Wikiversidade
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Wikiversidade:Outreach Dashboard/CEPID NeuroMat/Introdução ao Jornalismo Científico
4
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184775
2026-08-04T18:08:52Z
Annakynm
44790
Updating course from outreachdashboard.wmflabs.org
184780
wikitext
text/x-wiki
{{Detalhes de programa
| course_name = Introdução ao Jornalismo Científico
| instructor_username = Joalpe
| support_staff =
| subject =
| start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC
| end_date = 2028-12-31 02:00:00 UTC
| institution = CEPID NeuroMat
| expected_students = 0
| assignment_page = Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico
| slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico
| campaigns = Grupo de Usuários Wiki Movimento Brasil, NeuroMat, Brazil Wikimedia Education Program, Education courses 2019-20
| outreachdashboard.wmflabs.org = yes
}}
O curso "Introdução ao Jornalismo Científico" é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico.
O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do "Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico" (chamado ainda de "Mídia Ciência"), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas.
Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de "Curso Online Aberto e Massivo" (mais conhecidos pela sigla "MOOC") nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário.
{{Tabela de participantes}}
{{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaismay||}}
{{Linha da tabela do participante|Hedestad||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}}
{{Linha da tabela do participante|Parzeus||}}
{{Linha da tabela do participante|Miréia NeuroMat||}}
{{Linha da tabela do participante|CamillaTsuji||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}}
{{Linha da tabela do participante|Alebasi24||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaCristinaADS||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolinagoetten||}}
{{Linha da tabela do participante|EditorWiki1917||}}
{{Linha da tabela do participante|Niqlima||}}
{{Linha da tabela do participante|Cazanijr||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniele Seridório||}}
{{Linha da tabela do participante|Túllio F||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Milani||}}
{{Linha da tabela do participante|Marvelnessa||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaLuizaFur||}}
{{Linha da tabela do participante|Editor ArmandoSP||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Di Beo||}}
{{Linha da tabela do participante|ErikaGuetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Gustavo Kenzo||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbara Moraes99||}}
{{Linha da tabela do participante|Dougnate||}}
{{Linha da tabela do participante|N.tenca||}}
{{Linha da tabela do participante|Enxama||}}
{{Linha da tabela do participante|Bifasano||}}
{{Linha da tabela do participante|Lua Airoldi||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsenpcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Danielva963||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldemir Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Volletfilho|[[Ciência, Religião e a Arte]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Jvpeixe||}}
{{Linha da tabela do participante|Anacarolcoelho||}}
{{Linha da tabela do participante|Stella PM Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Giane Corrêa Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tainan pauli||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldebara2021||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcio Granez||}}
{{Linha da tabela do participante|Monique Polera||}}
{{Linha da tabela do participante|Camillebroppcardoso82||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolina||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolinato||}}
{{Linha da tabela do participante|Mercúrio-RSN||}}
{{Linha da tabela do participante|Joao Ider||}}
{{Linha da tabela do participante|Mari.moti||}}
{{Linha da tabela do participante|Sayonaraea||}}
{{Linha da tabela do participante|Hemilly Luanna||}}
{{Linha da tabela do participante|Anderson Tertuliano Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Wilma Barrionuevo||}}
{{Linha da tabela do participante|Tata Nzito||}}
{{Linha da tabela do participante|Chantalmedaets||}}
{{Linha da tabela do participante|WilmaBarrion||}}
{{Linha da tabela do participante|Poleramonique||}}
{{Linha da tabela do participante|Jiums22||}}
{{Linha da tabela do participante|Anefrosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende1||}}
{{Linha da tabela do participante|Beatriz Cristina Sabino Garcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezerfsjunior||}}
{{Linha da tabela do participante|Ivanice A M||}}
{{Linha da tabela do participante|Alabora42||}}
{{Linha da tabela do participante|MaximGoncharov86||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Tebet||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Eduardo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tayaneabib||}}
{{Linha da tabela do participante|Samara.rodriguesalves 1||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Sérgio Pires||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbaramaiap||}}
{{Linha da tabela do participante|Agatha.Nagli||}}
{{Linha da tabela do participante|Cauasider||}}
{{Linha da tabela do participante|Lecysartori||}}
{{Linha da tabela do participante|Otávio Uzumaki||}}
{{Linha da tabela do participante|Dindara Silva Galvão||}}
{{Linha da tabela do participante|Virginiacoda||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela de Oliveira Paskevicius||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezer Francisco de Santana Junior||}}
{{Linha da tabela do participante|GPask17||}}
{{Linha da tabela do participante|Giancarlo.souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Claricepc||}}
{{Linha da tabela do participante|Ísis Maéve Sobrinho||}}
{{Linha da tabela do participante|Cloudywoodstock||}}
{{Linha da tabela do participante|Danúbia Esprega Gonçalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Leocamararibeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matippi||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Ambrósio Caiomb||}}
{{Linha da tabela do participante|Viniciuscoimbraalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Mapaaustral||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Ananias||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme A Hansen||}}
{{Linha da tabela do participante|Alybnp||}}
{{Linha da tabela do participante|Karys Reis||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaciane Mendes de Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Leonardo Câmara||}}
{{Linha da tabela do participante|Vfigueira||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Fernandes Carrijo||}}
{{Linha da tabela do participante|Arrasta o X||}}
{{Linha da tabela do participante|Leo.omagalhaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Júlia Blank||}}
{{Linha da tabela do participante|Edupaschoal||}}
{{Linha da tabela do participante|EvelineAraujo||}}
{{Linha da tabela do participante|Melina Silva de Lima||}}
{{Linha da tabela do participante|Jake456545||}}
{{Linha da tabela do participante|Edson Nova||}}
{{Linha da tabela do participante|Rogério Bordini||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabrielcondoto||}}
{{Linha da tabela do participante|Eveelynsilva||}}
{{Linha da tabela do participante|Rlazani||}}
{{Linha da tabela do participante|Cynito||}}
{{Linha da tabela do participante|AJurno (WMB)||}}
{{Linha da tabela do participante|Bverzili||}}
{{Linha da tabela do participante|Ksogabe||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisiane Muller||}}
{{Linha da tabela do participante|KaioLimajr||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaritanpaiva||}}
{{Linha da tabela do participante|FSaldanha||}}
{{Linha da tabela do participante|Agnessa Kling Nóbrega||}}
{{Linha da tabela do participante|Adrian Diegues||}}
{{Linha da tabela do participante|SashaCruzAlvesPereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Bela Cascão||}}
{{Linha da tabela do participante|Adriana de Farias||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaFarias09||}}
{{Linha da tabela do participante|Esteralkimim||}}
{{Linha da tabela do participante|Aarrigo||}}
{{Linha da tabela do participante|Guicelest||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaclara11||}}
{{Linha da tabela do participante|Camila Cinque||}}
{{Linha da tabela do participante|Fideliscelso||}}
{{Linha da tabela do participante|Clarissa Viana||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando da Cruz Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Andrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabiandrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Thluccaas||}}
{{Linha da tabela do participante|Manuella Reale||}}
{{Linha da tabela do participante|Janize Colaço||}}
{{Linha da tabela do participante|Kelly De Conti Rodrigues||}}
{{Linha da tabela do participante|PetermoonBR||}}
{{Linha da tabela do participante|Ismaelunicamp||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoriacbrl||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariacarolinahr||[[:w:pt:Hydrodamalis gigas]], [[:w:pt:Pasquale Cipro Neto]]}}
{{Linha da tabela do participante|Priscila cassia||}}
{{Linha da tabela do participante|Rmitsuo||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia10br||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Menoncello||}}
{{Linha da tabela do participante|Celer01||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme1754||}}
{{Linha da tabela do participante|Jubdevito|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]], [[:w:pt:Academia das Ciências de Berlim]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Milena Monteiro Antunes||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsen||}}
{{Linha da tabela do participante|Sgcalazans||}}
{{Linha da tabela do participante|Tahnee Valzachi Sugano||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Sabatini||}}
{{Linha da tabela do participante|Tacia.Rocha||}}
{{Linha da tabela do participante|Eduarda Veiga Carvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Carnachion||}}
{{Linha da tabela do participante|Luca.bio1987||}}
{{Linha da tabela do participante|Kris Herik de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulabre73||}}
{{Linha da tabela do participante|Maycon Jordan Costa da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Lauren.ssteffen||}}
{{Linha da tabela do participante|João Damasio da Silva Neto||}}
{{Linha da tabela do participante|MEugêniaArantes||}}
{{Linha da tabela do participante|Luís Enrique Cazani Júnior||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor.o.moura|[[Http://hepic.if.usp.br/?q=pt-br/blog/116/victor-oliveira/físicos-por-um-dia-hepic-realiza-masterclasses-2024-para-alunos-do-ensino]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Sardinha.Lara||}}
{{Linha da tabela do participante|Kaio Alevi||}}
{{Linha da tabela do participante|Letícia Sarturi||}}
{{Linha da tabela do participante|Ferik80||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineFerreiraa||}}
{{Linha da tabela do participante|Luis Forte Rasmussem||}}
{{Linha da tabela do participante|Lais Caroline Souza e Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Bruna Jeronimo||}}
{{Linha da tabela do participante|Alexmaxhil||}}
{{Linha da tabela do participante|Jessica0997||}}
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{{Linha da tabela do participante|Marcelo Lapola||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia Rodrigues 2022||}}
{{Linha da tabela do participante|Camargo.fmcfernando||}}
{{Linha da tabela do participante|Christiane Matos Batista||}}
{{Linha da tabela do participante|Cadeoluishenrique||}}
{{Linha da tabela do participante|Thalesfig||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiane Buzanello||}}
{{Linha da tabela do participante|Giudenari||}}
{{Linha da tabela do participante|Byreom||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcela Martins Chiudo||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcia Cominetti||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineSCorrêa||}}
{{Linha da tabela do participante|Cogno Gabriel Nardi||}}
{{Linha da tabela do participante|Rgfeitosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Bedacardim||}}
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{{Linha da tabela do participante|Helen.takamitsu||}}
{{Linha da tabela do participante|AHilsenbeck (WMB)||}}
{{Linha da tabela do participante|Alessandra Gabrielli de Oliveira Lé||}}
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{{Linha da tabela do participante|Olga.salarpi||}}
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{{Linha da tabela do participante|Joice A Santos||}}
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{{Linha da tabela do participante|Jéssica Pires Cardoso||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiana Soares Araujo||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor.oliveira.moura|[[Https://ijc.toolforge.org/]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Laura.costacamargo1||}}
{{Linha da tabela do participante|MarianaGuizelini||}}
{{Linha da tabela do participante|Luiz.g.santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Viniciusrosa2k||}}
{{Linha da tabela do participante|Maykon Cruz Almeida||}}
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{{Linha da tabela do participante|Joseph2558||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolScaliante||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaís Martins de Sousa||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriel B. Barbosa||}}
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{{Linha da tabela do participante|Laurausp||}}
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{{Linha da tabela do participante|Juliana Ramiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Angélica Santos|[[:w:pt:Papiros medicinais egípcios]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Melissa Arruda Vieira||}}
{{Linha da tabela do participante|Rodolfo Fagundes Costa||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana.willers||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Dolci||}}
{{Linha da tabela do participante|Biancamaria Radialista||}}
{{Linha da tabela do participante|Antônio Laranjeira||}}
{{Linha da tabela do participante|Ababueno||}}
{{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti de Moura||}}
{{Linha da tabela do participante|Igor Zolnerkevic||}}
{{Linha da tabela do participante|Matheusclins||}}
{{Linha da tabela do participante|Simone Vieira da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor Kubo Machado||}}
{{Linha da tabela do participante|Tflassali||}}
{{Linha da tabela do participante|Miranda Anna||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabs38||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana.marques120703||}}
{{Linha da tabela do participante|Linianebrum||}}
{{Linha da tabela do participante|Renata Alitto||}}
{{Linha da tabela do participante|Renata Aparecida dos Santos Alitto||}}
{{Linha da tabela do participante|Anagabryelem||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiana de Lourdes||}}
{{Linha da tabela do participante|EDJOLY||}}
{{Linha da tabela do participante|Marloncastros||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiana de Lourdes Massaro 1||}}
{{Linha da tabela do participante|GabrielaGelain||}}
{{Linha da tabela do participante|Yana Teixeira||}}
{{Linha da tabela do participante|LCFeitosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Sofia Helena Lanza||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Pezzatte Pollo||}}
{{Linha da tabela do participante|Larissa Takeda||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucas José Momberg||}}
{{Linha da tabela do participante|Amanda Gurgel Ávila||}}
{{Linha da tabela do participante|Eduardo Toito Garcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline120||}}
{{Linha da tabela do participante|Mpaulabm||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicole Nikaia||}}
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{{Linha da tabela do participante|Crissouza2||}}
{{Linha da tabela do participante|Gui Adorno||}}
{{Linha da tabela do participante|Coutinhomario||}}
{{Linha da tabela do participante|LaisDavid||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabela Batistella||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Varela101||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboragallas||}}
{{Linha da tabela do participante|Melmurgel||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Rocha Nangino||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoria Regina Siqueira Manara||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcoportugal||}}
{{Linha da tabela do participante|PEDRO HENRIQUE VISENTINI PANTAROTTO||}}
{{Linha da tabela do participante|Girliani||}}
{{Linha da tabela do participante|Luiz Henrique Gonçalves Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Gilvaneide de Sousa Santos|[[:w:pt:História da linguística]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Nayana Alves||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaisa Sallum Bacco||}}
{{Linha da tabela do participante|Gavadams||}}
{{Linha da tabela do participante|MLConti||}}
{{Linha da tabela do participante|Caio Lamas||}}
{{Linha da tabela do participante|Eandroduarte||}}
{{Linha da tabela do participante|Tamires S Tavares||}}
{{Linha da tabela do participante|Vinicius.pachecob||}}
{{Linha da tabela do participante|SuelyPorfirio||}}
{{Linha da tabela do participante|PriCardoso||}}
{{Linha da tabela do participante|NAALVES||}}
{{Linha da tabela do participante|Natalia Mello Franco||}}
{{Linha da tabela do participante|Sah.fernandes||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida 31||}}
{{Linha da tabela do participante|Larabaesteiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matheus Grael||}}
{{Linha da tabela do participante|NayAlves0901||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisimuller||}}
{{Linha da tabela do participante|MatheusPANarcizo||}}
{{Linha da tabela do participante|Mirian muginski||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Noele Brito Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Monarakl||}}
{{Linha da tabela do participante|Marco Vinicius Ropelli|[[:w:pt:História da virologia]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Wick||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Alípio||}}
{{Linha da tabela do participante|Juan.mattheus||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaAFranco||}}
{{Linha da tabela do participante|Marimesquitta||}}
{{Linha da tabela do participante|Sasasayuri||}}
{{Linha da tabela do participante|Ajmarrtins||}}
{{Linha da tabela do participante|MartinGabriela||}}
{{Linha da tabela do participante|CalvinCousin||}}
{{Linha da tabela do participante|Roberta Navas Battistella||}}
{{Linha da tabela do participante|Calvincou||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilafortesmonte||}}
{{Linha da tabela do participante|Rafaelbragacunha||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Maria Augusti||}}
{{Linha da tabela do participante|BeatrizPiffer||}}
{{Linha da tabela do participante|Thalef Sousa Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Damny Laya||}}
{{Linha da tabela do participante|Vannieaurin||}}
{{Linha da tabela do participante|Renan Silveira Girotto||}}
{{Linha da tabela do participante|Dorasiq||}}
{{Linha da tabela do participante|FilipeAN||}}
{{Linha da tabela do participante|Daalvesd||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilhermemcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Gustavo Alves Machado||}}
{{Linha da tabela do participante|MarianaMouraSouza||}}
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{{Linha da tabela do participante|Magliano19||}}
{{Linha da tabela do participante|Thiago.auer||}}
{{Linha da tabela do participante|Neuryelen||}}
{{Linha da tabela do participante|Rodrigo Fessel Sega||}}
{{Linha da tabela do participante|Fabriciosolagna||}}
{{Linha da tabela do participante|DiegoMalvasio||}}
{{Linha da tabela do participante|Alessandra Smaniotto||}}
{{Linha da tabela do participante|IlanaGoldstein||}}
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{{Linha da tabela do participante|Nataliasmf||}}
{{Linha da tabela do participante|Matngutierrez||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabelacln||}}
{{Linha da tabela do participante|Jayne Mayrink||}}
{{Linha da tabela do participante|Cpantaleao||}}
{{Linha da tabela do participante|Campos.acrs||}}
{{Linha da tabela do participante|Fabiaberlatto||}}
{{Linha da tabela do participante|Tonilen||}}
{{Linha da tabela do participante|Paula Custódio de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Apaulichen||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessa Tiemi||}}
{{Linha da tabela do participante|Vicfcarvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|KarolinaGuerrero||}}
{{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Dmendes2||}}
{{Linha da tabela do participante|Lupetti 1234||}}
{{Linha da tabela do participante|Erika de Farias Lisboa||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovxnnaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Pamlemoraes||}}
{{Linha da tabela do participante|Bettyalagwu||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Clara Rodriguez Sosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Lauracrlessa||}}
{{Linha da tabela do participante|Lulencioni||}}
{{Linha da tabela do participante|Rangelwinch||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovanna Mafra||}}
{{Linha da tabela do participante|Gimeteorologia||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboragomesbio||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolBranco||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniloqueirozpb||}}
{{Linha da tabela do participante|Franfrancos||}}
{{Linha da tabela do participante|Heloisapcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Sabrina Jesus||}}
{{Linha da tabela do participante|Luize Elena Oliveira Teixeira||}}
{{Linha da tabela do participante|Lyxavier||}}
{{Linha da tabela do participante|ArieleLima||}}
{{Linha da tabela do participante|BiancaBMF||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboracamacholuz||}}
{{Linha da tabela do participante|Gbrl.moliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme Ribeiro de Carvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Denise Casatti||}}
{{Linha da tabela do participante|Andrea Rossil||}}
{{Linha da tabela do participante|Danielribao||}}
{{Linha da tabela do participante|Milena da Silva Gimenes||}}
{{Linha da tabela do participante|Juanmattheus815||}}
{{Linha da tabela do participante|Alexandre Duarte dos Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor Kinjo||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcusdores||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Julia Ferreira Almeida da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela.Belloto||}}
{{Linha da tabela do participante|Leognclvs||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Fulgido||}}
{{Linha da tabela do participante|Dudalonsk||}}
{{Linha da tabela do participante|Melissa França de Freitas Pereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Lais CF|[[:w:pt:Tecnologia medieval]], [[Naomi oreskes]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Rebeca Rayssa da S. Honorio||}}
{{Linha da tabela do participante|Clau Trindade||}}
{{Linha da tabela do participante|Yasmim Garcia Gonçalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Pâmela Mariana Queiroz Santana||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbara do Carmo Rosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Milena Rossales||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia Trioni||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucca2c||}}
{{Linha da tabela do participante|Dimitriadefariacoutinho||}}
{{Linha da tabela do participante|Vitória Régia Barros Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Janaina Behling||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucascbarros||}}
{{Linha da tabela do participante|Mônica Manir||}}
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{{Linha da tabela do participante|Ana clara menegueli||}}
{{Linha da tabela do participante|Lplaques||}}
{{Linha da tabela do participante|MarcioMorrison||}}
{{Linha da tabela do participante|KaueGodoy||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia dilarri||[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]]}}
{{Linha da tabela do participante|Luanapsilva||}}
{{Linha da tabela do participante|Donizetevbjr||}}
{{Linha da tabela do participante|DanMunoz2||}}
{{Linha da tabela do participante|Sofiasilva8||}}
{{Linha da tabela do participante|Mia Schezaro-Ramos|[[:w:pt:Sociedade Real de Edimburgo]], [[:w:pt:Royal Society]]|}}
{{Linha da tabela do participante|TuanniBorba||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Luiza Negrão||}}
{{Linha da tabela do participante|Marianafgomes||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Harumi Saito||}}
{{Linha da tabela do participante|Maridigomes||}}
{{Linha da tabela do participante|Thatilawanessa||}}
{{Linha da tabela do participante|StanBilatto||}}
{{Linha da tabela do participante|Manutraf||}}
{{Linha da tabela do participante|Alexandre Matos Muniz Matias||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabela Scoparo Lopes||}}
{{Linha da tabela do participante|Egle Gabriele Castanha de Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Maju.mieli||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriel da Silva Cordeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Vinitosato||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Tridico||}}
{{Linha da tabela do participante|Wanise Martinez||}}
{{Linha da tabela do participante|Xenya Bucchioni||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia do Nascimento Martins||}}
{{Linha da tabela do participante|Cayron Fraga||}}
{{Linha da tabela do participante|Kaio Cesar Chaboli Alevi||}}
{{Linha da tabela do participante|Daphne Formigoni||}}
{{Linha da tabela do participante|DphneF||}}
{{Linha da tabela do participante|Otávio Ítalo Matos Uzumaki||}}
{{Linha da tabela do participante|Mahgmacedo||}}
{{Linha da tabela do participante|Caiojesusdesouza||}}
{{Linha da tabela do participante|Sebastião José Nascimento de Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Luizacmg||}}
{{Linha da tabela do participante|Juroma22||}}
{{Linha da tabela do participante|Lu Copetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Jennifer Caroline de Oliveira Adomaitis||}}
{{Linha da tabela do participante|Thacsantos||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Júlia Jorge||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Khouri||}}
{{Linha da tabela do participante|Elton Conceição dos Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Lleite160||}}
{{Linha da tabela do participante|Noronhanat||}}
{{Linha da tabela do participante|Lmcecilio||}}
{{Linha da tabela do participante|ViniLeo Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Luisa Zaniboni Gomes||}}
{{Linha da tabela do participante|MCFMNO||}}
{{Linha da tabela do participante|Mayllon.lyggon||}}
{{Linha da tabela do participante|Jéssica M Soares||}}
{{Linha da tabela do participante|Richardson.silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Patriciaflor||}}
{{Linha da tabela do participante|Sanderson Carlos Ribeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Mfborin||}}
{{Linha da tabela do participante|Jaqueline Nichi||}}
{{Linha da tabela do participante|Clêmie Blaud||}}
{{Linha da tabela do participante|Geomar Cruz||}}
{{Linha da tabela do participante|Vgamero||}}
{{Linha da tabela do participante|Rick.galavoti||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicolle Dantas||[[:w:pt:História da evolução molecular]]}}
{{Linha da tabela do participante|Kenia Naara Parra||}}
{{Linha da tabela do participante|Patriciamrg||}}
{{Linha da tabela do participante|Giralua||}}
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{{Linha da tabela do participante|Amanda biologia|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Amanda Biologia]]|}}
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{{Linha da tabela do participante|SolKurpiel86||}}
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{{Linha da tabela do participante|Ligia Évora||}}
{{Linha da tabela do participante|Felipe Adriano Alves de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Jean Matheus de Oliveira da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariaformis||}}
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{{Linha da tabela do participante|Mirelly Borges Ribeiro||}}
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{{Linha da tabela do participante|PabloSantana92||}}
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{{Linha da tabela do participante|Mepoto||}}
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{{Linha da tabela do participante|Lana R Almeida||}}
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Maionesekriegler
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wikitext
text/x-wiki
{{Detalhes de programa
| course_name = Introdução ao Jornalismo Científico
| instructor_username = Joalpe
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| start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC
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| institution = CEPID NeuroMat
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}}
O curso "Introdução ao Jornalismo Científico" é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico.
O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do "Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico" (chamado ainda de "Mídia Ciência"), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas.
Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de "Curso Online Aberto e Massivo" (mais conhecidos pela sigla "MOOC") nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário.
{{Tabela de participantes}}
{{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaismay||}}
{{Linha da tabela do participante|Hedestad||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}}
{{Linha da tabela do participante|Parzeus||}}
{{Linha da tabela do participante|Miréia NeuroMat||}}
{{Linha da tabela do participante|CamillaTsuji||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}}
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{{Linha da tabela do participante|Niqlima||}}
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{{Linha da tabela do participante|Daniele Seridório||}}
{{Linha da tabela do participante|Túllio F||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Milani||}}
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{{Linha da tabela do participante|AnaLuizaFur||}}
{{Linha da tabela do participante|Editor ArmandoSP||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Di Beo||}}
{{Linha da tabela do participante|ErikaGuetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Gustavo Kenzo||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbara Moraes99||}}
{{Linha da tabela do participante|Dougnate||}}
{{Linha da tabela do participante|N.tenca||}}
{{Linha da tabela do participante|Enxama||}}
{{Linha da tabela do participante|Bifasano||}}
{{Linha da tabela do participante|Lua Airoldi||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsenpcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Danielva963||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldemir Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Volletfilho|[[Ciência, Religião e a Arte]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Jvpeixe||}}
{{Linha da tabela do participante|Anacarolcoelho||}}
{{Linha da tabela do participante|Stella PM Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Giane Corrêa Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tainan pauli||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldebara2021||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcio Granez||}}
{{Linha da tabela do participante|Monique Polera||}}
{{Linha da tabela do participante|Camillebroppcardoso82||}}
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{{Linha da tabela do participante|Sallescarolinato||}}
{{Linha da tabela do participante|Mercúrio-RSN||}}
{{Linha da tabela do participante|Joao Ider||}}
{{Linha da tabela do participante|Mari.moti||}}
{{Linha da tabela do participante|Sayonaraea||}}
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{{Linha da tabela do participante|Tata Nzito||}}
{{Linha da tabela do participante|Chantalmedaets||}}
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{{Linha da tabela do participante|Poleramonique||}}
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{{Linha da tabela do participante|Camilararezende1||}}
{{Linha da tabela do participante|Beatriz Cristina Sabino Garcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezerfsjunior||}}
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{{Linha da tabela do participante|MaximGoncharov86||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Tebet||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Eduardo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tayaneabib||}}
{{Linha da tabela do participante|Samara.rodriguesalves 1||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Sérgio Pires||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbaramaiap||}}
{{Linha da tabela do participante|Agatha.Nagli||}}
{{Linha da tabela do participante|Cauasider||}}
{{Linha da tabela do participante|Lecysartori||}}
{{Linha da tabela do participante|Otávio Uzumaki||}}
{{Linha da tabela do participante|Dindara Silva Galvão||}}
{{Linha da tabela do participante|Virginiacoda||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela de Oliveira Paskevicius||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezer Francisco de Santana Junior||}}
{{Linha da tabela do participante|GPask17||}}
{{Linha da tabela do participante|Giancarlo.souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Claricepc||}}
{{Linha da tabela do participante|Ísis Maéve Sobrinho||}}
{{Linha da tabela do participante|Cloudywoodstock||}}
{{Linha da tabela do participante|Danúbia Esprega Gonçalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Leocamararibeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matippi||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Ambrósio Caiomb||}}
{{Linha da tabela do participante|Viniciuscoimbraalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Mapaaustral||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Ananias||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme A Hansen||}}
{{Linha da tabela do participante|Alybnp||}}
{{Linha da tabela do participante|Karys Reis||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaciane Mendes de Souza||}}
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{{Linha da tabela do participante|Vfigueira||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Fernandes Carrijo||}}
{{Linha da tabela do participante|Arrasta o X||}}
{{Linha da tabela do participante|Leo.omagalhaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Júlia Blank||}}
{{Linha da tabela do participante|Edupaschoal||}}
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{{Linha da tabela do participante|Melina Silva de Lima||}}
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{{Linha da tabela do participante|Edson Nova||}}
{{Linha da tabela do participante|Rogério Bordini||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabrielcondoto||}}
{{Linha da tabela do participante|Eveelynsilva||}}
{{Linha da tabela do participante|Rlazani||}}
{{Linha da tabela do participante|Cynito||}}
{{Linha da tabela do participante|AJurno (WMB)||}}
{{Linha da tabela do participante|Bverzili||}}
{{Linha da tabela do participante|Ksogabe||}}
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{{Linha da tabela do participante|Gabiandrietta||}}
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{{Linha da tabela do participante|Victoriacbrl||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariacarolinahr||[[:w:pt:Hydrodamalis gigas]], [[:w:pt:Pasquale Cipro Neto]]}}
{{Linha da tabela do participante|Priscila cassia||}}
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{{Linha da tabela do participante|Jubdevito|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]], [[:w:pt:Academia das Ciências de Berlim]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Milena Monteiro Antunes||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsen||}}
{{Linha da tabela do participante|Sgcalazans||}}
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{{Linha da tabela do participante|Fernando Sabatini||}}
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{{Linha da tabela do participante|Eduarda Veiga Carvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Carnachion||}}
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{{Linha da tabela do participante|Maycon Jordan Costa da Silva||}}
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{{Linha da tabela do participante|João Damasio da Silva Neto||}}
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{{Linha da tabela do participante|Luís Enrique Cazani Júnior||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor.o.moura|[[Http://hepic.if.usp.br/?q=pt-br/blog/116/victor-oliveira/físicos-por-um-dia-hepic-realiza-masterclasses-2024-para-alunos-do-ensino]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Sardinha.Lara||}}
{{Linha da tabela do participante|Kaio Alevi||}}
{{Linha da tabela do participante|Letícia Sarturi||}}
{{Linha da tabela do participante|Ferik80||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineFerreiraa||}}
{{Linha da tabela do participante|Luis Forte Rasmussem||}}
{{Linha da tabela do participante|Lais Caroline Souza e Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Bruna Jeronimo||}}
{{Linha da tabela do participante|Alexmaxhil||}}
{{Linha da tabela do participante|Jessica0997||}}
{{Linha da tabela do participante|Patriciaseri||}}
{{Linha da tabela do participante|Pantunes83||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcelo Lapola||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia Rodrigues 2022||}}
{{Linha da tabela do participante|Camargo.fmcfernando||}}
{{Linha da tabela do participante|Christiane Matos Batista||}}
{{Linha da tabela do participante|Cadeoluishenrique||}}
{{Linha da tabela do participante|Thalesfig||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiane Buzanello||}}
{{Linha da tabela do participante|Giudenari||}}
{{Linha da tabela do participante|Byreom||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcela Martins Chiudo||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcia Cominetti||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineSCorrêa||}}
{{Linha da tabela do participante|Cogno Gabriel Nardi||}}
{{Linha da tabela do participante|Rgfeitosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Bedacardim||}}
{{Linha da tabela do participante|Luizamuller||}}
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{{Linha da tabela do participante|AHilsenbeck (WMB)||}}
{{Linha da tabela do participante|Alessandra Gabrielli de Oliveira Lé||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucialopesprofa||}}
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{{Linha da tabela do participante|Clari reche||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessal.loiola||}}
{{Linha da tabela do participante|NyIF||}}
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{{Linha da tabela do participante|Mariaemiliaa||}}
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{{Linha da tabela do participante|Joice A Santos||}}
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{{Linha da tabela do participante|Simone Vieira da Silva||}}
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{{Linha da tabela do participante|Marcoportugal||}}
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{{Linha da tabela do participante|Girliani||}}
{{Linha da tabela do participante|Luiz Henrique Gonçalves Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Gilvaneide de Sousa Santos|[[:w:pt:História da linguística]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Nayana Alves||}}
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{{Linha da tabela do participante|Gavadams||}}
{{Linha da tabela do participante|MLConti||}}
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{{Linha da tabela do participante|Eandroduarte||}}
{{Linha da tabela do participante|Tamires S Tavares||}}
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{{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida 31||}}
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{{Linha da tabela do participante|Matheus Grael||}}
{{Linha da tabela do participante|NayAlves0901||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisimuller||}}
{{Linha da tabela do participante|MatheusPANarcizo||}}
{{Linha da tabela do participante|Mirian muginski||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Noele Brito Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Monarakl||}}
{{Linha da tabela do participante|Marco Vinicius Ropelli|[[:w:pt:História da virologia]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Wick||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Alípio||}}
{{Linha da tabela do participante|Juan.mattheus||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaAFranco||}}
{{Linha da tabela do participante|Marimesquitta||}}
{{Linha da tabela do participante|Sasasayuri||}}
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{{Linha da tabela do participante|Roberta Navas Battistella||}}
{{Linha da tabela do participante|Calvincou||}}
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{{Linha da tabela do participante|Julia dilarri||[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]]}}
{{Linha da tabela do participante|Luanapsilva||}}
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{{Linha da tabela do participante|Monoclonais||}}
{{Linha da tabela do participante|Fyoda||}}
{{Linha da tabela do participante|Essenomenaoimporta||}}
{{Linha da tabela do participante|Denilson Rodrigues de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Pamela Frnc||}}
{{Linha da tabela do participante|Sthephanyoli||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessafcorrea||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Kedma||}}
{{Linha da tabela do participante|Ju1207||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Estevão Ferreira Macedo||}}
{{Linha da tabela do participante|F.Cost||}}
{{Linha da tabela do participante|Jaqueline Bianchi||}}
{{Linha da tabela do participante|Quezia Ramalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Giullia Della Déa||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Cavalcante||}}
{{Linha da tabela do participante|Jessica14.levy||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Cavalcantte||}}
{{Linha da tabela do participante|Rafael Brandini||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Rosetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme Nascimento dos Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Mateus Cunha da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniel Piuma Dode||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Paula Silveira dos Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Caroline Neves Pereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Marianasmagalhaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Mário Miguel Fernando Ali||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucaslandy||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovanna Furioto da Fonseca||}}
{{Linha da tabela do participante|Letícia Pelistrato||}}
{{Linha da tabela do participante|Amanda biologia|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Amanda Biologia]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Daiane.b.s||}}
{{Linha da tabela do participante|Bialemoss||}}
{{Linha da tabela do participante|Alriol||}}
{{Linha da tabela do participante|Jean Maicon Rickes Medeiros||}}
{{Linha da tabela do participante|Rufino Borge José Sitak||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabellevims||}}
{{Linha da tabela do participante|Andréa BLima||}}
{{Linha da tabela do participante|Bfont9||}}
{{Linha da tabela do participante|DanDode||}}
{{Linha da tabela do participante|AnapSS||}}
{{Linha da tabela do participante|SolKurpiel86||}}
{{Linha da tabela do participante|Rachelscosta1||}}
{{Linha da tabela do participante|Ligia Évora||}}
{{Linha da tabela do participante|Felipe Adriano Alves de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Jean Matheus de Oliveira da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariaformis||}}
{{Linha da tabela do participante|Luisamirs||}}
{{Linha da tabela do participante|Mirelly Borges Ribeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabelle de Melo Flam||}}
{{Linha da tabela do participante|PabloSantana92||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Dal Olio Gomes||}}
{{Linha da tabela do participante|AndreiaGalina||}}
{{Linha da tabela do participante|IsabelledaSilveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Jaynemayrink04||}}
{{Linha da tabela do participante|Eris gabriella||}}
{{Linha da tabela do participante|LMateus14||}}
{{Linha da tabela do participante|Glo3105||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Vieira Costa||}}
{{Linha da tabela do participante|Mayhara Nogueira||}}
{{Linha da tabela do participante|Mepoto||}}
{{Linha da tabela do participante|Lullyxs||}}
{{Linha da tabela do participante|Lana R Almeida||}}
{{Linha da tabela do participante|Rafaelaor||}}
{{Linha da tabela do participante|Babipaula||}}
{{Linha da tabela do participante|GustavoTorresC||}}
{{Linha da tabela do participante|Bteixeira96||}}
{{Linha da tabela do participante|Nathaliabrlo||}}
{{Linha da tabela do participante|Brunohbr||}}
{{Linha da tabela do participante|Antonio Angelo Menezes Barreto||}}
{{Linha da tabela do participante|BeaBraga||}}
{{Linha da tabela do participante|Liana Stoll||}}
{{Linha da tabela do participante|Mirella Camargo do Nascimento||}}
{{Linha da tabela do participante|Amanda Silverio||}}
{{Linha da tabela do participante|Izapoliti||}}
{{Linha da tabela do participante|Henrique de Sousa Mathias||}}
{{Linha da tabela do participante|19FernandaRenata98||}}
{{Linha da tabela do participante|Larissa Anunciato||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Tozzini||}}
{{Linha da tabela do participante|Kaue Pedro Costa||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovannavial||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriel Leonardo Ferreira Elias||}}
{{Linha da tabela do participante|Rquelts||}}
{{Linha da tabela do participante|Beatriz Durlin||}}
{{Linha da tabela do participante|Bito Augusto||}}
{{Linha da tabela do participante|Larissa Dezen||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Daniela de Araújo Vianna||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela.ggouvea||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Clara Martins Cavalcanti||}}
{{Linha da tabela do participante|Davidrmo||}}
{{Linha da tabela do participante|Ronaldo Fontana de Jesus||}}
{{Linha da tabela do participante|Flavia Delgado||}}
{{Linha da tabela do participante|Elisatobias1||}}
{{Linha da tabela do participante|Brenda Teixeira 96||}}
{{Linha da tabela do participante|Comunicadora Letrada||}}
{{Linha da tabela do participante|ProfessoraDelgado||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Carolina Torres Vianna||}}
{{Linha da tabela do participante|Jorjacruz||}}
{{Linha da tabela do participante|Ericopagotto||}}
{{Linha da tabela do participante|Ninahera||}}
{{Linha da tabela do participante|CientistaND11||}}
{{Linha da tabela do participante|Liege9||}}
{{Linha da tabela do participante|Luilima||}}
{{Linha da tabela do participante|MAUrício Pascuet||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucato.cassio||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilacason||}}
{{Linha da tabela do participante|Clara Camara||}}
{{Linha da tabela do participante|Leticiakurihara||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniel dos Santos Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Elliton||}}
{{Linha da tabela do participante|Gal Ribeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|AndreBtu||}}
{{Linha da tabela do participante|Bichioli||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucas.cervera||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoria Orilhana||}}
{{Linha da tabela do participante|Neuza10||}}
{{Linha da tabela do participante|Caio7César||}}
{{Linha da tabela do participante|Madsmaia||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarciabr||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilapraita||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolina F. Castro||}}
{{Linha da tabela do participante|Lobato.Bernardo||}}
{{Linha da tabela do participante|Filipe Nascimento Gomes||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Letícia Guinle||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabi GGouvêa||}}
{{Linha da tabela do participante|Laura Ramires Rocha||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaBFSousa||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernanda Katiucia Martins da Silva de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardo Scarpinelli de Sousa||}}
{{Linha da tabela do participante|VictorBessa||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia Gonçalves Artuzo||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolVianna9954||}}
{{Linha da tabela do participante|Jorjacruzp||}}
{{Linha da tabela do participante|Ninarahe||}}
{{Linha da tabela do participante|NDH 211||}}
{{Linha da tabela do participante|Gal Rbr||}}
{{Linha da tabela do participante|Lorena Baldini||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabellyz||}}
{{Linha da tabela do participante|Emily Oliveira Trindade||}}
{{Linha da tabela do participante|Eduarda Ramos Ribeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|FernandoBustamante1917||}}
{{Linha da tabela do participante|Luciane Morales Xavier||}}
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{{Linha da tabela do participante|Daniela.damaceno||}}
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{{Linha da tabela do participante|Rochelemoura||}}
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{{Linha da tabela do participante|Dânia Brajato||}}
{{Linha da tabela do participante|Lorranyamazonas||}}
{{Linha da tabela do participante|LucasVLS||}}
{{Linha da tabela do participante|Caiosalgueiro||}}
{{Linha da tabela do participante|IRION MARTINS SILVA||}}
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{{Linha da tabela do participante|Raissanunesc||}}
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{{Linha da tabela do participante|Vitor Costantino||}}
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{{Linha da tabela do participante|Maria Cleidejane Esperidião||}}
{{Linha da tabela do participante|PedroHCBarros||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernanda Spinola de Almeida||}}
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{{Linha da tabela do participante|Giuliamdias||}}
{{Linha da tabela do participante|Vivixxxxx|[[Silvavivianeee77@gmail.com]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Anaclaraboaro||}}
{{Linha da tabela do participante|TatiBT||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Reisch||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernanda Spinola||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Cervi||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Clara D. Moraes||}}
{{Linha da tabela do participante|Luizatoschi||}}
{{Linha da tabela do participante|Morisson Adriano Almeida Lima||}}
{{Linha da tabela do participante|JuliaMSNeves||}}
{{Linha da tabela do participante|Nimbus0804||}}
{{Linha da tabela do participante|Lidiane Mello de Castro||}}
{{Linha da tabela do participante|MARIA BEATRIZ ALMEIDA BUENO DE GODOY||}}
{{Linha da tabela do participante|EditoraCarol||}}
{{Linha da tabela do participante|Davi Breseghello||}}
{{Linha da tabela do participante|Nascimento Luana||}}
{{Linha da tabela do participante|Sheila Renata Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Cecilia Otaviano||}}
{{Linha da tabela do participante|Ariane Seliberto de Carvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Janeserra||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Fariña, aquela atriz||}}
{{Linha da tabela do participante|Rebeccamendes||}}
{{Linha da tabela do participante|Gi Umbuzeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|WallaceBorghese||}}
{{Linha da tabela do participante|EmyNiyama||}}
{{Linha da tabela do participante|Kemilyplira||}}
{{Linha da tabela do participante|Laurahiratavale||}}
{{Linha da tabela do participante|Jualberice||}}
{{Linha da tabela do participante|Macedoapa||}}
{{Linha da tabela do participante|Ari mc2026||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcello Fernanda||}}
{{Linha da tabela do participante|Renanzilds||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcellofe||}}
{{Linha da tabela do participante|Sheneville Araújo||}}
{{Linha da tabela do participante|Thiagoslls||}}
{{Linha da tabela do participante|Cpsfarias||}}
{{Linha da tabela do participante|Laura A. Chaile||}}
{{Linha da tabela do participante|Alinegonzalez||}}
{{Linha da tabela do participante|Felipe Pinheiro Vilela||}}
{{Linha da tabela do participante|Jhavana||}}
{{Linha da tabela do participante|Adss26||}}
{{Linha da tabela do participante|Gustavo Macedo Diniz||}}
{{Linha da tabela do participante|Cinquecami||}}
{{Linha da tabela do participante|NICKOLAS DE AZEVEDO SMITH||}}
{{Linha da tabela do participante|Mayara Amanda P||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana.muros||}}
{{Linha da tabela do participante|André M G Morel||}}
{{Linha da tabela do participante|Rslinhares||}}
{{Linha da tabela do participante|Clara Tomazella Sanchez||}}
{{Linha da tabela do participante|Gbgermano||}}
{{Linha da tabela do participante|Luforlini||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaritaNP||}}
{{Linha da tabela do participante|Eduardo Astun de Pádua||}}
{{Linha da tabela do participante|Michael Lenzi||}}
{{Linha da tabela do participante|MarianaKurihara||}}
{{Linha da tabela do participante|Patricia Zimermann||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaluRosario||}}
{{Linha da tabela do participante|Luanamvsiqueira||}}
{{Linha da tabela do participante|Leandrom.lm||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline.Olive||}}
{{Linha da tabela do participante|BPRangel||}}
{{Linha da tabela do participante|Alessandrarodris||}}
{{Linha da tabela do participante|ThalitaMSantos||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Bonholi Barbosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Felipe Ono||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Paula Bertoncello Fontes||}}
{{Linha da tabela do participante|MarianadeLM||}}
{{Linha da tabela do participante|Raielle Mazzarelli||}}
{{Linha da tabela do participante|Ingrid Almeida Sarracine||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Aleixo||}}
{{Linha da tabela do participante|MonicaDin||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Eduarda Peloggia Lunardelli||}}
{{Linha da tabela do participante|Júlia Carolina Barbosa da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Renan André Sandrine Brouwers||}}
{{Linha da tabela do participante|AlisonS04||}}
{{Linha da tabela do participante|Kamilavelame1989||}}
{{Linha da tabela do participante|Luisademesquita||}}
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{{Linha da tabela do participante|Aline Olives||}}
{{Linha da tabela do participante|Yumi Sakumoto||}}
{{Linha da tabela do participante|Clauco-leon||}}
{{Linha da tabela do participante|Andreeijisato||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboraklempous||}}
{{Linha da tabela do participante|Matheus Dias RP||}}
{{Linha da tabela do participante|Raphael Jarcovis||}}
{{Linha da tabela do participante|Guimaraes Denise||}}
{{Linha da tabela do participante|Deklemp||}}
{{Linha da tabela do participante|Kalianny Bezerra||}}
{{Linha da tabela do participante|StephanieAmaral1||}}
{{Linha da tabela do participante|Mcgracino||}}
{{Linha da tabela do participante|Beatriz Varandas||}}
{{Linha da tabela do participante|AggieMorgana||}}
{{Linha da tabela do participante|Helena Mega||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabella Leonel Ferreira Saraiva||}}
{{Linha da tabela do participante|Rdgbotelho||}}
{{Linha da tabela do participante|Jessica Moretto||}}
{{Linha da tabela do participante|Rellstabclara||}}
{{Linha da tabela do participante|Anna Beatriz de Oliveira Barbosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Theosdc||}}
{{Linha da tabela do participante|Cristina Wehba||}}
{{Linha da tabela do participante|Ingrid.vbat||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriel.bcs||}}
{{Linha da tabela do participante|Kenny Petrochelly||}}
{{Linha da tabela do participante|Lopez M.S||}}
{{Linha da tabela do participante|Laura dos Reis Gonçalves||}}
{{Linha da tabela do participante|MileneGonzaga||}}
{{Linha da tabela do participante|Gilbettini||}}
{{Linha da tabela do participante|MarvinMS||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline.Olis||}}
{{Linha da tabela do participante|JulianaAguileraLobo||}}
{{Linha da tabela do participante|Letícia Josino de Assis||}}
{{Linha da tabela do participante|Bárbara Castilho de Figueiredo||}}
{{Linha da tabela do participante|ANDREIA ALEVATO||}}
{{Linha da tabela do participante|Leonardo Halt||}}
{{Linha da tabela do participante|Levi Cadmiel||}}
{{Linha da tabela do participante|Luis Henrique Ocampo||}}
{{Linha da tabela do participante|Jose.sousa131989||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabrielle Rocha Moreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariacih||}}
{{Linha da tabela do participante|Leticiaheloisa||}}
{{Linha da tabela do participante|Keyprp||}}
{{Linha da tabela do participante|Eloah Kaway||}}
{{Linha da tabela do participante|Monise Martinez||}}
{{Linha da tabela do participante|Edmilson Alves dos Santos Júnior||}}
{{Linha da tabela do participante|Botuca||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria.eduarda9029||}}
{{Linha da tabela do participante|Nogueiratr||}}
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{{Linha da tabela do participante|Bruno Luize||}}
{{Linha da tabela do participante|Beatriz Cason||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Lívia Catisti||}}
{{Linha da tabela do participante|WilborxD||}}
{{Linha da tabela do participante|AylonStahl||}}
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{{Linha da tabela do participante|Kamahl91||}}
{{Linha da tabela do participante|Xell1234||}}
{{Linha da tabela do participante|Annakynm||}}
{{Linha da tabela do participante|Maionesekriegler||}}
{{Fim da tabela de participantes}}
40dyct8ra90fxwp3f89x1ui595dxvkw
Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade
0
22508
184791
184698
2026-08-05T01:16:04Z
Maria.eduarda9029
44753
/* Análise da pesquisa: "Vírus gigantes modulam a microbiota intestinal" */ nova secção
184791
wikitext
text/x-wiki
<noinclude>
<big><center>Para realizar a tarefa, você deve digitar o seu nome de usuário(a) no campo abaixo e clicar em "Registrar atividade".</center></big>
<br>
<br>
<center>
[[File:Tutorial tarefa modulo 1.webm|450px]]
<br>
<br>
'''Antes de iniciar a atividade, veja o vídeo acima.'''
</center>
<inputbox>
type=create
id=cf-create-open
placeholder=Digite o seu nome de usuário(a)
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editintro=Predefinição:IJC/Atividade/Instruções
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bgcolor=#ffffff
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preloadparams[]={{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}|2}}
</inputbox>
== Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade ==
</noinclude>
Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades.
'''Antes de começar'''
Você precisa estar logado na Wikiversidade e cadastrado no painel de controle do curso. Se tiver dúvidas, consulte as instruções disponíveis na própria página do módulo. Sem esse cadastro, não há como validar sua atividade.
Você pode consultar atividades de alunos das edições anteriores para visualizar o formato esperado das respostas e o padrão de organização do exercício.
A expectativa de tempo para esta tarefa é: 5 horas
'''1. Escolha da matéria.''' Selecione uma matéria da revista Pesquisa FAPESP. Ela deve tratar de um tema de pesquisa, isto é, baseada em pelo menos uma publicação científica. Os artigos estão disponíveis na página principal da revista. Coloque o título, autoria, data de publicação, link da matéria.
'''2. Resumo.''' Elabore um resumo objetivo da matéria, com até 300 caracteres.
'''3. Identificação do objeto e da metodologia.''' A partir da reportagem, identifique e analise: O objeto de pesquisa; A metodologia científica utilizada (observação, hipótese, experimentação, análise e/ou publicação).
'''4. Consulta às pesquisas originais.''' Acesse as pesquisas que embasam o artigo. ''Analise especialmente a seção metodológica'': analise se o artigo da Pesquisa FAPESP documenta bem o processo de pesquisa; analise o que está claro e o que ficou de fora.
'''5. Metáforas e estratégias de comunicação.''' Releia o conteúdo da aula sobre metáforas e estratégias do jornalismo científico. ''No artigo da Pesquisa FAPESP, identifique'': Quais metáforas científicas ou inspiradas na ciência foram usadas; Por que elas aparecem; Como ajudam (ou atrapalham) a compreensão da informação científica.
'''6. O que é ciência e mediação crítica.''' Com base na aula [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]], analise: Em que medida a matéria funciona como um mediador crítico; Apresente exemplos concretos extraídos do texto.
'''7. Como publicar.''' Digite seu nome de usuário no campo indicado na página do módulo e clique em "Registrar atividade". Escreva suas respostas, salve e publique.
'''8. Aviso IMPORTANTE: fontes.''' Todas as fontes consultadas, especialmente a matéria e as pesquisas originais, devem ser registradas corretamente na caixa de informações que aparecerá ao final do exercício. Sem essa indicação, sua atividade não poderá ser validada.
'''9. Inclua também as palavras-chave presentes na matéria escolhida.''' Se a matéria não apresentar palavras-chave, você deve criar de 2 a 5 termos que representem os principais assuntos abordados, como por exemplo: "meio ambiente", "saúde", "educação científica", "tecnologia", etc.
== Análise crítica de artigo da revista Pesquisa FAPESP ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/exercicios-fortalecem-tambem-nervos-do-coracao/
|-
! Palavras-chave
| Cardiologia, Exercício físico
|-
! Usuário
| Marq.lari
|-
! Data
| 09/11/2025
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Marq.lari|Acessar]]
|}
== Módulo 1 atividade - Carolina Carettin ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/alguns-insetos-se-escondem-outros-se-exibem/
|-
! Palavras-chave
| Insetos, biologia, zoologia
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Carolina Carettin|Carolina Carettin]] ([[Utilizador Discussão:Carolina Carettin|discussão]])
|-
! Data
| 12h12min de 12 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Carolina Carettin|Acessar]]
|}
== Módulo 1 Atividade - IzabelCMartins ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (http://revistapesquisa.fapesp.br/como-o-turismo-afeta-as-mudancas-climaticas-e-vice-versa/)
|-
! Palavras-chave
| (Turismo sustentável, Mudanças climáticas, Meio Ambiente, Vulnerabilidade litorânea, Mitigação climática, aquecimento global)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:IzabelCMartins|IzabelCMartins]] ([[Utilizador Discussão:IzabelCMartins|discussão]])
|-
! Data
| 01h41min de 17 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ IzabelCMartins|Acessar]]
|}
== teste815 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| www.teste.com.br
|-
! Palavras-chave
| palavra, jornalismo, ciencia, lorem
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Teste815|Teste815]] ([[Utilizador Discussão:Teste815|discussão]])
|-
! Data
| 16h17min de 24 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/teste815|Acessar]]
|}
== Maria Clara Rodriguez Sosa - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/novos-desafios-da-agricultura-e-da-pecuaria/
|-https://www.nature.com/articles/s41586-025-09085-w
! Palavras-chave
| (clima, fome, mudanças climáticas)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Clara Rodriguez Sosa|Maria Clara Rodriguez Sosa]] ([[Utilizador Discussão:Maria Clara Rodriguez Sosa|discussão]])
|-
! Data
| 19h15min de 3 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Maria Clara Rodriguez Sosa|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
|https://revistapesquisa.fapesp.br/novos-desafios-da-agricultura-e-da-pecuaria/
|https://www.nature.com/articles/s41586-025-09085-w
! Palavras-chave
| clima, fome, mudanças climáticas
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Clara Rodriguez Sosa|Maria Clara Rodriguez Sosa]] ([[Utilizador Discussão:Maria Clara Rodriguez Sosa|discussão]])
|-
! Data
| 19h21min de 3 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Maria Clara Rodriguez Sosa|Acessar]]
|}
== Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/floresta-preservada-mantem-seguranca-alimentar-amazonica/
|-
! Palavras-chave
| Amazônia; Caça; Sustentabilidade
|-
! Usuário
| Kvm2025
|-
! Data
| 03/12/2025
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Kvm2025|Acessar]]
|}
== A ciência da erosão ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2024/04/060-063_engenharia-costeira_338-1.pdf
|-
! Palavras-chave
| erosão costeira, obras rígidas, ocupação costeira
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]])
|-
! Data
| 16h25min de 5 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Lyxavier|Acessar]]
|}
== Alzheimer é mais comum em mulheres ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-busca-explicar-por-que-alzheimer-e-mais-comum-em-mulheres/?utm_source=chatgpt.com
! Palavras-chave
| (Alzheimer; Carnitina; Demência; L-acetil-carnitina; Mitocôndrias; Neurologia)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ellen Carolina dos Santos Cursino|Ellen Carolina dos Santos Cursino]] ([[Utilizador Discussão:Ellen Carolina dos Santos Cursino|discussão]])
|-
! Data
| 04h32min de 9 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ellen Carolina dos Santos Cursino|Acessar]]
|}
== Alzheimer é mais comum em mulheres ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-busca-explicar-por-que-alzheimer-e-mais-comum-em-mulheres/?utm_source=chatgpt.com)
|-
! Palavras-chave
| (Alzheimer; Carnitina; Demência; L-acetil-carnitina; Mitocôndrias; Neurologia)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ellen Carolina dos Santos Cursino|Ellen Carolina dos Santos Cursino]] ([[Utilizador Discussão:Ellen Carolina dos Santos Cursino|discussão]])
|-
! Data
| 04h33min de 9 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ellen Carolina dos Santos Cursino|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/intoxicacao-por-chumbo-pode-ter-impedido-neandertais-e-outras-especies-humanas-de-se-comunicarem/
|-
! Palavras-chave
| neurociência, hominídeos, chumbo, jornalismo
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]])
|-
! Data
| 17h12min de 10 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Marina Odaguiri Kobori|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/intoxicacao-por-chumbo-pode-ter-impedido-neandertais-e-outras-especies-humanas-de-se-comunicarem/
|-
! Palavras-chave
| neurociência, hominídeos, jornalismo
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]])
|-
! Data
| 17h16min de 10 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Marina Odaguiri Kobori|Acessar]]
|}
== Pensamento, linguagem e conhecimento científico ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/linguagem-humana-existe-ha-pelo-menos-135-mil-anos/
|-
! Palavras-chave
| Linguagem, Evolução, Origem, Ciência
|-
! Usuário
| Ana clara menegueli
|-
! Data
| 15/12/2025
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ana clara menegueli|Acessar]]
|}
== Análise de matéria - Mudanças climáticas e formato das flores ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/chuvas-tropicais-ajudaram-a-moldar-o-formato-das-flores/
|-
! Palavras-chave
| Ambiente; Biologia; Botânica; Ecologia; Evolução.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Pamela Frnc|Pamela Frnc]] ([[Utilizador Discussão:Pamela Frnc|discussão]])
|-
! Data
| 17h40min de 6 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Pamela Frnc|Acessar]]
|}
== atividade1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/universidades-brasileiras-discutem-regras-de-uso-de-inteligencia-artificial/
|-
! Palavras-chave
| inteligência artificial; educação; ética
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Laislorenco|Laislorenco]] ([[Utilizador Discussão:Laislorenco|discussão]])
|-
! Data
| 17h59min de 6 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ Laislorenco|Acessar]]
|}
== Atividade Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Deboracamacholuz|Deboracamacholuz]] ([[Utilizador Discussão:Deboracamacholuz|discussão]])
|-
! Data
| 14h15min de 9 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ Deboracamacholuz|Acessar]]
|}
== Módulo 1 - O clima na evolução das flores ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/chuvas-tropicais-ajudaram-a-moldar-o-formato-das-flores/
|-
! Palavras-chave
| flores, polinização.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]])
|-
! Data
| 17h37min de 12 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Maria Angélica Santos|Acessar]]
|}
== Tarefa-modulo1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/uma-forma-rara-de-colisao-que-ocorre-no-acelerador-lhc-poderia-produzir-particula-candidata-a-ser-a-materia-escura/)
|-
! Palavras-chave
| (Acelerador; Áxion; Física de partículas; LHC; matéria escura; Núcleo de chumbo; Próton)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Astrozin|Astrozin]] ([[Utilizador Discussão:Astrozin|discussão]])
|-
! Data
| 15h23min de 14 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Astrozin|Acessar]]
|}
== Módulo 1 - Pobreza menstrual: ciência, dados e mediação crítica ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/o-drama-da-pobreza-menstrual/)
|-
! Palavras-chave
| (pobreza menstrual, saúde da mulher,políticas públicas, desigualdade social, divulgação científica)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Helen.takamitsu|Helen.takamitsu]] ([[Utilizador Discussão:Helen.takamitsu|discussão]])
|-
! Data
| 18h03min de 14 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ Helen.takamitsu|Acessar]]
|}
== Atividade Módulo 1 - Evolução da linguagem ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/linguagem-humana-existe-ha-pelo-menos-135-mil-anos/)
|-
! Palavras-chave
| (Linguagem, Evolução, Arqueologia)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Otávio Ítalo Matos Uzumaki|Otávio Ítalo Matos Uzumaki]] ([[Utilizador Discussão:Otávio Ítalo Matos Uzumaki|discussão]])
|-
! Data
| 19h26min de 18 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Otávio Ítalo Matos Uzumaki|Acessar]]
|}
== Atividade Final - Módulo 1 - helen.takamitsu ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/o-drama-da-pobreza-menstrual/
|-
! Palavras-chave
| (Inclusão, Justiça, Direitos)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Helen.takamitsu|Helen.takamitsu]] ([[Utilizador Discussão:Helen.takamitsu|discussão]])
|-
! Data
| 21h25min de 18 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/helen.takamitsu|Acessar]]
|}
== Atividade do Módulo 1 - Mia Schezaro-Ramos ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/vacina-contra-o-hpv-diminui-em-58-os-casos-de-cancer-de-colo-do-utero-e-em-67-os-de-lesoes-pre-tumorais/
|-
! Palavras-chave
| Epidemiologia, Imunologia
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]])
|-
! Data
| 18h11min de 22 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Mia Schezaro-Ramos|Acessar]]
|}
== Tarefa do Módulo 1 - Laís Cerqueira Fernandes ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/milho-chegou-ao-brasil-pela-amazonia-ocidental-e-foi-domesticado-ao-longo-de-ondas-migratorias/
|-
! Palavras-chave
| agropecuaria, arqueologia, botanica
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lais CF|Laís Cerqueira Fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Lais CF|discussão]])
|-
! Data
| 04h37min de 23 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Laís Cerqueira Fernandes|Acessar]]
|}
== Tarefa do Módulo 1- Juliana R Camacho. Os anéis do centauro ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/formacao-de-aneis-e-disco-de-materia-ao-redor-de-asteroide-e-observada-quase-em-tempo-real/
|-https://revistapesquisa.fapesp.br/formacao-de-aneis-e-disco-de-materia-ao-redor-de-asteroide-e-observada-quase-em-tempo-real/
! Palavras-chave
| astrofísica, centauro, quíron
|-#ANEL #ASTROFÍSICA #CENTAURO #CHARIKLO #DISCO #HAUMEA #JÚPITER #OCULTAÇÃOESTELAR #PLANETAANÃO #QUAOAR ##QUÍRON #SISTEMASOLAR
! Usuário
| [[Utilizador:Juliana R Camacho|Juliana R Camacho]] ([[Utilizador Discussão:Juliana R Camacho|discussão]])
|- Juliana R Camacho
! Data
| 20h55min de 23 de janeiro de 2026 (UTC)
|- 23/01/26
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Juliana R Camacho|Acessar]]
|}
== Ciência de dados no estudo de ética em pesquisa ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/dinheiro-oculto/
|-
! Palavras-chave
| financiamento; etica; psiquiatria; ciencia de dados
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Monoclonais|Monoclonais]] ([[Utilizador Discussão:Monoclonais|discussão]])
|-
! Data
| 00h53min de 26 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Monoclonais|Acessar]]
|}
== Tarefa do Módulo 1 Jaqueline Bianchi ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pesquisa-aponta-preferencia-de-mosquitos-da-mata-atlantica-por-sangue-humano/
|-
! Palavras-chave
| desmatamento, entomologia, Mata Atlântica, mosquito
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Jaqueline Bianchi|Jaqueline Bianchi]] ([[Utilizador Discussão:Jaqueline Bianchi|discussão]])
|-
! Data
| 14h12min de 27 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jaqueline Bianchi|Acessar]]
|}
== Módulo 1 - Resumo Matéria Vacina contra o HPV ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/vacina-contra-o-hpv-diminui-em-58-os-casos-de-cancer-de-colo-do-utero-e-em-67-os-de-lesoes-pre-tumorais/
|-
! Palavras-chave
| HPV; vacinação; câncer do colo do útero; lesões pré-tumorais; saúde pública.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:F.Cost|F.Cost]] ([[Utilizador Discussão:F.Cost|discussão]])
|-
! Data
| 17h42min de 28 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/F.Cost|Acessar]]
|}
== Tarefa do Módulo 1 - Vacina conta a dengue Butantan-DV ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/vacina-contra-a-dengue-comeca-a-ser-aplicada-em-equipes-da-atencao-primaria-a-saude/
|-
! Palavras-chave
| Butantan-DV, Dengue, Dengue grave, Sorotipo, Vacinas
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Carolina Ito Messias|Carolina Ito Messias]] ([[Utilizador Discussão:Carolina Ito Messias|discussão]])
|-
! Data
| 14h02min de 2 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Carol ItoSobre vacina contra a dengue|Acessar]]
|}
== Atv Módulo 1 LM - Neurônios que controlam a busca por comida ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/neuronios-na-base-do-cerebro-controlam-a-busca-compulsiva-por-comida/
|-
! Palavras-chave
| Neurologia, Sistema Nervoso, Substância cinzenta periaquedutal, Alimentação, Compulsão alimentar.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:LMmassone|LMmassone]] ([[Utilizador Discussão:LMmassone|discussão]])
|-
! Data
| 22h30min de 3 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/LMmassone|Acessar]]
|}
== Atividade Módulo 1 - Pesquisa sobre corais ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pesquisadores-buscam-restaurar-recifes-de-coral-dizimados-por-ondas-de-calor/
|-
! Palavras-chave
| Aquecimento Global biologia marinha Conservação Corais Microbiologia Microbioma Mudanças climáticas
|-
! Usuário
| Giullia Della Déa
|-
! Data
| 21h30min de 3 de fevereiro de 2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Giullia Della Déa|Acessar]]
|}
== Quando a ciência amplia o olhar sobre a fome ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/ciencia-propoe-olhar-ampliado-para-sanar-a-fome-no-brasil/
|-
! Palavras-chave
| Fome; insegurança alimentar; sistemas alimentares; políticas públicas; pesquisa científica.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Jessica14.levy|Jessica14.levy]] ([[Utilizador Discussão:Jessica14.levy|discussão]])
|-
! Data
| 23h02min de 4 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jessica14.levy|Acessar]]
|}
== Atividade Módulo 1 - Xenya Bucchioni ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/fagoterapia-avanca-no-brasil-como-alternativa-contra-superbacterias/
|-
! Palavras-chave
| biologia genética medicina saúde pública
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Xenya Bucchioni|Xenya Bucchioni]] ([[Utilizador Discussão:Xenya Bucchioni|discussão]])
|-
! Data
| 00h57min de 6 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Xenya Bucchioni|Acessar]]
|}
== Atividade final bloco 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://agencia.fapesp.br/corais-de-fogo-do-brasil-podem-estar-sofrendo-extincao-silenciosa-afirmam-especialistas/57088
|-
! Palavras-chave
| extinção, corais-de-fogo, branqueamento, ecologia
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Amanda biologia|Amanda biologia]] ([[Utilizador Discussão:Amanda biologia|discussão]])
|-
! Data
| 14h28min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Amanda Biologia|Acessar]]
|}
== Atividade Final - modulo1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/consumo-de-drogas-ilicitas-cresceu-cerca-de-80-no-brasil-de-2012-a-2023/
|-
! Palavras-chave
| Palavras-chave: consumo de drogas ilícitas; Lenad III; levantamento epidemiológico; saúde pública; prevalência; percepção de risco; maconha; cocaína; adolescentes; políticas públicas.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lucas de Oliveira Cardoso|Lucas de Oliveira Cardoso]] ([[Utilizador Discussão:Lucas de Oliveira Cardoso|discussão]])
|-
! Data
| 18h29min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Lucas de Oliveira Cardoso|Acessar]]
|}
== Estudo tenta explicar por que Alzheimer é mais comum em mulheres ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-busca-explicar-por-que-alzheimer-e-mais-comum-em-mulheres/?utm_source=chatgpt.com
|- https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-busca-explicar-por-que-alzheimer-e-mais-comum-em-mulheres/?utm_source=chatgpt.com
! Palavras-chave
|
* Alzheimer
* Carnitina
* Demência
* L-acetil-carnitina
* Mitocôndrias
* Neurologia
|- Alzheimer, Carnitina, Demência, Mulheres e Neurologia
! Usuário
| [[Utilizador:Ellen Carolina dos Santos Cursino|Ellen Carolina dos Santos Cursino]] ([[Utilizador Discussão:Ellen Carolina dos Santos Cursino|discussão]])
|- ellen.cursino
! Data
| 15h37min de 17 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-17/02/2026
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ellen Carolina dos Santos Cursino|Acessar]]
|}
== Alzheimer é mais comum em mulheres ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-busca-explicar-por-que-alzheimer-e-mais-comum-em-mulheres/?utm_source=chatgpt.com
|-
! Palavras-chave
|
Alzheimer
Carnitina
Demência
L-acetil-carnitina
Mitocôndrias
Neurologia
|-
! Usuário
| ellen.cursino
|-
! Data
/17/02/2026
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ellen.cursino|Acessar]]
|}
== MateusCunhadaSilva - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/hip-hop-comeca-a-se-consolidar-como-campo-de-estudos-academicos/
|-
! Palavras-chave
| Hip hop, Ciência, Jornalismo Científico, Cultura, Ciências Sociais.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mateus Cunha da Silva|Mateus Cunha da Silva]] ([[Utilizador Discussão:Mateus Cunha da Silva|discussão]])
|-
! Data
| 00h19min de 19 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Mateus Cunha da Silva|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pantanal-e-o-bioma-brasileiro-que-mais-aqueceu-e-perdeu-chuvas-em-40-anos/
|-
! Palavras-chave
| Pantanal, Crise Climática, Seca, Incêndios, Desmatamento, Aquecimento Global.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Sol.kurpiel|Sol.kurpiel]] ([[Utilizador Discussão:Sol.kurpiel|discussão]])
|-
! Data
| 17h45min de 19 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Sol.kurpiel Pantanal: seco e quente|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pantanal-e-o-bioma-brasileiro-que-mais-aqueceu-e-perdeu-chuvas-em-40-anos
|-
! Palavras-chave
| Pantanal, Crise Climática, Seca, Incêndios, Desmatamento, Aquecimento Global.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Sol.kurpiel|Sol.kurpiel]] ([[Utilizador Discussão:Sol.kurpiel|discussão]])
|-
! Data
| 17h52min de 19 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ Sol.kurpiel|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/pantanal-e-o-bioma-brasileiro-que-mais-aqueceu-e-perdeu-chuvas-em-40-anos)
|-
! Palavras-chave
| (Pantanal, Crise Climática, Seca, Incêndios, Desmatamento, Aquecimento Global)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Sol.kurpiel|Sol.kurpiel]] ([[Utilizador Discussão:Sol.kurpiel|discussão]])
|-
! Data
| 18h25min de 19 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Sol.kurpiel|Acessar]]
|}
== Atividade Módulo 1 - Tecnologia impulsiona produção de lúpulo no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://agencia.fapesp.br/tecnologia-impulsiona-producao-de-lupulo-no-brasil/56314 )
|-
! Palavras-chave
| (Cerveja; Lúpulo; Química verde; Extração supercrítica; Sustentabilidade)
|-
! Usuário
|Thacsantos
|-
! Data
| 20.02.26
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ThaliSantos|Acessar]]
|}
== Teor de cacau analisado isotopicamente ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/quantidade-de-cacau-no-chocolate-meio-amargo-e-similar-ao-das-versoes-ao-leite-e-branco-aponta-estudo/
|-
! Palavras-chave
| açúcar, cacau, carbono, chocolate, Isótopos, Nitrogênio
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Caroline Neves Pereira|Caroline Neves Pereira]] ([[Utilizador Discussão:Caroline Neves Pereira|discussão]])
|-
! Data
| 02h50min de 23 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Caroline Neves Pereira|Acessar]]
|}
== O plantio nativo da mandioca ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| <https://revistapesquisa.fapesp.br/tecnica-de-plantio-de-povo-do-alto-xingu-aumenta-a-diversidade-da-mandioca/>
|-
! Palavras-chave
| Mandioca, Diversidade Genética, Povos Indígenas, Alto Xingu
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lplaques|Lplaques]] ([[Utilizador Discussão:Lplaques|discussão]])
|-
! Data
| 16h40min de 2 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Lplaques|Acessar]]
|}
== Atividade Módulo 1 - Fagoterapia avança no Brasil como alternativa contra superbactérias ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/fagoterapia-avanca-no-brasil-como-alternativa-contra-superbacterias/
|-
! Palavras-chave
| Microbiologia; Fagoterapia; Bactéria; Vírus.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Giovanna Furioto da Fonseca|Giovanna Furioto da Fonseca]] ([[Utilizador Discussão:Giovanna Furioto da Fonseca|discussão]])
|-
! Data
| 01h53min de 6 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Giovanna Furioto da Fonseca|Acessar]]
|}
== Atividade 1 - Análise do artigo: Os relevos da memória ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/os-relevos-da-memoria/
|-
! Palavras-chave
| Consolidação da Memória. Sono REM. Plasticidade Sináptica. Expressão Gênica. Hipocampo
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Felipe Adriano Alves de Oliveira|Felipe Adriano Alves de Oliveira]] ([[Utilizador Discussão:Felipe Adriano Alves de Oliveira|discussão]])
|-
! Data
| 12h19min de 6 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Felipe Adriano Alves de Oliveira|Acessar]]
|}
== contribiução babipaula módulo1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pesquisadores-desenvolvem-novo-processo-para-a-producao-sustentavel-de-amonia/
|-
! Palavras-chave
| amônia, amônia verde, engenharia química, fertilizantes, hidrogênio verde
|-
! Usuário
| babipaula
|-
! 15.03.2026
| 19h48min de 15 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/babipaula|Acessar]]
|}
== Quantidade de cacau no chocolate ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/quantidade-de-cacau-no-chocolate-meio-amargo-e-similar-ao-das-versoes-ao-leite-e-branco-aponta-estudo/
|-
! Palavras-chave
| Chocolate, cacau, isótopos, alimentos, engenharia de alimentos
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Rafaelaor|Rafaelaor]] (discussão)
|-
! Data
| 19h29min de 18 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Rafaelaor|Acessar]]
|}
== Módulo 1 - Povo de sambaqui caçava baleias ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/povo-de-sambaqui-cacava-baleias/)
|-
! Palavras-chave
| (“arqueologia”, “genética”, “zoologia”)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:AnaCristinaADS|AnaCristinaADS]] ([[Utilizador Discussão:AnaCristinaADS|discussão]])
|-
! Data
| 23h52min de 19 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/AnaCristinaADS|Acessar]]
|}
== atividadeM1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pequi-anao-em-zona-de-transicao-do-cerrado-se-adapta-a-polinizador-distinto/
|-
! Palavras-chave
| ecologia, cerrado, meio ambiente, polinização
|-
! Usuário
| [[Utilizador:LMateus14|LMateus14]] ([[Utilizador Discussão:LMateus14|discussão]])
|-
! Data
| 23h11min de 23 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/LMateus14|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/virus-da-covid-19-persiste-ativo-no-cerebro-de-hamster-por-ate-80-dias/
|-
! Palavras-chave
| Ansiedade, Cognição, Coronavírus, Covid longa, Covid-19, Depressão, Neurologia, SARS-COV-2
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Larissa Dezen|Larissa Dezen]] ([[Utilizador Discussão:Larissa Dezen|discussão]])
|-
! Data
| 19h07min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/la.dezen|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Carolina Torres Vianna|Maria Carolina Torres Vianna]] ([[Utilizador Discussão:Maria Carolina Torres Vianna|discussão]])
|-
! Data
| 18h22min de 1 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Maria Carolina Torres Vianna|Acessar]]
|}
== Maria Carolina - Módulo 1 Fapesp ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Carolina Torres Vianna|Maria Carolina Torres Vianna]] ([[Utilizador Discussão:Maria Carolina Torres Vianna|discussão]])
|-
! Data
| 18h23min de 1 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Maria Carolina Torres Vianna|Acessar]]
|}
== Fraudes em sistemas biométricos ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:CientistaND11|CientistaND11]] ([[Utilizador Discussão:CientistaND11|discussão]])
|-
! Data
| 15h05min de 4 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/CientistaND11|Acessar]]
|}
== Entre o descritor e a metáfora: análise da cobertura jornalística da Pesquisa FAPESP sobre spoofing biométrico à luz de seu artigo de base ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| ( https://revistapesquisa.fapesp.br/rodrigo-contreras-para-especialista-combater-fraudes-em-sistemas-biometricos-e-um-jogo-de-gato-e-rato/)
|-
! Palavras-chave
| (Biometria, Inteligência Artificial, sistemas biométricos, spoofing)
|-
! Usuário
| CIENTISTAND11
|-
! Data
| 04/04/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/CientistaND11|Acessar]]
|}
== Atividade modulo 1 - Vacina contra a dengue ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/vacina-contra-a-dengue-comeca-a-ser-aplicada-em-equipes-da-atencao-primaria-a-saude/
|-
! Palavras-chave
| dengue, vacina, Butantan-DV
|-
! Usuário
| [[Utilizador:PabloSantana92|PabloSantana92]] ([[Utilizador Discussão:PabloSantana92|discussão]])
|-
! Data
| 22h27min de 5 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/PabloSantana92|Acessar]]
|}
== Análise de matéria sobre a quantidade de cacau no chocolate meio amargo ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/quantidade-de-cacau-no-chocolate-meio-amargo-e-similar-ao-das-versoes-ao-leite-e-branco-aponta-estudo/
|-
! Palavras-chave
| Indústria alimentícia, alimentação, açúcar, cacau.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Beatriz Durlin|Beatriz Durlin]] ([[Utilizador Discussão:Beatriz Durlin|discussão]])
|-
! Data
| 13h41min de 16 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Beatriz Durlin|Acessar]]
|}
== Bfont9 - Tarefa do módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/em-tempos-de-digitalizacao-e-diversidade-fgv-cpdoc-completa-50-anos/
|-
! Palavras-chave
| Antropologia, Ciênc. Política, Educação, Sociologia
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Bfont9|Bfont9]] ([[Utilizador Discussão:Bfont9|discussão]])
|-
! Data
| 19h32min de 16 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Bfont9|Acessar]]
|}
== Novo método de detecção de câncer gástrico ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/concentracao-de-dna-no-suco-digestivo-pode-auxiliar-na-deteccao-de-cancer-gastrico/
|-
! Palavras-chave
| biopsia liquida, dna, oncologia
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Carolina F. Castro|Carolina F. Castro]] ([[Utilizador Discussão:Carolina F. Castro|discussão]])
|-
! Data
| 00h01min de 17 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Carolina F. Castro|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-mapeia-o-impacto-da-agressao-fisica-e-sexual-sobre-a-saude-de-mulheres-e-criancas/
|-
! Palavras-chave
| ansiedade, automutilação, depressão, feminicídio, homicídio, saúde mental, suicídio, violência contra a mulher, violência sexual
|-
! Usuário
| [[Utilizador:FernandoBustamante1917|FernandoBustamante1917]] ([[Utilizador Discussão:FernandoBustamante1917|discussão]])
|-
! Data
| 11h58min de 17 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/FernandoBustamante1917|Acessar]]
|}
== Análise da matéria "Estudo mapeia o impacto da agressão física e sexual sobre a saúde de mulheres e crianças" ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:FernandoBustamante1917|FernandoBustamante1917]] ([[Utilizador Discussão:FernandoBustamante1917|discussão]])
|-
! Data
| 12h02min de 17 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/FernandoBustamante1917|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lorranyamazonas|Lorranyamazonas]] ([[Utilizador Discussão:Lorranyamazonas|discussão]])
|-
! Data
| 18h23min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Lorranyamazonas|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lorranyamazonas|Lorranyamazonas]] ([[Utilizador Discussão:Lorranyamazonas|discussão]])
|-
! Data
| 18h26min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Lorranyamazonas|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/combater-desastres-demanda-analise-de-projecoes-climaticas/)
|-
! Palavras-chave
| (Alagamento Climatologia Mudanças climáticas)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Tatiana Soares Araujo|Tatiana Soares Araujo]] ([[Utilizador Discussão:Tatiana Soares Araujo|discussão]])
|-
! Data
| 18h00min de 2 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Tatiana Soares Araujo|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Tatiana Soares Araujo|Tatiana Soares Araujo]] ([[Utilizador Discussão:Tatiana Soares Araujo|discussão]])
|-
! Data
| 21h27min de 3 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Tatiana Soares Araujo|Acessar]]
|}
== Análise de Jornalismo Científico: Gravidez na Adolescência e Demografia no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/apesar-de-queda-taxa-de-gravidez-na-adolescencia-segue-elevada-no-brasil/
|-
! Palavras-chave
| Gravidez na adolescência, Saúde Pública, Demografia, Desigualdade Social, Fecundidade.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Eduarda Ramos Ribeiro|Eduarda Ramos Ribeiro]] ([[Utilizador Discussão:Eduarda Ramos Ribeiro|discussão]])
|-
! Data
| 11h20min de 6 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Eduarda Ramos Ribeiro|Acessar]]
|}
== Lucas Valdomiro - Análise de 'Dengue pode causar síndrome neurológica grave' ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/dengue-pode-causar-sindrome-neurologica-grave/
|-
! Palavras-chave
| Dengue, SGB, Fiocruz
|-
! Usuário
| LucasVLS
|-
! Data
| 10/05/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/LucasVLS|Acessar]]
|}
== Genoma de indígenas latino-americanos é capa da Nature ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/indigenas-sul-americanos-sao-diversos-e-descendem-de-terceira-onda-migratoria/
|-
! Palavras-chave
| genômica, povos indígenas
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maurilio Bonora Junior|Maurilio Bonora Junior]] ([[Utilizador Discussão:Maurilio Bonora Junior|discussão]])
|-
! Data
| 00h31min de 14 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Maurilio Bonora Junior|Acessar]]
|}
== Medicamentos com efeito anti-mpox ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| [./Https://revistapesquisa.fapesp.br/miniorgaos-intestinais-ajudam-a-rastrear-novos-medicamentos-para-a-mpox/ Miniórgãos intestinais ajudam a rastrear novos medicamentos para a mpox : Revista Pesquisa Fapesp]
|-https://revistapesquisa.fapesp.br/miniorgaos-intestinais-ajudam-a-rastrear-novos-medicamentos-para-a-mpox/
! Palavras-chave
| Saúde, Vírus, Varíola do macaco, Monkeypox
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ana3beatriz22|Ana3beatriz22]] ([[Utilizador Discussão:Ana3beatriz22|discussão]])
|-
! Data
| 18h40min de 16 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ana3beatriz22|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Clara Camara|Clara Camara]] ([[Utilizador Discussão:Clara Camara|discussão]])
|-
! Data
| 19h13min de 21 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Clara Camara|Acessar]]
|}
== Análise crítica de matéria da Pesquisa FAPESP ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/hospitais-do-sus-em-sao-paulo-recebem-alimentos-organicos/)
|-
! Palavras-chave
| agricultura familiar, agroecologia, alimentação orgânica, políticas públicas, saúde pública
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Davi Breseghello|Davi Breseghello]] ([[Utilizador Discussão:Davi Breseghello|discussão]])
|-
! Data
| 15h45min de 23 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Davi Breseghello|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Danielribao|Danielribao]] ([[Utilizador Discussão:Danielribao|discussão]])
|-
! Data
| 19h12min de 28 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/teste815|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/as-timidas-baleias-bicudas/)
|-
! Palavras-chave
| (baleias; baleias bicudas; bioacústica; ecoacústica)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Danielribao|Danielribao]] ([[Utilizador Discussão:Danielribao|discussão]])
|-
! Data
| 19h43min de 30 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/teste815|Acessar]]
|}
== Módulo_1_Laura_R ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
|https://revistapesquisa.fapesp.br/genetica-da-orquidea-da-praia-favorece-tolerancia-a-mudancas-climaticas/
|-
! Palavras-chave
| Biodiversidade, Biologia, Botânica, Climatologia, Ecologia, Evolução, Genética
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Laura Ramires Rocha|Laura Ramires Rocha]] ([[Utilizador Discussão:Laura Ramires Rocha|discussão]])
|-
! Data
| 20h05min de 1 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Laura Ramires Rocha|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/as-timidas-baleias-bicudas/
|-
! Palavras-chave
| Baleias; Baleias bicudas; Bioacústica; Ecoacústica.
|-
! Usuário
| Danielribao
|-
! Data
| 30/05/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/teste815|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/dengue-pode-causar-sindrome-neurologica-grave/
|-
! Palavras-chave
| Dengue, Síndrome Neurológica, Saúde pública
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mariaformis|Mariaformis]] ([[Utilizador Discussão:Mariaformis|discussão]])
|-
! Data
| 15h29min de 12 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Mariaformis|Acessar]]
|}
== Módulo 1 - Mariaformis ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/dengue-pode-causar-sindrome-neurologica-grave/
|-
! Palavras-chave
| Dengue, Síndrome neurológica, Saúde pública
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mariaformis|Mariaformis]] ([[Utilizador Discussão:Mariaformis|discussão]])
|-
! Data
| 15h51min de 12 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Mariaformis|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Kemilyplira|Kemilyplira]] ([[Utilizador Discussão:Kemilyplira|discussão]])
|-
! Data
| 17h50min de 14 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/kemilyplira|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/concentracao-de-dna-no-suco-digestivo-pode-auxiliar-na-deteccao-de-cancer-gastrico/
|-
! Palavras-chave
| Biópsia líquida; DNA; Oncologia; Câncer gástrico; Endoscopia; Saúde pública.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Kemilyplira|Kemilyplira]] ([[Utilizador Discussão:Kemilyplira|discussão]])
|-
! Data
| 18h14min de 14 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/kemilyplira|Acessar]]
|}
== Inteligência Artificial na Avaliação Científica ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/especialistas-analisam-riscos-e-vantagens-de-usar-inteligencia-artificial-para-medir-o-desempenho-de-pesquisadores/
|-
! Palavras-chave
| Inteligência Artificial, Aprendizado de Máquina, Avaliação Científica, Bolsa de Produtividade, Plataforma Lattes
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Sabrina Jesus|Sabrina Jesus]] ([[Utilizador Discussão:Sabrina Jesus|discussão]])
|-
! Data
| 19h50min de 14 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Sabrina Jesus|Acessar]]
|}
== Análise da reportagem "As novas ferramentas que deverão transformar o sistema financeiro brasileiro" – Pesquisa FAPESP ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/as-novas-ferramentas-que-deverao-transformar-o-sistema-financeiro-brasileiro/)
|-
! Palavras-chave
| (Sistema financeiro brasileiro; Drex; Pix; Open Finance; Inteligência artificial; Inovação tecnológica; Segurança digital; Inclusão financeira.)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:KaueGodoy|KaueGodoy]] ([[Utilizador Discussão:KaueGodoy|discussão]])
|-
! Data
| 14h07min de 15 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/KaueGodoy|Acessar]]
|}
== Impacto das bets ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/os-efeitos-nocivos-dos-jogos-on-line/
|-
! Palavras-chave
| saúde pública, apostas on-line, transtorno do jogo, endividamento das famílias
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Alexandreadas|Alexandreadas]] ([[Utilizador Discussão:Alexandreadas|discussão]])
|-
! Data
| 17h55min de 15 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Alexandreadas|Acessar]]
|}
== Análise Crítica: DNA no Diagnóstico do Câncer Gástrico ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Kemilyplira|Kemilyplira]] ([[Utilizador Discussão:Kemilyplira|discussão]])
|-
! Data
| 18h18min de 16 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/kemilyplira|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/miniorgaos-intestinais-ajudam-a-rastrear-novos-medicamentos-para-a-mpox/
|-
! Palavras-chave
| MPOX, Varíola dos macacos, Virologia, Vírus da MPOX
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ana3beatriz22|Ana3beatriz22]] ([[Utilizador Discussão:Ana3beatriz22|discussão]])
|-
! Data
| 21h57min de 17 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ana3beatriz22|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Andréa BLima|Andréa BLima]] ([[Utilizador Discussão:Andréa BLima|discussão]])
|-
! Data
| 14h20min de 18 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Andréa BLima|Acessar]]
|}
== Atividade - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/ia-e-usada-por-tecnicos-equipe-medica-e-gestores-de-times-de-futebol/
|-
! Palavras-chave
| Inteligência Artificial; Futebol; Ciência de Dados; Análise Esportiva
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Rebeccamendes|Rebeccamendes]] ([[Utilizador Discussão:Rebeccamendes|discussão]])
|-
! Data
| 04h28min de 24 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Rebeccamendes|Acessar]]
|}
== Atividade - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/ia-e-usada-por-tecnicos-equipe-medica-e-gestores-de-times-de-futebol/
|-
! Palavras-chave
| Inteligência Artificial; Futebol; Ciência de Dados; Análise Esportiva
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Rebeccamendes|Rebeccamendes]] ([[Utilizador Discussão:Rebeccamendes|discussão]])
|-
! Data
| 04h39min de 24 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Rebeccamendes|Acessar]]
|}
== Exercício Módulo 1 - Sah.fernandes ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
|Links:
https://revistapesquisa.fapesp.br/dengue-pode-causar-sindrome-neurologica-grave/
|-
! Palavras-chave
| Dengue Doenças infecciosas Síndrome de Guillain-Barré Zika
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Sah.fernandes|Sah.fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Sah.fernandes|discussão]])
|-
! Data
| 20h09min de 25 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Sah.fernandes|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:WallaceBorghese|WallaceBorghese]] ([[Utilizador Discussão:WallaceBorghese|discussão]])
|-
! Data
| 19h28min de 26 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/WallaceBorghese|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:WallaceBorghese|WallaceBorghese]] ([[Utilizador Discussão:WallaceBorghese|discussão]])
|-
! Data
| 19h34min de 26 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/WallaceBorghese|Acessar]]
|}
== Jornalismo científico e a expansão da EaD ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://doi.org/10.1590/S1414-40772023000100007
|-
! Palavras-chave
| EAD, setor privado, licenciaturas
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ebenezer Takuno de Menezes|Ebenezer Takuno de Menezes]] ([[Utilizador Discussão:Ebenezer Takuno de Menezes|discussão]])
|-
! Data
| 02h55min de 27 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ebenezer Takuno de Menezes|Acessar]]
|}
== Tarefa Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/como-danos-causados-por-descoloracao-e-raios-ultravioleta-mudam-as-propriedades-do-cabelo/
|-
! Palavras-chave
| cabelos, descoloração, radiação ultravioleta
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Felipe Ono|Felipe Ono]] ([[Utilizador Discussão:Felipe Ono|discussão]])
|-
! Data
| 00h54min de 2 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Felipe Ono|Acessar]]
|}
== Inteligência artificial na escrita científica ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| [https://revistapesquisa.fapesp.br/o-estilo-de-escrever-artigos-do-chatgpt/ O estilo de escrever artigos do ChatGPT]
|-
! Palavras-chave
| ChatGPT; inteligência artificial; integridade científica; comunicação científica
|-
! Usuário
| AlisonS04
|-
! Data
| 15h07min de 2 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/AlisonS04|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| <nowiki>https://agencia.fapesp.br/tecnologia-impulsiona-producao-de-lupulo-no-brasil/56314</nowiki>
|-
! Palavras-chave
| Lúpulo; Química verde; Extração supercrítica; Sustentabilidade
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thacsantos|Thacsantos]] ([[Utilizador Discussão:Thacsantos|discussão]])
|-
! Data
| 15h16min de 6 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ThaliSantos|Acessar]]
|}
== Atividade módulo 1 - Tecnologia impulsiona produção de lúpulo - Thacsantos ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| <nowiki>https://agencia.fapesp.br/tecnologia-impulsiona-producao-de-lupulo-no-brasil/56314</nowiki>
|-
! Palavras-chave
| Lúpulo; Química verde; Extração supercrítica; Sustentabilidade
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thacsantos|Thacsantos]] ([[Utilizador Discussão:Thacsantos|discussão]])
|-
! Data
| 16h59min de 7 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Thacsantos|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:WallaceBorghese|WallaceBorghese]] ([[Utilizador Discussão:WallaceBorghese|discussão]])
|-
! Data
| 11h55min de 11 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/WallaceBorghese|Acessar]]
|}
== Atividade final - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/como-danos-causados-por-descoloracao-e-raios-ultravioleta-mudam-as-propriedades-do-cabelo/
|-
! Palavras-chave
| cabelos, descoloração, radiação ultravioleta
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Camilacason|Camilacason]] ([[Utilizador Discussão:Camilacason|discussão]])
|-
! Data
| 16h00min de 17 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/camilacason|Acessar]]
|}
== Análise de Publicação Científica na Revista FAPESP ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/como-danos-causados-por-descoloracao-e-raios-ultravioleta-mudam-as-propriedades-do-cabelo/
|-
! Palavras-chave
| cabelos, descoloração, radiação ultravioleta
|-
! Usuário
| [[Utilizador:MARIA BEATRIZ ALMEIDA BUENO DE GODOY|MARIA BEATRIZ ALMEIDA BUENO DE GODOY]] ([[Utilizador Discussão:MARIA BEATRIZ ALMEIDA BUENO DE GODOY|discussão]])
|-
! Data
| 19h58min de 17 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/MARIA BEATRIZ ALMEIDA BUENO DE GODOY|Acessar]]
|}
== Análise de artigo sobre taxação de ultraprocessados ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/taxar-ultraprocessados-pode-reduzir-doencas-cronicas-e-mortes-associadas-ao-excesso-de-peso/
|-
! Palavras-chave
| Economia, Epidemiologia, Saúde Pública
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Gustavo Macedo Diniz|Gustavo Macedo Diniz]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Macedo Diniz|discussão]])
|-
! Data
| 22h52min de 20 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Gustavo Macedo Diniz|Acessar]]
|}
== Ameaça aos recifes de corais ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pesquisadores-buscam-restaurar-recifes-de-coral-dizimados-por-ondas-de-calor/
|-
! Palavras-chave
| aquecimento global, biologia marinha, conservação, corais, microbiologia, microbioma, mudanças climáticas
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Paula Custódio de Oliveira|Paula Custódio de Oliveira]] ([[Utilizador Discussão:Paula Custódio de Oliveira|discussão]])
|-
! Data
| 03h20min de 22 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Paula Custódio de Oliveira|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/bateria-quantica-armazena-energia-em-metade-do-tempo-necessario-para-carregar-sua-versao-classica/
|-
! Palavras-chave
| Bateria quântica; Emaranhamento; Física quântica; Qubits
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Gabriela Reisch|Gabriela Reisch]] ([[Utilizador Discussão:Gabriela Reisch|discussão]])
|-
! Data
| 03h58min de 24 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Gabriela Reisch|Acessar]]
|}
== Módulo 1 - análise de matéria jornalística ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-aponta-que-12-dos-doutores-que-se-formaram-no-brasil-estava-fora-do-pais-em-2025/
|-
! Palavras-chave
| diáspora, fuga de cérebros, pós-graduação
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Guimaraes Denise|Guimaraes Denise]] ([[Utilizador Discussão:Guimaraes Denise|discussão]])
|-
! Data
| 14h50min de 24 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Guimaraes Denise|Acessar]]
|}
== Baterias quânticas e armazenamento de energia - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/bateria-quantica-armazena-energia-em-metade-do-tempo-necessario-para-carregar-sua-versao-classica/
|-
! Palavras-chave
| Bateria quântica; Emaranhamento; Física quântica; Qubits
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Gabriela Reisch|Gabriela Reisch]] ([[Utilizador Discussão:Gabriela Reisch|discussão]])
|-
! Data
| 16h07min de 24 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Gabriela Reisch|Acessar]]
|}
== Além dos Monumentos: A Decolonialidade na Divulgação Científica - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mariacih|Mariacih]] ([[Utilizador Discussão:Mariacih|discussão]])
|-
! Data
| 13h24min de 27 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Mariacih|Acessar]]
|}
== Além dos Monumentos: A Decolonialidade na Divulgação Científica ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/america-latina-amplia-o-conceito-de-patrimonio/)
|-
! Palavras-chave
| (Patrimônio cultural, América Latina, patrimônio imaterial, memória viva, decolonialidade, IPHAN)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mariacih|Mariacih]] ([[Utilizador Discussão:Mariacih|discussão]]) Maricih
|-
! Data
| 13h57min de 27 de julho de 2026 (UTC) 27/07/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Mariacih|Acessar]]
|}
== Análise de artigo sobre taxar produtos ultraprocessados ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/taxar-ultraprocessados-pode-reduzir-doencas-cronicas-e-mortes-associadas-ao-excesso-de-peso/
|-
! Palavras-chave
| alimentação; ultraprocessados; saúde; doenças; sociedade; economia.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Eduardo Astun de Pádua|Eduardo Astun de Pádua]] ([[Utilizador Discussão:Eduardo Astun de Pádua|discussão]])
|- Eduardo Astun de Pádua
! Data
| 17h14min de 30 de julho de 2026 (UTC)
|- 30/07/2025
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Eduardo Astun de Pádua|Acessar]]
|}
== Análise da pesquisa: "Vírus gigantes modulam a microbiota intestinal" ==
{| class="wikitable"
!
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/virus-gigantes-modulam-a-microbiota-intestinal/)
|-
! Palavras-chave
| (biologia, ecologia, evolução, genética e química)
|-
! Usuário
| maria.eduarda9029
|-
! Data
| 04/08/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/maria.eduarda9029|Acessar]]
|}
hlmlaoh7g3vp9paabjxwgbsp6ufb02o
Problemas conceituais e filosóficos de uma nova mecânica: Bohr, Heisenberg e Einstein
0
26208
184784
180247
2026-08-04T20:52:32Z
Ramos-Lima, Felipe
44535
Adicionando a categoria da programa de pós a partir da atividade de [[Portal:Prosa – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação e Tecnologia Ético-Crítica]] no processo "Projeto - Co-formação Práxis Pesquisa Ético-Crítica".
184784
wikitext
text/x-wiki
Anotações para a produção de ensaio para a disciplina de '''Problemas conceituais e filosóficos de uma nova mecânica: Bohr, Heisenberg e Einstein do Programa de Pós Graduação em Educação Científica e Tecnológica'''.
== Introdução ==
* Justificativa do interesse pelo tema(importância do tema): teletransporte e o problema da medida.
* Separar, recorte que vou realizar e com qual objetivo(intenção): Abordagem conceitual qualitativa, histórica e filosófica.
* Levar a análise.
* (considerações finais)Implicações para o ensino: Colocar em termos de perguntas, questionamentos: Essa reflexão nos levou a vários questionamentos que seriam de interesse particularmente do ensino. Uma série de perguntas que seria do interesse de pessoas/pesquisadores/professores em formação.
== Justificativa ==
O teletransporte da informação sobre um vetor de estado quântico não é tarefa fácil mas a empreitada vale a pena pois nos ajuda a delimitar melhor conceitos como operação, medição, observação e também na compreensão sobre a falta de análogos imediatos para esses fenômenos que acontecem quando estamos trabalhando na escala quântica. As portas quânticas e a sua complexidade não serão aprofundadas aqui, vamos apenas demonstrar algumas nuances em sua aplicação. O enfoque será nas operações entre matrizes que representam as operações empíricas realizadas nos laboratórios e sobre as quais ainda não temos a menor ideia de como são realizadas. Para uma compreensão maior sobre essas operações empíricas precisaríamos de mais tempo e estudo.
== Plano da obra ==
A seguir teremos algumas informações sobre notações corriqueiras e portas lógicas clássicas, isso tudo é para introduzir a linguagem necessária para a compreensão de como o emaranhamento e as operações com as portas lógicas nos qbits realizam/materializaram/configuram o teletransporte de informação de um vetor de estado.
Nesse processo é fundamental entender as operações <math>\operatorname H*{CNOT}</math> e <math>\operatorname {CNOT}*H</math>
== Teletransporte quântico ==
[[Teletransporte quântico|O teletransporte quântico]] é a transferência de um estado quântico à distância. É facilitado pelo emaranhamento entre A, o doador, e B, o receptor deste estado quântico. Este processo se tornou um tópico de pesquisa fundamental para comunicação e computação quântica. Mais recentemente, os cientistas têm testado as suas aplicações na transferência de informação através de fibras ópticas. <ref>{{Citar periódico|título=Deterministic quantum teleportation through fiber channels|url=https://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.aas9401|periódico=Science Advances|data=2018-10-05|issn=2375-2548|pmc=PMC6195333|pmid=30345350|número=10|acessodata=2023-11-14|doi=10.1126/sciadv.aas9401|lingua=en|primeiro=Meiru|ultimo=Huo|primeiro2=Jiliang|ultimo2=Qin|primeiro3=Jialin|ultimo3=Cheng|primeiro4=Zhihui|ultimo4=Yan|primeiro5=Zhongzhong|ultimo5=Qin|primeiro6=Xiaolong|ultimo6=Su|primeiro7=Xiaojun|ultimo7=Jia|primeiro8=Changde|ultimo8=Xie|primeiro9=Kunchi|ultimo9=Peng}}</ref> O processo de teletransporte quântico é definido como o seguinte:
Alice e Bob compartilham um par EPR e cada um pegou um qubit antes de se separarem. Alice deve entregar um qubit de informações para Bob, mas ela não conhece o estado desse qubit e só pode enviar informações clássicas para Bob.
# Alice envia seus qubits através de uma [[Portão NOT controlado|porta CNOT]] .
# Alice então envia o primeiro qubit através de uma [[Portão Hadamard|porta Hadamard]] .
# Alice mede seus qubits, obtendo um dos quatro resultados, e envia essa informação para Bob.
# Dadas as medições de Alice, Bob realiza uma das quatro operações em sua metade do par EPR e recupera o estado quântico original. <ref>NIELSEN, M. A.; CHUANG, I. L. <nowiki>'''</nowiki>Quantum Computation and Quantum Information: 10th Anniversary Edition<nowiki>'''</nowiki>. 10th Anniversary ed. ed. Cambridge ; New York: Cambridge University Press, 2010.</ref>
O seguinte circuito quântico descreve o teletransporte:
[[Ficheiro:Telep.jpg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Telep.jpg|centro|miniaturadaimagem|434x434px|Circuito quântico para teletransportar um qubit]]
==Notações matemáticas corriqueiras==
=== Portas lógicas ===
==== Tipos ====
{|
!
!Tipo
!Símbolo (Norma [[w:ANSI|ANSI]])
!Símbolo (Norma [[w:IEC|IEC]])
![[w:Função_booleana|Função booleana]]
![[w:Tabela_verdade|Tabela verdade]]
|-
|
|'''[[w:Porta_AND|AND]]'''
|[[Ficheiro:AND_ANSI.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:AND_ANSI.svg|128x128px|AND symbol]]
|[[Ficheiro:AND_IEC.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:AND_IEC.svg|128x128px|AND symbol]]
|<math>A \cdot B</math>
|
{| class="wikitable" align="right"
| colspan="2" |'''ENTRADA'''
|'''SAÍDA'''
|- bgcolor="#ddeeff" align="center"
|A
|B
|A AND B
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
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|0
|0
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|0
|1
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|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|1
|0
|0
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|1
|1
|1
|}
|-
|
|'''[[w:Porta_OR|OR]]'''
|[[Ficheiro:OR_ANSI.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:OR_ANSI.svg|128x128px|OR symbol]]
|[[Ficheiro:OR_IEC.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:OR_IEC.svg|128x128px|OR symbol]]
|<math>A+B</math>
|
{| class="wikitable" align="right"
| colspan="2" |'''ENTRADA'''
|'''SAÍDA'''
|- bgcolor="#ddeeff" align="center"
|A
|B
|A OR B
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
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|0
|0
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|0
|1
|1
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|1
|0
|1
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|1
|1
|1
|}
|-
|
|'''[[w:Porta_NOT|NOT]]'''
|[[Ficheiro:NOT_ANSI.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:NOT_ANSI.svg|128x128px|NOT symbol]]
|[[Ficheiro:NOT_IEC.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:NOT_IEC.svg|128x128px|NOT symbol]]
|<math>\overline{A}</math>
|
{| class="wikitable" align="right"
|'''ENTRADA'''
|'''SAÍDA'''
|- bgcolor="#ddeeff" align="center"
|A
|NOT A
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
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|1
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|1
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|}
|-
|
|'''[[w:Porta_NAND|NAND]]'''
|[[Ficheiro:NAND_ANSI.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:NAND_ANSI.svg|128x128px|NAND symbol]]
|[[Ficheiro:NAND_IEC.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:NAND_IEC.svg|128x128px|NAND symbol]]
|<math>\overline{A \cdot B}</math>
|
{| class="wikitable" align="right"
| colspan="2" |'''ENTRADA'''
|'''SAÍDA'''
|- bgcolor="#ddeeff" align="center"
|A
|B
|A NAND B
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|0
|0
|1
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|0
|1
|1
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|1
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|1
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|1
|1
|0
|}
|-
|
|'''[[w:Porta_NOR|NOR]]'''
|[[Ficheiro:NOR_ANSI.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:NOR_ANSI.svg|128x128px|NOR symbol]]
|[[Ficheiro:NOR_IEC.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:NOR_IEC.svg|128x128px|NOR symbol]]
|<math>\overline{A + B}</math>
|
{| class="wikitable" align="right"
| colspan="2" |'''ENTRADA'''
|'''SAÍDA'''
|- bgcolor="#ddeeff" align="center"
|A
|B
|A NOR B
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|0
|0
|1
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|0
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|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|1
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|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|1
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|}
|-
|
|'''[[w:Porta_XOR|XOR]]'''
|[[Ficheiro:XOR_ANSI.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:XOR_ANSI.svg|128x128px|XOR symbol]]
|[[Ficheiro:XOR_IEC.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:XOR_IEC.svg|128x128px|XOR symbol]]
|<math>A \oplus B</math>
|
{| class="wikitable" align="right"
| colspan="2" |'''ENTRADA'''
|'''SAÍDA'''
|- bgcolor="#ddeeff" align="center"
|A
|B
|A XOR B
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|0
|0
|0
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|0
|1
|1
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|1
|0
|1
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|1
|1
|0
|}
|-
|
|'''[[w:Porta_XNOR|XNOR]]'''
|[[Ficheiro:XNOR_ANSI.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:XNOR_ANSI.svg|128x128px|XNOR symbol]]
|[[Ficheiro:XNOR_IEC.svg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:XNOR_IEC.svg|128x128px|XNOR symbol]]
|<math>{A \odot B}</math>
|
{| class="wikitable" align="right"
| colspan="2" |'''ENTRADA'''
|'''SAÍDA'''
|- bgcolor="#ddeeff" align="center"
|A
|B
|A XNOR B
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|0
|0
|1
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|0
|1
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|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|1
|0
|0
|- bgcolor="#ddffdd" align="center"
|1
|1
|1
|}
|}
[[File:Quantum Logic Gates.png|thumb|Portas lógicas quânticas comuns descritas por nome (incluindo abreviação), forma de circuitos e a matriz unitária correspondente.<ref>https://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_logic_gate</ref>|centro|687x687px]]
==== Computação quântica ====
<math display="block">
|00\rangle := \begin{pmatrix} 1 \\ 0 \\ 0 \\ 0 \end{pmatrix};\quad
|01\rangle := \begin{pmatrix} 0 \\ 1 \\ 0 \\ 0 \end{pmatrix};\quad
|10\rangle := \begin{pmatrix} 0 \\ 0 \\ 1 \\ 0 \end{pmatrix};\quad
|11\rangle := \begin{pmatrix} 0 \\ 0 \\ 0 \\ 1 \end{pmatrix}.
</math>
[[Ficheiro:Cnot-compared-to-xor.svg|centro|miniaturadaimagem|Analogia clássica da porta Não controlada.|510x510px]]
<math display="block">
\operatorname{CNOT} :=
\begin{pmatrix}
1 & 0 & 0 & 0 \\
0 & 1 & 0 & 0 \\
0 & 0 & 0 & 1 \\
0 & 0 & 1 & 0
\end{pmatrix}.
</math>
<math display="inline">\operatorname{CNOT}|00\rangle = |00\rangle</math>, <math display="inline">\operatorname{CNOT}|01\rangle = |01\rangle</math>, <math display="inline">\operatorname{CNOT}|10\rangle = |11\rangle</math>, and <math display="inline">\operatorname{CNOT}|11\rangle = |10\rangle</math><ref>https://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_computing</ref>
[[Ficheiro:CNOT-QuantumComputation.png|centro|miniaturadaimagem|Como a porta não-controlado pode ser usada junto da porta Hadamard na computação.|431x431px]]
===Começando a partir de Nielsen===
==== A base computacional ====
Um vetor qualquer pode ser escrito como<math display="inline">
\begin{bmatrix}
\alpha \\
\beta
\end{bmatrix}
</math>
==== Operador X ====
No histórico do desenvolvimento da teoria a porta lógica "Não" ficou conhecida, em sua forma de matrix, como X:
<math display="block">
X \equiv \begin{bmatrix}
0 & 1 \\
1 & 0
\end{bmatrix}
</math>
Quando aplicamos '''X''' em um vetor qualquer do tipo <math display="inline">
\begin{bmatrix}
\alpha \\
\beta
\end{bmatrix}
</math> vamos obter:
'''<math display="block">
X\begin{bmatrix}
\alpha \\
\beta
\end{bmatrix}
=
\begin{bmatrix}
0 & 1 \\
1 & 0
\end{bmatrix} * \begin{bmatrix}
\alpha \\
\beta
\end{bmatrix}
= \begin{bmatrix}
(0*\alpha)+(1*\beta) \\
(1*\alpha)+(0*\beta)
\end{bmatrix}
=
\begin{bmatrix}
\beta \\
\alpha
\end{bmatrix}
</math>'''
==== Operador Z ====
<math display="block">
Z \equiv \begin{bmatrix}
1 & 0 \\
0 & -1
\end{bmatrix}
</math>
Aplicando Z no vetor <math display="inline">
\begin{bmatrix}
\alpha \\
\beta
\end{bmatrix}
</math>:
<math display="block">
Z \begin{bmatrix}
\alpha \\
\beta
\end{bmatrix}
=
\begin{bmatrix}
1 & 0 \\
0 & -1
\end{bmatrix} \begin{bmatrix}
\alpha \\
\beta
\end{bmatrix}
=
\begin{bmatrix}
(1*\alpha)+(0*\beta) \\
(0*\alpha) +(-1*\beta)
\end{bmatrix}
=
\begin{bmatrix}
\alpha \\
-\beta
\end{bmatrix}
</math>
====Definindo o operador ''Hadamard''====
[[Ficheiro:Hadamard gate.svg|miniaturadaimagem|Representação do operador Hadamard.]]
<math display="block">
\operatorname H \equiv {1 \over \sqrt{2}} \begin{bmatrix}
1 & 1 \\
1 & -1
\end{bmatrix}
</math>
Conhecida como "raíz quadrada de NÃO", transforma <math>
|0\rangle </math> em <math>
{(|0\rangle + |1\rangle ) \over \sqrt{2}}
</math>, e transforma <math>
|1\rangle</math> em <math>
{(|0\rangle - |1\rangle ) \over \sqrt{2}}
</math>
Realizando a aplicação de H em <math>
|1\rangle </math>:
<math display="block">
H \begin{bmatrix}
0 \\
1
\end {bmatrix}
=
{1 \over \sqrt{2}} \begin{bmatrix}
1 & 1 \\
1 & -1
\end{bmatrix}
\begin{bmatrix}
0 \\
1
\end {bmatrix}
=
{1 \over \sqrt{2}}\begin{bmatrix}
(1*0 + 1*1) \\
(1*0 -1*1)
\end{bmatrix}
=
{1 \over \sqrt{2}}\begin{bmatrix}
1 \\
-1
\end{bmatrix}
</math>
A forma <math display="inline">
{1 \over \sqrt{2}}\begin{bmatrix}
1 \\
-1
\end{bmatrix}
</math> pode ser reescrita como:
<math display="block">
{\begin{bmatrix}
1 \\
0
\end{bmatrix}
+
\begin{bmatrix}
0 \\
-1
\end{bmatrix} \over \sqrt{2}}
=
{|0\rangle
-
|1\rangle \over \sqrt{2}}
</math>
=== Estados de Bell ===
[[Ficheiro:The Hadamard-CNOT transform on the zero-state.png|miniaturadaimagem|596x596px|Criação do par de Bell a partir de dois estados quânticos isolados, é assim que se emaranha dois estados quânticos.]]
Embora existam muitas maneiras possíveis de criar estados de Bell emaranhados através de [[w:Circuito_Quântico|circuitos quânticos]], a mais simples toma uma base computacional como entrada e contém uma [[w:Portão_Hadamard|porta Hadamard]] e uma [[w:Não_portão|porta CNOT]] (ver imagem). Por exemplo, o circuito quântico ilustrado recebe a entrada de dois qubits <math>|00\rangle</math> e o transforma no primeiro estado de Bell <math>|\Phi^+\rangle.</math> Explicitamente, o portão Hadamard transforma <math>|00\rangle</math> em uma [[w:Sobreposição_quântica|superposição]] de <math>(|0\rangle|0\rangle + |1\rangle|0\rangle) \over \sqrt{2}</math> . Isso atuará então como uma entrada de controle para a porta CNOT, que só inverte o alvo (o segundo qubit) quando o controle (o primeiro qubit) for 1. Assim, a porta CNOT transforma o segundo qubit da seguinte forma <math>\frac{(|00\rangle + |11\rangle)}{\sqrt{2} } = |\Phi^+\rangle</math> .<ref>Traduzido da seção '''"Creating Bell states via quantum circuits'''":https://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Bell_state&oldid=1173070664</ref><ref>Consultando a página 26 de NIELSEN, M. A.; CHUANG, I. L. '''Quantum Computation and Quantum Information: 10th Anniversary Edition'''. 10th Anniversary ed. ed. Cambridge ; New York: Cambridge University Press, 2010.</ref>
Para as quatro entradas básicas de dois qubits, <math>|00\rangle, |01\rangle, |10\rangle, |11\rangle</math>, o circuito gera os quatro estados de campainha ( [[w:Estado_de_Bell|listados acima]] ). Mais geralmente, o circuito transforma a entrada de acordo com a equação <math display="block"> \beta(x,y)\rangle = \left ( \frac{|0,y\rangle + (-1)^x|1,\bar{y}\rangle}{\sqrt{2}} \right )</math>
As operações matriciais:<ref>Seção da en.Wiki: [https://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Quantum_logic_gate&oldid=1183792285 Quantum_logic_gate&oldid=1183792285#The_effect_of_measurement_on_entangled_states]</ref>
:<math>\operatorname{CNOT} (H \otimes I)|00\rangle
= \left(
\begin{bmatrix} 1 & 0 & 0 & 0 \\ 0 & 1 & 0 & 0 \\ 0 & 0 & 0 & 1 \\ 0 & 0 & 1 & 0 \end{bmatrix}
\left(
\frac{1}{\sqrt{2}}
\begin{bmatrix} 1 & 1 \\ 1 & -1 \end{bmatrix}
\otimes
\begin{bmatrix} 1 & 0 \\ 0 & 1 \end{bmatrix}
\right)
\right)
\begin{bmatrix} 1 \\ 0 \\ 0 \\ 0 \end{bmatrix}
= \frac{1}{\sqrt{2}} \begin{bmatrix} 1 \\ 0 \\ 0 \\ 1 \end{bmatrix}
= \frac{|00\rangle + |11\rangle}{\sqrt{2}}</math>
Abrindo as equações:<ref> Ajuda se ler [https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/202489/QSystem_simulador_qu%C3%A2ntico_para_Python.pdf?sequence=1&isAllowed=y p. 24 em diante.]</ref>
<math>\frac{1}{\sqrt{2}} \operatorname H \otimes I =
\frac{1}{\sqrt{2}} \begin{bmatrix} 1 & 1 \\ 1 & -1 \end{bmatrix}
\otimes
\begin{bmatrix} 1 & 0 \\ 0 & 1 \end{bmatrix} =
\frac{1}{\sqrt{2}} \begin{bmatrix} 1 \begin{bmatrix} 1 & 0 \\ 0 & 1 \end{bmatrix}
& 1 \begin{bmatrix} 1 & 0 \\ 0 & 1 \end{bmatrix} \\
1 \begin{bmatrix} 1 & 0 \\ 0 & 1 \end{bmatrix} &
-1 \begin{bmatrix} 1 & 0 \\ 0 & 1 \end{bmatrix}\end{bmatrix} =
\frac{1}{\sqrt{2}} \begin{bmatrix} 1 & 0 & 1 & 0 \\ 0 & 1 & 0 & 1 \\ 1 & 0 & -1 & 0 \\ 0 & 1 & 0 & -1 \end{bmatrix}</math>
<math>\operatorname CNOT
\operatorname ( \frac{1}{\sqrt{2}} H \otimes I) =
\begin{bmatrix} 1 & 0 & 0 & 0 \\ 0 & 1 & 0 & 0 \\ 0 & 0 & 0 & 1 \\ 0 & 0 & 1 & 0 \end{bmatrix}
\frac{1}{\sqrt{2}} \begin{bmatrix} 1 & 0 & 1 & 0 \\ 0 & 1 & 0 & 1 \\ 1 & 0 & -1 & 0 \\ 0 & 1 & 0 & -1 \end{bmatrix}
=
\frac{1}{\sqrt{2}} \begin{bmatrix} 1 & 0 &1 & 0 \\ 0 & 1 & 0 & 1 \\ 0 & 1 & 0 &-1 \\ 1 & 0 & -1 & 0 \end{bmatrix}</math>
<math>\operatorname CNOT \operatorname (\frac{1}{\sqrt{2}} H \otimes I) |00\rangle
=
\frac{1}{\sqrt{2}} \begin{bmatrix} 1 & 0 & 1 & 0 \\ 0 & 1 & 0 & 1 \\ 0 & 1 & 0 &-1 \\ 1 & 0 & -1 & 0 \end{bmatrix}
\begin{bmatrix} 1 \\ 0 \\ 0 \\ 0 \end{bmatrix}
=
\frac{1}{\sqrt{2}} \begin{bmatrix} 1 \\ 0 \\ 0 \\ 1 \end{bmatrix} </math>
<math>\operatorname CNOT \operatorname (\frac{1}{\sqrt{2}} H \otimes I) |00\rangle
= \frac{1}{\sqrt{2}} (|00\rangle + |11\rangle) </math>
====Postulado da Medição====
As medidas quânticas são descritas por operadores de medida {'''M<math>_m</math>'''}. São operadores que atuam sobre o espaço de estados do sistema. Os índices <math>m</math> se referem aos possíveis resultados da medida. Se o estado de um sistema quântico for <math> |\psi\rangle</math> imediatamente antes da medida, a probabilidade de um resultado <math>m</math> ocorrer é dada por:
<math display=block>p(m)=\langle\psi|M^\dagger _m M_m |\psi\rangle</math>
.
====Compare o circuito de criação e o circuito do teletransporte====
[[Ficheiro:Telep.jpg|ligação=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Telep.jpg|miniaturadaimagem|407x407px|Circuito quântico para teletransportar um qubit <math display="inline">|\psi \rangle </math>.]]
[[Ficheiro:The_Hadamard-CNOT_transform_on_the_zero-state.png|esquerda|miniaturadaimagem|425x425px|Criação do par de Bell a partir de dois estados quânticos isolados, é assim que se emaranha dois estados quânticos.]]
=== Compreendendo o teletransporte<ref>Retirado de https://www.ryanlarose.com/uploads/1/1/5/8/115879647/quic02.pdf</ref> ===
Queremos enviar <math display="inline">|\psi \rangle </math>, dado por:
<math>|\psi \rangle =\alpha |0\rangle +\beta |1 \rangle
</math>
Nosso problema consiste então em:
<math display="inline">|\psi_{0} \rangle =\frac{1}{\sqrt{2}}|\psi\rangle\otimes (|00\rangle + |11\rangle) </math>
Abrindo a expressão:
<math display="inline">|\psi_{0} \rangle =\frac{1}{\sqrt{2}} (\alpha |0\rangle +\beta |1 \rangle)\otimes
(|00\rangle + |11\rangle)
=\frac{1}{\sqrt{2}} (\alpha |000\rangle + \alpha |011\rangle + \beta |100\rangle + \beta |111\rangle) </math>
Aplicando o operador CNOT em <math display="inline">|\psi_{0} \rangle </math> no dois primeiros qubits para obter <math display="inline">|\psi_{1}\rangle </math>:
<math display="inline">|\psi_{1}\rangle=
\frac{1}{\sqrt{2}} (\alpha |000\rangle + \alpha |011\rangle + \beta|110\rangle + \beta |101\rangle) </math>
Aplicando o operador Hadamard no 1º qubit para obtermos <math display="inline">|\psi_{2}\rangle </math>
<math display="inline">|\psi_{2}\rangle=
\frac{1}{2} (\alpha |000\rangle + \alpha |100\rangle+ \alpha |011\rangle+ \alpha |111\rangle
+ \beta|010\rangle- \beta|110 \rangle - \beta |101\rangle)- \beta|001\rangle) </math>
Ao evidenciarmos os dois primeiros qubtis de alice temos:
<math display="inline">|\psi_{2}\rangle=
\frac{1}{2} ( |00\rangle (\alpha |0\rangle+ \beta|1\rangle)+|01\rangle(\alpha|1\rangle+\beta|0\rangle)
+|10\rangle(\alpha|0\rangle-\beta|1\rangle)+|11\rangle(\alpha|1\rangle-\beta|0\rangle) </math>
Agora fica evidente que dependendo da medida que Alice fizer em seus dois qubits o estado final do qubit de Bob está configurado. Essa medida de Alice vai configurar o <math display="inline">|\psi_{3}\rangle </math>. Ela então precisará de um canal clássico para informar Bob dos resultados de suas medidas.
# Ela mediu <math display="inline">|00\rangle </math> então ela informa Bob que ele está de posse do estado enviado.
# Ela mediu <math display="inline">|01\rangle </math> então ela informa Bob que realize uma operação de negação do seu qubit, isto é, aplique um operador X.
# Ela mediu <math display="inline">|10\rangle </math> então ela informa Bob que precisa apenas trocar o sinal da segunda parcela do qubit, isto é, aplicar um operador Z.
# Ela mediu <math display="inline">|11\rangle </math> então ela informa Bob que precisa além de negar o qubit, também é necessário trocar o sinal da segunda parcela, ou seja, é necessário aplicar o operador X e depois o operador Z.
Assim é possível realizar o teletransporte de um estado de Alice para Bob e não estamos dependendo da distância entre eles. Ainda assim é necessário um canal clássico de comunicação para informar os resultados das medidas de forma a manipular o estado do qubit que recebe a informação.
=== Perguntas ===
# Uma partícula só pode formar 1 Qbit?
# Não entendo como a não localidade aparece no emaranhamento, como pode que eu interajo com um componente e a ação se dá no outro?
{{Referências}}
[[Categoria:Prosa – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação e Tecnologia Ético-Crítica]]
[[Categoria:Programa de pós-graduação em Educação Científica e Tecnológica]]
m88hl9hx4tao8pq5isg9rht3c138vz3
CCT-UFCA/Engenharia Civil
0
28281
184787
184765
2026-08-05T01:10:02Z
João Mendes B
44347
184787
wikitext
text/x-wiki
== Engenharia Civil ==
Profissionais de '''Engenharia Civil''' devem ser capazes de projetar, gerenciar e executar obras e construções, considerando fatores socioambientais – como insolação, ventilação local, tipo de solo, história e impacto econômico. Além de atuar no desenvolvimento de projetos estruturais e na criação de edificações, eles podem trabalhar com inspeção e fiscalização de obras, perícia, saneamento e transportes. Em constante desenvolvimento, o mercado da construção civil é um ramo repleto de oportunidades.
O curso de Graduação em Engenharia Civil é presencial e funciona no período diurno, sendo sábado também considerado dia letivo. Ele tem duração de 5 (cinco) anos, equivalentes a 10 (dez) semestres, com tempo máximo de integralização de nove anos, ou dezoito semestres, perfazendo uma carga horária total de 3.888h (três mil e oitocentos e oitenta e oito horas), constituída por disciplinas obrigatórias, optativas, optativas livres, atividades complementares, atividades de extensão, atividades de estágio e atividades de trabalho de conclusão de curso. O número de vagas ofertado anualmente é de 100 (cem), com ingresso por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), instituída pela Portaria Normativa nº 21, de 05/11/212 (Dispõe sobre o Sistema de Seleção Unificada – Sisu).
== Histórico do Curso ==
O Curso de Graduação em Engenharia Civil foi criado por meio da Resolução nº. 05/CEPE/UFC, de 03/02/2006 que aprovou o projeto de criação do Curso de Graduação em Engenharia Civil – Campus da UFC, no Cariri. Referido reconhecimento se deu pela publicação da Portaria SERES/MEC Nº 576, de 02/10/2014 (D.O.U. 3/10/14), fruto das ações de expansão da UFC para municípios localizados fora da Região Metropolitana de Fortaleza. O primeiro PPC – Projeto Pedagógico do Curso foi elaborado em consonância com os parâmetros estabelecidos na Lei nº 9.394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), art. 12, com o Regimento Geral Geral da Universidade Federal do Ceará – UFC (aprovado pelo Parecer CNE nº 218/82, de 04/05/1982. Documenta no 258, p. 58 e atualizações) e com o Estatuto da Universidade Federal do Ceará – UFC (Portaria MEC nº 592, de 23/03/1999, D.O.U. de 26/03/99 e atualizações).
== Integração Curricular do Curso ==
{| class="wikitable"
|+
! colspan="11" |1º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0079
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Engenharia Civil|Introdução à Engenharia Civil]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|CAR0008
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo I|Cálculo I]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|CAR0001 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Diferencial e Integral I|CC0002]] OU MC0001
|6
|96
|0
|96
|-
|CAR(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Álgebra Vetorial e Geometria Analítica|Álgebra Vetorial e Geometria Analítica]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|CAR0009
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0088
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Química Geral para Engenharias|Química Geral para Engenharias]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
|ECI0089
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0089
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Laboratório de Química Geral para Engenharias|Laboratório de Química Geral para Engenharias]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
|ECI0088
| -
|2
|0
|32
|32
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|16
|233
|32
|256
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |2º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|CAR0002
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Física Fundamental I|Física Fundamental I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008 E CAR0009
| -
|CC0008 OU MC0009
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0078
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Física Experimental para Engenharia|Física Experimental para Engenharia]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008
| -
|EM0048
|2
|0
|32
|32
|-
|CAR0011
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo II|Cálculo II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008
| -
|[[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Diferencial e Integral II|CC0007]] OU MC0005
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0002
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Álgebra Linear|Álgebra Linear]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR(NOVO) Álgebra vetorial e geometria analítica
| -
|EM0010 OU CC0009 OU MC0006
|4
|64
|0
|64
|-
|CAR0003
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Probabilidade e Estatística|Probabilidade e Estatística]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008
| -
|[[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Probabilidade e Estatística|CC0010]] OU MC0007
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0009
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Desenho para a Engenharia|Desenho para a Engenharia]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|EM0002
|4
|0
|64
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|256
|96
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |3º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0025
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Física Fundamental II|Física Fundamental II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0002 E CAR0011
| -
|ECI0097 OU EM0015
|4
|64
|0
|64
|-
|CAR0012
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo III|Cálculo III]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0011 E ECI0002
| -
|[[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Vetorial|CC0013]] OU MC0011
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0098
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica para Engenharia Civil I|Mecânica para Engenharia Civil I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0002
| -
|ECI0013 OU EM0017
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0099
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Programação|Introdução à Programação]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|ECI0007 OU EM0006 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Introdução à Programação|CC0001]] OU MC0004
|4
|16
|48
|64
|-
|CAR(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Equações diferenciais ordinárias|Equações diferenciais ordinárias]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0011
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0100
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Topografia|Topografia]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0009
| -
|ECI0012
|4
|32
|32
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|272
|80
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |4º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0080
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo Numérico|Cálculo Numérico]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(CAR(NOVO) Equações diferenciais ordinárias E ECI0099 ) OU (ECI0007 E ECI0015)
| -
|EM0014 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Numérico|CC0018]] OU MC0014
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0011
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Eletromagnetismo|Eletromagnetismo]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0012 E (ECI0025 OU ECI0097)
| -
|ECI0101 OU EM0020 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Fundamentos de Eletromagnetismo|CC0014]] OU MC0010
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0016
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Fundamentos da Economia|Fundamentos da Economia]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|EM0031 OU ECI0102
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0103
|Mecânica das Estruturas
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0013 OU [[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica para Engenharia Civil I|ECI0098]]
| -
|ECI0017
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0023
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica dos Fluidos|Mecânica dos Fluidos]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(CAR0012 E [[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica para Engenharia Civil I|ECI0098]]) OU (ECI0013 E CAR0005)
| -
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0104
|<nowiki>[[Materiais de Construção Civil I]]</nowiki>
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0079 E ECI0088 E ECI0089
| -
|ECI0014
|4
|48
|16
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|320
|32
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |5º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0105
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Materiais de Construção Civil II|Materiais de Construção Civil II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0014 ou ECI0104
|
|ECI0018
|4
|3
|1
|64
|-
|ECI0028
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Resistência dos Materiais II|Resistência dos Materiais I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0017 ou ECI0103
|
|EM0023
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0021
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Fundamentos da Administração|Fundamentos da Administração]]
|Disciplina
|Obrigatório
|
|
|EM0029
|2
|2
|0
|32
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Hidráulica Aplicada|Hidráulica Aplicada]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0023
|
|ECI0032
|4
|3
|1
|64
|-
|ECI0031
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica dos Solos I|Mecânica dos Solos I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0013 ou ECI0098
|
|
|4
|3
|1
|64
|-
|ECI0106
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Análise e Planejamento de Sistema de Transportes|Análise e Planejamento de Sistema de Transportes]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0020 e ECI0021) ou;
(CAR0003 e ECI0102) ou; (CAR0003 e ECI0016)
|
|ECI0030
|4
|4
|0
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|19
|3
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |6º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0107
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção de Edifícios I|Projeto e Construção de Edifícios I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0012 E ECI0018 E ECI0022) OU (ECI0100 E ECI0105
| -
|ECI0029
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0034
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/CCT-UFCA/Engenharia Civil|Resistência dos Materiais II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0028
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0036
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção da infraestrutura|Projeto e Construção da Infraestrutura Viária]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0012 OU ECI0100) E (ECI0030 OU ECI0106)
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0037
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica dos Solos II|Mecânica dos Solos II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0031
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0044
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/hidrologia|Hidrologia]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(CAR0003) E
ECI(NOVO)Hidráulica
Aplicada
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0045
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Higiene e Segurança do Trabalho|Higiene e Segurança do Trabalho]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0105
|
|EM0013
|2
|2
|
|32
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|22
|0
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |7º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0109
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção de Edifícios II|Projeto e Construção de Edifícios II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0029 OU ECI0107)
| -
|ECI0035
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0090
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Saneamento I|Saneamento I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0088 E ECI0089 E ECI(NOVO) Hidráulica Aplicada) OU (ECI0020 E ECI0032)
| -
|ECI0043
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção da Superestrutura Viária|Projeto e Construção da Superestrutura Viária]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0036
| -
|ECI0042 OU ECI0110
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Fundações|Fundações]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0037
| -
|ECI0060 OU ECI0111
|3
|48
|0
|48
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Análise de Estruturas|Análise de Estruturas]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0034
| -
|(ECI0039 E ECI0046) OU (ECI0112 E ECI0114)
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0113
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Concreto I|Estruturas de Concreto I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0034
| -
|ECI0040
|4
|64
|0
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|23
|336
|32
|368
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |8º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0087
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Metodologia Científica|Introdução à Metodologia Científica]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0107)
|
|ECI0061
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0117
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Concreto II|Estruturas de Concreto II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|( ECI0039 E ECI0040) OU (ECI0112 E ECI0113) OU (ECI0113 E ECI(NOVO)Análise de Estruturas)
|
|ECI0047
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0118
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Aço I|Estruturas de Aço I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|( ECI0039 OU ECI0112 OU ECI(NOVO)Analise de Estruturas)
|
|ECI0048
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0091
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Saneamento II|Saneamento II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0043 OU ECI0090)
|
|ECI0051
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0050
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Operação de Sistemas de Transportes|Operação de Sistemas de Transportes]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0042 OU ECI0110 OU ECI(NOVO) Projeto e Construção da Superestrutura Viária
|
|ECI0119
|3
|48
|0
|48
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Instalações Elétricas|Instalações Elétricas]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0011 OU ECI0101) E ECI0109
|
|(ECI0022 OU EM0028 OU ECI0115)
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Instalações Hidrossanitárias|Instalações Hidrossanitárias]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0032 OU ECI(NOVO)Hidráulica Aplicada) E (ECI0109)
|
|ECI0038 OU ECI0116
|3
|48
|0
|48
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|240
|208
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |9º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0053
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estágio Supervisionado|Estágio Supervisionado]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
| -
|10
|0
|160
|160
|-
|ECI0054
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto de Graduação I|Projeto de Graduação I]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0120
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Pontes I|Pontes I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0039 E ECI0040) OU (ECI0117)
| -
|ECI0049
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0092
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Sistema e Adequação Ambiental|Sistema e Adequação Ambiental]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0091
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0041
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Gerenciamento na Construção Civil I|Gerenciamento na Construção Civil I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0021 E ECI0033 E ECI0035) OU (ECI0109)
| -
|ECI0041 OU ECI0121
|3
|48
|0
|48
|-
|ECI0122
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Barragens de Terra|Barragens de Terra]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0020 E ECI0037 E ECI0044) OU (ECI0037 E ECI0044 E ECI0100)
| -
|ECI0052
|4
|64
|0
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|25
|240
|160
|400
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |10º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0055
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto de Graduação II|Projeto de Graduação II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0054
| -
|ECI0132
|2
|32
|0
|32
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|2
|32
|0
|32
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |Optativas
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0093
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Métodos numéricos para equações diferenciais|Métodos numéricos para equações diferenciais]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0080 Cálculo Numérico, CAR0012 Cálculo III
| -
| -
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0082
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Transferência de Calor|Transferência de Calor]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0023 - Mecânica dos Fluidos
| -
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0125
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Hidráulica de Canais|Hidráulica de Canais]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0023 - Mecânica dos Fluidos
| -
|ECI0065 - Hidráulica de Canais
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0127
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Drenagem Urbana|Drenagem Urbana]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0044 - Hidrologia
| -
|ECI0070 - Drenagem Urbana
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0081
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/ÁGUA SUBTERRÂNEA|ÁGUA SUBTERRÂNEA]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0044 – Hidrologia
| -
|ECI0041 OU ECI0121
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Alvenaria Estrutural|Alvenaria Estrutural]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto II
| -
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto Estrutural de Edifícios de Concreto|Projeto Estrutural de Edifícios de Concreto]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto II
|
|
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Madeira|Estruturas de Madeira]]
|Disciplina
|Optativa
|Resistência dos Materiais II
|
|
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0129
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Concreto Protendido|Estruturas de Concreto Protendido]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto I
|
|ECI0068
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estrutura de Fundação|Estrutura de Fundação]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto II
|
|
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0094
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Ensaios de Solos e Instrumentação|Ensaios de Solos e Instrumentação]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0037: Mecânica dos Solos II
|
|
|4
|0
|64
|64
|-
|ECI0133
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Geologia|Introdução à Geologia]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0100 - Topografia
|
|
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0128
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Riscos Ambientais Urbanos|Riscos Ambientais Urbanos]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0037 - Mecânica dos Solos II
|
|
|4
|48
|16
|64
|-
|
|
|Disciplina
|Optativa
|
|
|
|
|
|
|
|-
|
|
|Disciplina
|Optativa
|
|
|
|
|
|
|
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|24
|342
|48
|390
|}
== Referências Bibliográficas ==
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184788
184787
2026-08-05T01:11:43Z
João Mendes B
44347
184788
wikitext
text/x-wiki
== Engenharia Civil ==
Profissionais de '''Engenharia Civil''' devem ser capazes de projetar, gerenciar e executar obras e construções, considerando fatores socioambientais – como insolação, ventilação local, tipo de solo, história e impacto econômico. Além de atuar no desenvolvimento de projetos estruturais e na criação de edificações, eles podem trabalhar com inspeção e fiscalização de obras, perícia, saneamento e transportes. Em constante desenvolvimento, o mercado da construção civil é um ramo repleto de oportunidades.
O curso de Graduação em Engenharia Civil é presencial e funciona no período diurno, sendo sábado também considerado dia letivo. Ele tem duração de 5 (cinco) anos, equivalentes a 10 (dez) semestres, com tempo máximo de integralização de nove anos, ou dezoito semestres, perfazendo uma carga horária total de 3.888h (três mil e oitocentos e oitenta e oito horas), constituída por disciplinas obrigatórias, optativas, optativas livres, atividades complementares, atividades de extensão, atividades de estágio e atividades de trabalho de conclusão de curso. O número de vagas ofertado anualmente é de 100 (cem), com ingresso por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), instituída pela Portaria Normativa nº 21, de 05/11/212 (Dispõe sobre o Sistema de Seleção Unificada – Sisu).
== Histórico do Curso ==
O Curso de Graduação em Engenharia Civil foi criado por meio da Resolução nº. 05/CEPE/UFC, de 03/02/2006 que aprovou o projeto de criação do Curso de Graduação em Engenharia Civil – Campus da UFC, no Cariri. Referido reconhecimento se deu pela publicação da Portaria SERES/MEC Nº 576, de 02/10/2014 (D.O.U. 3/10/14), fruto das ações de expansão da UFC para municípios localizados fora da Região Metropolitana de Fortaleza. O primeiro PPC – Projeto Pedagógico do Curso foi elaborado em consonância com os parâmetros estabelecidos na Lei nº 9.394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), art. 12, com o Regimento Geral Geral da Universidade Federal do Ceará – UFC (aprovado pelo Parecer CNE nº 218/82, de 04/05/1982. Documenta no 258, p. 58 e atualizações) e com o Estatuto da Universidade Federal do Ceará – UFC (Portaria MEC nº 592, de 23/03/1999, D.O.U. de 26/03/99 e atualizações).
== Integração Curricular do Curso ==
{| class="wikitable"
|+
! colspan="11" |1º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0079
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Engenharia Civil|Introdução à Engenharia Civil]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|CAR0008
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo I|Cálculo I]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|CAR0001 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Diferencial e Integral I|CC0002]] OU MC0001
|6
|96
|0
|96
|-
|CAR(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Álgebra Vetorial e Geometria Analítica|Álgebra Vetorial e Geometria Analítica]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|CAR0009
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0088
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Química Geral para Engenharias|Química Geral para Engenharias]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
|ECI0089
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0089
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Laboratório de Química Geral para Engenharias|Laboratório de Química Geral para Engenharias]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
|ECI0088
| -
|2
|0
|32
|32
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|16
|233
|32
|256
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |2º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|CAR0002
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Física Fundamental I|Física Fundamental I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008 E CAR0009
| -
|CC0008 OU MC0009
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0078
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Física Experimental para Engenharia|Física Experimental para Engenharia]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008
| -
|EM0048
|2
|0
|32
|32
|-
|CAR0011
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo II|Cálculo II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008
| -
|[[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Diferencial e Integral II|CC0007]] OU MC0005
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0002
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Álgebra Linear|Álgebra Linear]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR(NOVO) Álgebra vetorial e geometria analítica
| -
|EM0010 OU CC0009 OU MC0006
|4
|64
|0
|64
|-
|CAR0003
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Probabilidade e Estatística|Probabilidade e Estatística]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008
| -
|[[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Probabilidade e Estatística|CC0010]] OU MC0007
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0009
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Desenho para a Engenharia|Desenho para a Engenharia]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|EM0002
|4
|0
|64
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|256
|96
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |3º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0025
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Física Fundamental II|Física Fundamental II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0002 E CAR0011
| -
|ECI0097 OU EM0015
|4
|64
|0
|64
|-
|CAR0012
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo III|Cálculo III]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0011 E ECI0002
| -
|[[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Vetorial|CC0013]] OU MC0011
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0098
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica para Engenharia Civil I|Mecânica para Engenharia Civil I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0002
| -
|ECI0013 OU EM0017
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0099
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Programação|Introdução à Programação]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|ECI0007 OU EM0006 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Introdução à Programação|CC0001]] OU MC0004
|4
|16
|48
|64
|-
|CAR(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Equações diferenciais ordinárias|Equações diferenciais ordinárias]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0011
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0100
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Topografia|Topografia]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0009
| -
|ECI0012
|4
|32
|32
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|272
|80
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |4º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0080
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo Numérico|Cálculo Numérico]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(CAR(NOVO) Equações diferenciais ordinárias E ECI0099 ) OU (ECI0007 E ECI0015)
| -
|EM0014 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Numérico|CC0018]] OU MC0014
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0011
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Eletromagnetismo|Eletromagnetismo]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0012 E (ECI0025 OU ECI0097)
| -
|ECI0101 OU EM0020 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Fundamentos de Eletromagnetismo|CC0014]] OU MC0010
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0016
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Fundamentos da Economia|Fundamentos da Economia]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|EM0031 OU ECI0102
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0103
|Mecânica das Estruturas
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0013 OU [[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica para Engenharia Civil I|ECI0098]]
| -
|ECI0017
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0023
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica dos Fluidos|Mecânica dos Fluidos]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(CAR0012 E [[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica para Engenharia Civil I|ECI0098]]) OU (ECI0013 E CAR0005)
| -
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0104
|[[Materiais de contrução civil I/Índice|Materiais de Construção Civil I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0079 E ECI0088 E ECI0089
| -
|ECI0014
|4
|48
|16
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|320
|32
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |5º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0105
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Materiais de Construção Civil II|Materiais de Construção Civil II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0014 ou ECI0104
|
|ECI0018
|4
|3
|1
|64
|-
|ECI0028
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Resistência dos Materiais II|Resistência dos Materiais I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0017 ou ECI0103
|
|EM0023
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0021
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Fundamentos da Administração|Fundamentos da Administração]]
|Disciplina
|Obrigatório
|
|
|EM0029
|2
|2
|0
|32
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Hidráulica Aplicada|Hidráulica Aplicada]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0023
|
|ECI0032
|4
|3
|1
|64
|-
|ECI0031
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica dos Solos I|Mecânica dos Solos I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0013 ou ECI0098
|
|
|4
|3
|1
|64
|-
|ECI0106
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Análise e Planejamento de Sistema de Transportes|Análise e Planejamento de Sistema de Transportes]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0020 e ECI0021) ou;
(CAR0003 e ECI0102) ou; (CAR0003 e ECI0016)
|
|ECI0030
|4
|4
|0
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|19
|3
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |6º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0107
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção de Edifícios I|Projeto e Construção de Edifícios I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0012 E ECI0018 E ECI0022) OU (ECI0100 E ECI0105
| -
|ECI0029
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0034
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/CCT-UFCA/Engenharia Civil|Resistência dos Materiais II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0028
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0036
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção da infraestrutura|Projeto e Construção da Infraestrutura Viária]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0012 OU ECI0100) E (ECI0030 OU ECI0106)
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0037
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica dos Solos II|Mecânica dos Solos II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0031
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0044
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/hidrologia|Hidrologia]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(CAR0003) E
ECI(NOVO)Hidráulica
Aplicada
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0045
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Higiene e Segurança do Trabalho|Higiene e Segurança do Trabalho]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0105
|
|EM0013
|2
|2
|
|32
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|22
|0
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |7º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0109
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção de Edifícios II|Projeto e Construção de Edifícios II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0029 OU ECI0107)
| -
|ECI0035
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0090
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Saneamento I|Saneamento I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0088 E ECI0089 E ECI(NOVO) Hidráulica Aplicada) OU (ECI0020 E ECI0032)
| -
|ECI0043
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção da Superestrutura Viária|Projeto e Construção da Superestrutura Viária]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0036
| -
|ECI0042 OU ECI0110
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Fundações|Fundações]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0037
| -
|ECI0060 OU ECI0111
|3
|48
|0
|48
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Análise de Estruturas|Análise de Estruturas]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0034
| -
|(ECI0039 E ECI0046) OU (ECI0112 E ECI0114)
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0113
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Concreto I|Estruturas de Concreto I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0034
| -
|ECI0040
|4
|64
|0
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|23
|336
|32
|368
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |8º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0087
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Metodologia Científica|Introdução à Metodologia Científica]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0107)
|
|ECI0061
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0117
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Concreto II|Estruturas de Concreto II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|( ECI0039 E ECI0040) OU (ECI0112 E ECI0113) OU (ECI0113 E ECI(NOVO)Análise de Estruturas)
|
|ECI0047
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0118
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Aço I|Estruturas de Aço I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|( ECI0039 OU ECI0112 OU ECI(NOVO)Analise de Estruturas)
|
|ECI0048
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0091
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Saneamento II|Saneamento II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0043 OU ECI0090)
|
|ECI0051
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0050
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Operação de Sistemas de Transportes|Operação de Sistemas de Transportes]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0042 OU ECI0110 OU ECI(NOVO) Projeto e Construção da Superestrutura Viária
|
|ECI0119
|3
|48
|0
|48
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Instalações Elétricas|Instalações Elétricas]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0011 OU ECI0101) E ECI0109
|
|(ECI0022 OU EM0028 OU ECI0115)
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Instalações Hidrossanitárias|Instalações Hidrossanitárias]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0032 OU ECI(NOVO)Hidráulica Aplicada) E (ECI0109)
|
|ECI0038 OU ECI0116
|3
|48
|0
|48
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|240
|208
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |9º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0053
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estágio Supervisionado|Estágio Supervisionado]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
| -
|10
|0
|160
|160
|-
|ECI0054
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto de Graduação I|Projeto de Graduação I]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0120
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Pontes I|Pontes I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0039 E ECI0040) OU (ECI0117)
| -
|ECI0049
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0092
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Sistema e Adequação Ambiental|Sistema e Adequação Ambiental]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0091
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0041
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Gerenciamento na Construção Civil I|Gerenciamento na Construção Civil I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0021 E ECI0033 E ECI0035) OU (ECI0109)
| -
|ECI0041 OU ECI0121
|3
|48
|0
|48
|-
|ECI0122
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Barragens de Terra|Barragens de Terra]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0020 E ECI0037 E ECI0044) OU (ECI0037 E ECI0044 E ECI0100)
| -
|ECI0052
|4
|64
|0
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|25
|240
|160
|400
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |10º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0055
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto de Graduação II|Projeto de Graduação II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0054
| -
|ECI0132
|2
|32
|0
|32
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|2
|32
|0
|32
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |Optativas
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0093
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Métodos numéricos para equações diferenciais|Métodos numéricos para equações diferenciais]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0080 Cálculo Numérico, CAR0012 Cálculo III
| -
| -
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0082
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Transferência de Calor|Transferência de Calor]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0023 - Mecânica dos Fluidos
| -
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0125
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Hidráulica de Canais|Hidráulica de Canais]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0023 - Mecânica dos Fluidos
| -
|ECI0065 - Hidráulica de Canais
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0127
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Drenagem Urbana|Drenagem Urbana]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0044 - Hidrologia
| -
|ECI0070 - Drenagem Urbana
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0081
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/ÁGUA SUBTERRÂNEA|ÁGUA SUBTERRÂNEA]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0044 – Hidrologia
| -
|ECI0041 OU ECI0121
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Alvenaria Estrutural|Alvenaria Estrutural]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto II
| -
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto Estrutural de Edifícios de Concreto|Projeto Estrutural de Edifícios de Concreto]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto II
|
|
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Madeira|Estruturas de Madeira]]
|Disciplina
|Optativa
|Resistência dos Materiais II
|
|
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0129
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Concreto Protendido|Estruturas de Concreto Protendido]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto I
|
|ECI0068
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estrutura de Fundação|Estrutura de Fundação]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto II
|
|
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0094
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Ensaios de Solos e Instrumentação|Ensaios de Solos e Instrumentação]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0037: Mecânica dos Solos II
|
|
|4
|0
|64
|64
|-
|ECI0133
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Geologia|Introdução à Geologia]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0100 - Topografia
|
|
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0128
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Riscos Ambientais Urbanos|Riscos Ambientais Urbanos]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0037 - Mecânica dos Solos II
|
|
|4
|48
|16
|64
|-
|
|
|Disciplina
|Optativa
|
|
|
|
|
|
|
|-
|
|
|Disciplina
|Optativa
|
|
|
|
|
|
|
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|24
|342
|48
|390
|}
== Referências Bibliográficas ==
Preciso adicionar as referências...
54xecr027m9xwidmnaylbkol1iowfs3
184790
184788
2026-08-05T01:16:01Z
João Mendes B
44347
184790
wikitext
text/x-wiki
== Engenharia Civil ==
Profissionais de '''Engenharia Civil''' devem ser capazes de projetar, gerenciar e executar obras e construções, considerando fatores socioambientais – como insolação, ventilação local, tipo de solo, história e impacto econômico. Além de atuar no desenvolvimento de projetos estruturais e na criação de edificações, eles podem trabalhar com inspeção e fiscalização de obras, perícia, saneamento e transportes. Em constante desenvolvimento, o mercado da construção civil é um ramo repleto de oportunidades.
O curso de Graduação em Engenharia Civil é presencial e funciona no período diurno, sendo sábado também considerado dia letivo. Ele tem duração de 5 (cinco) anos, equivalentes a 10 (dez) semestres, com tempo máximo de integralização de nove anos, ou dezoito semestres, perfazendo uma carga horária total de 3.888h (três mil e oitocentos e oitenta e oito horas), constituída por disciplinas obrigatórias, optativas, optativas livres, atividades complementares, atividades de extensão, atividades de estágio e atividades de trabalho de conclusão de curso. O número de vagas ofertado anualmente é de 100 (cem), com ingresso por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), instituída pela Portaria Normativa nº 21, de 05/11/212 (Dispõe sobre o Sistema de Seleção Unificada – Sisu).
== Histórico do Curso ==
O Curso de Graduação em Engenharia Civil foi criado por meio da Resolução nº. 05/CEPE/UFC, de 03/02/2006 que aprovou o projeto de criação do Curso de Graduação em Engenharia Civil – Campus da UFC, no Cariri. Referido reconhecimento se deu pela publicação da Portaria SERES/MEC Nº 576, de 02/10/2014 (D.O.U. 3/10/14), fruto das ações de expansão da UFC para municípios localizados fora da Região Metropolitana de Fortaleza. O primeiro PPC – Projeto Pedagógico do Curso foi elaborado em consonância com os parâmetros estabelecidos na Lei nº 9.394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), art. 12, com o Regimento Geral Geral da Universidade Federal do Ceará – UFC (aprovado pelo Parecer CNE nº 218/82, de 04/05/1982. Documenta no 258, p. 58 e atualizações) e com o Estatuto da Universidade Federal do Ceará – UFC (Portaria MEC nº 592, de 23/03/1999, D.O.U. de 26/03/99 e atualizações).
== Integração Curricular do Curso ==
{| class="wikitable"
|+
! colspan="11" |1º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0079
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Engenharia Civil|Introdução à Engenharia Civil]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|CAR0008
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo I|Cálculo I]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|CAR0001 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Diferencial e Integral I|CC0002]] OU MC0001
|6
|96
|0
|96
|-
|CAR(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Álgebra Vetorial e Geometria Analítica|Álgebra Vetorial e Geometria Analítica]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|CAR0009
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0088
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Química Geral para Engenharias|Química Geral para Engenharias]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
|ECI0089
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0089
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Laboratório de Química Geral para Engenharias|Laboratório de Química Geral para Engenharias]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
|ECI0088
| -
|2
|0
|32
|32
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|16
|233
|32
|256
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |2º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|CAR0002
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Física Fundamental I|Física Fundamental I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008 E CAR0009
| -
|CC0008 OU MC0009
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0078
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Física Experimental para Engenharia|Física Experimental para Engenharia]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008
| -
|EM0048
|2
|0
|32
|32
|-
|CAR0011
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo II|Cálculo II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008
| -
|[[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Diferencial e Integral II|CC0007]] OU MC0005
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0002
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Álgebra Linear|Álgebra Linear]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR(NOVO) Álgebra vetorial e geometria analítica
| -
|EM0010 OU CC0009 OU MC0006
|4
|64
|0
|64
|-
|CAR0003
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Probabilidade e Estatística|Probabilidade e Estatística]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0008
| -
|[[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Probabilidade e Estatística|CC0010]] OU MC0007
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0009
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Desenho para a Engenharia|Desenho para a Engenharia]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|EM0002
|4
|0
|64
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|256
|96
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |3º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0025
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Física Fundamental II|Física Fundamental II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0002 E CAR0011
| -
|ECI0097 OU EM0015
|4
|64
|0
|64
|-
|CAR0012
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo III|Cálculo III]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0011 E ECI0002
| -
|[[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Vetorial|CC0013]] OU MC0011
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0098
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica para Engenharia Civil I|Mecânica para Engenharia Civil I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0002
| -
|ECI0013 OU EM0017
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0099
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Programação|Introdução à Programação]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|ECI0007 OU EM0006 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Introdução à Programação|CC0001]] OU MC0004
|4
|16
|48
|64
|-
|CAR(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Equações diferenciais ordinárias|Equações diferenciais ordinárias]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0011
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0100
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Topografia|Topografia]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0009
| -
|ECI0012
|4
|32
|32
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|272
|80
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |4º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0080
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Cálculo Numérico|Cálculo Numérico]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(CAR(NOVO) Equações diferenciais ordinárias E ECI0099 ) OU (ECI0007 E ECI0015)
| -
|EM0014 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Cálculo Numérico|CC0018]] OU MC0014
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0011
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Eletromagnetismo|Eletromagnetismo]]
|Disciplina
|Obrigatório
|CAR0012 E (ECI0025 OU ECI0097)
| -
|ECI0101 OU EM0020 OU [[CCT-UFCA/Ciência da Computação/Fundamentos de Eletromagnetismo|CC0014]] OU MC0010
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0016
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Fundamentos da Economia|Fundamentos da Economia]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
|EM0031 OU ECI0102
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0103
|Mecânica das Estruturas
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0013 OU [[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica para Engenharia Civil I|ECI0098]]
| -
|ECI0017
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0023
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica dos Fluidos|Mecânica dos Fluidos]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(CAR0012 E [[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica para Engenharia Civil I|ECI0098]]) OU (ECI0013 E CAR0005)
| -
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0104
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/|Materiais de Construção Civil I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0079 E ECI0088 E ECI0089
| -
|ECI0014
|4
|48
|16
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|320
|32
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |5º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0105
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Materiais de Construção Civil II|Materiais de Construção Civil II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0014 ou ECI0104
|
|ECI0018
|4
|3
|1
|64
|-
|ECI0028
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Resistência dos Materiais II|Resistência dos Materiais I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0017 ou ECI0103
|
|EM0023
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0021
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Fundamentos da Administração|Fundamentos da Administração]]
|Disciplina
|Obrigatório
|
|
|EM0029
|2
|2
|0
|32
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Hidráulica Aplicada|Hidráulica Aplicada]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0023
|
|ECI0032
|4
|3
|1
|64
|-
|ECI0031
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica dos Solos I|Mecânica dos Solos I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0013 ou ECI0098
|
|
|4
|3
|1
|64
|-
|ECI0106
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Análise e Planejamento de Sistema de Transportes|Análise e Planejamento de Sistema de Transportes]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0020 e ECI0021) ou;
(CAR0003 e ECI0102) ou; (CAR0003 e ECI0016)
|
|ECI0030
|4
|4
|0
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|19
|3
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |6º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0107
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção de Edifícios I|Projeto e Construção de Edifícios I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0012 E ECI0018 E ECI0022) OU (ECI0100 E ECI0105
| -
|ECI0029
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0034
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/CCT-UFCA/Engenharia Civil|Resistência dos Materiais II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0028
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0036
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção da infraestrutura|Projeto e Construção da Infraestrutura Viária]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0012 OU ECI0100) E (ECI0030 OU ECI0106)
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0037
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Mecânica dos Solos II|Mecânica dos Solos II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0031
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0044
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/hidrologia|Hidrologia]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(CAR0003) E
ECI(NOVO)Hidráulica
Aplicada
|
|
|4
|4
|0
|64
|-
|ECI0045
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Higiene e Segurança do Trabalho|Higiene e Segurança do Trabalho]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0105
|
|EM0013
|2
|2
|
|32
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|22
|0
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |7º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0109
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção de Edifícios II|Projeto e Construção de Edifícios II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0029 OU ECI0107)
| -
|ECI0035
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0090
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Saneamento I|Saneamento I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0088 E ECI0089 E ECI(NOVO) Hidráulica Aplicada) OU (ECI0020 E ECI0032)
| -
|ECI0043
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto e Construção da Superestrutura Viária|Projeto e Construção da Superestrutura Viária]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0036
| -
|ECI0042 OU ECI0110
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Fundações|Fundações]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0037
| -
|ECI0060 OU ECI0111
|3
|48
|0
|48
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Análise de Estruturas|Análise de Estruturas]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0034
| -
|(ECI0039 E ECI0046) OU (ECI0112 E ECI0114)
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0113
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Concreto I|Estruturas de Concreto I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0034
| -
|ECI0040
|4
|64
|0
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|23
|336
|32
|368
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |8º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0087
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Metodologia Científica|Introdução à Metodologia Científica]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0107)
|
|ECI0061
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0117
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Concreto II|Estruturas de Concreto II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|( ECI0039 E ECI0040) OU (ECI0112 E ECI0113) OU (ECI0113 E ECI(NOVO)Análise de Estruturas)
|
|ECI0047
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0118
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Aço I|Estruturas de Aço I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|( ECI0039 OU ECI0112 OU ECI(NOVO)Analise de Estruturas)
|
|ECI0048
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0091
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Saneamento II|Saneamento II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0043 OU ECI0090)
|
|ECI0051
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0050
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Operação de Sistemas de Transportes|Operação de Sistemas de Transportes]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0042 OU ECI0110 OU ECI(NOVO) Projeto e Construção da Superestrutura Viária
|
|ECI0119
|3
|48
|0
|48
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Instalações Elétricas|Instalações Elétricas]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0011 OU ECI0101) E ECI0109
|
|(ECI0022 OU EM0028 OU ECI0115)
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Instalações Hidrossanitárias|Instalações Hidrossanitárias]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0032 OU ECI(NOVO)Hidráulica Aplicada) E (ECI0109)
|
|ECI0038 OU ECI0116
|3
|48
|0
|48
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|22
|240
|208
|352
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |9º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0053
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estágio Supervisionado|Estágio Supervisionado]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
| -
|10
|0
|160
|160
|-
|ECI0054
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto de Graduação I|Projeto de Graduação I]]
|Disciplina
|Obrigatório
| -
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0120
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Pontes I|Pontes I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0039 E ECI0040) OU (ECI0117)
| -
|ECI0049
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0092
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Sistema e Adequação Ambiental|Sistema e Adequação Ambiental]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0091
| -
| -
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0041
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Gerenciamento na Construção Civil I|Gerenciamento na Construção Civil I]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0021 E ECI0033 E ECI0035) OU (ECI0109)
| -
|ECI0041 OU ECI0121
|3
|48
|0
|48
|-
|ECI0122
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Barragens de Terra|Barragens de Terra]]
|Disciplina
|Obrigatório
|(ECI0020 E ECI0037 E ECI0044) OU (ECI0037 E ECI0044 E ECI0100)
| -
|ECI0052
|4
|64
|0
|64
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|25
|240
|160
|400
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |10º Semestre
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0055
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto de Graduação II|Projeto de Graduação II]]
|Disciplina
|Obrigatório
|ECI0054
| -
|ECI0132
|2
|32
|0
|32
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|2
|32
|0
|32
|}
{| class="wikitable"
! colspan="11" |Optativas
|-
! rowspan="2" |CÓD
! rowspan="2" |Componente Curricular
! rowspan="2" |Tipo
! rowspan="2" |Caráter
! rowspan="2" |Pré-
requisito
! rowspan="2" |Corre-
quisito
! rowspan="2" |Equiva
lência
! rowspan="2" |Crédito
! colspan="3" |Carga Horária
|-
|'''Teó'''
|'''Prá'''
|'''Total'''
|-
|ECI0093
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Métodos numéricos para equações diferenciais|Métodos numéricos para equações diferenciais]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0080 Cálculo Numérico, CAR0012 Cálculo III
| -
| -
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0082
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Transferência de Calor|Transferência de Calor]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0023 - Mecânica dos Fluidos
| -
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0125
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Hidráulica de Canais|Hidráulica de Canais]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0023 - Mecânica dos Fluidos
| -
|ECI0065 - Hidráulica de Canais
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0127
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Drenagem Urbana|Drenagem Urbana]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0044 - Hidrologia
| -
|ECI0070 - Drenagem Urbana
|4
|48
|16
|64
|-
|ECI0081
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/ÁGUA SUBTERRÂNEA|ÁGUA SUBTERRÂNEA]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0044 – Hidrologia
| -
|ECI0041 OU ECI0121
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Alvenaria Estrutural|Alvenaria Estrutural]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto II
| -
| -
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Projeto Estrutural de Edifícios de Concreto|Projeto Estrutural de Edifícios de Concreto]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto II
|
|
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Madeira|Estruturas de Madeira]]
|Disciplina
|Optativa
|Resistência dos Materiais II
|
|
|2
|32
|0
|32
|-
|ECI0129
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estruturas de Concreto Protendido|Estruturas de Concreto Protendido]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto I
|
|ECI0068
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI(NOVO)
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Estrutura de Fundação|Estrutura de Fundação]]
|Disciplina
|Optativa
|Estruturas de Concreto II
|
|
|4
|64
|0
|64
|-
|ECI0094
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Ensaios de Solos e Instrumentação|Ensaios de Solos e Instrumentação]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0037: Mecânica dos Solos II
|
|
|4
|0
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|-
|ECI0133
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Introdução à Geologia|Introdução à Geologia]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0100 - Topografia
|
|
|4
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|0
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|-
|ECI0128
|[[CCT-UFCA/Engenharia Civil/Riscos Ambientais Urbanos|Riscos Ambientais Urbanos]]
|Disciplina
|Optativa
|ECI0037 - Mecânica dos Solos II
|
|
|4
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|16
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|-
|
|
|Disciplina
|Optativa
|
|
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|-
|
|
|Disciplina
|Optativa
|
|
|
|
|
|
|
|-
| colspan="7" |'''Carga Horária Total'''
|24
|342
|48
|390
|}
== Referências Bibliográficas ==
Preciso adicionar as referências...
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CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números
0
30826
184805
184628
2026-08-05T10:27:42Z
Cicero Farias - UFCA
44296
184805
wikitext
text/x-wiki
== Programa do Componente Curricular ==
{| class="wikitable"
|'''Código:'''
| colspan="9" |MC0021
|-
|'''Componente Curricular:'''
| colspan="9" |Introdução à Teoria dos Números
|-
|'''Semestre de Oferta:'''
| colspan="2" |5
|'''Tipo:'''
|Disciplina
|'''Caráter:'''
| colspan="4" |Obrigatória
|-
|'''Unidade Acadêmica Responsável:'''
| colspan="9" |Centro de Ciências e Tecnologia - CCT
|-
|'''Área:'''
| colspan="9" |Matemática
|-
|'''Créditos:'''
|4
|'''Carga horária:'''
|64
|'''Teórica:'''
|64
|'''Prática'''
| -
|'''Extensão:'''
| -
|-
|'''Pré-requisito:'''
| colspan="9" |
|-
|'''Co-requisito:'''
| colspan="9" |
|-
|'''Equivalência:'''
| colspan="9" |
|}
= Ementa =
- Os números inteiros;
- Princípios de boa ordenação e de indução;
- Divisibilidade;
- Algorítmo de Euclides;
- Números primos;
- Teorema Fundamental da Aritmética;
- Congruências;
- Aritmética Modular;
- Equações Diofantinas;
- Teoremas de Fermat, Euler e Wilson;
- Congruências de grau 1;
- Teorema chinês dos resíduos;
- Congruências de grau superior a 1;
- Teorema de Lagrange;
- Raízes primitivas;
- Funções importantes da Teoria dos Números;
- Aplicações da Teoria dos Números (sistemas de identificação e criptografia de chave pública).
== Conteúdo ==
* [[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Linguagem Matemática|Linguagem Matemática]]
* [[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/O Anel dos Inteiros|O Anel dos Inteiros]]
** [[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Axiomas de Adição;|Axiomas de Adição;]]
** Axiomas de Multiplicação;
** Ordem em ''ℤ.''
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Divisibilidade e Números Primos|Divisibilidade e Números Primos]]''':
** [[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Divisibilidade|Divisibilidade]];
** [[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Máximo Divisor Comum (MDC), propriedades e Algoritmo de Euclides|Máximo Divisor Comum (MDC), propriedades e Algoritmo de Euclides]];
** [[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Teorema Fundamental da Aritmética|Teorema Fundamental da Aritmética]];
** [[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Números primos.|Números primos;]]
** [[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/O Mínimo Múltiplo Comum|O Mínimo Múltiplo Comum]].
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Congruências e Aritmética Modular|Congruências e Aritmética Modular]]''':
** [[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Definição e propriedades básicas;|Definição e propriedades básicas;]]
** [[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Teoremas e Proposições importantes;|Teoremas e Proposições importantes;]]
** [[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Teoremas de Wilson, Fermat (pequeno) e Euler;|Teoremas de Wilson, Fermat (pequeno) e Euler;]]
** Teorema Chinês dos Restos.
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Funções Aritméticas|Funções Aritméticas]]''':
** Função φ de Euler, função τ (número de divisores), função σ (soma de divisores);
** [[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Multiplicatividade e fórmulas explícitas|Multiplicatividade e fórmulas explícitas]].
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Equações Diofantinas|Equações Diofantinas]]''':
** Equações lineares e não-lineares;
** Métodos de resolução e aplicações históricas.
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Resíduos Quadráticos e Reciprocidade Quadrática|Resíduos Quadráticos e Reciprocidade Quadrática]]''':
** Símbolo de Legendre e Lei de Reciprocidade Quadrática;
** Aplicações em testes de primalidade.
== Metodologia ==
A disciplina é ministrada por meio de aulas teóricas, nas quais serão apresentados os conceitos fundamentais com demonstrações e exemplos que reforcem o entendimento.
== Avaliação ==
A avaliação é, majoritariamente, composta por 2 provas, P1 e P2, nas quais são cobrados conteúdos teóricos (demonstração de teoremas, lemas, proposições, corolários, etc.) e, em algumas situações, trabalhos para auxiliar nas notas de cada avalação. Além disso, a participação dos alunos nas aulas e a realização dos exercícios propostos podem ser considerados como parte da avaliação contínua.
== Bibliografia básica ==
# SANTOS, J. P. O. ''Introdução à Teoria dos Números''. Coleção Matemática Universitária, IMPA, 2007.
# HEFEZ, A. ''Curso de Aritmética''. Sociedade Brasileira de Matemática, 2005.
# ROSEN, K. H. ''Elementary Number Theory and Its Applications''. 6ª ed. Pearson, 2010.
== Bibliografia complementar ==
# HARDY, G. H.; WRIGHT, E. M. ''An Introduction to the Theory of Numbers''. 6ª ed. Oxford University Press, 2008.
# COUTINHO, S. C. ''Números Inteiros e Criptografia RSA''. Sociedade Brasileira de Matemática, 2000.
# CRANDALL, R.; POMERANCE, C. ''Prime Numbers: A Computational Perspective''. 2ª ed. Springer, 2005.
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Utilizador Discussão:Kvm2025
3
32408
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179557
2026-08-05T00:25:46Z
Kvm2025
43329
/* Tarefa 2 */ Resposta
184786
wikitext
text/x-wiki
== Tarefa 2 ==
Bom dia, @[[Utilizador:Kvm2025|Kvm2025]] . Obrigado por seu interesse no curso de jornalismo. Recebemos sua solicitação de correção, mas foi interrompida, pois a realização da tarefa 2 está incompleta. Com isso, sua solicitação foi arquivada e pedimos que a solicite novamente quando encerrar o curso. Bons estudos. -- [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 15h16min de 23 de janeiro de 2026 (UTC)
:Prezado, muito obrigada pelo retorno. Havia solicitado o certificado, pois a FAPESP pede que, em caso de o curso já ter se iniciado, enviar uma declaração de horas já cumpridas. Recentemente, após finalizar o curso, solicitei o certificado, mas estou em dúvida se fiz a solicitação da forma correta, ou em caso do certificado já ter sido disponibilizado, onde consigo acessá-lo. Poderia me ajudar? [[Utilizador:Kvm2025|Kvm2025]] ([[Utilizador Discussão:Kvm2025|discussão]]) 00h25min de 5 de agosto de 2026 (UTC)
hoyp9q2mecbiudhls9p2o7fg39kbczb
Sociologia, Educação e Comunicação
0
33884
184800
184744
2026-08-05T09:33:16Z
Lgjunior
21602
184800
wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
__NOEDITSECTION__
<!-- ============================================================ -->
<!-- POR QUE ESTE CURSO -->
<!-- ============================================================ -->
== Por que este curso? ==
A sociedade contemporânea é atravessada por processos que redefinem nossos relacionamentos e a nossa relação com a aprendizagem. Vivemos em um mundo onde algoritmos modulam a visibilidade, orientam percepções e comportamentos, enquanto a captura de dados e da atenção se torna um recurso econômico explorado e controlado por plataformas. Este curso oferece uma proposta de formação crítica para compreender essas transformações.
<!-- ============================================================ -->
<!-- ESTRUTURA DO CURSO — PARTE I -->
<!-- ============================================================ -->
== Estrutura do curso ==
{| style="width:100%; border-collapse:collapse; margin-bottom:14px;"
|- style="background:#3949ab; color:#ffffff;"
| style="padding:14px 22px; font-weight:600;" | Parte I — Linguagem e Sociedade
|-
| style="background:#f8f9fa; padding:18px 22px;" |
O mundo simbólico, representações sociais, interacionismo simbólico, espaço social, habitus e gosto segundo Bourdieu.
*[[Sociologia, Educação e Comunicação/Parte I/Introdução]]
* [[Sociologia,_Educação_e_Comunicação/Parte I/Linguagem e Sociedade I|Linguagem e Sociedade - I]]
* [[Sociologia, Educação e Comunicação/Parte I/Linguagem e Sociedade II|Linguagem e Sociedade - II]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte I/Princípios do Interacionismo Simbólico|Princípios do Interacionismo Simbólico]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte I/Espaço Social, habitus e gosto|Espaço Social, habitus e gosto]]
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- PARTE II -->
<!-- ============================================================ -->
{| style="width:100%; border-collapse:collapse; margin-bottom:14px;"
|- style="background:#ff6f00; color:#ffffff;"
| style="padding:14px 22px; font-weight:600;" | Parte II — O Campo da Comunicação
|-
| style="background:#f8f9fa; padding:18px 22px;" |
Gênese do campo, espaço de posições, discurso, illusio, poder simbólico e mercados linguísticos.
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte II/O Campo da Comunicação|O Campo da Comunicação]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte II/Mercados e Poder Simbólico|Mercados e Poder Simbólico]]
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- PARTE III -->
<!-- ============================================================ -->
{| style="width:100%; border-collapse:collapse; margin-bottom:14px;"
|- style="background:#2e7d32; color:#ffffff;"
| style="padding:14px 22px; font-weight:600;" | Parte III — Modernidade e Vigilância
|-
| style="background:#f8f9fa; padding:18px 22px;" |
Modernização reflexiva, sociedade de risco, necropolítica e regimes de vigilância panópticos e escópicos.
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/Modernidade|Modernidade]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/Sistemas de Vigilância|Sistemas de Vigilância]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/Sociedades disciplinares e Sociedades de Controle|Sociedades disciplinares e Sociedades de Controle]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/Modernidade II|Modernidade II]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/O flâneur - comunicação, cidade e cotidiano|O "flâneur": comunicação, cidade e cotidiano]]
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- PARTE IV -->
<!-- ============================================================ -->
{| style="width:100%; border-collapse:collapse; margin-bottom:40px;"
|- style="background:#c62828; color:#ffffff;"
| style="padding:14px 22px; font-weight:600;" | Parte IV — Circuito de Cultura Digital
|-
| style="background:#f8f9fa; padding:18px 22px;" |
Representação, identidade, produção e consumo no mundo digital; plataformas, algoritmos e dataficação.
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Circuito de Cultura|Circuito de Cultura]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Propriedades do Mundo Digital|Propriedades do Mundo Digital]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Plataformas e Cultura do Algoritmo|Plataformas e Cultura do Algoritmo]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Sociedade do Cansaço e a Economia da Atenção|Sociedade do Cansaço e a Economia da Atenção]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Dataficação, Aceleração e Desaparecimento dos Rituais|Dataficação, Aceleração e Desaparecimento dos Rituais]]
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- PILARES PEDAGÓGICOS — 2×2 -->
<!-- ============================================================ -->
== Pilares pedagógicos ==
{| style="width:100%; border-collapse:separate; border-spacing:14px;"
|-
| style="width:50%; background:#e8eaf6; padding:28px 20px; text-align:center; vertical-align:top;" |
<big><big>'''1'''</big></big>
'''Teoria e Prática'''
Avaliar a ideia de que "não há nada mais prático do que uma boa teoria"
| style="width:50%; background:#fff3e0; padding:28px 20px; text-align:center; vertical-align:top;" |
<big><big>'''2'''</big></big>
'''Pensamento crítico'''
Desenvolver o olhar analítico sobre processos de comunicação, educação, poder e mediação sociotécnica.
|-
| style="width:50%; background:#e8f5e9; padding:28px 20px; text-align:center; vertical-align:top;" |
<big><big>'''3'''</big></big>
'''Abertura colaborativa'''
Produzir conhecimento em ambiente aberto, editável e coletivo, segundo os princípios da Wikiversidade.
| style="width:50%; background:#fce4ec; padding:28px 20px; text-align:center; vertical-align:top;" |
<big><big>'''4'''</big></big>
'''Interdisciplinaridade'''
Articular sociologia, educação, comunicação e cultura digital em um percurso integrado.
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- COMO FUNCIONA A APRENDIZAGEM — 3 colunas -->
<!-- ============================================================ -->
== Como funciona a aprendizagem ==
{| style="width:100%; border-collapse:separate; border-spacing:14px;"
|-
| style="width:33%; background:#ffffff; border:1px solid #e0e0e0; padding:24px; vertical-align:top;" |
<big>📖 '''Leituras orientadas'''</big>
Cada unidade traz questões problematizadoras e textos introdutórios aos temas abordados.
| style="width:33%; background:#ffffff; border:1px solid #e0e0e0; padding:24px; vertical-align:top;" |
<big>✏️ '''Verbetes colaborativos'''</big>
Os estudantes produzem e aprimoram verbetes na Wikipédia, conectando teoria e produção de conhecimento aberto.
| style="width:33%; background:#ffffff; border:1px solid #e0e0e0; padding:24px; vertical-align:top;" |
<big>🔄 '''Revisão coletiva'''</big>
O material é continuamente avaliado e reformulado pela comunidade de estudantes e pesquisadores.
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- RODAPÉ -->
<!-- ============================================================ -->
----
<center>
Curso oferecido na '''[https://pt.wikiversity.org Wikiversidade]''' · Conteúdo sob licença Creative Commons
Desenvolvido no âmbito do '''PPGE-USCS''' · Grupo de Pesquisa '''TRAMAS'''/ Cásper Líbero
</center>
[[Categoria:Casper Wikipedia Education Program]]
[[Categoria:USCS Wikipedia Education Program]]
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Lgjunior
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wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
__NOEDITSECTION__
<!-- ============================================================ -->
<!-- POR QUE ESTE CURSO -->
<!-- ============================================================ -->
== Por que este curso? ==
A sociedade contemporânea é atravessada por processos que redefinem nossos relacionamentos e a nossa relação com a aprendizagem. Vivemos em um mundo onde algoritmos modulam a visibilidade, orientam percepções e comportamentos, enquanto a captura de dados e da atenção se torna um recurso econômico explorado e controlado por plataformas. Este curso oferece uma proposta de formação crítica para compreender essas transformações.
<!-- ============================================================ -->
<!-- ESTRUTURA DO CURSO — PARTE I -->
<!-- ============================================================ -->
== Estrutura do curso ==
{| style="width:100%; border-collapse:collapse; margin-bottom:14px;"
|- style="background:#3949ab; color:#ffffff;"
| style="padding:14px 22px; font-weight:600;" | Parte I — Linguagem e Sociedade
|-
| style="background:#f8f9fa; padding:18px 22px;" |
O mundo simbólico, representações sociais, interacionismo simbólico, espaço social, habitus e gosto segundo Bourdieu.
* [[Sociologia, Educação e Comunicação/Parte I/Introdução| Introdução]]
* [[Sociologia,_Educação_e_Comunicação/Parte I/Linguagem e Sociedade I|Linguagem e Sociedade - I]]
* [[Sociologia, Educação e Comunicação/Parte I/Linguagem e Sociedade II|Linguagem e Sociedade - II]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte I/Princípios do Interacionismo Simbólico|Princípios do Interacionismo Simbólico]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte I/Espaço Social, habitus e gosto|Espaço Social, habitus e gosto]]
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- PARTE II -->
<!-- ============================================================ -->
{| style="width:100%; border-collapse:collapse; margin-bottom:14px;"
|- style="background:#ff6f00; color:#ffffff;"
| style="padding:14px 22px; font-weight:600;" | Parte II — O Campo da Comunicação
|-
| style="background:#f8f9fa; padding:18px 22px;" |
Gênese do campo, espaço de posições, discurso, illusio, poder simbólico e mercados linguísticos.
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte II/O Campo da Comunicação|O Campo da Comunicação]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte II/Mercados e Poder Simbólico|Mercados e Poder Simbólico]]
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- PARTE III -->
<!-- ============================================================ -->
{| style="width:100%; border-collapse:collapse; margin-bottom:14px;"
|- style="background:#2e7d32; color:#ffffff;"
| style="padding:14px 22px; font-weight:600;" | Parte III — Modernidade e Vigilância
|-
| style="background:#f8f9fa; padding:18px 22px;" |
Modernização reflexiva, sociedade de risco, necropolítica e regimes de vigilância panópticos e escópicos.
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/Modernidade|Modernidade]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/Sistemas de Vigilância|Sistemas de Vigilância]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/Sociedades disciplinares e Sociedades de Controle|Sociedades disciplinares e Sociedades de Controle]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/Modernidade II|Modernidade II]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/O flâneur - comunicação, cidade e cotidiano|O "flâneur": comunicação, cidade e cotidiano]]
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- PARTE IV -->
<!-- ============================================================ -->
{| style="width:100%; border-collapse:collapse; margin-bottom:40px;"
|- style="background:#c62828; color:#ffffff;"
| style="padding:14px 22px; font-weight:600;" | Parte IV — Circuito de Cultura Digital
|-
| style="background:#f8f9fa; padding:18px 22px;" |
Representação, identidade, produção e consumo no mundo digital; plataformas, algoritmos e dataficação.
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Circuito de Cultura|Circuito de Cultura]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Propriedades do Mundo Digital|Propriedades do Mundo Digital]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Plataformas e Cultura do Algoritmo|Plataformas e Cultura do Algoritmo]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Sociedade do Cansaço e a Economia da Atenção|Sociedade do Cansaço e a Economia da Atenção]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Dataficação, Aceleração e Desaparecimento dos Rituais|Dataficação, Aceleração e Desaparecimento dos Rituais]]
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- PILARES PEDAGÓGICOS — 2×2 -->
<!-- ============================================================ -->
== Pilares pedagógicos ==
{| style="width:100%; border-collapse:separate; border-spacing:14px;"
|-
| style="width:50%; background:#e8eaf6; padding:28px 20px; text-align:center; vertical-align:top;" |
<big><big>'''1'''</big></big>
'''Teoria e Prática'''
Avaliar a ideia de que "não há nada mais prático do que uma boa teoria"
| style="width:50%; background:#fff3e0; padding:28px 20px; text-align:center; vertical-align:top;" |
<big><big>'''2'''</big></big>
'''Pensamento crítico'''
Desenvolver o olhar analítico sobre processos de comunicação, educação, poder e mediação sociotécnica.
|-
| style="width:50%; background:#e8f5e9; padding:28px 20px; text-align:center; vertical-align:top;" |
<big><big>'''3'''</big></big>
'''Abertura colaborativa'''
Produzir conhecimento em ambiente aberto, editável e coletivo, segundo os princípios da Wikiversidade.
| style="width:50%; background:#fce4ec; padding:28px 20px; text-align:center; vertical-align:top;" |
<big><big>'''4'''</big></big>
'''Interdisciplinaridade'''
Articular sociologia, educação, comunicação e cultura digital em um percurso integrado.
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- COMO FUNCIONA A APRENDIZAGEM — 3 colunas -->
<!-- ============================================================ -->
== Como funciona a aprendizagem ==
{| style="width:100%; border-collapse:separate; border-spacing:14px;"
|-
| style="width:33%; background:#ffffff; border:1px solid #e0e0e0; padding:24px; vertical-align:top;" |
<big>📖 '''Leituras orientadas'''</big>
Cada unidade traz questões problematizadoras e textos introdutórios aos temas abordados.
| style="width:33%; background:#ffffff; border:1px solid #e0e0e0; padding:24px; vertical-align:top;" |
<big>✏️ '''Verbetes colaborativos'''</big>
Os estudantes produzem e aprimoram verbetes na Wikipédia, conectando teoria e produção de conhecimento aberto.
| style="width:33%; background:#ffffff; border:1px solid #e0e0e0; padding:24px; vertical-align:top;" |
<big>🔄 '''Revisão coletiva'''</big>
O material é continuamente avaliado e reformulado pela comunidade de estudantes e pesquisadores.
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- RODAPÉ -->
<!-- ============================================================ -->
----
<center>
Curso oferecido na '''[https://pt.wikiversity.org Wikiversidade]''' · Conteúdo sob licença Creative Commons
Desenvolvido no âmbito do '''PPGE-USCS''' · Grupo de Pesquisa '''TRAMAS'''/ Cásper Líbero
</center>
[[Categoria:Casper Wikipedia Education Program]]
[[Categoria:USCS Wikipedia Education Program]]
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text/x-wiki
__NOTOC__
__NOEDITSECTION__
<!-- ============================================================ -->
<!-- POR QUE ESTE CURSO -->
<!-- ============================================================ -->
== Por que este curso? ==
A sociedade contemporânea é atravessada por processos que redefinem nossos relacionamentos e a nossa relação com a aprendizagem. Vivemos em um mundo onde algoritmos modulam a visibilidade, orientam percepções e comportamentos, enquanto a captura de dados e da atenção se torna um recurso econômico explorado e controlado por plataformas. Este curso oferece uma proposta de formação crítica para compreender essas transformações.
<!-- ============================================================ -->
<!-- ESTRUTURA DO CURSO — PARTE I -->
<!-- ============================================================ -->
== Estrutura do curso ==
{| style="width:100%; border-collapse:collapse; margin-bottom:14px;"
|- style="background:#3949ab; color:#ffffff;"
| style="padding:14px 22px; font-weight:600;" | Parte I — Linguagem e Sociedade
|-
| style="background:#f8f9fa; padding:18px 22px;" |
O mundo simbólico, representações sociais, interacionismo simbólico, espaço social, habitus e gosto segundo Bourdieu.
* [[Sociologia, Educação e Comunicação/Parte I/Introdução| Introdução]]
* [[Sociologia,_Educação_e_Comunicação/Parte I/Linguagem e Sociedade I|Linguagem e Sociedade - I]] (versão 2: https://pt.wikiversity.org/w/index.php?title=Sociologia,_Educa%C3%A7%C3%A3o_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o/Parte_I/Linguagem_e_Sociedade_I_(vers%C3%A3o_2)&veaction=edit)
* [[Sociologia, Educação e Comunicação/Parte I/Linguagem e Sociedade II|Linguagem e Sociedade - II]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte I/Princípios do Interacionismo Simbólico|Princípios do Interacionismo Simbólico]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte I/Espaço Social, habitus e gosto|Espaço Social, habitus e gosto]]
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- PARTE II -->
<!-- ============================================================ -->
{| style="width:100%; border-collapse:collapse; margin-bottom:14px;"
|- style="background:#ff6f00; color:#ffffff;"
| style="padding:14px 22px; font-weight:600;" | Parte II — O Campo da Comunicação
|-
| style="background:#f8f9fa; padding:18px 22px;" |
Gênese do campo, espaço de posições, discurso, illusio, poder simbólico e mercados linguísticos.
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte II/O Campo da Comunicação|O Campo da Comunicação]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte II/Mercados e Poder Simbólico|Mercados e Poder Simbólico]]
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- PARTE III -->
<!-- ============================================================ -->
{| style="width:100%; border-collapse:collapse; margin-bottom:14px;"
|- style="background:#2e7d32; color:#ffffff;"
| style="padding:14px 22px; font-weight:600;" | Parte III — Modernidade e Vigilância
|-
| style="background:#f8f9fa; padding:18px 22px;" |
Modernização reflexiva, sociedade de risco, necropolítica e regimes de vigilância panópticos e escópicos.
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/Modernidade|Modernidade]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/Sistemas de Vigilância|Sistemas de Vigilância]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/Sociedades disciplinares e Sociedades de Controle|Sociedades disciplinares e Sociedades de Controle]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/Modernidade II|Modernidade II]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte III/O flâneur - comunicação, cidade e cotidiano|O "flâneur": comunicação, cidade e cotidiano]]
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- PARTE IV -->
<!-- ============================================================ -->
{| style="width:100%; border-collapse:collapse; margin-bottom:40px;"
|- style="background:#c62828; color:#ffffff;"
| style="padding:14px 22px; font-weight:600;" | Parte IV — Circuito de Cultura Digital
|-
| style="background:#f8f9fa; padding:18px 22px;" |
Representação, identidade, produção e consumo no mundo digital; plataformas, algoritmos e dataficação.
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Circuito de Cultura|Circuito de Cultura]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Propriedades do Mundo Digital|Propriedades do Mundo Digital]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Plataformas e Cultura do Algoritmo|Plataformas e Cultura do Algoritmo]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Sociedade do Cansaço e a Economia da Atenção|Sociedade do Cansaço e a Economia da Atenção]]
* [[Sociologia e Comunicação Cásper/Parte IV/Dataficação, Aceleração e Desaparecimento dos Rituais|Dataficação, Aceleração e Desaparecimento dos Rituais]]
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- PILARES PEDAGÓGICOS — 2×2 -->
<!-- ============================================================ -->
== Pilares pedagógicos ==
{| style="width:100%; border-collapse:separate; border-spacing:14px;"
|-
| style="width:50%; background:#e8eaf6; padding:28px 20px; text-align:center; vertical-align:top;" |
<big><big>'''1'''</big></big>
'''Teoria e Prática'''
Avaliar a ideia de que "não há nada mais prático do que uma boa teoria"
| style="width:50%; background:#fff3e0; padding:28px 20px; text-align:center; vertical-align:top;" |
<big><big>'''2'''</big></big>
'''Pensamento crítico'''
Desenvolver o olhar analítico sobre processos de comunicação, educação, poder e mediação sociotécnica.
|-
| style="width:50%; background:#e8f5e9; padding:28px 20px; text-align:center; vertical-align:top;" |
<big><big>'''3'''</big></big>
'''Abertura colaborativa'''
Produzir conhecimento em ambiente aberto, editável e coletivo, segundo os princípios da Wikiversidade.
| style="width:50%; background:#fce4ec; padding:28px 20px; text-align:center; vertical-align:top;" |
<big><big>'''4'''</big></big>
'''Interdisciplinaridade'''
Articular sociologia, educação, comunicação e cultura digital em um percurso integrado.
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- COMO FUNCIONA A APRENDIZAGEM — 3 colunas -->
<!-- ============================================================ -->
== Como funciona a aprendizagem ==
{| style="width:100%; border-collapse:separate; border-spacing:14px;"
|-
| style="width:33%; background:#ffffff; border:1px solid #e0e0e0; padding:24px; vertical-align:top;" |
<big>📖 '''Leituras orientadas'''</big>
Cada unidade traz questões problematizadoras e textos introdutórios aos temas abordados.
| style="width:33%; background:#ffffff; border:1px solid #e0e0e0; padding:24px; vertical-align:top;" |
<big>✏️ '''Verbetes colaborativos'''</big>
Os estudantes produzem e aprimoram verbetes na Wikipédia, conectando teoria e produção de conhecimento aberto.
| style="width:33%; background:#ffffff; border:1px solid #e0e0e0; padding:24px; vertical-align:top;" |
<big>🔄 '''Revisão coletiva'''</big>
O material é continuamente avaliado e reformulado pela comunidade de estudantes e pesquisadores.
|}
<!-- ============================================================ -->
<!-- RODAPÉ -->
<!-- ============================================================ -->
----
<center>
Curso oferecido na '''[https://pt.wikiversity.org Wikiversidade]''' · Conteúdo sob licença Creative Commons
Desenvolvido no âmbito do '''PPGE-USCS''' · Grupo de Pesquisa '''TRAMAS'''/ Cásper Líbero
</center>
[[Categoria:Casper Wikipedia Education Program]]
[[Categoria:USCS Wikipedia Education Program]]
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Sociologia, Educação e Comunicação/Parte I/Linguagem e Sociedade I
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/* Provocação inicial */
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__TOC__
== Sobre o que vamos conversar nesta aula ==
Ao final desta aula, espero que você seja capaz de:
* reconhecer o que significa olhar sociologicamente para um fenômeno social;
* avaliar a complexidade da relação entre natureza e cultura para os seres humanos;
* explicar por que a linguagem não apenas comunica, mas produz um modo de ver o mundo;
* compreender a relação entre linguagem e memória (individual e coletiva);
* reconhecer como as tecnologias reorganizam — sem simplesmente substituir — as formas de comunicar e lembrar.
== Perguntas que vão orientar esta investigação ==
* Nós nascemos humanos ou nos tornamos humanos?
* O que significa "olhar sociologicamente" para algo?
* Qual é o papel da linguagem na produção de sentido para o mundo? Qual é língua do seu pensamento? É possível pensar diferente com línguas diferentes?
* Como a memória participa da vida social?
* De que forma as tecnologias mudam nossas formas de comunicar e lembrar?
* Por que uma mesma música pode significar coisas tão diferentes para quem a criou e para quem, anos depois, se apropriou dela?
== Provocação inicial ==
Pense em uma música, poema, filme, animação etc. que, quando você viu/ouviu pela primeira vez, parecia vir de um mundo que não era o seu — de outra geração, de outro grupo, de uma cena que você não vivia. Hoje, de algum jeito, essa música é sua. O que aconteceu nesse percurso?
Pense na trilha sonora de um filme ou série que marcou você, em algo que tocava no carro da família, ou em uma música que um grupo de amigos apresentou e que hoje faz parte do seu repertório.
Antes de continuar a leitura, faça sua escolha. Não é preciso escrever nada ainda — apenas guardá-la na cabeça. Ela vai atravessar esta aula inteira.
Uma das minhas músicas seria "Paraguaricutirinicuaro" do Sossega Leão (marcou minha entrada na Universidade - calourada
== Bloco 1 — O olhar sociológico ==
'''Pergunta-guia:''' Se a música é sempre a mesma, por que as interpretações sobre ela não são?
Pense na sua música outra vez. Ela provavelmente significa algo diferente para quem a compôs, para quem a ouviu pela primeira vez na época de lançamento, e para você, hoje. Quem está certo sobre o que ela "realmente" significa?
A pergunta parece simples, mas esconde uma armadilha: supõe que exista um significado único e correto, à espera de ser descoberto. A Sociologia parte de outro lugar. Entre um fato e aquilo que compreendemos sobre ele, existe sempre um processo social de construção de sentido — e esse processo não é neutro nem automático. Ele é social e histórico..
Nesse sentido, olhar sociologicamente não é estudar "assuntos sociológicos" (política, desigualdade, violência). É observar qualquer fenômeno perguntando: como isso foi produzido? Por que parece natural? Sempre foi assim? Quem participa dessa construção? Essas perguntas produzem o que as Ciências Sociais chamam de '''estranhamento''' — não rejeição da realidade, mas suspensão temporária das certezas sobre ela.
Vamos imaginar uma empresa lançando uma campanha. Em horas, uma parte do público diz que ela representa diversidade; outra parte diz que é apenas marketing; uma terceira parte a considera ofensiva. A empresa emite nota dizendo que "nunca foi essa a intenção" causar constrangimento. Nenhum desses grupos está simplesmente errado — cada um está aplicando um quadro de referência diferente para interpretar os mesmos elementos.
O mesmo mecanismo que faz três públicos discordarem sobre uma campanha é o que faz sua música soar "de outro mundo" na primeira escuta e "sua" hoje. Ela vai ser sempre a mesma música. O que muda é o repertório que você traz para interpretá-la — e é exatamente esse repertório que a Sociologia investiga.
Mas, o primeiro cuidado da sociologia é entender que nem sempre as coisas são o que aparentam ser
'''Leitura de aprofundamento:''' BERGER, Peter L. ''Convite à Sociologia: uma perspectiva humanística''
----
== Bloco 2 — Natureza e cultura ==
'''Pergunta-guia:''' O que, na sua relação com essa música, é aprendido/adquirido — e o que seria "natural"?
Um recém-nascido não reconhece uma música como "sua" ou "de outro mundo". Essa distinção não vem com o seu corpo. De onde vem, então?
Nascemos organismos biológicos, mas nos tornamos sujeitos sociais. A natureza oferece as condições biológicas da existência; a cultura organiza as formas pelas quais essa existência ganha significado. Aprendemos uma língua, valores, costumes, formas de interpretar símbolos — nada disso é dado geneticamente. É justamente por isso que uma mesma música pode ser ouvida como estranha por um grupo etário e como identitária por outro: os dois grupos aprenderam repertórios culturais diferentes para escutá-la.
Na Publicidade,: uma marca usa determinada cor, som ou personagem pressupondo que o público reconheça aquele código. Uma criança pequena não reconhece o logotipo de uma marca como "representando uma empresa" — esse significado foi aprendido, não nasceu com ela.
A apropriação da sua música por você — ou por sua geração — é um caso concreto dessa relação natureza/cultura: um objeto sonoro (dado material) recebeu, socialmente, um significado que não estava nele desde sempre. É curioso perceber que esse som que foi criado pela Cultura tem a capacidade de causar em nós reações físicas.
Podemos imaginar, então, que os seres humanos são animais amarrados a teias de significados que eles mesmos teceram.
'''Leitura de aprofundamento:''' GEERTZ, Clifford. ''A interpretação das culturas''.
----
== Bloco 3 — Linguagem como sistema simbólico ==
'''Pergunta-guia:''' Uma música tem muitas formas de "dizer" algo. Como isso é possível?
Pense num trecho da sua música — pode ser a letra, pode ser só a melodia ou o timbre de um instrumento. O que ele "significa" para você não está escrito em lugar nenhum. De onde vem esse sentido?
A linguagem não se resume a palavras. É o principal sistema simbólico pelo qual organizamos a experiência — inclui imagens, sons, gestos, silêncios e enquadramentos. Vivemos dentro de um universo simbólico porque nossa relação com o mundo não é direta: ela é '''mediada''' por signos, linguagens e práticas culturais.
Isso significa que não reagimos apenas aos objetos ou acontecimentos, mas aos significados que construímos coletivamente sobre eles. Um símbolo — uma cor, um acorde ou um coração vermelho — não possui significado por natureza. Seu sentido é produzido nas relações sociais e se mantém porque é compartilhado por uma comunidade.
É justamente essa '''mediação simbólica''' que torna possível a comunicação humana. Quando ouvimos uma música, não percebemos apenas sons organizados. Reconhecemos gêneros, emoções, valores, memórias e referências culturais que aprendemos ao longo da vida.
Uma campanha mobiliza muito mais do que frases. Cores, sons, enquadramentos, ritmos e até o silêncio participam da construção do significado. Comunicar, portanto, não é apenas transmitir informação: é mobilizar sistemas simbólicos que orientam a interpretação.
Se sua música carrega um mundo, é porque ela mobiliza um '''sistema simbólico compartilhado''' por quem a criou. Ao ouvi-la, interpretá-la e atribuir sentidos a ela, você também participa desse processo de mediação simbólica.
'''Leitura de aprofundamento:''' CASSIRER, Ernst. ''Ensaio sobre o homem: introdução a uma filosofia da cultura humana''.
----
== Bloco 4 — Linguagem e memória ==
'''Pergunta-guia:''' Por que essa música te faz lembrar de coisas que você nem viveu diretamente?
Se a música veio de outra época ou de outro grupo, é provável que ela carregue lembranças que não são exatamente suas — lembranças de quem a viveu antes de você. Como isso é possível, se memória é, supostamente, individual?
Nossa memória individual depende sempre de uma memória compartilhada. Lembramos porque pertencemos a grupos — famílias, gerações, comunidades de escuta. A memória, portanto, é um patrimônio coletivo, disputado e reorganizado o tempo todo.
Quando uma organização enfrenta uma crise de imagem, ela não disputa apenas interpretações sobre o presente — disputa memórias. Cada posicionamento tenta reorganizar o que diferentes públicos vão lembrar daquele acontecimento no futuro.
'''Parágrafo de articulação:''' assim como uma organização disputa a memória de um acontecimento, sua geração — ao se apropriar de uma música de outro tempo — está participando de uma disputa semelhante: decidindo o que daquele passado permanece vivo e com que sentido.
É na sociedade que o homem normalmente adquire suas lembranças.
— Maurice Halbwachs, ''A memória coletiva'' ''
'''Leitura de aprofundamento:''' HALBWACHS, Maurice. ''A memória coletiva''.
----
== Bloco 5 — Mediações e tecnologias ==
'''Pergunta-guia:''' Como você chegou até essa música — e isso muda o que ela significa?
[Provocação] Você ouviu essa música pela primeira vez através de qual meio? Rádio, indicação de alguém, algoritmo de plataforma de streaming? Isso importa para o que ela significa hoje?
[Conceituação] Cada tecnologia de mediação — oralidade, escrita, rádio, plataformas digitais — não elimina simplesmente a anterior; reorganiza como linguagem, memória e interação coexistem. Hoje, parte significativa da memória circula em sistemas que classificam, relacionam e recomendam conteúdo. Isso muda a forma como encontramos — e reencontramos — aquilo que nos constitui.
'''Exemplo''' (caso de Comunicação Digital): um algoritmo de recomendação pode reapresentar, a uma nova geração, uma música de décadas atrás, deslocando-a do contexto original e produzindo novas apropriações — que é exatamente o fenômeno de que esta aula parte.
'''Parágrafo de articulação:''' o próprio fato de você ter uma música "de outro mundo" hoje disponível para apropriação é, em grande parte, efeito dessas mediações tecnológicas — elas não guardam apenas o objeto, elas o recolocam em circulação.
'''Leitura de aprofundamento:''' CANDAU, Joël. ''Memória e identidade''. São Paulo: Contexto, 2021,
----
== Conceitos fundamentais ==
Olhar sociológico · Estranhamento · Natureza e cultura · Linguagem · Símbolo · Universo simbólico · Memória individual · Memória coletiva · Mediação · Tecnologias da comunicação
== Exercícios ==
'''Registro 1 — Reconhecimento:''' associe cada conceito à definição correspondente (tabela de correspondência, a ser detalhada em formato de quiz na publicação final).
'''Registro 2 — Aplicação:''' escolha uma campanha publicitária ou ação de comunicação organizacional real que você conhece e que gerou interpretações diferentes entre públicos distintos. Explique, usando pelo menos quatro conceitos desta aula, por que essas interpretações não foram as mesmas.
'''Registro 3 — Metacognição:''' o que você percebe hoje, sobre a música que escolheu no início da aula, que não teria percebido antes desta leitura? (resposta de 5 a 8 linhas — conecte obrigatoriamente com uma situação que você vai registrar no Diário de Campo).
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== Sobre o que vamos conversar nesta aula ==
Ao final desta aula, espero que você seja capaz de:
* reconhecer o que significa olhar sociologicamente para um fenômeno social;
* avaliar a complexidade da relação entre natureza e cultura para os seres humanos;
* explicar por que a linguagem não apenas comunica, mas produz um modo de ver o mundo;
* compreender a relação entre linguagem e memória (individual e coletiva);
* reconhecer como as tecnologias reorganizam — sem simplesmente substituir — as formas de comunicar e lembrar.
== Perguntas que vão orientar esta investigação ==
* Nós nascemos humanos ou nos tornamos humanos?
* O que significa "olhar sociologicamente" para algo?
* Qual é o papel da linguagem na produção de sentido para o mundo? Qual é língua do seu pensamento? É possível pensar diferente com línguas diferentes?
* Como a memória participa da vida social?
* De que forma as tecnologias mudam nossas formas de comunicar e lembrar?
* Por que uma mesma música pode significar coisas tão diferentes para quem a criou e para quem, anos depois, se apropriou dela?
== Provocação inicial ==
Pense em uma música, poema, filme, animação etc. que, quando você viu/ouviu pela primeira vez, parecia vir de um mundo que não era o seu — de outra geração, de outro grupo, de uma cena que você não vivia. Hoje, de algum jeito, essa música é sua. O que aconteceu nesse percurso?
Pense na trilha sonora de um filme ou série que marcou você, em algo que tocava no carro da família, ou em uma música que um grupo de amigos apresentou e que hoje faz parte do seu repertório.
Antes de continuar a leitura, faça sua escolha. Não é preciso escrever nada ainda — apenas guardá-la na cabeça. Ela vai atravessar esta aula inteira.
Uma das minhas músicas seria "Paraguaricutirinicuaro" do Sossega Leão (marcou minha entrada na Universidade - calourada
== Bloco 1 — O olhar sociológico ==
'''Pergunta-guia:''' Se a música que você escolheu é sempre a mesma, por que as interpretações sobre ela não são?
Pense na sua música outra vez. Ela provavelmente significa algo diferente para quem a compôs, para quem a ouviu pela primeira vez na época de lançamento, e para você, hoje. Quem está certo sobre o que ela "realmente" significa?
A pergunta parece simples, mas esconde uma armadilha: supõe que exista um significado único e correto, à espera de ser descoberto. A Sociologia parte de outro lugar. Entre um fato e aquilo que compreendemos sobre ele, existe sempre um processo social de construção de sentido — e esse processo não é neutro nem automático. Ele é social e histórico..
Nesse sentido, olhar sociologicamente não é estudar "assuntos sociológicos" (política, desigualdade, violência). É observar qualquer fenômeno perguntando: como isso foi produzido? Por que parece natural? Sempre foi assim? Quem participa dessa construção? Essas perguntas produzem o que as Ciências Sociais chamam de '''estranhamento''' — não rejeição da realidade, mas suspensão temporária das certezas sobre ela.
Vamos imaginar uma empresa lançando uma campanha. Em horas, uma parte do público diz que ela representa diversidade; outra parte diz que é apenas marketing; uma terceira parte a considera ofensiva. A empresa emite nota dizendo que "nunca foi essa a intenção" causar constrangimento. Nenhum desses grupos está simplesmente errado — cada um está aplicando um quadro de referência diferente para interpretar os mesmos elementos.
O mesmo mecanismo que faz três públicos discordarem sobre uma campanha é o que faz sua música soar "de outro mundo" na primeira escuta e "sua" hoje. Ela vai ser sempre a mesma música. O que muda é o repertório que você traz para interpretá-la — e é exatamente esse repertório que a Sociologia investiga.
Mas, o primeiro cuidado da sociologia é entender que nem sempre as coisas são o que aparentam ser
'''Leitura de aprofundamento:''' BERGER, Peter L. ''Convite à Sociologia: uma perspectiva humanística''
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== Bloco 2 — Natureza e cultura ==
'''Pergunta-guia:''' O que, na sua relação com essa música, é aprendido/adquirido — e o que seria "natural"?
Um recém-nascido não reconhece uma música como "sua" ou "de outro mundo". Essa distinção não vem com o seu corpo. De onde vem, então?
Nascemos organismos biológicos, mas nos tornamos sujeitos sociais. A natureza oferece as condições biológicas da existência; a cultura organiza as formas pelas quais essa existência ganha significado. Aprendemos uma língua, valores, costumes, formas de interpretar símbolos — nada disso é dado geneticamente. É justamente por isso que uma mesma música pode ser ouvida como estranha por um grupo etário e como identitária por outro: os dois grupos aprenderam repertórios culturais diferentes para escutá-la.
Na Publicidade,: uma marca usa determinada cor, som ou personagem pressupondo que o público reconheça aquele código. Uma criança pequena não reconhece o logotipo de uma marca como "representando uma empresa" — esse significado foi aprendido, não nasceu com ela.
A apropriação da sua música por você — ou por sua geração — é um caso concreto dessa relação natureza/cultura: um objeto sonoro (dado material) recebeu, socialmente, um significado que não estava nele desde sempre. É curioso perceber que esse som que foi criado pela Cultura tem a capacidade de causar em nós reações físicas.
Podemos imaginar, então, que os seres humanos são animais amarrados a teias de significados que eles mesmos teceram.
'''Leitura de aprofundamento:''' GEERTZ, Clifford. ''A interpretação das culturas''.
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== Bloco 3 — Linguagem como sistema simbólico ==
'''Pergunta-guia:''' Uma música tem muitas formas de "dizer" algo. Como isso é possível?
Pense num trecho da sua música — pode ser a letra, pode ser só a melodia ou o timbre de um instrumento. O que ele "significa" para você não está escrito em lugar nenhum. De onde vem esse sentido?
A linguagem não se resume a palavras. É o principal sistema simbólico pelo qual organizamos a experiência — inclui imagens, sons, gestos, silêncios e enquadramentos. Vivemos dentro de um universo simbólico porque nossa relação com o mundo não é direta: ela é '''mediada''' por signos, linguagens e práticas culturais.
Isso significa que não reagimos apenas aos objetos ou acontecimentos, mas aos significados que construímos coletivamente sobre eles. Um símbolo — uma cor, um acorde ou um coração vermelho — não possui significado por natureza. Seu sentido é produzido nas relações sociais e se mantém porque é compartilhado por uma comunidade.
É justamente essa '''mediação simbólica''' que torna possível a comunicação humana. Quando ouvimos uma música, não percebemos apenas sons organizados. Reconhecemos gêneros, emoções, valores, memórias e referências culturais que aprendemos ao longo da vida.
Uma campanha mobiliza muito mais do que frases. Cores, sons, enquadramentos, ritmos e até o silêncio participam da construção do significado. Comunicar, portanto, não é apenas transmitir informação: é mobilizar sistemas simbólicos que orientam a interpretação.
Se sua música carrega um mundo, é porque ela mobiliza um '''sistema simbólico compartilhado''' por quem a criou. Ao ouvi-la, interpretá-la e atribuir sentidos a ela, você também participa desse processo de mediação simbólica.
'''Leitura de aprofundamento:''' CASSIRER, Ernst. ''Ensaio sobre o homem: introdução a uma filosofia da cultura humana''.
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== Bloco 4 — Linguagem e memória ==
'''Pergunta-guia:''' Por que essa música te faz lembrar de coisas que você nem viveu diretamente?
Se a música veio de outra época ou de outro grupo, é provável que ela carregue lembranças que não são exatamente suas — lembranças de quem a viveu antes de você. Como isso é possível, se memória é, supostamente, individual?
Nossa memória individual depende sempre de uma memória compartilhada. Lembramos porque pertencemos a grupos — famílias, gerações, comunidades de escuta. A memória, portanto, é um patrimônio coletivo, disputado e reorganizado o tempo todo.
Quando uma organização enfrenta uma crise de imagem, ela não disputa apenas interpretações sobre o presente — disputa memórias. Cada posicionamento tenta reorganizar o que diferentes públicos vão lembrar daquele acontecimento no futuro.
'''Parágrafo de articulação:''' assim como uma organização disputa a memória de um acontecimento, sua geração — ao se apropriar de uma música de outro tempo — está participando de uma disputa semelhante: decidindo o que daquele passado permanece vivo e com que sentido.
É na sociedade que o homem normalmente adquire suas lembranças.
— Maurice Halbwachs, ''A memória coletiva'' ''
'''Leitura de aprofundamento:''' HALBWACHS, Maurice. ''A memória coletiva''.
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== Bloco 5 — Mediações e tecnologias ==
'''Pergunta-guia:''' Como você chegou até essa música — e isso muda o que ela significa?
[Provocação] Você ouviu essa música pela primeira vez através de qual meio? Rádio, indicação de alguém, algoritmo de plataforma de streaming? Isso importa para o que ela significa hoje?
[Conceituação] Cada tecnologia de mediação — oralidade, escrita, rádio, plataformas digitais — não elimina simplesmente a anterior; reorganiza como linguagem, memória e interação coexistem. Hoje, parte significativa da memória circula em sistemas que classificam, relacionam e recomendam conteúdo. Isso muda a forma como encontramos — e reencontramos — aquilo que nos constitui.
'''Exemplo''' (caso de Comunicação Digital): um algoritmo de recomendação pode reapresentar, a uma nova geração, uma música de décadas atrás, deslocando-a do contexto original e produzindo novas apropriações — que é exatamente o fenômeno de que esta aula parte.
'''Parágrafo de articulação:''' o próprio fato de você ter uma música "de outro mundo" hoje disponível para apropriação é, em grande parte, efeito dessas mediações tecnológicas — elas não guardam apenas o objeto, elas o recolocam em circulação.
'''Leitura de aprofundamento:''' CANDAU, Joël. ''Memória e identidade''. São Paulo: Contexto, 2021,
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== Conceitos fundamentais ==
Olhar sociológico · Estranhamento · Natureza e cultura · Linguagem · Símbolo · Universo simbólico · Memória individual · Memória coletiva · Mediação · Tecnologias da comunicação
== Exercícios ==
'''Registro 1 — Reconhecimento:''' associe cada conceito à definição correspondente (tabela de correspondência, a ser detalhada em formato de quiz na publicação final).
'''Registro 2 — Aplicação:''' escolha uma campanha publicitária ou ação de comunicação organizacional real que você conhece e que gerou interpretações diferentes entre públicos distintos. Explique, usando pelo menos quatro conceitos desta aula, por que essas interpretações não foram as mesmas.
'''Registro 3 — Metacognição:''' o que você percebe hoje, sobre a música que escolheu no início da aula, que não teria percebido antes desta leitura? (resposta de 5 a 8 linhas — conecte obrigatoriamente com uma situação que você vai registrar no Diário de Campo).
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== Aula 1 – Linguagem e Sociedade: a produção do mundo simbólico ==
''Prof. Liráucio''
=== Sobre o que vamos conversar nesta aula ===
Ao final desta aula, espero que você seja capaz de:
* reconhecer a Sociologia como um modo específico de olhar para os elementos sociais da nossa experiência — e não como um conjunto de "temas";
* avaliar a complexidade da relação entre natureza e cultura na produção de formas humanas de existência (mitos, religiões, política, ética);
* explicar por que a linguagem não apenas comunica, mas media e torna possível a existência simbólica;
* compreender como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados, construída por narrativas;
* reconhecer como as tecnologias reorganizam — sem simplesmente substituir — as formas de comunicar e lembrar;
* problematizar as relações entre visibilidade, dizibilidade e poder na construção de narrativas de ancestralidade.
=== Perguntas que vão orientar esta investigação ===
# O que faz da Sociologia um modo específico de olhar para o mundo — e não apenas um conjunto de temas?
# Por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — se nenhuma delas está escrita no nosso corpo biológico?
# Nomear algo é apenas descrevê-lo, ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
# Como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados?
# De que forma os meios de comunicação reorganizam o que lembramos e como lembramos?
# Quem teve, historicamente, o direito de narrar sua própria memória — e o que isso tem a ver com poder?
=== Provocação inicial ===
Pense nas muitas formas que os seres humanos inventaram para dar sentido ao mundo em que vivem: os cantos, as narrativas, os mitos, as religiões, os sistemas políticos, os códigos éticos. Nenhuma outra espécie construiu algo parecido — não existe, na natureza, uma "política" de formigas ou uma "religião" de golfinhos, no sentido em que existe para nós.
Por que produzimos tantos modos diferentes de existir — e por que nenhum deles é simplesmente "a natureza seguindo seu curso"? E, mais difícil ainda: existe alguma forma neutra de dizer que um desses modos de existência é melhor que outro?
Antes de continuar a leitura, escolha mentalmente dois ou três exemplos — um canto, um mito, uma regra ética não escrita, uma crença — que fazem parte do seu repertório. Você não precisa escrever nada ainda. Eles vão atravessar esta aula inteira.
'''Quando penso nisso''', penso em três coisas ao mesmo tempo: um canto de torcida que aprendi sem perceber que estava aprendendo uma forma de pertencimento; uma regra ética que meus pais nunca me explicaram, só me fizeram sentir; e a estranheza de descobrir, mais tarde, que outras famílias tinham regras completamente diferentes — e igualmente coerentes.
'''''Antes de entrar nos blocos:''' uma observação sobre o próprio olhar sociológico. A Sociologia não estuda "temas" — política, religião, arte — como se fossem gavetas separadas da realidade. Ela constrói, por meio de conceitos e teorias, instrumentos que fazem aparecer, nas nossas ações mais cotidianas, uma dimensão social que normalmente passa despercebida. Isso não significa que esses conceitos expliquem toda a nossa existência: há sempre uma experiência individual irredutível — somos nós que vivemos, é a nossa trajetória específica. Mas essa experiência não acontece no vazio: está emaranhada numa teia de significados tecida por muitas pessoas antes de nós, teia que podemos reproduzir ou modificar, com maior ou menor intensidade.''
----
=== Bloco 1 — Natureza e cultura: a produção do mundo simbólico ===
'''Pergunta-guia:''' O que, nesses cantos, mitos, regras e crenças que você listou, nasce com o corpo — e o que é tecido socialmente?
Volte à sua lista. Nenhum recém-nascido chega ao mundo sabendo distinguir um hino de torcida de uma oração, ou uma regra de etiqueta de uma lei. Então de onde vêm essas distinções?
Nascemos organismos biologicamente incompletos. A natureza oferece as condições da existência; a cultura organiza as formas pelas quais essa existência ganha significado — e, sem ela, sequer sobreviveríamos como espécie. Aprendemos línguas, mitos, valores, códigos éticos, formas de interpretar símbolos: nada disso é dado geneticamente. É por isso que uma criança de outra cultura pode crescer reconhecendo como "natural" um conjunto de crenças completamente diferente do seu — e igualmente coerente para quem nasceu ali.
'''Exemplo :''' uma equipe de marca constrói, ao longo dos anos, um conjunto de rituais internos — uma frase que se repete em reuniões, uma forma específica de comemorar metas. Para quem entra na empresa, esses rituais parecem "naturais" desde o primeiro dia; na verdade, foram construídos e ensinados, geração após geração de funcionários.
É essa mesma teia de significados construída socialmente — mencionada na abertura desta aula — que explica por que cada item da sua lista pessoal (o canto, o mito, a regra) parece "natural" para você, mas foi, na verdade, tecido por muitas pessoas antes de você.
'''Leitura de aprofundamento:''' GEERTZ, Clifford. ''A interpretação das culturas''.
=== Bloco 2 — Linguagem como mediação, não como espelho ===
'''Pergunta-guia:''' Nomear algo é apenas descrevê-lo — ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
Muitos itens da sua lista — um tabu religioso, uma regra ética não escrita, um código político — só existem enquanto tais porque podem ser nomeados. Existiria alguma proibição possível sem uma palavra para nomeá-la?
A linguagem não se resume a palavras: inclui imagens, sons, gestos, silêncios, enquadramentos. Ela é o principal sistema simbólico pelo qual organizamos a experiência — e é por isso que, como observa o crítico George Steiner, a linguagem está diretamente ligada à declaração da nossa humanidade: tabus, proibições e interditos passam por ela, já que não se pode proibir aquilo que não se pode nomear. É a linguagem que permite construir as narrativas que nos formam e que delimitam quem somos e quem é o outro.
'''Exemplo :''' uma campanha institucional que evita nomear diretamente um problema (uma crise ambiental, uma desigualdade) usando eufemismos técnicos não está apenas "suavizando" a comunicação — está, também, controlando o que pode ou não ser tornado público como fato social.
Se, no Bloco 1, vimos que a cultura tece os significados que tomamos por naturais, aqui vemos o instrumento por meio do qual essa tecitura acontece: é a linguagem que dá existência social a cada mito, regra ou crença da sua lista — sem nome, eles não circulariam entre pessoas.
'''Leitura de aprofundamento:''' STEINER, George. Ensaios sobre linguagem e humanidade (ver resenha de Eduardo Sterzi, ''Folha de S.Paulo'', sobre a obra de Steiner).
=== Bloco 3 — Meios como mediação da experiência ===
'''Pergunta-guia:''' A forma como um desses mitos, cantos ou crenças chegou até você mudou o que ele significa?
Pense em como um deles chegou até você: pela oralidade de alguém da família, por um livro, por um vídeo, por uma plataforma. Isso muda o que ele significa?
É comum pensar "tecnologia" como sinônimo de máquina moderna, mas, em termos analíticos, tecnologia é um conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que produzem efeitos estáveis, repetíveis e transmissíveis em um campo de ação. Por isso é possível pensar a escrita, o ritual e a própria linguagem como tecnologias de mediação. Cada uma delas — oralidade, escrita, rádio, plataformas digitais — não elimina simplesmente a anterior: reorganiza como significado, memória e interação coexistem.
'''Exemplo :''' um algoritmo de recomendação pode reapresentar, a uma nova geração, uma tradição ou canção de décadas atrás, deslocando-a do contexto original e produzindo novas apropriações e sentidos.
A linguagem (Bloco 2) precisa sempre de um meio material para circular — e é esse meio que determina, em boa parte, quais itens da sua lista pessoal sobreviveram até você e em que forma chegaram.
{{Citação|Os computadores possuem uma memória, mas são desprovidos de lembranças.|Joël Candau, ''Memória e identidade'', 2021, p. 62}}
'''Leitura de aprofundamento:''' CANDAU, Joël. ''Memória e identidade''. São Paulo: Contexto, 2021.
=== Bloco 4 — Memória individual e coletiva por narrativa ===
'''Pergunta-guia:''' Por que lembramos de coisas que não vivemos diretamente — um mito de origem, uma tradição de família, um evento histórico contado por outros?
Se um item da sua lista veio de outra geração, é provável que carregue lembranças que não são exatamente suas. Como isso é possível, se memória é, supostamente, individual?
Nossa memória individual depende sempre de uma memória compartilhada: lembramos porque pertencemos a grupos — famílias, gerações, comunidades de crença ou de escuta. Para Anthony Giddens, a lembrança individual não pode estar separada de um quadro coletivo de memória — o que Maurice Halbwachs já chamava de quadros sociais da memória. A memória, portanto, é um patrimônio coletivo, disputado e reorganizado o tempo todo.
'''Exemplo :''' quando uma organização enfrenta uma crise de imagem, ela não disputa apenas interpretações sobre o presente — disputa memória. Cada posicionamento tenta reorganizar o que diferentes públicos vão lembrar daquele acontecimento no futuro.
Assim como os meios de mediação (Bloco 3) determinam como um mito ou canção chega até você, os quadros sociais de memória determinam o que, desse mito, permanece coletivamente relevante — e com que sentido.
{{Citação|É na sociedade que o homem normalmente adquire suas lembranças.|Maurice Halbwachs, ''A memória coletiva''}}
'''Leitura de aprofundamento:''' HALBWACHS, Maurice. ''A memória coletiva''.
=== Bloco 5 — Ancestralidade e escrevivência: visibilidade, dizibilidade e poder ===
<!-- Tema sinalizado como sensível (silenciamento histórico/ancestralidade), autorizado
pelo professor em 05/08/2026. Caixa de aviso incluída conforme Guia Revisado §8. -->
{| style="border:1px solid #999; background:#f9f4e8; padding:8px; width:90%"
|
'''Aviso de conteúdo sensível:''' este bloco trata de silenciamento histórico e disputa de memória ligada a relações de poder e ancestralidade. Se o tema tocar em experiências pessoais difíceis, converse com o/a professor/professora.
|}
'''Pergunta-guia:''' Quem teve, historicamente, acesso à palavra legitimada para narrar sua própria memória — e quem teve sua narrativa contada por outros?
Nem todos os itens da sua lista tiveram o mesmo acesso à palavra legitimada. Algumas tradições foram registradas, preservadas, ensinadas em escolas; outras foram caladas, ridicularizadas ou apenas transmitidas às escondidas, de boca em boca, dentro de famílias e comunidades.
O conceito de escrevivência, formulado por Conceição Evaristo, parte da articulação entre experiência vivida, memória individual e memória coletiva, evidenciando que narrar não é apenas recordar: é disputar os quadros sociais da memória. Se, como vimos no Bloco 4, toda memória individual é socialmente ancorada, a escrevivência mostra que esses quadros sociais são atravessados por relações de poder que definem quais histórias podem ser reconhecidas como memória legítima. Escrever deixa de ser apenas expressão individual e passa a operar como reinscrição histórica — uma forma de alterar o enquadramento simbólico de algo antes silenciado.
Veja este trecho da letra desta música de Sued Nunes:
"Ei, Povoada é um-um nome curioso né?/ Porque a gente sempre fala de Povoada/ Em relação à Terra né?/ A Terra é povoada/ Mas, também sou terra/ A gente também é terra de povoar..."
'''Exemplo :''' uma marca que, ao ser fundada, apagou de sua história oficial a origem de uma comunidade ou tradição específica — e que, décadas depois, precisa decidir se resgata essa origem publicamente ou continua a silenciá-la — está lidando exatamente com essa disputa entre visibilidade, dizibilidade e poder.
Se os Blocos 1 a 4 mostraram como o mundo simbólico é tecido, mediado e lembrado coletivamente, este bloco mostra que essa tecitura não é neutra: nem todo mundo teve o mesmo poder de tecer, contar e ser lembrado.
'''Leitura de aprofundamento:''' EVARISTO, Conceição. Escrevivência: textos reunidos.
=== o que vimo nesta aula ===
Começamos perguntando por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — e se seria possível medir, de forma neutra, qual delas é "melhor". A resposta que esta aula constrói não é uma medida neutra, mas um conjunto de ferramentas para entender a produção desse mundo simbólico.
Vimos que somos biologicamente incompletos e que a cultura tece, socialmente, os significados que tomamos por naturais (Bloco 1). Vimos que essa tecitura só circula porque pode ser nomeada — a linguagem não apenas comunica, ela media e torna possível a existência simbólica, inclusive na forma de tabus e interditos (Bloco 2). Vimos que essa mediação depende sempre de um meio material, que reorganiza — sem substituir — o que chega até nós (Bloco 3). Vimos que o que lembramos individualmente depende de quadros coletivos de memória, disputados o tempo todo (Bloco 4). E vimos, por fim, que essa disputa não é neutra: relações de poder decidem quem tem acesso à palavra legítima para narrar sua própria ancestralidade (Bloco 5).
Assim, cada item da sua lista pessoal — o canto, o mito, a regra ética — não é apenas seu: é um ponto de chegada de uma longa cadeia de produção, mediação e disputa simbólica que, a partir de agora, você tem instrumentos para reconhecer.
=== Conceitos fundamentais ===
Olhar sociológico · Teia de significados · Natureza e cultura · Linguagem como mediação · Símbolo · Tecnologias da mediação · Memória individual · Memória coletiva · Escrevivência · Ancestralidade · Poder narrativo
=== Exercícios ===
'''Registro 1 — Reconhecimento:''' associe cada conceito à definição correspondente (tabela de correspondência, a ser detalhada em formato de quiz na publicação final).
'''Registro 2 — Aplicação:''' escolha uma marca ou organização real que você conhece. Identifique um elemento que funcione como "mito fundador" dessa marca (uma história de origem repetida institucionalmente) e um código ético — explícito (declarado em documentos, campanhas) ou não explícito (praticado, mas não formalizado) — que oriente suas ações. Use pelo menos quatro conceitos desta aula para explicar como esses elementos foram construídos e são sustentados.
'''Registro 3 — Metacognição:''' volte à lista de cantos, mitos, regras ou crenças que você reuniu no início da aula. O que você percebe hoje, sobre a origem e a sustentação social desses elementos, que não teria percebido antes desta leitura? (resposta de 5 a 8 linhas — conecte obrigatoriamente com uma situação que você vai registrar no Diário de Campo).
=== Diário Sociológico ===
Nesta semana, registre no seu Diário de Campo Sociológico:
* '''Campo de observação:''' uma situação do seu cotidiano, estágio, trabalho ou consumo midiático em que um mito, ritual, regra ética não escrita ou disputa de memória tenha aparecido.
* '''Mobilização conceitual:''' qual conceito desta aula ajuda a entender essa situação, e como ele opera nela?
* '''Pergunta do dia:''' o que essa situação faz com o conceito escolhido — ele se mostra insuficiente, produtivo, ou inesperado diante do que você observou?
=
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184795
184794
2026-08-05T08:51:47Z
Lgjunior
21602
Nova versão da aula, integrando elementos do curso tradicional com novo formato
184795
wikitext
text/x-wiki
== Aula 1 – Linguagem e Sociedade: a produção do mundo simbólico ==
''Prof. Liráucio''
=== Sobre o que vamos conversar nesta aula ===
Ao final desta aula, espero que você seja capaz de:
* reconhecer a Sociologia como um modo específico de olhar para os elementos sociais da nossa experiência — e não como um conjunto de "temas";
* avaliar a complexidade da relação entre natureza e cultura na produção de formas humanas de existência (mitos, religiões, política, ética);
* explicar por que a linguagem não apenas comunica, mas media e torna possível a existência simbólica;
* compreender como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados, construída por narrativas;
* reconhecer como as tecnologias reorganizam — sem simplesmente substituir — as formas de comunicar e lembrar;
* problematizar as relações entre visibilidade, dizibilidade e poder na construção de narrativas de ancestralidade.
=== Perguntas que vão orientar esta investigação ===
# O que faz da Sociologia um modo específico de olhar para o mundo — e não apenas um conjunto de temas?
# Por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — se nenhuma delas está escrita no nosso corpo biológico?
# Nomear algo é apenas descrevê-lo, ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
# Como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados?
# De que forma os meios de comunicação reorganizam o que lembramos e como lembramos?
# Quem teve, historicamente, o direito de narrar sua própria memória — e o que isso tem a ver com poder?
=== Provocação inicial ===
Pense nas muitas formas que os seres humanos inventaram para dar sentido ao mundo em que vivem: os cantos, as narrativas, os mitos, as religiões, os sistemas políticos, os códigos éticos. Nenhuma outra espécie construiu algo parecido — não existe, na natureza, uma "política" de formigas ou uma "religião" de golfinhos, no sentido em que existe para nós.
Por que produzimos tantos modos diferentes de existir — e por que nenhum deles é simplesmente "a natureza seguindo seu curso"? E, mais difícil ainda: existe alguma forma neutra de dizer que um desses modos de existência é melhor que outro?
Antes de continuar a leitura, escolha mentalmente dois ou três exemplos — um canto, um mito, uma regra ética não escrita, uma crença — que fazem parte do seu repertório. Você não precisa escrever nada ainda. Eles vão atravessar esta aula inteira.
'''Quando penso nisso''', penso em três coisas ao mesmo tempo: um canto de torcida que aprendi sem perceber que estava aprendendo uma forma de pertencimento; uma regra ética que meus pais nunca me explicaram, só me fizeram sentir; e a estranheza de descobrir, mais tarde, que outras famílias tinham regras completamente diferentes — e igualmente coerentes.
'''''Antes de entrar nos blocos:''' uma observação sobre o próprio olhar sociológico. A Sociologia não estuda "temas" — política, religião, arte — como se fossem gavetas separadas da realidade. Ela constrói, por meio de conceitos e teorias, instrumentos que fazem aparecer, nas nossas ações mais cotidianas, uma dimensão social que normalmente passa despercebida. Isso não significa que esses conceitos expliquem toda a nossa existência: há sempre uma experiência individual irredutível — somos nós que vivemos, é a nossa trajetória específica. Mas essa experiência não acontece no vazio: está emaranhada numa teia de significados tecida por muitas pessoas antes de nós, teia que podemos reproduzir ou modificar, com maior ou menor intensidade.''
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=== Bloco 1 — Natureza e cultura: a produção do mundo simbólico ===
'''Pergunta-guia:''' O que, nesses cantos, mitos, regras e crenças que você listou, nasce com o corpo — e o que é tecido socialmente?
Volte à sua lista. Nenhum recém-nascido chega ao mundo sabendo distinguir um hino de torcida de uma oração, ou uma regra de etiqueta de uma lei. Então de onde vêm essas distinções?
Nascemos organismos biologicamente incompletos. A natureza oferece as condições da existência; a cultura organiza as formas pelas quais essa existência ganha significado — e, sem ela, sequer sobreviveríamos como espécie. Aprendemos línguas, mitos, valores, códigos éticos, formas de interpretar símbolos: nada disso é dado geneticamente. É por isso que uma criança de outra cultura pode crescer reconhecendo como "natural" um conjunto de crenças completamente diferente do seu — e igualmente coerente para quem nasceu ali.
'''Exemplo :''' uma equipe de marca constrói, ao longo dos anos, um conjunto de rituais internos — uma frase que se repete em reuniões, uma forma específica de comemorar metas. Para quem entra na empresa, esses rituais parecem "naturais" desde o primeiro dia; na verdade, foram construídos e ensinados, geração após geração de funcionários.
É essa mesma teia de significados construída socialmente — mencionada na abertura desta aula — que explica por que cada item da sua lista pessoal (o canto, o mito, a regra) parece "natural" para você, mas foi, na verdade, tecido por muitas pessoas antes de você.
'''Leitura de aprofundamento:''' GEERTZ, Clifford. ''A interpretação das culturas''.
=== Bloco 2 — Linguagem como mediação, não como espelho ===
'''Pergunta-guia:''' Nomear algo é apenas descrevê-lo — ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
Muitos itens da sua lista — um tabu religioso, uma regra ética não escrita, um código político — só existem enquanto tais porque podem ser nomeados. Existiria alguma proibição possível sem uma palavra para nomeá-la?
A linguagem não se resume a palavras: inclui imagens, sons, gestos, silêncios, enquadramentos. Ela é o principal sistema simbólico pelo qual organizamos a experiência — e é por isso que, como observa o crítico George Steiner, a linguagem está diretamente ligada à declaração da nossa humanidade: tabus, proibições e interditos passam por ela, já que não se pode proibir aquilo que não se pode nomear. É a linguagem que permite construir as narrativas que nos formam e que delimitam quem somos e quem é o outro.
'''Exemplo :''' uma campanha institucional que evita nomear diretamente um problema (uma crise ambiental, uma desigualdade) usando eufemismos técnicos não está apenas "suavizando" a comunicação — está, também, controlando o que pode ou não ser tornado público como fato social.
Se, no Bloco 1, vimos que a cultura tece os significados que tomamos por naturais, aqui vemos o instrumento por meio do qual essa tecitura acontece: é a linguagem que dá existência social a cada mito, regra ou crença da sua lista — sem nome, eles não circulariam entre pessoas.
'''Leitura de aprofundamento:''' STEINER, George. Ensaios sobre linguagem e humanidade (ver resenha de Eduardo Sterzi, ''Folha de S.Paulo'', sobre a obra de Steiner).
=== Bloco 3 — Tecnologia e a mediação da experiência ===
'''Pergunta-guia:''' A forma como um desses mitos, cantos ou crenças chegou até você mudou o que ele significa?
Pense em como um deles chegou até você: pela oralidade de alguém da família, por um livro, por um vídeo, por uma plataforma. Isso muda o que ele significa?
É comum pensar "tecnologia" como sinônimo de máquina moderna, mas, em termos analíticos, tecnologia é um conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que produzem efeitos estáveis, repetíveis e transmissíveis em um campo de ação. Por isso é possível pensar a escrita, o ritual e a própria linguagem como tecnologias de mediação. Cada uma delas — oralidade, escrita, rádio, plataformas digitais — não elimina simplesmente a anterior: reorganiza como significado, memória e interação coexistem.
'''Exemplo :''' um algoritmo de recomendação pode reapresentar, a uma nova geração, uma tradição ou canção de décadas atrás, deslocando-a do contexto original e produzindo novas apropriações e sentidos.
A linguagem (Bloco 2) precisa sempre de um meio material para circular — e é esse meio que determina, em boa parte, quais itens da sua lista pessoal sobreviveram até você e em que forma chegaram.
{{Citação|Os computadores possuem uma memória, mas são desprovidos de lembranças.|Joël Candau, ''Memória e identidade'', 2021, p. 62}}
'''Leitura de aprofundamento:''' CANDAU, Joël. ''Memória e identidade''. São Paulo: Contexto, 2021.
=== Bloco 4 — Memória individual e coletiva por narrativa ===
'''Pergunta-guia:''' Por que lembramos de coisas que não vivemos diretamente — um mito de origem, uma tradição de família, um evento histórico contado por outros?
Se um item da sua lista veio de outra geração, é provável que carregue lembranças que não são exatamente suas. Como isso é possível, se memória é, supostamente, individual?
Nossa memória individual depende sempre de uma memória compartilhada: lembramos porque pertencemos a grupos — famílias, gerações, comunidades de crença ou de escuta. Para Anthony Giddens, a lembrança individual não pode estar separada de um quadro coletivo de memória — o que Maurice Halbwachs já chamava de quadros sociais da memória. A memória, portanto, é um patrimônio coletivo, disputado e reorganizado o tempo todo.
'''Exemplo :''' quando uma organização enfrenta uma crise de imagem, ela não disputa apenas interpretações sobre o presente — disputa memória. Cada posicionamento tenta reorganizar o que diferentes públicos vão lembrar daquele acontecimento no futuro.
Assim como os meios de mediação (Bloco 3) determinam como um mito ou canção chega até você, os quadros sociais de memória determinam o que, desse mito, permanece coletivamente relevante — e com que sentido.
{{Citação|É na sociedade que o homem normalmente adquire suas lembranças.|Maurice Halbwachs, ''A memória coletiva''}}
'''Leitura de aprofundamento:''' HALBWACHS, Maurice. ''A memória coletiva''.
=== Bloco 5 — Ancestralidade e escrevivência: visibilidade, dizibilidade e poder ===
<!-- Tema sinalizado como sensível (silenciamento histórico/ancestralidade), autorizado
pelo professor em 05/08/2026. Caixa de aviso incluída conforme Guia Revisado §8. -->
{| style="border:1px solid #999; background:#f9f4e8; padding:8px; width:90%"
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'''Aviso de conteúdo sensível:''' este bloco trata de silenciamento histórico e disputa de memória ligada a relações de poder e ancestralidade. Se o tema tocar em experiências pessoais difíceis, converse com o/a professor/professora.
|}
'''Pergunta-guia:''' Quem teve, historicamente, acesso à palavra legitimada para narrar sua própria memória — e quem teve sua narrativa contada por outros?
Nem todos os itens da sua lista tiveram o mesmo acesso à palavra legitimada. Algumas tradições foram registradas, preservadas, ensinadas em escolas; outras foram caladas, ridicularizadas ou apenas transmitidas às escondidas, de boca em boca, dentro de famílias e comunidades.
O conceito de escrevivência, formulado por Conceição Evaristo, parte da articulação entre experiência vivida, memória individual e memória coletiva, evidenciando que narrar não é apenas recordar: é disputar os quadros sociais da memória. Se, como vimos no Bloco 4, toda memória individual é socialmente ancorada, a escrevivência mostra que esses quadros sociais são atravessados por relações de poder que definem quais histórias podem ser reconhecidas como memória legítima. Escrever deixa de ser apenas expressão individual e passa a operar como reinscrição histórica — uma forma de alterar o enquadramento simbólico de algo antes silenciado.
Veja este trecho da letra desta música de Sued Nunes:
"Ei, Povoada é um-um nome curioso né?/ Porque a gente sempre fala de Povoada/ Em relação à Terra né?/ A Terra é povoada/ Mas, também sou terra/ A gente também é terra de povoar..."
'''Exemplo :''' uma marca que, ao ser fundada, apagou de sua história oficial a origem de uma comunidade ou tradição específica — e que, décadas depois, precisa decidir se resgata essa origem publicamente ou continua a silenciá-la — está lidando exatamente com essa disputa entre visibilidade, dizibilidade e poder.
Se os Blocos 1 a 4 mostraram como o mundo simbólico é tecido, mediado e lembrado coletivamente, este bloco mostra que essa tecitura não é neutra: nem todo mundo teve o mesmo poder de tecer, contar e ser lembrado.
'''Leitura de aprofundamento:''' EVARISTO, Conceição. Escrevivência: textos reunidos.
=== o que vimo nesta aula ===
Começamos perguntando por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — e se seria possível medir, de forma neutra, qual delas é "melhor". A resposta que esta aula constrói não é uma medida neutra, mas um conjunto de ferramentas para entender a produção desse mundo simbólico.
Vimos que somos biologicamente incompletos e que a cultura tece, socialmente, os significados que tomamos por naturais (Bloco 1). Vimos que essa tecitura só circula porque pode ser nomeada — a linguagem não apenas comunica, ela media e torna possível a existência simbólica, inclusive na forma de tabus e interditos (Bloco 2). Vimos que essa mediação depende sempre de um meio material, que reorganiza — sem substituir — o que chega até nós (Bloco 3). Vimos que o que lembramos individualmente depende de quadros coletivos de memória, disputados o tempo todo (Bloco 4). E vimos, por fim, que essa disputa não é neutra: relações de poder decidem quem tem acesso à palavra legítima para narrar sua própria ancestralidade (Bloco 5).
Assim, cada item da sua lista pessoal — o canto, o mito, a regra ética — não é apenas seu: é um ponto de chegada de uma longa cadeia de produção, mediação e disputa simbólica que, a partir de agora, você tem instrumentos para reconhecer.
=== Conceitos fundamentais ===
Olhar sociológico · Teia de significados · Natureza e cultura · Linguagem como mediação · Símbolo · Tecnologias da mediação · Memória individual · Memória coletiva · Escrevivência · Ancestralidade · Poder narrativo
=== Exercícios ===
'''Registro 1 — Reconhecimento:''' associe cada conceito à definição correspondente (tabela de correspondência, a ser detalhada em formato de quiz na publicação final).
'''Registro 2 — Aplicação:''' escolha uma marca ou organização real que você conhece. Identifique um elemento que funcione como "mito fundador" dessa marca (uma história de origem repetida institucionalmente) e um código ético — explícito (declarado em documentos, campanhas) ou não explícito (praticado, mas não formalizado) — que oriente suas ações. Use pelo menos quatro conceitos desta aula para explicar como esses elementos foram construídos e são sustentados.
'''Registro 3 — Metacognição:''' volte à lista de cantos, mitos, regras ou crenças que você reuniu no início da aula. O que você percebe hoje, sobre a origem e a sustentação social desses elementos, que não teria percebido antes desta leitura? (resposta de 5 a 8 linhas — conecte obrigatoriamente com uma situação que você vai registrar no Diário de Campo).
=== Diário Sociológico ===
Nesta semana, registre no seu Diário de Campo Sociológico:
* '''Campo de observação:''' uma situação do seu cotidiano, estágio, trabalho ou consumo midiático em que um mito, ritual, regra ética não escrita ou disputa de memória tenha aparecido.
* '''Mobilização conceitual:''' qual conceito desta aula ajuda a entender essa situação, e como ele opera nela?
* '''Pergunta do dia:''' o que essa situação faz com o conceito escolhido — ele se mostra insuficiente, produtivo, ou inesperado diante do que você observou?
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2026-08-05T09:16:08Z
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text/x-wiki
== Aula 1 – Linguagem e Sociedade: a produção do mundo simbólico ==
''Prof. Liráucio''
=== Sobre o que vamos conversar nesta aula ===
Ao final desta aula, espero que você seja capaz de:
* reconhecer a Sociologia como um modo específico de olhar para os elementos sociais da nossa experiência — e não como um conjunto de "temas";
* avaliar a complexidade da relação entre natureza e cultura na produção de formas humanas de existência (mitos, religiões, política, ética);
* explicar por que a linguagem não apenas comunica, mas media e torna possível a existência simbólica;
* compreender como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados, construída por narrativas;
* reconhecer como as tecnologias reorganizam — sem simplesmente substituir — as formas de comunicar e lembrar;
* problematizar as relações entre visibilidade, dizibilidade e poder na construção de narrativas de ancestralidade.
* entender que o objetivo da disciplina não é fornecer opiniões sobre a sociedade, mas desenvolver um modo sociológico de formular problemas.
=== Perguntas que vão orientar esta investigação ===
# O que faz da Sociologia um modo específico de olhar para o mundo — e não apenas um conjunto de temas?
# Por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — se nenhuma delas está escrita no nosso corpo biológico?
# Nomear algo é apenas descrevê-lo, ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
# Como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados?
# De que forma os meios de comunicação reorganizam o que lembramos e como lembramos?
# Quem teve, historicamente, o direito de narrar sua própria memória — e o que isso tem a ver com poder?
=== Provocação inicial ===
Pense nas muitas formas que os seres humanos inventaram para dar sentido ao mundo em que vivem: os cantos, as narrativas, os mitos, as religiões, os sistemas políticos, os códigos éticos. Nenhuma outra espécie construiu algo parecido — não existe, na natureza, uma "política" de formigas ou uma "religião" de golfinhos, no sentido em que existe para nós.
Por que produzimos tantos modos diferentes de existir — e por que nenhum deles é simplesmente "a natureza seguindo seu curso"? E, mais difícil ainda: existe alguma forma neutra de dizer que um desses modos de existência é melhor que outro?
Antes de continuar a leitura, escolha mentalmente dois ou três exemplos — um canto, um mito, uma regra ética não escrita, uma crença — que fazem parte do seu repertório. Você não precisa escrever nada ainda. Eles vão atravessar esta aula inteira.
'''Quando penso nisso''', penso em três coisas ao mesmo tempo: um canto de torcida que aprendi sem perceber que estava aprendendo uma forma de pertencimento; uma regra ética que meus pais nunca me explicaram, só me fizeram sentir; e a estranheza de descobrir, mais tarde, que outras famílias tinham regras completamente diferentes — e igualmente coerentes.
'''''Antes de entrar nos blocos:''' uma observação sobre o próprio olhar sociológico. A Sociologia não estuda "temas" — política, religião, arte — como se fossem gavetas separadas da realidade. Ela constrói, por meio de conceitos e teorias, instrumentos que fazem aparecer, nas nossas ações mais cotidianas, uma dimensão social que normalmente passa despercebida. Isso não significa que esses conceitos expliquem toda a nossa existência: há sempre uma experiência individual irredutível — somos nós que vivemos, é a nossa trajetória específica. Mas essa experiência não acontece no vazio: está emaranhada numa teia de significados tecida por muitas pessoas antes de nós, teia que podemos reproduzir ou modificar, com maior ou menor intensidade.''
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=== Bloco 1 — Natureza e cultura: a produção do mundo simbólico ===
'''Pergunta-guia:''' O que, nesses cantos, mitos, regras e crenças que você listou, nasce com o corpo — e o que é tecido socialmente?
Volte à sua lista. Nenhum recém-nascido chega ao mundo sabendo distinguir um hino de torcida de uma oração, ou uma regra de etiqueta de uma lei. Então de onde vêm essas distinções?
Nascemos organismos biologicamente incompletos. A natureza oferece as condições da existência; a cultura organiza as formas pelas quais essa existência ganha significado — e, sem ela, sequer sobreviveríamos como espécie. Aprendemos línguas, mitos, valores, códigos éticos, formas de interpretar símbolos: nada disso é dado geneticamente. É por isso que uma criança de outra cultura pode crescer reconhecendo como "natural" um conjunto de crenças completamente diferente do seu — e igualmente coerente para quem nasceu ali.
'''Exemplo :''' uma equipe de marca constrói, ao longo dos anos, um conjunto de rituais internos — uma frase que se repete em reuniões, uma forma específica de comemorar metas. Para quem entra na empresa, esses rituais parecem "naturais" desde o primeiro dia; na verdade, foram construídos e ensinados, geração após geração de funcionários.
É essa mesma teia de significados construída socialmente — mencionada na abertura desta aula — que explica por que cada item da sua lista pessoal (o canto, o mito, a regra) parece "natural" para você, mas foi, na verdade, tecido por muitas pessoas antes de você.
'''Leitura de aprofundamento:''' GEERTZ, Clifford. ''A interpretação das culturas''.
=== Bloco 2 — Linguagem como mediação, não como espelho ===
'''Pergunta-guia:''' Nomear algo é apenas descrevê-lo — ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
Muitos itens da sua lista — um tabu religioso, uma regra ética não escrita, um código político — só existem enquanto tais porque podem ser nomeados. Existiria alguma proibição possível sem uma palavra para nomeá-la?
A linguagem não se resume a palavras: inclui imagens, sons, gestos, silêncios, enquadramentos. Ela é o principal sistema simbólico pelo qual organizamos a experiência — e é por isso que, como observa o crítico George Steiner, a linguagem está diretamente ligada à declaração da nossa humanidade: tabus, proibições e interditos passam por ela, já que não se pode proibir aquilo que não se pode nomear. É a linguagem que permite construir as narrativas que nos formam e que delimitam quem somos e quem é o outro.
'''Exemplo :''' uma campanha institucional que evita nomear diretamente um problema (uma crise ambiental, uma desigualdade) usando eufemismos técnicos não está apenas "suavizando" a comunicação — está, também, controlando o que pode ou não ser tornado público como fato social.
Se, no Bloco 1, vimos que a cultura tece os significados que tomamos por naturais, aqui vemos o instrumento por meio do qual essa tecitura acontece: é a linguagem que dá existência social a cada mito, regra ou crença da sua lista — sem nome, eles não circulariam entre pessoas.
'''Leitura de aprofundamento:''' STEINER, George. Ensaios sobre linguagem e humanidade (ver resenha de Eduardo Sterzi, ''Folha de S.Paulo'', sobre a obra de Steiner).
=== Bloco 3 — Tecnologia e a mediação da experiência ===
'''Pergunta-guia:''' A forma como um desses mitos, cantos ou crenças chegou até você mudou o que ele significa?
Pense em como um deles chegou até você: pela oralidade de alguém da família, por um livro, por um vídeo, por uma plataforma. Isso muda o que ele significa?
É comum pensar "tecnologia" como sinônimo de máquina moderna, mas, em termos analíticos, tecnologia é um conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que produzem efeitos estáveis, repetíveis e transmissíveis em um campo de ação. Por isso é possível pensar a escrita, o ritual e a própria linguagem como tecnologias de mediação. Cada uma delas — oralidade, escrita, rádio, plataformas digitais — não elimina simplesmente a anterior: reorganiza como significado, memória e interação coexistem.
'''Exemplo :''' um algoritmo de recomendação pode reapresentar, a uma nova geração, uma tradição ou canção de décadas atrás, deslocando-a do contexto original e produzindo novas apropriações e sentidos.
A linguagem (Bloco 2) precisa sempre de um meio material para circular — e é esse meio que determina, em boa parte, quais itens da sua lista pessoal sobreviveram até você e em que forma chegaram.
'''Leitura de aprofundamento:''' CANDAU, Joël. ''Memória e identidade''. São Paulo: Contexto, 2021.
=== Bloco 4 — Memória individual e coletiva por narrativa ===
'''Pergunta-guia:''' Por que lembramos de coisas que não vivemos diretamente — um mito de origem, uma tradição de família, um evento histórico contado por outros?
Se um item da sua lista veio de outra geração, é provável que carregue lembranças que não são exatamente suas. Como isso é possível, se memória é, supostamente, individual?
Nossa memória individual depende sempre de uma memória compartilhada: lembramos porque pertencemos a grupos — famílias, gerações, comunidades de crença ou de escuta. Para Anthony Giddens, a lembrança individual não pode estar separada de um quadro coletivo de memória — o que Maurice Halbwachs já chamava de quadros sociais da memória. A memória, portanto, é um patrimônio coletivo, disputado e reorganizado o tempo todo.
Nesse sentido, a memória individual é profundamente influenciada pelos contextos sociais e culturais em que estamos inseridos. Algumas formas como essas estruturas orientam nossas narrativas individuais incluem:
1. Valores e perspectivas compartilhados
2. Convenções e padrões narrativos
3. Enquadramento de memórias
4. Identidade e pertencimento
5. Dinâmicas de poder e privilégio
Essa visão da memória como um fenômeno inerentemente social e mediado pela linguagem contrasta com a noção de um passado "objetivo" que pode ser simplesmente "recuperado". Em vez disso, a memória e a história são construídas e reconstruídas a partir de perspectivas e interesses do presente.
'''Exemplo :''' quando uma organização enfrenta uma crise de imagem, ela não disputa apenas interpretações sobre o presente — disputa memória. Cada posicionamento tenta reorganizar o que diferentes públicos vão lembrar daquele acontecimento no futuro.
Assim como os meios de mediação (Bloco 3) determinam como um mito ou canção chega até você, os quadros sociais de memória determinam o que, desse mito, permanece coletivamente relevante — e com que sentido.
'''Leitura de aprofundamento:''' HALBWACHS, Maurice. ''A memória coletiva''.
=== Bloco 5 — Ancestralidade e escrevivência: visibilidade, dizibilidade e poder ===
<!-- Tema sinalizado como sensível (silenciamento histórico/ancestralidade), autorizado
pelo professor em 05/08/2026. Caixa de aviso incluída conforme Guia Revisado §8. -->
{| style="border:1px solid #999; background:#f9f4e8; padding:8px; width:90%"
|
'''Aviso de conteúdo sensível:''' este bloco trata de silenciamento histórico e disputa de memória ligada a relações de poder e ancestralidade. Se o tema tocar em experiências pessoais difíceis, converse com o/a professor/professora.
|}
'''Pergunta-guia:''' Quem teve, historicamente, acesso à palavra legitimada para narrar sua própria memória — e quem teve sua narrativa contada por outros?
Nem todos os itens da sua lista tiveram o mesmo acesso à palavra legitimada. Algumas tradições foram registradas, preservadas, ensinadas em escolas; outras foram caladas, ridicularizadas ou apenas transmitidas às escondidas, de boca em boca, dentro de famílias e comunidades.
O conceito de escrevivência, formulado por Conceição Evaristo, parte da articulação entre experiência vivida, memória individual e memória coletiva, evidenciando que narrar não é apenas recordar: é disputar os quadros sociais da memória. Se, como vimos no Bloco 4, toda memória individual é socialmente ancorada, a escrevivência mostra que esses quadros sociais são atravessados por relações de poder que definem quais histórias podem ser reconhecidas como memória legítima. Escrever deixa de ser apenas expressão individual e passa a operar como reinscrição histórica — uma forma de alterar o enquadramento simbólico de algo antes silenciado.
Veja este trecho da letra desta música de Sued Nunes:
"Ei, Povoada é um-um nome curioso né?/ Porque a gente sempre fala de Povoada/ Em relação à Terra né?/ A Terra é povoada/ Mas, também sou terra/ A gente também é terra de povoar..."
'''Exemplo :''' uma marca que, ao ser fundada, apagou de sua história oficial a origem de uma comunidade ou tradição específica — e que, décadas depois, precisa decidir se resgata essa origem publicamente ou continua a silenciá-la — está lidando exatamente com essa disputa entre visibilidade, dizibilidade e poder.
Se os Blocos 1 a 4 mostraram como o mundo simbólico é tecido, mediado e lembrado coletivamente, este bloco mostra que essa tecitura não é neutra: nem todo mundo teve o mesmo poder de tecer, contar e ser lembrado.
'''Leitura de aprofundamento:''' EVARISTO, Conceição. Escrevivência: textos reunidos.
=== o que vimo nesta aula ===
Começamos perguntando por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — e se seria possível medir, de forma neutra, qual delas é "melhor". A resposta que esta aula constrói não é uma medida neutra, mas um conjunto de ferramentas para entender a produção desse mundo simbólico.
Vimos que somos biologicamente incompletos e que a cultura tece, socialmente, os significados que tomamos por naturais (Bloco 1). Vimos que essa tecitura só circula porque pode ser nomeada — a linguagem não apenas comunica, ela media e torna possível a existência simbólica, inclusive na forma de tabus e interditos (Bloco 2). Vimos que essa mediação depende sempre de um meio material, que reorganiza — sem substituir — o que chega até nós (Bloco 3). Vimos que o que lembramos individualmente depende de quadros coletivos de memória, disputados o tempo todo (Bloco 4). E vimos, por fim, que essa disputa não é neutra: relações de poder decidem quem tem acesso à palavra legítima para narrar sua própria ancestralidade (Bloco 5).
Assim, cada item da sua lista pessoal — o canto, o mito, a regra ética — não é apenas seu: é um ponto de chegada de uma longa cadeia de produção, mediação e disputa simbólica que, a partir de agora, você tem instrumentos para reconhecer.
=== Conceitos fundamentais ===
Olhar sociológico · Teia de significados · Natureza e cultura · Linguagem como mediação · Símbolo · Tecnologias da mediação · Memória individual · Memória coletiva · Escrevivência · Ancestralidade · Poder narrativo
=== Exercícios ===
=== Exercícios ===
'''Registro 1 — Reconhecimento:''' para cada conceito numerado na primeira lista, escreva a letra da definição correspondente na segunda lista (as definições estão fora de ordem). Exemplo de formato de resposta: 1-H, 2-E, 3-K...
<!-- GABARITO (não publicar como texto visível): 1-H · 2-E · 3-K · 4-A · 5-I · 6-C · 7-J · 8-F · 9-B · 10-G · 11-D -->
'''Conceitos'''
# Olhar sociológico
# Teia de significados
# Natureza e cultura
# Linguagem como mediação
# Símbolo
# Tecnologias da mediação
# Memória individual
# Memória coletiva
# Escrevivência
# Ancestralidade
# Poder narrativo
'''Definições (fora de ordem)'''
: A. Sistema simbólico que não apenas descreve o mundo, mas torna possível — ou impede, por meio de tabus e interditos — certas formas de existência social.
: B. Forma de narrar que disputa os quadros sociais da memória, dando visibilidade a experiências historicamente silenciadas.
: C. Conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que reorganizam, sem substituir, as formas de comunicar e lembrar.
: D. Capacidade desigual entre grupos de terem suas histórias reconhecidas como memória legítima.
: E. Conjunto de significados tecido socialmente, que faz parecer "natural" aquilo que foi construído por muitas pessoas antes de nós.
: F. Patrimônio de lembranças compartilhado por um grupo, disputado e reorganizado continuamente.
: G. Dimensão da memória que liga o presente a origens e tradições transmitidas por gerações anteriores.
: H. Modo de observar qualquer fenômeno perguntando como ele foi produzido, por que parece natural e quem participa dessa construção.
: I. Elemento — cor, som, gesto, objeto — cujo significado não é dado pela natureza, mas produzido e sustentado nas relações sociais.
: J. Lembrança pessoal que, mesmo parecendo exclusivamente própria, depende sempre de um quadro coletivo de referência para existir.
: K. Relação entre as condições biológicas da existência humana e os processos sociais que atribuem sentido a essas condições.
'''Registro 2 — Aplicação:''' escolha uma marca ou organização real que você conhece. Identifique um elemento que funcione como "mito fundador" dessa marca (uma história de origem repetida institucionalmente) e um código ético — explícito (declarado em documentos, campanhas) ou não explícito (praticado, mas não formalizado) — que oriente suas ações. Use pelo menos quatro conceitos desta aula para explicar como esses elementos foram construídos e são sustentados.
'''Registro 3 — Metacognição:''' volte à lista de cantos, mitos, regras ou crenças que você reuniu no início da aula. O que você percebe hoje, sobre a origem e a sustentação social desses elementos, que não teria percebido antes desta leitura?
=
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184797
184796
2026-08-05T09:16:54Z
Lgjunior
21602
/* o que vimo nesta aula */
184797
wikitext
text/x-wiki
== Aula 1 – Linguagem e Sociedade: a produção do mundo simbólico ==
''Prof. Liráucio''
=== Sobre o que vamos conversar nesta aula ===
Ao final desta aula, espero que você seja capaz de:
* reconhecer a Sociologia como um modo específico de olhar para os elementos sociais da nossa experiência — e não como um conjunto de "temas";
* avaliar a complexidade da relação entre natureza e cultura na produção de formas humanas de existência (mitos, religiões, política, ética);
* explicar por que a linguagem não apenas comunica, mas media e torna possível a existência simbólica;
* compreender como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados, construída por narrativas;
* reconhecer como as tecnologias reorganizam — sem simplesmente substituir — as formas de comunicar e lembrar;
* problematizar as relações entre visibilidade, dizibilidade e poder na construção de narrativas de ancestralidade.
* entender que o objetivo da disciplina não é fornecer opiniões sobre a sociedade, mas desenvolver um modo sociológico de formular problemas.
=== Perguntas que vão orientar esta investigação ===
# O que faz da Sociologia um modo específico de olhar para o mundo — e não apenas um conjunto de temas?
# Por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — se nenhuma delas está escrita no nosso corpo biológico?
# Nomear algo é apenas descrevê-lo, ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
# Como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados?
# De que forma os meios de comunicação reorganizam o que lembramos e como lembramos?
# Quem teve, historicamente, o direito de narrar sua própria memória — e o que isso tem a ver com poder?
=== Provocação inicial ===
Pense nas muitas formas que os seres humanos inventaram para dar sentido ao mundo em que vivem: os cantos, as narrativas, os mitos, as religiões, os sistemas políticos, os códigos éticos. Nenhuma outra espécie construiu algo parecido — não existe, na natureza, uma "política" de formigas ou uma "religião" de golfinhos, no sentido em que existe para nós.
Por que produzimos tantos modos diferentes de existir — e por que nenhum deles é simplesmente "a natureza seguindo seu curso"? E, mais difícil ainda: existe alguma forma neutra de dizer que um desses modos de existência é melhor que outro?
Antes de continuar a leitura, escolha mentalmente dois ou três exemplos — um canto, um mito, uma regra ética não escrita, uma crença — que fazem parte do seu repertório. Você não precisa escrever nada ainda. Eles vão atravessar esta aula inteira.
'''Quando penso nisso''', penso em três coisas ao mesmo tempo: um canto de torcida que aprendi sem perceber que estava aprendendo uma forma de pertencimento; uma regra ética que meus pais nunca me explicaram, só me fizeram sentir; e a estranheza de descobrir, mais tarde, que outras famílias tinham regras completamente diferentes — e igualmente coerentes.
'''''Antes de entrar nos blocos:''' uma observação sobre o próprio olhar sociológico. A Sociologia não estuda "temas" — política, religião, arte — como se fossem gavetas separadas da realidade. Ela constrói, por meio de conceitos e teorias, instrumentos que fazem aparecer, nas nossas ações mais cotidianas, uma dimensão social que normalmente passa despercebida. Isso não significa que esses conceitos expliquem toda a nossa existência: há sempre uma experiência individual irredutível — somos nós que vivemos, é a nossa trajetória específica. Mas essa experiência não acontece no vazio: está emaranhada numa teia de significados tecida por muitas pessoas antes de nós, teia que podemos reproduzir ou modificar, com maior ou menor intensidade.''
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=== Bloco 1 — Natureza e cultura: a produção do mundo simbólico ===
'''Pergunta-guia:''' O que, nesses cantos, mitos, regras e crenças que você listou, nasce com o corpo — e o que é tecido socialmente?
Volte à sua lista. Nenhum recém-nascido chega ao mundo sabendo distinguir um hino de torcida de uma oração, ou uma regra de etiqueta de uma lei. Então de onde vêm essas distinções?
Nascemos organismos biologicamente incompletos. A natureza oferece as condições da existência; a cultura organiza as formas pelas quais essa existência ganha significado — e, sem ela, sequer sobreviveríamos como espécie. Aprendemos línguas, mitos, valores, códigos éticos, formas de interpretar símbolos: nada disso é dado geneticamente. É por isso que uma criança de outra cultura pode crescer reconhecendo como "natural" um conjunto de crenças completamente diferente do seu — e igualmente coerente para quem nasceu ali.
'''Exemplo :''' uma equipe de marca constrói, ao longo dos anos, um conjunto de rituais internos — uma frase que se repete em reuniões, uma forma específica de comemorar metas. Para quem entra na empresa, esses rituais parecem "naturais" desde o primeiro dia; na verdade, foram construídos e ensinados, geração após geração de funcionários.
É essa mesma teia de significados construída socialmente — mencionada na abertura desta aula — que explica por que cada item da sua lista pessoal (o canto, o mito, a regra) parece "natural" para você, mas foi, na verdade, tecido por muitas pessoas antes de você.
'''Leitura de aprofundamento:''' GEERTZ, Clifford. ''A interpretação das culturas''.
=== Bloco 2 — Linguagem como mediação, não como espelho ===
'''Pergunta-guia:''' Nomear algo é apenas descrevê-lo — ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
Muitos itens da sua lista — um tabu religioso, uma regra ética não escrita, um código político — só existem enquanto tais porque podem ser nomeados. Existiria alguma proibição possível sem uma palavra para nomeá-la?
A linguagem não se resume a palavras: inclui imagens, sons, gestos, silêncios, enquadramentos. Ela é o principal sistema simbólico pelo qual organizamos a experiência — e é por isso que, como observa o crítico George Steiner, a linguagem está diretamente ligada à declaração da nossa humanidade: tabus, proibições e interditos passam por ela, já que não se pode proibir aquilo que não se pode nomear. É a linguagem que permite construir as narrativas que nos formam e que delimitam quem somos e quem é o outro.
'''Exemplo :''' uma campanha institucional que evita nomear diretamente um problema (uma crise ambiental, uma desigualdade) usando eufemismos técnicos não está apenas "suavizando" a comunicação — está, também, controlando o que pode ou não ser tornado público como fato social.
Se, no Bloco 1, vimos que a cultura tece os significados que tomamos por naturais, aqui vemos o instrumento por meio do qual essa tecitura acontece: é a linguagem que dá existência social a cada mito, regra ou crença da sua lista — sem nome, eles não circulariam entre pessoas.
'''Leitura de aprofundamento:''' STEINER, George. Ensaios sobre linguagem e humanidade (ver resenha de Eduardo Sterzi, ''Folha de S.Paulo'', sobre a obra de Steiner).
=== Bloco 3 — Tecnologia e a mediação da experiência ===
'''Pergunta-guia:''' A forma como um desses mitos, cantos ou crenças chegou até você mudou o que ele significa?
Pense em como um deles chegou até você: pela oralidade de alguém da família, por um livro, por um vídeo, por uma plataforma. Isso muda o que ele significa?
É comum pensar "tecnologia" como sinônimo de máquina moderna, mas, em termos analíticos, tecnologia é um conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que produzem efeitos estáveis, repetíveis e transmissíveis em um campo de ação. Por isso é possível pensar a escrita, o ritual e a própria linguagem como tecnologias de mediação. Cada uma delas — oralidade, escrita, rádio, plataformas digitais — não elimina simplesmente a anterior: reorganiza como significado, memória e interação coexistem.
'''Exemplo :''' um algoritmo de recomendação pode reapresentar, a uma nova geração, uma tradição ou canção de décadas atrás, deslocando-a do contexto original e produzindo novas apropriações e sentidos.
A linguagem (Bloco 2) precisa sempre de um meio material para circular — e é esse meio que determina, em boa parte, quais itens da sua lista pessoal sobreviveram até você e em que forma chegaram.
'''Leitura de aprofundamento:''' CANDAU, Joël. ''Memória e identidade''. São Paulo: Contexto, 2021.
=== Bloco 4 — Memória individual e coletiva por narrativa ===
'''Pergunta-guia:''' Por que lembramos de coisas que não vivemos diretamente — um mito de origem, uma tradição de família, um evento histórico contado por outros?
Se um item da sua lista veio de outra geração, é provável que carregue lembranças que não são exatamente suas. Como isso é possível, se memória é, supostamente, individual?
Nossa memória individual depende sempre de uma memória compartilhada: lembramos porque pertencemos a grupos — famílias, gerações, comunidades de crença ou de escuta. Para Anthony Giddens, a lembrança individual não pode estar separada de um quadro coletivo de memória — o que Maurice Halbwachs já chamava de quadros sociais da memória. A memória, portanto, é um patrimônio coletivo, disputado e reorganizado o tempo todo.
Nesse sentido, a memória individual é profundamente influenciada pelos contextos sociais e culturais em que estamos inseridos. Algumas formas como essas estruturas orientam nossas narrativas individuais incluem:
1. Valores e perspectivas compartilhados
2. Convenções e padrões narrativos
3. Enquadramento de memórias
4. Identidade e pertencimento
5. Dinâmicas de poder e privilégio
Essa visão da memória como um fenômeno inerentemente social e mediado pela linguagem contrasta com a noção de um passado "objetivo" que pode ser simplesmente "recuperado". Em vez disso, a memória e a história são construídas e reconstruídas a partir de perspectivas e interesses do presente.
'''Exemplo :''' quando uma organização enfrenta uma crise de imagem, ela não disputa apenas interpretações sobre o presente — disputa memória. Cada posicionamento tenta reorganizar o que diferentes públicos vão lembrar daquele acontecimento no futuro.
Assim como os meios de mediação (Bloco 3) determinam como um mito ou canção chega até você, os quadros sociais de memória determinam o que, desse mito, permanece coletivamente relevante — e com que sentido.
'''Leitura de aprofundamento:''' HALBWACHS, Maurice. ''A memória coletiva''.
=== Bloco 5 — Ancestralidade e escrevivência: visibilidade, dizibilidade e poder ===
<!-- Tema sinalizado como sensível (silenciamento histórico/ancestralidade), autorizado
pelo professor em 05/08/2026. Caixa de aviso incluída conforme Guia Revisado §8. -->
{| style="border:1px solid #999; background:#f9f4e8; padding:8px; width:90%"
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'''Aviso de conteúdo sensível:''' este bloco trata de silenciamento histórico e disputa de memória ligada a relações de poder e ancestralidade. Se o tema tocar em experiências pessoais difíceis, converse com o/a professor/professora.
|}
'''Pergunta-guia:''' Quem teve, historicamente, acesso à palavra legitimada para narrar sua própria memória — e quem teve sua narrativa contada por outros?
Nem todos os itens da sua lista tiveram o mesmo acesso à palavra legitimada. Algumas tradições foram registradas, preservadas, ensinadas em escolas; outras foram caladas, ridicularizadas ou apenas transmitidas às escondidas, de boca em boca, dentro de famílias e comunidades.
O conceito de escrevivência, formulado por Conceição Evaristo, parte da articulação entre experiência vivida, memória individual e memória coletiva, evidenciando que narrar não é apenas recordar: é disputar os quadros sociais da memória. Se, como vimos no Bloco 4, toda memória individual é socialmente ancorada, a escrevivência mostra que esses quadros sociais são atravessados por relações de poder que definem quais histórias podem ser reconhecidas como memória legítima. Escrever deixa de ser apenas expressão individual e passa a operar como reinscrição histórica — uma forma de alterar o enquadramento simbólico de algo antes silenciado.
Veja este trecho da letra desta música de Sued Nunes:
"Ei, Povoada é um-um nome curioso né?/ Porque a gente sempre fala de Povoada/ Em relação à Terra né?/ A Terra é povoada/ Mas, também sou terra/ A gente também é terra de povoar..."
'''Exemplo :''' uma marca que, ao ser fundada, apagou de sua história oficial a origem de uma comunidade ou tradição específica — e que, décadas depois, precisa decidir se resgata essa origem publicamente ou continua a silenciá-la — está lidando exatamente com essa disputa entre visibilidade, dizibilidade e poder.
Se os Blocos 1 a 4 mostraram como o mundo simbólico é tecido, mediado e lembrado coletivamente, este bloco mostra que essa tecitura não é neutra: nem todo mundo teve o mesmo poder de tecer, contar e ser lembrado.
'''Leitura de aprofundamento:''' EVARISTO, Conceição. Escrevivência: textos reunidos.
=== O que vimos nesta aula ===
Começamos perguntando por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — e se seria possível medir, de forma neutra, qual delas é "melhor". A resposta que esta aula constrói não é uma medida neutra, mas um conjunto de ferramentas para entender a produção desse mundo simbólico.
Vimos que somos biologicamente incompletos e que a cultura tece, socialmente, os significados que tomamos por naturais (Bloco 1). Vimos que essa tecitura só circula porque pode ser nomeada — a linguagem não apenas comunica, ela media e torna possível a existência simbólica, inclusive na forma de tabus e interditos (Bloco 2). Vimos que essa mediação depende sempre de um meio material, que reorganiza — sem substituir — o que chega até nós (Bloco 3). Vimos que o que lembramos individualmente depende de quadros coletivos de memória, disputados o tempo todo (Bloco 4). E vimos, por fim, que essa disputa não é neutra: relações de poder decidem quem tem acesso à palavra legítima para narrar sua própria ancestralidade (Bloco 5).
Assim, cada item da sua lista pessoal — o canto, o mito, a regra ética — não é apenas seu: é um ponto de chegada de uma longa cadeia de produção, mediação e disputa simbólica que, a partir de agora, você tem instrumentos para reconhecer.
=== Conceitos fundamentais ===
Olhar sociológico · Teia de significados · Natureza e cultura · Linguagem como mediação · Símbolo · Tecnologias da mediação · Memória individual · Memória coletiva · Escrevivência · Ancestralidade · Poder narrativo
=== Exercícios ===
=== Exercícios ===
'''Registro 1 — Reconhecimento:''' para cada conceito numerado na primeira lista, escreva a letra da definição correspondente na segunda lista (as definições estão fora de ordem). Exemplo de formato de resposta: 1-H, 2-E, 3-K...
<!-- GABARITO (não publicar como texto visível): 1-H · 2-E · 3-K · 4-A · 5-I · 6-C · 7-J · 8-F · 9-B · 10-G · 11-D -->
'''Conceitos'''
# Olhar sociológico
# Teia de significados
# Natureza e cultura
# Linguagem como mediação
# Símbolo
# Tecnologias da mediação
# Memória individual
# Memória coletiva
# Escrevivência
# Ancestralidade
# Poder narrativo
'''Definições (fora de ordem)'''
: A. Sistema simbólico que não apenas descreve o mundo, mas torna possível — ou impede, por meio de tabus e interditos — certas formas de existência social.
: B. Forma de narrar que disputa os quadros sociais da memória, dando visibilidade a experiências historicamente silenciadas.
: C. Conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que reorganizam, sem substituir, as formas de comunicar e lembrar.
: D. Capacidade desigual entre grupos de terem suas histórias reconhecidas como memória legítima.
: E. Conjunto de significados tecido socialmente, que faz parecer "natural" aquilo que foi construído por muitas pessoas antes de nós.
: F. Patrimônio de lembranças compartilhado por um grupo, disputado e reorganizado continuamente.
: G. Dimensão da memória que liga o presente a origens e tradições transmitidas por gerações anteriores.
: H. Modo de observar qualquer fenômeno perguntando como ele foi produzido, por que parece natural e quem participa dessa construção.
: I. Elemento — cor, som, gesto, objeto — cujo significado não é dado pela natureza, mas produzido e sustentado nas relações sociais.
: J. Lembrança pessoal que, mesmo parecendo exclusivamente própria, depende sempre de um quadro coletivo de referência para existir.
: K. Relação entre as condições biológicas da existência humana e os processos sociais que atribuem sentido a essas condições.
'''Registro 2 — Aplicação:''' escolha uma marca ou organização real que você conhece. Identifique um elemento que funcione como "mito fundador" dessa marca (uma história de origem repetida institucionalmente) e um código ético — explícito (declarado em documentos, campanhas) ou não explícito (praticado, mas não formalizado) — que oriente suas ações. Use pelo menos quatro conceitos desta aula para explicar como esses elementos foram construídos e são sustentados.
'''Registro 3 — Metacognição:''' volte à lista de cantos, mitos, regras ou crenças que você reuniu no início da aula. O que você percebe hoje, sobre a origem e a sustentação social desses elementos, que não teria percebido antes desta leitura?
=
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2026-08-05T09:17:07Z
Lgjunior
21602
/* Exercícios */
184798
wikitext
text/x-wiki
== Aula 1 – Linguagem e Sociedade: a produção do mundo simbólico ==
''Prof. Liráucio''
=== Sobre o que vamos conversar nesta aula ===
Ao final desta aula, espero que você seja capaz de:
* reconhecer a Sociologia como um modo específico de olhar para os elementos sociais da nossa experiência — e não como um conjunto de "temas";
* avaliar a complexidade da relação entre natureza e cultura na produção de formas humanas de existência (mitos, religiões, política, ética);
* explicar por que a linguagem não apenas comunica, mas media e torna possível a existência simbólica;
* compreender como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados, construída por narrativas;
* reconhecer como as tecnologias reorganizam — sem simplesmente substituir — as formas de comunicar e lembrar;
* problematizar as relações entre visibilidade, dizibilidade e poder na construção de narrativas de ancestralidade.
* entender que o objetivo da disciplina não é fornecer opiniões sobre a sociedade, mas desenvolver um modo sociológico de formular problemas.
=== Perguntas que vão orientar esta investigação ===
# O que faz da Sociologia um modo específico de olhar para o mundo — e não apenas um conjunto de temas?
# Por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — se nenhuma delas está escrita no nosso corpo biológico?
# Nomear algo é apenas descrevê-lo, ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
# Como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados?
# De que forma os meios de comunicação reorganizam o que lembramos e como lembramos?
# Quem teve, historicamente, o direito de narrar sua própria memória — e o que isso tem a ver com poder?
=== Provocação inicial ===
Pense nas muitas formas que os seres humanos inventaram para dar sentido ao mundo em que vivem: os cantos, as narrativas, os mitos, as religiões, os sistemas políticos, os códigos éticos. Nenhuma outra espécie construiu algo parecido — não existe, na natureza, uma "política" de formigas ou uma "religião" de golfinhos, no sentido em que existe para nós.
Por que produzimos tantos modos diferentes de existir — e por que nenhum deles é simplesmente "a natureza seguindo seu curso"? E, mais difícil ainda: existe alguma forma neutra de dizer que um desses modos de existência é melhor que outro?
Antes de continuar a leitura, escolha mentalmente dois ou três exemplos — um canto, um mito, uma regra ética não escrita, uma crença — que fazem parte do seu repertório. Você não precisa escrever nada ainda. Eles vão atravessar esta aula inteira.
'''Quando penso nisso''', penso em três coisas ao mesmo tempo: um canto de torcida que aprendi sem perceber que estava aprendendo uma forma de pertencimento; uma regra ética que meus pais nunca me explicaram, só me fizeram sentir; e a estranheza de descobrir, mais tarde, que outras famílias tinham regras completamente diferentes — e igualmente coerentes.
'''''Antes de entrar nos blocos:''' uma observação sobre o próprio olhar sociológico. A Sociologia não estuda "temas" — política, religião, arte — como se fossem gavetas separadas da realidade. Ela constrói, por meio de conceitos e teorias, instrumentos que fazem aparecer, nas nossas ações mais cotidianas, uma dimensão social que normalmente passa despercebida. Isso não significa que esses conceitos expliquem toda a nossa existência: há sempre uma experiência individual irredutível — somos nós que vivemos, é a nossa trajetória específica. Mas essa experiência não acontece no vazio: está emaranhada numa teia de significados tecida por muitas pessoas antes de nós, teia que podemos reproduzir ou modificar, com maior ou menor intensidade.''
----
=== Bloco 1 — Natureza e cultura: a produção do mundo simbólico ===
'''Pergunta-guia:''' O que, nesses cantos, mitos, regras e crenças que você listou, nasce com o corpo — e o que é tecido socialmente?
Volte à sua lista. Nenhum recém-nascido chega ao mundo sabendo distinguir um hino de torcida de uma oração, ou uma regra de etiqueta de uma lei. Então de onde vêm essas distinções?
Nascemos organismos biologicamente incompletos. A natureza oferece as condições da existência; a cultura organiza as formas pelas quais essa existência ganha significado — e, sem ela, sequer sobreviveríamos como espécie. Aprendemos línguas, mitos, valores, códigos éticos, formas de interpretar símbolos: nada disso é dado geneticamente. É por isso que uma criança de outra cultura pode crescer reconhecendo como "natural" um conjunto de crenças completamente diferente do seu — e igualmente coerente para quem nasceu ali.
'''Exemplo :''' uma equipe de marca constrói, ao longo dos anos, um conjunto de rituais internos — uma frase que se repete em reuniões, uma forma específica de comemorar metas. Para quem entra na empresa, esses rituais parecem "naturais" desde o primeiro dia; na verdade, foram construídos e ensinados, geração após geração de funcionários.
É essa mesma teia de significados construída socialmente — mencionada na abertura desta aula — que explica por que cada item da sua lista pessoal (o canto, o mito, a regra) parece "natural" para você, mas foi, na verdade, tecido por muitas pessoas antes de você.
'''Leitura de aprofundamento:''' GEERTZ, Clifford. ''A interpretação das culturas''.
=== Bloco 2 — Linguagem como mediação, não como espelho ===
'''Pergunta-guia:''' Nomear algo é apenas descrevê-lo — ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
Muitos itens da sua lista — um tabu religioso, uma regra ética não escrita, um código político — só existem enquanto tais porque podem ser nomeados. Existiria alguma proibição possível sem uma palavra para nomeá-la?
A linguagem não se resume a palavras: inclui imagens, sons, gestos, silêncios, enquadramentos. Ela é o principal sistema simbólico pelo qual organizamos a experiência — e é por isso que, como observa o crítico George Steiner, a linguagem está diretamente ligada à declaração da nossa humanidade: tabus, proibições e interditos passam por ela, já que não se pode proibir aquilo que não se pode nomear. É a linguagem que permite construir as narrativas que nos formam e que delimitam quem somos e quem é o outro.
'''Exemplo :''' uma campanha institucional que evita nomear diretamente um problema (uma crise ambiental, uma desigualdade) usando eufemismos técnicos não está apenas "suavizando" a comunicação — está, também, controlando o que pode ou não ser tornado público como fato social.
Se, no Bloco 1, vimos que a cultura tece os significados que tomamos por naturais, aqui vemos o instrumento por meio do qual essa tecitura acontece: é a linguagem que dá existência social a cada mito, regra ou crença da sua lista — sem nome, eles não circulariam entre pessoas.
'''Leitura de aprofundamento:''' STEINER, George. Ensaios sobre linguagem e humanidade (ver resenha de Eduardo Sterzi, ''Folha de S.Paulo'', sobre a obra de Steiner).
=== Bloco 3 — Tecnologia e a mediação da experiência ===
'''Pergunta-guia:''' A forma como um desses mitos, cantos ou crenças chegou até você mudou o que ele significa?
Pense em como um deles chegou até você: pela oralidade de alguém da família, por um livro, por um vídeo, por uma plataforma. Isso muda o que ele significa?
É comum pensar "tecnologia" como sinônimo de máquina moderna, mas, em termos analíticos, tecnologia é um conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que produzem efeitos estáveis, repetíveis e transmissíveis em um campo de ação. Por isso é possível pensar a escrita, o ritual e a própria linguagem como tecnologias de mediação. Cada uma delas — oralidade, escrita, rádio, plataformas digitais — não elimina simplesmente a anterior: reorganiza como significado, memória e interação coexistem.
'''Exemplo :''' um algoritmo de recomendação pode reapresentar, a uma nova geração, uma tradição ou canção de décadas atrás, deslocando-a do contexto original e produzindo novas apropriações e sentidos.
A linguagem (Bloco 2) precisa sempre de um meio material para circular — e é esse meio que determina, em boa parte, quais itens da sua lista pessoal sobreviveram até você e em que forma chegaram.
'''Leitura de aprofundamento:''' CANDAU, Joël. ''Memória e identidade''. São Paulo: Contexto, 2021.
=== Bloco 4 — Memória individual e coletiva por narrativa ===
'''Pergunta-guia:''' Por que lembramos de coisas que não vivemos diretamente — um mito de origem, uma tradição de família, um evento histórico contado por outros?
Se um item da sua lista veio de outra geração, é provável que carregue lembranças que não são exatamente suas. Como isso é possível, se memória é, supostamente, individual?
Nossa memória individual depende sempre de uma memória compartilhada: lembramos porque pertencemos a grupos — famílias, gerações, comunidades de crença ou de escuta. Para Anthony Giddens, a lembrança individual não pode estar separada de um quadro coletivo de memória — o que Maurice Halbwachs já chamava de quadros sociais da memória. A memória, portanto, é um patrimônio coletivo, disputado e reorganizado o tempo todo.
Nesse sentido, a memória individual é profundamente influenciada pelos contextos sociais e culturais em que estamos inseridos. Algumas formas como essas estruturas orientam nossas narrativas individuais incluem:
1. Valores e perspectivas compartilhados
2. Convenções e padrões narrativos
3. Enquadramento de memórias
4. Identidade e pertencimento
5. Dinâmicas de poder e privilégio
Essa visão da memória como um fenômeno inerentemente social e mediado pela linguagem contrasta com a noção de um passado "objetivo" que pode ser simplesmente "recuperado". Em vez disso, a memória e a história são construídas e reconstruídas a partir de perspectivas e interesses do presente.
'''Exemplo :''' quando uma organização enfrenta uma crise de imagem, ela não disputa apenas interpretações sobre o presente — disputa memória. Cada posicionamento tenta reorganizar o que diferentes públicos vão lembrar daquele acontecimento no futuro.
Assim como os meios de mediação (Bloco 3) determinam como um mito ou canção chega até você, os quadros sociais de memória determinam o que, desse mito, permanece coletivamente relevante — e com que sentido.
'''Leitura de aprofundamento:''' HALBWACHS, Maurice. ''A memória coletiva''.
=== Bloco 5 — Ancestralidade e escrevivência: visibilidade, dizibilidade e poder ===
<!-- Tema sinalizado como sensível (silenciamento histórico/ancestralidade), autorizado
pelo professor em 05/08/2026. Caixa de aviso incluída conforme Guia Revisado §8. -->
{| style="border:1px solid #999; background:#f9f4e8; padding:8px; width:90%"
|
'''Aviso de conteúdo sensível:''' este bloco trata de silenciamento histórico e disputa de memória ligada a relações de poder e ancestralidade. Se o tema tocar em experiências pessoais difíceis, converse com o/a professor/professora.
|}
'''Pergunta-guia:''' Quem teve, historicamente, acesso à palavra legitimada para narrar sua própria memória — e quem teve sua narrativa contada por outros?
Nem todos os itens da sua lista tiveram o mesmo acesso à palavra legitimada. Algumas tradições foram registradas, preservadas, ensinadas em escolas; outras foram caladas, ridicularizadas ou apenas transmitidas às escondidas, de boca em boca, dentro de famílias e comunidades.
O conceito de escrevivência, formulado por Conceição Evaristo, parte da articulação entre experiência vivida, memória individual e memória coletiva, evidenciando que narrar não é apenas recordar: é disputar os quadros sociais da memória. Se, como vimos no Bloco 4, toda memória individual é socialmente ancorada, a escrevivência mostra que esses quadros sociais são atravessados por relações de poder que definem quais histórias podem ser reconhecidas como memória legítima. Escrever deixa de ser apenas expressão individual e passa a operar como reinscrição histórica — uma forma de alterar o enquadramento simbólico de algo antes silenciado.
Veja este trecho da letra desta música de Sued Nunes:
"Ei, Povoada é um-um nome curioso né?/ Porque a gente sempre fala de Povoada/ Em relação à Terra né?/ A Terra é povoada/ Mas, também sou terra/ A gente também é terra de povoar..."
'''Exemplo :''' uma marca que, ao ser fundada, apagou de sua história oficial a origem de uma comunidade ou tradição específica — e que, décadas depois, precisa decidir se resgata essa origem publicamente ou continua a silenciá-la — está lidando exatamente com essa disputa entre visibilidade, dizibilidade e poder.
Se os Blocos 1 a 4 mostraram como o mundo simbólico é tecido, mediado e lembrado coletivamente, este bloco mostra que essa tecitura não é neutra: nem todo mundo teve o mesmo poder de tecer, contar e ser lembrado.
'''Leitura de aprofundamento:''' EVARISTO, Conceição. Escrevivência: textos reunidos.
=== O que vimos nesta aula ===
Começamos perguntando por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — e se seria possível medir, de forma neutra, qual delas é "melhor". A resposta que esta aula constrói não é uma medida neutra, mas um conjunto de ferramentas para entender a produção desse mundo simbólico.
Vimos que somos biologicamente incompletos e que a cultura tece, socialmente, os significados que tomamos por naturais (Bloco 1). Vimos que essa tecitura só circula porque pode ser nomeada — a linguagem não apenas comunica, ela media e torna possível a existência simbólica, inclusive na forma de tabus e interditos (Bloco 2). Vimos que essa mediação depende sempre de um meio material, que reorganiza — sem substituir — o que chega até nós (Bloco 3). Vimos que o que lembramos individualmente depende de quadros coletivos de memória, disputados o tempo todo (Bloco 4). E vimos, por fim, que essa disputa não é neutra: relações de poder decidem quem tem acesso à palavra legítima para narrar sua própria ancestralidade (Bloco 5).
Assim, cada item da sua lista pessoal — o canto, o mito, a regra ética — não é apenas seu: é um ponto de chegada de uma longa cadeia de produção, mediação e disputa simbólica que, a partir de agora, você tem instrumentos para reconhecer.
=== Conceitos fundamentais ===
Olhar sociológico · Teia de significados · Natureza e cultura · Linguagem como mediação · Símbolo · Tecnologias da mediação · Memória individual · Memória coletiva · Escrevivência · Ancestralidade · Poder narrativo
=== Exercícios ===
'''Registro 1 — Reconhecimento:''' para cada conceito numerado na primeira lista, escreva a letra da definição correspondente na segunda lista (as definições estão fora de ordem). Exemplo de formato de resposta: 1-H, 2-E, 3-K...
<!-- GABARITO (não publicar como texto visível): 1-H · 2-E · 3-K · 4-A · 5-I · 6-C · 7-J · 8-F · 9-B · 10-G · 11-D -->
'''Conceitos'''
# Olhar sociológico
# Teia de significados
# Natureza e cultura
# Linguagem como mediação
# Símbolo
# Tecnologias da mediação
# Memória individual
# Memória coletiva
# Escrevivência
# Ancestralidade
# Poder narrativo
'''Definições (fora de ordem)'''
: A. Sistema simbólico que não apenas descreve o mundo, mas torna possível — ou impede, por meio de tabus e interditos — certas formas de existência social.
: B. Forma de narrar que disputa os quadros sociais da memória, dando visibilidade a experiências historicamente silenciadas.
: C. Conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que reorganizam, sem substituir, as formas de comunicar e lembrar.
: D. Capacidade desigual entre grupos de terem suas histórias reconhecidas como memória legítima.
: E. Conjunto de significados tecido socialmente, que faz parecer "natural" aquilo que foi construído por muitas pessoas antes de nós.
: F. Patrimônio de lembranças compartilhado por um grupo, disputado e reorganizado continuamente.
: G. Dimensão da memória que liga o presente a origens e tradições transmitidas por gerações anteriores.
: H. Modo de observar qualquer fenômeno perguntando como ele foi produzido, por que parece natural e quem participa dessa construção.
: I. Elemento — cor, som, gesto, objeto — cujo significado não é dado pela natureza, mas produzido e sustentado nas relações sociais.
: J. Lembrança pessoal que, mesmo parecendo exclusivamente própria, depende sempre de um quadro coletivo de referência para existir.
: K. Relação entre as condições biológicas da existência humana e os processos sociais que atribuem sentido a essas condições.
'''Registro 2 — Aplicação:''' escolha uma marca ou organização real que você conhece. Identifique um elemento que funcione como "mito fundador" dessa marca (uma história de origem repetida institucionalmente) e um código ético — explícito (declarado em documentos, campanhas) ou não explícito (praticado, mas não formalizado) — que oriente suas ações. Use pelo menos quatro conceitos desta aula para explicar como esses elementos foram construídos e são sustentados.
'''Registro 3 — Metacognição:''' volte à lista de cantos, mitos, regras ou crenças que você reuniu no início da aula. O que você percebe hoje, sobre a origem e a sustentação social desses elementos, que não teria percebido antes desta leitura?
=
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184798
2026-08-05T09:22:23Z
Lgjunior
21602
/* Bloco 4 — Memória individual e coletiva por narrativa */
184799
wikitext
text/x-wiki
== Aula 1 – Linguagem e Sociedade: a produção do mundo simbólico ==
''Prof. Liráucio''
=== Sobre o que vamos conversar nesta aula ===
Ao final desta aula, espero que você seja capaz de:
* reconhecer a Sociologia como um modo específico de olhar para os elementos sociais da nossa experiência — e não como um conjunto de "temas";
* avaliar a complexidade da relação entre natureza e cultura na produção de formas humanas de existência (mitos, religiões, política, ética);
* explicar por que a linguagem não apenas comunica, mas media e torna possível a existência simbólica;
* compreender como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados, construída por narrativas;
* reconhecer como as tecnologias reorganizam — sem simplesmente substituir — as formas de comunicar e lembrar;
* problematizar as relações entre visibilidade, dizibilidade e poder na construção de narrativas de ancestralidade.
* entender que o objetivo da disciplina não é fornecer opiniões sobre a sociedade, mas desenvolver um modo sociológico de formular problemas.
=== Perguntas que vão orientar esta investigação ===
# O que faz da Sociologia um modo específico de olhar para o mundo — e não apenas um conjunto de temas?
# Por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — se nenhuma delas está escrita no nosso corpo biológico?
# Nomear algo é apenas descrevê-lo, ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
# Como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados?
# De que forma os meios de comunicação reorganizam o que lembramos e como lembramos?
# Quem teve, historicamente, o direito de narrar sua própria memória — e o que isso tem a ver com poder?
=== Provocação inicial ===
Pense nas muitas formas que os seres humanos inventaram para dar sentido ao mundo em que vivem: os cantos, as narrativas, os mitos, as religiões, os sistemas políticos, os códigos éticos. Nenhuma outra espécie construiu algo parecido — não existe, na natureza, uma "política" de formigas ou uma "religião" de golfinhos, no sentido em que existe para nós.
Por que produzimos tantos modos diferentes de existir — e por que nenhum deles é simplesmente "a natureza seguindo seu curso"? E, mais difícil ainda: existe alguma forma neutra de dizer que um desses modos de existência é melhor que outro?
Antes de continuar a leitura, escolha mentalmente dois ou três exemplos — um canto, um mito, uma regra ética não escrita, uma crença — que fazem parte do seu repertório. Você não precisa escrever nada ainda. Eles vão atravessar esta aula inteira.
'''Quando penso nisso''', penso em três coisas ao mesmo tempo: um canto de torcida que aprendi sem perceber que estava aprendendo uma forma de pertencimento; uma regra ética que meus pais nunca me explicaram, só me fizeram sentir; e a estranheza de descobrir, mais tarde, que outras famílias tinham regras completamente diferentes — e igualmente coerentes.
'''''Antes de entrar nos blocos:''' uma observação sobre o próprio olhar sociológico. A Sociologia não estuda "temas" — política, religião, arte — como se fossem gavetas separadas da realidade. Ela constrói, por meio de conceitos e teorias, instrumentos que fazem aparecer, nas nossas ações mais cotidianas, uma dimensão social que normalmente passa despercebida. Isso não significa que esses conceitos expliquem toda a nossa existência: há sempre uma experiência individual irredutível — somos nós que vivemos, é a nossa trajetória específica. Mas essa experiência não acontece no vazio: está emaranhada numa teia de significados tecida por muitas pessoas antes de nós, teia que podemos reproduzir ou modificar, com maior ou menor intensidade.''
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=== Bloco 1 — Natureza e cultura: a produção do mundo simbólico ===
'''Pergunta-guia:''' O que, nesses cantos, mitos, regras e crenças que você listou, nasce com o corpo — e o que é tecido socialmente?
Volte à sua lista. Nenhum recém-nascido chega ao mundo sabendo distinguir um hino de torcida de uma oração, ou uma regra de etiqueta de uma lei. Então de onde vêm essas distinções?
Nascemos organismos biologicamente incompletos. A natureza oferece as condições da existência; a cultura organiza as formas pelas quais essa existência ganha significado — e, sem ela, sequer sobreviveríamos como espécie. Aprendemos línguas, mitos, valores, códigos éticos, formas de interpretar símbolos: nada disso é dado geneticamente. É por isso que uma criança de outra cultura pode crescer reconhecendo como "natural" um conjunto de crenças completamente diferente do seu — e igualmente coerente para quem nasceu ali.
'''Exemplo :''' uma equipe de marca constrói, ao longo dos anos, um conjunto de rituais internos — uma frase que se repete em reuniões, uma forma específica de comemorar metas. Para quem entra na empresa, esses rituais parecem "naturais" desde o primeiro dia; na verdade, foram construídos e ensinados, geração após geração de funcionários.
É essa mesma teia de significados construída socialmente — mencionada na abertura desta aula — que explica por que cada item da sua lista pessoal (o canto, o mito, a regra) parece "natural" para você, mas foi, na verdade, tecido por muitas pessoas antes de você.
'''Leitura de aprofundamento:''' GEERTZ, Clifford. ''A interpretação das culturas''.
=== Bloco 2 — Linguagem como mediação, não como espelho ===
'''Pergunta-guia:''' Nomear algo é apenas descrevê-lo — ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
Muitos itens da sua lista — um tabu religioso, uma regra ética não escrita, um código político — só existem enquanto tais porque podem ser nomeados. Existiria alguma proibição possível sem uma palavra para nomeá-la?
A linguagem não se resume a palavras: inclui imagens, sons, gestos, silêncios, enquadramentos. Ela é o principal sistema simbólico pelo qual organizamos a experiência — e é por isso que, como observa o crítico George Steiner, a linguagem está diretamente ligada à declaração da nossa humanidade: tabus, proibições e interditos passam por ela, já que não se pode proibir aquilo que não se pode nomear. É a linguagem que permite construir as narrativas que nos formam e que delimitam quem somos e quem é o outro.
'''Exemplo :''' uma campanha institucional que evita nomear diretamente um problema (uma crise ambiental, uma desigualdade) usando eufemismos técnicos não está apenas "suavizando" a comunicação — está, também, controlando o que pode ou não ser tornado público como fato social.
Se, no Bloco 1, vimos que a cultura tece os significados que tomamos por naturais, aqui vemos o instrumento por meio do qual essa tecitura acontece: é a linguagem que dá existência social a cada mito, regra ou crença da sua lista — sem nome, eles não circulariam entre pessoas.
'''Leitura de aprofundamento:''' STEINER, George. Ensaios sobre linguagem e humanidade (ver resenha de Eduardo Sterzi, ''Folha de S.Paulo'', sobre a obra de Steiner).
=== Bloco 3 — Tecnologia e a mediação da experiência ===
'''Pergunta-guia:''' A forma como um desses mitos, cantos ou crenças chegou até você mudou o que ele significa?
Pense em como um deles chegou até você: pela oralidade de alguém da família, por um livro, por um vídeo, por uma plataforma. Isso muda o que ele significa?
É comum pensar "tecnologia" como sinônimo de máquina moderna, mas, em termos analíticos, tecnologia é um conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que produzem efeitos estáveis, repetíveis e transmissíveis em um campo de ação. Por isso é possível pensar a escrita, o ritual e a própria linguagem como tecnologias de mediação. Cada uma delas — oralidade, escrita, rádio, plataformas digitais — não elimina simplesmente a anterior: reorganiza como significado, memória e interação coexistem.
'''Exemplo :''' um algoritmo de recomendação pode reapresentar, a uma nova geração, uma tradição ou canção de décadas atrás, deslocando-a do contexto original e produzindo novas apropriações e sentidos.
A linguagem (Bloco 2) precisa sempre de um meio material para circular — e é esse meio que determina, em boa parte, quais itens da sua lista pessoal sobreviveram até você e em que forma chegaram.
'''Leitura de aprofundamento:''' CANDAU, Joël. ''Memória e identidade''. São Paulo: Contexto, 2021.
=== Bloco 4 — Memória individual e coletiva ===
'''Pergunta-guia:''' Por que lembramos de coisas que não vivemos diretamente — um mito de origem, uma tradição de família, um evento histórico contado por outros?
Se um item da sua lista veio de outra geração, é provável que carregue lembranças que não são exatamente suas. Como isso é possível, se memória é, supostamente, individual?
Nossa memória individual depende sempre de uma memória compartilhada: lembramos porque pertencemos a grupos — famílias, gerações, comunidades de crença ou de escuta. Para Anthony Giddens, a lembrança individual não pode estar separada de um quadro coletivo de memória — o que Maurice Halbwachs já chamava de quadros sociais da memória. A memória, portanto, é um patrimônio coletivo, disputado e reorganizado o tempo todo.
Nesse sentido, a memória individual é profundamente influenciada pelos contextos sociais e culturais em que estamos inseridos. Algumas formas como essas estruturas orientam nossas narrativas individuais incluem:
1. Valores e perspectivas compartilhados
2. Convenções e padrões narrativos
3. Enquadramento de memórias
4. Identidade e pertencimento
5. Dinâmicas de poder e privilégio
Essa visão da memória como um fenômeno inerentemente social e mediado pela linguagem contrasta com a noção de um passado "objetivo" que pode ser simplesmente "recuperado". Em vez disso, a memória e a história são construídas e reconstruídas a partir de perspectivas e interesses do presente.
'''Exemplo :''' quando uma organização enfrenta uma crise de imagem, ela não disputa apenas interpretações sobre o presente — disputa memória. Cada posicionamento tenta reorganizar o que diferentes públicos vão lembrar daquele acontecimento no futuro.
Assim como os meios de mediação (Bloco 3) determinam como um mito ou canção chega até você, os quadros sociais de memória determinam o que, desse mito, permanece coletivamente relevante — e com que sentido.
'''Memória: humanos e robôs''' O que vocês acham dessa reflexão?<blockquote>"É aí que se encontra uma diferença radical entre a memória humana e aquela dos computadores. Estes, lembra-nos Claude Simon, possuem uma memória, mas são desprovidos de lembranças. Por outro lado, os acontecimentos memorizados não se integram em um sentido, não são objeto de representações..." (Candau, 2021 p. 62)
</blockquote>'''Leitura de aprofundamento:''' HALBWACHS, Maurice. ''A memória coletiva''.
=== Bloco 5 — Ancestralidade e escrevivência: visibilidade, dizibilidade e poder ===
<!-- Tema sinalizado como sensível (silenciamento histórico/ancestralidade), autorizado
pelo professor em 05/08/2026. Caixa de aviso incluída conforme Guia Revisado §8. -->
{| style="border:1px solid #999; background:#f9f4e8; padding:8px; width:90%"
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'''Aviso de conteúdo sensível:''' este bloco trata de silenciamento histórico e disputa de memória ligada a relações de poder e ancestralidade. Se o tema tocar em experiências pessoais difíceis, converse com o/a professor/professora.
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'''Pergunta-guia:''' Quem teve, historicamente, acesso à palavra legitimada para narrar sua própria memória — e quem teve sua narrativa contada por outros?
Nem todos os itens da sua lista tiveram o mesmo acesso à palavra legitimada. Algumas tradições foram registradas, preservadas, ensinadas em escolas; outras foram caladas, ridicularizadas ou apenas transmitidas às escondidas, de boca em boca, dentro de famílias e comunidades.
O conceito de escrevivência, formulado por Conceição Evaristo, parte da articulação entre experiência vivida, memória individual e memória coletiva, evidenciando que narrar não é apenas recordar: é disputar os quadros sociais da memória. Se, como vimos no Bloco 4, toda memória individual é socialmente ancorada, a escrevivência mostra que esses quadros sociais são atravessados por relações de poder que definem quais histórias podem ser reconhecidas como memória legítima. Escrever deixa de ser apenas expressão individual e passa a operar como reinscrição histórica — uma forma de alterar o enquadramento simbólico de algo antes silenciado.
Veja este trecho da letra desta música de Sued Nunes:
"Ei, Povoada é um-um nome curioso né?/ Porque a gente sempre fala de Povoada/ Em relação à Terra né?/ A Terra é povoada/ Mas, também sou terra/ A gente também é terra de povoar..."
'''Exemplo :''' uma marca que, ao ser fundada, apagou de sua história oficial a origem de uma comunidade ou tradição específica — e que, décadas depois, precisa decidir se resgata essa origem publicamente ou continua a silenciá-la — está lidando exatamente com essa disputa entre visibilidade, dizibilidade e poder.
Se os Blocos 1 a 4 mostraram como o mundo simbólico é tecido, mediado e lembrado coletivamente, este bloco mostra que essa tecitura não é neutra: nem todo mundo teve o mesmo poder de tecer, contar e ser lembrado.
'''Leitura de aprofundamento:''' EVARISTO, Conceição. Escrevivência: textos reunidos.
=== O que vimos nesta aula ===
Começamos perguntando por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — e se seria possível medir, de forma neutra, qual delas é "melhor". A resposta que esta aula constrói não é uma medida neutra, mas um conjunto de ferramentas para entender a produção desse mundo simbólico.
Vimos que somos biologicamente incompletos e que a cultura tece, socialmente, os significados que tomamos por naturais (Bloco 1). Vimos que essa tecitura só circula porque pode ser nomeada — a linguagem não apenas comunica, ela media e torna possível a existência simbólica, inclusive na forma de tabus e interditos (Bloco 2). Vimos que essa mediação depende sempre de um meio material, que reorganiza — sem substituir — o que chega até nós (Bloco 3). Vimos que o que lembramos individualmente depende de quadros coletivos de memória, disputados o tempo todo (Bloco 4). E vimos, por fim, que essa disputa não é neutra: relações de poder decidem quem tem acesso à palavra legítima para narrar sua própria ancestralidade (Bloco 5).
Assim, cada item da sua lista pessoal — o canto, o mito, a regra ética — não é apenas seu: é um ponto de chegada de uma longa cadeia de produção, mediação e disputa simbólica que, a partir de agora, você tem instrumentos para reconhecer.
=== Conceitos fundamentais ===
Olhar sociológico · Teia de significados · Natureza e cultura · Linguagem como mediação · Símbolo · Tecnologias da mediação · Memória individual · Memória coletiva · Escrevivência · Ancestralidade · Poder narrativo
=== Exercícios ===
'''Registro 1 — Reconhecimento:''' para cada conceito numerado na primeira lista, escreva a letra da definição correspondente na segunda lista (as definições estão fora de ordem). Exemplo de formato de resposta: 1-H, 2-E, 3-K...
<!-- GABARITO (não publicar como texto visível): 1-H · 2-E · 3-K · 4-A · 5-I · 6-C · 7-J · 8-F · 9-B · 10-G · 11-D -->
'''Conceitos'''
# Olhar sociológico
# Teia de significados
# Natureza e cultura
# Linguagem como mediação
# Símbolo
# Tecnologias da mediação
# Memória individual
# Memória coletiva
# Escrevivência
# Ancestralidade
# Poder narrativo
'''Definições (fora de ordem)'''
: A. Sistema simbólico que não apenas descreve o mundo, mas torna possível — ou impede, por meio de tabus e interditos — certas formas de existência social.
: B. Forma de narrar que disputa os quadros sociais da memória, dando visibilidade a experiências historicamente silenciadas.
: C. Conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que reorganizam, sem substituir, as formas de comunicar e lembrar.
: D. Capacidade desigual entre grupos de terem suas histórias reconhecidas como memória legítima.
: E. Conjunto de significados tecido socialmente, que faz parecer "natural" aquilo que foi construído por muitas pessoas antes de nós.
: F. Patrimônio de lembranças compartilhado por um grupo, disputado e reorganizado continuamente.
: G. Dimensão da memória que liga o presente a origens e tradições transmitidas por gerações anteriores.
: H. Modo de observar qualquer fenômeno perguntando como ele foi produzido, por que parece natural e quem participa dessa construção.
: I. Elemento — cor, som, gesto, objeto — cujo significado não é dado pela natureza, mas produzido e sustentado nas relações sociais.
: J. Lembrança pessoal que, mesmo parecendo exclusivamente própria, depende sempre de um quadro coletivo de referência para existir.
: K. Relação entre as condições biológicas da existência humana e os processos sociais que atribuem sentido a essas condições.
'''Registro 2 — Aplicação:''' escolha uma marca ou organização real que você conhece. Identifique um elemento que funcione como "mito fundador" dessa marca (uma história de origem repetida institucionalmente) e um código ético — explícito (declarado em documentos, campanhas) ou não explícito (praticado, mas não formalizado) — que oriente suas ações. Use pelo menos quatro conceitos desta aula para explicar como esses elementos foram construídos e são sustentados.
'''Registro 3 — Metacognição:''' volte à lista de cantos, mitos, regras ou crenças que você reuniu no início da aula. O que você percebe hoje, sobre a origem e a sustentação social desses elementos, que não teria percebido antes desta leitura?
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Utilizador:Annakynm
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2026-08-04T18:08:41Z
Annakynm
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Annakynm
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Maionesekriegler
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Maionesekriegler
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Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/maria.eduarda9029
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Maria.eduarda9029
44753
maria.eduarda9029 - Módulo 1
184785
wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Descrição da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Atuar no jornalismo científico é às vezes comparado ao de ser um tradutor, no jargão da área da comunicação um 'tradutor intersemiótico', que passa a linguagem de um campo para o de outro campo. Nesta atividade, vamos observar e analisar como isso foi feito em uma das principais publicações acadêmicas brasileiras, a ''Pesquisa FAPESP''.
Você deverá selecionar um artigo na revista Pesquisa FAPESP. Estão acessíveis na [https://revistapesquisa.fapesp.br/ página principal da publicação]. Escolha um artigo sobre um tema de pesquisa - ou seja, que seja baseado em uma ou mais de uma publicação científica - e leia-o com cuidado. Responda às perguntas que seguem.
As respostas deverão ser publicadas nesta página individual. Apenas altere os campos indicados.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
maria.eduarda9029
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Link para a matéria selecionada ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deverá colocar os links da matéria selecionada. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título de matéria:
* Autoria de matéria:
* Link de matéria:
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Resumo da matéria ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, resuma a matéria em até 300 caracteres. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
'''SUBSTITUA ESTA MENSAGEM PELO TEXTO'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise da matéria ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, identifique e analise com base na matéria: o objeto e a metodologia (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação) da pesquisa. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
'''SUBSTITUA ESTA MENSAGEM PELO TEXTO'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise da pesquisa ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, acesse a(s) pesquisa(s) de origem, de base para o artigo na Pesquisa FAPESP, identifique e analise a seção metodológica. Em especial, explique em que medida o processo de pesquisa foi bem documentado no artigo que você selecionou. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
'''SUBSTITUA ESTA MENSAGEM PELO TEXTO'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Metáfora científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, reveja o conteúdo da aula sobre [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A metáfora científica|"A metáfora científica"]]. No artigo da Pesquisa FAPESP selecionado, identifique quais foram as metáforas científicas ou cientificamente inspiradas utilizadas e justifique esse uso a partir das indicações da aula. Analise em que medida contribuem ou dificultam o entendimento da ciência. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
'''SUBSTITUA ESTA MENSAGEM PELO TEXTO'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Filosofia da ciência ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, reveja o conteúdo da aula sobre [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]]. Discorra sobre em que medida o artigo da Pesquisa FAPESP que você selecionou coloca questões filosóficas e apresente exemplos extraídos do texto. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
'''SUBSTITUA ESTA MENSAGEM PELO TEXTO'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para incluí-la na listagem do módulo.
</div>
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{{referências}}
[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividades|maria.eduarda9029]]
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184785
2026-08-05T01:13:11Z
Maria.eduarda9029
44753
184789
wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
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<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Descrição da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
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Atuar no jornalismo científico é às vezes comparado ao de ser um tradutor, no jargão da área da comunicação um 'tradutor intersemiótico', que passa a linguagem de um campo para o de outro campo. Nesta atividade, vamos observar e analisar como isso foi feito em uma das principais publicações acadêmicas brasileiras, a ''Pesquisa FAPESP''.
Você deverá selecionar um artigo na revista Pesquisa FAPESP. Estão acessíveis na [https://revistapesquisa.fapesp.br/ página principal da publicação]. Escolha um artigo sobre um tema de pesquisa - ou seja, que seja baseado em uma ou mais de uma publicação científica - e leia-o com cuidado. Responda às perguntas que seguem.
As respostas deverão ser publicadas nesta página individual. Apenas altere os campos indicados.
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<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
maria.eduarda9029
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Link para a matéria selecionada ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deverá colocar os links da matéria selecionada. Esteja logado.
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<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título de matéria: Vírus gigantes modulam a microbiota intestinal
* Autoria de matéria: Maria Guimarães
* Link de matéria:https://revistapesquisa.fapesp.br/virus-gigantes-modulam-a-microbiota-intestinal/
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Resumo da matéria ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, resuma a matéria em até 300 caracteres. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
'''Pesquisadores identificaram mais de 7 mil espécies de bacteriófagos gigantes na microbiota intestinal humana. Esses vírus infectam bactérias benéficas e podem influenciar o equilíbrio do intestino. A descoberta amplia o conhecimento sobre a microbiota e pode favorecer novas pesquisas em saúde'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise da matéria ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, identifique e analise com base na matéria: o objeto e a metodologia (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação) da pesquisa. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
O objeto da pesquisa foi a identificação e caracterização dos bacteriófagos gigantes (Jug) presentes na microbiota intestinal humana. Os pesquisadores buscaram compreender sua distribuição, diversidade, características genéticas e possíveis funções no equilíbrio das bactérias do intestino.
Quanto a metodologia:
'''Observação''': Os pesquisadores observaram que existiam vírus gigantes na microbiota intestinal, mas sua diversidade e tamanho eram pouco conhecidas
'''Hipótese''': A hipótese era de que a presença desses grandes bacteriófagos na microbiota poderia ser fundamental, já que eles poderiam estar desempenham papel importante.
'''Experimentação''': A experimentação aconteceu por meio de uma abordagem computacional, na qual eles revisaram e analisar mais de 10 mil genomas já registrados para identificar esses vírus e construir uma banca de dados
'''Análise''': Foram comparados os genomas encontrados para identificar espécies, tamanho dos genomas, genes presentes, bactérias hospedeiras, formas de transmissão e possíveis funções biológicas dos fagos gigantes.
'''Publicação:''' Os resultados foram publicados em 6 de fevereiro, na revista científica Science Advances, uma revista internacional revisada por pares, garantindo a divulgação e validação científica da pesquisa.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise da pesquisa ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, acesse a(s) pesquisa(s) de origem, de base para o artigo na Pesquisa FAPESP, identifique e analise a seção metodológica. Em especial, explique em que medida o processo de pesquisa foi bem documentado no artigo que você selecionou. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
A pesquisa de base da reportagem é o artigo científico "Animal-associated jumbo phages as widespread and active modulators of gut microbiome ecology and metabolism", publicado na revista Science Advances.
A metodologia é descrita de forma detalhada. Em vez de realizar experimentos com voluntários ou em laboratório, os autores utilizaram uma abordagem de metagenômica e bioinformática. Eles analisaram mais de 10 mil genomas e metagenomas já disponíveis em bancos de dados públicos para identificar bacteriófagos gigantes . Em seguida, montaram e compararam os genomas, classificaram os vírus, previram quais bactérias eles infectam e investigaram seus genes, relações evolutivas e distribuição em diferentes espécies animais e populações humanas. Além disso, criaram um banco de dados chamado '''HPGC (Huge Phage Genome Collection)''', reunindo todos os genomas identificados.
A seção metodológica também informa os programas computacionais utilizados, os critérios para selecionar os genomas, as análises filogenéticas, as técnicas de predição dos hospedeiros bacterianos e os métodos estatísticos empregados. Os autores disponibilizam os dados, os códigos utilizados e os materiais suplementares, permitindo que outros cientistas reproduzam as análises ou utilizem o banco de dados em novas pesquisas.
O processo de pesquisa foi bem documentado, uma vez que o artigo descreve detalhadamente cada etapa da metodologia, desde a coleta dos dados até as análises computacionais e a interpretação dos resultados. Evidenciando como a ciência e a metodologia contribuíram para a pesquisa final. Além de deixarem explicito que não se trata de uma verdade absoluta, mas sim uma pesquisa que pode e deve estar em constante revisão. <!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Metáfora científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, reveja o conteúdo da aula sobre [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A metáfora científica|"A metáfora científica"]]. No artigo da Pesquisa FAPESP selecionado, identifique quais foram as metáforas científicas ou cientificamente inspiradas utilizadas e justifique esse uso a partir das indicações da aula. Analise em que medida contribuem ou dificultam o entendimento da ciência. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
Na reportagem, uma das metáforas utilizadas é '''"maquinaria da célula"''', que compara o conjunto de estruturas e processos celulares a uma máquina. Essa expressão facilita a compreensão de como os vírus dependem do funcionamento da célula para se reproduzir, traduzindo um conceito complexo para uma linguagem mais próxima do cotidiano. Outra metáfora é '''"atacar bactérias"''', que utiliza uma linguagem inspirada no contexto militar para explicar que os bacteriófagos infectam bactérias. Embora o processo biológico seja mais complexo do que um simples "ataque", essa escolha de palavras torna a leitura mais acessível para pessoas leigas. Assim, ambas as metáforas cumprem o papel de aproximar a ciência do público geral, tornando conceitos técnicos mais fáceis de entender sem comprometer o sentido principal da pesquisa
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, reveja o conteúdo da aula sobre [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]]. Discorra sobre em que medida o artigo da Pesquisa FAPESP que você selecionou coloca questões filosóficas e apresente exemplos extraídos do texto. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
O artigo da levanta questões filosóficas ao mostrar que o conhecimento científico é provisório e está em constante construção. Em diversos momentos, os pesquisadores reconhecem que ainda existem muitas dúvidas sobre os bacteriófagos gigantes, evidenciando que a ciência não trabalha com verdades absolutas, mas com hipóteses e evidências que podem ser ampliadas ou revisadas por pesquisas futuras.
Um exemplo é quando a reportagem afirma que '''"ainda falta entender essas funções"''', referindo-se aos genes encontrados nos fagos gigantes. Outro trecho diz que '''"ainda não está claro como funciona a modulação de suas populações pelos fagos"''', mostrando que os cientistas reconhecem os limites do conhecimento atual. Além disso, a expectativa de que o banco de dados HPGC incentive novos estudos reforça a ideia de que a produção científica é um processo contínuo e colaborativo.
Esses exemplos dialogam com questões da Filosofia da Ciência, como a natureza provisória do conhecimento, a importância da investigação constante e o reconhecimento de que novas evidências podem modificar ou ampliar as explicações existentes. Dessa forma, o artigo demonstra que fazer ciência não significa encontrar respostas definitivas, mas produzir conhecimentos cada vez mais sólidos a partir de métodos rigorosos e da revisão contínua das evidências.<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para incluí-la na listagem do módulo.
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{{referências}}ZHANG, C. ''et al.'' '''Animal-associated jumbo phages as widespread and active modulators of gut microbiome ecology and metabolism'''. ''Science Advances'', Washington, DC, v. 11, n. 6, 2025. Disponível em: <nowiki>https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12880540/</nowiki>. Acesso em: 4 ago. 2026
GOOGLE. '''Google Tradutor'''. Disponível em: <nowiki>https://translate.google.com.br/</nowiki>. Acesso em: 4 ago. 2026.
OPENAI. '''ChatGPT (modelo GPT-5.5)'''. Utilizado como ferramenta de apoio para organização das referências. Disponível em: <nowiki>https://chatgpt.com/</nowiki>. Acesso em: 4 ago. 2026.
[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividades|maria.eduarda9029]]
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CCT-UFCA/Engenharia Civil/
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2026-08-05T01:17:16Z
João Mendes B
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: {| class="wikitable" |'''Código:''' | colspan="9" |ECI0129 |- |'''Componente Curricular:''' | colspan="9" |Estruturas de Concreto Protendido |- |'''Semestre de Oferta:''' | colspan="2" |8° |'''Tipo:''' |Disciplina |'''Caráter:''' | colspan="4" |Optativa |- |'''Unidade Acadêmica Responsável:''' | colspan="9" |Centro de Ciências e Tecnologia - CCT |- |'''Regime:''' | colspan="9" |Semestral |- |'''Créditos:''' |4 |'''Carga horária:''' |64 |'''Teórica:''...
184792
wikitext
text/x-wiki
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João Mendes B
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text/x-wiki
{| class="wikitable"
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== Ementa ==
== Objetivos ==
== Conteúdo ==
== Metodologia ==
== Avaliação ==
== Bibliografia ==
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Sociologia, Educação e Comunicação/Parte I/Introdução
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Lgjunior
21602
[[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{DISPLAYTITLE:Aula 1 — Linguagem e Sociedade: por que os seres humanos vivem em um mundo simbólico?}} == Sobre o que vamos investigar == Todos os dias interpretamos gestos, usamos palavras, seguimos regras, lembramos acontecimentos, compartilhamos histórias e atribuímos significado às coisas que nos cercam. Cumprimentamos pessoas de determinadas maneiras, reconhecemos símbolos nacionais, entendemos o sentido de uma propaganda, identificamos o logoti...
184802
wikitext
text/x-wiki
{{DISPLAYTITLE:Aula 1 — Linguagem e Sociedade: por que os seres humanos vivem em um mundo simbólico?}}
== Sobre o que vamos investigar ==
Todos os dias interpretamos gestos, usamos palavras, seguimos regras, lembramos acontecimentos, compartilhamos histórias e atribuímos significado às coisas que nos cercam. Cumprimentamos pessoas de determinadas maneiras, reconhecemos símbolos nacionais, entendemos o sentido de uma propaganda, identificamos o logotipo de uma marca ou sabemos quando uma piada "faz sentido". Raramente nos perguntamos como aprendemos tudo isso.
Para a Sociologia, essa aparente naturalidade é justamente o ponto de partida da investigação.
Nesta aula não vamos estudar um tema específico da sociedade. Vamos aprender uma maneira de olhar para a experiência humana. Em vez de perguntar apenas ''o que'' as pessoas fazem, começaremos a perguntar ''como'' determinadas formas de viver passaram a parecer naturais, ''quem'' participa dessa construção e ''como'' esses significados permanecem ao longo do tempo.
Ao longo da disciplina, esse modo de observar será utilizado para compreender diferentes fenômenos comunicacionais. Nesta primeira aula, porém, nosso objetivo é construir o instrumento que permitirá realizar essas análises: o olhar sociológico.
== Objetivos da aula ==
Ao final desta aula, espera-se que você seja capaz de:
* reconhecer que a Sociologia constitui uma forma específica de interpretar a realidade social;
* distinguir processos naturais de processos culturalmente produzidos;
* compreender que os seres humanos vivem em um mundo organizado por símbolos e significados compartilhados;
* explicar por que a linguagem não apenas comunica, mas torna possível a construção desse mundo simbólico;
* compreender que a memória individual depende de formas coletivas de produção e transmissão de significados;
* utilizar esses conceitos para analisar situações relacionadas à Comunicação.
== Pergunta inicial ==
'''Por que os seres humanos produzem tantas maneiras diferentes de dar sentido ao mundo, se nenhuma delas está escrita em nossa biologia?'''
Pense durante alguns instantes antes de continuar a leitura.
Lembre-se de três elementos que fazem parte da sua vida cotidiana. Eles podem ser, por exemplo:
* uma música que desperta um sentimento de pertencimento;
* uma tradição familiar;
* uma celebração religiosa;
* um costume aprendido na infância;
* um gesto considerado educado;
* um slogan que imediatamente faz você lembrar de uma marca;
* um meme compreendido apenas por determinado grupo.
Agora faça uma pergunta aparentemente simples:
'''Você nasceu sabendo o significado dessas coisas?'''
Provavelmente não.
Entretanto, hoje elas parecem tão naturais que dificilmente pensamos em como foram aprendidas.
É exatamente essa transformação — aquilo que foi construído socialmente passando a parecer natural — que constitui um dos principais objetos da Sociologia.
== Por que começar por essa pergunta? ==
Durante muito tempo, explicou-se o comportamento humano principalmente por características biológicas ou psicológicas. A Sociologia não nega a importância dessas dimensões, mas propõe outra questão.
Em vez de perguntar apenas por que um indivíduo age de determinada maneira, ela investiga como diferentes grupos humanos constroem formas relativamente estáveis de interpretar o mundo, organizar relações sociais, produzir valores, estabelecer regras e compartilhar memórias.
Isso significa que muitas coisas que parecem simplesmente "naturais" tornam-se objeto de investigação.
Por que determinadas roupas são consideradas formais?
Por que uma bandeira desperta sentimentos de pertencimento?
Como um logotipo passa a representar uma empresa?
Por que determinadas palavras deixam de ser aceitas enquanto outras passam a ser amplamente utilizadas?
Nenhuma dessas perguntas pode ser respondida apenas observando a natureza. Todas exigem compreender processos sociais de produção de significados.
É justamente esse deslocamento de perspectiva que caracteriza o olhar sociológico.
== Uma observação importante ==
Ao longo desta aula você perceberá que a Sociologia não procura dizer quais crenças, costumes ou culturas são "melhores". Seu objetivo é diferente.
Ela procura compreender como esses modos de existir foram produzidos, como são compartilhados e por que parecem naturais para aqueles que vivem dentro deles.
Essa mudança de perspectiva talvez seja a aprendizagem mais importante desta primeira aula.
== Como será nossa investigação ==
Para responder à pergunta inicial, percorreremos quatro etapas.
# Primeiro, investigaremos por que o mundo humano não pode ser explicado apenas pela natureza.
# Em seguida, compreenderemos como os seres humanos produzem um universo compartilhado de símbolos e significados.
# Depois, veremos por que a linguagem torna possível a existência desse mundo simbólico.
# Finalmente, analisaremos como a memória permite que esses significados atravessem gerações e constituam aquilo que chamamos de vida social.
Ao final da aula retomaremos a pergunta inicial.
A resposta provavelmente não será única nem definitiva. Mas você terá desenvolvido um novo modo de observar situações que antes pareciam simplesmente naturais.
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Sociologia, Educação e Comunicação/Parte I/Linguagem e Sociedade I (versão 2)
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== Aula 2 – Linguagem e Sociedade: a produção do mundo simbólico ==
''Prof. Liráucio''
=== Sobre o que vamos conversar nesta aula ===
Ao final desta aula, espero que você seja capaz de:
* reconhecer a Sociologia como um modo específico de olhar para os elementos sociais da nossa experiência — e não como um conjunto de "temas";
* avaliar a complexidade da relação entre natureza e cultura na produção de formas humanas de existência (mitos, religiões, política, ética);
* explicar por que a linguagem não apenas comunica, mas media e torna possível a existência simbólica;
* compreender como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados, construída por narrativas;
* reconhecer como as tecnologias reorganizam — sem simplesmente substituir — as formas de comunicar e lembrar;
* problematizar as relações entre visibilidade, dizibilidade e poder na construção de narrativas de ancestralidade;
* entender que o objetivo da disciplina não é fornecer opiniões sobre a sociedade, mas desenvolver um modo sociológico de formular problemas.
=== Perguntas que vão orientar esta investigação ===
# O que faz da Sociologia um modo específico de olhar para o mundo — e não apenas um conjunto de temas?
# Por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — se nenhuma delas está escrita no nosso corpo biológico?
# Nomear algo é apenas descrevê-lo, ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
# Como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados?
# De que forma os meios de comunicação reorganizam o que lembramos e como lembramos?
# Quem teve, historicamente, o direito de narrar sua própria memória — e o que isso tem a ver com poder?
=== Provocação inicial ===
Pense nas muitas formas que os seres humanos inventaram para dar sentido ao mundo em que vivem: os cantos, as narrativas, os mitos, as religiões, os sistemas políticos, os códigos éticos. Nenhuma outra espécie construiu algo parecido — não existe, na natureza, uma "política" de formigas ou uma "religião" de golfinhos, no sentido em que existe para nós.
Por que produzimos tantos modos diferentes de existir — e por que nenhum deles é simplesmente "a natureza seguindo seu curso"? E, mais difícil ainda: existe alguma forma neutra de dizer que um desses modos de existência é melhor que outro?
Antes de continuar a leitura, escolha mentalmente dois ou três exemplos — um canto, um mito, uma regra ética não escrita, uma crença — que fazem parte do seu repertório. Você não precisa escrever nada ainda. Eles vão atravessar esta aula inteira.
Quando penso nisso, penso em três coisas ao mesmo tempo: um canto de torcida que aprendi sem perceber que estava aprendendo uma forma de pertencimento; uma regra ética que meus pais nunca me explicaram, só me fizeram sentir; e a estranheza de descobrir, mais tarde, que outras famílias tinham regras completamente diferentes — e igualmente coerentes.
----Antes de entrar nos blocos: uma observação sobre o próprio olhar sociológico. A Sociologia não estuda "temas" — política, religião, arte — como se fossem gavetas separadas da realidade. Ela constrói, por meio de conceitos e teorias, instrumentos que fazem aparecer, nas nossas ações mais cotidianas, uma dimensão social que normalmente passa despercebida. Isso não significa que esses conceitos expliquem toda a nossa existência: há sempre uma experiência individual irredutível — somos nós que vivemos, é a nossa trajetória específica. Mas essa experiência não acontece no vazio: está emaranhada numa teia de significados tecida por muitas pessoas antes de nós, teia que podemos reproduzir ou modificar, com maior ou menor intensidade.
----
=== Bloco 1 — Naturalização e estranhamento ===
'''Pergunta-guia:''' O que, nesses cantos, mitos, regras e crenças que você listou, nasce com o corpo — e o que é tecido socialmente?
Volte à sua lista. Nenhum recém-nascido chega ao mundo sabendo distinguir um hino de torcida de uma oração, ou uma regra de etiqueta de uma lei. Então de onde vêm essas distinções?
'''Antes de continuar, escreva uma hipótese em uma frase:''' de onde vem essa distinção entre o que parece "natural" e o que foi aprendido? Só depois leia o parágrafo abaixo e compare com o que você escreveu.
Nascemos organismos biologicamente incompletos. A natureza oferece as condições da existência; a cultura organiza as formas pelas quais essa existência ganha significado — e, sem ela, sequer sobreviveríamos como espécie. Aprendemos línguas, mitos, valores, códigos éticos, formas de interpretar símbolos: nada disso é dado geneticamente. É por isso que uma criança de outra cultura pode crescer reconhecendo como "natural" um conjunto de crenças completamente diferente do seu — e igualmente coerente para quem nasceu ali.
'''Exemplo:''' uma equipe constrói, ao longo dos anos, um conjunto de rituais internos — uma frase que se repete em reuniões, uma forma específica de comemorar metas. Para quem entra na empresa, esses rituais parecem "naturais" desde o primeiro dia; na verdade, foram construídos e ensinados, geração após geração de funcionários.
É essa mesma teia de significados construída socialmente — mencionada na abertura desta aula — que explica por que cada item da sua lista pessoal (o canto, o mito, a regra) parece "natural" para você, mas foi, na verdade, tecido por muitas pessoas antes de você. Se sua hipótese inicial foi algo como "a gente aprende sem perceber", você já estava no caminho certo — só faltava um nome mais preciso para esse processo: naturalização.
'''Leitura de aprofundamento:''' GEERTZ, Clifford. ''A interpretação das culturas''.
=== Bloco 2 — Linguagem e sociedade ===
'''Pergunta-guia:''' Nomear algo é apenas descrevê-lo — ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente?
Muitos itens da sua lista — um tabu religioso, uma regra ética não escrita, um código político — só existem enquanto tais porque podem ser nomeados. Existiria alguma proibição possível sem uma palavra para nomeá-la?
'''Antes de continuar, escolha um item da sua lista e tente nomear, em uma frase, a regra ou tabu que o sustenta.''' Foi fácil ou difícil encontrar as palavras certas? Guarde essa dificuldade — ela é o próprio objeto deste bloco.
A linguagem não se resume a palavras: inclui imagens, sons, gestos, silêncios, enquadramentos. Ela é o principal sistema simbólico pelo qual organizamos a experiência — e é por isso que, como observa o crítico George Steiner, a linguagem está diretamente ligada à declaração da nossa humanidade: tabus, proibições e interditos passam por ela, já que não se pode proibir aquilo que não se pode nomear. É a linguagem que permite construir as narrativas que nos formam e que delimitam quem somos e quem é o outro.
'''Exemplo:''' uma campanha institucional que evita nomear diretamente um problema (uma crise ambiental, uma desigualdade) usando eufemismos técnicos não está apenas "suavizando" a comunicação — está, também, controlando o que pode ou não ser tornado público como fato social.
Se, no Bloco 1, vimos que a cultura tece os significados que tomamos por naturais, aqui vemos o instrumento por meio do qual essa tecitura acontece: é a linguagem que dá existência social a cada mito, regra ou crença da sua lista — sem nome, eles não circulariam entre pessoas. Se você teve dificuldade em nomear seu item na tarefa acima, isso já mostra como certas regras funcionam melhor quando ficam implícitas.
'''Leitura de aprofundamento:''' STEINER, George. Ensaios sobre linguagem e humanidade (ver resenha de Eduardo Sterzi, ''Folha de S.Paulo'', sobre a obra de Steiner).
=== Bloco 3 — Linguagem e tecnologia ===
'''Pergunta-guia:''' A forma como um desses mitos, cantos ou crenças chegou até você mudou o que ele significa?
Pense em como um deles chegou até você: pela oralidade de alguém da família, por um livro, por um vídeo, por uma plataforma. Isso muda o que ele significa?
'''Antes de continuar, escreva por qual meio cada item da sua lista chegou até você''' (oralidade, escrita, vídeo, plataforma digital...). Ele teria o mesmo efeito se tivesse chegado por outro meio?
É comum pensar "tecnologia" como sinônimo de máquina moderna, mas, em termos analíticos, tecnologia é um conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que produzem efeitos estáveis, repetíveis e transmissíveis em um campo de ação. Por isso é possível pensar a escrita, o ritual e a própria linguagem como tecnologias de mediação. Cada uma delas — oralidade, escrita, rádio, plataformas digitais — não elimina simplesmente a anterior: reorganiza como significado, memória e interação coexistem.
'''Exemplo:''' um algoritmo de recomendação pode reapresentar, a uma nova geração, uma tradição ou canção de décadas atrás, deslocando-a do contexto original e produzindo novas apropriações e sentidos.
A linguagem (Bloco 2) precisa sempre de um meio material para circular — e é esse meio que determina, em boa parte, quais itens da sua lista pessoal sobreviveram até você e em que forma chegaram. Compare com o que você escreveu na tarefa: provavelmente um item chegado por oralidade familiar carrega algo que um vídeo de plataforma não carrega — e vice-versa.
'''Leitura de aprofundamento:''' CANDAU, Joël. ''Memória e identidade''. São Paulo: Contexto, 2021.
=== Bloco 4 — Memória individual e coletiva ===
'''Pergunta-guia:''' Por que lembramos de coisas que não vivemos diretamente — um mito de origem, uma tradição de família, um evento histórico contado por outros?
Se um item da sua lista veio de outra geração, é provável que carregue lembranças que não são exatamente suas. Como isso é possível, se memória é, supostamente, individual?
'''Antes de continuar, identifique:''' um item da sua lista é uma lembrança que você viveu diretamente, ou uma lembrança herdada de outras pessoas? Como você sabe a diferença — ou será que nem sempre dá para saber?
Nossa memória individual depende sempre de uma memória compartilhada: lembramos porque pertencemos a grupos — famílias, gerações, comunidades de crença ou de escuta. Para Anthony Giddens, a lembrança individual não pode estar separada de um quadro coletivo de memória — o que Maurice Halbwachs já chamava de quadros sociais da memória. A memória, portanto, é um patrimônio coletivo, disputado e reorganizado o tempo todo. Contextos sociais e culturais orientam nossas narrativas individuais de diferentes formas: pelos valores e perspectivas que compartilhamos, pelas convenções narrativas que aprendemos, pelo enquadramento que damos às lembranças, pelo senso de identidade e pertencimento que elas sustentam, e pelas dinâmicas de poder que decidem quais memórias prevalecem. Por isso, a memória — como a história — não é um passado "objetivo" à espera de ser recuperado: é construída e reconstruída a partir de perspectivas do presente.
'''Exemplo:''' quando uma organização enfrenta uma crise de imagem, ela não disputa apenas interpretações sobre o presente — disputa memória. Cada posicionamento tenta reorganizar o que diferentes públicos vão lembrar daquele acontecimento no futuro.
Assim como os meios de mediação (Bloco 3) determinam como um mito ou canção chega até você, os quadros sociais de memória determinam o que, desse mito, permanece coletivamente relevante — e com que sentido. Se na tarefa acima você teve dúvida sobre se uma lembrança era "sua" ou "herdada", essa dúvida é exatamente o que este bloco explica: a linha entre as duas nunca é totalmente nítida.
{{Citação|Os computadores possuem uma memória, mas são desprovidos de lembranças.|Joël Candau, ''Memória e identidade'', 2021, p. 62}}
'''Leitura de aprofundamento:''' HALBWACHS, Maurice. ''A memória coletiva''.
=== Bloco 5 — Narrativas e poder ===
{| style="border:1px solid #999; background:#f9f4e8; padding:8px; width:90%"
|'''Aviso de conteúdo sensível:''' este bloco trata de silenciamento histórico e disputa de memória ligada a relações de poder e ancestralidade. Se o tema tocar em experiências pessoais difíceis, converse com o professor ou procure o serviço de apoio institucional.
|}
'''Pergunta-guia:''' Quem teve, historicamente, acesso à palavra legitimada para narrar sua própria memória — e quem teve sua narrativa contada por outros?
Nem todos os itens da sua lista tiveram o mesmo acesso à palavra legitimada. Algumas tradições foram registradas, preservadas, ensinadas em escolas; outras foram caladas, ridicularizadas ou apenas transmitidas às escondidas, de boca em boca, dentro de famílias e comunidades.
'''Antes de continuar, pense:''' algum item da sua lista foi transmitido abertamente (ensinado na escola, celebrado publicamente) e outro de forma mais silenciosa (só em casa, quase escondido)? O que essa diferença sugere sobre quem tem poder de narrar?
O conceito de escrevivência, formulado por Conceição Evaristo, parte da articulação entre experiência vivida, memória individual e memória coletiva, evidenciando que narrar não é apenas recordar: é disputar os quadros sociais da memória. Se, como vimos no Bloco 4, toda memória individual é socialmente ancorada, a escrevivência mostra que esses quadros sociais são atravessados por relações de poder que definem quais histórias podem ser reconhecidas como memória legítima. Escrever deixa de ser apenas expressão individual e passa a operar como reinscrição histórica — uma forma de alterar o enquadramento simbólico de algo antes silenciado.<!-- [INSERIR REFERÊNCIA]: ponto onde o professor pode inserir a referência à música
"Povoada", de Sued Nunes (nome/artista/link legal), sem reprodução da letra,
como exemplo de narrativa de ancestralidade e território. -->
'''Exemplo:''' uma marca que, ao ser fundada, apagou de sua história oficial a origem de uma comunidade ou tradição específica — e que, décadas depois, precisa decidir se resgata essa origem publicamente ou continua a silenciá-la — está lidando exatamente com essa disputa entre visibilidade, dizibilidade e poder.
Se os Blocos 1 a 4 mostraram como o mundo simbólico é tecido, mediado e lembrado coletivamente, este bloco mostra que essa tecitura não é neutra: nem todo mundo teve o mesmo poder de tecer, contar e ser lembrado. Compare os dois itens que você separou na tarefa acima — o que passou pela escola ou pela mídia, provavelmente, teve mais poder de se manter "legítimo" do que o que ficou restrito à oralidade familiar.
'''Leitura de aprofundamento:''' EVARISTO, Conceição. Escrevivência: textos reunidos.
=== O que vimos nesta aula ===
Começamos perguntando por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — e se seria possível medir, de forma neutra, qual delas é "melhor". A resposta que esta aula constrói não é uma medida neutra, mas um conjunto de ferramentas para entender a produção desse mundo simbólico.
Vimos que somos biologicamente incompletos e que a cultura tece, socialmente, os significados que tomamos por naturais — e que reconhecer isso é o próprio exercício do estranhamento sociológico (Bloco 1). Vimos que essa tecitura só circula porque pode ser nomeada — a linguagem não apenas comunica, ela media e torna possível a existência simbólica, inclusive na forma de tabus e interditos (Bloco 2). Vimos que essa mediação depende sempre de um meio material, que reorganiza — sem substituir — o que chega até nós (Bloco 3). Vimos que o que lembramos individualmente depende de quadros coletivos de memória, disputados o tempo todo (Bloco 4). E vimos, por fim, que essa disputa não é neutra: relações de poder decidem quem tem acesso à palavra legítima para narrar sua própria ancestralidade (Bloco 5).
Assim, cada item da sua lista pessoal — o canto, o mito, a regra ética — não é apenas seu: é um ponto de chegada de uma longa cadeia de produção, mediação e disputa simbólica que, a partir de agora, você tem instrumentos para reconhecer.
=== Conceitos fundamentais ===
Naturalização e estranhamento · Linguagem e sociedade · Linguagem e tecnologia · Memória individual e coletiva · Narrativas e poder
=== Exercícios ===
'''Registro 1 — Reconhecimento:''' para cada conceito numerado na primeira lista, escreva a letra da definição correspondente na segunda lista (as definições estão fora de ordem).<!-- GABARITO (não publicar como texto visível): 1-C · 2-D · 3-A · 4-E · 5-B -->
'''Conceitos'''
# Naturalização e estranhamento
# Linguagem e sociedade
# Linguagem e tecnologia
# Memória individual e coletiva
# Narrativas e poder
'''Definições (fora de ordem)'''
: A. Conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que reorganizam, sem substituir, as formas de comunicar e lembrar, mudando o que delas chega até nós.
: B. Capacidade desigual entre grupos de terem suas próprias narrativas reconhecidas como memória legítima, em vez de silenciada.
: C. Modo de observar qualquer fenômeno perguntando como ele foi produzido e por que parece natural, revelando a teia de significados que o sustenta.
: D. Sistema simbólico que não apenas descreve o mundo, mas torna possível — ou impede, por meio de tabus e interditos — certas formas de existência social.
: E. Processo pelo qual lembranças pessoais dependem sempre de um quadro coletivo de referência, disputado e reorganizado por grupos.
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CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria dos Números/Teoremas de Wilson, Fermat (pequeno) e Euler;
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Cicero Farias - UFCA
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== O Teorema de Wilson ==
O Teorema de Wilson é uma proposição forte e de importante uso em Teoria Elementar dos Números que garante que s p é um primo clássico, então (p-1)! <math>\equiv</math> -1 mod p. Tal Teorema possui recíproca, que afirma que se (p-1)! <math>\equiv</math> -1 mod p, então p é primo (e isto é facilmente verificável supondo, por absurdo, que tal afirmação é válida se p não for primo).
== O Pequeno Teorema de Fermat ==
O Pequeno Teorema de Fermat, assim como o Teorema de Wilson, envolve congruências e números primos.
Se p é primo, então a<sup>p-1</sup> <math>\equiv</math> 1 mod p.
Uma decorrência direta disto é:
Se p é primo, então a<sup>p</sup> <math>\equiv</math> a mod p.
== O Teorema de Euler ==
== Exemplos ==
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