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Yoga na UNICAMP
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ClaudiaWanderley
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/* Grupo de Estudos maio a dezembro 2026 - tema: Desfragmentar a Percepção do Yoga */
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=== O que é? ===
A ''Faculdade de Educação Física'' em parceria com o ''Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência'' da UNICAMP, com o apoio de ''Consentir'' estão convidando a todos para refletir sobre o Yoga no Brasil, iniciamos nossos trabalhos em 2017 para realizar o primeiro evento em 2018. Em 2018 iniciamos o trabalho em parceria com o Grupo de Estudos Educação para a Paz e Tolerância (GEEPAZ) da Faculdade de Educação (FE), Profa. Dra. Nádia Freire, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), e contamos com o apoio de Rosangela Bassoli do Instituto de Yogaterapia, Angela Dias Lopes do Yoga Clássico Campinas e Paula Ubinha do Consentir.
O Grupo de Estudos está sob a responsabilidade da ''[https://lattes.cnpq.br/3288755554033871 Profa. Dra. Claudia Wanderley]'', a partir de uma compreensão do Yoga como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. A abordagem filosófica da compreensão do Yoga no Brasil se articula com a Teoria da Complexidade e com processos de Auto-Organização, a partir do trabalho intelectual desenvolvido pelo Prof. Michel Debrun no CLE-UNICAMP. Para olharmos para o Yoga no Brasil dentro deste espectro multicultural e/ou intercultural, a compreensão dos processos decoloniais da América Latina e as críticas pós-coloniais, especialmente as desenvolvidas por autores indianos [como por exemplo Gayatri Spivak e Homi Bhabha] são referências importantes.
Queremos congregar a comunidade em Campinas e Região com intuito de trocarmos conhecimento sobre yoga, sua cultura e filosofia. A influência do yoga, na sociedade da Índia, vai do âmbito da saúde e medicina à educação artes e espiritualidade. Baseados na integração do ser humano para permitir maior bem estar físico, mental, espiritual, os valores do yoga podem formar a maior parte de um ethos comunitário. Esta cultura milenar oriental já está presente na cultura brasileira, e isso para nós é um convite à reflexão.
Boas vindas!
Damos as boas vindas a ''Faculdade de Ciências Médicas/Depto. de Saúde Coletiva'' e ao ''Instituto Yogaterapia'', que em função do convite que fizemos no [[Yoga na UNICAMP/2018|''I Seminário Yoga na UNICAMP: Corpo e Transcendência'',]] se dispuseram a participar. Damos as boas vindas ao ''Grupo de Estudos Educação para a Paz'' ''e Tolerância'' (GEEPAZ) da [https://www.fe.unicamp.br/ Faculdade de Educação] (FE) que a partir do [https://www.unicamp.br/unicamp/eventos/2018/10/05/unicamp-e-direitos-humanos-pesquisas-e-acoes Encontro Unicamp e Direitos Humanos] decidiu somar esforços.
Damos boas vindas ao [http://www.cgisaopaulo.gov.in/index.php Consulado da India de São Paulo] e ao [http://www.cgisaopaulo.gov.in/svcc.php Centro Cultural Vivekananda], que em 2019 se dispuseram a ser nossos parceiros neste processo de construção de um curso sobre a filosofia do Yoga.
Damos boas vindas ao Prof. Dilip Loundo (UFJF), que em 2019 se dispos a somar esforços conosco na construção do curso de especialização em estudos de yoga.
Damos as boas vindas à Profa. Maria Lucia Abaurre Gnerre (UFPA), que em 2019 se dispos a somar conosco com o conhecimento sobre Hatha Yoga.
Damos as boas vindas à Profa. Lilian Cristina Gulmini (USP), que em 2019 se dispos a somar conosco com o conhecimento sobre Yoga.
Fizemos em 2020, junto com o Consulado da Índia e o Centro Cultural Swami Vivekananda o [https://fef.unicamp.br/2020/11/03/curso-internacional-de-yoga-dialogos-entre-brasil-e-india-na-filosofia-do-corpo-e-do-yoga/ Curso Internacional de Yoga: Diálogos entre Brasil e Índia na Filosofia do Corpo e do Yoga.]
Fizemos durante a pandemia completamente online o [https://www.cle.unicamp.br/cle/pt-br/node/1983?language_content_entity=pt-br Forum Permanente Corpo e Diversidade], em 2021. Assistir: https://www.youtube.com/live/49csHInqFlQ?si=6tuKpACBbmo5CI0l e https://www.youtube.com/live/sgfHeQMjuY8?si=wCIixNcYURKDjcl2
Damos as boas vindas ao Prof. Lucas Machado do [https://www.instagram.com/filosofoqueri/ @filosofoqueri], que em 2023 se dispor a somar conosco com o conhecimento sobre Samkhya.
Damos boas vindas ao Prof. Frederik do Santos (UFRB) da [https://alafioficial.wixsite.com/alafi?lang=en Associação Latino Americana de Filosofia Intercultural], que em 2025 se dispos a somar conosco na reflexão sobre Prática Filosófica.
Damos as boas vindas à [https://www.instagram.com/adriana.hassan/ Profa. Adriana Hassan Bronze] e ao [https://www.instagram.com/yogaderocha/ Prof. Tiago Rocha] que em 2026 se dispuseram a criar coletivo de yogues do Yoga na Unicamp para fortalecer as atividades do "Curso Filosofia do Yoga e Interculturalidades".
Participe de nossa lista de discussão, dos eventos e atividades abertas.
''Escreva para nós <yoganaunicamp@gmail.com>''.
== Atividades ==
====== '''II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida''' ======
19 e 20 de setembro de 2026 - Ginásio Multidisciplinar da Unicamp (GMU)
O '''II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida''' foi pensado para acolher todas as pessoas que desejam ter contato com o yoga, mesmo que nunca tenham praticado antes.
Vamos apresentar o curso '''Filosofia, Yoga e Interculturalidade''' (FEF -0370), um curso presencial de 360hs com duração de dois anos, para pensarmos juntos - academia e professores da tradição - o que podemos desenvolver nesta interlocução para o fortalecimento do yoga em nossa região e desenvolvimento desta parceria virtuosa.
Os professores de yoga que virão ao evento são tesouros de conhecimento de nossa região, é uma alegria para a UNICAMP acolher esses parceiros e desenvolvermos juntos uma cultura de integridade, autenticidade, responsabilidade e alegria com o aprendizado humano, comunitário e com o desenvolvimento de nossa região visando o bem comum. Se integre à comunidade yogues de nossa região e sejam bem-vindos!
'''- É importante vir com roupa confortável, trazer seu tapetinho e uma garrafinha de água.'''
A realização deste evento é uma parceria entre a FEF com a coordenação do Prof. Dr. Odilon Roble, o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE-UNICAMP) com a coordenação da Profa. Dra. Claudia Wanderley e, representando os professores de yoga de nossa região, Profa. Adriana Hassan e Prof. Tiago Rocha.
Mais informações: https://eventos.galoa.com.br/yoganauni-2026/
====== Encontros de preparação do lançamento do curso '''"Filosofia de yoga e Interculturalidade'''", primeiro curso de especialização de Filosofia do Yoga na universidade (360h), vamos juntos! ======
A condução das reuniões será realizada pela Profa. Adriana Hassan e pelo Prof. Tiago Rocha. Estamos juntas na preparação e acompanhamento das reuniões, Profa. Paula Ubinha e Profa. Angela Lopes e Claudia Wanderley.
Seguimos trabalhando para que yoga faça parte da vida acadêmica em nossa região, e fortaleça a todos os que estão ligados com as práticas e ensino desta tradição humana e vivente.
* 17/04 (sexta, 14h)
* 18/04 (sábado, 16h)
* 24/04 (sexta, 14h)
== Grupo de Estudos agosto a dezembro 2026 - tema: Desfragmentar a Percepção do Yoga ==
O tema do Grupo de Estudos Yoga na Unicamp este ano é desfragmentar a percepção do yoga em nossa região. Embora estejamos fazendo práticas diferentes, muitas vezes com professores diferentes, e em ritmos diferentes, estamos unidos pelo mesmo princípio. Vamos aprender com os diferentes praticantes e professores como yoga chegou até eles e como eles desenvolveram sua rotina e atividades de desenvolvimento pessoal e comunitário. Nos encontramos semanalmente às quartas feiras pela manhã.
- Esse grupo de estudos também faz parte dos encontros de preparação do lançamento do curso '''"Filosofia de yoga e Interculturalidade''' - FEF 0370", primeiro curso de especialização de Filosofia do Yoga na universidade (360h), vamos juntos!
== Aulas de yoga no campus: ==
FEF/UNICAMP: [https://sistemas.fef.unicamp.br/extensao/registrations/show-open-courses Atividades Físicas Oferecidas Período: Regular 2026-1]
IB/UNICAMP: [https://www.instagram.com/p/DHH0VWOOh9x/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ== 🕉🧘🏾♂️Aulas Beneficentes de Yoga e Meditação no IB - Unicamp]
Adunicamp/UNICAMP:
===== Saudação ao Sol às quartas-feiras =====
[[Ficheiro:Surya-namakara.gif|alt=Saudação ao Sol|miniaturadaimagem|Saudação ao Sol]]
A prática de yoga no início do dia começa com a saudação ao sol, ''surya namaskar''.
Você pode vir a FEF-UNICAMP fazer saudação ao sol conosco. É uma prática comunitária. Estamos praticando das '''7h as 8h da manhã às quartas feiras'''.
A arte da Saudação ao Sol, o Suryanamaskar, é uma prática tradicional matinal de Yoga. É uma série de 12 posturas (asanas) de yoga colocadas juntas em uma sequência dinâmica harmoniosa (diferentes escolas tem diferentes sequências, não se incomode se for diferente do que você já conhece). Trabalhamos o movimento no corpo físico, o controle da respiração, a atenção mental e o desenvolvimento contínuo da atitude de reverência. É um reconhecimento de que a terra vem do sol e que nós viemos da terra, e portanto também do sol. É muito saudável trazer de volta nossa conexão com o Sol, através da reverência e do fluxo consciente da respiração.
A sequência de uma hora de atividade se dá através da observação conjunta silenciosa do nascer do sol, preparação, 12 sequências de Surya Namaskar, relaxamento, krya, pranayama e meditação. Traga água.
====== Referências sobre yogues e o Sol, nos textos tradicionais: ======
Diz Patanjali no [https://www.institutoesfera.org/wp-content/uploads/2022/11/Os-Sutras-do-Yoga-de-Patanjali-Sri-Swami.pdf Yoga Sutras],
Sutra III.26
भुवनज्ञानं सूर्ये संयमात्॥२६॥
''bhuva-jñānaṁ sūrye-saṁyamāt''
Swami Vivekananda interpreta: Ao fazer Samyama no sol, (vem) o conhecimento do mundo.
# Vanamali. [https://books.google.com.br/books?id=t10oDwAAQBAJ&pg=PT53&lpg=PT53&dq=hanuman+became+sun+pupil&source=bl&ots=nmTIpHC4M3&sig=QAfhkoyfTee1Pb7Dd1WATnjIPS0&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwjGwbeV2MbZAhURzlMKHSPjBDcQ6AEIPDAH#v=onepage&q=surya&f=false Hanuman]: The Devotion and Power of the Monkey God
== Histórico das atividades[[Yoga na UNICAMP/2025|:]] ==
[[Yoga na UNICAMP/2025|Veja o que fizemos juntos em 2025]].
[[Yoga na UNICAMP/2023e2024|Veja o que fizemos juntos em 2023 e 2024]].
[[Yoga na UNICAMP/2022|Veja o que fizemos juntos em 2022.]]
[[Yoga na UNICAMP/2021|Veja o que fizemos juntos em 2021.]]
[[Yoga na UNICAMP/2020|Veja o que fizemos juntos em 2020]].
[[Yoga na UNICAMP/2019|Veja o que fizemos juntos em 2019.]]
[[Yoga na UNICAMP/2018|Veja o que fizemos juntos em 2018.]]
==== Memória Grupo de Estudos de 2019, e trabalho conjunto para criar uma especialização em estudos do yoga. ====
- Confira aqui o [[Yoga na UNICAMP/Grupo de Estudo 2019|Resumo e participação nas reuniões do Grupo de Estudo Yoga na Unicamp em 2019]].
====Memória Satsangs Acadêmicos 2018 e participação nos grupos de estudo.====
As pautas das reuniões gerais ficam disponíveis aqui: [[Yoga na UNICAMP/pautas das reunioes]]
O resumo das reuniões gerais ficam disponíveis aqui: [[Yoga na UNICAMP/atas das reunioes]]
== Filosofia do yoga como prática e modo de vida em diálogo com o conhecimento acadêmico ==
Artigo de Claudia Wanderley publicado no jornal da UNICAMP
https://jornal.unicamp.br/en/artigo/2024/09/10/filosofia-do-yoga-como-pratica-e-modo-de-vida-em-dialogo-com-o-conhecimento-academico/
== Contato: ==
Temos um grupo de emails para interlocução entre a comunidade que se formar, que é: <nowiki>https://groups.google.com/forum/#!forum/yoga-na-unicamp</nowiki> . Se você ainda não faz parte, se inscreva, é aberto. E se quiserem uma comunicação mais rápida entre todos temos o telegram https://t.me/Yoga_na_Unicamp.
Shanti Om!
Parceria entre a Faculdade de Educação Física (FEF-UNICAMP) com a coordenação do '''Prof.Dr. Odilon Roble''', o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE-UNICAMP) com a coordenação da '''Prof. Dra. Claudia Wanderley''',
com o apoio do [https://www.institutodeyogaterapia.com.br/ Instituto de Yogaterapia] sob a coordenação da '''Profa. Rosângela Bassoli''', e o apoio de [http://consentircorpoealma.blogspot.com/ consentircorpoealma.blogspot.com] (Consentir) sob a coordenação da '''Profa. Paula Ubinha Almeida''', e o apoio da '''Profa. Angela Lopes''' do [http://yogaclassicocampinas.com.br/avada_portfolio/angela-lopes/ Yoga Clássico Campinas].
As anotações de todo grupo do Satsang Acadêmico estão aqui: <nowiki>http://collabedit.com/8faqd</nowiki>
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[[Categoria:Grupos de estudo]]
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== Inscreva-se na nossa lista de notícias ==
Entre no telegram [https://t.me/Yoga_na_Unicamp Yoga_na_Unicamp].
Entre no googlegroups [https://groups.google.com/forum/#!forum/yoga-na-unicamp Yoga na Unicamp]
== Yoga no Brasil - levantamento contínuo das referências ==
Trata-se de uma proposta de visualizarmos de forma coletiva as referências que nos inspiram a praticar yoga, e os pontos e contato, locais de prática, publicações e acervos. [[Yoga na UNICAMP/Yoga no Brasil|Veja o que já levantamos e participe trazendo as informações relativas aos seus professores!]]
Esta é uma iniciativa de Claudia Wanderley do CLE-UNICAMP em parceria com Odilon Roble da FEF-UNICAMP com o apoio de Paula Ubinha do Consentir para sistematizar de maneira colaborativa as linhas de yoga e a construção de uma tradição da prática de yoga no Brasil.
[[Categoria:Práticas Corporais]]
______________________________________________________________________________________________________________________________________
== Páginas relacionadas - parceiros em prol do Yoga ==
inclua aqui o link para seu trabalho com a comunidade se você é nosso parceiro em prol do Yoga
[https://www.institutodeyogaterapia.com.br/ Instituto Yogaterapia de Campinas]
[http://yogaclassicocampinas.com.br/ Yoga Clássico de Campinas]
[https://www.facebook.com/ana.taglianetti Yoga e Música: Concertos de Cura]
[https://www.facebook.com/haimavati.nakai Yantra Yoga (yoga tibetana)]
[http://consentircorpoealma.blogspot.com/ Consentir]
[https://www.mudrasterapeuticos.com.br/ Mudras Terapeuticos]
[https://www.facebook.com/Gustavo.Gurusevananda Guru Sevananda Das]
[https://www.facebook.com/monjaheishin.tengan Comunidade Zen Budista]
[http://goura.com.br/ Ecovila Goura Vrindavana]
[https://www.ashram.com.br/ Krishna Shakti Ashram]
[https://www.novagokula.com.br/ Fazenda Nova Gokula]
[https://www.facebook.com/yoganoparquesjc/ Yoga no Parque São José dos Campos]
[https://www.institutohermogenes.com.br/ Instituto Hermógenes Rio de Janeiro e São Paulo]
[https://www.facebook.com/IndianCulturalCentreSaoPauloBrazil/ Centro Cultural Swami Vivekananda São Paulo]
[https://www.youtube.com/watch?v=Zt3JXTxklx4 Estrada Ecologia Humana Alto Paraíso de Goiás]
<br />
[[Categoria:Tradução]]
[[Category:Universidade_Estadual_de_Campinas]]
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ClaudiaWanderley
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programação II Yoga na Unicamp
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=== O que é? ===
A ''Faculdade de Educação Física'' em parceria com o ''Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência'' da UNICAMP, com o apoio de ''Consentir'' estão convidando a todos para refletir sobre o Yoga no Brasil, iniciamos nossos trabalhos em 2017 para realizar o primeiro evento em 2018. Em 2018 iniciamos o trabalho em parceria com o Grupo de Estudos Educação para a Paz e Tolerância (GEEPAZ) da Faculdade de Educação (FE), Profa. Dra. Nádia Freire, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), e contamos com o apoio de Rosangela Bassoli do Instituto de Yogaterapia, Angela Dias Lopes do Yoga Clássico Campinas e Paula Ubinha do Consentir.
O Grupo de Estudos está sob a responsabilidade da ''[https://lattes.cnpq.br/3288755554033871 Profa. Dra. Claudia Wanderley]'', a partir de uma compreensão do Yoga como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. A abordagem filosófica da compreensão do Yoga no Brasil se articula com a Teoria da Complexidade e com processos de Auto-Organização, a partir do trabalho intelectual desenvolvido pelo Prof. Michel Debrun no CLE-UNICAMP. Para olharmos para o Yoga no Brasil dentro deste espectro multicultural e/ou intercultural, a compreensão dos processos decoloniais da América Latina e as críticas pós-coloniais, especialmente as desenvolvidas por autores indianos [como por exemplo Gayatri Spivak e Homi Bhabha] são referências importantes.
Queremos congregar a comunidade em Campinas e Região com intuito de trocarmos conhecimento sobre yoga, sua cultura e filosofia. A influência do yoga, na sociedade da Índia, vai do âmbito da saúde e medicina à educação artes e espiritualidade. Baseados na integração do ser humano para permitir maior bem estar físico, mental, espiritual, os valores do yoga podem formar a maior parte de um ethos comunitário. Esta cultura milenar oriental já está presente na cultura brasileira, e isso para nós é um convite à reflexão.
Boas vindas!
Damos as boas vindas a ''Faculdade de Ciências Médicas/Depto. de Saúde Coletiva'' e ao ''Instituto Yogaterapia'', que em função do convite que fizemos no [[Yoga na UNICAMP/2018|''I Seminário Yoga na UNICAMP: Corpo e Transcendência'',]] se dispuseram a participar. Damos as boas vindas ao ''Grupo de Estudos Educação para a Paz'' ''e Tolerância'' (GEEPAZ) da [https://www.fe.unicamp.br/ Faculdade de Educação] (FE) que a partir do [https://www.unicamp.br/unicamp/eventos/2018/10/05/unicamp-e-direitos-humanos-pesquisas-e-acoes Encontro Unicamp e Direitos Humanos] decidiu somar esforços.
Damos boas vindas ao [http://www.cgisaopaulo.gov.in/index.php Consulado da India de São Paulo] e ao [http://www.cgisaopaulo.gov.in/svcc.php Centro Cultural Vivekananda], que em 2019 se dispuseram a ser nossos parceiros neste processo de construção de um curso sobre a filosofia do Yoga.
Damos boas vindas ao Prof. Dilip Loundo (UFJF), que em 2019 se dispos a somar esforços conosco na construção do curso de especialização em estudos de yoga.
Damos as boas vindas à Profa. Maria Lucia Abaurre Gnerre (UFPA), que em 2019 se dispos a somar conosco com o conhecimento sobre Hatha Yoga.
Damos as boas vindas à Profa. Lilian Cristina Gulmini (USP), que em 2019 se dispos a somar conosco com o conhecimento sobre Yoga.
Fizemos em 2020, junto com o Consulado da Índia e o Centro Cultural Swami Vivekananda o [https://fef.unicamp.br/2020/11/03/curso-internacional-de-yoga-dialogos-entre-brasil-e-india-na-filosofia-do-corpo-e-do-yoga/ Curso Internacional de Yoga: Diálogos entre Brasil e Índia na Filosofia do Corpo e do Yoga.]
Fizemos durante a pandemia completamente online o [https://www.cle.unicamp.br/cle/pt-br/node/1983?language_content_entity=pt-br Forum Permanente Corpo e Diversidade], em 2021. Assistir: https://www.youtube.com/live/49csHInqFlQ?si=6tuKpACBbmo5CI0l e https://www.youtube.com/live/sgfHeQMjuY8?si=wCIixNcYURKDjcl2
Damos as boas vindas ao Prof. Lucas Machado do [https://www.instagram.com/filosofoqueri/ @filosofoqueri], que em 2023 se dispor a somar conosco com o conhecimento sobre Samkhya.
Damos boas vindas ao Prof. Frederik do Santos (UFRB) da [https://alafioficial.wixsite.com/alafi?lang=en Associação Latino Americana de Filosofia Intercultural], que em 2025 se dispos a somar conosco na reflexão sobre Prática Filosófica.
Damos as boas vindas à [https://www.instagram.com/adriana.hassan/ Profa. Adriana Hassan Bronze] e ao [https://www.instagram.com/yogaderocha/ Prof. Tiago Rocha] que em 2026 se dispuseram a criar coletivo de yogues do Yoga na Unicamp para fortalecer as atividades do "Curso Filosofia do Yoga e Interculturalidades".
Participe de nossa lista de discussão, dos eventos e atividades abertas.
''Escreva para nós <yoganaunicamp@gmail.com>''.
== Atividades ==
====== '''II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida''' ======
19 e 20 de setembro de 2026 - Ginásio Multidisciplinar da Unicamp (GMU)
O '''II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida''' foi pensado para acolher todas as pessoas que desejam ter contato com o yoga, mesmo que nunca tenham praticado antes.
Vamos apresentar o curso '''Filosofia, Yoga e Interculturalidade''' (FEF -0370), um curso presencial de 360hs com duração de dois anos, para pensarmos juntos - academia e professores da tradição - o que podemos desenvolver nesta interlocução para o fortalecimento do yoga em nossa região e desenvolvimento desta parceria virtuosa.
Os professores de yoga que virão ao evento são tesouros de conhecimento de nossa região, é uma alegria para a UNICAMP acolher esses parceiros e desenvolvermos juntos uma cultura de integridade, autenticidade, responsabilidade e alegria com o aprendizado humano, comunitário e com o desenvolvimento de nossa região visando o bem comum. Se integre à comunidade yogues de nossa região e sejam bem-vindos!
'''-''' ''É importante vir com roupa confortável, trazer seu tapetinho e uma garrafinha de água.''
A realização deste evento é uma parceria entre a FEF com a coordenação do Prof. Dr. Odilon Roble, o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE-UNICAMP) com a coordenação da Profa. Dra. Claudia Wanderley e, representando os professores de yoga de nossa região, Profa. Adriana Hassan e Prof. Tiago Rocha.
==== Programação '''II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida''' ====
Ginásio Multidisciplinar da UNICAMP
===== : 19/Set – Sábado =====
'''Gramado ao lado do Ginásio'''
{| class="wikitable"
|06h30 – 07h30
|'''Saudação ao Sol - Suryanamaskar '''
Claudia Wanderley (Yoga na Unicamp)
|}
==== Ginásio Multidisciplinar da UNICAMP ====
==== 07h00 – 08h00 – Entrega do material do evento, crachás e programa ====
{| class="wikitable"
|08h00 – 08h30
|'''Mesa de Abertura'''
Pró Reitora de Extensão, Esporte e Cultura, Diretor da FEF, Diretor do CLE, Angela Lopes do Yoga Clássico e Paula Ubinha do Consentir, Organização evento.
|-
|08h30 – 09h00
|'''Boas Vindas!'''
Tiago Rocha, Adriana Hassan, Ana Gilli, Daniela Morais, Claudia Wanderley. (Yoga na Unicamp)
|-
|09h00 – 10h00
|'''O que é Kirtan?'''
Gustavo Moura (Guru Sevananda)
|-
|10h00 – 10h30
|'''Prática de Kirtan'''
Gustavo Moura (Guru Sevananda)
|-
|10h30 – 11h30
|'''Yin yoga'''
Ângela Lopes (Yoga Clássico)
|-
|11h30 – 12h00
|'''Kundalini Yoga-Kirtan Kriya'''
Anisha Vetter
|-
|12h00 – 14h00
|Intervalo – Almoço
|-
|14h00 – 15h00
|'''Mesa redonda: Nascimento no Yoga'''
Paula Ubinha Almeida (Consentir)
|-
|15h00 – 15h30
|'''Dança Tradicional Indiana'''
Paula Ubinha (Consentir) convida Patrícia Romano
|-
|15h30 - 16h30
|'''Escuta no yoga'''
'''Prática Ashtanga yoga'''
Mariú Furlanetti (MahiYoga)
|-
|16h30-17h30
|'''Mesa Redonda - apresentação do curso Yoga, Filosofia e Interculturalidade'''
Odilon Roble, Paula Ubinha, Angela Lopes, Rosângela Bassoli, Tiago Rocha, Adriana Hassan, Claudia Wanderley
|-
|17h30-18h00
|'''Banho Sonoro com instrumentos de Cristal de Quartzo'''
Rosana Bernardo
|}
'''Gramado ao lado do Ginásio'''
{| class="wikitable"
|18h10– 19h00
|'''Dança das Devis'''
Daniela Morais - RodaOM (Yoga na Unicamp)
|}
'''"II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida"'''
=== 19 e 20 de setembro de 2026, ===
=== Ginásio Multidisciplinar UNICAMP ===
===== PROGRAMAÇÃO =====
===== '''.: 20/Set – Domingo''' =====
'''Gramado ao lado do Ginásio'''
{| class="wikitable"
|06h30 – 07h30
|'''Yoga Hormonal'''
Tiago Rocha - Yoga de Rocha (Yoga na Unicamp)
|}
==== Ginásio Multidisciplinar da UNICAMP ====
==== 07h00 – 08h00 – Entrega do material do evento, crachás e programa ====
{| class="wikitable"
|08h00 – 9h00
|'''Kirtan : Teoria e Prática'''
Eliza de Figueiredo
|-
|09h00 – 9h30
|'''Prática KIrtan'''
Eliza de Figueiredo
|-
|9h30 – 10h30
|'''Yogaterapia: os sons sob a luz do Vedanta'''
Rosângela Bassoli e Márcio Assumpção (Instituto Yogaterapia)
|-
|10h30 – 11h00
|'''Prática Yogaterapia'''
Rosângela Bassoli e Márcio Assumpção (Instituto Yogaterapia)
|-
|11h00 – 12h00
|'''Gita Govinda - uma ode ao amor'''
Introdução temática por Rosana Jovaneli (UFJF), pequena oficina do gesto e interpretação do Gita Govinda na dança indiana Odissi com Mariana Baruco (Unicamp), Lucia Minozzo, Adriana Zamarim (Centro Cultural Swami Vivekananda) e Veena Fournier, integrantes da Devi Odissi, direção Andrea Albergaria (Unicamp).
|-
|12h00 – 14h00
|Intervalo – Almoço
|-
|14h00 – 15h00
|'''Mudras''' '''e Mantras'''
Miriam Barros
|-
|15h00 – 15h30
|'''Mantras para Conexão'''
Kora Prince e Andreia Devamani
|-
|15h30 - 16h30
|'''Yoga dos 10 Avataras de Vishnu e o daśāvatāra stotra'''
Profa. Medharani
|-
|16h30-17h00
|'''O projeto Yoga na Unicamp'''
Cláudia Wanderley (CLE-UNICAMP), Adriana Hassan, Tiago Rocha, Daniela Morais
|-
|17h00-18h00
|'''Concerto de Cura'''
Diogo Camargo e Ana Taglianetti (Yoga Clássico)
|}
'''Gramado ao lado do Ginásio'''
{| class="wikitable"
|18h10 – 19h00
|'''Yoga Nidra'''
Tiago Rocha, Adriana Hassan (Yoga na Unicamp)
|}
Inscrição e mais informações: https://eventos.galoa.com.br/yoganauni-2026/
====== Encontros de preparação do lançamento do curso '''"Filosofia de yoga e Interculturalidade'''", primeiro curso de especialização de Filosofia do Yoga na universidade (360h), vamos juntos! ======
A condução das reuniões será realizada pela Profa. Adriana Hassan e pelo Prof. Tiago Rocha. Estamos juntas na preparação e acompanhamento das reuniões, Profa. Paula Ubinha e Profa. Angela Lopes e Claudia Wanderley.
Seguimos trabalhando para que yoga faça parte da vida acadêmica em nossa região, e fortaleça a todos os que estão ligados com as práticas e ensino desta tradição humana e vivente.
* 17/04 (sexta, 14h)
* 18/04 (sábado, 16h)
* 24/04 (sexta, 14h)
== Grupo de Estudos agosto a dezembro 2026 - tema: Desfragmentar a Percepção do Yoga ==
O tema do Grupo de Estudos Yoga na Unicamp este ano é desfragmentar a percepção do yoga em nossa região. Embora estejamos fazendo práticas diferentes, muitas vezes com professores diferentes, e em ritmos diferentes, estamos unidos pelo mesmo princípio. Vamos aprender com os diferentes praticantes e professores como yoga chegou até eles e como eles desenvolveram sua rotina e atividades de desenvolvimento pessoal e comunitário. Nos encontramos semanalmente às quartas feiras pela manhã.
- Esse grupo de estudos também faz parte dos encontros de preparação do lançamento do curso '''"Filosofia de yoga e Interculturalidade''' - FEF 0370", primeiro curso de especialização de Filosofia do Yoga na universidade (360h), vamos juntos!
== Aulas de yoga no campus: ==
FEF/UNICAMP: [https://sistemas.fef.unicamp.br/extensao/registrations/show-open-courses Atividades Físicas Oferecidas Período: Regular 2026-1]
IB/UNICAMP: [https://www.instagram.com/p/DHH0VWOOh9x/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ== 🕉🧘🏾♂️Aulas Beneficentes de Yoga e Meditação no IB - Unicamp]
Adunicamp/UNICAMP:
===== Saudação ao Sol às quartas-feiras =====
[[Ficheiro:Surya-namakara.gif|alt=Saudação ao Sol|miniaturadaimagem|Saudação ao Sol]]
A prática de yoga no início do dia começa com a saudação ao sol, ''surya namaskar''.
Você pode vir a FEF-UNICAMP fazer saudação ao sol conosco. É uma prática comunitária. Estamos praticando das '''7h as 8h da manhã às quartas feiras'''.
A arte da Saudação ao Sol, o Suryanamaskar, é uma prática tradicional matinal de Yoga. É uma série de 12 posturas (asanas) de yoga colocadas juntas em uma sequência dinâmica harmoniosa (diferentes escolas tem diferentes sequências, não se incomode se for diferente do que você já conhece). Trabalhamos o movimento no corpo físico, o controle da respiração, a atenção mental e o desenvolvimento contínuo da atitude de reverência. É um reconhecimento de que a terra vem do sol e que nós viemos da terra, e portanto também do sol. É muito saudável trazer de volta nossa conexão com o Sol, através da reverência e do fluxo consciente da respiração.
A sequência de uma hora de atividade se dá através da observação conjunta silenciosa do nascer do sol, preparação, 12 sequências de Surya Namaskar, relaxamento, krya, pranayama e meditação. Traga água.
====== Referências sobre yogues e o Sol, nos textos tradicionais: ======
Diz Patanjali no [https://www.institutoesfera.org/wp-content/uploads/2022/11/Os-Sutras-do-Yoga-de-Patanjali-Sri-Swami.pdf Yoga Sutras],
Sutra III.26
भुवनज्ञानं सूर्ये संयमात्॥२६॥
''bhuva-jñānaṁ sūrye-saṁyamāt''
Swami Vivekananda interpreta: Ao fazer Samyama no sol, (vem) o conhecimento do mundo.
# Vanamali. [https://books.google.com.br/books?id=t10oDwAAQBAJ&pg=PT53&lpg=PT53&dq=hanuman+became+sun+pupil&source=bl&ots=nmTIpHC4M3&sig=QAfhkoyfTee1Pb7Dd1WATnjIPS0&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwjGwbeV2MbZAhURzlMKHSPjBDcQ6AEIPDAH#v=onepage&q=surya&f=false Hanuman]: The Devotion and Power of the Monkey God
== Histórico das atividades[[Yoga na UNICAMP/2025|:]] ==
[[Yoga na UNICAMP/2025|Veja o que fizemos juntos em 2025]].
[[Yoga na UNICAMP/2023e2024|Veja o que fizemos juntos em 2023 e 2024]].
[[Yoga na UNICAMP/2022|Veja o que fizemos juntos em 2022.]]
[[Yoga na UNICAMP/2021|Veja o que fizemos juntos em 2021.]]
[[Yoga na UNICAMP/2020|Veja o que fizemos juntos em 2020]].
[[Yoga na UNICAMP/2019|Veja o que fizemos juntos em 2019.]]
[[Yoga na UNICAMP/2018|Veja o que fizemos juntos em 2018.]]
==== Memória Grupo de Estudos de 2019, e trabalho conjunto para criar uma especialização em estudos do yoga. ====
- Confira aqui o [[Yoga na UNICAMP/Grupo de Estudo 2019|Resumo e participação nas reuniões do Grupo de Estudo Yoga na Unicamp em 2019]].
====Memória Satsangs Acadêmicos 2018 e participação nos grupos de estudo.====
As pautas das reuniões gerais ficam disponíveis aqui: [[Yoga na UNICAMP/pautas das reunioes]]
O resumo das reuniões gerais ficam disponíveis aqui: [[Yoga na UNICAMP/atas das reunioes]]
== Filosofia do yoga como prática e modo de vida em diálogo com o conhecimento acadêmico ==
Artigo de Claudia Wanderley publicado no jornal da UNICAMP
https://jornal.unicamp.br/en/artigo/2024/09/10/filosofia-do-yoga-como-pratica-e-modo-de-vida-em-dialogo-com-o-conhecimento-academico/
== Contato: ==
Temos um grupo de emails para interlocução entre a comunidade que se formar, que é: <nowiki>https://groups.google.com/forum/#!forum/yoga-na-unicamp</nowiki> . Se você ainda não faz parte, se inscreva, é aberto. E se quiserem uma comunicação mais rápida entre todos temos o telegram https://t.me/Yoga_na_Unicamp.
Shanti Om!
Parceria entre a Faculdade de Educação Física (FEF-UNICAMP) com a coordenação do '''Prof.Dr. Odilon Roble''', o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE-UNICAMP) com a coordenação da '''Prof. Dra. Claudia Wanderley''',
com o apoio do [https://www.institutodeyogaterapia.com.br/ Instituto de Yogaterapia] sob a coordenação da '''Profa. Rosângela Bassoli''', e o apoio de [http://consentircorpoealma.blogspot.com/ consentircorpoealma.blogspot.com] (Consentir) sob a coordenação da '''Profa. Paula Ubinha Almeida''', e o apoio da '''Profa. Angela Lopes''' do [http://yogaclassicocampinas.com.br/avada_portfolio/angela-lopes/ Yoga Clássico Campinas].
As anotações de todo grupo do Satsang Acadêmico estão aqui: <nowiki>http://collabedit.com/8faqd</nowiki>
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[[Categoria:Grupos de estudo]]
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== Inscreva-se na nossa lista de notícias ==
Entre no telegram [https://t.me/Yoga_na_Unicamp Yoga_na_Unicamp].
Entre no googlegroups [https://groups.google.com/forum/#!forum/yoga-na-unicamp Yoga na Unicamp]
== Yoga no Brasil - levantamento contínuo das referências ==
Trata-se de uma proposta de visualizarmos de forma coletiva as referências que nos inspiram a praticar yoga, e os pontos e contato, locais de prática, publicações e acervos. [[Yoga na UNICAMP/Yoga no Brasil|Veja o que já levantamos e participe trazendo as informações relativas aos seus professores!]]
Esta é uma iniciativa de Claudia Wanderley do CLE-UNICAMP em parceria com Odilon Roble da FEF-UNICAMP com o apoio de Paula Ubinha do Consentir para sistematizar de maneira colaborativa as linhas de yoga e a construção de uma tradição da prática de yoga no Brasil.
[[Categoria:Práticas Corporais]]
______________________________________________________________________________________________________________________________________
== Páginas relacionadas - parceiros em prol do Yoga ==
inclua aqui o link para seu trabalho com a comunidade se você é nosso parceiro em prol do Yoga
[https://www.institutodeyogaterapia.com.br/ Instituto Yogaterapia de Campinas]
[http://yogaclassicocampinas.com.br/ Yoga Clássico de Campinas]
[https://www.facebook.com/ana.taglianetti Yoga e Música: Concertos de Cura]
[https://www.facebook.com/haimavati.nakai Yantra Yoga (yoga tibetana)]
[http://consentircorpoealma.blogspot.com/ Consentir]
[https://www.mudrasterapeuticos.com.br/ Mudras Terapeuticos]
[https://www.facebook.com/Gustavo.Gurusevananda Guru Sevananda Das]
[https://www.facebook.com/monjaheishin.tengan Comunidade Zen Budista]
[http://goura.com.br/ Ecovila Goura Vrindavana]
[https://www.ashram.com.br/ Krishna Shakti Ashram]
[https://www.novagokula.com.br/ Fazenda Nova Gokula]
[https://www.facebook.com/yoganoparquesjc/ Yoga no Parque São José dos Campos]
[https://www.institutohermogenes.com.br/ Instituto Hermógenes Rio de Janeiro e São Paulo]
[https://www.facebook.com/IndianCulturalCentreSaoPauloBrazil/ Centro Cultural Swami Vivekananda São Paulo]
[https://www.youtube.com/watch?v=Zt3JXTxklx4 Estrada Ecologia Humana Alto Paraíso de Goiás]
<br />
[[Categoria:Tradução]]
[[Category:Universidade_Estadual_de_Campinas]]
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=== O que é? ===
A ''Faculdade de Educação Física'' em parceria com o ''Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência'' da UNICAMP, com o apoio de ''Consentir'' estão convidando a todos para refletir sobre o Yoga no Brasil, iniciamos nossos trabalhos em 2017 para realizar o primeiro evento em 2018. Em 2018 iniciamos o trabalho em parceria com o Grupo de Estudos Educação para a Paz e Tolerância (GEEPAZ) da Faculdade de Educação (FE), Profa. Dra. Nádia Freire, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), e contamos com o apoio de Rosangela Bassoli do Instituto de Yogaterapia, Angela Dias Lopes do Yoga Clássico Campinas e Paula Ubinha do Consentir.
O Grupo de Estudos está sob a responsabilidade da ''[https://lattes.cnpq.br/3288755554033871 Profa. Dra. Claudia Wanderley]'', a partir de uma compreensão do Yoga como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. A abordagem filosófica da compreensão do Yoga no Brasil se articula com a Teoria da Complexidade e com processos de Auto-Organização, a partir do trabalho intelectual desenvolvido pelo Prof. Michel Debrun no CLE-UNICAMP. Para olharmos para o Yoga no Brasil dentro deste espectro multicultural e/ou intercultural, a compreensão dos processos decoloniais da América Latina e as críticas pós-coloniais, especialmente as desenvolvidas por autores indianos [como por exemplo Gayatri Spivak e Homi Bhabha] são referências importantes.
Queremos congregar a comunidade em Campinas e Região com intuito de trocarmos conhecimento sobre yoga, sua cultura e filosofia. A influência do yoga, na sociedade da Índia, vai do âmbito da saúde e medicina à educação artes e espiritualidade. Baseados na integração do ser humano para permitir maior bem estar físico, mental, espiritual, os valores do yoga podem formar a maior parte de um ethos comunitário. Esta cultura milenar oriental já está presente na cultura brasileira, e isso para nós é um convite à reflexão.
Boas vindas!
Damos as boas vindas a ''Faculdade de Ciências Médicas/Depto. de Saúde Coletiva'' e ao ''Instituto Yogaterapia'', que em função do convite que fizemos no [[Yoga na UNICAMP/2018|''I Seminário Yoga na UNICAMP: Corpo e Transcendência'',]] se dispuseram a participar. Damos as boas vindas ao ''Grupo de Estudos Educação para a Paz'' ''e Tolerância'' (GEEPAZ) da [https://www.fe.unicamp.br/ Faculdade de Educação] (FE) que a partir do [https://www.unicamp.br/unicamp/eventos/2018/10/05/unicamp-e-direitos-humanos-pesquisas-e-acoes Encontro Unicamp e Direitos Humanos] decidiu somar esforços.
Damos boas vindas ao [http://www.cgisaopaulo.gov.in/index.php Consulado da India de São Paulo] e ao [http://www.cgisaopaulo.gov.in/svcc.php Centro Cultural Vivekananda], que em 2019 se dispuseram a ser nossos parceiros neste processo de construção de um curso sobre a filosofia do Yoga.
Damos boas vindas ao Prof. Dilip Loundo (UFJF), que em 2019 se dispos a somar esforços conosco na construção do curso de especialização em estudos de yoga.
Damos as boas vindas à Profa. Maria Lucia Abaurre Gnerre (UFPA), que em 2019 se dispos a somar conosco com o conhecimento sobre Hatha Yoga.
Damos as boas vindas à Profa. Lilian Cristina Gulmini (USP), que em 2019 se dispos a somar conosco com o conhecimento sobre Yoga.
Fizemos em 2020, junto com o Consulado da Índia e o Centro Cultural Swami Vivekananda o [https://fef.unicamp.br/2020/11/03/curso-internacional-de-yoga-dialogos-entre-brasil-e-india-na-filosofia-do-corpo-e-do-yoga/ Curso Internacional de Yoga: Diálogos entre Brasil e Índia na Filosofia do Corpo e do Yoga.]
Fizemos durante a pandemia completamente online o [https://www.cle.unicamp.br/cle/pt-br/node/1983?language_content_entity=pt-br Forum Permanente Corpo e Diversidade], em 2021. Assistir: https://www.youtube.com/live/49csHInqFlQ?si=6tuKpACBbmo5CI0l e https://www.youtube.com/live/sgfHeQMjuY8?si=wCIixNcYURKDjcl2
Damos as boas vindas ao Prof. Lucas Machado do [https://www.instagram.com/filosofoqueri/ @filosofoqueri], que em 2023 se dispor a somar conosco com o conhecimento sobre Samkhya.
Damos boas vindas ao Prof. Frederik do Santos (UFRB) da [https://alafioficial.wixsite.com/alafi?lang=en Associação Latino Americana de Filosofia Intercultural], que em 2025 se dispos a somar conosco na reflexão sobre Prática Filosófica.
Damos as boas vindas à [https://www.instagram.com/adriana.hassan/ Profa. Adriana Hassan Bronze] e ao [https://www.instagram.com/yogaderocha/ Prof. Tiago Rocha] que em 2026 se dispuseram a criar coletivo de yogues do Yoga na Unicamp para fortalecer as atividades do "Curso Filosofia do Yoga e Interculturalidades".
Participe de nossa lista de discussão, dos eventos e atividades abertas.
''Escreva para nós <yoganaunicamp@gmail.com>''.
== Atividades ==
====== '''II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida''' ======
19 e 20 de setembro de 2026 - Ginásio Multidisciplinar da Unicamp (GMU)
O '''II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida''' foi pensado para acolher todas as pessoas que desejam ter contato com o yoga, mesmo que nunca tenham praticado antes.
Vamos apresentar o curso '''Filosofia, Yoga e Interculturalidade''' (FEF -0370), um curso presencial de 360hs com duração de dois anos, para pensarmos juntos - academia e professores da tradição - o que podemos desenvolver nesta interlocução para o fortalecimento do yoga em nossa região e desenvolvimento desta parceria virtuosa.
Os professores de yoga que virão ao evento são tesouros de conhecimento de nossa região, é uma alegria para a UNICAMP acolher esses parceiros e desenvolvermos juntos uma cultura de integridade, autenticidade, responsabilidade e alegria com o aprendizado humano, comunitário e com o desenvolvimento de nossa região visando o bem comum. Se integre à comunidade yogues de nossa região e sejam bem-vindos!
'''-''' ''É importante vir com roupa confortável, trazer seu tapetinho e uma garrafinha de água.''
A realização deste evento é uma parceria entre a FEF com a coordenação do Prof. Dr. Odilon Roble, o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE-UNICAMP) com a coordenação da Profa. Dra. Claudia Wanderley e, representando os professores de yoga de nossa região, Profa. Adriana Hassan e Prof. Tiago Rocha.
==== Programação '''II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida''' ====
Ginásio Multidisciplinar da UNICAMP
===== : 19/Set – Sábado =====
'''Gramado ao lado do Ginásio'''
{| class="wikitable"
|06h30 – 07h30
|'''Saudação ao Sol - Suryanamaskar '''
Claudia Wanderley (Yoga na Unicamp)
|}
==== Ginásio Multidisciplinar da UNICAMP ====
==== 07h00 – 08h00 – Entrega do material do evento, crachás e programa ====
{| class="wikitable"
|08h00 – 08h30
|'''Mesa de Abertura'''
Pró Reitora de Extensão, Esporte e Cultura, Diretor da FEF, Diretor do CLE, Angela Lopes do Yoga Clássico e Paula Ubinha do Consentir, Organização evento.
|-
|08h30 – 09h00
|'''Boas Vindas!'''
Tiago Rocha, Adriana Hassan, Ana Gilli, Daniela Morais, Claudia Wanderley. (Yoga na Unicamp)
|-
|09h00 – 10h00
|'''O que é Kirtan?'''
Gustavo Moura (Guru Sevananda)
|-
|10h00 – 10h30
|'''Prática de Kirtan'''
Gustavo Moura (Guru Sevananda)
|-
|10h30 – 11h30
|'''Yin yoga'''
Ângela Lopes (Yoga Clássico)
|-
|11h30 – 12h00
|'''Kundalini Yoga-Kirtan Kriya'''
Anisha Vetter
|-
|12h00 – 14h00
|Intervalo – Almoço
|-
|14h00 – 15h00
|'''Mesa redonda: Nascimento no Yoga'''
Paula Ubinha Almeida (Consentir)
|-
|15h00 – 15h30
|'''Dança Tradicional Indiana'''
Paula Ubinha (Consentir) convida Patrícia Romano
|-
|15h30 - 16h30
|'''Escuta no yoga'''
'''Prática Ashtanga yoga'''
Mariú Furlanetti (MahiYoga)
|-
|16h30-17h30
|'''Mesa Redonda - apresentação do curso Yoga, Filosofia e Interculturalidade'''
Odilon Roble, Paula Ubinha, Angela Lopes, Rosângela Bassoli, Tiago Rocha, Adriana Hassan, Claudia Wanderley
|-
|17h30-18h00
|'''Banho Sonoro com instrumentos de Cristal de Quartzo'''
Rosana Bernardo
|}
'''Gramado ao lado do Ginásio'''
{| class="wikitable"
|18h10– 19h00
|'''Dança das Devis'''
Daniela Morais - RodaOM (Yoga na Unicamp)
|}
==== Programação '''II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida''' ====
Ginásio Multidisciplinar da UNICAMP
===== '''.: 20/Set – Domingo''' =====
'''Gramado ao lado do Ginásio'''
{| class="wikitable"
|06h30 – 07h30
|'''Yoga Hormonal'''
Tiago Rocha - Yoga de Rocha (Yoga na Unicamp)
|}
==== Ginásio Multidisciplinar da UNICAMP ====
==== 07h00 – 08h00 – Entrega do material do evento, crachás e programa ====
{| class="wikitable"
|08h00 – 9h00
|'''Kirtan : Teoria e Prática'''
Eliza de Figueiredo
|-
|09h00 – 9h30
|'''Prática KIrtan'''
Eliza de Figueiredo
|-
|9h30 – 10h30
|'''Yogaterapia: os sons sob a luz do Vedanta'''
Rosângela Bassoli e Márcio Assumpção (Instituto Yogaterapia)
|-
|10h30 – 11h00
|'''Prática Yogaterapia'''
Rosângela Bassoli e Márcio Assumpção (Instituto Yogaterapia)
|-
|11h00 – 12h00
|'''Gita Govinda - uma ode ao amor'''
Introdução temática por Rosana Jovaneli (UFJF), pequena oficina do gesto e interpretação do Gita Govinda na dança indiana Odissi com Mariana Baruco (Unicamp), Lucia Minozzo, Adriana Zamarim (Centro Cultural Swami Vivekananda) e Veena Fournier, integrantes da Devi Odissi, direção Andrea Albergaria (Unicamp).
|-
|12h00 – 14h00
|Intervalo – Almoço
|-
|14h00 – 15h00
|'''Mudras''' '''e Mantras'''
Miriam Barros
|-
|15h00 – 15h30
|'''Mantras para Conexão'''
Kora Prince e Andreia Devamani
|-
|15h30 - 16h30
|'''Yoga dos 10 Avataras de Vishnu e o daśāvatāra stotra'''
Profa. Medharani
|-
|16h30-17h00
|'''O projeto Yoga na Unicamp'''
Cláudia Wanderley (CLE-UNICAMP), Adriana Hassan, Tiago Rocha, Daniela Morais
|-
|17h00-18h00
|'''Concerto de Cura'''
Diogo Camargo e Ana Taglianetti (Yoga Clássico)
|}
'''Gramado ao lado do Ginásio'''
{| class="wikitable"
|18h10 – 19h00
|'''Yoga Nidra'''
Tiago Rocha, Adriana Hassan (Yoga na Unicamp)
|}
Inscrição e mais informações: https://eventos.galoa.com.br/yoganauni-2026/
====== Encontros de preparação do lançamento do curso '''"Filosofia de yoga e Interculturalidade'''", primeiro curso de especialização de Filosofia do Yoga na universidade (360h), vamos juntos! ======
A condução das reuniões será realizada pela Profa. Adriana Hassan e pelo Prof. Tiago Rocha. Estamos juntas na preparação e acompanhamento das reuniões, Profa. Paula Ubinha e Profa. Angela Lopes e Claudia Wanderley.
Seguimos trabalhando para que yoga faça parte da vida acadêmica em nossa região, e fortaleça a todos os que estão ligados com as práticas e ensino desta tradição humana e vivente.
* 17/04 (sexta, 14h)
* 18/04 (sábado, 16h)
* 24/04 (sexta, 14h)
== Grupo de Estudos agosto a dezembro 2026 - tema: Desfragmentar a Percepção do Yoga ==
O tema do Grupo de Estudos Yoga na Unicamp este ano é desfragmentar a percepção do yoga em nossa região. Embora estejamos fazendo práticas diferentes, muitas vezes com professores diferentes, e em ritmos diferentes, estamos unidos pelo mesmo princípio. Vamos aprender com os diferentes praticantes e professores como yoga chegou até eles e como eles desenvolveram sua rotina e atividades de desenvolvimento pessoal e comunitário. Nos encontramos semanalmente às quartas feiras pela manhã.
- Esse grupo de estudos também faz parte dos encontros de preparação do lançamento do curso '''"Filosofia de yoga e Interculturalidade''' - FEF 0370", primeiro curso de especialização de Filosofia do Yoga na universidade (360h), vamos juntos!
== Aulas de yoga no campus: ==
FEF/UNICAMP: [https://sistemas.fef.unicamp.br/extensao/registrations/show-open-courses Atividades Físicas Oferecidas Período: Regular 2026-1]
IB/UNICAMP: [https://www.instagram.com/p/DHH0VWOOh9x/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ== 🕉🧘🏾♂️Aulas Beneficentes de Yoga e Meditação no IB - Unicamp]
Adunicamp/UNICAMP:
===== Saudação ao Sol às quartas-feiras =====
[[Ficheiro:Surya-namakara.gif|alt=Saudação ao Sol|miniaturadaimagem|Saudação ao Sol]]
A prática de yoga no início do dia começa com a saudação ao sol, ''surya namaskar''.
Você pode vir a FEF-UNICAMP fazer saudação ao sol conosco. É uma prática comunitária. Estamos praticando das '''7h as 8h da manhã às quartas feiras'''.
A arte da Saudação ao Sol, o Suryanamaskar, é uma prática tradicional matinal de Yoga. É uma série de 12 posturas (asanas) de yoga colocadas juntas em uma sequência dinâmica harmoniosa (diferentes escolas tem diferentes sequências, não se incomode se for diferente do que você já conhece). Trabalhamos o movimento no corpo físico, o controle da respiração, a atenção mental e o desenvolvimento contínuo da atitude de reverência. É um reconhecimento de que a terra vem do sol e que nós viemos da terra, e portanto também do sol. É muito saudável trazer de volta nossa conexão com o Sol, através da reverência e do fluxo consciente da respiração.
A sequência de uma hora de atividade se dá através da observação conjunta silenciosa do nascer do sol, preparação, 12 sequências de Surya Namaskar, relaxamento, krya, pranayama e meditação. Traga água.
====== Referências sobre yogues e o Sol, nos textos tradicionais: ======
Diz Patanjali no [https://www.institutoesfera.org/wp-content/uploads/2022/11/Os-Sutras-do-Yoga-de-Patanjali-Sri-Swami.pdf Yoga Sutras],
Sutra III.26
भुवनज्ञानं सूर्ये संयमात्॥२६॥
''bhuva-jñānaṁ sūrye-saṁyamāt''
Swami Vivekananda interpreta: Ao fazer Samyama no sol, (vem) o conhecimento do mundo.
# Vanamali. [https://books.google.com.br/books?id=t10oDwAAQBAJ&pg=PT53&lpg=PT53&dq=hanuman+became+sun+pupil&source=bl&ots=nmTIpHC4M3&sig=QAfhkoyfTee1Pb7Dd1WATnjIPS0&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwjGwbeV2MbZAhURzlMKHSPjBDcQ6AEIPDAH#v=onepage&q=surya&f=false Hanuman]: The Devotion and Power of the Monkey God
== Histórico das atividades[[Yoga na UNICAMP/2025|:]] ==
[[Yoga na UNICAMP/2025|Veja o que fizemos juntos em 2025]].
[[Yoga na UNICAMP/2023e2024|Veja o que fizemos juntos em 2023 e 2024]].
[[Yoga na UNICAMP/2022|Veja o que fizemos juntos em 2022.]]
[[Yoga na UNICAMP/2021|Veja o que fizemos juntos em 2021.]]
[[Yoga na UNICAMP/2020|Veja o que fizemos juntos em 2020]].
[[Yoga na UNICAMP/2019|Veja o que fizemos juntos em 2019.]]
[[Yoga na UNICAMP/2018|Veja o que fizemos juntos em 2018.]]
==== Memória Grupo de Estudos de 2019, e trabalho conjunto para criar uma especialização em estudos do yoga. ====
- Confira aqui o [[Yoga na UNICAMP/Grupo de Estudo 2019|Resumo e participação nas reuniões do Grupo de Estudo Yoga na Unicamp em 2019]].
====Memória Satsangs Acadêmicos 2018 e participação nos grupos de estudo.====
As pautas das reuniões gerais ficam disponíveis aqui: [[Yoga na UNICAMP/pautas das reunioes]]
O resumo das reuniões gerais ficam disponíveis aqui: [[Yoga na UNICAMP/atas das reunioes]]
== Filosofia do yoga como prática e modo de vida em diálogo com o conhecimento acadêmico ==
Artigo de Claudia Wanderley publicado no jornal da UNICAMP
https://jornal.unicamp.br/en/artigo/2024/09/10/filosofia-do-yoga-como-pratica-e-modo-de-vida-em-dialogo-com-o-conhecimento-academico/
== Contato: ==
Temos um grupo de emails para interlocução entre a comunidade que se formar, que é: <nowiki>https://groups.google.com/forum/#!forum/yoga-na-unicamp</nowiki> . Se você ainda não faz parte, se inscreva, é aberto. E se quiserem uma comunicação mais rápida entre todos temos o telegram https://t.me/Yoga_na_Unicamp.
Shanti Om!
Parceria entre a Faculdade de Educação Física (FEF-UNICAMP) com a coordenação do '''Prof.Dr. Odilon Roble''', o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE-UNICAMP) com a coordenação da '''Prof. Dra. Claudia Wanderley''',
com o apoio do [https://www.institutodeyogaterapia.com.br/ Instituto de Yogaterapia] sob a coordenação da '''Profa. Rosângela Bassoli''', e o apoio de [http://consentircorpoealma.blogspot.com/ consentircorpoealma.blogspot.com] (Consentir) sob a coordenação da '''Profa. Paula Ubinha Almeida''', e o apoio da '''Profa. Angela Lopes''' do [http://yogaclassicocampinas.com.br/avada_portfolio/angela-lopes/ Yoga Clássico Campinas].
As anotações de todo grupo do Satsang Acadêmico estão aqui: <nowiki>http://collabedit.com/8faqd</nowiki>
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[[Categoria:Grupos de estudo]]
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Trata-se de uma proposta de visualizarmos de forma coletiva as referências que nos inspiram a praticar yoga, e os pontos e contato, locais de prática, publicações e acervos. [[Yoga na UNICAMP/Yoga no Brasil|Veja o que já levantamos e participe trazendo as informações relativas aos seus professores!]]
Esta é uma iniciativa de Claudia Wanderley do CLE-UNICAMP em parceria com Odilon Roble da FEF-UNICAMP com o apoio de Paula Ubinha do Consentir para sistematizar de maneira colaborativa as linhas de yoga e a construção de uma tradição da prática de yoga no Brasil.
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[https://www.youtube.com/watch?v=Zt3JXTxklx4 Estrada Ecologia Humana Alto Paraíso de Goiás]
<br />
[[Categoria:Tradução]]
[[Category:Universidade_Estadual_de_Campinas]]
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Wikiversidade:Outreach Dashboard/CEPID NeuroMat/Introdução ao Jornalismo Científico
4
22351
185420
185369
2026-08-19T13:16:08Z
Yuguem
44487
Updating course from outreachdashboard.wmflabs.org
185420
wikitext
text/x-wiki
{{Detalhes de programa
| course_name = Introdução ao Jornalismo Científico
| instructor_username = Joalpe
| support_staff =
| subject =
| start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC
| end_date = 2028-12-31 02:00:00 UTC
| institution = CEPID NeuroMat
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| slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico
| campaigns = Grupo de Usuários Wiki Movimento Brasil, NeuroMat, Brazil Wikimedia Education Program, Education courses 2019-20
| outreachdashboard.wmflabs.org = yes
}}
O curso "Introdução ao Jornalismo Científico" é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico.
O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do "Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico" (chamado ainda de "Mídia Ciência"), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas.
Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de "Curso Online Aberto e Massivo" (mais conhecidos pela sigla "MOOC") nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário.
{{Tabela de participantes}}
{{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaismay||}}
{{Linha da tabela do participante|Hedestad||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}}
{{Linha da tabela do participante|Parzeus||}}
{{Linha da tabela do participante|Miréia NeuroMat||}}
{{Linha da tabela do participante|CamillaTsuji||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}}
{{Linha da tabela do participante|Alebasi24||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaCristinaADS||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolinagoetten||}}
{{Linha da tabela do participante|EditorWiki1917||}}
{{Linha da tabela do participante|Niqlima||}}
{{Linha da tabela do participante|Cazanijr||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniele Seridório||}}
{{Linha da tabela do participante|Túllio F||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Milani||}}
{{Linha da tabela do participante|Marvelnessa||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaLuizaFur||}}
{{Linha da tabela do participante|Editor ArmandoSP||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Di Beo||}}
{{Linha da tabela do participante|ErikaGuetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Gustavo Kenzo||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbara Moraes99||}}
{{Linha da tabela do participante|Dougnate||}}
{{Linha da tabela do participante|N.tenca||}}
{{Linha da tabela do participante|Enxama||}}
{{Linha da tabela do participante|Bifasano||}}
{{Linha da tabela do participante|Lua Airoldi||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsenpcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Danielva963||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldemir Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Volletfilho|[[Ciência, Religião e a Arte]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Jvpeixe||}}
{{Linha da tabela do participante|Anacarolcoelho||}}
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{{Linha da tabela do participante|Tainan pauli||}}
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{{Linha da tabela do participante|Marcio Granez||}}
{{Linha da tabela do participante|Monique Polera||}}
{{Linha da tabela do participante|Camillebroppcardoso82||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolina||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolinato||}}
{{Linha da tabela do participante|Mercúrio-RSN||}}
{{Linha da tabela do participante|Joao Ider||}}
{{Linha da tabela do participante|Mari.moti||}}
{{Linha da tabela do participante|Sayonaraea||}}
{{Linha da tabela do participante|Hemilly Luanna||}}
{{Linha da tabela do participante|Anderson Tertuliano Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Wilma Barrionuevo||}}
{{Linha da tabela do participante|Tata Nzito||}}
{{Linha da tabela do participante|Chantalmedaets||}}
{{Linha da tabela do participante|WilmaBarrion||}}
{{Linha da tabela do participante|Poleramonique||}}
{{Linha da tabela do participante|Jiums22||}}
{{Linha da tabela do participante|Anefrosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende1||}}
{{Linha da tabela do participante|Beatriz Cristina Sabino Garcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezerfsjunior||}}
{{Linha da tabela do participante|Ivanice A M||}}
{{Linha da tabela do participante|Alabora42||}}
{{Linha da tabela do participante|MaximGoncharov86||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Tebet||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Eduardo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tayaneabib||}}
{{Linha da tabela do participante|Samara.rodriguesalves 1||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Sérgio Pires||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbaramaiap||}}
{{Linha da tabela do participante|Agatha.Nagli||}}
{{Linha da tabela do participante|Cauasider||}}
{{Linha da tabela do participante|Lecysartori||}}
{{Linha da tabela do participante|Otávio Uzumaki||}}
{{Linha da tabela do participante|Dindara Silva Galvão||}}
{{Linha da tabela do participante|Virginiacoda||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela de Oliveira Paskevicius||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezer Francisco de Santana Junior||}}
{{Linha da tabela do participante|GPask17||}}
{{Linha da tabela do participante|Giancarlo.souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Claricepc||}}
{{Linha da tabela do participante|Ísis Maéve Sobrinho||}}
{{Linha da tabela do participante|Cloudywoodstock||}}
{{Linha da tabela do participante|Danúbia Esprega Gonçalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Leocamararibeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matippi||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Ambrósio Caiomb||}}
{{Linha da tabela do participante|Viniciuscoimbraalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Mapaaustral||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Ananias||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme A Hansen||}}
{{Linha da tabela do participante|Alybnp||}}
{{Linha da tabela do participante|Karys Reis||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaciane Mendes de Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Leonardo Câmara||}}
{{Linha da tabela do participante|Vfigueira||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Fernandes Carrijo||}}
{{Linha da tabela do participante|Arrasta o X||}}
{{Linha da tabela do participante|Leo.omagalhaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Júlia Blank||}}
{{Linha da tabela do participante|Edupaschoal||}}
{{Linha da tabela do participante|EvelineAraujo||}}
{{Linha da tabela do participante|Melina Silva de Lima||}}
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{{Linha da tabela do participante|Edson Nova||}}
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{{Linha da tabela do participante|Gabrielcondoto||}}
{{Linha da tabela do participante|Eveelynsilva||}}
{{Linha da tabela do participante|Rlazani||}}
{{Linha da tabela do participante|Cynito||}}
{{Linha da tabela do participante|AJurno (WMB)||}}
{{Linha da tabela do participante|Bverzili||}}
{{Linha da tabela do participante|Ksogabe||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisiane Muller||}}
{{Linha da tabela do participante|KaioLimajr||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaritanpaiva||}}
{{Linha da tabela do participante|FSaldanha||}}
{{Linha da tabela do participante|Agnessa Kling Nóbrega||}}
{{Linha da tabela do participante|Adrian Diegues||}}
{{Linha da tabela do participante|SashaCruzAlvesPereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Bela Cascão||}}
{{Linha da tabela do participante|Adriana de Farias||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaFarias09||}}
{{Linha da tabela do participante|Esteralkimim||}}
{{Linha da tabela do participante|Aarrigo||}}
{{Linha da tabela do participante|Guicelest||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaclara11||}}
{{Linha da tabela do participante|Camila Cinque||}}
{{Linha da tabela do participante|Fideliscelso||}}
{{Linha da tabela do participante|Clarissa Viana||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando da Cruz Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Andrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabiandrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Thluccaas||}}
{{Linha da tabela do participante|Manuella Reale||}}
{{Linha da tabela do participante|Janize Colaço||}}
{{Linha da tabela do participante|Kelly De Conti Rodrigues||}}
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{{Linha da tabela do participante|Mariacarolinahr||[[:w:pt:Hydrodamalis gigas]], [[:w:pt:Pasquale Cipro Neto]]}}
{{Linha da tabela do participante|Priscila cassia||}}
{{Linha da tabela do participante|Rmitsuo||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia10br||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Menoncello||}}
{{Linha da tabela do participante|Celer01||}}
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{{Linha da tabela do participante|Jubdevito|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]], [[:w:pt:Academia das Ciências de Berlim]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Milena Monteiro Antunes||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsen||}}
{{Linha da tabela do participante|Sgcalazans||}}
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{{Linha da tabela do participante|Eduarda Veiga Carvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Carnachion||}}
{{Linha da tabela do participante|Luca.bio1987||}}
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{{Linha da tabela do participante|Maycon Jordan Costa da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Lauren.ssteffen||}}
{{Linha da tabela do participante|João Damasio da Silva Neto||}}
{{Linha da tabela do participante|MEugêniaArantes||}}
{{Linha da tabela do participante|Luís Enrique Cazani Júnior||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor.o.moura|[[Http://hepic.if.usp.br/?q=pt-br/blog/116/victor-oliveira/físicos-por-um-dia-hepic-realiza-masterclasses-2024-para-alunos-do-ensino]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Sardinha.Lara||}}
{{Linha da tabela do participante|Kaio Alevi||}}
{{Linha da tabela do participante|Letícia Sarturi||}}
{{Linha da tabela do participante|Ferik80||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineFerreiraa||}}
{{Linha da tabela do participante|Luis Forte Rasmussem||}}
{{Linha da tabela do participante|Lais Caroline Souza e Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Bruna Jeronimo||}}
{{Linha da tabela do participante|Alexmaxhil||}}
{{Linha da tabela do participante|Jessica0997||}}
{{Linha da tabela do participante|Patriciaseri||}}
{{Linha da tabela do participante|Pantunes83||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcelo Lapola||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia Rodrigues 2022||}}
{{Linha da tabela do participante|Camargo.fmcfernando||}}
{{Linha da tabela do participante|Christiane Matos Batista||}}
{{Linha da tabela do participante|Cadeoluishenrique||}}
{{Linha da tabela do participante|Thalesfig||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiane Buzanello||}}
{{Linha da tabela do participante|Giudenari||}}
{{Linha da tabela do participante|Byreom||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcela Martins Chiudo||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcia Cominetti||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineSCorrêa||}}
{{Linha da tabela do participante|Cogno Gabriel Nardi||}}
{{Linha da tabela do participante|Rgfeitosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Bedacardim||}}
{{Linha da tabela do participante|Luizamuller||}}
{{Linha da tabela do participante|Helen.takamitsu||}}
{{Linha da tabela do participante|AHilsenbeck (WMB)||}}
{{Linha da tabela do participante|Alessandra Gabrielli de Oliveira Lé||}}
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{{Linha da tabela do participante|Victor.oliveira.moura|[[Https://ijc.toolforge.org/]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Laura.costacamargo1||}}
{{Linha da tabela do participante|MarianaGuizelini||}}
{{Linha da tabela do participante|Luiz.g.santos||}}
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{{Linha da tabela do participante|Maykon Cruz Almeida||}}
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{{Linha da tabela do participante|Crissouza2||}}
{{Linha da tabela do participante|Gui Adorno||}}
{{Linha da tabela do participante|Coutinhomario||}}
{{Linha da tabela do participante|LaisDavid||}}
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{{Linha da tabela do participante|Varela101||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboragallas||}}
{{Linha da tabela do participante|Melmurgel||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Rocha Nangino||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoria Regina Siqueira Manara||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcoportugal||}}
{{Linha da tabela do participante|PEDRO HENRIQUE VISENTINI PANTAROTTO||}}
{{Linha da tabela do participante|Girliani||}}
{{Linha da tabela do participante|Luiz Henrique Gonçalves Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Gilvaneide de Sousa Santos|[[:w:pt:História da linguística]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Nayana Alves||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaisa Sallum Bacco||}}
{{Linha da tabela do participante|Gavadams||}}
{{Linha da tabela do participante|MLConti||}}
{{Linha da tabela do participante|Caio Lamas||}}
{{Linha da tabela do participante|Eandroduarte||}}
{{Linha da tabela do participante|Tamires S Tavares||}}
{{Linha da tabela do participante|Vinicius.pachecob||}}
{{Linha da tabela do participante|SuelyPorfirio||}}
{{Linha da tabela do participante|PriCardoso||}}
{{Linha da tabela do participante|NAALVES||}}
{{Linha da tabela do participante|Natalia Mello Franco||}}
{{Linha da tabela do participante|Sah.fernandes||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida 31||}}
{{Linha da tabela do participante|Larabaesteiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matheus Grael||}}
{{Linha da tabela do participante|NayAlves0901||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisimuller||}}
{{Linha da tabela do participante|MatheusPANarcizo||}}
{{Linha da tabela do participante|Mirian muginski||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Noele Brito Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Monarakl||}}
{{Linha da tabela do participante|Marco Vinicius Ropelli|[[:w:pt:História da virologia]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Wick||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Alípio||}}
{{Linha da tabela do participante|Juan.mattheus||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaAFranco||}}
{{Linha da tabela do participante|Marimesquitta||}}
{{Linha da tabela do participante|Sasasayuri||}}
{{Linha da tabela do participante|Ajmarrtins||}}
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{{Linha da tabela do participante|CalvinCousin||}}
{{Linha da tabela do participante|Roberta Navas Battistella||}}
{{Linha da tabela do participante|Calvincou||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilafortesmonte||}}
{{Linha da tabela do participante|Rafaelbragacunha||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Maria Augusti||}}
{{Linha da tabela do participante|BeatrizPiffer||}}
{{Linha da tabela do participante|Thalef Sousa Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Damny Laya||}}
{{Linha da tabela do participante|Vannieaurin||}}
{{Linha da tabela do participante|Renan Silveira Girotto||}}
{{Linha da tabela do participante|Dorasiq||}}
{{Linha da tabela do participante|FilipeAN||}}
{{Linha da tabela do participante|Daalvesd||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilhermemcosta||}}
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{{Linha da tabela do participante|MarianaMouraSouza||}}
{{Linha da tabela do participante|Carla Magliano||}}
{{Linha da tabela do participante|Magliano19||}}
{{Linha da tabela do participante|Thiago.auer||}}
{{Linha da tabela do participante|Neuryelen||}}
{{Linha da tabela do participante|Rodrigo Fessel Sega||}}
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{{Linha da tabela do participante|Alessandra Smaniotto||}}
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{{Linha da tabela do participante|Matngutierrez||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabelacln||}}
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{{Linha da tabela do participante|Fabiaberlatto||}}
{{Linha da tabela do participante|Tonilen||}}
{{Linha da tabela do participante|Paula Custódio de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Apaulichen||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessa Tiemi||}}
{{Linha da tabela do participante|Vicfcarvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|KarolinaGuerrero||}}
{{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Dmendes2||}}
{{Linha da tabela do participante|Lupetti 1234||}}
{{Linha da tabela do participante|Erika de Farias Lisboa||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovxnnaes||}}
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{{Linha da tabela do participante|Franfrancos||}}
{{Linha da tabela do participante|Heloisapcosta||}}
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{{Linha da tabela do participante|Luize Elena Oliveira Teixeira||}}
{{Linha da tabela do participante|Lyxavier||}}
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{{Linha da tabela do participante|Giacomogiannelli1||}}
{{Linha da tabela do participante|Deh.gallego||}}
{{Linha da tabela do participante|Marilia de souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Lali268||[[:w:pt:Academia das Ciências de Berlim]]}}
{{Linha da tabela do participante|Julianna Sato||}}
{{Linha da tabela do participante|Ingrid.viebat||}}
{{Linha da tabela do participante|Keylaprp||}}
{{Linha da tabela do participante|Tayná Reis||}}
{{Linha da tabela do participante|Anacatisti||}}
{{Linha da tabela do participante|Willian Wallace Moreira Costa||}}
{{Linha da tabela do participante|GuilhermeSA95||}}
{{Linha da tabela do participante|Britto98||}}
{{Linha da tabela do participante|Marinamatteu||}}
{{Linha da tabela do participante|GabrielBeleze12||}}
{{Linha da tabela do participante|BonaldoRO||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineLK||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana1605||}}
{{Linha da tabela do participante|KJLM26||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme PMM||}}
{{Linha da tabela do participante|JuliaSantiLombardi||}}
{{Linha da tabela do participante|Luiza8381||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriele Gouveia Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Laís Costa Brito||}}
{{Linha da tabela do participante|Bmrodrigues6||}}
{{Linha da tabela do participante|Yuguem||}}
{{Fim da tabela de participantes}}
8d8sbpolft52p59ej3m40xqblcfht21
185449
185420
2026-08-19T19:43:00Z
Carla Sohler
44927
Updating course from outreachdashboard.wmflabs.org
185449
wikitext
text/x-wiki
{{Detalhes de programa
| course_name = Introdução ao Jornalismo Científico
| instructor_username = Joalpe
| support_staff =
| subject =
| start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC
| end_date = 2028-12-31 02:00:00 UTC
| institution = CEPID NeuroMat
| expected_students = 0
| assignment_page = Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico
| slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico
| campaigns = Grupo de Usuários Wiki Movimento Brasil, NeuroMat, Brazil Wikimedia Education Program, Education courses 2019-20
| outreachdashboard.wmflabs.org = yes
}}
O curso "Introdução ao Jornalismo Científico" é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico.
O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do "Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico" (chamado ainda de "Mídia Ciência"), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas.
Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de "Curso Online Aberto e Massivo" (mais conhecidos pela sigla "MOOC") nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário.
{{Tabela de participantes}}
{{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaismay||}}
{{Linha da tabela do participante|Hedestad||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}}
{{Linha da tabela do participante|Parzeus||}}
{{Linha da tabela do participante|Miréia NeuroMat||}}
{{Linha da tabela do participante|CamillaTsuji||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}}
{{Linha da tabela do participante|Alebasi24||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaCristinaADS||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolinagoetten||}}
{{Linha da tabela do participante|EditorWiki1917||}}
{{Linha da tabela do participante|Niqlima||}}
{{Linha da tabela do participante|Cazanijr||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniele Seridório||}}
{{Linha da tabela do participante|Túllio F||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Milani||}}
{{Linha da tabela do participante|Marvelnessa||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaLuizaFur||}}
{{Linha da tabela do participante|Editor ArmandoSP||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Di Beo||}}
{{Linha da tabela do participante|ErikaGuetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Gustavo Kenzo||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbara Moraes99||}}
{{Linha da tabela do participante|Dougnate||}}
{{Linha da tabela do participante|N.tenca||}}
{{Linha da tabela do participante|Enxama||}}
{{Linha da tabela do participante|Bifasano||}}
{{Linha da tabela do participante|Lua Airoldi||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsenpcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Danielva963||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldemir Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Volletfilho|[[Ciência, Religião e a Arte]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Jvpeixe||}}
{{Linha da tabela do participante|Anacarolcoelho||}}
{{Linha da tabela do participante|Stella PM Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Giane Corrêa Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tainan pauli||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldebara2021||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcio Granez||}}
{{Linha da tabela do participante|Monique Polera||}}
{{Linha da tabela do participante|Camillebroppcardoso82||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolina||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolinato||}}
{{Linha da tabela do participante|Mercúrio-RSN||}}
{{Linha da tabela do participante|Joao Ider||}}
{{Linha da tabela do participante|Mari.moti||}}
{{Linha da tabela do participante|Sayonaraea||}}
{{Linha da tabela do participante|Hemilly Luanna||}}
{{Linha da tabela do participante|Anderson Tertuliano Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Wilma Barrionuevo||}}
{{Linha da tabela do participante|Tata Nzito||}}
{{Linha da tabela do participante|Chantalmedaets||}}
{{Linha da tabela do participante|WilmaBarrion||}}
{{Linha da tabela do participante|Poleramonique||}}
{{Linha da tabela do participante|Jiums22||}}
{{Linha da tabela do participante|Anefrosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende1||}}
{{Linha da tabela do participante|Beatriz Cristina Sabino Garcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezerfsjunior||}}
{{Linha da tabela do participante|Ivanice A M||}}
{{Linha da tabela do participante|Alabora42||}}
{{Linha da tabela do participante|MaximGoncharov86||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Tebet||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Eduardo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tayaneabib||}}
{{Linha da tabela do participante|Samara.rodriguesalves 1||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Sérgio Pires||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbaramaiap||}}
{{Linha da tabela do participante|Agatha.Nagli||}}
{{Linha da tabela do participante|Cauasider||}}
{{Linha da tabela do participante|Lecysartori||}}
{{Linha da tabela do participante|Otávio Uzumaki||}}
{{Linha da tabela do participante|Dindara Silva Galvão||}}
{{Linha da tabela do participante|Virginiacoda||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela de Oliveira Paskevicius||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezer Francisco de Santana Junior||}}
{{Linha da tabela do participante|GPask17||}}
{{Linha da tabela do participante|Giancarlo.souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Claricepc||}}
{{Linha da tabela do participante|Ísis Maéve Sobrinho||}}
{{Linha da tabela do participante|Cloudywoodstock||}}
{{Linha da tabela do participante|Danúbia Esprega Gonçalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Leocamararibeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matippi||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Ambrósio Caiomb||}}
{{Linha da tabela do participante|Viniciuscoimbraalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Mapaaustral||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Ananias||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme A Hansen||}}
{{Linha da tabela do participante|Alybnp||}}
{{Linha da tabela do participante|Karys Reis||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaciane Mendes de Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Leonardo Câmara||}}
{{Linha da tabela do participante|Vfigueira||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Fernandes Carrijo||}}
{{Linha da tabela do participante|Arrasta o X||}}
{{Linha da tabela do participante|Leo.omagalhaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Júlia Blank||}}
{{Linha da tabela do participante|Edupaschoal||}}
{{Linha da tabela do participante|EvelineAraujo||}}
{{Linha da tabela do participante|Melina Silva de Lima||}}
{{Linha da tabela do participante|Jake456545||}}
{{Linha da tabela do participante|Edson Nova||}}
{{Linha da tabela do participante|Rogério Bordini||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabrielcondoto||}}
{{Linha da tabela do participante|Eveelynsilva||}}
{{Linha da tabela do participante|Rlazani||}}
{{Linha da tabela do participante|Cynito||}}
{{Linha da tabela do participante|AJurno (WMB)||}}
{{Linha da tabela do participante|Bverzili||}}
{{Linha da tabela do participante|Ksogabe||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisiane Muller||}}
{{Linha da tabela do participante|KaioLimajr||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaritanpaiva||}}
{{Linha da tabela do participante|FSaldanha||}}
{{Linha da tabela do participante|Agnessa Kling Nóbrega||}}
{{Linha da tabela do participante|Adrian Diegues||}}
{{Linha da tabela do participante|SashaCruzAlvesPereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Bela Cascão||}}
{{Linha da tabela do participante|Adriana de Farias||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaFarias09||}}
{{Linha da tabela do participante|Esteralkimim||}}
{{Linha da tabela do participante|Aarrigo||}}
{{Linha da tabela do participante|Guicelest||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaclara11||}}
{{Linha da tabela do participante|Camila Cinque||}}
{{Linha da tabela do participante|Fideliscelso||}}
{{Linha da tabela do participante|Clarissa Viana||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando da Cruz Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Andrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabiandrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Thluccaas||}}
{{Linha da tabela do participante|Manuella Reale||}}
{{Linha da tabela do participante|Janize Colaço||}}
{{Linha da tabela do participante|Kelly De Conti Rodrigues||}}
{{Linha da tabela do participante|PetermoonBR||}}
{{Linha da tabela do participante|Ismaelunicamp||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoriacbrl||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariacarolinahr||[[:w:pt:Hydrodamalis gigas]], [[:w:pt:Pasquale Cipro Neto]]}}
{{Linha da tabela do participante|Priscila cassia||}}
{{Linha da tabela do participante|Rmitsuo||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia10br||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Menoncello||}}
{{Linha da tabela do participante|Celer01||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme1754||}}
{{Linha da tabela do participante|Jubdevito|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]], [[:w:pt:Academia das Ciências de Berlim]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Milena Monteiro Antunes||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsen||}}
{{Linha da tabela do participante|Sgcalazans||}}
{{Linha da tabela do participante|Tahnee Valzachi Sugano||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Sabatini||}}
{{Linha da tabela do participante|Tacia.Rocha||}}
{{Linha da tabela do participante|Eduarda Veiga Carvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Carnachion||}}
{{Linha da tabela do participante|Luca.bio1987||}}
{{Linha da tabela do participante|Kris Herik de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulabre73||}}
{{Linha da tabela do participante|Maycon Jordan Costa da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Lauren.ssteffen||}}
{{Linha da tabela do participante|João Damasio da Silva Neto||}}
{{Linha da tabela do participante|MEugêniaArantes||}}
{{Linha da tabela do participante|Luís Enrique Cazani Júnior||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor.o.moura|[[Http://hepic.if.usp.br/?q=pt-br/blog/116/victor-oliveira/físicos-por-um-dia-hepic-realiza-masterclasses-2024-para-alunos-do-ensino]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Sardinha.Lara||}}
{{Linha da tabela do participante|Kaio Alevi||}}
{{Linha da tabela do participante|Letícia Sarturi||}}
{{Linha da tabela do participante|Ferik80||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineFerreiraa||}}
{{Linha da tabela do participante|Luis Forte Rasmussem||}}
{{Linha da tabela do participante|Lais Caroline Souza e Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Bruna Jeronimo||}}
{{Linha da tabela do participante|Alexmaxhil||}}
{{Linha da tabela do participante|Jessica0997||}}
{{Linha da tabela do participante|Patriciaseri||}}
{{Linha da tabela do participante|Pantunes83||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcelo Lapola||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia Rodrigues 2022||}}
{{Linha da tabela do participante|Camargo.fmcfernando||}}
{{Linha da tabela do participante|Christiane Matos Batista||}}
{{Linha da tabela do participante|Cadeoluishenrique||}}
{{Linha da tabela do participante|Thalesfig||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiane Buzanello||}}
{{Linha da tabela do participante|Giudenari||}}
{{Linha da tabela do participante|Byreom||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcela Martins Chiudo||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcia Cominetti||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineSCorrêa||}}
{{Linha da tabela do participante|Cogno Gabriel Nardi||}}
{{Linha da tabela do participante|Rgfeitosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Bedacardim||}}
{{Linha da tabela do participante|Luizamuller||}}
{{Linha da tabela do participante|Helen.takamitsu||}}
{{Linha da tabela do participante|AHilsenbeck (WMB)||}}
{{Linha da tabela do participante|Alessandra Gabrielli de Oliveira Lé||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucialopesprofa||}}
{{Linha da tabela do participante|Olga.salarpi||}}
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{{Linha da tabela do participante|Vanessal.loiola||}}
{{Linha da tabela do participante|NyIF||}}
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{{Linha da tabela do participante|Joice A Santos||}}
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{{Linha da tabela do participante|Jenigomesds||}}
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{{Linha da tabela do participante|VicBarel||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Dias Antonio||}}
{{Linha da tabela do participante|Eden Vilarinho||}}
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{{Linha da tabela do participante|RaizaCpg||}}
{{Linha da tabela do participante|Niomar Pereira||}}
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{{Linha da tabela do participante|Danilo Restaino||}}
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{{Linha da tabela do participante|Isabela Souza Xavier da Silva||}}
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{{Linha da tabela do participante|Mhfmhf||}}
{{Linha da tabela do participante|Joaquimgomescardim||}}
{{Linha da tabela do participante|AdriCar86||}}
{{Linha da tabela do participante|Ellendemoraes04||}}
{{Linha da tabela do participante|Jéssica Pires Cardoso||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiana Soares Araujo||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor.oliveira.moura|[[Https://ijc.toolforge.org/]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Laura.costacamargo1||}}
{{Linha da tabela do participante|MarianaGuizelini||}}
{{Linha da tabela do participante|Luiz.g.santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Viniciusrosa2k||}}
{{Linha da tabela do participante|Maykon Cruz Almeida||}}
{{Linha da tabela do participante|TheoSchwan||}}
{{Linha da tabela do participante|Priscila Araújo Cardoso dos Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Joseph2558||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolScaliante||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaís Martins de Sousa||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriel B. Barbosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Antonio.tav||}}
{{Linha da tabela do participante|Laurausp||}}
{{Linha da tabela do participante|Sueyla.santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Ramiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Angélica Santos|[[:w:pt:Papiros medicinais egípcios]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Melissa Arruda Vieira||}}
{{Linha da tabela do participante|Rodolfo Fagundes Costa||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana.willers||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Dolci||}}
{{Linha da tabela do participante|Biancamaria Radialista||}}
{{Linha da tabela do participante|Antônio Laranjeira||}}
{{Linha da tabela do participante|Ababueno||}}
{{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti de Moura||}}
{{Linha da tabela do participante|Igor Zolnerkevic||}}
{{Linha da tabela do participante|Matheusclins||}}
{{Linha da tabela do participante|Simone Vieira da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor Kubo Machado||}}
{{Linha da tabela do participante|Tflassali||}}
{{Linha da tabela do participante|Miranda Anna||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabs38||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana.marques120703||}}
{{Linha da tabela do participante|Linianebrum||}}
{{Linha da tabela do participante|Renata Alitto||}}
{{Linha da tabela do participante|Renata Aparecida dos Santos Alitto||}}
{{Linha da tabela do participante|Anagabryelem||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida Silva||}}
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{{Linha da tabela do participante|EDJOLY||}}
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{{Linha da tabela do participante|Tatiana de Lourdes Massaro 1||}}
{{Linha da tabela do participante|GabrielaGelain||}}
{{Linha da tabela do participante|Yana Teixeira||}}
{{Linha da tabela do participante|LCFeitosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Sofia Helena Lanza||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Pezzatte Pollo||}}
{{Linha da tabela do participante|Larissa Takeda||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucas José Momberg||}}
{{Linha da tabela do participante|Amanda Gurgel Ávila||}}
{{Linha da tabela do participante|Eduardo Toito Garcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline120||}}
{{Linha da tabela do participante|Mpaulabm||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicole Nikaia||}}
{{Linha da tabela do participante|Dominik Pereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Crissouza2||}}
{{Linha da tabela do participante|Gui Adorno||}}
{{Linha da tabela do participante|Coutinhomario||}}
{{Linha da tabela do participante|LaisDavid||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabela Batistella||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Varela101||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboragallas||}}
{{Linha da tabela do participante|Melmurgel||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Rocha Nangino||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoria Regina Siqueira Manara||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcoportugal||}}
{{Linha da tabela do participante|PEDRO HENRIQUE VISENTINI PANTAROTTO||}}
{{Linha da tabela do participante|Girliani||}}
{{Linha da tabela do participante|Luiz Henrique Gonçalves Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Gilvaneide de Sousa Santos|[[:w:pt:História da linguística]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Nayana Alves||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaisa Sallum Bacco||}}
{{Linha da tabela do participante|Gavadams||}}
{{Linha da tabela do participante|MLConti||}}
{{Linha da tabela do participante|Caio Lamas||}}
{{Linha da tabela do participante|Eandroduarte||}}
{{Linha da tabela do participante|Tamires S Tavares||}}
{{Linha da tabela do participante|Vinicius.pachecob||}}
{{Linha da tabela do participante|SuelyPorfirio||}}
{{Linha da tabela do participante|PriCardoso||}}
{{Linha da tabela do participante|NAALVES||}}
{{Linha da tabela do participante|Natalia Mello Franco||}}
{{Linha da tabela do participante|Sah.fernandes||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida 31||}}
{{Linha da tabela do participante|Larabaesteiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matheus Grael||}}
{{Linha da tabela do participante|NayAlves0901||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisimuller||}}
{{Linha da tabela do participante|MatheusPANarcizo||}}
{{Linha da tabela do participante|Mirian muginski||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Noele Brito Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Monarakl||}}
{{Linha da tabela do participante|Marco Vinicius Ropelli|[[:w:pt:História da virologia]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Wick||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Alípio||}}
{{Linha da tabela do participante|Juan.mattheus||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaAFranco||}}
{{Linha da tabela do participante|Marimesquitta||}}
{{Linha da tabela do participante|Sasasayuri||}}
{{Linha da tabela do participante|Ajmarrtins||}}
{{Linha da tabela do participante|MartinGabriela||}}
{{Linha da tabela do participante|CalvinCousin||}}
{{Linha da tabela do participante|Roberta Navas Battistella||}}
{{Linha da tabela do participante|Calvincou||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilafortesmonte||}}
{{Linha da tabela do participante|Rafaelbragacunha||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Maria Augusti||}}
{{Linha da tabela do participante|BeatrizPiffer||}}
{{Linha da tabela do participante|Thalef Sousa Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Damny Laya||}}
{{Linha da tabela do participante|Vannieaurin||}}
{{Linha da tabela do participante|Renan Silveira Girotto||}}
{{Linha da tabela do participante|Dorasiq||}}
{{Linha da tabela do participante|FilipeAN||}}
{{Linha da tabela do participante|Daalvesd||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilhermemcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Gustavo Alves Machado||}}
{{Linha da tabela do participante|MarianaMouraSouza||}}
{{Linha da tabela do participante|Carla Magliano||}}
{{Linha da tabela do participante|Magliano19||}}
{{Linha da tabela do participante|Thiago.auer||}}
{{Linha da tabela do participante|Neuryelen||}}
{{Linha da tabela do participante|Rodrigo Fessel Sega||}}
{{Linha da tabela do participante|Fabriciosolagna||}}
{{Linha da tabela do participante|DiegoMalvasio||}}
{{Linha da tabela do participante|Alessandra Smaniotto||}}
{{Linha da tabela do participante|IlanaGoldstein||}}
{{Linha da tabela do participante|Marianakehl||}}
{{Linha da tabela do participante|Nataliasmf||}}
{{Linha da tabela do participante|Matngutierrez||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabelacln||}}
{{Linha da tabela do participante|Jayne Mayrink||}}
{{Linha da tabela do participante|Cpantaleao||}}
{{Linha da tabela do participante|Campos.acrs||}}
{{Linha da tabela do participante|Fabiaberlatto||}}
{{Linha da tabela do participante|Tonilen||}}
{{Linha da tabela do participante|Paula Custódio de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Apaulichen||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessa Tiemi||}}
{{Linha da tabela do participante|Vicfcarvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|KarolinaGuerrero||}}
{{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Dmendes2||}}
{{Linha da tabela do participante|Lupetti 1234||}}
{{Linha da tabela do participante|Erika de Farias Lisboa||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovxnnaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Pamlemoraes||}}
{{Linha da tabela do participante|Bettyalagwu||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Clara Rodriguez Sosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Lauracrlessa||}}
{{Linha da tabela do participante|Lulencioni||}}
{{Linha da tabela do participante|Rangelwinch||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovanna Mafra||}}
{{Linha da tabela do participante|Gimeteorologia||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboragomesbio||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolBranco||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniloqueirozpb||}}
{{Linha da tabela do participante|Franfrancos||}}
{{Linha da tabela do participante|Heloisapcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Sabrina Jesus||}}
{{Linha da tabela do participante|Luize Elena Oliveira Teixeira||}}
{{Linha da tabela do participante|Lyxavier||}}
{{Linha da tabela do participante|ArieleLima||}}
{{Linha da tabela do participante|BiancaBMF||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboracamacholuz||}}
{{Linha da tabela do participante|Gbrl.moliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme Ribeiro de Carvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Denise Casatti||}}
{{Linha da tabela do participante|Andrea Rossil||}}
{{Linha da tabela do participante|Danielribao||}}
{{Linha da tabela do participante|Milena da Silva Gimenes||}}
{{Linha da tabela do participante|Juanmattheus815||}}
{{Linha da tabela do participante|Alexandre Duarte dos Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor Kinjo||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcusdores||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Julia Ferreira Almeida da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela.Belloto||}}
{{Linha da tabela do participante|Leognclvs||}}
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{{Linha da tabela do participante|Dudalonsk||}}
{{Linha da tabela do participante|Melissa França de Freitas Pereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Lais CF|[[:w:pt:Tecnologia medieval]], [[Naomi oreskes]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Rebeca Rayssa da S. Honorio||}}
{{Linha da tabela do participante|Clau Trindade||}}
{{Linha da tabela do participante|Yasmim Garcia Gonçalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Pâmela Mariana Queiroz Santana||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbara do Carmo Rosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Milena Rossales||}}
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{{Linha da tabela do participante|Dimitriadefariacoutinho||}}
{{Linha da tabela do participante|Vitória Régia Barros Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Janaina Behling||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucascbarros||}}
{{Linha da tabela do participante|Mônica Manir||}}
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{{Linha da tabela do participante|Ana clara menegueli||}}
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{{Linha da tabela do participante|KaueGodoy||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia dilarri||[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]]}}
{{Linha da tabela do participante|Luanapsilva||}}
{{Linha da tabela do participante|Donizetevbjr||}}
{{Linha da tabela do participante|DanMunoz2||}}
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{{Linha da tabela do participante|Mia Schezaro-Ramos|[[:w:pt:Sociedade Real de Edimburgo]], [[:w:pt:Royal Society]]|}}
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| campaigns = Grupo de Usuários Wiki Movimento Brasil, NeuroMat, Brazil Wikimedia Education Program, Education courses 2019-20
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}}
O curso "Introdução ao Jornalismo Científico" é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico.
O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do "Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico" (chamado ainda de "Mídia Ciência"), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas.
Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de "Curso Online Aberto e Massivo" (mais conhecidos pela sigla "MOOC") nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário.
{{Tabela de participantes}}
{{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaismay||}}
{{Linha da tabela do participante|Hedestad||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}}
{{Linha da tabela do participante|Parzeus||}}
{{Linha da tabela do participante|Miréia NeuroMat||}}
{{Linha da tabela do participante|CamillaTsuji||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}}
{{Linha da tabela do participante|Alebasi24||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaCristinaADS||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolinagoetten||}}
{{Linha da tabela do participante|EditorWiki1917||}}
{{Linha da tabela do participante|Niqlima||}}
{{Linha da tabela do participante|Cazanijr||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniele Seridório||}}
{{Linha da tabela do participante|Túllio F||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Milani||}}
{{Linha da tabela do participante|Marvelnessa||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaLuizaFur||}}
{{Linha da tabela do participante|Editor ArmandoSP||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Di Beo||}}
{{Linha da tabela do participante|ErikaGuetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Gustavo Kenzo||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbara Moraes99||}}
{{Linha da tabela do participante|Dougnate||}}
{{Linha da tabela do participante|N.tenca||}}
{{Linha da tabela do participante|Enxama||}}
{{Linha da tabela do participante|Bifasano||}}
{{Linha da tabela do participante|Lua Airoldi||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsenpcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Danielva963||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldemir Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Volletfilho|[[Ciência, Religião e a Arte]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Jvpeixe||}}
{{Linha da tabela do participante|Anacarolcoelho||}}
{{Linha da tabela do participante|Stella PM Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Giane Corrêa Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tainan pauli||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldebara2021||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcio Granez||}}
{{Linha da tabela do participante|Monique Polera||}}
{{Linha da tabela do participante|Camillebroppcardoso82||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolina||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolinato||}}
{{Linha da tabela do participante|Mercúrio-RSN||}}
{{Linha da tabela do participante|Joao Ider||}}
{{Linha da tabela do participante|Mari.moti||}}
{{Linha da tabela do participante|Sayonaraea||}}
{{Linha da tabela do participante|Hemilly Luanna||}}
{{Linha da tabela do participante|Anderson Tertuliano Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Wilma Barrionuevo||}}
{{Linha da tabela do participante|Tata Nzito||}}
{{Linha da tabela do participante|Chantalmedaets||}}
{{Linha da tabela do participante|WilmaBarrion||}}
{{Linha da tabela do participante|Poleramonique||}}
{{Linha da tabela do participante|Jiums22||}}
{{Linha da tabela do participante|Anefrosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende1||}}
{{Linha da tabela do participante|Beatriz Cristina Sabino Garcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezerfsjunior||}}
{{Linha da tabela do participante|Ivanice A M||}}
{{Linha da tabela do participante|Alabora42||}}
{{Linha da tabela do participante|MaximGoncharov86||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Tebet||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Eduardo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tayaneabib||}}
{{Linha da tabela do participante|Samara.rodriguesalves 1||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Sérgio Pires||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbaramaiap||}}
{{Linha da tabela do participante|Agatha.Nagli||}}
{{Linha da tabela do participante|Cauasider||}}
{{Linha da tabela do participante|Lecysartori||}}
{{Linha da tabela do participante|Otávio Uzumaki||}}
{{Linha da tabela do participante|Dindara Silva Galvão||}}
{{Linha da tabela do participante|Virginiacoda||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela de Oliveira Paskevicius||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezer Francisco de Santana Junior||}}
{{Linha da tabela do participante|GPask17||}}
{{Linha da tabela do participante|Giancarlo.souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Claricepc||}}
{{Linha da tabela do participante|Ísis Maéve Sobrinho||}}
{{Linha da tabela do participante|Cloudywoodstock||}}
{{Linha da tabela do participante|Danúbia Esprega Gonçalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Leocamararibeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matippi||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Ambrósio Caiomb||}}
{{Linha da tabela do participante|Viniciuscoimbraalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Mapaaustral||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Ananias||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme A Hansen||}}
{{Linha da tabela do participante|Alybnp||}}
{{Linha da tabela do participante|Karys Reis||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaciane Mendes de Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Leonardo Câmara||}}
{{Linha da tabela do participante|Vfigueira||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Fernandes Carrijo||}}
{{Linha da tabela do participante|Arrasta o X||}}
{{Linha da tabela do participante|Leo.omagalhaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Júlia Blank||}}
{{Linha da tabela do participante|Edupaschoal||}}
{{Linha da tabela do participante|EvelineAraujo||}}
{{Linha da tabela do participante|Melina Silva de Lima||}}
{{Linha da tabela do participante|Jake456545||}}
{{Linha da tabela do participante|Edson Nova||}}
{{Linha da tabela do participante|Rogério Bordini||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabrielcondoto||}}
{{Linha da tabela do participante|Eveelynsilva||}}
{{Linha da tabela do participante|Rlazani||}}
{{Linha da tabela do participante|Cynito||}}
{{Linha da tabela do participante|AJurno (WMB)||}}
{{Linha da tabela do participante|Bverzili||}}
{{Linha da tabela do participante|Ksogabe||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisiane Muller||}}
{{Linha da tabela do participante|KaioLimajr||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaritanpaiva||}}
{{Linha da tabela do participante|FSaldanha||}}
{{Linha da tabela do participante|Agnessa Kling Nóbrega||}}
{{Linha da tabela do participante|Adrian Diegues||}}
{{Linha da tabela do participante|SashaCruzAlvesPereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Bela Cascão||}}
{{Linha da tabela do participante|Adriana de Farias||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaFarias09||}}
{{Linha da tabela do participante|Esteralkimim||}}
{{Linha da tabela do participante|Aarrigo||}}
{{Linha da tabela do participante|Guicelest||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaclara11||}}
{{Linha da tabela do participante|Camila Cinque||}}
{{Linha da tabela do participante|Fideliscelso||}}
{{Linha da tabela do participante|Clarissa Viana||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando da Cruz Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Andrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabiandrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Thluccaas||}}
{{Linha da tabela do participante|Manuella Reale||}}
{{Linha da tabela do participante|Janize Colaço||}}
{{Linha da tabela do participante|Kelly De Conti Rodrigues||}}
{{Linha da tabela do participante|PetermoonBR||}}
{{Linha da tabela do participante|Ismaelunicamp||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoriacbrl||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariacarolinahr||[[:w:pt:Hydrodamalis gigas]], [[:w:pt:Pasquale Cipro Neto]]}}
{{Linha da tabela do participante|Priscila cassia||}}
{{Linha da tabela do participante|Rmitsuo||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia10br||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Menoncello||}}
{{Linha da tabela do participante|Celer01||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme1754||}}
{{Linha da tabela do participante|Jubdevito|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]], [[:w:pt:Academia das Ciências de Berlim]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Milena Monteiro Antunes||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsen||}}
{{Linha da tabela do participante|Sgcalazans||}}
{{Linha da tabela do participante|Tahnee Valzachi Sugano||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Sabatini||}}
{{Linha da tabela do participante|Tacia.Rocha||}}
{{Linha da tabela do participante|Eduarda Veiga Carvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Carnachion||}}
{{Linha da tabela do participante|Luca.bio1987||}}
{{Linha da tabela do participante|Kris Herik de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulabre73||}}
{{Linha da tabela do participante|Maycon Jordan Costa da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Lauren.ssteffen||}}
{{Linha da tabela do participante|João Damasio da Silva Neto||}}
{{Linha da tabela do participante|MEugêniaArantes||}}
{{Linha da tabela do participante|Luís Enrique Cazani Júnior||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor.o.moura|[[Http://hepic.if.usp.br/?q=pt-br/blog/116/victor-oliveira/físicos-por-um-dia-hepic-realiza-masterclasses-2024-para-alunos-do-ensino]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Sardinha.Lara||}}
{{Linha da tabela do participante|Kaio Alevi||}}
{{Linha da tabela do participante|Letícia Sarturi||}}
{{Linha da tabela do participante|Ferik80||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineFerreiraa||}}
{{Linha da tabela do participante|Luis Forte Rasmussem||}}
{{Linha da tabela do participante|Lais Caroline Souza e Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Bruna Jeronimo||}}
{{Linha da tabela do participante|Alexmaxhil||}}
{{Linha da tabela do participante|Jessica0997||}}
{{Linha da tabela do participante|Patriciaseri||}}
{{Linha da tabela do participante|Pantunes83||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcelo Lapola||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia Rodrigues 2022||}}
{{Linha da tabela do participante|Camargo.fmcfernando||}}
{{Linha da tabela do participante|Christiane Matos Batista||}}
{{Linha da tabela do participante|Cadeoluishenrique||}}
{{Linha da tabela do participante|Thalesfig||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiane Buzanello||}}
{{Linha da tabela do participante|Giudenari||}}
{{Linha da tabela do participante|Byreom||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcela Martins Chiudo||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcia Cominetti||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineSCorrêa||}}
{{Linha da tabela do participante|Cogno Gabriel Nardi||}}
{{Linha da tabela do participante|Rgfeitosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Bedacardim||}}
{{Linha da tabela do participante|Luizamuller||}}
{{Linha da tabela do participante|Helen.takamitsu||}}
{{Linha da tabela do participante|AHilsenbeck (WMB)||}}
{{Linha da tabela do participante|Alessandra Gabrielli de Oliveira Lé||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucialopesprofa||}}
{{Linha da tabela do participante|Olga.salarpi||}}
{{Linha da tabela do participante|Clari reche||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessal.loiola||}}
{{Linha da tabela do participante|NyIF||}}
{{Linha da tabela do participante|Rapharias20||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariaemiliaa||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline.zanotti||}}
{{Linha da tabela do participante|Stephanielivss||}}
{{Linha da tabela do participante|Júlia Pellizon Mazucco||}}
{{Linha da tabela do participante|Andres Julian Vera||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicolasf23||}}
{{Linha da tabela do participante|Joice A Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Larapelegrini||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana.marques1207||}}
{{Linha da tabela do participante|Luasoumor||}}
{{Linha da tabela do participante|Japabossanova||}}
{{Linha da tabela do participante|Laura.vscn||}}
{{Linha da tabela do participante|Jenigomesds||}}
{{Linha da tabela do participante|Teo Fgr||}}
{{Linha da tabela do participante|Agnus.lauriano||}}
{{Linha da tabela do participante|Priscilamgallo||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniela Feriani||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucas Marquioni||}}
{{Linha da tabela do participante|Majuliapps||}}
{{Linha da tabela do participante|ClaudiusAugustus1945||}}
{{Linha da tabela do participante|André Felipe Costa Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Beatriz A.V.G da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|William Gabriel Carreras Oropesa||}}
{{Linha da tabela do participante|VicBarel||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Dias Antonio||}}
{{Linha da tabela do participante|Eden Vilarinho||}}
{{Linha da tabela do participante|Antonionettors||}}
{{Linha da tabela do participante|Anacsabadin||}}
{{Linha da tabela do participante|RaizaCpg||}}
{{Linha da tabela do participante|Niomar Pereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Raquelgalvaousp||}}
{{Linha da tabela do participante|Arthur Grohs||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Henrique Baruch||}}
{{Linha da tabela do participante|PedroBaruch1||}}
{{Linha da tabela do participante|Charlene Soares||}}
{{Linha da tabela do participante|Felipepcampoy||}}
{{Linha da tabela do participante|Joeramalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Joseantonioramalho||}}
{{Linha da tabela do participante|SimoneVS||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabella Vittoria Fallaci||}}
{{Linha da tabela do participante|Danilo Restaino||}}
{{Linha da tabela do participante|Camargo.fmc||}}
{{Linha da tabela do participante|Ngpbruno||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabela Souza Xavier da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariohelderfilho||}}
{{Linha da tabela do participante|Mhfmhf||}}
{{Linha da tabela do participante|Joaquimgomescardim||}}
{{Linha da tabela do participante|AdriCar86||}}
{{Linha da tabela do participante|Ellendemoraes04||}}
{{Linha da tabela do participante|Jéssica Pires Cardoso||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiana Soares Araujo||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor.oliveira.moura|[[Https://ijc.toolforge.org/]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Laura.costacamargo1||}}
{{Linha da tabela do participante|MarianaGuizelini||}}
{{Linha da tabela do participante|Luiz.g.santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Viniciusrosa2k||}}
{{Linha da tabela do participante|Maykon Cruz Almeida||}}
{{Linha da tabela do participante|TheoSchwan||}}
{{Linha da tabela do participante|Priscila Araújo Cardoso dos Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Joseph2558||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolScaliante||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaís Martins de Sousa||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriel B. Barbosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Antonio.tav||}}
{{Linha da tabela do participante|Laurausp||}}
{{Linha da tabela do participante|Sueyla.santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Ramiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Angélica Santos|[[:w:pt:Papiros medicinais egípcios]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Melissa Arruda Vieira||}}
{{Linha da tabela do participante|Rodolfo Fagundes Costa||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana.willers||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Dolci||}}
{{Linha da tabela do participante|Biancamaria Radialista||}}
{{Linha da tabela do participante|Antônio Laranjeira||}}
{{Linha da tabela do participante|Ababueno||}}
{{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti de Moura||}}
{{Linha da tabela do participante|Igor Zolnerkevic||}}
{{Linha da tabela do participante|Matheusclins||}}
{{Linha da tabela do participante|Simone Vieira da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor Kubo Machado||}}
{{Linha da tabela do participante|Tflassali||}}
{{Linha da tabela do participante|Miranda Anna||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabs38||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana.marques120703||}}
{{Linha da tabela do participante|Linianebrum||}}
{{Linha da tabela do participante|Renata Alitto||}}
{{Linha da tabela do participante|Renata Aparecida dos Santos Alitto||}}
{{Linha da tabela do participante|Anagabryelem||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiana de Lourdes||}}
{{Linha da tabela do participante|EDJOLY||}}
{{Linha da tabela do participante|Marloncastros||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiana de Lourdes Massaro 1||}}
{{Linha da tabela do participante|GabrielaGelain||}}
{{Linha da tabela do participante|Yana Teixeira||}}
{{Linha da tabela do participante|LCFeitosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Sofia Helena Lanza||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Pezzatte Pollo||}}
{{Linha da tabela do participante|Larissa Takeda||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucas José Momberg||}}
{{Linha da tabela do participante|Amanda Gurgel Ávila||}}
{{Linha da tabela do participante|Eduardo Toito Garcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline120||}}
{{Linha da tabela do participante|Mpaulabm||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicole Nikaia||}}
{{Linha da tabela do participante|Dominik Pereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Crissouza2||}}
{{Linha da tabela do participante|Gui Adorno||}}
{{Linha da tabela do participante|Coutinhomario||}}
{{Linha da tabela do participante|LaisDavid||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabela Batistella||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Varela101||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboragallas||}}
{{Linha da tabela do participante|Melmurgel||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Rocha Nangino||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoria Regina Siqueira Manara||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcoportugal||}}
{{Linha da tabela do participante|PEDRO HENRIQUE VISENTINI PANTAROTTO||}}
{{Linha da tabela do participante|Girliani||}}
{{Linha da tabela do participante|Luiz Henrique Gonçalves Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Gilvaneide de Sousa Santos|[[:w:pt:História da linguística]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Nayana Alves||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaisa Sallum Bacco||}}
{{Linha da tabela do participante|Gavadams||}}
{{Linha da tabela do participante|MLConti||}}
{{Linha da tabela do participante|Caio Lamas||}}
{{Linha da tabela do participante|Eandroduarte||}}
{{Linha da tabela do participante|Tamires S Tavares||}}
{{Linha da tabela do participante|Vinicius.pachecob||}}
{{Linha da tabela do participante|SuelyPorfirio||}}
{{Linha da tabela do participante|PriCardoso||}}
{{Linha da tabela do participante|NAALVES||}}
{{Linha da tabela do participante|Natalia Mello Franco||}}
{{Linha da tabela do participante|Sah.fernandes||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida 31||}}
{{Linha da tabela do participante|Larabaesteiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matheus Grael||}}
{{Linha da tabela do participante|NayAlves0901||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisimuller||}}
{{Linha da tabela do participante|MatheusPANarcizo||}}
{{Linha da tabela do participante|Mirian muginski||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Noele Brito Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Monarakl||}}
{{Linha da tabela do participante|Marco Vinicius Ropelli|[[:w:pt:História da virologia]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Wick||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Alípio||}}
{{Linha da tabela do participante|Juan.mattheus||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaAFranco||}}
{{Linha da tabela do participante|Marimesquitta||}}
{{Linha da tabela do participante|Sasasayuri||}}
{{Linha da tabela do participante|Ajmarrtins||}}
{{Linha da tabela do participante|MartinGabriela||}}
{{Linha da tabela do participante|CalvinCousin||}}
{{Linha da tabela do participante|Roberta Navas Battistella||}}
{{Linha da tabela do participante|Calvincou||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilafortesmonte||}}
{{Linha da tabela do participante|Rafaelbragacunha||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Maria Augusti||}}
{{Linha da tabela do participante|BeatrizPiffer||}}
{{Linha da tabela do participante|Thalef Sousa Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Damny Laya||}}
{{Linha da tabela do participante|Vannieaurin||}}
{{Linha da tabela do participante|Renan Silveira Girotto||}}
{{Linha da tabela do participante|Dorasiq||}}
{{Linha da tabela do participante|FilipeAN||}}
{{Linha da tabela do participante|Daalvesd||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilhermemcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Gustavo Alves Machado||}}
{{Linha da tabela do participante|MarianaMouraSouza||}}
{{Linha da tabela do participante|Carla Magliano||}}
{{Linha da tabela do participante|Magliano19||}}
{{Linha da tabela do participante|Thiago.auer||}}
{{Linha da tabela do participante|Neuryelen||}}
{{Linha da tabela do participante|Rodrigo Fessel Sega||}}
{{Linha da tabela do participante|Fabriciosolagna||}}
{{Linha da tabela do participante|DiegoMalvasio||}}
{{Linha da tabela do participante|Alessandra Smaniotto||}}
{{Linha da tabela do participante|IlanaGoldstein||}}
{{Linha da tabela do participante|Marianakehl||}}
{{Linha da tabela do participante|Nataliasmf||}}
{{Linha da tabela do participante|Matngutierrez||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabelacln||}}
{{Linha da tabela do participante|Jayne Mayrink||}}
{{Linha da tabela do participante|Cpantaleao||}}
{{Linha da tabela do participante|Campos.acrs||}}
{{Linha da tabela do participante|Fabiaberlatto||}}
{{Linha da tabela do participante|Tonilen||}}
{{Linha da tabela do participante|Paula Custódio de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Apaulichen||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessa Tiemi||}}
{{Linha da tabela do participante|Vicfcarvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|KarolinaGuerrero||}}
{{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Dmendes2||}}
{{Linha da tabela do participante|Lupetti 1234||}}
{{Linha da tabela do participante|Erika de Farias Lisboa||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovxnnaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Pamlemoraes||}}
{{Linha da tabela do participante|Bettyalagwu||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Clara Rodriguez Sosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Lauracrlessa||}}
{{Linha da tabela do participante|Lulencioni||}}
{{Linha da tabela do participante|Rangelwinch||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovanna Mafra||}}
{{Linha da tabela do participante|Gimeteorologia||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboragomesbio||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolBranco||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniloqueirozpb||}}
{{Linha da tabela do participante|Franfrancos||}}
{{Linha da tabela do participante|Heloisapcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Sabrina Jesus||}}
{{Linha da tabela do participante|Luize Elena Oliveira Teixeira||}}
{{Linha da tabela do participante|Lyxavier||}}
{{Linha da tabela do participante|ArieleLima||}}
{{Linha da tabela do participante|BiancaBMF||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboracamacholuz||}}
{{Linha da tabela do participante|Gbrl.moliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme Ribeiro de Carvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Denise Casatti||}}
{{Linha da tabela do participante|Andrea Rossil||}}
{{Linha da tabela do participante|Danielribao||}}
{{Linha da tabela do participante|Milena da Silva Gimenes||}}
{{Linha da tabela do participante|Juanmattheus815||}}
{{Linha da tabela do participante|Alexandre Duarte dos Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor Kinjo||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcusdores||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Julia Ferreira Almeida da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela.Belloto||}}
{{Linha da tabela do participante|Leognclvs||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Fulgido||}}
{{Linha da tabela do participante|Dudalonsk||}}
{{Linha da tabela do participante|Melissa França de Freitas Pereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Lais CF|[[:w:pt:Tecnologia medieval]], [[Naomi oreskes]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Rebeca Rayssa da S. Honorio||}}
{{Linha da tabela do participante|Clau Trindade||}}
{{Linha da tabela do participante|Yasmim Garcia Gonçalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Pâmela Mariana Queiroz Santana||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbara do Carmo Rosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Milena Rossales||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia Trioni||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucca2c||}}
{{Linha da tabela do participante|Dimitriadefariacoutinho||}}
{{Linha da tabela do participante|Vitória Régia Barros Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Janaina Behling||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucascbarros||}}
{{Linha da tabela do participante|Mônica Manir||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcelo A Lima||}}
{{Linha da tabela do participante|Claudineia Novais de Camargo||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana clara menegueli||}}
{{Linha da tabela do participante|Lplaques||}}
{{Linha da tabela do participante|MarcioMorrison||}}
{{Linha da tabela do participante|KaueGodoy||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia dilarri||[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]]}}
{{Linha da tabela do participante|Luanapsilva||}}
{{Linha da tabela do participante|Donizetevbjr||}}
{{Linha da tabela do participante|DanMunoz2||}}
{{Linha da tabela do participante|Sofiasilva8||}}
{{Linha da tabela do participante|Mia Schezaro-Ramos|[[:w:pt:Sociedade Real de Edimburgo]], [[:w:pt:Royal Society]]|}}
{{Linha da tabela do participante|TuanniBorba||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Luiza Negrão||}}
{{Linha da tabela do participante|Marianafgomes||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Harumi Saito||}}
{{Linha da tabela do participante|Maridigomes||}}
{{Linha da tabela do participante|Thatilawanessa||}}
{{Linha da tabela do participante|StanBilatto||}}
{{Linha da tabela do participante|Manutraf||}}
{{Linha da tabela do participante|Alexandre Matos Muniz Matias||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabela Scoparo Lopes||}}
{{Linha da tabela do participante|Egle Gabriele Castanha de Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Maju.mieli||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriel da Silva Cordeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Vinitosato||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Tridico||}}
{{Linha da tabela do participante|Wanise Martinez||}}
{{Linha da tabela do participante|Xenya Bucchioni||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia do Nascimento Martins||}}
{{Linha da tabela do participante|Cayron Fraga||}}
{{Linha da tabela do participante|Kaio Cesar Chaboli Alevi||}}
{{Linha da tabela do participante|Daphne Formigoni||}}
{{Linha da tabela do participante|DphneF||}}
{{Linha da tabela do participante|Otávio Ítalo Matos Uzumaki||}}
{{Linha da tabela do participante|Mahgmacedo||}}
{{Linha da tabela do participante|Caiojesusdesouza||}}
{{Linha da tabela do participante|Sebastião José Nascimento de Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Luizacmg||}}
{{Linha da tabela do participante|Juroma22||}}
{{Linha da tabela do participante|Lu Copetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Jennifer Caroline de Oliveira Adomaitis||}}
{{Linha da tabela do participante|Thacsantos||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Júlia Jorge||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Khouri||}}
{{Linha da tabela do participante|Elton Conceição dos Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Lleite160||}}
{{Linha da tabela do participante|Noronhanat||}}
{{Linha da tabela do participante|Lmcecilio||}}
{{Linha da tabela do participante|ViniLeo Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Luisa Zaniboni Gomes||}}
{{Linha da tabela do participante|MCFMNO||}}
{{Linha da tabela do participante|Mayllon.lyggon||}}
{{Linha da tabela do participante|Jéssica M Soares||}}
{{Linha da tabela do participante|Richardson.silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Patriciaflor||}}
{{Linha da tabela do participante|Sanderson Carlos Ribeiro||}}
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{{Linha da tabela do participante|Jaqueline Nichi||}}
{{Linha da tabela do participante|Clêmie Blaud||}}
{{Linha da tabela do participante|Geomar Cruz||}}
{{Linha da tabela do participante|Vgamero||}}
{{Linha da tabela do participante|Rick.galavoti||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicolle Dantas||[[:w:pt:História da evolução molecular]]}}
{{Linha da tabela do participante|Kenia Naara Parra||}}
{{Linha da tabela do participante|Patriciamrg||}}
{{Linha da tabela do participante|Giralua||}}
{{Linha da tabela do participante|Psicociencia||}}
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{{Linha da tabela do participante|Kidcat16||}}
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{{Linha da tabela do participante|Vazantonino||}}
{{Linha da tabela do participante|Vazantoninovaz||}}
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{{Linha da tabela do participante|Rafael Okuda||}}
{{Linha da tabela do participante|Marina Odaguiri||}}
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{{Linha da tabela do participante|Daiane.b.s||}}
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{{Linha da tabela do participante|Alriol||}}
{{Linha da tabela do participante|Jean Maicon Rickes Medeiros||}}
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{{Linha da tabela do participante|Ana Letícia Guinle||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabi GGouvêa||}}
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{{Linha da tabela do participante|Fernanda Katiucia Martins da Silva de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardo Scarpinelli de Sousa||}}
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{{Linha da tabela do participante|Julia Gonçalves Artuzo||}}
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{{Linha da tabela do participante|Andreiabio|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O jornalismo e a Ciência]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Reprodutibilidade]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Práticas anticientíficas]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Metodologia e comunicação]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Protocolos éticos em pesquisas experimentais]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Cérebro estatístico]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Ciência aberta]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/Grécia Antiga e Império Romano: a Ciência como a conhecemos]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A metáfora científica]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/O Renascimento Científico]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/Introdução]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Níveis de entendimento]]|[[Ntrodução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia]]}}
{{Linha da tabela do participante|Kafka26||}}
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2026-08-20T04:13:13Z
Marcellebeathriz
44930
Updating course from outreachdashboard.wmflabs.org
185462
wikitext
text/x-wiki
{{Detalhes de programa
| course_name = Introdução ao Jornalismo Científico
| instructor_username = Joalpe
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| start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC
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| institution = CEPID NeuroMat
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}}
O curso "Introdução ao Jornalismo Científico" é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico.
O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do "Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico" (chamado ainda de "Mídia Ciência"), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas.
Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de "Curso Online Aberto e Massivo" (mais conhecidos pela sigla "MOOC") nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário.
{{Tabela de participantes}}
{{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaismay||}}
{{Linha da tabela do participante|Hedestad||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}}
{{Linha da tabela do participante|Parzeus||}}
{{Linha da tabela do participante|Miréia NeuroMat||}}
{{Linha da tabela do participante|CamillaTsuji||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}}
{{Linha da tabela do participante|Alebasi24||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaCristinaADS||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolinagoetten||}}
{{Linha da tabela do participante|EditorWiki1917||}}
{{Linha da tabela do participante|Niqlima||}}
{{Linha da tabela do participante|Cazanijr||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniele Seridório||}}
{{Linha da tabela do participante|Túllio F||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Milani||}}
{{Linha da tabela do participante|Marvelnessa||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaLuizaFur||}}
{{Linha da tabela do participante|Editor ArmandoSP||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Di Beo||}}
{{Linha da tabela do participante|ErikaGuetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Gustavo Kenzo||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbara Moraes99||}}
{{Linha da tabela do participante|Dougnate||}}
{{Linha da tabela do participante|N.tenca||}}
{{Linha da tabela do participante|Enxama||}}
{{Linha da tabela do participante|Bifasano||}}
{{Linha da tabela do participante|Lua Airoldi||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsenpcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Danielva963||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldemir Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Volletfilho|[[Ciência, Religião e a Arte]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Jvpeixe||}}
{{Linha da tabela do participante|Anacarolcoelho||}}
{{Linha da tabela do participante|Stella PM Santos||}}
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{{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida 31||}}
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{{Linha da tabela do participante|Marco Vinicius Ropelli|[[:w:pt:História da virologia]]|}}
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{{Linha da tabela do participante|Marina Odaguiri||}}
{{Linha da tabela do participante|Monique Torres de Queiroz||}}
{{Linha da tabela do participante|Sabrina de Cássia Martins||}}
{{Linha da tabela do participante|Camila Maria Gusmão||}}
{{Linha da tabela do participante|Nadinezmenezes||}}
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{{Linha da tabela do participante|Caroline Neves Pereira||}}
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{{Linha da tabela do participante|Mário Miguel Fernando Ali||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucaslandy||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovanna Furioto da Fonseca||}}
{{Linha da tabela do participante|Letícia Pelistrato||}}
{{Linha da tabela do participante|Amanda biologia|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Amanda Biologia]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Daiane.b.s||}}
{{Linha da tabela do participante|Bialemoss||}}
{{Linha da tabela do participante|Alriol||}}
{{Linha da tabela do participante|Jean Maicon Rickes Medeiros||}}
{{Linha da tabela do participante|Rufino Borge José Sitak||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabellevims||}}
{{Linha da tabela do participante|Andréa BLima||}}
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{{Linha da tabela do participante|Andreiabio|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O jornalismo e a Ciência]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Reprodutibilidade]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Práticas anticientíficas]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Metodologia e comunicação]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Protocolos éticos em pesquisas experimentais]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Cérebro estatístico]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Ciência aberta]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/Grécia Antiga e Império Romano: a Ciência como a conhecemos]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A metáfora científica]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/O Renascimento Científico]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/Introdução]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior]], [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Níveis de entendimento]]|[[Ntrodução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia]]}}
{{Linha da tabela do participante|Kafka26||}}
{{Linha da tabela do participante|Stefanomdemoura||}}
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Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade
0
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wikitext
text/x-wiki
<noinclude>
<big><center>Para realizar a tarefa, você deve digitar o seu nome de usuário(a) no campo abaixo e clicar em "Registrar atividade".</center></big>
<br>
<br>
<center>
[[File:Tutorial tarefa modulo 1.webm|450px]]
<br>
<br>
'''Antes de iniciar a atividade, veja o vídeo acima.'''
</center>
<inputbox>
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== Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade ==
</noinclude>
Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades.
'''Antes de começar'''
Você precisa estar logado na Wikiversidade e cadastrado no painel de controle do curso. Se tiver dúvidas, consulte as instruções disponíveis na própria página do módulo. Sem esse cadastro, não há como validar sua atividade.
Você pode consultar atividades de alunos das edições anteriores para visualizar o formato esperado das respostas e o padrão de organização do exercício.
A expectativa de tempo para esta tarefa é: 5 horas
'''1. Escolha da matéria.''' Selecione uma matéria da revista Pesquisa FAPESP. Ela deve tratar de um tema de pesquisa, isto é, baseada em pelo menos uma publicação científica. Os artigos estão disponíveis na página principal da revista. Coloque o título, autoria, data de publicação, link da matéria.
'''2. Resumo.''' Elabore um resumo objetivo da matéria, com até 300 caracteres.
'''3. Identificação do objeto e da metodologia.''' A partir da reportagem, identifique e analise: O objeto de pesquisa; A metodologia científica utilizada (observação, hipótese, experimentação, análise e/ou publicação).
'''4. Consulta às pesquisas originais.''' Acesse as pesquisas que embasam o artigo. ''Analise especialmente a seção metodológica'': analise se o artigo da Pesquisa FAPESP documenta bem o processo de pesquisa; analise o que está claro e o que ficou de fora.
'''5. Metáforas e estratégias de comunicação.''' Releia o conteúdo da aula sobre metáforas e estratégias do jornalismo científico. ''No artigo da Pesquisa FAPESP, identifique'': Quais metáforas científicas ou inspiradas na ciência foram usadas; Por que elas aparecem; Como ajudam (ou atrapalham) a compreensão da informação científica.
'''6. O que é ciência e mediação crítica.''' Com base na aula [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]], analise: Em que medida a matéria funciona como um mediador crítico; Apresente exemplos concretos extraídos do texto.
'''7. Como publicar.''' Digite seu nome de usuário no campo indicado na página do módulo e clique em "Registrar atividade". Escreva suas respostas, salve e publique.
'''8. Aviso IMPORTANTE: fontes.''' Todas as fontes consultadas, especialmente a matéria e as pesquisas originais, devem ser registradas corretamente na caixa de informações que aparecerá ao final do exercício. Sem essa indicação, sua atividade não poderá ser validada.
'''9. Inclua também as palavras-chave presentes na matéria escolhida.''' Se a matéria não apresentar palavras-chave, você deve criar de 2 a 5 termos que representem os principais assuntos abordados, como por exemplo: "meio ambiente", "saúde", "educação científica", "tecnologia", etc.
== Análise crítica de artigo da revista Pesquisa FAPESP ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/exercicios-fortalecem-tambem-nervos-do-coracao/
|-
! Palavras-chave
| Cardiologia, Exercício físico
|-
! Usuário
| Marq.lari
|-
! Data
| 09/11/2025
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Marq.lari|Acessar]]
|}
== Módulo 1 atividade - Carolina Carettin ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/alguns-insetos-se-escondem-outros-se-exibem/
|-
! Palavras-chave
| Insetos, biologia, zoologia
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Carolina Carettin|Carolina Carettin]] ([[Utilizador Discussão:Carolina Carettin|discussão]])
|-
! Data
| 12h12min de 12 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Carolina Carettin|Acessar]]
|}
== Módulo 1 Atividade - IzabelCMartins ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (http://revistapesquisa.fapesp.br/como-o-turismo-afeta-as-mudancas-climaticas-e-vice-versa/)
|-
! Palavras-chave
| (Turismo sustentável, Mudanças climáticas, Meio Ambiente, Vulnerabilidade litorânea, Mitigação climática, aquecimento global)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:IzabelCMartins|IzabelCMartins]] ([[Utilizador Discussão:IzabelCMartins|discussão]])
|-
! Data
| 01h41min de 17 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ IzabelCMartins|Acessar]]
|}
== teste815 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| www.teste.com.br
|-
! Palavras-chave
| palavra, jornalismo, ciencia, lorem
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Teste815|Teste815]] ([[Utilizador Discussão:Teste815|discussão]])
|-
! Data
| 16h17min de 24 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/teste815|Acessar]]
|}
== Maria Clara Rodriguez Sosa - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/novos-desafios-da-agricultura-e-da-pecuaria/
|-https://www.nature.com/articles/s41586-025-09085-w
! Palavras-chave
| (clima, fome, mudanças climáticas)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Clara Rodriguez Sosa|Maria Clara Rodriguez Sosa]] ([[Utilizador Discussão:Maria Clara Rodriguez Sosa|discussão]])
|-
! Data
| 19h15min de 3 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Maria Clara Rodriguez Sosa|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
|https://revistapesquisa.fapesp.br/novos-desafios-da-agricultura-e-da-pecuaria/
|https://www.nature.com/articles/s41586-025-09085-w
! Palavras-chave
| clima, fome, mudanças climáticas
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Clara Rodriguez Sosa|Maria Clara Rodriguez Sosa]] ([[Utilizador Discussão:Maria Clara Rodriguez Sosa|discussão]])
|-
! Data
| 19h21min de 3 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Maria Clara Rodriguez Sosa|Acessar]]
|}
== Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/floresta-preservada-mantem-seguranca-alimentar-amazonica/
|-
! Palavras-chave
| Amazônia; Caça; Sustentabilidade
|-
! Usuário
| Kvm2025
|-
! Data
| 03/12/2025
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Kvm2025|Acessar]]
|}
== A ciência da erosão ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2024/04/060-063_engenharia-costeira_338-1.pdf
|-
! Palavras-chave
| erosão costeira, obras rígidas, ocupação costeira
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]])
|-
! Data
| 16h25min de 5 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Lyxavier|Acessar]]
|}
== Alzheimer é mais comum em mulheres ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-busca-explicar-por-que-alzheimer-e-mais-comum-em-mulheres/?utm_source=chatgpt.com
! Palavras-chave
| (Alzheimer; Carnitina; Demência; L-acetil-carnitina; Mitocôndrias; Neurologia)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ellen Carolina dos Santos Cursino|Ellen Carolina dos Santos Cursino]] ([[Utilizador Discussão:Ellen Carolina dos Santos Cursino|discussão]])
|-
! Data
| 04h32min de 9 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ellen Carolina dos Santos Cursino|Acessar]]
|}
== Alzheimer é mais comum em mulheres ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-busca-explicar-por-que-alzheimer-e-mais-comum-em-mulheres/?utm_source=chatgpt.com)
|-
! Palavras-chave
| (Alzheimer; Carnitina; Demência; L-acetil-carnitina; Mitocôndrias; Neurologia)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ellen Carolina dos Santos Cursino|Ellen Carolina dos Santos Cursino]] ([[Utilizador Discussão:Ellen Carolina dos Santos Cursino|discussão]])
|-
! Data
| 04h33min de 9 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ellen Carolina dos Santos Cursino|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/intoxicacao-por-chumbo-pode-ter-impedido-neandertais-e-outras-especies-humanas-de-se-comunicarem/
|-
! Palavras-chave
| neurociência, hominídeos, chumbo, jornalismo
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]])
|-
! Data
| 17h12min de 10 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Marina Odaguiri Kobori|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/intoxicacao-por-chumbo-pode-ter-impedido-neandertais-e-outras-especies-humanas-de-se-comunicarem/
|-
! Palavras-chave
| neurociência, hominídeos, jornalismo
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]])
|-
! Data
| 17h16min de 10 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Marina Odaguiri Kobori|Acessar]]
|}
== Pensamento, linguagem e conhecimento científico ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/linguagem-humana-existe-ha-pelo-menos-135-mil-anos/
|-
! Palavras-chave
| Linguagem, Evolução, Origem, Ciência
|-
! Usuário
| Ana clara menegueli
|-
! Data
| 15/12/2025
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ana clara menegueli|Acessar]]
|}
== Análise de matéria - Mudanças climáticas e formato das flores ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/chuvas-tropicais-ajudaram-a-moldar-o-formato-das-flores/
|-
! Palavras-chave
| Ambiente; Biologia; Botânica; Ecologia; Evolução.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Pamela Frnc|Pamela Frnc]] ([[Utilizador Discussão:Pamela Frnc|discussão]])
|-
! Data
| 17h40min de 6 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Pamela Frnc|Acessar]]
|}
== atividade1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/universidades-brasileiras-discutem-regras-de-uso-de-inteligencia-artificial/
|-
! Palavras-chave
| inteligência artificial; educação; ética
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Laislorenco|Laislorenco]] ([[Utilizador Discussão:Laislorenco|discussão]])
|-
! Data
| 17h59min de 6 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ Laislorenco|Acessar]]
|}
== Atividade Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Deboracamacholuz|Deboracamacholuz]] ([[Utilizador Discussão:Deboracamacholuz|discussão]])
|-
! Data
| 14h15min de 9 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ Deboracamacholuz|Acessar]]
|}
== Módulo 1 - O clima na evolução das flores ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/chuvas-tropicais-ajudaram-a-moldar-o-formato-das-flores/
|-
! Palavras-chave
| flores, polinização.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]])
|-
! Data
| 17h37min de 12 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Maria Angélica Santos|Acessar]]
|}
== Tarefa-modulo1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/uma-forma-rara-de-colisao-que-ocorre-no-acelerador-lhc-poderia-produzir-particula-candidata-a-ser-a-materia-escura/)
|-
! Palavras-chave
| (Acelerador; Áxion; Física de partículas; LHC; matéria escura; Núcleo de chumbo; Próton)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Astrozin|Astrozin]] ([[Utilizador Discussão:Astrozin|discussão]])
|-
! Data
| 15h23min de 14 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Astrozin|Acessar]]
|}
== Módulo 1 - Pobreza menstrual: ciência, dados e mediação crítica ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/o-drama-da-pobreza-menstrual/)
|-
! Palavras-chave
| (pobreza menstrual, saúde da mulher,políticas públicas, desigualdade social, divulgação científica)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Helen.takamitsu|Helen.takamitsu]] ([[Utilizador Discussão:Helen.takamitsu|discussão]])
|-
! Data
| 18h03min de 14 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ Helen.takamitsu|Acessar]]
|}
== Atividade Módulo 1 - Evolução da linguagem ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/linguagem-humana-existe-ha-pelo-menos-135-mil-anos/)
|-
! Palavras-chave
| (Linguagem, Evolução, Arqueologia)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Otávio Ítalo Matos Uzumaki|Otávio Ítalo Matos Uzumaki]] ([[Utilizador Discussão:Otávio Ítalo Matos Uzumaki|discussão]])
|-
! Data
| 19h26min de 18 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Otávio Ítalo Matos Uzumaki|Acessar]]
|}
== Atividade Final - Módulo 1 - helen.takamitsu ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/o-drama-da-pobreza-menstrual/
|-
! Palavras-chave
| (Inclusão, Justiça, Direitos)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Helen.takamitsu|Helen.takamitsu]] ([[Utilizador Discussão:Helen.takamitsu|discussão]])
|-
! Data
| 21h25min de 18 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/helen.takamitsu|Acessar]]
|}
== Atividade do Módulo 1 - Mia Schezaro-Ramos ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/vacina-contra-o-hpv-diminui-em-58-os-casos-de-cancer-de-colo-do-utero-e-em-67-os-de-lesoes-pre-tumorais/
|-
! Palavras-chave
| Epidemiologia, Imunologia
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]])
|-
! Data
| 18h11min de 22 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Mia Schezaro-Ramos|Acessar]]
|}
== Tarefa do Módulo 1 - Laís Cerqueira Fernandes ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/milho-chegou-ao-brasil-pela-amazonia-ocidental-e-foi-domesticado-ao-longo-de-ondas-migratorias/
|-
! Palavras-chave
| agropecuaria, arqueologia, botanica
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lais CF|Laís Cerqueira Fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Lais CF|discussão]])
|-
! Data
| 04h37min de 23 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Laís Cerqueira Fernandes|Acessar]]
|}
== Tarefa do Módulo 1- Juliana R Camacho. Os anéis do centauro ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/formacao-de-aneis-e-disco-de-materia-ao-redor-de-asteroide-e-observada-quase-em-tempo-real/
|-https://revistapesquisa.fapesp.br/formacao-de-aneis-e-disco-de-materia-ao-redor-de-asteroide-e-observada-quase-em-tempo-real/
! Palavras-chave
| astrofísica, centauro, quíron
|-#ANEL #ASTROFÍSICA #CENTAURO #CHARIKLO #DISCO #HAUMEA #JÚPITER #OCULTAÇÃOESTELAR #PLANETAANÃO #QUAOAR ##QUÍRON #SISTEMASOLAR
! Usuário
| [[Utilizador:Juliana R Camacho|Juliana R Camacho]] ([[Utilizador Discussão:Juliana R Camacho|discussão]])
|- Juliana R Camacho
! Data
| 20h55min de 23 de janeiro de 2026 (UTC)
|- 23/01/26
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Juliana R Camacho|Acessar]]
|}
== Ciência de dados no estudo de ética em pesquisa ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/dinheiro-oculto/
|-
! Palavras-chave
| financiamento; etica; psiquiatria; ciencia de dados
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Monoclonais|Monoclonais]] ([[Utilizador Discussão:Monoclonais|discussão]])
|-
! Data
| 00h53min de 26 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Monoclonais|Acessar]]
|}
== Tarefa do Módulo 1 Jaqueline Bianchi ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pesquisa-aponta-preferencia-de-mosquitos-da-mata-atlantica-por-sangue-humano/
|-
! Palavras-chave
| desmatamento, entomologia, Mata Atlântica, mosquito
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Jaqueline Bianchi|Jaqueline Bianchi]] ([[Utilizador Discussão:Jaqueline Bianchi|discussão]])
|-
! Data
| 14h12min de 27 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jaqueline Bianchi|Acessar]]
|}
== Módulo 1 - Resumo Matéria Vacina contra o HPV ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/vacina-contra-o-hpv-diminui-em-58-os-casos-de-cancer-de-colo-do-utero-e-em-67-os-de-lesoes-pre-tumorais/
|-
! Palavras-chave
| HPV; vacinação; câncer do colo do útero; lesões pré-tumorais; saúde pública.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:F.Cost|F.Cost]] ([[Utilizador Discussão:F.Cost|discussão]])
|-
! Data
| 17h42min de 28 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/F.Cost|Acessar]]
|}
== Tarefa do Módulo 1 - Vacina conta a dengue Butantan-DV ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/vacina-contra-a-dengue-comeca-a-ser-aplicada-em-equipes-da-atencao-primaria-a-saude/
|-
! Palavras-chave
| Butantan-DV, Dengue, Dengue grave, Sorotipo, Vacinas
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Carolina Ito Messias|Carolina Ito Messias]] ([[Utilizador Discussão:Carolina Ito Messias|discussão]])
|-
! Data
| 14h02min de 2 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Carol ItoSobre vacina contra a dengue|Acessar]]
|}
== Atv Módulo 1 LM - Neurônios que controlam a busca por comida ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/neuronios-na-base-do-cerebro-controlam-a-busca-compulsiva-por-comida/
|-
! Palavras-chave
| Neurologia, Sistema Nervoso, Substância cinzenta periaquedutal, Alimentação, Compulsão alimentar.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:LMmassone|LMmassone]] ([[Utilizador Discussão:LMmassone|discussão]])
|-
! Data
| 22h30min de 3 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/LMmassone|Acessar]]
|}
== Atividade Módulo 1 - Pesquisa sobre corais ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pesquisadores-buscam-restaurar-recifes-de-coral-dizimados-por-ondas-de-calor/
|-
! Palavras-chave
| Aquecimento Global biologia marinha Conservação Corais Microbiologia Microbioma Mudanças climáticas
|-
! Usuário
| Giullia Della Déa
|-
! Data
| 21h30min de 3 de fevereiro de 2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Giullia Della Déa|Acessar]]
|}
== Quando a ciência amplia o olhar sobre a fome ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/ciencia-propoe-olhar-ampliado-para-sanar-a-fome-no-brasil/
|-
! Palavras-chave
| Fome; insegurança alimentar; sistemas alimentares; políticas públicas; pesquisa científica.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Jessica14.levy|Jessica14.levy]] ([[Utilizador Discussão:Jessica14.levy|discussão]])
|-
! Data
| 23h02min de 4 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jessica14.levy|Acessar]]
|}
== Atividade Módulo 1 - Xenya Bucchioni ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/fagoterapia-avanca-no-brasil-como-alternativa-contra-superbacterias/
|-
! Palavras-chave
| biologia genética medicina saúde pública
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Xenya Bucchioni|Xenya Bucchioni]] ([[Utilizador Discussão:Xenya Bucchioni|discussão]])
|-
! Data
| 00h57min de 6 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Xenya Bucchioni|Acessar]]
|}
== Atividade final bloco 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://agencia.fapesp.br/corais-de-fogo-do-brasil-podem-estar-sofrendo-extincao-silenciosa-afirmam-especialistas/57088
|-
! Palavras-chave
| extinção, corais-de-fogo, branqueamento, ecologia
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Amanda biologia|Amanda biologia]] ([[Utilizador Discussão:Amanda biologia|discussão]])
|-
! Data
| 14h28min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Amanda Biologia|Acessar]]
|}
== Atividade Final - modulo1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/consumo-de-drogas-ilicitas-cresceu-cerca-de-80-no-brasil-de-2012-a-2023/
|-
! Palavras-chave
| Palavras-chave: consumo de drogas ilícitas; Lenad III; levantamento epidemiológico; saúde pública; prevalência; percepção de risco; maconha; cocaína; adolescentes; políticas públicas.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lucas de Oliveira Cardoso|Lucas de Oliveira Cardoso]] ([[Utilizador Discussão:Lucas de Oliveira Cardoso|discussão]])
|-
! Data
| 18h29min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Lucas de Oliveira Cardoso|Acessar]]
|}
== Estudo tenta explicar por que Alzheimer é mais comum em mulheres ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-busca-explicar-por-que-alzheimer-e-mais-comum-em-mulheres/?utm_source=chatgpt.com
|- https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-busca-explicar-por-que-alzheimer-e-mais-comum-em-mulheres/?utm_source=chatgpt.com
! Palavras-chave
|
* Alzheimer
* Carnitina
* Demência
* L-acetil-carnitina
* Mitocôndrias
* Neurologia
|- Alzheimer, Carnitina, Demência, Mulheres e Neurologia
! Usuário
| [[Utilizador:Ellen Carolina dos Santos Cursino|Ellen Carolina dos Santos Cursino]] ([[Utilizador Discussão:Ellen Carolina dos Santos Cursino|discussão]])
|- ellen.cursino
! Data
| 15h37min de 17 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-17/02/2026
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ellen Carolina dos Santos Cursino|Acessar]]
|}
== Alzheimer é mais comum em mulheres ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-busca-explicar-por-que-alzheimer-e-mais-comum-em-mulheres/?utm_source=chatgpt.com
|-
! Palavras-chave
|
Alzheimer
Carnitina
Demência
L-acetil-carnitina
Mitocôndrias
Neurologia
|-
! Usuário
| ellen.cursino
|-
! Data
/17/02/2026
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ellen.cursino|Acessar]]
|}
== MateusCunhadaSilva - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/hip-hop-comeca-a-se-consolidar-como-campo-de-estudos-academicos/
|-
! Palavras-chave
| Hip hop, Ciência, Jornalismo Científico, Cultura, Ciências Sociais.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mateus Cunha da Silva|Mateus Cunha da Silva]] ([[Utilizador Discussão:Mateus Cunha da Silva|discussão]])
|-
! Data
| 00h19min de 19 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Mateus Cunha da Silva|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pantanal-e-o-bioma-brasileiro-que-mais-aqueceu-e-perdeu-chuvas-em-40-anos/
|-
! Palavras-chave
| Pantanal, Crise Climática, Seca, Incêndios, Desmatamento, Aquecimento Global.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Sol.kurpiel|Sol.kurpiel]] ([[Utilizador Discussão:Sol.kurpiel|discussão]])
|-
! Data
| 17h45min de 19 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Sol.kurpiel Pantanal: seco e quente|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pantanal-e-o-bioma-brasileiro-que-mais-aqueceu-e-perdeu-chuvas-em-40-anos
|-
! Palavras-chave
| Pantanal, Crise Climática, Seca, Incêndios, Desmatamento, Aquecimento Global.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Sol.kurpiel|Sol.kurpiel]] ([[Utilizador Discussão:Sol.kurpiel|discussão]])
|-
! Data
| 17h52min de 19 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ Sol.kurpiel|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/pantanal-e-o-bioma-brasileiro-que-mais-aqueceu-e-perdeu-chuvas-em-40-anos)
|-
! Palavras-chave
| (Pantanal, Crise Climática, Seca, Incêndios, Desmatamento, Aquecimento Global)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Sol.kurpiel|Sol.kurpiel]] ([[Utilizador Discussão:Sol.kurpiel|discussão]])
|-
! Data
| 18h25min de 19 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Sol.kurpiel|Acessar]]
|}
== Atividade Módulo 1 - Tecnologia impulsiona produção de lúpulo no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://agencia.fapesp.br/tecnologia-impulsiona-producao-de-lupulo-no-brasil/56314 )
|-
! Palavras-chave
| (Cerveja; Lúpulo; Química verde; Extração supercrítica; Sustentabilidade)
|-
! Usuário
|Thacsantos
|-
! Data
| 20.02.26
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ThaliSantos|Acessar]]
|}
== Teor de cacau analisado isotopicamente ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/quantidade-de-cacau-no-chocolate-meio-amargo-e-similar-ao-das-versoes-ao-leite-e-branco-aponta-estudo/
|-
! Palavras-chave
| açúcar, cacau, carbono, chocolate, Isótopos, Nitrogênio
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Caroline Neves Pereira|Caroline Neves Pereira]] ([[Utilizador Discussão:Caroline Neves Pereira|discussão]])
|-
! Data
| 02h50min de 23 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Caroline Neves Pereira|Acessar]]
|}
== O plantio nativo da mandioca ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| <https://revistapesquisa.fapesp.br/tecnica-de-plantio-de-povo-do-alto-xingu-aumenta-a-diversidade-da-mandioca/>
|-
! Palavras-chave
| Mandioca, Diversidade Genética, Povos Indígenas, Alto Xingu
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lplaques|Lplaques]] ([[Utilizador Discussão:Lplaques|discussão]])
|-
! Data
| 16h40min de 2 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Lplaques|Acessar]]
|}
== Atividade Módulo 1 - Fagoterapia avança no Brasil como alternativa contra superbactérias ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/fagoterapia-avanca-no-brasil-como-alternativa-contra-superbacterias/
|-
! Palavras-chave
| Microbiologia; Fagoterapia; Bactéria; Vírus.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Giovanna Furioto da Fonseca|Giovanna Furioto da Fonseca]] ([[Utilizador Discussão:Giovanna Furioto da Fonseca|discussão]])
|-
! Data
| 01h53min de 6 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Giovanna Furioto da Fonseca|Acessar]]
|}
== Atividade 1 - Análise do artigo: Os relevos da memória ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/os-relevos-da-memoria/
|-
! Palavras-chave
| Consolidação da Memória. Sono REM. Plasticidade Sináptica. Expressão Gênica. Hipocampo
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Felipe Adriano Alves de Oliveira|Felipe Adriano Alves de Oliveira]] ([[Utilizador Discussão:Felipe Adriano Alves de Oliveira|discussão]])
|-
! Data
| 12h19min de 6 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Felipe Adriano Alves de Oliveira|Acessar]]
|}
== contribiução babipaula módulo1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pesquisadores-desenvolvem-novo-processo-para-a-producao-sustentavel-de-amonia/
|-
! Palavras-chave
| amônia, amônia verde, engenharia química, fertilizantes, hidrogênio verde
|-
! Usuário
| babipaula
|-
! 15.03.2026
| 19h48min de 15 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/babipaula|Acessar]]
|}
== Quantidade de cacau no chocolate ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/quantidade-de-cacau-no-chocolate-meio-amargo-e-similar-ao-das-versoes-ao-leite-e-branco-aponta-estudo/
|-
! Palavras-chave
| Chocolate, cacau, isótopos, alimentos, engenharia de alimentos
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Rafaelaor|Rafaelaor]] (discussão)
|-
! Data
| 19h29min de 18 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Rafaelaor|Acessar]]
|}
== Módulo 1 - Povo de sambaqui caçava baleias ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/povo-de-sambaqui-cacava-baleias/)
|-
! Palavras-chave
| (“arqueologia”, “genética”, “zoologia”)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:AnaCristinaADS|AnaCristinaADS]] ([[Utilizador Discussão:AnaCristinaADS|discussão]])
|-
! Data
| 23h52min de 19 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/AnaCristinaADS|Acessar]]
|}
== atividadeM1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pequi-anao-em-zona-de-transicao-do-cerrado-se-adapta-a-polinizador-distinto/
|-
! Palavras-chave
| ecologia, cerrado, meio ambiente, polinização
|-
! Usuário
| [[Utilizador:LMateus14|LMateus14]] ([[Utilizador Discussão:LMateus14|discussão]])
|-
! Data
| 23h11min de 23 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/LMateus14|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/virus-da-covid-19-persiste-ativo-no-cerebro-de-hamster-por-ate-80-dias/
|-
! Palavras-chave
| Ansiedade, Cognição, Coronavírus, Covid longa, Covid-19, Depressão, Neurologia, SARS-COV-2
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Larissa Dezen|Larissa Dezen]] ([[Utilizador Discussão:Larissa Dezen|discussão]])
|-
! Data
| 19h07min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/la.dezen|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Carolina Torres Vianna|Maria Carolina Torres Vianna]] ([[Utilizador Discussão:Maria Carolina Torres Vianna|discussão]])
|-
! Data
| 18h22min de 1 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Maria Carolina Torres Vianna|Acessar]]
|}
== Maria Carolina - Módulo 1 Fapesp ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Carolina Torres Vianna|Maria Carolina Torres Vianna]] ([[Utilizador Discussão:Maria Carolina Torres Vianna|discussão]])
|-
! Data
| 18h23min de 1 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Maria Carolina Torres Vianna|Acessar]]
|}
== Fraudes em sistemas biométricos ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:CientistaND11|CientistaND11]] ([[Utilizador Discussão:CientistaND11|discussão]])
|-
! Data
| 15h05min de 4 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/CientistaND11|Acessar]]
|}
== Entre o descritor e a metáfora: análise da cobertura jornalística da Pesquisa FAPESP sobre spoofing biométrico à luz de seu artigo de base ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| ( https://revistapesquisa.fapesp.br/rodrigo-contreras-para-especialista-combater-fraudes-em-sistemas-biometricos-e-um-jogo-de-gato-e-rato/)
|-
! Palavras-chave
| (Biometria, Inteligência Artificial, sistemas biométricos, spoofing)
|-
! Usuário
| CIENTISTAND11
|-
! Data
| 04/04/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/CientistaND11|Acessar]]
|}
== Atividade modulo 1 - Vacina contra a dengue ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/vacina-contra-a-dengue-comeca-a-ser-aplicada-em-equipes-da-atencao-primaria-a-saude/
|-
! Palavras-chave
| dengue, vacina, Butantan-DV
|-
! Usuário
| [[Utilizador:PabloSantana92|PabloSantana92]] ([[Utilizador Discussão:PabloSantana92|discussão]])
|-
! Data
| 22h27min de 5 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/PabloSantana92|Acessar]]
|}
== Análise de matéria sobre a quantidade de cacau no chocolate meio amargo ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/quantidade-de-cacau-no-chocolate-meio-amargo-e-similar-ao-das-versoes-ao-leite-e-branco-aponta-estudo/
|-
! Palavras-chave
| Indústria alimentícia, alimentação, açúcar, cacau.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Beatriz Durlin|Beatriz Durlin]] ([[Utilizador Discussão:Beatriz Durlin|discussão]])
|-
! Data
| 13h41min de 16 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Beatriz Durlin|Acessar]]
|}
== Bfont9 - Tarefa do módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/em-tempos-de-digitalizacao-e-diversidade-fgv-cpdoc-completa-50-anos/
|-
! Palavras-chave
| Antropologia, Ciênc. Política, Educação, Sociologia
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Bfont9|Bfont9]] ([[Utilizador Discussão:Bfont9|discussão]])
|-
! Data
| 19h32min de 16 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Bfont9|Acessar]]
|}
== Novo método de detecção de câncer gástrico ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/concentracao-de-dna-no-suco-digestivo-pode-auxiliar-na-deteccao-de-cancer-gastrico/
|-
! Palavras-chave
| biopsia liquida, dna, oncologia
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Carolina F. Castro|Carolina F. Castro]] ([[Utilizador Discussão:Carolina F. Castro|discussão]])
|-
! Data
| 00h01min de 17 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Carolina F. Castro|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-mapeia-o-impacto-da-agressao-fisica-e-sexual-sobre-a-saude-de-mulheres-e-criancas/
|-
! Palavras-chave
| ansiedade, automutilação, depressão, feminicídio, homicídio, saúde mental, suicídio, violência contra a mulher, violência sexual
|-
! Usuário
| [[Utilizador:FernandoBustamante1917|FernandoBustamante1917]] ([[Utilizador Discussão:FernandoBustamante1917|discussão]])
|-
! Data
| 11h58min de 17 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/FernandoBustamante1917|Acessar]]
|}
== Análise da matéria "Estudo mapeia o impacto da agressão física e sexual sobre a saúde de mulheres e crianças" ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:FernandoBustamante1917|FernandoBustamante1917]] ([[Utilizador Discussão:FernandoBustamante1917|discussão]])
|-
! Data
| 12h02min de 17 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/FernandoBustamante1917|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lorranyamazonas|Lorranyamazonas]] ([[Utilizador Discussão:Lorranyamazonas|discussão]])
|-
! Data
| 18h23min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Lorranyamazonas|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lorranyamazonas|Lorranyamazonas]] ([[Utilizador Discussão:Lorranyamazonas|discussão]])
|-
! Data
| 18h26min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Lorranyamazonas|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/combater-desastres-demanda-analise-de-projecoes-climaticas/)
|-
! Palavras-chave
| (Alagamento Climatologia Mudanças climáticas)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Tatiana Soares Araujo|Tatiana Soares Araujo]] ([[Utilizador Discussão:Tatiana Soares Araujo|discussão]])
|-
! Data
| 18h00min de 2 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Tatiana Soares Araujo|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Tatiana Soares Araujo|Tatiana Soares Araujo]] ([[Utilizador Discussão:Tatiana Soares Araujo|discussão]])
|-
! Data
| 21h27min de 3 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Tatiana Soares Araujo|Acessar]]
|}
== Análise de Jornalismo Científico: Gravidez na Adolescência e Demografia no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/apesar-de-queda-taxa-de-gravidez-na-adolescencia-segue-elevada-no-brasil/
|-
! Palavras-chave
| Gravidez na adolescência, Saúde Pública, Demografia, Desigualdade Social, Fecundidade.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Eduarda Ramos Ribeiro|Eduarda Ramos Ribeiro]] ([[Utilizador Discussão:Eduarda Ramos Ribeiro|discussão]])
|-
! Data
| 11h20min de 6 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Eduarda Ramos Ribeiro|Acessar]]
|}
== Lucas Valdomiro - Análise de 'Dengue pode causar síndrome neurológica grave' ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/dengue-pode-causar-sindrome-neurologica-grave/
|-
! Palavras-chave
| Dengue, SGB, Fiocruz
|-
! Usuário
| LucasVLS
|-
! Data
| 10/05/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/LucasVLS|Acessar]]
|}
== Genoma de indígenas latino-americanos é capa da Nature ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/indigenas-sul-americanos-sao-diversos-e-descendem-de-terceira-onda-migratoria/
|-
! Palavras-chave
| genômica, povos indígenas
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maurilio Bonora Junior|Maurilio Bonora Junior]] ([[Utilizador Discussão:Maurilio Bonora Junior|discussão]])
|-
! Data
| 00h31min de 14 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Maurilio Bonora Junior|Acessar]]
|}
== Medicamentos com efeito anti-mpox ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| [./Https://revistapesquisa.fapesp.br/miniorgaos-intestinais-ajudam-a-rastrear-novos-medicamentos-para-a-mpox/ Miniórgãos intestinais ajudam a rastrear novos medicamentos para a mpox : Revista Pesquisa Fapesp]
|-https://revistapesquisa.fapesp.br/miniorgaos-intestinais-ajudam-a-rastrear-novos-medicamentos-para-a-mpox/
! Palavras-chave
| Saúde, Vírus, Varíola do macaco, Monkeypox
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ana3beatriz22|Ana3beatriz22]] ([[Utilizador Discussão:Ana3beatriz22|discussão]])
|-
! Data
| 18h40min de 16 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ana3beatriz22|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Clara Camara|Clara Camara]] ([[Utilizador Discussão:Clara Camara|discussão]])
|-
! Data
| 19h13min de 21 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Clara Camara|Acessar]]
|}
== Análise crítica de matéria da Pesquisa FAPESP ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/hospitais-do-sus-em-sao-paulo-recebem-alimentos-organicos/)
|-
! Palavras-chave
| agricultura familiar, agroecologia, alimentação orgânica, políticas públicas, saúde pública
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Davi Breseghello|Davi Breseghello]] ([[Utilizador Discussão:Davi Breseghello|discussão]])
|-
! Data
| 15h45min de 23 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Davi Breseghello|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Danielribao|Danielribao]] ([[Utilizador Discussão:Danielribao|discussão]])
|-
! Data
| 19h12min de 28 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/teste815|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/as-timidas-baleias-bicudas/)
|-
! Palavras-chave
| (baleias; baleias bicudas; bioacústica; ecoacústica)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Danielribao|Danielribao]] ([[Utilizador Discussão:Danielribao|discussão]])
|-
! Data
| 19h43min de 30 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/teste815|Acessar]]
|}
== Módulo_1_Laura_R ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
|https://revistapesquisa.fapesp.br/genetica-da-orquidea-da-praia-favorece-tolerancia-a-mudancas-climaticas/
|-
! Palavras-chave
| Biodiversidade, Biologia, Botânica, Climatologia, Ecologia, Evolução, Genética
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Laura Ramires Rocha|Laura Ramires Rocha]] ([[Utilizador Discussão:Laura Ramires Rocha|discussão]])
|-
! Data
| 20h05min de 1 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Laura Ramires Rocha|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/as-timidas-baleias-bicudas/
|-
! Palavras-chave
| Baleias; Baleias bicudas; Bioacústica; Ecoacústica.
|-
! Usuário
| Danielribao
|-
! Data
| 30/05/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/teste815|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/dengue-pode-causar-sindrome-neurologica-grave/
|-
! Palavras-chave
| Dengue, Síndrome Neurológica, Saúde pública
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mariaformis|Mariaformis]] ([[Utilizador Discussão:Mariaformis|discussão]])
|-
! Data
| 15h29min de 12 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Mariaformis|Acessar]]
|}
== Módulo 1 - Mariaformis ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/dengue-pode-causar-sindrome-neurologica-grave/
|-
! Palavras-chave
| Dengue, Síndrome neurológica, Saúde pública
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mariaformis|Mariaformis]] ([[Utilizador Discussão:Mariaformis|discussão]])
|-
! Data
| 15h51min de 12 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Mariaformis|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Kemilyplira|Kemilyplira]] ([[Utilizador Discussão:Kemilyplira|discussão]])
|-
! Data
| 17h50min de 14 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/kemilyplira|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/concentracao-de-dna-no-suco-digestivo-pode-auxiliar-na-deteccao-de-cancer-gastrico/
|-
! Palavras-chave
| Biópsia líquida; DNA; Oncologia; Câncer gástrico; Endoscopia; Saúde pública.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Kemilyplira|Kemilyplira]] ([[Utilizador Discussão:Kemilyplira|discussão]])
|-
! Data
| 18h14min de 14 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/kemilyplira|Acessar]]
|}
== Inteligência Artificial na Avaliação Científica ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/especialistas-analisam-riscos-e-vantagens-de-usar-inteligencia-artificial-para-medir-o-desempenho-de-pesquisadores/
|-
! Palavras-chave
| Inteligência Artificial, Aprendizado de Máquina, Avaliação Científica, Bolsa de Produtividade, Plataforma Lattes
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Sabrina Jesus|Sabrina Jesus]] ([[Utilizador Discussão:Sabrina Jesus|discussão]])
|-
! Data
| 19h50min de 14 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Sabrina Jesus|Acessar]]
|}
== Análise da reportagem "As novas ferramentas que deverão transformar o sistema financeiro brasileiro" – Pesquisa FAPESP ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/as-novas-ferramentas-que-deverao-transformar-o-sistema-financeiro-brasileiro/)
|-
! Palavras-chave
| (Sistema financeiro brasileiro; Drex; Pix; Open Finance; Inteligência artificial; Inovação tecnológica; Segurança digital; Inclusão financeira.)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:KaueGodoy|KaueGodoy]] ([[Utilizador Discussão:KaueGodoy|discussão]])
|-
! Data
| 14h07min de 15 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/KaueGodoy|Acessar]]
|}
== Impacto das bets ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/os-efeitos-nocivos-dos-jogos-on-line/
|-
! Palavras-chave
| saúde pública, apostas on-line, transtorno do jogo, endividamento das famílias
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Alexandreadas|Alexandreadas]] ([[Utilizador Discussão:Alexandreadas|discussão]])
|-
! Data
| 17h55min de 15 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Alexandreadas|Acessar]]
|}
== Análise Crítica: DNA no Diagnóstico do Câncer Gástrico ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Kemilyplira|Kemilyplira]] ([[Utilizador Discussão:Kemilyplira|discussão]])
|-
! Data
| 18h18min de 16 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/kemilyplira|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/miniorgaos-intestinais-ajudam-a-rastrear-novos-medicamentos-para-a-mpox/
|-
! Palavras-chave
| MPOX, Varíola dos macacos, Virologia, Vírus da MPOX
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ana3beatriz22|Ana3beatriz22]] ([[Utilizador Discussão:Ana3beatriz22|discussão]])
|-
! Data
| 21h57min de 17 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ana3beatriz22|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Andréa BLima|Andréa BLima]] ([[Utilizador Discussão:Andréa BLima|discussão]])
|-
! Data
| 14h20min de 18 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Andréa BLima|Acessar]]
|}
== Atividade - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/ia-e-usada-por-tecnicos-equipe-medica-e-gestores-de-times-de-futebol/
|-
! Palavras-chave
| Inteligência Artificial; Futebol; Ciência de Dados; Análise Esportiva
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Rebeccamendes|Rebeccamendes]] ([[Utilizador Discussão:Rebeccamendes|discussão]])
|-
! Data
| 04h28min de 24 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Rebeccamendes|Acessar]]
|}
== Atividade - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/ia-e-usada-por-tecnicos-equipe-medica-e-gestores-de-times-de-futebol/
|-
! Palavras-chave
| Inteligência Artificial; Futebol; Ciência de Dados; Análise Esportiva
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Rebeccamendes|Rebeccamendes]] ([[Utilizador Discussão:Rebeccamendes|discussão]])
|-
! Data
| 04h39min de 24 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Rebeccamendes|Acessar]]
|}
== Exercício Módulo 1 - Sah.fernandes ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
|Links:
https://revistapesquisa.fapesp.br/dengue-pode-causar-sindrome-neurologica-grave/
|-
! Palavras-chave
| Dengue Doenças infecciosas Síndrome de Guillain-Barré Zika
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Sah.fernandes|Sah.fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Sah.fernandes|discussão]])
|-
! Data
| 20h09min de 25 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Sah.fernandes|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:WallaceBorghese|WallaceBorghese]] ([[Utilizador Discussão:WallaceBorghese|discussão]])
|-
! Data
| 19h28min de 26 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/WallaceBorghese|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:WallaceBorghese|WallaceBorghese]] ([[Utilizador Discussão:WallaceBorghese|discussão]])
|-
! Data
| 19h34min de 26 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/WallaceBorghese|Acessar]]
|}
== Jornalismo científico e a expansão da EaD ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://doi.org/10.1590/S1414-40772023000100007
|-
! Palavras-chave
| EAD, setor privado, licenciaturas
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ebenezer Takuno de Menezes|Ebenezer Takuno de Menezes]] ([[Utilizador Discussão:Ebenezer Takuno de Menezes|discussão]])
|-
! Data
| 02h55min de 27 de junho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Ebenezer Takuno de Menezes|Acessar]]
|}
== Tarefa Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/como-danos-causados-por-descoloracao-e-raios-ultravioleta-mudam-as-propriedades-do-cabelo/
|-
! Palavras-chave
| cabelos, descoloração, radiação ultravioleta
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Felipe Ono|Felipe Ono]] ([[Utilizador Discussão:Felipe Ono|discussão]])
|-
! Data
| 00h54min de 2 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Felipe Ono|Acessar]]
|}
== Inteligência artificial na escrita científica ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| [https://revistapesquisa.fapesp.br/o-estilo-de-escrever-artigos-do-chatgpt/ O estilo de escrever artigos do ChatGPT]
|-
! Palavras-chave
| ChatGPT; inteligência artificial; integridade científica; comunicação científica
|-
! Usuário
| AlisonS04
|-
! Data
| 15h07min de 2 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/AlisonS04|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| <nowiki>https://agencia.fapesp.br/tecnologia-impulsiona-producao-de-lupulo-no-brasil/56314</nowiki>
|-
! Palavras-chave
| Lúpulo; Química verde; Extração supercrítica; Sustentabilidade
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thacsantos|Thacsantos]] ([[Utilizador Discussão:Thacsantos|discussão]])
|-
! Data
| 15h16min de 6 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ThaliSantos|Acessar]]
|}
== Atividade módulo 1 - Tecnologia impulsiona produção de lúpulo - Thacsantos ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| <nowiki>https://agencia.fapesp.br/tecnologia-impulsiona-producao-de-lupulo-no-brasil/56314</nowiki>
|-
! Palavras-chave
| Lúpulo; Química verde; Extração supercrítica; Sustentabilidade
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thacsantos|Thacsantos]] ([[Utilizador Discussão:Thacsantos|discussão]])
|-
! Data
| 16h59min de 7 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Thacsantos|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:WallaceBorghese|WallaceBorghese]] ([[Utilizador Discussão:WallaceBorghese|discussão]])
|-
! Data
| 11h55min de 11 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/WallaceBorghese|Acessar]]
|}
== Atividade final - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/como-danos-causados-por-descoloracao-e-raios-ultravioleta-mudam-as-propriedades-do-cabelo/
|-
! Palavras-chave
| cabelos, descoloração, radiação ultravioleta
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Camilacason|Camilacason]] ([[Utilizador Discussão:Camilacason|discussão]])
|-
! Data
| 16h00min de 17 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/camilacason|Acessar]]
|}
== Análise de Publicação Científica na Revista FAPESP ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/como-danos-causados-por-descoloracao-e-raios-ultravioleta-mudam-as-propriedades-do-cabelo/
|-
! Palavras-chave
| cabelos, descoloração, radiação ultravioleta
|-
! Usuário
| [[Utilizador:MARIA BEATRIZ ALMEIDA BUENO DE GODOY|MARIA BEATRIZ ALMEIDA BUENO DE GODOY]] ([[Utilizador Discussão:MARIA BEATRIZ ALMEIDA BUENO DE GODOY|discussão]])
|-
! Data
| 19h58min de 17 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/MARIA BEATRIZ ALMEIDA BUENO DE GODOY|Acessar]]
|}
== Análise de artigo sobre taxação de ultraprocessados ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/taxar-ultraprocessados-pode-reduzir-doencas-cronicas-e-mortes-associadas-ao-excesso-de-peso/
|-
! Palavras-chave
| Economia, Epidemiologia, Saúde Pública
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Gustavo Macedo Diniz|Gustavo Macedo Diniz]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Macedo Diniz|discussão]])
|-
! Data
| 22h52min de 20 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Gustavo Macedo Diniz|Acessar]]
|}
== Ameaça aos recifes de corais ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/pesquisadores-buscam-restaurar-recifes-de-coral-dizimados-por-ondas-de-calor/
|-
! Palavras-chave
| aquecimento global, biologia marinha, conservação, corais, microbiologia, microbioma, mudanças climáticas
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Paula Custódio de Oliveira|Paula Custódio de Oliveira]] ([[Utilizador Discussão:Paula Custódio de Oliveira|discussão]])
|-
! Data
| 03h20min de 22 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Paula Custódio de Oliveira|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/bateria-quantica-armazena-energia-em-metade-do-tempo-necessario-para-carregar-sua-versao-classica/
|-
! Palavras-chave
| Bateria quântica; Emaranhamento; Física quântica; Qubits
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Gabriela Reisch|Gabriela Reisch]] ([[Utilizador Discussão:Gabriela Reisch|discussão]])
|-
! Data
| 03h58min de 24 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Gabriela Reisch|Acessar]]
|}
== Módulo 1 - análise de matéria jornalística ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-aponta-que-12-dos-doutores-que-se-formaram-no-brasil-estava-fora-do-pais-em-2025/
|-
! Palavras-chave
| diáspora, fuga de cérebros, pós-graduação
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Guimaraes Denise|Guimaraes Denise]] ([[Utilizador Discussão:Guimaraes Denise|discussão]])
|-
! Data
| 14h50min de 24 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Guimaraes Denise|Acessar]]
|}
== Baterias quânticas e armazenamento de energia - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/bateria-quantica-armazena-energia-em-metade-do-tempo-necessario-para-carregar-sua-versao-classica/
|-
! Palavras-chave
| Bateria quântica; Emaranhamento; Física quântica; Qubits
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Gabriela Reisch|Gabriela Reisch]] ([[Utilizador Discussão:Gabriela Reisch|discussão]])
|-
! Data
| 16h07min de 24 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Gabriela Reisch|Acessar]]
|}
== Além dos Monumentos: A Decolonialidade na Divulgação Científica - Módulo 1 ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mariacih|Mariacih]] ([[Utilizador Discussão:Mariacih|discussão]])
|-
! Data
| 13h24min de 27 de julho de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Mariacih|Acessar]]
|}
== Além dos Monumentos: A Decolonialidade na Divulgação Científica ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/america-latina-amplia-o-conceito-de-patrimonio/)
|-
! Palavras-chave
| (Patrimônio cultural, América Latina, patrimônio imaterial, memória viva, decolonialidade, IPHAN)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mariacih|Mariacih]] ([[Utilizador Discussão:Mariacih|discussão]]) Maricih
|-
! Data
| 13h57min de 27 de julho de 2026 (UTC) 27/07/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Mariacih|Acessar]]
|}
== Análise de artigo sobre taxar produtos ultraprocessados ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/taxar-ultraprocessados-pode-reduzir-doencas-cronicas-e-mortes-associadas-ao-excesso-de-peso/
|-
! Palavras-chave
| alimentação; ultraprocessados; saúde; doenças; sociedade; economia.
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Eduardo Astun de Pádua|Eduardo Astun de Pádua]] ([[Utilizador Discussão:Eduardo Astun de Pádua|discussão]])
|- Eduardo Astun de Pádua
! Data
| 17h14min de 30 de julho de 2026 (UTC)
|- 30/07/2025
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Eduardo Astun de Pádua|Acessar]]
|}
== Análise da pesquisa: "Vírus gigantes modulam a microbiota intestinal" ==
{| class="wikitable"
!
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/virus-gigantes-modulam-a-microbiota-intestinal/)
|-
! Palavras-chave
| (biologia, ecologia, evolução, genética e química)
|-
! Usuário
| maria.eduarda9029
|-
! Data
| 04/08/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/maria.eduarda9029|Acessar]]
|}
== Novidades desde genomas completos sobre o povoamento da América do Sul ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/indigenas-sul-americanos-sao-diversos-e-descendem-de-terceira-onda-migratoria/)
|-
! Palavras-chave
| (Antropologia Biologia Genética Geografia)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:MileneGonzaga|MileneGonzaga]] ([[Utilizador Discussão:MileneGonzaga|discussão]])
|-
! Data
| 15h17min de 7 de agosto de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/MileneGonzaga|Acessar]]
|}
== Atividade módulo 1: A ciência está mais inteligente ou mais artificial com a IA? ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/a-ciencia-esta-mais-inteligente-ou-mais-artificial-com-a-ia/
|-
! Palavras-chave
| Cientometria; computação; sociologia; tecnologia
|-
! Usuário
| rslinhares
|-
! Data
| 07/08/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/rslinhares|Acessar]]
|}
== Atividade Módulo 1: Rafael Brandini ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-reabilita-teoria-sobre-diversidade-de-plantas/
|-
! Palavras-chave
| ecossistema, produtividade, biomassa, diversidade
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Rafael Brandini|Rafael Brandini]] ([[Utilizador Discussão:Rafael Brandini|discussão]])
|-
! Data
| 23h57min de 10 de agosto de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/ Rafael Brandini|Acessar]]
|}
== Matéria e memória ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/memristores-os-chips-que-imitam-o-cerebro/
|-
! Palavras-chave
| Computação, Física
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Gavadams|Gavadams]] ([[Utilizador Discussão:Gavadams|discussão]])
|-
! Data
| 14h31min de 12 de agosto de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Gavadams|Acessar]]
|}
== leitura crítica sobre matéria ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-mapeia-o-impacto-da-agressao-fisica-e-sexual-sobre-a-saude-de-mulheres-e-criancas/|-
! Palavras-chave
|AnsiedadeautomutilaçãoDepressãoFeminicídiohomicídioSaúde mentalSuicídioviolência contra a mulherViolência sexual
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Daniela Echeverri Fierro|Daniela Echeverri Fierro]] ([[Utilizador Discussão:Daniela Echeverri Fierro|discussão]])
|-
! Data
| 15h19min de 14 de agosto de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Daniela Echeverri Fierro|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (https://revistapesquisa.fapesp.br/estudo-mapeia-o-impacto-da-agressao-fisica-e-sexual-sobre-a-saude-de-mulheres-e-criancas/)
|-
! Palavras-chave
| (AnsiedadeautomutilaçãoDepressãoFeminicídiohomicídioSaúde mentalSuicídioviolência contra a mulherViolência sexual)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Daniela Echeverri Fierro|Daniela Echeverri Fierro]] ([[Utilizador Discussão:Daniela Echeverri Fierro|discussão]])
|-
! Data
| 15h22min de 14 de agosto de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Daniela Echeverri Fierro|Acessar]]
|}
== Corais e peixes em risco: impactos nos recifes brasileiros ==
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| https://revistapesquisa.fapesp.br/ameaca-a-corais-brasileiros-poe-peixes-em-risco/
|-
! Palavras-chave
| Aquecimento global; Corais; Mudanças climáticas; Peixes
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Camilapraita|Camilapraita]] ([[Utilizador Discussão:Camilapraita|discussão]])
|-
! Data
| 17h00min de 16 de agosto de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Camilapraita|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Link da matéria
| (insira o link da matéria da Revista FAPESP aqui)
|-
! Palavras-chave
| (insira as palavras-chave da matéria aqui)
|-
! Usuário
| [[Especial:Contribuições/~2026-45506-54|~2026-45506-54]] ([[Utilizador Discussão:~2026-45506-54|discussão]])
|-
! Data
| 21h07min de 19 de agosto de 2026 (UTC)
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! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Gabriele Gouveia Oliveira|Acessar]]
|}
4rmj0f439hk3eycfft7xv0hzswr5sgh
Discussão:Introdução ao Jornalismo Científico
1
23096
185441
185362
2026-08-19T17:01:50Z
Joalpe
11181
/* Como o cérebro antecipa o que vai acontecer? */ Resposta
185441
wikitext
text/x-wiki
{{:Introdução ao Jornalismo Científico/header}}
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* '''[[/Arquivo 1|1]]'''
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{{IJC/DúvidaBotão}}
== Resistência ou Cautela? Os Limites da Inovação na Ciência ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Ciência e Filosofia
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Em que medida a resistência da comunidade científica a ideias inovadoras — como ocorreu com Boltzmann — é um obstáculo ao progresso da ciência, e em que medida ela funciona como um mecanismo necessário de proteção contra erros e fraudes? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 17h43min de 29 de maio de 2025 (UTC)
== Metáforas científicas no jornalismo: esse recurso de aproximação pode causar distorção conceitual? ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
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| Metodologia e Filosofia da Ciência
| A metáfora científica
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No exercício cotidiano de tornar a ciência acessível ao grande público, são utilizadas metáforas como “pêndulo político” ou “buraco negro fiscal”. Esses recursos linguísticos ajudam a traduzir conceitos complexos de forma envolvente — mas até que ponto esse uso facilita a compreensão, e quando passa a reforçar interpretações equivocadas ou pré-concepções sobre o significado científico original dos termos?
Como equilibrar clareza comunicacional e rigor conceitual no uso de metáforas cientificamente inspiradas no discurso jornalístico? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 19h11min de 29 de maio de 2025 (UTC)
== sobre tarefa final ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Gostaria de saber como faço para visualizar as tarefas que realizei. Além disso, a tarefa do módulo 2 foi realizada, mas infelizmente o Wikipédia entendeu que era spam e me bloqueou. Não sei exatamente o que fiz de errado. Por conta disso, não consigo mais editar página alguma. [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 13h08min de 6 de novembro de 2025 (UTC)
== Não estou conseguindo finalizar o curso ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Boa tarde, eu não estou conseguindo finalizar o curso. Não consigo ver as minhas atividades que foram entregues. Alguém consegue me ajudar? [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 17h08min de 12 de novembro de 2025 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]], pode usar [[Introdução ao Jornalismo Científico/Verificação de atividades/Camargo.fmc|essa página]] para verificar as suas atividades realizadas. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h04min de 4 de março de 2026 (UTC)
== Peters (2013) ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Metodologia e comunicação
|}
Aponto que no texto da aula, não foi citado Peters (2013) diretamente, mas, sim, Oliveira e Mendonça (2025). E houve uma pergunta no quiz sobre uma citação direta de Peters (2013), apenas pontuando para que não haja confusões para outros alunos...Ainda que no contexto geral da pergunta fique clara a resposta. --[[Utilizador:Maria Clara Rodriguez Sosa|Maria Clara Rodriguez Sosa]] ([[Utilizador Discussão:Maria Clara Rodriguez Sosa|discussão]]) 14h05min de 3 de dezembro de 2025 (UTC)
== Acompanhamento tarefa final ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Por favor, não entendi como verificar se atingi 15 mil caracteres de edição para completar a tarefa. Alguém pode me ajudar com um passo a passo? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 22h37min de 9 de dezembro de 2025 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Lyxavier&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia, basta ver o número em verde escuro, que é o número de bytes=caracteres adicionados a cada edição. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h57min de 4 de março de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], agora na ferramenta no toolforge é possível verificar a contagem de caracteres. Logue em [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] e [https://ijc.toolforge.org/wikipedia_edit_count acesse esse link]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 18h59min de 24 de março de 2026 (UTC)
== Dúvida sobre contagem de caracteres - Módulo 2 ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Boa tarde! Estou realizando a tarefa do módulo 2 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico e fiquei com um pouco de dúvida sobre por onde, eu realmente vejo a contagem de caracteres. Outra dúvida é, todas as edições feitos por mim são contabilizadas? --[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]]) 15h42min de 15 de janeiro de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]], veja [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Maria_Ang%C3%A9lica_Santos&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia. Toda edição não-revertida e com referências válidas será contabilizada, seguindo o padrão da wikipédia, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h59min de 4 de março de 2026 (UTC)
== Como de fato conseguir permissao para editar na wikipedia ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Estou tentando fazer essa tarefa e toda vez barram minhas edições, mesmo colocando fontes de referencia e fazendo apenas traduções de outras wikis. --[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]]) 18h40min de 13 de fevereiro de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antonia_L%C3%B3pez_Gonz%C3%A1lez&diff=prev&oldid=71552839 na sua edição realizada], não há referências embasando o texto inserido. Lembre-se de usar referências. E também de não remover conteúdo original sem motivo. Sugiro reler as [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h01min de 4 de março de 2026 (UTC)
== Cumprir tarefa ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
para a tarefa deste módulo posso criar um verbete ao invés de atualizar os já existentes? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 21h01min de 18 de fevereiro de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], pode sim! Normalmente criar um verbete normalmente é mais difícil do que editar um verbete já existente, mas se você vai cumprir as políticas da Wikipédia, vá em frente. Caso o artigo seja eliminado, as edições não poderão mais ser visualizadas pela equipe do curso. Então, recomendo se assegurar de que o verbete está bem referenciado, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h03min de 4 de março de 2026 (UTC)
== CERTIFICADO JORNALISMO CIENTÍFICO ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Olá. Há cerca de dois meses, solicitei a emissão do meu certificado de conclusão do curso de Jornalismo Científico, mas ainda não obtive retorno. Anteriormente, já havia feito uma solicitação e, de forma rápida, fui orientado a adequar a tarefa final de um dos módulos. Realizei as correções indicadas e, em seguida, encaminhei um novo pedido de certificado. No entanto, desde então, o processo tem levado mais tempo do que o esperado. Gostaria, se possível, de verificar o que pode estar ocasionando essa demora. Ressalto que preciso do certificado para inseri-lo em um relatório de bolsa de pesquisa da FAPESP, o que torna a agilidade neste momento especialmente importante. Agradeço desde já pela atenção e fico no aguardo de um retorno..
[[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]] ([[Utilizador Discussão:Marco Vinicius Ropelli|discussão]]) 16h34min de 20 de março de 2026 (UTC)
:Oi, @[[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]]. A correção demora pelo menos três meses a partir da data de solicitação. Verifique se todas as tarefas foram feitas adequadamente, para agilizar o processo. Bons estudos. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h03min de 25 de março de 2026 (UTC)
== Atividade Final do Módulo 2 ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Eu fiz a atividade 2, mas não sei se ela ficou certa, porque não consegui, por exemplo, anexar o documento e tive muitos problemas na página de adicionar o vídeo, podem verificar, por favor se está tudo certo? .
[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] ([[Utilizador Discussão:Mayllon.lyggon|discussão]]) 15h03min de 29 de março de 2026 (UTC)
:@[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]], a correção de suas atividades foi finalizada. Conseguiu recuperar o certificado? Algum comentário sobre o curso? [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h06min de 29 de abril de 2026 (UTC)
== Certificado requisitado sem querer ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Sem querer requisitei o certificado, mas ainda faltam duas atividades. Peço perdão!
[[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]]) 14h55min de 29 de abril de 2026 (UTC)
:Obrigado por avisar. A correção foi interrompida. Quando finalizar o curso, solicite o certificado de novo, por favor. Bons estudos! [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h07min de 29 de abril de 2026 (UTC)
::Obrigado, Joalpe! Agora finalizei de fato o curso e solicitei de novo o certificado. Abraços! [[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]]) 15h07min de 4 de maio de 2026 (UTC)
== Finalização do curso ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Olá! Acabei de entregar a última tarefa. Gostaria de saber como posso verificar se todas as tarefas foram entregues corretamente para acompanhar quando ficará pronto o Certificado. Muito obrigada!
[[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]]) 13h28min de 15 de maio de 2026 (UTC)
:Desconsiderem a pergunta acima. Acabei de ver que eu precisava solicitar o certificado. Quando fiz isso, tive acesso a todas as tarefas feitas. Já consegui ver que tudo estava enviado certinho. Ufa! Muito obrigada. Agora é aguardar a correção. [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]]) 13h34min de 15 de maio de 2026 (UTC)
::Acabei de receber meu certificado do curso. Gostaria de agradecer demais o NeuroMat, a FAPESP e a Wikipedia. Iniciei a pouco tempo minha atuação como jornalista científica e com certeza o curso foi muito valioso nesse processo. Ele possibilitou o aprendizado de diversos aspectos que eu nem imaginava que seriam tão importantes para eu trabalhar na área. Ampliou muito minha visão e já está me ajudando a definir projetos futuros para eu implementar no Programa de Pós-Graduação onde trabalho. Muito obrigada mesmo! [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]]) 16h33min de 20 de maio de 2026 (UTC)
== Certificado para FAPESP ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
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|}
Olá. Tudo bom?
Conclui meu curso e obtive o certificado. Gostaria de saber se apenas ele já é o suficiente para eu apresentar no relatório final/pedido de renovação da bolsa de jornalismo científico da FAPESP.
Pergunto isso pois no edital é solicitado "Histórico do Curso de Introdução ao Jornalismo Científico, com as disciplinas concluídas e os conceitos obtidos pelo bolsista".
Assim como na página inicial do curso consta "Evidentemente, o certificado deve ser gerado após a finalização do curso, incluindo as tarefas. Estas serão detalhadas em anexo ao próprio certificado."
No entanto, no meu certificado não há detalhes das disciplina cursadas, tarefas concluídas ou conceitos obtidos.
Muito obrigada!
[[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]]) 18h05min de 24 de julho de 2026 (UTC)
:Olá @[[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]], as informações sobre o histórico e conteúdo das disciplinas do '''Curso de Introdução ao Jornalismo Científico''' estão disponíveis na página do programa do curso. Não são atribuídos conceitos às atividades realizadas. Abraços, [[Utilizador:AHilsenbeck (WMB)|AHilsenbeck (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:AHilsenbeck (WMB)|discussão]]) 20h49min de 10 de agosto de 2026 (UTC)
::Ah, perfeito! Muito obrigada pela resposta!! [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]]) 22h41min de 10 de agosto de 2026 (UTC)
== Problema no exercício do Módulo 2 ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Os caracteres editados na lista de artigos sobre História da Ciência, como pede o exercício do Módulo 2, não foram contabilizados. A justificativa é que as edições não foram feitas com o domínio principal, mas como é possível ver nas imagens abaixo, todas foram feitas pelo usuário Sah.fernandes, que inclusive é meu único usuário ativo no Wikiuniversidades.
[[Ficheiro:Captura de Tela 2026-07-30 às 21.30.41.png|miniaturadaimagem]]
[[Ficheiro:Captura de Tela 2026-07-30 às 21.31.15.png|miniaturadaimagem]]
[[Utilizador:Sah.fernandes|Sah.fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Sah.fernandes|discussão]]) 00h39min de 31 de julho de 2026 (UTC)
:Olá, @[[Utilizador:Sah.fernandes|Sah.fernandes]], as edições realizadas foram feitas na '''categoria''' e não no '''domínio principal''' da página, por isso não foram contabilizadas e acabaram revertidas. Para que sejam válidas, é necessário que as alterações sejam feitas diretamente no domínio principal dos artigos. [[Utilizador:AHilsenbeck (WMB)|AHilsenbeck (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:AHilsenbeck (WMB)|discussão]]) 21h01min de 10 de agosto de 2026 (UTC)
::Muito obrigada pela ajuda! Você saberia me dizer como eu faço para garantir que as alterações estejam no domínio principal e não na categoria?
::Agradeço mais uma vez! [[Utilizador:Sah.fernandes|Sah.fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Sah.fernandes|discussão]]) 15h43min de 11 de agosto de 2026 (UTC)
== Certificado de conclusão ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
ESCREVA SUA DÚVIDA AQUI.
Terminei todas atividades do curso e solicitei o certificado, contudo uma das minhas atividades ficou aperecendo como vermelha na página de acompanhamento nos módulos. Entrando na página da atividade (Módulo 5) verifiquei que a posposta foi cumprida. Como não recebei nenhuma comunicação não sei se foi um erro do sistema ou se devo fazer alguma correção. Pergunto isso porque já conclui minha bolsa e preciso há cerca de 1 mês e preciso fazer inserção no sistema do meu certificado. Assim, gostaria de saber quanto tempo levará para validação da atividade e devida emissão do certificado. Caso a atividade necessite de correções, peço pro gentileza orientações.
== Capitalismo vs Ciência ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Ciência e Filosofia
|}
Como alguém que trabalhou em um jornal de interior, cada matéria tem um valor. Assim como as ciências progridem com meio de financiamentos do governo e de empresas privadas, as matérias jornalísticas também ganham mais ou menos destaque pelo interesse econômico de cada pauta.
Talvez eu esteja adiantando um tópico, mas minha pergunta é: Como tornar um fato científico palatável para o publico iletrado e até mesmo atraente para os leitores ou espectadores?
O uso de "memes" é possível ou isso tira a seriedade do trabalho do jornalista e do cientista? --[[Especial:Contribuições/~2026-18011-45|~2026-18011-45]] ([[Utilizador Discussão:~2026-18011-45|discussão]]) 16h02min de 22 de março de 2026 (UTC)
== Postura do Jornalista frente à representantes institucionais ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Ciência e Filosofia
|}
Quando estamos entrevistando instituições, muitas vezes damos de encontro com gestores que são de uma lógica institucionalizante, e que afirmam suas premissas como regime de verdade, como por exemplo, admnistradores. Qual é um melhor caminho ou atitude para um jornalista científico nestes casos? --[[Utilizador:Henrique de Sousa Mathias|Henrique de Sousa Mathias]] ([[Utilizador Discussão:Henrique de Sousa Mathias|discussão]]) 14h57min de 29 de maio de 2026 (UTC)
== Duvida Técnica ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Ciência e Filosofia
|}
Estou enviando minhas questões. E as respostas dos quizz. Como sei que foram enviadas? Porque aparece o questionario de novo para eu responder... --[[Utilizador:Henrique de Sousa Mathias|Henrique de Sousa Mathias]] ([[Utilizador Discussão:Henrique de Sousa Mathias|discussão]]) 15h28min de 29 de maio de 2026 (UTC)
:Olá, @[[Utilizador:Henrique de Sousa Mathias|Henrique de Sousa Mathias]] o quizz é autoavaliativo, portanto não há envio formal das respostas. Após concluir, o questionário pode aparecer novamente para você refazer, mas isso não significa que suas respostas não foram registradas, trata-se apenas da forma como a atividade está configurada. [[Utilizador:AHilsenbeck (WMB)|AHilsenbeck (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:AHilsenbeck (WMB)|discussão]]) 21h43min de 10 de agosto de 2026 (UTC)
== Um texto científico jornalístico para leigos ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Ciência e Filosofia
|}
Como deve ser trabalhado um texto científico jornalístico para leigos? --[[Utilizador:Myanna15|Myanna15]] ([[Utilizador Discussão:Myanna15|discussão]]) 15h07min de 6 de agosto de 2026 (UTC)
== Jornalismo científico x ciência ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Níveis de entendimento
|}
Quais seriam as alternativas para o jornalismo científico em desmistificar o mito de que a ciência é algo rígido e imutável e de que o método científico tradicional é o único parâmetro de validação? --[[Utilizador:PabloSantana92|PabloSantana92]] ([[Utilizador Discussão:PabloSantana92|discussão]]) 13h44min de 6 de abril de 2026 (UTC)
== Resposta à desinformação ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Níveis de entendimento
|}
Vejo em minha experiência, que muito da desinformação, especialmente a que se espalha nas discussões de redes sociais, é baseada em pessoas que afirmam uma ciência "irrefutável" ou "universal", o que torna nossa aula muito importante para realidade em que vivemos, especialmente no papel do comunicador. A exemplo, postagens que perseguem a identidade de pessoa trans, em que muitos dos discursos apresentam uma "verdade irrefutável" da genética e biologia, onde existem apenas dois cromossomos. Cito este, dentre tantos exemplos, para formular a questão: como agir frente a estes discursos que evocam uma ciência única e irrefutável? Vejo que os autores que estudamos nesta aula nos trazem grandes contribuições quanto ao que cabe respondermos cientificamente, mas tem também a questão do preconceito e da perseguição de direitos em um discurso que tenta se validar em nome da ciência. --[[Utilizador:Henrique de Sousa Mathias|Henrique de Sousa Mathias]] ([[Utilizador Discussão:Henrique de Sousa Mathias|discussão]]) 15h22min de 29 de maio de 2026 (UTC)
== Metáforas ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| A metáfora científica
|}
Se as metáforas podem distorcer conceitos científicos, como o público pode saber quando uma explicação científica está realmente correta ou apenas simplificada demais? --[[Especial:Contribuições/~2026-30079-51|~2026-30079-51]] ([[Utilizador Discussão:~2026-30079-51|discussão]]) 13h17min de 20 de maio de 2026 (UTC)
== Veracidade ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação
|}
Se um estudo científico pode ser corrigido ou até retratado depois de publicado, como as pessoas podem saber em quais pesquisas confiar? --[[Especial:Contribuições/~2026-30079-51|~2026-30079-51]] ([[Utilizador Discussão:~2026-30079-51|discussão]]) 13h25min de 20 de maio de 2026 (UTC)
:Oi, @[[Utilizador:~2026-30079-51|~2026-30079-51]]. A possibilidade de revisão é exatamente o que faz da ciência algo diferente de um dogma. A ciência não promete verdades definitivas, promete um método para se aproximar do conhecimento de forma sistemática e transparente. Assim, a crítica e de certo modo a desconfiança são uma parte integral da prática científica, inclusive para as pessoas que recebem conteúdo produzido por cientistas. Dito isso: excelente pergunta! [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 21h46min de 20 de maio de 2026 (UTC)
== Ciencia e Senso Comum na Comunicação ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Metodologia e comunicação
|}
O que diferencia o conhecimento científico do senso comum? --[[Utilizador:CientistaND11|CientistaND11]] ([[Utilizador Discussão:CientistaND11|discussão]]) 15h24min de 4 de abril de 2026 (UTC)
== Dúvida na tarefa final do módulo ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Não entendi exatamente o que são os "verbetes" a serem aprimorados e editados na atividades. O link para lista de artigos sobre História da Ciência leva a uma série de conteúdos desdobrados e não ficou claro exatamente o que precisamos editar --[[Utilizador:Sah.fernandes|Sah.fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Sah.fernandes|discussão]]) 21h52min de 4 de junho de 2026 (UTC)
== Questão 4 do quiz ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
| A Técnica nas Primeiras Grandes Civilizações
|}
Acredito que a questão 4 do quiz está com o gabarito errado. A pergunta trata da aproximação do trabalho dos escrivas com o ofício do repórter ou jornalista científico de acordo com o contexto do conteúdo da aula. Ora, desta forma, a reposta deve ser o último item da questão, "Os dois são responsáveis por registrar e interpretar o conhecimento que circula entre grupos especializados e o público", mas o gabarito, ao enviarmos a resposta, considera como certo o penúltimo item, "O jornalista é uma figura passiva, enquanto o escriba detinha poder político". Acredito ser um erro, já que ao voltarmos ao conteúdo da aula, temos o excerto: "O repórter científico, nesse sentido, não é apenas alguém que divulga resultados. Sua função se aproxima da dos antigos escribas, que registravam e traduziam o saber de seu tempo para diferentes públicos", o que corrobora para a aproximação entre os papéis dos antigos escribas com o dos jornalistas científicos, os quais não têm uma função passiva, mas são mediadores do saberes da ciência e a sociedade. --[[Utilizador:Bfont9|Bfont9]] ([[Utilizador Discussão:Bfont9|discussão]]) 13h57min de 28 de abril de 2026 (UTC)
:Olá, @[[Utilizador:Bfont9|Bfont9]]. Você tem razão. Vamos ajustar. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 21h30min de 28 de abril de 2026 (UTC)
::Muito obrogado, @[[Utilizador:Joalpe|Joalpe]]! [[Utilizador:Bfont9|Bfont9]] ([[Utilizador Discussão:Bfont9|discussão]]) 15h22min de 29 de abril de 2026 (UTC)
== Como o cérebro antecipa o que vai acontecer? ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Temas Centrais da Ciência Contemporânea
| Cérebro estatístico
|}
De acordo com o texto, o cérebro utiliza experiências passadas, memória e inferências probabilísticas para prever ações e acontecimentos. Como essa ideia de “cérebro estatístico” ajuda a explicar o funcionamento do cérebro e por que esse tema pode ser considerado um exemplo da ciência contemporânea? --[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] ([[Utilizador Discussão:Mayllon.lyggon|discussão]]) 14h54min de 29 de março de 2026 (UTC)
:@[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] [https://revistapesquisa.fapesp.br/o-cerebro-estatistico/ esta matéria] talvez ajude. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h01min de 19 de agosto de 2026 (UTC)
== Como colocar audio no wikimedia ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico
|}
Olá não estou conseguindo colocar meu audio no wikimedia, não entendia se é por conta do formato do arquivo. --[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]]) 14h36min de 15 de abril de 2026 (UTC)
:Olá @[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]], qual formato de arquivo você está utilizando? O Wikimedia Commons permite para áudio mp3, ogg, entre outros. Para vídeo, mp4 não é permitido, terá que converter para webm. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h04min de 28 de abril de 2026 (UTC)
== Tabela ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico
|}
Na atividade ele fala sobre uma tabela na aula 6.5 não estou encontrando ela --[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]]) 14h40min de 15 de abril de 2026 (UTC)
:Olá @[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]], podes utilizar quaisquer podcasts de divulgação científica (nacional ou internacional). A tabela era de uma versão antiga do curso. Atualizamos as orientações da atividade. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h10min de 28 de abril de 2026 (UTC)
== Qual a tabela a ser utilizada para escolha do podicast analisado? ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico
| Podcasts e ciência
|}
A tabela a ser utilizada na atividade 6 é a que está no link de conteúdos adicionais? --[[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]]) 20h57min de 26 de abril de 2026 (UTC)
qprmdgoc8ihstgpc40xtwviyoej89b6
185442
185441
2026-08-19T17:02:33Z
Joalpe
11181
/* Dúvida na tarefa final do módulo */ Resposta
185442
wikitext
text/x-wiki
{{:Introdução ao Jornalismo Científico/header}}
{{arquivo-índice|hlist=sim|
* '''[[/Arquivo 1|1]]'''
}}
{{clear}}
{{IJC/DúvidaBotão}}
== Resistência ou Cautela? Os Limites da Inovação na Ciência ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Ciência e Filosofia
|}
Em que medida a resistência da comunidade científica a ideias inovadoras — como ocorreu com Boltzmann — é um obstáculo ao progresso da ciência, e em que medida ela funciona como um mecanismo necessário de proteção contra erros e fraudes? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 17h43min de 29 de maio de 2025 (UTC)
== Metáforas científicas no jornalismo: esse recurso de aproximação pode causar distorção conceitual? ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| A metáfora científica
|}
No exercício cotidiano de tornar a ciência acessível ao grande público, são utilizadas metáforas como “pêndulo político” ou “buraco negro fiscal”. Esses recursos linguísticos ajudam a traduzir conceitos complexos de forma envolvente — mas até que ponto esse uso facilita a compreensão, e quando passa a reforçar interpretações equivocadas ou pré-concepções sobre o significado científico original dos termos?
Como equilibrar clareza comunicacional e rigor conceitual no uso de metáforas cientificamente inspiradas no discurso jornalístico? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 19h11min de 29 de maio de 2025 (UTC)
== sobre tarefa final ==
{| class="wikitable"
! Módulo
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| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Gostaria de saber como faço para visualizar as tarefas que realizei. Além disso, a tarefa do módulo 2 foi realizada, mas infelizmente o Wikipédia entendeu que era spam e me bloqueou. Não sei exatamente o que fiz de errado. Por conta disso, não consigo mais editar página alguma. [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 13h08min de 6 de novembro de 2025 (UTC)
== Não estou conseguindo finalizar o curso ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
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|}
Boa tarde, eu não estou conseguindo finalizar o curso. Não consigo ver as minhas atividades que foram entregues. Alguém consegue me ajudar? [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 17h08min de 12 de novembro de 2025 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]], pode usar [[Introdução ao Jornalismo Científico/Verificação de atividades/Camargo.fmc|essa página]] para verificar as suas atividades realizadas. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h04min de 4 de março de 2026 (UTC)
== Peters (2013) ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Metodologia e comunicação
|}
Aponto que no texto da aula, não foi citado Peters (2013) diretamente, mas, sim, Oliveira e Mendonça (2025). E houve uma pergunta no quiz sobre uma citação direta de Peters (2013), apenas pontuando para que não haja confusões para outros alunos...Ainda que no contexto geral da pergunta fique clara a resposta. --[[Utilizador:Maria Clara Rodriguez Sosa|Maria Clara Rodriguez Sosa]] ([[Utilizador Discussão:Maria Clara Rodriguez Sosa|discussão]]) 14h05min de 3 de dezembro de 2025 (UTC)
== Acompanhamento tarefa final ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Por favor, não entendi como verificar se atingi 15 mil caracteres de edição para completar a tarefa. Alguém pode me ajudar com um passo a passo? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 22h37min de 9 de dezembro de 2025 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Lyxavier&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia, basta ver o número em verde escuro, que é o número de bytes=caracteres adicionados a cada edição. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h57min de 4 de março de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], agora na ferramenta no toolforge é possível verificar a contagem de caracteres. Logue em [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] e [https://ijc.toolforge.org/wikipedia_edit_count acesse esse link]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 18h59min de 24 de março de 2026 (UTC)
== Dúvida sobre contagem de caracteres - Módulo 2 ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Boa tarde! Estou realizando a tarefa do módulo 2 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico e fiquei com um pouco de dúvida sobre por onde, eu realmente vejo a contagem de caracteres. Outra dúvida é, todas as edições feitos por mim são contabilizadas? --[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]]) 15h42min de 15 de janeiro de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]], veja [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Maria_Ang%C3%A9lica_Santos&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia. Toda edição não-revertida e com referências válidas será contabilizada, seguindo o padrão da wikipédia, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h59min de 4 de março de 2026 (UTC)
== Como de fato conseguir permissao para editar na wikipedia ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Estou tentando fazer essa tarefa e toda vez barram minhas edições, mesmo colocando fontes de referencia e fazendo apenas traduções de outras wikis. --[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]]) 18h40min de 13 de fevereiro de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antonia_L%C3%B3pez_Gonz%C3%A1lez&diff=prev&oldid=71552839 na sua edição realizada], não há referências embasando o texto inserido. Lembre-se de usar referências. E também de não remover conteúdo original sem motivo. Sugiro reler as [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h01min de 4 de março de 2026 (UTC)
== Cumprir tarefa ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
para a tarefa deste módulo posso criar um verbete ao invés de atualizar os já existentes? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 21h01min de 18 de fevereiro de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], pode sim! Normalmente criar um verbete normalmente é mais difícil do que editar um verbete já existente, mas se você vai cumprir as políticas da Wikipédia, vá em frente. Caso o artigo seja eliminado, as edições não poderão mais ser visualizadas pela equipe do curso. Então, recomendo se assegurar de que o verbete está bem referenciado, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h03min de 4 de março de 2026 (UTC)
== CERTIFICADO JORNALISMO CIENTÍFICO ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Olá. Há cerca de dois meses, solicitei a emissão do meu certificado de conclusão do curso de Jornalismo Científico, mas ainda não obtive retorno. Anteriormente, já havia feito uma solicitação e, de forma rápida, fui orientado a adequar a tarefa final de um dos módulos. Realizei as correções indicadas e, em seguida, encaminhei um novo pedido de certificado. No entanto, desde então, o processo tem levado mais tempo do que o esperado. Gostaria, se possível, de verificar o que pode estar ocasionando essa demora. Ressalto que preciso do certificado para inseri-lo em um relatório de bolsa de pesquisa da FAPESP, o que torna a agilidade neste momento especialmente importante. Agradeço desde já pela atenção e fico no aguardo de um retorno..
[[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]] ([[Utilizador Discussão:Marco Vinicius Ropelli|discussão]]) 16h34min de 20 de março de 2026 (UTC)
:Oi, @[[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]]. A correção demora pelo menos três meses a partir da data de solicitação. Verifique se todas as tarefas foram feitas adequadamente, para agilizar o processo. Bons estudos. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h03min de 25 de março de 2026 (UTC)
== Atividade Final do Módulo 2 ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Eu fiz a atividade 2, mas não sei se ela ficou certa, porque não consegui, por exemplo, anexar o documento e tive muitos problemas na página de adicionar o vídeo, podem verificar, por favor se está tudo certo? .
[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] ([[Utilizador Discussão:Mayllon.lyggon|discussão]]) 15h03min de 29 de março de 2026 (UTC)
:@[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]], a correção de suas atividades foi finalizada. Conseguiu recuperar o certificado? Algum comentário sobre o curso? [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h06min de 29 de abril de 2026 (UTC)
== Certificado requisitado sem querer ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Sem querer requisitei o certificado, mas ainda faltam duas atividades. Peço perdão!
[[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]]) 14h55min de 29 de abril de 2026 (UTC)
:Obrigado por avisar. A correção foi interrompida. Quando finalizar o curso, solicite o certificado de novo, por favor. Bons estudos! [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h07min de 29 de abril de 2026 (UTC)
::Obrigado, Joalpe! Agora finalizei de fato o curso e solicitei de novo o certificado. Abraços! [[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]]) 15h07min de 4 de maio de 2026 (UTC)
== Finalização do curso ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Olá! Acabei de entregar a última tarefa. Gostaria de saber como posso verificar se todas as tarefas foram entregues corretamente para acompanhar quando ficará pronto o Certificado. Muito obrigada!
[[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]]) 13h28min de 15 de maio de 2026 (UTC)
:Desconsiderem a pergunta acima. Acabei de ver que eu precisava solicitar o certificado. Quando fiz isso, tive acesso a todas as tarefas feitas. Já consegui ver que tudo estava enviado certinho. Ufa! Muito obrigada. Agora é aguardar a correção. [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]]) 13h34min de 15 de maio de 2026 (UTC)
::Acabei de receber meu certificado do curso. Gostaria de agradecer demais o NeuroMat, a FAPESP e a Wikipedia. Iniciei a pouco tempo minha atuação como jornalista científica e com certeza o curso foi muito valioso nesse processo. Ele possibilitou o aprendizado de diversos aspectos que eu nem imaginava que seriam tão importantes para eu trabalhar na área. Ampliou muito minha visão e já está me ajudando a definir projetos futuros para eu implementar no Programa de Pós-Graduação onde trabalho. Muito obrigada mesmo! [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]]) 16h33min de 20 de maio de 2026 (UTC)
== Certificado para FAPESP ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
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|}
Olá. Tudo bom?
Conclui meu curso e obtive o certificado. Gostaria de saber se apenas ele já é o suficiente para eu apresentar no relatório final/pedido de renovação da bolsa de jornalismo científico da FAPESP.
Pergunto isso pois no edital é solicitado "Histórico do Curso de Introdução ao Jornalismo Científico, com as disciplinas concluídas e os conceitos obtidos pelo bolsista".
Assim como na página inicial do curso consta "Evidentemente, o certificado deve ser gerado após a finalização do curso, incluindo as tarefas. Estas serão detalhadas em anexo ao próprio certificado."
No entanto, no meu certificado não há detalhes das disciplina cursadas, tarefas concluídas ou conceitos obtidos.
Muito obrigada!
[[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]]) 18h05min de 24 de julho de 2026 (UTC)
:Olá @[[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]], as informações sobre o histórico e conteúdo das disciplinas do '''Curso de Introdução ao Jornalismo Científico''' estão disponíveis na página do programa do curso. Não são atribuídos conceitos às atividades realizadas. Abraços, [[Utilizador:AHilsenbeck (WMB)|AHilsenbeck (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:AHilsenbeck (WMB)|discussão]]) 20h49min de 10 de agosto de 2026 (UTC)
::Ah, perfeito! Muito obrigada pela resposta!! [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]]) 22h41min de 10 de agosto de 2026 (UTC)
== Problema no exercício do Módulo 2 ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Os caracteres editados na lista de artigos sobre História da Ciência, como pede o exercício do Módulo 2, não foram contabilizados. A justificativa é que as edições não foram feitas com o domínio principal, mas como é possível ver nas imagens abaixo, todas foram feitas pelo usuário Sah.fernandes, que inclusive é meu único usuário ativo no Wikiuniversidades.
[[Ficheiro:Captura de Tela 2026-07-30 às 21.30.41.png|miniaturadaimagem]]
[[Ficheiro:Captura de Tela 2026-07-30 às 21.31.15.png|miniaturadaimagem]]
[[Utilizador:Sah.fernandes|Sah.fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Sah.fernandes|discussão]]) 00h39min de 31 de julho de 2026 (UTC)
:Olá, @[[Utilizador:Sah.fernandes|Sah.fernandes]], as edições realizadas foram feitas na '''categoria''' e não no '''domínio principal''' da página, por isso não foram contabilizadas e acabaram revertidas. Para que sejam válidas, é necessário que as alterações sejam feitas diretamente no domínio principal dos artigos. [[Utilizador:AHilsenbeck (WMB)|AHilsenbeck (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:AHilsenbeck (WMB)|discussão]]) 21h01min de 10 de agosto de 2026 (UTC)
::Muito obrigada pela ajuda! Você saberia me dizer como eu faço para garantir que as alterações estejam no domínio principal e não na categoria?
::Agradeço mais uma vez! [[Utilizador:Sah.fernandes|Sah.fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Sah.fernandes|discussão]]) 15h43min de 11 de agosto de 2026 (UTC)
== Certificado de conclusão ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
ESCREVA SUA DÚVIDA AQUI.
Terminei todas atividades do curso e solicitei o certificado, contudo uma das minhas atividades ficou aperecendo como vermelha na página de acompanhamento nos módulos. Entrando na página da atividade (Módulo 5) verifiquei que a posposta foi cumprida. Como não recebei nenhuma comunicação não sei se foi um erro do sistema ou se devo fazer alguma correção. Pergunto isso porque já conclui minha bolsa e preciso há cerca de 1 mês e preciso fazer inserção no sistema do meu certificado. Assim, gostaria de saber quanto tempo levará para validação da atividade e devida emissão do certificado. Caso a atividade necessite de correções, peço pro gentileza orientações.
== Capitalismo vs Ciência ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Ciência e Filosofia
|}
Como alguém que trabalhou em um jornal de interior, cada matéria tem um valor. Assim como as ciências progridem com meio de financiamentos do governo e de empresas privadas, as matérias jornalísticas também ganham mais ou menos destaque pelo interesse econômico de cada pauta.
Talvez eu esteja adiantando um tópico, mas minha pergunta é: Como tornar um fato científico palatável para o publico iletrado e até mesmo atraente para os leitores ou espectadores?
O uso de "memes" é possível ou isso tira a seriedade do trabalho do jornalista e do cientista? --[[Especial:Contribuições/~2026-18011-45|~2026-18011-45]] ([[Utilizador Discussão:~2026-18011-45|discussão]]) 16h02min de 22 de março de 2026 (UTC)
== Postura do Jornalista frente à representantes institucionais ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Ciência e Filosofia
|}
Quando estamos entrevistando instituições, muitas vezes damos de encontro com gestores que são de uma lógica institucionalizante, e que afirmam suas premissas como regime de verdade, como por exemplo, admnistradores. Qual é um melhor caminho ou atitude para um jornalista científico nestes casos? --[[Utilizador:Henrique de Sousa Mathias|Henrique de Sousa Mathias]] ([[Utilizador Discussão:Henrique de Sousa Mathias|discussão]]) 14h57min de 29 de maio de 2026 (UTC)
== Duvida Técnica ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Ciência e Filosofia
|}
Estou enviando minhas questões. E as respostas dos quizz. Como sei que foram enviadas? Porque aparece o questionario de novo para eu responder... --[[Utilizador:Henrique de Sousa Mathias|Henrique de Sousa Mathias]] ([[Utilizador Discussão:Henrique de Sousa Mathias|discussão]]) 15h28min de 29 de maio de 2026 (UTC)
:Olá, @[[Utilizador:Henrique de Sousa Mathias|Henrique de Sousa Mathias]] o quizz é autoavaliativo, portanto não há envio formal das respostas. Após concluir, o questionário pode aparecer novamente para você refazer, mas isso não significa que suas respostas não foram registradas, trata-se apenas da forma como a atividade está configurada. [[Utilizador:AHilsenbeck (WMB)|AHilsenbeck (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:AHilsenbeck (WMB)|discussão]]) 21h43min de 10 de agosto de 2026 (UTC)
== Um texto científico jornalístico para leigos ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Ciência e Filosofia
|}
Como deve ser trabalhado um texto científico jornalístico para leigos? --[[Utilizador:Myanna15|Myanna15]] ([[Utilizador Discussão:Myanna15|discussão]]) 15h07min de 6 de agosto de 2026 (UTC)
== Jornalismo científico x ciência ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Níveis de entendimento
|}
Quais seriam as alternativas para o jornalismo científico em desmistificar o mito de que a ciência é algo rígido e imutável e de que o método científico tradicional é o único parâmetro de validação? --[[Utilizador:PabloSantana92|PabloSantana92]] ([[Utilizador Discussão:PabloSantana92|discussão]]) 13h44min de 6 de abril de 2026 (UTC)
== Resposta à desinformação ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Níveis de entendimento
|}
Vejo em minha experiência, que muito da desinformação, especialmente a que se espalha nas discussões de redes sociais, é baseada em pessoas que afirmam uma ciência "irrefutável" ou "universal", o que torna nossa aula muito importante para realidade em que vivemos, especialmente no papel do comunicador. A exemplo, postagens que perseguem a identidade de pessoa trans, em que muitos dos discursos apresentam uma "verdade irrefutável" da genética e biologia, onde existem apenas dois cromossomos. Cito este, dentre tantos exemplos, para formular a questão: como agir frente a estes discursos que evocam uma ciência única e irrefutável? Vejo que os autores que estudamos nesta aula nos trazem grandes contribuições quanto ao que cabe respondermos cientificamente, mas tem também a questão do preconceito e da perseguição de direitos em um discurso que tenta se validar em nome da ciência. --[[Utilizador:Henrique de Sousa Mathias|Henrique de Sousa Mathias]] ([[Utilizador Discussão:Henrique de Sousa Mathias|discussão]]) 15h22min de 29 de maio de 2026 (UTC)
== Metáforas ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| A metáfora científica
|}
Se as metáforas podem distorcer conceitos científicos, como o público pode saber quando uma explicação científica está realmente correta ou apenas simplificada demais? --[[Especial:Contribuições/~2026-30079-51|~2026-30079-51]] ([[Utilizador Discussão:~2026-30079-51|discussão]]) 13h17min de 20 de maio de 2026 (UTC)
== Veracidade ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação
|}
Se um estudo científico pode ser corrigido ou até retratado depois de publicado, como as pessoas podem saber em quais pesquisas confiar? --[[Especial:Contribuições/~2026-30079-51|~2026-30079-51]] ([[Utilizador Discussão:~2026-30079-51|discussão]]) 13h25min de 20 de maio de 2026 (UTC)
:Oi, @[[Utilizador:~2026-30079-51|~2026-30079-51]]. A possibilidade de revisão é exatamente o que faz da ciência algo diferente de um dogma. A ciência não promete verdades definitivas, promete um método para se aproximar do conhecimento de forma sistemática e transparente. Assim, a crítica e de certo modo a desconfiança são uma parte integral da prática científica, inclusive para as pessoas que recebem conteúdo produzido por cientistas. Dito isso: excelente pergunta! [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 21h46min de 20 de maio de 2026 (UTC)
== Ciencia e Senso Comum na Comunicação ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Metodologia e comunicação
|}
O que diferencia o conhecimento científico do senso comum? --[[Utilizador:CientistaND11|CientistaND11]] ([[Utilizador Discussão:CientistaND11|discussão]]) 15h24min de 4 de abril de 2026 (UTC)
== Dúvida na tarefa final do módulo ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Não entendi exatamente o que são os "verbetes" a serem aprimorados e editados na atividades. O link para lista de artigos sobre História da Ciência leva a uma série de conteúdos desdobrados e não ficou claro exatamente o que precisamos editar --[[Utilizador:Sah.fernandes|Sah.fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Sah.fernandes|discussão]]) 21h52min de 4 de junho de 2026 (UTC)
:@[[Utilizador:Sah.fernandes|Sah.fernandes]], é só escolher um ou mais artigos da Wikipédia e aprimorá-los, desenvolvê-los etc. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h02min de 19 de agosto de 2026 (UTC)
== Questão 4 do quiz ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
| A Técnica nas Primeiras Grandes Civilizações
|}
Acredito que a questão 4 do quiz está com o gabarito errado. A pergunta trata da aproximação do trabalho dos escrivas com o ofício do repórter ou jornalista científico de acordo com o contexto do conteúdo da aula. Ora, desta forma, a reposta deve ser o último item da questão, "Os dois são responsáveis por registrar e interpretar o conhecimento que circula entre grupos especializados e o público", mas o gabarito, ao enviarmos a resposta, considera como certo o penúltimo item, "O jornalista é uma figura passiva, enquanto o escriba detinha poder político". Acredito ser um erro, já que ao voltarmos ao conteúdo da aula, temos o excerto: "O repórter científico, nesse sentido, não é apenas alguém que divulga resultados. Sua função se aproxima da dos antigos escribas, que registravam e traduziam o saber de seu tempo para diferentes públicos", o que corrobora para a aproximação entre os papéis dos antigos escribas com o dos jornalistas científicos, os quais não têm uma função passiva, mas são mediadores do saberes da ciência e a sociedade. --[[Utilizador:Bfont9|Bfont9]] ([[Utilizador Discussão:Bfont9|discussão]]) 13h57min de 28 de abril de 2026 (UTC)
:Olá, @[[Utilizador:Bfont9|Bfont9]]. Você tem razão. Vamos ajustar. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 21h30min de 28 de abril de 2026 (UTC)
::Muito obrogado, @[[Utilizador:Joalpe|Joalpe]]! [[Utilizador:Bfont9|Bfont9]] ([[Utilizador Discussão:Bfont9|discussão]]) 15h22min de 29 de abril de 2026 (UTC)
== Como o cérebro antecipa o que vai acontecer? ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Temas Centrais da Ciência Contemporânea
| Cérebro estatístico
|}
De acordo com o texto, o cérebro utiliza experiências passadas, memória e inferências probabilísticas para prever ações e acontecimentos. Como essa ideia de “cérebro estatístico” ajuda a explicar o funcionamento do cérebro e por que esse tema pode ser considerado um exemplo da ciência contemporânea? --[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] ([[Utilizador Discussão:Mayllon.lyggon|discussão]]) 14h54min de 29 de março de 2026 (UTC)
:@[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] [https://revistapesquisa.fapesp.br/o-cerebro-estatistico/ esta matéria] talvez ajude. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h01min de 19 de agosto de 2026 (UTC)
== Como colocar audio no wikimedia ==
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Olá não estou conseguindo colocar meu audio no wikimedia, não entendia se é por conta do formato do arquivo. --[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]]) 14h36min de 15 de abril de 2026 (UTC)
:Olá @[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]], qual formato de arquivo você está utilizando? O Wikimedia Commons permite para áudio mp3, ogg, entre outros. Para vídeo, mp4 não é permitido, terá que converter para webm. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h04min de 28 de abril de 2026 (UTC)
== Tabela ==
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Na atividade ele fala sobre uma tabela na aula 6.5 não estou encontrando ela --[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]]) 14h40min de 15 de abril de 2026 (UTC)
:Olá @[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]], podes utilizar quaisquer podcasts de divulgação científica (nacional ou internacional). A tabela era de uma versão antiga do curso. Atualizamos as orientações da atividade. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h10min de 28 de abril de 2026 (UTC)
== Qual a tabela a ser utilizada para escolha do podicast analisado? ==
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A tabela a ser utilizada na atividade 6 é a que está no link de conteúdos adicionais? --[[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]]) 20h57min de 26 de abril de 2026 (UTC)
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== IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão ==
O IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão é uma associação cultural sem fins lucrativos idealizada para atuar como braço institucional, artístico, educacional e de preservação patrimonial da tradicional Banda Sinfônica de Cubatão, conjunto histórico fundado a partir do movimento musical iniciado pelo Maestro Roberto Farias na década de 1970.
Sua proposta é reunir, organizar e profissionalizar ações ligadas à música sinfônica para sopros e percussão, promovendo:
temporadas oficiais de concertos;
formação musical e artística;
festivais, simpósios e seminários;
intercâmbios nacionais e internacionais;
preservação da memória musical de Cubatão;
pesquisas musicológicas;
produção de espetáculos;
apoio à participação da Banda Sinfônica de Cubatão em eventos como a WASBE Conference Rio 2026;
desenvolvimento de projetos via leis de incentivo e parcerias públicas e privadas.
Dentro da concepção institucional desenvolvida pelo Maestro Roberto Farias, o IC-BASIC funciona como o eixo artístico e administrativo da atividade sinfônica cubatense, enquanto o MUSICAD Seminário Permanente de Regência atua mais fortemente no campo acadêmico e pedagógico da regência e da formação superior em música.
O instituto também nasce com a missão de:
defender a continuidade histórica da Banda Sinfônica de Cubatão;
fortalecer sua autonomia institucional após a perda da tutela pública municipal;
ampliar a valorização da banda como patrimônio cultural imaterial;
criar mecanismos permanentes de sustentabilidade artística e financeira.
Entre as áreas previstas para atuação do IC-BASIC destacam-se:
Banda Sinfônica;
Música de Câmara;
Música Antiga;
Pesquisa e Acervo;
Formação de Regentes e Compositores;
Laboratório de Composição e Transcrição;
Produção Cultural;
Ações Educacionais e Comunitárias.
A identidade do instituto busca unir:
excelência artística;
valorização da tradição bandística brasileira;
inovação estética;
inserção internacional;
impacto cultural e social em Cubatão e região.
A própria Banda Sinfônica de Cubatão possui reconhecimento histórico e cultural na cidade, tendo surgido do trabalho iniciado pelo Maestro Roberto Farias no antigo movimento da Banda Municipal Afonso Schmidt. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h06min de 12 de maio de 2026 (UTC)
:A Banda Sinfonica realizou aonlongos dos anos um extraordinário trabalho social com formação de importantes educadores oriundos da Escola de Musica da Banda , o Projeto BEC formou e garantiu a continuidade de músicos inclusive formando educadores que estão espalhados por todo o Brasil .. Viva a Banda Sinfonica de Cubatão [[Especial:Contribuições/~2026-30137-99|~2026-30137-99]] ([[Utilizador Discussão:~2026-30137-99|discussão]]) 16h44min de 19 de maio de 2026 (UTC)
::Sim, nobre Professor! A nossa missão é a preservação e a valorização desse legado que certamente terá reflexos nas futuras gerações. Sigamos perseverantes! [[Especial:Contribuições/~2026-30072-04|~2026-30072-04]] ([[Utilizador Discussão:~2026-30072-04|discussão]]) 16h48min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== MUSICAD - Seminário Permanente de Regência ==
O MUSICAD – Seminário Permanente de Regência é uma associação cultural e acadêmica idealizada e dirigida pelo maestro Roberto Farias, voltada à formação, pesquisa e difusão da arte da regência musical, com ênfase especial na regência de bandas sinfônicas, conjuntos de sopros e percussão, orquestras e práticas interpretativas contemporâneas.
A instituição é concebida como um espaço permanente de:
formação de maestros e regentes;
cursos de extensão e pós-graduação lato sensu;
masterclasses, simpósios e seminários;
pesquisa em análise musical, instrumentação e transcrição;
intercâmbio acadêmico e artístico;
produção de repertório brasileiro para banda sinfônica;
reflexão estética, filosófica e pedagógica sobre a regência.
Entre os princípios centrais do MUSICAD destacam-se:
a valorização da excelência artística;
a profissionalização da prática de banda sinfônica;
o incentivo à música brasileira contemporânea;
a integração entre tradição e inovação;
a aproximação entre prática artística e pesquisa acadêmica.
O projeto frequentemente adota a identidade institucional:
“MUSICAD – A excelência na arte da regência”
e mantém forte diálogo com universidades, festivais, instituições culturais e projetos de formação musical.
O MUSICAD também aparece associado a iniciativas como:
cursos de regência;
laboratórios de composição e transcrição;
projetos acadêmicos em parceria com instituições de ensino superior;
simpósios e congressos de música;
ações ligadas à Banda Sinfônica de Cubatão e ao IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
Dentro de sua proposta filosófica e artística, o MUSICAD entende a regência não apenas como técnica gestual, mas como uma forma de liderança artística, pensamento musical e construção humana coletiva. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h10min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== FRASES DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ÂMBITO DO MUSICAD ==
Algumas frases institucionais e conceituais atribuíveis ao pensamento artístico-pedagógico do Maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“Reger é a arte de induzir.”
“A técnica conduz o gesto; a consciência musical conduz a arte.”
“O regente não produz o som: ele desperta consciências sonoras.”
“A verdadeira autoridade do regente nasce do conhecimento e da escuta.”
“Toda grande interpretação começa no silêncio interior.”
“A regência é o encontro entre pensamento, emoção e organização sonora.”
“O gesto deve ser claro ao olhar e inevitável ao ouvido.”
“A excelência na arte da regência exige disciplina intelectual e sensibilidade humana.”
“A batuta não simboliza poder; simboliza responsabilidade artística.”
“A música coletiva é a mais elevada experiência de convivência humana.”
“Uma banda sinfônica não é apenas um conjunto instrumental — é um organismo cultural.”
“O regente educa quando ensaia e inspira quando interpreta.”
“A tradição não deve aprisionar a arte, mas servir de fundamento para sua evolução.”
“Toda leitura musical deve transformar-se em experiência estética.”
“O ensaio é o laboratório da interpretação.”
“A formação do regente deve unir técnica, filosofia, história e consciência estética.”
“Não há grande performance sem profundo respeito ao compositor.”
“A arte da regência consiste em transformar múltiplas individualidades em uma única intenção musical.”
“A música de banda possui grandeza estética própria e identidade artística autônoma.”
“O MUSICAD nasce do compromisso com a excelência, a reflexão e a valorização da regência.”
Frases institucionais mais voltadas à identidade do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“MUSICAD — A excelência na arte da regência.”
“Formando pensamento artístico para o futuro da música.”
“Tradição, conhecimento e excelência em regência.”
“Regência como ciência, arte e consciência.”
“Um espaço permanente de reflexão sobre a arte de reger.”
“Onde a técnica encontra a estética.”
“A formação do regente além da batuta.”
“MUSICAD — excelência acadêmica e sensibilidade artística.”
E frases mais filosóficas:
“O regente é, antes de tudo, um mediador de sensibilidades.”
“Toda música possui uma arquitetura invisível que o regente deve revelar.”
“A interpretação não é imposição da vontade, mas construção de sentido.”
“A arte de reger exige equilíbrio entre racionalidade e intuição.”
“Uma grande execução musical acontece quando a técnica deixa de ser percebida e resta apenas a arte.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h13min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== REGER É A ARTE DE INDUZIR ==
“Regência é a arte de induzir.”
— Roberto Farias
Na visão do Maestro Roberto Farias, o ato de reger transcende a simples marcação métrica ou coordenação técnica de uma execução musical. O regente não “impõe” mecanicamente a música; ele induz artisticamente a realização sonora através de gestos, intenção, conhecimento estético, liderança humana e capacidade de inspirar.
A “indução” na regência manifesta-se em diferentes dimensões:
Indução sonora — o gesto conduz a qualidade do som, a articulação, a dinâmica e a expressividade;
Indução psicológica — o regente desperta confiança, concentração e envolvimento emocional dos músicos;
Indução estética — orienta a compreensão estilística da obra e sua arquitetura musical;
Indução coletiva — transforma indivíduos em organismo artístico único;
Indução filosófica — conduz o intérprete à compreensão do sentido humano e espiritual da música.
Segundo essa concepção, o verdadeiro regente não é apenas um “marcador de compassos”, mas um catalisador de energias artísticas. Sua autoridade nasce menos da imposição e mais da capacidade de convencer musicalmente através da inteligência interpretativa, da clareza gestual e da profundidade artística.
A frase também dialoga com a visão pedagógica frequentemente associada ao MUSICAD — Seminário Permanente de Regência, no qual a formação do regente envolve:
técnica;
análise musical;
psicologia da liderança;
filosofia da arte;
comunicação verbal e não verbal;
consciência estética e humanística.
Em síntese, para o Maestro Roberto Farias, reger é:
“Induzir músicos a transformar símbolo em emoção, organização sonora em arte e execução coletiva em experiência estética.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h17min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== PROPOSTA DE DESMILITARIZAÇÃO DAS BANDAS ESTUDANTIS ==
Proposta de “Desmilitarização” das Bandas Estudantis
Uma visão do Maestro Roberto Farias
A proposta de “desmilitarização” das bandas estudantis, defendida pelo Maestro Roberto Farias, não significa a negação da disciplina, da organização ou da tradição histórica das bandas. Trata-se, antes, de uma redefinição estética, pedagógica e artística dessas formações, aproximando-as do universo da performance musical contemporânea e da expressão cultural.
Segundo essa visão, as bandas estudantis brasileiras, historicamente influenciadas pelo modelo militar — sobretudo nos concursos e desfiles cívicos — passaram, nas últimas décadas, por profundas transformações musicais. O repertório deixou de restringir-se às marchas militares e dobrados tradicionais, incorporando obras sinfônicas, trilhas cinematográficas, música popular elaborada, repertório contemporâneo e composições originais para sopros e percussão.
Com essa mudança de linguagem musical, torna-se inadequado manter modelos excessivamente rígidos de movimentação, postura e avaliação estética baseados exclusivamente na lógica militar.
Principais fundamentos da proposta
1. Valorização da Arte acima da Rigidez Marcial
A banda estudantil deve ser compreendida prioritariamente como organismo artístico e educacional, e não como extensão de estruturas paramilitares.
A música passa a ocupar o centro da apresentação, substituindo o excesso de formalismo coreográfico.
2. Ampliação do Repertório
As novas exigências musicais incluem:
mudanças constantes de andamento;
métricas complexas (5/8, 7/8, 9/8 etc.);
fermatas e suspensões;
contrastes expressivos;
recursos cênicos e performáticos.
Esses elementos tornam incompatível a manutenção de uma movimentação rígida baseada exclusivamente na marcha militar tradicional.
3. Banda como Espetáculo Artístico
A apresentação deve assumir caráter de espetáculo musical, integrando:
interpretação artística;
expressão corporal;
teatralidade;
iluminação;
identidade visual contemporânea;
interação com o público.
A banda deixa de ser apenas “corpo de desfile” para tornar-se agente cultural.
4. Formação Humana e Sensível
A proposta busca substituir modelos excessivamente autoritários por práticas pedagógicas mais:
criativas;
colaborativas;
inclusivas;
musicalmente conscientes.
A disciplina continua existindo, mas vinculada ao compromisso artístico coletivo e não ao temor hierárquico.
5. Aproximação do Modelo de Banda Sinfônica
Roberto Farias propõe que as bandas estudantis se aproximem conceitualmente das bandas sinfônicas modernas, valorizando:
qualidade sonora;
refinamento interpretativo;
afinação;
equilíbrio tímbrico;
compreensão estética da obra.
Impactos Esperados
A proposta visa:
modernizar o movimento de bandas;
estimular maior interesse dos jovens;
elevar o nível artístico das corporações;
aproximar as bandas do ambiente cultural e acadêmico;
fortalecer a identidade musical brasileira para sopros e percussão.
Síntese Conceitual
“A banda estudantil do século XXI deve formar artistas, não apenas marchadores.
Disciplina e excelência continuam essenciais, mas agora subordinadas à expressão artística e à comunicação musical.”
— Roberto Farias [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h21min de 12 de maio de 2026 (UTC)
:Cresce de importante, em tempos atuais, o olhar artístico sobre as bandas juvenis (estudantis). Obviamente que, como dito pelo Maestro, não há uma necessidade de abandono de repertórios clássicos como Dobrados (que aliás são a marca histórica de nossas bandas). Almeja-se, por outro lado, como muito é reforçado pelo MUSICAD, que tenhamos um olhar mais aprofundado par a arte da regência e as funções amplas que o regente assume no século XXI, principalmente como formador cultural/educador musical dos participantes de bandas juvenis. O aspecto militar da disciplina se impõe para os músicos de forma orgânica se o fazer artístico for realmente enriquecedor, afinal quem não quer apresentar uma música com grau de dificuldade mais elaborado e ser desafiado a fazer o que parece muito difícil musicalmente. O prazer em alcançar o resultado artístico de alta qualidade (dentro do nível de maturidade musical em que se está) é algo surpreendente tanto para o regente, quanto para os músicos executantes. Voltando aos Dobrados, por que eles não podem ser tratados para além do aspecto funcional (conduzir a marcha), passando a administrá-los musical por outro ponto de vista. Há Dobrados que carregam em si a complexidade de obras de grande vulto estético. Isso sim, deveria ser elaborado no processo de educação musical das bandas juvenis. [[Utilizador:Tiago Teixeira Ferreira|Tiago Teixeira Ferreira]] ([[Utilizador Discussão:Tiago Teixeira Ferreira|discussão]]) 12h09min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== ROBERTO FARIAS: UM STRAVINSKYANO CONVICTO ==
O Maestro Roberto Farias: um Stravinskyano convicto
Roberto Farias pode ser definido como um ''“stravinskyano convicto”'' sobretudo pela maneira como compreende a banda sinfônica como organismo moderno, rítmico, plástico e intelectualmente ativo — muito próximo da estética de Igor Stravinsky.
Essa aproximação manifesta-se em diversos aspectos de seu pensamento artístico:
valorização do ritmo como força estruturante da música;
interesse por métricas assimétricas e pulsação irregular;
defesa da clareza arquitetônica da interpretação;
recusa do sentimentalismo excessivo;
compreensão da regência como indução energética e não mera marcação métrica;
visão da banda sinfônica como laboratório contemporâneo de timbres.
A afinidade com Stravinsky aparece especialmente na defesa que o Maestro Roberto Farias faz da modernização estética das bandas estudantis e sinfônicas. Sua proposta de “desmilitarização” das bandas aproxima-se diretamente da ruptura stravinskyana com modelos rígidos e mecanizados do fazer musical. Ao admitir repertórios com compassos 5/8, 7/8, alternâncias agógicas, fermatas e caráter cênico-espetacular, ele desloca a banda do universo exclusivamente marcial para uma dimensão artística mais sofisticada e teatral — algo profundamente coerente com obras como:
Symphonies of Wind Instruments
The Rite of Spring
L'Histoire du soldat
Há também uma afinidade filosófica. Stravinsky defendia disciplina intelectual, precisão e objetividade sonora. Roberto Farias frequentemente trata a regência não como exibição emocional, mas como organização consciente da energia musical coletiva. Sua máxima:
“Reger é a arte de induzir”
dialoga fortemente com a concepção stravinskyana do regente como organizador de tensões, planos sonoros e impulsos rítmicos.
Além disso, o interesse do Maestro Roberto Farias por:
análise estrutural;
instrumentação para sopros;
repertório contemporâneo;
transparência tímbrica;
construção de identidade moderna para bandas sinfônicas,
aproxima-o muito mais da linhagem Stravinsky–Hindemith–Holst do que da tradição romântica tardia baseada apenas em expansão emocional.
Pode-se dizer, portanto, que o “stravinskyanismo” de Roberto Farias não é mera preferência repertorial, mas uma postura estética e pedagógica:
a defesa da banda sinfônica como espaço de modernidade artística, sofisticação rítmica e inteligência sonora. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h25min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== O Triangulo, o instrumento mais importante da Orquestra ==
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao 1º violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
O impacto da afirmação do Maestro Roberto Farias reside justamente na quebra de uma hierarquia tradicionalmente cristalizada no imaginário musical. Ao declarar que “o instrumento mais importante da orquestra é o triângulo”, ele não diminui o papel do 1º violino, mas desloca o foco da ideia de prestígio para a ideia de responsabilidade coletiva.
A justificativa apresentada é profundamente pedagógica e musical. O 1º violino, embora exerça função de liderança dentro do naipe das cordas e da própria orquestra, atua cercado por outros músicos que compartilham a mesma linha musical. Um eventual erro isolado — como a troca de um si bemol por um si natural — pode até ser percebido por colegas próximos ou pelo maestro, dependendo do contexto sonoro, mas muitas vezes passará despercebido ao público.
Já o triângulo ocupa uma condição completamente distinta. Trata-se de um instrumento de extrema exposição tímbrica. Seu som metálico e brilhante corta a massa orquestral inteira. Em muitas obras, o percussionista permanece dezenas ou até centenas de compassos em silêncio, enfrentando mudanças métricas, alterações de andamento, fermatas, rubatos e transições complexas. Basta um instante de distração para que a entrada aconteça um ou dois tempos antes, ou um compasso depois, comprometendo imediatamente a estrutura perceptiva da obra.
E justamente por ser um instrumento tão exposto, o erro torna-se público e evidente. Numa obra conhecida, a plateia percebe instantaneamente a quebra do fluxo musical. É nesse ponto que a reflexão do maestro ganha força filosófica: a importância de um músico não está na quantidade de notas que executa, nem no status histórico do instrumento, mas na função estrutural que desempenha dentro do organismo sonoro.
A metáfora extrapola a música e alcança dimensões humanas e institucionais. Dentro de uma orquestra — como dentro de qualquer sociedade — não existem funções pequenas. Há funções diferentes, todas indispensáveis ao equilíbrio do conjunto. O triângulo passa então a simbolizar o músico aparentemente “secundário”, mas cuja precisão, consciência e responsabilidade podem sustentar ou comprometer um momento decisivo da obra.
A ideia sintetiza uma visão artística frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias: a orquestra como organismo coletivo, onde excelência não significa protagonismo individual, mas integração consciente entre todas as partes [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h26min de 13 de maio de 2026 (UTC)
:Excelente reflexão, Maestro! Ao que tudo indica, há uma "sociologia" dos instrumentos musicais também, considerando a importância, significado cultural e histórico que foram dados a eles ao longo dos tempos. Inverter esse ponto de vista, como o Sr propõe sumariamente no texto, é olhar com olhos do século XXI. Como dizia Saramago, é preciso sair da ilha para ver a ilha. [[Especial:Contribuições/~2026-28739-26|~2026-28739-26]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28739-26|discussão]]) 11h54min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen ==
A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen
A visão da regência em Elizabeth A. H. Green e Hermann Scherchen representa dois polos complementares da arte do maestro: de um lado, a objetividade técnica e pedagógica; de outro, a dimensão filosófica, expressiva e quase transcendental da interpretação musical.
Elisabeth Green — A técnica clara e funcional
The Modern Conductor tornou-se uma das obras pedagógicas mais importantes da regência moderna, especialmente nos Estados Unidos. Green organiza a regência como uma disciplina técnica racional, sistemática e objetiva.
Princípios fundamentais de Green
Clareza gestual absoluta
O gesto do regente deve ser compreendido instantaneamente pelo músico. O movimento precisa indicar:
pulso;
dinâmica;
caráter;
articulação;
entradas e cortes.
Economia de movimento
O gesto não deve ser teatral ou excessivo. Cada movimento precisa ter função musical.
Precisão métrica
Elisabeth Green enfatiza os diagramas tradicionais de compasso e a estabilidade do ictus.
Exemplo de organização métrica: 7/4 (4+3) e 7/4 (3+4)
Na visão de Green, o compasso deve ser “sentido” corporalmente e transmitido com absoluta regularidade.
Preparação (prep beat)
A anacruse gestual é essencial:
respiração;
intenção;
tempo;
caráter.
O gesto preparatório já “faz soar” a música antes do primeiro ataque.
Independência das mãos
A mão direita normalmente define:
tempo;
subdivisão;
estabilidade rítmica.
A mão esquerda:
fraseado;
dinâmica;
expressão;
equilíbrio.
Filosofia implícita
Para Green, o regente é:
“um comunicador técnico-musical”.
O maestro existe para tornar a execução:
segura;
coesa;
eficiente;
musicalmente inteligível.
Há forte influência do ambiente das:
bandas;
orquestras acadêmicas;
universidades norte-americanas.
Seu pensamento é extremamente útil para:
formação inicial;
bandas sinfônicas;
orquestras jovens;
pedagogia da regência.
Hermann Scherchen — O regente como criador espiritual
Já Handbook of Conducting apresenta uma visão muito mais filosófica, psicológica e artística da regência.
Para Scherchen, reger não é apenas marcar compassos:
é revelar a essência interior da música.
Princípios fundamentais de Scherchen
A música acima da mecânica
Scherchen criticava a regência meramente “metronômica”.
O gesto não deve apenas indicar:
pulsação;
entradas;
dinâmica.
Ele deve transmitir:
tensão;
arquitetura;
energia;
densidade emocional;
direção espiritual da obra.
O regente como intérprete intelectual
Na visão de Scherchen:
o maestro precisa compreender profundamente:
forma;
harmonia;
contraponto;
estrutura;
estética;
contexto filosófico da obra.
A regência nasce do pensamento musical.
Elasticidade do tempo
Ao contrário da rigidez excessiva:
o tempo musical é orgânico;
flexível;
respirado.
O rubato e a agógica são partes essenciais da interpretação.
O gesto como energia
Para Scherchen:
o gesto possui força psicológica;
transmite vontade musical;
influencia emocionalmente a orquestra.
O maestro não “manda”:
ele induz.
Essa ideia aproxima-se profundamente da concepção frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias:
“Reger é a arte de induzir.”
Dimensão humana e coletiva
Scherchen via a orquestra como:
organismo vivo;
coletivo pensante;
comunidade sonora.
O maestro não deveria ser um tirano, mas:
um catalisador artístico.
Comparação entre Green e Scherchen
Elisabeth Green Hermann Scherchen
Técnica objetiva Filosofia interpretativa
Clareza gestual Expressividade profunda
Precisão métrica Flexibilidade agógica
Pedagogia sistemática Reflexão estética
Regência funcional Regência transcendental
Ênfase na comunicação visual Ênfase na energia musical
Método acadêmico Pensamento artístico-humanista
Convergências
Apesar das diferenças, ambos concordam que:
o gesto deve nascer da música;
a técnica nunca é um fim em si;
o regente precisa dominar profundamente a partitura;
a comunicação com o conjunto é essencial;
reger exige síntese entre intelecto e sensibilidade.
Síntese contemporânea
A regência moderna normalmente procura unir:
a clareza técnica de Green;
a profundidade interpretativa de Scherchen.
Em outras palavras:
técnica sem expressão produz mecanização;
expressão sem técnica produz confusão.
O grande maestro é aquele capaz de transformar:
análise;
gesto;
emoção;
liderança;
sonoridade
num único fenômeno artístico vivo. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h35min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A BANDA SINFÔNICA COMO ORGANISMO ARTÍSTICO AUTÔNOMO ==
'''A Banda Sinfônica como Organismo Artístico Autônomo'''
Pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias
A banda sinfônica, durante muito tempo, viveu à sombra da orquestra sinfônica, sobretudo no que diz respeito ao repertório. Durante décadas, abasteceu-se de arranjos, transcrições e adaptações de obras originalmente concebidas para orquestra: aberturas de ópera, suítes, movimentos de sinfonias, valsas, polcas e outras peças que, embora dialogassem com gêneros populares, passaram a integrar o universo da chamada música clássica — como é o caso das célebres valsas vienenses.
Entretanto, a partir do século XX, esse extraordinário organismo instrumental de sopros e percussão passou a ganhar vida própria. A banda sinfônica consolidou-se como uma formação autônoma, dotada de identidade sonora, repertório específico, linguagem própria e grande flexibilidade artística.
Diferentemente da orquestra sinfônica, cuja constituição instrumental é mais fixa e cuja atuação geralmente depende de salas apropriadas, condições acústicas controladas e maior proteção contra as variações climáticas, a banda sinfônica apresenta maior adaptabilidade. Sua potência sonora permite atuações em espaços abertos, muitas vezes prescindindo de amplificação, além de suportar com maior eficiência determinadas condições ambientais.
Hoje, a banda sinfônica é detentora de vasto repertório original, composto especificamente para o grande conjunto de sopros e percussão. Ao mesmo tempo, apropria-se de maneira eficaz de parte significativa do repertório orquestral por meio de transcrições consagradas. O movimento inverso — da banda para a orquestra — ocorre em escala muito menor, embora existam exemplos relevantes.
Podem ser citados casos emblemáticos como a Sinfonia Fúnebre e Triunfal, de Hector Berlioz, originalmente concebida para grande conjunto de sopros e percussão, com cordas opcionais; as Suítes para Banda Militar, de Gustav Holst; e o Tema e Variações Op. 43A, de Arnold Schoenberg, escrito para banda, cuja versão Op. 43B foi destinada à orquestra sem alteração estrutural significativa. Também Aaron Copland e outros compositores contribuíram para essa afirmação da banda sinfônica como organismo artístico de primeira grandeza.
Outro aspecto fundamental é o caráter pedagógico da banda sinfônica. Por ser um organismo cujo desenvolvimento pleno se dá sobretudo a partir do século XX, seu repertório passou a ser organizado em níveis de dificuldade, sem que isso implique perda de interesse artístico. Essa característica possibilita o acesso progressivo de instrumentistas em formação ao universo dos sopros e da percussão, cumprindo simultaneamente uma função didática, pedagógica e artística.
Na orquestra sinfônica, essa gradação ocorre em menor escala. Muitas vezes, a formação inicial de jovens músicos recorre a versões facilitadas, arranjos e adaptações de obras consagradas, o que nem sempre contribui de modo efetivo para uma futura carreira musical em nível profissional.
Na banda sinfônica, por outro lado, desde os primeiros estágios, instrumentos como glockenspiel, xilofone, vibrafone, marimba e campanas já podem estar presentes, naturalmente em grau compatível com o desenvolvimento técnico dos instrumentistas. Isso amplia a vivência musical dos jovens músicos e favorece uma formação mais abrangente no campo dos sopros e da percussão.
Não se trata, portanto, de estabelecer uma hierarquia entre banda sinfônica e orquestra sinfônica, nem de desconsiderar a importância de um ou outro organismo. Trata-se, antes, de compreender adequadamente suas naturezas, funções, potencialidades e especificidades dentro do universo instrumental.
O pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias aponta justamente para essa necessidade: reconhecer a banda sinfônica não como uma formação secundária ou derivada da orquestra, mas como um organismo artístico autônomo, historicamente legítimo, pedagogicamente relevante e esteticamente pleno. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 02h14min de 14 de maio de 2026 (UTC)
== A orquestração de Berlioz na Sinfonia Fantástica, por Roberto Farias ==
A orquestração de Berlioz na ''Sinfonia Fantástica'' não apenas seguiu os padrões, como revolucionou completamente o papel da orquestra, sendo considerada o marco zero da instrumentação moderna.
Aqui estão as principais inovações que romperam com a tradição de 1830:
1. Tamanho e Variedade do Efetivo
Enquanto as orquestras da época eram menores e mais padronizadas, Berlioz exigiu um contingente massivo (mais de 90 músicos) e instrumentos raros para a sala de concerto:
* Ophicleides e Tubas: Introduziu metais graves potentes para dar um peso "infernal" ao ''Dies Irae''.
* Corno Inglês: Usado no terceiro movimento para criar uma atmosfera bucólica e melancólica, dialogando com o oboé (que toca fora do palco).
* Harpa: O uso de duas harpas no segundo movimento ("Um Baile") foi uma inovação luxuosa, já que o instrumento era restrito à ópera.
2. Timbres e Efeitos Estendidos
Berlioz tratou o timbre como um elemento tão importante quanto a melodia ou a harmonia:
* Col Legno: No quinto movimento, as cordas batem na madeira do arco para imitar o som de ossos batendo (esqueletos dançando). Isso era inédito em uma sinfonia.
* Sinos de Igreja: O uso de sinos reais em cena (ou chapas de metal) para o funeral parodiado.
* Tímpanos afinados: No terceiro movimento, ele usa quatro timpanistas para criar o som de um trovão distante, explorando a afinação precisa para gerar acordes na percussão.
3. A Orquestra como Narradora
A maior inovação foi usar a instrumentação para "pintar" a cena (pintura sonora):
* O Clarinete em Mib: No final, a ''idée fixe'' (o tema da amada) é tocada por um clarinete pequeno, que tem um som estridente e ácido, transformando a amada em uma bruxa vulgar.
* Espacialização: Colocar o oboé fora do palco para simular o eco de um pastor nas montanhas.
Berlioz publicou anos depois o seu ''Tratado de Instrumentação'', que se tornou a "bíblia" para compositores como Wagner, Mahler e Strauss. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h44min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Dies Irae na Sinfonia Fantástica de Berlioz ==
O uso do ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Dies+Irae&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAQ Dies Irae]'' no quinto movimento ("Sonho de uma Noite de Sabá") da ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Sinfonia+Fant%C3%A1stica&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAg Sinfonia Fantástica]'' (1830) de Hector Berlioz é um dos momentos mais icônicos da música romântica, transformando um canto fúnebre medieval em uma paródia grotesca e diabólica.
Aqui está uma análise detalhada dessa seção:
1. Contexto Narrativo
No quinto movimento, o artista (protagonista da sinfonia) envenenado por ópio sonha que está no seu próprio funeral, cercado por fantasmas, feiticeiros e monstros em um Sabá de bruxas. O ''Dies Irae'' (Dia da Ira), tradicional canto fúnebre da Missa dos Mortos, é introduzido para simbolizar a morte e o juízo final, mas de forma parodiada.
A harmonia na ''Sinfonia Fantástica'' é conduzida por uma abordagem experimental e dramática que rompeu com as normas estritas do Classicismo, priorizando a expressão da narrativa (o "programa") sobre as regras tradicionais.
Aqui estão os pontos principais da condução harmônica:
* Uso Dramático do Cromatismo: Berlioz utiliza amplamente o cromatismo para gerar tensão e instabilidade emocional, refletindo o estado psicológico do protagonista. Isso é evidente no primeiro movimento, onde a harmonia "flutua" para representar os delírios e paixões do artista.
* Progressões e Acordes Incomuns: Para a época, a obra apresentava progressões harmônicas consideradas "monstruosas" ou bizarras por críticos conservadores. Berlioz frequentemente utilizava acordes de sétima e diminutos de formas não convencionais para criar atmosferas sombrias ou surpresas bruscas.
* Relações de Tonalidade Expandidas: Embora a obra mantenha centros tonais (como Dó Maior no primeiro movimento), as modulações são frequentes e, por vezes, abruptas para sublinhar mudanças repentinas na história, como a interrupção da valsa pela ''idée fixe'' no segundo movimento.
* Texturas Polifônicas e Choques Harmônicos: No quinto movimento, Berlioz sobrepõe diferentes temas (como o ''Dies Irae'' e a ''Dança das Bruxas'') em uma polifonia imitativa que gera choques harmônicos propositais, evocando o caos do Sabá.
* Unificação via Ideia Fixa: A harmonia é muitas vezes subordinada à ''idée fixe'' (o tema da amada). Conforme esse tema se transforma melodicamente em cada movimento, o acompanhamento harmônico ao seu redor também muda — de um suporte lírico e nobre para uma harmonia vulgar e distorcida no final.
Na época da estreia (1830), Berlioz escreveu a obra em um período de transição tecnológica. Ele utilizou uma combinação de ambos, mas com estratégias específicas para cada grupo:
* Trompas: Berlioz utilizou trompas naturais (sem válvulas). Para conseguir tocar em diferentes tonalidades, os músicos precisavam trocar os "corpos de substituição" (''crooks'') e usar a técnica de "mão fechada" na campana para obter notas cromáticas. No entanto, ele inovava ao pedir quatro trompas em tons diferentes simultaneamente, o que permitia que a orquestra tivesse acesso a uma gama maior de notas abertas e sonoras.
* Trompetes e Cornetas: Aqui está a grande diferença. Ele usou dois tipos de instrumentos de metal agudo:
*# Trompetes Naturais: Dois trompetes tradicionais, limitados à série harmônica.
*# Cornetas a Pistão (''Cornets à pistons''): Berlioz foi um dos primeiros a introduzir este novo instrumento, que já possuía válvulas (pistões). Elas eram totalmente cromáticas e ágeis, permitindo que ele escrevesse melodias complexas que os trompetes naturais não conseguiam executar. [[https://www.facebook.com/corpomusicalpmesp/videos/b-o-a-t-a-r-d-es%C3%A9rie-instrumentos-musicais-trompetedentre-os-instrumentos-da-fam/346430623271603/?locale=sw_KE 1]]
Essa mistura permitia a Berlioz manter o brilho heroico dos instrumentos naturais enquanto aproveitava a flexibilidade melódica das novas cornetas, algo que se tornou uma marca registrada da sua sonoridade. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h58min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A Grande Sinfonia Funebre e Triunfal de Berlioz e sua importância no repertório da banda sinfônica ==
A Grande Sinfonia Fúnebre e Triunfal (''Grande symphonie funèbre et triomphale'', Op. 15), composta em 1840, <mark>é a quarta e última sinfonia de Hector Berlioz e se estabeleceu como um dos marcos fundadores mais importantes de todo o repertório de banda sinfônica moderna</mark>. [[https://translate.google.com/translate?u=https://en.wikipedia.org/wiki/Grande_Symphonie_fun%25C3%25A8bre_et_triomphale&hl=pt&sl=en&tl=pt&client=sge 1]
Ao contrário de suas sinfonias anteriores, esta obra foi encomendada pelo governo francês para celebrar o décimo aniversário da Revolução de Julho de 1830. Ela foi projetada especificamente para ser executada ao ar livre por uma monumental banda militar de 200 músicos. [
A importância histórica e artística da obra reside nos seguintes pontos:
1. Estrutura e Inovação Musical
A sinfonia quebra o molde orquestral tradicional ao transferir o peso da forma "sinfonia" inteiramente para os instrumentos de sopro e percussão:
* Movimento I: ''Marche funèbre'' (Marcha Fúnebre): Uma procissão melancólica e grandiosa em Fá menor que conduz a estrutura com extrema solenidade harmônica.
* Movimento II: ''Oraison funèbre'' (Oração Fúnebre): Berlioz substitui a voz humana por um trombone tenor solo. O instrumento atua como um orador discursando em memória dos heróis mortos, um uso solístico totalmente inovador para a época.
* Movimento III: ''Apothéose'' (Apoteose): Uma marcha triunfal brilhante em Si bemol maior. Posteriormente, Berlioz adicionou um coro e seções de cordas opcionais para apresentações em salas de concerto.
2. Importância para o Repertório de Banda Sinfônica
Antes do século XIX, a música para conjuntos de sopros era predominantemente utilitária (marchas militares curtas, hinos ou transcrições de óperas). A obra de Berlioz mudou esse paradigma:
* Pioneirismo na Forma Séria: É um dos primeiríssimos exemplos de uma sinfonia de grandes proporções intelectuais e estruturais escrita originalmente para instrumentos de sopro. Ela provou que a banda militar poderia atingir o mesmo status artístico e expressivo de uma orquestra sinfônica tradicional.
* Aclamação de Grandes Compositores: Richard Wagner assistiu a uma das execuções em Paris e declarou a Robert Schumann que os trechos do último movimento eram tão "magníficos e sublimes que nunca poderão ser superados". Wagner admitiu que a obra influenciou diretamente sua abordagem para instrumentos de metal.
* Resgate e Consolidação Moderna: No século XX, o maestro e compositor Richard Franko Goldman realizou uma readaptação moderna da partitura. Esse resgate transformou a obra em um pilar obrigatório e definitivo no repertório das principais bandas sinfônicas e ''wind ensembles'' universitários do mundo.
* Expansão da Instrumentação: A partitura exige uma paleta tímbrica massiva, incluindo dezenas de clarinetes (incluindo em Mi bemol e baixos), oboés, fagotes, e o uso de instrumentos hoje substituídos por tubas, como os antigos oficleides. Ela pavimentou o caminho para que compositores posteriores (como Holst, Hindemith e Schoenberg) escrevessem diretamente para essa formação.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h12min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A presença do oficleide e sarrussofone na instrumentação da banda sinfônica ==
Presença no Repertório AtualHoje em dia, o oficleide e o sarrussofone são considerados instrumentos históricos. Nas raras ocasiões em que são utilizados, cumprem um papel de reconstrução histórica (performance informada).Nas edições e performances modernas das obras de Berlioz, Sousa ou Florent Schmitt por bandas sinfônicas, as partes desses instrumentos são universalmente substituídas:As linhas de oficleide são executadas por tubas ou bombardinos.As linhas de sarrussofone são cobertas pelo contrafagote ou pelo saxofone barítono/baixo.
* tanta tração devido à concorrência direta com o saxofone, o sarrussofone contrabaixo tornou-se extremamente popular em bandas sinfônicas francesas, italianas e espanholas, servindo como a fundação grave da seção de palhetas.
* Declínio: Apesar de sua excelente projeção ao ar livre, o sarrussofone pecava no refinamento tímbrico necessário para salas de concerto fechadas. À medida que as bandas militares evoluíram para o formato de concerto das bandas sinfônicas modernas, os compositores passaram a preferir o contrafagote e o clarinete contrabaixo, que ofereciam uma sonoridade mais aveludada e precisa. Presença no Repertório Atual Hoje em dia, o oficleide e o sarrussofone são considerados instrumentos históricos. Nas raras ocasiões em que são utilizados, cumprem um papel de reconstrução histórica (''performance informada''). Nas edições e performances modernas das obras de Berlioz, Sousa ou Florent Schmitt por bandas sinfônicas, as partes desses instrumentos são universalmente substituídas:
** As linhas de oficleide são executadas por tubas ou bombardinos.
** As linhas de sarrussofone são cobertas pelo contrafagote ou pelo saxofone barítono/baixo.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h22min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A tuba tenor e o euphonium são o mesmo intrumento? ==
<mark>Sim, na prática musical moderna o termo "tuba tenor" e o "euphonium" (popularmente conhecido no Brasil como bombardino) referem-se ao mesmo instrumento</mark>. No entanto, há nuances históricas e de nomenclatura que diferenciam a classificação técnica do nome comercial do instrumento.
Aqui estão os pontos para compreender essa relação:
1. Classificação Técnica vs. Nome Popular
* Tuba Tenor: É a classificação científica e técnica do instrumento dentro da árvore genealógica dos metais graves. Assim como a família das tubas possui a tuba contrabaixo (em Si bemol ou Dó) e a tuba baixo (em Mi bemol ou Fá), o euphonium é o membro tenor dessa mesma família.
* Euphonium / Bombardino: São os nomes comerciais e populares mais utilizados no dia a dia por músicos, construtores e partituras.
2. Sutil Distinção Histórica nas Orquestras
Historicamente, o termo "tuba tenor" foi por vezes associado a variações específicas exigidas por compositores europeus:
* Modelo de Válvulas Rotativas: No repertório orquestral clássico (como nas obras de Richard Strauss ou Gustav Mahler), o termo ''tuba tenor'' frequentemente designava um instrumento construído em formato oval com chaves rotativas, muito comum na Alemanha.
* O Euphonium Padrão: Refere-se ao design britânico/americano mais comum hoje, com pistões verticais e calibre cônico largo, que acabou padronizando o mercado mundial.
3. Características Compartilhadas
Independentemente do nome utilizado na partitura, ambos os termos compartilham exatamente os mesmos fundamentos estruturais:
* Afinação: Ambos são tradicionalmente afinados em Si bemol (\(B\flat\)), soando uma oitava acima da tuba contrabaixo tradicional e na mesma extensão do trombone.
* Calibre Cônico: Possuem o tubo que se expande gradualmente desde o bocal até a campana, o que confere ao instrumento o seu som característico "aveludado", escuro e redondo. O Grande Alerta de Confusão: O "Tenor Horn" Britânico. É preciso ter muito cuidado com a tradução literal:
** O Tenorhorn (junto, termo alemão) é o instrumento em Si bemol descrito acima.
** O Tenor Horn (separado, termo britânico usado em ''Brass Bands'') é um instrumento completamente diferente, afinado em Mi bemol (\(E\flat\)), que nas Américas e no resto da Europa é chamado de Alto Horn (Trompa Alto).
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h43min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A Sinfonia em Si bemol de Paul Hindemith, um marco do repertório da banda sinfônics ==
Uma visão análitica da Symphony in B-flat for concert band by Paul Hindemith
A Symphony in B-flat for Concert Band, composta por Paul Hindemith em 1951, representa um dos grandes marcos da literatura original para banda sinfônica no século XX. Escrita para a U.S. Army Band “Pershing’s Own”, a obra consolidou definitivamente a banda de concerto como organismo artístico autônomo, dotado de linguagem própria, profundidade estrutural e sofisticação tímbrica comparável à da grande orquestra sinfônica.
== Contexto histórico e estético ==
Hindemith já era reconhecido como um dos grandes arquitetos da escrita contrapontística moderna quando recebeu o convite para compor uma obra de grande porte para banda. Até então, grande parte do repertório das bandas sinfônicas era constituído de transcrições orquestrais, marchas e música funcional. A ''Symphony in B-flat'' surge como afirmação estética: a banda não precisava mais viver à sombra da orquestra.
A obra sintetiza características fundamentais do pensamento hindemithiano:
* contraponto linear;
* independência das vozes;
* clareza formal;
* tonalidade expandida;
* forte lógica motívica;
* exploração orgânica das famílias instrumentais.
Mais do que uma “sinfonia para banda”, trata-se de uma obra genuinamente concebida a partir da identidade sonora dos sopros e percussão.
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= Estrutura Geral =
A obra divide-se em três movimentos:
# Moderately fast
# Andantino grazioso
# Fugue: Moderately broad
Cada movimento possui identidade própria, mas todos derivam de células motívicas interligadas, numa concepção cíclica típica de Hindemith.
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= I MOVIMENTO — Moderately Fast =
== Forma ==
O primeiro movimento aproxima-se de uma forma-sonata livre.
=== Elementos principais: ===
* exposição de material motívico compacto;
* desenvolvimento contrapontístico intenso;
* reexposição transformada;
* forte unidade rítmica.
== Aspectos motívicos ==
O material principal nasce de intervalos simples — quartas, quintas e movimentos conjuntos — algo muito típico da escrita hindemithiana.
O motivo inicial funciona como “DNA” estrutural da obra.
A sensação melódica não depende de lirismo romântico, mas de:
* direção intervalar;
* tensão linear;
* articulação rítmica.
== Harmonia ==
Hindemith evita funcionalismo tonal tradicional.
A obra gravita em torno de Si bemol, mas utiliza:
* polaridade intervalar;
* sobreposição modal;
* acordes quartais;
* dissonâncias controladas.
O centro tonal é perceptível mais pela gravitação sonora do que por cadências clássicas.
== Orquestração ==
Aqui está um dos maiores méritos da obra.
Hindemith compreende profundamente:
* projeção sonora dos metais;
* elasticidade dos saxofones;
* função conectiva das madeiras;
* importância estrutural da percussão.
A escrita evita duplicações excessivas. Cada voz possui função própria.
A textura frequentemente opera em:
* blocos antifonais;
* linhas imitativas;
* estratificação tímbrica.
== Regência ==
O maior desafio do maestro está em:
* equilíbrio horizontal das linhas;
* transparência contrapontística;
* controle de densidade sonora;
* precisão métrica.
A obra exige regência arquitetônica, não apenas gestual.
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= II MOVIMENTO — Andantino grazioso =
O segundo movimento constitui o núcleo lírico da sinfonia.
== Caráter ==
Não há sentimentalismo romântico.
A expressão é contida, elegante e profundamente introspectiva.
A atmosfera lembra:
* coral renascentista;
* lirismo modal;
* serenidade bachiana filtrada pela modernidade.
== Escrita contrapontística ==
As vozes movem-se com independência absoluta.
Frequentemente:
* o acompanhamento possui relevância temática;
* contracantos tornam-se protagonistas;
* pequenos fragmentos se entrelaçam continuamente.
== Timbre ==
Hindemith explora:
* clarinetes em regiões médias;
* saxofones como ponte tímbrica;
* trompas como sustentação harmônica;
* madeiras em diálogos camerísticos.
O resultado é uma sonoridade quase de música de câmara ampliada.
== Fraseado ==
O fraseado deve evitar excessos românticos.
A interpretação ideal privilegia:
* fluxo contínuo;
* direção linear;
* respiração estrutural;
* clareza de vozes internas.
----
= III MOVIMENTO — Fugue: Moderately broad =
O último movimento é uma monumental demonstração de arquitetura contrapontística.
== A fuga ==
O sujeito da fuga é claro, objetivo e extremamente maleável.
Hindemith demonstra:
* domínio bachiano do contraponto;
* adaptação moderna da técnica fugada;
* capacidade de expansão sinfônica da textura.
A fuga nunca soa acadêmica.
Ela possui impulso dramático contínuo.
== Desenvolvimento ==
O movimento cresce progressivamente:
* entradas sucessivas;
* acumulação de tensão;
* ampliação da massa sonora;
* intensificação rítmica.
O clímax final possui enorme imponência.
== Construção formal ==
Apesar da complexidade contrapontística, a obra mantém:
* clareza arquitetônica;
* direção inevitável;
* lógica orgânica.
Nada soa episódico.
----
= A Banda Sinfônica como organismo autônomo =
A ''Symphony in B-flat'' talvez seja uma das maiores afirmações históricas da banda sinfônica como linguagem independente.
Hindemith demonstra que:
* a banda possui identidade tímbrica própria;
* os sopros podem sustentar grande arquitetura sinfônica;
* a escrita original supera o paradigma da mera transcrição.
Nesse sentido, a obra dialoga profundamente com o pensamento defendido por Roberto Farias acerca da emancipação estética da banda sinfônica enquanto organismo artístico autônomo.
----
= Desafios interpretativos =
== Para os músicos ==
* independência rítmica;
* afinação intervalar;
* leitura contrapontística;
* controle dinâmico refinado.
== Para o maestro ==
* transparência das linhas;
* equilíbrio vertical/horizontal;
* planejamento arquitetônico;
* gestão de clímax;
* compreensão estrutural profunda.
A obra não admite interpretação superficial.
----
= Importância histórica =
A sinfonia de Hindemith abriu caminho para:
* Vincent Persichetti;
* Karel Husa;
* Clifton Williams;
* Alfred Reed;
* James Barnes;
* David Maslanka;
* Johan de Meij;
* e toda a moderna literatura sinfônica para banda.
Ela ajudou a redefinir definitivamente o status artístico da banda de concerto no século XX.
----
= Síntese estética =
A ''Symphony in B-flat'' une:
* rigor intelectual;
* energia rítmica;
* monumentalidade arquitetônica;
* refinamento tímbrico;
* densidade contrapontística;
* modernidade sem ruptura com a tradição.
É música de construção, de pensamento estrutural e de profunda consciência sonora.
Mais do que uma obra “para banda”, ela é uma declaração estética sobre o potencial artístico da banda sinfônica moderna. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 10h08min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Hammersmith de Gustav Holst, uma obra emblemática do repertório da banda sinfônica ==
Ao lado da ''Sinfonia em Si bemol'', de Paul Hindemith, ''Hammersmith: Prelude and Scherzo'', de Gustav Holst, ocupa lugar de destaque entre as obras mais emblemáticas do repertório original para banda sinfônica, pela densidade de sua linguagem, pela sofisticação formal e pelo tratamento altamente expressivo dos sopros e da percussão.
Hammersmith, de Gustav Holst, e a Sinfonia em Si bemol para Banda de Concerto, de Paul Hindemith, figuram entre as obras mais icônicas do repertório da banda sinfônica.
Ambas representam um marco de emancipação artística do gênero: deixam de tratar a banda apenas como veículo de transcrições orquestrais e afirmam o conjunto de sopros e percussão como organismo autônomo, capaz de sustentar linguagem própria, densidade formal, refinamento timbrístico e profundidade expressiva.
Holst, em Hammersmith, explora uma escrita de grande sutileza poética e atmosférica, inspirada no fluxo do rio Tâmisa e na paisagem humana de Londres. Hindemith, por sua vez, constrói uma sinfonia de arquitetura rigorosa, energia contrapontística e clareza estrutural, elevando a banda ao plano da grande forma sinfônica.
Ao lado uma da outra, essas obras constituem pilares fundamentais da literatura original para banda sinfônica no século XX.
Que contribuição trazem Hammersmith de Gustav Holst e a Sinfonia em Si bemol de Paul Hindemith ao repertório da banda sinfônica
Ao lado da Hammersmith, a Symphony in B-flat for Concert Band representa um dos mais altos marcos de consolidação estética da banda sinfônica como organismo artístico autônomo. Ambas as obras transcendem o caráter utilitário ou meramente cerimonial historicamente associado às bandas e projetam o conjunto de sopros e percussão ao mesmo patamar de complexidade, profundidade e refinamento reservado à grande literatura orquestral do século XX.
== Hammersmith — Gustav Holst ==
Gustav Holst escreveu ''Hammersmith'' em 1930 subtitulando-a “Prelude and Scherzo”. A obra constitui uma revolução sonora no universo das bandas por diversas razões:
=== 1. A banda como linguagem original ===
Holst não trata a banda como substituta da orquestra, mas como um meio expressivo próprio. Isso foi decisivo para a emancipação estética do repertório sinfônico para sopros.
A escrita explora:
* transparência tímbrica;
* independência entre planos sonoros;
* policromia instrumental;
* texturas móveis e fluidas;
* contraponto de grande sofisticação.
=== 2. Expansão da paleta tímbrica ===
A obra revela possibilidades até então pouco exploradas:
* graves profundos e escuros;
* combinações camerísticas;
* uso refinado das madeiras;
* metais integrados ao tecido harmônico, não apenas como força sonora.
Holst cria uma sonoridade urbana, atmosférica e quase impressionista, evocando o distrito londrino de Hammersmith e o fluxo do rio Tâmisa.
=== 3. Superação do modelo militar ===
Embora proveniente da tradição britânica de bandas, ''Hammersmith'' rompe com:
* a marcha tradicional;
* o virtuosismo exibicionista;
* a retórica patriótica convencional.
A banda passa a ser veículo de poesia sonora, densidade psicológica e abstração musical.
----
== Symphony in B-flat — Paul Hindemith ==
A Paul Hindemith compôs sua sinfonia para banda em 1951, consolidando definitivamente a legitimidade artística da banda sinfônica no século XX.
== Contribuições fundamentais ==
=== 1. Consagração da banda como grande organismo sinfônico ===
Hindemith escreve para banda com o mesmo rigor estrutural utilizado em suas obras orquestrais e camerísticas.
A banda deixa de ser vista como:
* agrupamento pedagógico;
* organismo secundário;
* formação “popular” em oposição à orquestra.
Ela assume caráter plenamente sinfônico.
=== 2. Arquitetura formal monumental ===
A obra apresenta:
* desenvolvimento motívico rigoroso;
* contraponto denso;
* equilíbrio formal clássico;
* linguagem harmônica moderna, porém acessível.
A construção lembra a solidez arquitetônica de Brahms aliada ao pensamento linear do século XX.
=== 3. Integração orgânica dos naipes ===
Hindemith elimina a visão hierárquica tradicional dos instrumentos.
Cada naipe possui função estrutural:
* saxofones deixam de atuar apenas como “cor intermediária”;
* euphoniums e tubas tornam-se pilares discursivos;
* madeiras participam intensamente do tecido contrapontístico;
* percussão assume função arquitetônica.
=== 4. Elevação técnica e intelectual do repertório ===
A obra exige:
* maturidade interpretativa;
* precisão rítmica;
* consciência harmônica;
* domínio contrapontístico;
* grande refinamento de equilíbrio sonoro.
Ela redefine o conceito de excelência para bandas sinfônicas em todo o mundo.
----
== A contribuição conjunta das duas obras ==
Tanto ''Hammersmith'' quanto a ''Symphony in B-flat'' ajudaram a estabelecer três pilares fundamentais da moderna banda sinfônica:
=== A banda como organismo autônomo ===
Não mais dependente de:
* transcrições orquestrais;
* aberturas de ópera;
* repertório adaptado.
Passa a existir uma literatura concebida especificamente para sopros e percussão.
=== A banda como laboratório tímbrico ===
As duas obras demonstram que:
* a banda possui identidade tímbrica própria;
* sua flexibilidade supera, em muitos aspectos, a da orquestra;
* os sopros permitem extraordinária variedade de articulações, massas e transparências.
=== A banda como veículo de alta arte ===
Ambas legitimam a banda sinfônica como espaço para:
* pensamento sinfônico avançado;
* elaboração formal complexa;
* profundidade estética;
* repertório de concerto de alto nível.
----
== Legado histórico ==
Sem ''Hammersmith'' e a ''Symphony in B-flat'', dificilmente o repertório moderno para banda teria alcançado o nível posteriormente desenvolvido por compositores como:
* Vincent Persichetti
* Karel Husa
* Alfred Reed
* Johan de Meij
* David Maslanka
* José Vicente Asuar
* Edmundo Villani-Côrtes
Essas obras abriram caminho para a consolidação da banda sinfônica como um dos mais versáteis e sofisticados organismos instrumentais da contemporaneidade. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 10h24min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Artigo sobre as célebres frases de Roberto Farias no âmbito do MUSICAD ==
As Frases do Maestro Roberto Farias no Âmbito do MUSICAD:
Pensamento Estético, Pedagógico e Filosófico da Regência Musical
Resumo
O presente artigo propõe uma reflexão analítica acerca das principais formulações conceituais do maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD – Seminário Permanente de Regência, considerando suas implicações estéticas, pedagógicas e filosóficas no campo da regência musical e da música para sopros. Partindo de frases emblemáticas difundidas em cursos, palestras e escritos institucionais, investiga-se a construção de um pensamento que compreende a regência não apenas como técnica gestual, mas como fenômeno humano, psicológico, simbólico e indutivo. O artigo dialoga com conceitos da fenomenologia, da semiótica musical e da pedagogia da interpretação, evidenciando a contribuição do MUSICAD para a formação crítica do regente contemporâneo.
Palavras-chave: Regência; MUSICAD; Roberto Farias; fenomenologia musical; pedagogia da regência; banda sinfônica.
1. Introdução
Nas últimas décadas, a atividade do regente passou por significativa ampliação conceitual. Se outrora predominava uma visão essencialmente técnica da regência, centrada no gesto métrico e na coordenação rítmica, o pensamento contemporâneo passou a reconhecer o maestro como mediador de processos simbólicos, psicológicos e estéticos.
Nesse contexto, o MUSICAD – Seminário Permanente de Regência surge como importante espaço de reflexão artística e formação crítica, sob direção do maestro Roberto Farias. Entre os diversos elementos que estruturam a identidade intelectual do MUSICAD, destacam-se as frases e formulações conceituais de seu diretor, muitas das quais passaram a circular entre alunos, músicos e pesquisadores como sínteses filosóficas sobre a arte de reger.
2. “Reger é a arte de induzir”
A frase mais emblemática do pensamento de Roberto Farias talvez seja:
“Reger é a arte de induzir.”
Tal formulação desloca radicalmente a compreensão tradicional da regência. O maestro deixa de ser visto como mero marcador de pulsação para assumir a condição de agente indutor de comportamento sonoro coletivo.
Sob perspectiva fenomenológica, a indução aqui não se restringe ao aspecto mecânico do gesto, mas envolve:
indução psicológica;
indução energética;
indução expressiva;
indução temporal;
indução respiratória;
indução afetiva.
A regência passa, assim, a operar como fenômeno de transferência de intenção musical.
Pode-se relacionar essa ideia ao conceito husserliano de intencionalidade, segundo o qual toda consciência dirige-se a algo. O gesto do maestro torna-se, portanto, vetor de intenção sonora compartilhada.
3. O maestro como catalisador coletivo
Outra formulação recorrente no ambiente do MUSICAD afirma que:
“O maestro não produz som; produz condições para que o som aconteça.”
Tal pensamento aproxima a função do regente da figura do catalisador. A música deixa de ser produto individual para constituir-se como experiência coletiva mediada.
Essa concepção rompe com modelos autoritários historicamente associados à figura do regente, propondo uma liderança fundamentada em:
escuta;
empatia;
consciência coletiva;
comunicação não verbal;
indução simbólica.
Nesse aspecto, percebe-se forte aproximação com abordagens contemporâneas da liderança artística colaborativa.
4. “Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao primeiro violino”
Entre as frases mais difundidas de Roberto Farias encontra-se:
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao primeiro violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
A frase emerge como reação crítica ao tradicional hierarquismo instrumental herdado do sinfonismo europeu oitocentista.
Ao utilizar o triângulo como metáfora, Farias evidencia que a relevância musical não decorre da quantidade de notas executadas, mas da responsabilidade estrutural de cada intervenção.
A ideia possui profundas implicações pedagógicas:
valorização da consciência coletiva;
combate à cultura de protagonismo excessivo;
desenvolvimento da escuta horizontal;
responsabilização individual dentro do conjunto.
No âmbito da banda sinfônica, tal pensamento adquire importância ainda maior, dada a complexidade tímbrica e a interdependência entre os naipes.
5. A banda sinfônica como organismo artístico autônomo
O pensamento de Roberto Farias também contribui para a consolidação epistemológica da banda sinfônica enquanto organismo artístico independente.
Segundo sua linha conceitual, a banda contemporânea deixou de existir “à sombra da orquestra”, conquistando identidade própria a partir do século XX.
Essa visão encontra respaldo histórico na produção de compositores como:
Gustav Holst;
Paul Hindemith;
Igor Stravinsky;
Vincent Persichetti.
A defesa da autonomia estética da banda sinfônica constitui uma das bases ideológicas do MUSICAD e do IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
6. Fenomenologia, gesto e símbolo
Diversas frases atribuídas ao maestro revelam aproximação com abordagens fenomenológicas da música. Quando afirma que:
“O gesto só existe plenamente quando carregado de intenção sonora”,
Farias aproxima-se da compreensão do gesto como signo expressivo e não apenas movimento físico.
A regência, nessa perspectiva, torna-se linguagem simbólica.
O gesto do maestro passa a conter:
direção;
peso;
densidade;
caráter;
tensão;
respiração;
expectativa temporal.
Trata-se de uma concepção que dialoga diretamente com a semiótica musical e com a teoria da comunicação não verbal.
7. Implicações pedagógicas no âmbito do MUSICAD
No ambiente pedagógico do MUSICAD, essas formulações conceituais contribuem para um modelo formativo baseado em:
7.1 Escuta analítica
O regente é treinado para compreender estruturas profundas da obra antes da construção gestual.
7.2 Consciência estrutural
O gesto nasce da análise musical e não da mera repetição técnica.
7.3 Liderança artística
A autoridade do maestro decorre da clareza conceitual e não apenas da imposição hierárquica.
7.4 Formação humanística
A regência é compreendida como atividade interdisciplinar envolvendo estética, filosofia, psicologia e sociologia da música.
8. Considerações finais
As frases de Roberto Farias ultrapassam o caráter meramente retórico, constituindo verdadeiros núcleos conceituais de uma filosofia da regência musical.
No âmbito do MUSICAD – Seminário Permanente de Regência, tais formulações consolidam uma pedagogia voltada à consciência artística, à escuta coletiva e à compreensão fenomenológica do fazer musical.
Mais do que ensinar padrões gestuais, o pensamento desenvolvido por Roberto Farias propõe uma redefinição do papel do maestro contemporâneo: não como simples coordenador técnico, mas como indutor de consciência sonora coletiva.
Referências Bibliográficas
Edmund Husserl. Ideias para uma Fenomenologia Pura.
Jean-Jacques Nattiez. Music and Discourse.
Arnold Schoenberg. Fundamentals of Musical Composition.
Heinrich Schenker. Free Composition.
Leonard Bernstein. The Infinite Variety of Music.
Pierre Boulez. Points de repère.
Documentos institucionais e materiais pedagógicos do MUSICAD – Seminário Permanente de Regência. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 01h12min de 17 de maio de 2026 (UTC)
== REGER É A ARTE DE INDUZIR, por Roberto Farias ==
As Frases do Maestro Roberto Farias no Âmbito do MUSICAD:
Pensamento Estético, Pedagógico e Filosófico da Regência Musical
Resumo
O presente artigo propõe uma reflexão analítica acerca das principais formulações conceituais do maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD – Seminário Permanente de Regência, considerando suas implicações estéticas, pedagógicas e filosóficas no campo da regência musical e da música para sopros. Partindo de frases emblemáticas difundidas em cursos, palestras e escritos institucionais, investiga-se a construção de um pensamento que compreende a regência não apenas como técnica gestual, mas como fenômeno humano, psicológico, simbólico e indutivo. O artigo dialoga com conceitos da fenomenologia, da semiótica musical e da pedagogia da interpretação, evidenciando a contribuição do MUSICAD para a formação crítica do regente contemporâneo.
Palavras-chave: Regência; MUSICAD; Roberto Farias; fenomenologia musical; pedagogia da regência; banda sinfônica.
1. Introdução
Nas últimas décadas, a atividade do regente passou por significativa ampliação conceitual. Se outrora predominava uma visão essencialmente técnica da regência, centrada no gesto métrico e na coordenação rítmica, o pensamento contemporâneo passou a reconhecer o maestro como mediador de processos simbólicos, psicológicos e estéticos.
Nesse contexto, o MUSICAD – Seminário Permanente de Regência surge como importante espaço de reflexão artística e formação crítica, sob direção do maestro Roberto Farias. Entre os diversos elementos que estruturam a identidade intelectual do MUSICAD, destacam-se as frases e formulações conceituais de seu diretor, muitas das quais passaram a circular entre alunos, músicos e pesquisadores como sínteses filosóficas sobre a arte de reger.
2. “Reger é a arte de induzir”
A frase mais emblemática do pensamento de Roberto Farias talvez seja:
“Reger é a arte de induzir.”
Tal formulação desloca radicalmente a compreensão tradicional da regência. O maestro deixa de ser visto como mero marcador de pulsação para assumir a condição de agente indutor de comportamento sonoro coletivo.
Sob perspectiva fenomenológica, a indução aqui não se restringe ao aspecto mecânico do gesto, mas envolve:
indução psicológica;
indução energética;
indução expressiva;
indução temporal;
indução respiratória;
indução afetiva.
A regência passa, assim, a operar como fenômeno de transferência de intenção musical.
Pode-se relacionar essa ideia ao conceito husserliano de intencionalidade, segundo o qual toda consciência dirige-se a algo. O gesto do maestro torna-se, portanto, vetor de intenção sonora compartilhada.
3. O maestro como catalisador coletivo
Outra formulação recorrente no ambiente do MUSICAD afirma que:
“O maestro não produz som; produz condições para que o som aconteça.”
Tal pensamento aproxima a função do regente da figura do catalisador. A música deixa de ser produto individual para constituir-se como experiência coletiva mediada.
Essa concepção rompe com modelos autoritários historicamente associados à figura do regente, propondo uma liderança fundamentada em:
escuta;
empatia;
consciência coletiva;
comunicação não verbal;
indução simbólica.
Nesse aspecto, percebe-se forte aproximação com abordagens contemporâneas da liderança artística colaborativa.
4. “Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao primeiro violino”
Entre as frases mais difundidas de Roberto Farias encontra-se:
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao primeiro violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
A frase emerge como reação crítica ao tradicional hierarquismo instrumental herdado do sinfonismo europeu oitocentista.
Ao utilizar o triângulo como metáfora, Farias evidencia que a relevância musical não decorre da quantidade de notas executadas, mas da responsabilidade estrutural de cada intervenção.
A ideia possui profundas implicações pedagógicas:
valorização da consciência coletiva;
combate à cultura de protagonismo excessivo;
desenvolvimento da escuta horizontal;
responsabilização individual dentro do conjunto.
No âmbito da banda sinfônica, tal pensamento adquire importância ainda maior, dada a complexidade tímbrica e a interdependência entre os naipes.
5. A banda sinfônica como organismo artístico autônomo
O pensamento de Roberto Farias também contribui para a consolidação epistemológica da banda sinfônica enquanto organismo artístico independente.
Segundo sua linha conceitual, a banda contemporânea deixou de existir “à sombra da orquestra”, conquistando identidade própria a partir do século XX.
Essa visão encontra respaldo histórico na produção de compositores como:
Gustav Holst;
Paul Hindemith;
Igor Stravinsky;
Vincent Persichetti.
A defesa da autonomia estética da banda sinfônica constitui uma das bases ideológicas do MUSICAD e do IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
6. Fenomenologia, gesto e símbolo
Diversas frases atribuídas ao maestro revelam aproximação com abordagens fenomenológicas da música. Quando afirma que:
“O gesto só existe plenamente quando carregado de intenção sonora”,
Farias aproxima-se da compreensão do gesto como signo expressivo e não apenas movimento físico.
A regência, nessa perspectiva, torna-se linguagem simbólica.
O gesto do maestro passa a conter:
direção;
peso;
densidade;
caráter;
tensão;
respiração;
expectativa temporal.
Trata-se de uma concepção que dialoga diretamente com a semiótica musical e com a teoria da comunicação não verbal.
7. Implicações pedagógicas no âmbito do MUSICAD
No ambiente pedagógico do MUSICAD, essas formulações conceituais contribuem para um modelo formativo baseado em:
7.1 Escuta analítica
O regente é treinado para compreender estruturas profundas da obra antes da construção gestual.
7.2 Consciência estrutural
O gesto nasce da análise musical e não da mera repetição técnica.
7.3 Liderança artística
A autoridade do maestro decorre da clareza conceitual e não apenas da imposição hierárquica.
7.4 Formação humanística
A regência é compreendida como atividade interdisciplinar envolvendo estética, filosofia, psicologia e sociologia da música.
8. Considerações finais
As frases de Roberto Farias ultrapassam o caráter meramente retórico, constituindo verdadeiros núcleos conceituais de uma filosofia da regência musical.
No âmbito do MUSICAD – Seminário Permanente de Regência, tais formulações consolidam uma pedagogia voltada à consciência artística, à escuta coletiva e à compreensão fenomenológica do fazer musical.
Mais do que ensinar padrões gestuais, o pensamento desenvolvido por Roberto Farias propõe uma redefinição do papel do maestro contemporâneo: não como simples coordenador técnico, mas como indutor de consciência sonora coletiva.
Referências Bibliográficas
Edmund Husserl. Ideias para uma Fenomenologia Pura.
Jean-Jacques Nattiez. Music and Discourse.
Arnold Schoenberg. Fundamentals of Musical Composition.
Heinrich Schenker. Free Composition.
Leonard Bernstein. The Infinite Variety of Music.
Pierre Boulez. Points de repère.
Documentos institucionais e materiais pedagógicos do MUSICAD – Seminário Permanente de Regência. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 10h12min de 17 de maio de 2026 (UTC)
== INSTRUMENTOS TRANSPOSITORES ==
'''INSTRUMENTOS TRANSPOSITORES'''
São chamados '''instrumentos transpositores''' aqueles cuja nota escrita soa em altura diferente do som real, isto é, diferente do som produzido ao piano.
Exceções importantes: '''trombone, euphonium/bombardino e tuba''', embora possam estar construídos em Si♭, Mi♭ ou Fá, geralmente são escritos em '''som real'''.
'''Transpositores de oitava'''
Mesmo afinados em Dó, alguns instrumentos soam em oitava diferente da escrita:
{| class="wikitable"
|'''Instrumento'''
|'''Soa'''
|-
|Piccolo / flautim
| 8ª acima
|-
|Flauta-baixo em Dó
| 8ª abaixo
|-
|Contrafagote
| 8ª abaixo
|-
|Contrabaixo de cordas
| 8ª abaixo
|}
'''Principais transposições'''
{| class="wikitable"
| valign="top" |'''Instrumento'''
| valign="top" |'''Afinação'''
| valign="top" |'''Soa'''
|'''Para escrever em uníssono com o piano'''
|-
|Flauta contralto
|Sol
|4ª j. inf.
|escrever 4ª justa acima
|-
|Corne-inglês
|Fá
|5ª j. inf.
|escrever 5ª justa acima
|-
|Trompa
|Fá
|5ª j. inf.
|escrever 5ª justa acima
|-
|Requinta
|Mi♭
|3ª m. sup.
|escrever 3ª menor abaixo
|-
|Clarinete
|Si♭
|2ª M inf.
|escrever 2ª maior acima
|-
|Clarinete
|Lá
|3ª m. inf.
|escrever 3ª menor acima
|-
|Trompa
|Si♭
|2ª M. inf.
|escrever 2ª maior acima
|-
|Requinta
|Mi♭
|6ª M. inf.
|escrever 6ª maior acima
|-
|Clarinete
|Si♭
|9ª M. inf.
|escrever 9ª maior acima
|-
|Clarinete
|Lá
|3ª m. inf.
|escrever 3ª menor acima
|-
|Sax soprano
|Si♭
|2ª M. inf.
|escrever 2ª maior acima
|-
|Sax alto
|Mi♭
|6ª M. inf.
|escrever 6ª maior acima
|-
|Sax tenor
|Si♭
|9ª M. inf.
|escrever 9ª maior acima
|-
|Sax barítono
|Mi♭
|13ª M inf.
|escrever 13ª maior acima
|-
|Trompete
|Si♭
|2ª M. inf.
|escrever 2ª maior acima
|-
|Trompete
|Dó
|som real
|não transpõe
|}
{| class="wikitable"
|
|
|
|
|-
|
|
|
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|-
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|-
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|-
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|-
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|-
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|-
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|-
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|-
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|
|-
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|
|-
|
|
|
|
|}
'''Observação didática'''
Regra prática:
'''se o instrumento soa abaixo, escreve-se acima; se soa acima, escreve-se abaixo.'''
Exemplo:
O clarinete em Si♭ soa uma 2ª maior abaixo. Portanto, para que ele soe um Dó real, deve-se escrever Ré.
'''Método de leitura em som real por aplicação de claves'''
Para ler rapidamente o '''som real''' de uma partitura escrita para instrumentos transpositores, pode-se recorrer à substituição mental da clave, associada ao ajuste da armadura conforme a afinação do instrumento.
{| class="wikitable"
|
|
|
|
|-
|
|
|
|
|}
'''1. Saxofone Alto em Mi♭'''
Ler a parte escrita em '''Clave de Fá na 4ª linha''', considerando o resultado '''uma oitava acima'''.
Além disso, deve-se acrescentar à armadura os '''três bemóis correspondentes à afinação em Mi♭'''.
Assim, a escrita do saxofone alto pode ser convertida ao som real por meio da leitura em clave de fá, com a devida compensação da transposição.
'''2. Corne-Inglês e Trompa em Fá'''
Ler a parte escrita em '''Clave de Dó na 2ª linha''', acrescentando à armadura '''um bemol correspondente à afinação em Fá'''.
Esse procedimento permite visualizar diretamente o som real desses instrumentos, sem necessidade de transpor nota por nota.
'''Síntese prática:'''
{| class="wikitable"
|'''Instrumento'''
|''' Afinação'''
|'''Clave para leitura em som real'''
| ''' Ajuste de armadura'''
|-
|Saxofone Alto
| Mi♭
|Clave de Fá 4ª linha, soando 8ª ac.
| + 3 bemóis
|-
|Corne-Inglês
| Fá
|Clave de Dó 2ª linha, soando real
| + 1 bemol
|-
|Trompa
| Fá
|Clave de Dó 2ª linha, soando real
| + 1 bemol
|}
'''3. Clarinete em Si♭, Saxofone Soprano em Si♭ e Trompete em Si♭'''
Ler em '''clave de Dó na 4ª linha''', pensando o resultado '''uma 8ª acima''', e acrescentar '''2 bemóis''' referentes à afinação do instrumento em Si♭.
'''4. Clarinete Baixo em Si♭ e Saxofone Tenor em Si♭'''
Ler em '''clave de Dó na 4ª linha''', em posição '''justa''', sem deslocamento de oitava, e acrescentar '''2 bemóis''' referentes à afinação do instrumento em Si♭.
Em síntese:
{| class="wikitable"
|'''Instrumentos'''
|'''Clave aplicada'''
|'''Oitava'''
|'''Alteração da armadura'''
|-
|Clarinete Si♭, Sax Soprano Si♭, Trompete Si♭
|Dó 4ª linha
|8ª acima
|<nowiki>+ 2 bemóis</nowiki>
|-
|Clarinete Baixo Si♭, Sax Tenor Si♭
|Dó 4ª linha
|Justa
|<nowiki>+ 2 bemóis</nowiki>
|}
'''4. Saxofone Barítono em Mi♭ / Clarinete Contra-Alto em Mi♭'''
Usa-se a '''clave de Fá na 4ª linha''', em leitura justa, acrescentando-se '''3 bemóis''' à armadura original, correspondentes à afinação em '''Mi♭''' do instrumento.
'''5. Requinta em Mi♭ / Saxofone Sopranino em Mi♭'''
Usa-se a '''clave de Fá na 4ª linha''', porém pensando o som '''duas oitavas acima''', isto é, em '''15ª''', acrescentando-se também '''3 bemóis''' à armadura original, correspondentes à afinação em '''Mi♭''' do instrumento.
Em síntese: os instrumentos em '''Mi♭''' exigem o acréscimo de '''três bemóis'''; a diferença está no registro mental da leitura, especialmente entre os instrumentos graves e os agudos.
'''SÉRIE HARMÔNICA'''
Sabemos que os instrumentos de metal — trompa, trompete, trombone, euphonium e tuba — têm sua construção baseada na '''série harmônica'''. Cada instrumento, seja transpositor ou não, fará soar, em sua '''1ª posição''', a série harmônica correspondente à sua afinação.
É importante lembrar que o '''1º harmônico''', em geral, não é empregado. Além disso, '''trompas e trompetes''' apresentam sua série harmônica escrita ou organizada, na prática pedagógica, '''uma oitava acima''' em relação aos instrumentos graves, como trombone, euphonium e tuba.
'''A tuba, independentemente de sua afinação — Bb, C, Eb ou F — é tratada, na prática da escrita sinfônica e da banda sinfônica, como instrumento não transpositor.''' Sua parte é escrita em '''som real''', geralmente na '''clave de Fá''', e a nota escrita corresponde à nota que efetivamente soa.
O que muda entre as tubas em diferentes afinações não é a escrita musical, mas sim a '''digitação''', a resposta acústica, a extensão confortável, o timbre e a função prática do instrumento. Assim, uma mesma nota escrita exigirá combinações de válvulas diferentes conforme a tuba seja em '''Bb, C, Eb ou F'''.
Exemplo didático:
{| class="wikitable"
|'''Nota escrita'''
|'''Tuba em C'''
|'''Tuba em Bb'''
|'''Tuba em Eb'''
|'''Tuba em F'''
|-
|Dó
|aberta
|1-3
|1-2
|1-3
|}
Portanto, ao ler a partitura, o tubista lê '''som real'''; a adaptação ocorre internamente pela técnica do instrumento. [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 02h08min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== DISCURSO DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ATO SOLENE DE OFICIALIZAÇÃO DO IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão ==
DISCURSO DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ATO SOLENE DE OFICIALIZAÇÃO DO IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão
Senhoras e senhores, autoridades constituídas, representantes da sociedade civil, membros fundadores do IC-BASIC, músicos, maestros, professores, estudantes, amigos da arte e da cultura,
Recebam o meu mais profundo agradecimento pela presença neste momento que, para mim, possui um significado que transcende a formalidade de um ato institucional. Hoje não oficializamos apenas uma entidade jurídica. Hoje afirmamos um compromisso histórico, artístico, pedagógico e humano com a música, com Cubatão e com as futuras gerações.
O nascimento do IC-BASIC — Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão — representa a continuidade de um sonho construído ao longo de décadas. Um sonho que começou ainda nos anos setenta, quando a música de banda em Cubatão começou a ganhar identidade própria, disciplina artística e consciência estética. Naquele tempo, talvez poucos imaginassem que aquela semente lançada entre ensaios, partituras, dificuldades e idealismo pudesse atravessar o tempo e alcançar a dimensão que hoje testemunhamos.
A Banda Sinfônica de Cubatão não nasceu apenas como um agrupamento musical. Ela nasceu como um movimento cultural. Uma força educativa. Um espaço de transformação humana.
Ao longo de aproximadamente cinquenta e cinco anos de história, a Banda Sinfônica de Cubatão formou músicos, maestros, professores e cidadãos. Levou arte onde muitas vezes havia silêncio. Levou esperança onde frequentemente existia apenas a dureza da realidade cotidiana. E talvez exatamente por isso sua existência tenha se tornado patrimônio afetivo do povo cubatense.
A música possui esse poder extraordinário: transformar o abstrato em algo concreto. Costumo dizer que “música é o abstrato que se faz concreto”. E quando uma comunidade abraça a arte, ela também redefine a própria identidade.
Cubatão, conhecida nacionalmente por sua força industrial, também possui uma vocação artística profunda. Existe aqui uma alma cultural que resiste, floresce e se reinventa continuamente. O IC-BASIC nasce justamente para preservar, fortalecer e projetar essa vocação.
Este Instituto não surge apenas para administrar atividades musicais. Surge para construir pensamento. Para promover formação. Para estimular pesquisa, criação, intercâmbio artístico e desenvolvimento humano. Surge para consolidar uma visão moderna da banda sinfônica como organismo artístico de excelência.
E quando falamos em excelência, não falamos em elitismo. Falamos em compromisso. Compromisso com a qualidade, com o estudo, com a disciplina, com o respeito à arte e com a valorização do músico.
A Banda Sinfônica de Cubatão atravessou tempos difíceis. Após mudanças estruturais ocorridas nos últimos anos, especialmente a partir de 2018, passamos a viver um cenário de enormes desafios institucionais e financeiros. Muitas vezes sobrevivemos graças ao esforço coletivo, ao espírito de resistência e ao apoio de pessoas que compreenderam que preservar a banda era preservar parte da memória cultural de Cubatão.
E é exatamente nesse contexto que o IC-BASIC se apresenta como um novo capítulo. Um capítulo de reorganização, profissionalização e projeção institucional.
Hoje damos um passo fundamental para assegurar que a Banda Sinfônica de Cubatão continue viva, ativa e artisticamente relevante nas próximas décadas.
E é impossível falar deste momento sem mencionar um acontecimento histórico que se aproxima: a participação da Banda Sinfônica de Cubatão na WASBE Conference Rio 2026.
Estaremos presentes na Conferência Mundial de Bandas Sinfônicas, um dos mais importantes encontros internacionais dedicados à música para sopros e percussão. Trata-se de um acontecimento de dimensão mundial, reunindo maestros, compositores, pesquisadores e grupos artísticos de diversos países.
E o que significa Cubatão estar presente nesse cenário?
· Significa que a nossa cidade dialogará com o mundo através da arte.
· Significa que uma história construída com perseverança atravessará fronteiras.
· Significa que músicos formados aqui representarão não apenas uma instituição, mas a identidade cultural de um povo.
A presença da Banda Sinfônica de Cubatão na WASBE não é um gesto de vaidade institucional. É um ato de afirmação cultural. É dizer ao Brasil e ao mundo que Cubatão também produz excelência artística.
Por isso, esta caminhada necessita do apoio da sociedade, do poder público, das empresas, da iniciativa privada e de todos aqueles que compreendem que investir em cultura não é gasto: é construção de civilização.
A arte não é acessória. A arte é essencial.
Tenho repetido ao longo da vida uma frase que sintetiza profundamente meu pensamento: “Arte é vida e a vida é essencial.”
· Sem arte, a sociedade perde sensibilidade.
· Sem cultura, perde memória.
· Sem educação estética, perde humanidade.
O IC-BASIC nasce para defender exatamente isso: a permanência da arte como instrumento de elevação humana.
Desejo também registrar minha gratidão aos músicos da Banda Sinfônica de Cubatão, aos colaboradores, aos membros fundadores, aos parceiros culturais, aos amigos que nunca deixaram de acreditar neste projeto, e a todos aqueles que compreenderam que sonhos coletivos exigem coragem coletiva.
Nenhuma instituição nasce sozinha. Instituições nascem da união de consciências.
Hoje iniciamos oficialmente uma nova etapa.
Uma etapa que pretende ampliar horizontes, estabelecer convênios acadêmicos, incentivar jovens músicos, promover temporadas artísticas, fomentar pesquisas, criar oportunidades e fortalecer o papel da banda sinfônica brasileira dentro do cenário contemporâneo.
Queremos que o IC-BASIC seja referência artística, pedagógica e cultural.
Queremos que Cubatão seja reconhecida não apenas pela força de sua indústria, mas também pela força de sua inteligência artística.
E, acima de tudo, queremos que as futuras gerações compreendam que vale a pena acreditar na arte.
Porque quando um povo preserva sua cultura, ele preserva sua própria alma.
Muito obrigado a todos.
Vida longa ao IC-BASIC.
Vida longa à Banda Sinfônica de Cubatão.
E que a música continue sendo nossa mais elevada forma de esperança.
''ODE A CUBATÃO – Roberto Farias''
Nasci entre montanhas feridas e chaminés que rasgavam o céu.
Nasci em Cubatão — não apenas como quem recebe uma pátria, mas como quem recebe um destino.
E se outrora quiseram reduzir esta terra ao estigma da fumaça, do aço e da fuligem, eu a reconheci desde cedo como um território de resistência, de trabalho e de renascimento.
Porque Cubatão jamais foi somente o retrato da poluição.
Cubatão sempre foi o retrato da superação humana.
Foi aqui, na terra do visionário Afonso Schmidt, criador da utopia luminosa da Zanzalá — a Cubatão do Futuro — que aprendi que o homem só se realiza plenamente quando é capaz de sonhar coletivamente.
E talvez tenha sido exatamente entre operários, trilhos, sirenes e morros que compreendi a verdadeira natureza da arte: transformar cicatrizes em linguagem de esperança.
Sou filho de origem humilde, como tantos meninos desta cidade.
Menino que viu a dureza das ruas, o peso do trabalho e o silêncio das oportunidades negadas.
Mas também menino que ouviu, ao longe, o chamado misterioso da música — esse sopro invisível capaz de reorganizar a alma humana.
A arte a muitos salvou.
E, por isso, transformei minha vida numa missão: devolver através da música aquilo que Cubatão me deu como identidade, força e pertencimento.
Se hoje ergo a batuta diante de uma banda sinfônica, não o faço apenas para reger sons.
· Rego memórias.
· Rego sonhos coletivos.
· Rego a dignidade cultural de um povo.
Cada concerto da Banda Sinfônica de Cubatão representa mais do que uma apresentação artística.
· Representa a afirmação de que Cubatão produz beleza.
· Produz inteligência.
· Produz sensibilidade.
· Produz civilização.
E é por isso que vejo na caminhada do IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão não apenas um projeto institucional, mas um gesto histórico de reconstrução simbólica da cidade.
Uma cidade que venceu o próprio fantasma.
Que reaprendeu a respirar.
Que trocou o cinza pela consciência ecológica.
E que agora deseja ser reconhecida também por sua vocação artística e humanista.
Quando a Banda Sinfônica de Cubatão se projeta para o cenário internacional, rumo à WASBE Conference Rio 2026, não é apenas um grupo musical que viaja.
É Cubatão que sobe ao palco do mundo.
É a voz de uma cidade inteira dizendo:
''“Sobrevivemos. Evoluímos. Criamos beleza.”''
Tenho convicção de que a transformação pela arte não é uma utopia romântica.
É um ato concreto de reconstrução humana.
Porque a música educa o espírito.
A música reorganiza sensibilidades.
A música devolve ao homem a capacidade de perceber o outro.
E um povo que aprende a ouvir talvez esteja mais próximo de aprender também a coexistir.
Carrego comigo esta consciência:
· não pertenço apenas à minha biografia.
· Pertenço a uma missão.
· Missão de semear consciência estética onde houver brutalidade.
· Missão de construir pontes entre cultura e cidadania.
· Missão de provar que mesmo uma cidade marcada pelas dores do passado pode converter-se em símbolo de esperança.
E se um dia perguntarem o que significa amar Cubatão, responderei sem hesitar:
''Amar Cubatão é acreditar que a arte pode devolver futuro a uma terra que jamais deixou de sonhar.'' [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 02h14min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== A FILOSOFIA NA MÚSICA ==
'''A FILOSOFIA E MÚSICA'''
A relação entre Filosofia e Música constitui um dos campos mais profundos da reflexão estética, artística e humana. Desde a Antiguidade, pensadores buscaram compreender o significado da música, sua função social, espiritual, ética e sua capacidade de expressar aquilo que muitas vezes ultrapassa a linguagem verbal.
'''Filosofia da Música'''
A Filosofia da Música investiga questões fundamentais como:
* O que é música?
* A música possui significado?
* A música expressa emoções ou apenas as representa?
* Existe uma beleza objetiva na música?
* Qual a relação entre música, sociedade e espiritualidade?
* A música pode transformar o ser humano?
Trata-se, portanto, de uma reflexão sobre a essência da experiência musical.
----'''A Música na Antiguidade'''
'''Pitágoras e a harmonia do universo'''
Pitágoras compreendia a música como manifestação da ordem cósmica. Ao estudar as proporções matemáticas dos intervalos musicais, formulou a ideia da “harmonia das esferas”, segundo a qual o universo seria regido por relações numéricas semelhantes às da música.
A música, nesse contexto, não era apenas arte, mas reflexo da estrutura do cosmos.
----'''Platão: música e formação moral'''
Platão considerava a música essencial na educação do cidadão ideal. Para ele, determinados modos musicais influenciavam diretamente o caráter humano.
Na obra ''A República'', Platão defendia que:
* músicas equilibradas formariam espíritos virtuosos;
* músicas excessivamente passionais poderiam corromper a alma.
A música possuía, portanto, função ética e política.
----'''Aristóteles e a catarse'''
Aristóteles amplia essa visão ao afirmar que a música provoca catarse — uma purificação emocional.
Segundo Aristóteles:
* a música educa;
* a música emociona;
* a música libera tensões interiores.
Essa ideia permanece extremamente atual na musicoterapia e na pedagogia musical contemporânea.
----'''Filosofia Medieval: música e transcendência'''
Na Idade Média, a música passa a ser entendida como expressão da ordem divina.
'''Santo Agostinho'''
Agostinho de Hipona via a música como caminho espiritual. Em seus escritos, refletia sobre:
* ritmo;
* tempo;
* memória;
* beleza sonora.
A música aproximaria o homem do eterno.
----'''Filosofia Moderna e Romântica'''
'''Schopenhauer: a música como essência do mundo'''
Arthur Schopenhauer atribuiu à música uma posição superior entre as artes.
Enquanto as outras artes representariam imagens do mundo, a música expressaria diretamente a própria essência da existência — a “Vontade”.
Para Schopenhauer:
* a música não imita;
* a música revela.
Essa visão influenciou profundamente compositores como Richard Wagner.
----'''Nietzsche e o espírito dionisíaco'''
Friedrich Nietzsche via na música a manifestação do impulso vital, irracional e trágico da existência.
Em O Nascimento da Tragédia, distingue:
* o apolíneo → ordem, equilíbrio, racionalidade;
* o dionisíaco → êxtase, emoção, intensidade.
A música seria uma das mais poderosas expressões do elemento dionisíaco.
----'''Filosofia Contemporânea e Música'''
'''Fenomenologia'''
A fenomenologia procura compreender a experiência musical vivida.
Edmund Husserl e Maurice Merleau-Ponty influenciaram abordagens segundo as quais:
* a música é experiência temporal;
* ouvimos a música com o corpo;
* percepção e consciência são inseparáveis.
Nesse sentido, a música não é apenas objeto sonoro, mas experiência existencial.
----'''Semiótica Musical'''
Pensadores como Jean-Jacques Nattiez investigaram como a música produz sentido.
A semiótica musical analisa:
* símbolos;
* estruturas;
* significados culturais;
* relações entre compositor, obra e ouvinte.
----'''Música, Sociedade e Cultura'''
A filosofia também investiga:
* o papel político da música;
* a música como identidade cultural;
* música e ideologia;
* indústria cultural;
* arte e consumo.
'''Adorno'''
Theodor W. Adorno criticou a padronização da música produzida pela indústria cultural.
Defendia que a arte musical profunda deveria:
* provocar reflexão;
* resistir à banalização;
* preservar a autonomia estética.
----'''Filosofia da Regência e da Performance'''
No universo da regência, a filosofia manifesta-se na reflexão sobre:
* gesto;
* tempo;
* silêncio;
* liderança;
* indução interpretativa;
* consciência coletiva sonora.
A regência transcende a técnica:
ela envolve fenomenologia do gesto, ética da liderança artística e construção de sentido musical coletivo.
Nesse contexto, ideias como:
“Reger é a arte de induzir”
aproximam-se de concepções fenomenológicas e existenciais da música, nas quais o maestro não apenas marca compassos, mas conduz consciências sonoras em direção a uma experiência estética comum.
----'''Questões centrais da Filosofia da Música'''
'''A música possui significado objetivo?'''
Alguns filósofos defendem que:
* a música comunica emoções universais;
outros afirmam que:
* seu significado depende da cultura e da experiência individual.
----'''A música é linguagem?'''
Há correntes que entendem a música como:
* linguagem simbólica;
* linguagem afetiva;
* linguagem abstrata.
Outras sustentam que ela ultrapassa qualquer linguagem verbal.
----'''Por que a música emociona?'''
Uma das grandes perguntas filosóficas permanece:
como estruturas abstratas de sons conseguem provocar emoções tão profundas?
----'''Conclusão'''
A Filosofia da Música busca compreender não apenas a arte sonora, mas o próprio ser humano através do fenômeno musical.
A música:
* organiza o tempo;
* expressa emoções;
* constrói identidades;
* simboliza culturas;
* conduz experiências espirituais;
* transforma percepções.
Mais do que entretenimento, a música revela modos de existir, sentir e compreender o mundo [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 02h17min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== A FENOMENOLOGIA APLICADA À MÚSICA ==
A fenomenologia aplicada à música constitui uma abordagem filosófica voltada à compreensão da experiência musical tal como ela se manifesta à consciência. Em vez de analisar apenas estruturas técnicas — harmonia, forma, contraponto ou instrumentação — a fenomenologia busca compreender como a música é vivida, percebida e significada pelo ouvinte, intérprete ou compositor.
A fenomenologia nasce com Edmund Husserl, sendo posteriormente desenvolvida por pensadores como Martin Heidegger, Maurice Merleau-Ponty e Roman Ingarden. No campo musical, destaca-se especialmente Ingarden, que procurou compreender a obra musical enquanto objeto intencional.
A música como fenômeno vivido
Para a fenomenologia, a música não é apenas um objeto físico constituído por sons mensuráveis. Ela existe como experiência temporal da consciência.
Quando ouvimos uma melodia, por exemplo, cada nota não é percebida isoladamente. A consciência conserva o que acabou de soar (retenção), vive o presente sonoro e antecipa o que virá (protensão). Assim, a percepção musical é um fluxo contínuo de temporalidade.
Uma simples sequência melódica só faz sentido porque a mente integra passado, presente e expectativa futura.
A temporalidade musical
A fenomenologia atribui enorme importância ao tempo musical.
Uma sinfonia de Ludwig van Beethoven, uma obra de Igor Stravinsky ou uma peça de Claude Debussy não são percebidas como “quadros estáticos”, mas como acontecimentos em permanente transformação.
O sentido musical nasce:
da memória do que já ocorreu;
da tensão criada pelo presente;
da expectativa do que ainda virá.
Por isso, a fenomenologia aproxima-se profundamente da regência e da interpretação musical, pois o regente trabalha precisamente sobre:
direção temporal;
tensão;
repouso;
expectativa;
continuidade do discurso.
A intencionalidade na música
Outro conceito central é a intencionalidade.
Para Husserl, toda consciência é consciência de algo. Aplicado à música:
o ouvinte dirige sua consciência ao fenômeno sonoro;
o intérprete projeta intenções expressivas;
o compositor estrutura significados perceptivos.
A obra musical deixa então de ser apenas “partitura” e passa a existir como:
experiência;
percepção;
vivência estética.
Roman Ingarden e a obra musical
Roman Ingarden desenvolveu uma das mais importantes fenomenologias da música.
Segundo ele:
a partitura não é a obra em si;
ela é apenas um esquema potencial;
a obra musical concretiza-se na execução e na percepção.
Assim, cada interpretação realiza parcialmente a obra, sem jamais esgotá-la completamente.
Essa visão possui enorme impacto na prática interpretativa:
duas execuções da mesma obra jamais serão idênticas;
o fenômeno musical depende do intérprete, da acústica, do público e da consciência perceptiva.
Fenomenologia e interpretação musical
Na prática interpretativa, a fenomenologia conduz o músico a pensar:
o fraseado como respiração;
o tempo como fluxo orgânico;
o silêncio como elemento expressivo;
a sonoridade como presença;
a escuta como construção de sentido.
O maestro deixa de ser apenas um “marcador de compassos” para tornar-se organizador da experiência temporal coletiva.
Sob essa ótica, reger significa:
induzir percepção;
organizar tensões;
modelar expectativas;
conduzir consciências através do tempo sonoro.
Fenomenologia e corpo
Com Maurice Merleau-Ponty, a fenomenologia enfatiza também o corpo como mediador da experiência.
Na música:
o gesto do regente;
a respiração do instrumentista;
a resistência física do som;
a sensação tátil do instrumento;
a espacialidade acústica
tornam-se elementos essenciais da compreensão musical.
A música deixa então de ser apenas “intelectual” para tornar-se corporeidade sonora.
Fenomenologia versus análise estrutural
Enquanto abordagens estruturalistas concentram-se na organização objetiva da obra, a fenomenologia pergunta:
Como a música aparece à consciência?
Como ela é experimentada?
Que tipo de temporalidade produz?
Como gera expectativa, tensão e sentido?
Ela não substitui a análise harmônica, formal ou motívica, mas amplia sua dimensão estética e perceptiva.
Fenomenologia na banda sinfônica
No universo da banda sinfônica, a fenomenologia possui aplicação particularmente rica:
espacialidade dos metais;
projeção sonora;
massas tímbricas;
impacto acústico dos sopros;
percepção do movimento harmônico através da cor instrumental.
Obras como:
Hammersmith de Gustav Holst;
Symphony in B-flat for Concert Band de Paul Hindemith;
Symphonies of Wind Instruments
mostram como a percepção fenomenológica do timbre e da espacialidade torna-se central à interpretação.
Síntese
A fenomenologia da música procura compreender:
a música enquanto experiência;
o som enquanto presença;
o tempo enquanto fluxo vivido;
a interpretação enquanto concretização;
a escuta enquanto construção de sentido.
Ela desloca o foco:
da música como objeto → para a música como acontecimento vivido.
Sob essa perspectiva, a arte musical deixa de ser apenas arquitetura sonora e transforma-se numa experiência existencial do tempo, da escuta e da consciência. [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 02h21min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== A SEMIÓTICA APLICADA À MUSICA ==
A semiótica aplicada à música consiste no estudo dos processos de significação musical — isto é, de como a música produz sentido, comunica ideias, desperta imagens, constrói expectativas e estabelece relações simbólicas, culturais e emocionais. Trata-se de uma área interdisciplinar situada entre a musicologia, a filosofia, a linguística, a estética e a análise musical.
O que é semiótica?
A semiótica é a ciência dos signos. Seu objeto central é compreender como algo passa a significar outra coisa dentro de um determinado contexto cultural.
Os três grandes referenciais da semiótica moderna são:
Ferdinand de Saussure — concepção estrutural do signo (significante e significado);
Charles Sanders Peirce — teoria triádica do signo;
Jean-Jacques Nattiez — aplicação sistemática da semiótica ao campo musical.
A música como linguagem de signos
Embora a música não possua significados fixos como a linguagem verbal, ela organiza sons capazes de gerar relações simbólicas, afetivas, narrativas e culturais.
Na música, os signos podem manifestar-se através de:
motivos melódicos;
ritmos;
timbres;
harmonias;
instrumentações;
gestos expressivos;
tópicas musicais;
citações;
relações formais;
convenções estilísticas.
Por exemplo:
trompetes e ritmos marciais frequentemente remetem ao universo militar;
uma melodia cromática descendente pode sugerir dor ou lamentação;
determinadas combinações harmônicas evocam tensão, mistério ou transcendência;
o sino tubular pode remeter ao religioso ou ao fúnebre.
Esses sentidos não são absolutos: dependem do contexto histórico, cultural e estético.
A tríade de Peirce aplicada à música
Segundo Charles Sanders Peirce, o signo envolve três elementos:
Representamen — aquilo que aparece;
Objeto — aquilo a que o signo se refere;
Interpretante — o sentido produzido na mente do ouvinte.
Na música:
um acorde dissonante pode funcionar como representamen;
a ideia de tensão dramática como objeto;
a sensação percebida pelo ouvinte como interpretante.
Peirce também classifica os signos em:
Ícone
Há semelhança com o objeto.
Exemplo:
flautas imitando canto de pássaros.
Índice
Há relação causal ou indicativa.
Exemplo:
crescendo indicando aproximação ou intensificação.
Símbolo
O sentido depende de convenção cultural.
Exemplo:
marcha fúnebre associada à morte.
Jean-Jacques Nattiez e a tripartição semiótica
Jean-Jacques Nattiez propõe uma das teorias mais importantes da semiótica musical.
Ele divide o fenômeno musical em três níveis:
1. Nível Poiético
Refere-se ao processo de criação:
intenções do compositor;
contexto histórico;
técnicas composicionais;
estética.
2. Nível Neutro
É a obra em si:
partitura;
estrutura sonora;
organização formal;
material musical observável.
3. Nível Estésico
Relaciona-se à recepção:
percepção do ouvinte;
interpretação;
emoção;
construção de sentido.
Uma mesma obra pode produzir interpretações diferentes em ouvintes distintos.
Semiótica e análise musical
A semiótica amplia a análise tradicional porque não observa apenas:
forma;
harmonia;
contraponto;
instrumentação.
Ela investiga:
o que os gestos musicais significam;
como a música produz narratividade;
como certos elementos evocam imagens ou arquétipos culturais;
relações entre música e sociedade.
Assim, uma análise semiótica pode abordar:
símbolos;
tópicas;
intertextualidade;
retórica musical;
dramaturgia sonora;
semântica do timbre;
espacialidade;
gesto musical.
Tópicas musicais
Um conceito central da semiótica musical moderna é o das “tópicas”, desenvolvido especialmente por Leonard Ratner e aprofundado por Raymond Monelle.
Tópicas são estilos ou figuras musicais reconhecíveis culturalmente:
marcha;
pastoral;
fanfarra;
caça;
dança cortesã;
estilo militar;
coral religioso.
Em Gustav Mahler, por exemplo, a marcha militar frequentemente assume caráter irônico ou trágico.
Semiótica na banda sinfônica
No universo da banda sinfônica, a semiótica revela-se especialmente rica devido:
à forte presença de tópicas militares;
ao simbolismo cerimonial;
ao impacto tímbrico dos metais e percussão;
à relação histórica entre banda, praça pública e identidade coletiva.
Obras como:
First Suite in E-flat for Military Band;
Symphony in B-flat for Concert Band;
Hammersmith
podem ser analisadas semioticamente a partir:
das relações entre timbre e espacialidade;
dos gestos heroicos;
da retórica ceremonial;
da transformação do discurso militar em linguagem artística autônoma.
Semiótica e regência
Para o regente, a semiótica é fundamental porque:
ajuda a compreender os significados implícitos do discurso musical;
orienta escolhas interpretativas;
define caráter, gesto, articulação e agógica;
aproxima análise estrutural e expressão artística.
O regente passa a compreender não apenas “como” a música é construída, mas “o que” ela comunica simbolicamente.
Síntese
A semiótica musical busca compreender:
como a música produz sentido;
como os sons se transformam em signos;
como a cultura interfere na escuta;
como o discurso musical comunica ideias, emoções e símbolos.
Ela constitui uma ponte entre:
análise;
estética;
interpretação;
percepção;
cultura;
filosofia da música.
Em síntese, a semiótica aplicada à música procura responder à pergunta:
“De que maneira a música significa?” [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 02h24min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== ALFRED REED E SUA CONTRIBUIÇÃO AO UNIVERSO DA BANDA SINFÔNICA ==
Alfred Reed ocupa um lugar central na consolidação da banda sinfônica como organismo artístico autônomo no século XX. Sua produção representa uma síntese rara entre refinamento técnico, comunicabilidade estética, domínio orquestral e profunda compreensão das possibilidades tímbricas dos sopros e da percussão. Ao lado de figuras como Paul Hindemith, Gustav Holst, Karel Husa e Vincent Persichetti, Reed ajudou decisivamente a elevar o repertório para banda ao patamar de linguagem artística plena, afastando-o da mera função utilitária ou da dependência de transcrições orquestrais.
Sua contribuição pode ser compreendida sob diversos aspectos:
1. A valorização da banda sinfônica como linguagem própria
Até meados do século XX, grande parte do repertório das bandas era constituída por:
marchas;
aberturas de ópera;
transcrições orquestrais;
música ceremonial;
peças funcionais.
Alfred Reed compreendeu que a banda possuía:
identidade tímbrica própria;
enorme flexibilidade de cores;
potência rítmica singular;
capacidade lírica comparável à orquestra;
possibilidades arquitetônicas autônomas.
Sua escrita jamais tenta “imitar” a orquestra. Pelo contrário: ela explora aquilo que apenas a banda pode oferecer:
massa harmônica homogênea;
brilho metálico dos metais;
elasticidade dos saxofones;
mobilidade das madeiras;
protagonismo da percussão.
Nesse sentido, Reed foi um dos grandes arquitetos da moderna estética bandística.
2. O legado pedagógico e técnico
Poucos compositores escreveram tão inteligentemente para diferentes níveis de banda quanto Alfred Reed.
Sua produção contempla:
bandas escolares;
conjuntos universitários;
bandas militares;
bandas profissionais.
Entretanto, mesmo em obras pedagógicas, jamais há empobrecimento musical. Reed acreditava que:
“música educativa não precisa ser artisticamente inferior.”
Seu domínio da instrumentação tornou-se referência mundial:
equilíbrio vertical impecável;
clareza contrapontística;
distribuição inteligente de respirações;
uso idiomático dos registros;
grande eficiência acústica.
Por isso suas obras permanecem entre as mais executadas do repertório internacional.
3. A “First Suite for Band” e o pensamento estrutural
First Suite for Band representa um dos primeiros grandes marcos de sua produção.
Embora o título remeta inevitavelmente à tradição inaugurada por First Suite in E-flat for Military Band, Reed não produz uma continuação estilística literal. Sua linguagem:
é mais expansiva harmonicamente;
apresenta maior fluidez cinematográfica;
incorpora vitalidade rítmica tipicamente americana;
utiliza texturas mais densas e colorísticas.
A obra evidencia:
extraordinário senso formal;
organicidade temática;
domínio das transições;
equilíbrio entre lirismo e energia motora.
A “First Suite” demonstra como Reed entendia a banda como um grande laboratório sinfônico de sopros.
4. “Armenian Dances”: a universalização do repertório folclórico
Se há uma obra que eternizou Alfred Reed no repertório mundial, esta é:
Armenian Dances.
Nela, Reed transforma melodias recolhidas por Komitas Vardapet em uma monumental construção sinfônica.
A importância da obra reside em vários fatores:
sofisticação harmônica;
monumentalidade formal;
riqueza modal;
exuberância tímbrica;
exploração magistral da percussão;
profunda dimensão espiritual.
“Armenian Dances” mostrou ao mundo que a banda sinfônica poderia produzir obras de densidade emocional e arquitetônica comparáveis às grandes sinfonias orquestrais.
5. “El Camino Real” e a teatralidade sonora
El Camino Real tornou-se uma das obras mais emblemáticas do repertório bandístico moderno.
Aqui Reed explora:
ritmos afro-hispânicos;
energia percussiva;
exuberância festiva;
dramaticidade quase operística.
A peça tornou-se um paradigma de:
virtuosismo coletivo;
impacto concertístico;
espetáculo tímbrico.
Sua escrita evidencia o entendimento da banda como organismo de grande teatralidade sonora.
6. “Canto e Candombe”: síntese latino-americana
Entre suas obras mais emblemáticas está:
A Festival Prelude, mas sobretudo:
Canto y Candombe.
Nesta obra, Reed aproxima-se profundamente da identidade latino-americana, especialmente das tradições afro-uruguaias do candombe.
“Canto y Candombe” revela:
sensualidade rítmica;
sofisticação polirrítmica;
lirismo melancólico;
exuberância percussiva;
extraordinária exploração dos metais.
A obra possui quase uma dimensão coreográfica:
os ritmos parecem corporificados;
a percussão deixa de ser mero suporte;
o tecido musical pulsa de maneira orgânica.
O “Canto” inicial apresenta atmosfera contemplativa e quase nostálgica, enquanto o “Candombe” explode em vitalidade ritualística.
Aqui Reed demonstra:
abertura multicultural;
assimilação respeitosa de elementos folclóricos;
universalização artística da música latino-americana.
7. Alfred Reed e a estética da comunicação
Diferentemente de certos modernismos excessivamente herméticos, Alfred Reed jamais rompeu o elo com o público.
Sua música consegue conciliar:
sofisticação;
clareza;
impacto emocional;
acessibilidade.
Isso explica sua permanência:
em salas de concerto;
festivais;
concursos;
universidades;
bandas militares;
repertórios pedagógicos.
Reed entendia que a complexidade artística não precisava afastar a audiência.
8. O impacto histórico de Alfred Reed
A importância histórica de Alfred Reed para a banda sinfônica pode ser resumida em alguns pontos fundamentais:
consolidou a escrita idiomática moderna para banda;
ampliou o repertório original de concerto;
universalizou o repertório bandístico;
valorizou tradições folclóricas internacionais;
aproximou técnica e comunicação estética;
contribuiu para a legitimação acadêmica da banda sinfônica;
influenciou gerações de compositores e regentes.
Seu legado permanece vivo porque suas obras unem:
inteligência estrutural;
força expressiva;
refinamento tímbrico;
humanidade musical.
Da “First Suite” à monumentalidade multicultural de “Canto y Candombe”, Alfred Reed ajudou a transformar a banda sinfônica em um dos mais ricos e sofisticados organismos instrumentais da música contemporânea. [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 02h34min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== BEC - BANDA ESCOLA DE CUBATÃO, mais do que uma escola de música, uma ACADEMIA ==
O BEC – Banda Escola de Cubatão constitui-se muito mais do que uma escola livre de música: é, em sua essência, uma verdadeira academia de formação artística, humana e cultural. Com raízes profundamente ligadas à histórica Banda Sinfônica de Cubatão, o programa surgiu na década de 1980 com a missão de promover a formação, o desenvolvimento e o aperfeiçoamento de músicos destinados àquele emblemático organismo artístico, que há mais de meio século integra a identidade cultural da cidade de Cubatão.
Inicialmente voltado às áreas de sopros e percussão, o BEC expandiu gradativamente seu campo de atuação, incorporando o ensino das cordas — violino, viola, violoncelo e contrabaixo —, além do canto, da dança e do violão. Em sua constante busca pela excelência e pela diversidade artística, implementou também um importante Núcleo de Música Antiga, destinado ao suporte artístico e pedagógico do Grupo Rinascita, dedicado à pesquisa, preservação e difusão do repertório medieval e renascentista, utilizando inclusive réplicas de instrumentos históricos.
Ao longo de sua trajetória, o BEC tornou-se um dos mais relevantes polos de formação artística do país, não apenas preparando instrumentistas, cantores e bailarinos, mas também impulsionando carreiras de regentes, compositores, pesquisadores, coreógrafos, educadores e gestores culturais, muitos dos quais hoje atuam profissionalmente no Brasil e no exterior.
Sua filosofia pedagógica sempre transcendeu os limites do ensino convencional. Fundamentado na prática artística coletiva, na excelência técnica, na formação humanística e na vivência profissional cotidiana, o BEC consolidou uma metodologia singular, cuja profundidade e eficiência superam, em muitos aspectos, modelos acadêmicos tradicionais ainda presos a paradigmas por vezes estagnados e distantes das transformações contemporâneas do fazer artístico.
A interrupção abrupta de suas atividades em 2018, em decorrência de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) promovida pelo Ministério Público — medida que afetou todos os Grupos Artísticos de Cubatão — representou uma das maiores perdas culturais da história recente do município. Tal situação tornou-se ainda mais grave diante do fato de que esses organismos artísticos haviam sido reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial pela Lei Municipal nº 3.944, de 9 de outubro de 2018, legislação que, lamentavelmente, jamais foi efetivamente aplicada.
A lacuna deixada pelo BEC permanece irreparável. Entretanto, o IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão assume, em sua missão institucional, o compromisso de resgatar, preservar e projetar para o futuro esse extraordinário legado artístico, pedagógico e humanístico, reafirmando a cultura como instrumento de transformação social, identidade coletiva e esperança para as novas gerações. [[Especial:Contribuições/~2026-30072-04|~2026-30072-04]] ([[Utilizador Discussão:~2026-30072-04|discussão]]) 17h50min de 19 de maio de 2026 (UTC)
== CUBATÃO - CELEIRO DE ARTISTAS! ==
CUBATÃO – CELEIRO DE ARTISTAS
Cubatão, ao longo de mais de meio século, consolidou-se como uma cidade de notável vocação artística, projetando-se nacionalmente nas áreas da música, do teatro e da dança. Sua história cultural revela um território fértil, onde talentos foram formados, sonhos foram construídos e importantes organismos artísticos nasceram como expressão viva da identidade cubatense.
Na década de 1970, o surgimento da Banda Musical Afonso Schmidt, por iniciativa do jovem maestro cubatense Roberto Farias, impulsionou de maneira decisiva o movimento musical da cidade, servindo de inspiração para a criação e oficialização de diversos grupos que marcaram profundamente a vida cultural do município, entre eles a Banda Musical de Cubatão, atual Banda Sinfônica de Cubatão, a Banda Marcial de Cubatão, o Coral Zanzalá, o Grupo Rinascita, a Cia. de Dança de Cubatão e o Coral Raízes da Serra, todos declarados Patrimônio Cultural Imaterial pela Lei nº 3.944, de 9 de outubro de 2018.
Reconhecida como um dos mais importantes polos de formação artística e musical do país, Cubatão revelou, ao longo de sua trajetória, regentes, compositores, instrumentistas, cantores, bailarinos, atores, pesquisadores e gestores culturais que hoje integram relevantes organismos artísticos no Brasil e no exterior, incluindo mestres e doutores vinculados a conceituadas instituições acadêmicas nacionais.
Terra natal do célebre escritor Afonso Schmidt — criador da utopia luminosa “Zanzalá – Cubatão do Futuro” —, a cidade carrega em sua memória a imagem poética de uma terra plena de arte, orquestras e maestros, simbolizada pelo imaginário Maestro Flanela. Essa vocação artística caminha lado a lado com a história de superação de Cubatão, que, após enfrentar o estigma do chamado “Vale da Morte” nas décadas de 1970 e 1980, transformou-se em referência mundial de recuperação ambiental, tornando-se cidade-símbolo da ecologia e vendo retornar o exuberante Guará-Vermelho, ave símbolo do município.
Ao lado da música, destaca-se também a força do teatro, representada pelas 55 edições ininterruptas do espetáculo A Paixão de Cristo, protagonizado por artistas locais, bem como a expressiva tradição da dança, especialmente pela atuação da Cia. de Dança de Cubatão, vencedora de importantes festivais internacionais, entre eles o Festival de Dança de Joinville e o Festival Valentina Kozlova, em Nova Iorque.
Mesmo com a paralisação oficial dos Grupos Artísticos em 2018, por força de uma ADIN do Ministério Público, seus integrantes permaneceram firmes no compromisso de preservar essa história. O idealismo, a resistência e o amor à arte continuam sustentando a chama cultural cubatense, por meio da atuação de nomes como Roberto Farias, Marcos Sadao Shirakawa, Ulysses Damacena, Alexandre Felipe Gomes, William Duarte, André Farias, Nailse Machado, Maria Fernanda Tavares, Vanessa Toledo, Zeca Rodrigues e Sandra Diogo, entre tantos outros.
Nesse contexto, o surgimento, em 2026, do IC-BASIC – Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão representa mais que uma iniciativa institucional: é o prenúncio de um novo tempo para a cultura cubatense. Um tempo de reconstrução, valorização da memória, fortalecimento artístico e retomada da esperança.
Cubatão é, e continuará sendo, um verdadeiro celeiro de artistas. [[Especial:Contribuições/~2026-29797-80|~2026-29797-80]] ([[Utilizador Discussão:~2026-29797-80|discussão]]) 13h08min de 20 de maio de 2026 (UTC)
== O Repertório Brasileiro para Banda Sinfônica na última década do século XX - Palestra proferida na 21ª WASBE CONFERENCE RIO 2026 ==
'''O REPERTÓRIO BRASILEIRO PARA BANDA SINFÔNICA NA ÚLTIMA DÉCADA DO SÉCULO XX E SEUS DESDOBRAMENTOS'''
Palestra do Maestro Roberto Farias na 21st WASBE Conference Rio 2026
Rio de Janeiro, 22 de julho de 2026
A palestra proferida pelo Maestro Roberto Farias durante a 21st WASBE Conference Rio 2026, em 22 de julho de 2026, constituiu importante contribuição para a reflexão sobre a história, a formação e a consolidação do repertório brasileiro destinado à banda sinfônica. Intitulada “O Repertório Brasileiro para Banda Sinfônica na Última Década do Século XX e seus Desdobramentos”, a exposição recuperou um período decisivo para a música brasileira e para a própria afirmação da banda sinfônica como organismo artístico de natureza profissional, capaz de dialogar em igualdade de condições com as grandes formações sinfônicas.
A narrativa apresentada por Farias teve como ponto de partida o ano de 1990, considerado um marco na história da banda sinfônica brasileira. Foi nesse momento que, por sua iniciativa, surgiu o Projeto de Incentivo à Criação Musical Brasileira, desenvolvido no âmbito da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, agrupamento criado em 1989 e cujo processo de profissionalização esteve sob sua responsabilidade como diretor artístico e regente titular entre 1989 e 2000.
O projeto representou uma mudança significativa de paradigma. Sua proposta consistia em encomendar obras originais para banda sinfônica a compositores brasileiros de reconhecida trajetória, muitos deles vinculados principalmente à produção para orquestra sinfônica, música de câmara e outras formações. A iniciativa não se limitava, portanto, a estimular compositores tradicionalmente ligados à escrita para bandas, mas buscava incorporar ao universo dos sopros e da percussão nomes de destaque da criação musical brasileira contemporânea.
A importância dessa iniciativa torna-se ainda mais evidente quando considerada a realidade brasileira daquele período. Embora o país possuísse uma tradição secular de bandas, as formações sinfônicas de sopros encontravam-se, em grande medida, restritas ao âmbito das corporações militares. Muitas dessas instituições possuíam grande tradição histórica, porém transitavam relativamente pouco pelo repertório sinfônico concebido especificamente para sopros e percussão, tanto brasileiro quanto internacional.
Nesse contexto, uma das principais referências anteriores era a produção de Heitor Villa-Lobos, especialmente a Fantasia em três movimentos em forma de choros, de 1957, resultante de encomenda da célebre American Wind Symphony, e o Concerto Grosso, de 1958. Apesar de sua importância histórica e artística, essas obras ainda eram pouco conhecidas no Brasil. A Banda Sinfônica do Estado de São Paulo desempenhou papel fundamental no resgate e na divulgação desse repertório a partir de 1992, particularmente no concerto comemorativo dos 500 anos da América.
O novo projeto encontrou sua obra inaugural na Suite Tropical, de Ronaldo Miranda, composta por quatro movimentos — Aurora, Romaria, Crepúsculo e Cantoria. A obra foi estreada em julho de 1990, durante o Festival de Inverno de Campos do Jordão, sob a regência do Maestro Roberto Farias, a quem foi dedicada. Sua realização simbolizou o início de uma nova etapa na relação entre os compositores brasileiros e a banda sinfônica.
Ainda em 1990, foram incorporadas ao projeto obras como a Sinfonia para Instrumentos de Sopros, de Mário Ficarelli; Limite, para sons eletrônicos e banda sinfônica, de Lelo Nazário; e Magnificat, para mezzo-soprano, coro misto e duas bandas sinfônicas, de Amaral Vieira. A produção subsequente ampliou consideravelmente esse repertório, envolvendo compositores e linguagens estéticas diversas.
Entre as obras destacadas na palestra estiveram a Sinfonia nº 1 – “Concerto Harmônico”, de Harry Crowl, apresentada na X Bienal de Música Brasileira Contemporânea, no Rio de Janeiro; Songs of Oblivion, de Luiz Carlos Csëko; Quadrante – “A Rosa dos Ventos”, para saxofone solista e banda sinfônica, de Roberto Sion; Sonho Infantil e A 3ª Visão – Concerto para Piano e Banda Sinfônica, de Edmundo Villani-Côrtes; além de Djopoi – “Oferenda”, também de Villani-Côrtes, obra que se tornou presença recorrente na programação da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo.
Outro núcleo importante foi constituído por obras como a Fantasia Coral “In Nativitate Domini”, de Amaral Vieira; Tecladofonia – Sinfonia para Instrumentos de Teclados, também de Amaral Vieira; Solfieri, poema sinfônico inspirado em Noite na Taverna, de Álvares de Azevedo, de Achille Picchi; Festival Overture, Harpya e Concertino, de Daniel Havens; Cartas Celestes nº 7 – “Constelações Zodiacais”, de Almeida Prado; Chacona Amazônica, de Marlos Nobre; Rapsódia Latina, de Cyro Pereira; e Enigmas, para contrabaixo solo e banda sinfônica, de André Mehmari.
A palestra também ressaltou a dimensão internacional alcançada por esse movimento. Um dos momentos mais expressivos ocorreu na 8ª Conferência da WASBE, realizada em 1997, em Schladming, na Áustria, quando a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo participou como representante latino-americana. O programa apresentado reuniu Suite Tropical, de Ronaldo Miranda; Limite, de Lelo Nazário; ...De Tango, de Vicente Moncho, da Argentina; e Harpy(a), de Daniel Havens, em um programa que evidenciava a diversidade e a contemporaneidade da produção musical para sopros.
Igualmente significativa foi a participação projetada para a 9ª Conferência da WASBE, realizada em 1999, em San Luis Obispo, Califórnia, nos Estados Unidos. O programa incluiu Canto e Candombe, de Alfred Reed — obra dedicada à Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e ao Maestro Roberto Farias —, Cartas Celestes nº 7, de Almeida Prado, Rapsódia Latina, de Cyro Pereira, e Chacona Amazônica, de Marlos Nobre. As obras brasileiras desse programa foram apresentadas em estreias mundiais sob a direção de Roberto Farias, demonstrando a dimensão internacional alcançada pelo projeto iniciado no início da década.
Um dos aspectos mais relevantes apontados pelo palestrante foi, entretanto, o paradoxo existente entre a qualidade e a importância histórica dessa produção e sua limitada circulação. Com exceção de Canto e Candombe, de Alfred Reed, publicada pela KJOS, nos Estados Unidos, grande parte das obras apresentadas permanece sem publicação comercial. Soma-se a isso a escassez de gravações profissionais e comerciais, circunstância que dificulta o acesso de regentes, pesquisadores, músicos e instituições de ensino ao repertório brasileiro original para banda sinfônica.
Essa constatação confere à palestra um caráter que ultrapassa a simples recuperação histórica. Ao revisitar partituras, manuscritos, gravações e registros de apresentações, Roberto Farias chama a atenção para a necessidade de preservar, editar, publicar, gravar e difundir esse patrimônio musical. Trata-se de um repertório que, embora tenha desempenhado papel fundamental na transformação da linguagem e das possibilidades artísticas da banda sinfônica brasileira, ainda não alcançou a circulação internacional que sua relevância poderia justificar.
O legado daquele movimento iniciado em 1990 pode ser dimensionado pelo crescimento da produção brasileira contemporânea destinada às bandas sinfônicas e aos conjuntos de sopros. Segundo o panorama apresentado na palestra, esse repertório já ultrapassa uma centena de obras nas últimas três décadas, constituindo uma das produções mais dinâmicas e promissoras da América Latina.
A abertura da palestra foi especialmente simbólica. Antes da exposição histórica, foi apresentado um vídeo de Abertura Exótica, composição do próprio Roberto Farias. A escolha estabeleceu uma relação direta entre passado e presente: o maestro que, como regente e diretor artístico, participou ativamente da transformação do repertório brasileiro para banda sinfônica é também compositor e continua contribuindo para a expansão desse universo criativo. Seu catálogo reúne mais de uma dezena de obras destinadas a diferentes formações, da música sinfônica à música de câmara.
A apresentação foi enriquecida por vídeos, gravações históricas e registros sonoros das obras mencionadas, além da exposição de parte significativa dos manuscritos originais relacionados ao repertório abordado. Esse conjunto de documentos conferiu à palestra uma dimensão simultaneamente musicológica, histórica e testemunhal, permitindo que o público tivesse contato não apenas com as obras, mas também com os vestígios materiais de um processo de transformação da cultura musical brasileira.
Mais do que uma retrospectiva, a palestra de Roberto Farias na 21st WASBE Conference Rio 2026 apresentou uma reflexão sobre o papel da banda sinfônica na construção da identidade musical brasileira contemporânea. O movimento iniciado na década de 1990 demonstrou que a banda sinfônica poderia deixar de ser vista apenas como uma formação tradicional vinculada às bandas militares e assumir plenamente seu lugar como organismo artístico, laboratório de criação e instrumento de difusão da música contemporânea.
Ao recuperar compositores, obras, estreias, concertos e participações internacionais, Roberto Farias também reafirmou a importância da memória institucional e artística da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. O projeto de encomendas iniciado em 1990 não apenas ampliou o repertório disponível, mas estimulou uma geração de compositores a pensar a escrita musical sob novas perspectivas tímbricas, estruturais e expressivas.
A resenha da palestra permite, portanto, reconhecer dois movimentos complementares: de um lado, a consolidação histórica de uma nova literatura brasileira para banda sinfônica; de outro, a urgente necessidade de assegurar sua preservação e circulação. Publicações, edições críticas, gravações, digitalização de manuscritos, pesquisas acadêmicas e novas performances constituem caminhos fundamentais para que esse legado não permaneça restrito aos arquivos e à memória daqueles que participaram de sua criação.
A participação do Maestro Roberto Farias na 21st WASBE Conference Rio 2026 assume, assim, especial relevância. Ao apresentar uma parcela significativa da produção brasileira para banda sinfônica surgida e consolidada a partir da década de 1990, o maestro não apenas revisitou uma etapa fundamental de sua trajetória artística, mas colocou em evidência uma questão de interesse internacional: a existência de um patrimônio musical brasileiro de grande valor artístico, ainda parcialmente desconhecido e insuficientemente difundido no circuito mundial das bandas sinfônicas.
Sua palestra reafirmou, finalmente, que o desenvolvimento da banda sinfônica brasileira não se fez apenas pela ampliação dos grupos e pela profissionalização de seus intérpretes, mas também pela criação de uma literatura própria, contemporânea e diversificada. Nesse processo, a iniciativa de 1990 permanece como um marco histórico e como referência para as novas gerações de compositores, regentes, intérpretes e pesquisadores que continuam a construir o futuro da música brasileira para sopros e percussão. [[Especial:Contribuições/~2026-44522-85|~2026-44522-85]] ([[Utilizador Discussão:~2026-44522-85|discussão]]) 22h14min de 14 de agosto de 2026 (UTC)
== MY JOURNEY - Memoirs of a Conductor by Roberto Farias (Brazil, 2026) ==
[[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro#h-MY JOURNEY - Memoirs of a Conductor by Roberto Farias (Brazil, 2026)-Síntese estética]] [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 14h18min de 17 de agosto de 2026 (UTC)
== A ARTE DA REGÊNCIA: HISTÓRIA, ESCOLAS, TÉCNICA E INTERPRETAÇÃO NA FORMAÇÃO DO REGENTE MUSICAL ==
= A ARTE DA REGÊNCIA: HISTÓRIA, ESCOLAS, TÉCNICA E INTERPRETAÇÃO NA FORMAÇÃO DO REGENTE MUSICAL =
'''Roberto Farias'''
== Resumo ==
A regência musical constitui uma das mais complexas práticas de interpretação no campo da música de concerto. Embora frequentemente associada à condução métrica de um conjunto instrumental ou vocal, sua natureza ultrapassa a função de marcar o tempo, envolvendo processos de leitura, análise, interpretação, comunicação, liderança e construção coletiva do fenômeno sonoro. Este artigo apresenta uma reflexão histórico-analítica sobre a constituição da regência como campo especializado de atuação musical, abordando a evolução da figura do regente, o desenvolvimento de diferentes tradições e escolas de regência, a contribuição de importantes maestros e os fundamentos técnicos e interpretativos que caracterizam a prática contemporânea. A pesquisa fundamenta-se em revisão bibliográfica e abordagem histórico-analítica, articulando aspectos da história da música, da prática interpretativa e da formação profissional do regente. Defende-se que a técnica gestual não constitui finalidade autônoma, mas instrumento de comunicação de uma concepção musical previamente construída a partir do estudo da partitura. Nesse sentido, a competência do regente resulta da integração entre conhecimento teórico, domínio técnico, experiência prática, capacidade de liderança e sensibilidade artística. Conclui-se que a regência deve ser compreendida como uma linguagem musical própria, na qual o gesto se transforma em pensamento sonoro e a liderança se estabelece como processo de construção interpretativa compartilhada.
'''Palavras-chave:''' Regência musical. Interpretação musical. Maestro. Técnica de regência. Escolas de regência. Banda sinfônica.
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== Abstract ==
Conducting is one of the most complex interpretive practices in the field of concert music. Although it is frequently associated with keeping time and coordinating an instrumental or vocal ensemble, its nature goes beyond metric indication, involving processes of score reading, analysis, interpretation, communication, leadership, and collective construction of the musical phenomenon. This article presents a historical and analytical reflection on the development of conducting as a specialized field of musical activity, addressing the evolution of the conductor's role, the development of different conducting traditions and schools, the contribution of major conductors, and the technical and interpretive foundations that characterize contemporary conducting practice. The study is based on bibliographical review and a historical-analytical approach, bringing together aspects of music history, performance practice, and professional conductor training. It argues that conducting technique should not be understood as an autonomous end, but rather as a means of communicating a musical conception previously developed through intensive score study. From this perspective, conducting competence results from the integration of theoretical knowledge, technical mastery, practical experience, leadership skills, and artistic sensitivity. It concludes that conducting should be understood as a specific musical language in which gesture becomes musical thought and leadership becomes a process of shared interpretive construction.
'''Keywords:''' Conducting. Musical interpretation. Conductor. Conducting technique. Conducting schools. Symphonic band.
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= 1 INTRODUÇÃO =
A regência musical ocupa posição singular no universo da interpretação. Sua presença diante de uma orquestra, banda sinfônica, coro ou ensemble é imediatamente identificada pelo gesto do maestro, mas a complexidade de sua atuação não pode ser reduzida à movimentação dos braços ou à marcação dos tempos musicais.
Regir é, antes de tudo, interpretar.
Entre a partitura e a realização sonora existe um amplo território de decisões. O texto musical registra alturas, ritmos, dinâmicas, articulações, indicações de andamento e outros elementos fundamentais, mas a execução de uma obra exige a articulação desses dados em uma concepção musical coerente. É nesse espaço que se estabelece a atuação do regente.
O maestro precisa compreender a estrutura da obra, conhecer suas características estilísticas, identificar suas relações harmônicas, reconhecer a função de cada instrumento, prever problemas de equilíbrio e afinação e, finalmente, transformar sua compreensão em uma comunicação eficiente para o conjunto.
A história demonstra que essa função nem sempre esteve organizada nos moldes atuais. A liderança musical esteve, em diferentes períodos, associada a compositores, mestres de capela, instrumentistas principais e outras figuras responsáveis pela organização da execução. A progressiva ampliação dos conjuntos e a crescente complexidade do repertório contribuíram para a consolidação da figura especializada do regente.
No Brasil, a formação musical também passou por processos institucionais que contribuíram para a constituição de espaços específicos de ensino e prática musical. Estudos históricos mostram, por exemplo, a importância de instituições, periódicos e projetos pedagógicos na formação de músicos e professores durante o século XX.
Este artigo parte, portanto, da compreensão da regência como fenômeno histórico, artístico, técnico e pedagógico.
O objetivo principal é analisar os fundamentos da arte da regência, considerando sua evolução histórica, as diferentes tradições técnicas, o papel dos grandes maestros, a relação entre gesto e interpretação e os desafios da formação do regente contemporâneo.
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= 2 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS =
Este estudo caracteriza-se como pesquisa de natureza '''bibliográfica e histórico-analítica''', desenvolvida a partir da consulta e análise de literatura relacionada à história da música, à interpretação musical, à regência, à formação de músicos e às práticas de conjuntos sinfônicos.
A abordagem histórico-analítica permite compreender a regência não como uma técnica isolada, mas como uma prática construída ao longo de diferentes contextos musicais e institucionais.
A investigação considera ainda a literatura acadêmica brasileira sobre educação musical, formação profissional e história das práticas musicais, reconhecendo que a constituição de saberes musicais ocorre em estreita relação com instituições, agentes, práticas pedagógicas e contextos sociais.
O estudo possui, portanto, caráter predominantemente qualitativo e interpretativo.
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= 3 DA CONDUÇÃO MUSICAL À FIGURA DO REGENTE =
A necessidade de coordenar musicalmente grupos de intérpretes é anterior à existência do regente moderno. Durante diferentes períodos da história da música, a liderança podia ser exercida pelo próprio compositor, por um mestre de capela, pelo primeiro violinista ou por outro músico responsável pela organização da execução.
A transformação dessa realidade relaciona-se diretamente ao crescimento das formações instrumentais e à complexificação do repertório.
À medida que as formações orquestrais aumentaram em número de integrantes, tornou-se progressivamente mais difícil garantir a coordenação exclusivamente pela percepção auditiva ou pela liderança de um instrumentista. O gesto de condução adquiriu, então, função cada vez mais relevante.
A consolidação do regente moderno não deve ser entendida como acontecimento isolado, mas como resultado de um longo processo de transformação das práticas musicais.
A expansão da orquestra sinfônica, a diversificação dos instrumentos, o desenvolvimento da escrita musical e o surgimento de repertórios de maior complexidade estrutural criaram condições para a profissionalização da atividade.
A figura do maestro passou, assim, a representar uma nova dimensão da prática musical: aquela na qual a interpretação de uma obra depende de uma consciência global de sua estrutura e de sua realização sonora.
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= 4 A PARTITURA COMO PONTO DE PARTIDA =
A regência começa muito antes do primeiro gesto realizado diante do conjunto.
Ela começa no estudo da partitura.
O regente precisa construir mentalmente uma representação sonora da obra antes de solicitar sua realização aos músicos. Essa representação exige conhecimento da estrutura formal, harmonia, contraponto, instrumentação, orquestração, estilo, agógica, dinâmica e articulação.
A leitura da partitura pelo regente deve ser simultaneamente vertical e horizontal.
Verticalmente, é necessário compreender a simultaneidade dos acontecimentos sonoros: acordes, vozes, timbres, registros, densidades e relações entre os instrumentos.
Horizontalmente, é necessário compreender o desenvolvimento temporal da obra: frases, períodos, transições, tensões, clímax e processos de resolução.
Essa dupla perspectiva diferencia a leitura do regente daquela realizada exclusivamente pelo instrumentista.
O instrumentista concentra sua atenção, prioritariamente, em sua própria parte e em sua relação com os demais elementos. O regente precisa desenvolver uma percepção global do organismo musical.
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= 5 A REGÊNCIA COMO LINGUAGEM =
O gesto do maestro constitui uma linguagem.
Por meio dele, o regente comunica informações relativas ao tempo, ao caráter, à dinâmica, à articulação, ao fraseado e à intenção expressiva.
Entretanto, não existe uma relação automática entre movimento e resultado musical.
Um gesto amplo não significa necessariamente um som forte; um movimento reduzido não produz obrigatoriamente uma dinâmica suave. O significado do gesto depende do contexto musical, da preparação, da intenção e da resposta dos intérpretes.
O gesto eficaz é aquele que produz uma resposta musical correspondente à intenção do regente.
Por essa razão, a técnica gestual deve ser compreendida como meio de comunicação e não como demonstração de virtuosismo corporal.
Quanto mais complexo o gesto e menos clara sua finalidade, maior o risco de transformar a regência em espetáculo visual dissociado da música.
A verdadeira técnica é aquela que desaparece atrás da música.
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= 6 TEMPO, PULSO E PREPARAÇÃO =
Um dos fundamentos essenciais da regência é a capacidade de estabelecer e manter o fluxo temporal.
Contudo, marcar o tempo não significa simplesmente desenhar padrões métricos no espaço.
O gesto precisa antecipar o acontecimento musical.
A preparação constitui elemento essencial desse processo. Antes que um determinado evento sonoro ocorra, o regente precisa comunicar sua intenção aos músicos.
A qualidade da preparação interfere diretamente na precisão do ataque, no caráter do som e na unidade do conjunto.
O regente deve, portanto, desenvolver uma relação consciente entre:
* preparação;
* ataque;
* sustentação;
* continuidade;
* encerramento.
A batuta ou a mão não devem apenas indicar onde o tempo está; devem comunicar o que acontecerá musicalmente.
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= 7 AS ESCOLAS DE REGÊNCIA =
Ao longo da história da regência desenvolveram-se diferentes tradições técnicas e interpretativas.
Essas tradições estão associadas a contextos culturais, escolas de formação, personalidades artísticas e concepções estéticas distintas.
Entre os elementos que podem diferenciar essas tradições encontram-se:
* posição corporal;
* utilização ou não da batuta;
* amplitude dos movimentos;
* independência das mãos;
* utilização do olhar;
* tratamento da mão esquerda;
* concepção de tempo;
* relação entre gesto e dinâmica;
* importância atribuída ao fraseado;
* grau de liberdade interpretativa.
Não se deve, contudo, transformar essas características em sistemas absolutamente rígidos.
A história da regência demonstra que grandes maestros frequentemente incorporaram elementos de diferentes tradições, desenvolvendo uma linguagem pessoal.
Assim, mais importante do que reproduzir mecanicamente uma escola é compreender seus fundamentos e identificar aquilo que é musicalmente necessário em cada situação.
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= 8 O CORPO DO REGENTE =
A técnica de regência começa no corpo.
Uma postura inadequada pode limitar a liberdade gestual, provocar tensão muscular e prejudicar a comunicação.
O corpo do regente deve proporcionar equilíbrio, estabilidade e disponibilidade para o movimento.
A economia gestual é igualmente importante.
Movimentos desnecessários produzem ruído visual e podem dificultar a compreensão dos músicos. O gesto precisa ser proporcional à informação que pretende transmitir.
Nesse sentido, a técnica de regência é também uma técnica de economia.
O melhor gesto não é necessariamente o maior, mas aquele que comunica com maior eficiência.
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= 9 A MÃO DIREITA E A MÃO ESQUERDA =
Na tradição da regência com batuta, a mão direita está frequentemente associada à organização métrica e à condução do fluxo temporal.
A mão esquerda, por sua vez, pode assumir funções relacionadas à dinâmica, expressão, entradas, cortes, articulação e comunicação individualizada com determinados naipes.
Essa divisão, entretanto, não deve ser entendida como regra absoluta.
As duas mãos constituem um sistema integrado.
O regente precisa desenvolver independência suficiente para executar informações distintas simultaneamente, mas sem perder a unidade do gesto.
A independência das mãos deve estar subordinada à independência das ideias musicais.
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= 10 O OLHAR COMO ELEMENTO DE COMUNICAÇÃO =
Entre os instrumentos do regente, o olhar ocupa posição privilegiada.
Uma entrada pode ser preparada não apenas pela mão, mas também pelo contato visual.
O olhar estabelece relação direta entre maestro e músico.
Em determinados momentos, um simples contato visual pode ser mais eficiente do que um gesto excessivamente elaborado.
Essa capacidade depende da construção de uma relação de confiança.
O músico precisa compreender que o olhar do regente contém uma informação musical e não apenas uma indicação de autoridade.
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= 11 O REGENTE COMO INTÉRPRETE =
A principal função artística do maestro é interpretar.
A partitura é um documento fundamental, mas não constitui a totalidade da experiência musical.
Entre a indicação escrita e sua realização existe uma margem de decisões interpretativas.
O regente precisa decidir sobre questões como:
* andamento;
* caráter;
* articulação;
* dinâmica;
* agógica;
* fraseado;
* equilíbrio;
* timbre;
* intensidade;
* condução das tensões musicais.
Essas decisões não podem ser arbitrárias.
A interpretação deve nascer do conhecimento da obra e de sua linguagem.
O regente não deve impor sua personalidade à música; deve utilizar sua personalidade para revelar a música.
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= 12 GRANDES REGENTES E DIFERENTES CONCEPÇÕES INTERPRETATIVAS =
A história da música apresenta uma extraordinária diversidade de personalidades na regência.
Os grandes maestros não constituem um modelo único.
Cada um desenvolveu relações particulares com o repertório, com os músicos e com a própria ideia de interpretação.
Alguns privilegiaram a precisão estrutural; outros enfatizaram a liberdade agógica; outros desenvolveram grande atenção ao timbre e à dinâmica; outros ainda construíram interpretações marcadas por forte expressividade.
Essa diversidade demonstra que a excelência artística não depende da reprodução de um único modelo.
A história dos grandes regentes deve ser estudada não para produzir imitadores, mas para ampliar as possibilidades de compreensão da própria arte.
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= 13 O ENSAIO COMO ESPAÇO DE CONSTRUÇÃO INTERPRETATIVA =
A atuação do regente não se limita ao concerto.
O ensaio constitui o principal laboratório da interpretação.
É durante o ensaio que o maestro identifica problemas, testa soluções, constrói equilíbrios, aperfeiçoa articulações e estabelece uma concepção coletiva.
O ensaio eficiente pressupõe preparação.
O regente deve chegar ao trabalho sabendo quais são os principais problemas da obra e quais resultados deseja alcançar.
Um ensaio sem objetivos claros tende a produzir repetição.
Um ensaio bem planejado transforma o tempo de trabalho em processo pedagógico e artístico.
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= 14 REGÊNCIA E LIDERANÇA =
O regente exerce liderança, mas liderança musical não deve ser confundida com autoritarismo.
A autoridade artística precisa estar fundamentada em conhecimento, preparação, clareza e coerência.
A relação contemporânea entre regente e músicos tende a valorizar cada vez mais a colaboração interpretativa. Estudos sobre organizações sinfônicas já observaram transformações na relação entre maestro e músicos, com processos decisórios que podem assumir formas mais dialogadas e compartilhadas.
Isso não elimina a responsabilidade do regente.
Ao contrário: quanto maior a participação dos músicos, maior deve ser a capacidade do maestro de organizar, sintetizar e direcionar as contribuições individuais em uma concepção coletiva.
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= 15 O REGENTE COMO EDUCADOR =
Todo regente é, em alguma medida, um educador.
Essa dimensão torna-se especialmente evidente em bandas sinfônicas, orquestras jovens, projetos sociais, conservatórios, universidades e conjuntos de formação.
O regente transmite conhecimentos, desenvolve hábitos, aperfeiçoa a escuta e estimula a autonomia musical.
A tradição brasileira oferece exemplos históricos dessa articulação entre regência, formação musical e educação. A experiência de instituições e personalidades ligadas à educação musical demonstra que a formação de músicos e regentes esteve frequentemente vinculada a projetos culturais e pedagógicos mais amplos.
Dessa forma, formar um músico não significa apenas aperfeiçoar sua técnica instrumental.
Significa desenvolver sua capacidade de ouvir, interpretar, cooperar e compreender a música como fenômeno artístico e cultural.
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= 16 A REGÊNCIA DE BANDAS SINFÔNICAS =
A banda sinfônica ocupa lugar específico no universo da música de concerto.
Sua constituição instrumental, marcada pela predominância de madeiras, metais e percussão, apresenta características sonoras particulares.
A ausência ou presença de determinados instrumentos de cordas, a distribuição dos naipes, a diversidade tímbrica e a especificidade do repertório exigem do regente conhecimento aprofundado de instrumentação e equilíbrio sonoro.
O regente de banda sinfônica precisa compreender profundamente as características acústicas de cada família instrumental.
Deve conhecer a projeção dos metais, a flexibilidade das madeiras, as funções da percussão e as possibilidades de combinação tímbrica.
A regência de banda não deve ser tratada como simples adaptação da regência orquestral.
Trata-se de uma linguagem própria, com repertório, sonoridade e desafios particulares.
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= 17 O REPERTÓRIO COMO ELEMENTO FORMADOR =
O desenvolvimento do regente está diretamente relacionado ao repertório que estuda e dirige.
Não existe formação sólida sem diversidade repertorial.
O contato com diferentes períodos, compositores, estilos e formações permite ampliar a capacidade analítica e interpretativa.
O repertório deve funcionar como campo de investigação.
Uma sinfonia clássica apresenta problemas diferentes daqueles encontrados em uma obra romântica.
Uma composição contemporânea pode exigir procedimentos distintos daqueles empregados em uma peça barroca.
Uma obra brasileira para banda sinfônica pode apresentar desafios diferentes daqueles encontrados no repertório europeu tradicional.
O regente precisa desenvolver capacidade de adaptação sem perder coerência estética.
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= 18 FORMAÇÃO ACADÊMICA E EXPERIÊNCIA PRÁTICA =
A formação do regente exige equilíbrio entre teoria e prática.
Entre os conhecimentos fundamentais encontram-se:
'''Teoria musical:''' leitura, percepção e compreensão da linguagem musical.
'''Harmonia:''' compreensão das relações verticais e funcionais.
'''Contraponto:''' percepção das relações horizontais entre linhas musicais.
'''Análise musical:''' compreensão formal, estrutural e temática.
'''Instrumentação:''' conhecimento das características individuais dos instrumentos.
'''Orquestração:''' compreensão das possibilidades de combinação sonora.
'''História da música:''' conhecimento dos contextos estéticos e históricos.
'''Prática de regência:''' desenvolvimento da técnica gestual e da comunicação.
'''Prática de conjunto:''' experiência concreta com músicos.
A formação exclusivamente teórica é insuficiente.
Da mesma forma, a experiência prática sem fundamentação intelectual pode limitar o desenvolvimento artístico.
O regente precisa pensar e fazer.
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= 19 A TÉCNICA A SERVIÇO DA MÚSICA =
Uma das principais questões pedagógicas da regência consiste em evitar que a técnica se transforme em finalidade.
O domínio de padrões métricos, gestos e procedimentos corporais é indispensável, mas esses elementos somente possuem significado quando relacionados à música.
A pergunta fundamental não deve ser:
'''“Como devo fazer este gesto?”'''
Mas:
'''“O que preciso comunicar musicalmente?”'''
A partir dessa pergunta, a técnica encontra sua função.
A boa regência é aquela na qual o gesto parece inevitável porque corresponde naturalmente à necessidade musical.
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= 20 ENTRE TRADIÇÃO E CONTEMPORANEIDADE =
A regência contemporânea encontra-se diante de uma realidade musical plural.
O repertório expandiu-se.
As formações instrumentais diversificaram-se.
Os processos pedagógicos foram transformados.
A relação entre maestro e músicos tornou-se menos vertical em determinados contextos.
Novas tecnologias modificaram a preparação, o estudo da partitura, a documentação e a circulação das interpretações.
Entretanto, algumas questões permanecem fundamentais:
'''ouvir, compreender, antecipar, comunicar e interpretar.'''
A tecnologia pode auxiliar o regente, mas não substitui sua capacidade de pensamento musical.
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= 21 DISCUSSÃO =
A análise desenvolvida permite compreender que a regência constitui uma prática interdisciplinar.
Ela reúne conhecimentos provenientes da teoria musical, história, estética, pedagogia, psicologia da performance, acústica, liderança e comunicação.
O regente precisa ser simultaneamente analista e intérprete.
Precisa compreender a estrutura e, ao mesmo tempo, transformá-la em experiência sonora.
Precisa liderar sem impedir a autonomia dos músicos.
Precisa dominar a técnica sem permitir que a técnica se sobreponha à música.
Essa síntese talvez constitua o maior desafio da profissão.
A excelência do regente não se encontra na quantidade de movimentos realizados, mas na capacidade de produzir, por meio de poucos gestos significativos, uma resposta musical coerente.
Nesse sentido, a regência pode ser compreendida como uma arte de síntese.
O maestro reúne múltiplas informações e as transforma em uma única ação interpretativa.
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= 22 CONSIDERAÇÕES FINAIS =
A história da regência demonstra que a figura do maestro não surgiu pronta. Sua constituição foi resultado de transformações profundas na prática musical, na formação dos conjuntos, na escrita composicional e na própria concepção de interpretação.
Ao longo desse processo, diferentes escolas e tradições desenvolveram modos particulares de compreender o gesto, a autoridade, a comunicação e a interpretação.
Entretanto, nenhuma escola pode ser considerada definitiva.
A técnica constitui patrimônio acumulado pela tradição, mas sua utilização depende das necessidades concretas da música.
O regente contemporâneo deve conhecer a tradição sem se tornar prisioneiro dela.
Deve dominar a técnica sem transformar o gesto em espetáculo.
Deve respeitar a partitura sem reduzir a interpretação à reprodução mecânica de sinais.
Deve exercer liderança sem confundir autoridade com autoritarismo.
E, sobretudo, deve compreender que sua função não é produzir o som diretamente, mas criar as condições para que os músicos produzam, coletivamente, uma interpretação.
A essência da regência encontra-se, portanto, na comunicação.
O gesto é apenas seu instrumento visível.
Por trás dele estão o pensamento, a escuta, a memória, a experiência, o conhecimento e a sensibilidade.
O verdadeiro regente não é aquele que simplesmente consegue fazer um conjunto tocar junto.
É aquele que consegue fazer um conjunto '''pensar musicalmente junto'''.
A regência, nessa perspectiva, deixa de ser apenas técnica de condução e afirma-se como uma forma de pensamento musical compartilhado.
É nesse ponto que a arte do regente encontra sua verdadeira dimensão: transformar uma partitura individualmente estudada em uma experiência coletiva de criação e interpretação.
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= REFERÊNCIAS =
BOWEN, José Antonio. ''The Cambridge Companion to Conducting''. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
CARSE, Adam. ''The Orchestra from Beethoven to Berlioz: A History of the Orchestra in the First Half of the Nineteenth Century''. Cambridge: W. Heffer & Sons, 1940.
FERNANDEZ, Oscar Lorenzo. Bases para a organização da música no Brazil. ''Illustração Musical'', Rio de Janeiro, 1930-1931.
FREIRE, Vanda Bellard; PORTELLA, Angela Celis Henriques. Mulheres na atividade musical brasileira: uma leitura histórica. Rio de Janeiro: Musimed, 2010.
GALKIN, Elliott W. ''A History of Orchestral Conducting: In Theory and Practice''. New York: W. W. Norton, 1988.
MARIZ, Vasco. ''Heitor Villa-Lobos: o homem e a obra''. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1949.
RUDOLF, Max. ''The Grammar of Conducting: A Comprehensive Guide to Baton Technique and Interpretation''. 3. ed. New York: Schirmer Books, 1995.
SCHOENBERG, Harold C. ''The Great Conductors''. New York: Simon & Schuster, 1967.
SOBREIRA, Silvia. A disciplinarização do ensino de Música e as contingências do meio escolar. ''Per Musi'', Belo Horizonte, n. 26, 2012.
STOWELL, Robin (ed.). ''The Cambridge Companion to the Violin''. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.
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== NOTA SOBRE A VERSÃO ACADÊMICA ==
O texto foi estruturado para que possa evoluir para '''artigo científico de publicação''', e não apenas para um ensaio sobre regência. A fundamentação histórica deve ser posteriormente complementada, na versão destinada à submissão, por referências específicas para cada afirmação histórica e por citações de fontes primárias quando forem feitas afirmações sobre determinados regentes, escolas ou períodos.
A literatura acadêmica brasileira mostra, inclusive, que estudos musicais de natureza histórica podem combinar análise documental, bibliográfica e contextualização institucional, procedimento adequado para aprofundar a história da regência no Brasil.
'''Autor:''' Maestro Roberto Farias
'''Área:''' Música — Regência / Musicologia / Práticas Interpretativas
'''Ano:''' 2026 [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 12h25min de 18 de agosto de 2026 (UTC)
== PEQUENO GLOSSÁRIO PARA O REGENTE DE SOPROS ==
= PEQUENO GLOSSÁRIO PARA O REGENTE DE SOPROS =
== Conceitos fundamentais de técnica, interpretação, estética e prática da regência ==
=== MAESTRO ROBERTO FARIAS ===
'''MUSICAD – Seminário Permanente de Regência'''
'''São Paulo – 2026'''
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= APRESENTAÇÃO =
Este pequeno glossário nasceu da necessidade de reunir, em uma linguagem objetiva e ao mesmo tempo reflexiva, alguns dos principais conceitos que fazem parte do universo do regente de sopros.
A regência de uma banda sinfônica não pode ser reduzida à marcação de compassos. O regente trabalha com som, silêncio, movimento, respiração, articulação, equilíbrio, timbre, afinação, dinâmica, estrutura, estilo e, sobretudo, com pessoas.
A banda sinfônica contemporânea constitui um organismo artístico complexo. Sua formação reúne diferentes famílias instrumentais, diferentes mecanismos de produção sonora, diferentes possibilidades de articulação e uma extraordinária variedade de combinações tímbricas. Por isso, compreender a natureza dos instrumentos e a arquitetura musical da obra é condição essencial para uma interpretação consciente.
Este glossário parte de uma concepção central:<blockquote>'''“Reger é a arte de induzir.”'''</blockquote>Induzir significa conduzir sem substituir o músico; provocar uma resposta sonora sem produzir diretamente o som; comunicar uma intenção musical de maneira suficientemente clara para que ela seja compreendida e realizada pelo conjunto.
Nessa perspectiva, o regente é simultaneamente intérprete, educador, analista, comunicador, líder e mediador de sensibilidades.
A presente obra também considera a banda sinfônica como organismo artístico autônomo, afastando a compreensão limitada que a identifica exclusivamente com sua origem marcial. A transformação histórica das bandas ampliou seu repertório, sua linguagem, sua formação instrumental e suas possibilidades estéticas.
Assim, este glossário pretende ser útil tanto ao estudante que inicia sua formação quanto ao regente experiente que deseja revisar conceitos fundamentais.
Não se trata de um dicionário tradicional de música.
É, antes, um '''instrumento de reflexão para quem pretende reger sopros'''.
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= COMO UTILIZAR ESTE GLOSSÁRIO =
Cada verbete apresenta, sempre que possível:
'''Conceito''' — definição objetiva do termo.
'''Na prática da regência''' — aplicação do conceito ao trabalho do maestro.
'''Reflexão''' — uma perspectiva estética ou pedagógica relacionada ao termo.
O glossário está organizado alfabeticamente, mas sua leitura pode também ser feita de forma temática.
Os termos podem ser agrupados em grandes campos:
* técnica gestual;
* ritmo e métrica;
* expressão e interpretação;
* instrumentação;
* acústica e timbre;
* análise musical;
* ensaio;
* liderança;
* estética;
* filosofia da música;
* repertório para sopros;
* educação musical;
* banda sinfônica.
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= A =
== Acentuação ==
Ênfase conferida a determinado som, tempo ou grupo de sons.
Na regência de sopros, a acentuação não deve ser confundida simplesmente com volume. Um acento pode ser produzido pela articulação, pela duração, pelo ataque ou pela energia do gesto.
'''Na prática:''' o regente deve indicar a natureza do acento: rítmica, dinâmica, agógica ou expressiva.
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== Acorde ==
Conjunto de três ou mais sons considerados simultaneamente em determinada organização harmônica.
Para o regente de sopros, a compreensão do acorde deve incluir sua disposição instrumental, suas duplicações e seu equilíbrio interno.
'''Na prática:''' nem todas as notas de um acorde possuem a mesma importância. O regente precisa determinar hierarquias.
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== Afinação ==
Relação de altura entre os sons produzidos pelos diferentes instrumentos.
Em uma banda sinfônica, a afinação constitui fenômeno coletivo. Não basta que cada músico esteja afinado individualmente; é necessário que as relações intervalares sejam ajustadas.
'''Na prática:''' afinação deve ser trabalhada dentro do contexto harmônico e tímbrico.
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== Agógica ==
Conjunto de pequenas modificações de andamento relacionadas à expressão musical.
A agógica pode produzir tensão, relaxamento, expansão ou direcionamento da frase.
'''Na prática:''' o gesto do regente deve antecipar e induzir a mudança agógica, e não simplesmente reagir a ela.
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== Articulação ==
Modo como os sons são iniciados, ligados, separados ou interrompidos.
Entre as articulações mais comuns encontram-se legato, staccato, tenuto, marcato e diferentes tipos de ataques.
'''Na prática:''' em sopros, articulação está profundamente relacionada à língua, à coluna de ar e ao conceito de frase.
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== Ataque ==
Momento inicial da produção sonora.
O ataque determina grande parte da identidade de uma nota.
'''Na prática:''' um mesmo valor escrito pode adquirir características completamente diferentes dependendo do tipo de ataque solicitado.
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= B =
== Banda Sinfônica ==
Conjunto instrumental formado predominantemente por madeiras, metais e percussão, podendo apresentar configurações ampliadas e incorporar instrumentos adicionais conforme o repertório.
A banda sinfônica contemporânea deve ser compreendida como organismo artístico autônomo, e não simplesmente como evolução administrativa da banda militar.
A visão apresentada no universo MUSICAD enfatiza sua autonomia estética, seu potencial tímbrico e sua capacidade de interpretar repertório original e transcrito de elevado nível artístico.
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== Banda Estudantil ==
Formação instrumental voltada à educação musical e à prática coletiva.
A disciplina continua sendo fundamental, mas deve estar associada à consciência artística, à responsabilidade coletiva e à formação humana.
A modernização das bandas estudantis implica ampliar repertório, linguagem e possibilidades expressivas.
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== Balanceamento ==
Processo de ajuste das intensidades relativas entre instrumentos e naipes.
Não significa simplesmente fazer todos tocarem igualmente forte.
'''Na prática:''' equilíbrio significa permitir que cada elemento importante da textura seja percebido na proporção adequada.
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== Batida ==
Movimento gestual utilizado pelo regente para estabelecer e organizar a pulsação métrica.
A batida é apenas uma parte da regência.
O regente não deve tornar-se escravo da marcação métrica.
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== Batuta ==
Objeto utilizado pelo regente para ampliar a visibilidade e precisão do gesto.
A batuta não representa poder hierárquico.<blockquote>'''“A batuta não simboliza poder; simboliza responsabilidade artística.”'''</blockquote>
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= C =
== Caráter ==
Qualidade expressiva geral de uma obra ou trecho musical.
Pode ser solene, lírico, dramático, enérgico, misterioso, pastoral, jocoso, marcial, entre inúmeras possibilidades.
'''Na prática:''' o caráter deve orientar o gesto antes mesmo que o primeiro som seja produzido.
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== Clímax ==
Ponto de maior tensão, intensidade ou importância dentro de uma estrutura musical.
O clímax não precisa necessariamente coincidir com o maior volume.
'''Na prática:''' o regente deve construir o caminho até o clímax e não apenas sinalizar sua chegada.
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== Colcheia ==
Figura musical correspondente, em determinadas convenções métricas, à metade da duração da semínima.
No repertório moderno para sopros, agrupamentos de colcheias podem adquirir forte importância rítmica e motívica.
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== Compasso ==
Sistema de organização dos tempos musicais.
O compasso fornece uma estrutura métrica, mas não determina sozinho a interpretação.
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== Comunicação gestual ==
Sistema de sinais corporais utilizado pelo regente para transmitir intenções musicais.
Inclui braços, mãos, postura, olhar, respiração e expressão corporal.
O gesto deve ser compreensível para o músico e coerente com a intenção sonora.
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== Contracanto ==
Linha melódica secundária que dialoga com uma melodia principal.
Na banda sinfônica, contracantos frequentemente passam de um naipe para outro.
'''Na prática:''' o regente deve identificar o contracanto e evitar que seja encoberto pela melodia principal.
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== Contraponto ==
Técnica de combinação de linhas melódicas independentes.
A compreensão contrapontística é essencial para o regente porque determina a percepção das diferentes camadas da textura.
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= D =
== Dinâmica ==
Variação de intensidade sonora.
Inclui, entre outras indicações, piano, forte, crescendo e diminuendo.
Para o regente, dinâmica não é apenas quantidade de som: é parte da arquitetura expressiva.
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== Direção musical ==
Capacidade de conduzir o discurso musical para um determinado ponto.
Uma frase sem direção pode apresentar notas corretas, mas carecer de sentido.
'''Princípio:''' toda frase precisa saber de onde vem e para onde vai.
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== Dobramento ==
Repetição de uma mesma linha musical por instrumentos diferentes, frequentemente em oitavas ou uníssonos.
O dobramento modifica o timbre e a projeção da linha.
'''Na prática:''' o regente deve saber quem reforça quem e com qual função.
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= E =
== Equilíbrio ==
Relação proporcional entre os elementos sonoros de um conjunto.
Equilíbrio não é igualdade.
É hierarquia.
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== Ensaio ==
Momento destinado à preparação técnica, musical e artística da obra.
O ensaio deve ser compreendido como laboratório da interpretação.<blockquote>'''“O ensaio é o laboratório da interpretação.”'''</blockquote>Um bom ensaio não é aquele em que o maestro fala mais, mas aquele em que o conjunto aprende a ouvir melhor.
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== Escuta ==
Capacidade de perceber conscientemente os fenômenos sonoros produzidos pelo conjunto.
O regente deve desenvolver escuta vertical, horizontal e espacial.
'''Escuta vertical:''' percepção da simultaneidade harmônica.
'''Escuta horizontal:''' percepção do desenvolvimento melódico.
'''Escuta espacial:''' percepção da distribuição dos sons no conjunto.
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== Estilo ==
Conjunto de características que identifica determinada linguagem musical, compositor, período ou obra.
Interpretar corretamente não significa reproduzir fórmulas superficiais de estilo.
Significa compreender sua lógica interna.
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= F =
== Fermata ==
Indicação de prolongamento indeterminado de uma nota ou pausa.
Na regência, a fermata exige domínio do tempo psicológico.
O gesto de sustentação deve comunicar tensão, continuidade ou suspensão conforme o contexto.
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== Frase ==
Unidade musical dotada de organização e sentido.
A frase musical possui direção, respiração, tensão e repouso.
'''Na prática:''' o regente deve reger frases, e não simplesmente compassos.
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== Fraseado ==
Forma de organizar e interpretar uma frase musical.
Envolve articulação, dinâmica, agógica, respiração e direção.
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= G =
== Gesto ==
Movimento corporal utilizado para comunicar intenção musical.
O gesto eficaz deve ser econômico, claro e significativo.<blockquote>'''“O gesto deve ser claro ao olhar e inevitável ao ouvido.”'''</blockquote>
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== Gesto preparatório ==
Movimento que antecede a entrada de um instrumento ou grupo.
Sua função é informar tempo, caráter, dinâmica, articulação e intenção.
Uma boa preparação já contém a música que será produzida.
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= H =
== Harmonia ==
Organização das relações simultâneas entre os sons.
Para o regente de sopros, a harmonia deve ser percebida não apenas teoricamente, mas também acusticamente.
Acordes podem ser entendidos como estruturas de tensão e repouso.
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== Holst, Gustav ==
Compositor fundamental para a história do repertório de banda sinfônica.
Sua obra '''Hammersmith''' tornou-se referência na afirmação da banda como organismo artístico capaz de produzir arquitetura formal e profundidade estética.
A análise apresentada na página de Roberto Farias destaca a contribuição de Holst para a autonomia artística e a expansão tímbrica da banda.
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= I =
== Indução ==
Conceito central da filosofia de regência de Roberto Farias.<blockquote>'''“Reger é a arte de induzir.”'''</blockquote>O regente não produz diretamente o som. Ele cria condições para que o músico realize uma intenção musical.
A indução pode ser:
* sonora;
* psicológica;
* estética;
* coletiva;
* filosófica.
Assim, reger significa convencer musicalmente.
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== Instrumentação ==
Estudo da utilização dos instrumentos em uma composição.
Para o regente, conhecer instrumentação significa saber:
* quais instrumentos estão presentes;
* quais registros ocupam;
* quais funções exercem;
* como se combinam;
* quais são suas limitações;
* quais são suas características tímbricas.
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== Instrumento transpositor ==
Instrumento cuja nota escrita não corresponde à altura real produzida.
O conhecimento dos instrumentos transpositores é indispensável ao regente de sopros.
A leitura correta das partes exige compreender a relação entre:
'''som escrito → som produzido → função harmônica.'''
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== Intenção ==
Ideia musical que orienta determinado gesto ou passagem.
O gesto sem intenção transforma-se em movimento vazio.
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== Interpretação ==
Processo pelo qual o intérprete transforma a estrutura escrita em experiência sonora.
A interpretação não deve ser arbitrária.
Ela nasce do diálogo entre:
'''texto + conhecimento + imaginação + experiência + estilo.'''
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= L =
== Legato ==
Execução ligada e contínua.
Em sopros, exige continuidade da coluna de ar e conexão entre os sons.
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== Liderança ==
Capacidade de conduzir um grupo em direção a um objetivo comum.
A liderança do regente não deve basear-se apenas na autoridade hierárquica.
Sua autoridade artística nasce do conhecimento, da preparação e da capacidade de comunicação.
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== Linha melódica ==
Sucessão organizada de sons que produz uma ideia musical.
O regente deve identificar a linha principal e suas relações com as linhas secundárias.
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= M =
== Marcato ==
Indicação de execução destacada ou fortemente articulada.
Seu significado exato depende do contexto estilístico.
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== Métrica ==
Organização dos tempos em padrões regulares ou irregulares.
O repertório contemporâneo para sopros frequentemente utiliza métricas assimétricas, como 5/8, 7/8 e outras combinações.
O domínio dessas métricas exige do regente precisão e, simultaneamente, flexibilidade.
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== Música de sopros ==
Campo artístico constituído por repertório destinado a instrumentos de madeira, metais e percussão, em diversas formações.
Não deve ser compreendida como categoria menor em relação à música orquestral.
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= N =
== Naipes ==
Grupos de instrumentos pertencentes à mesma família ou com funções musicais semelhantes.
Exemplos:
* madeiras;
* metais;
* percussão;
* saxofones;
* clarinetas;
* trompas;
* trompetes;
* trombones.
O regente deve conhecer tanto o comportamento individual quanto coletivo de cada naipe.
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== Nuance ==
Pequena diferença de intensidade, articulação, timbre ou expressão.
A qualidade artística frequentemente reside nas nuances.
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= O =
== Orquestração ==
Arte de distribuir ideias musicais entre instrumentos.
Na banda sinfônica, a orquestração possui desafios particulares devido à grande diversidade de timbres e registros.
O regente deve ser capaz de “ler” a orquestração enquanto escuta.
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== Ostinato ==
Figura rítmica, melódica ou harmônica repetida.
Pode funcionar como elemento estruturador de grandes seções.
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= P =
== Partitura ==
Representação gráfica da obra musical.
A partitura do regente deve ser mais que um conjunto de símbolos.
Ela deve transformar-se em mapa estrutural da obra.
Antes de reger, o maestro precisa conhecer a partitura mentalmente em termos de:
* forma;
* harmonia;
* instrumentação;
* ritmo;
* dinâmica;
* articulação;
* pontos de tensão;
* pontos de repouso.
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== Preparação ==
Gesto que antecede determinado acontecimento musical.
A preparação é uma das ferramentas mais importantes do regente.
Uma entrada segura começa antes do som.
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== Pulso ==
Unidade regular de referência temporal.
O pulso é percebido mesmo quando não está explicitamente marcado.
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= R =
== Repertório ==
Conjunto de obras disponíveis para determinado grupo ou intérprete.
Para o regente de sopros, a escolha do repertório é também uma decisão pedagógica.
Uma obra deve ser escolhida considerando:
* nível técnico;
* maturidade musical;
* qualidade artística;
* objetivos educacionais;
* características do conjunto;
* contexto da apresentação.
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== Respiração ==
Elemento fundamental da música de sopros.
A respiração não pertence exclusivamente ao músico.
O próprio regente deve compreender a respiração coletiva da banda.
O gesto pode inspirar, sustentar e liberar.
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== Ritmo ==
Organização das durações e dos acontecimentos no tempo.
Na concepção associada ao pensamento stravinskyano presente na página de Roberto Farias, o ritmo assume papel estruturante da arquitetura musical.
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== Rubato ==
Flexibilização expressiva do tempo.
Deve ser compreendido como recurso estrutural e expressivo, não como perda de controle.
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= S =
== Semiótica musical ==
Estudo dos processos de significação presentes na música.
O regente pode compreender determinados elementos musicais como signos que comunicam tensão, repouso, movimento, estabilidade, conflito ou transformação.
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== Silêncio ==
Ausência aparente de som que, musicalmente, possui função estrutural e expressiva.
O silêncio pode preparar, interromper, tensionar ou concluir.<blockquote>'''Toda grande interpretação começa no silêncio interior.'''</blockquote>
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== Sinfonia ==
Forma ou gênero de grande dimensão, historicamente associado à música orquestral, mas cujo conceito pode ultrapassar a própria constituição instrumental.
A banda sinfônica demonstrou capacidade histórica de incorporar pensamento sinfônico ao universo dos sopros.
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== Som ==
Fenômeno físico transformado artisticamente em música.
Para o regente, som possui simultaneamente:
* altura;
* duração;
* intensidade;
* timbre;
* articulação;
* direção expressiva.
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== Staccato ==
Forma de articulação caracterizada pela separação dos sons.
Seu grau de separação depende do estilo, andamento, instrumento e contexto.
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== Stravinsky, Igor ==
Compositor fundamental para a compreensão da modernidade musical e particularmente importante para a reflexão sobre ritmo, métrica, energia e clareza estrutural.
A aproximação entre o pensamento de Roberto Farias e Stravinsky é apresentada como afinidade estética relacionada à precisão rítmica, à clareza arquitetônica e à exploração tímbrica.
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= T =
== Tempo ==
Velocidade de execução de uma obra ou trecho.
O tempo não é apenas número metronômico.
É também caráter, movimento e respiração.
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== Textura ==
Modo como as diferentes linhas e camadas musicais se organizam simultaneamente.
Pode ser:
* homofônica;
* polifônica;
* contrapontística;
* heterofônica;
* estratificada.
O regente deve compreender a textura para determinar prioridades de escuta.
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== Timbre ==
Qualidade que permite distinguir dois sons de mesma altura e intensidade produzidos por fontes diferentes.
O timbre é uma das grandes riquezas da banda sinfônica.
A combinação de madeiras, metais e percussão permite uma paleta sonora extraordinariamente ampla.
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== Transcrição ==
Adaptação de uma obra originalmente escrita para outra formação.
Uma boa transcrição não deve simplesmente substituir instrumentos.
Ela precisa preservar a essência musical e reconstruir adequadamente a textura, o equilíbrio e o caráter da obra.
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= U =
== Uníssono ==
Execução da mesma altura por diferentes instrumentos ou vozes.
O uníssono pode ser poderoso, mas exige extrema atenção à afinação, articulação e homogeneidade.
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= V =
== Verticalidade ==
Percepção simultânea dos elementos harmônicos e tímbricos.
A leitura vertical permite ao regente compreender:
* acordes;
* dissonâncias;
* dobramentos;
* equilíbrio;
* tensões harmônicas.
----
== Vivacidade ==
Qualidade de uma execução que apresenta energia, movimento e presença.
Não significa necessariamente velocidade.
Uma execução lenta também pode ser extremamente viva.
----
= Z =
== Zona de tensão ==
Região musical caracterizada por aumento de instabilidade harmônica, rítmica, dinâmica ou formal.
O regente deve reconhecer essas zonas para construir adequadamente o percurso musical.
----
= TERMOS FUNDAMENTAIS PARA A REGÊNCIA DE SOPROS =
Alguns conceitos merecem ser considerados como pilares de uma filosofia prática da regência:
=== 1. SOM ===
O regente precisa saber que som deseja.
=== 2. SILÊNCIO ===
O regente precisa saber quando não produzir som.
=== 3. TEMPO ===
O regente precisa organizar o movimento.
=== 4. ESPAÇO ===
O regente precisa compreender a distribuição sonora.
=== 5. TIMBRE ===
O regente precisa reconhecer a identidade de cada naipe.
=== 6. EQUILÍBRIO ===
O regente precisa estabelecer hierarquias.
=== 7. ARTICULAÇÃO ===
O regente precisa determinar como cada som nasce e termina.
=== 8. FRASE ===
O regente precisa compreender o sentido do discurso.
=== 9. FORMA ===
O regente precisa conhecer a arquitetura da obra.
=== 10. EXPRESSÃO ===
O regente precisa transformar estrutura em experiência estética.
----
= O REGENTE COMO MEDIADOR =
A função do regente não termina na técnica.
O maestro está situado entre o compositor e o intérprete, entre a partitura e o público, entre o indivíduo e o coletivo.
Sua função é mediar.
Ele recebe um texto musical e deve transformá-lo em experiência sonora.
Recebe dezenas de individualidades e deve construir uma única intenção musical.
Recebe uma tradição e deve transmiti-la sem impedir sua renovação.
Por isso, a regência é simultaneamente técnica, arte e consciência.
----
= O REGENTE E O ORGANISMO SONORO =
Uma banda sinfônica não é simplesmente a soma de seus músicos.
Quando os diferentes naipes funcionam organicamente, surge uma realidade sonora que não existe individualmente em nenhum de seus componentes.
Clarinetas, flautas, oboés, fagotes, saxofones, trompas, trompetes, trombones, eufônios, tubas e percussão deixam de funcionar como departamentos isolados.
Eles passam a constituir um organismo.
O papel do regente é estabelecer as condições para que esse organismo respire, articule, cresça, recue, dialogue e se transforme.
----
= O REGENTE E O ENSAIO =
O ensaio não deve ser uma sequência interminável de interrupções.
Cada intervenção precisa possuir finalidade.
O regente deve perguntar:
'''O que está errado?'''
'''Por que está errado?'''
'''Quem precisa corrigir?'''
'''Como corrigir?'''
'''Qual será o resultado musical esperado?'''
Uma intervenção eficiente é objetiva.
Uma intervenção artística é capaz de explicar o problema e revelar sua solução.
----
= O REGENTE E A PARTITURA =
Antes de levantar a batuta, o maestro deve estudar.
A partitura deve ser analisada em vários níveis:
=== Nível estrutural ===
Forma, seções e desenvolvimento.
=== Nível harmônico ===
Tonalidade, modulações, tensões e repousos.
=== Nível rítmico ===
Pulsação, síncopes, métricas e padrões.
=== Nível tímbrico ===
Combinação dos instrumentos.
=== Nível expressivo ===
Dinâmicas, articulações, agógica e caráter.
=== Nível histórico ===
Contexto do compositor e da obra.
=== Nível estético ===
Concepção artística que orientará a interpretação.
----
= O REGENTE E A BANDA DO SÉCULO XXI =
A banda contemporânea não pode permanecer limitada ao imaginário do desfile.
Ela pode ser:
* sinfônica;
* camerística;
* experimental;
* educativa;
* teatral;
* interdisciplinar;
* tecnológica;
* contemporânea;
* popular;
* erudita;
* brasileira;
* internacional.
A chamada “desmilitarização” das bandas estudantis, conforme a concepção apresentada no material de Roberto Farias, não significa eliminar disciplina.
Significa deslocar o centro da disciplina:
'''do comando para a consciência;'''
'''do medo para a responsabilidade;'''
'''da rigidez para a precisão;'''
'''do formalismo para a expressão artística.'''
----
= DEZ PRINCÍPIOS PARA O REGENTE DE SOPROS =
'''I — Conheça a partitura antes de levantar a batuta.'''
'''II — Conheça os instrumentos que você rege.'''
'''III — Escute antes de corrigir.'''
'''IV — Reja frases, não apenas compassos.'''
'''V — Conheça a função de cada naipe.'''
'''VI — Não confunda volume com expressão.'''
'''VII — Não confunda autoridade com autoritarismo.'''
'''VIII — Faça do ensaio um processo de aprendizagem.'''
'''IX — Respeite o compositor.'''
'''X — Transforme execução em experiência estética.'''
----
= PEQUENO VOCABULÁRIO DE EMERGÊNCIA DO REGENTE =
Quando o maestro precisa corrigir rapidamente um ensaio, algumas palavras devem ser utilizadas com precisão:
'''“Mais ar.”'''
Para solicitar maior sustentação sonora.
'''“Menos.”'''
Para reduzir intensidade ou excesso de presença.
'''“Mais à frente.”'''
Para aumentar a direção da frase.
'''“Não marque.”'''
Para retirar acentuação indevida.
'''“Mais legato.”'''
Para solicitar maior continuidade.
'''“Mais articulado.”'''
Para tornar os ataques mais definidos.
'''“Escutem a harmonia.”'''
Para ampliar a consciência vertical.
'''“Escutem o baixo.”'''
Para restabelecer a referência estrutural.
'''“Não cubram.”'''
Para controlar excesso de volume.
'''“Respirem juntos.”'''
Para construir unidade.
'''“Mais direção.”'''
Para evitar estagnação da frase.
'''“Do compasso...”'''
Para localizar precisamente o ponto de trabalho.
----
= EPÍLOGO =
A formação de um regente não termina quando ele aprende os padrões de compasso.
Na realidade, nesse momento começa a verdadeira formação.
A técnica é necessária, mas não suficiente.
O regente precisa conhecer história, análise, harmonia, instrumentação, acústica, psicologia, filosofia, estética e repertório.
Precisa conhecer os instrumentos.
Precisa conhecer as pessoas.
Precisa aprender a escutar.
E precisa aprender a permanecer em silêncio.
A verdadeira autoridade do regente não nasce do gesto maior, da voz mais forte ou da posição hierárquica.
Nasce da capacidade de compreender a música e fazer com que os músicos desejem realizá-la.
Por isso:<blockquote>'''Reger é a arte de induzir.'''</blockquote>Induzir o som.
Induzir a escuta.
Induzir a concentração.
Induzir a compreensão.
Induzir a emoção.
Induzir a construção coletiva.
No momento em que isso acontece, a banda deixa de ser apenas um conjunto de instrumentos.
Transforma-se em organismo artístico.
E o regente deixa de ser apenas aquele que marca o tempo.
Passa a ser aquele que revela a música.
----
= FRASES PARA O REGENTE =
<blockquote>'''“Reger é a arte de induzir.”'''</blockquote><blockquote>'''“A técnica conduz o gesto; a consciência musical conduz a arte.”'''</blockquote><blockquote>'''“O regente não produz o som: ele desperta consciências sonoras.”'''</blockquote><blockquote>'''“A verdadeira autoridade do regente nasce do conhecimento e da escuta.”'''</blockquote><blockquote>'''“Toda grande interpretação começa no silêncio interior.”'''</blockquote><blockquote>'''“A regência é o encontro entre pensamento, emoção e organização sonora.”'''</blockquote><blockquote>'''“O gesto deve ser claro ao olhar e inevitável ao ouvido.”'''</blockquote><blockquote>'''“A excelência na arte da regência exige disciplina intelectual e sensibilidade humana.”'''</blockquote><blockquote>'''“A música coletiva é a mais elevada experiência de convivência humana.”'''</blockquote><blockquote>'''“Uma banda sinfônica não é apenas um conjunto instrumental — é um organismo cultural.”'''</blockquote><blockquote>'''“O regente educa quando ensaia e inspira quando interpreta.”'''</blockquote><blockquote>'''“A tradição não deve aprisionar a arte, mas servir de fundamento para sua evolução.”'''</blockquote><blockquote>'''“Toda leitura musical deve transformar-se em experiência estética.”'''</blockquote><blockquote>'''“O ensaio é o laboratório da interpretação.”'''</blockquote><blockquote>'''“Não há grande performance sem profundo respeito ao compositor.”'''</blockquote><blockquote>'''“A arte da regência consiste em transformar múltiplas individualidades em uma única intenção musical.”'''</blockquote>As formulações acima integram o conjunto de princípios e frases associado ao pensamento artístico-pedagógico de Roberto Farias e ao MUSICAD.
----
= REFERÊNCIA DE BASE =
FARIAS, Roberto. '''Utilizador Discussão: Roberto Farias Maestro.''' Wikiversidade. Material de referência sobre regência, banda sinfônica, instrumentação, repertório, estética e formação de regentes. Consulta em agosto de 2026.
----
== MUSICAD – SEMINÁRIO PERMANENTE DE REGÊNCIA ==
=== A excelência na arte da regência ===
'''Regência como ciência, arte e consciência.'''
'''São Paulo – 2026''' [[Especial:Contribuições/~2026-44522-85|~2026-44522-85]] ([[Utilizador Discussão:~2026-44522-85|discussão]]) 04h28min de 20 de agosto de 2026 (UTC)
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CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Dinâmica dos Fluidos Computacional
0
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185430
184451
2026-08-19T14:15:04Z
Isaac Melchzedek Xavier Veras
44358
185430
wikitext
text/x-wiki
== Programa do Componente Curricular ==
{| class="wikitable"
|'''Código:'''
| colspan="9" |MC(novo)
|-
|'''Componente Curricular:'''
| colspan="9" |Introdução à Dinâmica dos Fluidos Computacional
|-
|'''Semestre de Oferta:'''
| colspan="2" | -
|'''Tipo:'''
|Disciplina
|'''Caráter:'''
| colspan="4" |Optativa
|-
|'''Unidade Acadêmica Responsável:'''
| colspan="9" |[[CCT-UFCA|Centro de Ciências e Tecnologia - CCT]]
|-
|'''Área:'''
| colspan="9" |Programação
|-
|'''Créditos:'''
|04
|'''Carga horária:'''
|64
|'''Teórica:'''
|32
|'''Prática'''
|32
|'''Extensão:'''
| -
|-
|'''Pré-requisito:'''
| colspan="9" |Programação orientada a objetos-MC0018
|-
|'''Co-requisito:'''
| colspan="9" | -
|-
|'''Equivalência:'''
| colspan="9" | -
|}
= Objetivos =
Aprender a usar o método das diferenças finitas e o método dos volumes finitos para resolver numericamente problemas básicos de transferência de calor e de mecânica dos fluidos em geometrias simples. Implementar e usar programas computacionais. Estimar erros numéricos.
= Ementa =
Conceitos básicos do escoamento de fluidos. Equações governantes e leis de conservação. Simulação de escoamentos permanentes e não-permanentes. Problemas envolvendo escoamentos compressíveis e incompressíveis. Método das diferenças finitas. Método dos volumes finitos. Consistência, precisão e estabilidade de soluções numéricas. Implementação e uso de programas computacionais para problemas de fluidodinâmica.
== Conteúdo ==
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Números reais e funções|Números reais e funções]]:'''
** Introdução aos números reais
** Definição e propriedades das funções
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Limite e Continuidade|Limite e Continuidade]]:'''
** Conceito de limite
** Testes e exemplos de continuidade
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Derivada|Derivada]]:'''
** Definição de derivada
** Aplicações básicas da derivada
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Regras de Derivação|Regras de Derivação]]:'''
** Regra do produto
** Regra do quociente
** Regra da cadeia
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Funções Inversas|Funções Inversas]]:'''
** Definição e propriedades das funções inversas
** Cálculo de funções inversas
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Teorema do Valor Médio|Teorema do Valor Médio]]:'''
** Enunciado do Teorema do Valor Médio
** Aplicações do Teorema do Valor Médio
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Máximos e Mínimos e Aplicações|Máximos e Mínimos e Aplicações]]:'''
** Identificação de pontos de máximo e mínimo
** Aplicações em problemas práticos
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Construção de Gráficos|Construção de Gráficos]]:'''
** Técnicas de construção de gráficos de funções
** Interpretação de gráficos
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Regra de L'Hôpital|Regra de L'Hôpital]]:'''
** Aplicação da Regra de L'Hôpital
** Resolução de limites indeterminados
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Fórmula de Taylor|Fórmula de Taylor]]:'''
** Aproximação de funções usando a Fórmula de Taylor
** Exemplos práticos de uso
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Primitivas|Primitivas]]:'''
** Definição de primitiva
** Técnicas de cálculo de primitivas
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Integral definida|Integral definida]]:'''
** Conceito de integral definida
** Cálculo de integrais definidas
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Teorema Fundamental do Cálculo|Teorema Fundamental do Cálculo]]:'''
** Relação entre derivada e integral
** Aplicações do Teorema Fundamental do Cálculo
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Teorema da Mudança de Variável|Teorema da Mudança de Variável]]:'''
** Mudança de variável em integrais
** Exemplos práticos de aplicação
* '''[[CCT-UFCA/Matemática Computacional/Cálculo I/Integração por Partes|Integração por Partes]]:'''
** Técnica de integração por partes
** Exemplos de uso em cálculos complexos
= Bibliografia Básica =
Maliska, C. R. Transferência de calor e mecânica dos fluidos computacional. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
Fortuna, A. O. Técnicas computacionais para dinâmica dos fluidos. São Paulo: EDUSP, 2000.
Bortoli, Álvaro L. de; Introducão à Dinâmica De Fluidos Computacional. Editora UFRGS (2000).
= Bibliografia Complementar =
Cebeci, Tuncer, Jian P. Shao, et al. Computational Fluid Dynamics for Engineers: From Panel to Navier-stokes Methods with Computer Programs. Springer, 2005. ISBN: 9783540244516.
FERZIGER, Joel H., Computational methods for fluid dynamics. ISBN: 3-540-420/4-6 Versteeg, H. K. & Malalasekera, W. “An introduction to Computational Fluid Dynamics”, Prentice Hall, 1995.
PATANKAR, Suhas V., Numerical Heat Transfer and Fluid Flow. ISBN: 0-07-048740-5 Fox, R. W.; McDonald, A. T. Introdução à mecânica dos fluidos. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
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Tecnopolíticas: ciência, tecnologia e sociedade/2026
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185438
185415
2026-08-19T16:46:11Z
Opensocialsciences
4085
/* Aula 2 - 13/08- Tecnologia, mediação e organização social */
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wikitext
text/x-wiki
==sobre==
Disciplina eletiva do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Paulo
Professor Responsável: Prof. Dr. [https://pt.wikiversity.org/wiki/Utilizador:Opensocialsciences#Gradua%C3%A7%C3%A3o Henrique Z.M. Parra]
contato: henrique.parra [arrob@] unifesp.br
Local: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Bairro dos Pimentas, Estrada do Caminho Velho, Guarulhos.
Quando: 1° semestre de 2026 às quintas-feiras.
Turma vespertino: 14:00 - 17:40hs: Sala 114
Turma noturno: 19:00 - 22:30hs: Sala 114
Carga horária total: 60 horas
==Ementa==
O curso promove um diálogo entre os estudos sociais da ciência e da tecnologia (ESCT) e a sociologia política, a partir da análise tecnopolítica das transformações culturais, econômicas, psicossociais, nas formas de produção de conhecimentos e de exercício do poder, promovidas pela crescente mediação tecnológica (especialmente as tecnologias digitais). As composições entre tecnologia e política (tecnopolíticas) são aqui compreendidas sob uma dupla articulação: tecnologias como o resultado das dinâmicas sociopolíticas, mas também como portadoras de formas específicas de vida e configurações de mundo. Nesse percurso iremos explorar abordagens sociológicas e antropológicas que contribuem para uma compreensão ampliada das relações de interdependência entre as dinâmicas humanas, tecnocientíficas e ambientais.
==Objetivos==
*Apresentar diferentes abordagens sociológicas e antropológicas relativas ao desenvolvimento tecnológico;
*Conhecer abordagens que contribuem para uma compreensão dos modos de ação e associação entre humanos e tecnologias;
*Problematizar aspectos tecnopolíticos que participam das configurações culturais, sociopolíticas e psicossociais da vida social mediada pelas tecnologias digitais;
*Compreender conflitualidades emergentes face às mutações na relação saber-poder no contexto de lutas tecnocientíficas e socioambientais.
==Conteúdo Programático e Temas==
*Construção social da tecnologia e sociologia da tecnologia;
*Antropologia e sociologia da relações sociais tecnicamente mediadas;
*Tecnologias da informação e comunicação digital (TICs) e Hegemonia Cibernética;
*Tecnopolíticas e tecnossensibilidades;
*Tecnoceno.
==Metodologia de Ensino==
Combinação de procedimentos expositivos e dialógicos. Os conteúdos teóricos e empíricos selecionados pela disciplina serão problematizados em sala de aula, por meio de atividades individuais e coletivas visando a coprodução de conhecimentos.
Os estudantes deverão escolher um seminário temático para a preparação de perguntas disparadoras do debate.
Serão formados grupos de trabalho para discussão em sala e para a realização de um trabalho final (descrito abaixo).
==Avaliação==
Avaliação será composta por 2 itens: frequencia (mínimo 75%); participação nas atividades propostas (preparação e promoção do debate nos seminários); trabalho coletivo ao final da disciplina.
*Trabalho coletivo a partir de tema/problema construído durante o percurso da disciplina. Cada grupo (entre 3 e 4 estudantes) deverá escolher um tema que relacione o uso/aplicação de tecnologias digitais a algum problemática social ou lutas por justiça social. Temas relacionados às tecnologias e educação; transformação no mundo do trabalho; novas sociabilidades; tecnologias e racismo; tecnologia e gênero; questões socioambientais; práticas políticas e tecnologias; discriminação algoritmica; militarização e tecnologias de controle; governo algoritmico, etc. O corpo do texto deverá ter entre 7.000 a 12.000 caracteres (incluindo espaço) e deverá ser apresentado e entregue na última aula do curso.
*Formato: a formatação dos trabalhos pode seguirá um template que será enviado aos estudantes. O arquivo digital deve ser enviado nos seguintes formatos: DOCX ou ODT.
*Entrega do Trabalho final por email: 3 de dezembro de 2026.
==Programa e Cronograma==
===Aula 1 - 06/08: Congresso Acadêmico Unifesp===
*Participação das atividades do Congresso (não haverá aula nesse dia).
'''Sugestões de mesas que serão transmitidas'''
*Palestra de Abertura - A Universidade Pública e a Inteligência Artificial: ética, inovação e transformação social
segunda-feira, 10 de agosto; 10:30 - 12:30; Virtual.
*IA, memória e Justiça social: tensões éticas, políticas e sociais; segunda-feira, 10 de agosto; 16h30 - 18h00 • Virtual.
*Educação Pública, formação docente e IA: desafios contemporâneos; terça-feira, 11 de agosto; 09:00 - 10:30; Virtual.
*Inteligência Artificial, Danos Naturais: um painel sobre os impactos dos datacenters de suporte à sua expansão; terça-feira, 11 de agosto; 14:00 - 15:30; Virtual.
*Colonialismo digital: extrativismo de dados e vies racial algorítmico; terça-feira, 11 de agosto; 19:30 - 21:00, Anfiteatro da Reitoria - com transmissão.
===Aula 2 - 13/08- Tecnologia, mediação e organização social===
'''Leitura Principal'''
WINNER, Langdon. Artefatos têm Política? (tradução Fernando Manso). “Do artifacts have politics?” In. The Whale and the Reactor: a search for limits in an Age of High Technology. Chicago: The University of Chicago Press, p.19-39. https://revistas.ufrj.br/index.php/analytica/article/view/22470/12527
BENAKOUCHE, Tamara . Tecnologia é Sociedade. Contra a noção de impacto tecnológico. Cadernos de Pesquisa, nº 17, setembro de 1999. https://pimentalab.milharal.org/files/2013/11/Tamara_Benakouche_Tecnologia_eh_Sociedade.pdf
'''Complementar'''
LATOUR, Bruno. La tecnologia es la sociedad hecha para que dure. IN. M. DOMÈNECH y F.J.TIRADO (comps.) Sociología simétrica. Ensayos sobre ciencia, tecnología y sociedad (Barcelona, Gedisa Editorial, 1998. Disponível: http://www.bruno-latour.fr/node/263
LATOUR, Bruno. De la mediación técnica: filosofia, sociologia, genealogia. IN. M. DOMÈNECH y F.J.TIRADO (comps.) Sociología simétrica. Ensayos sobre ciencia, tecnología y sociedad (Barcelona, Gedisa Editorial, 1998.
===20/08 - Sem Aula - Simpósio LAVITS===
*Programação: https://simposio2026.lavits.org
===Aula 3 - 27/08 - Teoria Crítica da Tecnologia===
FEENBERG, Andrew. Entre a razão e a experiência. Ensaios sobre tecnologia e modernidade. Inovatec, 2019. Caps. Racionalização democrática: tecnologia, poder e liberdade e Teoria crítica da tecnologia: uma visão geral. (disponível na pasta da disciplina)
'''Complementar'''
ABRAHÃO, Luiz Henrique de Lacerda; CRUZ, Cristiano Cordeiro. "Tecnologia é política": o emaranhamento entre tecnologia e sociedade em Andrew Feenberg. In. FEENBERG, A. Construtivismo Crítico: uma filosofia da tecnologia. São Paulo: Ed.Associação Filosófica Scientiae Studia, 2022. (disponível na pasta da disciplina)
MARCUSE, Herbert. Algumas implicações sociais da tecnologia moderna. In: KELLNER, Douglas (Org.). Tecnologia, guerra e fascismo. São Paulo: Ed. UNESP, 1999. p. 71-104.
===Aula 4 - 03/09 - Sociedade da Informação e Virada Cibernética===
MATTELARD, Armand. Sociedade do Conhecimento e Controle da Informação e da Comunicação. Conferência proferida na sessão de aberta do V Encontro Latino de Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura, realizado em Salvador, Bahia, Brasil, de 9 a 11 de novembro de 2005. Disponivel em: https://egov.ufsc.br/portal/en/conteudo/sociedade-do-conhecimento-e-controle-da-informa%C3%A7%C3%A3o-e-da-comunica%C3%A7%C3%A3o
SANTOS, Laymert Garcia. A Informação após a Virada Cibernética. IN. Revolução Tecnológica, Internet e Socialismo. São Paulo: Ed. Fundação Perseu Abramo, 2003. Disponível em: https://bibliotecadigital.fpabramo.org.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/286/revolucao_tecnologica_internet_e_socialismo.pdf
'''Complementar'''
LASH, Scott. Crítica da Informação. Revista Brasileira de Ciencias Sociais, nº54, junho 1999.
MARTINS, Herminio & GARCIA, J.L. A Hegemonia cibertecnológica em curso: uma perspectiva crítica. IN. MARTINHO, Teresa.D & GARCIA, J.L. (orgs) Cultura e Digital em Portugal. Lisboa: Ed. Afrontamento, 2013. (disponivel no drive virtual).
===Aula 5 - 10/09 – Cibernética e as Ideologias da Rede===
BARBROOK. Richard; CAMERON, Andy. A Ideologia Californiana, 1998. Disponível em: http://cibercultura.fortunecity.ws/vol2/idcal.html
BRETON, Phillipe. Norbert Wiener e a emergência de uma nova utopia. https://cibercultura.fortunecity.ws/vol1/breton.html
'''Complementar'''
BUSH, Vannevar. Como podemos pensar: https://doi.org/10.1590/S1415-47142011000100002
PFOHL. Stephen. O delírio cibernético de Norbert Wiener. Revista FAMECOS. Porto Alegre. no 15. Agosto 2001. https://cibercultura.fortunecity.ws/vol1/bpfohl.html
BARLOW. John Perry. Declaração de Independência do Ciberespaço. 1996. https://www.nic.br/publicacao/uma-declaracao-de-independencia-do-ciberespaco/
Marcelo Buzato. A concepção de linguagem em Cibernética e Sociedade: o uso humano dos seres humanos, de Norbert Wiener – PARTE 1/3: https://www2.iel.unicamp.br/litpos/2020/02/26/a-concepcao-de-linguagem-em-cibernetica-e-sociedade-o-uso-humano-dos-seres-humanos-de-norbert-wiener-parte-1-3/
Memex: https://en.wikipedia.org/wiki/Memex
===Aula 6 - 17/09 – Infraestruturas, Códigos e Protocolos: dispositivos e poder===
MIGUEL, J. C. H. Perspectivas das infraestruturas: organização, conhecimento e poder. Pensata: Revista dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP, v. 9, n. 2, 2020. https://www.researchgate.net/publication/349379996_Perspectivas_das_infraestruturas_organizacao_conhecimento_e_poder
COMITE INVISIVEL. Cap.IV O poder é logístico, Bloqueemos tudo! In. Aos Amigos. Ed. N-1. 2016. Versão lusitana disponivel em: https://we.riseup.net/assets/401437/COMITE+INVISIVEL+Aos+Nossos+Amigos%2C+Crise+e+Insurrei%C3%A7%C3%A3o+%282014%29.pdf
FERNÁNDEZ-SAVATER, Amador. A revolução como problema técnico. De Curzio Malaparte ao Comité Invisível. 2016. http://www.revistapunkto.com/2016/02/a-revolucao-como-problema-tecnico.html
'''Complementar'''
PARRA, H.Z.M.; CRUZ,L.; AMIEL, T.; MACHADO,J. Infraestruturas, Economia e Política Informacional: o Caso do Google Suite For Education. MEDIAÇÕES, Londrina, v. 23 n. 1, p. 63-99, Jan./un. 2018. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/view/32320
MIGUEL, J. C. H.; FIGUEIREDO, F. Antropologia das Infraestruturas. Disponível em: <https://ea.fflch.usp.br/subcampos/antropologia-das-infraestruturas>. Acesso em: 22 maio. 2022.
STAR, S. L. A Etnografia da Infraestrutura. Revista AntHropológicas, v. 31, n. 2, 2020. https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaanthropologicas/article/view/249896
===Aula 7 - 24/09 - Economia Política da Informação: valor, propriedade, trabalho e renda===
ZUBOFF, S. Big Other: capitalismo de vigilância e perspectivas para uma civilização de informação. In: BRUNO, F. et al (org.). Tecnopolíticas da vigilância: perspectivas da margem. São Paulo: Boitempo, 2018. https://lavits.org/wp-content/uploads/2020/09/Tecnopoliticas-da-vigilancia_miolo_download.pdf
BENKLER, Yochai. A Riqueza das Redes – Como a produção social transforma os mercados e a liberdade. London: Yale University, 2006. Versão em portugues em processo de tradução: Leitura sugerida capítulo 1: http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/A_Riqueza_das_Redes_-_Cap%C3%ADtulo_1
GROHMANN, R. Plataformização do trabalho: entre a dataficação, a financeirização e a racionalidade neoliberal. Revista Eptic. Aracaju, Sergipe: UFS, 2020. https://seer.ufs.br/index.php/eptic/article/view/12188
===Aula 8 - 01/10 - Modos de Subjetivação e Individuação Tecnomediada===
BRUNO, Fernanda. Máquina de ver, modos de ser. Porto Alegre: Ed.Sulina, 2013. (cap.2 pp. 53-86).
SIBILIA, Paula. O homem pós-orgânico. Rio de Janeiro. Contraponto, 2015
PARRA, Henrique Z.M. Virada Cibernética, Tecnossensibilidade e Subjetivação Neoliberal. Revista Mapinguary. Vol.2, n.1, janeiro-julho, 2025. Disponível em: https://hdl.handle.net/11600/74805
BRUNO, Fernanda, BENTES, Anna, & FALTAY, Paulo. Economia psíquica dos algoritmos e laboratório de plataforma: mercado, ciência e modulação do comportamento. Revista FAMECOS, 26(3), e33095, 2019. https://doi.org/10.15448/1980-3729.2019.3.33095
ROSE, Nikolas. Inventando nossos selfs: psicologia, poder e subjetividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
===Aula 9 - 08/10 - Semiocapitalismo, Aceleração e Subjetividade com Fernando Quiroga===
*Participação especial: prof. Dr. Fernando Quiroga (UFG)
===Aula 10 - 15/10 - Modos de Conhecer e Regimes de Verdade: dataficação, dataísmos e (des)intermediação===
DIJCK, J. van. (2017). Confiamos nos dados? As implicações da datificação para o monitoramento social. MATRIZes, 11(1), 39-59. https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/131620 ou https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v11i1p39-59
LEMOS, A. (2021). Dataficação da vida. Civitas: Revista De Ciências Sociais, 21(2), 193–202. https://doi.org/10.15448/1984-7289.2021.2.39638
CESARINO, Letícia. Pós-Verdade e a Crise do Sistema de Peritos: uma explicação cibernética. Ilha – Revista de Antropologia, Florianópolis, v. 23, n.1, p. 73-96, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/75630
===Aula 11 - 22/10 - Tecnologias de Governo e Controle===
DELEUZE, Gilles. Post-Scriptum sobre Sociedade do Controle In: Conversações. São Paulo: Ed. 34, 2007. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/7008726/mod_resource/content/2/TEXTO%20-%20Deleuze-Post-scriptum-sobre-sociedades-de-controle.pdf
HAN, Byung-Chul. Psicopolítica - o neoliberalismo e as novas técnicas de poder. Belo Horizonte: Editora Ayine, 2018.
NOVO, Maria Fernanda. Tecnoconjurações negras: notas sobrepostas de tecnopolítica e crítica da racialidade. O que nos faz pensar, Rio de Janeiro, v.31, n.53, p.52-72, jul-dez.2023.
AMADEU, Sergio. Governo dos Algoritmos. Revista de Políticas Públicas, vol. 21, núm. 1, 2017, pp. 267-281. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=321152454013
ROUVROY, A. & BERNS, T. Governamentalidade algorítmica e perspectivas de emancipação: o díspar como condição de individuação pela relação? Revista Eco-Pós. v.18, n.2, Dossie Tecnopolíticas e Vigilância. p.36-56, 2015. https://revistas.ufrj.br/index.php/eco_pos/article/view/2662/2251
===Aula 12 - 29/10 - Inteligência Artificial e autonomia tecnológica===
Matteo Pasquinelli e Vladan Joler. Manifesto Nooscopio – Inteligência Artifical e Extrativismo do Conhecimento: http://lavits.org/o-manifesto-nooscopio-inteligencia-artificial-como-instrumento-de-extrativismo-do-conhecimento/?lang=pt
Kate Crawford e Vladan Joler: Anatomia de um sistema de inteligência artificial: o Amazon Eco como mapa anatômico de trabalho humano, dados e recursos planetários: https://www.comciencia.br/anatomia-de-um-sistema-de-inteligencia-artificial/
===Aula 13 - 05/11 – Tecnopolítica e Lutas Cosmotécnicas===
PARRA, Henrique Z.M. Da tecnopolítica às lutas cosmotécnicas: dissensos ontoepistêmicos face à hegemonia cibernética no Antropoceno. In. KLEBA,J. ; CRUZ,C.; ALVEAR, A. (org). Engenharias e outras práticas técnicas engajadas : diálogos interdisciplinares e decoloniais. Campina Grande: EDUEPB, 2022. Disponivel em: https://www.pimentalab.net/wp-content/uploads/2022/08/Tecnopoliticas_Lutas_Cosmotecnicas_Henrique_Parra_2022.pdf
BISET, Emmanuel; COSTA, Flavia; BLANCO, Javier. Manifiesto tecnopolítico. [s. d.]. Manifiesto tecnopolítico. Revista Tocaia. https://tocaia.info/edicao/manifesto-tecnopolitico/
===Aula 14 - 12/11 - Ecologização do Digital no Tecnoceno===
¿Antropoceno, Tecnoceno o Capitaloceno? Algunos marcos para pensar el tiempo de la crisis climática: https://www.elsaltodiario.com/atenea_cyborg/antropoceno-tecnoceno-capitaloceno-algunos-marcos-pensar-tiempo-crisis-climatica
COSTA, Flavia. Tecnoceno: algoritmos, biohackers e novas formas de vida. Buenos Aires: Taurus, 2021. (Ver a Introdução - disponivel no drive)
HORNBORG, Alf, A. (2015). The Political Ecology of the Technocene: Uncovering Ecologically Unequal Exchange in the World-System. In C. Hamilton, C. Bonneuil, & F. Gemenne (Eds.), The Anthropocene and the Global Environmental Crisis: Rethinking Modernity in a New Epoch (pp. 57-69). Routledge. (disponivel no drive).
CERA, Agostino. The Technocene or Technology as (Neo)environment («Techné: Research in Philosophy and Technology», 21:2-3 (2017), pp. 243-281. DOI: 10.5840/techne201710472).
===Aula 15 - 19/11 - Apresentação dos trabalhos finais===
Apresentação em sala dos trabalhos.
*Data entrega: 26/11 de 2026.
*Envio eletrônico para o email: henrique.parra [arroba] unifesp.br
*Nome do arquivo: NOME-ESTUDANTE_TURNO-MATRICULADO.ODT (ou .DOC).
*Tamanho: o corpo de texto deve ter entre 7.000 e 12.000 caracteres incluindo espaço, seguido das referências ao final.
*Formato: utilize o template que está anexado.
*Conteúdo: o trabalho final é uma dissertação/ensaio argumentativo que deverá problematizar e relacionar os projetos construídos em cada grupo com uma selação de textos da bibligrafia do curso.
===Prazos Finais===
*Entrega do Trabalho final por email e apresentação em sala: 26 de novembro
*Inserção das notas na pasta verde:
Exames 2º semestre: 30/11 a 04/12
[[Categoria:Cursos]]
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185439
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2026-08-19T16:53:20Z
Opensocialsciences
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/* Aula 3 - 27/08 - Teoria Crítica da Tecnologia */
185439
wikitext
text/x-wiki
==sobre==
Disciplina eletiva do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Paulo
Professor Responsável: Prof. Dr. [https://pt.wikiversity.org/wiki/Utilizador:Opensocialsciences#Gradua%C3%A7%C3%A3o Henrique Z.M. Parra]
contato: henrique.parra [arrob@] unifesp.br
Local: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Bairro dos Pimentas, Estrada do Caminho Velho, Guarulhos.
Quando: 1° semestre de 2026 às quintas-feiras.
Turma vespertino: 14:00 - 17:40hs: Sala 114
Turma noturno: 19:00 - 22:30hs: Sala 114
Carga horária total: 60 horas
==Ementa==
O curso promove um diálogo entre os estudos sociais da ciência e da tecnologia (ESCT) e a sociologia política, a partir da análise tecnopolítica das transformações culturais, econômicas, psicossociais, nas formas de produção de conhecimentos e de exercício do poder, promovidas pela crescente mediação tecnológica (especialmente as tecnologias digitais). As composições entre tecnologia e política (tecnopolíticas) são aqui compreendidas sob uma dupla articulação: tecnologias como o resultado das dinâmicas sociopolíticas, mas também como portadoras de formas específicas de vida e configurações de mundo. Nesse percurso iremos explorar abordagens sociológicas e antropológicas que contribuem para uma compreensão ampliada das relações de interdependência entre as dinâmicas humanas, tecnocientíficas e ambientais.
==Objetivos==
*Apresentar diferentes abordagens sociológicas e antropológicas relativas ao desenvolvimento tecnológico;
*Conhecer abordagens que contribuem para uma compreensão dos modos de ação e associação entre humanos e tecnologias;
*Problematizar aspectos tecnopolíticos que participam das configurações culturais, sociopolíticas e psicossociais da vida social mediada pelas tecnologias digitais;
*Compreender conflitualidades emergentes face às mutações na relação saber-poder no contexto de lutas tecnocientíficas e socioambientais.
==Conteúdo Programático e Temas==
*Construção social da tecnologia e sociologia da tecnologia;
*Antropologia e sociologia da relações sociais tecnicamente mediadas;
*Tecnologias da informação e comunicação digital (TICs) e Hegemonia Cibernética;
*Tecnopolíticas e tecnossensibilidades;
*Tecnoceno.
==Metodologia de Ensino==
Combinação de procedimentos expositivos e dialógicos. Os conteúdos teóricos e empíricos selecionados pela disciplina serão problematizados em sala de aula, por meio de atividades individuais e coletivas visando a coprodução de conhecimentos.
Os estudantes deverão escolher um seminário temático para a preparação de perguntas disparadoras do debate.
Serão formados grupos de trabalho para discussão em sala e para a realização de um trabalho final (descrito abaixo).
==Avaliação==
Avaliação será composta por 2 itens: frequencia (mínimo 75%); participação nas atividades propostas (preparação e promoção do debate nos seminários); trabalho coletivo ao final da disciplina.
*Trabalho coletivo a partir de tema/problema construído durante o percurso da disciplina. Cada grupo (entre 3 e 4 estudantes) deverá escolher um tema que relacione o uso/aplicação de tecnologias digitais a algum problemática social ou lutas por justiça social. Temas relacionados às tecnologias e educação; transformação no mundo do trabalho; novas sociabilidades; tecnologias e racismo; tecnologia e gênero; questões socioambientais; práticas políticas e tecnologias; discriminação algoritmica; militarização e tecnologias de controle; governo algoritmico, etc. O corpo do texto deverá ter entre 7.000 a 12.000 caracteres (incluindo espaço) e deverá ser apresentado e entregue na última aula do curso.
*Formato: a formatação dos trabalhos pode seguirá um template que será enviado aos estudantes. O arquivo digital deve ser enviado nos seguintes formatos: DOCX ou ODT.
*Entrega do Trabalho final por email: 3 de dezembro de 2026.
==Programa e Cronograma==
===Aula 1 - 06/08: Congresso Acadêmico Unifesp===
*Participação das atividades do Congresso (não haverá aula nesse dia).
'''Sugestões de mesas que serão transmitidas'''
*Palestra de Abertura - A Universidade Pública e a Inteligência Artificial: ética, inovação e transformação social
segunda-feira, 10 de agosto; 10:30 - 12:30; Virtual.
*IA, memória e Justiça social: tensões éticas, políticas e sociais; segunda-feira, 10 de agosto; 16h30 - 18h00 • Virtual.
*Educação Pública, formação docente e IA: desafios contemporâneos; terça-feira, 11 de agosto; 09:00 - 10:30; Virtual.
*Inteligência Artificial, Danos Naturais: um painel sobre os impactos dos datacenters de suporte à sua expansão; terça-feira, 11 de agosto; 14:00 - 15:30; Virtual.
*Colonialismo digital: extrativismo de dados e vies racial algorítmico; terça-feira, 11 de agosto; 19:30 - 21:00, Anfiteatro da Reitoria - com transmissão.
===Aula 2 - 13/08- Tecnologia, mediação e organização social===
'''Leitura Principal'''
WINNER, Langdon. Artefatos têm Política? (tradução Fernando Manso). “Do artifacts have politics?” In. The Whale and the Reactor: a search for limits in an Age of High Technology. Chicago: The University of Chicago Press, p.19-39. https://revistas.ufrj.br/index.php/analytica/article/view/22470/12527
BENAKOUCHE, Tamara . Tecnologia é Sociedade. Contra a noção de impacto tecnológico. Cadernos de Pesquisa, nº 17, setembro de 1999. https://pimentalab.milharal.org/files/2013/11/Tamara_Benakouche_Tecnologia_eh_Sociedade.pdf
'''Complementar'''
LATOUR, Bruno. La tecnologia es la sociedad hecha para que dure. IN. M. DOMÈNECH y F.J.TIRADO (comps.) Sociología simétrica. Ensayos sobre ciencia, tecnología y sociedad (Barcelona, Gedisa Editorial, 1998. Disponível: http://www.bruno-latour.fr/node/263
LATOUR, Bruno. De la mediación técnica: filosofia, sociologia, genealogia. IN. M. DOMÈNECH y F.J.TIRADO (comps.) Sociología simétrica. Ensayos sobre ciencia, tecnología y sociedad (Barcelona, Gedisa Editorial, 1998.
===20/08 - Sem Aula - Simpósio LAVITS===
*Programação: https://simposio2026.lavits.org
===Aula 3 - 27/08 - Teoria Crítica da Tecnologia===
FEENBERG, Andrew. Racionalização subversiva: tecnologia, poder e liberdade e Teoria Crítica da Tecnologia: uma visão geral. In. Entre a razão e a experiência: ensaios sobre tecnologia e modernidade. Inovatec, 2019 (disponível na pasta da disciplina).
'''Complementar'''
ABRAHÃO, Luiz Henrique de Lacerda; CRUZ, Cristiano Cordeiro. "Tecnologia é política": o emaranhamento entre tecnologia e sociedade em Andrew Feenberg. In. FEENBERG, A. Construtivismo Crítico: uma filosofia da tecnologia. São Paulo: Ed.Associação Filosófica Scientiae Studia, 2022. (disponível na pasta da disciplina)
MARCUSE, Herbert. Algumas implicações sociais da tecnologia moderna. In: KELLNER, Douglas (Org.). Tecnologia, guerra e fascismo. São Paulo: Ed. UNESP, 1999. p. 71-104.
===Aula 4 - 03/09 - Sociedade da Informação e Virada Cibernética===
MATTELARD, Armand. Sociedade do Conhecimento e Controle da Informação e da Comunicação. Conferência proferida na sessão de aberta do V Encontro Latino de Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura, realizado em Salvador, Bahia, Brasil, de 9 a 11 de novembro de 2005. Disponivel em: https://egov.ufsc.br/portal/en/conteudo/sociedade-do-conhecimento-e-controle-da-informa%C3%A7%C3%A3o-e-da-comunica%C3%A7%C3%A3o
SANTOS, Laymert Garcia. A Informação após a Virada Cibernética. IN. Revolução Tecnológica, Internet e Socialismo. São Paulo: Ed. Fundação Perseu Abramo, 2003. Disponível em: https://bibliotecadigital.fpabramo.org.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/286/revolucao_tecnologica_internet_e_socialismo.pdf
'''Complementar'''
LASH, Scott. Crítica da Informação. Revista Brasileira de Ciencias Sociais, nº54, junho 1999.
MARTINS, Herminio & GARCIA, J.L. A Hegemonia cibertecnológica em curso: uma perspectiva crítica. IN. MARTINHO, Teresa.D & GARCIA, J.L. (orgs) Cultura e Digital em Portugal. Lisboa: Ed. Afrontamento, 2013. (disponivel no drive virtual).
===Aula 5 - 10/09 – Cibernética e as Ideologias da Rede===
BARBROOK. Richard; CAMERON, Andy. A Ideologia Californiana, 1998. Disponível em: http://cibercultura.fortunecity.ws/vol2/idcal.html
BRETON, Phillipe. Norbert Wiener e a emergência de uma nova utopia. https://cibercultura.fortunecity.ws/vol1/breton.html
'''Complementar'''
BUSH, Vannevar. Como podemos pensar: https://doi.org/10.1590/S1415-47142011000100002
PFOHL. Stephen. O delírio cibernético de Norbert Wiener. Revista FAMECOS. Porto Alegre. no 15. Agosto 2001. https://cibercultura.fortunecity.ws/vol1/bpfohl.html
BARLOW. John Perry. Declaração de Independência do Ciberespaço. 1996. https://www.nic.br/publicacao/uma-declaracao-de-independencia-do-ciberespaco/
Marcelo Buzato. A concepção de linguagem em Cibernética e Sociedade: o uso humano dos seres humanos, de Norbert Wiener – PARTE 1/3: https://www2.iel.unicamp.br/litpos/2020/02/26/a-concepcao-de-linguagem-em-cibernetica-e-sociedade-o-uso-humano-dos-seres-humanos-de-norbert-wiener-parte-1-3/
Memex: https://en.wikipedia.org/wiki/Memex
===Aula 6 - 17/09 – Infraestruturas, Códigos e Protocolos: dispositivos e poder===
MIGUEL, J. C. H. Perspectivas das infraestruturas: organização, conhecimento e poder. Pensata: Revista dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP, v. 9, n. 2, 2020. https://www.researchgate.net/publication/349379996_Perspectivas_das_infraestruturas_organizacao_conhecimento_e_poder
COMITE INVISIVEL. Cap.IV O poder é logístico, Bloqueemos tudo! In. Aos Amigos. Ed. N-1. 2016. Versão lusitana disponivel em: https://we.riseup.net/assets/401437/COMITE+INVISIVEL+Aos+Nossos+Amigos%2C+Crise+e+Insurrei%C3%A7%C3%A3o+%282014%29.pdf
FERNÁNDEZ-SAVATER, Amador. A revolução como problema técnico. De Curzio Malaparte ao Comité Invisível. 2016. http://www.revistapunkto.com/2016/02/a-revolucao-como-problema-tecnico.html
'''Complementar'''
PARRA, H.Z.M.; CRUZ,L.; AMIEL, T.; MACHADO,J. Infraestruturas, Economia e Política Informacional: o Caso do Google Suite For Education. MEDIAÇÕES, Londrina, v. 23 n. 1, p. 63-99, Jan./un. 2018. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/view/32320
MIGUEL, J. C. H.; FIGUEIREDO, F. Antropologia das Infraestruturas. Disponível em: <https://ea.fflch.usp.br/subcampos/antropologia-das-infraestruturas>. Acesso em: 22 maio. 2022.
STAR, S. L. A Etnografia da Infraestrutura. Revista AntHropológicas, v. 31, n. 2, 2020. https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaanthropologicas/article/view/249896
===Aula 7 - 24/09 - Economia Política da Informação: valor, propriedade, trabalho e renda===
ZUBOFF, S. Big Other: capitalismo de vigilância e perspectivas para uma civilização de informação. In: BRUNO, F. et al (org.). Tecnopolíticas da vigilância: perspectivas da margem. São Paulo: Boitempo, 2018. https://lavits.org/wp-content/uploads/2020/09/Tecnopoliticas-da-vigilancia_miolo_download.pdf
BENKLER, Yochai. A Riqueza das Redes – Como a produção social transforma os mercados e a liberdade. London: Yale University, 2006. Versão em portugues em processo de tradução: Leitura sugerida capítulo 1: http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/A_Riqueza_das_Redes_-_Cap%C3%ADtulo_1
GROHMANN, R. Plataformização do trabalho: entre a dataficação, a financeirização e a racionalidade neoliberal. Revista Eptic. Aracaju, Sergipe: UFS, 2020. https://seer.ufs.br/index.php/eptic/article/view/12188
===Aula 8 - 01/10 - Modos de Subjetivação e Individuação Tecnomediada===
BRUNO, Fernanda. Máquina de ver, modos de ser. Porto Alegre: Ed.Sulina, 2013. (cap.2 pp. 53-86).
SIBILIA, Paula. O homem pós-orgânico. Rio de Janeiro. Contraponto, 2015
PARRA, Henrique Z.M. Virada Cibernética, Tecnossensibilidade e Subjetivação Neoliberal. Revista Mapinguary. Vol.2, n.1, janeiro-julho, 2025. Disponível em: https://hdl.handle.net/11600/74805
BRUNO, Fernanda, BENTES, Anna, & FALTAY, Paulo. Economia psíquica dos algoritmos e laboratório de plataforma: mercado, ciência e modulação do comportamento. Revista FAMECOS, 26(3), e33095, 2019. https://doi.org/10.15448/1980-3729.2019.3.33095
ROSE, Nikolas. Inventando nossos selfs: psicologia, poder e subjetividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
===Aula 9 - 08/10 - Semiocapitalismo, Aceleração e Subjetividade com Fernando Quiroga===
*Participação especial: prof. Dr. Fernando Quiroga (UFG)
===Aula 10 - 15/10 - Modos de Conhecer e Regimes de Verdade: dataficação, dataísmos e (des)intermediação===
DIJCK, J. van. (2017). Confiamos nos dados? As implicações da datificação para o monitoramento social. MATRIZes, 11(1), 39-59. https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/131620 ou https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v11i1p39-59
LEMOS, A. (2021). Dataficação da vida. Civitas: Revista De Ciências Sociais, 21(2), 193–202. https://doi.org/10.15448/1984-7289.2021.2.39638
CESARINO, Letícia. Pós-Verdade e a Crise do Sistema de Peritos: uma explicação cibernética. Ilha – Revista de Antropologia, Florianópolis, v. 23, n.1, p. 73-96, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/75630
===Aula 11 - 22/10 - Tecnologias de Governo e Controle===
DELEUZE, Gilles. Post-Scriptum sobre Sociedade do Controle In: Conversações. São Paulo: Ed. 34, 2007. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/7008726/mod_resource/content/2/TEXTO%20-%20Deleuze-Post-scriptum-sobre-sociedades-de-controle.pdf
HAN, Byung-Chul. Psicopolítica - o neoliberalismo e as novas técnicas de poder. Belo Horizonte: Editora Ayine, 2018.
NOVO, Maria Fernanda. Tecnoconjurações negras: notas sobrepostas de tecnopolítica e crítica da racialidade. O que nos faz pensar, Rio de Janeiro, v.31, n.53, p.52-72, jul-dez.2023.
AMADEU, Sergio. Governo dos Algoritmos. Revista de Políticas Públicas, vol. 21, núm. 1, 2017, pp. 267-281. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=321152454013
ROUVROY, A. & BERNS, T. Governamentalidade algorítmica e perspectivas de emancipação: o díspar como condição de individuação pela relação? Revista Eco-Pós. v.18, n.2, Dossie Tecnopolíticas e Vigilância. p.36-56, 2015. https://revistas.ufrj.br/index.php/eco_pos/article/view/2662/2251
===Aula 12 - 29/10 - Inteligência Artificial e autonomia tecnológica===
Matteo Pasquinelli e Vladan Joler. Manifesto Nooscopio – Inteligência Artifical e Extrativismo do Conhecimento: http://lavits.org/o-manifesto-nooscopio-inteligencia-artificial-como-instrumento-de-extrativismo-do-conhecimento/?lang=pt
Kate Crawford e Vladan Joler: Anatomia de um sistema de inteligência artificial: o Amazon Eco como mapa anatômico de trabalho humano, dados e recursos planetários: https://www.comciencia.br/anatomia-de-um-sistema-de-inteligencia-artificial/
===Aula 13 - 05/11 – Tecnopolítica e Lutas Cosmotécnicas===
PARRA, Henrique Z.M. Da tecnopolítica às lutas cosmotécnicas: dissensos ontoepistêmicos face à hegemonia cibernética no Antropoceno. In. KLEBA,J. ; CRUZ,C.; ALVEAR, A. (org). Engenharias e outras práticas técnicas engajadas : diálogos interdisciplinares e decoloniais. Campina Grande: EDUEPB, 2022. Disponivel em: https://www.pimentalab.net/wp-content/uploads/2022/08/Tecnopoliticas_Lutas_Cosmotecnicas_Henrique_Parra_2022.pdf
BISET, Emmanuel; COSTA, Flavia; BLANCO, Javier. Manifiesto tecnopolítico. [s. d.]. Manifiesto tecnopolítico. Revista Tocaia. https://tocaia.info/edicao/manifesto-tecnopolitico/
===Aula 14 - 12/11 - Ecologização do Digital no Tecnoceno===
¿Antropoceno, Tecnoceno o Capitaloceno? Algunos marcos para pensar el tiempo de la crisis climática: https://www.elsaltodiario.com/atenea_cyborg/antropoceno-tecnoceno-capitaloceno-algunos-marcos-pensar-tiempo-crisis-climatica
COSTA, Flavia. Tecnoceno: algoritmos, biohackers e novas formas de vida. Buenos Aires: Taurus, 2021. (Ver a Introdução - disponivel no drive)
HORNBORG, Alf, A. (2015). The Political Ecology of the Technocene: Uncovering Ecologically Unequal Exchange in the World-System. In C. Hamilton, C. Bonneuil, & F. Gemenne (Eds.), The Anthropocene and the Global Environmental Crisis: Rethinking Modernity in a New Epoch (pp. 57-69). Routledge. (disponivel no drive).
CERA, Agostino. The Technocene or Technology as (Neo)environment («Techné: Research in Philosophy and Technology», 21:2-3 (2017), pp. 243-281. DOI: 10.5840/techne201710472).
===Aula 15 - 19/11 - Apresentação dos trabalhos finais===
Apresentação em sala dos trabalhos.
*Data entrega: 26/11 de 2026.
*Envio eletrônico para o email: henrique.parra [arroba] unifesp.br
*Nome do arquivo: NOME-ESTUDANTE_TURNO-MATRICULADO.ODT (ou .DOC).
*Tamanho: o corpo de texto deve ter entre 7.000 e 12.000 caracteres incluindo espaço, seguido das referências ao final.
*Formato: utilize o template que está anexado.
*Conteúdo: o trabalho final é uma dissertação/ensaio argumentativo que deverá problematizar e relacionar os projetos construídos em cada grupo com uma selação de textos da bibligrafia do curso.
===Prazos Finais===
*Entrega do Trabalho final por email e apresentação em sala: 26 de novembro
*Inserção das notas na pasta verde:
Exames 2º semestre: 30/11 a 04/12
[[Categoria:Cursos]]
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2026-08-19T16:59:14Z
Opensocialsciences
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/* Aula 3 - 27/08 - Teoria Crítica da Tecnologia */
185440
wikitext
text/x-wiki
==sobre==
Disciplina eletiva do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Paulo
Professor Responsável: Prof. Dr. [https://pt.wikiversity.org/wiki/Utilizador:Opensocialsciences#Gradua%C3%A7%C3%A3o Henrique Z.M. Parra]
contato: henrique.parra [arrob@] unifesp.br
Local: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Bairro dos Pimentas, Estrada do Caminho Velho, Guarulhos.
Quando: 1° semestre de 2026 às quintas-feiras.
Turma vespertino: 14:00 - 17:40hs: Sala 114
Turma noturno: 19:00 - 22:30hs: Sala 114
Carga horária total: 60 horas
==Ementa==
O curso promove um diálogo entre os estudos sociais da ciência e da tecnologia (ESCT) e a sociologia política, a partir da análise tecnopolítica das transformações culturais, econômicas, psicossociais, nas formas de produção de conhecimentos e de exercício do poder, promovidas pela crescente mediação tecnológica (especialmente as tecnologias digitais). As composições entre tecnologia e política (tecnopolíticas) são aqui compreendidas sob uma dupla articulação: tecnologias como o resultado das dinâmicas sociopolíticas, mas também como portadoras de formas específicas de vida e configurações de mundo. Nesse percurso iremos explorar abordagens sociológicas e antropológicas que contribuem para uma compreensão ampliada das relações de interdependência entre as dinâmicas humanas, tecnocientíficas e ambientais.
==Objetivos==
*Apresentar diferentes abordagens sociológicas e antropológicas relativas ao desenvolvimento tecnológico;
*Conhecer abordagens que contribuem para uma compreensão dos modos de ação e associação entre humanos e tecnologias;
*Problematizar aspectos tecnopolíticos que participam das configurações culturais, sociopolíticas e psicossociais da vida social mediada pelas tecnologias digitais;
*Compreender conflitualidades emergentes face às mutações na relação saber-poder no contexto de lutas tecnocientíficas e socioambientais.
==Conteúdo Programático e Temas==
*Construção social da tecnologia e sociologia da tecnologia;
*Antropologia e sociologia da relações sociais tecnicamente mediadas;
*Tecnologias da informação e comunicação digital (TICs) e Hegemonia Cibernética;
*Tecnopolíticas e tecnossensibilidades;
*Tecnoceno.
==Metodologia de Ensino==
Combinação de procedimentos expositivos e dialógicos. Os conteúdos teóricos e empíricos selecionados pela disciplina serão problematizados em sala de aula, por meio de atividades individuais e coletivas visando a coprodução de conhecimentos.
Os estudantes deverão escolher um seminário temático para a preparação de perguntas disparadoras do debate.
Serão formados grupos de trabalho para discussão em sala e para a realização de um trabalho final (descrito abaixo).
==Avaliação==
Avaliação será composta por 2 itens: frequencia (mínimo 75%); participação nas atividades propostas (preparação e promoção do debate nos seminários); trabalho coletivo ao final da disciplina.
*Trabalho coletivo a partir de tema/problema construído durante o percurso da disciplina. Cada grupo (entre 3 e 4 estudantes) deverá escolher um tema que relacione o uso/aplicação de tecnologias digitais a algum problemática social ou lutas por justiça social. Temas relacionados às tecnologias e educação; transformação no mundo do trabalho; novas sociabilidades; tecnologias e racismo; tecnologia e gênero; questões socioambientais; práticas políticas e tecnologias; discriminação algoritmica; militarização e tecnologias de controle; governo algoritmico, etc. O corpo do texto deverá ter entre 7.000 a 12.000 caracteres (incluindo espaço) e deverá ser apresentado e entregue na última aula do curso.
*Formato: a formatação dos trabalhos pode seguirá um template que será enviado aos estudantes. O arquivo digital deve ser enviado nos seguintes formatos: DOCX ou ODT.
*Entrega do Trabalho final por email: 3 de dezembro de 2026.
==Programa e Cronograma==
===Aula 1 - 06/08: Congresso Acadêmico Unifesp===
*Participação das atividades do Congresso (não haverá aula nesse dia).
'''Sugestões de mesas que serão transmitidas'''
*Palestra de Abertura - A Universidade Pública e a Inteligência Artificial: ética, inovação e transformação social
segunda-feira, 10 de agosto; 10:30 - 12:30; Virtual.
*IA, memória e Justiça social: tensões éticas, políticas e sociais; segunda-feira, 10 de agosto; 16h30 - 18h00 • Virtual.
*Educação Pública, formação docente e IA: desafios contemporâneos; terça-feira, 11 de agosto; 09:00 - 10:30; Virtual.
*Inteligência Artificial, Danos Naturais: um painel sobre os impactos dos datacenters de suporte à sua expansão; terça-feira, 11 de agosto; 14:00 - 15:30; Virtual.
*Colonialismo digital: extrativismo de dados e vies racial algorítmico; terça-feira, 11 de agosto; 19:30 - 21:00, Anfiteatro da Reitoria - com transmissão.
===Aula 2 - 13/08- Tecnologia, mediação e organização social===
'''Leitura Principal'''
WINNER, Langdon. Artefatos têm Política? (tradução Fernando Manso). “Do artifacts have politics?” In. The Whale and the Reactor: a search for limits in an Age of High Technology. Chicago: The University of Chicago Press, p.19-39. https://revistas.ufrj.br/index.php/analytica/article/view/22470/12527
BENAKOUCHE, Tamara . Tecnologia é Sociedade. Contra a noção de impacto tecnológico. Cadernos de Pesquisa, nº 17, setembro de 1999. https://pimentalab.milharal.org/files/2013/11/Tamara_Benakouche_Tecnologia_eh_Sociedade.pdf
'''Complementar'''
LATOUR, Bruno. La tecnologia es la sociedad hecha para que dure. IN. M. DOMÈNECH y F.J.TIRADO (comps.) Sociología simétrica. Ensayos sobre ciencia, tecnología y sociedad (Barcelona, Gedisa Editorial, 1998. Disponível: http://www.bruno-latour.fr/node/263
LATOUR, Bruno. De la mediación técnica: filosofia, sociologia, genealogia. IN. M. DOMÈNECH y F.J.TIRADO (comps.) Sociología simétrica. Ensayos sobre ciencia, tecnología y sociedad (Barcelona, Gedisa Editorial, 1998.
===20/08 - Sem Aula - Simpósio LAVITS===
*Programação: https://simposio2026.lavits.org
===Aula 3 - 27/08 - Teoria Crítica da Tecnologia===
FEENBERG, Andrew. Racionalização democrática: tecnologia, poder e liberdade e Teoria Crítica da Tecnologia: uma visão geral. In. Entre a razão e a experiência: ensaios sobre tecnologia e modernidade. Inovatec, 2019 (disponível na pasta da disciplina).
'''Complementar'''
ABRAHÃO, Luiz Henrique de Lacerda; CRUZ, Cristiano Cordeiro. "Tecnologia é política": o emaranhamento entre tecnologia e sociedade em Andrew Feenberg. In. FEENBERG, A. Construtivismo Crítico: uma filosofia da tecnologia. São Paulo: Ed.Associação Filosófica Scientiae Studia, 2022. (disponível na pasta da disciplina)
MARCUSE, Herbert. Algumas implicações sociais da tecnologia moderna. In: KELLNER, Douglas (Org.). Tecnologia, guerra e fascismo. São Paulo: Ed. UNESP, 1999. p. 71-104.
===Aula 4 - 03/09 - Sociedade da Informação e Virada Cibernética===
MATTELARD, Armand. Sociedade do Conhecimento e Controle da Informação e da Comunicação. Conferência proferida na sessão de aberta do V Encontro Latino de Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura, realizado em Salvador, Bahia, Brasil, de 9 a 11 de novembro de 2005. Disponivel em: https://egov.ufsc.br/portal/en/conteudo/sociedade-do-conhecimento-e-controle-da-informa%C3%A7%C3%A3o-e-da-comunica%C3%A7%C3%A3o
SANTOS, Laymert Garcia. A Informação após a Virada Cibernética. IN. Revolução Tecnológica, Internet e Socialismo. São Paulo: Ed. Fundação Perseu Abramo, 2003. Disponível em: https://bibliotecadigital.fpabramo.org.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/286/revolucao_tecnologica_internet_e_socialismo.pdf
'''Complementar'''
LASH, Scott. Crítica da Informação. Revista Brasileira de Ciencias Sociais, nº54, junho 1999.
MARTINS, Herminio & GARCIA, J.L. A Hegemonia cibertecnológica em curso: uma perspectiva crítica. IN. MARTINHO, Teresa.D & GARCIA, J.L. (orgs) Cultura e Digital em Portugal. Lisboa: Ed. Afrontamento, 2013. (disponivel no drive virtual).
===Aula 5 - 10/09 – Cibernética e as Ideologias da Rede===
BARBROOK. Richard; CAMERON, Andy. A Ideologia Californiana, 1998. Disponível em: http://cibercultura.fortunecity.ws/vol2/idcal.html
BRETON, Phillipe. Norbert Wiener e a emergência de uma nova utopia. https://cibercultura.fortunecity.ws/vol1/breton.html
'''Complementar'''
BUSH, Vannevar. Como podemos pensar: https://doi.org/10.1590/S1415-47142011000100002
PFOHL. Stephen. O delírio cibernético de Norbert Wiener. Revista FAMECOS. Porto Alegre. no 15. Agosto 2001. https://cibercultura.fortunecity.ws/vol1/bpfohl.html
BARLOW. John Perry. Declaração de Independência do Ciberespaço. 1996. https://www.nic.br/publicacao/uma-declaracao-de-independencia-do-ciberespaco/
Marcelo Buzato. A concepção de linguagem em Cibernética e Sociedade: o uso humano dos seres humanos, de Norbert Wiener – PARTE 1/3: https://www2.iel.unicamp.br/litpos/2020/02/26/a-concepcao-de-linguagem-em-cibernetica-e-sociedade-o-uso-humano-dos-seres-humanos-de-norbert-wiener-parte-1-3/
Memex: https://en.wikipedia.org/wiki/Memex
===Aula 6 - 17/09 – Infraestruturas, Códigos e Protocolos: dispositivos e poder===
MIGUEL, J. C. H. Perspectivas das infraestruturas: organização, conhecimento e poder. Pensata: Revista dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP, v. 9, n. 2, 2020. https://www.researchgate.net/publication/349379996_Perspectivas_das_infraestruturas_organizacao_conhecimento_e_poder
COMITE INVISIVEL. Cap.IV O poder é logístico, Bloqueemos tudo! In. Aos Amigos. Ed. N-1. 2016. Versão lusitana disponivel em: https://we.riseup.net/assets/401437/COMITE+INVISIVEL+Aos+Nossos+Amigos%2C+Crise+e+Insurrei%C3%A7%C3%A3o+%282014%29.pdf
FERNÁNDEZ-SAVATER, Amador. A revolução como problema técnico. De Curzio Malaparte ao Comité Invisível. 2016. http://www.revistapunkto.com/2016/02/a-revolucao-como-problema-tecnico.html
'''Complementar'''
PARRA, H.Z.M.; CRUZ,L.; AMIEL, T.; MACHADO,J. Infraestruturas, Economia e Política Informacional: o Caso do Google Suite For Education. MEDIAÇÕES, Londrina, v. 23 n. 1, p. 63-99, Jan./un. 2018. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/view/32320
MIGUEL, J. C. H.; FIGUEIREDO, F. Antropologia das Infraestruturas. Disponível em: <https://ea.fflch.usp.br/subcampos/antropologia-das-infraestruturas>. Acesso em: 22 maio. 2022.
STAR, S. L. A Etnografia da Infraestrutura. Revista AntHropológicas, v. 31, n. 2, 2020. https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaanthropologicas/article/view/249896
===Aula 7 - 24/09 - Economia Política da Informação: valor, propriedade, trabalho e renda===
ZUBOFF, S. Big Other: capitalismo de vigilância e perspectivas para uma civilização de informação. In: BRUNO, F. et al (org.). Tecnopolíticas da vigilância: perspectivas da margem. São Paulo: Boitempo, 2018. https://lavits.org/wp-content/uploads/2020/09/Tecnopoliticas-da-vigilancia_miolo_download.pdf
BENKLER, Yochai. A Riqueza das Redes – Como a produção social transforma os mercados e a liberdade. London: Yale University, 2006. Versão em portugues em processo de tradução: Leitura sugerida capítulo 1: http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/A_Riqueza_das_Redes_-_Cap%C3%ADtulo_1
GROHMANN, R. Plataformização do trabalho: entre a dataficação, a financeirização e a racionalidade neoliberal. Revista Eptic. Aracaju, Sergipe: UFS, 2020. https://seer.ufs.br/index.php/eptic/article/view/12188
===Aula 8 - 01/10 - Modos de Subjetivação e Individuação Tecnomediada===
BRUNO, Fernanda. Máquina de ver, modos de ser. Porto Alegre: Ed.Sulina, 2013. (cap.2 pp. 53-86).
SIBILIA, Paula. O homem pós-orgânico. Rio de Janeiro. Contraponto, 2015
PARRA, Henrique Z.M. Virada Cibernética, Tecnossensibilidade e Subjetivação Neoliberal. Revista Mapinguary. Vol.2, n.1, janeiro-julho, 2025. Disponível em: https://hdl.handle.net/11600/74805
BRUNO, Fernanda, BENTES, Anna, & FALTAY, Paulo. Economia psíquica dos algoritmos e laboratório de plataforma: mercado, ciência e modulação do comportamento. Revista FAMECOS, 26(3), e33095, 2019. https://doi.org/10.15448/1980-3729.2019.3.33095
ROSE, Nikolas. Inventando nossos selfs: psicologia, poder e subjetividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
===Aula 9 - 08/10 - Semiocapitalismo, Aceleração e Subjetividade com Fernando Quiroga===
*Participação especial: prof. Dr. Fernando Quiroga (UFG)
===Aula 10 - 15/10 - Modos de Conhecer e Regimes de Verdade: dataficação, dataísmos e (des)intermediação===
DIJCK, J. van. (2017). Confiamos nos dados? As implicações da datificação para o monitoramento social. MATRIZes, 11(1), 39-59. https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/131620 ou https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v11i1p39-59
LEMOS, A. (2021). Dataficação da vida. Civitas: Revista De Ciências Sociais, 21(2), 193–202. https://doi.org/10.15448/1984-7289.2021.2.39638
CESARINO, Letícia. Pós-Verdade e a Crise do Sistema de Peritos: uma explicação cibernética. Ilha – Revista de Antropologia, Florianópolis, v. 23, n.1, p. 73-96, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/75630
===Aula 11 - 22/10 - Tecnologias de Governo e Controle===
DELEUZE, Gilles. Post-Scriptum sobre Sociedade do Controle In: Conversações. São Paulo: Ed. 34, 2007. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/7008726/mod_resource/content/2/TEXTO%20-%20Deleuze-Post-scriptum-sobre-sociedades-de-controle.pdf
HAN, Byung-Chul. Psicopolítica - o neoliberalismo e as novas técnicas de poder. Belo Horizonte: Editora Ayine, 2018.
NOVO, Maria Fernanda. Tecnoconjurações negras: notas sobrepostas de tecnopolítica e crítica da racialidade. O que nos faz pensar, Rio de Janeiro, v.31, n.53, p.52-72, jul-dez.2023.
AMADEU, Sergio. Governo dos Algoritmos. Revista de Políticas Públicas, vol. 21, núm. 1, 2017, pp. 267-281. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=321152454013
ROUVROY, A. & BERNS, T. Governamentalidade algorítmica e perspectivas de emancipação: o díspar como condição de individuação pela relação? Revista Eco-Pós. v.18, n.2, Dossie Tecnopolíticas e Vigilância. p.36-56, 2015. https://revistas.ufrj.br/index.php/eco_pos/article/view/2662/2251
===Aula 12 - 29/10 - Inteligência Artificial e autonomia tecnológica===
Matteo Pasquinelli e Vladan Joler. Manifesto Nooscopio – Inteligência Artifical e Extrativismo do Conhecimento: http://lavits.org/o-manifesto-nooscopio-inteligencia-artificial-como-instrumento-de-extrativismo-do-conhecimento/?lang=pt
Kate Crawford e Vladan Joler: Anatomia de um sistema de inteligência artificial: o Amazon Eco como mapa anatômico de trabalho humano, dados e recursos planetários: https://www.comciencia.br/anatomia-de-um-sistema-de-inteligencia-artificial/
===Aula 13 - 05/11 – Tecnopolítica e Lutas Cosmotécnicas===
PARRA, Henrique Z.M. Da tecnopolítica às lutas cosmotécnicas: dissensos ontoepistêmicos face à hegemonia cibernética no Antropoceno. In. KLEBA,J. ; CRUZ,C.; ALVEAR, A. (org). Engenharias e outras práticas técnicas engajadas : diálogos interdisciplinares e decoloniais. Campina Grande: EDUEPB, 2022. Disponivel em: https://www.pimentalab.net/wp-content/uploads/2022/08/Tecnopoliticas_Lutas_Cosmotecnicas_Henrique_Parra_2022.pdf
BISET, Emmanuel; COSTA, Flavia; BLANCO, Javier. Manifiesto tecnopolítico. [s. d.]. Manifiesto tecnopolítico. Revista Tocaia. https://tocaia.info/edicao/manifesto-tecnopolitico/
===Aula 14 - 12/11 - Ecologização do Digital no Tecnoceno===
¿Antropoceno, Tecnoceno o Capitaloceno? Algunos marcos para pensar el tiempo de la crisis climática: https://www.elsaltodiario.com/atenea_cyborg/antropoceno-tecnoceno-capitaloceno-algunos-marcos-pensar-tiempo-crisis-climatica
COSTA, Flavia. Tecnoceno: algoritmos, biohackers e novas formas de vida. Buenos Aires: Taurus, 2021. (Ver a Introdução - disponivel no drive)
HORNBORG, Alf, A. (2015). The Political Ecology of the Technocene: Uncovering Ecologically Unequal Exchange in the World-System. In C. Hamilton, C. Bonneuil, & F. Gemenne (Eds.), The Anthropocene and the Global Environmental Crisis: Rethinking Modernity in a New Epoch (pp. 57-69). Routledge. (disponivel no drive).
CERA, Agostino. The Technocene or Technology as (Neo)environment («Techné: Research in Philosophy and Technology», 21:2-3 (2017), pp. 243-281. DOI: 10.5840/techne201710472).
===Aula 15 - 19/11 - Apresentação dos trabalhos finais===
Apresentação em sala dos trabalhos.
*Data entrega: 26/11 de 2026.
*Envio eletrônico para o email: henrique.parra [arroba] unifesp.br
*Nome do arquivo: NOME-ESTUDANTE_TURNO-MATRICULADO.ODT (ou .DOC).
*Tamanho: o corpo de texto deve ter entre 7.000 e 12.000 caracteres incluindo espaço, seguido das referências ao final.
*Formato: utilize o template que está anexado.
*Conteúdo: o trabalho final é uma dissertação/ensaio argumentativo que deverá problematizar e relacionar os projetos construídos em cada grupo com uma selação de textos da bibligrafia do curso.
===Prazos Finais===
*Entrega do Trabalho final por email e apresentação em sala: 26 de novembro
*Inserção das notas na pasta verde:
Exames 2º semestre: 30/11 a 04/12
[[Categoria:Cursos]]
96ljf5ycrc607nmoqo25cv2tgmt52my
185443
185440
2026-08-19T17:05:26Z
Opensocialsciences
4085
185443
wikitext
text/x-wiki
==Apresentação==
Disciplina eletiva do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Paulo
Professor Responsável: Prof. Dr. [https://pt.wikiversity.org/wiki/Utilizador:Opensocialsciences#Gradua%C3%A7%C3%A3o Henrique Z.M. Parra]
contato: henrique.parra [arrob@] unifesp.br
Local: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Bairro dos Pimentas, Estrada do Caminho Velho, Guarulhos.
Quando: 1° semestre de 2026 às quintas-feiras.
Turma vespertino: 14:00 - 17:40hs: Sala 114
Turma noturno: 19:00 - 22:30hs: Sala 114
Carga horária total: 60 horas
===Ementa===
O curso promove um diálogo entre os estudos sociais da ciência e da tecnologia (ESCT) e a sociologia política, a partir da análise tecnopolítica das transformações culturais, econômicas, psicossociais, nas formas de produção de conhecimentos e de exercício do poder, promovidas pela crescente mediação tecnológica (especialmente as tecnologias digitais). As composições entre tecnologia e política (tecnopolíticas) são aqui compreendidas sob uma dupla articulação: tecnologias como o resultado das dinâmicas sociopolíticas, mas também como portadoras de formas específicas de vida e configurações de mundo. Nesse percurso iremos explorar abordagens sociológicas e antropológicas que contribuem para uma compreensão ampliada das relações de interdependência entre as dinâmicas humanas, tecnocientíficas e ambientais.
===Objetivos===
*Apresentar diferentes abordagens sociológicas e antropológicas relativas ao desenvolvimento tecnológico;
*Conhecer abordagens que contribuem para uma compreensão dos modos de ação e associação entre humanos e tecnologias;
*Problematizar aspectos tecnopolíticos que participam das configurações culturais, sociopolíticas e psicossociais da vida social mediada pelas tecnologias digitais;
*Compreender conflitualidades emergentes face às mutações na relação saber-poder no contexto de lutas tecnocientíficas e socioambientais.
===Conteúdo Programático e Temas===
*Construção social da tecnologia e sociologia da tecnologia;
*Antropologia e sociologia da relações sociais tecnicamente mediadas;
*Tecnologias da informação e comunicação digital (TICs) e Hegemonia Cibernética;
*Tecnopolíticas e tecnossensibilidades;
*Tecnoceno.
===Metodologia de Ensino===
Combinação de procedimentos expositivos e dialógicos. Os conteúdos teóricos e empíricos selecionados pela disciplina serão problematizados em sala de aula, por meio de atividades individuais e coletivas visando a coprodução de conhecimentos.
Os estudantes deverão escolher um seminário temático para a preparação de perguntas disparadoras do debate.
Serão formados grupos de trabalho para discussão em sala e para a realização de um trabalho final (descrito abaixo).
===Avaliação===
Avaliação será composta por 2 itens: frequencia (mínimo 75%); participação nas atividades propostas (preparação e promoção do debate nos seminários); trabalho coletivo ao final da disciplina.
*Trabalho coletivo a partir de tema/problema construído durante o percurso da disciplina. Cada grupo (entre 3 e 4 estudantes) deverá escolher um tema que relacione o uso/aplicação de tecnologias digitais a algum problemática social ou lutas por justiça social. Temas relacionados às tecnologias e educação; transformação no mundo do trabalho; novas sociabilidades; tecnologias e racismo; tecnologia e gênero; questões socioambientais; práticas políticas e tecnologias; discriminação algoritmica; militarização e tecnologias de controle; governo algoritmico, etc. O corpo do texto deverá ter entre 7.000 a 12.000 caracteres (incluindo espaço) e deverá ser apresentado e entregue na última aula do curso.
*Formato: a formatação dos trabalhos pode seguirá um template que será enviado aos estudantes. O arquivo digital deve ser enviado nos seguintes formatos: DOCX ou ODT.
*Entrega do Trabalho final por email: 26 de novembro de 2026.
==Programa e Cronograma==
===Aula 1 - 06/08: Congresso Acadêmico Unifesp===
*Participação das atividades do Congresso (não haverá aula nesse dia).
'''Sugestões de mesas que serão transmitidas'''
Estão todas disponíveis no Canal Youtube da Unifesp
*A Universidade Pública e a Inteligência Artificial: ética, inovação e transformação social: segunda-feira, 10 de agosto.
*IA, memória e Justiça social: tensões éticas, políticas e sociais; segunda-feira, 10 de agosto; 16h30 - 18h00.
*Educação Pública, formação docente e IA: desafios contemporâneos; terça-feira, 11 de agosto; 09:00 - 10:30.
*Inteligência Artificial, Danos Naturais: um painel sobre os impactos dos datacenters de suporte à sua expansão; terça-feira, 11 de agosto; 14:00 - 15:30.
*Colonialismo digital: extrativismo de dados e vies racial algorítmico; terça-feira, 11 de agosto; 19:30 - 21:00.
===Aula 2 - 13/08- Tecnologia, mediação e organização social===
'''Leitura Principal'''
WINNER, Langdon. Artefatos têm Política? (tradução Fernando Manso). “Do artifacts have politics?” In. The Whale and the Reactor: a search for limits in an Age of High Technology. Chicago: The University of Chicago Press, p.19-39. https://revistas.ufrj.br/index.php/analytica/article/view/22470/12527
BENAKOUCHE, Tamara . Tecnologia é Sociedade. Contra a noção de impacto tecnológico. Cadernos de Pesquisa, nº 17, setembro de 1999. https://pimentalab.milharal.org/files/2013/11/Tamara_Benakouche_Tecnologia_eh_Sociedade.pdf
'''Complementar'''
LATOUR, Bruno. La tecnologia es la sociedad hecha para que dure. IN. M. DOMÈNECH y F.J.TIRADO (comps.) Sociología simétrica. Ensayos sobre ciencia, tecnología y sociedad (Barcelona, Gedisa Editorial, 1998. Disponível: http://www.bruno-latour.fr/node/263
LATOUR, Bruno. De la mediación técnica: filosofia, sociologia, genealogia. IN. M. DOMÈNECH y F.J.TIRADO (comps.) Sociología simétrica. Ensayos sobre ciencia, tecnología y sociedad (Barcelona, Gedisa Editorial, 1998.
===20/08 - Sem Aula - Simpósio LAVITS===
*Programação: https://simposio2026.lavits.org
===Aula 3 - 27/08 - Teoria Crítica da Tecnologia===
FEENBERG, Andrew. Racionalização democrática: tecnologia, poder e liberdade e Teoria Crítica da Tecnologia: uma visão geral. In. Entre a razão e a experiência: ensaios sobre tecnologia e modernidade. Inovatec, 2019 (disponível na pasta da disciplina).
'''Complementar'''
ABRAHÃO, Luiz Henrique de Lacerda; CRUZ, Cristiano Cordeiro. "Tecnologia é política": o emaranhamento entre tecnologia e sociedade em Andrew Feenberg. In. FEENBERG, A. Construtivismo Crítico: uma filosofia da tecnologia. São Paulo: Ed.Associação Filosófica Scientiae Studia, 2022. (disponível na pasta da disciplina)
MARCUSE, Herbert. Algumas implicações sociais da tecnologia moderna. In: KELLNER, Douglas (Org.). Tecnologia, guerra e fascismo. São Paulo: Ed. UNESP, 1999. p. 71-104.
===Aula 4 - 03/09 - Sociedade da Informação e Virada Cibernética===
MATTELARD, Armand. Sociedade do Conhecimento e Controle da Informação e da Comunicação. Conferência proferida na sessão de aberta do V Encontro Latino de Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura, realizado em Salvador, Bahia, Brasil, de 9 a 11 de novembro de 2005. Disponivel em: https://egov.ufsc.br/portal/en/conteudo/sociedade-do-conhecimento-e-controle-da-informa%C3%A7%C3%A3o-e-da-comunica%C3%A7%C3%A3o
SANTOS, Laymert Garcia. A Informação após a Virada Cibernética. IN. Revolução Tecnológica, Internet e Socialismo. São Paulo: Ed. Fundação Perseu Abramo, 2003. Disponível em: https://bibliotecadigital.fpabramo.org.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/286/revolucao_tecnologica_internet_e_socialismo.pdf
'''Complementar'''
LASH, Scott. Crítica da Informação. Revista Brasileira de Ciencias Sociais, nº54, junho 1999.
MARTINS, Herminio & GARCIA, J.L. A Hegemonia cibertecnológica em curso: uma perspectiva crítica. IN. MARTINHO, Teresa.D & GARCIA, J.L. (orgs) Cultura e Digital em Portugal. Lisboa: Ed. Afrontamento, 2013. (disponivel no drive virtual).
===Aula 5 - 10/09 – Cibernética e as Ideologias da Rede===
BARBROOK. Richard; CAMERON, Andy. A Ideologia Californiana, 1998. Disponível em: http://cibercultura.fortunecity.ws/vol2/idcal.html
BRETON, Phillipe. Norbert Wiener e a emergência de uma nova utopia. https://cibercultura.fortunecity.ws/vol1/breton.html
'''Complementar'''
BUSH, Vannevar. Como podemos pensar: https://doi.org/10.1590/S1415-47142011000100002
PFOHL. Stephen. O delírio cibernético de Norbert Wiener. Revista FAMECOS. Porto Alegre. no 15. Agosto 2001. https://cibercultura.fortunecity.ws/vol1/bpfohl.html
BARLOW. John Perry. Declaração de Independência do Ciberespaço. 1996. https://www.nic.br/publicacao/uma-declaracao-de-independencia-do-ciberespaco/
Marcelo Buzato. A concepção de linguagem em Cibernética e Sociedade: o uso humano dos seres humanos, de Norbert Wiener – PARTE 1/3: https://www2.iel.unicamp.br/litpos/2020/02/26/a-concepcao-de-linguagem-em-cibernetica-e-sociedade-o-uso-humano-dos-seres-humanos-de-norbert-wiener-parte-1-3/
Memex: https://en.wikipedia.org/wiki/Memex
===Aula 6 - 17/09 – Infraestruturas, Códigos e Protocolos: dispositivos e poder===
MIGUEL, J. C. H. Perspectivas das infraestruturas: organização, conhecimento e poder. Pensata: Revista dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP, v. 9, n. 2, 2020. https://www.researchgate.net/publication/349379996_Perspectivas_das_infraestruturas_organizacao_conhecimento_e_poder
COMITE INVISIVEL. Cap.IV O poder é logístico, Bloqueemos tudo! In. Aos Amigos. Ed. N-1. 2016. Versão lusitana disponivel em: https://we.riseup.net/assets/401437/COMITE+INVISIVEL+Aos+Nossos+Amigos%2C+Crise+e+Insurrei%C3%A7%C3%A3o+%282014%29.pdf
FERNÁNDEZ-SAVATER, Amador. A revolução como problema técnico. De Curzio Malaparte ao Comité Invisível. 2016. http://www.revistapunkto.com/2016/02/a-revolucao-como-problema-tecnico.html
'''Complementar'''
PARRA, H.Z.M.; CRUZ,L.; AMIEL, T.; MACHADO,J. Infraestruturas, Economia e Política Informacional: o Caso do Google Suite For Education. MEDIAÇÕES, Londrina, v. 23 n. 1, p. 63-99, Jan./un. 2018. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/view/32320
MIGUEL, J. C. H.; FIGUEIREDO, F. Antropologia das Infraestruturas. Disponível em: <https://ea.fflch.usp.br/subcampos/antropologia-das-infraestruturas>. Acesso em: 22 maio. 2022.
STAR, S. L. A Etnografia da Infraestrutura. Revista AntHropológicas, v. 31, n. 2, 2020. https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaanthropologicas/article/view/249896
===Aula 7 - 24/09 - Economia Política da Informação: valor, propriedade, trabalho e renda===
ZUBOFF, S. Big Other: capitalismo de vigilância e perspectivas para uma civilização de informação. In: BRUNO, F. et al (org.). Tecnopolíticas da vigilância: perspectivas da margem. São Paulo: Boitempo, 2018. https://lavits.org/wp-content/uploads/2020/09/Tecnopoliticas-da-vigilancia_miolo_download.pdf
BENKLER, Yochai. A Riqueza das Redes – Como a produção social transforma os mercados e a liberdade. London: Yale University, 2006. Versão em portugues em processo de tradução: Leitura sugerida capítulo 1: http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/A_Riqueza_das_Redes_-_Cap%C3%ADtulo_1
GROHMANN, R. Plataformização do trabalho: entre a dataficação, a financeirização e a racionalidade neoliberal. Revista Eptic. Aracaju, Sergipe: UFS, 2020. https://seer.ufs.br/index.php/eptic/article/view/12188
===Aula 8 - 01/10 - Modos de Subjetivação e Individuação Tecnomediada===
BRUNO, Fernanda. Máquina de ver, modos de ser. Porto Alegre: Ed.Sulina, 2013. (cap.2 pp. 53-86).
SIBILIA, Paula. O homem pós-orgânico. Rio de Janeiro. Contraponto, 2015
PARRA, Henrique Z.M. Virada Cibernética, Tecnossensibilidade e Subjetivação Neoliberal. Revista Mapinguary. Vol.2, n.1, janeiro-julho, 2025. Disponível em: https://hdl.handle.net/11600/74805
BRUNO, Fernanda, BENTES, Anna, & FALTAY, Paulo. Economia psíquica dos algoritmos e laboratório de plataforma: mercado, ciência e modulação do comportamento. Revista FAMECOS, 26(3), e33095, 2019. https://doi.org/10.15448/1980-3729.2019.3.33095
ROSE, Nikolas. Inventando nossos selfs: psicologia, poder e subjetividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
===Aula 9 - 08/10 - Semiocapitalismo, Aceleração e Subjetividade com Fernando Quiroga===
*Participação especial: prof. Dr. Fernando Quiroga (UFG)
===Aula 10 - 15/10 - Modos de Conhecer e Regimes de Verdade: dataficação, dataísmos e (des)intermediação===
DIJCK, J. van. (2017). Confiamos nos dados? As implicações da datificação para o monitoramento social. MATRIZes, 11(1), 39-59. https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/131620 ou https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v11i1p39-59
LEMOS, A. (2021). Dataficação da vida. Civitas: Revista De Ciências Sociais, 21(2), 193–202. https://doi.org/10.15448/1984-7289.2021.2.39638
CESARINO, Letícia. Pós-Verdade e a Crise do Sistema de Peritos: uma explicação cibernética. Ilha – Revista de Antropologia, Florianópolis, v. 23, n.1, p. 73-96, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/75630
===Aula 11 - 22/10 - Tecnologias de Governo e Controle===
DELEUZE, Gilles. Post-Scriptum sobre Sociedade do Controle In: Conversações. São Paulo: Ed. 34, 2007. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/7008726/mod_resource/content/2/TEXTO%20-%20Deleuze-Post-scriptum-sobre-sociedades-de-controle.pdf
HAN, Byung-Chul. Psicopolítica - o neoliberalismo e as novas técnicas de poder. Belo Horizonte: Editora Ayine, 2018.
NOVO, Maria Fernanda. Tecnoconjurações negras: notas sobrepostas de tecnopolítica e crítica da racialidade. O que nos faz pensar, Rio de Janeiro, v.31, n.53, p.52-72, jul-dez.2023.
AMADEU, Sergio. Governo dos Algoritmos. Revista de Políticas Públicas, vol. 21, núm. 1, 2017, pp. 267-281. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=321152454013
ROUVROY, A. & BERNS, T. Governamentalidade algorítmica e perspectivas de emancipação: o díspar como condição de individuação pela relação? Revista Eco-Pós. v.18, n.2, Dossie Tecnopolíticas e Vigilância. p.36-56, 2015. https://revistas.ufrj.br/index.php/eco_pos/article/view/2662/2251
===Aula 12 - 29/10 - Inteligência Artificial e autonomia tecnológica===
Matteo Pasquinelli e Vladan Joler. Manifesto Nooscopio – Inteligência Artifical e Extrativismo do Conhecimento: http://lavits.org/o-manifesto-nooscopio-inteligencia-artificial-como-instrumento-de-extrativismo-do-conhecimento/?lang=pt
Kate Crawford e Vladan Joler: Anatomia de um sistema de inteligência artificial: o Amazon Eco como mapa anatômico de trabalho humano, dados e recursos planetários: https://www.comciencia.br/anatomia-de-um-sistema-de-inteligencia-artificial/
===Aula 13 - 05/11 – Tecnopolítica e Lutas Cosmotécnicas===
PARRA, Henrique Z.M. Da tecnopolítica às lutas cosmotécnicas: dissensos ontoepistêmicos face à hegemonia cibernética no Antropoceno. In. KLEBA,J. ; CRUZ,C.; ALVEAR, A. (org). Engenharias e outras práticas técnicas engajadas : diálogos interdisciplinares e decoloniais. Campina Grande: EDUEPB, 2022. Disponivel em: https://www.pimentalab.net/wp-content/uploads/2022/08/Tecnopoliticas_Lutas_Cosmotecnicas_Henrique_Parra_2022.pdf
BISET, Emmanuel; COSTA, Flavia; BLANCO, Javier. Manifiesto tecnopolítico. [s. d.]. Manifiesto tecnopolítico. Revista Tocaia. https://tocaia.info/edicao/manifesto-tecnopolitico/
===Aula 14 - 12/11 - Ecologização do Digital no Tecnoceno===
¿Antropoceno, Tecnoceno o Capitaloceno? Algunos marcos para pensar el tiempo de la crisis climática: https://www.elsaltodiario.com/atenea_cyborg/antropoceno-tecnoceno-capitaloceno-algunos-marcos-pensar-tiempo-crisis-climatica
COSTA, Flavia. Tecnoceno: algoritmos, biohackers e novas formas de vida. Buenos Aires: Taurus, 2021. (Ver a Introdução - disponivel no drive)
HORNBORG, Alf, A. (2015). The Political Ecology of the Technocene: Uncovering Ecologically Unequal Exchange in the World-System. In C. Hamilton, C. Bonneuil, & F. Gemenne (Eds.), The Anthropocene and the Global Environmental Crisis: Rethinking Modernity in a New Epoch (pp. 57-69). Routledge. (disponivel no drive).
CERA, Agostino. The Technocene or Technology as (Neo)environment («Techné: Research in Philosophy and Technology», 21:2-3 (2017), pp. 243-281. DOI: 10.5840/techne201710472).
===Aula 15 - 19/11 - Apresentação dos trabalhos finais===
Apresentação em sala dos trabalhos.
*Data entrega: 26/11 de 2026.
*Envio eletrônico para o email: henrique.parra [arroba] unifesp.br
*Nome do arquivo: NOME-ESTUDANTE_TURNO-MATRICULADO.ODT (ou .DOC).
*Tamanho: o corpo de texto deve ter entre 7.000 e 12.000 caracteres incluindo espaço, seguido das referências ao final.
*Formato: utilize o template que está anexado.
*Conteúdo: o trabalho final é uma dissertação/ensaio argumentativo que deverá problematizar e relacionar os projetos construídos em cada grupo com uma selação de textos da bibligrafia do curso.
===Prazos Finais===
*Entrega do Trabalho final por email e apresentação em sala: 26 de novembro
*Inserção das notas na pasta verde:
Exames 2º semestre: 30/11 a 04/12
[[Categoria:Cursos]]
l4d3uuy934z4k0jwkpd7owtxmaxzvqv
185444
185443
2026-08-19T17:06:30Z
Opensocialsciences
4085
/* Programa e Cronograma */
185444
wikitext
text/x-wiki
==Apresentação==
Disciplina eletiva do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Paulo
Professor Responsável: Prof. Dr. [https://pt.wikiversity.org/wiki/Utilizador:Opensocialsciences#Gradua%C3%A7%C3%A3o Henrique Z.M. Parra]
contato: henrique.parra [arrob@] unifesp.br
Local: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Bairro dos Pimentas, Estrada do Caminho Velho, Guarulhos.
Quando: 1° semestre de 2026 às quintas-feiras.
Turma vespertino: 14:00 - 17:40hs: Sala 114
Turma noturno: 19:00 - 22:30hs: Sala 114
Carga horária total: 60 horas
===Ementa===
O curso promove um diálogo entre os estudos sociais da ciência e da tecnologia (ESCT) e a sociologia política, a partir da análise tecnopolítica das transformações culturais, econômicas, psicossociais, nas formas de produção de conhecimentos e de exercício do poder, promovidas pela crescente mediação tecnológica (especialmente as tecnologias digitais). As composições entre tecnologia e política (tecnopolíticas) são aqui compreendidas sob uma dupla articulação: tecnologias como o resultado das dinâmicas sociopolíticas, mas também como portadoras de formas específicas de vida e configurações de mundo. Nesse percurso iremos explorar abordagens sociológicas e antropológicas que contribuem para uma compreensão ampliada das relações de interdependência entre as dinâmicas humanas, tecnocientíficas e ambientais.
===Objetivos===
*Apresentar diferentes abordagens sociológicas e antropológicas relativas ao desenvolvimento tecnológico;
*Conhecer abordagens que contribuem para uma compreensão dos modos de ação e associação entre humanos e tecnologias;
*Problematizar aspectos tecnopolíticos que participam das configurações culturais, sociopolíticas e psicossociais da vida social mediada pelas tecnologias digitais;
*Compreender conflitualidades emergentes face às mutações na relação saber-poder no contexto de lutas tecnocientíficas e socioambientais.
===Conteúdo Programático e Temas===
*Construção social da tecnologia e sociologia da tecnologia;
*Antropologia e sociologia da relações sociais tecnicamente mediadas;
*Tecnologias da informação e comunicação digital (TICs) e Hegemonia Cibernética;
*Tecnopolíticas e tecnossensibilidades;
*Tecnoceno.
===Metodologia de Ensino===
Combinação de procedimentos expositivos e dialógicos. Os conteúdos teóricos e empíricos selecionados pela disciplina serão problematizados em sala de aula, por meio de atividades individuais e coletivas visando a coprodução de conhecimentos.
Os estudantes deverão escolher um seminário temático para a preparação de perguntas disparadoras do debate.
Serão formados grupos de trabalho para discussão em sala e para a realização de um trabalho final (descrito abaixo).
===Avaliação===
Avaliação será composta por 2 itens: frequencia (mínimo 75%); participação nas atividades propostas (preparação e promoção do debate nos seminários); trabalho coletivo ao final da disciplina.
*Trabalho coletivo a partir de tema/problema construído durante o percurso da disciplina. Cada grupo (entre 3 e 4 estudantes) deverá escolher um tema que relacione o uso/aplicação de tecnologias digitais a algum problemática social ou lutas por justiça social. Temas relacionados às tecnologias e educação; transformação no mundo do trabalho; novas sociabilidades; tecnologias e racismo; tecnologia e gênero; questões socioambientais; práticas políticas e tecnologias; discriminação algoritmica; militarização e tecnologias de controle; governo algoritmico, etc. O corpo do texto deverá ter entre 7.000 a 12.000 caracteres (incluindo espaço) e deverá ser apresentado e entregue na última aula do curso.
*Formato: a formatação dos trabalhos pode seguirá um template que será enviado aos estudantes. O arquivo digital deve ser enviado nos seguintes formatos: DOCX ou ODT.
*Entrega do Trabalho final por email: 26 de novembro de 2026.
==Programa e Cronograma==
===Aula 1 - 06/08: Congresso Acadêmico Unifesp===
*Participação das atividades do Congresso (não haverá aula nesse dia).
'''Sugestões de mesas que serão transmitidas'''
Estão todas disponíveis no Canal Youtube da Unifesp
*A Universidade Pública e a Inteligência Artificial: ética, inovação e transformação social: segunda-feira, 10 de agosto.
*IA, memória e Justiça social: tensões éticas, políticas e sociais; segunda-feira, 10 de agosto; 16h30 - 18h00.
*Educação Pública, formação docente e IA: desafios contemporâneos; terça-feira, 11 de agosto; 09:00 - 10:30.
*Inteligência Artificial, Danos Naturais: um painel sobre os impactos dos datacenters de suporte à sua expansão; terça-feira, 11 de agosto; 14:00 - 15:30.
*Colonialismo digital: extrativismo de dados e vies racial algorítmico; terça-feira, 11 de agosto; 19:30 - 21:00.
===Aula 2 - 13/08- Tecnologia, mediação e organização social===
'''Leitura Principal'''
WINNER, Langdon. Artefatos têm Política? (tradução Fernando Manso). “Do artifacts have politics?” In. The Whale and the Reactor: a search for limits in an Age of High Technology. Chicago: The University of Chicago Press, p.19-39. https://revistas.ufrj.br/index.php/analytica/article/view/22470/12527
BENAKOUCHE, Tamara . Tecnologia é Sociedade. Contra a noção de impacto tecnológico. Cadernos de Pesquisa, nº 17, setembro de 1999. https://pimentalab.milharal.org/files/2013/11/Tamara_Benakouche_Tecnologia_eh_Sociedade.pdf
'''Complementar'''
LATOUR, Bruno. La tecnologia es la sociedad hecha para que dure. IN. M. DOMÈNECH y F.J.TIRADO (comps.) Sociología simétrica. Ensayos sobre ciencia, tecnología y sociedad (Barcelona, Gedisa Editorial, 1998. Disponível: http://www.bruno-latour.fr/node/263
LATOUR, Bruno. De la mediación técnica: filosofia, sociologia, genealogia. IN. M. DOMÈNECH y F.J.TIRADO (comps.) Sociología simétrica. Ensayos sobre ciencia, tecnología y sociedad (Barcelona, Gedisa Editorial, 1998.
===20/08 - Sem Aula - Simpósio LAVITS===
*Programação: https://simposio2026.lavits.org
===Aula 3 - 27/08 - Teoria Crítica da Tecnologia===
FEENBERG, Andrew. Racionalização democrática: tecnologia, poder e liberdade e Teoria Crítica da Tecnologia: uma visão geral. In. Entre a razão e a experiência: ensaios sobre tecnologia e modernidade. Inovatec, 2019 (disponível na pasta da disciplina).
'''Complementar'''
ABRAHÃO, Luiz Henrique de Lacerda; CRUZ, Cristiano Cordeiro. "Tecnologia é política": o emaranhamento entre tecnologia e sociedade em Andrew Feenberg. In. FEENBERG, A. Construtivismo Crítico: uma filosofia da tecnologia. São Paulo: Ed.Associação Filosófica Scientiae Studia, 2022. (disponível na pasta da disciplina)
MARCUSE, Herbert. Algumas implicações sociais da tecnologia moderna. In: KELLNER, Douglas (Org.). Tecnologia, guerra e fascismo. São Paulo: Ed. UNESP, 1999. p. 71-104.
===Aula 4 - 03/09 - Sociedade da Informação e Virada Cibernética===
MATTELARD, Armand. Sociedade do Conhecimento e Controle da Informação e da Comunicação. Conferência proferida na sessão de aberta do V Encontro Latino de Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura, realizado em Salvador, Bahia, Brasil, de 9 a 11 de novembro de 2005. Disponivel em: https://egov.ufsc.br/portal/en/conteudo/sociedade-do-conhecimento-e-controle-da-informa%C3%A7%C3%A3o-e-da-comunica%C3%A7%C3%A3o
SANTOS, Laymert Garcia. A Informação após a Virada Cibernética. IN. Revolução Tecnológica, Internet e Socialismo. São Paulo: Ed. Fundação Perseu Abramo, 2003. Disponível em: https://bibliotecadigital.fpabramo.org.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/286/revolucao_tecnologica_internet_e_socialismo.pdf
'''Complementar'''
LASH, Scott. Crítica da Informação. Revista Brasileira de Ciencias Sociais, nº54, junho 1999.
MARTINS, Herminio & GARCIA, J.L. A Hegemonia cibertecnológica em curso: uma perspectiva crítica. IN. MARTINHO, Teresa.D & GARCIA, J.L. (orgs) Cultura e Digital em Portugal. Lisboa: Ed. Afrontamento, 2013. (disponivel no drive virtual).
===Aula 5 - 10/09 – Cibernética e as Ideologias da Rede===
BARBROOK. Richard; CAMERON, Andy. A Ideologia Californiana, 1998. Disponível em: http://cibercultura.fortunecity.ws/vol2/idcal.html
BRETON, Phillipe. Norbert Wiener e a emergência de uma nova utopia. https://cibercultura.fortunecity.ws/vol1/breton.html
'''Complementar'''
BUSH, Vannevar. Como podemos pensar: https://doi.org/10.1590/S1415-47142011000100002
PFOHL. Stephen. O delírio cibernético de Norbert Wiener. Revista FAMECOS. Porto Alegre. no 15. Agosto 2001. https://cibercultura.fortunecity.ws/vol1/bpfohl.html
BARLOW. John Perry. Declaração de Independência do Ciberespaço. 1996. https://www.nic.br/publicacao/uma-declaracao-de-independencia-do-ciberespaco/
Marcelo Buzato. A concepção de linguagem em Cibernética e Sociedade: o uso humano dos seres humanos, de Norbert Wiener – PARTE 1/3: https://www2.iel.unicamp.br/litpos/2020/02/26/a-concepcao-de-linguagem-em-cibernetica-e-sociedade-o-uso-humano-dos-seres-humanos-de-norbert-wiener-parte-1-3/
Memex: https://en.wikipedia.org/wiki/Memex
===Aula 6 - 17/09 – Infraestruturas, Códigos e Protocolos: dispositivos e poder===
MIGUEL, J. C. H. Perspectivas das infraestruturas: organização, conhecimento e poder. Pensata: Revista dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP, v. 9, n. 2, 2020. https://www.researchgate.net/publication/349379996_Perspectivas_das_infraestruturas_organizacao_conhecimento_e_poder
COMITE INVISIVEL. Cap.IV O poder é logístico, Bloqueemos tudo! In. Aos Amigos. Ed. N-1. 2016. Versão lusitana disponivel em: https://we.riseup.net/assets/401437/COMITE+INVISIVEL+Aos+Nossos+Amigos%2C+Crise+e+Insurrei%C3%A7%C3%A3o+%282014%29.pdf
FERNÁNDEZ-SAVATER, Amador. A revolução como problema técnico. De Curzio Malaparte ao Comité Invisível. 2016. http://www.revistapunkto.com/2016/02/a-revolucao-como-problema-tecnico.html
'''Complementar'''
PARRA, H.Z.M.; CRUZ,L.; AMIEL, T.; MACHADO,J. Infraestruturas, Economia e Política Informacional: o Caso do Google Suite For Education. MEDIAÇÕES, Londrina, v. 23 n. 1, p. 63-99, Jan./un. 2018. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/view/32320
MIGUEL, J. C. H.; FIGUEIREDO, F. Antropologia das Infraestruturas. Disponível em: <https://ea.fflch.usp.br/subcampos/antropologia-das-infraestruturas>. Acesso em: 22 maio. 2022.
STAR, S. L. A Etnografia da Infraestrutura. Revista AntHropológicas, v. 31, n. 2, 2020. https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaanthropologicas/article/view/249896
===Aula 7 - 24/09 - Economia Política da Informação: valor, propriedade, trabalho e renda===
ZUBOFF, S. Big Other: capitalismo de vigilância e perspectivas para uma civilização de informação. In: BRUNO, F. et al (org.). Tecnopolíticas da vigilância: perspectivas da margem. São Paulo: Boitempo, 2018. https://lavits.org/wp-content/uploads/2020/09/Tecnopoliticas-da-vigilancia_miolo_download.pdf
BENKLER, Yochai. A Riqueza das Redes – Como a produção social transforma os mercados e a liberdade. London: Yale University, 2006. Versão em portugues em processo de tradução: Leitura sugerida capítulo 1: http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/A_Riqueza_das_Redes_-_Cap%C3%ADtulo_1
GROHMANN, R. Plataformização do trabalho: entre a dataficação, a financeirização e a racionalidade neoliberal. Revista Eptic. Aracaju, Sergipe: UFS, 2020. https://seer.ufs.br/index.php/eptic/article/view/12188
===Aula 8 - 01/10 - Modos de Subjetivação e Individuação Tecnomediada===
BRUNO, Fernanda. Máquina de ver, modos de ser. Porto Alegre: Ed.Sulina, 2013. (cap.2 pp. 53-86).
SIBILIA, Paula. O homem pós-orgânico. Rio de Janeiro. Contraponto, 2015
PARRA, Henrique Z.M. Virada Cibernética, Tecnossensibilidade e Subjetivação Neoliberal. Revista Mapinguary. Vol.2, n.1, janeiro-julho, 2025. Disponível em: https://hdl.handle.net/11600/74805
BRUNO, Fernanda, BENTES, Anna, & FALTAY, Paulo. Economia psíquica dos algoritmos e laboratório de plataforma: mercado, ciência e modulação do comportamento. Revista FAMECOS, 26(3), e33095, 2019. https://doi.org/10.15448/1980-3729.2019.3.33095
ROSE, Nikolas. Inventando nossos selfs: psicologia, poder e subjetividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
===Aula 9 - 08/10 - Semiocapitalismo, Aceleração e Subjetividade com Fernando Quiroga===
*Participação especial: prof. Dr. Fernando Quiroga (UFG)
===Aula 10 - 15/10 - Modos de Conhecer e Regimes de Verdade: dataficação, dataísmos e (des)intermediação===
DIJCK, J. van. (2017). Confiamos nos dados? As implicações da datificação para o monitoramento social. MATRIZes, 11(1), 39-59. https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/131620 ou https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v11i1p39-59
LEMOS, A. (2021). Dataficação da vida. Civitas: Revista De Ciências Sociais, 21(2), 193–202. https://doi.org/10.15448/1984-7289.2021.2.39638
CESARINO, Letícia. Pós-Verdade e a Crise do Sistema de Peritos: uma explicação cibernética. Ilha – Revista de Antropologia, Florianópolis, v. 23, n.1, p. 73-96, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/75630
===Aula 11 - 22/10 - Tecnologias de Governo e Controle===
DELEUZE, Gilles. Post-Scriptum sobre Sociedade do Controle In: Conversações. São Paulo: Ed. 34, 2007. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/7008726/mod_resource/content/2/TEXTO%20-%20Deleuze-Post-scriptum-sobre-sociedades-de-controle.pdf
HAN, Byung-Chul. Psicopolítica - o neoliberalismo e as novas técnicas de poder. Belo Horizonte: Editora Ayine, 2018.
NOVO, Maria Fernanda. Tecnoconjurações negras: notas sobrepostas de tecnopolítica e crítica da racialidade. O que nos faz pensar, Rio de Janeiro, v.31, n.53, p.52-72, jul-dez.2023.
AMADEU, Sergio. Governo dos Algoritmos. Revista de Políticas Públicas, vol. 21, núm. 1, 2017, pp. 267-281. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=321152454013
ROUVROY, A. & BERNS, T. Governamentalidade algorítmica e perspectivas de emancipação: o díspar como condição de individuação pela relação? Revista Eco-Pós. v.18, n.2, Dossie Tecnopolíticas e Vigilância. p.36-56, 2015. https://revistas.ufrj.br/index.php/eco_pos/article/view/2662/2251
===Aula 12 - 29/10 - Inteligência Artificial e autonomia tecnológica===
Matteo Pasquinelli e Vladan Joler. Manifesto Nooscopio – Inteligência Artifical e Extrativismo do Conhecimento: http://lavits.org/o-manifesto-nooscopio-inteligencia-artificial-como-instrumento-de-extrativismo-do-conhecimento/?lang=pt
Kate Crawford e Vladan Joler: Anatomia de um sistema de inteligência artificial: o Amazon Eco como mapa anatômico de trabalho humano, dados e recursos planetários: https://www.comciencia.br/anatomia-de-um-sistema-de-inteligencia-artificial/
===Aula 13 - 05/11 – Tecnopolítica e Lutas Cosmotécnicas===
PARRA, Henrique Z.M. Da tecnopolítica às lutas cosmotécnicas: dissensos ontoepistêmicos face à hegemonia cibernética no Antropoceno. In. KLEBA,J. ; CRUZ,C.; ALVEAR, A. (org). Engenharias e outras práticas técnicas engajadas : diálogos interdisciplinares e decoloniais. Campina Grande: EDUEPB, 2022. Disponivel em: https://www.pimentalab.net/wp-content/uploads/2022/08/Tecnopoliticas_Lutas_Cosmotecnicas_Henrique_Parra_2022.pdf
BISET, Emmanuel; COSTA, Flavia; BLANCO, Javier. Manifiesto tecnopolítico. [s. d.]. Manifiesto tecnopolítico. Revista Tocaia. https://tocaia.info/edicao/manifesto-tecnopolitico/
===Aula 14 - 12/11 - Ecologização do Digital no Tecnoceno===
¿Antropoceno, Tecnoceno o Capitaloceno? Algunos marcos para pensar el tiempo de la crisis climática: https://www.elsaltodiario.com/atenea_cyborg/antropoceno-tecnoceno-capitaloceno-algunos-marcos-pensar-tiempo-crisis-climatica
COSTA, Flavia. Tecnoceno: algoritmos, biohackers e novas formas de vida. Buenos Aires: Taurus, 2021. (Ver a Introdução - disponivel no drive)
HORNBORG, Alf, A. (2015). The Political Ecology of the Technocene: Uncovering Ecologically Unequal Exchange in the World-System. In C. Hamilton, C. Bonneuil, & F. Gemenne (Eds.), The Anthropocene and the Global Environmental Crisis: Rethinking Modernity in a New Epoch (pp. 57-69). Routledge. (disponivel no drive).
CERA, Agostino. The Technocene or Technology as (Neo)environment («Techné: Research in Philosophy and Technology», 21:2-3 (2017), pp. 243-281. DOI: 10.5840/techne201710472).
===Aula 15 - 19/11 - Apresentação dos trabalhos finais===
Apresentação em sala dos trabalhos.
*Data entrega: 26/11 de 2026.
*Envio eletrônico para o email: henrique.parra [arroba] unifesp.br
*Nome do arquivo: NOME-ESTUDANTE_TURNO-MATRICULADO.ODT (ou .DOC).
*Tamanho: o corpo de texto deve ter entre 7.000 e 12.000 caracteres incluindo espaço, seguido das referências ao final.
*Formato: utilize o template que está anexado.
*Conteúdo: o trabalho final é uma dissertação/ensaio argumentativo que deverá problematizar e relacionar os projetos construídos em cada grupo com uma selação de textos da bibligrafia do curso.
===Prazos Finais===
*Entrega do Trabalho final por email e apresentação em sala: 26 de novembro
*Inserção das notas na pasta verde:
Exames 2º semestre: 30/11 a 04/12
[[Categoria:Cursos]]
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Potenciômetro Linear Rotativo 10k WH148
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= Potenciômetro Linear Rotativo 10k WH148 =
[[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]]
[[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]]
O '''potenciômetro linear rotativo de 10 kΩ WH148''' é um componente eletrônico cuja resistência pode ser ajustada girando um eixo.
Você provavelmente já utilizou algo com funcionamento parecido: controles de volume e alguns controles de intensidade utilizam componentes desse tipo.
== Experimente primeiro: teste em 3 minutos ==
Antes de estudar o componente, faça uma medição simples.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 potenciômetro WH148 de 10 kΩ;
* 1 multímetro.
'''Antes de começar:''' faça esta medição com o potenciômetro desconectado de qualquer circuito ou fonte de alimentação.
# Configure o multímetro para medir resistência (Ω).
# Encoste as pontas de prova nos dois terminais externos do potenciômetro. O valor deverá permanecer próximo de '''10 kΩ''', mesmo quando o eixo for girado.
# Agora mantenha uma ponta de prova no terminal central e coloque a outra em um dos terminais externos. Gire lentamente o eixo.
O valor indicado pelo multímetro deverá variar conforme você gira o potenciômetro, indo de um valor próximo de zero até próximo de 10 kΩ.
'''Pronto: você acabou de observar diretamente o funcionamento do potenciômetro.'''
== O que aconteceu? ==
O potenciômetro possui uma pista resistiva e um contato móvel chamado '''cursor'''.
Quando o eixo é girado, o cursor se desloca sobre essa pista.
Por isso:
* entre os '''dois terminais externos''', a resistência permanece aproximadamente constante;
* entre o '''terminal central''' e um dos terminais externos, a resistência varia conforme a posição do eixo.
No nosso modelo, a resistência total nominal é de '''10 kΩ (10.000 Ω)'''.
== Identificando os terminais ==
O potenciômetro possui três terminais:
# '''Terminal externo''' – uma extremidade da pista resistiva;
# '''Terminal central''' – conectado ao cursor móvel;
# '''Terminal externo''' – a outra extremidade da pista resistiva.
Se houver uma fotografia ou diagrama do modelo, utilize-a para localizar visualmente os três terminais.
== Para que serve? ==
Girando o eixo, podemos alterar uma grandeza elétrica no circuito.
Por isso, potenciômetros são encontrados em aplicações como:
* controle de volume;
* ajuste de intensidade luminosa;
* regulagem de sinais analógicos;
* definição de uma tensão variável;
* experimentos com Arduino e outros microcontroladores.
Uma forma simples de imaginar seu funcionamento é pensar em um '''controle de volume''': ao girar o botão, alteramos gradualmente o valor utilizado pelo circuito.
== Algo deu errado? ==
'''O multímetro mostra aproximadamente 10 kΩ e o valor não muda ao girar o eixo:'''
Verifique se as pontas de prova estão nos dois terminais externos. Entre eles, a resistência realmente deve permanecer aproximadamente constante.
'''O valor continua fixo quando uma ponta está no terminal central:'''
Confira o contato das pontas de prova e teste o terminal central com o outro terminal externo.
'''O multímetro mostra OL, infinito ou nenhuma leitura:'''
Verifique se a escala de resistência está correta e se as pontas de prova estão fazendo bom contato com os terminais.
Pequenas diferenças em relação aos 10 kΩ nominais são normais.
== Cuidados importantes ==
* Faça medições de resistência somente com o componente desconectado de uma fonte de alimentação.
* Não force o eixo além do seu limite de rotação.
* Não aplique tensões ou correntes acima das especificações do componente.
* Nos experimentos do kit, utilize as fontes e tensões previstas nas atividades didáticas.
* Antes de montar um circuito com estudantes, faça você mesmo o experimento uma vez.
== Próximo passo: experimente com os estudantes ==
Depois de realizar o teste, você pode repetir a observação com os estudantes monitores.
Uma atividade inicial consiste em pedir que eles façam duas previsões:
# O valor entre os dois terminais externos mudará quando o eixo for girado?
# O que acontecerá com a resistência entre o terminal central e um terminal externo?
Em seguida, as hipóteses podem ser verificadas utilizando o multímetro.
Essa experiência permite introduzir conceitos como '''resistência elétrica, medição, variação de grandezas e funcionamento de componentes eletrônicos''' a partir da observação direta.
== O nosso modelo ==
O componente disponível no laboratório é um '''potenciômetro linear rotativo WH148 de 10 kΩ'''.
[[Categoria:REDEMAISCIENCIADF]]
[[Categoria:Kit de Robótica e Eletrônica]]
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text/x-wiki
= Potenciômetro Linear Rotativo 10k WH148 =
[[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]]
[[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]]
O '''potenciômetro linear rotativo de 10 kΩ WH148''' é um componente eletrônico cuja resistência pode ser ajustada girando um eixo.
Você provavelmente já utilizou algo com funcionamento parecido: controles de volume e alguns controles de intensidade utilizam componentes desse tipo.
== Experimente primeiro: teste em 3 minutos ==
Antes de estudar o componente, faça uma medição simples.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 potenciômetro WH148 de 10 kΩ;
* 1 multímetro.
'''Antes de começar:''' faça esta medição com o potenciômetro desconectado de qualquer circuito ou fonte de alimentação.
# Configure o multímetro para medir resistência (Ω).
# Encoste as pontas de prova nos dois terminais externos do potenciômetro. O valor deverá permanecer próximo de '''10 kΩ''', mesmo quando o eixo for girado.
# Agora mantenha uma ponta de prova no terminal central e coloque a outra em um dos terminais externos. Gire lentamente o eixo.
O valor indicado pelo multímetro deverá variar conforme você gira o potenciômetro, indo de um valor próximo de zero até próximo de 10 kΩ.
'''Pronto: você acabou de observar diretamente o funcionamento do potenciômetro.'''
== O que aconteceu? ==
O potenciômetro possui uma pista resistiva e um contato móvel chamado '''cursor'''.
Quando o eixo é girado, o cursor se desloca sobre essa pista.
Por isso:
* entre os '''dois terminais externos''', a resistência permanece aproximadamente constante;
* entre o '''terminal central''' e um dos terminais externos, a resistência varia conforme a posição do eixo.
No nosso modelo, a resistência total nominal é de '''10 kΩ (10.000 Ω)'''.
== Identificando os terminais ==
O potenciômetro possui três terminais:
# '''Terminal externo''' – uma extremidade da pista resistiva;
# '''Terminal central''' – conectado ao cursor móvel;
# '''Terminal externo''' – a outra extremidade da pista resistiva.
Se houver uma fotografia ou diagrama do modelo, utilize-a para localizar visualmente os três terminais.
== Para que serve? ==
Girando o eixo, podemos alterar uma grandeza elétrica no circuito.
Por isso, potenciômetros são encontrados em aplicações como:
* controle de volume;
* ajuste de intensidade luminosa;
* regulagem de sinais analógicos;
* definição de uma tensão variável;
* experimentos com Arduino e outros microcontroladores.
Uma forma simples de imaginar seu funcionamento é pensar em um '''controle de volume''': ao girar o botão, alteramos gradualmente o valor utilizado pelo circuito.
```mediawiki
== Experimente em 5 minutos: controle o brilho de um LED ==
Vamos começar usando o potenciômetro antes de estudar seu funcionamento em detalhes.
Nesta experiência, você vai '''girar o potenciômetro, observar o brilho de um LED e usar o multímetro para descobrir o que está acontecendo no circuito'''.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 potenciômetro WH148 de 10 kΩ;
* 1 LED;
* 1 resistor de '''1 kΩ''';
* 1 multímetro;
* 1 bateria ou fonte de corrente contínua de até '''9 V''';
* fios para as conexões.
'''Importante:''' esta atividade utiliza somente baixa tensão fornecida por bateria ou fonte apropriada. '''Nunca conecte este circuito diretamente a uma tomada ou à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
=== Monte o circuito ===
Faça a ligação em série:
<pre>
+ 9 V
|
[ resistor 1 kΩ ]
|
[ LED ]
|
[ potenciômetro 10 kΩ ]
|
0 V / negativo
</pre>
No potenciômetro, utilize o '''terminal central''' e '''um dos terminais externos'''. O terceiro terminal pode permanecer desconectado.
Observe também a polaridade do LED: normalmente, a perna mais longa corresponde ao terminal positivo (ânodo) e a mais curta ao negativo (cátodo).
=== Agora experimente ===
# Ligue a alimentação.
# Gire lentamente o eixo do potenciômetro.
# Observe o LED.
O brilho deverá variar.
Ao aumentar a resistência do potenciômetro, passa menos corrente pelo circuito e o LED fica mais fraco.
Ao diminuir a resistência, passa mais corrente e o LED fica mais brilhante.
Você acabou de observar um efeito da '''Lei de Ohm''' sem precisar começar pela fórmula.
=== Agora use o multímetro ===
Vamos medir o que está acontecendo.
Configure o [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]] para medir '''tensão contínua (DC)'''.
Encoste as pontas de prova nos dois lados do resistor de '''1 kΩ'''.
Observe a tensão indicada.
Agora:
# Gire o potenciômetro para uma posição.
# Anote a tensão medida sobre o resistor de 1 kΩ.
# Gire o potenciômetro para outra posição.
# Observe como a tensão medida também muda.
Como conhecemos a resistência do resistor, podemos estimar a corrente usando a '''Lei de Ohm''':
<math>I = \frac{V}{R}</math>
Como utilizamos um resistor de '''1 kΩ''', a conta fica especialmente simples.
Por exemplo, se o multímetro indicar:
'''5 V'''
então:
<math>I = \frac{5}{1000} = 0,005 A</math>
ou aproximadamente:
'''5 mA'''
Assim, com um resistor de 1 kΩ, uma leitura de aproximadamente '''5 V corresponde a 5 mA'''; 3 V correspondem aproximadamente a 3 mA, e assim por diante.
=== O que você acabou de observar? ===
Ao girar o potenciômetro, você alterou a resistência total do circuito.
Com maior resistência:
* a corrente diminui;
* o LED fica menos brilhante.
Com menor resistência:
* a corrente aumenta;
* o LED fica mais brilhante.
É justamente essa relação entre '''tensão, resistência e corrente''' que a Lei de Ohm descreve.
Você não precisa memorizar a fórmula agora. Primeiro observe o fenômeno. Depois, use o multímetro para relacionar aquilo que você viu aos valores elétricos do circuito.
=== Para experimentar com os estudantes ===
Depois de fazer o teste uma vez, proponha aos estudantes uma pergunta antes de girar o potenciômetro:
'''“O que vocês acham que acontecerá com o brilho do LED quando aumentarmos a resistência?”'''
Depois, façam a experiência e verifiquem a previsão usando o multímetro.
Esse pequeno circuito permite introduzir experimentalmente os conceitos de:
* resistência;
* corrente elétrica;
* tensão;
* medição;
* Lei de Ohm.
Tudo isso pode ser observado antes de uma explicação matemática mais detalhada.
```
== Algo deu errado? ==
'''O multímetro mostra aproximadamente 10 kΩ e o valor não muda ao girar o eixo:'''
Verifique se as pontas de prova estão nos dois terminais externos. Entre eles, a resistência realmente deve permanecer aproximadamente constante.
'''O valor continua fixo quando uma ponta está no terminal central:'''
Confira o contato das pontas de prova e teste o terminal central com o outro terminal externo.
'''O multímetro mostra OL, infinito ou nenhuma leitura:'''
Verifique se a escala de resistência está correta e se as pontas de prova estão fazendo bom contato com os terminais.
Pequenas diferenças em relação aos 10 kΩ nominais são normais.
== Cuidados importantes ==
* Faça medições de resistência somente com o componente desconectado de uma fonte de alimentação.
* Não force o eixo além do seu limite de rotação.
* Não aplique tensões ou correntes acima das especificações do componente.
* Nos experimentos do kit, utilize as fontes e tensões previstas nas atividades didáticas.
* Antes de montar um circuito com estudantes, faça você mesmo o experimento uma vez.
== Próximo passo: experimente com os estudantes ==
Depois de realizar o teste, você pode repetir a observação com os estudantes monitores.
Uma atividade inicial consiste em pedir que eles façam duas previsões:
# O valor entre os dois terminais externos mudará quando o eixo for girado?
# O que acontecerá com a resistência entre o terminal central e um terminal externo?
Em seguida, as hipóteses podem ser verificadas utilizando o multímetro.
Essa experiência permite introduzir conceitos como '''resistência elétrica, medição, variação de grandezas e funcionamento de componentes eletrônicos''' a partir da observação direta.
== O nosso modelo ==
O componente disponível no laboratório é um '''potenciômetro linear rotativo WH148 de 10 kΩ'''.
[[Categoria:REDEMAISCIENCIADF]]
[[Categoria:Kit de Robótica e Eletrônica]]
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Resistor 10k 10000 Ohm 1/4W 5% Carbono CR25
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text/x-wiki
```mediawiki
= Resistor 10 kΩ 1/4 W 5% Carbono CR25 =
[[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]]
[[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]]
O '''resistor de 10 kΩ (10.000 Ω), 1/4 W e tolerância de 5%''' é um dos componentes mais simples e importantes da eletrônica.
Sua função é oferecer uma resistência à passagem da corrente elétrica. Nesta página, você poderá '''medir essa resistência com um multímetro e utilizá-la para acender um LED''', observando na prática uma aplicação da Lei de Ohm.
== Experimente primeiro: descubra o valor do resistor em 2 minutos ==
Antes de montar qualquer circuito, vamos verificar se o resistor realmente possui aproximadamente 10 kΩ.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 resistor de 10 kΩ;
* 1 [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]].
'''Importante:''' o resistor deve estar '''desconectado de qualquer fonte de alimentação''' durante a medição de resistência.
# Configure o multímetro para medir resistência (Ω).
# Se o aparelho possuir seleção manual de escala, escolha uma escala que permita medir pelo menos 10 kΩ, como 20 kΩ.
# Encoste uma ponta de prova em cada terminal do resistor.
# Observe o valor apresentado.
Você deverá encontrar um valor próximo de:
'''10 kΩ = 10.000 Ω'''
Não é necessário obter exatamente 10.000 Ω. Este resistor possui tolerância de '''±5%''', portanto pequenas diferenças são esperadas.
'''Pronto: você acabou de medir diretamente uma resistência elétrica.'''
== Experimente em 5 minutos: acenda um LED ==
Agora podemos observar o efeito dessa resistência em um circuito real.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 resistor de 10 kΩ;
* 1 LED;
* 1 bateria ou fonte de corrente contínua de até '''9 V''';
* 1 [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]];
* fios para fazer as conexões.
'''Atenção:''' utilize somente pilhas, baterias ou fontes didáticas de baixa tensão, de até 9 V. '''Nunca conecte esta montagem diretamente a uma tomada ou à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
=== Monte o circuito ===
Ligue os componentes em série:
<pre>
+ 9 V
|
[ resistor 10 kΩ ]
|
[ LED ]
|
0 V / negativo
</pre>
Observe a polaridade do LED.
Normalmente:
* a '''perna mais longa''' é o ânodo (+);
* a '''perna mais curta''' é o cátodo (−).
Ligue a perna mais longa na direção do polo positivo da bateria.
O resistor '''não possui polaridade''': qualquer um de seus terminais pode ficar voltado para o LED.
=== O que aconteceu? ===
O LED deverá acender, provavelmente com '''brilho baixo'''.
Isso acontece porque o resistor de 10 kΩ limita fortemente a corrente que atravessa o circuito.
Esse é justamente um dos trabalhos de um resistor: '''controlar a quantidade de corrente que passa por uma parte do circuito'''.
Agora desligue a alimentação antes de alterar a montagem.
== Use o multímetro para enxergar a Lei de Ohm ==
Vamos utilizar o multímetro para relacionar o que você acabou de observar com uma grandeza elétrica.
Monte novamente o circuito e configure o [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]] para medir '''tensão contínua (DC)'''.
Com o circuito ligado:
# Encoste uma ponta de prova em cada lado do resistor de 10 kΩ.
# Observe a tensão medida sobre o resistor.
# Anote esse valor.
Conhecendo a tensão e a resistência, podemos estimar a corrente utilizando a '''Lei de Ohm''':
<math>I = \frac{V}{R}</math>
onde:
* '''I''' é a corrente elétrica;
* '''V''' é a tensão medida sobre o resistor;
* '''R''' é a resistência.
Como sabemos que:
'''R = 10.000 Ω'''
imagine, por exemplo, que o multímetro indique aproximadamente '''7 V''' sobre o resistor.
Teremos:
<math>I = \frac{7}{10000}</math>
<math>I = 0,0007 A</math>
ou:
'''I ≈ 0,7 mA'''
Não é necessário decorar a fórmula neste primeiro contato.
O mais importante é perceber a sequência:
'''você viu o LED acender → mediu uma tensão → conhecia a resistência → pôde estimar a corrente.'''
A Lei de Ohm passa, assim, a descrever algo que você acabou de observar.
== O que o resistor está fazendo? ==
Imagine a corrente elétrica como uma grandeza que precisamos controlar dentro de um circuito.
Um resistor oferece uma determinada '''resistência elétrica''' à passagem dessa corrente.
Quanto maior for a resistência, menor tende a ser a corrente, para uma mesma tensão aplicada.
A relação é descrita pela Lei de Ohm:
<math>V = R \times I</math>
Neste componente:
'''R = 10 kΩ = 10.000 Ω'''
Por isso, 10 kΩ é uma resistência relativamente alta para um pequeno circuito com LED e bateria. O resultado é uma corrente pequena e, consequentemente, um LED com pouco brilho.
== Para que serve ==
O resistor de 10 kΩ aparece com frequência em circuitos eletrônicos.
Pode ser utilizado para:
* limitar corrente;
* formar divisores de tensão;
* estabelecer níveis elétricos em entradas digitais;
* criar circuitos de ''pull-up'' e ''pull-down'';
* trabalhar em conjunto com sensores;
* polarizar transistores;
* realizar experimentos com Arduino e outros microcontroladores.
Nem sempre um resistor é usado diretamente para controlar um LED. O valor de '''10 kΩ''' é particularmente comum em circuitos de sensores e entradas de microcontroladores.
== Descubra o valor pelas cores ==
Você não precisa utilizar um multímetro todas as vezes para identificar um resistor.
As faixas coloridas impressas no componente formam um código.
Em um resistor convencional de quatro faixas, o resistor de '''10 kΩ com tolerância de 5%''' é identificado por:
# '''Marrom''' – primeiro algarismo: 1;
# '''Preto''' – segundo algarismo: 0;
# '''Laranja''' – multiplicador: × 1.000;
# '''Dourado''' – tolerância: ±5%.
Portanto:
'''10 × 1.000 = 10.000 Ω = 10 kΩ'''
Faça um pequeno teste: observe as cores do componente e tente prever seu valor '''antes''' de medi-lo novamente com o multímetro.
Assim, o multímetro pode ser utilizado para conferir se sua leitura do código de cores estava correta.
== O que significa tolerância de 5%? ==
Um resistor real não precisa possuir exatamente 10.000 Ω.
A faixa dourada indica uma tolerância de '''±5%'''.
Isso significa que um resistor nominal de 10 kΩ pode apresentar aproximadamente entre:
'''9,5 kΩ e 10,5 kΩ'''
e ainda estar dentro da especificação.
Por isso, se o multímetro indicar, por exemplo, 9,8 kΩ ou 10,2 kΩ, isso não significa que o componente esteja com defeito.
== O que significa 1/4 W? ==
A indicação '''1/4 W''' corresponde à potência nominal do resistor:
'''1/4 W = 0,25 W'''
Parte da energia elétrica que atravessa um resistor é transformada em calor.
A potência especificada indica o limite que o componente foi projetado para dissipar nas condições previstas pelo fabricante.
Nas pequenas experiências desta página, utilizando baixa tensão e o resistor de 10 kΩ, a potência dissipada fica muito abaixo de 1/4 W.
== Algo deu errado? ==
'''O multímetro mostra OL, infinito ou nenhuma leitura ao medir resistência:'''
* confira se o aparelho está na função de resistência (Ω);
* verifique se a escala selecionada permite medir 10 kΩ;
* confira se as pontas de prova estão fazendo contato com os terminais.
'''O multímetro mostra um valor como 9,7 kΩ ou 10,3 kΩ:'''
Isso é normal. Lembre-se da tolerância de ±5%.
'''O LED não acendeu:'''
* confira a polaridade do LED;
* verifique as conexões;
* confira se a bateria possui carga;
* faça o teste em um ambiente menos iluminado, pois com 10 kΩ o LED pode apresentar brilho bastante baixo.
'''O LED continua apagado:'''
Teste o próprio LED e confira as conexões antes de concluir que o resistor apresenta algum problema.
== Cuidados importantes ==
* Utilize apenas fontes didáticas, pilhas ou baterias de baixa tensão, de até 9 V, nas atividades propostas nesta página.
* '''Nunca conecte os componentes diretamente à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
* Nunca meça resistência com o circuito energizado.
* Não ultrapasse a potência nominal de 1/4 W do componente.
* Verifique o código de cores antes de inserir um resistor em um circuito.
* Evite dobrar os terminais excessivamente junto ao corpo do componente.
* Faça você mesmo a experiência antes de realizá-la com os estudantes.
== Experimente com os estudantes ==
Depois de realizar a atividade sozinho, ela pode ser transformada em uma pequena investigação com os estudantes monitores.
Antes de ligar o circuito, pergunte:
'''“O que vocês acham que o resistor fará com a corrente que passa pelo LED?”'''
Depois que o LED acender, pergunte:
'''“Como poderíamos descobrir quanto de corrente está passando sem medir a corrente diretamente?”'''
A partir daí, os estudantes podem:
# identificar o resistor pelo código de cores;
# confirmar seu valor utilizando o multímetro;
# montar o circuito com LED;
# medir a tensão sobre o resistor;
# utilizar a Lei de Ohm para estimar a corrente.
Em poucos minutos, um único componente permite relacionar uma observação visível — o brilho do LED — com '''resistência, tensão, corrente, medição e Lei de Ohm'''.
== O nosso modelo ==
O componente disponível no kit é um '''resistor de 10 kΩ (10.000 Ω), potência nominal de 1/4 W e tolerância de 5%, do tipo carbono CR25'''.
[[Categoria:REDEMAISCIENCIADF]]
[[Categoria:Kit de Robótica e Eletrônica]]
```
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: ```mediawiki = Resistor 220 Ω 1/4 W 5% Carbono CR25 = [[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]] [[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]] O '''resistor de 220 Ω, 1/4 W e tolerância de 5%''' é um componente eletrônico utilizado para limitar e controlar a corrente elétrica em circuitos. Nesta página, você poderá '''identificar o resistor, medir seu valor com um multímetro e utilizá-lo para acender um LED''', observando na...
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text/x-wiki
```mediawiki
= Resistor 220 Ω 1/4 W 5% Carbono CR25 =
[[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]]
[[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]]
O '''resistor de 220 Ω, 1/4 W e tolerância de 5%''' é um componente eletrônico utilizado para limitar e controlar a corrente elétrica em circuitos.
Nesta página, você poderá '''identificar o resistor, medir seu valor com um multímetro e utilizá-lo para acender um LED''', observando na prática uma aplicação simples da Lei de Ohm.
== Experimente primeiro: descubra o valor do resistor em 2 minutos ==
Antes de montar qualquer circuito, vamos medir o componente.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 resistor de 220 Ω;
* 1 [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]].
'''Importante:''' faça a medição com o resistor '''desconectado de qualquer fonte de alimentação'''.
# Configure o multímetro para medir resistência (Ω).
# Se o aparelho possuir seleção manual de escala, escolha uma escala adequada, como 2 kΩ ou 2000 Ω.
# Encoste uma ponta de prova em cada terminal do resistor.
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Você deverá encontrar um valor próximo de:
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Não é necessário que o multímetro indique exatamente 220 Ω. Como este resistor possui tolerância de '''±5%''', pequenas diferenças são esperadas.
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== Experimente em 5 minutos: acenda um LED ==
Agora vamos observar o resistor funcionando dentro de um circuito.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 resistor de 220 Ω;
* 1 LED;
* 1 fonte de corrente contínua de '''3 V a 5 V''';
* 1 [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]];
* fios para as conexões.
'''Atenção:''' para esta experiência com resistor de 220 Ω, utilize uma alimentação entre '''3 V e 5 V'''. Não utilize uma bateria de 9 V diretamente com apenas este resistor e o LED.
'''Nunca conecte esta montagem a uma tomada ou à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
=== Monte o circuito ===
Faça a ligação em série:
<pre>
+ 3 V a 5 V
|
[ resistor 220 Ω ]
|
[ LED ]
|
0 V / negativo
</pre>
Observe a polaridade do LED.
Normalmente:
* a '''perna mais longa''' é o ânodo (+);
* a '''perna mais curta''' é o cátodo (−).
A perna mais longa deve ficar voltada para o lado positivo da alimentação.
O resistor '''não possui polaridade''', portanto pode ser conectado em qualquer sentido.
=== O que aconteceu? ===
Ao ligar o circuito, o LED deverá acender.
O resistor de 220 Ω está limitando a corrente que atravessa o LED.
Sem um resistor adequado, uma corrente excessiva poderia circular pelo LED e danificá-lo.
Essa é uma das aplicações mais comuns de um resistor: '''controlar a corrente que atravessa outro componente'''.
== Use o multímetro para enxergar a Lei de Ohm ==
Agora vamos descobrir aproximadamente quanta corrente está passando pelo circuito, sem precisar começar medindo corrente diretamente.
Configure o [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]] para medir '''tensão contínua (DC)'''.
Com o circuito ligado:
# Encoste uma ponta de prova em cada terminal do resistor de 220 Ω.
# Observe a tensão indicada pelo multímetro.
# Anote o valor encontrado.
Agora conhecemos duas grandezas:
* a resistência: '''220 Ω''';
* a tensão medida sobre o resistor.
Podemos utilizar a '''Lei de Ohm''':
<math>I = \frac{V}{R}</math>
onde:
* '''I''' é a corrente elétrica;
* '''V''' é a tensão medida sobre o resistor;
* '''R''' é a resistência.
Imagine, por exemplo, que o multímetro indique '''3 V''' sobre o resistor.
Teremos:
<math>I = \frac{3}{220}</math>
<math>I \approx 0,0136 A</math>
ou aproximadamente:
'''I ≈ 13,6 mA'''
Isso significa que aproximadamente 13,6 miliamperes estão atravessando o resistor e o LED.
O valor real dependerá da fonte utilizada, do LED e dos próprios componentes.
'''Você viu o LED acender → mediu a tensão → conhecia a resistência → calculou aproximadamente a corrente.'''
É essa relação entre tensão, resistência e corrente que a Lei de Ohm descreve.
== Faça uma comparação ==
Se o kit também possuir um resistor de '''10 kΩ''', você pode realizar uma experiência muito simples.
Desligue a alimentação antes de trocar os componentes.
# Observe o brilho do LED utilizando o resistor de 220 Ω.
# Substitua o resistor de 220 Ω pelo resistor de 10 kΩ.
# Ligue novamente o circuito.
# Compare o brilho.
Com 10 kΩ, o LED deverá apresentar um brilho muito menor, porque a resistência é muito maior e, consequentemente, a corrente do circuito é menor.
Essa comparação permite perceber visualmente uma ideia fundamental:
'''mantendo aproximadamente a mesma tensão, aumentar a resistência reduz a corrente.'''
== O que o resistor está fazendo? ==
Um resistor apresenta uma determinada '''resistência elétrica''' à passagem da corrente.
Neste componente:
'''R = 220 Ω'''
A relação entre tensão, corrente e resistência é descrita pela Lei de Ohm:
<math>V = R \times I</math>
Para uma mesma tensão:
* uma resistência menor permite uma corrente maior;
* uma resistência maior resulta em uma corrente menor.
Isso explica por que o LED fica muito mais brilhante com 220 Ω do que com um resistor de 10 kΩ nas mesmas condições.
== Para que serve ==
Um resistor de 220 Ω pode ser utilizado em diferentes circuitos eletrônicos.
Entre suas aplicações estão:
* limitar corrente em LEDs;
* proteger componentes contra correntes excessivas;
* participar de divisores de tensão;
* limitar corrente em entradas e saídas de circuitos digitais;
* trabalhar em circuitos com transistores;
* realizar experimentos com Arduino e outros microcontroladores.
O valor de '''220 Ω''' é especialmente comum em experiências didáticas com LEDs.
== Descubra o valor pelas cores ==
Os resistores possuem faixas coloridas que permitem identificar seu valor.
Em um resistor convencional de quatro faixas, um resistor de '''220 Ω com tolerância de 5%''' é identificado por:
# '''Vermelho''' – primeiro algarismo: 2;
# '''Vermelho''' – segundo algarismo: 2;
# '''Marrom''' – multiplicador: × 10;
# '''Dourado''' – tolerância: ±5%.
Portanto:
'''22 × 10 = 220 Ω'''
Antes de utilizar o multímetro novamente, observe as faixas do resistor e tente descobrir seu valor apenas pelo código de cores.
Depois, utilize o multímetro para conferir sua resposta.
== O que significa tolerância de 5%? ==
A faixa dourada indica que o componente possui tolerância de '''±5%'''.
Para um resistor nominal de 220 Ω:
'''5% de 220 Ω = 11 Ω'''
Assim, um resistor dentro das especificações pode apresentar aproximadamente entre:
'''209 Ω e 231 Ω'''
Por isso, uma leitura como 217 Ω, 223 Ω ou 228 Ω no multímetro pode ser perfeitamente normal.
== O que significa 1/4 W? ==
A indicação '''1/4 W''' representa a potência nominal do resistor:
'''1/4 W = 0,25 W'''
Quando uma corrente atravessa o resistor, parte da energia elétrica é transformada em calor.
Por isso, além do valor da resistência, também precisamos respeitar a potência que o componente consegue dissipar.
Para a experiência proposta nesta página, utilizando uma alimentação entre '''3 V e 5 V''' e um LED em série, o resistor trabalha dentro de condições adequadas para uma atividade didática.
== Algo deu errado? ==
'''O multímetro não mostra aproximadamente 220 Ω:'''
* confira se o aparelho está configurado para medir resistência;
* verifique a escala selecionada;
* confira o contato das pontas de prova;
* lembre-se da tolerância de ±5%.
'''O multímetro mostra OL ou infinito:'''
Verifique se as pontas estão realmente tocando os dois terminais do resistor e se a escala selecionada é adequada.
'''O LED não acendeu:'''
* desligue a alimentação;
* confira a polaridade do LED;
* verifique as conexões;
* confira se a fonte possui tensão;
* teste o próprio LED, se necessário.
'''O resistor está ficando muito quente:'''
Desligue imediatamente a alimentação e confira a montagem. Em uma experiência simples com LED, fonte de 3 V a 5 V e resistor de 220 Ω, aquecimento intenso não é esperado.
== Cuidados importantes ==
* Utilize uma alimentação entre '''3 V e 5 V''' na experiência com LED proposta nesta página.
* '''Não utilize 9 V diretamente com apenas um LED comum e este resistor de 220 Ω.'''
* '''Nunca conecte componentes deste kit diretamente à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
* Nunca meça resistência com o circuito energizado.
* Desligue a alimentação antes de alterar a montagem.
* Não ultrapasse a potência nominal de 1/4 W.
* Verifique a polaridade do LED antes de energizar o circuito.
* Faça você mesmo a experiência antes de realizá-la com os estudantes.
== Experimente com os estudantes ==
Depois de realizar a montagem uma vez, transforme a experiência em uma pequena investigação.
Antes de ligar o circuito, pergunte:
'''“Para que vocês acham que precisamos colocar um resistor junto com o LED?”'''
Depois que o LED acender, peça que os estudantes observem o circuito e proponha outra questão:
'''“É possível descobrir quanta corrente está passando pelo LED usando apenas a tensão medida e o valor do resistor?”'''
Os estudantes podem então:
# identificar o resistor pelo código de cores;
# medir sua resistência com o multímetro;
# montar o circuito com LED;
# observar o LED aceso;
# medir a tensão sobre o resistor;
# utilizar a Lei de Ohm para estimar a corrente;
# comparar o resultado com um resistor de valor maior, como 10 kΩ.
Assim, uma experiência de poucos minutos permite relacionar uma observação concreta — '''o brilho do LED''' — com os conceitos de '''resistência, tensão, corrente, medição e Lei de Ohm'''.
== O nosso modelo ==
O componente disponível no kit é um '''resistor de 220 Ω, potência nominal de 1/4 W e tolerância de 5%, do tipo carbono CR25'''.
[[Categoria:REDEMAISCIENCIADF]]
[[Categoria:Kit de Robótica e Eletrônica]]
```
0vc9tvmeb4zuj4j924g0x73puunr4p2
Resistor Ldr 5 Mm Fotoresistor Gl5516
0
34072
185425
2026-08-19T14:03:04Z
Vinigmp
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: ```mediawiki = Fotoresistor LDR 5 mm GL5516 = [[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]] [[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]] O '''LDR GL5516''' é um componente eletrônico sensível à luz. À primeira vista, ele se parece com um pequeno resistor. A diferença é que sua resistência elétrica '''muda conforme a quantidade de luz que recebe'''. Nesta página, você poderá fazer essa mudança acontecer com a própria mão, o...
185425
wikitext
text/x-wiki
```mediawiki
= Fotoresistor LDR 5 mm GL5516 =
[[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]]
[[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]]
O '''LDR GL5516''' é um componente eletrônico sensível à luz.
À primeira vista, ele se parece com um pequeno resistor. A diferença é que sua resistência elétrica '''muda conforme a quantidade de luz que recebe'''.
Nesta página, você poderá fazer essa mudança acontecer com a própria mão, observá-la no [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]] e montar um pequeno sensor de luminosidade.
== Experimente primeiro: faça a resistência mudar em 2 minutos ==
Esta é a maneira mais rápida de entender o LDR.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 LDR GL5516;
* 1 [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]];
* uma fonte de luz, como a iluminação da sala ou a lanterna de um celular.
'''Não é necessária nenhuma bateria nesta primeira experiência.'''
=== Passo 1: meça o LDR iluminado ===
# Configure o multímetro para medir resistência (Ω).
# Encoste uma ponta de prova em cada terminal do LDR.
# Deixe a parte sensível do componente exposta à luz.
# Observe o valor indicado pelo multímetro.
Agora aproxime uma lanterna do LDR.
'''O que acontece com a resistência?'''
Em geral, quanto mais luz chega ao componente, '''menor fica sua resistência'''.
=== Passo 2: faça o escuro ===
Sem retirar as pontas do multímetro:
# cubra o LDR com a mão;
# espere alguns instantes;
# observe novamente o multímetro.
A resistência deverá aumentar.
Experimente alternar:
'''luz → sombra → luz → sombra'''
e acompanhe os números no multímetro.
'''Pronto: você acabou de usar a luz para modificar uma grandeza elétrica.'''
== O que acabou de acontecer? ==
O LDR é um '''resistor dependente da luz'''.
A sigla vem do inglês:
'''LDR = Light Dependent Resistor'''
ou:
'''resistor dependente da luz'''.
Seu comportamento básico é:
* '''mais luz → menor resistência;'''
* '''menos luz → maior resistência.'''
Isso é diferente de um resistor comum de 220 Ω ou 10 kΩ, cujo valor permanece aproximadamente constante durante o uso.
No LDR, o próprio ambiente participa do circuito.
A luz passa a ser uma informação que pode ser detectada eletricamente.
== Transforme luz em números ==
Agora faça uma pequena investigação.
Escolha três situações:
# LDR coberto pela mão;
# LDR exposto à iluminação da sala;
# LDR iluminado de perto por uma lanterna.
Para cada situação, anote aproximadamente a resistência indicada pelo multímetro.
Você pode montar uma tabela como esta:
{| class="wikitable"
! Situação
! Resistência medida
|-
| LDR coberto
| ______ Ω
|-
| Luz da sala
| ______ Ω
|-
| Lanterna próxima
| ______ Ω
|}
Os valores não precisam ser iguais aos encontrados por outra pessoa.
Eles dependem da quantidade de luz, da distância da fonte luminosa, do próprio componente e das condições da experiência.
O importante é procurar o '''padrão''':
'''quando a iluminação aumenta, a resistência tende a diminuir.'''
== O multímetro mostrou OL? ==
Isso pode acontecer e não significa necessariamente que o LDR esteja estragado.
Quando há pouca luz, a resistência do LDR pode ficar muito alta.
Se o [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]] possuir seleção manual de escala, experimente uma escala maior de resistência.
Por exemplo, se a escala de 20 kΩ não conseguir fazer a leitura, experimente 200 kΩ ou uma escala ainda maior disponível no aparelho.
Depois ilumine novamente o LDR.
Se o valor voltar a aparecer e diminuir com a luz, você acaba de descobrir também por que um multímetro possui diferentes escalas de medição.
== Experimente em 5 minutos: construa um sensor de luz ==
Agora vamos colocar o LDR em um circuito.
Nesta experiência, a quantidade de luz será transformada em uma '''tensão que pode ser medida'''.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 LDR GL5516;
* 1 resistor de '''10 kΩ''';
* 1 [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]];
* uma fonte de corrente contínua de '''3 V a 5 V''';
* fios para as conexões.
'''Atenção:''' utilize somente pilhas, baterias ou fontes didáticas de baixa tensão.
'''Nunca conecte esta montagem diretamente à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
=== Monte o circuito ===
Faça esta ligação:
<pre>
+ 3 V a 5 V
|
[ LDR ]
|
+-------- ponto de medição
|
[ resistor 10 kΩ ]
|
0 V / negativo
</pre>
Esse circuito é chamado de '''divisor de tensão'''.
Não é necessário compreender toda a matemática agora.
Primeiro vamos observar o que ele faz.
=== Use o multímetro ===
Configure o multímetro para medir '''tensão contínua (DC)'''.
Coloque:
* a ponta preta no negativo da fonte;
* a ponta vermelha no ponto de medição entre o LDR e o resistor.
Agora observe o valor indicado.
Faça novamente três situações:
# cubra o LDR;
# deixe-o sob a luz da sala;
# ilumine-o com uma lanterna.
'''A tensão medida deverá mudar conforme a iluminação muda.'''
Você acabou de transformar:
'''luz → mudança de resistência → mudança de tensão → número no multímetro'''
Essa sequência é a base do funcionamento de muitos sensores eletrônicos.
== Por que usamos o resistor de 10 kΩ junto com o LDR? ==
O multímetro mede tensão, mas o LDR responde à luz principalmente mudando sua resistência.
Para transformar essa mudança de resistência em uma tensão fácil de medir, combinamos:
* um resistor conhecido, de 10 kΩ;
* o LDR, cuja resistência varia com a luz.
Os dois formam o '''divisor de tensão'''.
Quando a resistência do LDR muda, a distribuição da tensão entre os dois componentes também muda.
Por isso o multímetro passa a indicar valores diferentes.
Mais tarde, a mesma tensão poderia ser lida por uma entrada analógica de um Arduino ou de outro microcontrolador.
Assim, um computador poderia saber aproximadamente se o ambiente está claro ou escuro.
== Compare com o potenciômetro ==
Se você já experimentou o [[Potenciômetro Linear Rotativo 10k WH148|potenciômetro de 10 kΩ]], existe uma comparação interessante.
No potenciômetro:
'''você gira o eixo → a resistência muda'''
No LDR:
'''a iluminação muda → a resistência muda'''
Nos dois casos, temos uma resistência variável.
A diferença é '''o que provoca a mudança'''.
Essa comparação ajuda a perceber que circuitos eletrônicos podem responder tanto às ações de uma pessoa quanto às mudanças do ambiente.
== Experiência opcional: faça um LED responder à luz ==
Também é possível observar o efeito do LDR visualmente.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 LDR GL5516;
* 1 LED;
* 1 resistor de 220 Ω;
* fonte de '''3 V a 5 V''';
* fios.
Monte:
<pre>
+ 3 V a 5 V
|
[ 220 Ω ]
|
[ LED ]
|
[ LDR ]
|
0 V / negativo
</pre>
Observe a polaridade do LED:
* normalmente, a perna mais longa é o ânodo (+);
* a perna mais curta é o cátodo (−).
Agora ilumine e cubra o LDR.
Quando recebe mais luz, sua resistência diminui e uma corrente maior pode circular pelo circuito.
O LED poderá ficar mais brilhante.
Quando o LDR fica no escuro, sua resistência aumenta e o LED tende a perder brilho ou apagar.
'''Importante:''' dependendo do LED, da iluminação e do próprio LDR, a mudança de brilho pode ser discreta. O experimento com o multímetro é a melhor maneira de observar e medir a variação.
== Como funciona por dentro? ==
A parte visível do LDR contém um material semicondutor sensível à luz.
Quando recebe mais luz, esse material passa a permitir mais facilmente o movimento de cargas elétricas.
Como consequência, sua resistência diminui.
Não é necessário visualizar essas cargas para utilizar o componente.
Para uma primeira experiência, basta guardar a relação:
'''mais luz → menor resistência'''
'''menos luz → maior resistência'''
== O LDR tem lado positivo e negativo? ==
Não.
O LDR possui dois terminais e '''não tem polaridade'''.
Isso significa que seus terminais podem ser invertidos no circuito sem alterar seu comportamento básico.
Nesse aspecto, ele é parecido com os resistores comuns do kit.
O LED é diferente: ele possui polaridade e precisa ser ligado no sentido correto.
== Para que serve ==
Um LDR pode ser utilizado para detectar mudanças de luminosidade.
Algumas aplicações que ajudam a imaginar seu uso são:
* detectar se um ambiente está claro ou escuro;
* perceber quando uma luz é acesa;
* construir experiências de iluminação automática;
* criar alarmes ou brinquedos que respondem à luz;
* medir diferenças de luminosidade;
* realizar experiências com Arduino e outros microcontroladores.
Um LDR não “enxerga” objetos como uma câmera.
Ele responde à '''quantidade de luz que chega à sua superfície'''.
== O que significa GL5516? ==
'''GL5516''' identifica o modelo do fotoresistor utilizado no kit.
Ele pertence à família de pequenos LDRs utilizados em experiências de detecção de luminosidade.
A indicação de '''5 mm''' refere-se aproximadamente ao tamanho da região circular sensível à luz do componente.
Componentes de modelos diferentes podem apresentar resistências diferentes mesmo quando recebem a mesma quantidade de luz.
Por isso, nas atividades escolares, é mais importante observar a '''variação''' do que esperar um número exatamente igual para todos os LDRs.
== Algo deu errado? ==
'''A resistência não muda:'''
* confira se o multímetro está na função de resistência (Ω);
* verifique se as pontas estão realmente tocando os terminais;
* experimente uma diferença maior de iluminação;
* cubra completamente o componente e depois use uma lanterna próxima.
'''O multímetro mostra OL quando cubro o LDR:'''
A resistência pode ter ultrapassado a escala selecionada. Experimente uma escala maior.
'''O valor fica mudando mesmo sem eu fazer nada:'''
Isso pode ser normal. A iluminação do ambiente não é perfeitamente constante e o LDR é sensível a essas variações.
Movimentar a mão, aproximar-se do componente ou mudar sua posição em relação às lâmpadas também pode alterar a leitura.
'''O LED não acendeu no experimento opcional:'''
* desligue a alimentação;
* confira a polaridade do LED;
* verifique as conexões;
* ilumine bem o LDR;
* confira se a fonte está funcionando.
== Cuidados importantes ==
* Utilize somente fontes didáticas, pilhas ou baterias de baixa tensão nas experiências propostas.
* '''Nunca conecte o LDR ou outros componentes do kit diretamente à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
* Nunca utilize a função de resistência do multímetro em um circuito energizado.
* Desligue a alimentação antes de modificar uma montagem.
* Não raspe, corte, lixe ou quebre o LDR.
* Não dobre excessivamente os terminais junto ao corpo do componente.
* Não olhe diretamente para fontes luminosas muito intensas durante as experiências.
* Professores devem realizar a montagem antes de propô-la aos estudantes.
== Experimente com os estudantes ==
O LDR permite transformar a atividade em uma investigação, em vez de simplesmente apresentar uma definição.
Antes de utilizar o multímetro, pergunte:
'''“O que vocês acham que acontecerá com a resistência quando cobrirmos o componente?”'''
Registre as hipóteses.
Depois:
# meçam o LDR sob a luz da sala;
# cubram o componente;
# iluminem-no com uma lanterna;
# anotem os três resultados;
# comparem as medições;
# tentem explicar o padrão encontrado.
Em seguida, pergunte:
'''“Como um circuito poderia usar essa mudança para descobrir se está claro ou escuro?”'''
Monte o divisor de tensão e mostre que a mudança de luz agora aparece como uma mudança de tensão no multímetro.
Com um único componente, os estudantes podem investigar:
* luz;
* resistência elétrica;
* tensão;
* medição;
* sensores;
* coleta de dados;
* formulação de hipóteses;
* relação entre fenômenos físicos e sistemas eletrônicos.
A ideia principal não precisa ser decorada.
Ela pode ser descoberta experimentalmente:
'''a luz mudou → o valor medido mudou.'''
== Desafio de investigação ==
Depois da experiência inicial, tente responder:
* A resistência é maior perto da janela ou no fundo da sala?
* A lanterna do celular produz a mesma leitura a 5 cm e a 30 cm do LDR?
* Uma folha de papel entre a lanterna e o LDR altera a medição?
* Duas camadas de papel produzem o mesmo resultado que uma?
* Luz natural e luz artificial produzem os mesmos valores?
* O que acontece quando fazemos sombra apenas sobre parte do LDR?
Os estudantes podem registrar os resultados em uma tabela e comparar as hipóteses com as medições.
Assim, o LDR deixa de ser apenas um componente eletrônico e se torna também um instrumento para realizar pequenas investigações científicas.
== O nosso modelo ==
O componente disponível no kit é um '''fotoresistor LDR de 5 mm, modelo GL5516'''.
[[Categoria:REDEMAISCIENCIADF]]
[[Categoria:Kit de Robótica e Eletrônica]]
```
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2026-08-19T14:03:41Z
Vinigmp
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wikitext
text/x-wiki
[[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]]
[[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]]
O '''LDR GL5516''' é um componente eletrônico sensível à luz.
À primeira vista, ele se parece com um pequeno resistor. A diferença é que sua resistência elétrica '''muda conforme a quantidade de luz que recebe'''.
Nesta página, você poderá fazer essa mudança acontecer com a própria mão, observá-la no [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]] e montar um pequeno sensor de luminosidade.
== Experimente primeiro: faça a resistência mudar em 2 minutos ==
Esta é a maneira mais rápida de entender o LDR.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 LDR GL5516;
* 1 [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]];
* uma fonte de luz, como a iluminação da sala ou a lanterna de um celular.
'''Não é necessária nenhuma bateria nesta primeira experiência.'''
=== Passo 1: meça o LDR iluminado ===
# Configure o multímetro para medir resistência (Ω).
# Encoste uma ponta de prova em cada terminal do LDR.
# Deixe a parte sensível do componente exposta à luz.
# Observe o valor indicado pelo multímetro.
Agora aproxime uma lanterna do LDR.
'''O que acontece com a resistência?'''
Em geral, quanto mais luz chega ao componente, '''menor fica sua resistência'''.
=== Passo 2: faça o escuro ===
Sem retirar as pontas do multímetro:
# cubra o LDR com a mão;
# espere alguns instantes;
# observe novamente o multímetro.
A resistência deverá aumentar.
Experimente alternar:
'''luz → sombra → luz → sombra'''
e acompanhe os números no multímetro.
'''Pronto: você acabou de usar a luz para modificar uma grandeza elétrica.'''
== O que acabou de acontecer? ==
O LDR é um '''resistor dependente da luz'''.
A sigla vem do inglês:
'''LDR = Light Dependent Resistor'''
ou:
'''resistor dependente da luz'''.
Seu comportamento básico é:
* '''mais luz → menor resistência;'''
* '''menos luz → maior resistência.'''
Isso é diferente de um resistor comum de 220 Ω ou 10 kΩ, cujo valor permanece aproximadamente constante durante o uso.
No LDR, o próprio ambiente participa do circuito.
A luz passa a ser uma informação que pode ser detectada eletricamente.
== Transforme luz em números ==
Agora faça uma pequena investigação.
Escolha três situações:
# LDR coberto pela mão;
# LDR exposto à iluminação da sala;
# LDR iluminado de perto por uma lanterna.
Para cada situação, anote aproximadamente a resistência indicada pelo multímetro.
Você pode montar uma tabela como esta:
{| class="wikitable"
! Situação
! Resistência medida
|-
| LDR coberto
| ______ Ω
|-
| Luz da sala
| ______ Ω
|-
| Lanterna próxima
| ______ Ω
|}
Os valores não precisam ser iguais aos encontrados por outra pessoa.
Eles dependem da quantidade de luz, da distância da fonte luminosa, do próprio componente e das condições da experiência.
O importante é procurar o '''padrão''':
'''quando a iluminação aumenta, a resistência tende a diminuir.'''
== O multímetro mostrou OL? ==
Isso pode acontecer e não significa necessariamente que o LDR esteja estragado.
Quando há pouca luz, a resistência do LDR pode ficar muito alta.
Se o [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]] possuir seleção manual de escala, experimente uma escala maior de resistência.
Por exemplo, se a escala de 20 kΩ não conseguir fazer a leitura, experimente 200 kΩ ou uma escala ainda maior disponível no aparelho.
Depois ilumine novamente o LDR.
Se o valor voltar a aparecer e diminuir com a luz, você acaba de descobrir também por que um multímetro possui diferentes escalas de medição.
== Experimente em 5 minutos: construa um sensor de luz ==
Agora vamos colocar o LDR em um circuito.
Nesta experiência, a quantidade de luz será transformada em uma '''tensão que pode ser medida'''.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 LDR GL5516;
* 1 resistor de '''10 kΩ''';
* 1 [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]];
* uma fonte de corrente contínua de '''3 V a 5 V''';
* fios para as conexões.
'''Atenção:''' utilize somente pilhas, baterias ou fontes didáticas de baixa tensão.
'''Nunca conecte esta montagem diretamente à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
=== Monte o circuito ===
Faça esta ligação:
<pre>
+ 3 V a 5 V
|
[ LDR ]
|
+-------- ponto de medição
|
[ resistor 10 kΩ ]
|
0 V / negativo
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Esse circuito é chamado de '''divisor de tensão'''.
Não é necessário compreender toda a matemática agora.
Primeiro vamos observar o que ele faz.
=== Use o multímetro ===
Configure o multímetro para medir '''tensão contínua (DC)'''.
Coloque:
* a ponta preta no negativo da fonte;
* a ponta vermelha no ponto de medição entre o LDR e o resistor.
Agora observe o valor indicado.
Faça novamente três situações:
# cubra o LDR;
# deixe-o sob a luz da sala;
# ilumine-o com uma lanterna.
'''A tensão medida deverá mudar conforme a iluminação muda.'''
Você acabou de transformar:
'''luz → mudança de resistência → mudança de tensão → número no multímetro'''
Essa sequência é a base do funcionamento de muitos sensores eletrônicos.
== Por que usamos o resistor de 10 kΩ junto com o LDR? ==
O multímetro mede tensão, mas o LDR responde à luz principalmente mudando sua resistência.
Para transformar essa mudança de resistência em uma tensão fácil de medir, combinamos:
* um resistor conhecido, de 10 kΩ;
* o LDR, cuja resistência varia com a luz.
Os dois formam o '''divisor de tensão'''.
Quando a resistência do LDR muda, a distribuição da tensão entre os dois componentes também muda.
Por isso o multímetro passa a indicar valores diferentes.
Mais tarde, a mesma tensão poderia ser lida por uma entrada analógica de um Arduino ou de outro microcontrolador.
Assim, um computador poderia saber aproximadamente se o ambiente está claro ou escuro.
== Compare com o potenciômetro ==
Se você já experimentou o [[Potenciômetro Linear Rotativo 10k WH148|potenciômetro de 10 kΩ]], existe uma comparação interessante.
No potenciômetro:
'''você gira o eixo → a resistência muda'''
No LDR:
'''a iluminação muda → a resistência muda'''
Nos dois casos, temos uma resistência variável.
A diferença é '''o que provoca a mudança'''.
Essa comparação ajuda a perceber que circuitos eletrônicos podem responder tanto às ações de uma pessoa quanto às mudanças do ambiente.
== Experiência opcional: faça um LED responder à luz ==
Também é possível observar o efeito do LDR visualmente.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 LDR GL5516;
* 1 LED;
* 1 resistor de 220 Ω;
* fonte de '''3 V a 5 V''';
* fios.
Monte:
<pre>
+ 3 V a 5 V
|
[ 220 Ω ]
|
[ LED ]
|
[ LDR ]
|
0 V / negativo
</pre>
Observe a polaridade do LED:
* normalmente, a perna mais longa é o ânodo (+);
* a perna mais curta é o cátodo (−).
Agora ilumine e cubra o LDR.
Quando recebe mais luz, sua resistência diminui e uma corrente maior pode circular pelo circuito.
O LED poderá ficar mais brilhante.
Quando o LDR fica no escuro, sua resistência aumenta e o LED tende a perder brilho ou apagar.
'''Importante:''' dependendo do LED, da iluminação e do próprio LDR, a mudança de brilho pode ser discreta. O experimento com o multímetro é a melhor maneira de observar e medir a variação.
== Como funciona por dentro? ==
A parte visível do LDR contém um material semicondutor sensível à luz.
Quando recebe mais luz, esse material passa a permitir mais facilmente o movimento de cargas elétricas.
Como consequência, sua resistência diminui.
Não é necessário visualizar essas cargas para utilizar o componente.
Para uma primeira experiência, basta guardar a relação:
'''mais luz → menor resistência'''
'''menos luz → maior resistência'''
== O LDR tem lado positivo e negativo? ==
Não.
O LDR possui dois terminais e '''não tem polaridade'''.
Isso significa que seus terminais podem ser invertidos no circuito sem alterar seu comportamento básico.
Nesse aspecto, ele é parecido com os resistores comuns do kit.
O LED é diferente: ele possui polaridade e precisa ser ligado no sentido correto.
== Para que serve ==
Um LDR pode ser utilizado para detectar mudanças de luminosidade.
Algumas aplicações que ajudam a imaginar seu uso são:
* detectar se um ambiente está claro ou escuro;
* perceber quando uma luz é acesa;
* construir experiências de iluminação automática;
* criar alarmes ou brinquedos que respondem à luz;
* medir diferenças de luminosidade;
* realizar experiências com Arduino e outros microcontroladores.
Um LDR não “enxerga” objetos como uma câmera.
Ele responde à '''quantidade de luz que chega à sua superfície'''.
== O que significa GL5516? ==
'''GL5516''' identifica o modelo do fotoresistor utilizado no kit.
Ele pertence à família de pequenos LDRs utilizados em experiências de detecção de luminosidade.
A indicação de '''5 mm''' refere-se aproximadamente ao tamanho da região circular sensível à luz do componente.
Componentes de modelos diferentes podem apresentar resistências diferentes mesmo quando recebem a mesma quantidade de luz.
Por isso, nas atividades escolares, é mais importante observar a '''variação''' do que esperar um número exatamente igual para todos os LDRs.
== Algo deu errado? ==
'''A resistência não muda:'''
* confira se o multímetro está na função de resistência (Ω);
* verifique se as pontas estão realmente tocando os terminais;
* experimente uma diferença maior de iluminação;
* cubra completamente o componente e depois use uma lanterna próxima.
'''O multímetro mostra OL quando cubro o LDR:'''
A resistência pode ter ultrapassado a escala selecionada. Experimente uma escala maior.
'''O valor fica mudando mesmo sem eu fazer nada:'''
Isso pode ser normal. A iluminação do ambiente não é perfeitamente constante e o LDR é sensível a essas variações.
Movimentar a mão, aproximar-se do componente ou mudar sua posição em relação às lâmpadas também pode alterar a leitura.
'''O LED não acendeu no experimento opcional:'''
* desligue a alimentação;
* confira a polaridade do LED;
* verifique as conexões;
* ilumine bem o LDR;
* confira se a fonte está funcionando.
== Cuidados importantes ==
* Utilize somente fontes didáticas, pilhas ou baterias de baixa tensão nas experiências propostas.
* '''Nunca conecte o LDR ou outros componentes do kit diretamente à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
* Nunca utilize a função de resistência do multímetro em um circuito energizado.
* Desligue a alimentação antes de modificar uma montagem.
* Não raspe, corte, lixe ou quebre o LDR.
* Não dobre excessivamente os terminais junto ao corpo do componente.
* Não olhe diretamente para fontes luminosas muito intensas durante as experiências.
* Professores devem realizar a montagem antes de propô-la aos estudantes.
== Experimente com os estudantes ==
O LDR permite transformar a atividade em uma investigação, em vez de simplesmente apresentar uma definição.
Antes de utilizar o multímetro, pergunte:
'''“O que vocês acham que acontecerá com a resistência quando cobrirmos o componente?”'''
Registre as hipóteses.
Depois:
# meçam o LDR sob a luz da sala;
# cubram o componente;
# iluminem-no com uma lanterna;
# anotem os três resultados;
# comparem as medições;
# tentem explicar o padrão encontrado.
Em seguida, pergunte:
'''“Como um circuito poderia usar essa mudança para descobrir se está claro ou escuro?”'''
Monte o divisor de tensão e mostre que a mudança de luz agora aparece como uma mudança de tensão no multímetro.
Com um único componente, os estudantes podem investigar:
* luz;
* resistência elétrica;
* tensão;
* medição;
* sensores;
* coleta de dados;
* formulação de hipóteses;
* relação entre fenômenos físicos e sistemas eletrônicos.
A ideia principal não precisa ser decorada.
Ela pode ser descoberta experimentalmente:
'''a luz mudou → o valor medido mudou.'''
== Desafio de investigação ==
Depois da experiência inicial, tente responder:
* A resistência é maior perto da janela ou no fundo da sala?
* A lanterna do celular produz a mesma leitura a 5 cm e a 30 cm do LDR?
* Uma folha de papel entre a lanterna e o LDR altera a medição?
* Duas camadas de papel produzem o mesmo resultado que uma?
* Luz natural e luz artificial produzem os mesmos valores?
* O que acontece quando fazemos sombra apenas sobre parte do LDR?
Os estudantes podem registrar os resultados em uma tabela e comparar as hipóteses com as medições.
Assim, o LDR deixa de ser apenas um componente eletrônico e se torna também um instrumento para realizar pequenas investigações científicas.
== O nosso modelo ==
O componente disponível no kit é um '''fotoresistor LDR de 5 mm, modelo GL5516'''.
[[Categoria:REDEMAISCIENCIADF]]
[[Categoria:Kit de Robótica e Eletrônica]]
```
jtlal6qf3un7wplbsntwfrr8top9vv1
Termistor Ntc 10k 3mm Mf52
0
34073
185427
2026-08-19T14:06:37Z
Vinigmp
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: ```mediawiki = Termistor NTC 10 kΩ 3 mm MF52 = [[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]] [[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]] O '''termistor NTC de 10 kΩ, modelo MF52''' é um componente eletrônico cuja resistência elétrica muda de acordo com a temperatura. Isso permite transformar uma mudança que sentimos — '''mais quente ou mais frio''' — em uma mudança que podemos '''medir com um multímetro'''. Nesta página, v...
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text/x-wiki
```mediawiki
= Termistor NTC 10 kΩ 3 mm MF52 =
[[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]]
[[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]]
O '''termistor NTC de 10 kΩ, modelo MF52''' é um componente eletrônico cuja resistência elétrica muda de acordo com a temperatura.
Isso permite transformar uma mudança que sentimos — '''mais quente ou mais frio''' — em uma mudança que podemos '''medir com um multímetro'''.
Nesta página, você poderá aquecer e resfriar o componente, observar sua resistência mudar e depois utilizá-lo para montar um pequeno '''sensor eletrônico de temperatura'''.
== Experimente primeiro: faça a resistência mudar em 3 minutos ==
Antes de estudar a teoria, vamos fazer o termistor responder à temperatura.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 termistor NTC MF52 de 10 kΩ;
* 1 [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]];
* suas mãos;
* opcionalmente, uma colher ou outro objeto frio.
'''Não é necessária nenhuma bateria nesta primeira experiência.'''
=== Passo 1: meça em temperatura ambiente ===
# Configure o multímetro para medir resistência (Ω).
# Se o aparelho possuir seleção manual de escala, escolha uma escala capaz de medir aproximadamente 10 kΩ, como 20 kΩ.
# Encoste uma ponta de prova em cada terminal do termistor.
# Aguarde alguns segundos.
# Observe o valor indicado.
Em temperatura próxima à ambiente, o valor deverá estar na ordem de '''10 kΩ'''.
Não se preocupe se ele não indicar exatamente 10.000 Ω.
=== Passo 2: aqueça o termistor ===
Sem alterar a configuração do multímetro:
# segure delicadamente a parte revestida do termistor entre os dedos;
# evite encostar simultaneamente nos dois terminais metálicos;
# espere alguns segundos;
# acompanhe o valor no multímetro.
'''O que aconteceu?'''
A resistência deverá '''diminuir''' à medida que o termistor aquece.
Solte o componente e observe novamente.
Conforme ele volta à temperatura ambiente, a resistência tende a aumentar.
'''Pronto: você acabou de transformar uma mudança de temperatura em uma mudança elétrica mensurável.'''
== Por que ele se chama NTC? ==
A sigla '''NTC''' vem do inglês:
'''Negative Temperature Coefficient'''
ou:
'''coeficiente negativo de temperatura'''.
O nome descreve seu comportamento:
'''temperatura aumenta → resistência diminui'''
'''temperatura diminui → resistência aumenta'''
A palavra “negativo” não significa que a temperatura seja negativa.
Ela indica que as duas grandezas variam em sentidos opostos.
Quando uma aumenta, a outra diminui.
== Faça uma experiência com quente e frio ==
Agora tente produzir três situações diferentes.
Você pode utilizar:
# o termistor em temperatura ambiente;
# o calor dos dedos;
# uma colher previamente resfriada e seca.
'''Não coloque o componente diretamente em água, gelo ou outros líquidos.'''
Meça a resistência em cada situação.
Registre os resultados:
{| class="wikitable"
! Situação
! Resistência medida
|-
| Temperatura ambiente
| ______ Ω
|-
| Aquecido pelos dedos
| ______ Ω
|-
| Resfriado
| ______ Ω
|}
Compare os valores.
A pergunta principal é:
'''Em qual situação a resistência foi maior?'''
O esperado é encontrar o seguinte padrão:
* mais quente → resistência menor;
* mais frio → resistência maior.
Os números exatos podem variar.
Neste primeiro experimento, o mais importante não é obter um determinado número, mas '''descobrir a relação entre temperatura e resistência'''.
== Compare com outros componentes do kit ==
Você já pode comparar três componentes diferentes.
No '''resistor comum''':
'''a resistência permanece aproximadamente fixa'''
No [[Potenciômetro Linear Rotativo 10k WH148|potenciômetro]]:
'''você gira o eixo → a resistência muda'''
No termistor NTC:
'''a temperatura muda → a resistência muda'''
Essa comparação mostra uma ideia importante da eletrônica:
'''um circuito pode responder a mudanças do mundo ao seu redor.'''
No termistor, a informação que entra no circuito é a '''temperatura'''.
== Experimente em 5 minutos: construa um sensor de temperatura ==
Agora vamos transformar a mudança de resistência em uma '''mudança de tensão''' que pode ser observada no multímetro.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 termistor NTC MF52 de 10 kΩ;
* 1 resistor comum de '''10 kΩ''';
* 1 [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]];
* uma fonte de corrente contínua de '''3 V a 5 V''';
* fios para as conexões.
'''Atenção:''' utilize apenas pilhas, baterias ou fontes didáticas de baixa tensão.
'''Nunca conecte esta montagem diretamente a uma tomada ou à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
=== Monte o circuito ===
Faça esta ligação:
<pre>
+ 3 V a 5 V
|
[ resistor 10 kΩ ]
|
+------- ponto de medição
|
[ NTC 10 kΩ ]
|
0 V / negativo
</pre>
O resistor de 10 kΩ e o termistor formam um '''divisor de tensão'''.
Não é necessário aprender a fórmula agora.
Primeiro observe o fenômeno.
=== Meça a tensão ===
Configure o [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]] para medir '''tensão contínua (DC)'''.
Coloque:
* a ponta preta no negativo da fonte;
* a ponta vermelha no ponto de medição entre o resistor e o termistor.
Observe a tensão.
Agora aqueça cuidadosamente o termistor com os dedos.
'''A tensão indicada pelo multímetro deverá mudar.'''
Espere o termistor esfriar.
Observe novamente.
Você criou uma sequência:
'''temperatura → resistência → tensão → número no multímetro'''
É dessa maneira que um componente sensível à temperatura pode fornecer informação para um circuito eletrônico.
== O que aconteceu no circuito? ==
O resistor comum possui aproximadamente:
'''10 kΩ'''
O termistor também possui um valor nominal de aproximadamente:
'''10 kΩ'''
mas sua resistência varia conforme a temperatura.
Quando o termistor aquece:
'''sua resistência diminui'''
Como ele faz parte do divisor de tensão, essa mudança também altera a tensão no ponto que estamos medindo.
Na montagem apresentada acima:
'''termistor mais quente → resistência menor → tensão medida menor'''
Quando ele esfria:
'''resistência maior → tensão medida maior'''
Assim, o multímetro não está medindo diretamente a temperatura.
Ele está medindo uma '''tensão que mudou porque a resistência do termistor mudou'''.
== Isso já é um termômetro? ==
Ainda não exatamente.
Neste experimento conseguimos perceber:
'''mais quente'''
ou:
'''mais frio'''
e comparar diferentes situações.
Para transformar uma resistência ou tensão em um valor preciso, como:
'''23 °C'''
'''31 °C'''
'''40 °C'''
é necessário conhecer melhor as características do termistor e realizar uma conversão ou calibração.
Termistores de 10 kΩ são normalmente especificados por um valor de resistência de referência próximo a uma determinada temperatura, frequentemente 25 °C.
Porém, diferentes modelos podem apresentar curvas diferentes de resistência em função da temperatura.
Por isso, para construir um termômetro preciso, devemos consultar as especificações exatas do componente ou calibrá-lo utilizando temperaturas conhecidas.
'''Para esta primeira atividade, não precisamos fazer isso.'''
Nosso objetivo é descobrir experimentalmente que:
'''a temperatura pode ser transformada em uma informação elétrica.'''
== Para que serve ==
Termistores NTC podem ser utilizados para detectar e acompanhar mudanças de temperatura.
Eles aparecem em aplicações como:
* sensores de temperatura;
* termômetros eletrônicos;
* monitoramento de equipamentos;
* sistemas de controle de temperatura;
* projetos com Arduino e outros microcontroladores;
* experiências científicas e de robótica.
Um sistema eletrônico pode utilizar o valor produzido pelo sensor para tomar decisões.
Por exemplo:
'''“Se a temperatura aumentar, ligue um ventilador.”'''
ou:
'''“Se a temperatura ficar muito baixa, acenda um aviso.”'''
O termistor sozinho não toma essa decisão.
Ele fornece ao restante do circuito uma informação relacionada à temperatura.
== O termistor tem lado positivo e negativo? ==
Não.
O termistor NTC possui dois terminais e '''não apresenta polaridade''' para as experiências propostas aqui.
Isso significa que ele pode ser invertido na montagem sem deixar de funcionar.
Nesse aspecto, ele se parece com os resistores comuns do kit.
== Por que 10 kΩ? ==
A indicação '''10 kΩ''' corresponde ao valor nominal de resistência do componente em sua condição de referência.
Lembre-se:
'''10 kΩ = 10.000 Ω'''
Diferentemente de um resistor comum de 10 kΩ, entretanto, o termistor foi feito justamente para que sua resistência varie de maneira previsível com a temperatura.
Por isso, dois componentes podem ter escrito “10 kΩ” e realizar funções bastante diferentes:
'''resistor de 10 kΩ → procura manter aproximadamente o mesmo valor'''
'''termistor NTC de 10 kΩ → utiliza a mudança de resistência para detectar temperatura'''
== O que significa MF52? ==
'''MF52''' identifica uma família de pequenos termistores NTC destinados à detecção de temperatura.
O componente utilizado no kit possui um pequeno corpo sensível à temperatura e dois terminais metálicos.
A indicação de '''3 mm''' se refere aproximadamente às dimensões do pequeno corpo sensor do modelo utilizado.
Por ser pequeno, ele pode responder rapidamente a mudanças de temperatura próximas a ele.
== Algo deu errado? ==
'''A resistência não muda quando seguro o termistor:'''
* confira se o multímetro está na função de resistência (Ω);
* verifique a escala selecionada;
* confira o contato das pontas de prova;
* mantenha o termistor aquecido por alguns segundos;
* observe se a mudança é gradual.
'''O valor não está exatamente em 10 kΩ:'''
Isso não significa necessariamente que o componente esteja com defeito.
A resistência depende da temperatura e das características específicas do termistor.
'''A resistência aumenta quando o termistor esfria:'''
Isso é exatamente o comportamento esperado para um NTC.
'''A tensão não muda no experimento do divisor:'''
* confira as conexões;
* verifique se a fonte está ligada;
* confira se o multímetro está medindo tensão contínua;
* verifique se a ponta preta está no negativo;
* aqueça o termistor por mais alguns segundos.
'''O valor fica mudando sozinho:'''
Pequenas variações podem acontecer porque o termistor responde às mudanças de temperatura do próprio ambiente.
Até segurá-lo, aproximar uma mão ou soprar sobre ele pode alterar sua temperatura.
== Cuidados importantes ==
* Utilize somente fontes didáticas, pilhas ou baterias de baixa tensão nas experiências propostas.
* '''Nunca conecte o termistor diretamente à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
* Nunca utilize a função de resistência do multímetro em um circuito energizado.
* Desligue a alimentação antes de modificar a montagem.
* Não utilize chama, ferro de solda ou outras fontes de calor intenso para aquecer o termistor.
* Não utilize água fervente.
* Não mergulhe o componente em líquidos durante estas experiências.
* Não dobre excessivamente seus terminais junto ao corpo.
* Professores devem realizar a atividade antes de propô-la aos estudantes.
== Experimente com os estudantes ==
Antes de explicar o significado de NTC, apresente o componente e faça uma pergunta:
'''“O que vocês acham que acontecerá com a resistência quando aquecermos este componente?”'''
Registre algumas hipóteses.
Depois:
# meçam a resistência em temperatura ambiente;
# aqueçam o termistor cuidadosamente com os dedos;
# observem o multímetro;
# deixem o componente esfriar;
# observem novamente;
# comparem os valores.
Somente depois revele:
'''NTC significa que a resistência diminui quando a temperatura aumenta.'''
Assim, o conceito aparece como uma explicação para um fenômeno que os estudantes já observaram.
== Desafio de investigação ==
Depois da primeira experiência, tente descobrir:
* O termistor muda de resistência imediatamente ou leva alguns segundos?
* Quanto a resistência muda depois de segurá-lo por 10 segundos?
* E depois de 30 segundos?
* Ele retorna ao valor inicial imediatamente quando é solto?
* A proximidade da mão, sem tocar, já provoca alguma alteração?
* Um objeto frio produz uma mudança maior que o calor dos dedos?
* Todos os termistores do kit apresentam exatamente a mesma leitura?
Os estudantes podem organizar os resultados em uma tabela e construir um gráfico simples.
Por exemplo:
{| class="wikitable"
! Tempo aquecendo
! Resistência
|-
| 0 segundos
| ______ Ω
|-
| 10 segundos
| ______ Ω
|-
| 20 segundos
| ______ Ω
|-
| 30 segundos
| ______ Ω
|}
A partir dos resultados, pergunte:
'''“Qual é a relação entre o tempo de aquecimento e a resistência observada?”'''
Dessa forma, o termistor pode ser usado não apenas para aprender eletrônica, mas também para praticar:
* formulação de hipóteses;
* medição;
* organização de dados;
* construção de tabelas;
* interpretação de gráficos;
* comparação de resultados;
* investigação de fenômenos físicos.
== O nosso modelo ==
O componente disponível no kit é um '''termistor NTC de 10 kΩ, aproximadamente 3 mm, modelo MF52'''.
[[Categoria:REDEMAISCIENCIADF]]
[[Categoria:Kit de Robótica e Eletrônica]]
```
2a1pf0uq32jykyrda9pg3lbv4abc5fx
Trimpot 10k/103 25 Voltas 3296w Baoter/trimmer
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185428
2026-08-19T14:10:35Z
Vinigmp
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: ```mediawiki = Trimpot 10 kΩ/103 25 Voltas 3296W = [[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]] [[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]] O '''trimmer de 10 kΩ, modelo 3296W''', também conhecido como '''trimpot''', é um pequeno resistor variável utilizado para fazer ajustes finos em circuitos eletrônicos. O componente disponível no kit possui '''três terminais''' e seu ajuste é realizado girando um pequeno parafuso. Diferent...
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text/x-wiki
```mediawiki
= Trimpot 10 kΩ/103 25 Voltas 3296W =
[[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]]
[[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]]
O '''trimmer de 10 kΩ, modelo 3296W''', também conhecido como '''trimpot''', é um pequeno resistor variável utilizado para fazer ajustes finos em circuitos eletrônicos.
O componente disponível no kit possui '''três terminais''' e seu ajuste é realizado girando um pequeno parafuso.
Diferentemente de um potenciômetro comum, que pode variar grande parte de seu valor em apenas uma volta, este modelo utiliza aproximadamente '''25 voltas para percorrer toda a faixa de ajuste'''.
Nesta página, você poderá descobrir seus terminais utilizando um [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]], produzir uma tensão ajustável e controlar a corrente que passa por um LED.
== Experimente primeiro: descubra o que o parafuso faz ==
Antes de montar qualquer circuito, vamos observar diretamente a resistência do trimpot.
'''Tempo aproximado: 3 minutos.'''
'''Você vai precisar de:'''
* 1 trimpot 3296W de 10 kΩ;
* 1 [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]];
* 1 chave de fenda pequena adequada ao parafuso do trimpot.
'''Não é necessária nenhuma bateria nesta primeira experiência.'''
=== Observe o componente ===
O trimpot possui:
* três terminais metálicos;
* um pequeno parafuso de ajuste;
* a marcação '''103'''.
Não é necessário saber ainda qual terminal faz o quê.
Vamos descobrir utilizando o multímetro.
=== Meça os terminais ===
# Configure o multímetro para medir resistência (Ω).
# Se o aparelho possuir seleção manual de escala, escolha uma escala capaz de medir pelo menos 10 kΩ, como 20 kΩ.
# Escolha dois dos três terminais e encoste uma ponta de prova em cada um.
# Observe o valor indicado.
# Gire o parafuso algumas voltas e veja se a resistência muda.
# Repita o teste com outras combinações de dois terminais.
Você deverá encontrar uma dupla de terminais cuja resistência permanece próxima de:
'''10 kΩ = 10.000 Ω'''
mesmo quando o parafuso é girado.
Esses são os '''dois extremos da pista resistiva'''.
O terceiro terminal é o '''cursor''', que se desloca eletricamente pela pista quando giramos o parafuso.
'''Pronto: você acabou de identificar os terminais do componente sem precisar decorar sua posição.'''
== Agora veja a resistência variar ==
Mantenha uma ponta do multímetro no '''cursor''' e coloque a outra em um dos terminais externos.
Gire lentamente o parafuso.
Observe o multímetro enquanto gira.
A resistência deverá mudar gradualmente entre valores próximos de:
'''0 Ω'''
e:
'''10.000 Ω'''
Pode ser necessário girar o parafuso muitas vezes para percorrer toda a faixa.
Esse é justamente o objetivo das '''25 voltas'''.
Em vez de provocar uma mudança grande com um pequeno movimento, o trimpot permite fazer alterações pequenas e precisas.
== O que significa “103”? ==
A inscrição '''103''' é um código utilizado para indicar a resistência nominal.
Podemos interpretá-la assim:
'''10 × 10³ Ω'''
ou:
'''10 × 1.000 Ω'''
portanto:
'''103 = 10.000 Ω = 10 kΩ'''
Assim, mesmo sem a embalagem, a marcação ajuda a identificar o valor do componente.
== Por que existem três terminais? ==
Podemos imaginar o interior do trimpot desta forma:
<pre>
Terminal 1 Terminal 3
| |
+-------- 10 kΩ --------------+
^
|
cursor
|
Terminal 2
</pre>
Entre os dois extremos existe uma pista resistiva de aproximadamente 10 kΩ.
O terceiro terminal está conectado ao '''cursor'''.
Quando giramos o parafuso, o cursor muda de posição sobre essa pista.
Por isso:
* entre os dois extremos, a resistência total permanece aproximadamente constante;
* entre o cursor e um extremo, a resistência muda;
* entre o cursor e o outro extremo, a resistência também muda.
== Experimente em 5 minutos: construa uma tensão ajustável ==
Agora vamos utilizar os três terminais.
Nesta experiência, você poderá girar o parafuso e escolher uma tensão observando o [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]].
'''Você vai precisar de:'''
* 1 trimpot 3296W de 10 kΩ;
* 1 multímetro;
* uma fonte de corrente contínua de '''3 V a 5 V''';
* fios para as conexões;
* uma chave de fenda pequena.
'''Atenção:''' utilize somente pilhas, baterias ou fontes didáticas de baixa tensão.
'''Nunca conecte esta montagem diretamente à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
=== Monte o circuito ===
Ligue os dois terminais externos à alimentação:
<pre>
+ 5 V
|
|
[ extremo ]
\
\ Trimpot 10 kΩ
\
[ cursor ] -------- ponto de medição
/
/
[ extremo ]
|
|
0 V / negativo
</pre>
Agora configure o multímetro para medir '''tensão contínua (DC)'''.
Coloque:
* a ponta preta no negativo da fonte;
* a ponta vermelha no terminal do cursor.
Observe a tensão indicada.
Gire lentamente o parafuso.
'''O número indicado pelo multímetro deverá mudar gradualmente.'''
Dependendo do sentido em que você gira, a tensão poderá aumentar ou diminuir.
Você acabou de construir um '''divisor de tensão ajustável'''.
== Faça um desafio de precisão ==
Agora tente ajustar o parafuso até o multímetro indicar determinados valores.
Com uma alimentação de 5 V, tente chegar o mais próximo possível de:
* '''1,0 V'''
* '''2,0 V'''
* '''2,5 V'''
* '''3,0 V'''
* '''4,0 V'''
Experimente chegar exatamente a '''2,50 V'''.
Depois altere um pouco o parafuso e tente voltar ao mesmo valor.
Esta experiência mostra por que existem trimpots de muitas voltas.
As 25 voltas permitem fazer um '''ajuste fino''', modificando pouco a tensão a cada movimento do parafuso.
== Compare com o potenciômetro ==
Se você já experimentou o [[Potenciômetro Linear Rotativo 10k WH148|potenciômetro de 10 kΩ WH148]], compare os dois componentes.
Os dois possuem:
* resistência nominal de 10 kΩ;
* três terminais;
* um cursor;
* resistência variável.
Mas existe uma diferença importante.
No potenciômetro:
'''um pequeno giro do eixo pode produzir uma mudança relativamente grande.'''
No trimpot de 25 voltas:
'''é necessário girar várias vezes para produzir a mesma mudança.'''
Isso faz com que eles sejam adequados para situações diferentes.
Um potenciômetro é conveniente quando uma pessoa precisa fazer ajustes frequentemente, como girar um botão.
Um trimpot é especialmente útil quando queremos '''regular cuidadosamente um circuito e depois deixar o ajuste naquela posição'''.
== Experimente em 5 minutos: controle um LED ==
Agora vamos tornar a mudança visível.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 trimpot de 10 kΩ;
* 1 [[Resistor 220 Ω 1/4 W 5% Carbono CR25|resistor de 220 Ω]];
* 1 LED;
* uma fonte de '''3 V a 5 V''';
* fios;
* 1 multímetro;
* uma chave de fenda pequena.
O resistor de 220 Ω é importante para limitar a corrente quando o trimpot estiver ajustado para uma resistência muito baixa.
=== Monte o circuito ===
Utilize o '''cursor e um dos extremos''' do trimpot:
<pre>
+ 3 V a 5 V
|
[ resistor 220 Ω ]
|
[ LED ]
|
[ trimpot 10 kΩ ]
(cursor + um extremo)
|
0 V / negativo
</pre>
Observe a polaridade do LED.
Normalmente:
* a perna mais longa é o ânodo (+);
* a perna mais curta é o cátodo (−).
Ligue a alimentação e gire lentamente o parafuso do trimpot.
Observe o LED.
A intensidade luminosa deverá mudar.
Quando aumentamos a resistência do trimpot:
'''a corrente diminui → o LED perde brilho'''
Quando diminuímos a resistência:
'''a corrente aumenta → o LED ganha brilho'''
O resistor fixo de 220 Ω continua no circuito para limitar a corrente mesmo quando o trimpot estiver próximo de sua resistência mínima.
== Use o multímetro para enxergar a Lei de Ohm ==
Agora podemos medir o que está acontecendo.
Mantenha o circuito do LED montado.
Configure o multímetro para medir '''tensão contínua (DC)'''.
Meça a tensão entre os dois terminais do '''resistor de 220 Ω'''.
Como conhecemos sua resistência, podemos estimar a corrente utilizando a '''Lei de Ohm''':
<math>I = \frac{V}{R}</math>
Neste caso:
<math>I = \frac{V}{220}</math>
Imagine que o multímetro indique '''1,1 V''' sobre o resistor.
Teremos:
<math>I = \frac{1,1}{220}</math>
<math>I = 0,005 A</math>
ou:
'''I = 5 mA'''
Agora gire o trimpot e faça uma nova medição.
Compare:
* resistência ajustada no trimpot;
* brilho do LED;
* tensão sobre o resistor de 220 Ω;
* corrente calculada.
Você poderá observar uma relação:
'''ajustar resistência → muda a corrente → muda o brilho do LED'''
Assim, o parafuso do trimpot permite modificar uma grandeza que podemos '''ver''' no LED e '''medir''' com o multímetro.
== O que está acontecendo? ==
Quando utilizamos o cursor e um terminal externo, o trimpot funciona como um '''resistor variável'''.
Ao girar o parafuso:
'''a resistência muda'''
Pela Lei de Ohm, essa mudança influencia a corrente elétrica do circuito.
Por isso, o trimpot pode ser usado para ajustar cuidadosamente o funcionamento de outros componentes.
Quando utilizamos os três terminais, ele também pode funcionar como um '''divisor de tensão ajustável'''.
Essas duas possibilidades explicam grande parte de suas aplicações.
== Para que serve ==
Trimmers são usados quando um circuito precisa de um valor ajustável, especialmente quando o ajuste precisa ser feito com precisão.
Podem ser utilizados, por exemplo, para:
* ajustar uma tensão;
* regular a sensibilidade de um sensor;
* definir um ponto de funcionamento de um circuito;
* ajustar brilho ou intensidade;
* estabelecer valores de referência;
* calibrar circuitos;
* realizar experiências com Arduino e outros microcontroladores.
Imagine, por exemplo, um circuito que precisa decidir:
'''“A partir de qual quantidade de luz o LED deve acender?”'''
Um trimpot pode permitir que essa fronteira seja ajustada.
Assim, sensores e trimpots podem trabalhar juntos:
'''o sensor percebe o ambiente'''
e:
'''o trimpot permite ajustar como o circuito deve responder.'''
== O trimpot tem lado positivo e negativo? ==
Não.
O trimpot não possui polaridade como um LED.
Entretanto, a maneira como seus três terminais são conectados determina o sentido em que a resistência ou a tensão varia quando giramos o parafuso.
Se os dois extremos forem trocados em um divisor de tensão, por exemplo, o circuito continuará funcionando, mas o sentido do ajuste será invertido.
== Por que usar 25 voltas? ==
Imagine tentar posicionar uma régua exatamente em um ponto utilizando um movimento muito grande.
Seria difícil.
Agora imagine poder avançar em pequenos passos.
O princípio do trimpot multivoltas é parecido.
As várias voltas do parafuso transformam um movimento relativamente grande da mão em uma pequena alteração elétrica.
Isso facilita ajustes precisos.
Por isso, neste componente, '''mais voltas não significam uma resistência maior'''.
Significam '''maior precisão para percorrer a mesma faixa de 0 a aproximadamente 10 kΩ'''.
== Algo deu errado? ==
'''A resistência não muda quando giro o parafuso:'''
* confira se você está medindo entre o cursor e um dos extremos;
* verifique o contato das pontas de prova;
* gire algumas voltas — a mudança pode ser pequena a cada volta;
* confira se o multímetro está na função de resistência.
'''A leitura permanece próxima de 10 kΩ:'''
Talvez você esteja medindo entre os dois extremos da pista resistiva.
Nesse caso, isso é esperado.
Experimente outra combinação de terminais.
'''Girei uma volta e quase nada aconteceu:'''
Isso também é esperado.
O componente utiliza aproximadamente 25 voltas para percorrer toda sua faixa de ajuste.
'''A tensão aumenta quando eu queria que diminuísse:'''
Troque os dois terminais externos.
O sentido de funcionamento será invertido.
'''O LED não acendeu:'''
* desligue a alimentação;
* confira a polaridade do LED;
* verifique as conexões;
* diminua gradualmente a resistência do trimpot;
* confira se a fonte está funcionando.
== Cuidados importantes ==
* Utilize apenas fontes didáticas, pilhas ou baterias de baixa tensão nas experiências propostas.
* '''Nunca conecte o trimpot ou outros componentes do kit diretamente à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
* Nunca meça resistência com o circuito energizado.
* Desligue a alimentação antes de alterar uma montagem.
* Utilize uma chave de fenda adequada ao parafuso.
* Gire o parafuso suavemente.
* Não force o mecanismo caso encontre resistência mecânica.
* Evite curto-circuitar os terminais com a chave ou outros objetos metálicos.
* Professores devem realizar a experiência antes de propô-la aos estudantes.
== Experimente com os estudantes ==
Em vez de apresentar imediatamente qual é o cursor, proponha uma investigação.
Entregue o trimpot e pergunte:
'''“Temos três terminais. Como podemos descobrir o que cada um faz utilizando apenas o multímetro?”'''
Os estudantes podem:
# medir diferentes pares de terminais;
# girar o parafuso;
# observar quais valores mudam;
# encontrar o par que permanece próximo de 10 kΩ;
# identificar o cursor;
# explicar por que existem três terminais.
Depois, monte o divisor de tensão e proponha outro desafio:
'''“Quem consegue ajustar a saída exatamente para 2,50 V?”'''
Os grupos podem registrar seus resultados:
{| class="wikitable"
! Valor solicitado
! Valor obtido
! Diferença
|-
| 1,00 V
| ______ V
| ______ V
|-
| 2,50 V
| ______ V
| ______ V
|-
| 4,00 V
| ______ V
| ______ V
|}
Pergunte então:
'''“Por que 25 voltas podem ser úteis para conseguir chegar perto do valor desejado?”'''
A função do componente passa a ser compreendida por meio da própria experiência.
== Desafio: faça uma calibração ==
Monte novamente o divisor de tensão com alimentação de 5 V.
Sem olhar para o multímetro inicialmente:
# peça a um estudante para ajustar aproximadamente 2,5 V;
# depois confira o resultado com o multímetro;
# calcule a diferença;
# tente novamente;
# compare a precisão entre as tentativas.
Também é possível comparar o trimpot com o potenciômetro comum de 10 kΩ.
Tente chegar a 2,50 V utilizando cada componente.
Qual deles permite fazer o ajuste mais lentamente?
Qual facilita chegar mais perto do valor escolhido?
Com essa experiência, os estudantes podem explorar:
* resistência elétrica;
* tensão;
* corrente;
* Lei de Ohm;
* divisores de tensão;
* medição;
* precisão;
* calibração;
* formulação de hipóteses;
* comparação de resultados.
== O nosso modelo ==
O componente disponível no kit é um '''trimmer de 10 kΩ (marcação 103), modelo 3296W, com ajuste de aproximadamente 25 voltas'''.
[[Categoria:REDEMAISCIENCIADF]]
[[Categoria:Kit de Robótica e Eletrônica]]
```
d4o7j7v5sql2mfr6zm8qxcdltd8kbuh
Resistores 1/4W 1% 30 Valores
0
34075
185429
2026-08-19T14:14:57Z
Vinigmp
44849
[[Ajuda:SEA|←]] nova página: ```mediawiki = Resistores 1/4 W 1% — 30 Valores = [[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]] [[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]] Este conjunto contém '''30 valores diferentes de resistores fixos''', desde '''10 Ω''' até '''1 MΩ''', todos especificados com potência nominal de '''1/4 W''' e tolerância de '''1%'''. À primeira vista, os resistores podem parecer quase iguais. Entretanto, as faixas coloridas indicam valores...
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wikitext
text/x-wiki
```mediawiki
= Resistores 1/4 W 1% — 30 Valores =
[[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]]
[[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]]
Este conjunto contém '''30 valores diferentes de resistores fixos''', desde '''10 Ω''' até '''1 MΩ''', todos especificados com potência nominal de '''1/4 W''' e tolerância de '''1%'''.
À primeira vista, os resistores podem parecer quase iguais. Entretanto, as faixas coloridas indicam valores muito diferentes, e cada valor modifica de uma forma diferente o comportamento de um circuito.
Nesta página, você poderá:
* descobrir o valor de um resistor pelas cores;
* conferir o resultado com um [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]];
* observar como diferentes resistências alteram o brilho de um LED;
* medir tensão e calcular corrente;
* combinar resistores;
* construir um divisor de tensão;
* compreender o que significam '''1%''' e '''1/4 W'''.
== Comece aqui: descubra um resistor em 2 minutos ==
Antes de estudar códigos ou fórmulas, escolha um resistor do conjunto e faça uma medição.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 resistor qualquer do conjunto;
* 1 [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]].
'''Não é necessária nenhuma fonte de alimentação.'''
# Configure o multímetro para medir resistência (Ω).
# Encoste uma ponta de prova em cada terminal do resistor.
# Observe o valor apresentado.
# Se aparecer ''OL'', infinito ou nenhuma leitura, experimente uma escala maior de resistência.
# Anote o resultado.
Por exemplo, o multímetro poderá mostrar valores próximos de:
'''220 Ω'''
'''1,00 kΩ'''
'''10,0 kΩ'''
'''100 kΩ'''
ou até:
'''1,00 MΩ'''
Você acabou de descobrir eletricamente o valor de um resistor.
Agora observe suas faixas coloridas.
A próxima pergunta é:
'''Como aquelas cores conseguem representar o mesmo número que apareceu no multímetro?'''
== O que é resistência elétrica? ==
Um resistor é um componente que apresenta uma determinada '''resistência elétrica''' à passagem da corrente.
A resistência é medida em '''ohms''', cujo símbolo é:
'''Ω'''
Neste conjunto há resistores muito diferentes.
Por exemplo:
'''10 Ω'''
'''220 Ω'''
'''10.000 Ω'''
'''1.000.000 Ω'''
Todos são resistores, mas apresentam valores de resistência bastante diferentes.
Para uma mesma tensão, um resistor de valor maior tende a permitir uma corrente menor.
É essa diferença que vamos observar nas experiências.
== Ω, kΩ e MΩ: aprendendo a ler os valores ==
Números muito grandes aparecem frequentemente em eletrônica. Para facilitar a escrita, utilizamos prefixos.
'''1 kΩ = 1.000 Ω'''
'''1 MΩ = 1.000.000 Ω'''
Assim:
'''2,2 kΩ = 2.200 Ω'''
'''10 kΩ = 10.000 Ω'''
'''100 kΩ = 100.000 Ω'''
'''1 MΩ = 1.000.000 Ω'''
O menor resistor deste conjunto possui '''10 Ω'''.
O maior possui '''1 MΩ'''.
Isso significa que o maior valor é '''100.000 vezes maior''' que o menor.
== Os 30 valores disponíveis ==
O conjunto possui os seguintes valores:
{| class="wikitable"
! Faixa
! Valores
|-
| '''Ohms (Ω)'''
| 10 Ω, 22 Ω, 47 Ω, 100 Ω, 150 Ω, 200 Ω, 220 Ω, 270 Ω, 330 Ω, 470 Ω, 510 Ω e 680 Ω
|-
| '''Quilo-ohms (kΩ)'''
| 1 kΩ, 2 kΩ, 2,2 kΩ, 3,3 kΩ, 4,7 kΩ, 5,1 kΩ, 6,8 kΩ, 10 kΩ, 20 kΩ, 47 kΩ, 51 kΩ, 68 kΩ, 100 kΩ, 220 kΩ, 300 kΩ, 470 kΩ e 680 kΩ
|-
| '''Mega-ohms (MΩ)'''
| 1 MΩ
|}
Não é necessário memorizar todos esses valores.
O mais importante é aprender a:
# identificar o valor necessário;
# localizar o resistor;
# conferir seu valor com o multímetro;
# compreender o efeito que ele terá no circuito.
== Experimente em 5 minutos: faça o LED mudar de brilho ==
Esta experiência permite '''ver''' o efeito da resistência.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 LED;
* resistores de '''220 Ω, 470 Ω, 1 kΩ e 2,2 kΩ''';
* uma fonte de corrente contínua de '''3 V a 5 V''';
* fios para as conexões.
'''Atenção:''' utilize os valores indicados nesta experiência. Não substitua o resistor de 220 Ω por resistores menores, como 10 Ω, 22 Ω ou 47 Ω.
'''Nunca conecte esta montagem à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
=== Primeira montagem ===
Comece com o resistor de '''220 Ω''':
<pre>
+ 3 V a 5 V
|
[ resistor 220 Ω ]
|
[ LED ]
|
0 V / negativo
</pre>
Observe a polaridade do LED.
Normalmente:
* a perna mais longa é o ânodo (+);
* a perna mais curta é o cátodo (−).
Ligue o circuito e observe o brilho.
Depois '''desligue a alimentação''' e troque somente o resistor.
Teste, nesta ordem:
# 220 Ω;
# 470 Ω;
# 1 kΩ;
# 2,2 kΩ.
Observe o LED em cada situação.
=== O que mudou? ===
Você manteve:
* o mesmo LED;
* a mesma fonte;
* a mesma montagem.
A única coisa que mudou foi a '''resistência'''.
Você deverá perceber uma tendência:
'''resistência menor → corrente maior → LED mais brilhante'''
'''resistência maior → corrente menor → LED menos brilhante'''
Agora a resistência deixou de ser apenas um número escrito no componente.
Ela produziu uma diferença que você conseguiu '''ver'''.
== Faça uma previsão antes de montar ==
Antes de continuar, responda:
'''Qual destes resistores deverá produzir o LED mais brilhante?'''
* 220 Ω
* 1 kΩ
* 2,2 kΩ
E qual deverá produzir o menor brilho?
Faça a previsão primeiro.
Depois monte os circuitos e confira.
Esse pequeno procedimento — '''prever, experimentar e comparar''' — é uma das formas mais importantes de aprender ciência experimentalmente.
== Use o multímetro para enxergar a Lei de Ohm ==
Vamos voltar ao circuito com o resistor de '''220 Ω'''.
Monte:
<pre>
+ 3 V a 5 V
|
[ resistor 220 Ω ]
|
[ LED ]
|
0 V / negativo
</pre>
Agora configure o [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]] para medir '''tensão contínua (DC)'''.
Com o circuito ligado:
# coloque uma ponta do multímetro em cada lado do resistor;
# observe a tensão existente sobre o resistor;
# anote o resultado.
Agora conhecemos:
* a resistência: '''220 Ω''';
* a tensão medida sobre o resistor.
Com essas duas informações podemos estimar a corrente.
A relação é conhecida como '''Lei de Ohm''':
<math>I = \frac{V}{R}</math>
onde:
* '''I''' é a corrente;
* '''V''' é a tensão;
* '''R''' é a resistência.
Suponha que o multímetro tenha indicado '''2,2 V''' sobre o resistor.
Então:
<math>I = \frac{2,2}{220}</math>
<math>I = 0,01 A</math>
ou:
'''I = 10 mA'''
Não é necessário decorar essa conta imediatamente.
Observe primeiro a sequência:
'''o LED acendeu'''
↓
'''medimos a tensão'''
↓
'''já conhecíamos a resistência'''
↓
'''calculamos a corrente'''
A fórmula descreve quantitativamente aquilo que acabamos de observar no circuito.
== Repita e compare ==
Troque agora o resistor de 220 Ω por um de '''470 Ω'''.
Antes de medir, faça uma previsão:
'''A corrente deverá aumentar ou diminuir?'''
Depois:
# ligue o circuito;
# observe o brilho;
# meça a tensão sobre o resistor;
# utilize novamente a Lei de Ohm;
# compare o resultado.
Repita, se desejar, com '''1 kΩ'''.
Dessa maneira, a Lei de Ohm pode ser descoberta por meio de várias medições, e não apenas apresentada como uma fórmula.
== Desafio: organize resistores sem olhar as cores ==
Escolha cinco resistores, por exemplo:
* 220 Ω;
* 470 Ω;
* 1 kΩ;
* 10 kΩ;
* 100 kΩ.
Misture os componentes.
Sem consultar a embalagem:
# utilize somente o multímetro;
# descubra o valor de cada resistor;
# coloque-os em ordem, do menor para o maior.
Depois confira utilizando o código de cores.
Essa atividade ajuda a desenvolver familiaridade com:
* a unidade ohm;
* as escalas do multímetro;
* os prefixos kΩ e MΩ;
* comparação de grandezas.
== O código de cores ==
Como resistores são pequenos, seria difícil imprimir números grandes em seu corpo.
Por isso, muitos resistores axiais utilizam '''faixas coloridas''' para representar seu valor.
Resistores de precisão de 1% são frequentemente identificados por '''cinco faixas'''.
Nesse sistema:
# primeira faixa → primeiro algarismo;
# segunda faixa → segundo algarismo;
# terceira faixa → terceiro algarismo;
# quarta faixa → multiplicador;
# quinta faixa → tolerância.
Para um resistor de '''1%''', a faixa de tolerância é normalmente '''marrom'''.
A faixa de tolerância também costuma aparecer um pouco mais afastada das outras.
Se houver dúvida sobre qual lado deve ser lido primeiro, utilize o multímetro para conferir.
== O significado das cores ==
{| class="wikitable"
! Cor
! Número
|-
| Preto
| 0
|-
| Marrom
| 1
|-
| Vermelho
| 2
|-
| Laranja
| 3
|-
| Amarelo
| 4
|-
| Verde
| 5
|-
| Azul
| 6
|-
| Violeta
| 7
|-
| Cinza
| 8
|-
| Branco
| 9
|}
== Exemplo: descubra um resistor de 220 Ω ==
Em um resistor de cinco faixas de 220 Ω e 1%, encontramos:
'''Vermelho – Vermelho – Preto – Preto – Marrom'''
As três primeiras faixas formam:
'''2 – 2 – 0'''
ou:
'''220'''
A quarta faixa, preta, representa multiplicação por 1.
Então:
'''220 × 1 = 220 Ω'''
A última faixa, marrom, indica:
'''±1%'''
== Exemplo: descubra um resistor de 10 kΩ ==
As faixas são:
'''Marrom – Preto – Preto – Vermelho – Marrom'''
Primeiros três algarismos:
'''1 – 0 – 0 = 100'''
O vermelho como multiplicador corresponde a:
'''× 100'''
Então:
'''100 × 100 = 10.000 Ω'''
ou:
'''10 kΩ'''
== Código de cores dos 30 valores ==
A tabela abaixo considera o '''código convencional de cinco faixas para resistores de 1%'''.
{| class="wikitable"
! Valor
! Faixas
|-
| 10 Ω
| Marrom – Preto – Preto – Dourado – Marrom
|-
| 22 Ω
| Vermelho – Vermelho – Preto – Dourado – Marrom
|-
| 47 Ω
| Amarelo – Violeta – Preto – Dourado – Marrom
|-
| 100 Ω
| Marrom – Preto – Preto – Preto – Marrom
|-
| 150 Ω
| Marrom – Verde – Preto – Preto – Marrom
|-
| 200 Ω
| Vermelho – Preto – Preto – Preto – Marrom
|-
| 220 Ω
| Vermelho – Vermelho – Preto – Preto – Marrom
|-
| 270 Ω
| Vermelho – Violeta – Preto – Preto – Marrom
|-
| 330 Ω
| Laranja – Laranja – Preto – Preto – Marrom
|-
| 470 Ω
| Amarelo – Violeta – Preto – Preto – Marrom
|-
| 510 Ω
| Verde – Marrom – Preto – Preto – Marrom
|-
| 680 Ω
| Azul – Cinza – Preto – Preto – Marrom
|-
| 1 kΩ
| Marrom – Preto – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 2 kΩ
| Vermelho – Preto – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 2,2 kΩ
| Vermelho – Vermelho – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 3,3 kΩ
| Laranja – Laranja – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 4,7 kΩ
| Amarelo – Violeta – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 5,1 kΩ
| Verde – Marrom – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 6,8 kΩ
| Azul – Cinza – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 10 kΩ
| Marrom – Preto – Preto – Vermelho – Marrom
|-
| 20 kΩ
| Vermelho – Preto – Preto – Vermelho – Marrom
|-
| 47 kΩ
| Amarelo – Violeta – Preto – Vermelho – Marrom
|-
| 51 kΩ
| Verde – Marrom – Preto – Vermelho – Marrom
|-
| 68 kΩ
| Azul – Cinza – Preto – Vermelho – Marrom
|-
| 100 kΩ
| Marrom – Preto – Preto – Laranja – Marrom
|-
| 220 kΩ
| Vermelho – Vermelho – Preto – Laranja – Marrom
|-
| 300 kΩ
| Laranja – Preto – Preto – Laranja – Marrom
|-
| 470 kΩ
| Amarelo – Violeta – Preto – Laranja – Marrom
|-
| 680 kΩ
| Azul – Cinza – Preto – Laranja – Marrom
|-
| 1 MΩ
| Marrom – Preto – Preto – Amarelo – Marrom
|}
'''Importante:''' se a aparência das faixas do resistor do kit não corresponder ao esperado, não tente forçar uma interpretação. Confira o valor utilizando o multímetro.
== O que significa tolerância de 1%? ==
Nenhum processo de fabricação produz resistores absolutamente idênticos.
A indicação '''1%''' informa a tolerância nominal em torno do valor indicado.
Por exemplo, para um resistor de:
'''10 kΩ'''
1% corresponde a:
'''100 Ω'''
Portanto, seu valor pode estar aproximadamente entre:
'''9,9 kΩ e 10,1 kΩ'''
Outro exemplo:
Para '''220 Ω''':
'''1% de 220 Ω = 2,2 Ω'''
A faixa esperada é aproximadamente:
'''217,8 Ω a 222,2 Ω'''
== Experimente a tolerância ==
Se houver várias unidades de um mesmo valor no conjunto, escolha, por exemplo, cinco resistores de '''10 kΩ'''.
Meça cada um separadamente.
{| class="wikitable"
! Resistor
! Valor medido
|-
| 1
| ______ Ω
|-
| 2
| ______ Ω
|-
| 3
| ______ Ω
|-
| 4
| ______ Ω
|-
| 5
| ______ Ω
|}
Pergunte:
'''Todos apresentaram exatamente o mesmo valor?'''
Provavelmente haverá pequenas diferenças.
Agora verifique:
'''Todos ficaram entre 9,9 kΩ e 10,1 kΩ?'''
Essa atividade ajuda a compreender que uma especificação técnica não significa necessariamente que todos os objetos fabricados sejam numericamente idênticos.
== Experimente sem alimentação: some resistores ==
Os resistores também podem ser combinados.
Você vai precisar de:
* 1 resistor de 100 Ω;
* 1 resistor de 220 Ω;
* 1 multímetro.
Primeiro meça cada resistor separadamente.
Depois conecte-os em sequência:
<pre>
---[ 100 Ω ]---[ 220 Ω ]---
</pre>
Meça a resistência entre as duas extremidades.
Qual valor apareceu?
A previsão é aproximadamente:
'''100 Ω + 220 Ω = 320 Ω'''
Quando resistores são conectados '''em série''', suas resistências se somam:
<math>R_{total} = R_1 + R_2</math>
Agora compare o resultado com o resistor de '''330 Ω''' disponível no próprio conjunto.
Você construiu uma resistência próxima de 320 Ω combinando dois componentes.
== Desafio: construa valores novos ==
Tente prever e depois medir:
'''220 Ω + 220 Ω = ?'''
'''1 kΩ + 2 kΩ = ?'''
'''4,7 kΩ + 5,1 kΩ = ?'''
'''10 kΩ + 20 kΩ = ?'''
Primeiro faça a conta.
Depois monte.
Por último, confira com o multímetro.
A experiência mostra que os 30 valores do conjunto não representam apenas 30 possibilidades: combinando resistores, podemos produzir muitos outros valores.
== Experimente em 5 minutos: divida uma tensão ==
Dois resistores também podem ser usados para obter uma tensão menor a partir de uma fonte.
Essa montagem é chamada de '''divisor de tensão'''.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 resistor de 10 kΩ;
* 1 resistor de 20 kΩ;
* uma fonte de '''3 V a 5 V''';
* 1 multímetro;
* fios.
Monte:
<pre>
+ 5 V
|
[ 20 kΩ ]
|
+--------- ponto de medição
|
[ 10 kΩ ]
|
0 V
</pre>
Configure o multímetro para medir tensão contínua.
Coloque:
* a ponta preta no negativo;
* a ponta vermelha no ponto entre os dois resistores.
Observe o valor.
Com uma alimentação próxima de 5 V, a tensão no ponto intermediário deverá ficar próxima de '''um terço da tensão da fonte''', aproximadamente:
'''1,7 V'''
Agora troque a posição dos resistores:
<pre>
+ 5 V
|
[ 10 kΩ ]
|
+--------- ponto de medição
|
[ 20 kΩ ]
|
0 V
</pre>
Meça novamente.
Agora o ponto intermediário deverá ficar próximo de '''dois terços da tensão da fonte''', aproximadamente:
'''3,3 V'''
Os componentes são os mesmos.
Apenas suas posições mudaram.
Essa experiência mostra que resistores não servem somente para limitar corrente: eles também podem ser utilizados para '''estabelecer tensões dentro de um circuito'''.
== Por que existem tantos valores? ==
Um circuito eletrônico pode precisar controlar uma corrente pequena, uma corrente maior, dividir uma tensão ou estabelecer uma referência específica.
Um único valor de resistor não conseguiria atender a todas essas situações.
Por isso existem resistores de:
* dezenas de ohms;
* centenas de ohms;
* milhares de ohms;
* centenas de milhares de ohms;
* milhões de ohms.
O conjunto permite experimentar uma grande faixa de valores sem precisar adquirir um componente diferente a cada montagem.
== O que significa 1/4 W? ==
Cada resistor deste conjunto possui potência nominal de:
'''1/4 W = 0,25 W'''
Quando uma corrente atravessa um resistor, parte da energia elétrica é convertida em calor.
Por isso, além da resistência, existe um limite de potência que deve ser respeitado.
A potência pode ser calculada, entre outras formas, por:
<math>P = V \times I</math>
ou:
<math>P = \frac{V^2}{R}</math>
Isso leva a um cuidado importante.
'''Um resistor não deve ser ligado diretamente entre os polos de uma fonte apenas para “ver o que acontece”.'''
Por exemplo, ligar diretamente um resistor de '''10 Ω''' a uma fonte de '''5 V''' resultaria teoricamente em:
<math>P = \frac{5^2}{10}</math>
<math>P = 2,5 W</math>
Isso é '''dez vezes a potência nominal de 0,25 W''' do resistor.
O componente poderia aquecer intensamente e ser danificado.
Por isso, as atividades desta página utilizam circuitos planejados e valores apropriados.
== Resistência maior significa sempre mais segurança? ==
Não necessariamente.
O valor correto depende da função que o resistor desempenha no circuito.
Um resistor muito pequeno pode permitir corrente excessiva.
Um resistor muito grande pode impedir que um componente funcione como esperado.
A pergunta correta não é:
'''“Qual resistor é melhor?”'''
Mas sim:
'''“Qual resistência é adequada para o que queremos que este circuito faça?”'''
A Lei de Ohm ajuda a responder essa pergunta.
== Algo deu errado? ==
'''O multímetro mostra OL ou infinito:'''
A escala selecionada pode ser pequena demais para o resistor. Escolha uma escala maior.
'''Estou medindo um resistor de 1 MΩ e o valor demora para estabilizar:'''
Valores altos podem exigir alguns instantes para uma leitura estável. Evite tocar simultaneamente com os dedos nas partes metálicas dos dois terminais durante a medição.
'''O valor não é exatamente o indicado:'''
Lembre-se de que os resistores possuem tolerância de 1%.
Também existem pequenas incertezas na própria medição.
'''O LED não acendeu:'''
* confira sua polaridade;
* verifique a fonte;
* confira as conexões;
* comece com o resistor de 220 Ω;
* depois aumente gradualmente a resistência.
'''O LED ficou muito fraco com um resistor grande:'''
Isso é esperado. Um resistor maior reduz a corrente do circuito.
'''Um resistor está aquecendo:'''
Desligue imediatamente a alimentação e confira a montagem.
Aquecimento perceptível não faz parte das experiências introdutórias propostas nesta página.
== Cuidados importantes ==
* Nas experiências desta página, utilize somente fontes didáticas, pilhas ou baterias de baixa tensão.
* '''Nunca conecte os resistores diretamente à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
* Não conecte resistores de valores baixos diretamente entre os polos de uma fonte sem calcular previamente corrente e potência.
* Para a experiência com LED, utilize os valores indicados, começando em '''220 Ω'''.
* Nunca utilize a função de resistência do multímetro em um circuito energizado.
* Desligue a alimentação antes de trocar componentes.
* Não ultrapasse a potência nominal de '''1/4 W (0,25 W)'''.
* Não segure um componente que esteja aquecendo.
* Evite dobrar repetidamente os terminais junto ao corpo do resistor.
* O professor deve realizar a montagem antes de propô-la aos estudantes.
== Experimente com os estudantes ==
O conjunto permite organizar uma sequência investigativa em vez de começar com uma explicação teórica.
=== Desafio 1 — Qual é o resistor? ===
Entregue um resistor sem informar seu valor.
Pergunte:
'''“Como podemos descobrir quanto vale este componente?”'''
Deixe os estudantes sugerirem formas de investigação.
Depois utilize:
# o código de cores;
# o multímetro;
# a comparação entre os dois resultados.
=== Desafio 2 — Qual deixa o LED mais brilhante? ===
Apresente:
* 220 Ω;
* 470 Ω;
* 1 kΩ;
* 2,2 kΩ.
Antes de ligar qualquer circuito, peça que os estudantes coloquem os resistores na ordem em que imaginam que produzirão o LED do '''mais brilhante para o menos brilhante'''.
Depois realizem a experiência.
Compare hipótese e resultado.
=== Desafio 3 — Onde está a corrente? ===
Com o LED aceso, pergunte:
'''“Nós conseguimos ver a luz, mas conseguimos descobrir quanta corrente está passando pelo circuito?”'''
Meça a tensão sobre o resistor e utilize a Lei de Ohm.
A matemática surge, assim, para responder uma pergunta criada pela própria experiência.
=== Desafio 4 — Construa uma resistência ===
Forneça dois ou três resistores e proponha:
'''“Conseguimos construir aproximadamente 1.000 Ω sem utilizar o resistor de 1 kΩ?”'''
Os estudantes podem experimentar combinações e conferi-las com o multímetro.
=== Desafio 5 — O que significa 1%? ===
Se houver várias unidades do mesmo valor, meça diferentes exemplares.
Pergunte:
'''“Se todos dizem 10 kΩ, por que os números do multímetro não são exatamente iguais?”'''
A partir daí, introduza o conceito de tolerância.
== Uma sequência de aula possível ==
O conjunto permite uma progressão simples:
'''1. Observar'''
Os resistores parecem iguais, mas possuem faixas diferentes.
'''2. Prever'''
Usar as cores para tentar descobrir o valor.
'''3. Medir'''
Conferir utilizando o multímetro.
'''4. Experimentar'''
Trocar resistores e observar o brilho do LED.
'''5. Comparar'''
Relacionar maior resistência a menor corrente, mantendo as demais condições.
'''6. Quantificar'''
Medir tensão e utilizar a Lei de Ohm.
'''7. Construir'''
Combinar resistores em série e montar divisores de tensão.
'''8. Investigar'''
Criar hipóteses e verificar resultados experimentalmente.
Assim, conceitos que inicialmente parecem abstratos — '''ohm, corrente, tensão, tolerância e potência''' — aparecem como respostas para fenômenos que os estudantes já observaram.
== Perguntas para investigação ==
Depois das experiências iniciais, os estudantes podem investigar:
* Qual dos 30 resistores possui o menor valor?
* Qual possui o maior?
* Quantas vezes 1 kΩ é maior que 10 Ω?
* Qual resistor deixa um LED mais brilhante: 220 Ω ou 2,2 kΩ?
* É possível prever a leitura do multímetro antes de medir?
* Dois resistores de 220 Ω em série dão exatamente 440 Ω?
* Por que o valor medido pode ser um pouco diferente do valor nominal?
* Podemos produzir aproximadamente 1 kΩ combinando outros resistores?
* O que acontece com a tensão de um divisor quando trocamos os resistores de posição?
* Por que não podemos ligar qualquer resistor diretamente a uma bateria?
* Para que serve a especificação de potência?
Essas perguntas permitem trabalhar não apenas eletrônica, mas também:
* proporção;
* unidades de medida;
* potências de dez;
* porcentagem;
* estimativa;
* coleta de dados;
* construção de tabelas;
* interpretação de resultados;
* formulação e teste de hipóteses.
== O nosso conjunto ==
O conjunto disponível no kit possui resistores fixos de '''1/4 W e tolerância nominal de 1%''' nos seguintes 30 valores:
'''10 Ω, 22 Ω, 47 Ω, 100 Ω, 150 Ω, 200 Ω, 220 Ω, 270 Ω, 330 Ω, 470 Ω, 510 Ω, 680 Ω, 1 kΩ, 2 kΩ, 2,2 kΩ, 3,3 kΩ, 4,7 kΩ, 5,1 kΩ, 6,8 kΩ, 10 kΩ, 20 kΩ, 47 kΩ, 51 kΩ, 68 kΩ, 100 kΩ, 220 kΩ, 300 kΩ, 470 kΩ, 680 kΩ e 1 MΩ.'''
== Referências ==
* [https://www.vishay.com/docs/49478/_dale_resistor_color_code_chart_vmn_ms0002_1612.pdf Vishay — Resistor Color Code Chart]
* [https://www.te.com/en/products/passive-components/resistors/intersection/resistor-color-codes.html TE Connectivity — Resistor Color Codes]
[[Categoria:REDEMAISCIENCIADF]]
[[Categoria:Kit de Robótica e Eletrônica]]
```
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185431
185429
2026-08-19T14:15:21Z
Vinigmp
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185431
wikitext
text/x-wiki
[[Rede Mais Ciência nas Escolas Públicas do Distrito Federal]]
[[Kit de Robótica e Eletrônica Básica]]
Este conjunto contém '''30 valores diferentes de resistores fixos''', desde '''10 Ω''' até '''1 MΩ''', todos especificados com potência nominal de '''1/4 W''' e tolerância de '''1%'''.
À primeira vista, os resistores podem parecer quase iguais. Entretanto, as faixas coloridas indicam valores muito diferentes, e cada valor modifica de uma forma diferente o comportamento de um circuito.
Nesta página, você poderá:
* descobrir o valor de um resistor pelas cores;
* conferir o resultado com um [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]];
* observar como diferentes resistências alteram o brilho de um LED;
* medir tensão e calcular corrente;
* combinar resistores;
* construir um divisor de tensão;
* compreender o que significam '''1%''' e '''1/4 W'''.
== Comece aqui: descubra um resistor em 2 minutos ==
Antes de estudar códigos ou fórmulas, escolha um resistor do conjunto e faça uma medição.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 resistor qualquer do conjunto;
* 1 [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]].
'''Não é necessária nenhuma fonte de alimentação.'''
# Configure o multímetro para medir resistência (Ω).
# Encoste uma ponta de prova em cada terminal do resistor.
# Observe o valor apresentado.
# Se aparecer ''OL'', infinito ou nenhuma leitura, experimente uma escala maior de resistência.
# Anote o resultado.
Por exemplo, o multímetro poderá mostrar valores próximos de:
'''220 Ω'''
'''1,00 kΩ'''
'''10,0 kΩ'''
'''100 kΩ'''
ou até:
'''1,00 MΩ'''
Você acabou de descobrir eletricamente o valor de um resistor.
Agora observe suas faixas coloridas.
A próxima pergunta é:
'''Como aquelas cores conseguem representar o mesmo número que apareceu no multímetro?'''
== O que é resistência elétrica? ==
Um resistor é um componente que apresenta uma determinada '''resistência elétrica''' à passagem da corrente.
A resistência é medida em '''ohms''', cujo símbolo é:
'''Ω'''
Neste conjunto há resistores muito diferentes.
Por exemplo:
'''10 Ω'''
'''220 Ω'''
'''10.000 Ω'''
'''1.000.000 Ω'''
Todos são resistores, mas apresentam valores de resistência bastante diferentes.
Para uma mesma tensão, um resistor de valor maior tende a permitir uma corrente menor.
É essa diferença que vamos observar nas experiências.
== Ω, kΩ e MΩ: aprendendo a ler os valores ==
Números muito grandes aparecem frequentemente em eletrônica. Para facilitar a escrita, utilizamos prefixos.
'''1 kΩ = 1.000 Ω'''
'''1 MΩ = 1.000.000 Ω'''
Assim:
'''2,2 kΩ = 2.200 Ω'''
'''10 kΩ = 10.000 Ω'''
'''100 kΩ = 100.000 Ω'''
'''1 MΩ = 1.000.000 Ω'''
O menor resistor deste conjunto possui '''10 Ω'''.
O maior possui '''1 MΩ'''.
Isso significa que o maior valor é '''100.000 vezes maior''' que o menor.
== Os 30 valores disponíveis ==
O conjunto possui os seguintes valores:
{| class="wikitable"
! Faixa
! Valores
|-
| '''Ohms (Ω)'''
| 10 Ω, 22 Ω, 47 Ω, 100 Ω, 150 Ω, 200 Ω, 220 Ω, 270 Ω, 330 Ω, 470 Ω, 510 Ω e 680 Ω
|-
| '''Quilo-ohms (kΩ)'''
| 1 kΩ, 2 kΩ, 2,2 kΩ, 3,3 kΩ, 4,7 kΩ, 5,1 kΩ, 6,8 kΩ, 10 kΩ, 20 kΩ, 47 kΩ, 51 kΩ, 68 kΩ, 100 kΩ, 220 kΩ, 300 kΩ, 470 kΩ e 680 kΩ
|-
| '''Mega-ohms (MΩ)'''
| 1 MΩ
|}
Não é necessário memorizar todos esses valores.
O mais importante é aprender a:
# identificar o valor necessário;
# localizar o resistor;
# conferir seu valor com o multímetro;
# compreender o efeito que ele terá no circuito.
== Experimente em 5 minutos: faça o LED mudar de brilho ==
Esta experiência permite '''ver''' o efeito da resistência.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 LED;
* resistores de '''220 Ω, 470 Ω, 1 kΩ e 2,2 kΩ''';
* uma fonte de corrente contínua de '''3 V a 5 V''';
* fios para as conexões.
'''Atenção:''' utilize os valores indicados nesta experiência. Não substitua o resistor de 220 Ω por resistores menores, como 10 Ω, 22 Ω ou 47 Ω.
'''Nunca conecte esta montagem à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
=== Primeira montagem ===
Comece com o resistor de '''220 Ω''':
<pre>
+ 3 V a 5 V
|
[ resistor 220 Ω ]
|
[ LED ]
|
0 V / negativo
</pre>
Observe a polaridade do LED.
Normalmente:
* a perna mais longa é o ânodo (+);
* a perna mais curta é o cátodo (−).
Ligue o circuito e observe o brilho.
Depois '''desligue a alimentação''' e troque somente o resistor.
Teste, nesta ordem:
# 220 Ω;
# 470 Ω;
# 1 kΩ;
# 2,2 kΩ.
Observe o LED em cada situação.
=== O que mudou? ===
Você manteve:
* o mesmo LED;
* a mesma fonte;
* a mesma montagem.
A única coisa que mudou foi a '''resistência'''.
Você deverá perceber uma tendência:
'''resistência menor → corrente maior → LED mais brilhante'''
'''resistência maior → corrente menor → LED menos brilhante'''
Agora a resistência deixou de ser apenas um número escrito no componente.
Ela produziu uma diferença que você conseguiu '''ver'''.
== Faça uma previsão antes de montar ==
Antes de continuar, responda:
'''Qual destes resistores deverá produzir o LED mais brilhante?'''
* 220 Ω
* 1 kΩ
* 2,2 kΩ
E qual deverá produzir o menor brilho?
Faça a previsão primeiro.
Depois monte os circuitos e confira.
Esse pequeno procedimento — '''prever, experimentar e comparar''' — é uma das formas mais importantes de aprender ciência experimentalmente.
== Use o multímetro para enxergar a Lei de Ohm ==
Vamos voltar ao circuito com o resistor de '''220 Ω'''.
Monte:
<pre>
+ 3 V a 5 V
|
[ resistor 220 Ω ]
|
[ LED ]
|
0 V / negativo
</pre>
Agora configure o [[Multímetro Digital DT830b|multímetro]] para medir '''tensão contínua (DC)'''.
Com o circuito ligado:
# coloque uma ponta do multímetro em cada lado do resistor;
# observe a tensão existente sobre o resistor;
# anote o resultado.
Agora conhecemos:
* a resistência: '''220 Ω''';
* a tensão medida sobre o resistor.
Com essas duas informações podemos estimar a corrente.
A relação é conhecida como '''Lei de Ohm''':
<math>I = \frac{V}{R}</math>
onde:
* '''I''' é a corrente;
* '''V''' é a tensão;
* '''R''' é a resistência.
Suponha que o multímetro tenha indicado '''2,2 V''' sobre o resistor.
Então:
<math>I = \frac{2,2}{220}</math>
<math>I = 0,01 A</math>
ou:
'''I = 10 mA'''
Não é necessário decorar essa conta imediatamente.
Observe primeiro a sequência:
'''o LED acendeu'''
↓
'''medimos a tensão'''
↓
'''já conhecíamos a resistência'''
↓
'''calculamos a corrente'''
A fórmula descreve quantitativamente aquilo que acabamos de observar no circuito.
== Repita e compare ==
Troque agora o resistor de 220 Ω por um de '''470 Ω'''.
Antes de medir, faça uma previsão:
'''A corrente deverá aumentar ou diminuir?'''
Depois:
# ligue o circuito;
# observe o brilho;
# meça a tensão sobre o resistor;
# utilize novamente a Lei de Ohm;
# compare o resultado.
Repita, se desejar, com '''1 kΩ'''.
Dessa maneira, a Lei de Ohm pode ser descoberta por meio de várias medições, e não apenas apresentada como uma fórmula.
== Desafio: organize resistores sem olhar as cores ==
Escolha cinco resistores, por exemplo:
* 220 Ω;
* 470 Ω;
* 1 kΩ;
* 10 kΩ;
* 100 kΩ.
Misture os componentes.
Sem consultar a embalagem:
# utilize somente o multímetro;
# descubra o valor de cada resistor;
# coloque-os em ordem, do menor para o maior.
Depois confira utilizando o código de cores.
Essa atividade ajuda a desenvolver familiaridade com:
* a unidade ohm;
* as escalas do multímetro;
* os prefixos kΩ e MΩ;
* comparação de grandezas.
== O código de cores ==
Como resistores são pequenos, seria difícil imprimir números grandes em seu corpo.
Por isso, muitos resistores axiais utilizam '''faixas coloridas''' para representar seu valor.
Resistores de precisão de 1% são frequentemente identificados por '''cinco faixas'''.
Nesse sistema:
# primeira faixa → primeiro algarismo;
# segunda faixa → segundo algarismo;
# terceira faixa → terceiro algarismo;
# quarta faixa → multiplicador;
# quinta faixa → tolerância.
Para um resistor de '''1%''', a faixa de tolerância é normalmente '''marrom'''.
A faixa de tolerância também costuma aparecer um pouco mais afastada das outras.
Se houver dúvida sobre qual lado deve ser lido primeiro, utilize o multímetro para conferir.
== O significado das cores ==
{| class="wikitable"
! Cor
! Número
|-
| Preto
| 0
|-
| Marrom
| 1
|-
| Vermelho
| 2
|-
| Laranja
| 3
|-
| Amarelo
| 4
|-
| Verde
| 5
|-
| Azul
| 6
|-
| Violeta
| 7
|-
| Cinza
| 8
|-
| Branco
| 9
|}
== Exemplo: descubra um resistor de 220 Ω ==
Em um resistor de cinco faixas de 220 Ω e 1%, encontramos:
'''Vermelho – Vermelho – Preto – Preto – Marrom'''
As três primeiras faixas formam:
'''2 – 2 – 0'''
ou:
'''220'''
A quarta faixa, preta, representa multiplicação por 1.
Então:
'''220 × 1 = 220 Ω'''
A última faixa, marrom, indica:
'''±1%'''
== Exemplo: descubra um resistor de 10 kΩ ==
As faixas são:
'''Marrom – Preto – Preto – Vermelho – Marrom'''
Primeiros três algarismos:
'''1 – 0 – 0 = 100'''
O vermelho como multiplicador corresponde a:
'''× 100'''
Então:
'''100 × 100 = 10.000 Ω'''
ou:
'''10 kΩ'''
== Código de cores dos 30 valores ==
A tabela abaixo considera o '''código convencional de cinco faixas para resistores de 1%'''.
{| class="wikitable"
! Valor
! Faixas
|-
| 10 Ω
| Marrom – Preto – Preto – Dourado – Marrom
|-
| 22 Ω
| Vermelho – Vermelho – Preto – Dourado – Marrom
|-
| 47 Ω
| Amarelo – Violeta – Preto – Dourado – Marrom
|-
| 100 Ω
| Marrom – Preto – Preto – Preto – Marrom
|-
| 150 Ω
| Marrom – Verde – Preto – Preto – Marrom
|-
| 200 Ω
| Vermelho – Preto – Preto – Preto – Marrom
|-
| 220 Ω
| Vermelho – Vermelho – Preto – Preto – Marrom
|-
| 270 Ω
| Vermelho – Violeta – Preto – Preto – Marrom
|-
| 330 Ω
| Laranja – Laranja – Preto – Preto – Marrom
|-
| 470 Ω
| Amarelo – Violeta – Preto – Preto – Marrom
|-
| 510 Ω
| Verde – Marrom – Preto – Preto – Marrom
|-
| 680 Ω
| Azul – Cinza – Preto – Preto – Marrom
|-
| 1 kΩ
| Marrom – Preto – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 2 kΩ
| Vermelho – Preto – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 2,2 kΩ
| Vermelho – Vermelho – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 3,3 kΩ
| Laranja – Laranja – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 4,7 kΩ
| Amarelo – Violeta – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 5,1 kΩ
| Verde – Marrom – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 6,8 kΩ
| Azul – Cinza – Preto – Marrom – Marrom
|-
| 10 kΩ
| Marrom – Preto – Preto – Vermelho – Marrom
|-
| 20 kΩ
| Vermelho – Preto – Preto – Vermelho – Marrom
|-
| 47 kΩ
| Amarelo – Violeta – Preto – Vermelho – Marrom
|-
| 51 kΩ
| Verde – Marrom – Preto – Vermelho – Marrom
|-
| 68 kΩ
| Azul – Cinza – Preto – Vermelho – Marrom
|-
| 100 kΩ
| Marrom – Preto – Preto – Laranja – Marrom
|-
| 220 kΩ
| Vermelho – Vermelho – Preto – Laranja – Marrom
|-
| 300 kΩ
| Laranja – Preto – Preto – Laranja – Marrom
|-
| 470 kΩ
| Amarelo – Violeta – Preto – Laranja – Marrom
|-
| 680 kΩ
| Azul – Cinza – Preto – Laranja – Marrom
|-
| 1 MΩ
| Marrom – Preto – Preto – Amarelo – Marrom
|}
'''Importante:''' se a aparência das faixas do resistor do kit não corresponder ao esperado, não tente forçar uma interpretação. Confira o valor utilizando o multímetro.
== O que significa tolerância de 1%? ==
Nenhum processo de fabricação produz resistores absolutamente idênticos.
A indicação '''1%''' informa a tolerância nominal em torno do valor indicado.
Por exemplo, para um resistor de:
'''10 kΩ'''
1% corresponde a:
'''100 Ω'''
Portanto, seu valor pode estar aproximadamente entre:
'''9,9 kΩ e 10,1 kΩ'''
Outro exemplo:
Para '''220 Ω''':
'''1% de 220 Ω = 2,2 Ω'''
A faixa esperada é aproximadamente:
'''217,8 Ω a 222,2 Ω'''
== Experimente a tolerância ==
Se houver várias unidades de um mesmo valor no conjunto, escolha, por exemplo, cinco resistores de '''10 kΩ'''.
Meça cada um separadamente.
{| class="wikitable"
! Resistor
! Valor medido
|-
| 1
| ______ Ω
|-
| 2
| ______ Ω
|-
| 3
| ______ Ω
|-
| 4
| ______ Ω
|-
| 5
| ______ Ω
|}
Pergunte:
'''Todos apresentaram exatamente o mesmo valor?'''
Provavelmente haverá pequenas diferenças.
Agora verifique:
'''Todos ficaram entre 9,9 kΩ e 10,1 kΩ?'''
Essa atividade ajuda a compreender que uma especificação técnica não significa necessariamente que todos os objetos fabricados sejam numericamente idênticos.
== Experimente sem alimentação: some resistores ==
Os resistores também podem ser combinados.
Você vai precisar de:
* 1 resistor de 100 Ω;
* 1 resistor de 220 Ω;
* 1 multímetro.
Primeiro meça cada resistor separadamente.
Depois conecte-os em sequência:
<pre>
---[ 100 Ω ]---[ 220 Ω ]---
</pre>
Meça a resistência entre as duas extremidades.
Qual valor apareceu?
A previsão é aproximadamente:
'''100 Ω + 220 Ω = 320 Ω'''
Quando resistores são conectados '''em série''', suas resistências se somam:
<math>R_{total} = R_1 + R_2</math>
Agora compare o resultado com o resistor de '''330 Ω''' disponível no próprio conjunto.
Você construiu uma resistência próxima de 320 Ω combinando dois componentes.
== Desafio: construa valores novos ==
Tente prever e depois medir:
'''220 Ω + 220 Ω = ?'''
'''1 kΩ + 2 kΩ = ?'''
'''4,7 kΩ + 5,1 kΩ = ?'''
'''10 kΩ + 20 kΩ = ?'''
Primeiro faça a conta.
Depois monte.
Por último, confira com o multímetro.
A experiência mostra que os 30 valores do conjunto não representam apenas 30 possibilidades: combinando resistores, podemos produzir muitos outros valores.
== Experimente em 5 minutos: divida uma tensão ==
Dois resistores também podem ser usados para obter uma tensão menor a partir de uma fonte.
Essa montagem é chamada de '''divisor de tensão'''.
'''Você vai precisar de:'''
* 1 resistor de 10 kΩ;
* 1 resistor de 20 kΩ;
* uma fonte de '''3 V a 5 V''';
* 1 multímetro;
* fios.
Monte:
<pre>
+ 5 V
|
[ 20 kΩ ]
|
+--------- ponto de medição
|
[ 10 kΩ ]
|
0 V
</pre>
Configure o multímetro para medir tensão contínua.
Coloque:
* a ponta preta no negativo;
* a ponta vermelha no ponto entre os dois resistores.
Observe o valor.
Com uma alimentação próxima de 5 V, a tensão no ponto intermediário deverá ficar próxima de '''um terço da tensão da fonte''', aproximadamente:
'''1,7 V'''
Agora troque a posição dos resistores:
<pre>
+ 5 V
|
[ 10 kΩ ]
|
+--------- ponto de medição
|
[ 20 kΩ ]
|
0 V
</pre>
Meça novamente.
Agora o ponto intermediário deverá ficar próximo de '''dois terços da tensão da fonte''', aproximadamente:
'''3,3 V'''
Os componentes são os mesmos.
Apenas suas posições mudaram.
Essa experiência mostra que resistores não servem somente para limitar corrente: eles também podem ser utilizados para '''estabelecer tensões dentro de um circuito'''.
== Por que existem tantos valores? ==
Um circuito eletrônico pode precisar controlar uma corrente pequena, uma corrente maior, dividir uma tensão ou estabelecer uma referência específica.
Um único valor de resistor não conseguiria atender a todas essas situações.
Por isso existem resistores de:
* dezenas de ohms;
* centenas de ohms;
* milhares de ohms;
* centenas de milhares de ohms;
* milhões de ohms.
O conjunto permite experimentar uma grande faixa de valores sem precisar adquirir um componente diferente a cada montagem.
== O que significa 1/4 W? ==
Cada resistor deste conjunto possui potência nominal de:
'''1/4 W = 0,25 W'''
Quando uma corrente atravessa um resistor, parte da energia elétrica é convertida em calor.
Por isso, além da resistência, existe um limite de potência que deve ser respeitado.
A potência pode ser calculada, entre outras formas, por:
<math>P = V \times I</math>
ou:
<math>P = \frac{V^2}{R}</math>
Isso leva a um cuidado importante.
'''Um resistor não deve ser ligado diretamente entre os polos de uma fonte apenas para “ver o que acontece”.'''
Por exemplo, ligar diretamente um resistor de '''10 Ω''' a uma fonte de '''5 V''' resultaria teoricamente em:
<math>P = \frac{5^2}{10}</math>
<math>P = 2,5 W</math>
Isso é '''dez vezes a potência nominal de 0,25 W''' do resistor.
O componente poderia aquecer intensamente e ser danificado.
Por isso, as atividades desta página utilizam circuitos planejados e valores apropriados.
== Resistência maior significa sempre mais segurança? ==
Não necessariamente.
O valor correto depende da função que o resistor desempenha no circuito.
Um resistor muito pequeno pode permitir corrente excessiva.
Um resistor muito grande pode impedir que um componente funcione como esperado.
A pergunta correta não é:
'''“Qual resistor é melhor?”'''
Mas sim:
'''“Qual resistência é adequada para o que queremos que este circuito faça?”'''
A Lei de Ohm ajuda a responder essa pergunta.
== Algo deu errado? ==
'''O multímetro mostra OL ou infinito:'''
A escala selecionada pode ser pequena demais para o resistor. Escolha uma escala maior.
'''Estou medindo um resistor de 1 MΩ e o valor demora para estabilizar:'''
Valores altos podem exigir alguns instantes para uma leitura estável. Evite tocar simultaneamente com os dedos nas partes metálicas dos dois terminais durante a medição.
'''O valor não é exatamente o indicado:'''
Lembre-se de que os resistores possuem tolerância de 1%.
Também existem pequenas incertezas na própria medição.
'''O LED não acendeu:'''
* confira sua polaridade;
* verifique a fonte;
* confira as conexões;
* comece com o resistor de 220 Ω;
* depois aumente gradualmente a resistência.
'''O LED ficou muito fraco com um resistor grande:'''
Isso é esperado. Um resistor maior reduz a corrente do circuito.
'''Um resistor está aquecendo:'''
Desligue imediatamente a alimentação e confira a montagem.
Aquecimento perceptível não faz parte das experiências introdutórias propostas nesta página.
== Cuidados importantes ==
* Nas experiências desta página, utilize somente fontes didáticas, pilhas ou baterias de baixa tensão.
* '''Nunca conecte os resistores diretamente à rede elétrica de 127 V ou 220 V.'''
* Não conecte resistores de valores baixos diretamente entre os polos de uma fonte sem calcular previamente corrente e potência.
* Para a experiência com LED, utilize os valores indicados, começando em '''220 Ω'''.
* Nunca utilize a função de resistência do multímetro em um circuito energizado.
* Desligue a alimentação antes de trocar componentes.
* Não ultrapasse a potência nominal de '''1/4 W (0,25 W)'''.
* Não segure um componente que esteja aquecendo.
* Evite dobrar repetidamente os terminais junto ao corpo do resistor.
* O professor deve realizar a montagem antes de propô-la aos estudantes.
== Experimente com os estudantes ==
O conjunto permite organizar uma sequência investigativa em vez de começar com uma explicação teórica.
=== Desafio 1 — Qual é o resistor? ===
Entregue um resistor sem informar seu valor.
Pergunte:
'''“Como podemos descobrir quanto vale este componente?”'''
Deixe os estudantes sugerirem formas de investigação.
Depois utilize:
# o código de cores;
# o multímetro;
# a comparação entre os dois resultados.
=== Desafio 2 — Qual deixa o LED mais brilhante? ===
Apresente:
* 220 Ω;
* 470 Ω;
* 1 kΩ;
* 2,2 kΩ.
Antes de ligar qualquer circuito, peça que os estudantes coloquem os resistores na ordem em que imaginam que produzirão o LED do '''mais brilhante para o menos brilhante'''.
Depois realizem a experiência.
Compare hipótese e resultado.
=== Desafio 3 — Onde está a corrente? ===
Com o LED aceso, pergunte:
'''“Nós conseguimos ver a luz, mas conseguimos descobrir quanta corrente está passando pelo circuito?”'''
Meça a tensão sobre o resistor e utilize a Lei de Ohm.
A matemática surge, assim, para responder uma pergunta criada pela própria experiência.
=== Desafio 4 — Construa uma resistência ===
Forneça dois ou três resistores e proponha:
'''“Conseguimos construir aproximadamente 1.000 Ω sem utilizar o resistor de 1 kΩ?”'''
Os estudantes podem experimentar combinações e conferi-las com o multímetro.
=== Desafio 5 — O que significa 1%? ===
Se houver várias unidades do mesmo valor, meça diferentes exemplares.
Pergunte:
'''“Se todos dizem 10 kΩ, por que os números do multímetro não são exatamente iguais?”'''
A partir daí, introduza o conceito de tolerância.
== Uma sequência de aula possível ==
O conjunto permite uma progressão simples:
'''1. Observar'''
Os resistores parecem iguais, mas possuem faixas diferentes.
'''2. Prever'''
Usar as cores para tentar descobrir o valor.
'''3. Medir'''
Conferir utilizando o multímetro.
'''4. Experimentar'''
Trocar resistores e observar o brilho do LED.
'''5. Comparar'''
Relacionar maior resistência a menor corrente, mantendo as demais condições.
'''6. Quantificar'''
Medir tensão e utilizar a Lei de Ohm.
'''7. Construir'''
Combinar resistores em série e montar divisores de tensão.
'''8. Investigar'''
Criar hipóteses e verificar resultados experimentalmente.
Assim, conceitos que inicialmente parecem abstratos — '''ohm, corrente, tensão, tolerância e potência''' — aparecem como respostas para fenômenos que os estudantes já observaram.
== Perguntas para investigação ==
Depois das experiências iniciais, os estudantes podem investigar:
* Qual dos 30 resistores possui o menor valor?
* Qual possui o maior?
* Quantas vezes 1 kΩ é maior que 10 Ω?
* Qual resistor deixa um LED mais brilhante: 220 Ω ou 2,2 kΩ?
* É possível prever a leitura do multímetro antes de medir?
* Dois resistores de 220 Ω em série dão exatamente 440 Ω?
* Por que o valor medido pode ser um pouco diferente do valor nominal?
* Podemos produzir aproximadamente 1 kΩ combinando outros resistores?
* O que acontece com a tensão de um divisor quando trocamos os resistores de posição?
* Por que não podemos ligar qualquer resistor diretamente a uma bateria?
* Para que serve a especificação de potência?
Essas perguntas permitem trabalhar não apenas eletrônica, mas também:
* proporção;
* unidades de medida;
* potências de dez;
* porcentagem;
* estimativa;
* coleta de dados;
* construção de tabelas;
* interpretação de resultados;
* formulação e teste de hipóteses.
== O nosso conjunto ==
O conjunto disponível no kit possui resistores fixos de '''1/4 W e tolerância nominal de 1%''' nos seguintes 30 valores:
'''10 Ω, 22 Ω, 47 Ω, 100 Ω, 150 Ω, 200 Ω, 220 Ω, 270 Ω, 330 Ω, 470 Ω, 510 Ω, 680 Ω, 1 kΩ, 2 kΩ, 2,2 kΩ, 3,3 kΩ, 4,7 kΩ, 5,1 kΩ, 6,8 kΩ, 10 kΩ, 20 kΩ, 47 kΩ, 51 kΩ, 68 kΩ, 100 kΩ, 220 kΩ, 300 kΩ, 470 kΩ, 680 kΩ e 1 MΩ.'''
== Referências ==
* [https://www.vishay.com/docs/49478/_dale_resistor_color_code_chart_vmn_ms0002_1612.pdf Vishay — Resistor Color Code Chart]
* [https://www.te.com/en/products/passive-components/resistors/intersection/resistor-color-codes.html TE Connectivity — Resistor Color Codes]
[[Categoria:REDEMAISCIENCIADF]]
[[Categoria:Kit de Robótica e Eletrônica]]
9qowqui2fzxg1y9umtv3rv0amqpbwvl
CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução ao Cálculo Variacional
0
34076
185432
2026-08-19T14:20:50Z
Isaac Melchzedek Xavier Veras
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: == Programa do Componente Curricular == {| class="wikitable" |'''Código:''' | colspan="9" |MC(novo) |- |'''Componente Curricular:''' | colspan="9" |Método dos Elementos Finitos |- |'''Semestre de Oferta:''' | colspan="2" | - |'''Tipo:''' |Disciplina |'''Caráter:''' | colspan="4" |Optativa |- |'''Unidade Acadêmica Responsável:''' | colspan="9" |[[CCT-UFCA|Centro de Ciências e Tecnologia - CCT]] |- |'''Área:''' | colspan="9" |Matemática pura |- |'''Cr...
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text/x-wiki
== Programa do Componente Curricular ==
{| class="wikitable"
|'''Código:'''
| colspan="9" |MC(novo)
|-
|'''Componente Curricular:'''
| colspan="9" |Método dos Elementos Finitos
|-
|'''Semestre de Oferta:'''
| colspan="2" | -
|'''Tipo:'''
|Disciplina
|'''Caráter:'''
| colspan="4" |Optativa
|-
|'''Unidade Acadêmica Responsável:'''
| colspan="9" |[[CCT-UFCA|Centro de Ciências e Tecnologia - CCT]]
|-
|'''Área:'''
| colspan="9" |Matemática pura
|-
|'''Créditos:'''
|04
|'''Carga horária:'''
|64
|'''Teórica:'''
|64
|'''Prática'''
| -
|'''Extensão:'''
| -
|-
|'''Pré-requisito:'''
| colspan="9" |Analise I
|-
|'''Co-requisito:'''
| colspan="9" | -
|-
|'''Equivalência:'''
| colspan="9" | -
|}
= Ementa =
O método dos elementos finitos; Formulação fraca de problemas unidimensionais lineares de segunda ordem; aproximações de Galerkin; Funções base dos elementos finitos; interpolação e aproximação por elementos finitos; condições de contorno; Problemas bidimensionais: problemas de valores de contorno; interpolação por elementos finitos; cálculo com elementos bidimensionais; transformação de coordenadas; elementos finitos isoparamétricos. Elementos Finitos aplicados a equações diferenciais parciais elípticas.
'''objetivos:'''
Aprender a usar o método dos elementos finitos para resolver numericamente problemas básicos de transferência de calor e de mecânica dos fluidos em geometrias simples. Implementar e usar programas computacionais. Estimar erros numéricos.
== Bibliografia básica ==
# Um Primeiro Curso em Elementos Finitos, Jacob Fish and Ted Belytschko, 1a Edição ,LTC, 2009; ISBN: 978-0-470-03580-1 Claes Johnson, Numerical Solution of Partial Differential Equations by the Finite Element Method, Cambridge University Press, 1987 H. C. Elman, D. J. Silvester, and A. J. Wathen, Finite Elements and Fast Iterative Solvers: with Applications in Incompressible Fluid Dynamics, 2nd Edition, Oxford University Press, Oxford, 2014
== Bibliografia complementar ==
# HUGHES, T.J.R., 2000. The Finite Element Method: Linear Static and Dynamic Finite Element Analysis, Dover Publications; Cook, R.D.; Malkus, D.S.; and Plesha, M.E., Concepts and Applications of Finite Element Analysis, John Wiley & Sons, 1989. BATHE, K. J. 1996. Finite Element Procedures. Prentice Hall Inc, New York. Reddy, J. N., An Introduction to the Finite Element Method, McGraw Hill, 1984. ZIENKIEVICZ, C., TAYLOR, R. L., 2002. The Finite Element Method. Vol 1, Ed 4, McGraw Hill, London.
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2026-08-19T14:24:18Z
Isaac Melchzedek Xavier Veras
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text/x-wiki
== Programa do Componente Curricular ==
{| class="wikitable"
|'''Código:'''
| colspan="9" |MC(novo)
|-
|'''Componente Curricular:'''
| colspan="9" |Método dos Elementos Finitos
|-
|'''Semestre de Oferta:'''
| colspan="2" | -
|'''Tipo:'''
|Disciplina
|'''Caráter:'''
| colspan="4" |Optativa
|-
|'''Unidade Acadêmica Responsável:'''
| colspan="9" |[[CCT-UFCA|Centro de Ciências e Tecnologia - CCT]]
|-
|'''Área:'''
| colspan="9" |Matemática pura
|-
|'''Créditos:'''
|04
|'''Carga horária:'''
|64
|'''Teórica:'''
|64
|'''Prática'''
| -
|'''Extensão:'''
| -
|-
|'''Pré-requisito:'''
| colspan="9" |Analise I
|-
|'''Co-requisito:'''
| colspan="9" | -
|-
|'''Equivalência:'''
| colspan="9" | -
|}
= Objetivos =
Apresentar aos alunos os conceitos fundamentais e as técnicas iniciais do cálculo variacional, permitindo que eles desenvolvam habilidades de modelagem e resolução de problemas variacionais. Além disso, vale destacar que se trata de uma disciplina voltada para os discentes que pretendem seguir no estudo da matemática aplicada.
= Ementa =
Princípios de Fermat. e de Maupertuis. Equação de Euler-Lagrange. Aplicações do princípio variacional. Formulações Lagrangeana e Hamiltoniana da Mecânica Clássica. Problemas variacionais com vínculos. Formulação variacional de meios contínuos e Teoria Clássica de Campos. Formulação variacional de problemas de auto-valores.
== Bibliografia básica ==
# Arnold V.I.: Métodos Matemáticos da Mecânica Clássica, Ed. Mir (1987).
# Leitão HYPERLINK "file:///C:/Eliezer/MTM5865.doc"A.C.G.: “Cálculo Variacional e Controle Ótimo”, 23º CBM, IMPA (2001).
# Krasnov, M.L. et al. Cálculo Variacional. Moscou: Mir.
== Bibliografia complementar ==
# Butkov E.: “Física Matemática”, Guanabara Dois (1968).
# Gelfand, I.M. & Fomin, S.V. Calculus of Variations. Prentice-Hall. 1963.
# Goldstine H.H.: “A History of the Calculus of Variations from the 17th through the 19th century”,Springer Verlag (1980).
# Lanczos C.: The Variational Principles of Mechanics, Univ. of Toronto Press (1970).
# Leitmann G.: “The Calculus of Variations and Optimal Control. An Introduction”., Plenum Press (1981).
4het0mpm56a5qc2hmk55hzz5pdc6a0t
CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Visualização Científica
0
34077
185434
2026-08-19T14:28:01Z
Isaac Melchzedek Xavier Veras
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: == Programa do Componente Curricular == {| class="wikitable" |'''Código:''' | colspan="9" |MC0033 |- |'''Componente Curricular:''' | colspan="9" |Introdução à Visualização Científica |- |'''Semestre de Oferta:''' | colspan="2" | - |'''Tipo:''' |Disciplina |'''Caráter:''' | colspan="4" |Optativa |- |'''Unidade Acadêmica Responsável:''' | colspan="9" |[[CCT-UFCA|Centro de Ciências e Tecnologia - CCT]] |- |'''Área:''' | colspan="9" |Matemática pura...
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text/x-wiki
== Programa do Componente Curricular ==
{| class="wikitable"
|'''Código:'''
| colspan="9" |MC0033
|-
|'''Componente Curricular:'''
| colspan="9" |Introdução à Visualização Científica
|-
|'''Semestre de Oferta:'''
| colspan="2" | -
|'''Tipo:'''
|Disciplina
|'''Caráter:'''
| colspan="4" |Optativa
|-
|'''Unidade Acadêmica Responsável:'''
| colspan="9" |[[CCT-UFCA|Centro de Ciências e Tecnologia - CCT]]
|-
|'''Área:'''
| colspan="9" |Matemática pura
|-
|'''Créditos:'''
|04
|'''Carga horária:'''
|64
|'''Teórica:'''
|64
|'''Prática'''
| -
|'''Extensão:'''
| -
|-
|'''Pré-requisito:'''
| colspan="9" |Programação Orientada a Objetos (MC0018)
|-
|'''Co-requisito:'''
| colspan="9" | -
|-
|'''Equivalência:'''
| colspan="9" | -
|}
= Objetivos =
Apresentar aos alunos os conceitos fundamentais e as técnicas iniciais do cálculo variacional, permitindo que eles desenvolvam habilidades de modelagem e resolução de problemas variacionais. Além disso, vale destacar que se trata de uma disciplina voltada para os discentes que pretendem seguir no estudo da matemática aplicada.
= Ementa =
Princípios de Fermat. e de Maupertuis. Equação de Euler-Lagrange. Aplicações do princípio variacional. Formulações Lagrangeana e Hamiltoniana da Mecânica Clássica. Problemas variacionais com vínculos. Formulação variacional de meios contínuos e Teoria Clássica de Campos. Formulação variacional de problemas de auto-valores.
== Bibliografia básica ==
# Arnold V.I.: Métodos Matemáticos da Mecânica Clássica, Ed. Mir (1987).
# Leitão HYPERLINK "file:///C:/Eliezer/MTM5865.doc"A.C.G.: “Cálculo Variacional e Controle Ótimo”, 23º CBM, IMPA (2001).
# Krasnov, M.L. et al. Cálculo Variacional. Moscou: Mir.
== Bibliografia complementar ==
# Butkov E.: “Física Matemática”, Guanabara Dois (1968).
# Gelfand, I.M. & Fomin, S.V. Calculus of Variations. Prentice-Hall. 1963.
# Goldstine H.H.: “A History of the Calculus of Variations from the 17th through the 19th century”,Springer Verlag (1980).
# Lanczos C.: The Variational Principles of Mechanics, Univ. of Toronto Press (1970).
# Leitmann G.: “The Calculus of Variations and Optimal Control. An Introduction”., Plenum Press (1981).
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2026-08-19T14:29:42Z
Isaac Melchzedek Xavier Veras
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text/x-wiki
== Programa do Componente Curricular ==
{| class="wikitable"
|'''Código:'''
| colspan="9" |MC0033
|-
|'''Componente Curricular:'''
| colspan="9" |Introdução à Visualização Científica
|-
|'''Semestre de Oferta:'''
| colspan="2" | -
|'''Tipo:'''
|Disciplina
|'''Caráter:'''
| colspan="4" |Optativa
|-
|'''Unidade Acadêmica Responsável:'''
| colspan="9" |[[CCT-UFCA|Centro de Ciências e Tecnologia - CCT]]
|-
|'''Área:'''
| colspan="9" |Matemática pura
|-
|'''Créditos:'''
|04
|'''Carga horária:'''
|64
|'''Teórica:'''
|64
|'''Prática'''
| -
|'''Extensão:'''
| -
|-
|'''Pré-requisito:'''
| colspan="9" |Programação Orientada a Objetos (MC0018)
|-
|'''Co-requisito:'''
| colspan="9" | -
|-
|'''Equivalência:'''
| colspan="9" | -
|}
= Objetivos =
Apresentação de uma visão que reflita a situação atual da Visualização Científica, abordando os principais conceitos, quais os seus objetivos e aplicações, quais as técnicas e ferramentas computacionais para visualização de dados científicos de uso geral disponíveis atualmente e os tipos de dados que são visualizados.
= Ementa =
Princípios de Fermat. e de Maupertuis. Equação de Euler-Lagrange. Aplicações do princípio variacional. Formulações Lagrangeana e Hamiltoniana da Mecânica Clássica. Problemas variacionais com vínculos. Formulação variacional de meios contínuos e Teoria Clássica de Campos. Formulação variacional de problemas de auto-valores.
== Bibliografia básica ==
# Arnold V.I.: Métodos Matemáticos da Mecânica Clássica, Ed. Mir (1987).
# Leitão HYPERLINK "file:///C:/Eliezer/MTM5865.doc"A.C.G.: “Cálculo Variacional e Controle Ótimo”, 23º CBM, IMPA (2001).
# Krasnov, M.L. et al. Cálculo Variacional. Moscou: Mir.
== Bibliografia complementar ==
# Butkov E.: “Física Matemática”, Guanabara Dois (1968).
# Gelfand, I.M. & Fomin, S.V. Calculus of Variations. Prentice-Hall. 1963.
# Goldstine H.H.: “A History of the Calculus of Variations from the 17th through the 19th century”,Springer Verlag (1980).
# Lanczos C.: The Variational Principles of Mechanics, Univ. of Toronto Press (1970).
# Leitmann G.: “The Calculus of Variations and Optimal Control. An Introduction”., Plenum Press (1981).
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CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Análise Funcional
0
34078
185436
2026-08-19T14:33:55Z
Isaac Melchzedek Xavier Veras
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: == Programa do Componente Curricular == {| class="wikitable" |'''Código:''' | colspan="9" |MC0031 |- |'''Componente Curricular:''' | colspan="9" |Introdução à Análise Funcional |- |'''Semestre de Oferta:''' | colspan="2" | - |'''Tipo:''' |Disciplina |'''Caráter:''' | colspan="4" |Optativa |- |'''Unidade Acadêmica Responsável:''' | colspan="9" |[[CCT-UFCA|Centro de Ciências e Tecnologia - CCT]] |- |'''Área:''' | colspan="9" |Matemática pura |- |'''...
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text/x-wiki
== Programa do Componente Curricular ==
{| class="wikitable"
|'''Código:'''
| colspan="9" |MC0031
|-
|'''Componente Curricular:'''
| colspan="9" |Introdução à Análise Funcional
|-
|'''Semestre de Oferta:'''
| colspan="2" | -
|'''Tipo:'''
|Disciplina
|'''Caráter:'''
| colspan="4" |Optativa
|-
|'''Unidade Acadêmica Responsável:'''
| colspan="9" |[[CCT-UFCA|Centro de Ciências e Tecnologia - CCT]]
|-
|'''Área:'''
| colspan="9" |Matemática pura
|-
|'''Créditos:'''
|04
|'''Carga horária:'''
|64
|'''Teórica:'''
|64
|'''Prática'''
| -
|'''Extensão:'''
| -
|-
|'''Pré-requisito:'''
| colspan="9" |Introdução aos Espaços Métricos e Álgebra Linear
|-
|'''Co-requisito:'''
| colspan="9" | -
|-
|'''Equivalência:'''
| colspan="9" | -
|}
= Objetivos =
Estudar a estrutura dos espaços vetoriais normados e dos operadores lineares contínuos, com ênfase nos espaços de Banach, a fim de aplicar esses conceitos em diversas áreas da matemática e de outras ciências. Além disso, vale destacar que se trata de uma disciplina voltada para os discentes que pretendem seguir no estudo da matemática pura.
= Ementa =
Teorema de Hahn-Banach (versão analítica e geométrica); Teoremas de Banach Steinhaus; Teorema da aplicação aberta; Teorema do grafo fechado; Ortogonalidade; Operadores não limitados; Adjunto; Topologias fracas; Espaços reflexivos; Espaços separáveis, Espaços uniformemente convexos; Espaços L^p: Reflexividade, Separabilidade, Dual de L^p, Convolução, Regularização; Espaços de Hilbert, Teorema da Projeção, Dual de um espaço de Hilbert, Somas Hilbertianas, Base Hilbertiana; Espectro de operadores: Definição e propriedades fundamentais, Espectro essencial, Teorema de Krein-Rutman, Operadores compactos, Teoria de Riesz-Fredholm, Espectro de operadores compactos, decomposição espectral de operadores auto-adjuntos compactos.
== Bibliografia básica ==
# Arnold V.I.: Métodos Matemáticos da Mecânica Clássica, Ed. Mir (1987).
# Leitão HYPERLINK "file:///C:/Eliezer/MTM5865.doc"A.C.G.: “Cálculo Variacional e Controle Ótimo”, 23º CBM, IMPA (2001).
# Krasnov, M.L. et al. Cálculo Variacional. Moscou: Mir.
== Bibliografia complementar ==
# Butkov E.: “Física Matemática”, Guanabara Dois (1968).
# Gelfand, I.M. & Fomin, S.V. Calculus of Variations. Prentice-Hall. 1963.
# Goldstine H.H.: “A History of the Calculus of Variations from the 17th through the 19th century”,Springer Verlag (1980).
# Lanczos C.: The Variational Principles of Mechanics, Univ. of Toronto Press (1970).
# Leitmann G.: “The Calculus of Variations and Optimal Control. An Introduction”., Plenum Press (1981).
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CCT-UFCA/Matemática Computacional/Modelagem e Análise Multivariada
0
34079
185437
2026-08-19T14:39:48Z
Isaac Melchzedek Xavier Veras
44358
[[Ajuda:SEA|←]] nova página: == Programa do Componente Curricular == {| class="wikitable" |'''Código:''' | colspan="9" |MC0037 |- |'''Componente Curricular:''' | colspan="9" |Modelagem e Análise Multivariada |- |'''Semestre de Oferta:''' | colspan="2" | - |'''Tipo:''' |Disciplina |'''Caráter:''' | colspan="4" |Optativa |- |'''Unidade Acadêmica Responsável:''' | colspan="9" |[[CCT-UFCA|Centro de Ciências e Tecnologia - CCT]] |- |'''Área:''' | colspan="9" |Matemática pura |- |'''C...
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wikitext
text/x-wiki
== Programa do Componente Curricular ==
{| class="wikitable"
|'''Código:'''
| colspan="9" |MC0037
|-
|'''Componente Curricular:'''
| colspan="9" |Modelagem e Análise Multivariada
|-
|'''Semestre de Oferta:'''
| colspan="2" | -
|'''Tipo:'''
|Disciplina
|'''Caráter:'''
| colspan="4" |Optativa
|-
|'''Unidade Acadêmica Responsável:'''
| colspan="9" |[[CCT-UFCA|Centro de Ciências e Tecnologia - CCT]]
|-
|'''Área:'''
| colspan="9" |Matemática pura
|-
|'''Créditos:'''
|04
|'''Carga horária:'''
|64
|'''Teórica:'''
|32
|'''Prática'''
|32
|'''Extensão:'''
| -
|-
|'''Pré-requisito:'''
| colspan="9" |MC0006 Álgebra Linear I E MC0036 Estatística Computacional
|-
|'''Co-requisito:'''
| colspan="9" | -
|-
|'''Equivalência:'''
| colspan="9" | -
|}
= Objetivos =
Aproximar os graduandos da modelagem da associação entre duas ou mais variáveis e da sua predição. Um objetivo adicional é o desenvolvimento de habilidades práticas, através de ferramentas computacionais.
= Ementa =
Modelos de kNN; Noções de classificação e conglomeração; Análise de regressão; Análise de componentes principais; Análise discriminante; redes Bayesianas.
== Bibliografia básica ==
# Webb, A.R. Statistical Pattern Recognition. 2nd Edition. Chichester: John Wiley & Sons. 2002.
# Kutner, M. H., Nachtsheim, C. J., Neter, J. & Li, W. Applied linear statistical models 5th ed. McGraw-Hill Irwin: New York. 2005.
# Korb, K. B.; Nicholson, A. E. . Bayesian artificial intelligence. Florida: CRC Press, 2003.
== Bibliografia complementar ==
# BAROUCHE, J; SAPORTA G. Análise de dados. Rio de Janeiro: Zahar editores. 1980.
# HAIR, A. et all. Análise Multivariada de dados. Porto Alegre: Artmed. 2005.
# JOHNSON, R.A., WICHERN, D.W. Applied multivariate statistical analysis: 3 ed. New Jersey: Prentice-Hall. 1992.
# Pearl, J.. Probabilistic reasoning in intelligent systems: networks of plausible inference. San diego: Morgan Kaufman. 1988.
# MARDIA, K.V.; KENT, J.T.; BIBBY, J.M. Multivariate analysis. London: Academic,. 1979.
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CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Teoria da Medida
0
34080
185445
2026-08-19T18:11:39Z
Raniele84
43312
editei a disciplina de introdução a teoria da medida
185445
wikitext
text/x-wiki
{| class="wikitable"
|'''Código:'''
| colspan="9" |MC0047
|-
|'''Componente Curricular:'''
| colspan="9" |Introdução à Teoria da Medida
|-
|'''Semestre de Oferta:'''
| colspan="2" | -
|'''Tipo:'''
|Disciplina
|'''Caráter:'''
| colspan="4" |Optativa
|-
|'''Unidade Acadêmica Responsável:'''
| colspan="9" |Centro de Ciências e Tecnologia - CCT
|-
|'''Área:'''
| colspan="9" |Matemática
|-
|'''Créditos:'''
|4
|'''Carga horária:'''
|64
|'''Teórica:'''
|64
|'''Prática'''
| -
|'''Extensão:'''
| -
|-
|'''Pré-requisito:'''
| colspan="9" |Análise I
|-
|'''Co-requisito:'''
| colspan="9" |
|-
|'''Equivalência:'''
| colspan="9" |
|}
'''Ementa :''' Conjuntos e Funções Mensuráveis. Integral de Lebesgue. Teorema da Convergência Monótona. Teorema da convergência Dominada. Diferenciação. Funções Monótonas. Funções de Variação Limitada. Diferenciação da Integral. Medida Abstrata e Integração. Espaço de Medida. Funções Mensuráveis. Integração. Os Espaços Lp. As Desigualdades de Hölder e de Minkowski. Completamento de Lp. Medida com Sinal. O Teorema de Radom- Nikodym. O Teorema de Riesz em L^p. Medida de Lebesgue em R^n.
'''objetivos:''' Introduzir os conceitos fundamentais da teoria da medida e da integração, incluindo medidas em espaços métricos, medidas de Lebesgue, integrais de Lebesgue e teoremas básicos de convergência. Além disso, vale destacar que se trata de uma disciplina voltada para os discentes que pretendem seguir no estudo da matemática pura.
'''Bibliografia Básica :'''
JÚNIOR, AUGUSTO A. A.– Curso de Teoria da Medida. Rio de janeiro, IMPA, Projeto Euclides, 3ª. ed., 2015. ISNARD, C. ,Introdução à medida e integração; Coleção Projeto Euclides, 2007; BARTLE, Robert G. The elements of integration and Lebesgue measure. Containing a corrected reprint of the 1966 original A Wiley-Interscience Publication. John Wiley & Sons, Inc., New York, 1995.
'''Bibliografia Complementar:'''
ROYDEN, H. L. Real analysis. Third edition. Macmillan Publishing Company, New York, 1988. DE BARRA, G. Measure theory and integration. Revised edition of the 1981 original. Horwood Publishing Series. Mathematics and Its Applications. Horwood Publishing Limited, Chichester, 2003. ALIPRANTIS, Charalambos D.; BURKINSHAW, Owen. Principles of real analysis. Third edition. Academic Press, Inc., San Diego, CA, 1998. TAYLOR, Angus E. General theory of functions and integration. Reprint of the 1966 second edition. Dover Publications, Inc., New York, 1985. RUDIN, Walter. Real and complex analysis. Third edition. McGraw-Hill Book Co., New York, 1987.
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CCT-UFCA/Matemática Computacional/Introdução à Inferência Bayesiana
0
34081
185446
2026-08-19T18:33:30Z
Raniele84
43312
editei a disciplina optativa de introdução a inferência bayesiana
185446
wikitext
text/x-wiki
== Programa do Componente Curricular ==
{| class="wikitable"
|'''Código:'''
| colspan="9" |MC0054
|-
|'''Componente Curricular:'''
| colspan="9" |Introdução a Inferência Bayesiana
|-
|'''Semestre de Oferta:'''
| colspan="2" | -
|'''Tipo:'''
|Disciplina
|'''Caráter:'''
| colspan="4" |Optativa
|-
|'''Unidade Acadêmica Responsável:'''
| colspan="9" |Centro de Ciências e Tecnologia - CCT
|-
|'''Área:'''
| colspan="9" |Matemática
|-
|'''Créditos:'''
|4
|'''Carga horária:'''
|64
|'''Teórica:'''
|32 horas
|'''Prática'''
|32 horas
|'''Extensão:'''
| -
|-
|'''Pré-requisito:'''
| colspan="9" | -
|-
|'''Co-requisito:'''
| colspan="9" | -
|-
|'''Equivalência:'''
| colspan="9" | -
|}
'''Objetivos:''' Aproximar os graduandos aos modelos e ao paradigma Bayesianos. Um objetivo adicional é o desenvolvimento de habilidades práticas, através de ferramentas computacionais.
'''Ementa:''' Revisão de probabilidade condicional e teorema de Bayes, o paradigma Bayesiano: distribuições a priori, função de verossimilhança e distribuição a posteriori, estimação Bayesiana (pontual e intervalar) e propriedades dos estimadores, distribuições a priori conjugadas e impróprias, introdução aos métodos MCMC (amostrador de Gibbs e Metropolis Hastings), introdução ao Winbugs. Regras de decisão: funções de perda e de utilidade, teste de hipóteses Bayesianos, fator de Bayes. Aplicações em sistemas de decisões. Redes bayesianas.
'''Bibliografia Básica:'''
Degroot, M. H. e Schervish, M. J. (2002) Probability and Statistics. 3rd ed., Addison Wesley: New York Migon, H.S. e Gamerman, D. (1999). Statistical Inference: an Integrated Approach. London: Arnold. Paulino, C. D., Amaral Turkman, A. e Murteira, B. (2003). Estatística Bayesiana. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. Korb, K. B.; Nicholson, A. E. Bayesian artificial intelligence. Florida: CRC Press, 2003.
'''Bibliografia Complementar:'''
Robert, C.P. e Casella, G. (2004). Monte Carlo Statistical Methods. (2nd ed.) New York: Springer. O’Hagan, A. and Forster, J. J. (2004). Bayesian Inference, 2nd edition, volume 2B of “Kendall’s Advanced Theory of Statistics”. Arnold, London. Gamerman, D. e Lopes H.F. (2006). Markov Chain Monte Carlo: Stochastic Simulation for Bayesian Inference. London: Chapman \& Hall.
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Utilizador:Carla Sohler
2
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185447
2026-08-19T19:42:50Z
Carla Sohler
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User has enrolled in [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]].
185447
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Utilizador Discussão:Carla Sohler
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2026-08-19T19:42:51Z
Carla Sohler
44927
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Utilizador:Marianagbarros
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2026-08-19T19:47:32Z
Marianagbarros
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Utilizador Discussão:Marianagbarros
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Marianagbarros
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Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Gabriele Gouveia Oliveira
0
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2026-08-19T21:03:27Z
~2026-45506-54
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível,...
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text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Descrição da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Atuar no jornalismo científico é às vezes comparado ao de ser um tradutor, no jargão da área da comunicação um 'tradutor intersemiótico', que passa a linguagem de um campo para o de outro campo. Nesta atividade, vamos observar e analisar como isso foi feito em uma das principais publicações acadêmicas brasileiras, a ''Pesquisa FAPESP''.
Você deverá selecionar um artigo na revista Pesquisa FAPESP. Estão acessíveis na [https://revistapesquisa.fapesp.br/ página principal da publicação]. Escolha um artigo sobre um tema de pesquisa - ou seja, que seja baseado em uma ou mais de uma publicação científica - e leia-o com cuidado. Responda às perguntas que seguem.
As respostas deverão ser publicadas nesta página individual. Apenas altere os campos indicados.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) == Gabriele Gouveia Oliveira
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
Gabriele Gouveia Oliveira
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Link para a matéria selecionada ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deverá colocar os links da matéria selecionada. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título de matéria: The macroevolutionary singularity of snakes.
* Autoria de matéria: TITLE, P. O. et al.
* Link de matéria: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38386744/
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Resumo da matéria ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, resuma a matéria em até 300 caracteres. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
A combinação de dados genéticos, ecológicos e morfológicos ajuda a explicar a rápida diversificação das serpentes. O estudo indica que características como alimentação, locomoção e capacidades sensoriais contribuíram para seu sucesso evolutivo, embora a origem do grupo ainda permaneça em aberto.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise da matéria ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, identifique e analise com base na matéria: o objeto e a metodologia (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação) da pesquisa. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
O objeto da pesquisa é a diversificação evolutiva das serpentes e os fatores que podem explicar sua grande diversidade em comparação com outros grupos de lagartos. A questão central apresentada é por que as serpentes se diversificaram de maneira tão rápida e desenvolveram uma ampla variedade de estratégias de alimentação, locomoção e percepção do ambiente.
A observação que motivou o estudo é a grande diversidade de serpentes e suas características ecológicas e morfológicas particulares. A partir dessa observação, os pesquisadores investigaram a hipótese de que determinadas inovações evolutivas, especialmente relacionadas à alimentação, à capacidade sensorial e à locomoção, poderiam estar associadas à rápida diversificação do grupo.
A pesquisa não se baseou em um experimento controlado de laboratório, mas em uma abordagem comparativa e histórica. Foram reunidos dados genéticos, morfológicos e ecológicos de um grande número de espécies, além de informações de história natural obtidas ao longo de décadas de trabalhos de campo e de coleções científicas. Esses dados foram utilizados para construir e analisar uma árvore filogenética e investigar a relação entre características dos organismos, evolução fenotípica e diversificação.
A análise permitiu estimar quando ocorreram diferentes eventos de diversificação e comparar as taxas evolutivas das serpentes com as de outros grupos de Squamata. A matéria destaca que a diversificação das serpentes ocorreu de maneira particularmente rápida a partir de aproximadamente 65 milhões de anos atrás.
Por fim, os resultados foram publicados no artigo científico “The macroevolutionary singularity of snakes”, de Pascal O. Title e colaboradores, na revista Science, em 2024. A Pesquisa FAPESP atua como mediadora desse conhecimento, transformando os resultados e procedimentos científicos em uma narrativa destinada ao público não especializado.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise da pesquisa ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, acesse a(s) pesquisa(s) de origem, de base para o artigo na Pesquisa FAPESP, identifique e analise a seção metodológica. Em especial, explique em que medida o processo de pesquisa foi bem documentado no artigo que você selecionou. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
A pesquisa de origem é o artigo “The macroevolutionary singularity of snakes”, de Title et al. (2024), publicado na revista Science. O estudo apresenta uma abordagem integrativa, combinando diferentes fontes de informação para investigar a evolução dos Squamata.
A base filogenética foi construída a partir de dados genômicos de 5.400 loci obtidos para 1.018 espécies. Essa filogenia foi calibrada no tempo e utilizada em conjunto com informações sobre características ecológicas, morfológicas e de história natural. O conjunto de observações de história natural reúne registros de mais de 60 mil animais. Aproximadamente 80% dos registros de dieta utilizados no estudo vieram de espécimes preservados em coleções científicas, evidenciando a importância das coleções de história natural para a pesquisa.
O processo de pesquisa está bem documentado. Embora o artigo principal apresente de forma resumida os procedimentos, os autores disponibilizaram um material suplementar específico contendo a seção “Materials and Methods”, além de figuras e tabelas suplementares. Também foram disponibilizados dados e códigos utilizados no processamento dos dados, nas análises e na produção das figuras em repositórios públicos como Dryad e Zenodo.
Essa documentação aumenta a transparência e a reprodutibilidade do estudo, pois permite que outros pesquisadores tenham acesso não apenas aos resultados apresentados, mas também aos dados e procedimentos computacionais utilizados. O repositório informa, inclusive, que os arquivos estão organizados de acordo com diferentes etapas da análise, incluindo a inferência filogenética e as análises comparativas.
Há, portanto, uma diferença importante entre a forma como a pesquisa é apresentada na Pesquisa FAPESP e sua documentação científica original. A matéria precisa selecionar e simplificar informações para construir uma narrativa acessível ao público geral, enquanto o artigo científico e seus materiais suplementares apresentam detalhes técnicos necessários para avaliar e reproduzir o estudo.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Metáfora científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, reveja o conteúdo da aula sobre [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A metáfora científica|"A metáfora científica"]]. No artigo da Pesquisa FAPESP selecionado, identifique quais foram as metáforas científicas ou cientificamente inspiradas utilizadas e justifique esse uso a partir das indicações da aula. Analise em que medida contribuem ou dificultam o entendimento da ciência. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
A matéria utiliza diversas metáforas para transformar conceitos científicos abstratos em imagens e situações mais próximas da experiência cotidiana. Uma das principais está presente no próprio título, “A evolução explosiva das serpentes”. A palavra “explosiva” não indica uma explosão literal, mas representa a ideia de que a diversificação do grupo ocorreu em uma velocidade evolutiva elevada. A metáfora torna mais intuitiva a noção de rapidez na diversificação.
Outra metáfora importante aparece quando a matéria afirma que uma serpente consegue construir um “mapa químico” do ambiente ao utilizar a língua bífida para captar informações químicas. Nesse caso, o funcionamento do sistema sensorial é associado à elaboração de um mapa, uma representação espacial que facilita ao leitor imaginar como a serpente obtém informações sobre o ambiente.
Também aparece a expressão “becos sem saída” para caracterizar linhagens de lagartos que desenvolveram algumas características semelhantes às das serpentes, mas não apresentaram uma diversificação comparável. A expressão transforma um conceito evolutivo abstrato em uma imagem espacial facilmente compreensível.
Por fim, a matéria utiliza a ideia de “peças do quebra-cabeça” ao falar sobre fósseis que ainda podem contribuir para esclarecer a origem das serpentes. A metáfora representa o conhecimento científico como uma construção incompleta, na qual novas evidências podem preencher lacunas e modificar a compreensão existente.
Essas metáforas contribuem para a divulgação científica porque permitem representar processos evolutivos que não podem ser observados diretamente. Elas aproximam conceitos como diversificação, evolução e reconstrução filogenética do repertório cotidiano do leitor. Entretanto, também precisam ser interpretadas com cuidado, pois uma metáfora é uma aproximação e não uma descrição literal do fenômeno. Por exemplo, “explosão” pode transmitir a ideia de um acontecimento instantâneo, enquanto a diversificação evolutiva ocorreu ao longo de milhões de anos.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Filosofia da ciência ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, reveja o conteúdo da aula sobre [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]]. Discorra sobre em que medida o artigo da Pesquisa FAPESP que você selecionou coloca questões filosóficas e apresente exemplos extraídos do texto. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
A matéria apresenta questões filosóficas relacionadas principalmente aos limites do conhecimento científico, à reconstrução do passado e à natureza das evidências utilizadas pela ciência. Um exemplo está na afirmação de que “a origem das serpentes não está resolvida”. Essa afirmação mostra que o conhecimento científico não é necessariamente definitivo e que uma explicação científica pode permanecer provisória enquanto novas evidências não forem encontradas.
A reconstrução da história evolutiva também envolve uma questão epistemológica importante: como podemos conhecer acontecimentos que ocorreram milhões de anos atrás e que não podem ser diretamente observados? A matéria explica que as árvores filogenéticas são construídas principalmente a partir das espécies existentes atualmente e que não é possível obter DNA de fósseis. Dessa forma, existem limitações nos dados disponíveis para reconstruir a história evolutiva das serpentes.
Outro aspecto filosófico está relacionado ao papel das evidências. A matéria destaca que fósseis ainda não estudados ou reinterpretados podem modificar o conhecimento atual sobre a origem das serpentes. Isso demonstra que as explicações científicas dependem das evidências disponíveis em determinado momento e podem ser revisadas quando surgem novos dados.
A matéria também evidencia a importância da inferência científica. Os pesquisadores não observam diretamente a diversificação ocorrida há dezenas de milhões de anos; eles utilizam evidências atuais, dados genômicos, características morfológicas, registros ecológicos e fósseis para reconstruir acontecimentos do passado. Assim, os resultados representam interpretações fundamentadas em evidências, modelos e métodos científicos.
Nesse sentido, a matéria apresenta uma visão da ciência como um processo contínuo de construção e revisão do conhecimento. A existência de perguntas ainda sem resposta não representa uma falha da ciência, mas evidencia justamente seu caráter investigativo: novas observações, fósseis, espécimes de coleções científicas ou dados moleculares podem produzir novas hipóteses e modificar explicações anteriores.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para incluí-la na listagem do módulo.
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[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividades|Gabriele Gouveia Oliveira]]
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eu precisava adiconar informações
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text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
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Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
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== Descrição da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
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Atuar no jornalismo científico é às vezes comparado ao de ser um tradutor, no jargão da área da comunicação um 'tradutor intersemiótico', que passa a linguagem de um campo para o de outro campo. Nesta atividade, vamos observar e analisar como isso foi feito em uma das principais publicações acadêmicas brasileiras, a ''Pesquisa FAPESP''.
Você deverá selecionar um artigo na revista Pesquisa FAPESP. Estão acessíveis na [https://revistapesquisa.fapesp.br/ página principal da publicação]. Escolha um artigo sobre um tema de pesquisa - ou seja, que seja baseado em uma ou mais de uma publicação científica - e leia-o com cuidado. Responda às perguntas que seguem.
As respostas deverão ser publicadas nesta página individual. Apenas altere os campos indicados.
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== Nome de usuário(a) == Gabriele Gouveia Oliveira
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
Gabriele Gouveia Oliveira
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== Link para a matéria selecionada ==
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Nesta seção, você deverá colocar os links da matéria selecionada. Esteja logado.
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* Título de matéria: The macroevolutionary singularity of snakes.
* Autoria de matéria: TITLE, P. O. et al.
* Link de matéria: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38386744/
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Resumo da matéria ==
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Para esta etapa, resuma a matéria em até 300 caracteres. Esteja logado.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
A combinação de dados genéticos, ecológicos e morfológicos ajuda a explicar a rápida diversificação das serpentes. O estudo indica que características como alimentação, locomoção e capacidades sensoriais contribuíram para seu sucesso evolutivo, embora a origem do grupo ainda permaneça em aberto.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise da matéria ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, identifique e analise com base na matéria: o objeto e a metodologia (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação) da pesquisa. Esteja logado.
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O objeto da pesquisa é a diversificação evolutiva das serpentes e os fatores que podem explicar sua grande diversidade em comparação com outros grupos de lagartos. A questão central apresentada é por que as serpentes se diversificaram de maneira tão rápida e desenvolveram uma ampla variedade de estratégias de alimentação, locomoção e percepção do ambiente.
A observação que motivou o estudo é a grande diversidade de serpentes e suas características ecológicas e morfológicas particulares. A partir dessa observação, os pesquisadores investigaram a hipótese de que determinadas inovações evolutivas, especialmente relacionadas à alimentação, à capacidade sensorial e à locomoção, poderiam estar associadas à rápida diversificação do grupo.
A pesquisa não se baseou em um experimento controlado de laboratório, mas em uma abordagem comparativa e histórica. Foram reunidos dados genéticos, morfológicos e ecológicos de um grande número de espécies, além de informações de história natural obtidas ao longo de décadas de trabalhos de campo e de coleções científicas. Esses dados foram utilizados para construir e analisar uma árvore filogenética e investigar a relação entre características dos organismos, evolução fenotípica e diversificação.
A análise permitiu estimar quando ocorreram diferentes eventos de diversificação e comparar as taxas evolutivas das serpentes com as de outros grupos de Squamata. A matéria destaca que a diversificação das serpentes ocorreu de maneira particularmente rápida a partir de aproximadamente 65 milhões de anos atrás.
Por fim, os resultados foram publicados no artigo científico “The macroevolutionary singularity of snakes”, de Pascal O. Title e colaboradores, na revista Science, em 2024. A Pesquisa FAPESP atua como mediadora desse conhecimento, transformando os resultados e procedimentos científicos em uma narrativa destinada ao público não especializado.
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== Análise da pesquisa ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, acesse a(s) pesquisa(s) de origem, de base para o artigo na Pesquisa FAPESP, identifique e analise a seção metodológica. Em especial, explique em que medida o processo de pesquisa foi bem documentado no artigo que você selecionou. Esteja logado.
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A pesquisa de origem é o artigo “The macroevolutionary singularity of snakes”, de Title et al. (2024), publicado na revista Science. O estudo apresenta uma abordagem integrativa, combinando diferentes fontes de informação para investigar a evolução dos Squamata.
A base filogenética foi construída a partir de dados genômicos de 5.400 loci obtidos para 1.018 espécies. Essa filogenia foi calibrada no tempo e utilizada em conjunto com informações sobre características ecológicas, morfológicas e de história natural. O conjunto de observações de história natural reúne registros de mais de 60 mil animais. Aproximadamente 80% dos registros de dieta utilizados no estudo vieram de espécimes preservados em coleções científicas, evidenciando a importância das coleções de história natural para a pesquisa.
O processo de pesquisa está bem documentado. Embora o artigo principal apresente de forma resumida os procedimentos, os autores disponibilizaram um material suplementar específico contendo a seção “Materials and Methods”, além de figuras e tabelas suplementares. Também foram disponibilizados dados e códigos utilizados no processamento dos dados, nas análises e na produção das figuras em repositórios públicos como Dryad e Zenodo.
Essa documentação aumenta a transparência e a reprodutibilidade do estudo, pois permite que outros pesquisadores tenham acesso não apenas aos resultados apresentados, mas também aos dados e procedimentos computacionais utilizados. O repositório informa, inclusive, que os arquivos estão organizados de acordo com diferentes etapas da análise, incluindo a inferência filogenética e as análises comparativas.
Há, portanto, uma diferença importante entre a forma como a pesquisa é apresentada na Pesquisa FAPESP e sua documentação científica original. A matéria precisa selecionar e simplificar informações para construir uma narrativa acessível ao público geral, enquanto o artigo científico e seus materiais suplementares apresentam detalhes técnicos necessários para avaliar e reproduzir o estudo.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Metáfora científica ==
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Para esta etapa, reveja o conteúdo da aula sobre [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A metáfora científica|"A metáfora científica"]]. No artigo da Pesquisa FAPESP selecionado, identifique quais foram as metáforas científicas ou cientificamente inspiradas utilizadas e justifique esse uso a partir das indicações da aula. Analise em que medida contribuem ou dificultam o entendimento da ciência. Esteja logado.
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<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
A matéria utiliza diversas metáforas para transformar conceitos científicos abstratos em imagens e situações mais próximas da experiência cotidiana. Uma das principais está presente no próprio título, “A evolução explosiva das serpentes”. A palavra “explosiva” não indica uma explosão literal, mas representa a ideia de que a diversificação do grupo ocorreu em uma velocidade evolutiva elevada. A metáfora torna mais intuitiva a noção de rapidez na diversificação.
Outra metáfora importante aparece quando a matéria afirma que uma serpente consegue construir um “mapa químico” do ambiente ao utilizar a língua bífida para captar informações químicas. Nesse caso, o funcionamento do sistema sensorial é associado à elaboração de um mapa, uma representação espacial que facilita ao leitor imaginar como a serpente obtém informações sobre o ambiente.
Também aparece a expressão “becos sem saída” para caracterizar linhagens de lagartos que desenvolveram algumas características semelhantes às das serpentes, mas não apresentaram uma diversificação comparável. A expressão transforma um conceito evolutivo abstrato em uma imagem espacial facilmente compreensível.
Por fim, a matéria utiliza a ideia de “peças do quebra-cabeça” ao falar sobre fósseis que ainda podem contribuir para esclarecer a origem das serpentes. A metáfora representa o conhecimento científico como uma construção incompleta, na qual novas evidências podem preencher lacunas e modificar a compreensão existente.
Essas metáforas contribuem para a divulgação científica porque permitem representar processos evolutivos que não podem ser observados diretamente. Elas aproximam conceitos como diversificação, evolução e reconstrução filogenética do repertório cotidiano do leitor. Entretanto, também precisam ser interpretadas com cuidado, pois uma metáfora é uma aproximação e não uma descrição literal do fenômeno. Por exemplo, “explosão” pode transmitir a ideia de um acontecimento instantâneo, enquanto a diversificação evolutiva ocorreu ao longo de milhões de anos.
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== Filosofia da ciência ==
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Para esta etapa, reveja o conteúdo da aula sobre [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]]. Discorra sobre em que medida o artigo da Pesquisa FAPESP que você selecionou coloca questões filosóficas e apresente exemplos extraídos do texto. Esteja logado.
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<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
A matéria apresenta questões filosóficas relacionadas principalmente aos limites do conhecimento científico, à reconstrução do passado e à natureza das evidências utilizadas pela ciência. Um exemplo está na afirmação de que “a origem das serpentes não está resolvida”. Essa afirmação mostra que o conhecimento científico não é necessariamente definitivo e que uma explicação científica pode permanecer provisória enquanto novas evidências não forem encontradas.
A reconstrução da história evolutiva também envolve uma questão epistemológica importante: como podemos conhecer acontecimentos que ocorreram milhões de anos atrás e que não podem ser diretamente observados? A matéria explica que as árvores filogenéticas são construídas principalmente a partir das espécies existentes atualmente e que não é possível obter DNA de fósseis. Dessa forma, existem limitações nos dados disponíveis para reconstruir a história evolutiva das serpentes.
Outro aspecto filosófico está relacionado ao papel das evidências. A matéria destaca que fósseis ainda não estudados ou reinterpretados podem modificar o conhecimento atual sobre a origem das serpentes. Isso demonstra que as explicações científicas dependem das evidências disponíveis em determinado momento e podem ser revisadas quando surgem novos dados.
A matéria também evidencia a importância da inferência científica. Os pesquisadores não observam diretamente a diversificação ocorrida há dezenas de milhões de anos; eles utilizam evidências atuais, dados genômicos, características morfológicas, registros ecológicos e fósseis para reconstruir acontecimentos do passado. Assim, os resultados representam interpretações fundamentadas em evidências, modelos e métodos científicos.
Nesse sentido, a matéria apresenta uma visão da ciência como um processo contínuo de construção e revisão do conhecimento. A existência de perguntas ainda sem resposta não representa uma falha da ciência, mas evidencia justamente seu caráter investigativo: novas observações, fósseis, espécimes de coleções científicas ou dados moleculares podem produzir novas hipóteses e modificar explicações anteriores.
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== Próximos passos ==
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{{referências}}{{ORDENACAOPADRAO:GUIMARÃES, Maria. A evolução explosiva das serpentes. Pesquisa FAPESP, n. 338, abr. 2024. A matéria apresenta a pesquisa e identifica o artigo científico de origem. TITLE, Pascal O. et al. The macroevolutionary singularity of snakes. Science, v. 383, n. 6685, p. 918–923, 2024. DOI: 10.1126/science.adh2449. TITLE, Pascal O. et al. Data from: The macroevolutionary singularity of snakes. Dryad, 2024. DOI: 10.5061/dryad.p5hqbzkvb.}}
[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividades|Gabriele Gouveia Oliveira]]
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