros sob disputa. É possível falar em tecnologias do Comum? O que isso significa? Como delinear essas experiências práticas? Como a experiência pandêmica alterou os horizontes/práticas/repertótios de coletividades dissidentes no terreno das lutas?
Cada contexto histórico é marcado por uma configuração entre os tipos de máquinas/tecnologias de comunicação; as formas de conhecer; as formas de exercício de poder e as relações econômicas de produção e trabalho. Mbembe, em seu livro Brutalismo, indica a necessidade de pensarmos a partir do devir-artificial da humanidade. A tecnoesfera (ou o tecnoceno cf. Martins) - a ordem técnica do mundo - hoje adquire uma força descomunal na confluência do capitalismo, da tecnociência, da financeirização, da militarização e do extrativismo.
O plantationoceno parece nos oferecer uma localização geo-histórica que retoma o evento da conquista colonial em seu aparato ontoepistêmico conjugado aos arranjos sócio-técnicos e bioculturais que operam dispositivos de extração, domesticação e conversão do vivo em recurso. Tal configuração, que se constitui como força geológica, logrou associar o excepcionalismo humano com o regime binário e heterossexualista, também com os modos tecno-securitários de cercamento proprietário e vigilantismo racializado, constitutivos da monocultura intensiva e suas formas de governo da vida. Partimos então do plantationoceno para pensar e co-criar uma agenda de pesquisa que renove a investigação sobre os modos de expansão do que chamamos extrativismo ampliado nas interfaces entre tecnologias da extração, cibernética, nos regimes de sexo-gênero e no vigilantismo racializado, por outro lado, pensar como as relações de interdependência que produzem, sustentam e visibilizam o Comum e a vida entre humanos e outros que humanos vem construindo evidências, tecnologias, repertórios de lutas e ações coletivas.
===Equipe===
*Henrique Parra - professor associado Unifesp, doutor educação (Unicamp); mestre em Sociologia (USP); bacharel em Ciências Sociais (USP).
*Alana Moraes - doutora em antropologia UFRJ-Museu Nacional, mestre em Antropologia e bacharel em Ciências Sociais pela UFRJ.
*Bru Pereira - doutoranda em Ciências Sociais, mestre e bacharel em Ciências Sociais pela Unifesp (bolsista CAPES).
*Jéssica Paifer - graduanda em Ciências Sociais na Unifesp (bolsista extensão PIBEX/Unifesp).
*Gustavo Lemos - doutorando (projeto de doutorado para a FAPESP) em Ciências Sociais na Unifesp; mestre e graduado em Música pela Unicamp (bolsista CAPES).
*Silvana Leodoro - doutoranda em Ciências Sociais na Unifesp (bolsista CAPES).
*Rafael Malhão - graduado em Ciências Sociais (UFRGS) mestre e doutor em Sociologia (Unicamp.).
===Atividades===
'''Ciclo de co-formação "Tecnopolíticas, Cosmopolíticas: ciência, tecnologia e práticas de conhecimento na produção de mundos"'''
O ciclo de co-formação é um espaço de compartilhamento de uma bibliografia comum, discussão, delimitação de problemas que elas suscitam e que possam construir uma agenda de pesquisa no percurso. A ideia é que possamos documentar cada encontro, assim como compartilhar os estudos sobre os textos provocando novas conversas e perguntas em um site para divulgação. O ciclo será tanto um espaço de estudo como de adensamento de problemas de pesquisa.
'''Podcast'''
Entrevistas coletivas com convidades que possam trazer tanto reflexões sobre suas pesquisas no que diz respeito à agenda do plantationoceno como também experiências coletivas de lutas e produção de conhecimento do Comum.
'''Publicação web contínua e boletim mensal'''
Textos curtos ou entrevistas produzidos por pesquisadores do Pimentalab e convidades que possam construir diálogos entre as referências teóricas compartilhadas entre nós e problemas/controvérsias práticas e atuais no que diz respeito à agenda do extrativismo ampliado: acompanhamento de movimentações dos atores das Big Tech; acompanhamento dos atores das tecnologias de vigilância, do agronegócio e da chamada "economia de plataforma"; acompanhamento das controvérsias do campo tecno-científico mais ligado à pandemia: vacinas, indústria farmacêutica e políticas sanitárias; acompanhamento das ações coletivas, novos arranjos associativos, movimentos sociais que fazem frente o regime do extrativismo ampliado.
'''Webinar'''
"Criar possíveis no Plantationoceno: ciência, política e as lutas coletivas no tempo das catástrofes"
Produção de um webinar aberto ao público composto por um ciclo de 4 encontros com convidados que possam ser provocados pela agenda da nossa pesquisa.
'''Reuniões de Pesquisa'''
Reuniões de pesquisa para o desenvolvimento, escrita e debate das questões que compõem a agenda de pesquisa, acompanhamento de temas e discussões teóricas.
'''Produção multimídia e audiovisual'''
Produção multimídia que inclui o site e produção audiovisual e documentação do processo e resultados parciais da pesquisa, possíveis cartografias de práticas, zonas de conflitualidades e proposições que delas vem emergindo.
==Pesquisa==
===Levantamento Bibliografico===
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===Eixos Temáticos e Casos Empíricos===
====Bens comuns e bens ambientais====
*Espectro eletromagnético: de elemento natural a elemento sociotécnico. Caso do Movimento Espectro Aberto e Digitalização.
====Educação, Conhecimento, Ciência e Cultura====
*Educação, tecnologias e subjetivação neoliberal
*Ciência, dados e conhecimento tradicionais: ciência aberta, acesso ao conhecimento e os dilemas da abertura.
*Memória, gestão da informação
Bigtechs, Tecnologias Educacionais e Dados Pessoais. Relatório da HRW: https://www.hrw.org/report/2022/05/25/how-dare-they-peep-my-private-life/childrens-rights-violations-governments
Ben Williamson https://orcid.org/0000-0001-9356-3213 Ver o dossie: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/17439884.2023.2167830
Neil Selwyn - @Neil_Selwyn sociology of education + digital | Monash University | current interests: data, automation, AI, facial recognition, digital degrowth & eco-justice - https://research.monash.edu/en/persons/neil-selwyn
Juliana E. Raffaghelli - Investigador – Grupo de Investigación Edul@b - Universitat Oberta de Catalunya:
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Ação Educação e Nucleo de Tecnologias Digitais: https://tecla.org.br/
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MORI, L.; CORDEIRO, M. Distrito Edtech Report 2022. [S. L.]: Distrito, 2022. 49 p. E-book.
====Extrativismo Informacional, Cognitivo====
*Dataficação, produção e coleta de dados de processos naturais em territórios.
*Conhecimentos tradicionais e propriedade intelectual.
https://labs.rs/en/
https://extractivism.online/
====Produção de alimentos, agronegócio e Bigtechs====
Plataformização: coleta de dados + venda de insumos + suporte técnico + financiamento + logística compra-venda.
*Jim Thomas is the research director at ETC Group, which has over 25 years international experience tracking the impact of emerging technologies on human rights, biodiversity, equity and food systems: https://www.etcgroup.org/
Video: Agricultura Digital, Bigtech: https://www.youtube.com/watch?v=snYD7X3edMs
Programa: How Tech is Remaking the Food System: https://open.spotify.com/episode/1NDmz66Vcbq0BoPHmqogaL
*Marijane Lisboa, coordenadora do curso de Ciências Socioambientais da PUC-SP. Transgenicos, plataformização agronegócio, Vinculo com https://www.grain.org
====Ambiente, Tecnologia, twiin transition, natureza como recurso material e energético====
*Cadeia produtiva dos materiais eletrônicos
*Datacenters: energia elétrica e água
*Lixo eletrônico
Criptomoedas e Energia no Paraguai: https://www.tedic.org/lanzamiento-de-investigacion-energia-y-criptomonedas-en-paraguay-a-quienes-beneficia-nuestra-energia-barata/
https://www.terrestres.org/2018/10/09/extraire-consommer-detruire-voyage-geopolitique-en-entropie/
Mapa data center e cabos: http://newcloudatlas.org/#3/39.80/-30.60
Jader Gama, pesquisador do Núcleo de Altos Estudos da Amazônia da UFPA
Entrevista Podcast Tecnopolítica - A Amazônia e o Novo Colonialismo Digital: https://open.spotify.com/episode/2ZhbyKwM7jU2wKYVWjiVBf
Tese Dotorado: ECONOMIA DO CONHECIMENTO E CAPITALISMO DE VIGILÂNCIA:Contribuições amazônicas para a inovação digital: https://www.ppgdstu.propesp.ufpa.br/ARQUIVOS/Dissertacoes/JADER%20RIBEIRO%20GAMA.pdf
*Zane Griffin Talley Cooper: Critical Infrastructure Studies | STS | Mining & Extraction | Global Communication | Environmantal & Energy Humanities | VR Ethnography: https://www.zanegriffintalleycooper.com/
*Sebastián Lehuedé - @s_lehuede - Tech & global social justice. Current research: the geopolitics of digital rights. Postdoc @CGHR_Cambridge
*Clement Marquet
*LOPEZ, Fanny. À bout de flux. Ed.Divergences, 2022. Eletricidade, Digital, Urbano, produção do espaço, recursos, arquitetura sociotécnica: https://ensa-paris-est.academia.edu/FannyLopez
https://lundi.am/Le-pouvoir-des-infrastructures
*DUBEY, Gérard et JOUVANCOURT, Pierre de.
*Alessandra Renzi (Concordia): https://repurposing-research.org/About-1
https://repurposing-research.org/Digital-Divides-Report-2022
*Shannon Mattern: https://wordsinspace.net/
*Gauthier Roussilhe: https://gauthierroussilhe.com/
*Mel Hogan: https://www.melhogan.com/
Critical Studies of the Cloud: https://www.criticalstudiesofthe.cloud/
*Julia Velkova: http://juliavelkova.org/
Bits and Energy: http://juliavelkova.org/megabytes-vs-megawatts-data-vs-energy/
Special Issue: Data centers and the infrastructural temporalities of digital media: https://journals.sagepub.com/toc/nmsa/25/2
====Transição Energética====
The twin green & digital transition: How sustainable digital technologies could enable a carbon-neutral EU by 2050: https://joint-research-centre.ec.europa.eu/jrc-news-and-updates/twin-green-digital-transition-how-sustainable-digital-technologies-could-enable-carbon-neutral-eu-2022-06-29_en
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Indígena:
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*GIDA - Global Indigenous Data Alliance: https://www.gida-global.org
Soberania Informacional e Imperialismo:
*Afonso de Albuquerque - UFF: https://www.researchgate.net/profile/Afonso-Albuquerque-2
Infraestrutura Digital Democrática: https://thenextsystem.org/democratic-digital-infrastructure
Democracy Collaborative: https://democracycollaborative.org
====Tecnologias Sob outras logicas====
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====Direitos Humanos, Lutas Socioambientais, TICs e Dados====
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https://www.forestpeoples.org/en/partner/chepkitale-indigenous-peoples-development-project-cipdp
https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/
====Arte e Tecnologia====
*Caroline Sinders: I have been examining the intersections of technology’s impact in society, interface design, artificial intelligence, abuse, and politics in digital, conversational spaces. I’m the founder of Convocation Design + Research, an agency focusing on the intersections of machine learning, user research, designing for public good, and solving difficult communication problems: https://carolinesinders.com/
====Ontologias Politicas====
*Emmanuel Biset: https://cordoba.academia.edu/EmmanuelBiset
*Mario Blaser: https://mun.academia.edu/MarioBlaser
===Atores Coletivos, Organizações e Movimentos Sociais===
*Forum das Comunidades Tradicionais: https://www.preservareresistir.org/
*Observatório dos Territórios Saudáveis e Sustentáveis - OTSS: https://www.otss.org.br/
*Futuros Indígenas: http://futurosindigenas.org
*Sursiendo (Chiapas): http://sursiendo.org
*Sulá Batsu Cooperativa (Costa Rica): https://www.sulabatsu.com/
*Tech Works Climate Change: https://climateaction.tech/
*Forum Social Internet - Argentina/Latino America: https://al.internetsocialforum.net/
*Design Justice Network: https://designjustice.org/
*May First Movement Technology: https://mayfirst.coop/en/
*Conexo - América Latina (tecnologias para ativistas e jornalistas investigativos): https://conexo.org/
*TEDIC (América do Sul): trabajamos en la defensa y promoción de derechos humanos en entornos digitales con foco en desigualdades de género y sus intersecciones: https://www.tedic.org/
*Associação Internacional para Cooperação Popular (Baobá): https://baobab.iapc.group/pt/
*Derechos Digitales es una organización de alcance latinoamericano, independiente y sin fines de lucro, fundada en 2005 y que tiene como objetivo fundamental el desarrollo, la defensa y la promoción de los derechos humanos en el entorno digital: https://www.derechosdigitales.org
===Mapeamento de Grupos de Pesquisa===
====Infraestruturas, Meio Ambiente e Digitalização====
*Critical Infrastructure Lab: https://www.criticalinfralab.net/
*Tierra Común: https://www.tierracomun.net
*Environmental Media Lab: https://environmentalmedialab.com/
*Sussex Humanities Lab: tecnologia, meio ambiente: https://twitter.com/SussexHumsLab
*UAB (Barcelona): Institute of Environmental Science and Technology (ICTA-UAB) - https://portalrecerca.uab.cat/en/organisations/institute-of-environmental-science-and-technology-icta-uab
*Laboratorio Interdisciplinar Ambiente, Bigdata, Inteligencia Artificial: http://ideal.ufpb.br/pt/
*Geographies of Digital Wasting: https://www.geographiesofdigitalwasting.com/
*Green Screen Coalition: https://greenscreen.network/en/
*TIP - Technologies in Practice (Holanda): https://tip.itu.dk/
*Geocomunes: https://geocomunes.org/
*Source Material - (grupo de jornalismo investigativo sobre Meio Ambiente, Democracia e Corporações): https://www.source-material.org/
*Tramas (conflitos socioambientais e tecnologias): https://tramas.digital/pt/
https://continenteufmg.com
https://www.dataterritories.net/
https://www.territorialagency.com/
====C&T&I&D====
https://apropiaciondetecnologias.com/
http://www.itd.upm.es/?lang=en
https://steps-centre.org/
http://www.cyted.org
https://redescts.wordpress.com
====Brasil - ESCT====
https://www.laspa.slg.br/
https://www.medialab.ufg.br
https://sociologiassociativa.wordpress.com
https://labtts.wordpress.com
http://antropologiadascoisas.blogspot.com.br
https://cteme.wordpress.com/cteme
https://gregsifch.wordpress.com/
https://medium.com/r-est
https://gtec.substack.com (Grupo de Estudos em Filosofia e História da Técnica)
https://www.geict.com.br/
====Filosofia Tecnologia====
Anthropocene Curriculum: https://www.anthropocene-curriculum.org/
Arqueologias del Porvenis: https://arqueologiasdelporvenir.com.ar/
http://philosophyandtechnology.network
Social Epistemology Review and Reply Collective: https://social-epistemology.com
Institute for Interdisciplinary Research into the Anthropocene: https://iiraorg.com/
====Design e Transição Societal====
*Collectif Internation: https://internation.world/
http://web.emn.fr/x-de/cts-pdl
https://transitionsnetwork.org
https://www.desisnetwork.org
http://ladaesdi.com/index.html
https://ladaesdi.wordpress.com
http://depts.washington.edu/tatlab/blog
====Transição Energética====
Strategic foresight: https://commission.europa.eu/strategy-and-policy/strategic-foresight_en
====Pesquisa-ação====
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====Urbano====
http://www.labcidade.fau.usp.br
http://praxis.arq.ufmg.br
http://eutropian.org
https://jararacalab.org
Comum - Grupo Estudos: https://pt.wikiversity.org/wiki/Comum_-_Grupo_de_Estudos
====Socioambiental====
http://www.nepam.unicamp.br/commons
https://ejatlas.org/
https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/
Geocomunes: https://geocomunes.org/
====Biologia====
The Conservation Culturomics (ConsCult) Working Group: https://conbio.org/groups/working-groups/conservation-culturomics
====Saude Digital====
*Odisseia - Observatório de Desenvolvimento e Desigualdades em Saúde e Inteligência Artificial https://bioeticaediplomacia.org/odisseia/
====Sociedade Informação====
http://www.networkedlabour.net
https://www.giswatch.org
http://www.dcssproject.net
http://www.ucl.ac.uk/global-social-media
https://www.lavits.org
====Ciberpolítica e Políticas do/no Digital====
https://colab-uff.github.io/ddoslab/
====Engenharia Crítica, Ecológica e Justiça Social====
*http://esjp.org
*http://www.unicamp.br/fea/ortega
*Laboratório de Cidadania e Tecnologia Social - ITA: https://www.labcts.org/
*Humanitarian Engineering Program - Colorado School of Mines: https://humanitarian.mines.edu/
*Humanitarian Engineering - Australia: https://cecs.anu.edu.au/current-students/opportunities-and-projects/humanitarian-engineering
====Trabalho, Plataformas, Algoritmos====
*https://cooperativismodeplataforma.com.br/
====Tecnoativismo====
*https://sursiendo.org/
===Podcasts de interesse===
*Vozes do Território: https://open.spotify.com/show/4zq9v5i9pvM3x7B8FNEJZm
*Futuros Indígenas: https://open.spotify.com/user/p7ktc1wallrebfvvgjyx74gd6
*Tecnopolítica: https://open.spotify.com/show/55uTHZA0rs7ue5ajEJN9wp
*Tech Won't Save Us: https://open.spotify.com/show/3UhsI7s4bkH1FcMZI5u9iD?si=b5e391162ae24fa3
*Lundi Soir: https://open.spotify.com/show/0DADpyuEiqa7EV9HAQGzip?si=d7c469499ea94b08
*The Human Show Innovation Through Social Sciences: https://open.spotify.com/show/1Cl0AFBpaHLPjScxzF8hUt?si=97ca37a9658a432d
===Revistas===
*Tapuya: Latin American Science, Technology and Society: https://www.tandfonline.com/toc/ttap20/current
*Technosphere: https://technosphere-magazine.hkw.de/
*Science, Technology, & Human Values: https://journals.sagepub.com/home/sth
*Engaging Science, Technology and Society: https://estsjournal.org/index.php/ests
*Heliotrope: https://www.heliotropejournal.net/
*Shifter (Portugal): https://shifter.pt/
*Lundi Matin: https://lundi.am/
*Terrestres: https://www.terrestres.org/
*Logic: https://logicmag.io/
*Technosphere: https://technosphere-magazine.hkw.de/
*El Salto - https://www.elsaltodiario.com/atenea_cyborg
*E-flux: https://www.e-flux.com
*Revista Supernova: https://revistasupernova.com
*Teknocultura: https://revistas.ucm.es/index.php/TEKN
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183014
183013
2026-05-29T23:31:24Z
Opensocialsciences
4085
/* Revistas */
183014
wikitext
text/x-wiki
==Sobre==
'''Tĩtulo''': Tecnoceno, Hegemonia Cibernética e Lutas Cosmotécnicas
'''Pesquisador Responsável''': Henrique Zoqui Martins Parra
===Resumo da proposta===
Pretendemos construir uma agenda de pesquisa coletiva sobre as novas formas do extrativismo ampliado face à conjunção do que tem sido chamado plantationoceno/capitaloceno/tecnoceno. Como problemática estruturante da investigação, nos perguntamos tanto sobre a configuração dos novos regimes cibernéticos e tecnologias de extração - impulsionados pelo momento pandêmico de confinamento - como o que poderia ser também uma perspectiva tecnopolítica decolonial que percorra as reflexões sobre "decrescimento", "pós-crescimento", as alternativas às imaginações do "progressismo", do "solucionismo" e do "aceleracionismo" que apresentam-se como horizonte da governamentalidade do capitalismo pós-pandêmico. No percurso investigativo, desejamos delimitar um campo transdisciplinar que faz confluir práticas de conhecimento da produção científica e filosófica junto às lutas sociais em curso e os repertórios de conhecimentos que essas experiências têm produzido. Para além da organização de um campo de embates teóricos e produções de reflexão mais situadas na América Latina, pretendemos também identificar zonas de conflitualidades emergentes nas quais dissensões ontológicas e políticas emergem na defesa e sustentação do Comum a partir de redes heterogêneas entre humanos, outros que humanos, arranjos sociotécnicos, territórios, infraestruturas e o mundo vivo. Naomi Klein vem falando sobre o "capitalismo do desastre" para compreender as ofensivas que reconfiguram radicalmente nosso mundo depois de eventos críticos (ecológicos ou não) e contando com um tecido democrático corroído para apresentar "o desejo declarado por uma pureza intangível, por um espaço vazio onde construir uma sociedade-modelo constantemente reelaborada" (Klein, 2008: 30).
O "capitalismo do desastre" depende, entretanto, de centros de produção de conhecimento e tecnologias - Klein mostra, por exemplo, como a Universidade de Chicago funcionou como uma "ferramenta da política externa dos EUA" durante as décadas de 50/60. Agora, diante da crise pandêmica, segundo Klein, trata-se da escalada de um “Screen New Deal” protagonizado pelas megacorporações da BigTech e novos centros de produção de conhecimento e tecnologias que concorrem na disputa pelas infraestruturas, desenhos, práticas de conhecimento e técnicas de governamentalidade que vão conformando a vida social e as imaginações democráticas em uma aliança inédita entre estados e corporações de tecnologia. Segundo a autora: "o futuro que está surgindo à medida que os cadáveres ainda se acumulam está tratando nossas últimas semanas de isolamento não como uma necessidade dolorosa para salvar vidas, mas como um laboratório vivo para um futuro permanente — e altamente lucrativo — sem contato físico" (Klein, 2020).
===Breve contextualização===
Durante o ano de 2020, investigamos com a Zona de Contágio o acontecimento pandêmico como uma inflexão/bifurcação ontoepistemológica que reconfigura ou evidencia tanto a crise dos regimes de conhecimento (Guerra de Ciências) como também as zonas de conflitualidades (territoriais, ontológicas, cosmológicos, cosmotécnicas) no curso do que Latour chamou de Guerra de Mundos. Entre conversas, leituras compartilhadas e criação coletiva de uma investigação desde o ponto de vista do confinamento, pudemos construir algumas perguntas que gostaríamos de retomar aqui como problemas de pesquisa:
Quais as dissensões que apresentam-se em torno de imaginações/proposições de transformação e transição societal diante da emergência climática/sanitária/ecológica? Quais as "verdades inconvenientes" que emergem com a crise ecológica e sanitária e como elas deslocam as dualidades e separações entre ciência e política, natureza e cultura, biologia e tecnologia? Quais as práticas de conhecimento que hoje estão produzindo evidências, repertoriando alternativas e produzindo possíveis frente às forças e dispositivos do extrativismo ampliado próprios do plantationoceno? Quais as formas pelas quais o Comum é reconhecido, reivindicado, visibilizado ou produzido? Quais são as formas e localizações dessas reconfigurações de conflitualidades e dissensos que partem da constatação de que a Política não é mais apenas domínio dos humanos e a Natureza não é mais exclusivamente o domínio dos não-humanos? Como as zonas de conflitualidades emergentes fabricam seus antagonismos a partir das relações de composição entre humanos e não-humanos (incluindo tanto outras criaturas viventes, como a própria atmosfera, terra, rios e também arranjos sociotécnicos, ciência, tecnologia e infraestruturas)? Quais as formas de expressão dessas conflitualidades em suas tramas heterogêneas e que situam os choques e fricções entre formas do extrativismo ampliado, de um lado, e as formas de invenção ou defesa do Comum, de outro?
Investigar como os arranjos sociotécnicos adquirem força política na sustentação de modos de vida; Analisar as tensões sobre perspectivas tecnológicas e o pluralismo técnico reivindicado por coletividades que interrogam a monocultura tecnocientífica; seja da terra ou do ambiente informacional que hoje conduz nossas vidas e territórios; Refletir sobre a trama saber-poder-tecnologia na atualização das formas coloniais de produção do presente e dos cenários futuros sob disputa. É possível falar em tecnologias do Comum? O que isso significa? Como delinear essas experiências práticas? Como a experiência pandêmica alterou os horizontes/práticas/repertótios de coletividades dissidentes no terreno das lutas?
Cada contexto histórico é marcado por uma configuração entre os tipos de máquinas/tecnologias de comunicação; as formas de conhecer; as formas de exercício de poder e as relações econômicas de produção e trabalho. Mbembe, em seu livro Brutalismo, indica a necessidade de pensarmos a partir do devir-artificial da humanidade. A tecnoesfera (ou o tecnoceno cf. Martins) - a ordem técnica do mundo - hoje adquire uma força descomunal na confluência do capitalismo, da tecnociência, da financeirização, da militarização e do extrativismo.
O plantationoceno parece nos oferecer uma localização geo-histórica que retoma o evento da conquista colonial em seu aparato ontoepistêmico conjugado aos arranjos sócio-técnicos e bioculturais que operam dispositivos de extração, domesticação e conversão do vivo em recurso. Tal configuração, que se constitui como força geológica, logrou associar o excepcionalismo humano com o regime binário e heterossexualista, também com os modos tecno-securitários de cercamento proprietário e vigilantismo racializado, constitutivos da monocultura intensiva e suas formas de governo da vida. Partimos então do plantationoceno para pensar e co-criar uma agenda de pesquisa que renove a investigação sobre os modos de expansão do que chamamos extrativismo ampliado nas interfaces entre tecnologias da extração, cibernética, nos regimes de sexo-gênero e no vigilantismo racializado, por outro lado, pensar como as relações de interdependência que produzem, sustentam e visibilizam o Comum e a vida entre humanos e outros que humanos vem construindo evidências, tecnologias, repertórios de lutas e ações coletivas.
===Equipe===
*Henrique Parra - professor associado Unifesp, doutor educação (Unicamp); mestre em Sociologia (USP); bacharel em Ciências Sociais (USP).
*Alana Moraes - doutora em antropologia UFRJ-Museu Nacional, mestre em Antropologia e bacharel em Ciências Sociais pela UFRJ.
*Bru Pereira - doutoranda em Ciências Sociais, mestre e bacharel em Ciências Sociais pela Unifesp (bolsista CAPES).
*Jéssica Paifer - graduanda em Ciências Sociais na Unifesp (bolsista extensão PIBEX/Unifesp).
*Gustavo Lemos - doutorando (projeto de doutorado para a FAPESP) em Ciências Sociais na Unifesp; mestre e graduado em Música pela Unicamp (bolsista CAPES).
*Silvana Leodoro - doutoranda em Ciências Sociais na Unifesp (bolsista CAPES).
*Rafael Malhão - graduado em Ciências Sociais (UFRGS) mestre e doutor em Sociologia (Unicamp.).
===Atividades===
'''Ciclo de co-formação "Tecnopolíticas, Cosmopolíticas: ciência, tecnologia e práticas de conhecimento na produção de mundos"'''
O ciclo de co-formação é um espaço de compartilhamento de uma bibliografia comum, discussão, delimitação de problemas que elas suscitam e que possam construir uma agenda de pesquisa no percurso. A ideia é que possamos documentar cada encontro, assim como compartilhar os estudos sobre os textos provocando novas conversas e perguntas em um site para divulgação. O ciclo será tanto um espaço de estudo como de adensamento de problemas de pesquisa.
'''Podcast'''
Entrevistas coletivas com convidades que possam trazer tanto reflexões sobre suas pesquisas no que diz respeito à agenda do plantationoceno como também experiências coletivas de lutas e produção de conhecimento do Comum.
'''Publicação web contínua e boletim mensal'''
Textos curtos ou entrevistas produzidos por pesquisadores do Pimentalab e convidades que possam construir diálogos entre as referências teóricas compartilhadas entre nós e problemas/controvérsias práticas e atuais no que diz respeito à agenda do extrativismo ampliado: acompanhamento de movimentações dos atores das Big Tech; acompanhamento dos atores das tecnologias de vigilância, do agronegócio e da chamada "economia de plataforma"; acompanhamento das controvérsias do campo tecno-científico mais ligado à pandemia: vacinas, indústria farmacêutica e políticas sanitárias; acompanhamento das ações coletivas, novos arranjos associativos, movimentos sociais que fazem frente o regime do extrativismo ampliado.
'''Webinar'''
"Criar possíveis no Plantationoceno: ciência, política e as lutas coletivas no tempo das catástrofes"
Produção de um webinar aberto ao público composto por um ciclo de 4 encontros com convidados que possam ser provocados pela agenda da nossa pesquisa.
'''Reuniões de Pesquisa'''
Reuniões de pesquisa para o desenvolvimento, escrita e debate das questões que compõem a agenda de pesquisa, acompanhamento de temas e discussões teóricas.
'''Produção multimídia e audiovisual'''
Produção multimídia que inclui o site e produção audiovisual e documentação do processo e resultados parciais da pesquisa, possíveis cartografias de práticas, zonas de conflitualidades e proposições que delas vem emergindo.
==Pesquisa==
===Levantamento Bibliografico===
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López-Corona, Oliver; Ramírez-Carrillo, Elvia and Magallanes, Gustavo (2019). The rise of the technobionts: toward a new ontology to understand current planetary crisis. Researchers.One. https://researchers.one/articles/19.01.00001v1
López-Corona, O. and Magallanes-Guijón. G (2020) It Is Not an Anthropocene; It Is Really the Technocene: Names Matter in Decision Making Under Planetary Crisis. Front. Ecol. Evol. 8:214. doi: 10.3389/fevo.2020.00214
===Eixos Temáticos e Casos Empíricos===
====Bens comuns e bens ambientais====
*Espectro eletromagnético: de elemento natural a elemento sociotécnico. Caso do Movimento Espectro Aberto e Digitalização.
====Educação, Conhecimento, Ciência e Cultura====
*Educação, tecnologias e subjetivação neoliberal
*Ciência, dados e conhecimento tradicionais: ciência aberta, acesso ao conhecimento e os dilemas da abertura.
*Memória, gestão da informação
Bigtechs, Tecnologias Educacionais e Dados Pessoais. Relatório da HRW: https://www.hrw.org/report/2022/05/25/how-dare-they-peep-my-private-life/childrens-rights-violations-governments
Ben Williamson https://orcid.org/0000-0001-9356-3213 Ver o dossie: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/17439884.2023.2167830
Neil Selwyn - @Neil_Selwyn sociology of education + digital | Monash University | current interests: data, automation, AI, facial recognition, digital degrowth & eco-justice - https://research.monash.edu/en/persons/neil-selwyn
Juliana E. Raffaghelli - Investigador – Grupo de Investigación Edul@b - Universitat Oberta de Catalunya:
https://jraffaghelli.com/
Ação Educação e Nucleo de Tecnologias Digitais: https://tecla.org.br/
Educação Antiracista e Tecnologias: https://projetoseta.org.br/
Projeto relevante: https://educationdatafutures.digitalfuturescommission.org.uk/
UNESCO. Declaração mundial sobre educação para todos e plano de ação para satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem. Jomtien, Tailândia: UNESCO, 1990.
UNESCO. Consenso de Beijing: sobre a inteligência artificial e a educação. Unesco: Paris, 2019. Disponível em: < https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000372249>. Acesso em: 20 abr. 2022.304
UNESCO. TIC na educação do Brasil. Unesco, 2019. Disponível em: <http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/communication-and-information/digital-transforma-tion-and-innovation/ict-in-education/ >. Acesso em: 27 jul. 2019a.
UNESCO. Educação: do fechamento das escolas à recuperação. Unesco. Disponível em: <https://www.unesco.org/pt/covid-19/education-response>. Acesso em: 20 nov. 2020.
UNESCO. Reimagining our futures together: a new social contract for education. Paris: Unesco, 2021. Disponível em: <https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000379707> .Acesso em: 25 nov. 2021.
BID; HOLONIQ. Relatório Tecnología educativa en América Latina y el Caribe. [S.
L.]: BID e HolonIQ, 2021. 116 p. E-book.
MORI, L.; CORDEIRO, M. Distrito Edtech Report 2022. [S. L.]: Distrito, 2022. 49 p. E-book.
====Extrativismo Informacional, Cognitivo====
*Dataficação, produção e coleta de dados de processos naturais em territórios.
*Conhecimentos tradicionais e propriedade intelectual.
https://labs.rs/en/
https://extractivism.online/
====Produção de alimentos, agronegócio e Bigtechs====
Plataformização: coleta de dados + venda de insumos + suporte técnico + financiamento + logística compra-venda.
*Jim Thomas is the research director at ETC Group, which has over 25 years international experience tracking the impact of emerging technologies on human rights, biodiversity, equity and food systems: https://www.etcgroup.org/
Video: Agricultura Digital, Bigtech: https://www.youtube.com/watch?v=snYD7X3edMs
Programa: How Tech is Remaking the Food System: https://open.spotify.com/episode/1NDmz66Vcbq0BoPHmqogaL
*Marijane Lisboa, coordenadora do curso de Ciências Socioambientais da PUC-SP. Transgenicos, plataformização agronegócio, Vinculo com https://www.grain.org
====Ambiente, Tecnologia, twiin transition, natureza como recurso material e energético====
*Cadeia produtiva dos materiais eletrônicos
*Datacenters: energia elétrica e água
*Lixo eletrônico
Criptomoedas e Energia no Paraguai: https://www.tedic.org/lanzamiento-de-investigacion-energia-y-criptomonedas-en-paraguay-a-quienes-beneficia-nuestra-energia-barata/
https://www.terrestres.org/2018/10/09/extraire-consommer-detruire-voyage-geopolitique-en-entropie/
Mapa data center e cabos: http://newcloudatlas.org/#3/39.80/-30.60
Jader Gama, pesquisador do Núcleo de Altos Estudos da Amazônia da UFPA
Entrevista Podcast Tecnopolítica - A Amazônia e o Novo Colonialismo Digital: https://open.spotify.com/episode/2ZhbyKwM7jU2wKYVWjiVBf
Tese Dotorado: ECONOMIA DO CONHECIMENTO E CAPITALISMO DE VIGILÂNCIA:Contribuições amazônicas para a inovação digital: https://www.ppgdstu.propesp.ufpa.br/ARQUIVOS/Dissertacoes/JADER%20RIBEIRO%20GAMA.pdf
*Zane Griffin Talley Cooper: Critical Infrastructure Studies | STS | Mining & Extraction | Global Communication | Environmantal & Energy Humanities | VR Ethnography: https://www.zanegriffintalleycooper.com/
*Sebastián Lehuedé - @s_lehuede - Tech & global social justice. Current research: the geopolitics of digital rights. Postdoc @CGHR_Cambridge
*Clement Marquet
*LOPEZ, Fanny. À bout de flux. Ed.Divergences, 2022. Eletricidade, Digital, Urbano, produção do espaço, recursos, arquitetura sociotécnica: https://ensa-paris-est.academia.edu/FannyLopez
https://lundi.am/Le-pouvoir-des-infrastructures
*DUBEY, Gérard et JOUVANCOURT, Pierre de.
*Alessandra Renzi (Concordia): https://repurposing-research.org/About-1
https://repurposing-research.org/Digital-Divides-Report-2022
*Shannon Mattern: https://wordsinspace.net/
*Gauthier Roussilhe: https://gauthierroussilhe.com/
*Mel Hogan: https://www.melhogan.com/
Critical Studies of the Cloud: https://www.criticalstudiesofthe.cloud/
*Julia Velkova: http://juliavelkova.org/
Bits and Energy: http://juliavelkova.org/megabytes-vs-megawatts-data-vs-energy/
Special Issue: Data centers and the infrastructural temporalities of digital media: https://journals.sagepub.com/toc/nmsa/25/2
====Transição Energética====
The twin green & digital transition: How sustainable digital technologies could enable a carbon-neutral EU by 2050: https://joint-research-centre.ec.europa.eu/jrc-news-and-updates/twin-green-digital-transition-how-sustainable-digital-technologies-could-enable-carbon-neutral-eu-2022-06-29_en
Roussilhe, Gautiher. A Tale of Twin Transitions: How Did We Come to Think That Digitization and Sustainability Go Hand in Hand. IN A. Barichella, J. Yada (eds.), The Palgrave Handbook of Cybersecurity, Technologies and Energy Transitions, Palgrave Studies in Energy Transitions, https://doi.org/10.1007/978-3-031-04196-9_48-1
====Inteligencia Artificial e Bigdata====
Feminismo e IA:
*https://notmy.ai/
*https://www.derechosdigitales.org/wp-content/uploads/Fair_Doc_Esp.pdf
*https://feminismia.com/
*https://www.feminist.ai/
*Feminist AI Research Network - FAIR: https://aplusalliance.org/en
Nuvem:
*Critical Studies of the Cloud: https://www.criticalstudiesofthe.cloud/
IA and OpenSource
*https://ai.waikato.ac.nz/
*Algorith Watch Organization: https://algorithmwatch.org/en/
Saúde, SUS, Medicina de Dados
*https://ela-ia.org/in%C3%ADcio
*Luiz Viana e Leandro Modolo: Um breve ensaio sobre a medicina em devir: https://outraspalavras.net/outrasaude/um-breve-ensaio-sobre-a-medicina-em-devir/
*IA e Políticas Nacionais de Inovação
João Ricardo Penteado Lopes da Silva. Ver dissertação mestrado: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/70938/1/2022_dis_jrplsilva.pdf
*Decolonize AI: https://www.decolonizai.com/
*https://ainowinstitute.org/
====Soberania e Autonomia Informacional/Tecnológica====
Indígena:
*Maori Data Soveireignty Network: https://www.temanararaunga.maori.nz/
https://twitter.com/MaoriDSov
*GIDA - Global Indigenous Data Alliance: https://www.gida-global.org
Soberania Informacional e Imperialismo:
*Afonso de Albuquerque - UFF: https://www.researchgate.net/profile/Afonso-Albuquerque-2
Infraestrutura Digital Democrática: https://thenextsystem.org/democratic-digital-infrastructure
Democracy Collaborative: https://democracycollaborative.org
====Tecnologias Sob outras logicas====
https://computingwithinlimits.org
https://openforfuture.org/
https://opensustain.tech/
http://solarprotocol.net/
https://solar.lowtechmagazine.com/
====Direitos Humanos, Lutas Socioambientais, TICs e Dados====
https://techforforests.org
https://www.digital-democracy.org/blog/security-report
http://lab.digital-democracy.org/storymap-digidem
https://www.digital-democracy.org/mapeo
https://terrastories.app/
https://www.forestpeoples.org/en/partner/chepkitale-indigenous-peoples-development-project-cipdp
https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/
====Arte e Tecnologia====
*Caroline Sinders: I have been examining the intersections of technology’s impact in society, interface design, artificial intelligence, abuse, and politics in digital, conversational spaces. I’m the founder of Convocation Design + Research, an agency focusing on the intersections of machine learning, user research, designing for public good, and solving difficult communication problems: https://carolinesinders.com/
====Ontologias Politicas====
*Emmanuel Biset: https://cordoba.academia.edu/EmmanuelBiset
*Mario Blaser: https://mun.academia.edu/MarioBlaser
===Atores Coletivos, Organizações e Movimentos Sociais===
*Forum das Comunidades Tradicionais: https://www.preservareresistir.org/
*Observatório dos Territórios Saudáveis e Sustentáveis - OTSS: https://www.otss.org.br/
*Futuros Indígenas: http://futurosindigenas.org
*Sursiendo (Chiapas): http://sursiendo.org
*Sulá Batsu Cooperativa (Costa Rica): https://www.sulabatsu.com/
*Tech Works Climate Change: https://climateaction.tech/
*Forum Social Internet - Argentina/Latino America: https://al.internetsocialforum.net/
*Design Justice Network: https://designjustice.org/
*May First Movement Technology: https://mayfirst.coop/en/
*Conexo - América Latina (tecnologias para ativistas e jornalistas investigativos): https://conexo.org/
*TEDIC (América do Sul): trabajamos en la defensa y promoción de derechos humanos en entornos digitales con foco en desigualdades de género y sus intersecciones: https://www.tedic.org/
*Associação Internacional para Cooperação Popular (Baobá): https://baobab.iapc.group/pt/
*Derechos Digitales es una organización de alcance latinoamericano, independiente y sin fines de lucro, fundada en 2005 y que tiene como objetivo fundamental el desarrollo, la defensa y la promoción de los derechos humanos en el entorno digital: https://www.derechosdigitales.org
===Mapeamento de Grupos de Pesquisa===
====Infraestruturas, Meio Ambiente e Digitalização====
*Critical Infrastructure Lab: https://www.criticalinfralab.net/
*Tierra Común: https://www.tierracomun.net
*Environmental Media Lab: https://environmentalmedialab.com/
*Sussex Humanities Lab: tecnologia, meio ambiente: https://twitter.com/SussexHumsLab
*UAB (Barcelona): Institute of Environmental Science and Technology (ICTA-UAB) - https://portalrecerca.uab.cat/en/organisations/institute-of-environmental-science-and-technology-icta-uab
*Laboratorio Interdisciplinar Ambiente, Bigdata, Inteligencia Artificial: http://ideal.ufpb.br/pt/
*Geographies of Digital Wasting: https://www.geographiesofdigitalwasting.com/
*Green Screen Coalition: https://greenscreen.network/en/
*TIP - Technologies in Practice (Holanda): https://tip.itu.dk/
*Geocomunes: https://geocomunes.org/
*Source Material - (grupo de jornalismo investigativo sobre Meio Ambiente, Democracia e Corporações): https://www.source-material.org/
*Tramas (conflitos socioambientais e tecnologias): https://tramas.digital/pt/
https://continenteufmg.com
https://www.dataterritories.net/
https://www.territorialagency.com/
====C&T&I&D====
https://apropiaciondetecnologias.com/
http://www.itd.upm.es/?lang=en
https://steps-centre.org/
http://www.cyted.org
https://redescts.wordpress.com
====Brasil - ESCT====
https://www.laspa.slg.br/
https://www.medialab.ufg.br
https://sociologiassociativa.wordpress.com
https://labtts.wordpress.com
http://antropologiadascoisas.blogspot.com.br
https://cteme.wordpress.com/cteme
https://gregsifch.wordpress.com/
https://medium.com/r-est
https://gtec.substack.com (Grupo de Estudos em Filosofia e História da Técnica)
https://www.geict.com.br/
====Filosofia Tecnologia====
Anthropocene Curriculum: https://www.anthropocene-curriculum.org/
Arqueologias del Porvenis: https://arqueologiasdelporvenir.com.ar/
http://philosophyandtechnology.network
Social Epistemology Review and Reply Collective: https://social-epistemology.com
Institute for Interdisciplinary Research into the Anthropocene: https://iiraorg.com/
====Design e Transição Societal====
*Collectif Internation: https://internation.world/
http://web.emn.fr/x-de/cts-pdl
https://transitionsnetwork.org
https://www.desisnetwork.org
http://ladaesdi.com/index.html
https://ladaesdi.wordpress.com
http://depts.washington.edu/tatlab/blog
====Transição Energética====
Strategic foresight: https://commission.europa.eu/strategy-and-policy/strategic-foresight_en
====Pesquisa-ação====
http://www.redcimas.org
https://www.clacso.org.ar/grupos_trabajo/detalle_gt.php?ficha=1283&idioma=&s=5
====Urbano====
http://www.labcidade.fau.usp.br
http://praxis.arq.ufmg.br
http://eutropian.org
https://jararacalab.org
Comum - Grupo Estudos: https://pt.wikiversity.org/wiki/Comum_-_Grupo_de_Estudos
====Socioambiental====
http://www.nepam.unicamp.br/commons
https://ejatlas.org/
https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/
Geocomunes: https://geocomunes.org/
====Biologia====
The Conservation Culturomics (ConsCult) Working Group: https://conbio.org/groups/working-groups/conservation-culturomics
====Saude Digital====
*Odisseia - Observatório de Desenvolvimento e Desigualdades em Saúde e Inteligência Artificial https://bioeticaediplomacia.org/odisseia/
====Sociedade Informação====
http://www.networkedlabour.net
https://www.giswatch.org
http://www.dcssproject.net
http://www.ucl.ac.uk/global-social-media
https://www.lavits.org
====Ciberpolítica e Políticas do/no Digital====
https://colab-uff.github.io/ddoslab/
====Engenharia Crítica, Ecológica e Justiça Social====
*http://esjp.org
*http://www.unicamp.br/fea/ortega
*Laboratório de Cidadania e Tecnologia Social - ITA: https://www.labcts.org/
*Humanitarian Engineering Program - Colorado School of Mines: https://humanitarian.mines.edu/
*Humanitarian Engineering - Australia: https://cecs.anu.edu.au/current-students/opportunities-and-projects/humanitarian-engineering
====Trabalho, Plataformas, Algoritmos====
*https://cooperativismodeplataforma.com.br/
====Tecnoativismo====
*https://sursiendo.org/
===Podcasts de interesse===
*Vozes do Território: https://open.spotify.com/show/4zq9v5i9pvM3x7B8FNEJZm
*Futuros Indígenas: https://open.spotify.com/user/p7ktc1wallrebfvvgjyx74gd6
*Tecnopolítica: https://open.spotify.com/show/55uTHZA0rs7ue5ajEJN9wp
*Tech Won't Save Us: https://open.spotify.com/show/3UhsI7s4bkH1FcMZI5u9iD?si=b5e391162ae24fa3
*Lundi Soir: https://open.spotify.com/show/0DADpyuEiqa7EV9HAQGzip?si=d7c469499ea94b08
*The Human Show Innovation Through Social Sciences: https://open.spotify.com/show/1Cl0AFBpaHLPjScxzF8hUt?si=97ca37a9658a432d
===Revistas===
*Tapuya: Latin American Science, Technology and Society: https://www.tandfonline.com/toc/ttap20/current
*Technosphere: https://technosphere-magazine.hkw.de/
*Science, Technology, & Human Values: https://journals.sagepub.com/home/sth
*Engaging Science, Technology and Society: https://estsjournal.org/index.php/ests
*Heliotrope: https://www.heliotropejournal.net/
*Shifter (Portugal): https://shifter.pt/
*Lundi Matin: https://lundi.am/
*Terrestres: https://www.terrestres.org/
*Logic: https://logicmag.io/
*Technosphere: https://technosphere-magazine.hkw.de/
*El Salto - https://www.elsaltodiario.com/atenea_cyborg
*E-flux: https://www.e-flux.com
*Revista Supernova: https://revistasupernova.com
*Teknocultura: https://revistas.ucm.es/index.php/TEKN
*Radical Philosophy: https://www.radicalphilosophy.com/
io5bz9ya9039qzb2jaw81gtryrmcr2j
Wikiversidade:Outreach Dashboard/CEPID NeuroMat/Introdução ao Jornalismo Científico
4
22351
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182951
2026-05-29T12:53:46Z
Janeserra
44377
Updating course from outreachdashboard.wmflabs.org
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wikitext
text/x-wiki
{{Detalhes de programa
| course_name = Introdução ao Jornalismo Científico
| instructor_username = Joalpe
| support_staff =
| subject =
| start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC
| end_date = 2028-12-31 02:00:00 UTC
| institution = CEPID NeuroMat
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| campaigns = Grupo de Usuários Wiki Movimento Brasil, NeuroMat, Brazil Wikimedia Education Program, Education courses 2019-20
| outreachdashboard.wmflabs.org = yes
}}
O curso "Introdução ao Jornalismo Científico" é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico.
O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do "Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico" (chamado ainda de "Mídia Ciência"), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas.
Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de "Curso Online Aberto e Massivo" (mais conhecidos pela sigla "MOOC") nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário.
{{Tabela de participantes}}
{{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaismay||}}
{{Linha da tabela do participante|Hedestad||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}}
{{Linha da tabela do participante|Parzeus||}}
{{Linha da tabela do participante|Miréia NeuroMat||}}
{{Linha da tabela do participante|CamillaTsuji||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}}
{{Linha da tabela do participante|Alebasi24||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaCristinaADS||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolinagoetten||}}
{{Linha da tabela do participante|EditorWiki1917||}}
{{Linha da tabela do participante|Niqlima||}}
{{Linha da tabela do participante|Cazanijr||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniele Seridório||}}
{{Linha da tabela do participante|Túllio F||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Milani||}}
{{Linha da tabela do participante|Marvelnessa||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaLuizaFur||}}
{{Linha da tabela do participante|Editor ArmandoSP||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Di Beo||}}
{{Linha da tabela do participante|ErikaGuetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Gustavo Kenzo||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbara Moraes99||}}
{{Linha da tabela do participante|Dougnate||}}
{{Linha da tabela do participante|N.tenca||}}
{{Linha da tabela do participante|Enxama||}}
{{Linha da tabela do participante|Bifasano||}}
{{Linha da tabela do participante|Lua Airoldi||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsenpcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Danielva963||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldemir Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Volletfilho|[[Ciência, Religião e a Arte]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Jvpeixe||}}
{{Linha da tabela do participante|Anacarolcoelho||}}
{{Linha da tabela do participante|Stella PM Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Giane Corrêa Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tainan pauli||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldebara2021||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcio Granez||}}
{{Linha da tabela do participante|Monique Polera||}}
{{Linha da tabela do participante|Camillebroppcardoso82||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolina||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolinato||}}
{{Linha da tabela do participante|Mercúrio-RSN||}}
{{Linha da tabela do participante|Joao Ider||}}
{{Linha da tabela do participante|Mari.moti||}}
{{Linha da tabela do participante|Sayonaraea||}}
{{Linha da tabela do participante|Hemilly Luanna||}}
{{Linha da tabela do participante|Anderson Tertuliano Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Wilma Barrionuevo||}}
{{Linha da tabela do participante|Tata Nzito||}}
{{Linha da tabela do participante|Chantalmedaets||}}
{{Linha da tabela do participante|WilmaBarrion||}}
{{Linha da tabela do participante|Poleramonique||}}
{{Linha da tabela do participante|Jiums22||}}
{{Linha da tabela do participante|Anefrosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende1||}}
{{Linha da tabela do participante|Beatriz Cristina Sabino Garcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezerfsjunior||}}
{{Linha da tabela do participante|Ivanice A M||}}
{{Linha da tabela do participante|Alabora42||}}
{{Linha da tabela do participante|MaximGoncharov86||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Tebet||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Eduardo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tayaneabib||}}
{{Linha da tabela do participante|Samara.rodriguesalves 1||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Sérgio Pires||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbaramaiap||}}
{{Linha da tabela do participante|Agatha.Nagli||}}
{{Linha da tabela do participante|Cauasider||}}
{{Linha da tabela do participante|Lecysartori||}}
{{Linha da tabela do participante|Otávio Uzumaki||}}
{{Linha da tabela do participante|Dindara Silva Galvão||}}
{{Linha da tabela do participante|Virginiacoda||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela de Oliveira Paskevicius||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezer Francisco de Santana Junior||}}
{{Linha da tabela do participante|GPask17||}}
{{Linha da tabela do participante|Giancarlo.souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Claricepc||}}
{{Linha da tabela do participante|Ísis Maéve Sobrinho||}}
{{Linha da tabela do participante|Cloudywoodstock||}}
{{Linha da tabela do participante|Danúbia Esprega Gonçalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Leocamararibeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matippi||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Ambrósio Caiomb||}}
{{Linha da tabela do participante|Viniciuscoimbraalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Mapaaustral||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Ananias||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme A Hansen||}}
{{Linha da tabela do participante|Alybnp||}}
{{Linha da tabela do participante|Karys Reis||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaciane Mendes de Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Leonardo Câmara||}}
{{Linha da tabela do participante|Vfigueira||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Fernandes Carrijo||}}
{{Linha da tabela do participante|Arrasta o X||}}
{{Linha da tabela do participante|Leo.omagalhaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Júlia Blank||}}
{{Linha da tabela do participante|Edupaschoal||}}
{{Linha da tabela do participante|EvelineAraujo||}}
{{Linha da tabela do participante|Melina Silva de Lima||}}
{{Linha da tabela do participante|Jake456545||}}
{{Linha da tabela do participante|Edson Nova||}}
{{Linha da tabela do participante|Rogério Bordini||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabrielcondoto||}}
{{Linha da tabela do participante|Eveelynsilva||}}
{{Linha da tabela do participante|Rlazani||}}
{{Linha da tabela do participante|Cynito||}}
{{Linha da tabela do participante|AJurno (WMB)||}}
{{Linha da tabela do participante|Bverzili||}}
{{Linha da tabela do participante|Ksogabe||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisiane Muller||}}
{{Linha da tabela do participante|KaioLimajr||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaritanpaiva||}}
{{Linha da tabela do participante|FSaldanha||}}
{{Linha da tabela do participante|Agnessa Kling Nóbrega||}}
{{Linha da tabela do participante|Adrian Diegues||}}
{{Linha da tabela do participante|SashaCruzAlvesPereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Bela Cascão||}}
{{Linha da tabela do participante|Adriana de Farias||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaFarias09||}}
{{Linha da tabela do participante|Esteralkimim||}}
{{Linha da tabela do participante|Aarrigo||}}
{{Linha da tabela do participante|Guicelest||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaclara11||}}
{{Linha da tabela do participante|Camila Cinque||}}
{{Linha da tabela do participante|Fideliscelso||}}
{{Linha da tabela do participante|Clarissa Viana||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando da Cruz Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Andrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabiandrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Thluccaas||}}
{{Linha da tabela do participante|Manuella Reale||}}
{{Linha da tabela do participante|Janize Colaço||}}
{{Linha da tabela do participante|Kelly De Conti Rodrigues||}}
{{Linha da tabela do participante|PetermoonBR||}}
{{Linha da tabela do participante|Ismaelunicamp||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoriacbrl||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariacarolinahr||[[:w:pt:Hydrodamalis gigas]], [[:w:pt:Pasquale Cipro Neto]]}}
{{Linha da tabela do participante|Priscila cassia||}}
{{Linha da tabela do participante|Rmitsuo||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia10br||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Menoncello||}}
{{Linha da tabela do participante|Celer01||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme1754||}}
{{Linha da tabela do participante|Jubdevito|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]], [[:w:pt:Academia das Ciências de Berlim]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Milena Monteiro Antunes||}}
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{{Linha da tabela do participante|Sgcalazans||}}
{{Linha da tabela do participante|Tahnee Valzachi Sugano||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Sabatini||}}
{{Linha da tabela do participante|Tacia.Rocha||}}
{{Linha da tabela do participante|Eduarda Veiga Carvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Carnachion||}}
{{Linha da tabela do participante|Luca.bio1987||}}
{{Linha da tabela do participante|Kris Herik de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulabre73||}}
{{Linha da tabela do participante|Maycon Jordan Costa da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Lauren.ssteffen||}}
{{Linha da tabela do participante|João Damasio da Silva Neto||}}
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{{Linha da tabela do participante|Luís Enrique Cazani Júnior||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor.o.moura|[[Http://hepic.if.usp.br/?q=pt-br/blog/116/victor-oliveira/físicos-por-um-dia-hepic-realiza-masterclasses-2024-para-alunos-do-ensino]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Sardinha.Lara||}}
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{{Linha da tabela do participante|CarolineFerreiraa||}}
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{{Linha da tabela do participante|Jessica14.levy||}}
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{{Linha da tabela do participante|Mateus Cunha da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniel Piuma Dode||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Paula Silveira dos Santos||}}
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{{Linha da tabela do participante|Marianasmagalhaes||}}
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{{Linha da tabela do participante|Lucaslandy||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovanna Furioto da Fonseca||}}
{{Linha da tabela do participante|Letícia Pelistrato||}}
{{Linha da tabela do participante|Amanda biologia|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Amanda Biologia]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Daiane.b.s||}}
{{Linha da tabela do participante|Bialemoss||}}
{{Linha da tabela do participante|Alriol||}}
{{Linha da tabela do participante|Jean Maicon Rickes Medeiros||}}
{{Linha da tabela do participante|Rufino Borge José Sitak||}}
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{{Linha da tabela do participante|Amanda Silverio||}}
{{Linha da tabela do participante|Izapoliti||}}
{{Linha da tabela do participante|Henrique de Sousa Mathias||}}
{{Linha da tabela do participante|19FernandaRenata98||}}
{{Linha da tabela do participante|Larissa Anunciato||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Tozzini||}}
{{Linha da tabela do participante|Kaue Pedro Costa||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovannavial||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriel Leonardo Ferreira Elias||}}
{{Linha da tabela do participante|Rquelts||}}
{{Linha da tabela do participante|Beatriz Durlin||}}
{{Linha da tabela do participante|Bito Augusto||}}
{{Linha da tabela do participante|Larissa Dezen||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Daniela de Araújo Vianna||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela.ggouvea||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Clara Martins Cavalcanti||}}
{{Linha da tabela do participante|Davidrmo||}}
{{Linha da tabela do participante|Ronaldo Fontana de Jesus||}}
{{Linha da tabela do participante|Flavia Delgado||}}
{{Linha da tabela do participante|Elisatobias1||}}
{{Linha da tabela do participante|Brenda Teixeira 96||}}
{{Linha da tabela do participante|Comunicadora Letrada||}}
{{Linha da tabela do participante|ProfessoraDelgado||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Carolina Torres Vianna||}}
{{Linha da tabela do participante|Jorjacruz||}}
{{Linha da tabela do participante|Ericopagotto||}}
{{Linha da tabela do participante|Ninahera||}}
{{Linha da tabela do participante|CientistaND11||}}
{{Linha da tabela do participante|Liege9||}}
{{Linha da tabela do participante|Luilima||}}
{{Linha da tabela do participante|MAUrício Pascuet||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucato.cassio||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilacason||}}
{{Linha da tabela do participante|Clara Camara||}}
{{Linha da tabela do participante|Leticiakurihara||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniel dos Santos Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Elliton||}}
{{Linha da tabela do participante|Gal Ribeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|AndreBtu||}}
{{Linha da tabela do participante|Bichioli||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucas.cervera||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoria Orilhana||}}
{{Linha da tabela do participante|Neuza10||}}
{{Linha da tabela do participante|Caio7César||}}
{{Linha da tabela do participante|Madsmaia||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarciabr||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilapraita||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolina F. Castro||}}
{{Linha da tabela do participante|Lobato.Bernardo||}}
{{Linha da tabela do participante|Filipe Nascimento Gomes||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Letícia Guinle||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabi GGouvêa||}}
{{Linha da tabela do participante|Laura Ramires Rocha||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaBFSousa||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernanda Katiucia Martins da Silva de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardo Scarpinelli de Sousa||}}
{{Linha da tabela do participante|VictorBessa||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia Gonçalves Artuzo||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolVianna9954||}}
{{Linha da tabela do participante|Jorjacruzp||}}
{{Linha da tabela do participante|Ninarahe||}}
{{Linha da tabela do participante|NDH 211||}}
{{Linha da tabela do participante|Gal Rbr||}}
{{Linha da tabela do participante|Lorena Baldini||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabellyz||}}
{{Linha da tabela do participante|Emily Oliveira Trindade||}}
{{Linha da tabela do participante|Eduarda Ramos Ribeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|FernandoBustamante1917||}}
{{Linha da tabela do participante|Luciane Morales Xavier||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana3beatriz22||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriel noriyuki de andrade||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniela.damaceno||}}
{{Linha da tabela do participante|Paula De Donato||}}
{{Linha da tabela do participante|Rochelemoura||}}
{{Linha da tabela do participante|Maripolo86||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernanda Mourah||}}
{{Linha da tabela do participante|Dânia Brajato||}}
{{Linha da tabela do participante|Lorranyamazonas||}}
{{Linha da tabela do participante|LucasVLS||}}
{{Linha da tabela do participante|Caiosalgueiro||}}
{{Linha da tabela do participante|IRION MARTINS SILVA||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Barcellos||}}
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{{Linha da tabela do participante|Duda418589||}}
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{{Fim da tabela de participantes}}
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182995
182975
2026-05-29T18:28:43Z
Ana Fariña, aquela atriz
44378
Updating course from outreachdashboard.wmflabs.org
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wikitext
text/x-wiki
{{Detalhes de programa
| course_name = Introdução ao Jornalismo Científico
| instructor_username = Joalpe
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| start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC
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}}
O curso "Introdução ao Jornalismo Científico" é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico.
O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do "Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico" (chamado ainda de "Mídia Ciência"), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas.
Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de "Curso Online Aberto e Massivo" (mais conhecidos pela sigla "MOOC") nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário.
{{Tabela de participantes}}
{{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaismay||}}
{{Linha da tabela do participante|Hedestad||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}}
{{Linha da tabela do participante|Parzeus||}}
{{Linha da tabela do participante|Miréia NeuroMat||}}
{{Linha da tabela do participante|CamillaTsuji||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}}
{{Linha da tabela do participante|Alebasi24||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaCristinaADS||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolinagoetten||}}
{{Linha da tabela do participante|EditorWiki1917||}}
{{Linha da tabela do participante|Niqlima||}}
{{Linha da tabela do participante|Cazanijr||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniele Seridório||}}
{{Linha da tabela do participante|Túllio F||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Milani||}}
{{Linha da tabela do participante|Marvelnessa||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaLuizaFur||}}
{{Linha da tabela do participante|Editor ArmandoSP||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Di Beo||}}
{{Linha da tabela do participante|ErikaGuetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Gustavo Kenzo||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbara Moraes99||}}
{{Linha da tabela do participante|Dougnate||}}
{{Linha da tabela do participante|N.tenca||}}
{{Linha da tabela do participante|Enxama||}}
{{Linha da tabela do participante|Bifasano||}}
{{Linha da tabela do participante|Lua Airoldi||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsenpcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Danielva963||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldemir Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Volletfilho|[[Ciência, Religião e a Arte]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Jvpeixe||}}
{{Linha da tabela do participante|Anacarolcoelho||}}
{{Linha da tabela do participante|Stella PM Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Giane Corrêa Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tainan pauli||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldebara2021||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcio Granez||}}
{{Linha da tabela do participante|Monique Polera||}}
{{Linha da tabela do participante|Camillebroppcardoso82||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolina||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolinato||}}
{{Linha da tabela do participante|Mercúrio-RSN||}}
{{Linha da tabela do participante|Joao Ider||}}
{{Linha da tabela do participante|Mari.moti||}}
{{Linha da tabela do participante|Sayonaraea||}}
{{Linha da tabela do participante|Hemilly Luanna||}}
{{Linha da tabela do participante|Anderson Tertuliano Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Wilma Barrionuevo||}}
{{Linha da tabela do participante|Tata Nzito||}}
{{Linha da tabela do participante|Chantalmedaets||}}
{{Linha da tabela do participante|WilmaBarrion||}}
{{Linha da tabela do participante|Poleramonique||}}
{{Linha da tabela do participante|Jiums22||}}
{{Linha da tabela do participante|Anefrosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende1||}}
{{Linha da tabela do participante|Beatriz Cristina Sabino Garcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezerfsjunior||}}
{{Linha da tabela do participante|Ivanice A M||}}
{{Linha da tabela do participante|Alabora42||}}
{{Linha da tabela do participante|MaximGoncharov86||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Tebet||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Eduardo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tayaneabib||}}
{{Linha da tabela do participante|Samara.rodriguesalves 1||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Sérgio Pires||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbaramaiap||}}
{{Linha da tabela do participante|Agatha.Nagli||}}
{{Linha da tabela do participante|Cauasider||}}
{{Linha da tabela do participante|Lecysartori||}}
{{Linha da tabela do participante|Otávio Uzumaki||}}
{{Linha da tabela do participante|Dindara Silva Galvão||}}
{{Linha da tabela do participante|Virginiacoda||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela de Oliveira Paskevicius||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezer Francisco de Santana Junior||}}
{{Linha da tabela do participante|GPask17||}}
{{Linha da tabela do participante|Giancarlo.souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Claricepc||}}
{{Linha da tabela do participante|Ísis Maéve Sobrinho||}}
{{Linha da tabela do participante|Cloudywoodstock||}}
{{Linha da tabela do participante|Danúbia Esprega Gonçalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Leocamararibeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matippi||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Ambrósio Caiomb||}}
{{Linha da tabela do participante|Viniciuscoimbraalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Mapaaustral||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Ananias||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme A Hansen||}}
{{Linha da tabela do participante|Alybnp||}}
{{Linha da tabela do participante|Karys Reis||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaciane Mendes de Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Leonardo Câmara||}}
{{Linha da tabela do participante|Vfigueira||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Fernandes Carrijo||}}
{{Linha da tabela do participante|Arrasta o X||}}
{{Linha da tabela do participante|Leo.omagalhaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Júlia Blank||}}
{{Linha da tabela do participante|Edupaschoal||}}
{{Linha da tabela do participante|EvelineAraujo||}}
{{Linha da tabela do participante|Melina Silva de Lima||}}
{{Linha da tabela do participante|Jake456545||}}
{{Linha da tabela do participante|Edson Nova||}}
{{Linha da tabela do participante|Rogério Bordini||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabrielcondoto||}}
{{Linha da tabela do participante|Eveelynsilva||}}
{{Linha da tabela do participante|Rlazani||}}
{{Linha da tabela do participante|Cynito||}}
{{Linha da tabela do participante|AJurno (WMB)||}}
{{Linha da tabela do participante|Bverzili||}}
{{Linha da tabela do participante|Ksogabe||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisiane Muller||}}
{{Linha da tabela do participante|KaioLimajr||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaritanpaiva||}}
{{Linha da tabela do participante|FSaldanha||}}
{{Linha da tabela do participante|Agnessa Kling Nóbrega||}}
{{Linha da tabela do participante|Adrian Diegues||}}
{{Linha da tabela do participante|SashaCruzAlvesPereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Bela Cascão||}}
{{Linha da tabela do participante|Adriana de Farias||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaFarias09||}}
{{Linha da tabela do participante|Esteralkimim||}}
{{Linha da tabela do participante|Aarrigo||}}
{{Linha da tabela do participante|Guicelest||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaclara11||}}
{{Linha da tabela do participante|Camila Cinque||}}
{{Linha da tabela do participante|Fideliscelso||}}
{{Linha da tabela do participante|Clarissa Viana||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando da Cruz Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Andrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabiandrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Thluccaas||}}
{{Linha da tabela do participante|Manuella Reale||}}
{{Linha da tabela do participante|Janize Colaço||}}
{{Linha da tabela do participante|Kelly De Conti Rodrigues||}}
{{Linha da tabela do participante|PetermoonBR||}}
{{Linha da tabela do participante|Ismaelunicamp||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoriacbrl||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariacarolinahr||[[:w:pt:Hydrodamalis gigas]], [[:w:pt:Pasquale Cipro Neto]]}}
{{Linha da tabela do participante|Priscila cassia||}}
{{Linha da tabela do participante|Rmitsuo||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia10br||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Menoncello||}}
{{Linha da tabela do participante|Celer01||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme1754||}}
{{Linha da tabela do participante|Jubdevito|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]], [[:w:pt:Academia das Ciências de Berlim]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Milena Monteiro Antunes||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsen||}}
{{Linha da tabela do participante|Sgcalazans||}}
{{Linha da tabela do participante|Tahnee Valzachi Sugano||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Sabatini||}}
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{{Linha da tabela do participante|Eduarda Veiga Carvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Carnachion||}}
{{Linha da tabela do participante|Luca.bio1987||}}
{{Linha da tabela do participante|Kris Herik de Oliveira||}}
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{{Linha da tabela do participante|Maycon Jordan Costa da Silva||}}
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{{Linha da tabela do participante|João Damasio da Silva Neto||}}
{{Linha da tabela do participante|MEugêniaArantes||}}
{{Linha da tabela do participante|Luís Enrique Cazani Júnior||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor.o.moura|[[Http://hepic.if.usp.br/?q=pt-br/blog/116/victor-oliveira/físicos-por-um-dia-hepic-realiza-masterclasses-2024-para-alunos-do-ensino]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Sardinha.Lara||}}
{{Linha da tabela do participante|Kaio Alevi||}}
{{Linha da tabela do participante|Letícia Sarturi||}}
{{Linha da tabela do participante|Ferik80||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineFerreiraa||}}
{{Linha da tabela do participante|Luis Forte Rasmussem||}}
{{Linha da tabela do participante|Lais Caroline Souza e Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Bruna Jeronimo||}}
{{Linha da tabela do participante|Jessica0997||}}
{{Linha da tabela do participante|Patriciaseri||}}
{{Linha da tabela do participante|Pantunes83||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcelo Lapola||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia Rodrigues 2022||}}
{{Linha da tabela do participante|Camargo.fmcfernando||}}
{{Linha da tabela do participante|Christiane Matos Batista||}}
{{Linha da tabela do participante|Cadeoluishenrique||}}
{{Linha da tabela do participante|Thalesfig||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiane Buzanello||}}
{{Linha da tabela do participante|Giudenari||}}
{{Linha da tabela do participante|Byreom||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcela Martins Chiudo||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcia Cominetti||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineSCorrêa||}}
{{Linha da tabela do participante|Cogno Gabriel Nardi||}}
{{Linha da tabela do participante|Rgfeitosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Bedacardim||}}
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{{Linha da tabela do participante|Victor.oliveira.moura|[[Https://ijc.toolforge.org/]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Laura.costacamargo1||}}
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{{Linha da tabela do participante|Gabriel B. Barbosa||}}
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{{Linha da tabela do participante|Maria Angélica Santos|[[:w:pt:Papiros medicinais egípcios]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Melissa Arruda Vieira||}}
{{Linha da tabela do participante|Rodolfo Fagundes Costa||}}
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{{Linha da tabela do participante|Amanda Gurgel Ávila||}}
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{{Linha da tabela do participante|Crissouza2||}}
{{Linha da tabela do participante|Gui Adorno||}}
{{Linha da tabela do participante|Coutinhomario||}}
{{Linha da tabela do participante|LaisDavid||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabela Batistella||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Varela101||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboragallas||}}
{{Linha da tabela do participante|Melmurgel||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Rocha Nangino||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoria Regina Siqueira Manara||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcoportugal||}}
{{Linha da tabela do participante|PEDRO HENRIQUE VISENTINI PANTAROTTO||}}
{{Linha da tabela do participante|Girliani||}}
{{Linha da tabela do participante|Luiz Henrique Gonçalves Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Gilvaneide de Sousa Santos|[[:w:pt:História da linguística]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Nayana Alves||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaisa Sallum Bacco||}}
{{Linha da tabela do participante|Gavadams||}}
{{Linha da tabela do participante|MLConti||}}
{{Linha da tabela do participante|Caio Lamas||}}
{{Linha da tabela do participante|Eandroduarte||}}
{{Linha da tabela do participante|Tamires S Tavares||}}
{{Linha da tabela do participante|Vinicius.pachecob||}}
{{Linha da tabela do participante|SuelyPorfirio||}}
{{Linha da tabela do participante|PriCardoso||}}
{{Linha da tabela do participante|NAALVES||}}
{{Linha da tabela do participante|Natalia Mello Franco||}}
{{Linha da tabela do participante|Sah.fernandes||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida 31||}}
{{Linha da tabela do participante|Larabaesteiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matheus Grael||}}
{{Linha da tabela do participante|NayAlves0901||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisimuller||}}
{{Linha da tabela do participante|MatheusPANarcizo||}}
{{Linha da tabela do participante|Mirian muginski||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Noele Brito Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Monarakl||}}
{{Linha da tabela do participante|Marco Vinicius Ropelli|[[:w:pt:História da virologia]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Wick||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Alípio||}}
{{Linha da tabela do participante|Juan.mattheus||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaAFranco||}}
{{Linha da tabela do participante|Marimesquitta||}}
{{Linha da tabela do participante|Sasasayuri||}}
{{Linha da tabela do participante|Ajmarrtins||}}
{{Linha da tabela do participante|MartinGabriela||}}
{{Linha da tabela do participante|CalvinCousin||}}
{{Linha da tabela do participante|Roberta Navas Battistella||}}
{{Linha da tabela do participante|Calvincou||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilafortesmonte||}}
{{Linha da tabela do participante|Rafaelbragacunha||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Maria Augusti||}}
{{Linha da tabela do participante|BeatrizPiffer||}}
{{Linha da tabela do participante|Thalef Sousa Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Damny Laya||}}
{{Linha da tabela do participante|Vannieaurin||}}
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Discussão:Sociologia e Comunicação Cásper
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text/x-wiki
== Modelo do curso centrado em Aprendizagem por problemas na Wikiversidade==
Link da página teste: https://pt.wikiversity.org/wiki/Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper/ABP
== Sobre Competências e Habilidades==
Competências: São capacidades mais amplas que envolvem a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver situações complexas da vida cotidiana, do exercício da cidadania e do mundo do trabalho. As competências são mais abrangentes e integradoras, focando na capacidade de aplicar o conhecimento de forma prática e eficaz em diferentes contextos
Habilidades: São capacidades específicas e mais concretas que um indivíduo desenvolve para realizar tarefas particulares. As habilidades são frequentemente técnicas e podem ser aprendidas e aperfeiçoadas ao longo do tempo
== Número de acessos ==
[https://pageviews.wmcloud.org/?project=pt.wikiversity.org&platform=all-access&agent=user&redirects=0&start=2024-01-12&end=2025-07-29&pages=Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper Estatísticas de visualização da página] [[Utilizador:Lgjunior|Lgjunior]]
==Experiência com IA==
A partir de de fevereiro de 2025, dei inicio a uma versão de minhas aulas-contribuições com auxílio de Inteligência Artificial.
Os leitores/leitoras podem ver a diferença, acessando versão anteriores do curso ("Ver histórico" - apenas observar, não salvar a versão antiga.
Baseado no material criado pelo professor humano, o prompt criado foi este:
*"A partir de agora, você assume o papel de um professor de Sociologia em um curso superior de Comunicação. Seu objetivo principal é integrar os conteúdos já produzidos pelo professor humano, aprimorando-os com exemplos contextualizados e relevantes para a área da comunicação. Sua abordagem deve ser crítica, reflexiva e interdisciplinar, conectando teoria sociológica e fenômenos comunicacionais contemporâneos.
Para isso, siga as seguintes diretrizes:
Integração e Expansão: Analise o material já produzido pelo professor humano e expanda suas reflexões com novas conexões teóricas e metodológicas. Evite apenas repetir o conteúdo; ao invés disso, aprofunde conceitos e amplie a análise.
Exemplificação Aplicada: Sempre que possível, forneça exemplos concretos que tornem os conceitos mais acessíveis para os estudantes de comunicação. Isso pode incluir:
Estudo de campanhas publicitárias e suas relações com a cultura de consumo.
Análise de discursos midiáticos e sua relação com ideologias e identidades sociais.
Impactos dos algoritmos e bolhas informacionais na construção da opinião pública.
Fenômenos como fake news, cultura digital, pós-verdade e suas relações com a sociedade.
Atividades e Questionamentos: Estruture atividades para estimular o pensamento crítico dos alunos. Isso pode incluir:
Perguntas de interpretação de texto e debate.
Estudos de caso baseados em eventos recentes da comunicação.
Análises comparativas entre diferentes abordagens sociológicas.
Conexões Contemporâneas: Relacione os conceitos sociológicos com desafios da comunicação atual, como:
A influência da mídia na construção da realidade social.
As disputas por representatividade e poder nos meios de comunicação.
A dinâmica entre cultura de massa, cultura participativa e produção de sentido.
Abordagem Acadêmica e Crítica: Mantenha um tom analítico e embasado, respeitando normas acadêmicas e garantindo rigor conceitual. Caso necessário, sugira referências teóricas para aprofundamento.
Aprimoramento Colaborativo: Se identificar lacunas ou pontos que podem ser melhor desenvolvidos, proponha aprimoramentos e direcione o professor humano para novas possibilidades de pesquisa e ensino."*
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text/x-wiki
== Modelo do curso centrado em Aprendizagem por problemas na Wikiversidade==
Link da página teste I: https://pt.wikiversity.org/wiki/Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper/ABP
Link da página teste II:
== Sobre Competências e Habilidades==
Competências: São capacidades mais amplas que envolvem a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver situações complexas da vida cotidiana, do exercício da cidadania e do mundo do trabalho. As competências são mais abrangentes e integradoras, focando na capacidade de aplicar o conhecimento de forma prática e eficaz em diferentes contextos
Habilidades: São capacidades específicas e mais concretas que um indivíduo desenvolve para realizar tarefas particulares. As habilidades são frequentemente técnicas e podem ser aprendidas e aperfeiçoadas ao longo do tempo
== Número de acessos ==
[https://pageviews.wmcloud.org/?project=pt.wikiversity.org&platform=all-access&agent=user&redirects=0&start=2024-01-12&end=2025-07-29&pages=Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper Estatísticas de visualização da página] [[Utilizador:Lgjunior|Lgjunior]]
==Experiência com IA==
A partir de de fevereiro de 2025, dei inicio a uma versão de minhas aulas-contribuições com auxílio de Inteligência Artificial.
Os leitores/leitoras podem ver a diferença, acessando versão anteriores do curso ("Ver histórico" - apenas observar, não salvar a versão antiga.
Baseado no material criado pelo professor humano, o prompt criado foi este:
*"A partir de agora, você assume o papel de um professor de Sociologia em um curso superior de Comunicação. Seu objetivo principal é integrar os conteúdos já produzidos pelo professor humano, aprimorando-os com exemplos contextualizados e relevantes para a área da comunicação. Sua abordagem deve ser crítica, reflexiva e interdisciplinar, conectando teoria sociológica e fenômenos comunicacionais contemporâneos.
Para isso, siga as seguintes diretrizes:
Integração e Expansão: Analise o material já produzido pelo professor humano e expanda suas reflexões com novas conexões teóricas e metodológicas. Evite apenas repetir o conteúdo; ao invés disso, aprofunde conceitos e amplie a análise.
Exemplificação Aplicada: Sempre que possível, forneça exemplos concretos que tornem os conceitos mais acessíveis para os estudantes de comunicação. Isso pode incluir:
Estudo de campanhas publicitárias e suas relações com a cultura de consumo.
Análise de discursos midiáticos e sua relação com ideologias e identidades sociais.
Impactos dos algoritmos e bolhas informacionais na construção da opinião pública.
Fenômenos como fake news, cultura digital, pós-verdade e suas relações com a sociedade.
Atividades e Questionamentos: Estruture atividades para estimular o pensamento crítico dos alunos. Isso pode incluir:
Perguntas de interpretação de texto e debate.
Estudos de caso baseados em eventos recentes da comunicação.
Análises comparativas entre diferentes abordagens sociológicas.
Conexões Contemporâneas: Relacione os conceitos sociológicos com desafios da comunicação atual, como:
A influência da mídia na construção da realidade social.
As disputas por representatividade e poder nos meios de comunicação.
A dinâmica entre cultura de massa, cultura participativa e produção de sentido.
Abordagem Acadêmica e Crítica: Mantenha um tom analítico e embasado, respeitando normas acadêmicas e garantindo rigor conceitual. Caso necessário, sugira referências teóricas para aprofundamento.
Aprimoramento Colaborativo: Se identificar lacunas ou pontos que podem ser melhor desenvolvidos, proponha aprimoramentos e direcione o professor humano para novas possibilidades de pesquisa e ensino."*
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Lgjunior
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text/x-wiki
== Modelo do curso centrado em Aprendizagem por problemas na Wikiversidade==
Link da página teste I: https://pt.wikiversity.org/wiki/Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper/ABP
Link da página teste II:
Diário de Campo Sociológico: https://pt.wikiversity.org/wiki/Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper/Di%C3%A1rio_de_Campo_Sociol%C3%B3gico
== Sobre Competências e Habilidades==
Competências: São capacidades mais amplas que envolvem a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver situações complexas da vida cotidiana, do exercício da cidadania e do mundo do trabalho. As competências são mais abrangentes e integradoras, focando na capacidade de aplicar o conhecimento de forma prática e eficaz em diferentes contextos
Habilidades: São capacidades específicas e mais concretas que um indivíduo desenvolve para realizar tarefas particulares. As habilidades são frequentemente técnicas e podem ser aprendidas e aperfeiçoadas ao longo do tempo
== Número de acessos ==
[https://pageviews.wmcloud.org/?project=pt.wikiversity.org&platform=all-access&agent=user&redirects=0&start=2024-01-12&end=2025-07-29&pages=Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper Estatísticas de visualização da página] [[Utilizador:Lgjunior|Lgjunior]]
==Experiência com IA==
A partir de de fevereiro de 2025, dei inicio a uma versão de minhas aulas-contribuições com auxílio de Inteligência Artificial.
Os leitores/leitoras podem ver a diferença, acessando versão anteriores do curso ("Ver histórico" - apenas observar, não salvar a versão antiga.
Baseado no material criado pelo professor humano, o prompt criado foi este:
*"A partir de agora, você assume o papel de um professor de Sociologia em um curso superior de Comunicação. Seu objetivo principal é integrar os conteúdos já produzidos pelo professor humano, aprimorando-os com exemplos contextualizados e relevantes para a área da comunicação. Sua abordagem deve ser crítica, reflexiva e interdisciplinar, conectando teoria sociológica e fenômenos comunicacionais contemporâneos.
Para isso, siga as seguintes diretrizes:
Integração e Expansão: Analise o material já produzido pelo professor humano e expanda suas reflexões com novas conexões teóricas e metodológicas. Evite apenas repetir o conteúdo; ao invés disso, aprofunde conceitos e amplie a análise.
Exemplificação Aplicada: Sempre que possível, forneça exemplos concretos que tornem os conceitos mais acessíveis para os estudantes de comunicação. Isso pode incluir:
Estudo de campanhas publicitárias e suas relações com a cultura de consumo.
Análise de discursos midiáticos e sua relação com ideologias e identidades sociais.
Impactos dos algoritmos e bolhas informacionais na construção da opinião pública.
Fenômenos como fake news, cultura digital, pós-verdade e suas relações com a sociedade.
Atividades e Questionamentos: Estruture atividades para estimular o pensamento crítico dos alunos. Isso pode incluir:
Perguntas de interpretação de texto e debate.
Estudos de caso baseados em eventos recentes da comunicação.
Análises comparativas entre diferentes abordagens sociológicas.
Conexões Contemporâneas: Relacione os conceitos sociológicos com desafios da comunicação atual, como:
A influência da mídia na construção da realidade social.
As disputas por representatividade e poder nos meios de comunicação.
A dinâmica entre cultura de massa, cultura participativa e produção de sentido.
Abordagem Acadêmica e Crítica: Mantenha um tom analítico e embasado, respeitando normas acadêmicas e garantindo rigor conceitual. Caso necessário, sugira referências teóricas para aprofundamento.
Aprimoramento Colaborativo: Se identificar lacunas ou pontos que podem ser melhor desenvolvidos, proponha aprimoramentos e direcione o professor humano para novas possibilidades de pesquisa e ensino."*
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Lgjunior
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== Modelo do curso centrado em Aprendizagem por problemas na Wikiversidade==
Link da página teste I: https://pt.wikiversity.org/wiki/Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper/ABP
Link da página teste II: https://pt.wikiversity.org/wiki/Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper/ABP2
Diário de Campo Sociológico: https://pt.wikiversity.org/wiki/Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper/Di%C3%A1rio_de_Campo_Sociol%C3%B3gico
== Sobre Competências e Habilidades==
Competências: São capacidades mais amplas que envolvem a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver situações complexas da vida cotidiana, do exercício da cidadania e do mundo do trabalho. As competências são mais abrangentes e integradoras, focando na capacidade de aplicar o conhecimento de forma prática e eficaz em diferentes contextos
Habilidades: São capacidades específicas e mais concretas que um indivíduo desenvolve para realizar tarefas particulares. As habilidades são frequentemente técnicas e podem ser aprendidas e aperfeiçoadas ao longo do tempo
== Número de acessos ==
[https://pageviews.wmcloud.org/?project=pt.wikiversity.org&platform=all-access&agent=user&redirects=0&start=2024-01-12&end=2025-07-29&pages=Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper Estatísticas de visualização da página] [[Utilizador:Lgjunior|Lgjunior]]
==Experiência com IA==
A partir de de fevereiro de 2025, dei inicio a uma versão de minhas aulas-contribuições com auxílio de Inteligência Artificial.
Os leitores/leitoras podem ver a diferença, acessando versão anteriores do curso ("Ver histórico" - apenas observar, não salvar a versão antiga.
Baseado no material criado pelo professor humano, o prompt criado foi este:
*"A partir de agora, você assume o papel de um professor de Sociologia em um curso superior de Comunicação. Seu objetivo principal é integrar os conteúdos já produzidos pelo professor humano, aprimorando-os com exemplos contextualizados e relevantes para a área da comunicação. Sua abordagem deve ser crítica, reflexiva e interdisciplinar, conectando teoria sociológica e fenômenos comunicacionais contemporâneos.
Para isso, siga as seguintes diretrizes:
Integração e Expansão: Analise o material já produzido pelo professor humano e expanda suas reflexões com novas conexões teóricas e metodológicas. Evite apenas repetir o conteúdo; ao invés disso, aprofunde conceitos e amplie a análise.
Exemplificação Aplicada: Sempre que possível, forneça exemplos concretos que tornem os conceitos mais acessíveis para os estudantes de comunicação. Isso pode incluir:
Estudo de campanhas publicitárias e suas relações com a cultura de consumo.
Análise de discursos midiáticos e sua relação com ideologias e identidades sociais.
Impactos dos algoritmos e bolhas informacionais na construção da opinião pública.
Fenômenos como fake news, cultura digital, pós-verdade e suas relações com a sociedade.
Atividades e Questionamentos: Estruture atividades para estimular o pensamento crítico dos alunos. Isso pode incluir:
Perguntas de interpretação de texto e debate.
Estudos de caso baseados em eventos recentes da comunicação.
Análises comparativas entre diferentes abordagens sociológicas.
Conexões Contemporâneas: Relacione os conceitos sociológicos com desafios da comunicação atual, como:
A influência da mídia na construção da realidade social.
As disputas por representatividade e poder nos meios de comunicação.
A dinâmica entre cultura de massa, cultura participativa e produção de sentido.
Abordagem Acadêmica e Crítica: Mantenha um tom analítico e embasado, respeitando normas acadêmicas e garantindo rigor conceitual. Caso necessário, sugira referências teóricas para aprofundamento.
Aprimoramento Colaborativo: Se identificar lacunas ou pontos que podem ser melhor desenvolvidos, proponha aprimoramentos e direcione o professor humano para novas possibilidades de pesquisa e ensino."*
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Lgjunior
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text/x-wiki
== Modelo do curso centrado em Aprendizagem por problemas na Wikiversidade==
Link da página teste I: https://pt.wikiversity.org/wiki/Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper/ABP
Link da página teste II: https://pt.wikiversity.org/wiki/Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper/ABP2
Link da página teste III: https://pt.wikiversity.org/wiki/Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper/ABP3
Diário de Campo Sociológico: https://pt.wikiversity.org/wiki/Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper/Di%C3%A1rio_de_Campo_Sociol%C3%B3gico
== Sobre Competências e Habilidades==
Competências: São capacidades mais amplas que envolvem a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver situações complexas da vida cotidiana, do exercício da cidadania e do mundo do trabalho. As competências são mais abrangentes e integradoras, focando na capacidade de aplicar o conhecimento de forma prática e eficaz em diferentes contextos
Habilidades: São capacidades específicas e mais concretas que um indivíduo desenvolve para realizar tarefas particulares. As habilidades são frequentemente técnicas e podem ser aprendidas e aperfeiçoadas ao longo do tempo
== Número de acessos ==
[https://pageviews.wmcloud.org/?project=pt.wikiversity.org&platform=all-access&agent=user&redirects=0&start=2024-01-12&end=2025-07-29&pages=Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper Estatísticas de visualização da página] [[Utilizador:Lgjunior|Lgjunior]]
==Experiência com IA==
A partir de de fevereiro de 2025, dei inicio a uma versão de minhas aulas-contribuições com auxílio de Inteligência Artificial.
Os leitores/leitoras podem ver a diferença, acessando versão anteriores do curso ("Ver histórico" - apenas observar, não salvar a versão antiga.
Baseado no material criado pelo professor humano, o prompt criado foi este:
*"A partir de agora, você assume o papel de um professor de Sociologia em um curso superior de Comunicação. Seu objetivo principal é integrar os conteúdos já produzidos pelo professor humano, aprimorando-os com exemplos contextualizados e relevantes para a área da comunicação. Sua abordagem deve ser crítica, reflexiva e interdisciplinar, conectando teoria sociológica e fenômenos comunicacionais contemporâneos.
Para isso, siga as seguintes diretrizes:
Integração e Expansão: Analise o material já produzido pelo professor humano e expanda suas reflexões com novas conexões teóricas e metodológicas. Evite apenas repetir o conteúdo; ao invés disso, aprofunde conceitos e amplie a análise.
Exemplificação Aplicada: Sempre que possível, forneça exemplos concretos que tornem os conceitos mais acessíveis para os estudantes de comunicação. Isso pode incluir:
Estudo de campanhas publicitárias e suas relações com a cultura de consumo.
Análise de discursos midiáticos e sua relação com ideologias e identidades sociais.
Impactos dos algoritmos e bolhas informacionais na construção da opinião pública.
Fenômenos como fake news, cultura digital, pós-verdade e suas relações com a sociedade.
Atividades e Questionamentos: Estruture atividades para estimular o pensamento crítico dos alunos. Isso pode incluir:
Perguntas de interpretação de texto e debate.
Estudos de caso baseados em eventos recentes da comunicação.
Análises comparativas entre diferentes abordagens sociológicas.
Conexões Contemporâneas: Relacione os conceitos sociológicos com desafios da comunicação atual, como:
A influência da mídia na construção da realidade social.
As disputas por representatividade e poder nos meios de comunicação.
A dinâmica entre cultura de massa, cultura participativa e produção de sentido.
Abordagem Acadêmica e Crítica: Mantenha um tom analítico e embasado, respeitando normas acadêmicas e garantindo rigor conceitual. Caso necessário, sugira referências teóricas para aprofundamento.
Aprimoramento Colaborativo: Se identificar lacunas ou pontos que podem ser melhor desenvolvidos, proponha aprimoramentos e direcione o professor humano para novas possibilidades de pesquisa e ensino."*
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Discussão:Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Níveis de entendimento
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2026-05-29T15:22:48Z
Henrique de Sousa Mathias
43864
q:Resposta à desinformação
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text/x-wiki
{{IJC/DúvidaBotão}}
== Jornalismo científico x ciência ==
Quais seriam as alternativas para o jornalismo científico em desmistificar o mito de que a ciência é algo rígido e imutável e de que o método científico tradicional é o único parâmetro de validação? --[[Utilizador:PabloSantana92|PabloSantana92]] ([[Utilizador Discussão:PabloSantana92|discussão]]) 13h44min de 6 de abril de 2026 (UTC)
== Resposta à desinformação ==
Vejo em minha experiência, que muito da desinformação, especialmente a que se espalha nas discussões de redes sociais, é baseada em pessoas que afirmam uma ciência "irrefutável" ou "universal", o que torna nossa aula muito importante para realidade em que vivemos, especialmente no papel do comunicador. A exemplo, postagens que perseguem a identidade de pessoa trans, em que muitos dos discursos apresentam uma "verdade irrefutável" da genética e biologia, onde existem apenas dois cromossomos. Cito este, dentre tantos exemplos, para formular a questão: como agir frente a estes discursos que evocam uma ciência única e irrefutável? Vejo que os autores que estudamos nesta aula nos trazem grandes contribuições quanto ao que cabe respondermos cientificamente, mas tem também a questão do preconceito e da perseguição de direitos em um discurso que tenta se validar em nome da ciência. --[[Utilizador:Henrique de Sousa Mathias|Henrique de Sousa Mathias]] ([[Utilizador Discussão:Henrique de Sousa Mathias|discussão]]) 15h22min de 29 de maio de 2026 (UTC)
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Discussão:Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia
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2026-05-29T14:57:00Z
Henrique de Sousa Mathias
43864
q:Postura do Jornalista frente à representantes institucionais
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wikitext
text/x-wiki
{{IJC/DúvidaBotão}}
== Capitalismo vs Ciência ==
Como alguém que trabalhou em um jornal de interior, cada matéria tem um valor. Assim como as ciências progridem com meio de financiamentos do governo e de empresas privadas, as matérias jornalísticas também ganham mais ou menos destaque pelo interesse econômico de cada pauta.
Talvez eu esteja adiantando um tópico, mas minha pergunta é: Como tornar um fato científico palatável para o publico iletrado e até mesmo atraente para os leitores ou espectadores?
O uso de "memes" é possível ou isso tira a seriedade do trabalho do jornalista e do cientista? --[[Especial:Contribuições/~2026-18011-45|~2026-18011-45]] ([[Utilizador Discussão:~2026-18011-45|discussão]]) 16h02min de 22 de março de 2026 (UTC)
== Postura do Jornalista frente à representantes institucionais ==
Quando estamos entrevistando instituições, muitas vezes damos de encontro com gestores que são de uma lógica institucionalizante, e que afirmam suas premissas como regime de verdade, como por exemplo, admnistradores. Qual é um melhor caminho ou atitude para um jornalista científico nestes casos? --[[Utilizador:Henrique de Sousa Mathias|Henrique de Sousa Mathias]] ([[Utilizador Discussão:Henrique de Sousa Mathias|discussão]]) 14h57min de 29 de maio de 2026 (UTC)
huv9gyfdz6578d3agab9vvp39jpubo6
182980
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2026-05-29T15:28:56Z
Henrique de Sousa Mathias
43864
q:Duvida Técnica
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wikitext
text/x-wiki
{{IJC/DúvidaBotão}}
== Capitalismo vs Ciência ==
Como alguém que trabalhou em um jornal de interior, cada matéria tem um valor. Assim como as ciências progridem com meio de financiamentos do governo e de empresas privadas, as matérias jornalísticas também ganham mais ou menos destaque pelo interesse econômico de cada pauta.
Talvez eu esteja adiantando um tópico, mas minha pergunta é: Como tornar um fato científico palatável para o publico iletrado e até mesmo atraente para os leitores ou espectadores?
O uso de "memes" é possível ou isso tira a seriedade do trabalho do jornalista e do cientista? --[[Especial:Contribuições/~2026-18011-45|~2026-18011-45]] ([[Utilizador Discussão:~2026-18011-45|discussão]]) 16h02min de 22 de março de 2026 (UTC)
== Postura do Jornalista frente à representantes institucionais ==
Quando estamos entrevistando instituições, muitas vezes damos de encontro com gestores que são de uma lógica institucionalizante, e que afirmam suas premissas como regime de verdade, como por exemplo, admnistradores. Qual é um melhor caminho ou atitude para um jornalista científico nestes casos? --[[Utilizador:Henrique de Sousa Mathias|Henrique de Sousa Mathias]] ([[Utilizador Discussão:Henrique de Sousa Mathias|discussão]]) 14h57min de 29 de maio de 2026 (UTC)
== Duvida Técnica ==
Estou enviando minhas questões. E as respostas dos quizz. Como sei que foram enviadas? Porque aparece o questionario de novo para eu responder... --[[Utilizador:Henrique de Sousa Mathias|Henrique de Sousa Mathias]] ([[Utilizador Discussão:Henrique de Sousa Mathias|discussão]]) 15h28min de 29 de maio de 2026 (UTC)
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Softwareslivresparaeducadores
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Aleaguado
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Adicionando uma seção para celulares ao final.
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text/x-wiki
[[Ficheiro:Comunidade escolar plantando árvores.png|miniaturadaimagem|Comunidade escolar plantando árvores.]]
== '''TECNOLOGIAS LIVRES e ABERTAS PARA EDUCADORES/AS''' ==
=== Introdução ===
Essa página surge a partir da oficina chamada "Tecnologias Livres para uma educação emancipadora sociodigital: uma oficina mão na massa", promovida na IV Semana do Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica da UFSC (PPGECT).
Como forma de sistematizar e colaborar com uma simples curadoria de tecnologias que possam contribuir na aprendizagem, estudo e criação no ensino de ciências, abaixo listamos um conjunto de tecnologias que são livres ou abertas.
Uma outra lista generosa também se encontra [https://adistancia.ansol.org/ aqui] no site da Associação Nacional Portuguesa do Software Livre (ANSOL).
[[Ficheiro:Dinâmica na relação entre ser humano e contexto.png|miniaturadaimagem|Há várias maneira de navegar no oceano da informação.]]
==== Biologia e Ciências da Vida ====
# '''[https://stellarium.org Stellarium]''': Um planetário. Mostra um céu realista em 3D, como se você estivesse olhando a olho nu, com binóculos ou um telescópio.
# '''[https://anatomiahumana3d.com/ Anatron]''': Um software de anatomia humana em 3D. Funciona muito bem com óculos VR.
# '''[https://imagej.net/ ImageJ/Fiji]''': Um software de processamento de imagem, que permite analisar imagens de microscopia, medir células, contar partículas e criar gráficos.
==== Química ====
# '''[https://avogadro.cc Avogadro]''': Um editor e visualizador de moléculas em 3D avançado.
# '''[https://apps.kde.org/es/kalzium/ Kalzium]''': Parte do projeto KDE Education, o Kalzium é uma Tabela Periódica dos Elementos extremamente completa. Inclui informações detalhadas sobre cada elemento, uma calculadora de massa molecular, um visualizador de moléculas em 3D e um resolvedor de equações.
# '''[https://app.molview.com/ MolView]:''' Funciona como um laboratório virtual onde você pode desenhar, pesquisar e visualizar estruturas químicas em 2D e 3D de forma interativa.
==== Física e Astronomia ====
# '''[https://apps.kde.org/es/step/ Step]''': Também do projeto KDE Education, o Step é um simulador de física interativo. Você pode construir cenários com massas, molas, planos inclinados e campos gravitacionais ou eletromagnéticos, e observar como as leis da física se aplicam em tempo real.
# '''[https://www.compadre.org/osp/ Open Source Physics (OSP)]''': Na verdade, é uma coleção de ferramentas (como Tracker e Easy Java Simulations) para criar simulações e modelagens computacionais de fenômenos físicos.
# '''[https://www.gnu.org/software/fisicalab/ Fisicalab]''': Um laboratório de física criado pela Free Software Foundation.
==== Geociências e Geografia ====
# '''[https://qgis.org/ QGIS]''': Um Sistema de Informação Geográfica (SIG) profissional de código aberto, rival do ArcGIS. Permite criar, visualizar, analisar e interpretar dados geoespaciais.
# '''[https://saga-gis.sourceforge.io/en/index.html SAGA GIS]''': Outra opção de SIG, mais focada em Geomorfologia e análise de terrenos. É muito eficaz para análises de Modelos Digitais de Elevação (MDE).
==== Matemática e Análise de Dados ====
# '''[https://www.geogebra.org GeoGebra]''': Provavelmente o software de matemática dinâmica mais popular do mundo. Combina geometria, álgebra, cálculo, estatística e gráficos em um único pacote fácil de usar.
# '''[https://posit.co/products/open-source/rstudio/?sid=1 R & RStudio: R]''': é uma linguagem e ambiente de programação para computação estatística e gráficos. RStudio é uma IDE (ambiente de desenvolvimento integrado) que facilita seu uso.
# '''[https://octave.org/ GNU Octave]''': Um clone de código aberto do MATLAB. É uma linguagem de alto nível projetada para computação numérica.
# '''[https://mathics.org/ Mathics]''': Uma alternativa ao software Mathematica.
==== Multidisciplinares e Plataformas de Simulação ====
# '''[https://phet.colorado.edu PhET Interactive Simulations (da Universidade do Colorado Boulder)]''': Uma coleção fantástica de simulações interativas de Física, Química, Biologia, Matemática e Ciências da Terra.
# '''[https://www.algodoo.com Algodoo]''': Um aplicativo de simulação em 2D que torna a física divertida e acessível. Os alunos podem criar suas próprias cenas e experimentos com objetos, rodas, motores, fluidos, lentes e lasers, arrastando e soltando itens. Muito popular no ensino fundamental.
# [https://javalab.org/en/ '''JavaLab''']: Oferece simulações interativas para o ensino de Ciências e Matemática.
==== Ferramentas de Apoio, Colaboração, Diversas ====
# '''[https://pt-br.libreoffice.org/ LibreOffice]''': Suite de produtividade que substitui o Microsoft Office. Inclui o Calc (para planilhas e análise de dados) e o Impress (para apresentações), essenciais para a produção de relatórios e trabalhos.
# '''[https://www.zotero.org Zotero]''': Gerenciadores de referências bibliográficas.
# '''[https://inkscape.org/ Inkscape]''': Software para desenho vetorial (permite compor arquivos p/ corte a laser e outros propósitos:
## '''OBS''': Existe um software chamado [https://sozi.baierouge.fr/ Sozi] que permite você criar apresentações através de arquivos .svg criados no inkscape!
# '''[https://www.shotcut.org/ Shotcut]''': Software para edição de vídeos.
# '''[https://www.gimp.org/ Gimp]''': Edição de imagens
# '''[https://www.audacityteam.org/ Audacity]''': Edição de áudio
# '''[https://etherpad.org/ Etherpad]''': Escrita colaborativa de baixo consumo de internet. Você pode usar a instância da [https://pad.riseup.net/ RiseUp], da [https://board.net Board.net], [https://pad.disroot.org Disroot] ou outra que encontrar.
# '''[https://www.thunderbird.net Thunderbird]''': Cliente de e-mails para computador ou celular
# '''[https://joplinapp.org/ Joplin]''': Ferramenta de anotação multiplataforma.
# '''[https://images.videolan.org/vlc/ VLC Media Player]''': Reprodutor de multimídia
# '''[https://pdfsam.org PDFSam]''': Juntar, separar, dividir e demais operação com PDF.
# '''[https://www.gcompris.net Gcompris]''': Pacote de jogos para crianças que desenvolvem de maneira lúdica, diversas habilidades.
# '''[https://moodle.org Moodle]''': O Moodle permite criar um Ambiente Digital de Aprendizagem. É totalmente customizável, então o que experimentamos dele depende muito de como ele é implementado na instituição. Existe um [https://moodle.org/plugins repositório de extensões] que permitem os Moodles se tornarem um ecossistema bem diverso.
# '''[https://scratch.mit.edu/ Scratch]''': O Scratch nasce como um projeto para ensinar programação, porém, a facilidade com que permite a construção e partilha de jogos e histórias, faz com que seu uso seja expandido para diversas áreas da educação.
==== Redes sociais e colaboração na internet ====
# '''[https://joinpeertube.org Peertube]''': Uma rede federada de vídeos (tipo Youtube, mas livre e federado). Você pode usar uma instância/servidor já existente e público OU pedir para sua instituição instalar em um servidor.
# '''[https://eduplay.rnp.br Eduplay]''': É o repositório de vídeos e podcasts da RNP. Muitos temos acesso a ele e quem não tem pode criar seu usuário para compartilhar vídeos e áudios:
# '''[https://joinmastodon.org/es/servers Mastodon]''': Uma rede federada livre. Você pode usar uma instância/servidor já existente e público OU pedir para sua instituição instalar em um servidor.
# '''[https://meet.jit.si/ Meet.jit.si]''': Plataforma de videoconferência.
# '''[https://bigbluebutton.org/ ConferênciaWeb/BigBlueButton]''': O BigBlueButton (https://bigbluebutton.org/) é um software livre de videoconferência. A RNP, através de uma startup, criou um “fork” dele chamado ConferênciaWeb, onde todos podemos criar nossas salas. Dependendo do vínculo da sua instituição com a RNP (ou se não tem vínculo), pode ter algumas limitações de quantidade de pessoas.
# '''[https://obsproject.com/ OBS Studio]''': Para gravação de tela, vídeos, etc.
==== '''Tecnologias com foco em dificuldades de aprendizagem ou inclusão''' ====
# '''[https://eviacam.crea-si.com/index_es.php Viacam]''': Foco no auxílio as pessoas com mobilidade reduzida. Permite a utilização do computador apenas com o movimento dos olhos.
# '''[https://opendyslexic.org/about OpenDyslexic]''': Conjunto de tipografias que permite fontes específicas para potencializar a leitura de pessoas com dislexia.
'''Tecnologias para celular'''
#'''[https://f-droid.org/ FDroid]''': O F-Droid é um ecossistema de distribuição de aplicativos para Android com softwares livres e abertos. Descubra a loja de aplicativos, explore o mundo dos aplicativos livres e de código aberto (FOSS) .
#[https://lineageos.org/ '''Lineage-OS''']: O Android distribuído pelo Google é cheio de armadilhas, coletas e elementos que nada se identificam com a ética das comunidades de software livre. O Lineage-OS é um Sistema Operacional baseado em Android que permite para muitos dispositivos móveis liberdade das bigtechs.
[[Categoria:Programa de pós-graduação em Educação Científica e Tecnológica]]
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Utilizador:Janeserra
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Janeserra
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User has enrolled in [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]].
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{{Editor participante | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }}
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{{Discussão de usuário do outreachdashboard.wmflabs.org | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }}
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Sociologia e Comunicação Cásper/ABP
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== Linguagem e Sociedade ==
[[File:Representações da Sociedade - linguagem, narrativa, memória.ogg|thumb|Representações da Sociedade (linguagem, narrativa, memória)]]
'''Representações da Sociedade — linguagem, narrativa, memória'''
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=== O que você vai construir nesta aula ===
Esta aula não começa com uma explicação — começa com uma pergunta que vem de você.
Se a memória que parece mais sua — uma história de família que você sabe de cor mas não viveu, uma música que te leva direto para uma fase, um desenho animado que te ensinou como o mundo funciona antes de você ter experiência real disso — já chegou construída por outros: '''o que exatamente é uma memória individual? Existe isso?'''
Você vai percorrer três momentos:
# '''Trazer sua experiência''' — escrever no caderno antes de qualquer leitura.
# '''Conhecer as ferramentas''' — acessar o conteúdo com sua hipótese já em mente.
# '''Aplicar e revisar''' — analisar a própria memória com os conceitos, em grupo.
'''O que registrar:''' tudo vai para o caderno — hipótese inicial, conceitos mobilizados, hipótese revisada, pergunta aberta. O caderno pode ser consultado na prova.
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=== Momento 1 — Antes dos conceitos: suas âncoras ===
Três perguntas para escrever no caderno '''antes de qualquer leitura'''. Não há resposta certa — o objetivo é trazer material da própria experiência. Para cada pergunta: 3 minutos de escrita individual, depois partilha em dupla.
{{collapse top|title=Âncora 1 — Narrativas de família}}
Tem uma história sobre você que sempre é contada nas reuniões de família — que você não lembra diretamente, mas sabe de cor porque alguém sempre conta.
'''Para o caderno:''' De onde vem essa memória? Você a lembra porque viveu, ou porque alguém narrou? Você tem certeza?
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=Âncora 2 — Música}}
Tem uma música que, quando toca, te leva direto para um momento ou uma fase específica da sua vida.
'''Para o caderno:''' O que exatamente acontece nesse "transporte"? A música guardou essa memória — ou a construiu? E quando essa música virou trending e todo mundo começou a consumir: o que aconteceu com aquela memória afetiva que era "sua"?
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=Âncora 3 — Série ou desenho da infância}}
Um desenho animado ou série que você via com frequência quando era pequeno.
'''Para o caderno:''' O que ele te ensinou sobre como o mundo funciona — família, amizade, certo e errado — antes de você ter experiência real disso? Quem estava presente nessas histórias? Quem estava ausente?
{{collapse bottom}}
'''Pergunta de transição — para o caderno:'''
<blockquote>''O que essas três experiências têm em comum? Em todas elas, quem ou o que construiu sua memória antes de ela ser "sua"? Escreva sua hipótese. Ela vai ser retomada e revisada ao longo da aula.''</blockquote>
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=== Momento 2 — As ferramentas: acesse o conteúdo agora ===
Com sua hipótese escrita, é hora de conhecer como outros pensadores responderam a perguntas parecidas. '''Leia com sua hipótese em mente''' — procure onde cada conceito ilumina (ou complica) o que você escreveu.
{{collapse top|title=Linguagem e Sociedade — conteúdo completo}}
[[File:George Steiner 2013 (cropped).jpg|thumb|upright| George Steiner]]
'''Em que prestar atenção nesta seção:'''
* '''Steiner''' → conecte com sua âncora de música. Como ele descreve a linguagem como abertura sobre o mundo?
* '''Halbwachs/Giddens''' → conecte com sua história de família. O que são "quadros sociais da memória"?
* '''Bosi''' → o que significa dizer que recordar é sempre construção — e não recuperação?
* '''Evaristo''' → quem narrou a série ou o desenho que te formou? Quem estava ausente dessa narrativa?
* '''Candau''' → qual é a diferença entre memória e registro? O que a plataforma faz com sua memória afetiva?
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''Água Viva'' (Clarice Lispector)
<blockquote>''Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora. Mas aí cessa a analogia: a não palavra, ao morder a isca, incorporou-a. O que salva então é escrever distraidamente.''</blockquote>
Será que o texto abaixo nos ajuda a pensar essas observações de Clarice Lispector?
[[George Steiner]], crítico literário e escritor, faz uma série de observações sobre a importância da [[linguagem]] (como tecnologia de mediação) para o entendimento da experiência humana, pois é através dela que os homens declaram a sua humanidade. Os tabus, as proibições, os interditos passam pela linguagem, uma vez que não posso proibir o que não posso nomear. (ver [https://www.instagram.com/p/Bt_hmOxgX9a/?utm_source=ig_web_button_share_sheet meme])
É a linguagem que permite a produção do discurso, das narrativas que nos formam. É ela que me permite delimitar quem eu sou e quem é o outro. A conversação é sempre uma proposta de conhecimento e estranhamento mútuo. Vamos ver este trecho de uma [https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1801200908.htm resenha feita por Eduardo Sterzi] sobre Steiner para a Folha:
<blockquote>''Pluralidade [das línguas] esta que, frisa Steiner, não deve ser compreendida apenas como um obstáculo à comunicação entre homens, mas, sim, como uma espécie de bênção, na medida em que cada língua constitui uma diferente abertura sobre o mundo do passado e da memória.''</blockquote>
Além disso, para [[Anthony Giddens]], a linguagem e a [[memória]] estão integradas. A lembrança, em sua forma individual, não pode estar separada de um quadro coletivo da memória. Trata-se daquilo que Maurice Halbwachs, antes dele, chamava de [[quadros sociais da memória]]. Tentem pensar nas consequências disso para o nosso entendimento do passado e da memória.
Desse modo, tanto Giddens quanto Halbwachs ressaltam que a capacidade de recordar o passado está enraizada em estruturas sociais e culturais mais amplas. Nossas lembranças individuais são, na verdade, profundamente imbricadas em contextos coletivos, refletindo as perspectivas, valores e narrativas compartilhados pelos grupos dos quais fazemos parte.
----
'''Linguagem, Memória e Escrevivência'''
O conceito de escrevivência, formulado por Conceição Evaristo, introduz uma problematização fundamental ao debate sobre linguagem e memória ao explicitar que nem todas as experiências históricas tiveram o mesmo acesso à palavra legitimada.
A escrevivência parte da articulação entre experiência vivida, memória individual e memória coletiva, evidenciando que narrar não é apenas recordar, mas disputar os quadros sociais da memória. Se, conforme Halbwachs, toda memória individual é socialmente ancorada, a escrevivência mostra que esses quadros sociais são atravessados por relações de poder que definem quais histórias podem ser reconhecidas como memória social.
Nesse sentido, a escrevivência torna-se um gesto político e epistemológico, especialmente quando se trata de experiências historicamente silenciadas. A escrita deixa de ser apenas um meio de expressão individual e passa a operar como forma de reinscrição histórica (alterar o enquadramento simbólico de algo), ampliando os limites do que pode ser reconhecido como narrativa legítima sobre o mundo social.
Veja este trecho da letra desta música de Sued Nunes:
<blockquote>
"Ei, Povoada é um-um nome curioso né?/<br>
Porque a gente sempre fala de Povoada/<br>
Em relação à Terra né?/<br>
A Terra é povoada/<br>
Mas, também sou terra/<br>
A gente também é terra de povoar..."
</blockquote>
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'''Em que prestar atenção, então?'''
Nesse sentido, a memória individual é profundamente influenciada pelos contextos sociais e culturais em que estamos inseridos. Algumas formas como essas estruturas orientam nossas narrativas individuais incluem:
# Valores e perspectivas compartilhados
# Convenções e padrões narrativos
# Enquadramento de memórias
# Identidade e pertencimento
# Dinâmicas de poder e privilégio
Essa visão da memória como um fenômeno inerentemente social e mediado pela linguagem contrasta com a noção de um passado "objetivo" que pode ser simplesmente "recuperado". Em vez disso, a memória e a história são construídas e reconstruídas a partir de perspectivas e interesses do presente.
É muito comum pensarmos "Tecnologia" como um sinônimo de máquina moderna, mas em termos analíticos, a tecnologia é um conjunto de procedimentos (articulações) materiais e simbólicos que permitem produzir determinados efeitos estáveis, repetíveis e transmissíveis em um campo de ação qualquer.
Por isso é possível pensar a escrita, o ritual, a linguagem e, inclusive, o dinheiro como tecnologias capazes de produzir um tipo específico de mediação sobre o sentido da vida e nossa relação com o mundo.
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'''Memória: humanos e algoritmos'''
O que vocês acham dessa reflexão?
<blockquote>''"É aí que se encontra uma diferença radical entre a memória humana e aquela dos computadores. Estes, lembra-nos Claude Simon, possuem uma memória, mas são desprovidos de lembranças. Por outro lado, os acontecimentos memorizados não se integram em um sentido, não são objeto de representações..."'' (Candau, 2021 p. 62)</blockquote>
Se uma plataforma organiza sua playlist, guarda suas fotos, sugere memórias de "um ano atrás" — ela está lembrando por você, ou apenas registrando? O que se perde nessa diferença?
{{collapse bottom}}
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=== Momento 3 — Aplicar: análise em grupo ===
Em grupos de 3–4, escolham '''uma''' das três âncoras do Momento 1 e analisem usando os conceitos do Momento 2. A análise parte da experiência de alguém do grupo — não de um caso externo. A identidade de quem trouxe a memória pode ser preservada se o integrante preferir.
{{collapse top|title=Estrutura da análise — registre no caderno}}
'''Passo 1 — Escolha:''' Qual das três âncoras o grupo vai analisar — família, música ou série/desenho? De quem é a memória?
'''Passo 2 — Análise:''' Usando ao menos dois conceitos do Momento 2, responda:
* Quem ou o que mediou essa memória antes de ela ser "minha"?
* Que quadro social ela carrega?
* O que ela silencia ou apaga?
'''Passo 3 — Conceito mobilizado:''' Qual ferramenta você usou? Por que ela serve aqui — e não outra?
'''Passo 4 — Conexão com plataforma:''' Quando essa memória afetiva encontrou o algoritmo ou o mercado — o que mudou? O conceito de Candau ajuda aqui?
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=Apresentação cruzada}}
Cada grupo apresenta em 3 minutos. Os outros grupos questionam. O professor modera sem arbitrar.
'''Perguntas de condução:'''
* "Qual autor do Momento 2 vocês precisariam para refutar essa análise?"
* "Essa memória era individual antes de narrá-la para o grupo — ou já era coletiva desde o início?"
* "A série e a família funcionam de modo diferente como mediadoras de memória — ou é o mesmo mecanismo com suportes distintos?"
{{collapse bottom}}
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=== Momento 4 — Fechamento: revisão no caderno ===
Volte à hipótese que você escreveu no Momento 1. Compare com o que você consegue dizer agora.
'''Pergunta de fechamento:'''
<blockquote>''A memória que você descreveu no início da aula ainda parece só sua? Nomear o mecanismo mudou alguma coisa na relação que você tem com ela?''</blockquote>
'''Registro final no caderno:'''
# '''O que aprendi:''' Uma frase por conceito mobilizado — com o exemplo da sua âncora. Não uma definição: uma aplicação.
# '''O que mudou:''' Como você descreveria agora a memória que escreveu no Momento 1? A análise alterou ou confirmou sua hipótese?
# '''Pergunta aberta:''' O que ficou sem resposta. Pode ser uma dúvida, uma contradição, uma experiência que não coube em nenhum conceito.
'''Nota sobre o caderno e a prova:''' O caderno pode ser consultado na avaliação. O que vale não é a resposta certa — é a qualidade da revisão: hipótese inicial versus hipótese revisada, conceito aplicado com exemplo, pergunta genuína que ainda está em aberto.
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=== Atividades ===
<center>[[Sociologia e Comunicação Cásper/Linguagem e Sociedade/Atividade I | ATIVIDADE I]]</center>
<center>[[Sociologia e Comunicação Cásper/Linguagem e Sociedade/Dinâmica I| DINÂMICA I]]</center>
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{{collapse bottom}}
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=== Referências e materiais de aprofundamento ===
{{collapse top|title=Obras indicadas}}
(*) BECKER, Howard S. ''Falando da Sociedade''. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009 (cap. 1 e 2)
BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. ''A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento''. Petrópolis, RJ: Vozes, 1985
BOSI, Ecléa. ''Memória e sociedade: lembranças de velhos''. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
CABECINHAS, Rosa. Processos cognitivos, cultura e estereótipos sociais. ''ACTAS DO III SOPCOM, VI LUSOCOM e II IBÉRICO'' – Volume IV
CANDAU, Joël. ''Memória e Identidade''. São Paulo: Contexto, 2021
(*) DUARTE, Constância Lima, NUNES, Isabella Rosado (orgs) ''Escrevivência: a escrita de nós: reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo''. Rio de Janeiro: Mina Comunicação e Arte, 2020
Du GAY et. al. ''Doing Cultural Studies: The Story of the Sony Walkman''. 2nd edition. London: SAGE. April 2013.
FERREIRA, Gil António F. [http://bocc.ubi.pt/pag/ferreira-gil-linguagem-modernidade2.html#sdfootnote25anc LINGUAGEM E MODERNIDADE - Comunicabilidade da experiência e convenções de representação nas sociedades mediatizadas] (Tese de Mestrado em Ciências da Comunicação) - Universidade da Beira Interior
FLUSSER, V. ''O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação''. São Paulo: Ubu Editora, 2017
FÜRSICH, Elfriede. O problema em representar o outro: mídia e diversidade cultural. ''PARÁGRAFO''. V. 4, N. 1 p.51-61 JAN/JUN.2016
GIDDENS, Anthony. ''Modernidade e identidade''. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002
GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural de amefricanidade. In: ''Tempo Brasileiro''. Rio de Janeiro, Nº. 92/93 (jan./jun.). 1988b, p. 69-82
HONETH, Axel. O eu no nós: reconhecimento como força motriz de grupos. ''Sociologias'' 15 (33) • Ago 2013
(*) MEAD, G. H. A brincadeira, o jogo e o outro generalizado. ''Pesquisas e Práticas Psicossociais'' 5(1), São João del-Rei, janeiro/julho 2010
NICODEMO, Thiago Lima, CARDOSO, Oldimar. Metahistory for (Ro)bots: Historical Knowledge in the Artificial Intelligence Era. ''Hist. Historiogr.'' v. 12, n. 29, jan-abr, 2019, p. 17-52
SIMMEL, Georg. [https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/politicaetrabalho/article/view/6379 A PONTE E A PORTA]. ''Revista de Ciências Sociais - Política & Trabalho'', v. 12, p. 11–15, 1996.
(*) STEINER, George. ''Extraterritorial: a literatura e a revolução da linguagem''. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. (Animal com Linguagem)
WHITE, Leslie A. ''O conceito de sistemas culturais: como compreender Tribos e Nações''. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1978
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=Filmes e séries}}
[[w:Werner_Herzog|Werner Herzog]]. ''O Enigma de Kasper Hauser''
[[w:François_Truffaut|François Truffaut]]. ''[[w:L'enfant_sauvage|O garoto selvagem]]''
Hal Ashby. ''[[w:Being_There|Muito Além do Jardim]]''
[[w:Eliane_Caffé|Eliane Café]]. ''Narradores de Javé''
Fernando Frias. ''YA NO ESTOY AQUÍ'' (2020, México/EUA)
''[[w:Anne_with_an_E|Anne with an E]]'' (Série)
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=Outras referências e casos contemporâneos}}
GAP lança campanha 'inclusiva' com KATSEYE após polêmicas com Sydney Sweeney para a American Eagle. GKPB, 20/08/2025
EKO – multiverse storytelling (Possibilia)
[https://molleindustria.org/ Molleindustria] – Radical Games
[https://enoisconteudo.com.br/2017/06/28/manual-de-diversidade-no-jornalismo/ Manual da Diversidade no Jornalismo]
[https://www.itaucultural.org.br/producao-cultural-evangelica-elisa-hoerlle Produção cultural evangélica] | Elisa Hoerlle – Itaú Cultural. 07/11/2017
[https://tab.uol.com.br/edicao/influencers-cristo/ Influencers de Cristo] – Evangélicos da nova geração mostram na internet um novo comportamento religioso — UOL (TAB), 18/09/2017
[http://www.ihuonline.unisinos.br/artigo/6581-moises-sbardelotto-3 Católicos em rede: de ouvintes a produtores da palavra de fé] – IHU Online – Edição 491 | 22 Agosto 2016
[https://www.geledes.org.br/cultura-negra-e-popular-pessoas-negras-nao-sao-festas-neotropicalistas-e-apropriacao-cultural-indevida/#ixzz3T9epLgLN "A cultura negra é popular, pessoas negras não são"] – Geledés
[https://www.vice.com/pt_br/article/nzpeqq/oz-guarani-rap-indigena Um papo com Oz Guarani, o primeiro grupo indígena de rap de São Paulo] – Noisey, Apr 19 2017
[https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/04/09/Este-coletivo-quer-acabar-com-o-preconceito-contra-gays-negros-e-mulheres-no-futebol Este coletivo quer acabar com o preconceito contra gays, negros e mulheres no futebol] – Nexo Journal
[https://link.estadao.com.br/noticias/games,jogos-de-empatia-ajudam-a-entender-a-dor-do-outro,10000047979 Jogos de empatia ajudam a entender 'a dor do outro'] – Caderno Link – Estadão
O teste de Bechdel – Por Helena Dutt-Ross
[https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2016/Novos-feminismos-e-a-luta-pelos-direitos-das-mulheres Novos feminismos e a luta pelos direitos das mulheres] – Nexo Jornal
Memória (do futuro), inteligência artificial e publicidade: 70 anos da Volkswagen no Brasil. MRF Nunes, LM Campiglia, JA de Moraes Abrão — ''Signo'', 2024
Abel usa expressão xenofóbica ao analisar atuação do Palmeiras: "Isso não é uma equipe de índios". Redação do ge — São Paulo, 11/07/2024
Após racismo, Conmebol diz que Libertadores sem Brasil é 'Tarzan sem Chita'. UOL, 18/03/2025
Chatbots da China são 'mais cristãos' que o Grok, IA de Elon Musk, diz estudo. Deu Tilt/UOL, 03/02/2026
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[[Categoria:Sociologia e Comunicação|Representações]]
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text/x-wiki
== Linguagem e Sociedade ==
[[File:Representações da Sociedade - linguagem, narrativa, memória.ogg|thumb|Representações da Sociedade (linguagem, narrativa, memória)]]
'''Representações da Sociedade — linguagem, narrativa, memória'''
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=== O que você vai construir nesta aula ===
Esta aula não começa com uma explicação — começa com uma experiência que é sua.
Tente lembrar de uma música (ou trilha de série, desenho, jogo) que chegou. A partir dela, vamos percorrer seis eixos: como o mundo é construído simbolicamente, o papel da linguagem e das narrativas nesse processo, a relação entre memória e narrativa, a tensão entre memória individual e coletiva, a disputa pela capacidade de contar histórias e de ser ouvido e a diferença entre o que você sente quando ouve aquela música em uma plataforma de streaming e o que o algoritmo registra sobre você.
Vamos utilizar a sua escolha para pensar todas essas questões
'''O que registrar:''' tudo vai para o caderno — hipótese inicial, conceitos mobilizados, hipótese revisada, pergunta aberta. O caderno pode ser consultado na prova.
----
=== Momento 1 ===
'''Para o caderno — escreva antes de qualquer partilha (5 minutos):'''
<blockquote>
''Pense numa música — ou numa trilha de série, desenho, jogo — que chegou até você (pode ser de outra época, de outra geração, de outro grupo). Você se apropriou dela? ela passou a significar algo para você?''
''Qual foi a sua escolha? De onde ela veio? O que ela significa agora — e o que ela significava antes de chegar até você?''
</blockquote>
{{collapse top|title=Caminhos possíveis — se você não souber por onde começar}}
Sua música, por exemplo, pode ter chegado por qualquer um desses caminhos — ou por outro que não está aqui:
* Uma trend do TikTok ou Reels com uma música que você não conhecia
* Uma música que tocava no carro da família e que agora significa outra coisa para você
* Uma música que um grupo de amigos, seus pais ou alguém próximo trouxe para sua vida
* Uma trilha de série, anime ou desenho que ressurgiu em outro contexto completamente diferente
* Uma música que era sua, de um grupo seu — e que depois foi tomada por outro contexto, outro grupo, outro uso
* Uma música que você descobriu lendo, assistindo um programa de crítica musical
O importante não é, exatamente, a sua escolha em si, mas a tensão entre o sentido que ela tinha antes e o sentido que ela tem para você agora.
{{collapse bottom}}
'''Estrutura do registro no caderno:'''
# '''A música:''' qual é — e por qual caminho chegou até você?
# '''O sentido dela:''' o que ela significa para você agora? O que você sabe (ou imagina) que ela significava antes?
# '''Sua hipótese:''' o que aconteceu com essa música no caminho entre o contexto original e você? Tente nomear em uma frase.
<big>'''Essa hipótese vai ser retomada e revisada ao final da aula.'''</big>
----
=== Momento 2 ===
Com sua hipótese escrita, é hora de conhecer como outros pensadores responderam a perguntas parecidas. Leia com sua música em mente — procure onde cada conceito ilumina (ou complica) o que você escreveu.
{{collapse top|title=Linguagem e Sociedade — seis eixos conceituais}}
'''Como usar este conteúdo:''' cada seção corresponde a um eixo. Leia com a pergunta: onde isso aparece na trajetória da minha música?
----
'''Eixo 1 — O mundo como construção simbólica'''
[[File:George Steiner 2013 (cropped).jpg|thumb|upright| George Steiner]]
Em primeiro lugar, vamos refletir sobre a relação entre Natureza e Cultura. A experiência humana envolve a nossa capacidade de produzir e reconhecer padrões simbólicos — e de construir o mundo em que vivemos.
<blockquote>''O homem é um animal 'alienado' (verfremdet) e vê-se obrigado a criar símbolos e a ordená-los em códigos, caso queira transpor o abismo que há entre ele e o mundo.''</blockquote>
Humanos nascem biologicamente incompletos. Precisam da cultura para se tornar humanos. A identidade humana é construída socialmente como produto de mediações simbólicas. O mundo humano é, portanto, uma construção social — não um dado natural.
Perguntas: Se ele é produzido, quem exatamente o produz? O que na nossa rotina parece "natural" mas pode ser histórico?
Para responder a essas perguntas, precisamos produzir uma relação de [https://www.instagram.com/p/Bt_i8WKAPqe/?utm_source=ig_web_copy_link '''desnaturalização''' e '''estranhamento'''] com relação ao mundo social.
----
'''Eixo 2 — Linguagem e narrativa'''
''Água Viva'' (Clarice Lispector)
<blockquote>''Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora. Mas aí cessa a analogia: a não palavra, ao morder a isca, incorporou-a. O que salva então é escrever distraidamente.''</blockquote>
[[George Steiner]], crítico literário e escritor, faz uma série de observações sobre a importância da [[linguagem]] (como tecnologia de mediação) para o entendimento da experiência humana, pois é através dela que os homens declaram a sua humanidade. Os tabus, as proibições, os interditos passam pela linguagem, uma vez que não posso proibir o que não posso nomear. (ver [https://www.instagram.com/p/Bt_hmOxgX9a/?utm_source=ig_web_button_share_sheet meme])
É a linguagem que permite a produção do discurso, das narrativas que nos formam. É ela que me permite delimitar quem eu sou e quem é o outro. A conversação é sempre uma proposta de conhecimento e estranhamento mútuo. Vamos ver este trecho de uma [https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1801200908.htm resenha feita por Eduardo Sterzi] sobre Steiner para a Folha:
<blockquote>''Pluralidade [das línguas] esta que, frisa Steiner, não deve ser compreendida apenas como um obstáculo à comunicação entre homens, mas, sim, como uma espécie de bênção, na medida em que cada língua constitui uma diferente abertura sobre o mundo do passado e da memória.''</blockquote>
'''Para pensar com sua música:''' a música que chegou até você abria um mundo para quem a criou. No remix ou na apropriação, ela abre outro mundo. Nenhum dos dois é "o verdadeiro" — mas tampouco são equivalentes. O que se perde na tradução importa?
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'''Eixo 3 — Memória como narrativa'''
[[File:Howard-S.-Becker-EHESS.JPG|thumb|upright| Howard S. Becker]]
[[Howard S. Becker]] pensa a nossa capacidade de produzir "[[representações]]" — relatos sobre a sociedade: um romance, um livro, [[relatos etnográficos]], tabelas estatísticas, memes, filmes, fotografias, vídeos.
A ideia central da representação como '''um processo de "tornar presente novamente"''' carrega uma tensão entre a ausência e a presença: a representação não é a coisa em si, mas '''um meio de evocá-la, reconstruí-la ou mediá-la.'''
Sabemos que qualquer representação é sempre parcial — algo sempre fica "de fora" no ato de descrever ou narrar. A questão é: ''quais critérios decidem o que entra e o que fica de fora da história que aquela música conta?''
''Escrevendo'' (Clarice Lispector)
<blockquote>''(…) infelizmente não sei "redigir", não consigo 'relatar' uma ideia, não sei "vestir uma ideia com palavras". O que vem à tona já vem com ou através de palavras, ou não existe. Ao escrevê-lo, de novo a certeza só aparentemente paradoxal de que o que atrapalha ao escrever é ter de usar palavras. É incômodo.''</blockquote>
'''Para pensar com sua música:''' o vídeo que alguém fez com aquela música — ou que você faria — é a narrativa que vai ancorar a memória futura. Ele não recupera um passado: constrói um.
----
'''Eixo 4 — Memória individual e coletiva'''
Para [[Anthony Giddens]], a linguagem e a [[memória]] estão integradas. A lembrança, em sua forma individual, não pode estar separada de um quadro coletivo da memória. Trata-se daquilo que Maurice Halbwachs, antes dele, chamava de [[quadros sociais da memória]].
Tanto Giddens quanto Halbwachs ressaltam que a capacidade de recordar o passado está enraizada em estruturas sociais e culturais mais amplas. Nossas lembranças individuais são profundamente imbricadas em contextos coletivos, refletindo as perspectivas, valores e narrativas compartilhados pelos grupos dos quais fazemos parte.
Algumas formas como essas estruturas orientam nossas narrativas individuais:
# Valores e perspectivas compartilhados
# Convenções e padrões narrativos
# Enquadramento de memórias
# Identidade e pertencimento
# Dinâmicas de poder e privilégio
Essa visão da memória como fenômeno inerentemente social contrasta com a noção de um passado "objetivo" que pode ser simplesmente "recuperado". Em vez disso, a memória e a história são construídas e reconstruídas a partir de perspectivas e interesses do presente.
'''Para pensar com sua música:''' a memória que aquela música criou em você é só sua — ou ela é tecida pelos grupos que a transmitiram, pelos contextos em que você a ouviu, pelas narrativas que a acompanharam?
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'''Eixo 5 — Escrevivência: quem narra, inscreve'''
O conceito de escrevivência, formulado por Conceição Evaristo, introduz uma problematização fundamental: nem todas as experiências históricas tiveram o mesmo acesso à palavra legitimada.
A escrevivência parte da articulação entre experiência vivida, memória individual e memória coletiva, evidenciando que narrar não é apenas recordar, mas disputar os quadros sociais da memória. Se, conforme Halbwachs, toda memória individual é socialmente ancorada, a escrevivência mostra que esses quadros sociais são atravessados por relações de poder que definem quais histórias podem ser reconhecidas como memória social.
A escrita — e a narrativa em geral — torna-se assim um gesto político e epistemológico, especialmente quando se trata de experiências historicamente silenciadas. Narrar é uma forma de reinscrição histórica: alterar o enquadramento simbólico de algo.
Veja este trecho da letra desta música de Sued Nunes:
<blockquote>
"Ei, Povoada é um-um nome curioso né?/<br>
Porque a gente sempre fala de Povoada/<br>
Em relação à Terra né?/<br>
A Terra é povoada/<br>
Mas, também sou terra/<br>
A gente também é terra de povoar..."
</blockquote>
'''Para pensar com sua música:''' quem criou a música originalmente? Quem remixou? O que se perdeu — ou foi esvaziado — quando ela foi apropriada por outro contexto? Quem ganhou acesso à narrativa legitimada nesse processo?
----
'''Eixo 6 — Memória humana e memória computacional'''
É muito comum pensarmos "tecnologia" como sinônimo de máquina moderna. Mas em termos analíticos, a tecnologia é um conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que permitem produzir determinados efeitos estáveis, repetíveis e transmissíveis. Por isso é possível pensar a escrita, o ritual, a linguagem — e também o algoritmo — como tecnologias de mediação do sentido.
O que vocês acham dessa reflexão?
<blockquote>''É aí que se encontra uma diferença radical entre a memória humana e aquela dos computadores. Estes, lembra-nos Claude Simon, possuem uma memória, mas são desprovidos de lembranças. Por outro lado, os acontecimentos memorizados não se integram em um sentido, não são objeto de representações...'' (Candau, 2021 p. 62)</blockquote>
'''Para pensar com sua música:''' o algoritmo que entregou aquela música para você não "lembrou" de você — otimizou engajamento. A diferença entre o que a plataforma registra sobre seus gostos e o que você sente quando aquela música toca: isso é a distinção entre memória e registro. Quando a plataforma sugere "memórias de um ano atrás", ela está lembrando — ou apenas recuperando dados?
{{collapse bottom}}
----
=== Momento 3 ===
Em grupos de 3–4, cada membro apresenta sua escolha (música, livro, anime etc.) em 1 minuto. O grupo escolhe uma para analisar coletivamente — de preferência a que apresentar mais tensão entre o sentido original e o sentido apropriado. Vamos dizer que foi escolhida uma música.
{{collapse top|title=Estrutura da análise — registre no caderno}}
Para cada eixo, escreva uma frase de análise com o conceito nomeado explicitamente:
# '''Construção simbólica:''' que mundo essa música construía originalmente — e que mundo ela constrói agora para quem a encontrou no novo contexto?
# '''Linguagem e narrativa:''' que narrativa acompanhou essa música na sua trajetória? O que ficou de fora dessa narrativa?
# '''Memória como narrativa:''' que memória essa música está construindo — não recuperando — para quem a usa hoje?
# '''Memória individual e coletiva:''' que quadro social ancora a memória que essa música produz? É o mesmo para todos no grupo?
# '''Escrevivência:''' quem criou, quem remixou, quem ganhou e quem perdeu sentido nessa trajetória, como foi divulgada?
# '''Memória vs. registro:''' o algoritmo que entregou essa música estava lembrando ou registrando? O que se perde nessa diferença?
Ao final: identifique o eixo onde a análise foi mais difícil — e formule uma pergunta sobre o que ficou em aberto.
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=Apresentação cruzada}}
Cada grupo apresenta a música e a análise em 3 minutos. Os outros grupos questionam.
'''Perguntas de condução:'''
* "Qual dos seis conceitos vocês precisariam para refutar essa análise?"
* "Quando o algoritmo entregou essa música para vocês, ele estava produzindo memória ou apenas registro?"
* "Quem perdeu algo quando essa música foi remixada — e quem ganhou?"
{{collapse bottom}}
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=== Momento 4 ===
Volte à hipótese que você escreveu no Momento 1. Compare com o que você consegue dizer agora.
'''Pergunta de fechamento:'''
<blockquote>''A hipótese que você escreveu antes do intervalo ainda se sustenta? O que os conceitos fizeram com ela — confirmaram, complicaram, ou abriram algo que você não havia visto?''</blockquote>
'''Registro final no caderno:'''
# '''O que aprendi:''' uma frase por eixo mobilizado — com o exemplo da sua música. Não uma definição: uma aplicação.
# '''O que mudou:''' compare a hipótese inicial com a hipótese revisada. O que a análise alterou?
# '''Pergunta aberta:''' o que ficou sem resposta e que você quer investigar. Pode ser uma contradição, uma experiência que não coube em nenhum conceito.
'''Nota sobre o caderno e a prova:''' o caderno pode ser consultado na avaliação. O que vale não é a resposta certa — é a qualidade da revisão: hipótese inicial versus hipótese revisada, conceito aplicado com exemplo da sua música, pergunta genuína que ainda está em aberto.
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=== Atividades ===
<center>[[Sociologia e Comunicação Cásper/Linguagem e Sociedade/Atividade I | ATIVIDADE I]]</center>
<center>[[Sociologia e Comunicação Cásper/Linguagem e Sociedade/Dinâmica I| DINÂMICA I]]</center>
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=== Referências e materiais de aprofundamento ===
{{collapse top|title=Obras indicadas}}
(*) BECKER, Howard S. ''Falando da Sociedade''. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009 (cap. 1 e 2)
BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. ''A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento''. Petrópolis, RJ: Vozes, 1985
BOSI, Ecléa. ''Memória e sociedade: lembranças de velhos''. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
CABECINHAS, Rosa. Processos cognitivos, cultura e estereótipos sociais. ''ACTAS DO III SOPCOM, VI LUSOCOM e II IBÉRICO'' – Volume IV
CANDAU, Joël. ''Memória e Identidade''. São Paulo: Contexto, 2021
(*) DUARTE, Constância Lima, NUNES, Isabella Rosado (orgs) ''Escrevivência: a escrita de nós: reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo''. Rio de Janeiro: Mina Comunicação e Arte, 2020
Du GAY et. al. ''Doing Cultural Studies: The Story of the Sony Walkman''. 2nd edition. London: SAGE. April 2013.
FERREIRA, Gil António F. [http://bocc.ubi.pt/pag/ferreira-gil-linguagem-modernidade2.html LINGUAGEM E MODERNIDADE] (Tese de Mestrado em Ciências da Comunicação) - Universidade da Beira Interior
FLUSSER, V. ''O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação''. São Paulo: Ubu Editora, 2017
FÜRSICH, Elfriede. O problema em representar o outro: mídia e diversidade cultural. ''PARÁGRAFO''. V. 4, N. 1 p.51-61 JAN/JUN.2016
GIDDENS, Anthony. ''Modernidade e identidade''. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002
GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural de amefricanidade. In: ''Tempo Brasileiro''. Rio de Janeiro, Nº. 92/93 (jan./jun.). 1988b, p. 69-82
HONETH, Axel. O eu no nós: reconhecimento como força motriz de grupos. ''Sociologias'' 15 (33) • Ago 2013
(*) MEAD, G. H. A brincadeira, o jogo e o outro generalizado. ''Pesquisas e Práticas Psicossociais'' 5(1), São João del-Rei, janeiro/julho 2010
NICODEMO, Thiago Lima, CARDOSO, Oldimar. Metahistory for (Ro)bots. ''Hist. Historiogr.'' v. 12, n. 29, jan-abr, 2019, p. 17-52
SIMMEL, Georg. [https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/politicaetrabalho/article/view/6379 A PONTE E A PORTA]. ''Revista de Ciências Sociais - Política & Trabalho'', v. 12, p. 11–15, 1996.
(*) STEINER, George. ''Extraterritorial: a literatura e a revolução da linguagem''. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. (Animal com Linguagem)
WHITE, Leslie A. ''O conceito de sistemas culturais: como compreender Tribos e Nações''. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1978
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=Filmes e séries}}
[[w:Werner_Herzog|Werner Herzog]]. ''O Enigma de Kasper Hauser''
[[w:François_Truffaut|François Truffaut]]. ''[[w:L'enfant_sauvage|O garoto selvagem]]''
Hal Ashby. ''[[w:Being_There|Muito Além do Jardim]]''
[[w:Eliane_Caffé|Eliane Café]]. ''Narradores de Javé''
Fernando Frias. ''YA NO ESTOY AQUÍ'' (2020, México/EUA)
''[[w:Anne_with_an_E|Anne with an E]]'' (Série)
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=Casos contemporâneos}}
Memória (do futuro), inteligência artificial e publicidade: 70 anos da Volkswagen no Brasil. MRF Nunes, LM Campiglia, JA de Moraes Abrão — ''Signo'', 2024
Abel usa expressão xenofóbica ao analisar atuação do Palmeiras: "Isso não é uma equipe de índios". Redação do ge — São Paulo, 11/07/2024
Após racismo, Conmebol diz que Libertadores sem Brasil é 'Tarzan sem Chita'. UOL, 18/03/2025
Chatbots da China são 'mais cristãos' que o Grok, IA de Elon Musk, diz estudo. Deu Tilt/UOL, 03/02/2026
[https://www.geledes.org.br/cultura-negra-e-popular-pessoas-negras-nao-sao-festas-neotropicalistas-e-apropriacao-cultural-indevida/#ixzz3T9epLgLN "A cultura negra é popular, pessoas negras não são"] – Geledés
[https://www.vice.com/pt_br/article/nzpeqq/oz-guarani-rap-indigena Um papo com Oz Guarani, o primeiro grupo indígena de rap de São Paulo] – Noisey, 2017
[https://molleindustria.org/ Molleindustria] – Radical Games
[https://link.estadao.com.br/noticias/games,jogos-de-empatia-ajudam-a-entender-a-dor-do-outro,10000047979 Jogos de empatia ajudam a entender 'a dor do outro'] – Estadão
{{collapse bottom}}
[[Categoria:Sociologia e Comunicação|Representações]]
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Sociologia e Comunicação Cásper/Diário de Campo Sociológico
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: == Diário de Campo Sociológico == === O que é e para que serve === Na pesquisa em Ciências Sociais, o ''diário de campo'' é o instrumento que o pesquisador usa para registrar o que observa, o que pensa e o que ainda não consegue nomear. Ele não é um caderno de respostas certas — é um caderno de '''percurso'''. Malinowski levava um diário para as ilhas Trobriand. Geertz registrava em campo as brigas de galo em Bali. Bourdieu anotava suas primei...
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== Diário de Campo Sociológico ==
=== O que é e para que serve ===
Na pesquisa em Ciências Sociais, o ''diário de campo'' é o instrumento que o pesquisador usa para registrar o que observa, o que pensa e o que ainda não consegue nomear. Ele não é um caderno de respostas certas — é um caderno de '''percurso'''.
Malinowski levava um diário para as ilhas Trobriand. Geertz registrava em campo as brigas de galo em Bali. Bourdieu anotava suas primeiras impressões sobre os camponeses da Cabília antes de ter o vocabulário teórico para descrevê-las. O diário não vem depois do pensamento — ele faz parte do processo de pensar.
Neste curso, você vai usar um '''diário de campo sociológico manuscrito'''. A cada aula, ele registra uma entrada. Ao final do semestre, ele é a evidência do seu percurso intelectual — não um produto acabado, mas uma trajetória de pensamento.
----
=== O que estamos fazendo com esse processo ===
Cada aula desta disciplina segue uma lógica que vale entender explicitamente, porque ela é também um objeto de reflexão sociológica.
'''Primeiro''', você traz uma experiência sua — algo que já viveu, já sentiu, já observou. Essa experiência funciona como '''subsunçor''': uma âncora concreta à qual os conceitos vão se ligar. Sem âncora, os conceitos ficam abstratos e se perdem. Com âncora, eles se tornam instrumentos — ferramentas para entender algo que você já tinha, mas ainda não conseguia nomear.
'''Segundo''', você formula uma hipótese. Não uma resposta — uma tentativa. O diário registra essa tentativa ''antes'' de você ter contato com o conteúdo teórico. Isso é fundamental: a hipótese inicial documenta o estado do seu pensamento ''antes'' da aula. Ela não precisa estar certa. Ela precisa ser honesta.
'''Terceiro''', você conhece as ferramentas conceituais que outros pensadores desenvolveram para responder a perguntas parecidas com a sua. Você lê, ouve, discute — e depois volta à sua hipótese. O que mudou? O que se confirmou? O que ficou mais complicado do que parecia?
'''Quarto''', você revisa. A hipótese revisada é o coração do diário. É onde o pensamento sociológico de fato acontece: não na acumulação de informação, mas na transformação do modo de ver.
'''Quinto''', você registra uma pergunta aberta — algo que ficou sem resposta, uma contradição que não se resolveu, uma experiência que não coube em nenhum conceito. Essa pergunta não é um problema: é o sinal de que o pensamento está vivo.
<blockquote>
''O sociólogo não é alguém que sabe mais do que os outros sobre o mundo social. É alguém que aprendeu a olhar para o que todo mundo vê — e a estranhar.''
</blockquote>
O diário de campo é o lugar onde esse estranhamento é cultivado, aula a aula, entrada a entrada.
----
=== Estrutura de cada entrada ===
Cada aula produz uma entrada no diário. A estrutura é sempre a mesma — e essa repetição é intencional: ela cria um ritmo de pensamento que, ao longo do semestre, se torna um hábito intelectual.
{| class="wikitable"
|-
! Elemento !! O que registrar !! Por que importa
|-
| '''Subsunçor''' || A experiência que você trouxe para a aula — em uma ou duas frases. || Documenta o ponto de partida. Ao reler no final do semestre, você vê de onde veio.
|-
| '''Hipótese inicial''' || O que você pensava sobre o tema ''antes'' do conteúdo. Uma frase. || O "antes" é tão importante quanto o "depois". Sem ele, não há revisão — só acumulação.
|-
| '''Conceitos mobilizados''' || Quais ferramentas teóricas você usou — com um exemplo da sua própria experiência. || Conceito sem exemplo é definição. Conceito com exemplo é instrumento.
|-
| '''Hipótese revisada''' || O que mudou no seu pensamento. Pode ser uma reformulação, uma complicação, uma confirmação com nuance. || É aqui que a aprendizagem acontece. A distância entre a hipótese inicial e a revisada é a medida do percurso.
|-
| '''Pergunta aberta''' || O que ficou sem resposta — e que você quer continuar investigando. || O pensamento que não gera perguntas chegou ao fim. O que ainda pergunta, continua.
|}
----
=== Como o diário é avaliado ===
O diário de campo sociológico é um instrumento de '''avaliação formativa''': ele documenta processo, não produto. Isso significa que o critério não é a resposta certa — é a qualidade do percurso.
Um diário bem construído tem:
* Hipóteses iniciais honestas — mesmo que ingênuas ou incompletas.
* Conceitos aplicados com exemplos concretos — não definições copiadas.
* Hipóteses revisadas que mostram movimento de pensamento — não apenas confirmação do que já sabia.
* Perguntas abertas genuínas — não perguntas retóricas com resposta implícita.
Um diário que só tem respostas certas e definições copiadas não documenta percurso — documenta reprodução. Um diário com hipóteses iniciais erradas, revisadas com cuidado e terminando em perguntas reais, documenta pensamento sociológico em construção.
'''O diário pode ser consultado na prova.''' O que isso significa na prática: a prova não testa memorização — testa a capacidade de mobilizar conceitos em novos casos. Um diário com conceitos aplicados a exemplos próprios é muito mais útil do que um diário com definições copiadas do texto.
----
=== Uma última observação ===
O diário é '''manuscrito''' — escrito à mão, em caderno físico. Isso não é uma exigência arbitrária.
A escrita manuscrita é mais lenta do que a digitação. Essa lentidão é proposital: ela obriga uma seleção. Você não consegue escrever tudo — então precisa decidir o que importa. Essa decisão já é um gesto analítico.
Além disso, o caderno físico não tem notificações, não tem autocomplete, não tem histórico de pesquisa. É você e o pensamento — com a aula ainda acontecendo ao redor.
Escrever à mão em campo é uma prática antiga nas Ciências Sociais. Não porque a caneta seja melhor que o teclado — mas porque o gesto de escrever à mão, devagar, no momento em que a experiência acontece, produz um tipo de atenção que a digitação posterior não consegue recuperar.
[[Categoria:Sociologia e Comunicação|Diário de Campo]]
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Sociologia e Comunicação Cásper/ABP2
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: == Linguagem e Sociedade == ''Sociologia da Comunicação — design de aula · versão final · subsunçor único'' 150 min · caderno formativo --- === Mapa dos eixos — como o subsunçor percorre a aula === O mesmo objeto — '''a música que chegou de outro mundo''' — é relido em cada momento da aula com uma lente diferente. O aluno não troca de exemplo: aprofunda o mesmo. {| class="wikitable" |- ! Eixo !! Tema !! O que opera |- | 1 || Construç...
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== Linguagem e Sociedade ==
''Sociologia da Comunicação — design de aula · versão final · subsunçor único''
150 min · caderno formativo
---
=== Mapa dos eixos — como o subsunçor percorre a aula ===
O mesmo objeto — '''a música que chegou de outro mundo''' — é relido em cada momento da aula com uma lente diferente. O aluno não troca de exemplo: aprofunda o mesmo.
{| class="wikitable"
|-
! Eixo !! Tema !! O que opera
|-
| 1 || Construção simbólica || A música "existe" diferente para quem a viveu e para quem a encontrou no remix. O mundo que ela abre é construído — não dado.
|-
| 2 || Linguagem e narrativa || O som não circula sozinho: vem com gesto, legenda, contexto. A narrativa enquadra o sentido — sem ela, a música é só som.
|-
| 3 || Memória como narrativa || O vídeo que o aluno faz com aquela música é a narrativa que vai ancorar a memória futura. Não recupera — constrói.
|-
| 4 || Memória individual e coletiva || A mesma música ancora memórias diferentes para pessoas diferentes — e cria simultaneamente uma memória coletiva nova.
|-
| 5 || Escrevivência || Quem criou? Quem remixou? Quais experiências têm acesso à narrativa legitimada — e quais são esvaziadas quando apropriadas?
|-
| 6 || Memória humana vs. computacional || O algoritmo não lembra — otimiza. A diferença entre o que a plataforma "sabe" e o que você sente quando a música toca é Candau exato.
|}
---
=== Bloco 1 — Subsunçor ===
''8h10 — 8h40 · 30 min''
O professor projeta a pergunta central e dá 5 minutos de escrita individual no caderno antes de qualquer partilha. Nenhum conceito é nomeado ainda.
==== A pergunta de abertura — projetada, lida em silêncio ====
{{Citação|Pense numa música — ou numa trilha de série, desenho, jogo — que chegou até você carregando um mundo que não era o seu: de outra época, de outra geração, de outro grupo. Você se apropriou dela, ela passou a significar algo para você.
Qual é essa música? De onde ela veio? O que ela significa agora — e o que ela significava antes de chegar até você?}}
==== Caminhos possíveis — projetados junto com a pergunta ====
* Uma trend do TikTok ou Reels com uma música que você não conhecia
* Uma música que tocava no carro da família e que agora significa outra coisa
* Uma música que um grupo de amigos, ou seus pais, trouxe para a sua vida
* Uma trilha de série, anime ou desenho que ressurgiu num contexto completamente diferente
* Uma música que era sua, de um grupo seu — e que depois foi tomada por outro contexto
* Uma música que você descobriu lendo, ouvindo alguém falar, ou por qualquer outro caminho
==== Escrita individual — caderno (5 min) ====
; A música : Qual é — e por qual caminho chegou até você?
; O sentido dela : O que ela significa para você agora? O que você sabe (ou imagina) que ela significava antes?
; A hipótese : O que aconteceu com essa música no caminho entre o contexto original e você? Tente nomear.
==== Partilha em dupla (5 min) → mapeamento coletivo (10 min) ====
Duplas compartilham. Depois, plenário: o professor escuta e registra no quadro apenas as '''estruturas''' que emergem — não os conteúdos pessoais. Três perguntas de sondagem para conduzir:
; Sondagem 1 : "A música chegou com um sentido pronto — ou você construiu o sentido dela?"
; Sondagem 2 : "Quem criou essa música estava pensando em você quando a fez?"
; Sondagem 3 : "Você acha que o sentido que você dá a ela é o mesmo que outras pessoas dão?"
''O que vai emergir naturalmente: sentido é construído, não dado. A mesma música carrega mundos diferentes. Quem narra controla o sentido. O professor registra essas estruturas — elas ficam no quadro durante toda a aula.''
---
=== Bloco 2 — Problema ===
''8h40 — 9h00 · 20 min''
Com as estruturas no quadro, o professor formula a pergunta-problema da aula. Ela nasce do que os alunos disseram.
{{Citação|Se o sentido de uma música é construído — pela narrativa que a acompanha, pela geração que a criou, pelo grupo que a transmitiu, pelo algoritmo que a entregou para você — o que exatamente é ''seu'' nessa experiência? E o que acontece com o sentido original quando você o reescreve?}}
==== Para o caderno — 5 min de escrita antes do intervalo ====
; Registro : Escreva sua hipótese atual em uma frase. Ela vai ser revisada ao final da aula.
''Essa hipótese é o ponto de chegada do Bloco 1 e o ponto de partida do Bloco 3. O intervalo separa experiência de conceito — intencionalmente.''
---
''Intervalo — 9h00 — 9h30 · 30 min''
---
=== Bloco 3 — Arsenal conceitual ===
''9h30 — 10h00 · 30 min''
Cada conceito é apresentado apontando para as estruturas que os alunos já identificaram no quadro. A sequência segue a trajetória da música — do sentido construído à memória computacional.
==== Sequência de apresentação — 20 min densos ====
# O mundo não é dado — é construído por linguagem e símbolos. A música que chegou até você não "tinha" aquele sentido: ele foi produzido por mediações simbólicas sucessivas. Humanos precisam da cultura para se tornar humanos — a identidade é construída, não natural. → ''Mauss · Steiner · construção simbólica do mundo''
# Steiner: cada língua — e cada suporte — é uma abertura diferente sobre o mundo. A música no seu contexto original abria um mundo. No remix, abre outro. Nenhum dos dois é "o verdadeiro" — mas tampouco são equivalentes. O que se perde na tradução importa. → ''Steiner · linguagem como abertura · pluralidade de sentidos''
# O som não circula sozinho: vem com narrativa — um gesto, uma legenda, um contexto visual, uma história de quem transmitiu. É a narrativa que enquadra o sentido. Becker: toda representação é parcial — algo sempre fica fora. Quais critérios decidem o que entra e o que fica de fora da história que aquela música conta? → ''Becker · narrativa como enquadramento · representação como seleção''
# Halbwachs e Giddens: toda lembrança individual está ancorada em quadros sociais. A memória que aquela música cria em você não é só sua — ela é tecida pelos grupos que a transmitiram, pelos contextos em que você a ouviu, pelas narrativas que a acompanharam. Recordar é sempre reconstruir. → ''Halbwachs · Giddens · quadros sociais da memória''
# Evaristo — escrevivência: quem criou a música originalmente? Quem remixou? Quais experiências têm acesso à narrativa legitimada — e quais são esvaziadas de sentido quando apropriadas por outro contexto? Narrar não é só recordar: é disputar os quadros da memória. A reinscrição histórica é sempre um gesto político. → ''Evaristo · escrevivência · disputa pelos quadros da memória''
# Candau: computadores têm memória, mas não têm lembranças. O algoritmo que entregou aquela música para você não "lembrou" de você — otimizou engajamento. A diferença entre o que a plataforma registra sobre seus gostos e o que você sente quando aquela música toca é exatamente a diferença entre registro e lembrança. → ''Candau · memória humana vs. computacional · registro vs. lembrança''
==== Verificação rápida — 10 min ====
O professor aponta para as estruturas no quadro: qual dessas ferramentas nomeia melhor o que vocês identificaram? Há algo na experiência de vocês que ainda não foi nomeado?
---
=== Bloco 4 — Prototipagem ===
''10h00 — 10h45 · 45 min''
Os grupos retomam a música que cada membro trouxe no Bloco 1 e aplicam os seis eixos. Não é análise de caso externo — é análise do próprio objeto que eles já conhecem por dentro.
==== Tarefa em grupos de 3–4 (25 min) ====
; Passo 1 : Cada membro apresenta sua música ao grupo em 1 min: o que é, de onde veio, o que significa agora.
; Passo 2 : O grupo escolhe uma das músicas para analisar coletivamente — de preferência a que apresentar mais tensão entre o sentido original e o sentido apropriado.
; Passo 3 : Percorrer os seis eixos com a música escolhida. Para cada eixo: uma frase de análise com o conceito nomeado explicitamente.
; Passo 4 : Identificar o eixo onde a análise foi mais difícil — e formular uma pergunta sobre o que ficou em aberto.
==== Apresentação cruzada (20 min) ====
Cada grupo apresenta a música e a análise. Os outros grupos questionam. Três perguntas de pressão conceitual:
; Para pressionar : "Qual dos seis conceitos vocês precisariam para refutar essa análise?"
; Para aprofundar : "Quando o algoritmo entregou essa música para vocês, ele estava produzindo memória ou apenas registro?"
; Para o eixo 5 : "Quem perdeu algo quando essa música foi remixada — e quem ganhou?"
---
=== Bloco 5 — Revisão e registro ===
''10h45 — 11h00 · 15 min''
O professor retorna ao quadro. As estruturas do Bloco 1 ainda estão lá. Pergunta de fechamento — plenário (5 min):
{{Citação|A hipótese que você escreveu antes do intervalo ainda se sustenta? O que os conceitos fizeram com ela — confirmaram, complicaram, ou abriram algo que você não havia visto?}}
==== Registro final — caderno (10 min) ====
; O que aprendi : Uma frase por eixo mobilizado — com o exemplo da sua música. Não uma definição: uma aplicação.
; O que mudou : Compare a hipótese inicial com a hipótese revisada. O que a análise alterou?
; Pergunta aberta : O que ficou sem resposta — e que você quer investigar. Pode ser uma contradição, uma experiência que não coube em nenhum conceito.
''A pergunta aberta do caderno conecta com a próxima aula — Interacionismo Simbólico. "Quem construiu o sentido dessa música para mim?" é exatamente a pergunta sobre o outro generalizado de Mead.''
---
* Esta página foi editada pela última vez em 29 de maio de 2026.
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Discussão:Sociologia e Comunicação Cásper/ABP3
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2026-05-29T17:41:11Z
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: <!-- ================================================================ Linguagem e Sociedade — design de aula · versão final Sociologia da Comunicação · subsunçor único · seis eixos Convertido de HTML para MediaWiki markup ================================================================ --> {{Aula-topo | disciplina = Sociologia da Comunicação | tipo = design de aula · versão final | titulo = Linguagem e Sociedade |...
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text/x-wiki
<!-- ================================================================
Linguagem e Sociedade — design de aula · versão final
Sociologia da Comunicação · subsunçor único · seis eixos
Convertido de HTML para MediaWiki markup
================================================================ -->
{{Aula-topo
| disciplina = Sociologia da Comunicação
| tipo = design de aula · versão final
| titulo = Linguagem e Sociedade
| subtitulo = Subsunçor único · seis eixos · um só objeto de análise ao longo de toda a aula
| duracao = 150 min · caderno formativo
}}
----
== Mapa dos eixos ==
{{Badge|cinza|mapa dos eixos}}
O mesmo objeto — a música que chegou de outro mundo — é relido em cada momento da aula com uma lente diferente. O aluno não troca de exemplo: aprofunda o mesmo.
{| class="wikitable" style="width:100%; font-size:90%;"
! Eixo !! Título !! Descrição
|-
| '''eixo 1''' || Construção simbólica || A música "existe" diferente para quem a viveu e para quem a encontrou no remix. O mundo que ela abre é construído — não dado.
|-
| '''eixo 2''' || Linguagem e narrativa || O som não circula sozinho: vem com gesto, legenda, contexto. A narrativa enquadra o sentido — sem ela, a música é só som.
|-
| '''eixo 3''' || Memória como narrativa || O vídeo que o aluno faz com aquela música é a narrativa que vai ancorar a memória futura. Não recupera — constrói.
|-
| '''eixo 4''' || Memória individual e coletiva || A mesma música ancora memórias diferentes para pessoas diferentes — e cria simultaneamente uma memória coletiva nova.
|-
| '''eixo 5''' || Escrevivência || Quem criou? Quem remixou? Quais experiências têm acesso à narrativa legitimada — e quais são esvaziadas quando apropriadas?
|-
| '''eixo 6''' || Memória humana vs. computacional || O algoritmo não lembra — otimiza. A diferença entre o que a plataforma "sabe" e o que você sente quando a música toca é Candau exato.
|}
----
== Bloco 1 — Subsunçor ==
{{Badge|verde|1 — subsunçor}} '''A música que chegou de outro mundo''' <small>8h10 — 8h40 · 30 min</small>
O professor projeta a pergunta central e dá 5 minutos de escrita individual no caderno antes de qualquer partilha. Nenhum conceito é nomeado ainda.
=== A pergunta de abertura — projetada, lida em silêncio ===
{{Citação|Pense numa música — ou numa trilha de série, desenho, jogo — que chegou até você carregando um mundo que não era o seu: de outra época, de outra geração, de outro grupo. Você se apropriou dela, ela passou a significar algo para você.
Qual é essa música? De onde ela veio? O que ela significa agora — e o que ela significava antes de chegar até você?}}
=== Caminhos possíveis — projetados junto com a pergunta ===
* 📱 Uma trend do TikTok ou Reels com uma música que você não conhecia
* 🚗 Uma música que tocava no carro da família e que agora significa outra coisa
* 👥 Uma música que um grupo de amigos, ou seus pais, trouxe para a sua vida
* 📺 Uma trilha de série, anime ou desenho que ressurgiu num contexto completamente diferente
* 🎵 Uma música que era sua, de um grupo seu — e que depois foi tomada por outro contexto
* 📖 Uma música que você descobriu lendo, ouvindo alguém falar, ou por qualquer outro caminho
----
=== Escrita individual — caderno (5 min) ===
{| class="wikitable" style="font-size:90%;"
! Campo !! Instrução
|-
| '''A música''' || Qual é — e por qual caminho chegou até você?
|-
| '''O sentido dela''' || O que ela significa para você agora? O que você sabe (ou imagina) que ela significava antes?
|-
| '''A hipótese''' || O que aconteceu com essa música no caminho entre o contexto original e você? Tente nomear.
|}
----
=== Partilha em dupla (5 min) → mapeamento coletivo (10 min) ===
Duplas compartilham. Depois, plenário: o professor escuta e registra no quadro apenas as ''estruturas'' que emergem — não os conteúdos pessoais. Três perguntas de sondagem para conduzir:
{| class="wikitable" style="font-size:90%;"
! # !! Pergunta de sondagem
|-
| '''Sondagem 1''' || "A música chegou com um sentido pronto — ou você construiu o sentido dela?"
|-
| '''Sondagem 2''' || "Quem criou essa música estava pensando em você quando a fez?"
|-
| '''Sondagem 3''' || "Você acha que o sentido que você dá a ela é o mesmo que outras pessoas dão?"
|}
''Nota do professor:'' O que vai emergir naturalmente: sentido é construído, não dado. A mesma música carrega mundos diferentes. Quem narra controla o sentido. O professor registra essas estruturas — elas ficam no quadro durante toda a aula.
----
== Bloco 2 — Problema ==
{{Badge|violeta|2 — problema}} '''A pergunta que a experiência levanta''' <small>8h40 — 9h00 · 20 min</small>
Com as estruturas no quadro, o professor formula a pergunta-problema da aula. Ela nasce do que os alunos disseram.
{{Citação|Se o sentido de uma música é construído — pela narrativa que a acompanha, pela geração que a criou, pelo grupo que a transmitiu, pelo algoritmo que a entregou para você — o que exatamente é ''seu'' nessa experiência? E o que acontece com o sentido original quando você o reescreve?}}
=== Para o caderno — 5 min de escrita antes do intervalo ===
{| class="wikitable" style="font-size:90%;"
! Campo !! Instrução
|-
| '''Registro''' || Escreva sua hipótese atual em uma frase. Ela vai ser revisada ao final da aula.
|}
''Nota do professor:'' Essa hipótese é o ponto de chegada do Bloco 1 e o ponto de partida do Bloco 3. O intervalo separa experiência de conceito — intencionalmente.
----
{{Intervalo|9h00 — 9h30 · 30 min}}
----
== Bloco 3 — Arsenal Conceitual ==
{{Badge|laranja|3 — arsenal conceitual}} '''Nomeando o que já foi visto''' <small>9h30 — 10h00 · 30 min</small>
Cada conceito é apresentado apontando para as estruturas que os alunos já identificaram no quadro. A sequência segue a trajetória da música — do sentido construído à memória computacional.
=== Sequência de apresentação — 20 min densos ===
==== 1. Construção simbólica ====
O mundo não é dado — é construído por linguagem e símbolos. A música que chegou até você não "tinha" aquele sentido: ele foi produzido por mediações simbólicas sucessivas. Humanos precisam da cultura para se tornar humanos — a identidade é construída, não natural.
: → '''Mauss · Steiner''' · construção simbólica do mundo
==== 2. Linguagem como abertura ====
Steiner: cada língua — e cada suporte — é uma abertura diferente sobre o mundo. A música no seu contexto original abria um mundo. No remix, abre outro. Nenhum dos dois é "o verdadeiro" — mas tampouco são equivalentes. O que se perde na tradução importa.
: → '''Steiner''' · linguagem como abertura · pluralidade de sentidos
==== 3. Narrativa como enquadramento ====
O som não circula sozinho: vem com narrativa — um gesto, uma legenda, um contexto visual, uma história de quem transmitiu. É a narrativa que enquadra o sentido. Becker: toda representação é parcial — algo sempre fica fora. Quais critérios decidem o que entra e o que fica de fora da história que aquela música conta?
: → '''Becker''' · narrativa como enquadramento · representação como seleção
==== 4. Quadros sociais da memória ====
Halbwachs e Giddens: toda lembrança individual está ancorada em quadros sociais. A memória que aquela música cria em você não é só sua — ela é tecida pelos grupos que a transmitiram, pelos contextos em que você a ouviu, pelas narrativas que a acompanharam. Recordar é sempre reconstruir.
: → '''Halbwachs · Giddens''' · quadros sociais da memória
==== 5. Escrevivência ====
Evaristo — escrevivência: quem criou a música originalmente? Quem remixou? Quais experiências têm acesso à narrativa legitimada — e quais são esvaziadas de sentido quando apropriadas por outro contexto? Narrar não é só recordar: é disputar os quadros da memória. A reinscrição histórica é sempre um gesto político.
: → '''Evaristo''' · escrevivência · disputa pelos quadros da memória
==== 6. Memória humana vs. computacional ====
Candau: computadores têm memória, mas não têm lembranças. O algoritmo que entregou aquela música para você não "lembrou" de você — otimizou engajamento. A diferença entre o que a plataforma registra sobre seus gostos e o que você sente quando aquela música toca é exatamente a diferença entre registro e lembrança.
: → '''Candau''' · memória humana vs. computacional · registro vs. lembrança
----
=== Verificação rápida — 10 min ===
O professor aponta para as estruturas no quadro: qual dessas ferramentas nomeia melhor o que vocês identificaram? Há algo na experiência de vocês que ainda não foi nomeado?
----
== Bloco 4 — Prototipagem ==
{{Badge|vermelho|4 — prototipagem}} '''Analisar a própria música com as ferramentas''' <small>10h00 — 10h45 · 45 min</small>
Os grupos retomam a música que cada membro trouxe no Bloco 1 e aplicam os seis eixos. Não é análise de caso externo — é análise do próprio objeto que eles já conhecem por dentro.
=== Tarefa em grupos de 3–4 (25 min) ===
{| class="wikitable" style="font-size:90%;"
! Passo !! Instrução
|-
| '''Passo 1''' || Cada membro apresenta sua música ao grupo em 1 min: o que é, de onde veio, o que significa agora.
|-
| '''Passo 2''' || O grupo escolhe uma das músicas para analisar coletivamente — de preferência a que apresentar mais tensão entre o sentido original e o sentido apropriado.
|-
| '''Passo 3''' || Percorrer os seis eixos com a música escolhida. Para cada eixo: uma frase de análise com o conceito nomeado explicitamente.
|-
| '''Passo 4''' || Identificar o eixo onde a análise foi mais difícil — e formular uma pergunta sobre o que ficou em aberto.
|}
----
=== Apresentação cruzada (20 min) ===
Cada grupo apresenta a música e a análise. Os outros grupos questionam. Três perguntas de pressão conceitual:
{| class="wikitable" style="font-size:90%;"
! Tipo !! Pergunta
|-
| '''Para pressionar''' || "Qual dos seis conceitos vocês precisariam para refutar essa análise?"
|-
| '''Para aprofundar''' || "Quando o algoritmo entregou essa música para vocês, ele estava produzindo memória ou apenas registro?"
|-
| '''Para o eixo 5''' || "Quem perdeu algo quando essa música foi remixada — e quem ganhou?"
|}
----
== Bloco 5 — Revisão e Registro ==
{{Badge|cinza|5 — revisão e registro}} '''Fechamento e caderno''' <small>10h45 — 11h00 · 15 min</small>
O professor retorna ao quadro. As estruturas do Bloco 1 ainda estão lá. Pergunta de fechamento — plenário (5 min):
{{Citação|A hipótese que você escreveu antes do intervalo ainda se sustenta? O que os conceitos fizeram com ela — confirmaram, complicaram, ou abriram algo que você não havia visto?}}
=== Registro final — caderno (10 min) ===
{| class="wikitable" style="font-size:90%;"
! Campo !! Instrução
|-
| '''O que aprendi''' || Uma frase por eixo mobilizado — com o exemplo da sua música. Não uma definição: uma aplicação.
|-
| '''O que mudou''' || Compare a hipótese inicial com a hipótese revisada. O que a análise alterou?
|-
| '''Pergunta aberta''' || O que ficou sem resposta — e que você quer investigar. Pode ser uma contradição, uma experiência que não coube em nenhum conceito.
|}
''Nota do professor:'' A pergunta aberta do caderno conecta com a próxima aula — Interacionismo Simbólico. "Quem construiu o sentido dessa música para mim?" é exatamente a pergunta sobre o outro generalizado de Mead.
----
<!-- FIM DO DOCUMENTO -->
7aesd4icahsv0cv6ls63xky7ug7wdat
Sociologia e Comunicação Cásper/ABP3
0
33404
182991
2026-05-29T17:41:39Z
Lgjunior
21602
[[Ajuda:SEA|←]] nova página: <!-- ================================================================ Linguagem e Sociedade — design de aula · versão final Sociologia da Comunicação · subsunçor único · seis eixos Convertido de HTML para MediaWiki markup ================================================================ --> {{Aula-topo | disciplina = Sociologia da Comunicação | tipo = design de aula · versão final | titulo = Linguagem e Sociedade |...
182991
wikitext
text/x-wiki
<!-- ================================================================
Linguagem e Sociedade — design de aula · versão final
Sociologia da Comunicação · subsunçor único · seis eixos
Convertido de HTML para MediaWiki markup
================================================================ -->
{{Aula-topo
| disciplina = Sociologia da Comunicação
| tipo = design de aula · versão final
| titulo = Linguagem e Sociedade
| subtitulo = Subsunçor único · seis eixos · um só objeto de análise ao longo de toda a aula
| duracao = 150 min · caderno formativo
}}
----
== Mapa dos eixos ==
{{Badge|cinza|mapa dos eixos}}
O mesmo objeto — a música que chegou de outro mundo — é relido em cada momento da aula com uma lente diferente. O aluno não troca de exemplo: aprofunda o mesmo.
{| class="wikitable" style="width:100%; font-size:90%;"
! Eixo !! Título !! Descrição
|-
| '''eixo 1''' || Construção simbólica || A música "existe" diferente para quem a viveu e para quem a encontrou no remix. O mundo que ela abre é construído — não dado.
|-
| '''eixo 2''' || Linguagem e narrativa || O som não circula sozinho: vem com gesto, legenda, contexto. A narrativa enquadra o sentido — sem ela, a música é só som.
|-
| '''eixo 3''' || Memória como narrativa || O vídeo que o aluno faz com aquela música é a narrativa que vai ancorar a memória futura. Não recupera — constrói.
|-
| '''eixo 4''' || Memória individual e coletiva || A mesma música ancora memórias diferentes para pessoas diferentes — e cria simultaneamente uma memória coletiva nova.
|-
| '''eixo 5''' || Escrevivência || Quem criou? Quem remixou? Quais experiências têm acesso à narrativa legitimada — e quais são esvaziadas quando apropriadas?
|-
| '''eixo 6''' || Memória humana vs. computacional || O algoritmo não lembra — otimiza. A diferença entre o que a plataforma "sabe" e o que você sente quando a música toca é Candau exato.
|}
----
== Bloco 1 — Subsunçor ==
{{Badge|verde|1 — subsunçor}} '''A música que chegou de outro mundo''' <small>8h10 — 8h40 · 30 min</small>
O professor projeta a pergunta central e dá 5 minutos de escrita individual no caderno antes de qualquer partilha. Nenhum conceito é nomeado ainda.
=== A pergunta de abertura — projetada, lida em silêncio ===
{{Citação|Pense numa música — ou numa trilha de série, desenho, jogo — que chegou até você carregando um mundo que não era o seu: de outra época, de outra geração, de outro grupo. Você se apropriou dela, ela passou a significar algo para você.
Qual é essa música? De onde ela veio? O que ela significa agora — e o que ela significava antes de chegar até você?}}
=== Caminhos possíveis — projetados junto com a pergunta ===
* 📱 Uma trend do TikTok ou Reels com uma música que você não conhecia
* 🚗 Uma música que tocava no carro da família e que agora significa outra coisa
* 👥 Uma música que um grupo de amigos, ou seus pais, trouxe para a sua vida
* 📺 Uma trilha de série, anime ou desenho que ressurgiu num contexto completamente diferente
* 🎵 Uma música que era sua, de um grupo seu — e que depois foi tomada por outro contexto
* 📖 Uma música que você descobriu lendo, ouvindo alguém falar, ou por qualquer outro caminho
----
=== Escrita individual — caderno (5 min) ===
{| class="wikitable" style="font-size:90%;"
! Campo !! Instrução
|-
| '''A música''' || Qual é — e por qual caminho chegou até você?
|-
| '''O sentido dela''' || O que ela significa para você agora? O que você sabe (ou imagina) que ela significava antes?
|-
| '''A hipótese''' || O que aconteceu com essa música no caminho entre o contexto original e você? Tente nomear.
|}
----
=== Partilha em dupla (5 min) → mapeamento coletivo (10 min) ===
Duplas compartilham. Depois, plenário: o professor escuta e registra no quadro apenas as ''estruturas'' que emergem — não os conteúdos pessoais. Três perguntas de sondagem para conduzir:
{| class="wikitable" style="font-size:90%;"
! # !! Pergunta de sondagem
|-
| '''Sondagem 1''' || "A música chegou com um sentido pronto — ou você construiu o sentido dela?"
|-
| '''Sondagem 2''' || "Quem criou essa música estava pensando em você quando a fez?"
|-
| '''Sondagem 3''' || "Você acha que o sentido que você dá a ela é o mesmo que outras pessoas dão?"
|}
''Nota do professor:'' O que vai emergir naturalmente: sentido é construído, não dado. A mesma música carrega mundos diferentes. Quem narra controla o sentido. O professor registra essas estruturas — elas ficam no quadro durante toda a aula.
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== Bloco 2 — Problema ==
{{Badge|violeta|2 — problema}} '''A pergunta que a experiência levanta''' <small>8h40 — 9h00 · 20 min</small>
Com as estruturas no quadro, o professor formula a pergunta-problema da aula. Ela nasce do que os alunos disseram.
{{Citação|Se o sentido de uma música é construído — pela narrativa que a acompanha, pela geração que a criou, pelo grupo que a transmitiu, pelo algoritmo que a entregou para você — o que exatamente é ''seu'' nessa experiência? E o que acontece com o sentido original quando você o reescreve?}}
=== Para o caderno — 5 min de escrita antes do intervalo ===
{| class="wikitable" style="font-size:90%;"
! Campo !! Instrução
|-
| '''Registro''' || Escreva sua hipótese atual em uma frase. Ela vai ser revisada ao final da aula.
|}
''Nota do professor:'' Essa hipótese é o ponto de chegada do Bloco 1 e o ponto de partida do Bloco 3. O intervalo separa experiência de conceito — intencionalmente.
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{{Intervalo|9h00 — 9h30 · 30 min}}
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== Bloco 3 — Arsenal Conceitual ==
{{Badge|laranja|3 — arsenal conceitual}} '''Nomeando o que já foi visto''' <small>9h30 — 10h00 · 30 min</small>
Cada conceito é apresentado apontando para as estruturas que os alunos já identificaram no quadro. A sequência segue a trajetória da música — do sentido construído à memória computacional.
=== Sequência de apresentação — 20 min densos ===
==== 1. Construção simbólica ====
O mundo não é dado — é construído por linguagem e símbolos. A música que chegou até você não "tinha" aquele sentido: ele foi produzido por mediações simbólicas sucessivas. Humanos precisam da cultura para se tornar humanos — a identidade é construída, não natural.
: → '''Mauss · Steiner''' · construção simbólica do mundo
==== 2. Linguagem como abertura ====
Steiner: cada língua — e cada suporte — é uma abertura diferente sobre o mundo. A música no seu contexto original abria um mundo. No remix, abre outro. Nenhum dos dois é "o verdadeiro" — mas tampouco são equivalentes. O que se perde na tradução importa.
: → '''Steiner''' · linguagem como abertura · pluralidade de sentidos
==== 3. Narrativa como enquadramento ====
O som não circula sozinho: vem com narrativa — um gesto, uma legenda, um contexto visual, uma história de quem transmitiu. É a narrativa que enquadra o sentido. Becker: toda representação é parcial — algo sempre fica fora. Quais critérios decidem o que entra e o que fica de fora da história que aquela música conta?
: → '''Becker''' · narrativa como enquadramento · representação como seleção
==== 4. Quadros sociais da memória ====
Halbwachs e Giddens: toda lembrança individual está ancorada em quadros sociais. A memória que aquela música cria em você não é só sua — ela é tecida pelos grupos que a transmitiram, pelos contextos em que você a ouviu, pelas narrativas que a acompanharam. Recordar é sempre reconstruir.
: → '''Halbwachs · Giddens''' · quadros sociais da memória
==== 5. Escrevivência ====
Evaristo — escrevivência: quem criou a música originalmente? Quem remixou? Quais experiências têm acesso à narrativa legitimada — e quais são esvaziadas de sentido quando apropriadas por outro contexto? Narrar não é só recordar: é disputar os quadros da memória. A reinscrição histórica é sempre um gesto político.
: → '''Evaristo''' · escrevivência · disputa pelos quadros da memória
==== 6. Memória humana vs. computacional ====
Candau: computadores têm memória, mas não têm lembranças. O algoritmo que entregou aquela música para você não "lembrou" de você — otimizou engajamento. A diferença entre o que a plataforma registra sobre seus gostos e o que você sente quando aquela música toca é exatamente a diferença entre registro e lembrança.
: → '''Candau''' · memória humana vs. computacional · registro vs. lembrança
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=== Verificação rápida — 10 min ===
O professor aponta para as estruturas no quadro: qual dessas ferramentas nomeia melhor o que vocês identificaram? Há algo na experiência de vocês que ainda não foi nomeado?
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== Bloco 4 — Prototipagem ==
{{Badge|vermelho|4 — prototipagem}} '''Analisar a própria música com as ferramentas''' <small>10h00 — 10h45 · 45 min</small>
Os grupos retomam a música que cada membro trouxe no Bloco 1 e aplicam os seis eixos. Não é análise de caso externo — é análise do próprio objeto que eles já conhecem por dentro.
=== Tarefa em grupos de 3–4 (25 min) ===
{| class="wikitable" style="font-size:90%;"
! Passo !! Instrução
|-
| '''Passo 1''' || Cada membro apresenta sua música ao grupo em 1 min: o que é, de onde veio, o que significa agora.
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| '''Passo 2''' || O grupo escolhe uma das músicas para analisar coletivamente — de preferência a que apresentar mais tensão entre o sentido original e o sentido apropriado.
|-
| '''Passo 3''' || Percorrer os seis eixos com a música escolhida. Para cada eixo: uma frase de análise com o conceito nomeado explicitamente.
|-
| '''Passo 4''' || Identificar o eixo onde a análise foi mais difícil — e formular uma pergunta sobre o que ficou em aberto.
|}
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=== Apresentação cruzada (20 min) ===
Cada grupo apresenta a música e a análise. Os outros grupos questionam. Três perguntas de pressão conceitual:
{| class="wikitable" style="font-size:90%;"
! Tipo !! Pergunta
|-
| '''Para pressionar''' || "Qual dos seis conceitos vocês precisariam para refutar essa análise?"
|-
| '''Para aprofundar''' || "Quando o algoritmo entregou essa música para vocês, ele estava produzindo memória ou apenas registro?"
|-
| '''Para o eixo 5''' || "Quem perdeu algo quando essa música foi remixada — e quem ganhou?"
|}
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== Bloco 5 — Revisão e Registro ==
{{Badge|cinza|5 — revisão e registro}} '''Fechamento e caderno''' <small>10h45 — 11h00 · 15 min</small>
O professor retorna ao quadro. As estruturas do Bloco 1 ainda estão lá. Pergunta de fechamento — plenário (5 min):
{{Citação|A hipótese que você escreveu antes do intervalo ainda se sustenta? O que os conceitos fizeram com ela — confirmaram, complicaram, ou abriram algo que você não havia visto?}}
=== Registro final — caderno (10 min) ===
{| class="wikitable" style="font-size:90%;"
! Campo !! Instrução
|-
| '''O que aprendi''' || Uma frase por eixo mobilizado — com o exemplo da sua música. Não uma definição: uma aplicação.
|-
| '''O que mudou''' || Compare a hipótese inicial com a hipótese revisada. O que a análise alterou?
|-
| '''Pergunta aberta''' || O que ficou sem resposta — e que você quer investigar. Pode ser uma contradição, uma experiência que não coube em nenhum conceito.
|}
''Nota do professor:'' A pergunta aberta do caderno conecta com a próxima aula — Interacionismo Simbólico. "Quem construiu o sentido dessa música para mim?" é exatamente a pergunta sobre o outro generalizado de Mead.
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<!-- FIM DO DOCUMENTO -->
7aesd4icahsv0cv6ls63xky7ug7wdat
Utilizador:Ana Fariña, aquela atriz
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2026-05-29T18:28:42Z
Ana Fariña, aquela atriz
44378
User has enrolled in [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]].
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text/x-wiki
{{Editor participante | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }}
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Utilizador Discussão:Ana Fariña, aquela atriz
3
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182994
2026-05-29T18:28:42Z
Ana Fariña, aquela atriz
44378
adding {{Discussão de usuário do outreachdashboard.wmflabs.org}}
182994
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text/x-wiki
{{Discussão de usuário do outreachdashboard.wmflabs.org | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }}
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Predefinição:Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas
10
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2026-05-29T18:53:39Z
JCunha (WMB)
38919
[[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{ start tab | frame = yes | off tab color = #8D0000 | on tab color = #ffffff | nowrap = yes | font-size = 100% | tab spacing percent = 0.2 | link-1 = Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas | tab-1 = '''{{#ifeq:{{SUBPAGENAME}}|Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas|<span style="color:#8D0000;font-size:1...
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{| style="width:100%;"|
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Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas
0
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2026-05-29T19:23:06Z
JCunha (WMB)
38919
[[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{Em construção}} {{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}} Este curso tem como objetivo capacitar profissionais e estudantes ligados às áreas de bibliotecas, arquivos, museus, memória e afins a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua...
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wikitext
text/x-wiki
{{Em construção}}
{{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}}
Este curso tem como objetivo capacitar profissionais e estudantes ligados às áreas de bibliotecas, arquivos, museus, memória e afins a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua articulação com o ecossistema Wiki.
O curso é organizado pelo [[wikipedia:pt:Wikipédia:GLAM/CMU|Centro de Memória Unicamp (CMU)]] em parceria com a [[:m:Wikimedia Brasil|Wikimedia Brasil]] e com a professora Lose Alícia Duhá Lose (AN/UFBA).
Inscreva-se no dashboard da atividade!
==Ementa do curso==
O minicurso eorganizado pelo Centro de Memória Unicamp (CMU) em parceria com a Wikimedia Brasil oferece uma introdução prática e conceitual à plataforma Wikisource, com foco em seu uso por profissionais e estudantes ligados as áreas de bibliotecas, arquivos, museus e outras instituições de memória. Apresenta o histórico e os princípios do Wikisource, sua integração ao ecossistema Wikimedia e sua aplicação como ferramenta de preservação, difusão e colaboração em acervos documentais. Serão abordadas as funcionalidades básicas da plataforma, os critérios para publicação de obras, a edição de metadados, a transcrição e revisão colaborativa de textos digitalizados, bem como exemplos de projetos já realizados. O curso também discute o papel do Wikisource na formação de redes de trabalho colaborativo, com ênfase em experiências educativas.
==Objetivo geral==
Capacitar profissionais, estudantes e interessados nas áreas de bibliotecas, arquivos, museus e memória a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua articulação com o ecossistema Wiki.
==Objetivos educacionais==
Ao final do curso, espera-se que os participantes sejam capazes de:
* Compreender o que é o Wikisource, seu histórico, objetivos e papel dentro do movimento Wikimedia e das plataformas de conhecimento livre.
* Identificar os principais usuários e comunidades atuantes no Wikisource, reconhecendo experiências relevantes no Brasil e internacionalmente.
* Utilizar, na prática, as funcionalidades do Wikisource, incluindo: inserção e organização de obras e documentos; edição de metadados; navegação e uso das ferramentas de transcrição e revisão.
* Reconhecer o potencial do Wikisource como aliado das instituições de memória, especialmente no que se refere à preservação, difusão e ampliação do acesso a documentos históricos digitalizados.
* Explorar o Wikisource como ambiente de formação de redes colaborativas, por meio de iniciativas como transcrições em grupo, projetos de paleografia digital e parcerias interinstitucionais.
* Aplicar o conhecimento adquirido em projetos próprios ou institucionais, aproveitando a infraestrutura da Wikiversidade como apoio ao desenvolvimento de novos cursos ou ações educativas.
==Metodologia==
O curso será oferecido em formato online, com aulas síncronas gravadas e posteriormente disponibilizadas na Wikiversidade.
Cada aula combinará exposição teórica com demonstrações práticas, utilizando exemplos reais e casos já desenvolvidos na comunidade Wiki lusófona.
Os participantes terão acesso a um ambiente de curso na Wikiversidade, onde estarão organizados:
* Conteúdo das aulas;
* Bibliografia e materiais de apoio;
* Tarefas práticas de aplicação;
* Espaço para dúvidas e interação.
* As atividades incluirão exercícios de:
* Identificação de obras compatíveis com o Wikisource;
* Inserção e edição de conteúdo na plataforma;
* Participação em dinâmicas colaborativas de transcrição e revisão.
==Pré-requisitos==
Interesse na área de biblioteconomia, Ciências da Informação, Arquivologia e Documentação, Paleografia, História, Museologia, Gestão Cultural e afins.
==Conteúdo Programático==
===Aula 1 – 18/08 (14h-17h)===
* O que é o Wikisource (histórico, objetivos, onde se situa no ecossistema Wiki, quais são os usuários já atuantes etc.)
* O Wikisource como ferramenta de formação de redes de trabalho colaborativo (o exemplo da atividade de transcrição colaborativa do minicurso através do TranskribusCore)
Ministrante: Alícia Duhá Lose (AN/UFBA)
===Aula 2 – 19/08 (14h-17h)===
* Como funciona o Wikisource e quais as suas potencialidades para Arquivos.
Ministrante: Ygos Souza (CMU/UNICAMP)
==Acervo selecionado==
Veja aqui a lista de obras do Centro de Memória Unicamp que estão disponíveis para transcrição e serão utilizados ao longo do curso.
==Equipe==
'''Coordenadores do Curso:'''<br>
Ygos Souza (CMU/UNICAMP)<br>
[[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA) - E-mail alicia.lose@ufba.br<br>
[[User:HGodinho (WMB)|Henrique Godinho]] (Wikimedia Brasil) - henrique.godinho@wmnobrasil.org <br>
'''Professores:'''<br>
Ygos Souza (CMU/UNICAMP)<br>
[[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA)<br>
'''Apoio:'''<br>
[[Meta-wiki:User:HGodinho (WMB)|Henrique Godinho]] (Wikimedia Brasil)<br>
[[user:JCunha (WMB)|Juliana Cunha]] (Wikimedia Brasil)<br>
Marise Terra Lachini (COC/Fiocruz)<br>
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JCunha (WMB)
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{{Em construção}}
{{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}}
Este curso tem como objetivo capacitar profissionais e estudantes ligados às áreas de bibliotecas, arquivos, museus, memória e afins a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua articulação com o ecossistema Wiki.
O curso é organizado pelo [[wikipedia:pt:Wikipédia:GLAM/CMU|Centro de Memória Unicamp (CMU)]] em parceria com a [[:m:Wikimedia Brasil|Wikimedia Brasil]] e com a professora [[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA).
Inscreva-se no dashboard da atividade!
==Ementa do curso==
O minicurso eorganizado pelo Centro de Memória Unicamp (CMU) em parceria com a Wikimedia Brasil oferece uma introdução prática e conceitual à plataforma Wikisource, com foco em seu uso por profissionais e estudantes ligados as áreas de bibliotecas, arquivos, museus e outras instituições de memória. Apresenta o histórico e os princípios do Wikisource, sua integração ao ecossistema Wikimedia e sua aplicação como ferramenta de preservação, difusão e colaboração em acervos documentais. Serão abordadas as funcionalidades básicas da plataforma, os critérios para publicação de obras, a edição de metadados, a transcrição e revisão colaborativa de textos digitalizados, bem como exemplos de projetos já realizados. O curso também discute o papel do Wikisource na formação de redes de trabalho colaborativo, com ênfase em experiências educativas.
==Objetivo geral==
Capacitar profissionais, estudantes e interessados nas áreas de bibliotecas, arquivos, museus e memória a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua articulação com o ecossistema Wiki.
==Objetivos educacionais==
Ao final do curso, espera-se que os participantes sejam capazes de:
* Compreender o que é o Wikisource, seu histórico, objetivos e papel dentro do movimento Wikimedia e das plataformas de conhecimento livre.
* Identificar os principais usuários e comunidades atuantes no Wikisource, reconhecendo experiências relevantes no Brasil e internacionalmente.
* Utilizar, na prática, as funcionalidades do Wikisource, incluindo: inserção e organização de obras e documentos; edição de metadados; navegação e uso das ferramentas de transcrição e revisão.
* Reconhecer o potencial do Wikisource como aliado das instituições de memória, especialmente no que se refere à preservação, difusão e ampliação do acesso a documentos históricos digitalizados.
* Explorar o Wikisource como ambiente de formação de redes colaborativas, por meio de iniciativas como transcrições em grupo, projetos de paleografia digital e parcerias interinstitucionais.
* Aplicar o conhecimento adquirido em projetos próprios ou institucionais, aproveitando a infraestrutura da Wikiversidade como apoio ao desenvolvimento de novos cursos ou ações educativas.
==Metodologia==
O curso será oferecido em formato online, com aulas síncronas gravadas e posteriormente disponibilizadas na Wikiversidade.
Cada aula combinará exposição teórica com demonstrações práticas, utilizando exemplos reais e casos já desenvolvidos na comunidade Wiki lusófona.
Os participantes terão acesso a um ambiente de curso na Wikiversidade, onde estarão organizados:
* Conteúdo das aulas;
* Bibliografia e materiais de apoio;
* Tarefas práticas de aplicação;
* Espaço para dúvidas e interação.
* As atividades incluirão exercícios de:
* Identificação de obras compatíveis com o Wikisource;
* Inserção e edição de conteúdo na plataforma;
* Participação em dinâmicas colaborativas de transcrição e revisão.
==Pré-requisitos==
Interesse na área de biblioteconomia, Ciências da Informação, Arquivologia e Documentação, Paleografia, História, Museologia, Gestão Cultural e afins.
==Conteúdo Programático==
===Aula 1 – 18/08 (14h-17h)===
* O que é o Wikisource (histórico, objetivos, onde se situa no ecossistema Wiki, quais são os usuários já atuantes etc.)
* O Wikisource como ferramenta de formação de redes de trabalho colaborativo (o exemplo da atividade de transcrição colaborativa do minicurso através do TranskribusCore)
Ministrante: Alícia Duhá Lose (AN/UFBA)
===Aula 2 – 19/08 (14h-17h)===
* Como funciona o Wikisource e quais as suas potencialidades para Arquivos.
Ministrante: Ygos Souza (CMU/UNICAMP)
==Acervo selecionado==
Veja aqui a lista de obras do Centro de Memória Unicamp que estão disponíveis para transcrição e serão utilizados ao longo do curso.
==Equipe==
'''Coordenadores do Curso:'''<br>
Ygos Souza (CMU/UNICAMP)<br>
[[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA) - E-mail alicia.lose@ufba.br<br>
[[m:User:HGodinho (WMB)|Henrique Godinho]] (Wikimedia Brasil) - henrique.godinho@wmnobrasil.org <br>
'''Professores:'''<br>
Ygos Souza (CMU/UNICAMP)<br>
[[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA)<br>
'''Apoio:'''<br>
[[m:User:HGodinho (WMB)|Henrique Godinho]] (Wikimedia Brasil)<br>
[[user:JCunha (WMB)|Juliana Cunha]] (Wikimedia Brasil)<br>
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JCunha (WMB)
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text/x-wiki
{{Em construção}}
{{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}}
Este curso tem como objetivo capacitar profissionais e estudantes ligados às áreas de bibliotecas, arquivos, museus, memória e afins a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua articulação com o ecossistema Wiki.
O curso é organizado pelo [[wikipedia:pt:Wikipédia:GLAM/CMU|Centro de Memória Unicamp (CMU)]] em parceria com a [[:m:Wikimedia Brasil|Wikimedia Brasil]] e com a professora [[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA).
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==Ementa do curso==
Este minicurso oferece uma introdução prática e conceitual à plataforma Wikisource, com foco em seu uso por profissionais e estudantes ligados as áreas de bibliotecas, arquivos, museus, memória e afins. Apresenta o histórico e os princípios do Wikisource, sua integração ao ecossistema Wikimedia e sua aplicação como ferramenta de preservação, difusão e colaboração em acervos documentais. Serão abordadas as funcionalidades básicas da plataforma, os critérios para publicação de obras, a edição de metadados, a transcrição e revisão colaborativa de textos digitalizados, bem como exemplos de projetos já realizados. O curso também discute o papel do Wikisource na formação de redes de trabalho colaborativo, com ênfase em experiências educativas.
==Objetivo geral==
Capacitar profissionais, estudantes e interessados nas áreas de bibliotecas, arquivos, museus e memória a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua articulação com o ecossistema Wiki.
==Objetivos educacionais==
Ao final do curso, espera-se que os participantes sejam capazes de:
* Compreender o que é o Wikisource, seu histórico, objetivos e papel dentro do movimento Wikimedia e das plataformas de conhecimento livre.
* Identificar os principais usuários e comunidades atuantes no Wikisource, reconhecendo experiências relevantes no Brasil e internacionalmente.
* Utilizar, na prática, as funcionalidades do Wikisource, incluindo: inserção e organização de obras e documentos; edição de metadados; navegação e uso das ferramentas de transcrição e revisão.
* Reconhecer o potencial do Wikisource como aliado das instituições de memória, especialmente no que se refere à preservação, difusão e ampliação do acesso a documentos históricos digitalizados.
* Explorar o Wikisource como ambiente de formação de redes colaborativas, por meio de iniciativas como transcrições em grupo, projetos de paleografia digital e parcerias interinstitucionais.
* Aplicar o conhecimento adquirido em projetos próprios ou institucionais, aproveitando a infraestrutura da Wikiversidade como apoio ao desenvolvimento de novos cursos ou ações educativas.
==Metodologia==
O curso será oferecido em formato online, com aulas síncronas gravadas e posteriormente disponibilizadas na Wikiversidade.
Cada aula combinará exposição teórica com demonstrações práticas, utilizando exemplos reais e casos já desenvolvidos na comunidade Wiki lusófona.
Os participantes terão acesso a um ambiente de curso na Wikiversidade, onde estarão organizados:
* Conteúdo das aulas;
* Bibliografia e materiais de apoio;
* Tarefas práticas de aplicação;
* Espaço para dúvidas e interação.
* As atividades incluirão exercícios de:
* Identificação de obras compatíveis com o Wikisource;
* Inserção e edição de conteúdo na plataforma;
* Participação em dinâmicas colaborativas de transcrição e revisão.
==Pré-requisitos==
Interesse na área de biblioteconomia, Ciências da Informação, Arquivologia e Documentação, Paleografia, História, Museologia, Gestão Cultural e afins.
==Conteúdo Programático==
===Aula 1 – 18/08 (14h-17h)===
* O que é o Wikisource (histórico, objetivos, onde se situa no ecossistema Wiki, quais são os usuários já atuantes etc.)
* O Wikisource como ferramenta de formação de redes de trabalho colaborativo (o exemplo da atividade de transcrição colaborativa do minicurso através do TranskribusCore)
Ministrante: Alícia Duhá Lose (AN/UFBA)
===Aula 2 – 19/08 (14h-17h)===
* Como funciona o Wikisource e quais as suas potencialidades para Arquivos.
Ministrante: Ygos Souza (CMU/UNICAMP)
==Acervo selecionado==
Veja aqui a lista de obras do Centro de Memória Unicamp que estão disponíveis para transcrição e serão utilizados ao longo do curso.
==Equipe==
'''Coordenadores do Curso:'''<br>
Ygos Souza (CMU/UNICAMP)<br>
[[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA) - E-mail alicia.lose@ufba.br<br>
[[m:User:HGodinho (WMB)|Henrique Godinho]] (Wikimedia Brasil) - henrique.godinho@wmnobrasil.org <br>
'''Professores:'''<br>
Ygos Souza (CMU/UNICAMP)<br>
[[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA)<br>
'''Apoio:'''<br>
[[m:User:HGodinho (WMB)|Henrique Godinho]] (Wikimedia Brasil)<br>
[[user:JCunha (WMB)|Juliana Cunha]] (Wikimedia Brasil)<br>
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JCunha (WMB)
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{{Em construção}}
{{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}}
Este curso tem como objetivo capacitar profissionais e estudantes ligados às áreas de bibliotecas, arquivos, museus, memória e afins a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua articulação com o ecossistema Wiki.
O curso é organizado pelo [[wikipedia:pt:Wikipédia:GLAM/CMU|Centro de Memória Unicamp (CMU)]] em parceria com a [[:m:Wikimedia Brasil|Wikimedia Brasil]] e com a professora [[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA).
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==Ementa do curso==
Este minicurso oferece uma introdução prática e conceitual à plataforma Wikisource, com foco em seu uso por profissionais e estudantes ligados as áreas de bibliotecas, arquivos, museus, memória e afins. Apresenta o histórico e os princípios do Wikisource, sua integração ao ecossistema Wikimedia e sua aplicação como ferramenta de preservação, difusão e colaboração em acervos documentais. Serão abordadas as funcionalidades básicas da plataforma, os critérios para publicação de obras, a edição de metadados, a transcrição e revisão colaborativa de textos digitalizados, bem como exemplos de projetos já realizados. O curso também discute o papel do Wikisource na formação de redes de trabalho colaborativo, com ênfase em experiências educativas.
==Objetivo geral==
Capacitar profissionais, estudantes e interessados nas áreas de bibliotecas, arquivos, museus e memória a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua articulação com o ecossistema Wiki.
==Objetivos educacionais==
Ao final do curso, espera-se que os participantes sejam capazes de:
* Compreender o que é o Wikisource, seu histórico, objetivos e papel dentro do movimento Wikimedia e das plataformas de conhecimento livre.
* Identificar os principais usuários e comunidades atuantes no Wikisource, reconhecendo experiências relevantes no Brasil e internacionalmente.
* Utilizar, na prática, as funcionalidades do Wikisource, incluindo: inserção e organização de obras e documentos; edição de metadados; navegação e uso das ferramentas de transcrição e revisão.
* Reconhecer o potencial do Wikisource como aliado das instituições de memória, especialmente no que se refere à preservação, difusão e ampliação do acesso a documentos históricos digitalizados.
* Explorar o Wikisource como ambiente de formação de redes colaborativas, por meio de iniciativas como transcrições em grupo, projetos de paleografia digital e parcerias interinstitucionais.
* Aplicar o conhecimento adquirido em projetos próprios ou institucionais, aproveitando a infraestrutura da Wikiversidade como apoio ao desenvolvimento de novos cursos ou ações educativas.
==Metodologia==
O curso será oferecido em formato online, com aulas síncronas gravadas e posteriormente disponibilizadas na Wikiversidade.
Cada aula combinará exposição teórica com demonstrações práticas, utilizando exemplos reais e casos já desenvolvidos na comunidade Wiki lusófona.
Os participantes terão acesso a um ambiente de curso na Wikiversidade, onde estarão organizados:
* Conteúdo das aulas;
* Bibliografia e materiais de apoio;
* Tarefas práticas de aplicação;
* Espaço para dúvidas e interação.
* As atividades incluirão exercícios de:
* Identificação de obras compatíveis com o Wikisource;
* Inserção e edição de conteúdo na plataforma;
* Participação em dinâmicas colaborativas de transcrição e revisão.
==Conteúdo Programático==
===Aula 1 – 10/06 (14h-17h30)===
* O que é o Wikisource (histórico, objetivos, onde se situa no ecossistema Wiki, quais são os usuários já atuantes etc.)
* O Wikisource como ferramenta de formação de redes de trabalho colaborativo (o exemplo da atividade de transcrição colaborativa do minicurso através do TranskribusCore)
Ministrante: Alícia Duhá Lose (AN/UFBA)
===Aula 2 – 11/06 (14h-17h30)===
* Como funciona o Wikisource e quais as suas potencialidades para Arquivos.
Ministrante: Ygor Souza (CMU/UNICAMP)
==Acervo selecionado==
[[c:Category:Court decisions of Campinas|Veja aqui]] a lista de obras do Centro de Memória Unicamp que estão disponíveis para transcrição e serão utilizados ao longo do curso.
==Equipe==
'''Coordenadores do Curso:'''<br>
Ygor Souza (CMU/UNICAMP)<br>
[[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA) - E-mail alicia.lose@ufba.br<br>
[[m:User:HGodinho (WMB)|Henrique Godinho]] (Wikimedia Brasil) - henrique.godinho@wmnobrasil.org <br>
'''Professores:'''<br>
Ygor Souza (CMU/UNICAMP)<br>
[[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA)<br>
'''Apoio:'''<br>
[[m:User:HGodinho (WMB)|Henrique Godinho]] (Wikimedia Brasil)<br>
[[user:JCunha (WMB)|Juliana Cunha]] (Wikimedia Brasil)<br>
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JCunha (WMB)
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{{Em construção}}
{{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}}
Este curso tem como objetivo capacitar profissionais e estudantes ligados às áreas de bibliotecas, arquivos, museus, memória e afins a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua articulação com o ecossistema Wiki.
O curso é organizado pelo [[wikipedia:pt:Wikipédia:GLAM/CMU|Centro de Memória Unicamp (CMU)]] em parceria com a [[:m:Wikimedia Brasil|Wikimedia Brasil]] e com a professora [[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA).
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==Ementa do curso==
Este minicurso oferece uma introdução prática e conceitual à plataforma Wikisource, com foco em seu uso por profissionais e estudantes ligados as áreas de bibliotecas, arquivos, museus, memória e afins. Apresenta o histórico e os princípios do Wikisource, sua integração ao ecossistema Wikimedia e sua aplicação como ferramenta de preservação, difusão e colaboração em acervos documentais. Serão abordadas as funcionalidades básicas da plataforma, os critérios para publicação de obras, a edição de metadados, a transcrição e revisão colaborativa de textos digitalizados, bem como exemplos de projetos já realizados. O curso também discute o papel do Wikisource na formação de redes de trabalho colaborativo, com ênfase em experiências educativas.
==Objetivo geral==
Capacitar profissionais, estudantes e interessados nas áreas de bibliotecas, arquivos, museus e memória a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua articulação com o ecossistema Wiki.
==Objetivos educacionais==
Ao final do curso, espera-se que os participantes sejam capazes de:
* Compreender o que é o Wikisource, seu histórico, objetivos e papel dentro do movimento Wikimedia e das plataformas de conhecimento livre.
* Identificar os principais usuários e comunidades atuantes no Wikisource, reconhecendo experiências relevantes no Brasil e internacionalmente.
* Utilizar, na prática, as funcionalidades do Wikisource, incluindo: inserção e organização de obras e documentos; edição de metadados; navegação e uso das ferramentas de transcrição e revisão.
* Reconhecer o potencial do Wikisource como aliado das instituições de memória, especialmente no que se refere à preservação, difusão e ampliação do acesso a documentos históricos digitalizados.
* Explorar o Wikisource como ambiente de formação de redes colaborativas, por meio de iniciativas como transcrições em grupo, projetos de paleografia digital e parcerias interinstitucionais.
* Aplicar o conhecimento adquirido em projetos próprios ou institucionais, aproveitando a infraestrutura da Wikiversidade como apoio ao desenvolvimento de novos cursos ou ações educativas.
==Metodologia==
O curso será oferecido em formato online, com aulas síncronas gravadas e posteriormente disponibilizadas na Wikiversidade.
Cada aula combinará exposição teórica com demonstrações práticas, utilizando exemplos reais e casos já desenvolvidos na comunidade Wiki lusófona.
Os participantes terão acesso a um ambiente de curso na Wikiversidade, onde estarão organizados:
* Conteúdo das aulas;
* Bibliografia e materiais de apoio;
* Tarefas práticas de aplicação;
* Espaço para dúvidas e interação.
* As atividades incluirão exercícios de:
* Identificação de obras compatíveis com o Wikisource;
* Inserção e edição de conteúdo na plataforma;
* Participação em dinâmicas colaborativas de transcrição e revisão.
==Conteúdo Programático==
===Aula 1 – 10/06 (14h-17h30)===
* O que é o Wikisource (histórico, objetivos, onde se situa no ecossistema Wiki, quais são os usuários já atuantes etc.)
* O Wikisource como ferramenta de formação de redes de trabalho colaborativo (o exemplo da atividade de transcrição colaborativa do minicurso através do TranskribusCore)
Ministrante: Alícia Duhá Lose (AN/UFBA)
===Aula 2 – 11/06 (14h-17h30)===
* Como funciona o Wikisource e quais as suas potencialidades para Arquivos.
Ministrante: Ygor Souza (CMU/UNICAMP)
==Acervo selecionado==
[[c:Category:Court decisions of Campinas|Veja aqui]] a lista de obras do Centro de Memória Unicamp que estão disponíveis para transcrição e serão utilizados ao longo do curso.
==Equipe==
'''Coordenadores do Curso:'''<br>
Ygor Souza (CMU/UNICAMP)<br>
Alícia Duhá Lose (AN/UFBA) - E-mail alicia.lose@ufba.br<br>
[[m:User:HGodinho (WMB)|Henrique Godinho]] (Wikimedia Brasil) - henrique.godinho@wmnobrasil.org <br>
'''Professores:'''<br>
Ygor Souza (CMU/UNICAMP)<br>
Alícia Duhá Lose (AN/UFBA)<br>
'''Apoio:'''<br>
Henrique Godinho (Wikimedia Brasil)<br>
[[user:JCunha (WMB)|Juliana Cunha]] (Wikimedia Brasil)<br>
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JCunha (WMB)
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{{Em construção}}
{{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}}
Este curso tem como objetivo capacitar profissionais e estudantes ligados às áreas de bibliotecas, arquivos, museus, memória e afins a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua articulação com o ecossistema Wiki.
O curso é organizado pelo [[wikipedia:pt:Wikipédia:GLAM/CMU|Centro de Memória Unicamp (CMU)]] em parceria com a [[:m:Wikimedia Brasil|Wikimedia Brasil]] e com a professora [[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA).
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==Ementa do curso==
Este minicurso oferece uma introdução prática e conceitual à plataforma Wikisource, com foco em seu uso por profissionais e estudantes ligados as áreas de bibliotecas, arquivos, museus, memória e afins. Apresenta o histórico e os princípios do Wikisource, sua integração ao ecossistema Wikimedia e sua aplicação como ferramenta de preservação, difusão e colaboração em acervos documentais. Serão abordadas as funcionalidades básicas da plataforma, os critérios para publicação de obras, a edição de metadados, a transcrição e revisão colaborativa de textos digitalizados, bem como exemplos de projetos já realizados. O curso também discute o papel do Wikisource na formação de redes de trabalho colaborativo, com ênfase em experiências educativas.
==Objetivo geral==
Capacitar profissionais, estudantes e interessados nas áreas de bibliotecas, arquivos, museus e memória a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua articulação com o ecossistema Wiki.
==Objetivos educacionais==
Ao final do curso, espera-se que os participantes sejam capazes de:
* Compreender o que é o Wikisource, seu histórico, objetivos e papel dentro do movimento Wikimedia e das plataformas de conhecimento livre.
* Identificar os principais usuários e comunidades atuantes no Wikisource, reconhecendo experiências relevantes no Brasil e internacionalmente.
* Utilizar, na prática, as funcionalidades do Wikisource, incluindo: inserção e organização de obras e documentos; edição de metadados; navegação e uso das ferramentas de transcrição e revisão.
* Reconhecer o potencial do Wikisource como aliado das instituições de memória, especialmente no que se refere à preservação, difusão e ampliação do acesso a documentos históricos digitalizados.
* Explorar o Wikisource como ambiente de formação de redes colaborativas, por meio de iniciativas como transcrições em grupo, projetos de paleografia digital e parcerias interinstitucionais.
* Aplicar o conhecimento adquirido em projetos próprios ou institucionais, aproveitando a infraestrutura da Wikiversidade como apoio ao desenvolvimento de novos cursos ou ações educativas.
==Metodologia==
O curso será oferecido em formato online, com aulas síncronas gravadas e posteriormente disponibilizadas na Wikiversidade.
Cada aula combinará exposição teórica com demonstrações práticas, utilizando exemplos reais e casos já desenvolvidos na comunidade Wiki lusófona.
Os participantes terão acesso a um ambiente de curso na Wikiversidade, onde estarão organizados:
* Conteúdo das aulas;
* Bibliografia e materiais de apoio;
* Tarefas práticas de aplicação;
* Espaço para dúvidas e interação.
* As atividades incluirão exercícios de:
* Identificação de obras compatíveis com o Wikisource;
* Inserção e edição de conteúdo na plataforma;
* Participação em dinâmicas colaborativas de transcrição e revisão.
==Conteúdo Programático==
===Aula 1 – 10/06 (14h-17h30)===
* O que é o Wikisource (histórico, objetivos, onde se situa no ecossistema Wiki, quais são os usuários já atuantes etc.)
* O Wikisource como ferramenta de formação de redes de trabalho colaborativo (o exemplo da atividade de transcrição colaborativa do minicurso através do TranskribusCore)
Ministrante: Alícia Duhá Lose (AN/UFBA)
===Aula 2 – 11/06 (14h-17h30)===
* Como funciona o Wikisource e quais as suas potencialidades para Arquivos.
Ministrante: Ygor Souza (CMU/UNICAMP)
==Acervo selecionado==
[[c:Category:Court decisions of Campinas|Veja aqui]] a lista de obras do Centro de Memória Unicamp que estão disponíveis para transcrição. Em breve, será feita a seleção específica para uso ao longo do minicurso.
==Equipe==
'''Coordenadores do Curso:'''<br>
Ygor Souza (CMU/UNICAMP)<br>
Alícia Duhá Lose (AN/UFBA) - E-mail alicia.lose@ufba.br<br>
[[m:User:HGodinho (WMB)|Henrique Godinho]] (Wikimedia Brasil) - henrique.godinho@wmnobrasil.org <br>
'''Professores:'''<br>
Ygor Souza (CMU/UNICAMP)<br>
Alícia Duhá Lose (AN/UFBA)<br>
'''Apoio:'''<br>
Henrique Godinho (Wikimedia Brasil)<br>
[[user:JCunha (WMB)|Juliana Cunha]] (Wikimedia Brasil)<br>
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JCunha (WMB)
38919
183009
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text/x-wiki
{{Em construção}}
{{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}}
Este minicurso tem como objetivo capacitar profissionais e estudantes ligados às áreas de bibliotecas, arquivos, museus, memória e afins a compreender e utilizar o Wikisource como ferramenta de acesso aberto, difusão do patrimônio documental e construção de redes colaborativas, por meio do domínio básico da plataforma, de suas funcionalidades e de sua articulação com o ecossistema Wiki. Ele é organizado pelo Centro de Memória Unicamp (CMU) em parceria com a [[:m:Wikimedia Brasil|Wikimedia Brasil]] e com a professora [[Utilizador:Alícia Duhá Lose|Alícia Duhá Lose]] (AN/UFBA).
Inscreva-se no [https://outreachdashboard.wmflabs.org/courses/Centro_de_Memória_Unicamp/Manuscritos_no_tribunal?enroll= dashboard da atividade]!
==Ementa do curso==
O minicurso oferece uma introdução prática e conceitual à plataforma Wikisource, apresentando o histórico e os princípios do Wikisource, sua integração ao ecossistema Wikimedia e sua aplicação como ferramenta de preservação, difusão e colaboração em acervos documentais. Serão abordadas as funcionalidades básicas da plataforma, os critérios para publicação de obras, a edição de metadados, a transcrição e revisão colaborativa de textos digitalizados, bem como exemplos de projetos já realizados. O curso também discute o papel do Wikisource na formação de redes de trabalho colaborativo, com ênfase em experiências educativas.
==Objetivos educacionais==
Ao final do curso, espera-se que os participantes sejam capazes de:
* Compreender o que é o Wikisource, seu histórico, objetivos e papel dentro do movimento Wikimedia e das plataformas de conhecimento livre.
* Identificar os principais usuários e comunidades atuantes no Wikisource, reconhecendo experiências relevantes no Brasil e internacionalmente.
* Utilizar, na prática, as funcionalidades do Wikisource, incluindo: inserção e organização de obras e documentos; edição de metadados; navegação e uso das ferramentas de transcrição e revisão.
* Reconhecer o potencial do Wikisource como aliado das instituições de memória, especialmente no que se refere à preservação, difusão e ampliação do acesso a documentos históricos digitalizados.
* Explorar o Wikisource como ambiente de formação de redes colaborativas, por meio de iniciativas como transcrições em grupo, projetos de paleografia digital e parcerias interinstitucionais.
* Aplicar o conhecimento adquirido em projetos próprios ou institucionais, aproveitando a infraestrutura da Wikiversidade como apoio ao desenvolvimento de novos cursos ou ações educativas.
==Metodologia==
O curso será oferecido em formato online, com aulas síncronas gravadas e posteriormente disponibilizadas na Wikiversidade.
Cada aula combinará exposição teórica com demonstrações práticas, utilizando exemplos reais e casos já desenvolvidos na comunidade Wiki lusófona.
Os participantes terão acesso a um ambiente de curso na Wikiversidade, onde estarão organizados:
* Conteúdo das aulas;
* Bibliografia e materiais de apoio;
* Tarefas práticas de aplicação;
* Espaço para dúvidas e interação.
* As atividades incluirão exercícios de:
* Identificação de obras compatíveis com o Wikisource;
* Inserção e edição de conteúdo na plataforma;
* Participação em dinâmicas colaborativas de transcrição e revisão.
==Conteúdo Programático==
===Aula 1 – 10/06 (14h-17h30)===
* O que é o Wikisource (histórico, objetivos, onde se situa no ecossistema Wiki, quais são os usuários já atuantes etc.)
* O Wikisource como ferramenta de formação de redes de trabalho colaborativo (o exemplo da atividade de transcrição colaborativa do minicurso através do TranskribusCore)
Ministrante: Alícia Duhá Lose (AN/UFBA)
===Aula 2 – 11/06 (14h-17h30)===
* Como funciona o Wikisource e quais as suas potencialidades para Arquivos.
Ministrante: Ygor Souza (CMU/UNICAMP)
==Acervo selecionado==
[[c:Category:Court decisions of Campinas|Veja aqui]] a lista de obras do Centro de Memória Unicamp que estão disponíveis para transcrição. Em breve, será feita a seleção específica para uso ao longo do minicurso.
==Equipe==
'''Coordenadores do Curso:'''<br>
Ygor Souza (CMU/UNICAMP)<br>
Alícia Duhá Lose (AN/UFBA) - E-mail alicia.lose@ufba.br<br>
[[m:User:HGodinho (WMB)|Henrique Godinho]] (Wikimedia Brasil) - henrique.godinho@wmnobrasil.org <br>
'''Professores:'''<br>
Ygor Souza (CMU/UNICAMP)<br>
Alícia Duhá Lose (AN/UFBA)<br>
'''Apoio:'''<br>
Henrique Godinho (Wikimedia Brasil)<br>
[[user:JCunha (WMB)|Juliana Cunha]] (Wikimedia Brasil)<br>
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Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas/Aulas
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{{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}}
Em breve, disponibilizaremos as aulas gravadas do curso aqui e você poderá clicar e acessá-las quando e onde quiser.
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Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas/Materiais
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}} ==Bibliografia Básica== ACIOLI, Vera Lúcia Costa. '''A Escrita no Brasil colonial: um guia para leitura de documentos manuscritos'''. Recife: EDUFPE; Fund. Joaquim Nabuco; Massangana, 1994. ARAÚJO, António Jacinto de. '''Nova arte de escrever''' / offerecida ao Principe Nosso Senhor para instrucção da mocidade composta por Antonio Jacinto de Araújo, Professor dª Es...
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{{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}}
==Bibliografia Básica==
ACIOLI, Vera Lúcia Costa. '''A Escrita no Brasil colonial: um guia para leitura de documentos manuscritos'''. Recife: EDUFPE; Fund. Joaquim Nabuco; Massangana, 1994.
ARAÚJO, António Jacinto de. '''Nova arte de escrever''' / offerecida ao Principe Nosso Senhor para instrucção da mocidade composta por Antonio Jacinto de Araújo, Professor dª Escripta, e Arithmetica, e Correspondente da Academia Imperial das Sciencias em S. Petersbourgo. [1793?]. Disponível em: https://purl.pt/16770
ATAÍDE E MELO, Arnaldo Faria de. '''O Papel como Elemento de Identificação'''. Lisboa: Oficinas Gráficas da Biblioteca Nacional, 1926. Disponível em: https://purl.pt/182
BLUTEAU, Rafael. '''Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...''' Coimbra: no Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712-1728. 10 v. Disponível em: https://purl.pt/13969.
CARREIRA, Maria de São Luiz da Silva. '''Marcas de água: Arquivo Histórico Parlamentar (Monarquia Constitucional 1821-1910)'''. 2012. Dissertação (Mestrado em Ciencias de la Documentación y la Información) — Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, Lisboa, 2012.
COSTA, Walmira. «A paleografia e sua relação com a cultura material no Brasil do século XVIII». In: LOSE, Alícia Duhá; SOUZA, Arivaldo Sacramento de (orgs.). '''Paleografia e suas interfaces'''. Salvador: Memória e Arte, 2018. p. 319-333. Disponível em: <https://www.memoriaarte.com.br/>. Acesso em: 29 maio 2026.
FIGUEIREDO, Manuel de Andrade de. '''Nova Escola para aprender a ler, escrever, e contar. Offerecida á Augusta Magestade do Senhor Dom Joaõ V. Rey de Portugal. Primeira parte / por Manoel de Andrade de Figueiredo, Mestre desta Arte nas cidades de Lisboa Occidental, e Oriental'''. Lisboa Occidental: na Officina de Bernardo da Costa de Carvalho, Impressor do Serenissimo Senhor Infante, 1722. [18], 156 p., 44 f. grav. a buril: il. Disponível em: https://purl.pt/107
FLEXOR, Maria Helena Ochi. '''Abreviaturas em manuscritos e documentos luso-brasileiros dos séculos XVI a XX'''. 5. ed. rev. e aum. Curitiba: Editora CRV, 2019.
GONÇALVES, Marina Furtado. '''Fazer e usar papel: caracterização material da documentação avulsa da Coleção Casa dos Contos do Arquivo Público Mineiro (1750-1800)'''. 2021. Tese (Doutorado) — Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/36332
LOSE, Alícia Duhá. '''Transcritores automáticos de texto e transcrição colaborativa agilizando o trabalho de leitura paleográfica e identificação de informações textuais para acervos históricos: o exemplo do Mooc Paleografia na Rede Wiki'''. Cadernos BAD, v. 1-2, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.48798/cadernosbad.3090
LOSE, Alícia Duhá. '''Edições de documentos históricos: a quem interessam? A quem se destinam?''' Revista da Abralin, v. 16, p. 71-86, 2017. Disponível em: https://revista.abralin.org/index.php/abralin/article/view/463/456
LOSE, Alícia Duhá. '''Paleografia: princípios, conceitos, metodologia e critérios'''. Salvador: Setor de Filologia / Universidade Federal da Bahia, 2016. Disponível em: https://www.academia.edu/102134929/Paleografia_prinp%C3%ADcios_conceitos_metodologia_e_crit%C3%A9rios
LOSE, Alícia Duhá. '''Uma história escrita à mão: edição de documentos históricos brasileiros'''. In: '''CARRILHO, Ernestina et al (Org.). Estudos linguísticos e filológicos oferecidos a Ivo Castro'''. Lisboa: Centro de Linguística da Universidade de Lisboa. p. 779-803, 2019. Disponível em: http://hdl.handle.net/10451/39619.
LOSE, Alícia Duhá. '''Ver más allá del texto: análisis material de los Pasquines Sediciosos de la Revolución de los Sastres en Bahía en el siglo XVIII. Espacio Tiempo y Forma'''. Serie IV, Historia Moderna, Madrid, n. 35, p. 71-96, 2022. Disponível em: https://revistas.uned.es/index.php/ETFIV/article/view/35755.
LOSE, Alícia Duhá; LACERDA, Mariana Fagundes Oliveira; CARNEIRO, Zenaide Oliveira Novais. '''A crítica paleográfica como base para seleção dos corpora linguísticos'''. In: '''XI Seminário de Estudos Filológicos: Filologia e Ensino: perspectivas críticas e editoriais'''. Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana, 2024. (no prelo)
LOSE, Alícia Duhá; MAZZONI, Vanilda Salignac. '''O patrimônio documental baiano: descrição material de documentos do século 19'''. Herança, [s. l.], v. 3, n. 1, p. 124-144, 2020. Disponível em: https://www.revistaheranca.com/index.php/heranca/article/view/211.
LOSE, Alícia Duhá; SANTOS, Libânia da Silva. '''Uma análise diplomático-paleográfica no Brasil setecentista: quem escreveu os pasquins sediciosos da Conjuração Baiana?''' LaborHistorico. Rio de Janeiro, n. 3, v. 7, p. 146-184, set-dez/2021. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/lh/article/view/41551
LOSE, Alícia Duhá; SOUZA, Arivaldo Sacramento de. '''O manuscrito no impresso: conhecer paleografia para compreender as marcas de proveniência'''. PontodeAcesso, Rio Grande, v. 16, n. 3, p. 284-305, 2022. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/52311.
LOSE, Alícia Duhá; SOUZA, Arivaldo Sacramento de. '''Para uma filologia na pesquisa em linguística histórica'''. Letras. Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade de Santa Maria, Santa Maria, n. 60, 2022. p. 11-31. Disponível em: https://doi.org/10.5902/2176148542058.
MARÍN MARTÍNEZ, Tomás. '''Paleografia y diplomática'''. Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia; Ministerio de Educación y Ciencia, 1982.
OLIVAL, Fernanda; NUNES, Margarida; MARTINS, Gláucia Wanzeller et al. '''Areia de escrever or arena scriptoria in the materiality of writing: the ink drying processes and their implications'''. In: FERREIRA, Ana Pereira et al. '''Between Lines and Notarial Marks'''. Évora: Publicações do Cidehus, 2024. Disponível em: https://books.openedition.org/cidehus/24802
PESCHANSKI, João Alexandre. Variedades de processos de difusão digital colaborativa: descrição e análise de iniciativas GLAM-Wiki no Brasil. '''Resgate''': Revista Interdisciplinar de Cultura, Campinas, SP, v. 29, n. 00, p. e021006, 2021. DOI: 10.20396/resgate.v29i1.8659966. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/resgate/article/view/8659966.
PETRUCCI, A. '''La ciencia de la escritura: primera lección de paleografía'''. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica de Argentina, 2003.
SILVA, António de Morais. '''Diccionario da lingua portugueza composto pelo padre D. Rafael Bluteau: reformado, e accrescentado por Antonio de Moraes Silva natural do Rio de Janeiro'''. Lisboa: na Officina de Simão Thaddeo Ferreira, 1789. 2 v. Disponível em: https://purl.pt/29264.
TELLES, Célia; LOSE, Alícia Duhá; ANDRADE, Marla; BARBOSA, Aldacelis. '''Os Livros do Tombo contam a sua história'''. In: LOSE, Alícia Duhá; PAIXÃO, Dom Gregório, OSB (orgs.). '''Coleção dos Livros do Tombo do Mosteiro de São Bento da Bahia'''. v. 1. Salvador: Memória e Arte, 2016. p. 51-136. Disponível em: https://www.academia.edu/102122402/LIVROS_DO_TOMBO_DO_MOSTEIRO_DE_S%C3%83O_BENTO_v_1
==Materiais complementares==
* Mais materiais da professora Alícia Duhá Lose sobre o tema, em formato de vídeos de palestras e conferências, estão [http://aliciaduhalosepaleografia.com disponíveis aqui].
* Artigos e livros da professora Alícia Duhá Lose (UFBA/Memória & Arte) podem ser [https://ufba.academia.edu/Al%C3%ADciaDuh%C3%A1Lose encontrados aqui].
* Edições de manuscritos e livros sobre acervos e edições podem ser encontrados no site [https://www.memoriaarte.com.br/ Memória & Arte].
* A pesquisa direta por verbetes em todos os volumes do ''Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos... / pelo Padre D. Raphael Bluteau'' pode ser realizada no site da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin: https://www.bbm.usp.br/pt-br/dicionarios/vocabulario-portuguez-latino-aulico-anatomico-architectonico/
* '''Bernstein: the memory of paper'''. Disponível em: https://www.memoryofpaper.eu/BernsteinPortal/appl_start.disp
* Briquet [En línea], Dictionnaire historique des filigranes. Consultado el 13 de novembro de 2021:
** Tomo 1: https://archive.org/details/BriquetLesFiligranes1/page/n8/mode/1up?view=theater
** Tomo 2: https://archive.org/details/BriquetLesFiligranes2/page/n5/mode/2up
** Tomo 3: https://archive.org/details/BriquetLesFiligranes3/page/n11/mode/2up
** Tomo 4: https://archive.org/details/BriquetLesFiligranes4/page/n17/mode/thumb?view=theater
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/* Materiais complementares */
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{{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}}
==Bibliografia Básica==
ACIOLI, Vera Lúcia Costa. '''A Escrita no Brasil colonial: um guia para leitura de documentos manuscritos'''. Recife: EDUFPE; Fund. Joaquim Nabuco; Massangana, 1994.
ARAÚJO, António Jacinto de. '''Nova arte de escrever''' / offerecida ao Principe Nosso Senhor para instrucção da mocidade composta por Antonio Jacinto de Araújo, Professor dª Escripta, e Arithmetica, e Correspondente da Academia Imperial das Sciencias em S. Petersbourgo. [1793?]. Disponível em: https://purl.pt/16770
ATAÍDE E MELO, Arnaldo Faria de. '''O Papel como Elemento de Identificação'''. Lisboa: Oficinas Gráficas da Biblioteca Nacional, 1926. Disponível em: https://purl.pt/182
BLUTEAU, Rafael. '''Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...''' Coimbra: no Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712-1728. 10 v. Disponível em: https://purl.pt/13969.
CARREIRA, Maria de São Luiz da Silva. '''Marcas de água: Arquivo Histórico Parlamentar (Monarquia Constitucional 1821-1910)'''. 2012. Dissertação (Mestrado em Ciencias de la Documentación y la Información) — Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, Lisboa, 2012.
COSTA, Walmira. «A paleografia e sua relação com a cultura material no Brasil do século XVIII». In: LOSE, Alícia Duhá; SOUZA, Arivaldo Sacramento de (orgs.). '''Paleografia e suas interfaces'''. Salvador: Memória e Arte, 2018. p. 319-333. Disponível em: <https://www.memoriaarte.com.br/>. Acesso em: 29 maio 2026.
FIGUEIREDO, Manuel de Andrade de. '''Nova Escola para aprender a ler, escrever, e contar. Offerecida á Augusta Magestade do Senhor Dom Joaõ V. Rey de Portugal. Primeira parte / por Manoel de Andrade de Figueiredo, Mestre desta Arte nas cidades de Lisboa Occidental, e Oriental'''. Lisboa Occidental: na Officina de Bernardo da Costa de Carvalho, Impressor do Serenissimo Senhor Infante, 1722. [18], 156 p., 44 f. grav. a buril: il. Disponível em: https://purl.pt/107
FLEXOR, Maria Helena Ochi. '''Abreviaturas em manuscritos e documentos luso-brasileiros dos séculos XVI a XX'''. 5. ed. rev. e aum. Curitiba: Editora CRV, 2019.
GONÇALVES, Marina Furtado. '''Fazer e usar papel: caracterização material da documentação avulsa da Coleção Casa dos Contos do Arquivo Público Mineiro (1750-1800)'''. 2021. Tese (Doutorado) — Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/36332
LOSE, Alícia Duhá. '''Transcritores automáticos de texto e transcrição colaborativa agilizando o trabalho de leitura paleográfica e identificação de informações textuais para acervos históricos: o exemplo do Mooc Paleografia na Rede Wiki'''. Cadernos BAD, v. 1-2, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.48798/cadernosbad.3090
LOSE, Alícia Duhá. '''Edições de documentos históricos: a quem interessam? A quem se destinam?''' Revista da Abralin, v. 16, p. 71-86, 2017. Disponível em: https://revista.abralin.org/index.php/abralin/article/view/463/456
LOSE, Alícia Duhá. '''Paleografia: princípios, conceitos, metodologia e critérios'''. Salvador: Setor de Filologia / Universidade Federal da Bahia, 2016. Disponível em: https://www.academia.edu/102134929/Paleografia_prinp%C3%ADcios_conceitos_metodologia_e_crit%C3%A9rios
LOSE, Alícia Duhá. '''Uma história escrita à mão: edição de documentos históricos brasileiros'''. In: '''CARRILHO, Ernestina et al (Org.). Estudos linguísticos e filológicos oferecidos a Ivo Castro'''. Lisboa: Centro de Linguística da Universidade de Lisboa. p. 779-803, 2019. Disponível em: http://hdl.handle.net/10451/39619.
LOSE, Alícia Duhá. '''Ver más allá del texto: análisis material de los Pasquines Sediciosos de la Revolución de los Sastres en Bahía en el siglo XVIII. Espacio Tiempo y Forma'''. Serie IV, Historia Moderna, Madrid, n. 35, p. 71-96, 2022. Disponível em: https://revistas.uned.es/index.php/ETFIV/article/view/35755.
LOSE, Alícia Duhá; LACERDA, Mariana Fagundes Oliveira; CARNEIRO, Zenaide Oliveira Novais. '''A crítica paleográfica como base para seleção dos corpora linguísticos'''. In: '''XI Seminário de Estudos Filológicos: Filologia e Ensino: perspectivas críticas e editoriais'''. Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana, 2024. (no prelo)
LOSE, Alícia Duhá; MAZZONI, Vanilda Salignac. '''O patrimônio documental baiano: descrição material de documentos do século 19'''. Herança, [s. l.], v. 3, n. 1, p. 124-144, 2020. Disponível em: https://www.revistaheranca.com/index.php/heranca/article/view/211.
LOSE, Alícia Duhá; SANTOS, Libânia da Silva. '''Uma análise diplomático-paleográfica no Brasil setecentista: quem escreveu os pasquins sediciosos da Conjuração Baiana?''' LaborHistorico. Rio de Janeiro, n. 3, v. 7, p. 146-184, set-dez/2021. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/lh/article/view/41551
LOSE, Alícia Duhá; SOUZA, Arivaldo Sacramento de. '''O manuscrito no impresso: conhecer paleografia para compreender as marcas de proveniência'''. PontodeAcesso, Rio Grande, v. 16, n. 3, p. 284-305, 2022. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/52311.
LOSE, Alícia Duhá; SOUZA, Arivaldo Sacramento de. '''Para uma filologia na pesquisa em linguística histórica'''. Letras. Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade de Santa Maria, Santa Maria, n. 60, 2022. p. 11-31. Disponível em: https://doi.org/10.5902/2176148542058.
MARÍN MARTÍNEZ, Tomás. '''Paleografia y diplomática'''. Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia; Ministerio de Educación y Ciencia, 1982.
OLIVAL, Fernanda; NUNES, Margarida; MARTINS, Gláucia Wanzeller et al. '''Areia de escrever or arena scriptoria in the materiality of writing: the ink drying processes and their implications'''. In: FERREIRA, Ana Pereira et al. '''Between Lines and Notarial Marks'''. Évora: Publicações do Cidehus, 2024. Disponível em: https://books.openedition.org/cidehus/24802
PESCHANSKI, João Alexandre. Variedades de processos de difusão digital colaborativa: descrição e análise de iniciativas GLAM-Wiki no Brasil. '''Resgate''': Revista Interdisciplinar de Cultura, Campinas, SP, v. 29, n. 00, p. e021006, 2021. DOI: 10.20396/resgate.v29i1.8659966. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/resgate/article/view/8659966.
PETRUCCI, A. '''La ciencia de la escritura: primera lección de paleografía'''. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica de Argentina, 2003.
SILVA, António de Morais. '''Diccionario da lingua portugueza composto pelo padre D. Rafael Bluteau: reformado, e accrescentado por Antonio de Moraes Silva natural do Rio de Janeiro'''. Lisboa: na Officina de Simão Thaddeo Ferreira, 1789. 2 v. Disponível em: https://purl.pt/29264.
TELLES, Célia; LOSE, Alícia Duhá; ANDRADE, Marla; BARBOSA, Aldacelis. '''Os Livros do Tombo contam a sua história'''. In: LOSE, Alícia Duhá; PAIXÃO, Dom Gregório, OSB (orgs.). '''Coleção dos Livros do Tombo do Mosteiro de São Bento da Bahia'''. v. 1. Salvador: Memória e Arte, 2016. p. 51-136. Disponível em: https://www.academia.edu/102122402/LIVROS_DO_TOMBO_DO_MOSTEIRO_DE_S%C3%83O_BENTO_v_1
==Materiais complementares==
* Mais materiais da professora Alícia Duhá Lose sobre o tema, em formato de vídeos de palestras e conferências, estão [http://aliciaduhalosepaleografia.com disponíveis aqui].
* Artigos e livros da professora Alícia Duhá Lose (UFBA/Memória & Arte) podem ser [https://ufba.academia.edu/Al%C3%ADciaDuh%C3%A1Lose encontrados aqui].
* Edições de manuscritos e livros sobre acervos e edições podem ser encontrados no site [https://www.memoriaarte.com.br/ Memória & Arte].
* A pesquisa direta por verbetes em todos os volumes do ''Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos... / pelo Padre D. Raphael Bluteau'' pode ser realizada no site da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin: https://www.bbm.usp.br/pt-br/dicionarios/vocabulario-portuguez-latino-aulico-anatomico-architectonico/
* Bernstein: the memory of paper. Disponível em: https://www.memoryofpaper.eu/BernsteinPortal/appl_start.disp
* Briquet [En línea], Dictionnaire historique des filigranes. Consultado el 13 de novembro de 2021:
** Tomo 1: https://archive.org/details/BriquetLesFiligranes1/page/n8/mode/1up?view=theater
** Tomo 2: https://archive.org/details/BriquetLesFiligranes2/page/n5/mode/2up
** Tomo 3: https://archive.org/details/BriquetLesFiligranes3/page/n11/mode/2up
** Tomo 4: https://archive.org/details/BriquetLesFiligranes4/page/n17/mode/thumb?view=theater
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Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas/Atividades
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}} ==Direcionamento para atividades== * Ao longo das duas aulas, serão disponibilizados um manuscrito para atividade de transcrição colaborativa. * A avaliação será formativa, com foco no engajamento e participação nas atividades propostas e na aplicação prática do conteúdo. Para tal, os alunos terão de comprovar participação de mais de 50% de frequência nas aula...
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{{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}}
==Direcionamento para atividades==
* Ao longo das duas aulas, serão disponibilizados um manuscrito para atividade de transcrição colaborativa.
* A avaliação será formativa, com foco no engajamento e participação nas atividades propostas e na aplicação prática do conteúdo. Para tal, os alunos terão de comprovar participação de mais de 50% de frequência nas aulas síncronas e realização de exercícios propostos.
==Atividades==
As atividades serão disponibilizados de acordo com o andamento do curso.
===Critérios para transcrições colaborativas===
* Consulte o [[:s:Wikisource:Manuscritos_históricos|livro de estilo no Wikisource]].
OBS: estes critérios podem sofrer alterações de acordo com as necessidades dos documentos transcritos
==Galeria==
Em breve, o acervo utilizado ao longo do curso está disponível aqui para ocnsulta.
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{{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}}
==Direcionamento para atividades==
* Ao longo das duas aulas, serão disponibilizados um manuscrito para atividade de transcrição colaborativa.
* A avaliação será formativa, com foco no engajamento e participação nas atividades propostas e na aplicação prática do conteúdo. Para tal, os alunos terão de comprovar participação de mais de 50% de frequência nas aulas síncronas e realização de exercícios propostos.
==Atividades==
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===Critérios para transcrições colaborativas===
* Consulte o [[:s:Wikisource:Manuscritos_históricos|livro de estilo no Wikisource]].
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==Galeria==
Em breve, o acervo utilizado ao longo do curso estará disponível aqui para consulta.
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{{Manuscritos no tribunal: paleografia aplicada a processos criminais de Campinas}}
==Direcionamento para atividades==
* Ao longo das duas aulas, serão disponibilizados um manuscrito para atividade de transcrição colaborativa.
* A avaliação será formativa, com foco no engajamento e participação nas atividades propostas e na aplicação prática do conteúdo. Para tal, os alunos terão de comprovar participação de mais de 50% de frequência nas aulas síncronas e realização de exercícios propostos.
==Atividades==
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===Critérios para transcrições colaborativas===
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==Galeria==
[[c:Category:Court decisions of Campinas|Veja aqui]] a lista de obras do Centro de Memória Unicamp que estão disponíveis para transcrição. Em breve, o acervo específico selecionado para uso ao longo do minicurso estará disponível aqui embaixo para consulta.
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