Wikiversidade ptwikiversity https://pt.wikiversity.org/wiki/P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.47.0-wmf.18 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikiversidade Wikiversidade Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Evento Evento Discussão Yoga na UNICAMP 0 18310 186032 185563 2026-09-05T22:46:28Z ~2026-48290-17 45067 /* II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida */ 186032 wikitext text/x-wiki == '''II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida''' == 19 e 20 de setembro de 2026 - Ginásio Multidisciplinar da Unicamp (GMU) <nowiki>*</nowiki> <big>'''Inscrição e mais informações: https://eventos.galoa.com.br/yoganauni-2026/'''</big> O '''II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida''' foi pensado para acolher todas as pessoas que desejam ter contato com o yoga, mesmo que nunca tenham praticado antes. Vamos apresentar o curso '''Filosofia, Yoga e Interculturalidade''' (FEF -0370), um curso presencial de 360hs com duração de dois anos, para pensarmos juntos - academia e professores da tradição - o que podemos desenvolver nesta interlocução para o fortalecimento do yoga em nossa região e desenvolvimento desta parceria virtuosa.   Os professores de yoga que virão ao evento são tesouros de conhecimento de nossa região, é uma alegria para a UNICAMP acolher esses parceiros e desenvolvermos juntos uma cultura de integridade, autenticidade, responsabilidade e alegria com o aprendizado humano, comunitário e com o desenvolvimento de nossa região visando o bem comum.  Se integre à comunidade yogues de nossa região e sejam bem-vindos! '''-''' ''É importante vir com roupa confortável, trazer seu tapetinho e uma garrafinha de água.'' A realização deste evento é uma parceria entre a FEF com a coordenação do Prof. Dr. Odilon Roble, o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE-UNICAMP) com a coordenação da Profa. Dra. Claudia Wanderley e, representando os professores de yoga de nossa região, Profa. Adriana  Hassan, Prof. Tiago Rocha, Profa. Angela Lopes e Profa. Paula Ubinha. ==== Programação '''II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida''' ==== Ginásio Multidisciplinar da UNICAMP ===== : 19/Set – Sábado ===== '''Gramado ao lado do Ginásio''' {| class="wikitable" |06h30 – 07h30 |'''Saudação ao Sol - Suryanamaskar ''' Claudia Wanderley (Yoga na Unicamp) |} ==== Ginásio Multidisciplinar da UNICAMP ==== ==== 07h00 – 08h00 – Entrega do material do evento, crachás e programa ==== {| class="wikitable" |08h00 – 08h30 |'''Mesa de Abertura''' Pró Reitora de Extensão, Esporte e Cultura, Diretor da FEF, Diretor do CLE, Angela Lopes do Yoga Clássico e Paula Ubinha do Consentir, Organização evento. |- |08h30 – 09h00 |'''Boas Vindas!''' Tiago Rocha, Adriana Hassan, Ana Gilli, Daniela Morais, Claudia Wanderley. (Yoga na Unicamp) |- |09h00 – 10h00 |'''O que é Kirtan?''' Gustavo Moura (Guru Sevananda) |- |10h00 – 10h30 |'''Prática de Kirtan''' Gustavo Moura (Guru Sevananda) |- |10h30 – 11h30 |'''Yin yoga''' Ângela Lopes (Yoga Clássico) |- |11h30 – 12h00 |'''Kundalini Yoga-Kirtan Kriya''' Anisha Vetter |- |12h00 – 14h00 |Intervalo – Almoço |- |14h00 – 15h00 |'''Mesa redonda: Nascimento no Yoga''' Paula Ubinha Almeida (Consentir) |- |15h00 – 15h30 |'''Dança Tradicional Indiana''' Paula Ubinha (Consentir) convida Patrícia Romano |- |15h30 - 16h30 |'''Yoga dos 10 Avataras de Vishnu e o daśāvatāra stotra''' Profa. Medharani |- |16h30-17h30 |'''Mesa Redonda -  apresentação do curso Yoga, Filosofia  e Interculturalidade''' Odilon Roble, Paula Ubinha, Angela Lopes, Rosângela Bassoli, Tiago Rocha, Adriana Hassan, Claudia Wanderley '''O projeto Yoga na Unicamp''' Claudia Wanderley (CLE-UNICAMP), Odilon Roble, Adriana Hassan, Tiago Rocha, Daniela Morais, |- |17h30-18h00 |'''Banho Sonoro com instrumentos  de Cristal  de Quartzo''' Rosana Bernardo |} '''Gramado ao lado do Ginásio''' {| class="wikitable" |18h10– 19h00 |'''Dança das Devis''' Daniela Morais - RodaOM (Yoga na Unicamp) |} ==== Programação '''II Seminário Yoga na Unicamp: o som do corpo no ritmo da vida''' ==== Ginásio Multidisciplinar da UNICAMP ===== '''.: 20/Set – Domingo''' ===== '''Gramado ao lado do Ginásio''' {| class="wikitable" |06h30 – 07h30 |'''Yoga Hormonal''' Tiago Rocha - Yoga de Rocha (Yoga na Unicamp) |} ==== Ginásio Multidisciplinar da UNICAMP ==== ==== 07h00 – 08h00 – Entrega do material do evento, crachás e programa ==== {| class="wikitable" |08h00 – 9h30 |'''Mantras Tradicionais em Sânscrito - Teoria e Prática''' Eliza de Figueiredo, Bruno Castro e Jorge Paz (Instituto Isvara) |- |9h30 – 10h30 |'''Yogaterapia: os sons sob a luz do Vedanta''' Rosângela Bassoli e Márcio Assumpção (Instituto Yogaterapia) |- |10h30 – 11h00 |'''Prática Yogaterapia''' Rosângela Bassoli e Márcio Assumpção (Instituto Yogaterapia) |- |11h00 – 12h00 |'''Mantras para Conexão''' Kora Prince e Andreia Devamani |- |12h00 – 14h00 |Intervalo – Almoço |- |14h00 – 15h00 |'''Mudras''' '''e Mantras''' Miriam Barros |- |15h00 – 16h |'''Yoga como Estilo de Vida e kirtans''' Chandramukha Swami e músicos |- |16h00 - 17h00 |'''Gita Govinda - uma ode ao amor''' Introdução temática por Rosana Jovaneli (UFJF), pequena oficina do gesto  e interpretação do Gita Govinda  na dança indiana Odissi com Mariana Baruco (Unicamp), Lucia Minozzo, Adriana Zamarim (Centro Cultural Swami Vivekananda) e Veena Fournier, integrantes da Devi Odissi, direção Andrea Albergaria (Unicamp). |- |17h00-18h00 |'''Concerto de Cura''' Diogo Camargo e Ana Taglianetti (Yoga Clássico) |} '''Gramado ao lado do Ginásio''' {| class="wikitable" |18h10 – 19h00 |'''Yoga Nidra''' Tiago Rocha, Adriana Hassan (Yoga na Unicamp) |} [[Ficheiro:Parceiros yoganauni.png|alt=parceiros unicamp-gmu-fef-yoganauni-cle-cocen-proeec|esquerda]] <nowiki>*</nowiki> <big>'''Inscrição e mais informações: https://eventos.galoa.com.br/yoganauni-2026/'''</big> == Grupo de Estudos Yoga na Unicamp == === O que é? === A ''Faculdade de Educação Física'' em parceria com o ''Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência'' da UNICAMP, com o apoio de ''Consentir'' estão convidando a todos para refletir sobre o Yoga no Brasil, iniciamos nossos trabalhos em 2016 para realizar o primeiro evento em 2018. Em 2018 iniciamos o trabalho em parceria com o Grupo de Estudos Educação para a Paz e Tolerância (GEEPAZ) da Faculdade de Educação (FE), Profa. Dra. Nádia Freire, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), e contamos com o apoio de Rosangela Bassoli do Instituto de Yogaterapia, Angela Dias Lopes do Yoga Clássico Campinas e Paula Ubinha do Consentir. O Grupo de Estudos está sob a responsabilidade da ''[https://lattes.cnpq.br/3288755554033871 Profa. Dra. Claudia Wanderley]'', a partir de uma compreensão do Yoga como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. A abordagem filosófica da compreensão do Yoga no Brasil se articula com a Teoria da Complexidade e com processos de Auto-Organização, a partir do trabalho intelectual desenvolvido pelo Prof. Michel Debrun no CLE-UNICAMP. Para olharmos para o Yoga no Brasil dentro deste espectro multicultural e/ou intercultural, a compreensão dos processos decoloniais da América Latina e as críticas pós-coloniais, especialmente as desenvolvidas por autores indianos [como por exemplo Gayatri Spivak e Homi Bhabha] são referências importantes. Queremos congregar a comunidade em Campinas e Região com intuito de trocarmos conhecimento sobre yoga, sua cultura e filosofia. A influência do yoga, na sociedade da Índia, vai do âmbito da saúde e medicina à educação artes e espiritualidade. Baseados na integração do ser humano para permitir maior bem estar físico, mental, espiritual, os valores do yoga podem formar a maior parte de um ethos comunitário. Esta cultura milenar oriental já está presente na cultura brasileira, e isso para nós é um convite à reflexão. Boas vindas! Damos as boas vindas a ''Faculdade de Ciências Médicas/Depto. de Saúde Coletiva'' e ao ''Instituto Yogaterapia'', que em função do convite que fizemos no [[Yoga na UNICAMP/2018|''I Seminário Yoga na UNICAMP: Corpo e Transcendência'',]] se dispuseram a participar. Damos as boas vindas ao ''Grupo de Estudos Educação para a Paz'' ''e Tolerância'' (GEEPAZ) da [https://www.fe.unicamp.br/ Faculdade de Educação] (FE) que a partir do [https://www.unicamp.br/unicamp/eventos/2018/10/05/unicamp-e-direitos-humanos-pesquisas-e-acoes Encontro Unicamp e Direitos Humanos] decidiu somar esforços. Damos boas vindas ao [http://www.cgisaopaulo.gov.in/index.php Consulado da India de São Paulo] e ao [http://www.cgisaopaulo.gov.in/svcc.php Centro Cultural Vivekananda], que em 2019 se dispuseram a ser nossos parceiros neste processo de construção de um curso sobre a filosofia do Yoga. Damos boas vindas ao Prof. Dilip Loundo (UFJF), que em 2019 se dispos a somar esforços conosco na construção do curso de especialização em estudos de yoga. Damos as boas vindas à Profa. Maria Lucia Abaurre Gnerre (UFPA), que em 2019 se dispos a somar conosco com o conhecimento sobre Hatha Yoga. Damos as boas vindas à Profa. Lilian Cristina Gulmini (USP), que em 2019 se dispos a somar conosco com o conhecimento sobre Yoga. Fizemos em 2020, junto com o Consulado da Índia e o Centro Cultural Swami Vivekananda o [https://fef.unicamp.br/2020/11/03/curso-internacional-de-yoga-dialogos-entre-brasil-e-india-na-filosofia-do-corpo-e-do-yoga/ Curso Internacional de Yoga: Diálogos entre Brasil e Índia na Filosofia do Corpo e do Yoga.] Fizemos durante a pandemia completamente online o [https://www.cle.unicamp.br/cle/pt-br/node/1983?language_content_entity=pt-br Forum Permanente Corpo e Diversidade], em 2021. Assistir: https://www.youtube.com/live/49csHInqFlQ?si=6tuKpACBbmo5CI0l e https://www.youtube.com/live/sgfHeQMjuY8?si=wCIixNcYURKDjcl2 Damos as boas vindas ao Prof. Lucas Machado do [https://www.instagram.com/filosofoqueri/ @filosofoqueri], que em 2023 se dispor a somar conosco com o conhecimento sobre Samkhya. Damos boas vindas ao Prof. Frederik do Santos (UFRB) da [https://alafioficial.wixsite.com/alafi?lang=en Associação Latino Americana de Filosofia Intercultural], que em 2025 se dispos a somar conosco na reflexão sobre Prática Filosófica. Damos as boas vindas à [https://www.instagram.com/adriana.hassan/ Profa. Adriana Hassan Bronze] e ao [https://www.instagram.com/yogaderocha/ Prof. Tiago Rocha] que em 2026 se dispuseram a criar coletivo de yogues do Yoga na Unicamp para fortalecer as atividades do "Curso Filosofia do Yoga e Interculturalidades". Participe de nossa lista de discussão, dos eventos e atividades abertas. ''Escreva para nós <yoganaunicamp@gmail.com>''. == Atividades == ====== Encontros de preparação do lançamento do curso '''"Filosofia de yoga e Interculturalidade'''", primeiro curso de especialização de Filosofia do Yoga na universidade (360h), vamos juntos! ====== A condução das reuniões será realizada pela Profa. Adriana Hassan e pelo Prof. Tiago Rocha. Estamos juntas na preparação e acompanhamento das reuniões, Profa. Paula Ubinha e Profa. Angela Lopes e Claudia Wanderley. Seguimos trabalhando para que yoga faça parte da vida acadêmica em nossa região, e fortaleça a todos os que estão ligados com as práticas e ensino desta tradição humana e vivente. * 17/04 (sexta, 14h) * 18/04 (sábado, 16h) * 24/04 (sexta, 14h) == Grupo de Estudos agosto a dezembro 2026 - tema: Desfragmentar a Percepção do Yoga == O tema do Grupo de Estudos Yoga na Unicamp este ano é desfragmentar a percepção do yoga em nossa região. Embora estejamos fazendo práticas diferentes, muitas vezes com professores diferentes, e em ritmos diferentes, estamos unidos pelo mesmo princípio. Vamos aprender com os diferentes praticantes e professores como yoga chegou até eles e como eles desenvolveram sua rotina e atividades de desenvolvimento pessoal e comunitário. Nos encontramos semanalmente às quartas feiras pela manhã. Acompanhe também os 10 min de leituras: https://www.youtube.com/@yoganaunicamp1008 - Esse grupo de estudos também faz parte dos encontros de preparação do lançamento do curso '''"Filosofia de yoga e Interculturalidade''' - FEF 0370", primeiro curso de especialização de Filosofia do Yoga na universidade (360h), vamos juntos! == Aulas de yoga no campus: == FEF/UNICAMP: [https://sistemas.fef.unicamp.br/extensao/registrations/show-open-courses Atividades Físicas Oferecidas Período: Regular 2026-1] IB/UNICAMP: [https://www.instagram.com/p/DHH0VWOOh9x/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ== 🕉🧘🏾‍♂️Aulas Beneficentes de Yoga e Meditação no IB - Unicamp] Adunicamp/UNICAMP: [https://www.instagram.com/danielamorais_econsciencia/ para professores ligados a ADUNICAMP] ===== Saudação ao Sol às quartas-feiras ===== [[Ficheiro:Surya-namakara.gif|alt=Saudação ao Sol|miniaturadaimagem|Saudação ao Sol]] A prática de yoga no início do dia começa com a saudação ao sol, ''surya namaskar''. Você pode vir a FEF-UNICAMP fazer saudação ao sol conosco. É uma prática comunitária. Estamos praticando das '''7h as 8h da manhã às quartas feiras'''. A arte da Saudação ao Sol, o Suryanamaskar, é uma prática tradicional matinal de Yoga. É uma série de 12 posturas (asanas) de yoga colocadas juntas em uma sequência dinâmica harmoniosa (diferentes escolas tem diferentes sequências, não se incomode se for diferente do que você já conhece). Trabalhamos o movimento no corpo físico, o controle da respiração, a atenção mental e o desenvolvimento contínuo da atitude de reverência. É um reconhecimento de que a terra vem do sol e que nós viemos da terra, e portanto também do sol. É muito saudável trazer de volta nossa conexão com o Sol, através da reverência e do fluxo consciente da respiração. A sequência de uma hora de atividade se dá através da observação conjunta silenciosa do nascer do sol, preparação, 12 sequências de Surya Namaskar, relaxamento, krya, pranayama e meditação. Traga água. ====== Referências sobre yogues e o Sol, nos textos tradicionais: ====== Diz Patanjali no [https://www.institutoesfera.org/wp-content/uploads/2022/11/Os-Sutras-do-Yoga-de-Patanjali-Sri-Swami.pdf Yoga Sutras], Sutra III.26 भुवनज्ञानं सूर्ये संयमात्॥२६॥ ''bhuva-jñānaṁ sūrye-saṁyamāt'' Swami Vivekananda interpreta: Ao fazer Samyama no sol, (vem) o conhecimento do mundo. # Vanamali. [https://books.google.com.br/books?id=t10oDwAAQBAJ&pg=PT53&lpg=PT53&dq=hanuman+became+sun+pupil&source=bl&ots=nmTIpHC4M3&sig=QAfhkoyfTee1Pb7Dd1WATnjIPS0&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwjGwbeV2MbZAhURzlMKHSPjBDcQ6AEIPDAH#v=onepage&q=surya&f=false Hanuman]: The Devotion and Power of the Monkey God == Histórico das atividades[[Yoga na UNICAMP/2025|:]] == [[Yoga na UNICAMP/2025|Veja o que fizemos juntos em 2025]]. [[Yoga na UNICAMP/2023e2024|Veja o que fizemos juntos em 2023 e 2024]]. [[Yoga na UNICAMP/2022|Veja o que fizemos juntos em 2022.]] [[Yoga na UNICAMP/2021|Veja o que fizemos juntos em 2021.]] [[Yoga na UNICAMP/2020|Veja o que fizemos juntos em 2020]]. [[Yoga na UNICAMP/2019|Veja o que fizemos juntos em 2019.]] [[Yoga na UNICAMP/2018|Veja o que fizemos juntos em 2018.]] ==== Memória Grupo de Estudos de 2019, e trabalho conjunto para criar uma especialização em estudos do yoga. ==== - Confira aqui o [[Yoga na UNICAMP/Grupo de Estudo 2019|Resumo e participação nas reuniões do Grupo de Estudo Yoga na Unicamp em 2019]]. ====Memória Satsangs Acadêmicos 2018 e participação nos grupos de estudo.==== As pautas das reuniões gerais ficam disponíveis aqui: [[Yoga na UNICAMP/pautas das reunioes]] O resumo das reuniões gerais ficam disponíveis aqui: [[Yoga na UNICAMP/atas das reunioes]] == Filosofia do yoga como prática e modo de vida em diálogo com o conhecimento acadêmico == Artigo de Claudia Wanderley publicado no jornal da UNICAMP https://jornal.unicamp.br/en/artigo/2024/09/10/filosofia-do-yoga-como-pratica-e-modo-de-vida-em-dialogo-com-o-conhecimento-academico/ == Contato: == Temos um grupo de emails para interlocução entre a comunidade que se formar, que é: <nowiki>https://groups.google.com/forum/#!forum/yoga-na-unicamp</nowiki> . Se você ainda não faz parte, se inscreva, é aberto. E se quiserem uma comunicação mais rápida entre todos temos o telegram https://t.me/Yoga_na_Unicamp. Shanti Om! Parceria entre a Faculdade de Educação Física (FEF-UNICAMP) com a coordenação do '''Prof.Dr. Odilon Roble''', o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE-UNICAMP) com a coordenação da '''Prof. Dra. Claudia Wanderley''',  com o apoio do [https://www.institutodeyogaterapia.com.br/ Instituto de Yogaterapia] sob a coordenação da '''Profa. Rosângela Bassoli''', e o apoio de [http://consentircorpoealma.blogspot.com/ consentircorpoealma.blogspot.com] (Consentir) sob a coordenação da '''Profa. Paula Ubinha Almeida''', e o apoio da '''Profa. Angela Lopes''' do [http://yogaclassicocampinas.com.br/avada_portfolio/angela-lopes/ Yoga Clássico Campinas]. As anotações de todo grupo do Satsang Acadêmico estão aqui: <nowiki>http://collabedit.com/8faqd</nowiki> <mapframe latitude="-22.8174" longitude="-47.0708" zoom="15" width="400" height="300" align="right"> { "type": "FeatureCollection", "features": [ { "type": "Feature", "properties": {}, "geometry": { "type": "Point", "coordinates": [ -47.07291841506959, -22.815509877259863 ] } } ] } </mapframe> [[Categoria:Grupos de estudo]] __FORCARTDC____INDEXAR____LINKDENOVASECAO__ == Inscreva-se na nossa lista de notícias == Entre no telegram [https://t.me/Yoga_na_Unicamp Yoga_na_Unicamp]. Entre no googlegroups [https://groups.google.com/forum/#!forum/yoga-na-unicamp Yoga na Unicamp] == Yoga no Brasil - levantamento contínuo das referências == Trata-se de uma proposta de visualizarmos de forma coletiva as referências que nos inspiram a praticar yoga, e os pontos e contato, locais de prática, publicações e acervos. [[Yoga na UNICAMP/Yoga no Brasil|Veja o que já levantamos e participe trazendo as informações relativas aos seus professores!]] Esta é uma iniciativa de Claudia Wanderley do CLE-UNICAMP em parceria com Odilon Roble da FEF-UNICAMP com o apoio de Paula Ubinha do Consentir para sistematizar de maneira colaborativa as linhas de yoga e a construção de uma tradição da prática de yoga no Brasil. [[Categoria:Práticas Corporais]] ______________________________________________________________________________________________________________________________________ == Páginas relacionadas - parceiros em prol do Yoga == inclua aqui o link para seu trabalho com a comunidade se você é nosso parceiro em prol do Yoga [https://www.institutodeyogaterapia.com.br/ Instituto Yogaterapia de Campinas] [http://yogaclassicocampinas.com.br/ Yoga Clássico de Campinas] [https://www.facebook.com/ana.taglianetti Yoga e Música: Concertos de Cura] [https://www.facebook.com/haimavati.nakai Yantra Yoga (yoga tibetana)] [http://consentircorpoealma.blogspot.com/ Consentir] [https://www.mudrasterapeuticos.com.br/ Mudras Terapeuticos] [https://www.facebook.com/Gustavo.Gurusevananda Guru Sevananda Das] [https://www.facebook.com/monjaheishin.tengan Comunidade Zen Budista] [http://goura.com.br/ Ecovila Goura Vrindavana] [https://www.ashram.com.br/ Krishna Shakti Ashram] [https://www.novagokula.com.br/ Fazenda Nova Gokula] [https://www.facebook.com/yoganoparquesjc/ Yoga no Parque São José dos Campos] [https://www.institutohermogenes.com.br/ Instituto Hermógenes Rio de Janeiro e São Paulo] [https://www.facebook.com/IndianCulturalCentreSaoPauloBrazil/ Centro Cultural Swami Vivekananda São Paulo] [https://www.youtube.com/watch?v=Zt3JXTxklx4 Estrada Ecologia Humana Alto Paraíso de Goiás] [https://www.youtube.com/@AndreaAlbergaria Andrea Itacarambi Albergaria, doutora em Artes da Cena (UNICAMP), pesquisadora da dança clássica indiana Odissi e Natya Shastra, bailarina e fundadora da Devi Odissi.] <br /> [[Categoria:Tradução]] [[Category:Universidade_Estadual_de_Campinas]] ryxk79iz9vyx6apx8a54un7s5vbrhd0 CCT-UFCA/Engenharia Civil/Álgebra Vetorial e Geometria Analítica 0 29347 186028 167268 2026-09-05T12:44:48Z ~2026-48245-69 45066 /* Ementa */ 186028 wikitext text/x-wiki == Programa do Componente Curricular == [editar | editar código-fonte] {| class="wikitable" |+ |'''Código:''' | colspan="9" |CAR(NOVO) |- |'''Componente Curricular:''' | colspan="9" |Álgebra Vetorial e Geometria Analítica |- |'''Semestre de Oferta:''' | colspan="2" |1º |'''Tipo:''' |Disciplina |'''Caráter:''' | colspan="4" |Obrigatória |- |'''Unidade Acadêmica Responsável:''' | colspan="9" |Centro de Ciências e Tecnologia - CCT |- |'''Regime:''' | colspan="9" |Semestral |- |'''Créditos:''' |2 |'''Carga horária:''' |32 |'''Teórica:''' |32 |'''Prática''' | - |'''Extensão:''' | - |- |'''Pré-requisito:''' | colspan="9" | |- |'''Co-requisito:''' | colspan="9" | |- |'''Equivalência:''' | colspan="9" |CAR0009 |} == Ementa == Álgebra matricial; Espaços Vetoriais; Espaços de funções; Fatorização de matrizes; Programação de matrizes; Programação linear; Aplicações em Engenharia. == Objetivos == Transmitir os conhecimentos de álgebra vetorial e geometria analítica ao aluno, enfatizando seus aspectos geométricos. Ao final da disciplina, os alunos deverão ser capazes de manipular vetores algebricamente, calcular área e volume de triângulos, paralelogramos, tetraedros e hexaedros no espaço tridimensional, e resolver problemas de geometria arbitrários envolvendo retas, planos, cônicas e quádricas. == Conteúdo == '''Unidade 1 – Vetores no Plano e no Espaço''' * Os conjuntos R² e R³: definição e operações * Sistemas de coordenadas no plano e no espaço * Geometria dos vetores: interpretação geométrica das operações (soma, subtração, multiplicação por escalar) '''Unidade 2 – Álgebra Linear Aplicada''' * Matrizes e determinantes * Sistemas lineares e Regra de Cramer * Combinação linear de vetores * Base do Rⁿ e sua relação com sistemas lineares '''Unidade 3 – Produto Interno e Ortogonalidade''' * Produto interno (produto escalar) e norma de vetores * Desigualdade de Cauchy-Schwarz * Ângulo entre vetores e condição de ortogonalidade * Projeção ortogonal * Bases ortogonais '''Unidade 4 – Produto Vetorial e Aplicações Métricas''' * Produto vetorial: definição e propriedades * Cálculo de área (paralelogramos/triângulos) e volume (paralelepípedos) '''Unidade 5 – Retas e Planos''' * Retas no plano: equações cartesiana, vetorial e paramétrica * Ângulo entre retas * Retas e planos no espaço: equações e posições relativas * Distância entre ponto e reta * Distância entre ponto e plano == Metodologia == A disciplina será desenvolvida por meio de aulas expositivo-dialogadas, com apresentação dos conceitos teóricos seguida de exemplos práticos e resolução de exercícios em sala de aula. Serão utilizados recursos visuais e, quando pertinente, softwares de geometria para auxiliar a compreensão geométrica dos conteúdos. Listas de exercícios serão propostas ao longo do semestre para fixação da aprendizagem, com momentos dedicados à resolução conjunta e ao esclarecimento de dúvidas. == Avaliação == A avaliação será processual e cumulativa, compreendendo avaliações escritas individuais, listas de exercícios e/ou atividades complementares, considerando a compreensão conceitual, a capacidade de resolução de problemas e o rigor na aplicação dos métodos estudados. == Bibliografia == === Bibliografia básica === # Steinbruch, Alfredo & Winterle, Paulo Geometria Analítica. São Paulo, SP: McGraw-Hill, 2 a ed. 1987. 291 p. # Boulos, P. & Camago, I. Geometria Analítica, um Tratamento Vetorial. São Paulo, SP: McGrwa-Hill, 2 a ed. 1987. 383 p. # Lima, Elon Lages Geometria Analítica e Álgebra Linear. Rio de Janeiro, RJ: Ed. IMPA, 2013. 304 p. Coleção Matemática Universitária. === Bibliografia complementar === # Venturi, Jacir J. Álgebra Vetorial e Geometria Analítica. Curitiba, Paraná: 9 a ed. # Steinbruch, Alfredo Geometria Analítica. Editora Makron Books. # Azevedo Filho, M. F. Geometria analítica e Álgebra Linear Fortaleza, Ce: Editora Livro Técnico, 2a ed. 2003. # Simmons, George F. Cálculo com Geometria Analítica, vol. 1. São Paulo, SP: MAKRON Books do Brasil Editora Ltda. Editora McGraw-Hill Ltda, 1987. # Leithold, L. O Cálculo com Geometria Analítica, vol. 1. São Paulo, SP: Editora Harbra, 3 a ed. 1994. 53mchjb653s5aighvsgyrjvlacl4601 CCT-UFCA/Engenharia Civil/Química Geral para Engenharias 0 29348 186029 167271 2026-09-05T12:48:23Z ~2026-48245-69 45066 /* Programa do Componente Curricular */ 186029 wikitext text/x-wiki == Programa do Componente Curricular == {| class="wikitable" |+ |'''Código:''' | colspan="9" |ECI0088 |- |'''Componente Curricular:''' | colspan="9" |Química Geral para Engenharias |- |'''Semestre de Oferta:''' | colspan="2" |1º |'''Tipo:''' |Disciplina |'''Caráter:''' | colspan="4" |Obrigatória |- |'''Unidade Acadêmica Responsável:''' | colspan="9" |Centro de Ciências e Tecnologia - CCT |- |'''Regime:''' | colspan="9" |Semestral |- |'''Créditos:''' |4 |'''Carga horária:''' |64 |'''Teórica:''' |64 |'''Prática''' | - |'''Extensão:''' | - |- |'''Pré-requisito:''' | colspan="9" | |- |'''Co-requisito:''' | colspan="9" |ECI0089 |- |'''Equivalência:''' | colspan="9" | |} == Ementa == Estudo dos conceitos fundamentais da química, relações de massa e energia nos fenômenos químicos, desenvolvimento do modelo do átomo, classificação periódica e estrutura molecular com ênfase em ligações no estado sólido. Reações químicas em termos de sua estequiometria, unidades de concentração em solução, propriedades coligativas e cinética. Discussão das relações de equilíbrio e suas aplicações em fenômenos envolvendo ácidos, bases e sistemas eletroquímicos. == Objetivos == Ao final da disciplina espera-se que os discentes: O aluno estará apto a perceber os fenômenos químicos à sua volta, a entender a estrutura da matéria do nível atômico até a formação das estruturas sólidas, estudar e quantificar as reações químicas em meio aquoso e discutir as reações de transferência de elétrons, aplicando-a ao fenômeno da corrosão. == Conteúdo == Estudo dos conceitos fundamentais da química, relações de massa e energia nos fenômenos químicos, desenvolvimento do modelo do átomo, classificação periódica e estrutura molecular com ênfase em ligações no estado sólido. Água e soluções. Cinética e equilíbrio químico. Discussão das relações de equilíbrio e suas aplicações em fenômenos envolvendo ácidos, bases e sistemas eletroquímicos, especialmente corrosão. == Metodologia == A disciplina será desenvolvida por meio de aulas expositivo-dialogadas, associando os fundamentos teóricos da química a aplicações voltadas à engenharia. Serão utilizados exemplos práticos e estudos de caso para relacionar os conceitos de estrutura atômica, ligações químicas e equilíbrio químico a situações reais de interesse da área, especialmente fenômenos de corrosão. Sempre que possível, serão realizadas aulas práticas de laboratório, permitindo a observação experimental de reações, soluções e processos eletroquímicos, complementando a aprendizagem teórica. == Avaliação == A avaliação será processual e cumulativa, contemplando avaliações escritas individuais, atividades e/ou relatórios de aulas práticas, e listas de exercícios, considerando a compreensão dos conceitos fundamentais, a capacidade de relacioná-los a aplicações práticas em engenharia e o rigor na resolução de problemas. == Bibliografia == === Bibliografia básica === # - KOTZ, J.C.; TREICHEL JR., P.M.; WEAVER, G.C. Química Geral e Reações Químicas - vol. 1 e 2, 6 ed., editora CENGAGE, 2010, 708 e 1034p. ISBN: 8522106916 e 8522107548. # BROWN, T.L.; LEMAY, H.E.; BURSTEN, B.E.; BURDGE, J.R. Química, a Ciência Central, 9ed., cidade: Ed. Pearson, 2005, 992p. ISBN: 8587918427. # ROSENBERG, J.L.; EPSTEIN, L.M. Teoria e Problemas de Química Geral, 8 ed., editora Bookman, 2003, 368 p (Coleção Schaum). ISBN: 8536301805. === Bibliografia complementar === # ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente, 3 ed., editora Bookman, 2006, 965 p. ISBN: 8536306688. # RUSSEL, J.B. Química Geral v. 1 e 2, 2ed., editora Pearson, 1994, 662 e 628p. ISBN: 8534601925 e 8534601518. # MASTERTON, W.L.; SLOWINSKI, E.J.; STANITSKI, C.L. Princípios de Química 6ed. São Paulo: Ed. Livros Técnicos e Científicos, 1990, 681p. ISBN: 8521611218. # VAN VLACK, L.H. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais, 4ed. Editora Elsevier, 2003, 567p. ISBN: 8570014805. # CALLISTER, W.D. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução, 5 ed., editora Livros Técnicos e Científicos, 2002, 589 p. ISBN: 8521612885. # BROWN, L.S.; HOLME, T.A. Química Geral Aplicada à Engenharia, 1 ed., Cengage Learning, 2009, 680 p. ISBN: 8522106886. # CHANG, R.; GOLDSBY, K.A. Química, 11 ed., editora Bookman, 2013, 1167 p. ISBN: 8580552559. dx7qt4tmw9m6q36xyjtqy1i79e35tk1 Sociologia, Educação e Comunicação/Parte I/Linguagem e Sociedade I 0 33898 186031 185617 2026-09-05T22:00:45Z Lgjunior 21602 /* Obras Indicadas */ 186031 wikitext text/x-wiki [[File:Representações da Sociedade - linguagem, narrativa, memória.ogg|thumb|Representações da Sociedade (linguagem, narrativa, memória)]] === Perguntas que vão orientar esta investigação === # O que faz da '''Sociologia um modo específico de olhar para o mundo''' — e não apenas um conjunto de temas? # Por que produzimos tantas f'''ormas diferentes de dar sentido à existência''' — cantos, mitos, religiões, sistemas políticos, códigos éticos — se nenhuma delas está escrita no nosso corpo biológico? # '''Nomear algo''' é apenas descrevê-lo, ou é também condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente? # Como a '''memória individual''' se sustenta sempre em uma '''trama coletiva de significados'''? # De que forma os '''meios de comunicação reorganizam o que lembramos''' e como lembramos? # Quem teve, historicamente, o '''direito de narrar sua experiência''' — e o que isso tem a ver com '''poder'''? '''''Antes de entrar nos blocos:''' uma observação sobre o próprio olhar sociológico. A Sociologia não estuda "temas" apenas — desigualdade, violência, padrões de gosto e consumo, etc. — como se fossem gavetas separadas da realidade. Ela constrói, por meio de '''conceitos e teorias, instrumentos que fazem aparecer, nas nossas ações mais cotidianas, uma dimensão social que normalmente passa despercebida.''' Isso não significa que esses conceitos expliquem toda a nossa existência: há sempre uma experiência individual irredutível — somos nós que vivemos, é a nossa trajetória específica. Mas essa experiência não acontece no vazio: está emaranhada numa teia de significados tecida por muitas pessoas antes de nós, teia que podemos reproduzir ou modificar, com maior ou menor intensidade.'' ==Bloco 1 — Natureza e cultura: a produção do mundo simbólico== '''Pergunta-guia:''' O que nasce com o nosso corpo (orgânico - biológico) e o que é tecido socialmente? Algum recém-nascido chega ao mundo sabendo distinguir um hino de torcida de uma oração, ou uma regra de etiqueta de uma lei. Então de onde vêm essas distinções? Nascemos organismos biologicamente "incompletos". A natureza oferece as nossas condições da existência; a cultura organiza as formas pelas quais essa existência ganha significado — e, sem ela, sequer sobreviveríamos como espécie. Ver: [https://www.instagram.com/p/Bt_i8WKAPqe/?utm_source=ig_web_copy_link '''desnaturalização''' e '''estranhamento'''] . '''Exemplo :''' uma equipe de marca constrói, ao longo dos anos, um conjunto de rituais internos — uma frase que se repete em reuniões, uma forma específica de comemorar metas. Para quem entra na empresa, esses rituais parecem "naturais" desde o primeiro dia; na verdade, foram construídos e ensinados, geração após geração de funcionários (cultura organizacional). '''Leitura de aprofundamento:''' GEERTZ, Clifford. ''A interpretação das culturas''. == Bloco 2 — Linguagem como mediação, não como espelho == '''Pergunta-guia:''' Nomear algo é apenas descrevê-lo — ou é também '''condição para que ele possa existir (ou ser proibido) socialmente'''? Muitos itens da sua lista — um tabu religioso, uma regra ética não escrita, um código político — só existem enquanto tais porque podem ser nomeados. Existiria alguma proibição possível sem uma palavra para nomeá-la? A linguagem não se resume a palavras: inclui imagens, sons, gestos, silêncios, enquadramentos. Ela é o principal '''sistema simbólico''' pelo qual organizamos a experiência — e é por isso que, como observa o crítico George Steiner, a linguagem está diretamente ligada à declaração da nossa humanidade: tabus, proibições e interditos passam por ela, já que não se pode proibir aquilo que não se pode nomear. É a linguagem que permite c'''onstruir as narrativas que nos formam''' e que delimitam quem somos e quem é o outro (ver [https://www.instagram.com/p/Bt_hmOxgX9a/?utm_source=ig_web_button_share_sheet meme]). '''Exemplo :''' uma campanha institucional que evita nomear diretamente um problema (uma crise ambiental, uma desigualdade) usando eufemismos técnicos não está apenas "suavizando" a comunicação — está, também, controlando o que pode ou não ser tornado público como fato social. "A Pesca Milagrosa" (Clarice Lispector) ''Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora. Mas aí cessa a analogia: a não palavra, ao morder a isca, incorporou-a. O que salva então é escrever distraidamente.'' '''Leitura de aprofundamento:''' STEINER, George. ''Ensaios sobre linguagem e humanidade (''ver resenha de Eduardo Sterzi, ''Folha de S.Paulo'', sobre a obra de Steiner). CENCI, Adriane; DAMIANI, Magda Floriana. Desenvolvimento da Teoria Histórico-Cultural da Atividade em três gerações: Vygotsky, Leontiev e Engeström == Bloco 3 — Tecnologia e a mediação da experiência == '''Pergunta-guia:''' A forma como mitos, cantos ou crenças chegou até você mudou o que ele significa? Pense em como um deles chegou até você: pela '''oralidade de alguém da família, por um livro, por um vídeo ou por uma plataforma.''' Isso muda o que ele significa? É comum pensar "tecnologia" como sinônimo de máquina moderna, mas, em termos analíticos, '''tecnologia é um conjunto de procedimentos materiais e simbólicos''' que produzem efeitos '''estáveis, repetíveis e transmissíveis''' em um campo de ação. Por isso é possível pensar '''a escrita, o ritual e a própria linguagem como tecnologias de mediação'''. Cada uma delas — oralidade, escrita, rádio, plataformas digitais — não elimina simplesmente a anterior, mas reorganiza como significado, memória e interação coexistem. '''Exemplo :''' um algoritmo de recomendação pode reapresentar, a uma nova geração, uma tradição ou canção de décadas atrás, deslocando-a do contexto original e produzindo novas apropriações e sentidos. '''Leitura de aprofundamento:''' CANDAU, Joël. ''Memória e identidade''. São Paulo: Contexto, 2021. == Bloco 4 — Memória individual e coletiva == '''Pergunta-guia:''' Por que lembramos de coisas que não vivemos diretamente — um mito de origem, uma tradição de família, um evento histórico contado por outros? Se um item da sua lista veio de outra geração, é provável que carregue lembranças que não são exatamente suas. Como isso é possível, se memória é, supostamente, individual? Nossa memória individual depende sempre de '''uma memória compartilhada''': lembramos porque pertencemos a grupos — famílias, gerações, comunidades de crença ou de escuta. Para Anthony Giddens, a lembrança individual não pode estar separada de um quadro coletivo de memória — o que Maurice Halbwachs já chamava de '''quadros sociais da memória'''. A memória, portanto, é um '''patrimônio coletivo, disputado e reorganizado''' o tempo todo. Nesse sentido, a memória individual é profundamente influenciada pelos contextos sociais e culturais em que estamos inseridos. De que forma esses quadtos sociais da memória orientam nossas narrativas individuais? 1. Valores e perspectivas compartilhados (valores políticos ou religiosos etc.) 2. Convenções e padrões narrativos (contos e ditados populares, romances etc.) 3. Enquadramento de memórias (padrões pré-definidos de pensar determinadas questões , preconceitos, estereótipos etc.) 4. Identidade e pertencimento (histórias compartilhadas que geram sensação de pertencer a um mesmo grupo) 5. Dinâmicas de poder e privilégio (silenciamentos, resistências etc.) Essa visão da memória como um fenômeno inerentemente social e mediado pela linguagem '''contrasta com a noção de um passado "objetivo" que pode ser simplesmente "recuperado"'''. Em vez disso, a memória e a história são '''construídas e reconstruídas a partir de perspectivas e interesses do presente'''. '''Exemplo 1 :''' quando uma organização enfrenta uma crise de imagem, ela não disputa apenas interpretações sobre o presente — disputa memória. Cada posicionamento tenta reorganizar o que diferentes públicos vão lembrar daquele acontecimento no futuro. '''Exemplo 2 :''' O subreddit '''r/MandelaEffect''' e servidores de Discord dedicados ao tema tornam visível, quase em tempo real, essa reflexão: alguém posta "eu jurava que era assim", dezenas confirmam "eu também lembro exatamente disso" — e o grupo não valida a lembrança comparando-a com fontes, mas pela repetição e pelo pertencimento. Participar da comunidade e "lembrar junto" é também uma forma de pertencimento (item 4): quanto mais gente confirma, mais sólida parece a memória, ainda que nenhum fato tenha sido checado. E como posts que confirmam a versão compartilhada ganham mais visibilidade que os que a contestam, o próprio algoritmo funciona como enquadramento (item 3), cristalizando a narrativa do grupo. '''Exemplo 3:''' Memória: humanos e robôs O que vocês acham dessa reflexão?<blockquote>"É aí que se encontra uma diferença radical entre a memória humana e aquela dos computadores. Estes, lembra-nos Claude Simon, possuem uma memória, mas são desprovidos de lembranças. Por outro lado, os acontecimentos memorizados não se integram em um sentido, não são objeto de representações..." (Candau, 2021 p. 62) </blockquote> '''Leitura de aprofundamento:''' HALBWACHS, Maurice. ''A memória coletiva''. == Bloco 5 — Ancestralidade e escrevivência: entre o que diz, o que se vê e as relações de poder == '''Pergunta-guia:''' Quem teve, historicamente, acesso à palavra legitimada para narrar sua própria experiencia — e quem teve sua narrativa contada por outros? Algumas tradições foram '''inventadas, registradas, preservadas, ensinadas''' em escolas; outras foram '''caladas, ridicularizadas ou apenas transmitidas às escondidas''', de boca em boca, dentro de famílias e comunidades. O conceito de '''escrevivência''', formulado por Conceição Evaristo, parte da articulação entre experiência vivida, memória individual e memória coletiva, evidenciando que narrar não é apenas recordar: é '''disputar os quadros sociais da memória'''. Se, como vimos no Bloco 4, toda memória individual é socialmente ancorada, a escrevivência mostra que '''esses quadros sociais são atravessados por relações de poder''' que definem quais histórias podem ser reconhecidas como memória legítima. Escrever deixa de ser apenas expressão individual e passa a operar como '''reinscrição histórica — uma forma de alterar o enquadramento simbólico de algo antes silenciado'''. Veja este trecho da letra desta música de Sued Nunes: ''"Ei, Povoada é um-um nome curioso né?/ Porque a gente sempre fala de Povoada/ Em relação à Terra né?/ A Terra é povoada/ Mas, também sou terra/ A gente também é terra de povoar..."'' '''Exemplo :''' uma marca que, ao ser fundada, apagou de sua história oficial a origem de uma comunidade ou tradição específica — e que, décadas depois, precisa decidir se resgata essa origem publicamente ou continua a silenciá-la — está lidando exatamente com essa disputa entre visibilidade, dizibilidade e poder. '''Leitura de aprofundamento:''' EVARISTO, Conceição. ''Escrevivência: textos reunidos.'' == O que vimos nesta aula == * reconhecemos a Sociologia como um modo específico de olhar para os elementos sociais da nossa experiência — e não como um conjunto de "temas"; * avaliamos a complexidade da relação entre natureza e cultura na produção de formas humanas de existência (mitos, religiões, política, ética); * explicamos por que a linguagem não apenas comunica, mas é uma mediação que torna possível a nossa existência simbólica; * compreendemos como a memória individual se sustenta sempre em uma trama coletiva de significados, construída por narrativas; * reconhecemos como as tecnologias reorganizam — sem simplesmente substituir — as formas de comunicar e lembrar; * problematizamos as relações entre o que pode ser mostrado e o que pode ser dito e sua relação com o poder na construção de narrativas. * entendemos que o objetivo da disciplina não é fornecer "opiniões" sobre a sociedade, mas desenvolver um modo de olhar as condições sociais e históricas de existência das coisas no mundo. == Tabela sintética 2: Arquitetura da aula == {| class="wikitable" ! Etapa ! Conceito operativo ! Pergunta-guia ! Texto-base |- | Bloco 1 | '''Naturalização / Estranhamento''' | O que nasce com o nosso corpo (orgânico) e o que é tecido socialmente? | Geertz |- | Bloco 2 | '''Linguagem''' | Nomear é descrever algo ou fazer com que ele exista? | Steiner |- | Bloco 3 | '''Linguagem como tecnologia''' | Os meios utilizados na comunicação podem mudar o significado das coisas? Ou o modo de dizê-las? | Candau |- | Bloco 4 | '''Narrativas''' | O que é lembrar? | Halbwachs |- | Bloco 5 | '''Memória individual e coletiva''' | Quem é "dono" da memória? Quem pode narrar o que passou e quem é calado? | Evaristo |} ---- == O que vimos nesta aula == Começamos perguntando por que produzimos tantas formas diferentes de dar sentido à existência — e problematizamos desde o início a própria fronteira entre quem tem cultura e quem não. Vimos que nenhuma dessas formas é natural. São produzidas socialmente ('''naturalização/estranhamento'''), nomeadas para poderem existir ('''linguagem'''), mediadas por meios materiais que reorganizam o sentido e o alcance ('''linguagem como tecnologia'''), lembradas como tramas coletivas de sentido ('''narrativas''') e disputadas por relações de poder que definem quem pode contar e quem é calado ('''memória individual e coletiva'''). O olhar sociológico oferece instrumentos para reconhecer ou identificar a cadeia de produção, mediação e poder que o torna possível o mundo social. Esse mundo é um ponto de chegada de uma longa trama de significados que, a partir de agora, você tem condições de desnaturalizar. ---- == Conceitos fundamentais == Naturalização · Estranhamento · Linguagem · Linguagem como tecnologia · Narrativas · Memória individual e coletiva ---- == Exercícios == === Registro 1 — Reconhecimento === Para cada conceito numerado na primeira lista, escreva a letra da definição correspondente na segunda lista. ;Conceitos # Naturalização # Estranhamento # Linguagem # Linguagem como tecnologia # Narrativas # Memória individual e coletiva # ;Definições (fora de ordem). Associe os números (conceitos) às letras (definições) ; : '''A.''' Processo pelo qual algo construído socialmente passa a ser vivido como se fosse natural ou biologicamente dado. : '''B.''' Gesto do olhar sociológico que desfaz a naturalização, revelando a produção social do que parece óbvio. : '''C.''' Sistema simbólico que não apenas descreve o mundo, mas torna possível — ou impede — certas formas de existência social. : '''D.''' Conjunto de procedimentos materiais e simbólicos que reorganizam, sem substituir, as formas de comunicar e lembrar. : '''E.''' Formas pelas quais a memória individual e coletiva se organiza em tramas de sentido compartilhadas e disputadas. : '''F.''' Dimensão da experiência humana em que lembranças pessoais dependem de quadros sociais de referência, atravessados por relações de poder que definem quem pode narrar e ser reconhecido. === Registro 2 — Aplicação (Padrão B — produção simbólica) === Escolha uma marca ou organização real que você conhece. Identifique um elemento que funcione como "mito fundador" dessa marca (uma história de origem repetida institucionalmente) e um código ético — explícito (declarado em documentos, campanhas) ou não explícito (praticado, mas não formalizado) — que oriente suas ações. Use pelo menos quatro conceitos desta aula para explicar como esses elementos foram construídos e são sustentados. === Registro 3 — Metacognição === O que você acha que consegue ver neste poema (heterônimo de Fernando Pessoa) que, talvez, não visse antes da aula? '''O GUARDADOR DE REBANHOS (IX)''' Sou um guardador de rebanhos O rebanho é os meus pensamentos E os meus pensamentos são todos sensações. Penso com os olhos e com os ouvidos E com as mãos e os pés E com o nariz e a boca. Pensar uma flor é vê-la e cheirá-la E comer um fruto é saber-lhe o sentido. Por isso quando num dia de calor Me sinto triste de gozá-lo tanto. E me deito ao comprido na erva, E fecho os olhos quentes, Sinto todo o meu corpo deitado na realidade, Sei a verdade e sou feliz. (Alberto Caeiro) == Obras Indicadas== (*) BECKER, Howard S. Falando da Sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009 (cap. 1 e 2) BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. Petrópolis, RJ: Vozes, 1985 BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.~ CABECINHAS, Rosa. Processos cognitivos, cultura e estereótipos sociais. ACTAS DO III SOPCOM, VI LUSOCOM e II IBÉRICO – Volume IV CENCI, Adriane; DAMIANI, Magda Floriana. Desenvolvimento da Teoria Histórico-Cultural da Atividade em três gerações: Vygotsky, Leontiev e Engeström. '''Roteiro''', Joaçaba, v. 45, p. 1-24, jan./dez. 2020. Disponível em: unoesc.edu.br. Acesso em: 5 set. 2026. CANDAU, Joël. Memória e Identidade. São Paulo: Contexto, 2021 (*) DUARTE, Constância Lima, NUNES, Isabella Rosado (orgs) Escrevivência : a escrita de nós : reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo. Rio de Janeiro : Mina Comunicação e Arte, 2020 GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural de amefricanidade. In: Tempo Brasileiro. Rio de Janeiro, Nº. 92/93 (jan./jun.). 1988b, p. 69-82 HONETH, Axel. O eu no nós: reconhecimento como força motriz de grupos. Dossiê • Sociologias 15 (33) • Ago 2013 (*) MEAD, G. H. A brincadeira, o jogo e o outro generalizado. Pesquisas e Práticas Psicossociais 5(1), São João del-Rei, janeiro/julho 2010 (Traduzido de Mead, G. H. (1967). Mind, self, and society (pp. 152-164). Chicago: The Chicago University Press) ==Filmes e outras dicas== [[w:Werner_Herzog|Werner Herzog]]. ''O Enigma de Kasper Hauser'' [[w:François_Truffaut|François Truffaut]]. ''[[w:L'enfant_sauvage|O garoto selvagem]]'' Hal Ashby . ''[[w:Being_There|Muito Além do Jardim]]'' [[w:Eliane_Caffé|Eliane Café]]. Narradores de Javé Fernando Frias. YA NO ESTOY AQUÍ (2020, México/EUA) ''[[w:Anne_with_an_E|Anne with an E]]'' (Série) nqzzngzivsgeusyn6ot0yyjjzkasym1 Piracicaba Meteorológica/Histórico 0 33904 186030 185559 2026-09-05T12:59:28Z A.O Mapping 38691 186030 wikitext text/x-wiki '''<big>História da Piracicaba Meteorológica</big>''' '''Documento:''' Histórico institucional '''Última atualização:''' 23 de agosto de 2026 [[Ficheiro:Tempestade Piracicaba 10-12-2024 6.jpg|centro|semmoldura|493x493px]] A Piracicaba Meteorológica foi criada digitalmente em 23 de agosto de 2023 por Erik Kaue dos Santos, então com 13 anos de idade, com foco em física e engenharia aplicada ao tempo severo. Apesar de essa ser a data oficial de fundação, a sua identidade, implementação física e reconhecimento ocorreram apenas em 13 de dezembro de 2023, quando deixou de existir apenas como uma ideia em desenvolvimento e passou a funcionar continuamente, produzindo relatórios, registrando tempestades e organizando seus primeiros métodos de trabalho. A proposta inicial da Piracicaba Meteorológica diferia da maioria dos projetos voltados ao acompanhamento do tempo. Em vez de concentrar seus esforços exclusivamente na previsão meteorológica ou na descrição das condições atmosféricas, a organização nasceu com uma proposta tecnológica, matemática e avançada, procurando compreender fenômenos meteorológicos por meio das Ciências Exatas. Essa característica ainda era pouco visível durante os primeiros meses de funcionamento, mas já orientava a forma como os estudos eram planejados e seria aprofundada nos anos seguintes, conforme novas metodologias fossem sendo desenvolvidas. Desde o início, o projeto defendia que uma hipótese não deveria ser aceita apenas porque era amplamente difundida, nem descartada apenas porque contrariava uma interpretação dominante. Em sua visão, uma conclusão precisava ser sustentada por evidências, enquanto críticas deveriam servir para localizar erros, aperfeiçoar metodologias e fortalecer um estudo. Esse pensamento seria posteriormente resumido no lema "Na ciência, críticas devem ser digeridas", adotado como princípio permanente da organização. Nos primeiros meses, a estrutura organizacional era bastante simples. Erik acumulava as funções de diretor e supervisor geral, coordenando todas as atividades do projeto. Também existia a possibilidade de participação de membros voluntários interessados em colaborar com levantamentos, documentação de eventos ou outras atividades. Somente em 2026 a estrutura seria ampliada para prever a participação de analistas externos convidados em pesquisas que exigissem conhecimentos especializados. Até 13 de janeiro de 2024, a Piracicaba Meteorológica utilizou como sede temporária um condomínio fechado localizado no Bairro Alto, em Piracicaba. Nesse local funcionava uma pequena estação meteorológica composta por um pluviômetro e um termômetro. Embora os equipamentos fossem simples, permitiam registrar precipitação e temperatura localmente, servindo como apoio para a documentação dos eventos meteorológicos observados pela organização. Essa fase chegou ao fim quando os responsáveis perderam o direito de acesso ao condomínio em razão de uma mudança de endereço. A nova sede, localizada no Jardim Itapuã, não possuía espaço adequado para reinstalar os equipamentos, impossibilitando a transferência da estação meteorológica e encerrando temporariamente as observações instrumentais próprias. Durante o segundo semestre de 2023, a principal atividade da organização consistia em documentar, com o máximo de detalhes possível, as tempestades mais significativas que atingiam Piracicaba. Cada evento era tratado como uma oportunidade para aperfeiçoar formas de registro, comparar diferentes tipos de evidências e identificar quais informações normalmente deixavam de ser documentadas. Entre esses episódios, dois exerceram influência direta sobre o amadurecimento inicial da metodologia. O primeiro foi a chuva de granizo de 12 de agosto de 2023. Ocorrido poucos dias antes da criação digital da Piracicaba Meteorológica, o episódio serviu como uma das principais referências para compreender como um evento severo deveria ser documentado e quais informações precisariam ser preservadas para futuras análises. O segundo foi o temporal de 27 de setembro de 2023, que também recebeu uma grande quantidade de relatos reunidos pela equipe. Fotografias, vídeos e observações produzidos durante esse episódio permitiram comparar diferentes pontos da cidade, avaliar a qualidade das informações disponíveis e identificar limitações na forma como os temporais vinham sendo registrados. A experiência obtida durante essa documentação contribuiu diretamente para a organização dos primeiros procedimentos internos utilizados pela Piracicaba Meteorológica. A Piracicaba Meteorológica iniciou o desenvolvimento do primeiro relatório científico da organização, intitulado "O Caso das Chuvas de Granizo em Piracicaba". O objetivo da pesquisa era investigar por que os episódios de granizo pareciam menos frequentes entre 2014 e 2023 quando comparados aos anos anteriores. Naquele momento, entretanto, a metodologia ainda estava em formação. O levantamento histórico era limitado, o banco de dados ainda não havia sido estruturado e diversas ocorrências antigas permaneciam desconhecidas. Como consequência, o estudo concluiu que Piracicaba atravessava um período de redução na frequência das chuvas de granizo. Ao longo de 2024, essa interpretação começou a mudar. Conforme novos registros históricos eram localizados e incorporados ao levantamento, tornou-se evidente que a quantidade de episódios conhecidos estava aumentando desde 2022. A reorganização do banco de dados e o amadurecimento da metodologia demonstraram que a hipótese apresentada no primeiro relatório não representava corretamente a realidade observada. Em vez de manter a conclusão original, a Piracicaba Meteorológica optou por reconhecer que o trabalho havia sido superado pelas novas evidências. O relatório passou a ser considerado desatualizado em 2024, tornando-se um dos primeiros exemplos da política adotada pela organização de revisar ou substituir estudos anteriores quando metodologias mais rigorosas conduzissem a conclusões diferentes. Outro acontecimento decisivo ocorreu após a chuva de granizo registrada em 8 de março de 2024, que atingiu o bairro Jardim Itapuã, com pedras de médio porte. A cobertura realizada pelos meios de comunicação foi considerada insuficiente para preservar informações detalhadas sobre o evento. Essa limitação evidenciou que confiar apenas em registros externos dificultava a reconstrução histórica das tempestades que atingiam o município. Como resposta direta a esse problema, em 9 de março de 2024 foi criado o banco de dados de chuvas de granizo da Piracicaba Meteorológica, adotando 1995 como ano inicial da série histórica. A partir desse momento, cada episódio passou a ser pesquisado individualmente, reunindo notícias, fotografias, vídeos, relatos de testemunhas e outras evidências disponíveis para confirmar sua ocorrência e organizar uma cronologia cada vez mais completa dos eventos de granizo registrados em Piracicaba. Ao final de 2024, a Piracicaba Meteorológica ainda possuía dimensão reduzida e pouca visibilidade pública. Entretanto, sua base metodológica já havia se tornado significativamente mais sólida do que durante a fundação. === 2025 === O ano de 2025 representou um ponto de inflexão na história da Piracicaba Meteorológica. Até então, a organização concentrava seus esforços principalmente na documentação de tempestades e na construção de bancos de dados históricos. A partir desse período, entretanto, passou a desenvolver investigações próprias sobre fenômenos severos, formular hipóteses inéditas e criar metodologias destinadas a responder questões que, na avaliação da organização, ainda não haviam sido exploradas de maneira suficientemente detalhada na literatura consultada. Também foi durante 2025 que a Piracicaba Meteorológica começou a tornar-se mais conhecida entre observadores e pesquisadores interessados em meteorologia de tempo severo. Essa maior exposição trouxe tanto reconhecimento quanto questionamentos sobre suas conclusões, dando início a uma fase marcada por intenso desenvolvimento científico e por frequentes divergências metodológicas. O principal foco das pesquisas ao longo daquele ano passou a ser o tornado ocorrido em 31 de janeiro de 2025, no bairro Campestre, em Piracicaba. Poucas semanas após o evento, em 23 de fevereiro de 2025, foi publicado o primeiro estudo da organização sobre o caso. A pesquisa procurava interpretar imagens, vídeos e informações disponíveis para compreender a natureza do fenômeno. Entretanto, a metodologia ainda estava em estágio inicial de desenvolvimento. A revisão bibliográfica era limitada, vários procedimentos de validação ainda não haviam sido definidos e algumas conclusões apoiavam-se em um conjunto de evidências considerado insuficiente quando comparado aos critérios que seriam adotados posteriormente. Com o amadurecimento metodológico alcançado nos meses seguintes, a própria Piracicaba Meteorológica passou a considerar esse primeiro estudo excessivamente superficial. Em vez de mantê-lo como registro histórico oficial, optou por excluí-lo de seus registros públicos, entendendo que sua permanência poderia transmitir interpretações que já não correspondiam ao nível científico buscado pela organização. Enquanto aprofundava as investigações sobre o tornado, a organização também continuava revisando seu banco de dados de granizo. Em março de 2025, foi apresentada uma proposta de periodização histórica denominada Eras do Granizo, criada exclusivamente para classificar a evolução temporal dos episódios de granizo em Piracicaba. Foram definidos quatro períodos históricos: * Era Pioneira (1995–2007), correspondente aos primeiros registros sistematizados identificados pela organização; * Era Intermediária (2008–2013), marcada por uma frequência relativamente estável dos episódios conhecidos; * Seca do Granizo (2014–2021), período caracterizado por menor número de ocorrências registradas; * Era do Granizo (2022–2025), definida após a constatação de um aumento expressivo na frequência dos episódios documentados. Essa classificação não tinha como objetivo representar mudanças climáticas oficiais nem estabelecer uma divisão climatológica reconhecida por instituições meteorológicas. Tratava-se de uma classificação interna criada exclusivamente para organizar a evolução histórica dos episódios de granizo identificados pela Piracicaba Meteorológica. Outro avanço importante ocorreu em 2 de maio de 2025, quando a organização realizou sua primeira investigação inteiramente remota sobre um tornado. Utilizando o Google Earth Pro, Erik desenvolveu uma metodologia baseada em modelagem tridimensional para estimar a trajetória do tornado de 31 de janeiro. O procedimento consistiu em identificar elementos presentes na filmagem disponível, como construções, vegetação, torres e outros referenciais fixos, e conectá-los às estruturas georreferenciadas existentes nas imagens de satélite e no modelo tridimensional do terreno. A reconstrução permitiu estimar o deslocamento do vórtice com alta precisão sem necessidade de trabalho de campo, tornando-se a primeira análise desse tipo realizada pela organização. Posteriormente, novas evidências demonstraram que a localização inicialmente proposta para parte da trajetória não correspondia ao percurso real do tornado. A hipótese geográfica foi, portanto, refutada. Entretanto, a metodologia de georreferenciamento permaneceu válida. O conceito de delimitar um "raio de trajetória estimada", desenvolvido durante esse estudo, passou a servir como base para as investigações posteriores, orientando a busca por evidências de danos em áreas prioritárias. Paralelamente ao desenvolvimento dessas pesquisas, Erik enfrentava um problema que passou a acompanhar grande parte da trajetória inicial da organização: o etarismo. Entre 2025 e 2026, era comum que sua idade fosse utilizada como argumento para desacreditar análises antes mesmo que sua metodologia fosse examinada detalhadamente. Essa situação produziu diversos conflitos durante discussões técnicas envolvendo fenômenos severos. Ao mesmo tempo, seu modo de construir hipóteses era incomum, associado à sua superdotação intelectual, apresentando um raciocínio altamente ramificado/divergente e senso de justiça aguçado. Em vez de analisar um problema por uma única perspectiva, Erik costumava desenvolver diversas linhas de investigação simultaneamente, conectando conhecimentos provenientes de diferentes áreas até formar uma sequência lógica de verificações. Essa forma de pensar fazia com que seus artigos frequentemente apresentassem numerosas hipóteses intermediárias, cruzando diferentes evidências antes de chegar à conclusão principal. Embora esse processo aumentasse significativamente a complexidade dos estudos, também permitia que uma hipótese fosse testada por diversos caminhos independentes, reduzindo a possibilidade de uma conclusão depender exclusivamente de uma única evidência. Um dos episódios que melhor exemplificou essa forma de trabalho ocorreu em 27 de junho de 2025. Naquela data, Erik participou de uma discussão com uma meteorologista, que afirmava que determinada tempestade correspondia apenas a um cumulus congestus. Durante a discussão, ela apresentou valores de CAPE e de refletividade de radar que, segundo Erik, não correspondiam aos dados meteorológicos disponíveis. Ele interpretou que aqueles valores haviam sido criados apenas para sustentar a conclusão previamente defendida. Em vez de limitar-se à discussão, decidiu transformar o episódio em objeto de investigação científica. Nas semanas seguintes, pesquisou literatura especializada, consultou diversos bancos de dados meteorológicos gratuitos, reuniu parâmetros atmosféricos, imagens de radar, produtos de satélite e outras informações necessárias para reconstruir completamente o ambiente em que a tempestade havia se desenvolvido. O resultado desse trabalho foi publicado em 30 de agosto de 2025. O artigo utilizou justamente os argumentos apresentados durante a discussão como ponto de partida para demonstrar, segundo a metodologia desenvolvida pela organização, que a tempestade apresentava características compatíveis com uma supercélula. Além da reclassificação daquele evento específico, o estudo apresentou uma interpretação mais ampla: diversas tempestades ocorridas anteriormente em Piracicaba poderiam ter sido classificadas de maneira conservadora por ausência de investigações detalhadas. Essa conclusão motivou a criação do banco de dados de supercélulas da Piracicaba Meteorológica, destinado a reunir todos os casos conhecidos e revisar eventos antigos sempre que novas evidências estivessem disponíveis. Apesar do avanço metodológico alcançado durante 2025, as conclusões da organização continuavam gerando divergências. No final daquele ano, diversos meteorologistas manifestaram discordância em relação às interpretações apresentadas sobre o tornado de 31 de janeiro de 2025, argumentando que elas não estavam comprovadas. Para o forte senso de justiça de seu criador, entretanto, essa justificativa representava um problema filosófico. Seu entendimento era de que uma hipótese construída a partir de metodologia coerente não deveria ser descartada apenas porque ainda não existiam evidências suficientes para confirmá-la definitivamente. Em sua visão, a ausência de comprovação não equivalia automaticamente à demonstração de erro. Essa diferença de entendimento intensificou o desgaste das discussões públicas. Embora a Piracicaba Meteorológica continuasse defendendo que críticas científicas eram indispensáveis para o aperfeiçoamento das pesquisas, a organização passou a perceber que grande parte dos debates concentrava-se apenas na aceitação ou rejeição das conclusões finais, dedicando pouca atenção à metodologia utilizada para construí-las. === 2026 === O ano de 2026 marcou a fase de maior transformação metodológica da Piracicaba Meteorológica desde sua fundação. Ao contrário dos anos anteriores, em que grande parte dos esforços estava concentrada na documentação de tempestades e na elaboração de estudos individuais, a organização passou a dedicar-se ao aperfeiçoamento sistemático de seus próprios métodos de investigação. Esse processo foi impulsionado pelas experiências acumuladas desde 2023, pelas revisões realizadas ao longo de 2025 e, principalmente, pelas críticas recebidas durante as discussões envolvendo a supercélula de junho de 2025 e o tornado de 31 de janeiro de 2025. Em vez de responder às críticas apenas com novos argumentos, Erik procurou desenvolver metodologias capazes de produzir conjuntos maiores de evidências independentes entre si. A ideia era reduzir a dependência de um único tipo de informação e construir conclusões sustentadas por diferentes áreas do conhecimento ao mesmo tempo. A primeira grande mudança ocorreu em 1º de janeiro de 2026, com o início da Reforma Metodológica de 2026 aplicada ao banco de dados de chuvas de granizo. Até então, o levantamento era voltado principalmente aos municípios de Piracicaba e Saltinho. Com a reforma, o monitoramento foi expandido para 24 municípios, formando internamente a chamada Região Climática de Piracicaba. A ampliação permitiu compreender melhor a distribuição espacial das tempestades severas na região e comparar episódios registrados em municípios vizinhos. Ao mesmo tempo, foi completamente reformulado o processo de confirmação remota das ocorrências de granizo. A metodologia passou a exigir que os modelos indicassem probabilidade mínima de 80% de ocorrência de granizo na superfície antes que um episódio pudesse ser considerado potencialmente válido. Essa estimativa passou a utilizar, simultaneamente, imagens de satélite, produtos de radar meteorológico, temperatura, umidade, sondagens atmosféricas e outros parâmetros meteorológicos, que eram alimentados por inteligência artificial para estimar o diâmetro provável das pedras de granizo e sua densidade. Entretanto, nenhuma ocorrência passou a ser confirmada automaticamente. Mesmo quando todos os parâmetros indicavam elevada probabilidade de granizo, a confirmação continuava dependendo de validação humana, realizada por meio do comportamento da célula, análise do perfil em mesoescala e relatos semelhantes de queda de granizo em municípios vizinhos. Essa etapa era indispensável para reduzir falsas confirmações e evitar exageros decorrentes exclusivamente de interpretações automatizadas. A metodologia de confirmação remota de granizo desenvolvida pela Piracicaba Meteorológica tornou-se a primeira estrutura metodológica brasileira inteiramente organizada para confirmação remota de episódios de granizo. Em junho de 2026, o site avançado de monitoramento Previsão Master também incorporou uma estimativa automática de diâmetro baseada em alta refletividade de radar, porém sem o conjunto de etapas metodológicas, inserção manual de dados e validação humana que caracteriza o método desenvolvido pela Piracicaba Meteorológica. Enquanto a reforma do banco de dados de granizo era implementada, outra investigação alterava profundamente o entendimento da organização sobre o tornado ocorrido em 31 de janeiro de 2025, no bairro Campestre. A motivação para reiniciar o estudo surgiu após Erik identificar, em imagens de satélite da Maxar Technologies, uma anomalia no crescimento de um canavial localizado próximo à área onde anteriormente havia sido estimada a trajetória do tornado. A análise das imagens de satélite foi complementada com levantamentos realizados por meio do Google Street View Durante essa etapa foram encontrados eucaliptos inclinados, árvores decapitadas, exemplares com descascamento parcial do tronco e sinais de estresse de crescimento, distribuídos de maneira compatível com um corredor de danos provocado por vento intenso. Essas evidências passaram então a ser analisadas em conjunto. A investigação deixou de depender apenas da meteorologia e passou a integrar conhecimentos provenientes da botânica, para interpretar os danos observados na vegetação; da física, para compreender os mecanismos responsáveis pelas forças exercidas sobre as árvores; da matemática, utilizada nos cálculos e estimativas; da geologia, para avaliar a influência do relevo; da engenharia, para reconstruir a trajetória do fenômeno; e da própria meteorologia, responsável pela análise do ambiente atmosférico em que o tornado havia se desenvolvido. Essa integração entre diferentes áreas do conhecimento tornou-se uma das características mais marcantes e incomuns do estudo. Ao final da investigação, a Piracicaba Meteorológica concluiu que as evidências eram compatíveis com a ocorrência de um tornado EF1. O trabalho foi posteriormente submetido e aceito pelo Departamento de Ciências do St. Marys District Collegiate and Vocational Institute (SMDCVI), no Canadá, em 19 de junho de 2026, tendo sido publicado pela equipe da organização em 25 de junho. Entretanto, como a atribuição ocorreu mais de um ano após o fenômeno, a inclusão dessa reclassificação em bancos nacionais de eventos severos tornou-se significativamente mais difícil. Embora a análise divergente de Erik tenha favorecido o desenvolvimento de metodologias inéditas, ela também produzia desafios durante o processo científico. Seu pensamento altamente ramificado frequentemente levava à formulação simultânea de numerosas hipóteses, causando devaneios analíticos. Em muitos casos, essas ideias eram posteriormente descartadas após análises mais aprofundadas, processo que a própria organização passou a considerar parte natural do desenvolvimento científico. Um exemplo ocorreu durante as investigações do surto de tornados de 7 de dezembro de 2025, realizadas já em 2026.Ao analisar um vídeo registrado em Rio das Pedras, Erik classificou preliminarmente o fenômeno filmado como um tornado F1, baseando-se principalmente na intensidade da nuvem de poeira levantada. Paralelamente, realizou cálculos envolvendo helicidade, convergência atmosférica, mecanismos de retroalimentação da tempestade e outros parâmetros dinâmicos. Posteriormente verificou-se que utilizar apenas a quantidade de poeira levantada para estimar a intensidade do tornado contrariava os critérios estabelecidos pela Escala Fujita. A classificação preliminar como F1 foi, portanto, descartada pela equipe. Entretanto, os cálculos relacionados ao comportamento atmosférico permaneceram incorporados ao estudo, pois não dependiam daquela interpretação inicial. À medida que novas evidências eram localizadas, tornou-se possível reconstruir o surto de maneira muito mais completa. Concluiu-se que o fenômeno filmado correspondia, na realidade, a um tornado F0. Também foi identificado um segundo tornado F1 ocorrido em Rio das Pedras, posteriormente confirmado pela Plataforma de Registros e Rede Voluntária de Observadores de Tempestades Severas (PREVOTS). Durante o aprofundamento dessas investigações, a Piracicaba Meteorológica identificou ainda um terceiro tornado F1, ocorrido no município de Mombuca, também associado ao surto de 7 de dezembro de 2025. A identificação ocorreu em 8 de janeiro de 2026, enquanto a organização analisava os danos produzidos pelo evento em Rio das Pedras. Pouco tempo depois, em 20 de fevereiro de 2026, a organização promoveu outra revisão metodológica de grande porte. Foram implementadas 21 alterações nos bancos de dados de vórtices e supercélulas. A principal novidade consistiu na criação de um sistema com 28 categorias destinado à classificação de vórtices, turbulências atmosféricas e canalizações de vento. A proposta surgiu da constatação de que numerosos fenômenos relevantes para o estudo do tempo severo permaneciam sem uma classificação suficientemente específica. Em diversas situações eram observadas estruturas rotacionais que não atendiam aos critérios para serem classificadas como tornados, mas que também não podiam ser descritas adequadamente pelas categorias tradicionalmente utilizadas. O novo sistema passou a incluir fenômenos como misovórtices, pré-vórtices, canalizações de downburst, diferentes formas de turbulência atmosférica e outras estruturas consideradas relevantes durante investigações de campo ou análises remotas. O objetivo não era substituir classificações meteorológicas consolidadas, mas ampliar a capacidade de catalogar fenômenos que frequentemente permaneciam sem registro específico. Entre julho e agosto de 2026, Erik passou a enfrentar problemas em sua vida pessoal e saúde mental, enquanto precisava lidar simultaneamente com projetos colegiais, de cursos técnicos e avaliações psicológicas. Em decorrência dessa situação, o cargo de supervisor foi cedido temporariamente a uma equipe de voluntários experientes. Antes da transferência em 15 de agosto, Erik havia planejado montar um banco de dados de ferramentas em Python (linguagem de programação) com arquivamento a longo prazo de imagens de satélite, sondagem, radar e previsão convectiva, e utilizou inteligência artificial para realizar análises preliminares contínuas de parâmetros voltada ao estudo de pequenos eventos atmosféricos do período, com o objetivo de evitar a escassez de dados em projetos futuros. No entanto, mesmo com os códigos e sistemas pré-concluídos, o software não foi implementado; Erik retomou as atividades no dia 23 de agosto e, temendo erros de processamento e limitações das inteligências artificiais, focou em inserção manual dos dados. Em 5 de setembro, o monitoramento remoto de chuvas de granizo foi reduzido para Piracicaba, Rio das Pedras, Saltinho e Laranjal Paulista. As experiências acumuladas durante as discussões científicas de 2025 também alteraram a política de divulgação das pesquisas da organização. Embora a Piracicaba Meteorológica continuasse defendendo que críticas eram fundamentais para o aperfeiçoamento científico, a percepção de que muitos debates concentravam-se apenas na rejeição das conclusões, sem análise detalhada da metodologia empregada, levou a uma postura mais cautelosa quanto à divulgação imediata de todo o material coletado. Durante as investigações dos danos provocados pelo tornado de Mombuca, por exemplo, foram disponibilizadas apenas algumas fotografias ao público. Os vídeos completos permaneceram preservados nos arquivos da organização, com previsão de divulgação gradual apenas entre 2027 e 2028. A decisão buscava evitar interpretações parciais durante o andamento das pesquisas e preservar evidências que ainda poderiam ser utilizadas em revisões metodológicas futuras. Em 2026, a Piracicaba Meteorológica apresentava uma estrutura organizacional composta pelo diretor e supervisor geral, responsável pela coordenação científica da organização; por membros voluntários, que participavam conforme sua disponibilidade; e pela possibilidade de convite a analistas externos para colaborar em projetos específicos que exigissem conhecimentos especializados. [[Categoria:Clima e Meteorologia de Piracicaba]] __INDEXAR__ pcy3h5pq44tcsbjnzuerl85rifwam7s Caipora History Show 0 34192 186035 186013 2026-09-06T04:08:51Z Jaguar das Florestas 40910 /* Ben 10 */ 186035 wikitext text/x-wiki '''Caipora History Show''' é um protótipo criado pelo artista [https://www.deviantart.com/nostemos Almirante Coqueiro]. Ele possui uma arquitetura onde, há várias mídias recobrindo o grau popular de uma nação, e as mídias vão minimizando a reputação de um certo país (na verdade, os países representantes (os países que as mídias representam, não os países onde elas foram criadas) vão ter uma reputação razoável de acordo com o país que elas representam). A arquitetura se trata das mídias representando um grupo específico de países, com o objetivo de obter representação para os mesmos, para puderem serem reconhecidos no cenário internacional. Os países não são escolhidos de forma aleatória, sempre havendo um grupo específico para qual as mídias foram designadas (por exemplo: tal personagem representa 57 países, mas todos esses países ficam na África e na Ásia). Os países são escolhidos de acordo com a aparência do personagem, não de acordo com a sua personalidade e demais. Por isso, caso um personagem rico, poderoso e dono de um vasto império representa um grupo de países pobres e falidos, não se estranhe, pois os países foram escolhidos de acordo com a sua aparência. Além do personagem principal, também existem os protagonistas que representam esse mesmo grupo de países, com o objetivo desses países terem mais destaque no cenário internacional. E além disso, além da mídia principal (onde há o personagem principal), também há mídias secundárias, que acrescentam um reconhecimento por meio dos países representados (os mesmos da mídia principal), e elas são usadas para a mídia principal não entrar em fase de amnésia (esquecimento), e elas também servem para a mídia principal continuar popular ou relevante sem depender dela mesma. Elas são chamadas de '''séries-escravas''', '''mídias-escravas''', '''franquias-escravas''' ou '''obras-escravas'''. ==Introdução== {| class="wikitable" !Personagem !País (ranking de IDH da ONU) |- |[https://ben10.fandom.com/pt-br/wiki/Ben_Tennyson_(Original) Ben Tennyson] |42, 47, 55, 57-59, 61, 69-71, 75, 80, 83-84, 86, 88-89, 95, 100, 102, 105-106, 108, 110, 118, 120, 123, 125-126, 135, 137, 163 |- |[https://sailormoon.fandom.com/wiki/Usagi_Tsukino Usagi Tsukino] |9, 19-20, 24-25, 31-32, 34, 36, 39, 41, 45-46, 49, 52-53, 56, 60, 63, 65, 67-68, 74, 77-79, 81, 85, 91, 93, 96, 101, 115, 119, 122, 140, 146 |- |[https://turmadamonica.fandom.com/pt-br/wiki/Mônica Mônica de Sousa] |22, 26, 29, 35, 37, 43, 48, 50, 54, 76, 103, 107, 113, 121, 150, 180 |- |} ==Acrescimentos por Episódio (Pica-Pau)== ===Segmentos do Ben 10=== *''Campeão de Golfe'' ({{w|Chile}}) *''Pica-Pau, o Pirata'' ({{w|Argentina}}) *''O Espião Espiado'' ({{w|Bahamas}}) *''O Trio Amoroso'' ({{w|Trindade e Tobago}}) *''Pesadelo Dourado'' ({{w|Costa Rica}}) *''Concerto na Marra'' ({{w|Uruguai}}) *''A Vassoura da Bruxa'' ({{w|Panamá}}) *''Chefe Charlie Cavalo'' ([https://pt.wikipedia.org/wiki/Granada_(país) Granada]) *''Um Pica-Pau de Marte'' ({{w|Barbados}}) *''Festival de Cucos'' ({{w|Antígua e Barbuda}}) *''Chapeuzinho Diferente'' ({{w|São Cristóvão e Névis}}) *''Viagem à Marte'' ({{w|República Dominicana}}) *''Um Seguro Furado'' ({{w|Cuba}}) *''Ornitolomania'' ({{w|Peru}}) *''Seu Melhor Duende'' ({{w|México}}) *''Era Uma Vez Um Parque'' ({{w|Colômbia}}) *''Um Bobo e Tanto'' ({{w|São Vicente e Granadinas}}) *''Brincadeira no Pântano'' ({{w|Equador}}) *''Propaganda Super'' ({{w|Suriname}}) *''Morcegos no Campanário'' ({{w|Dominica}}) *''Caça ao Falcão'' ({{w|Paraguai}}) *''Pirata do Barulho'' ({{w|Santa Lúcia}}) *''O Jantar de Gabby'' ({{w|Guiana}}) *''Não Puxem Minhas Penas'' ({{w|Jamaica}}) *''O Cuidador Descuidado'' ({{w|Bolívia}}) *''O Rei do Voo-Doo'' ({{w|Venezuela}}) *''O Guloso Zé Jacaré'' ({{w|Belize}}) *''O Clandestino'' ({{w|El Salvador}}) *''O Fotógrafo Chato'' ({{w|Nicarágua}}) *''O Pica-Pau na Barbearia'' ({{w|Guatemala}}) *''Que Lindinho, o Cachorinho'' ({{w|Honduras}}) *''Pica-Pau, o Rei do Faroeste'' ({{w|Haiti}}) ===Segmentos da Sailor Moon=== *''O Afanador de Gasolina'' ({{w|Alemanha}}) *''Motorista Desleixado'' ({{w|Coreia do Sul}}) *''Amigos Penosos'' ({{w|Japão}}) *''Roubando Gasolina'' ({{w|Eslovênia}}) *''O Ovo da Galinha'' ({{w|Áustria}}) *''Pica-Pau, o Xerife'' ({{w|Estônia}}) *''Delícia Gelada'' ({{w|República Tcheca}}) *''Durma Bem'' ({{w|Polônia}}) *''Campeão de Estilingue'' ({{w|Lituânia}}) *''Uma Aventura no Supermercado'' ({{w|Letônia}}) *''O Grande Logro'' ({{w|Croácia}}) *''Formigas de Marte'' ({{w|Eslováquia}}) *''O Varre-Varre'' ({{w|Hungria}}) *''O Vale Tudo'' ({{w|Montenegro}}) *''Meio-Dia Quente'' ({{w|Rússia}}) *''Briga em Marrocos'' ({{w|Romênia}}) *''O Vendedor de Carrões'' ({{w|Cazaquistão}}) *''Os Desabrigados'' ({{w|Bielorrússia}}) 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Maluco'' ({{w|Bahrein}}) *''Os Trabalhadores da Floresta'' ({{w|Arábia Saudita}}) *''O Cabeleireiro'' ({{w|Qatar}}) *''Operação Serragem'' ({{w|Turquia}}) *''Os Mensageiros'' ({{w|Kuwait}}) *''A Alameda para Bali'' ({{w|Omã}}) *''O Bandido do Trem'' ({{w|Irã}}) *''O Último Martin'' ({{w|Jordânia}}) *''O Pássaro que Veio para Jantar'' ({{w|Palestina}}) *''O Mestre-Cuca'' ({{w|Líbano}}) *''Os Azares de um Corvo'' ({{w|Iraque}}) *''Encantos e Desencantos'' ({{w|Síria}}) *''Encrencas a Bordo'' ({{w|Afeganistão}}) ==Lista de Países== {| class="wikitable" !Posição (Ranking de IDH da ONU) !País !Personagem-Representante !Episódio Equivalente (Pica-Pau) |- |1 |{{w|Suíça}} |rowspan="8" | ''Não possui'' |Pica-Pau Biruta |- |2 |{{w|Noruega}} |O Biruta |- |3 |{{w|Islândia}} |Pânico na Cozinha |- |4 |{{w|Hong Kong}} |O Matador de Hollywood |- |5 |{{w|Austrália}} |Um Às Demais |- |6 |{{w|Dinamarca}} |A Loja do Prego |- |7 |{{w|Suécia}} |Beisebol Maluco |- |8 |{{w|Irlanda}} |O Acrobata Maluco |- |9 |{{w|Alemanha}} |Sailor Moon |O Afanador de Gasolina |- |10 |{{w|Países Baixos}} |rowspan="9" | ''Não possui'' |O Barbeiro de Sevilha |- |11 |{{w|Finlândia}} |O Doido da Praia |- |12 |{{w|Sinagapura}} |Ski Pra Dois |- |13 |{{w|Bélgica}} |Uma Dama Muito Fina |- |14 |{{w|Nova Zelândia}} |O Pica-Pau Come Fora |- |15 |{{w|Canadá}} |O Famoso Diplomata |- |16 |{{w|Liechtenstein}} |O Biruta às Soltas |- |17 |{{w|Luxemburgo}} |Quem Cozinha Quem? |- |18 |{{w|Reino Unido}} |Hora do Banho |- |19 |{{w|Coreia do Sul}} |rowspan="2" | Sailor Moon |Motorista Desleixado |- |20 |{{w|Japão}} |Amigos Penosos |- |21 |{{w|Estados Unidos}} |''Não possui'' |Trechos Musicais de Chopin |- |22 |{{w|Israel}} |Mônica |Presuntos Defumados |- |23 |{{w|Malta}} |''Não possui'' |O Passarinho do Relógio |- |24 |{{w|Eslovênia}} |rowspan="2" | Sailor Moon |Roubando Gasolina |- |25 |{{w|Áustria}} |O Ovo da Galinha |- |26 |{{w|Emirados Árabes Unidos}} |Mônica |Pica-Pau, o Mata Gigante |- |27 |{{w|Espanha}} |rowspan="2" | ''Não possui'' |A Cartola |- |28 |{{w|França}} |O Fila Bóia |- |29 |{{w|Chipre}} |Mônica |Hora do Bebê |- |30 |{{w|Itália}} |''Não possui'' |Apólice Cobertor |- |31 |{{w|Estônia}} |rowspan="2" | Sailor Moon |Pica-Pau Xerife |- |32 |{{w|Tchéquia}} |Delícia Gelada |- |33 |{{w|Grécia}} |''Não possui'' |O Mensageiro |- |34 |{{w|Polônia}} |Sailor Moon |Durma Bem |- |35 |{{w|Bahrein}} |Mônica |Cricket Maluco |- |36 |{{w|Lituânia}} |Sailor Moon |Campeão de Estilingue |- |37 |{{w|Arábia Saudita}} |Mônica |Os Trabalhadores da Floresta |- |38 |{{w|Portugal}} |''Não possui'' |A Polka do Pica-Pau |- |39 |{{w|Letônia}} |Sailor Moon |Uma Aventura no Supermercado |- |40 |{{w|Andorra}} |''Não possui'' |Nascido para Picar |- |41 |{{w|Croácia}} |Sailor Moon |O Grande Logro |- |42 |{{w|Chile}} |Ben 10 |Campeão de Golfe |- |43 |{{w|Qatar}} |Mônica |O Cabelereiro |- |44 |{{w|San Marino}} |''Não possui'' |O Grande Quem Faz Isso |- |45 |{{w|Eslováquia}} |rowspan="2" | Sailor Moon |Formigas de Marte |- |46 |{{w|Hungria}} |O Varre-Varre |- |47 |{{w|Argentina}} |Ben 10 |Pica-Pau, o Pirata |- |48 |{{w|Turquia}} |Mônica |Operação Serragem |- |49 |{{w|Montenegro}} |Sailor Moon |O Vale Tudo |- |50 |{{w|Kuwait}} |Mônica |Os Mensageiros |- |51 |{{w|Brunei}} |''Não possui'' |O Hipnotizador Caipira |- |52 |{{w|Rússia}} |rowspan="2" | Sailor Moon |Meio-Dia Quente |- |53 |{{w|Romênia}} |Briga em Marrocos |- |54 |{{w|Omã}} |Mônica |A Alameda para Bali |- |55 |{{w|Bahamas}} |Ben 10 |O Espião Espiado |- |56 |{{w|Cazaquistão}} |Sailor Moon |O Vendedor de Carrões |- |57 |{{w|Trindade e Tobago}} |rowspan="3" | Ben 10 |O Trio Amoroso |- |58 |{{w|Costa Rica}} |Pesadelo Dourado |- |59 |{{w|Uruguai}} |Concerto na Marra |- |60 |{{w|Bielorrússia}} |Sailor Moon |Os Desabrigados |- |61 |{{w|Panamá}} |Ben 10 |A Vassoura da Bruxa |- |62 |{{w|Malásia}} |''Não possui'' |Farejador vs. Pica-Pau |- |63 |{{w|Geórgia}} |Sailor Moon |Pica-Pau Ama Seca |- |64 |{{w|Maurício}} |''Não possui'' |Ladrão que Rouba Ladrão |- |65 |{{w|Sérvia}} |Sailor Moon |Um Tesouro Difícil |- |66 |{{w|Tailândia}} |''Não possui'' |O Médico de Árvores |- |67 |{{w|Albânia}} |rowspan="2" | Sailor Moon |Depois da Bola |- |68 |{{w|Bulgária}} |Os Perdidinhos |- |69 |[https://pt.wikipedia.org/wiki/Granada_(país) Granada] |rowspan="3" | Ben 10 |Chefe Charlie Cavalo |- |70 |{{w|Barbados}} |Um Pica-Pau de Marte |- |71 |{{w|Antígua e Barbuda}} |Festival de Cucos |- |72 |{{w|Seychelles}} |rowspan="2" | ''Não possui'' |Vamos às Cataratas |- |73 |{{w|Sri Lanka}} |Artes e Flores |- |74 |{{w|Bósnia-Herzegovina}} |Sailor Moon |Davy Escovinha Enfrenta Pica-Pau |- |75 |{{w|São Cristóvão e Névis}} |Ben 10 |Chapeuzinho Diferente |- |76 |{{w|Irã}} |Mônica |O Bandido do Trem |- |77 |{{w|Ucrânia}} |rowspan="3" | Sailor Moon |Vendedor Insuportável |- |78 |{{w|Macedônia do Norte}} |Pica-Pau Internacional |- |79 |{{w|China}} |Caça ao Pica-Pau |- |80 |{{w|República Dominicana}} |Ben 10 |Viagem à Marte |- |81 |{{w|Moldávia}} |Sailor Moon |Dopey Dick |- |82 |{{w|Palau}} |''Não possui'' |Papai Urso |- |83 |{{w|Cuba}} |rowspan="2" | Ben 10 |Um Seguro Furado |- |84 |{{w|Peru}} |Ornitolomania |- |85 |{{w|Armênia}} |Sailor Moon |Selins Vazios |- |86 |{{w|México}} |Ben 10 |Seu Melhor Duende |- |87 |{{w|Brasil}} |Zé Carioca |Investimento não tão Seguro |- |88 |{{w|Colômbia}} |rowspan="2" | Ben 10 |Era Uma Vez Um Parque |- |89 |{{w|São Vicente e Granadinas}} |Um Bobo e Tanto |- |90 |{{w|Maldivas}} |''Não possui'' |Luta do Gatoso |- |91 |{{w|Azerbaijão}} |Sailor Moon |É Madeira pra Burro |- |92 |{{w|Argélia}} |''Não possui'' |Pica-Pau Delegado |- |93 |{{w|Turcomenistão}} |Sailor Moon |Pica-Pau na Lua |- |94 |{{w|Tonga}} |''Não possui'' |Um Jogador de Sorte |- |95 |{{w|Equador}} |Ben 10 |Brincadeira no Pântano |- |96 |{{w|Mongólia}} |Sailor Moon |Aliança Mirim |- |97 |{{w|Egito}} |rowspan="3" | ''Não possui'' |Surrupiador de um Bilhão |- |98 |{{w|Tunísia}} |Pica-Pau Pistoleiro |- |99 |{{w|Fiji}} |O Charme Vence |- |100 |{{w|Suriname}} |Ben 10 |Propaganda Super |- |101 |{{w|Uzbequistão}} |Sailor Moon |Como Rechear um Pica-Pau |- |102 |{{w|Dominica}} |Ben 10 |Morcegos no Campanário |- |103 |{{w|Jordânia}} |Mônica |O Último Martin |- |104 |{{w|Líbia}} |''Não possui'' |Hospitalidade Gélida |- |105 |{{w|Paraguai}} |rowspan="2" | Ben 10 |Caça ao Falcão |- |106 |{{w|Santa Lúcia}} |Pirata do Barulho |- |107 |{{w|Palestina}} |Mônica |O Pássaro que Veio para Jantar |- |108 |{{w|Guiana}} |Ben 10 |O Jantar de Gabby |- |109 |{{w|África do Sul}} |''Não possui'' |O Gato a Jato |- |110 |{{w|Jamaica}} |Ben 10 |Não Puxem Minhas Penas |- |111 |{{w|Samoa}} |rowspan="2" | ''Não possui'' |Os Azares do Motorista |- |112 |{{w|Gabão}} |O Fantasma da Ópera |- |113 |{{w|Líbano}} |Mônica |O Mestre-Cuca |- |114 |{{w|Indonésia}} |''Não possui'' |Vamos Nanar, Jacaré |- |115 |{{w|Vietnã}} |Sailor Moon |O Doce Lar Quase Destruído |- |116 |{{w|Filipinas}} |rowspan="2" | ''Não possui'' |Vivendo num Buraco |- |117 |{{w|Botsuana}} |Foguete Fajuto |- |118 |{{w|Bolívia}} |Ben 10 |O Cuidador Descuidado |- |119 |{{w|Quirguistão}} |Sailor Moon |Mágica Trágica |- |120 |{{w|Venezuela}} |Ben 10 |O Rei do Voo-Doo |- |121 |{{w|Iraque}} |Mônica |Os Azares de um Corvo |- |122 |{{w|Tajiquistão}} |Sailor Moon |Chapeuzinho Vermelho de Araque |- |123 |{{w|Belize}} |Ben 10 |O Guloso Zé Jacaré |- |124 |{{w|Marrocos}} |''Não possui'' |Pica-Pau Robin Hood |- |125 |{{w|El Salvador}} |rowspan="2" | Ben 10 |O Clandestino |- |126 |{{w|Nicarágua}} |O Fotógrafo Chato |- |127 |{{w|Butão}} |rowspan="8" | ''Não possui'' |O Pica-Pato |- |128 |{{w|Cabo Verde}} |O Inquilino Malandro |- |129 |{{w|Bangladesh}} |O Garimpeiro Garimpado |- |130 |{{w|Tuvalu}} |Chá Chado pra Dois |- |131 |{{w|Ilhas Marshall}} |Fricção Científica |- |132 |{{w|Índia}} |Chamando Dr. Pica-Pau |- |133 |{{w|Gana}} |Esperto contra Sabido |- |134 |{{w|Estados Federados da Micronésia}} |O Calejado da Sela |- |135 |{{w|Guatemala}} |Ben 10 |O Pica-Pau na Barbearia |- |136 |{{w|Kiribati}} |''Não possui'' |Os Parentes |- |137 |{{w|Honduras}} |Ben 10 |Que Lindinho, o Cachorrinho |- |138 |{{w|São Tomé e Príncipe}} |rowspan="2" | ''Não possui'' |Auto Estrada Fracassada |- |139 |{{w|Namíbia}} |Em Roma, Faça Como os Pica-Paus |- |140 |{{w|Laos}} |Sailor Moon |Os Três Pica-Paus |- |141 |{{w|Timor-Leste}} |rowspan="5" | ''Não possui'' |Procura-se um Pica-Pau |- |142 |{{w|Vanuatu}} |A Observadora de Pássaros |- |143 |{{w|Nepal}} |Este Dia é da Caça |- |144 |{{w|Suazilândia}} |Jane Calamidade |- |145 |{{w|Guiné Equatorial}} |Um Amigo Leal |- |146 |{{w|Camboja}} |Sailor Moon |O Pica-Pau e o Professor |- |147 |{{w|Zimbabwe}} |rowspan="3" | ''Não possui'' |Qual é a sua, Chapéu? |- |148 |{{w|Angola}} |O Solitário |- |149 |{{w|Myanmar}} |Pica-Pau e o Pé de Feijão |- |150 |{{w|Síria}} |Mônica |Encantos e Desencantos |- |151 |{{w|Camarões}} |rowspan="12" | ''Não possui'' |História Boa pra Cachorro |- |152 |{{w|Quênia}} |Pica-Pau, um Biruta no Espaço |- |153 |{{w|República do Congo}} |Nunca Gema as Claras |- |154 |{{w|Zâmbia}} |Pica-Pau Einstein |- |155 |{{w|Ilhas Salomão}} |Xerife Meio Frouxo |- |156 |{{w|Comores}} |O Paladino do Oeste |- |157 |{{w|Papua-Nova Guiné}} |Biruta Náutico |- |158 |{{w|Mauritânia}} |Esse Cachorro é Quente |- |159 |{{w|Costa do Marfim}} |Problema Cavalar |- |160 |{{w|Tanzânia}} |Pica-Pau, o Agente Secreto |- |161 |{{w|Paquistão}} |Sorte Grande |- |162 |{{w|Togo}} |Reflorestamento à Força |- |163 |{{w|Haiti}} |Ben 10 |Pica-Pau, o Rei do Faroeste |- |164 |{{w|Nigéria}} |rowspan="16" | ''Não possui'' |Pica-Pau Adotivo |- |165 |{{w|Ruanda}} |Briga pra Ninguém Botar Defeito |- |166 |{{w|Benim}} |Alado em Bagdá |- |167 |{{w|Uganda}} |Cidade de um Cavalo Só |- |168 |{{w|Lesoto}} |Pescaria Agitada |- |169 |{{w|Malawi}} |Não Tem Mosquito |- |170 |{{w|Senegal}} |Cumprimentem a Coroa |- |171 |{{w|Djibuti}} |Traição no Deserto |- |172 |{{w|Sudão}} |Pica-Pau, o Marujo Intrépido |- |173 |{{w|Madagascar}} |Super Vendedor Pré-Histórico |- |174 |{{w|Gâmbia}} |Upa Upa Pangaré |- |175 |{{w|Etiópia}} |Foca à Solta |- |176 |{{w|Eritreia}} |Um Pistoleiro sem Solução |- |177 |{{w|Guiné-Bissau}} |Pica-Pau Tropical |- |178 |{{w|Libéria}} |Construção Demolidora |- |179 |{{w|República Democrática do Congo}} |A Grande Aventura de Bonga |- |180 |{{w|Afeganistão}} |Mônica |Encrencas a Bordo |- |181 |{{w|Serra Leoa}} |rowspan="11" | ''Não possui'' |A Fonte da Juventude |- |182 |{{w|Guiné}} |Hora de Dormir |- |183 |{{w|Iêmen}} |O Recruta Relutante |- |184 |{{w|Burkina Faso}} |Como Capturar um Pica-Pau |- |185 |{{w|Moçambique}} |O Toque Mágico do Pica-Pau |- |186 |{{w|Mali}} |O Gato da Cidade |- |187 |{{w|Burundi}} |Só uma Soneca |- |188 |{{w|República Centro-Africana}} |Pica-Pau, o Raptado |- |189 |{{w|Níger}} |História pra Índio |- |190 |{{w|Chade}} |Nem Tudo que Reluz é Ouro |- |191 |{{w|Sudão do Sul}} |Nunca Aposte num Poste Furado |- |} ==Menções Honrosas== {| class="wikitable" !Número !País/Território !Personagem-Representante |- |1 |{{w|Guiana Francesa}} |rowspan="24" | Ben 10 |- |2 |{{w|Ilhas Turcas e Caicos}} |- |3 |{{w|Guadalupe}} |- |4 |{{w|Martinica}} |- |5 |{{w|Bonaire}} |- |6 |{{w|Saba}} |- |7 |[https://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_Eustáquio_(Países_Baixos) Santo Eustáquio] |- |8 |{{w|Ilhas Virgens Americanas}} |- |9 |{{w|Ilha de Navassa}} |- |10 |{{w|Porto Rico}} |- |11 |[https://pt.wikipedia.org/wiki/São_Bartolomeu_(coletividade) São Bartolomeu] |- |12 |[https://pt.wikipedia.org/wiki/São_Martinho_(França) São Martinho Francês] |- |13 |{{w|Aruba}} |- |14 |{{w|Curaçau}} |- |15 |[https://pt.wikipedia.org/wiki/São_Martinho_(Países_Baixos) São Martinho Neerlandês] |- |16 |{{w|Anguila}} |- |17 |[https://pt.wikipedia.org/wiki/Monserrate_(ilha) Montserrat] |- |18 |{{w|Ilhas Cayman}} |- |19 |{{w|Ilhas Virgens Britânicas}} |- |20 |{{w|Santo André, Providência e Santa Catarina}} |- |21 |{{w|Nova Esparta}} |- |22 |{{w|Dependências Federais da Venezuela}} |- |23 |{{w|Ilhas Malvinas}} |- |24 |{{w|Ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul}} |- |25 |{{w|Coreia do Norte}} |rowspan="6" | Sailor Moon |- |26 |{{w|Taiwan}} |- |27 |{{w|Transnístria}} |- |28 |{{w|Abecásia}} |- |29 |[https://pt.wikipedia.org/wiki/Cosovo Kosovo] |- |30 |{{w|Ossétia do Sul}} |- |31 |{{w|República Turca do Chipre do Norte}} |Mônica |- |32 |{{w|Ilhas Cook}} |? |- |33 |{{w|Niue}} |? |- |34 |{{w|Tokelau}} |? |- |35 |{{w|Dependência de Ross}} |? |- |36 |{{w|Ilha Bouvet}} |? |- |37 |{{w|Ilha de Pedro I}} |? |- |38 |{{w|Terra da Rainha Maud}} |? |- |39 |{{w|Ilhas Pitcairn}} |? |- |40 |{{w|Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha}} |? |- |41 |{{w|Acrotíri e Deceleia}} |Mônica |- |42 |{{w|Território Britânico do Oceano Índico}} |? |- |43 |{{w|Território Antártico Britânico}} |? |- |44 |{{w|Guam}} |? |- |45 |{{w|Ilhas Marianas do Norte}} |? |- |46 |{{w|Samoa Americana}} |? |- |47 |{{w|Ilha Baker}}, {{w|Ilha Howland}}, {{w|Ilha Jarvis}}, {{w|Atol Johnston}}, {{w|Recife Kingman}} e {{w|Atol Midway}} |??? |- |48 |{{w|Ilha Wake}} |? |- |49 |{{w|Ilha Christmas}} |? |- |50 |{{w|Ilhas Cocos}} |? |- |51 |{{w|Ilha Norfolk}} |[https://static.wikia.nocookie.net/dublagem/images/7/70/Max_%28Eliot_Kid%29.png/revision/latest?cb=20250512203247&path-prefix=pt-br ?] |- |52 |{{w|Ilhas Ashmore e Cartier}} |? |- |53 |{{w|Ilhas do Mar de Coral}} |? |- |54 |{{w|Ilhas Heard e Ilhas McDonald}} |? |- |55 |{{w|Território Antártico Australiano}} |? |- |56 |{{w|Macau}} |N/A |- |57 |{{w|Polinésia Francesa}} |? |- |58 |{{w|Wallis e Futuna}} |? |- |59 |{{w|Nova Caledônia}} |? |- |60 |{{w|Terras Austrais e Antárticas Francesas}} |? |- |61 |{{w|Somailândia}} |? |- |62 |{{w|República Árabe Saariana Democrática}} |? |- |63 |{{w|Somália}} |? |- |64 |{{w|Nauru}} |? |- |65 |{{w|Mônaco}} |N/A |- |66 |[https://pt.wikipedia.org/wiki/Reunião_(departamento) Reunião] |? |- |67 |{{w|Mayotte}} |? |- |68 |{{w|Svalbard}} |[https://static.wikia.nocookie.net/dublagem/images/7/7d/James_esquilo_-_mole.jpg/revision/latest?cb=20240421031103&path-prefix=pt-br ?] |- |} ==Personificações== Além dos personagens-representantes, também há as personificações. Personificações são personagens fictícios, especialmente humanos e animais, escolhidos pelo personagem-representante para ser o rosto de um país representado por ele. Isso ocorre pois o personagem-representante tem somente o dever de representar esses países, não de ser um rosto deles. Dentre os personagens-representantes, somente Sailor Moon escolheu personificações para todos os países. Ben 10 e Mônica escolheram vários personagens fictícios para serem os rostos dos países representados por eles, mas não todos. Um critério importante para um personagem fictício ser escolhido como personificação para um país por um personagem-representante é ele fizer parte da série principal (senhora) ou das séries secundárias (escravas). Se ele não fizer parte de nenhuma das duas, não há classificação. {| class="wikitable" !Número !País/Território Ultramarino !Personificação !Obra |- |1 |Alemanha |Luna |Sailor Moon |- |2 |Coreia do Sul |Tíbio |Castelo Rá-Tim-Bum |- |3 |Japão |Quindim |Sítio do Picapau Amarelo |- |4 |Israel |Mingau |Turma da Mônica |- |5 |Eslovênia |colspan="2"|Anabel |- |6 |Áustria |Artemis |Sailor Moon |- |7 |Chipre |Denise |Turma da Mônica |- |8 |Estônia |colspan="2"|Luluzinha |- |9 |República Tcheca |Nobita Nobi |rowspan="2"|Doraemon |- |10 |Polônia |Doraemon |- |11 |Bahrein |Dudu |Turma da Mônica |- |12 |Lituânia |Shizuka Minamoto |Doraemon |- |13 |Arábia Saudita |Mônica |Turma da Mônica |- |14 |Letônia |Dee Dee |O Laboratório de Dexter |- |15 |Croácia |Pererê |A Turma do Pererê |- |16 |Chile |Zombozo |Ben 10 |- |17 |Qatar |Franjinha |Turma da Mônica |- |18 |Eslováquia |Suneo Honekawa |Doraemon |- |19 |Hungria |Saci |Sítio do Picapau Amarelo |- |20 |Argentina |Zs'Skayr |Ben 10 |- |21 |Turquia |Carminha Frufru |Turma da Mônica |- |22 |Montenegro |Carolina |O Menino Maluquinho |- |23 |Kuwait |Cascão |Turma da Mônica |- |24 |Rússia |Marquês de Rabicó |Sítio do Picapau Amarelo |- |25 |Romênia |Tuxedo Mask |Sailor Moon |- |26 |Omã |Cebolinha |Turma da Mônica |- |27 |Bahamas |Coringa |Batman |- |28 |Cazaquistão |Shingo Tsukino |Sailor Moon |- |29 |Trindade e Tobago |Vingador |Caverna do Dragão |- |30 |Costa Rica |Lindinha |As Meninas Superpoderosas |- |31 |Uruguai |Casey Jones |As Tartarugas Ninja |- |32 |Bielorrússia |Chibiusa |Sailor Moon |- |33 |Panamá |Estelar |Os Jovens Titãs |- |34 |Geórgia |Morga |Sailor Moon |- |35 |Sérvia |Galileu |rowspan="2"|A Turma do Pererê |- |36 |Albânia |Geraldinho |- |37 |Bulgária |Sailor Mercúrio |Sailor Moon |- |38 |Granada |Pepe |Historietas Assombradas para Crianças Malcriadas |- |39 |Barbados |Mutano |Os Jovens Titãs |- |40 |Bósnia e Herzegovina |Menino Maluquinho |O Menino Maluquinho |- |41 |São Cristóvão e Névis |Arlequina |Batman |- |42 |Irã |Chico Bento |Turma do Chico Bento |- |43 |Ucrânia |colspan="2"|Sailor Moon |- |44 |Macedônia do Norte |Dito |Cocoricó |- |45 |China |Conselheiro |Sítio do Picapau Amarelo |- |46 |República Dominicana |Mulher-Maravilha |Liga da Justiça |- |47 |Moldávia |Sailor Júpiter |Sailor Moon |- |48 |Cuba |Superman |Liga da Justiça |- |49 |Peru |April O'Neil |As Tartarugas Ninja |- |50 |Armênia |Patavina |Cocoricó |- |51 |México |Ryder |Patrulha Canina |- |52 |Colômbia |Michelangelo |As Tartarugas Ninja |- |53 |São Vicente e Granadinas |Juniper Lee |A Vida e Aventuras de Juniper Lee |- |54 |Azerbaijão |Ratazana |Mundo da Leitura |- |55 |Turcomenistão |Major-Agarra-e-Não-Larga-Mais |Sítio do Picapau Amarelo |- |56 |Equador |Zingo |Ben 10 |- |57 |Mongólia |Gurio Umino |Sailor Moon |- |58 |Suriname |Kevin Levin |Ben 10 |- |59 |Uzbequistão |Mefisto |Sítio do Picapau Amarelo |- |60 |Dominica |Estrela Negra |Os Jovens Titãs |- |61 |Jordânia |Marina |Turma da Mônica |- |62 |Paraguai |Karai |As Tartarugas Ninja |- |63 |Guiana |Ken Tennyson |Ben 10 |- |64 |Jamaica |Batman |Liga da Justiça |- |65 |Vietnã |Júlio |Cocoricó |- |66 |Bolívia |colspan="2"|Ben 10 |- |67 |Quirguistão |Feito |Cocoricó |- |68 |Venezuela |Destruidor |As Tartarugas Ninja |- |69 |Iraque |Papa-Capim |Turma do Papa-Capim |- |70 |Tajiquistão |Godofredo |Castelo Rá-Tim-Bum |- |71 |Belize |Robin |Os Jovens Titãs |- |72 |El Salvador |Encantriz |Ben 10 |- |73 |Nicarágua |Jinx |rowspan="2"|Os Jovens Titãs |- |74 |Guatemala |Ravena |- |75 |Honduras |Gwen Tennyson |Ben 10 |- |76 |Laos |Mau |Castelo Rá-Tim-Bum |- |77 |Camboja |Emília |Sítio do Picapau Amarelo |- |78 |Síria |Magali |Turma da Mônica |- |79 |Haiti |Albedo |Ben 10 |- |80 |Afeganistão |Xaveco |Turma da Mônica |- |81 |Guiana Francesa |Mandy |rowspan="4"|Ben 10 |- |82 |Ilhas Malvinas |Cooper |- |83 |Montserrat |Kai Green |- |84 |Saba |Eunice |- |85 |Guadalupe |Virgil Hawkins |Super Choque |- |86 |Martinica |Eric |Caverna do Dragão |- |87 |Ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul |Mestre Splinter |As Tartarugas Ninja |- |88 |Ilhas Cayman |Mestre dos Magos |Caverna do Dragão |- |89 |Coreia do Norte |Perônio |Castelo Rá-Tim-Bum |- |90 |Kosovo |Jamelão |O Mundo Encantado de Richard Scarry |- |91 |Taiwan |Dona Carochinha |rowspan="2"|Sítio do Picapau Amarelo |- |92 |Transnístria |Cuca |- |93 |Abecásia |Angelina Mouseling |Angelina Ballerina |- |94 |Ossétia do Sul |Vicky Roubalheira |Os Padrinhos Mágicos |- |95 |República Turca do Chipre do Norte |Dorinha |Turma da Mônica |- |} ===Menções Honrosas=== {| class="wikitable" !Número !País !Personificação !Obra |- |1 |Noruega |Knuckles |rowspan="5"|Sonic |- |2 |Islândia |Dr. Eggman |- |3 |Dinamarca |Tails |- |4 |Suécia |Sonic |- |5 |Finlândia |Amy Rose |- |6 |Reino Unido |Gato Félix |O Gato Félix |- |7 |Estados Unidos |colspan="2"|Mickey Mouse |- |8 |Espanha |colspan="2"|Pica-Pau |- |9 |França |Pernalonga |Looney Tunes |- |10 |Itália |Zé Colmeia |O Show do Zé Colmeia |- |11 |Grécia |Seiya de Pégaso |Os Cavaleiros do Zodíaco |- |12 |Portugal |Pantera Cor-de-Rosa |A Pantera Cor-de-Rosa |- |13 |Sri Lanka |Z |FormiguinhaZ |- |14 |Palau |? |? |- |15 |Maldivas |Blu |Rio |- |16 |Tonga |? |? |- |17 |Fiji |Max |Sam e Max |- |18 |Samoa |? |? |- |19 |Butão |Po |Kung Fu Panda |- |20 |Bangladesh |Alex |Madagascar |- |21 |Tuvalu |Flippy |Happy Tree Friends |- |22 |Ilhas Marshall |? |? |- |23 |Estados Federados da Micronésia |? |? |- |24 |Kiribati |? |? |- |25 |Timor-Leste |Oscar |O Espanta-Tubarões |- |26 |Vanuatu |? |? |- |27 |Nepal |RJ |Os Sem-Floresta |- |28 |Angola |Ash Ketchum |Pokémon |- |29 |Myanmar |Nick Wilde |Zootopia |- |30 |Ilhas Salomão |? |? |- |31 |Papua Nova-Guiné |? |? |- |32 |Paquistão |Manny |A Era do Gelo |- |33 |Djibuti |Professor Carvalho |rowspan="400"|Pokémon |- |34 |Sudão |Meowth |- |35 |Madagascar |May |- |36 |Etiópia |Pikachu |- |37 |Eritreia |Cassidy |- |38 |Guiné-Bissau |Gary Carvalho |- |39 |República Democrática do Congo |Misty |- |40 |Moçambique |Giovanni |- |41 |Mali |Brock |- |42 |Burundi |Clément |- |43 |Chade |Serena |- |} ==Obras-escravas== ===Ben 10=== *Todos os filmes, séries e desenhos do Cartoon Network pré-2009 (exceto "O Laboratório de Dexter", "A Vaca e o Frango", "Eu Sou o Máximo" e "Esquadrão do Tempo"), da DC e da Mattel *X-Men: Evolution *O Clube das Winx *As Tartarugas Ninja *Mutante Rex *Titã Simbiônico *Caverna do Dragão *Thundercats *SilverHawks *Patrulha Canina *Blaze e os Monster Machines *Shimmer e Shine *Historietas Assombradas para Crianças Malcriadas *Carrapatos e Catapultas *O Diário de Mika ===Sailor Moon=== ====Segmento da Alemanha==== *Peixonauta *Meu AmigãoZão *Animazoo *Doki *O Show da Luna! *SOS Fada Manu *Júlio e Verne: Os Irmãos Geniais *As Aventuras de Ami *Nilba e os Desastronautas *Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma *Tordesilhas *Bobolândia Monstrolândia *Sidney *Traçando Arte *Dr. Raio X *A Mansão Maluca do Professor Ambrósio *Astro Não Mia *Eu e o Quarteto Apavorante *Esquadrão do Mar Azul *Galera da Praia *Que Monstro te Mordeu? *Experimentos Extraordinários *Blog do Geninho *Gelê *Isso Disso *Astrobaldo *Jarau *Gaspard e Lisa *As Lendas da Turma do Jambu *Pedrinho e a Chuteira da Sorte *Igarapé Mágico *Kiara e os Luminitos *O Papel das Histórias *O Que Eu Vou Ser Quando Crescer? *Os Caça-Livros *Os Ecoturistinhas *Os Reciclados *Palavras Mágicas *Show do DJ Cão *Som na Caixa com o DJ Cão *T.R.EX.C.I. *Tromba Trem *Turminha da Graça *A Bicicleta do Vovô *O Pantanal e Outros Bichos *Os Cupins *Carrossel *Chiquititas *As Aventuras de Gui e Estopa *Zuzubalândia *Chico na Ilha dos Jurubebas *As Chaves de Mardum *Bubble Guppies *Umizoomi *Bananas de Pijamas ====Segmento da Rússia==== *As Aventuras de Babar *[https://pt.wikipedia.org/wiki/Anabel_(desenho_animado) Anabel] *Brichos *As Trigêmeas *O Patinho Feio *[https://pt.wikipedia.org/wiki/Rupert_Bear Rupert] *Angelina Ballerina *O Mundo Encantado de Richard Scarry *As Aventuras de Tintim *Luluzinha *Os Backyardigans *O Laboratório de Dexter *Os Padrinhos Mágicos *Wow! Wow! Wubbzy! *Ni Hao, Kai-Lan *Cobi e Sua Turma *O Pudim Mágico *Chapeuzinho Amarelo *Zatch Bell! *Gintama *Doraemon *Sítio do Picapau Amarelo *Cocoricó *Castelo Rá-Tim-Bum *Mundo da Lua *Mundo da Leitura *A Turma do Pererê *Dango Balango *Catalendas *Turma do Garrafinha *Qual é Bicho? *O Menino Maluquinho *Pequenos Cientistas *Tchibum TV *Simão e Bartolomeu ===Turma da Mônica=== *Outras obras do Mauricio de Sousa ===Pica-Pau=== *Outros desenhos da Walter Lantz Productions ===A Pantera Cor-de-Rosa=== *Outros desenhos da DePatie-Freleng Enterprises ===Zé Colmeia=== *Outros desenhos da Hanna-Barbera ===Sonic=== *Outras franquias da SEGA ==Obra-base== {| class="wikitable" ! !Obra-base |- |Ben 10 |Looney Tunes |- |Sailor Moon |Tom e Jerry |- |Turma da Mônica |Popeye |- |} ==Notas== *Não inclui territórios fora da Terra. *Sailor Moon tem mais obras-escravas do que qualquer outra obra-senhora do CHS. *A edição do ranking de IDH da ONU utilizada nesse protótipo é a divulgada em 8 de setembro de 2022. Por ser uma edição antiga, os países estão em posições completamente diferentes, e portanto, os personagens-representantes controlam episódios específicos de Pica-Pau. *Dentre os modelos do Caipora History Show, somente o modelo secundário é dividido em segmentos. O modelo primário e o modelo terciário não são. ==Ligações externas== [https://youtube.com/playlist?list=PLmV4oa4QrhSXj3jC6_AFiPXyJJNJ_YN-F&si=7aBICtE01_11KG6o Episódios de Pica-Pau controlados pelo Ben 10]<br>[https://youtube.com/playlist?list=PLmV4oa4QrhSUqJXuEG6dOf8CYL_SXPIRL&si=bEV1bLSwKrAWx5Vz Episódios de Pica-Pau controlados pela Sailor Moon]<br>[https://youtube.com/playlist?list=PLmV4oa4QrhSW8zpI6OS6Z9UgeJg_1LMOU&si=Yd0B37k35lr4S9Wv Episódios de Pica-Pau controlados pela Mônica]<br>[https://youtube.com/playlist?list=PLmV4oa4QrhSX3Sm5fpI1jOEuu7sngPSQv&si=YYMPBii4x18lWtBv Todos os episódios de Pica-Pau controlados pelo Ben 10, pela Sailor Moon e pela Mônica]<br>[https://youtube.com/playlist?list=PLmV4oa4QrhSXcqWZkx1xjQowWKtjsK2Zd&si=jl_C1jm0ddLvakqr Hinos dos países representados pelo Ben 10, pela Sailor Moon e pela Mônica]<br>[https://youtube.com/playlist?list=PLmV4oa4QrhSU_LTbeH4VllfFMmsjrRQsz&si=5QO4yi2YIy-x6Os2 Capítulos de A História de Ana Raio e Zé Trovão controlados pela Sailor Moon]<br>[https://youtube.com/playlist?list=PLmV4oa4QrhSV4cFw1XKlmuhkRoJSIljnn&si=Cl9KW8aD3vHRkaqi Capítulos de A História de Ana Raio e Zé Trovão controlados pela Mônica]<br>[https://youtube.com/playlist?list=PLmV4oa4QrhSU7cM2zTcS9UMebIz0u2WEC&si=I5SexNeULYB6Ae1a Capítulos de A História de Ana Raio e Zé Trovão controlados pelo Ben 10] d2n567075woutfu029tt7l4fmwfvspc CCT-UFCA/Matemática Computacional/Análise de Decisão 0 34260 186033 2026-09-06T01:11:52Z Raniele84 43312 editei a disciplina de análise de decisão 186033 wikitext text/x-wiki = Programa do Componente Curricular = {| class="wikitable" |'''Código:''' | colspan="9" |MC0011 |- |'''Componente Curricular:''' | colspan="9" |Análise de decisão |- |'''Semestre de Oferta:''' | colspan="2" | - |'''Tipo:''' |Disciplina |'''Caráter:''' | colspan="4" |Optativa |- |'''Unidade Acadêmica Responsável:''' | colspan="9" |Centro de Ciências e Tecnologia - CCT |- |'''Área:''' | colspan="9" |Matemática |- |'''Créditos:''' |4 |'''Carga horária:''' |64 |'''Teórica:''' |32 |'''Prática''' |32 |'''Extensão:''' | - |- |'''Pré-requisito:''' | colspan="9" |Estatística Computacional |- |'''Co-requisito:''' | colspan="9" | - |- |'''Equivalência:''' | colspan="9" | - |} == Ementa == Tomada de Decisão, Estrutura Matemática de um Problema Decisão, Teoria da Utilidade, Regra de Bayes, Regra de Neyman-Pearson, Regras Minimax, Verossimilhança. == Objetivos == Aproximar os graduandos dos ambientes de modelagem e análise de decisão racional. Um objetivo adicional é o desenvolvimento de habilidades práticas, através de ferramentas computacionais. * == Bibliografia == === Bibliografia básica === # BECKMAN, O; NETO, P. L. O. C. Análise Estatística da Decisão; São Paulo: Edgard Blücher, 1980. # FIANI, R. Teoria dos jogos: para cursos de Administração e Economia. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2006. # GOODWIN, P.; WRIGHT, G. Decision Analysis for Management Judgment 3rd Edition; New York: John Wiley & Sons, 2004. ==== Bibliografia Complementar ==== # FERGUSON, T. S. Mathematical statistics: a decision theoretic approach. New York: John Wiley & Sons, 1973. v.2 # RAGSDALE, Cliff T. Modelagem e Análise de Decisão. São Paulo: Cengage Learning, 2009. SOUZA, F. M. Campello de. Decisões racionais em situações de incerteza. Recife: Editora Universitária, 2002. # CLEMEN, R. Making Hard Decisions An Introduction to Decision Analysis, 2nd Edition; Belmont, Calif: Duxbury Press, 1996. # HAMMOND, J. S.; KEENEY, R. L.; RAIFFA, H. Decisões inteligentes: Somos movidos a decisões. Como avaliar alternativas e tomar a melhor decisão. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2004. 891hnbggmekkhi4xj1h8t912xbmcbxe 186034 186033 2026-09-06T01:14:49Z Raniele84 43312 editei o codigo da disciplina análise de decisão 186034 wikitext text/x-wiki = Programa do Componente Curricular = {| class="wikitable" |'''Código:''' | colspan="9" |MC0053 |- |'''Componente Curricular:''' | colspan="9" |Análise de decisão |- |'''Semestre de Oferta:''' | colspan="2" | - |'''Tipo:''' |Disciplina |'''Caráter:''' | colspan="4" |Optativa |- |'''Unidade Acadêmica Responsável:''' | colspan="9" |Centro de Ciências e Tecnologia - CCT |- |'''Área:''' | colspan="9" |Matemática |- |'''Créditos:''' |4 |'''Carga horária:''' |64 |'''Teórica:''' |32 |'''Prática''' |32 |'''Extensão:''' | - |- |'''Pré-requisito:''' | colspan="9" |Estatística Computacional |- |'''Co-requisito:''' | colspan="9" | - |- |'''Equivalência:''' | colspan="9" | - |} == Ementa == Tomada de Decisão, Estrutura Matemática de um Problema Decisão, Teoria da Utilidade, Regra de Bayes, Regra de Neyman-Pearson, Regras Minimax, Verossimilhança. == Objetivos == Aproximar os graduandos dos ambientes de modelagem e análise de decisão racional. Um objetivo adicional é o desenvolvimento de habilidades práticas, através de ferramentas computacionais. * == Bibliografia == === Bibliografia básica === # BECKMAN, O; NETO, P. L. O. C. Análise Estatística da Decisão; São Paulo: Edgard Blücher, 1980. # FIANI, R. Teoria dos jogos: para cursos de Administração e Economia. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2006. # GOODWIN, P.; WRIGHT, G. Decision Analysis for Management Judgment 3rd Edition; New York: John Wiley & Sons, 2004. ==== Bibliografia Complementar ==== # FERGUSON, T. S. Mathematical statistics: a decision theoretic approach. New York: John Wiley & Sons, 1973. v.2 # RAGSDALE, Cliff T. Modelagem e Análise de Decisão. São Paulo: Cengage Learning, 2009. SOUZA, F. M. Campello de. Decisões racionais em situações de incerteza. Recife: Editora Universitária, 2002. # CLEMEN, R. Making Hard Decisions An Introduction to Decision Analysis, 2nd Edition; Belmont, Calif: Duxbury Press, 1996. # HAMMOND, J. S.; KEENEY, R. L.; RAIFFA, H. Decisões inteligentes: Somos movidos a decisões. Como avaliar alternativas e tomar a melhor decisão. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2004. jg0vwx2u79kgz2x2b9tsqskqcr32fdx